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A FORÇA MISTERIOSA

A FRANCO-MAÇONARIA E ORDEM DOS ILLUMINATI


Parte 1: História do Manuscrito Hebreu sobre a origem do Franco-Maçonaria

I. Introdução

Acredita-se, geralmente, que o Franco-Maçonaria moderno tenha sido criado em


1717 quando a sua Grande Loja da Inglaterra foi estabelecida. Acredita-se, além
disso, que foi o Dr. James Anderson quem escreveu as suas “Novas
Constituições”. (Vide, por exemplo, Paul A Fisher, Behind the Lodge Door,
Shield Publishing, Inc., P. O Box 90181, Washington D.C. 20090, p. 24). É
verdade que o novo nome foi adotado em 1717, mas o verdadeiro fundador do
Franco-Maçonaria não é Anderson. Além disso, poucas pessoas, incluindo a maioria
dos seus membros sabem que a sua origem se remonta a 2000 anos atrás. De fato,
até onde sabemos, nenhum dos recentes livros sobre Franco-Maçonaria investiga
a sua verdadeira origem. A Maçonaria foi fundada pelo Rei Herodes Agripa segundo
a sugestão de Hiram Abiud, seu conselheiro, com a anuência de Moab Levy,
Adoniram, Johanan, Jacob Abdon, Antipas, Solomon Aberon, e Ashad Abia no ano de
43. O nome original era a “Força Misteriosa”. Todos os seus membros pertenciam
ao Judaísmo. Neste artigo, iremos apresentar a história verdadeira baseada no
inestimável manuscrito escrito em Hebreu contando as minutas das reuniões dos
fundadores originais da Maçonaria.

As seguintes seções sobre a Maçonaria são baseadas na tradução inglesa do


manuscrito original hebreu. A história foi transmitida pelos nove fundadores
somente aos seus descendentes diretos. Uma das cópias do original Hebreu foi
passado de Moab Levy, um dos fundadores, a Joseph Levy no século 17. Entretanto,
a cópia de Joseph Levy foi roubada por Desaguliers, o fundador da moderna
Maçonaria, após este tê-lo assassinado. O filho de Joseph, Abraham Levy morreu
de tuberculose dois anos após o seu casamento com Esther. Esther se casou
novamente, com Abraham Abiud que era um descendente direto de Hiram Abiud, outro
fundador da antiga Associação Maçônica. Abraham Abiud possuía a outra cópia do
manuscrito original. A sua filha única, também chamada Esther, foi casada com
Samuel Lawrence. Seu filho Jonas Lawrence teve um filho de nome Samuel da
primeira esposa, porém mais tarde casou-se com Janet, uma Cristã Protestante e
também se converteu ao Cristianismo. Este único manuscrito foi entregue a Jonas
que expressou o desejo de publicá-lo. Porém Jonas foi assassinado por causa da
sua conversão ao Cristianismo e por causa da sua posse ilegal da História, pois
não era um descendente direto da família Levy. O desejo de Jonas não se
concretizou até que o seu bisneto, Lawrence G. S. Lawrence, nascido em 1868,
que era também um Protestante, traduziu a História do Hebreu para Inglês. Nesta
tradução, Sr. Lawrence - o último descendente do proprietário da história (o
manuscrito Hebreu) - adotou o título: A Dissipação da Escuridão, a Origem da
Maçonaria. Nas seções seguintes, citaremos extensivamente a tradução inglesa do
manuscrito hebreu. As páginas citadas se referem a esse documento.

II. A História do manuscrito hebreu

Estas são as palavras de Lawrence G. S. Lawrence:


· Desta maneira é que eu, Lawrence, filho de George, filho de Samuel, filho de
Jonas, filho de Samuel Lawrence, de origem russa, o último descendente de um
dos proprietários desta História, afirmo:

· Herdei do meu pai um manuscrito composto pelos nossos ancestrais na língua


hebraica e traduzido por um deles para a língua Russa. O outro traduziu-o para
Inglês. (p. 18).

· O nosso ancestral, Jonas, introduziu no manuscrito uma série de eventos;


esta História, portanto, foi produzida por ele e seus ancestrais. Jonas
arranjou-a e dividiu-a em duas seções. Ele queria publicá-la, mas vários
obstáculos o impediram: a saúde, os meios econômicos e os acontecimentos
políticos. Ele e sua esposa, Janet, conceberam a ideia da publicação desta
História; achando-se, porém, incapazes de fazê-lo, confiaram a sua publicação
ao seu filho, o meu avô, Samuel. Jonas faleceu sem ver o seu desejo concretizado.
(p.18).

O meu avô, Samuel, filho de Jonas, que era filho de Samuel Lawrence, aqui dirige
suas palavras ao seu filho George, meu pai. Samuel disse a George:

· Filho: Aqui você vê estas introduções encabeçadas por uma lista de nomes.
Estes nomes correspondem aos sucessivos herdeiros desta História desde a
renovação da Associação (A Força Misteriosa) onde se trocou o nome para
“Franco-maçonaria”. Elas incluem: Joseph Levy. (p. 19).

· Joseph Levy é um dos renovadores da associação. Ele era um judeu e um herdeiro


da História dos velhos ancestrais que, por sua vez, herdaram-na de Moab Levy,
um dos nove fundadores.

· Foi o nosso ancestral, Joseph, que concebeu a ideia de mudar o nome da


associação (Força Misteriosa) para Franco-Maçonaria e reformular os seus
estatutos.

Aqui você tem os detalhes: Ele foi enviado à Londres com seu filho, Abraham, e
um amigo chamado Abraham Abiud, todos judeus, descendentes dos herdeiros da
História e muito bem financiados. Esforçaram-se em se estabelecer numa outra
cidade, mas, não sendo bem-sucedidos, dirigiram-se a Londres. Lá eles se
encontraram com duas personagens influentes e inteligentes que serviram como
elementos ideais para realizar o seu intento. São:

· John Desaguliers e um companheiro chamado George (sobrenome desconhecido


para o proprietário do manuscrito). (p. 19).

· Após fortalecerem as suas amizades, Joseph Levy revelou o nome da associação,


“A Força Misteriosa”, e relatou aos dois amigos, de maneira sucinta e com
discrição, algumas partes da História, ocultando os seus segredos fundamentais.
Ele também fê-los conhecer que, por um longo tempo estava inativa, quase morta,
precisando, para a sua renovação, da mudança do nome e da reforma dos estatutos
de tal forma que pudessem atrair muitos membros. Somente assim ela cresceria.
(p. 19).

· Com eloquência e inteligência, Joseph Levy conseguiu convencer os seus dois


amigos, Desaguliers e George, da necessidade de reavivar a associação. Tendo
conseguido este intento inicial, se separaram com a promessa de se encontrarem
novamente, cada um trazendo três sugestões de nomes para a nova associação, dos
quais seria escolhido o nome mais apropriado. O próximo encontro foi realizado
dez dias mais tarde. Cada um apresentou seus nomes, sendo aprovado o que foi
apresentado por Joseph Levy: FRANCO-MAÇONARIA. Era 25 de agosto de 1716. (p.
20).

Abraham, filho de Joseph Levy, que presenciou os dois encontros, disse:

· Este nome teve preferência sobre os demais por duas razões. Primeiro, porque
é o mesmo nome que alguns arquitetos italianos adotaram no século XIII. E
segundo, porque era uma expressão adequada com os antigos sinais e símbolos
usados na associação, A Força Misteriosa; símbolos que pertenciam à construção
e arquitetura, propostos por Hiram Abiud, um dos fundadores, com o intuito de
ocultar a origem da Associação, atribuindo-a às épocas anteriores a Jesus. (p.
20).

· Desaguliers aprovou as palavras de meu pai, acrescentando:

· “Em terceiro lugar, os arquitetos e construtores atuais possuem associações,


sindicatos e lojas onde se reúnem para fortificar e dignificar a sua profissão.
Com este nome, então, podemos reunir, todos numa única associação sem ninguém
conhecer os nossos verdadeiros objetivos. E em quarto lugar, estes dois termos,
‘Maçonaria’ (construção) e ‘Maçom’ que são encontrados desde a Antiguidade,
serão um véu espesso sobre o segredo da origem da fundação; e, além disso, sem
dúvida, aumentarão o prestígio da Associação”(p. 20).

· Nosso ancestral, Abraham Levy, antes da sua morte, acrescentou:

· “Desaguliers explicou que aquelas pessoas que se juntaram às lojas antes de


1717 em Londres eram maçons, no sentido de que eram engenheiros, arquitetos,
construtores, aprendizes, porém não tinham nenhuma conexão com a Associação, A
Força Misteriosa, de onde começou a verdadeira Maçonaria”.

· Para a tal finalidade cinco homens se encontraram: Levy, Desaguliers, e os


companheiros mencionados acima e eles aprovaram o acréscimo do termo, “Livre”
ou "Franco", assim, inequivocamente ocultando a data da sua fundação do resto
do pessoal em geral e dos membros e associados em particular. (pp. 20-21).

· John Desaguliers e seu companheiro começaram a exigir que Levy lhes mostrasse
a História. Levy havia lhes informado que ela tinha sido traduzida para Inglês,
que três dos manuscritos herdados haviam desaparecido recentemente, quatro se
perderam há muito tempo, e que restavam apenas o seu manuscrito e um outro
(Nota: o outro é o manuscrito de Abraham Abiud. É aquele cuja tradução temos em
mãos). Tais declarações excitaram extremamente Desaguliers e George, razão pela
qual insistiam na necessidade de uma cópia adequada de modo que com a tal cópia
seria muito mais fácil elaborarem um novo estatuto. Eles se mostraram tão fiéis
aos princípios, desejos e doutrinas de Levy que conseguiram convencê-lo a
entregar-lhes uma cópia. Um tempo se passou enquanto liam-na. (p. 21).

· Os cinco se encontraram novamente e decidiram convocar alguns amigos com o


pretexto de estabelecer uma “Associação Unitiva”. A verdadeira finalidade era
a renovação da Associação, A Força Misteriosa, sua ressurreição com um novo
nome acordado pelos cinco e a restauração da primeira Loja Principal
(Jerusalém). Este era o desejo de Levy.

· Em 10 de março de 1717 convidaram vários arquitetos e conhecidos. Os


convidados eram presididos por um homem sábio chamado Dr. James Anderson, que
era um amigo de Desaguliers. Após longas discussões chegaram a um acordo e
marcaram 24 de junho de 1717, para realizar um grande encontro. (p. 21).

· Entrementes Levy estava preparando o seu filho Abraham para os grandes


eventos do futuro. Dias depois Abraham Levy viajou a Portugal acompanhado por
Abraham Abiud, seu parente. Este último é descendente de Hiram Abiud, um dos
fundadores, e proprietário desta cópia. (p. 21-22).

- Entre 10 de março e 24 de junho houve um grande conflito entre Levy de um


lado e Desaguliers e George do outro por causa da recusa destes em devolver a
cópia. No encontro de 24 de junho, a maioria estava do lado de Desaguliers e
Anderson; como resultado, ambos conspiraram contra Levy, assassinando e roubando
os seus papéis, inclusive a já mencionada cópia inglesa e a cópia hebraica. (p.
22).

· No encontro de 24 de junho de 1717, concordaram em criar a Grande Loja da


Inglaterra.

· Aqui é necessário mencionar nomes dos sucessivos herdeiros desta História do


nosso ancestral Joseph Levy, o renovador da Associação, até eu, Lawrence.

· Joseph Levy era filho de Nathan, que era filho de Abraham, Abraham o filho
de Jacob, Jacob o filho de Nathan, Nathan o filho de Jacob, que era filho de
Isaac, que era filho de Moab, Moab o filho de Rafael, etc., etc. até Moab Levy,
o primeiro ancestral e um dos nove fundadores da Associação, A Força Misteriosa.
(p. 22-23).

1. Joseph Levy, judeu, 1665-1717

2. Abraham, filho de Joseph Levy, judeu, 1685-1718

3. Nathan, filho de Abraham Levy, judeu, 1717-1810

4. Esther, filha de Nathan Levy, judia, 1753-1793

5. Samuel Lawrence, seu marido, judeu, 1742-1795


6. Jonas (filho de Samuel e Esther), convertido ao Cristianismo com o nome de
James, 1775-1825

7. Janet, filha de John Lincoln, Cristã Protestante, 1785-1854

8. Samuel, filho de Jonas e Janet (madrasta), Cristão Protestante, 1807-1883

9. George, filho de Samuel Lawrence, Cristão Protestante, 1840-1884. (p. 23)

· Desaguliers, nascido em 12 de março de 1683 e morto em 1742, era o único


homem a se distinguir por seu zelo fervoroso na revitalização da Associação no
começo do século 18. Mereceu o título de o “Pai da Nova Maçonaria”. A
existência da grande Loja da Inglaterra é devida unicamente ao seu esforço. (p.
41).

· Apesar da indicação do nome de Anderson como aquele que estabeleceu a primeira


edição dos estatutos fundamentais da nova Maçonaria, o seu forjador e principal
observador foi Desaguliers. Se Anderson os compôs, era Desaguliers quem
acreditava neles e que ditou os temas fundamentais e as ideias básicas. (p.
41).

Parte 2: A Origem do Franco-Maçonaria

I. A Maçonaria foi fundada por Rei Herodes Agripa com outros 8 fundadores
judeus.

· No ano 43, o Rei Herodes Agripa reuniu a corte de Jerusalém e falou:

· “Caros irmãos, vocês não são os homens do Rei e seus colaboradores, vocês
são os apoios do Rei e da vida do povo judeu. Até agora têm sido seus fiéis
seguidores. Deste momento em diante serão os seus irmãos...”.

· “Entendamos todos então, e não esqueçamos, que este encontro crucial


realizado por este grupo é baseado na irmandade...”.

· “Meus irmãos, a aristocracia bem como o povo em geral tem percebido a


revolta espiritual e até política que o aparecimento do Impostor Jesus (como
está no original) causou entre o povo, e especialmente entre nossos
israelitas”.

· Temos sentido uma grande força nele, força esta que deixou como herança a
aquele grupo que ele chamava de discípulos. Ele fundou uma Associação que chamou
de religião, sendo assim chamado por seus seguidores também. Esta suposta
religião está a ponto de transtornar as fundações da nossa religião, demolindo-
a.

· Ele atribuiu a si o dom da profecia e o poder de realizar milagres. Ele se


proclamava o esperado Messias de quem os profetas anunciaram a chegada; não
sendo nada além de um homem vulgar como o resto do povo, desprovido de qualquer
caráter do Divino Espírito, sem a extrema retidão da nossa firme doutrina
judaica, da qual está determinada que não se deve desviar em nenhum ponto.

· “Nunca reconheceremos tal pessoa como o Messias, nem reconheceremos a sua


divindade. Sabemos que o tão esperado Messias ainda não está entre nós, nem
chegou a hora da sua vinda. Nem houve sinal algum que indique a sua aparição.
Se cometermos o erro de deixar o nosso povo segui-lo e ser enganado, seremos
culpados de um crime imperdoável”.

· “.... Nós o crucificamos, ele morreu e nós o enterramos, deixando guardas


para vigiar o túmulo. Mas afirmaram que ele se levantou, ressuscitou! ... Ele
desapareceu de uma forma desconhecida, apesar da vigilância zelosa e da
segurança da clausura...”

· “A sua saída do túmulo, meus amigos, foi um golpe decisivo para os seus
rivais; foi um meio poderoso que encoraja seus homens a continuar espalhando
seus ensinamentos e a provar a confirmação da sua divindade...”

· “Não reconheceremos, em nenhum ponto, uma religião senão a nossa, a religião


Judaica que herdamos de nossos ancestrais. O dever nos clama a preservá-la até
o fim dos tempos”.

· “Nunca se poderia esperar aquele golpe. Aquela força misteriosa nunca havia
sido sonhada. Nossos pais a atacaram e nós continuamos a atacá-la. Apesar de
tudo, espantoso! Seus números crescem. Observem comigo como o filho está
separado do pai; o irmão, do seu irmão; a filha, da sua mãe; todos se alienando
para se juntarem àquele grupo. Este acontecimento guarda um grande segredo.
Quantos homens, quantas mulheres, quantas famílias inteiras têm abandonado a
religião Judaica para seguir aqueles impostores, aqueles partidários de Jesus.
Quantas vezes foram ameaçados pelos sacerdotes e autoridades, em vão” (A
Dissipação da Escuridão, a Origem da Maçonaria, pp. 45-47).

II. O nome original da antiga Maçonaria era “A Força Misteriosa”

· Hiram Abiud, o Conselheiro do Rei, que era o verdadeiro fundador da antiga


Maçonaria, propôs como nome da associação “Força Misteriosa”. Esta era a
razão:

· “.... Parece que houve uma mão, uma força, secreta, misteriosa, que nos
pune sem sermos capazes de oferecer resistência. Parece que nós perdemos toda
a nossa força para defender a nossa religião e a nossa própria existência”.

· “Majestade, baseada na evidência de que não há meios eficazes de incorporar


nossas ideias, ou firme esperança de atacar aquela força, indubitavelmente
misteriosa; não há outro juramento a não ser estabelecer uma força Misteriosa
semelhante àquela (para atacar o mistério com o mistério). Venho concluir que
este é o nosso dever inevitável, a menos que V. Excia. tenha uma melhor ideia
para estabelecer uma Associação de maior poder que possa reunir as forças
judaicas ameaçadas por aquela força misteriosa. Convém que ninguém saiba nada
sobre esta fundação, seus princípios e suas ações. Apenas aqueles que a Sua
Majestade escolher como fundadores saberão o segredo da fundação” (p. 43).

III. O juramento medonho dos membros fundadores.

· Os nove fundadores se comprometeram a fazer um terrível juramento:

· “Eu (John Doe, filho de John Doe), juro a Deus, a Bíblia, e a minha honra,
que, tendo me tornado um membro dos nove fundadores da Associação, ‘A Força
Misteriosa’, comprometo-me a não trair meus irmãos, membros em nada que possa
prejudicá-los, nem trair a nada relacionado aos decretos da Associação.
Comprometo-me a seguir os seus princípios e executar tudo aquilo que for
decidido nos sucessivos decretos aprovados por vocês, os nove fundadores, com
obediência e precisão, com zelo e fidelidade. Comprometo-me a trabalhar no
aumento de seus membros. Comprometo-me a atacar qualquer um que segue os
ensinamentos do Impostor Jesus e assim combater os seus homens até a morte.
Comprometo-me a não divulgar nenhum dos segredos preservados entre nós, os nove:
nem entre os de fora ou entre os próprios membros filiados”.

· “Se eu cometer perjúrio e minha traição for confirmada naquilo que tenha
revelado sobre o segredo ou algum artigo do decreto preservado entre nós e entre
os herdeiros, esta comissão dos oito companheiros terão o direito de matar-me
por qualquer meio disponível” (pp. 51-52).

IV. O Significado dos instrumentos e símbolos da Maçonaria

O Rei Agripa explicou o significado dos instrumentos e símbolos usados na


Maçonaria:

· “Vocês já sabem que devemos fazer as pessoas acreditarem que a nossa


Associação é muito antiga... Reforçaremos esta aparência com o uso de
instrumento de construção que o arquiteto Hiram utilizou na construção (do
Templo de Salomão), tais como o esquadro, o compasso, a colher de pedreiro, as
escalas, o martelo, etc., tudo de madeira como Hiram Abiff os utilizava...”
(p. 62).

· “...Todas as sessões serão abertas batendo-se três vezes consecutivamente


com o martelo; assim lembraremos eternamente, através dos séculos, que nós o
crucificamos e que com este martelo nós fixamos os cravos nas suas mãos e pés,
matando-o. Estas três estrelas que vocês veem simbolizam os três cravos (Nota
do Editor do The End Days: O Anticristo Maitreya tem um “Grande Sinal” no seu
home page no WWW:http://www.maitreya.org/. Dentro do seu “grande sinal” estão
as três estrelas de Davi, dizendo ao povo judeu que ele continua o trabalho dos
9 fundadores maçônicos: para perseguir a Igreja Católica que é o corpo místico
de Jesus Cristo). Vamos mudá-las para três pontos que terão o mesmo significado.
Entre os nossos símbolos haverá os três degraus, ridicularizando-os desta
blasfêmia: Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, com ele afirmando ser o próprio
Filho.”(p. 63).
· “Dentro da nossa Associação, criaremos graus, como mencionei anteriormente.
Estes serão trinta e três, simbolizando a idade do Impostor. Daremos nome a
cada grau e criaremos outros símbolos similares. Todas estas coisas foram minhas
ideias e dos irmãos Moab e Hiram. O significado destes símbolos irônicos não
deve ser percebido; deve permanecer entre os nove. Para os outros irmãos ou
filiados é suficiente fazê-los enxergar as utilidades e instrumentos para que
acreditem que a Associação foi fundada nos tempos de Salomão ou antes disso”(p.
64).

· “Qualquer irmão pode propor um símbolo novo”.

· “O que vocês acham ou observam, irmãos, a respeito daquilo que lhes


apresentei”?

· Os seis homens aprovaram sem objeção, sendo tudo documentado (Nota do


manuscrito original: 6 homens e os 3 proponentes: o Rei, Moab e Hiram).

· Então o Rei exclamou: “Regozijemo-nos! Iniciemos a marcha sobre o caminho


do triunfo! Subamos os nossos primeiros três degraus! Batamos três vezes com
este martelo vitorioso, com o símbolo da morte do nosso inimigo o Impostor, o
símbolo do estabelecimento dos nossos princípios honoráveis que fixamos com
cravos da irmandade e união! Exclamemos todos com alegria: Em frente para a
vitória”! (p. 64).

· Durante a primeira seção, os nove fundadores criaram também um novo símbolo:


o avental que simboliza a proteção da roupa contra o barro. Este símbolo, junto
com os instrumentos maçônicos, serve para esconder a verdadeira finalidade e
assegurar aos filiados, a antiguidade da Associação. (p. 64).

· O Rei-Presidente disse: “Eu, com a minha autoridade como Presidente (e não


como Rei) outorgo a cada um de vocês o 33o. grau, a mais alta da nossa
Associação... Sendo o nosso irmão Hiram, órfão do pai desde a infância, não
conhecendo ninguém, além da sua mãe, a viúva, proponho chamar a nossa Associação
de “A Viúva”, e peço a sua aprovação. De agora em diante o nome dos fundadores
será: “Os Filhos da Viúva”. Cada membro da Associação se chamará filho da
viúva até o fim do tempo porque cremos que a nossa Associação durará até o fim
dos tempos” (p.65).

· (Nota: o Rei Agripa perdeu a visão em menos de cinco dias devido a um mal
repentino, e depois paralítico, e morreu logo depois no ano 44. Os Atos dos
Apóstolos (12:23) reportam que o Rei foi golpeado por um anjo e comido por
vermes antes da sua morte. Hiram Abiud substituiu o Rei como Presidente da
Associação, porém desapareceu misteriosamente e o seu corpo foi encontrado,
devorado por abutres. Desaguliers enlouqueceu e morreu em extrema pobreza.).

V. O nome foi modificado para Franco-Maçonaria em 24 de junho de 1717, em


Londres.
· A Maçonaria organizou o Templo de Jerusalém e enviou o seu descendente-
herdeiro Hiram Abiud a Roma para estabelecer dois Templos em Roma e em Achaea.
Após os membros dos dois templos matarem S. Pedro e Sto. André, o Templo de
Roma tornou-se o centro de todos os templos no Leste. O descendente-herdeiro de
Moab Levy foi enviado à Rússia, o de Adoniram para Gaul (França) e os sucessores
de Abiud, para Alemanha. O movimento iniciado pela Força Misteriosa não se
expandiu muito devido ao medo que o nome provocava. Joseph Levy e Abraham Abiud,
descendentes-herdeiros de Moab Levy e Hiram Abiud foram enviados respectivamente
da Rússia e da Alemanha para Londres onde se encontraram com John Desaguliers,
que era um Protestante com intenso ódio dos Católicos. Os três concordaram em
chamar a Associação Franco-Maçonaria em 25 de agosto de 1716. Então em 24 de
junho de 1717, encontraram-se com as associações de arquitetos e construtores
em Londres e lançaram oficialmente a Associação com o novo nome. A partir de
1717, os templos foram transformados em lojas.

VI. Os Conselhos de Janet a seu marido James (Jonas).

· James disse:

· Antes de falar, minha esposa me pediu para relatar a ela todos os esforços
e conspirações que os maçons maquinaram contra o Catolicismo.

· Eu disse a ela como, através de meu contato permanente com os grandes maçons,
descobrira que há três grupos deles nas lojas: uns atacam o Catolicismo, outros
atacam todas as religiões e o terceiro, composto por homens dos dois primeiros
grupos, batalham na política a fim de dominar a autoridade temporal.

· Eis o que a minha esposa me disse:

· “James, a sua filiação à nova Maçonaria não foi para apoiar os inimigos das
religiões, nem para apoiar qualquer religião, mas, como decidimos desde o
início, estudá-la e compará-la com a Maçonaria dos seus ancestrais a fim de
completar esta História”.

· “Ambos entendemos no texto desta História a frustração produzida quando o


seu ancestral Levy mudou o nome da Associação com Desaguliers. De acordo com o
que me relatou, há entre nós Protestantes, uma seita que se uniu aos judeus
(seus parentes) e cuja meta é demolir tudo que possa glorificar o nosso Jesus
(sic, e para derrubar o Catolicismo e a Igreja Romana. Tais são os princípios
de Desaguliers e Anderson”.

· “Meus pais e eu, caro James, não somos desta seita. Sim, somos protestantes,
mas a nossa intenção está longe de derrubar a Igreja Romana. Ouça o que tenho
a dizer-lhe: acreditamos que Jesus Cristo é quem a construiu e Ele disse que
ela não cairá. Você deve ter a nossa fé apesar da nossa tradicional revolta que
herdamos dos nossos pais contra a autoridade Pontífice. Em nossos corações
guardamos a firme fé de que a Igreja de Pedro é a Igreja original de Jesus.
Nunca pensamos, nem meus pais nem eu, em nos associarmos aos inimigos da Igreja.
Você, que agora está convertido ao Cristianismo, através da minha intercessão,
deve adotar os princípios que herdei dos meus pais. Tenha cuidado ao colaborar
com estas duas seitas: uma que ataca o Catolicismo em particular e a outra que
ataca todas as religiões em geral. Tenha cuidado para não cair nas armadilhas
delas. Já que você me obedeceu e converteu-se à minha religião, você me amou e
casou-se comigo, desejo que sempre continue firme comigo na sua Cristandade,
firme nas suas promessas, e nos seus novos princípios”.

· “Continue então no caminho para completar a tarefa para a qual ingressou na


nova Maçonaria, para satisfazer o nosso intuito de revelar a verdade e denunciar
o mal, a fim de dissipar a escuridão, quando mais tarde as portas da luz se
abrirão diante dos olhos vendados para que possam se orientar no caminho da
verdade. E lá no cume da montanha sólida da realidade a luz será irradiada e
guiará cada pessoa confusa e a cada uma que a confunde” (pp. 107-108).

VII. Os objetivos da Maçonaria eram: destruir a Santa Igreja Católica Romana,


criar o Socialismo, e estabelecer o domínio do mundo inteiro.

· Há um objetivo triplo na nova Maçonaria: (a) preservar o Judaísmo para os


judeus; (b) atacar a Igreja Católica Romana; (c) abraçar o naturalismo e
niilismo. Como resultado, atuou para a demolição dos tronos, a abolição das
autoridades espiritual e temporal, para que possa ter absoluto domínio do mundo.
(p. 115). Ela prega a liberdade, a igualdade e a fraternidade com sentido
perverso: a liberdade sem limites, liberdade de blasfêmias e falsidades,
liberdade destrutiva de caráter, religiões, bens, vidas e famílias; a igualdade
que significa o desaparecimento de toda e qualquer ordem, tudo caindo em caos,
com a perda de verdadeiros valores; a fraternidade é uma irmandade cheia de
egoísmo e privilégios, amor à vingança, divisões, conflitos sem fim, traição,
roubo, orgulho, profanação e niilismo. Se o novo Franco-Maçonaria é a filha da
Maçonaria mãe, o Socialismo é a sua neta.

· A mãe Maçonaria concentrou toda a sua intenção numa única meta, que era a
batalha contra os homens de Jesus. A Maçonaria filha (i. e., Franco-Maçonaria)
ultrapassa aquele limite de longe. Ela atua para demolir os tronos e abolir as
autoridades espiritual e temporal, para que tenha absoluto domínio do mundo.
(p. 115).

· Jonas (James) Lawrence (1775-1825) predisse mesmo antes do nascimento da


teoria Comunista (Karl Marx, 1848: Manifesto Comunista) que a nova Maçonaria
daria à luz ao Socialismo. Não apenas isso, mas todas as organizações corruptas
descendentes seriam as filhas e netas da Maçonaria mãe. (p. 119).

· Eis as palavras do próprio Jonas:

· “Saiba, meu filho, que a nova Maçonaria, respondendo às demandas do inimigo


da humanidade e satisfazendo a voracidade de aumentar as filhas da corrupção,
deu à luz ao Socialismo. Esta neta tornou-se um mal pior que os males
anteriores”.
· “Predigo a você, Samuel, que todas estas criaturas crescerão e darão à luz,
pelos esposos satânicos, a todas as outras criaturas da perversão, corrupção e
destruição”.

· “Elas se multiplicarão e espalharão as suas sementes sobre toda a terra,


corrompendo-a e quão venenosos serão os seus frutos”!

· “Cada uma destas criaturas formará um partido e cada partido procurará os


interesses da sua mãe, agravando os males da confusão, fazendo desaparecer
civilizações, eliminando a religião e degenerando a educação. Então soarão as
trombetas da aflição e do desastre”.

· “Esta minha profecia se realizará e terá um grande eco. Os nossos


descendentes verão gerações infernais. Os homens se lembrarão de mim, após a
minha morte. Testemunharão esta minha afirmação de que todos os descendentes
corruptos serão filhas e netas da Maçonaria mãe. Quão coerente é esta afirmação
em relação a tudo isso: Os males originam nada além dos males” (p. 119).

· As previsões de Jonas se realizaram na sua quase totalidade.

VIII. A mensagem de Janet às mulheres do mundo.

· Janet, uma Protestante que se casou com Jonas, o bisavô do Sr. Lawrence,
compreendeu o plano diabólico dos maçons para transformar o papel da mulher,
contrário à vontade de Deus. Previu até com extrema clareza a condição atual da
mulher. Eis aqui a análise de Janet a respeito da conspiração dos maçons para
tornar a mulher instrumento de Satanás para destruir a sociedade humana.

· “Os maçons libertaram-na (a mulher) de todas as regras e condições, causando


a degeneração e miséria da mulher. As nossas descendentes testemunharão
espetáculos horríveis nascidos da miséria da mulher”.

· “A mulher, com esta afeição exagerada, foi exaltada falsamente, cultivando


equivocadamente o seu orgulho sem ser admoestada da irreparável perda da sua
dignidade. Com a liberdade extrema, a mulher perdeu a sua felicidade temporal
e eterna, perdeu a sua educação, a sua vida e além disso, faz o mundo perder a
família, a ordem social, educacional e procriativa.

· “Se ela adotou esta vida fácil e voluptuosa, o resultado desta alegria será
a miséria e remorso, remorso e miséria para o mundo todo” (p. 122).

· Para admoestar a mulher a não seguir os ensinamentos maçônicos da 'liberdade,


igualdade e fraternidade', e a sua armadilha, na seção de introdução da História
da Maçonaria, A Dissipação da Escuridão, a Origem da Maçonaria, Sr. Lawrence
incluiu as palavras de Janet, conforme seguem:

· “Mulher! Desde a Criação você goza da maior afeição e respeito do mundo. Os


sábios, filósofos e grandes homens falaram de você. A mulher balança o berço
com a mão direita e o mundo com a mão esquerda”.
· “A vocês, então, mulheres virtuosas, apresento esta História que ouso chamar
‘A Dissipação da Escuridão’ e afirmo: Por ter influência sobre o meu marido
Jonas, o proprietário da História, após a sua conversão ao Cristianismo, e tendo
ele se casado comigo, e por eu ter sido instigadora da ideia de imprimir e
publicar a História, vocês, também, devem divulgar o seu conteúdo, e utilizar
tudo aquilo que estiver ao seu alcance para convencer os homens de que a
Maçonaria não é nada além do Judaísmo. Para convencê-los de que foi a Maçonaria
que fez os pilares dos países ruírem, que demoliu os poderes, e rejeitou a
religião. Foi a Maçonaria que fez correr sangues inocentes com a sua astúcia
judia. Foi a Maçonaria, a Maçonaria!

· “Saibam que todos os acontecimentos contra a Religião têm a sua origem na


Maçonaria”.

· “Pelo monstruoso exagero da interpretação das palavras: Liberdade, Igualdade


e Fraternidade, as rédeas da moral humana foram afrouxadas. Foi a Maçonaria que
difundiu a desobediência dos deveres às mulheres, com a finalidade de espalhar
o extremismo, a corrupção e a prostituição. Estas são as finalidades da Força
Misteriosa e a sua filha, a Maçonaria”.

· “Qualquer contato com um maçom inspira em nós, de uma forma ou outra, senão
um desprezo pela Religião, uma indiferença e frieza à Ela”.

· “Eis o exemplo: nos países onde os maçons abundam, a espiritualidade, a


honra e as virtudes diminuem. É um perigo assustador que ameaça a Humanidade.
As consequências serão desastrosas para suas filhas e seus filhos e para o mundo
inteiro”.

· “Minhas amigas, vocês devem, portanto, difundir os fatos desta História em


cada encontro, em cada lar, porque a religião é o alicerce de toda a virtude,
honra e justiça” (p. 32).

Parte 3: A Origem da Ordem dos Illuminati

I. Illuminati: O Manipulador de todos os Maçons

· Em 1776, Adam Weishaupt, Professor de Direito Canônico da Igreja Católica na


Universidade de Ingolstodt, Bavária (Alemanha), fundou a Ordem dos Illuminati
(os condutores da luz de Lúcifer). Embora instruído como Sacerdote Católico,
ele acreditava no satanismo e no humanismo. O humanismo ensinava que uma pessoa
poderia adquirir grande poder como o de Deus com o auxílio dos demônios.
Despendeu cerca de cinco anos escrevendo sobre os métodos de revolução mundial
sob a ordem e patrocínio da Dinastia Rothschild com a finalidade de estabelecer
o Governo de um Mundo Único. Ele chamou este governo de “Novus Ordo Seculorum”
(Nova Era ou Nova Ordem Mundial), que é também o título do seu livro publicado
em 1o. de maio de 1776.
Esta frase em latim está impressa no verso da nota de um dólar junto com o ano
1776 em algarismo romano na base da pirâmide Maçônica. No topo da pirâmide está
o olho do Lúcifer com a inscrição “Annuit Coeptis” que significa que ele
(Lúcifer) sorriu sobre os nossos funerais. Muitas pessoas acreditam que a data
1776 honra o nascimento dos EUA. Não, ela honra o Mundo Único de Weishaupt para
Satanás.

· Em 1785, um membro da ordem chamado Lanze, que carregava os documentos


secretos para o Grande Oriente de Illuminati em Paris (França), foi atingido
por um raio em Ratisbon. Os documentos sobre o seu corpo foram confiscados pelo
governo Bávaro e hoje podem ser vistos nos arquivos de Munique. Estes documentos
revelam as atividades dos Illuminati não apenas na Revolução Francesa, mas
também na destruição de todos os Reis e religiões, exceto o Judaísmo. O
cronograma da Revolução Francesa de 1789 foi rigorosamente executado conforme
planejado, segundo os documentos capturados.

· Embora a Ordem dos Illuminati fosse independente no início, se impregnou


como fungo, em pontos essenciais do Franco-Maçonaria. Então em 16 de junho de
1782, no Congresso de Wilhelnsbad, Alemanha, recebeu a rédea do controle sobre
o Franco-Maçonaria em escala mundial.

· O juramento de submissão é feito pelo candidato para o membro conforme segue:

“.... Eu me comprometo ao silêncio perpétuo e lealdade inabalável e submissão


à Ordem, nas pessoas de meus Superiores; aqui fazendo uma fiel e completa
entrega do meu julgamento pessoal, minha vontade própria, e todo emprego
mesquinho do meu poder e influência. Prometo esforçar-me para o bem da Ordem,
como sendo o meu próprio bem, e estou pronto a servi-la com minha fortuna, minha
honra e meu sangue. Caso eu, através da minha omissão, negligência, paixão ou
fraqueza, agir de maneira contrária ao bem da Ordem, submeto-me à reprovação e
punição que meus Superiores ordenarem. Os amigos e inimigos da minha Ordem são
amigos e inimigos meus; e com respeito aos ambos, me conduzo de acordo com a
orientação da Ordem, e estou pronto, na minha lealdade, a devotar-me para o seu
aumento e promoção, e nisto emprego toda a minha habilidade. Tudo isto prometo,
e protesto, sem reserva secreta, de acordo com a intenção da Sociedade que
requer de mim este compromisso. Assim faço e espero continuar um Homem de
Honra” [John Robison, Provas de uma Conspiração, 1798, pp. 66-67, disponível
em Emissary Publications, 9205 SE Clackamas Road, # 1776, Clackamas, OR 97015,
(503) 824-2050].
II. As Metas dos Illuminati

· Os Illuminati seguem 7 metas principais:

1. Abolição de todos os governos nacionais.

2. Abolição de todas as religiões exceto o Satanismo.

3. Abolição da família.

4. Abolição da propriedade privada.

5. Abolição da herança através de altas taxas sobre a herança.

6. Abolição do patriotismo.

7. Criação do governo mundial sob ONU, controlada pelos Illuminati.

III. Por dentro de uma Grande Loja de Illuminati em Paris.

Segue abaixo um sumário do livro De uma Ninfa de Satanás à Noiva de Cristo,


pelo Irmão Vicente de Paulo do Imaculado Coração, TOSF, 1987, publicado pela
Third Order, P. O Box 712, St. Louis, MO 63188.

Introdução

· Klotilde Bersone era uma linda e encantadora garota de 17 anos, estudante de


respeito que falava mais de seis línguas. Seu pai era um franco-maçom. Ele
perdeu 60.000 liras (cerca de US$700) num jogo e concordou em vender Klotilde
à Grande Loja dos Illuminati em Istambul, Turquia, em troca do pagamento do seu
débito. Esta Loja turca estava conectada a 6 outras Grandes Lojas dos Illuminati
por todo o mundo. Klotilde galgou dentro da Ordem o patamar de “Ninfa da
Noite”, “Ninfa Iniciada aos Segredos”, “Illuminati”, “Ninfa Soberana
Grande Mestra”, e, finalmente, “Noiva do Lúcifer” ou “Rainha dos
Illuminati”.

· A iniciação estava marcada para dezembro de 1874 em Turquia, porém foi


transferida para Paris, França, onde no início foi violentada pelo Grande
Oriente da Suprema Loja de Illuminati da França, o General americano James Abram
Garfield, e tornou-se a sua amante. Garfield foi eleito à Casa dos
Representantes enquanto ainda era General lutando na Guerra Civil. Tornou-se
herói em Shilo e foi promovido ao Major General. Era o General mais novo (30
anos) na Guerra da Secessão. Ele se tornou o Grande Oriente dos Illuminati
Francês em segredo e passava tanto tempo na Europa como na América. Em dezembro
de 1863, por intermédio da solicitação do Presidente Abraham Lincoln, Garfield
renunciou ao cargo de General para candidatar-se ao Congresso. Foi congressista
por 17 anos, atingindo a posição de Líder da Casa Republicana. Casou-se em 1858
com Lucretia Rudolph, e teve duas filhas e três filhos. Foi eleito Senador em
janeiro de 1880, mas nunca serviu àquela casa. Estava sempre ausente, em Paris,
envolvido em negócios maçônicos. As Lojas de Illuminati queriam-no Presidente.
Garfield

· Garfield foi eleito Presidente dos EUA em março de 1881, e foi alvejado em
2 de julho de 1881 pelo francês Charles Guiteau na Estação Ferroviária Baltimore
& Potomac, em Washington, D. C. Ele estava se recuperando completamente, após
ser desenganado no hospital. Em 11 de agosto, enquanto repousava numa casa de
praia, escreveu à sua mãe que estava se recuperando e se sentindo mais forte a
cada dia. Assinou a carta: “Seu filho que muito a ama”. Morreu misteriosamente
em 19 de setembro de 1881.

· Klotilde, cheia de ódio a todos os membros das Lojas Maçônicas, estava


determinada a desvendar todos os segredos de Illuminati, escalar as categorias
e revelar finalmente estes segredos ao mundo a fim de se vingar de todos aqueles
que violaram a sua dignidade de mulher e lhe trouxeram inumerável miséria e
horror.

· O manuscrito original NÃO PUBLICADO do seu diário estava em Italiano. Foi


traduzido para Francês e Alemão em 1931. Foi traduzido para Inglês em 1984 por
um santo sacerdote jesuíta lituano, Padre Jonas Gaudze (morto em 1985), que era
o Superior da Santa Vidente, Portavoz, Madre Conchita, dos Franciscanos Menores
da Cidade do México.

Por Dentro da Grande Loja de Illuminati da França.

· Primeiro, para tornar-se membro da Ordem, Klotilde teve de se submeter a um


terrível juramento. No ato do juramento, Klotilde teve de se ajoelhar com a
cabeça pendente para trás, como se estivesse oferecendo a sua garganta a uma
adaga, e fazer o seguinte juramento:

1. “Juro obedecer cegamente todas as ordens da Loja Maçônica, sem questionar


a sua razão”.

2. “Juro não pertencer a nenhuma outra religião exceto a Maçom”.

3. “Juro não me influenciar, e quebrar qualquer oposição (resistência) contra


a finalidade (meta) da Loja Maçônica”.
4. “Se porventura me tornar infiel a este juramento, que todas as adagas me
despedacem, aquelas que se encontram apontadas contra a minha garganta”.

· Klotilde descobriu uma capela fúnebre onde 18 caveiras eram colocadas sobre
mesas e altares. Havia uma besta de mármore branca com sete cabeças, que os
maçons chamam de “Dragão Hidra”. Parecia terrível, com alguma beleza. Algumas
cabeças pareciam leões, outras se assemelhavam a panteras. Algumas tinham um
chifre, enquanto outras, vários chifres. O corpo era de um leopardo com listras
negras. As patas fortes e curtas possuíam garras poderosas. O Grande Oriente
(General James Garfield antes de se tornar Presidente dos EUA em março de 1881)
invocava frequentemente o Satanás para animar a besta de mármore. Eis aqui a
oração da adoração:

· “Eu reconheço você como o Ser altíssimo, que ilumina nossas mentes e nossas
ações. Você também me ilumina especialmente, e você guia o meu braço. Você tem
a supremacia do Universo, e você o move porque tudo é sua criação (sic) ”.

· “Céu e terra pertencem a você, que são preenchidos com a sua glória, que
são imagens da sua grandeza, e superioridade. Você é a luz, força e poder.
Mostre-me a sua grandeza, que se é do seu desejo, pode sujeitar o coração e a
mente. Você é o protetor útil a cada um dos seus, seus inimigos do crucificado”.

· “Em seu nome, eu maldigo Deus, A Trindade, Cristo, e sua Mãe Virgem. Ouça-
me, aquele que você possui, que está unido a você”!

· “Na verdade das suas revelações, na fé da sua grandeza sobre toda a criatura,
coisas visíveis e invisíveis. Eu tenho o direito de pedir e receber de você o
que você sabe”.

· Após isto e alguns cantos em língua iídiche, a besta tornava-se viva. Ela
uivava e respondia às perguntas. Através desta besta, Satanás aprovava ou
desaprovava as propostas e decisões feitas pelas Lojas Maçônicas do mundo
inteiro. E através da ninfa de Belzebu, encorajava, ansiava, incitava, e guiava
as lojas para ações contra a Igreja Católica. A besta podia tomar as feições de
um Dragão Hidra com 7 cabeças (apenas uma cabeça usava uma coroa), então um
homem. Aparecia também como uma mulher bela, ricamente adornada ou como um Anjo
da Escuridão. Fazia estas transformações para impressionar a sua noiva Klotilde.
Uma vez, a besta fez chover pedaços de ouro aos pés dela.

· Para tornar-se a alta-iniciada, ela teve de matar um homem fechado dentro de


boneco em tamanho natural usando uma tiara (coroa tripla usada pelos Papas),
para renunciar a todas as suas Dogmas Católicas, os Sacramentos e Jesus Cristo,
para ser “desbatizada”, e aceitar o Dragão (Lúcifer) através da Besta
(Belzebu, o segundo maior demônio depois de Lúcifer, também chamada Besta do
mar no capítulo 13 do Apocalipse) como seu Mestre.

· Antes de Klotilde tornar-se ninfa, teve de assinar um pacto de sangue com o


Satanás. O texto do pacto é como segue:
· “Renuncio à Santíssima Trindade, ao Sacrifício da Cruz da Religião Católica
Romana. Renuncio na crença de um só Deus. Renuncio a todos os segredos que não
sejam revelados pelo Espírito (Satanás), e também os trabalhos, que não origina
dele. Entrego voluntariamente a ele, todo o meu ser, meu corpo, e minha alma!
Rogo a ele tomar posse exclusivo no seu domínio, minha mente, minha vontade, e
meu pensamento. Invoco a ele para que viva e aja em mim como eu vivo e ajo nele.
Em seu nome, maldigo Cristo! A única verdadeira Igreja Católica, e todos os
Seus Sacramentos”!

· Nos rituais da iniciação para ser membro, infindáveis atos de sacrilégios


eram feitos à Hóstia Consagrada roubada da Igreja Católica. Uma vez, um Abade
Católico caído apóstata (chamado Mazati) veio à loja para realizar uma Missa e
deixou 120 Hóstias Consagradas para o sacrilégio cometido nas Sextas-feiras
Santas. O Abade tinha uma maneira mais poderosa de ordenar o Dragão a aparecer
no corpo da besta de 7 cabeças. Não seguia os rituais da adoração e encantamento,
que levavam horas, mas simplesmente ordenava o Dragão a aparecer em nome da
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo. Toda vez que o fazia, o Dragão
Hidra revelava-se imediatamente e a besta de mármore se tornava viva. Muitos
dos Illuminati começaram a usar esta nova fórmula, porque era mais efetivo e
conveniente apesar do desprazer evidenciado pelo Satanás quando era assim
realizado. Numa ocasião, a besta revelou que a verdadeira razão para a loja
adorá-la era o dinheiro. A besta também revelou a Klotilde todos os erros de
todas as Seitas Não Católicas.

· O alto Illuminati da Grande Loja de Paris incluía o Presidente da França,


Jules Grévy, seu Premier e muitos Ministros. Porém o maior deles era James
Garfield, o seu Grande Oriente. O Talmude judeu era utilizado como Livro Santo
para oração e encantamento na loja.

· Como Ninfa de Satanás, ela tornou-se a porta-voz para Belzebu (Garfield


chamava-o Espírito Maçônico) emitindo ordens às Lojas para matar ou agir, o que
assustava muitos Grão-Mestres das Lojas. Ela cometeu muitos assassinatos sob a
ordem das Lojas. Entre as vítimas de seus assassinatos estavam o Rei da Itália
Victor Emmanuel II e o General James Garfield. No último caso, a acusação era
de que ele havia violado as regras das Lojas, amando Klotilde, a noiva do
demônio Belzebu, tomando-a como sua amante, colocando, portanto, o seu interesse
pessoal em detrimento do interesse das Lojas. O assassinato de Garfield foi
assistido pelo Príncipe Otto Eduard Leopold Von Bismark, o Chanceler da
Alemanha. Bismark era também um Maçom que forneceu à Loja de Paris documentos
que provavam que Garfield havia traído a Maçonaria. Este ataque de Bismark
contra Garfield era a sua vingança pelo brutal esfaqueamento de Zemard, um dos
seus cavaleiros de Kadosch, que foi sacrificado ao demônio Belzebu na Loja de
Paris numa Sexta-Feira Santa. Lúcifer estava totalmente em desacordo quando a
Loja decidiu eliminar Garfield, pois este era brilhante em atrair grandes
dignitários para a Maçonaria. Garfield tornara-se um dos favoritos de Lúcifer.
Lúcifer só aprovou a sentença por respeitar o livre arbítrio do ser humano.
Pois nem Lúcifer pode controlar as paixões dos membros da Loja. A besta lamentou
a Klotilde:
· “Não tolero a raça humana. Mesmo os meus próprios Maçons estão demonstrando
a vileza do caráter humano na sua avareza, e paixões vulgares. Estes não têm
dado a ele (Lúcifer) honra e gratidão suficientes. Mas como podem estes seres
corruptíveis, egoístas e de baixo instinto grudados à terra, serem fiéis? São
egoístas a mim, seu mestre, que tem lhes dado tudo... Traição era o seu elemento
e o prazer irrestrito, o seu papel. Eles desafiaram até as ‘Santas’ Leis da
Loja Maçônica”.

· Assim Lúcifer se resignava em levar as almas consigo ao Inferno em todas as


oportunidades de que dispunha. Além disso, pela sua natureza, adorava estimular
ciúmes e ódios de um contra o outro entre as diferentes facções dentro das
Grandes Lojas. Para a Besta, morte para capturar uma alma é a prioridade máxima
acima do sucesso da Loja.

· Ciúme entre os membros pela sua rápida ascensão ao posto mais elevado da
Loja do Grande Oriente e a súbita denúncia dos fracassos e omissões dos membros
fez com que a maioria do Conselho se voltasse contra ela. Ela fazia-os tremer
por seu conhecimento das suas ações dadas por Lúcifer. Os altos iniciados
fizeram um julgamento e decidiram bani-la a um bordel em Grenoble. Esta decisão
foi aprovada por Lúcifer que se desencantou dela por perceber que ela não o
apreciava. Somente quando Klotilde engravidou no bordel, tomou a decisão crucial
de escapar e refugiar-se num convento Católico em Paris. Ali, se tornou Irmã
Marie Amelie. Ela recontou a sua medonha história dentro da Grande Loja dos
Illuminati em Paris à sua Madre Superiora, que a ordenou escrever em 1885 para
o conhecimento público. A duplicata do manuscrito autêntico de suas memórias de
1885 está guardada em arquivo de um Convento Católico Romano na França.

Parte 4: Franco-Maçonaria, Ordem dos Illuminati, e outras Sociedades Secretas


condenadas pela Igreja Católica Romana.

I. As Sociedades Secretas condenadas pela Igreja Católica.

As reações da Igreja Católica foram imediatas após a volta da velha Maçonaria


no novo Franco-Maçonaria, na Inglaterra, em 1717.

· Em 28 de abril de 1738, o Papa Clemente XII na sua Constituição Pontifical


“In Eminenti”, condenou o Franco-Maçonaria considerando-a Contra Igreja e
Contra Estado. Assim manifestou o Papa Clemente XII:

· “Meditemos sobre os sérios danos que são geralmente os resultados daquelas


espécies de Sociedades ou centros, não apenas em relação à paz dos Estados
temporais, mas, muito mais no que se relaciona à salvação das almas. Estas
Sociedades não estão de acordo com as leis civis e econômicas dos Estados. ”

· “A fim de obstruir a estrada escancarada para as iniquidades; que poderão


ser cometidas com impunidade e também por outras razões, justos e razoáveis,
que tenham chegado ao nosso conhecimento... decidimos decretar, condenar e
proibir tais Sociedades, assembleias, reuniões e encontros chamados tanto
Franco-Maçonaria ou sob outra denominação. NÓS OS CONDENAMOS E PROIBIMOS ATRAVÉS
DESTA NOSSA PRESENTE CONSTITUIÇÃO, QUE DEVE SER CONSIDERADA VÁLIDA PARA
SEMPRE”.

· O Papa Clemente XII também estendeu a pena de excomunhão a todo o fiel que
se juntasse à Maçonaria:

. “ORDENAMOS AOS FIÉIS A ABSTER-SE DA RELAÇÃO COM AQUELAS SOCIEDADES...A FIM


DE EVITAR A EXCOMUNHÃO, QUE SERÁ A PENA IMPOSTA SOBRE TODOS AQUELES
CONTRAVENTORES DESTA NOSSA ORDEM. NINGUÉM, EXCETO NA HORA DA MORTE, PODERÁ SER
ABSOLVIDO DESTE PECADO EXCETO POR NÓS OU POR PONTÍFICE ROMANO ENTÃO EXISTENTE.

· O Papa Benedito XIV em 1751 afirmou na sua Constituição Pontifical


“Providas” que a condenação do Franco-Maçonaria era IRREVOGÁVEL e que era
para ser aplicada no FUTURO tanto quanto no PRESENTE.

· O Papa Pio VII na sua Encíclica “Eclesiam a Jesu-Cristo” em 1821 reiterou


as condenações contra Franco-Maçonaria pronunciadas pelo Clemente XII e Benedito
XIV.

· O Papa Leão XII publicou sua Encíclica “Quo Graviora” em 13 de março de


1835 condenando a sociedade chamada Franco-Maçonaria, assim como todas as outras
Sociedades Secretas.

· O Papa Pio VIII na sua Encíclica “Traditi”, publicada no tempo de seu


advento em 21 de março de 1829 renovou todas as condenações de seus
predecessores, repetindo que todas as Seitas Maçônicas são provenientes do
“POÇO DA PERDIÇÃO”.

· O Papa Pio IX renovou a condenação em seguintes termos:

o “Aqui confirmamos ante vós, as Constituições de Nossos Predecessores e em


virtude da Nossa Autoridade Apostólica, mantemos a reprovação e condenamos esta
Sociedade Maçônica e TODAS AS OUTRAS SOCIEDADES da MESMA ORDEM que, embora
diferentes em aparência, perseguem a mesma meta contra a Igreja ou Poder Civil
legítimo, e em formação constante. É Nossa Ordem que todos os Cristãos em todas
as situações SOBRE TODA A TERRA sejam informados de que tais sociedades são
proibidas e reprovadas por NÓS, e incorre na mesma sentença e condenação daquela
especificada nas CONSTITUIÇÕES anteriores dos nossos Predecessores”.

· O Papa Leão XIII na sua magnífica Encíclica “Humanum Genus” de 20 de abril


de 1884 afirma:

. “Hoje todos os praticantes da perversão parecem estar aliados num esforço


tremendo inspirado por e com a ajuda de uma sociedade fortemente organizada e
amplamente espalhada pelo mundo; é a sociedade dos Franco-Maçons. De fato,
aquelas pessoas não mais disfarçam as suas intenções e mostram realmente as
suas ousadias e desafios e se investem contra a Augusta Majestade de Deus.
. “Ela está agora pública e abertamente defendendo a ruína da Santa Igreja,
para obter êxito, se possível da completa expropriação das nações Cristãs de
todos os dons que elas receberam do Nosso Salvador Jesus Cristo.

. “Como resultado, num espaço de um século e meio, a seita do Franco-Maçonaria


realizou progresso incrível. Fazendo o uso ao mesmo tempo de audácia e de
astúcia, a Maçonaria invadiu todos os patamares da hierarquia social, e dos
Estados modernos, começou a adquirir um poder que é quase equivalente à
Soberania”.

. Este perigo foi primeiramente denunciado pelo Papa Clemente XII em 1738, e a
Constituição promulgada por aquele Pontífice foi renovada e confirmada por
Benedito XIV; Pio VII seguiu os passos daqueles Pontífices, e Papa Leão XII
incluindo a sua Constituição Apostólica ‘Quo Graviora’ todos os atos e
decretos dos Papas precedentes naquele assunto, RATIFICOU E CONFIRMOU-OS PARA
SEMPRE. Os Papas Pio VIII, Gregório XVI e em várias ocasiões o Papa Pio IX
falaram da mesma maneira”.

· O Papa Pio X (1903-1914), Papa Benedito XV (1914-1922), e Papa Pio XI (1922-


1939) continuaram confirmando a condenação da Maçonaria. O Papa Pio XII fez uma
referência específica à Franco-Maçonaria e ao Iluminismo no seu discurso à
Conferência da Adaptação Pastoral da Sétima Semana em 23 de maio de 1958. Ele
disse: “as raízes da moderna apostasia encontram-se no ateísmo científico,
materialismo dialético, racionalismo, iluminismo, laicismo e Franco-Maçonaria
- que é a mãe de todos eles...” (Citado em Paul Fisher [1991], Seu Deus é o
Demônio, American Research Foundation, Baltimore, Maryland, p. 53.)

· Os sucessores de Pio XII aprovaram o Código da Lei Canônica de 1917 que


explicitamente condena os Maçons: “Todos aqueles que inscrevem seus nomes nas
seitas do Franco-Maçonaria ou associações similares que tramam contra a Igreja
ou autoridades civis legítimas incorrem por este ato à pena da excomunhão, cuja
absolvição é reservada apenas à Santa Sé.” (Cânone 2335).

· O Código de Lei Canônica revisado de 1983 estipula: “Aquele que se ingressa


numa associação que trama contra a Igreja deve ser punido com uma pena justa;
aquele que promove ou preside tal associação, contudo, deve ser punido com uma
interdição.” (Cânone 1374).

· O Papa João Paulo II promulgou o Código de Lei Canônica de 1983 em 25 de


janeiro de 1983. Em 26 de novembro de 1983, a Congregação da Doutrina da Fé
repicou com uma indagação se a posição da Igreja relativa às Organizações
Maçônicas foi alterada, especialmente porque nenhuma menção explícita é feita
a ela no Novo Código de Lei Canônica [1983], como havia no Código Antigo [1917].
A Congregação afirmou que as organizações foram omitidas no Novo Código devido
a diferente critério adotado na elaboração do código. Elas estavam inclusas nas
categorias mais amplas. [Vide Cânone 1374] A Congregação, porém, não especificou
as categorias que ela tinha em mente (poderia estar pensando em tais cânones
como Cânone 1364), mas insistiu que a Igreja ainda se opunha às associações
Maçônicas, pois seus princípios são irreconciliáveis com a doutrina da Igreja
e que seria gravemente errôneo ingressar-se a elas.

· [Nota: Cânone 1364 do Código de 1983 estabelece:

· Parágrafo 1. Com relação ao cânone 194, par. 1, n. 2, um apóstata da fé, um


herético ou um cismático incorre excomunhão automática (latae sententiae) e se
é um clérigo, ele também pode ser punido pelas penas mencionadas no cânone
1336, par. 1. nn. 1,2 e 3.

· Parágrafo 2. Se continuar o ato contumaz, ou seriedade de escândalo


comprovada, outras penas poderão ser acrescidas incluindo a exoneração do
estado clerical.

II. Franco-Maçonaria Condenado pelos estados de Nova York, Pennsylvania e


Massachusetts.

· Paul A. Fisher [1991] conta no seu livro Seu Deus é o Demônio que entre 1827
e 1836 as legislaturas dos Estados de Nova York, Pennsylvania e Massachusetts
investigaram o Franco-Maçonaria e acharam-no “um mal moral - um governo
independente e distinto dentro do nosso próprio governo, e acima do controle de
leis da terra por causa do seu segredo, e dos juramentos e regras cujas pessoas
sujeitas são obrigadas a obedecer, sob penas de morte” (p. 18)

Parte 5: Os Documentos Mostram Franco-Maçons e Illuminati como Provocadores


das Guerras e Revoluções

I. Os Maçons admitiram que são os provocadores de revoluções e guerras

1. A Revolução Francesa

· Hoje, o Franco-Maçonaria reconhece abertamente que a Revolução Francesa é o


fruto do seu trabalho. Na Câmara dos Deputados durante a sessão de 1o. de julho de 1904
o Marquês de Rosanbo afirmou:

· “O Franco-Maçonaria trabalhou secretamente, porém constantemente para


preparar a revolução... Estamos, portanto em completo acordo de que a franco-
maçonaria foi a única autora da revolução, e o aplauso que recebo da esquerda,
do qual estou pouco acostumado, prova, cavalheiros, que vocês reconhecem comigo
que foi a maçonaria que realizou a Revolução Francesa”.

· “Sr. Jumel: “Não apenas confirmamos, mas proclamamos”.

· [Fonte: Mons. Henri Delassus, La Conjuration anti-chrétienne, vol. 1, 1910,


p. 146; citado em de Poncins, Op. Cit., p. 30].

2. A Revolução na Itália

· A seguir citaremos Paul A. Fisher [1991] do seu livro Seu Deus é o Demônio:
· “As demandas moderada e constitucional das lojas Maçônicas começaram a ser
acompanhadas, por demandas mais democráticas, e havia em Milão, Bolonha, Roma,
e Nápoles, células de Illuminati, republicanos liberais, segundo modelo
recentemente estabelecido em Bavária pelo Adam Weishaupt... No sul os primeiros
centros pró-revolucionários se desenvolveram em conexão com as lojas Maçônicas;
um exemplo é a Loja Celestini em Nápoles.”(Encyclopedia Brittanica, 1977, vol.
9, História da Itália e Sicília, p. 1155.)

· A rebelião na Itália contra os governos Papais durante anos trinta do século


19 “era conhecida como ‘Risorgimento’ que, na realidade, era um movimento
revolucionário Maçônico clássico. Seus líderes eram Giuseppe Mazzini, Giuseppe
Garibaldi, Camillo Cavour e Rei Victor Emmanuel II - todos ardentes Franco-
Maçons” (Fisher [1991], p. 17) (Rei Victor Emmanuel II foi mais tarde
envenenado por seu próprio filho, Príncipe Umberto, que, por sua vez, foi
assassinado por ordem das lojas Maçônicas).

· “Mazzini, de acordo com o Grão-Comandante do Rito Maçônico Escocês na


América, era a primeira cabeça do moderno Franco-Maçonaria na Itália. (ibid. ,
p. 17).

· “Um historiador, Charles Heckethorn, no seu livro, Sociedades Secretas, diz


que a arrepiante palavra “Máfia” é um anacronismo significando ‘Mazzini
Autoriza Furti, Incendi, Avelenameti’, isto é: Mazzini Autoriza Furtos,
Incêndios e Envenenamentos. (ibid. , p. 17).

· “O número de dezembro de 1920 do New England Craftsman, um jornal Maçônico


afirma que ‘praticamente todos os heróis da liberdade italiana eram
maçons”(ibid. p. 17)

· “O Grão-Comandante do Rito Escocês escreveu no número de maio de 1941 da


revista NEW AGE (Nova Era) (uma publicação promotora do Rito Maçônico Escocês
da jurisdição sulista) que Mazzini e Cavour foram os maçons que ‘colocaram o
Victor Emmanuel II no trono da Itália’. (ibid. p. 18).

· “O Grão-Comandante disse também que Garibaldi (que se tornou Grão-Mestre da


Maçonaria na Itália em 1865) incitou para que o Papa fosse deposto e que “ali
fosse erguido sobre suas ruínas um reino da verdade e razão [que iria] eliminar
os sacerdotes de Deus...”(ibid. p. 18)

· Charles Lobinger, na sua História do Rito Escocês (p. 827) relatou que o
Grão-Comandante do Conselho Supremo Italiano, Raoul Palermi, participou de um
encontro do Conselho Supremo de Rito Escocês nos Estados Unidos em 1921 e disse
como o Rito Escocês ‘prosperou e se espalhou em nossas províncias, contribuindo
largamente para preparar a Revolução para sua libertação da ordinária tirania
e da Ditadura Pontifícia...” (ibid. p. 18)

3. As Revoluções Turca e Portuguesa


· No tempo da revolução turca, uma judia disse orgulhosamente ao pai de uma
senhora húngara:

· “Somos nós que estamos fazendo a revolução, nós, os jovens turcos, os


judeus”

· Durante a Revolução Portuguesa, ela ouviu o Marquês de Vasconcellos,


Embaixador português em Roma, dizer:

· “Os judeus e a Franco-Maçonaria estão dirigindo a revolução em Lisboa”

· Ela mais tarde notou que:

· “hoje quando a grande parte da Europa está sob revolução, eles estão em
todos os lugares liderando o movimento, de acordo com um único plano”

· Ela perguntou como eles conseguiam ter êxito no plano que envolvia o mundo
inteiro e que não era um trabalho de alguns meses ou anos? Ela respondeu que os
judeus sabem como guardar um segredo e que ninguém os traía. (Fonte: Cecile de
Tormay, Le Livre Poscrit, p. 135).

4. A Revolução Européia:

· A seguir, citaremos Benjamin Disraeli antes de ele se tornar o Chanceler de


Tesouro da Grã-Bretanha em 1856. Estas citações são tiradas do Hansard’s
Parliamentary Debates, (o equivalente ao nosso Arquivo do Congresso). (Nossas
citações são baseadas no Fisher [1991], pp. 18-19). Em 14 de julho de 1856,
Benjamin Disraeli se levantou na Casa dos Comuns para dizer:

· “.... Há na Itália um poder que raramente mencionamos nesta Casa, porém sem
considerá-lo e entendê-lo, nunca compreenderemos de maneira correta a posição
da Itália. Quero dizer, as sociedades secretas. As sociedades secretas não se
preocupam com o governo constitucional...”

· “É inútil negar... uma grande parte da Europa - toda a Itália e França, e


uma grande parte da Alemanha, para não dizer de outros países - estão cobertos
por uma rede destas sociedades secretas, tal como a superfície da terra está
sendo coberta pelas redes de ferrovias. E quais são os seus objetivos? Elas não
tentam escondê-los. Elas não querem um governo constitucional. Elas não querem
instituições aperfeiçoadas; elas não querem conselhos provinciais nem registro
de votos; elas querem... um fim dos estabelecimentos eclesiais...”

· “Disseram-me que um Ministro Britânico tem se vangloriado - e uma vanglória


infeliz - que lhe basta levantar a sua mão para iniciar uma revolução na Itália
amanhã...”

· “Um grande Príncipe caiu de repente... única e exclusivamente pela ação de


sociedades secretas. O que receio é o fato de que nenhum homem informado com os
acontecimentos de 1848 negará”!
· Sr. Disraeli referia-se às revoluções de 1848 que abalaram a França, Itália,
Alemanha e Áustria, durante as quais Príncipe Metternich, o bem conhecido
Ministro de Exterior Austríaco, foi forçado a pedir exílio na Inglaterra.

· Uma figura política extraordinária em Grã-Bretanha, por duas vezes Sr.


Disraeli tornou-se Primeiro Ministro (1868 e 1874-1880). Ele aceitou o título
de Conde de Beaconsfield em 1876. Enquanto era Primeiro Ministro, fez um
discurso em Aylesbury em 20 de setembro de 1876, onde disse:

· “Na tentativa de conduzir o governo deste mundo, há novos elementos a serem


considerados que os nossos predecessores não enfrentaram... as sociedades
secretas têm seus agentes em todo o lugar, os quais têm agentes temerários que
encorajam assassinatos, e que, se necessário, cometem um massacre.”

5. A Insurreição Filipina

· Vamos citar Paul A. Fisher [1991] Atrás da Porta da Loja, sobre a Insurreição
Filipina:

· “O conhecimento popular diz que a Insurreição Filipina de 1896 foi provocada


por causa da oposição nativa às forças da Igreja Católica nas Ilhas. O fogo
revolucionário foi alimentado pelos escritos de Jose Rizal, incrementado pela
liderança política de Emilio Aguinaldo”.

· “Na verdade a Insurreição Filipina foi orquestrada pelo Franco-Maçonaria,


e enquanto Emilio Aguinaldo de fato liderou aquela revolução, ele assim procedeu
como um dedicado membro e instrumento do Ofício”.

· “Aquela visão da história Filipina foi suprimida pelo Governo dos Estados
Unidos por 45 anos, até ser finalmente revelada pelo historiador John T. Farrell
em 1954”(Fisher [1988], pp. 211-212).

6. A Revolução Russa

· Novamente, vamos citar Fisher sobre a Revolução Russa:

· “O periódico mensal do Rito Escocês [Nova Era] acrescentou: “A primeira


Revolução em março de 1917 é dito como sendo inspirado e operado por estas lojas
e todos os membros do governo de Kerenski que lhes pertenciam” (ibid., p. 218)

7. Primeira Guerra Mundial

· É bem conhecido que o assassinato do Arquiduque Austríaco Franz Ferdinand


desencadeou a Primeira Guerra Mundial. Vamos citar Fisher sobre a grande guerra.

· “Não mencionado pelo jornal do Rito Escocês [Nova Era] era o fato de que os
supostos assassinos do Arquiduque eram membros da “Mão Negra”, uma organização
revolucionária eslovaca do Sul que era uma cria da Franco-Maçonaria.
· “Durante o julgamento, o Príncipe testemunhou que seu colega, Chavrinovitch,
‘me disse que ele era um Franco-Maçom’, e numa outra ocasião, ‘me disse que
o Herdeiro Legítimo [Franz Ferdinand] tinha sido condenado pela loja maçônica’.

· “Além disso, o outro assassino acusado, Chavrinovitch, testemunhou que Major


Tankositch, um dos conspiradores, era um Franco-Maçom” (ibid., pp. 217-218).

8. As Dominações dos Governos

· Finalmente, o seguinte trecho de Fisher [1988] mostra claramente que os


Franco-Maçons de nível mais elevado conhecem a verdadeira origem das suas
organizações secretas e compreendem os símbolos disfarçados pelo Rei Agrippa:

· “Em 1976, um livro de Fred Zeller, antigo Grande Mestre da Grande Oriente,
intitulado Trois Points, C’est Tout (Três Pontos, É Tudo), revelou que entre
1912 e 1971, toda a Terceira e muito da Quarta República da França eram dominadas
por Franco-Maçons, que lutaram por duas das maiores reformas anticlericais, e
numa batalha contra a influência da Igreja”.

· “E, em 1981, o mundo soube das maquinações da Loja Maçônica do Grão-Mestre


Licio Gelli conhecida como Propaganda Due, ou P-2, que precipitou a queda do
Governo Italiano naquele mesmo ano.”(ibid., p. 21)

II. A Franco-Maçonaria financiou a Revolução Bolchevique na Rússia em 1917

Nesta seção citaremos Larry Abraham no seu livro Chamem-na Conspiração, Double
A Publications, P. O Box 609, Wauna, Washington 98395.

· Primeiro, o movimento esquerdista nos EUA foi financiado pelos banqueiros


internacionais. Larry Abraham (p. 68) cita Oswald Spengler, o grande historiador
do século 20:

· “Não há proletariado, nem mesmo um Comunista, movimento que não operou no


interesse do dinheiro, na direção indicada pelo dinheiro, e pelo tempo permitido
pelo dinheiro - e sem os idealistas entre seus líderes tendo um mínimo de
suspeita do fato”(Declínio do Oeste, Modern Library, Nova York, 1945)

· A Comissão Reece que investigou fundações para o Congresso em 1953 provou


com uma surpreendente quantidade de evidencias que várias fundações Rockefeller
e Carnegie têm promovido socialismo desde o seu princípio. (Vide Fundações: Seu
Poder e Influência de René Wormser, Devin Adair, Nova York, 1958) (Abraham, p.
70)

· Larry Abraham declara que “a conspiração planejou a guerra (Primeira Guerra


Mundial) por mais de duas décadas. O assassinato de um Arquiduque Austríaco foi
um mero acidente que proporcionou uma desculpa para desencadear uma reação em
cadeia” (p. 71) Mas sabemos agora que mesmo aquele “incidente”, foi
planejado.
· A guerra se prolongou apesar da paralisação da frente de batalha, por causa
da entrada dos Estados Unidos. Winston Churchill uma vez observou que o mundo
teria sido muito melhor se os EUA continuassem fora da Guerra pois “a paz teria
sido negociada com a Alemanha, e não haveria colapso que levaria a Rússia ao
Comunismo; nem queda de governo na Itália seguida pelo Fascismo; e o Nazismo
nunca teria ganho a sua ascendência na Alemanha” (Social Justice Magazine, 3
de julho de 1939, p. 4). Mas a “Primeira Guerra Mundial era uma mina de ouro
financeira para os banqueiros internacionais” (ibid., pp. 74-75).

· A revolução Bolchevique aconteceu, não por causa das massas oprimidas


levantando-se contra os patrões exploradores como os comunistas querem perpetuar
a grande mentira, mas porque os muito poderosos da Europa e EUA mandaram Lênin
da Suíça e Trotsky de Nova York para a Rússia para organizá-la. (ibid. p. 76).

· “Lênin foi enviado através da Europa em guerra no famoso “trem selado”.


Com ele Lênin levou de uns $5 a $6 milhões em ouro. Todo o esquema foi arranjado
por um alto comando alemão e Max Warburg, através de um outro socialista muito
rico e vitalício chamado Alexander Helphand, aliás “Parvus”. Quando Trotsky
deixou Nova York com um passaporte americano, levou consigo seu séquito de 275
revolucionários. (ibid., pp. 76-77)

· Jacob Schiff, sócio em Kuhn, Leob & Co., e sogro do irmão de Max Warburg,
Felix, também ajudou a financiar Leon Trotsky. De acordo com o Jornal nova-
iorquino American de 3 de fevereiro de 1949: “Hoje se estima através do neto
de Jacob, John Schiff, que o seu avô depositou cerca de 20milhões de dólares
para o triunfo final do Bolchevismo na Rússia” (ibid. . pp. 77-78)

· Arsene de Goulevitch, um importante General Russo Branco, escreveu em seu


livro Czarismo e a Revolução:

· “O principal fornecedor dos fundos para a revolução, no entanto, não eram


nem os milionários russos em dificuldades financeiras, nem os bandidos armados
de Lênin. O dinheiro ‘verdadeiro’ veio principalmente de um certo círculo
inglês e americano que por um longo tempo deu seu apoio à causa revolucionária
russa... A parte importante exercida pelo milionário banqueiro americano Jacob
Schiff nos acontecimentos em Rússia, embora apenas parcialmente revelada, não
é mais nenhum segredo”(ibid., p. 78).

· General Alexander Nechvolodov é citado por Goulevitch afirmando que:

· “Em abril de 1917, Jacob Schiff publicamente declarou que foi graças a seu
apoio financeiro que a revolução na Rússia foi um sucesso”.

· A participação de Schiff na Revolução Bolchevique era bem conhecida entre os


serviços da inteligência Aliada da época. As evidências reveladas mais tarde
indicam que as notas bancárias dos Bolcheviques eram manuseadas por um sindicato
de banqueiros internacionais, que se somando à roda de Schiff-Warburg, incluía
interesses dos Morgan e Rockefeller. Documentos mostram que a organização Morgan
depositou pelo menos 1 milhão no jogo dos Vermelhos revolucionários. O pagador
destes fundos em Petrogrado, onde a revolução começou, foi Lorde Alfred Milner,
a cabeça do Grupo secreto “Távola Redonda” que era sustentado pelo Lorde
Rothschild. De Goulevitch revela que:

· “Em entrevista particular soube que mais de 21 milhões de rublos foram


gastos pelo Lorde Milner no financiamento da Revolução Russa”(ibid., pp. 79-
80)

· Professor Anthony Sutton da Instituição Hoover sobre a Guerra, Revolução e


Paz, da Universidade de Stanford, usando, mormente documentos oficiais do
Departamento do Estado, mostra conclusivamente que virtualmente tudo que os
soviéticos possuem foi adquirido no Oeste. Não é, portanto, nenhum exagero dizer
que a URSS foi feita nos EUA (USSR was made in the USA). (ibid., p. 83).

Parte 6: Financial Internacional construiu o Comunismo, iniciou I Guerra


Mundial, II Guerra Mundial, e causou a Quebra da Bolsa em 1929 e a Grande
Depressão 1930~1939

Vamos apresentar um documento que é extremamente importante para o século XX


porque ele revela o plano de ação dos Illuminati e Franco-maçonaria numa das
fases mais críticas da história mundial. O plano foi executado exatamente
conforme documentado nos livros de História. Este documento tem sido comparado
com a Magna Carta.

Christian G. Rakovsky, um membro fundador do Comunismo na União Soviética, e


que mais tarde foi Embaixador soviético em Paris, tornou-se uma vítima do
expurgo e julgamento-exibição de Stalin em 1938. Sua importância nos
acontecimentos mundiais foi descrita pelo Leon Trotsky, camarada de Lenin e
Ministro da Defesa do Governo Bolchevique, em Minha Vida, Uma Tentativa de
Autobiografia (Penguin Books Ltd., c. 1928):

"Christian G. Rakovsky é, internacionalmente, uma das figuras mais conhecidas


no envolvimento socialista europeu. Búlgaro de nascimento, ... romeno pelo mapa
dos Balcãs, médico francês pela educação, russo pelas ligações, pela simpatia
e pela obra literária. Fala todas as línguas Bálcãs e quatro europeias; tomou
parte ativa em várias ocasiões nos trabalhos internos dos partidos socialistas
- búlgaro, russo, francês e romeno - para se tornar eventualmente um dos líderes
da Federação Soviética, um dos fundadores do Comunismo Internacional, Presidente
do Soviete Ucraniano das Comissões do Povo, e um representante diplomático
soviético na Inglaterra e França - apenas para partilhar finalmente o destino
de toda a oposição da 'esquerda'. A feição pessoal, sua ampla projeção
internacional, sua profunda nobreza de caráter, fizeram-no particularmente
odioso para Stalin, que personifica o exatamente oposto".

Enquanto estava na prisão, Rakovsky foi entrevistado pelo agente estrangeiro de


Stalin, Gavriil G. Kusmin (conhecido como Gabriel). Durante a entrevista,
Rakovsky revelou um plano surpreendente e convincente para iniciar a Segunda
Guerra Mundial, aceito por Stalin. Baseado nessa informação, Stalin libertou
Rakovsky. A entrevista foi testemunhada por Dr. José Landowsky, um polonês-
russo que vivia em Moscou. O interrogatório foi feito em francês e Dr. Landowsky
foi solicitado a traduzi-lo em russo. Além da cópia que fez para si, o documento
original será encontrado nos Arquivos Russos. A entrevista foi tirada de um
livro espanhol La Lucha Por El Poder Mundial e foi traduzida para inglês por
George Knupffe. A tradução inglesa pode ser encontrada no livro Sinfonia
Vermelha de J. Landowsky (Londres: The Plain Speaker Publishing Co., 43 Bath
Road, W6). O resumo a seguir foi extraído do Rumo ao Governo Mundial, Nova Ordem
Mundial, de Deirdre Manifold e editado por Cornelia R. Ferreira, Toronto:
Canisius Books, 1993, pp. 26~52. Nos parágrafos abaixo, as afirmações em
citações duplas são feitas por Rakovsky, exceto onde indicado em contrário.

O plano proposto por Rakovsky foi feito em 1938 antes do início da Segunda
Guerra Mundial iniciada em 1939 e foi literalmente realizado. O plano revela
que:

1. O Primeiro Comunista Internacional foi organizado por Adam Weishaupt que


tinha conexão com a Casa de Rothschild.

2. Karl Marx e os mais altos chefes daquele Primeiro Comunista Internacional


eram controlados pelo Barão Lionel Rothschild.

3. A Casa de Rothschld estava entre o Financial Internacional (FI) que criou o


Revolucionário Internacional: "para criar com a ajuda do Capitalismo, acúmulo
do mais alto grau, para impelir o proletariado às greves, semear desesperança,
e, ao mesmo tempo criar uma organização que deve unir os proletariados com o
propósito de levá-los à revolução. Isso para escrever o capítulo mais majestoso
da história". A mãe dos cinco irmãos Rothschild observou: "Se meus filhos assim
desejam, então não haverá guerra". Nas palavras de Rakovsky: "Isso significa
que eles eram os hárbitros da paz e da guerra, mas não imperadores... A guerra
em si já não é função revolucionária? Guerra - a Comuna. Desde aquele tempo
toda guerra foi um passo gigantesco rumo ao Comunismo..."

4. A Financial Internacional através de Jacob Schiff, um agente da Casa de


Rothschild, financiou o Japão na Guerra Russa-Japonesa na qual a Rússia foi
derrotada. Esta derrota precipitou a revolução em 1905 que preparou a condição
política para a vitória Bolchevique em 1917.

5. Trotsky estava entre os que tramaram o assassinato do Arquiduque austríaco


Ferdinando que provocou a Primeira Guerra Mundial. As derrotas do exército de
Tsar foram organizadas pela FI. Trotsky, mais que Lenin, foi colaborador de FI
que ordenou Kerensky a render o Estado ao Comunismo. Os Bolcheviques tomaram
aquilo que a FI lhes deu. O Comunismo é muito mais devedor de Kerensky que
Lenin.

6. A FI financiou a Revolução de Outubro, Rakovsky disse "em particular através


daqueles mesmos banqueiros que financiaram o Japão em 1905, i. e., Jacob Schiff
e irmãos Warburg; isto significa através das grandes constelações bancárias,
através de um dos cinco bancos que são membros da Federal Reserve , através do
banco de Kuhn, Loeb e companhia... Além de outros banqueiros americanos e
europeus, tais como Guggenheim, Hanquer, Breitung, Aschber, o Nye-Banken de
Estocolmo. Eu estava ali "por acaso" em Estocolmo, e participei da transferência
dos fundos. Até chegar Trotsky, eu era a única pessoa que era um intermediário
do lado revolucionário".

7. A FI obteve para Lenin e Trotsky passe livre pelos territórios controlados


pelas forças Aliadas.

8. A Maçonaria estava envolvida na Revolução Bolchevique.

9. O Tratado de Versalhes e a Liga das Nações serviram como pré-condição


revolucionária. O Tratado de Versalhes foi elaborado para criar pré-condições
para a proletarização da Alemanha, para o desemprego e fome, como o resultado
do qual a Revolução Comunista na Alemanha deveria ter triunfado.

10. A FI queria Trotsky como ditador da União Soviética ao invés de Stalin de


modo que a FI pudesse ser a cabeça do Comunismo Internacional. A ditadura
absoluta de Stalin era demais para o sustento da FI. Acharam que ele tinha se
tornado um outro Tsar. O seu maior erro foi sujeitar a Revolução ao Estado ao
invés do Estado à Revolução. Mas a FI temia que se Stalin fosse destruído, o
Comunismo pudesse ser destruído com ele.

11. Para destruir o Estado Burguês, a guerra é necessária. Mas a guerra não
deve ser empreendida contra a União Soviética.

12. Portanto a solução para esse problema era FI financiar Hitler a subir ao
poder. Os Warburgs foram enviados como Embaixadores a Hitler e concordaram em
financiar o Partido Nacional Socialista, e este último recebeu num par de anos
milhões de dólares, enviados do Wall Street, e milhões de marcos dos financistas
alemães através de Schacht. Entretanto, Hitler violou a regra: ele se apoderou
do privilégio de fabricar dinheiro, e não apenas dinheiro físico, mas também
financeiro. Assim Hitler foi destinado à destruição juntamente com os Estados
Burgueses.

13. As outras duas razões para a guerra são o nacionalismo e o Cristianismo.


Rakovsky afirmou: "Na realidade, o Cristianismo é nosso único inimigo
verdadeiro".

14. "Todo comunista sincero imitando o seu ídolo Lenin, e os maiores


estrategistas revolucionários devem sempre desejar a guerra. Nada é tão efetivo
em trazer a vitória da revolução que a guerra. Este é o dogma Marxista-
Leninista".

15. O plano é forçar Hitler a avançar em direção ao ocidente contra os Aliados


cujos países são todos Cristãos, ao invés do oriente. A FI se certificará de
que os Aliados declarem guerra somente ao Hitler e não à União Soviética. Ao
contrário, a União Soviética deve ser ajudada. Os EUA não entrarão em guerra a
menos que sejam atacados. "Mas os dirigentes americanos poderão fazer com que
sejam atacados. A agressão contra a América pode ser inventada. Os Estados
Capitalistas se destruirão uns contra os outros se provocarmos um choque entre
as suas duas asas: o fascismo e a burguesia".

16. Há apenas um propósito, um único propósito: o triunfo do Comunismo. Não é


Moscou que quer impor a sua vontade sobre os Estados democráticos, mas Nova
York; não o 'Cominterno', mas o 'Capiterno' de Wall Street". Na guerra, os
estados democráticos e os estados fascistas estarão exaustos, mas a União
Soviética ganhará força. "Quem além dela seria capaz de impor à Europa tal óbvia
e absoluta contradição? Que força pode levá-la rumo ao completo suicídio? Apenas
uma força é capaz de fazê-lo: dinheiro. Dinheiro é a força e a única força".

17. "A quebra da Bolsa em 24 de outubro de 1929 foi mais importante para a
revolução comunista que a Revolução de Outubro. Foi chamada uma verdadeira
revolução", pois ela iniciou a grande depressão. Rakovsky diz: "Os quatro anos
do governo de Hoover são os anos de progresso revolucionário: entre doze e
quinze milhões em greve. Em fevereiro de 1933, acontece o último golpe da crise
com o fechamento de bancos. É difícil fazer mais do que aquilo que o capital
fez a fim de quebrar o "americano típico", que ainda estava sobre as bases
industriais, e sob aspecto econômico, escravizado pela Wall Street... Os quatro
anos do governo de Hoover foram usados para a preparação de reserva de forças
nos EUA e na União Soviética, ali, por meio da revolução financeira, e aqui,
com a ajuda da guerra e a derrota que seguiria... Você pode entender que a
execução do plano em tal escala exige um homem especial, que pode dirigir o
poder executivo nos EUA, e que foi predeterminado para ser a força organizadora
e decisiva. Esse homem foi Franklin e Eleanor Roosevelt. E permita-me dizer que
esse ser bissexual não é simplesmente ironia. Ele tinha que evitar qualquer
possível Dalila".

18. Você verá, por exemplo, o fenômeno paradoxal que toda uma multidão de
pessoas, inimigos de Stalin, o ajudarão - não, eles não serão necessariamente
proletários, nem espiões profissionais. Aparecerão pessoas influentes em todos
os níveis da sociedade, mesmo nos cargos mais elevados, que ajudarão o Comunismo
Stalinista formal quando se tornar, senão real, pelo menos Comunismo objetivo...
Em Moscou há Comunismo, em Nova York, Capitalismo. É tudo o mesmo como uma tese
e antítese. Analise ambos. Moscou é Comunismo subjetivo, mas Capitalismo (o
Estado objetivo). Nova York: Capitalismo Internacional, mas Comunismo objetivo.
Uma síntese pessoal, a verdade: a Financial Internacional, a Capitalista-
Comunista - "Eles".

19. Antes do julgamento de Rakovsky em 11 de março de 1938 o Embaixador norte-


americano Davis sugeriu que muito se poderia lucrar na opinião pública da
América se fosse efetivada uma anistia para Rakovsky. O Embaixador assistiu ao
julgamento em que a corte por fim declarou que Rakovsky não se envolveu em
qualquer conspiração contra o Estado. Após ser libertado, Rakovsky confessou
que ele fez um sinal secreto de cumprimento maçônico a Davis.

Todos os acontecimentos que se seguiram após esta entrevista em 1938 ocorreram


como se fossem tirados de um "script" de filme. Professor Anthony C. Sutton em
seu livro Wall Street e a Ascenção de Hitler (Seal Beach,CA: '76 Press,1976)
prova conclusivamente que os financistas norte-americanos providenciaram
dinheiro e material a Hitler para provocar a Segunda Guerra Mundial. Que os
banqueiros internacionais participaram no financiamento da revolução
Bolchevique conforme documentado no seu livro Wall Street e a Revolução
Bolchevique (Rochelle, NY: Arlington House, 1981) juntamente com as outras
informações fornecidas por outros autores que não podem ser questionados.
Somando-se a isso, Sutton no seu monumental livro de 3 volumes A Tecnologia
Ocidental e o Desenvolvimento Econômico Soviético 1917~1965 (Stanford, CA:
Hoover Institution Press,1973) demonstra além de uma dúvida razoável que toda
a tecnologia, o "know-how", muitas das matérias-primas e o fundo para construir
as máquinas industriais e militares com as quais a União Soviética ameaçou o
mundo livre, vieram dos EUA. Naquela máquina militar ameaçadora poderia muito
bem, estar estampada: "Made in the USA".

A maior assistência militar e tecnológica ao governo russo veio durante a


Segunda Guerra Mundial sob o Programa "Lend-Lease". O governo dos EUA forneceu
mais de 11 bilhões de dólares em bens-de-guerra aos sovietes desde os caçadores
de submarinos, bombardeiros e caças, canhões navais a refinarias de petróleo,
locomotivas, fábricas, caminhões e "trailers". Pior de tudo: o governo dos EUA
deu à Rússia a bomba atômica em 1943. Isso foi descoberto pelo Major George
Racey Jordan que era oficial encarregado de transferir fornecimentos de "Lend-
Lease" através da base aérea de Great Falls, Montana. Ele encontrou documentos
sobre a fabricação da bomba e material (quase três quartos de tonelada de
urânio). James Roosevelt, o filho do Presidente Franklin Roosevelt, numa novela
de 1980 Um Assunto Familiar detalha como seu pai deu à Rússia os planos de
construir a bomba atômica entre 1943 e 1944. A capa do livro informa ao leitor
que James Roosevelt "escreveu uma novela de drama e autenticidade de "arrepiar".
A Rússia explodiu a sua primeira bomba atômica em 1949 (A. Ralph Epperson, A
Mão Invisível, Tucson, Arizona: Publius Press,1985, p. 330~331).

Apenas um ponto a mais necessita ser esclarecido: como os EUA entraram na


guerra? Eis aqui um trecho do artigo "Falso Terror - A Estrada para a Ditadura"
de Alex Jones (www.infowars.com).

"O caminho aberto para a guerra foi criado quando o Japão assinou um acordo
tripartido com a Itália e a Alemanha, com todas as partes assegurando defesa
mútua uma à outra. Hitler nunca declararia guerra contra os EUA não obstante a
provocação, e os meios para forçar o Japão a fazê-lo estavam prontos e às mãos".

"O primeiro passo foi colocar embargo sobre o petróleo e o aço ao Japão, usando
como motivo as guerras japonesas no continente asiático. Isso forçou o Japão a
considerar a invasão de regiões ricas em petróleo e mineral na Indonésia. Com
as forças militares europeias exaustas pela guerra na Europa, os EUA eram a
única força no Pacífico capaz de obstruir o Japão para invadir as Índias
Orientais holandesas. Ao transferir a frota pacífica de San Diego para Pearl
Harbor, Havaí, Roosevelt fez um movimento de preempção naquela frota num
primeiro passo obrigatório em qualquer plano japonês de estender o seu império
à 'área do manancial sul'.
"Roosevelt isolou o Japão tão completamente quanto Crasso ao Espártaco. Japão
necessitava de petróleo. Tinha que invadir a Indonésia para obtê-lo. Primeiro
teria que remover a ameaça da frota americana em Pearl Harbor. Nunca houve
verdadeiramente qualquer outra alternativa".

"A fim de enfurecer ao máximo o povo americano, Roosevelt precisava que o


primeiro ataque aberto do Japão fosse o mais sangrento, comparável a uma das
investidas que os japoneses fizeram contra os russos. Daquele ponto até o ataque
em Pearl Harbor, Roosevelt e os seus comparsas se certificaram que os
comandantes em Havaí, General Short e Almirante Kimmel, fossem deixados na
"penumbra" o mais possível quanto à localização da frota japonesa e das suas
intenções. Tornaram-se assim bodes expiatórios para o ataque. (O Congresso
reconsiderou recentemente os dois postumamente restaurando lhes suas antigas
graduações).

"Porém, conforme o Conselho da Armada concluiu na época e confirmado pelos


documentos não oficiais, Washington DC sabia que o ataque estava chegando, sabia
exatamente onde estava a frota japonesa, e para onde se dirigia". (De fato,
Roosevelt transferiu os porta-aviões com caças e "destroyers" de proteção para
tornar Pearl Harbor um melhor 'cordeiro').

"Em 29 de novembro, o Secretário do Estado Hull mostrou ao repórter do United


Press, Joe Leib uma mensagem com a hora e o local do ataque. O jornal New York
Times no seu número especial de 08/12/41 sobre Pearl Harbor, à página 13,
informou que a hora e o local do ataque eram conhecidas com antecedência!

"A tão propalada afirmação de que a frota japonesa manteve mudo o rádio no seu
caminho para Havaí era uma mentira. Entre outras informações interceptadas e
ainda em posse dos Arquivos de NSA se encontra uma mensagem NÃO CODIFICADA
enviada pelo navio-tanque Shirya dizendo, 'procedendo à posição 30.00 N, 154.20
E. Previsão de chegada ao ponto em 03 de dezembro' (próximo a Havaí)".

Franklin Roosevelt disse uma vez: "As coisas não acontecem por acaso; elas
acontecem conforme planejado". Uma ilustração de como "as coisas são planejadas"
é fornecida por uma citação do livro Longe e Amplo (Far and Wide) do famoso
escritor britânico Douglas Reed (Londres: Jonathan Cape, 1951). Nessa citação,
Reed reporta à profecia feita em 1942:

"Com que propósito real Sr. Roosevelt se utilizou do seu poder imperial? Ele
levou adiante o princípio fundamental de um plano para a redistribuição da terra
publicado em 1942 (mas claramente preparado muito antes) por um misterioso
'Grupo para uma Nova Ordem Mundial', encabeçado por um Sr. Moritz Gomberg. O
que esse grupo propôs parecia utópico na época, mas tudo assim se realizou. As
principais recomendações eram de que o Império Comunista fosse estendido do
Pacífico até o Reno, com China, Coréia, Indochina, Sião e Malásia na sua órbita;
e que o Estado Hebreu fosse constituído. Esses dois projetos foram largamente
concretizados. Canadá e numerosas 'ilhas estratégicas' passariam para os EUA (o
leitor deve manter na mente esse termo 'ilhas estratégicas'). Os países
restantes da Europa Ocidental desapareceriam num 'Estados Unidos da Europa'
(isso tem sido perseguido vigorosamente no presente). O continente Africano
tornar-se-ia uma 'União das Repúblicas'. A comunidade britânica seria deixada
bem mais reduzida, as Índias Orientais holandesas juntando-se à Austrália e
Nova Zelândia. O esquema parece uma planta de projeto do segundo estágio de uma
grande operação de três estágios, e as suas partes substanciais foram
concretizadas; o que ainda não se realizou está sendo implementado
energicamente" (pp. 245~246)

O relatório acima do Sr. Reed é bastante profético. Só deixou de dizer que quase
tudo do plano do misterioso Grupo para uma Nova Ordem Mundial foi realizado.

Parte 7: A Franco-Maçonaria define dispositivos para o estabelecimento do


governo de um único mundo

I. O Conselho de Relações Exteriores

· Abraham afirma que uma das principais razões dos Illuminati agir nos
bastidores para fomentar a Primeira Grande Guerra era para criar no seu final,
um governo mundial para controlar os recursos do mundo. O ponto essencial da
venda era a paz. A professora Carroll Quigley (MacMillan, N. York, 1966) nos
informa que a organização secreta Távola Redonda foi criada pelo clã Rothschild,
para ser encabeçada por Lorde Milner, usando o dinheiro de Cecil Rhodes. (Será
uma coincidência que o fundo de bolsa de estudos Rhodes foi criado e um dos
seus beneficiados, Bill Clinton, nomeado e eleito Presidente dos EUA?) A Távola
Redonda agiu nos bastidores da mais alta cúpula do governo inglês, influenciando
sua política exterior e o envolvimento da Inglaterra nos acontecimentos da
Primeira Guerra Mundial.

· A professora Quigley nos conta que em Nova York, o Grupo Távola Redonda era
conhecido como o Conselho de Relações Exteriores (Council on Foreign Relations
- CFR). De acordo com Quigley, as mais importantes dinastias financeiras da
América pós-Primeira Guerra Mundial eram (somando-se a Morgan) a família
Rockefeller, Kuhn, Loeb & Company, Dillon Read & Company e Brown Bros.,
Harriman. Os fundadores do CFR incluem aqueles que financiaram a Revolução
Bolchevique. O CFR tornou-se conhecido como “O Estabelecimento”, “o governo
invisível” e “escritório de negócios exteriores Rockefeller” São Miguel
chamou David Rockefeller de homem que se esconde atrás da máscara e rege os
EUA.

· O domínio e controle do CRF sobre o Departamento do Estado dos EUA está


contido na Publicação do Departamento do Estado 2349, Relatório para o
Presidente sobre os Resultados da Conferência de São Francisco. É o relatório
do Secretário Edward R. Stettinius (CFR) para o Presidente Truman. Este
documento afirma que novos problemas após a guerra requerem uma comissão
especial para serem tratados. Como resultado, foi formada uma Comissão de
Problemas Pós-Guerra com os altos oficiais do Departamento do Estado (todos
menos um eram membros do CFR) apoiada por uma equipe de investigação que já
trabalhou para CFR mas que agora tinha se transformado numa parte do
Departamento do Estado como Divisão de Investigações Especiais. Após Pearl
Harbor, a Comissão de Problemas Pós-Guerra tornou-se Comissão de Conselho sobre
Política Exterior Pós-Guerra. (Veja também o libreto do CFR, A Record of Twenty
Years, 1921-1947).

· Este é o grupo que projetou as Nações Unidas. O terreno em Manhattan, Nova


York onde agora se situa o prédio das Nações Unidas foi doado por Rockefeller.
(cf. P. Collier and D. Horowitz, The Rockfellers An American Dynasty, Holt,
Rinehart Winston, 1976, pp. 246-247).

· A Monitora da Ciência Cristã indica o fantástico poder que CFR tem tido
durante as últimas seis administrações (antes do segundo mandato de Sr. Reagan):
“Quase a metade dos membros do Conselho tem sido convidado para assumir
posições de governo oficial ou para servir de consultores num período ou
noutro”. As políticas fomentadas por CFR nos campos da defesa e relações
internacionais tornaram, com a regularidade que desafia as leis da mudança, as
políticas oficiais do Governo Norte-Americano. (Abraham, pp. 94-95)

· O CFR dominou o Departamento de Estado do Presidente Kennedy, seu Gabinete,


e a equipe da Secretaria do Estado Dean Rusk. Anthony Lukas da New York Times
escreveu: “Dos 82 primeiros nomes na lista preparada para auxiliar o
Departamento de Estado do Presidente Kennedy, 63 eram membros do Conselho.
Kennedy uma vez reclamou, ‘Eu queria ter umas caras novas aqui, mas tudo que
consigo são sempre os mesmos nomes’. (James W. Wardner, The Planned Destruction
of America, P. O Box 163141, Altamonte Springs, Florida 32716-3141; 407-865-
9722, p. 60)

· O Presidente Nixon escolheu 110 membros para os mais altos cargos não-
elegíveis no seu governo (Wardner, op. cit., p. 59).

· O Presidente Carter escolheu mais de 70 homens do CFR e mais de 20 membros


da Comissão Trilateral (TC) para os mais altos cargos não-elegíveis do governo.
(Wardner, op. Cit., p. 58)

· O Presidente Reagan escolheu mais de 80 indivíduos para a sua administração,


membros de CFR, Comissão Trilateral, ou ambas. Note-se especialmente o seu
concorrente, o Trilaterista George Bush. Reagan indicou para os mais altos
cargos do governo: 64 membros de CFR, 6 membros de TC, 6 de ambos, e 5 antigos
membros de TC. (Wardner op. cit., p. 56)

· A maioria dos oficiais de gabinete da primeira administração do Presidente


Clinton era membros do CFR incluindo o Secretário do Estado, o Vice-Secretário
do Estado, o Secretário da Defesa, o Conselheiro de Segurança Nacional, o Vice
Conselheiro de Segurança Nacional, o Diretor da CIA, o Presidente do Conselho
de Inteligência Estrangeira, o Secretário do Tesouro, o Vice-Secretário do
Tesouro, a Secretaria da Saúde e Serviços Humanos, a Secretaria de Habitação e
Desenvolvimento Urbano, a Secretaria do Interior, o Subsecretário para Assuntos
Políticos, o Secretário Assistente para negócios de Extremo Oriente e Pacífico,
o Coordenador de Apoio para Mercado Comum de Estados Independentes, o Vice-
Diretor do Escritório de Negócios e Orçamento, o Presidente do Conselho de
Negócios Econômicos, a Embaixadora dos EUA nas Nações Unidas (Madeleine Albright
que foi responsável pela legislação de política estrangeira durante o governo
Carter e foi Diretora de fomento ao governo mundial Atlantic Council, agora
Secretária do Estado sob Clinton.) (Wardner, op. cit., pp. 51-52)

· Dr. James W. Wardner no seu livro bem documentado lista o seguinte:

· Das dezoito secretarias do tesouro, doze têm sido membros do CFR.

· Dos dezesseis secretarios do estado, doze têm sido membros do CFR (quatro
foram presidentes da Fundação Rockefeller).

· O Departamento de Defesa, criado em 1947, tem tido quinze secretários; nove


têm sido CFR.

· A CIA também criada em 1947, tem tido onze diretores dos quais sete foram do
CFR.

· Seis dos sete superintendentes do West Point tem sido do CFR.

· Todo o comandante do Aliado na Europa tem sido de CFR.

· Todo o embaixador americano à Nato TEM SIDO CFR.

· As quatro posições chave em toda a administração, Republicana ou Democrata,


são rotineiramente preenchidas por membros da CFR:

· Conselheiro da Segurança Nacional

· Secretaria do Estado

· Secretaria da Defesa

· Secretaria do Tesouro

· Há número crescente de membros do CFR nas cadeiras legislativas do governo.


Pat Schroeder (D-CO), Christopher Dodd (D-CT), Newt Gingrich (R-GA), Warren
Rudman (R-NH), Bob Graham (D-FL), Thomas Foley (D-WA), Charles Robb (D-VA),
John D. Rockefeller, IV (D-WV) são todos os membros.

· George Bush teve 387 membros do DFR na sua administração. Ronald Reagan teve
313.

· O time de Clinton e Gore é financiado e apoiado pelo CFR também. Clinton é


o membro do Conselho nas Relações Exteriores e na Comissão Trilateral.

· Perot, o concorrente presidencial em 1992, escolheu pessoal do CFR para tocar


a sua campanha.

· O total de membros do CFR em dezembro de 1992 era 2905.


· O objetivo do CFR e do Departamento de Estado controlado por CFR é de
desarmar completamente o mundo inteiro incluindo a América e deixar que as
Nações Unidas tenha o monopólio nas forças armadas que eles chamam Força da
Paz das Nações Unidas. (Wardner, op. cit., 67-68).

· No seu surpreendente livro The Most Secret Science, o Coronel da Força Aérea
aposentado Archibald Roberts afirma: “Sob seu plano, os Estados Unidos
financiarão e manejarão um complexo militar totalitário das Nações Unidas”
(Wardner, op. cit., p. 68). De acordo com CFR e sua agência o Departamento dos
EUA, nem mesmo os EUA teriam o poder para desafiar a Força da Paz das Nações
Unidas. Consequentemente, continua Coronel Roberts: “A enormidade desta
subversão é quase incompreensível - assim como o fracasso do povo americano
para protestar contra a ab-rogação criminal da Constituição Dos EUA. Como um
soldado americano, sinto amargamente vê-la transformada numa organização da
qual cada preceito e a própria existência é contravenção à Constituição que
jurei defender” (p. 133, citado em Wardner, op. cit., p. 68).

· Enquanto isso, a mídia divulga e discute tudo exceto os planos do CFR e seus
objetivos. Isto porque, de acordo com o próprio relatório de CFR, 262 de seus
membros são jornalistas, correspondentes e executivos da comunicação”
(Wardner, op. cit., p. 70).

· O Illuminati, através do CFR espalham a sua influência para outras áreas


vitais da sociedade americana. Os seus membros dirigem ou dirigiram a NBC, CBS,
ABC, the New York Times, the Washington Post, the Los Angeles Times, the Chicago
Sun, the Deg Moines Register, the Wall Street Journal, Time, Life, Newsweek,
Fortune, Business Week.

· Eis a lista dos mais conhecidos repórteres e âncoras que foram ou são membros
do CFR:

· CBS: Bill Moyers CFR, William Paley CFR, Dan Rather CFR, Harry Reasoner CFR.

· NBC: Tom Brokaw CFR, John Chancellor CFR, Marvin Kalb CFR, Irving R. Levine
CFR.

· ABC: David Brinkley CFR, Ted Koppel CFR, Diane Sawyer CFR, John Scali CFR,
Barbara Walters CFR.

· CNN: Daniel Schorr CFR.

· PBS: Hodding Carter III CFR, Jim Lehrer CFR, Robert McNeil CFR.

(A lista é baseada em James Wardner, Planned Destruction of America, p. 143)

· É uma conspiração de silêncio entre a mídia para manter o povo americano no


escuro sobre o plano do CFR para subverter a Constituição dos EUA e criar um
governo mundial único e ditatorial sob a liderança do Anticristo emergente. Em
seu discurso de abertura para o encontro secreto de Bilderberger, Alemanha em
1991, David Rockefeller incluiu o reconhecimento: “Estamos gratos a Washington
Post, The New York Times, revista Time, e outras publicações cujos diretores
têm participado dos nossos encontros e respeitado as suas promessas de discrição
[silêncio] por quase quarenta anos... Seria impossível desenvolvermos o nosso
Plano para o mundo se fôssemos sujeitos a luzes fortes da publicidade durante
todos estes anos.”(Larry Abraham, Insider Report, janeiro de 1992, p. 2).Em
outras palavras, o sucesso da conspiração para estabelecer governo mundial único
sob Anti-Cristo é devido em parte à cooperação do setor de mídia. Quando o
Anticristo finalmente chegar no cenário mundial, vocês acham que o pessoal da
mídia estará do nosso lado, o lado da liberdade?

II. A Comissão Trilateral

As raízes da Comissão Trilateral (TC) originam-se num livro denominado Entre


Duas Eras (Between Two Ages) escrito pelo Zbigniew Brzezinski em 1970 enquanto
era um professor da Universidade de Columbia na cidade de Nova York. David
Rockefeller leu o livro e ficou impressionado com o seu conteúdo. O livro
inspirou Rockefeller a criar a TC.

· Em julho de 1972, os 8 membros do CFR, dentre os quais David Rockefeller e


Zbigniew Brzezinski fundaram a Comissão Trilateral. O propósito da Comissão é
engendrar uma parceria duradoura entre as classes dirigentes da América do
Norte, Oeste Europeu e Japão - daí o termo “Trilateral”- na tentativa de
influenciar a opinião pública e as decisões governamentais de tal maneira que
os povos, governos e economias de todas as nações devam servir às necessidades
de bancos multinacionais e corporações. Para conseguir tal intento, os
Trilateralistas deveriam controlar tanto a dependência e a democracia –
nacional e internacionalmente. Em outras palavras, devem reduzir a massa à
dependência e suprimir a democracia e qualquer voz de protesto através de
controle e vigilância. A última meta seria estabelecer uma economia mundial
única, um governo mundial único, um sistema monetário único, e uma única
religião. Os seguintes trechos de documentos oficiais de TC, junto com escritas
e discursos dos membros fundadores confirmam isto:

· Em seu livro Sem Desculpas (With No Apologies, 1979), o Senador Barry


Goldwater escreve: “O CFR é o ramo americano de uma sociedade que se iniciou
na Inglaterra. De caráter internacional, o CFR, junto com o Movimento de União
Atlântica, e o Conselho Atlântico dos EUA, prega que as fronteiras nacionais
deveriam ser eliminadas e estabelecida uma regra de um único mundo... O que os
Trilateralistas verdadeiramente desejam é a criação do poder econômico mundial
superior ao governo político das nações-estados envolvidas. Como empresários e
criadores do sistema, eles guiarão o mundo.... Na minha visão, a Comissão
Trilateral representa um hábil esforço coordenado para apoderar-se do controle
e consolidar os quatro centros do poder: político, monetário, intelectual e
eclesiástico” (With No Apologies, pp. 128, 284).

· A TC decidiu que “as autoridades econômicas dos...maiores países devem


começar a pensar em termos de se orientar para uma única economia mundial, e
reorientar as relações econômicas internacionais entre países” (A Reforma das
Instituições Internacionais: Um Relatório da Força de Tanque Trilateral nas
Instituições Internacionais para Comissão Trilateral, N. York: A Comissão
Trilateral, 1976, p. 22)

· A fim de alcançar a meta da dominação mundial em forma de governo de um único


mundo, os Trilateralistas precisam controlar os EUA e seus governos.

· O Senador Barry Goldwater observou, “Considerando que o Conselho de Relações


Exteriores é distintamente nacional em seus membros, a Comissão Trilateral é
internacional. A sua representação está localizada igualmente no Oeste Europeu,
no Japão e nos Estados Unidos. Está planejado para ser o veículo para a
consolidação multinacional do comércio e interesse bancário, tomando o controle
do governo político dos EUA” (With No Apologies, p. 280).

· Holly Sklar, no seu livro Trilateralismo, diz, “Estes homens fazem as mais
importantes políticas internacionais, econômicas, e domésticas do governo dos
EUA hoje; definem as metas e direção da administração” (p. 208)

· No Kissinger no Sofá (1975) a autora Phyllis Schlafly e o ex-membro do CFR


Chester Ward afirmam: “Uma vez determinado pelos membros de CFR que política
particular o governo dos EUA deve adotar, uma verdadeira equipe de pesquisa
substancial do CFR é colocada a trabalhar para desenvolver argumentos,
intelectual e emocional, para apoiar a nova política e para confundir e
desacreditar, intelectualmente e politicamente, qualquer oposição...” De
acordo com Ward, a metas do CFR é a submersão da soberania dos EUA e
independência nacional para um poderoso governo mundial único... Esta cobiça
para derrotar a soberania e independência dos EUA é difundida através da maioria
dos membros... Em todo o dicionário do CFR, não há palavra de ação que carrega
um significado tão profundo quanto ‘América primeiro’ (Dennis L. Cuddy e
Robert H. Golsborough, The Network of Power and Part II The New World Order:
Chronology and Commentary, Baltimore: The American Research Foundation, Inc.,
1993, p. 17)

· O Senador Goldwater revelou, “David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski


encontraram no Jimmy Carter um candidato ideal. Ajudaram-no a vencer a nomeação
e a presidência. Para conseguir esse intento, mobilizaram o poder monetário dos
banqueiros de Wall Street, a influência intelectual da comunidade acadêmica -
que é subserviente para os bens das grandes fundações com isenção de impostos
- e os controladores da mídia representados pelos membros de CFR e TC” (With
No Apologies p. 286). O Senador Goldwater continua: “Brzezinski e Rockefeller
convidaram Carter para ser um membro da TC em 1973. Logo a seguir começaram a
prepará-lo para a Presidência... Chegamos até a nossa presente situação de
perigo no mundo e no lar porque os nossos líderes têm se recusado a dizer a
verdade... a menos que professemos a acreditar na verdade, despertem, o mundo
está fadado a um período de escravidão” (With No Apologies, p. 299). Agora
vocês entendem como um virtual desconhecido pôde chegar à presidência em 1976.
Carter foi rotulado o maior “outsider”, mas na verdade era um “insider” -
um Trilateralista.
· No início do processo de nomeação de Carter o Washington Post afirmou, “Se
você gosta da teoria da conspiração sobre a maquinação secreta para tomar o
mundo, adorarão a administração do Presidente eleito Jimmy Carter...” (16 de
janeiro de 1977) (Comentário: A conspiração pelos Trilateralistas não é mais
uma teoria, mas um fato! Porém, certamente a Washington Post faz parte da
conspiração).

· Nas suas memórias da Casa Branca, Brzezinski admitiu, “Além disso, toda a
voz de decisão da política estrangeira chave da Administração Carter serviu
previamente na Comissão Trilateral...” (Power & Principle: Memoirs of the
National Security Advisor, 1977-1981, New York: Farrar, Straus. Giroux, 1983,
p. 289) A U.S. News and World Report avaliou o impacto do poder dos
Trilateralistas sob Carter: “Os Trilateralistas têm dominado as definições da
política exterior na Administração Carter, e o imenso poder que revelam está
reluzindo alguma controvérsia. Membros ativos ou ex-membros da Comissão
Trilateral agora encabeçam cada representação chave envolvida em mapear a
estratégia dos EUA para tratar com o resto do mundo... Alguns vêem esta
concentração do poder como uma conspiração em movimento” (21 de fevereiro de
1977)

· Já que Brzezinski, que se tornou o seu diretor executivo fundador, fornece


subsídios para a criação da TC, gostaríamos de aprofundar no exame das idéias
contidas no seu livro Entre Duas Eras (p. 300):

· “Embora o Stalinismo tenha sido uma tragédia sem necessidade para o povo
russo, e o comunismo com um ideal, há a intelectualmente torturante
possibilidade para o mundo todo de que foi, ao nosso ver, uma bênção em
disfarce” (Nota: Stalin massacrou pelo menos 20 milhões de pessoas e aqui
Brzezinski aplaude a ideologia desse assassinato em massa.).

· “O Marxismo representa um avançado estágio vital e criativo no amadurecer


da visão universal do homem. O Marxismo é simultaneamente uma vitória da razão
sobre a crença” (Nota: ele acredita no deus da razão).

· “Na ausência do consenso social as necessidades emocional e racional da


sociedade podem ser unidas. A comunicação de massa torna isso fácil de se
conseguir - na pessoa de um indivíduo que é visto como ... fazendo as necessárias
inovações na ordem social.”(Nota: Ele invoca por um indivíduo carismático que
pode mudar a ordem social, i.e. o Anticristo).

· “Tal sociedade seria dominada por uma elite cuja reivindicação para o poder
político está no suposto conhecimento científico superior. Desimpedida pelas
limitações de valores tradicionais liberais, esta elite não hesitaria em obter
a sua finalidade política pelas últimas técnicas modernas de influenciar o
comportamento público e mantendo a sociedade sob rígida observação e controle”.

· “Movimento em direção a tal comunidade (de nações desenvolvidas) ...


envolveria a criação de conexão entre os Estados Unidos, Oeste Europeu, e Japão
(um objetivo chamado Comissão Trilateral)”.
· Embora o objetivo de moldar uma comunidade de nações desenvolvidas é menos
ambicioso que a meta de governo mundial, ele é mais viável”.

· “A União Soviética poderia ter emergido como o porta-estandarte do sistema


de pensamento mais influente deste século e como o modelo social para resolver
os dilemas chaves enfrentados pelo homem moderno”.

· “O Marxismo forneceu a melhor compreensão na avaliação da realidade


contemporânea. A teoria marxista [é] o sistema de pensamento mais influente
deste século”.

· “A aproximação dos 200 anos da Declaração da Independência poderia


justificar um chamado para uma convenção Constitucional nacional para reexaminar
a estrutura institucional formal da nação”.

· As idéias de Brzezinski acima se encaixam exatamente com as do David


Rockefeller que afirmou em 1973 após a sua visita à China:

· A experiência social da China sob liderança do Presidente Mao é uma das mais
importantes e bem-sucedidas da história humana” (citado pelo New York Times,
“From a China Traveller”10 de agosto de 1973). Entre a experimentação social
havia a criação de um sistema comunal no qual “a unidade familiar é destruída...
As crianças são tiradas dos pais e colocadas num berçário do governo... Os pais
podem ver seus filhos uma vez por semana e, quando eles os vêem, não podem
mostrar afeição para com elas. A ideia é forçar as crianças e a família a
dirigir as suas afeições somente para o estado. Os nomes são tirados das crianças
e elas recebem números. Não há uma identidade individual... O sistema comunal
está destruindo a moralidade na China Vermelha: Não há moralidade porque o amor
da família lhes é tirado. Não há honestidade e respeito entre os homens. Não
existe dignidade humana: todos são como animais. Não existe culpa associada com
o assassinato de indivíduos para o desenvolvimento do estado” (Declaração
juramentada diante da Comissão de Atividades Não Americanas, pelo Reverendo
Shik-Ping Wang, Diretor da Ásia Oriental da Sociedade Internacional de
Atividades Evangélicas. Em Myron C. Fagan, The Truth About “National Council
of Churches”, CPA Book Publishers, Boring, Oregon, p. 10)

· Este é o sistema comunista que Rockefeller aplaude, um sistema em que 64


milhões de pessoas foram mortas como resultado do experimento social de Mao. O
número é baseado no relatório da Subcomissão da Segurança Interna do Senado dos
EUA.

· No maior documento da posição da Comissão Trilateral intitulado “A Crise da


Democracia” os autores Michael Crozier, Samuel Huntington e Joji Watanuki,
concluem que a participação popular na política governamental das nações
Trilaterais é uma má proposição. De acordo com o estudo, as elites dirigentes
dos EUA e Oeste Europeu já estão enfrentando focos de dissensão das classes do
seu povo e que será necessário “restaurar uma relação mais eqüitativa entre
autoridade governamental e controle popular”. Em outras palavras, o poder das
elites Trilaterais e os governos que controlam deve ser fortalecido - e o poder
popular reduzido.

· Em 1981 no livro Ditadura Democrática: A Emergente Constituição do Controle


Arthur S. Miller descreve uma “nova ordem feudal” controlada por elitistas,
e declara que “a ditadura virá - está chegando - porém com a aquiescência do
povo... A meta é o homem ‘previsível”.

· Em vista dos pensamentos marxistas apoiados por Brzezinski e Rockefeller,


que são também predominantes entre os Trilateralistas, não é surpresa que
aceitem o holocausto, os assassinatos em massa, e a ditadura dos regimes
comunistas. A questão que vem imediatamente à mente é: quem está sendo racional
aqui, os Trilateralistas - as elites - ou o povo dominado por eles? De fato,
estamos chegando a uma era de barbárie onde a decisão da elite não é mais guiada
pela razão, muito menos por Mandamentos de Deus, mas ao contrário, pelas paixões
dominantes como a ganância pelo poder e por dinheiro. Na era de barbárie,
esperaríamos caos e desordem. Isso é exatamente o que espera o Anticristo para
que a população do mundo o aceite como “salvador”.

· A pronta aceitação dos Trilateralistas de tais crimes contra humanidade


parece incompreensível se esquecermos um outro objetivo maior da TC: reduzir o
que se denomina “o aumento crescente da população” e resolver os problemas da
“superpopulação”. Ela apelou para os países desenvolvidos aumentar a sua ajuda
“substancialmente”, ao incluir, certamente, o “planejamento familiar” para
os países menos desenvolvidos. Mas estas subvenções não são sem contrapartida.
“As subvenções podem propriamente ser sujeitas às condições para conseguir os
seus objetivos estabelecidos” e “os países beneficiados cujo senso de
soberania nacional é abalado por tais condições podem declinar da assistência
externa”. Estas condições já são impostas em seções 102 e 104 (d) do Ato de
Desenvolvimento Internacional e Assistência de Alimento dos EUA - i. e., os
países que recebem a ajuda americana devem esforçar-se em diminuir o seu
crescimento populacional. (Towards a Renovated International System: A Report
of the Trilateral Integrators Task Force to the Trilateral Commission, N. York:
Trilateral Commission, 1977, p. 28). Daí, sabemos que o aborto (i.e.,
assassinato de bebês não nascidos) e o controle de natalidade são forçados
nestes países pobres que recebem a ajuda dos EUA e das Nações Unidas.

· Primeiro, o Relatório preparado pelo Clube Maçônico de Roma afirma que a


população mundial está crescendo fora do controle, os recursos não-renováveis
do mundo finalmente acabariam e a economia iria atolar em depressão e miséria.
Pior ainda: toda a civilização poderá cair em colapso como o resultado da falta
de resposta drástica para este problema crítico. (Donella H. Meadows, Dennis L.
Meadows etc., Os Limites para o Crescimento: Um Relatório para o Projeto de
Clube de Roma sobre o Estado da Humanidade, New York: Universe Books, 1972).
Depois, O Relatório Global 2000 da administração Carter, que foi essencialmente
escrito pelos Trilateralistas, predisse: Com a persistência da pobreza e miséria
humana, o crescimento cambaleante da população humana, e as demandas humanas
sempre crescentes, a possibilidade de tensão futura e o dano permanente da base
de recursos do planeta são muito reais.”(The Global 2000 Report to the
President: Global Future: Time to Act, preparado pelo Conselho de Qualidade
Ambiental e o Departamento do Estado dos EUA, Washington: Escritório de Imprensa
do Governo dos EUA, janeiro de 1981). No seu Discurso de Despedida em 14 de
janeiro de 1981, Presidente Carter reenfatizou a questão predominante que sua
administração tem lidado ao problema da “superpopulação”. (Jimmy Carter,
“Farewell Address: Major Issues Facing the Nation”, Vital Speeches of the
Day, vol XL VII, no. 8, 1 de fevereiro de 1981, p. 227) Mais extremista que
estas são as idéias de Kenneth Boulding, Isaac Asimov, e Garrett Hardin que
compararam a terra com uma nave espacial ou um bote salva-vidas superlotado,
(K. Boulding, “The Economics of the Coming Spaceship Earth”, em Henry Jarrett,
ed. Environmental Quality in a Growing Economy, Baltimore: Johns Hopkins, 1966;
I. Asimov, Earth Our Crowded Spaceship, N.York: John Day, 1974; G. Hardin,
“Living on a Life Boat”, Bio Science, out. 1974). A insinuação é de que não
há comida suficiente para alimentar o excesso do povo (o pobre, a massa) e eles
devem ser jogados fora (i. e. mortos por guerras ou epidemias) Estes raciocínios
oferecem a justificação para diminuir o crescimento populacional e destruir
população-excesso por todos os meios disponíveis, incluindo guerras,
genocídios, epidemias, inanição, depressões econômicas, e, sim, o terrorismo.
Eles também fornecem justificação para preservar o ambiente de modo extremo
(Ambientalismo extremo). A partir disso podemos deduzir que conflitos, guerras,
genocídios, e massacres na África, Bósnia, Oriente-Médio, ou em algum outro
lugar, jamais serão resolvidos ou evitados. O Ambientalismo se torna um poderoso
e incisivo pretexto para implementar depressões econômicas controladas.

· (Comentário: Nem mesmo todo o universo material poderia ser comparado com a
alma de um único ser humano que foi criada à imagem e semelhança de Deus. As
pessoas não são para serem sacrificadas ou destruídas por motivo de preservação
da terra e de seus recursos, sem alma e inanimada! Que idolatria abominável!
Não negamos que o que Deus tem criado na terra é bom e deve ser respeitado e
usufruído de maneira parcimoniosa pelos seres humanos. Proteger o ambiente e os
seus recursos é uma atitude correta. No entanto, sacrificar as pessoas cujas
almas são imortais para preservar as coisas sem alma e passageiras é perversão
ao extremo. Isto só pode ter sido concebido na mente de Satanás a quem talvez
muitos Trilateralistas adorem.)

III. O Grupo Bilderberg

· Grupo toma o seu nome de um hotel na Holanda onde se reuniu pela primeira
vez em 1954. Encontra-se regularmente (presumivelmente na base de uma vez por
ano) em vários lugares ao redor do mundo, sempre em segredo extremo, muitas
vezes em ‘resorts’ controlados pela família Rockefeller. Possui membros
rotativos de várias centenas de participantes compostos de elites dos Estados
Unidos e Oeste Europeu, inicialmente - quase exclusivamente de países membros
da NATO. A família Rothschild é a líder da força européia dentro do Grupo
Bilderberg, dividindo forças com o império Rockefeller baseada nos EUA. Ele
mantém um perfil extremamente discreto e raramente, senão nunca, publica
relatórios ou estudos sob seu próprio patrocínio.
Os participantes do Bilderberg negavam mesmo a própria existência do grupo por
décadas até serem revelados por um olhar penetrante da mídia, sendo expostos
largamente pela SPOTLIGHT (300 Independence Ave., SE, Washington, D.C. 20003)
e seus predecessores em formato de jornal, “Liberty Letter” e “Liberty
Lowdown” (a última publicação agora extinta).

Estes líderes cuidam do negócio mundial: mesmo a decisão de dividir a Alemanha


em Oriental e Ocidental foi feita por homens que posteriormente foi provado
pertencerem aos Bilderbergers. (Peter Thompson, “Bilderberg and the West” in
Sklar, Trilateralism, Part III, Chap. 2, p. 160)

Liberty Lowdown, (Washington DC Liberty Lobby, julho de 1974) “Tão logo os


Bilderbergers retornaram do seu encontro de 17 de abril em Woodstock, Vermont,
bilhões de dólares começaram a inundar misteriosamente a América”. Quatro meses
depois o dólar não era mais permutável em ouro, e dali em diante a administração
deixou o dólar flutuar (i. e., nenhum valor fixo contra o ouro ou outro lastro
de reserva). O fluxo crescente de dólar da América para Europa continuou até
antes da desvalorização. Em 18 de dezembro de 1971, o dólar foi desvalorizado
8,5 por cento. Esta desvalorização assinalou o fim da independência financeira
americana. Ao conspirar contra o dólar, eles venderam-no baixo, fazendo,
portanto, um lucro aproximado de 15 a 20 bilhões.

· A notável autoridade britânica sobre grupos internacionais, A.K. Chesterton,


em “Os Novos Senhores Tristes”, afirma “... parece que o estudo apropriado
da humanidade política é o estudo das elites do poder, sem o qual nada que
acontece pode ser entendido...” (“The New Unhappy Lords”, Washington D. C.:
Liberty Lobby, p. 9.) “Declaro que as influências atrás do movimento europeu
que fez uso de idealismo de Retinger (secretário geral, encontro Bilderberg,
Buxton, Derbyshire, 1958) são do ponto de vista nacional e Cristã, altamente
insalubres e, portanto, perversas naquilo que procuram que são o monopólio do
poder político e financeiro. Perverso também é o método... Proponho designá-
los como os lacaios escolhidos do Poder Monetário de Nova York com a incumbência
de conspirar para criar uma Tirania Mundial Única” (A. K. Chesterton, The New
Unhappy Lords, An Exposure of Power Politics, Hawthorne, CA: Christian Boys
Club of America, 1969).

O Senador John R. Rarick revelou os trabalhos secretos de Bilderbergers para a


Casa dos Representantes:

“Senhor Orador, em várias ocasiões, durante recentes meses, chamei a atenção


de nossos colegas às atividades dos Bilderbergers - um grupo internacional de
elite composto de autoridades financeiras internacionais de alto governo, homens
de negócios, e influenciadores de opiniões...”

“Esta aristocracia internacional exclusivista realiza encontro secreto


anualmente ou quiçá mais frequentemente em vários países. A limitada informação
disponível sobre estes encontros revela que eles discutem matéria de vital
importância que afetam a vida de todos os cidadãos. O Conselheiro Presidencial
Henry Kissinger, que realizou uma visita secreta à Pequim em 9 de julho de 1971,
e arranjou uma visita presidencial à China Vermelha, foi notado em presença no
mais recente encontro Bilderberg realizado em Woodstock, Vermont, de 23 a 25 de
abril de 1971. Os dois pontos presumivelmente discutidos no encontro de
Woodstock eram, ‘a contribuição dos negócios no tratamento de problema corrente
de instabilidade social’, e ‘a possibilidade de uma mudança do papel americano
no mundo e as suas consequências”.

“Seguindo estas discussões secretas, que certamente não se coadunam com a


tradição política Ocidental de convenções abertas a todos’ os participantes
retornaram a seus respectivos países com o público geral sem informação, apesar
da presença de alguns representantes da mídia, e nem quaisquer recomendações e
planos acordados como resultado das discussões - ou p; nem mesmo sobre a
realização do próprio encontro.”(John R. Rarick, Congressional Record, 92nd
Congress, 1st Session, Wednesday, Volume 117, No. 133, 15 September 1971, pp.
E9615 - E9624)

Dr. Wardner nos fornece uma lista com os nomes na comissão de pilotagem:

David Rockefeller (CFR, TC), Edmond de Rothschild (banqueiro francês), William


Bundy (Muito tempo editor de Negócios Estrangeiros do CFR), Giovanni Agnelli
(TC) (Cabeça do FIAT italiano), Otto Wolff (TC) ((industrial germânico de
elite), Theo Sommer (CFR) (colunista alemão), Arthur Taylor (CFR) (Ex-presidente
da CBS), Niel Norlund (CFR) (Editor chefe da Berlingske Tindende, Dinamarca).

O Honorável John R. Rarick do Registro do Congresso: “Todos os americanos na


Comissão Steering são membros ou oficiais do Conselho de Relações Exteriores
(CFR) da cidade de Nova York, uma organização que não tem nada além de relação
simbiótica com o império Rockefeller - Standard Oil... Senador Rarick prosseguiu
para listar os bancos e corporações que são representados no Bilderberg:

Bancos:

Chase Manhattan Bank (Presidente: David Rockefeller), Manufacturers Hanover


Trust (Presidente: Gabriel Hauge), First National City Bank (Presidente: James
Rockefeller), Morgan Guaranty Trust, Chemical Bank, New York Trust Company,
Continental Illinois Bank (Antigo Presidente David Kennedy CFR que foi também
Secretário do Tesouro sob Nixon), Banque de France, Banque de Bruxelles, Dillon,
Read and Co. (Presidente: C. Douglas Dillon CFR também ex secretário de tesouro
sob Eisenhower), Toronto Dominion Bank, World Bank (Presidente: Robert McNamara
CFR, ex-secretário de Defesa sob Kennedy), Bank of Canada, House of Rothschild
(Barão Edmond de Rothschild), Stockholmes Enskilda Bank (Vide-Presidente:
Marcus Wallenberg).

Corporações:

General Motors, Standard Oil, Ford, General Electric, DuPont, Alcoa, Allied
Chemical, Royal Dutch Shell, Fiat, Pirelli, Unilever, Beers Consolidated, Mines
Ltd.
No encontro Bilderberger de junho de 1991 em Baden-Baden, Alemanha, dentre os
notáveis presentes estavam:

David Rockefeller, Bill Clinton, Michael Boskin (Presidente do Conselho de


Consultores Econômicos sob Bush), Nicholas Brady (Secretário de Tesouro sob
Bush), Theodore L. Elliot, Jr. (Antigo embaixador dos EUA em Afeganistão),
Emilio Collado (Vice-Presidente Executivo da Exxon, que é da propriedade de
Rockefeller) Katherine Graham (Washington Post), John Reed (Presidente do
Citicorp que é controlado por Rothschild) Senador John Chaffee (Republicano -
Rhode Island), Governador Doug Wilder (Virgínia), Vice Presidente Dan Quayle.

IV. A Nações Unidas está para ser transformada no governo de um único mundo na
Ordem do Novo Mundo

Muita informação desta seção vem do The New World Order: Chronology and
Commentary, Vol. I & II, 1993, de Dennis L. Cuddy e Robert H. Golsborough, The
American Research Foundation, Inc., P. O Box 5687, Baltimore, Maryland 21210.

1. Os livros popularizam o conceito de Ordem do Novo Mundo durante 1940-1941.

1. The New World Order por H. G. Wells.

2. The New World Order por Muhammad Ali.

3. The New World Order publicado por Carnegie Endowment for International Peace.

4. “The New World Order: A Japanese View” em Contemporary Japan, por Iwao
Ayusawa.

5. Designs for a World Order: Ralph Page’s Annals Of The American Academy Of
Political and Socful Science.

6. Peace Commission Report editado por Commission to Study the Organization of


Peace.

2. Organizações da Ordem do Mundo Novo

1. O Acordo Bretton Woods de 1944 criou o Banco Mundial (WB), o Fundo Monetário
Internacional (IMF) e o Acordo Geral de Comércio e Tarifas (GATT). O Banco
Mundial e O Fundo Monetário Internacional tornar-se-ão bancos do Governo de Um
Único Mundo quando o Anti-Cristo assumir o poder.

2. Criação das Nações Unidas em 1945. A Carta Patente das Nações Unidas foi
escrita por Alger Hiss, membro do CFR, o conselheiro político estrangeiro chave
par o Presidente Franklin D. Roosevelt. A Cara outorga à União Soviética três
votos na Assembléia Geral e aos EUA apenas um. Hiss foi o primeiro Presidente
das Nações Unidas. Em 1950 Hiss foi julgado por perjúrio por negar que ele seria
um Agente Soviético e foi considerado culpado a despeito do fato de que John
Foster Dulles serviu como a testemunha de caráter; e em 1954, ele foi solto da
prisão.
3. O Departamento do Estado em seu Documento No. 7277, de 1961 intitulado
“Livre da Guerra: O Programa dos EUA para Desarmamento Geral e Completo num
Mundo de Paz”, detalhou um plano em três estágios para desarmar todas as nações
e armar as Nações Unidas, com o estágio final em que “Nenhum estado terá um
poder militar para desafiar a Força da Paz das Nações Unidas progressivamente
reforçada.

4. Numa reportagem de Associated Press de 1968, o membro do CFR Nelson


Rockefeller garantiu que como presidente ele iria “trabalhar no sentido de
criação internacional de uma Nova ordem Mundial” (Ele perdeu a nomeação
Republicana para presidente aquele ano para Richard Nixon)

5. Durante a Visita Presidencial à China em 1972, no seu brinde ao Premiê Chou


En-lai, o antigo membro do CFR Nixon expressou “a esperança que cada um de nós
tem que construir uma Nova Ordem Mundial.

6. Em 18 de maio de 1972 discursando sobre o governo mundial vindouro, Roy M.


Ash, Chefe do Escritório de Administração e Orçamento, declarou que “dentro de
duas décadas a estrutura institucional para uma Comunidade Econômica Mundial
estaria completa ...[e] aspectos da soberania individual seria substituída pela
autoridade supranacional”.

7. No seu livro Mundo Sem Fronteiras, 1972, autor e membro do CFR Lester Brown,
presidente do Worldwatch Institute afirmou: “instituições supranacionais
efetivas invariavelmente requer que aos países sacrifiquem uma parte da
soberania nacional... O sistema internacional existente baseado na competição
e conflito e superpoderes dominantes não funcionará a longo termo. Isto deve
ser substituído por uma nova ordem mundial, um baseado na cooperação e senso de
comunidade.

8. “No RIO: Reformando a Ordem Internacional (1976), o Clube de Roma pediu uma
nova ordem internacional, incluindo uma redistribuição econômica de bens,
concluindo: “Uma nova ordem mundial deve necessariamente se basear sobre o
reconhecimento da interdependência entre ambos pobres e ricos países... Um
sistema de um novo valor mais apropriado para as gritantes necessidades na
década vindoura.

9. Na “Conexão Trilateral” que apareceu na edição de julho de Atlantic


Monthly, o autor Jeremiah Novak afirmou: “Pela terceira vez neste século, um
grupo de sábios americanos, homens de negócios, e autoridades governamentais
está planejando difundir uma Nova Ordem Mundial... Estes homens estão procurando
uma ‘comunidade de nações desenvolvidas’ para coordenar negócios econômico-
político internacionais”.

10. No seu jornal Across Frontiers publicado em 1985, o secretário geral da


Associação da Constituição e Parlamento Mundial afirmou: “Para escapar desta
armadilha (dívidas renegociadas) é necessária uma verdadeira Nova Ordem
Econômica Mundial, que inclui um novo sistema de financiamento e crédito mundial
baseado na capacidade produtiva e um sistema monetário mundial único. A
introdução de tais vastas mudanças não pode ser feita por negociações um-por-
um entre nações soberanas, mas requer ação coletiva pelos não-alinhados e países
devedores dentro de uma estrutura de um novo sistema global de finanças dirigido
sob uma constituição mundial. Pelas ações organizadas e coletivas dentro do
contexto de uma federação mundial e um parlamento mundial, a demanda para a
aceitação da nova ordem econômica mundial tornar-se-á possível.

11. “Não A Constituição Secreta e a Necessidade para Mudança Constitucional


(1987), patrocinado em parte pela Fundação Rockefeller, o autor Arthur S.
Miller, afirmou: “um sistema penetrante de controle de pensamento existe nos
Estados Unidos... A cidadania é doutrinada pelo emprego de comunicação de massa
e sistema de ensino público... as pessoas são induzidas ao que pensar... a velha
ordem está se desintegrando... Nacionalismo deve ser visto como uma doença
social perigoso...Uma nova visão é exigida para planejar e administrar o futuro,
uma visão global que irá transcender fronteiras nacionais e eliminar o veneno
das ‘soluções’ nacionalistas ... uma nova Constituição é necessária ...
Americanos realmente não têm escolha, pois a alteração constitucional virá quer
ou não que ela tenha sido desejada ou planejada ...Nossa é a era de sociedade
planejada...Nenhuma outra maneira é possível.

12. “No discurso de 11 de janeiro de 1988 para Clube da Cidade de Cleveland


Presidente Reagan afirmou: “Mais do que no passado, esta nova economia mundial
é uma economia de um único mundo... Nesta economia do novo mundo, as fronteiras
nacionais está cada vez se tornando obsoleta ... estas novas realidades
econômicas ditam uma economia mundial.

13. No discurso para levantar fundos em São Francisco em 1990, o Presidente


Bush afirmou: “Vez por outra neste século, o mapa político do mundo foi
transformado. E em cada instância, uma nova ordem mundial surgiu através de um
novo tirano ou uma erupção de guerra global, ou seu fim. “Este é quase sete
meses antes do tirano Saddam Hussein invadir Kuwait e Presidente Bush
supostamente adotou o conceito da “Nova Ordem Mundial”.

14. Antes da invasão de Iraque à Kuwait em2 de agosto de 1990, a Embaixadora


americana para Irã, April Glaspie, disse a Saddam, “Nós não temos opinião a
respeito de conflitos árabes, como seus desacordos de fronteira com a Kuwait...
O assunto não está associado com América... Nós esperamos que vocês resolvam
este problema por qualquer solução adequada”. A porta-voz do Secretário do
Estado Baker, Margaret Tutweiler confirmou a Embaixadora Glaspie”.... Os EUA
não eram obrigados a vir em socorro da Kuwait se o emirado fosse atacado”.
Dois dias antes da invasão, o Assistente Secretário do Estado para Negócios de
Oriente Próximo e Sul da Ásia, John H. Kelly, deu ao Congresso a mesma mensagem
que Glaspie deu ao Saddam. Portanto, Saddam levou a efeito a invasão em parte
porque ele acreditou que os EUA não se interferiam no conflito. Ele foi
desencaminhado deliberadamente pelas autoridades dos EUA porque Presidente Bush
queria achar um, novo tirano ou iniciar uma guerra global sangrenta a fim de
estabelecer a Nova Ordem Mundial.
15. Em um discurso de 11 de setembro de 1991 para o Congresso intitulado “Em
Direção à uma Nova Ordem Mundial”, Presidente Bush disse, “as crises no Golfo
Pérsico oferecem uma rara oportunidade para avançar em direção a um período
histórico de cooperação. Fora desses tempos de confusão... uma nova ordem
mundial pode emergir, na qual nações do mundo, leste e oeste, norte e sul, podem
prosperar e viver em esforço harmônico para nascer”. E num discurso às Nações
Unidas em 1 de outubro de 1991, Bush falou da “força coletiva da comunidade
mundial expressa pelas Nações Unidas ... um movimento histórico em direção a
uma nova ordem mundial ... uma nova parceria de nações... um tempo quando a
humanidade se realiza...para trazer uma revolução de espírito e mente e começou
uma jornada para uma ...nova era.”(Nota: A Guerra do Golfo permitiu ao Bush a
mudar em direção Nova Ordem Mundial por permitir-lhe a procurar a aprovação do
Conselho de Segurança da ONU antes de atacar Iraque, implicitamente admitindo
a ONU a ser um governo mundial acima dos EUA. Desde quando os EUA, o país mais
poderoso do mundo, teve de procurar permissão de uma autoridade supranacional
para ir à uma guerra?).

16. Paul Lewis relatou num artigo em New York Times em 1992 que “na sua alta
declaração o Conselho de Segurança ampliou sua definição do que constitui a
ameaça para a paz e segurança no mundo de hoje, dizendo que isto agora inclui
‘proliferação de todas as armas de destruição em massa’ assim como “fontes
não-militares de instabilidade nos campos econômico, social, humanitário e
ecológico” (Isto implica que a ONU pode intervir militarmente num país por
alguma razão que ele percebe um problema originário daquele país que a
Organização entende como sendo ameaça para a paz mundial!)

17. Em discurso de 31 de janeiro de 1992 Presidente Bush instigou a ONU “a


abandonar sua santa tradição de não interferência nos negócios internos dos
países ... (declarando) que a comunidade mundial não pode mais permitir avanço
nos direitos fundamentais para frear nas fronteiras nacionais” a seguir, 15
membros do Conselho de Segurança proclamaram “um esboço de contorno para uma
nova ordem mundial passa através das Nações Unidas”, maioria das iniciativas
vindo de outros países que não seja os EUA.

18. Num discurso feito em Fulton, Missouri em 1992, no local do famoso discurso
de Winston Churchill sobre “Cortina de Ferro”, Mikhail Gorbatchev anunciou:
“Este não é algum estágio ordinário de desenvolvimento como muitos outros na
história do mundo ... Uma interação intensificada do mundo abre a possibilidade
de criar um sistema de segurança internacional global.... Uma atenção da
necessidade de alguma espécie de governo global está ganhando espaço... Um corpo
especial deveria ser construída sob Conselho de Segurança das Nações Unidas com
o direito de empregar meios político, diplomático, econômico, e militar para
apaziguar e prevenir conflitos ... Eu acredito que a nova ordem mundial não
será totalmente realizada a menos que a ONU e seu Conselho de Segurança crie
estruturas, levando em consideração a ONU existente e estruturas regionais que
são autorizadas para impor sanções e fazer uso de outras medidas de coerção...
O Conselho de Segurança deve requerer forças armadas da paz mais efetiva e mais
numerosa a disposição do Conselho de Segurança fazendo as subordinadas ao
comando militar das Nações Unidas... um processo poderoso de internacionalização
técnica e política está se desenhando...”

19. Um editorial de Washington Post declara que o Secretário Geral da ONU


Boutros-Ghali, “deveria haver membros-estados cedendo algumas prerrogativas
soberanas para maiores e mais largas associações políticas”.

20. Um editorial de New York Times em 1992 declarou: “O exército de amanhã não
é nem o exército vermelho nem o exército dos EUA ... Se houver paz, ela será
assegurada por uma força internacional que monitora cessar-fogo e eleições e
protege direitos humanos. Os mantenedores da paz da ONU ... A opinião americana
é largamente receptiva à força da paz da ONU para conter eventuais turbulências.
De acordo com Comissão de vistoria, 55% dos americanos acreditaria nas forças
da ONU mesmo envolvendo interesses dos EUA.

21. “The Los Angeles Times publicou em 1995 que o Secretário Geral Boutros-
Ghali solicitou o aumento de um exército independente de 500000 homens para a
ONU”.

V. Conclusões

· Pelos escritos, discursos, documentos de Franco-Maçonaria e Illuminati, e


membros do Conselho de Relações Exteriores, da Comissão Trilateral, e do Grupo
Bilderberg, torna-se inconfundivelmente claro que guerras, conflitos,
revoluções, genocídios, pandemia, epidemia, praga, fome, deficiências,
terrorismo, caos, desordens, pânicos e medo, depressões econômicas, quebra da
bolsa, colapso bancário têm de existir, ou se não forem encontrados, devem ser
criados ou espalhados. Quão deplorável estes acontecimentos sejam e o quão
criminosas as atividades para criar estes acontecimentos do ponto de vista de
um homem comum, são necessários para estas elites, para estabelecer o Governo
de Um Único Mundo com o seu próprio exército sob a liderança de um líder
preternatural e carismático, isto é, o Satanás encarnado Anticristo, que será
aceito por muitas nações.

· Lembrem-se que o Reino de Deus é absoluta ordem e paz. Ao contrário, o reino


de Satanás (tal qual Inferno) é absoluta desordem e medo. Enquanto Deus respeita
o livre arbítrio do homem na escolha para adorá-Lo ou não, o Anticristo forçará
todas as pessoas a adorá-lo. Entretanto, ele não pode forçar a população se não
pode controlá-la. É por esta razão que o “microchip” (a marca material da
besta) se torna um instrumento necessário de coerção. Uma vez que a pessoa
aceita o chip, não pode senão obedecer ao Anticristo porque não tem meios de
escapar do seu controle. É por esta razão que Deus advertiu no Livro de
Apocalipse (Cap. 14; 9-11) e continua a advertir a humanidade em mensagens dadas
aos verdadeiros videntes para não aceitar o "microchip" na mão ou na fronte.
Fonte:
http://br.geocities.com/petitpinscher
www.fimdostempos.net