Você está na página 1de 10

UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP

ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA

MATEUS DIEGO DE SOUZA VASQUEZ


DANIEL ALVES
JOSEFER ELIAS
FLÁVIO AMÂNCIO
MARCELO PIRES

CINÉTICA ENZIMÁTICA DOS PROCESSOS FARMACÊUTICOS


FERMENTATIVOS

SÃO PAULO - SP
2010
MATEUS DIEGO DE SOUZA VASQUEZ
DANIEL ALVES
JOSEFER ELIAS
FLÁVIO AMÂNCIO
MARCELO PIRES

CINÉTICA ENZIMÁTICA DOS PROCESSOS FARMACÊUTICOS


FERMENTATIVOS

Trabalho Informativo e educacional apresentado como


requisito comum para a obtenção de nota na
Atividades Práticas supervisionadas da Universidade
Paulista, UNIP.

Orientador: Dr. Ms. Sandra Moretto Aquino

SÃO PAULO - SP
2010
MATEUS DIEGO DE SOUZA VASQUEZ
DANIEL ALVES
JOSEFER ELIAS
FLÁVIO AMÂNCIO
MARCELO PIRES

CINÉTICA ENZIMÁTICA DOS PROCESSOS FARMACÊUTICOS FERMENTATIVOS

Trabalho Informativo e educacional apresentado como


requisito comum para a obtenção de nota na Disciplina
de Atividades Práticas Supervisionadas da
Universidade Paulista, UNIP.

Orientador: Dr. Ms. Sandra Moretto Aquino

BANCA EXAMINADORA E ASSINATURAS:

_________________________________________
Sandra Moreto Aquino
Professora, Universidade Paulista

25 DE NOVEMBRO DE 2010
Dedico este trabalho aos professores e a
todos aqueles que cooperaram na construção
do saber dos alunos de Farmácia-Bioquímica.
“A batalha das vitaminas, a esperança do
equilíbrio nas proteínas, terão de atender as
reações sensíveis e naturais da simpatia
popular pelo seu cardápio, desajustado e
querido. Falar das expressões negativas da
alimentação para pessoas afeitas aos seus
pratos favoritos é ameaçar um ateu com as
penas do Inferno. O povo guarda sua
alimentação tradicional porque está
habituado; porque aprecia o sabor. Pode não
nutrir, mas enche o estômago.”
Luís da Câmara Cascudo
RESUMO

Com um vasto campo de atuação biológica e encontrada em grande escala nos


alimentos, as aminas e amidas são um dos grupos funcionais da química orgânica mais
utilizados e conhecidos pelo homem. Este trabalho relata as principais características,
reações comuns e as utilidades mais corriqueiras das aminas e das amidas, mostrando
o poder e a essencialidade deste importante grupo funcional.

Palavras-chave: Aminas. Amidas. Características. Utilidades. Essencialidade.


ABSTRACT

With a large biological acting field and found on a large scale in aliments, amines and
amides represents a functional group of organic chemistry that are more utilized and
known to man. This work reports the main characteristics, common reactions and the
most habitual utilizations of amines and amides, showing the power and the essentiality
of this important functional group

Key-words: Amines. Amides. Characteristics. Utilities. Essentiality.


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ………..…………………………………………………………………...… 9
2 DESENVOLVIMENTO …………………………………………………………………….. 10
2.1 EXEMPLOS DE AMINAS ........................................................................................ 10
1 INTRODUÇÃO

Em todas as células vivas ocorrem ininterruptamente reações que, devido a sua


grande complexidade, deveriam ser muito lentas nas temperaturas em que essas
reações se processam (cerca de 37°C). No entanto, na prática, essas reações são
muito rápidas, o que nos leva à conclusão de que existem nas células vivas substâncias
catalisadoras que se diferem dos catalisadores inorgânicos pelo fato de serem
substâncias muito mais complexas, formadas no interior das células vivas, mas
capazes de agir também fora das células. São fatores importantes na tecnologia de
alimentos pelo papel que desempenham no seu processamento e deterioração.
As enzimas são substâncias sólidas, mas difíceis de serem cristalizadas devido à
complexidade de suas estruturas químicas. Com algumas exceções, são solúveis em
água e álcool diluído, e quando em solução, precipitam-se pela adição de sulfato de
amônio, álcool ou ácido tricloroacético. São inativadas pelo calor e esta, talvez, seja a
propriedade mais importante desses compostos em relação à tecnologia de alimentos.
Quimicamente as enzimas são proteínas com uma estrutura química especial,
contendo um centro ativo, denominado apoenzima e, algumas vezes, um grupo não
protéico, denominado coenzima. À molécula toda (apoenzima e coenzima) é dado o
nome de haloenzima. Dependendo de tipo de ligação, o grupo prostético pode ser
separado da proteína por métodos brandos, como por exemplo, diálise. Quase todas as
enzimas preparadas em escala industrial até hoje são extracelulares, porque seu
isolamento dos meios ou caldos de cultivo é geralmente mais simples, embora elas se
encontrem sob forma muito diluída nestes meios, o que pode tornar o seu isolamento
muito dispendioso. Porém, a maior parte das enzimas é intracelular, onde são
continuamente sintetizadas metabolicamente. Como o mecanismo celular dos sistemas
vivos (animais, vegetais e microrganismos) dependem das enzimas, a fonte primária
destas são dois tecidos animais (glândulas, principalmente), tecidos vegetais
(sementes, frutas, exsudações) e culturas de microrganismos, quer se fazendo uso de
cultivo total ou quer extraindo as enzimas do meio de cultura de bactérias, fungos e
leveduras.
2 DESENVOLVIMENTO

Os aminoácidos contêm um grupo amino e um grupo carboxila ligados ao mesmo


átomo de carbono. Os aminoácidos unem-se uns aos outros através da ligação destes
dois grupos – que formam um grupo amida – dando origem às ligações peptídicas que
estruturam as proteínas.
A degradação de proteínas (por exemplo, quando um pedaço de carne apodrece), leva,
pelo contrário, à sua decomposição em aminas distintas. Os odores mais
desagradáveis de que geralmente nos lembramos são, provavelmente, devidos à
presença de aminas. Por exemplo, a 1,5-pentanodiamina (mais conhecida pelo
sugestivo nome de cadaverina, libertada pelos corpos em putrefação, o escatol, um
composto heterocíclico presente nos excrementos, a 1,4-butanodiamina (putrescina –
outro cheiro a “podre”).

2.1