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Microeconomia

TA2

Princípios de economia aplicada


Entrada e contextualização
A economia tem suas primeiras origens na Grécia,
onde Aristóteles denominava como: oikosnomos.
Platão também tinha sua opinião sobre a economia,
para ele, ela não passava de um simples ramo da
filosofia social. No entanto a economia veio se
concretizar uma ciência social em 1776, com a obra " a
riqueza das nações" do economista Adam Smith. A
partir daí vieram várias escolas do pensamento
econômico.
Conteúdo 1

Fonte: autor
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Adam Smith (1723-1790) – Clássico


“laissez faire”: os compradores e vendedores,
automaticamente, organizam-se na atribuição dos
preços e na quantidade que a sociedade necessita,
promovendo um equilíbrio. O governo deveria deixar o
mercado e os indivíduos livres para lidar com seus
próprios assuntos.

Fonte:
https://www.economist.com/open-
future/2018/08/16/what-would-
adam-smith-say-about-capitalism-
today
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Karl Marx (1723-1790) – Marxista


• Sua preocupação foi desvendar as leis
do movimento do capital;
• Capital: relação social entre capitalista e
proletário (mais-valia);
• Centralização e concentração de capitais.

Fonte:
https://www.infoescola.com/biografi
as/karl-marx/
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John Maynard Keynes (1883-1946) – Keynesiano


• Dois grandes problemas desemprego e
desigualdade da distribuição de renda;
• Princípio da Demanda Efetiva;
• Identidade Macroeconômica Contábil
• PIB = Renda = Dispêndio (DA = C + I + G + EL)

Fonte:
https://www.npg.org.uk/collections/sea
rch/portrait/mw179587/John-Maynard-
Keynes-Baron-Keynes
Situação prática

O mercado de cosméticos possui grande importância


na economia. nacional. Por isso, as empresas
ofertantes destes produtos competem de forma
acirrada para conquistar os demandantes.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/sobram-vagas-
na-industria-da-beleza/
Situação prática

No link a seguir, você verá como as empresas


ofertantes deste mercado preparam-se para
conquistar cada vez mais espaço e, para isto, lançam
mão de estratégias de marketing, promoções, entre
outras formas para serem competitivas no mercado,
conquistarem os demandantes e se destacarem como
ofertantes em seu segmento: http://www.abre.org.br/
Situação prática

Porém, nem todas as situações de economia de


mercado podem se desenrolar com a simples
interação entre demandantes e ofertantes. Em muitas
situações, aparecem falhas que o mercado, sozinho,
não possui condições de resolvê-las, havendo a
necessidade de uma intervenção do Estado nas
relações de mercado.
Falhas de Mercado
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 Economia de mercado e Estado


 Falhas de mercado
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• Economia centralizada (economia planificada): as


questões econômicas são planejadas pelo governo, de
forma centralizada, predominando a propriedade
pública dos fatores de produção
• Economia de mercado: são as forças do mercado
que vão determinar a sua dinâmica, prevalecendo
assim a propriedade privada dos fatores de produção.
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Fonte: autor
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Mercado: em seu sentido mais amplo, como é o caso


do nosso estudo, o mercado consiste em um “grupo de
compradores e vendedores que, por meio de suas
interações efetivas ou potenciais, determinam o preço
de um produto ou de um conjunto de produtos”
(PINDYCK; RUBINFELD, 2010, p. 7).

Fonte: https://www.dicionariofinanceiro.com/oferta-e-
demanda/
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Hipótese simplificadora: tanto os demandantes


quanto os ofertantes são, na verdade, tomadores de
preço, pois nem um nem outro, de forma isolada,
possuem poder de influência sobre o preço final do
produto.
• Principais “falhas de Mercado”:
 Externalidades;
 Bens públicos;
 Informações assimétricas;
 Risco moral.
A poluição é um bom exemplo de externalidade negativa.
Diante disto, o que o governo pode fazer?
Resposta

Instrumentos de correção das externalidades:


• regulamentação
• impostos
• subsídios
• Teorema de Coase