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Alcançando o Coração do Seu Adolescente

1ª Reunião

1 – PERTO E LONGE
Material: Uma folha, para cada participante, com um furo no meio, do tamanho do olho.

Desenvolvimento
1. Peça para que todos olhem na direção de um objeto, através do furo da folha. Todos devem
estar com o braço estendido ao máximo.
2. Pergunte a eles o que estão enxergando. Normalmente verão poucas coisas.
3. Pedir ao participante que aproxime, a folha, mais um pouco dos olhos. Nessa posição
estarão enxergando mais coisas.
4. Por fim, pedir que todos aproximem, a folha, bem próximo do olho, dessa forma enxergarão
quase tudo que está a sua frente.

Aplicação: O líder explicará que muitos pais estão distante dos filhos, e enxergando pouco a
situação que o adolescente está vivendo.
Á medida que fizerem o curso e compreenderem os princípios e as experiências
dos adolescentes, irão se aproximar mais do coração de seus filhos, podendo enxergar
melhor a situação deles.

2 - REFLEXÃO
Material: Para aproveitar melhor o tempo entregue uma folha com um desenho de um menino ou
menina.

Desenvolvimento
1. Explicar que todos irão escrever algumas experiências. Do lado direito da folha escreverão
as coisas positivas e do lado esquerdo as coisas negativas.
2. As frases que irão escrever podem ser relacionadas a qualquer fase da vida ou pode ser
direcionada aos filhos. Pode conduzir as questões segundo o objetivo proposto para a
reunião.
a. Diante dos olhos: uma coisa que viu e mais o impressionou.
b. Diante da boca: uma expressão que usou
c. Diante da cabeça: um pensamento
d. Diante do coração: sentimentos
e. Diante das mãos: ações que já realizou
f. Diante dos pés: lugares por onde já passou
3. Em geral, as pessoas não possuem o hábito de fazer uma
auto-reflexão, dessa forma alguns terão dificuldade de lembrar as coisas que estão sendo
solicitadas, não há problema nenhum. Permita que no decorrer da rodada eles compartilhem
as experiências que forem lembrando, pois quando começam a ouvir as experiências alheias
irão se lembrar de suas próprias.
4. Reservar um momento para que todos possam compartilhar
as coisas que registraram
5. Conduza o compartilhamento de forma que em cada rodada
fale-se um item de cada vez. (ex. as coisas que viu; as coisas que falou; atitudes que teve,
etc)

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6. Controle o tempo, se não for possível terminar este
exercício, peça que os participantes guardem as folhas para que numa próxima oportunidade
retornem ao exercício.

Aplicação: Proporcionar momentos de auto-reflexão.


Compartilhar algumas experiências que marcaram e/ou têm marcados suas vidas.

2ª Reunião

RÓTULOS
Material:
Tiras de papel, para serem coladas na testa ou nas costas dos participantes. Elas serão preparadas
antecipadamente. Em cada tira escreva um rótulo.
Exemplo de rótulos: Sou chefe, sou engraçado, sou chato, sou fofoqueiro, etc.
Desenvolvimento:
Separe a turma em grupos de mais ou menos 4 pessoas e cole as tiras na testa ou nas costas de cada
participante. As pessoas que terão os rótulos colados não poderão lê-los até que a dinâmica termine.
Um dos objetivos é que cada um possa descobrir que rótulo recebeu, de acordo com o tratamento que
recebeu do grupo. As pessoas dos grupos deverão agir com as outras, conforme o rótulo que cada um
recebeu.
Por exemplo: Se João recebeu o rótulo de engraçado, os outros deverão rir dele até o final da
brincadeira.
No final da dinâmica perguntar como cada um se sentiu com a atitude das pessoas.

Aplicação:
Assim como cada um recebeu um rótulo, involuntário, e decorrente disso receberam um tratamento,
muitas vezes fazemos isso com nossos filhos. Rotulamos que são rebeldes, preguiçosos,
irresponsáveis, etc e não nos preocupamos como isso está afetando sua personalidade.
Levar os participantes a serem mais críticos, não aceitando os pensamentos seculares, pois muitas
falam coisas interessantes e até saudáveis, mas podem trazer algumas mentiras embutidas.

Observação:
O número de participantes pode variar, caso o grupo seja muito grande, é aconselhável dividir em sub
grupos.
Os rótulos podem variar de acordo com o gosto do freguês, isto é, do líder e do objetivo da reunião.

3ª Reunião

1 – TRABALHANDO EM EQUIPE

Material: Bexiga, tira de papel


Procedimento:
Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com uma tira de papel dentro (que terá
uma palavra para o final da dinâmica)
O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfrentamos no nosso dia-a-
dia (de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc.
Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do
corpo, depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair.

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Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, o
restante continua no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando
conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta:
1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado;
2) a quem saiu, o que ele sentiu.
Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para mostrar que
não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos.
Ele pedirá aos participantes que estourem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um
a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele.
Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio,
aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica,
motivação, aceitação, etc... (as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo)

2- O REFLEXO
Entregue uma folha de papel em branco.
1. Peça aos participantes que escrevam 2 qualidades e 2 defeitos de um dos filhos.
2. Peça que escrevam 2 qualidades e 2 defeitos do cônjuge.
3. Peça que escrevam 2 qualidades e 2 defeitos de si mesmo.
Dê as instruções parcialmente, não fale no início tudo o que irão fazer, mas à medida que terminarem o
primeiro item, passe para o segundo e depois para o terceiro.
A última etapa é levar os participantes a avaliarem as listas e identificarem se as qualidades e defeitos
do(s) filho(s), coincidem com as de algum dos pais.

Aplicação:
1. Para se compreender os filhos é importante que os pais verifiquem o que possuem em comum
com eles.
2. Assim como os pais possuem qualidades e defeitos, os filhos também possuem, e na maioria
das vezes são as mesmas.

4ª Reunião

O EMBOLADÃO
Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a
capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos integrantes do grupo.
Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica.
O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a mão direita
e a mão esquerda.
Em seguida pede-se que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns
pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição original em que se
encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se abracem no centro do círculo" bem
apertadinhos". Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem
as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar).
Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular,
passar por baixo, girar e saltar, todos juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique
totalmente aberta.
Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. O Coordenador
parabeniza a todos se conseguirem abrir a roda totalmente!

Aplicação:

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1. Numa família interdependente todos devem participar falando e ouvindo.
2. Há épocas que a família não está em crise tudo está harmonioso, mas quando as adversidades
chegam podem dar uma desestabilizada e nesse momento é necessário o inter relacionamento
para que os acertos sejam feitos, e como resultado é possível novamente resgatar a harmonia.

5ª Reunião

A. Escrever previamente em algumas tiras de papel as frases Eu te amo em:

a) ALOHA WAW IA OI – havaiano

b) ANI OHEVET OKHÁ - hebraico

c) ANATA O AISHIMASSU – japonês

1. Entregue algumas frases para as esposas e outras para os maridos.

2. Peça que as mulheres falem primeiro ao esposo. Pergunte aos maridos se eles entenderam
alguma coisa.

3. Peça que os maridos respondam a esposa. Pergunte às esposas se elas entenderam alguma
coisa.

4. Explique o que eles falaram.


Aplicação:
Assim como nesse exercício, falar uma língua que o outro não entende, cria barreiras e confusões, as
diferentes expressões de amor, também, têm o mesmo efeito.

B. Este exercício poderá ser feito na semana seguinte na hora da Revisão da Tarefa

Recortar várias figuras de revistas com diversas cenas e permitir que cada um escolha uma figura e
compartilhe o que aquilo tem a ver com sua linguagem principal de amor ou a linguagem de amor de
seu cônjuge.
Objetivo – Levá-los a tomarem uma decisão para praticarem a expressão de amor ao cônjuge e aos
filhos.

6ª Reunião

1 - Qualidade

Estimule aos participantes a pensar em um defeito e uma qualidade de seu filho.


Pergunte qual dos dois itens veio primeiro à sua mente.
Peça aos pais que compartilhem apenas a qualidade e depois entregue um cartãozinho para que os
pais escrevam aos filhos essa qualidade e sua apreciação.
Os líderes podem providenciar um bombom para que entreguem junto do cartãozinho.
2 - Painel de Fotos (Essa deve ser feita em casa)
IDENTIDADE E VALORES
Atividade:
Quantas vezes sentamos ao lado de nossos avós ou mesmo de nossos pais para escutar aquelas
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longas histórias que compuseram a vida e a trajetória da nossa família e, portanto, a trajetória da nossa
vida? Quantas vezes paramos para pensar na importância do nosso passado, nas origens de nossa
família, e mais, de nossa comunidade? Indo um pouco mais longe, quantas vezes paramos para pensar
de que forma a cultura da nossa cidade e de nosso país influencia o nosso modo de ver as coisas?
Pois é! Nós somos aquilo que vivemos. Somos um pouquinho da via de nossos pais e avós, somos
também um pouquinho da vida de nossos pais e avós, da nossa, do nosso bairro, das pessoas que
estão à nossa volta, seja na cidade ou no país onde vivemos.
Isso é o que se chama identidade cultural. E esta é uma atividade que ajuda a buscar essa identidade -
o que significa buscar a nossa própria história, conhecemos a nós mesmos e a tudo que nos rodeia.
Buscar a identidade cultural é “entender para respeitar” nossos sentimentos e os daqueles com quem
compartilhamos a vida.
Material:
 Várias fotos da família
 Painel – o material pode ser variado: EVA, Cortiça; isopor encapado com papel camurça.

Procedimento
Peça a todos os participantes que reúnam com seus familiares e passem um tempo relembrando um
pouco de suas histórias pessoais e das histórias de suas famílias, pensando em suas origens,
sentimentos e momentos marcantes, em sonhos, enfim, em tudo aquilo que cada pessoa considera
representativo de sua vida.
Depois disso, peça para procurarem fotos que consideram significativas às suas lembranças. Esse é
um momento individual, e deve levar o tempo necessário para que cada um se sinta à vontade ao
expressar o máximo de sua história de vida. Quando todos terminarem, proponha a composição do
painel.
Objetivo: Criar um momento descontraído para se conversar e relembrar momentos marcantes na vida
familiar. Através da construção do painel constrói-se a História da Família.
Ressaltar os valores que fortalecem a família.

7ª Reunião

A IMPORTÂNCIA DO MODELO

A. Entregue para cada pessoa uma folha de papel em branco e diga-lhes que eles farão o desenho de
um animal, mas antes deverão ouvir atentamente as descrições deste animal.

“Vou lhes falar as características desse animal: ele é corpulento, tem orelhas pequenas, focinho
pontudo, patas arredondadas, cauda grossa e curta, 1 chifre e olhos pequenos.”
“Vou repetir mais uma vez, prestem atenção”
“Vocês querem que eu fale novamente, ...”
Dê-lhes um tempo para que desenhem, depois que todos terminarem, peça que coloquem sobre a
mesa e deixe que todos vejam os desenhos uns dos outros, depois pergunte-lhes:
”Vocês tiveram alguma dificuldade para fazer o desenho?”
(as pessoas vão falar que acharam difícil)
“Puxa, mas eu repeti três vezes a descrição deste animal!”
“O que poderia facilitar para que fizessem um desenho mais parecido com o animal?”
Provavelmente alguns dirão que se tivesse um modelo para copiar seria um pouco mais fácil
No final você mostra a figura de um rinoceronte.

Objetivo – Como pais, muitas vezes damos muitas instruções aos nossos filhos, mas sem o nosso
modelo, eles terão dificuldade de interiorizar um comportamento correto.
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Se como pais nós desrespeitamos uma autoridade, o conceito de respeito fica vago para nosso filho.

8ª Reunião

APRENDENDO A OUVIR
Material: Preparar um texto ou um Salmo onde cada um vai levar um parágrafo.
Verificar o número de participantes e preparar uma papeleta para cada um.

Objetivo: Levar as pessoas a entenderem que para que haja uma boa comunicação temos que
respeitar quando alguém fala, prestar atenção e ouvir atentamente. No relacionamento com os filhos as
falhas acontecem porque às vezes ninguém está atento ao que o outro está falando e já quer logo
responder.

1ª Fase
1. Entregar uma papeleta para cada pessoa.
2. Ninguém pode ler o que está escrito no papel do outro e nem fazer algum comentário do que
está escrito em sua papeleta.
3. Assim que o líder der um sinal todos devem ler, juntos em voz bem alta, o que está escrito em
sua papeleta.
4. Quando todos terminarem perguntar se entenderam o que seus amigos leram.
A maioria vai dizer que não.

2ª Fase
1. Dar a ordem para que todos leiam novamente, mas procurem prestar atenção no que o outro
está lendo.
2. Quando todos terminarem perguntar se entenderam o que seus amigos leram.
Alguns vão dizer que sim e outros que não.

3ª Fase
1. Pedir que cada um leia sua papeleta, mas um de cada vez.
2. Quando todos terminarem perguntar se entenderam o que seus amigos leram.

Deixar o grupo discutir porque tiveram dificuldade de compreender o que o outro estava falando,
quando todos liam juntos.

9ª Reunião

1 - EMOÇÕES

Material: Prepare um texto em que haja diálogo e reações emocionais.


Objetivo: Ensinar que a comunicação torna-se muito rica quando expressamos a nossa mensagem
através da entonação de voz e da expressão corporal.
Como pais devemos observar como estamos nos comunicando com nossos filhos e incentivar os filhos
a serem mais expressivos, procurando não reprimir suas emoções de tristeza, alegria, rancor,
desapontamento. Ensiná-los que existe formas respeitosas de expressar seus sentimentos sem
agressividade, é importante que em casa tenham liberdade para falarem aos pais de seus sentimentos.
1ª Fase

Alcançando o Coração do Seu Adolescente


Leia o texto friamente, sem dar nenhuma entonação.

2ª Fase
Leia o texto dando uma entonação na voz.

3ª Fase
Leia o texto e gesticule, expressando as reações e tornando a mensagem o mais real possível.

2 - PRESENTES
Material: Uma caixa embrulhada, como um pacote de presente contendo bombons (1 por pessoa).
O texto abaixo, apresenta algumas qualidades, mas pode-se acrescentar ou substituir por
outras, de acordo com o grupo e do objetivo a ser alcançado.
Objetivo – Criar um ambiente de amizade onde as pessoas tenham a oportunidade de reconhecer as
virtudes do outro e expressá-la, encorajando assim um ao outro.

Obs. Pode-se fazer uma confraternização convidando os filhos, também e realizar essa dinâmica ou
aplicá-la somente entre o grupo.
Peça para pensarem em pessoas que sejam:
Organizadas, felizes, meigas, extrovertidas, corajosas, inteligentes, simpáticas, dinâmicas, solidárias,
alegres, elegantes, bonitas, transmite paz.

A primeira pessoa a ser escolhida para receber o presente deverá o aniversariante da semana, ou
alguém que faça aniversário numa data mais próxima.

1. Parabéns! Você está completando mais um ano de vida e foi agraciado com este presente. Ele
simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e ampliaremos. Mas o
presente não será seu. Observe os amigos e aquele que considera mais organizado será o
ganhador dele.
2. A organização é algo de grande valor e você como possuidor desta virtude, irá entregar este
presente ao amigo que você achar mais feliz.
3. Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A felicidade não depende dos
outros, mas de nós mesmos, mas o presente ainda não será seu, entregue-o para uma pessoa
que na sua opinião é muito meiga.
4. A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. Mas o presente ainda não será seu e
você com jeito amigo vai entregá-lo a quem você acha mais extrovertido.
5. Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para receber este presente,
mas infelizmente ele não é seu, passe-o para quem você considera muito corajoso.
6. Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a virtude da coragem pela qual
você foi escolhida para recebê-lo, o entregue para quem você acha mais inteligente.
7. A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este
talento, pois muitos de nossos irmãos são inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede
que desenvolvam sua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais
simpático.
8. Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o mundo está tão amargo e
para melhorar um pouco necessitamos de pessoas simpáticas como você. Parabéns pela
simpatia, não fique triste o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica.

Alcançando o Coração do Seu Adolescente


9. Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre agente multiplicador de
boas ações em seu meio. Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente,
a quem você acha mais solidário.
10. Solidariedade é coisa rara no mundo em que vivemos de pessoas egoístas. Você está de
parabéns por ser solidário com seus colegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem
você acha mais alegre.
11. Alegria! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações a alegria de viver,
pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto astral. Com sua alegria passe o presente
para quem lhe transmite paz.
12. O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão grande riqueza,
parabéns!!! Você está fazendo falta às grandes potências do mundo, responsáveis por tantos
conflitos entre a humanidade. Com muita paz, abra o presente e dê a cada um dos seus amigos
dizendo-lhes você é precioso e insubistituível!

10ª Reunião

O GUIA DO CEGO

Objetivos:
Compreender a importância dos outros no crescimento individual.
Material:
Alguns lenços, bastões (para servir de bengalas) e uma área com obstáculos, de preferência em campo
aberto.

1ª Fase
1. O coordenador venda os olhos de quatro ou mais pessoas e fornece uma bengala para cada um,
enquanto os outros integrantes permanecem como observadores para tomar nota da forma como os
cegos se comportam.
2. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo.
Refletir:
1. Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
2. Tiveram medo? Por quê? De quê?
3. Que acham da sorte dos cegos?

2ª Fase
1. Em seguida, com os mesmos ou outros cegos é substituído o bastão por um guia dentre os
integrantes observadores que conduzirá o cego por onde quiser.
Refletir:
1. Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
2. Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
3. É preferível um bastão ou um guia? Por quê?
4. O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?
5. Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira, ignorância, inveja,
apatia, soberba, etc.)
6. Os homens têm necessidade de guias? Quem são os outros guias? (família, educadores, amigos, os
exemplos, etc.)
7. Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?
8. Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?

Alcançando o Coração do Seu Adolescente


11ª Reunião

Comprimidos para Fé

Material : Três copos com água. Três comprimidos efervescentes. (aqueles com envelope tipo sonrisal)

Coloque três copos com água sobre a mesa.


Pegue três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
Peça a atenção do grupo e coloque o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com
água.
Coloque o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem fechada.
Por fim, retire o terceiro comprimido da embalagem e coloque-o dentro do terceiro copo com água.
Esta dinâmica pode ser feita na primeira aula ou na última, explicando a importância de se colocar em prática
os princípios que aprenderão ou aprenderam no curso.
Há pessoas que estão com problemas na educação de filhos e querem ajuda, mas quando é oferecido a
participarem de um grupo, não aceitam. Estão acomodadas. É o sonrisal fora do copo.
Há pessoas que vão ao curso e ouvem o que é bom, mas não praticam, indiferentes, com o coração fechado.
É o sonrisal dentro do copo, mas com a embalagem fechada.
As pessoas que colocarem em prática os princípios vão sentir o efeito e receber a cura de muitas
enfermidades e serão abençoados.

Estimule a discussão com o grupo, com questões como:


Qual dos três comprimidos+copos faria mais efeito caso você estivesse passando mal e o bebesse?
Com qual dos três se parece a minha relação com Deus? Eu permito que ele aja "sem embalagem" ou eu o
deixo do lado de fora?
Com qual dos três eu me identifico mais?
(retirado do site www.bernerartes.com.br)

Dinâmicas dos macaquinhos usado na Fita Como criar uma criança responsável
Os pais devem trabalhar a responsabilidade na vida dos adolescentes. Muitos filhos podem estar
cometendo alguns erros, exatamente porque não têm entendimento de suas responsabilidades.
A alternativa encontrada para não se tornarem pais irritantes, repetitivos em desgastantes cobranças,
ameaças, chantagens, negociações e punições, é transmitir aos filhos a dinâmica das
responsabilidades:
Apresente neste momento da lição um MACACO ou GORILA de tamanho médio ao grupo e diga que
essas instruções devem ser repassadas aos filhos em casa em uma reunião familiar.
Explicar que o macaco significa “responsabilidade” e que em casa todos tem a sua, e cada um deve
cumpri-la. Comece explicando as responsabilidades – “macaco” – do papai junto à família; depois as da
mamãe e a dos filhos: Juntar os brinquedos e guardá-los, não deixar as roupas espalhadas pelo quarto,
escovar os dentes após as refeições, lavar o rosto ao acordar, tomar banho antes do jantar, fazer as
tarefas da escola, e também alguns afazeres domésticos dependendo de sua idade. Dizer que como o
papai e a mamãe, o filho também tem o seu “macaco” e que a partir daquele momento, ninguém irá
fazer aquilo que é de sua exclusiva responsabilidade.
Quando instruímos nossos filhos a respeito de suas responsabilidades, entregamos na verdade um
“macaco” a eles que, a partir deste momento passa a ser exclusivamente deles. Se no decorrer dos dias
assumimos de volta as tarefas que delegamos a eles, evidentemente estamos tomando para nós um
“macaco” que não é mais nosso, e sim deles. Quando os cobramos por qualquer responsabilidade, para
não sermos repetitivos, falamos simplesmente:
Alcançando o Coração do Seu Adolescente
- Filho! Você tem liberdade para brincar? (Se a criança não terminou as tarefas)
- Você tem liberdade para tomar o café? (Se a criança não arrumou a cama ou sua mochila escolar)
- Este “macaco” não é meu! (Quando a criança quer transferir sua responsabilidade aos pais)
No início são necessárias certas orientações mais detalhadas a respeito de quais “macacos” estamos
cobrando, mas com o passar do tempo eles conseguirão identificar cada uma das suas
responsabilidades.
Obs. Esse assunto está disponível em fita de vídeo VHS e a revista de autoria do casal Gary e
Anne Marie Ezzo “COMO CRIAR UMA CRIANÇA RESPONSÁVEL”.

ÚLTIMA REUNIÃO

Para quem você tira o chapéu?


Objetivo: Estimular a auto-estima

Materiais: um chapéu e um espelho


O espelho deve estar colado no fundo do chapéu.

Procedimento: O animador escolhe uma pessoa do grupo e pergunta se ela tira o chapéu para a
pessoa que ver e o porquê, sem dizer o nome da pessoa. Pode ser feito em qualquer tamanho de grupo
e o animador deve fingir que trocou a foto do chapéu antes de chamar o próximo participante. Fizemos
com um grupo de idosos e alguns chegaram a se emocionar depois de dizer suas qualidades. Espero
que gostem!

REUNIÃO DE COMUNHÃO

O ENCONTRO ENTRE DOIS GRUPOS

Objetivos:
Melhorar as relações entre dois grupos e explorar a interação de grupos.
Tamanho:
Dois grupos com não mais de 15 pessoas.
Material:
Folhas grandes de cartolina.

1. O coordenador forma dois subgrupos.


2. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina:
a) Como o nosso grupo vê o outro grupo?
b) Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?

Estabeleça um tempo para que possam realizar a tarefa. Exemplo: 15 minutos

Alcançando o Coração do Seu Adolescente


1. Reúna todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do
subgrupo. Pode-se dar a oportunidade de outros integrantes falarem, também.
2. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia
hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.

Obs. Um grupo formado por filhos e outro pelos pais.

Alcançando o Coração do Seu Adolescente