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Segundo Soulié de Morant:

PULSOLOGIA - PRÁTICA

 

Dista Média

Proximal

l

IV

Direita

IG

E

TA

Medula

Superficial

Direita Média

Pâncre

Circulaç

Bulbo,cerebelo

as

ão

Direita Profunda

P

Baço

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Superficial

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Esquerda Média

 

R

Automatismo,m

 

filtração

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C

F

R

Instinto

Profunda

excreção

Segundo aula em 3/97 na Academia Tradicional de Beijing, a posição nova dos pulsos é:

Dista

Médi

Proximal

 

l

a

Direita

C,

VB

IG,MingMe

CS

/F

n /R

Esquer

P

E

ID,B /R

da

/BP

10 tipos segundo: posição (superficial, profundo), intensidade (forte, fraco), frequência (rápido, lento), forma (corda, deslizante, filiforme), áspero, intermitente. Em cada posição, observe que há um grau de pressão onde você encosta o dedo e não nota nenhum batimento pois está apenas tocando a pele. Aperte um pouco mais e conseguirá sentir os batimentos, é a

palpação superficial. Agora, se apertar bastante para chegar ao fundo, quase parando o pulso. Então volte um pouco a pressão até ficar bem nítido os batimentos, é a palpação profunda. Se

a polpa do dedo é colocada levemente sobre a artéria radial e que se gradualmente uma

pressão maior for aplicada, chega-se subitamente a um ponto onde a percepção de qualidade

é

comparada à elasticidade da parede da artéria e a posição profunda à sensação do fluxo do sangue dentro da artéria. Tem-se afirmado que a pressão indicada para a posição superficial no diagnóstico equivale à diástole, enquanto que, para a posição profunda, equivale à sístole. Posição superficial: peso de 3 feijões; posição média: peso de 6 feijões; posição profunda:

peso de 9 feijões.

inteiramente diferente. Esta será a posição profunda. A posição superficial tem sido

Ritmo: 4-5 batimentos /ciclo respiratório Em essência, o pulso adquire a mesma qualidade do órgão que representa, por

exemplo, Felix Mann descreve pulso de Estômago semelhante a mata-borrão, num médico com gastrite hipertrófica. Ele notou um pulso “espesso e úmido”.

1. Uma qualidade particular desenvolve-se somente sobre um flanco da

artéria que esteja na mesma posição.

2. O distúrbio na porção proximal da posição do pulso representa problema na

parte inicial do órgão, e distúrbio na porção distal representa problema na parte terminal

do órgão.

3. Pulso filamentoso é sinal de desequilíbrio fisiológico crônico e generalizado,

significa tratamento mais difícil.

4. Pulso oco, isto é, o examinador sente a resistência normal sob ligeira pressão,

porém, desde que maior pressão seja aplicada ao dedo, o pulso cai num vazio. Em geral este pulso representa Deficiência de Yin.

5. Pulso metálico (arame ou corda de violão) é duro, tenso e às vezes fino.

Representa alterações do Fígado, principalmente quando encontrado no braço esquerdo.

Significa tensão por raiva, espasmo o u dor. Na lombalgia ou ciática, o pulso da Bexiga se encontra em corda. Nas pessoas tensas, os pulsos de todas as posições superficiais podem se apresentar em corda.

6. Pulso esférico e duro pode significar um cálculo renal ou biliar. Às vezes pode

ser avaliado o tamanho do cálculo.

7. O pulso intumescido representa o estado do órgão. Quando for do Estômago,

pode estar dilatado por gases; caso estiver no pulso do Coração, deve ser hipertrofia ou

dilatação cardíaca.

8. Os pulsos se tornam mais profundos no frio, no inverno e nos processos com

enrijecimento; os pulsos ficam superficiais nos estados febris e no verão.

Os pulsos podem ser resumidos da seguinte maneira:

a) Pulso pequeno deficiência

b) Pulso fraco deficiência

c) Pulso pequeno, duro e pontudo contração, espasmo, dor

d) Pulso amplo e duro hiperatividade, congestão

e) Pulso grande e mole inchaço, disfunção

f) Pulso grande e abundante plenitude, dilatado, dor

g) Pulso tenso e vazio deficiência funcional geral

MÉTODO CINESIOLÓGICO PARA ANÁLISE ENERGÉTICA Há o método de LT para determinar os meridianos com excesso de energia. No caso, o paciente deve colocar seus dedos indicador, médio e anular de uma mão sobre o pulso radial do outro punho, como se fosse tomar seu próprio diagnóstico pulsológico. O terapeuta deverá usar como músculo indicador um músculo do membro inferior. Utilizam-se os seguintes procedimentos:

a) O paciente coloca os dedos da mão esquerda levemente sobre o pulso radial

direito, o terapeuta testa o músculo indicador. Avaliam-se os meridianos IG, E e TA em

conjunto. b) O paciente aperta firmemente os dedos da mão esquerda sobre o pulso radial direito

enquanto o músculo indicador é testado. Avaliam-se os meridianos P, BP e CS em conjunto.

c) O paciente coloca levemente os dedos da mão direita sobre o pulso radial

esquerdo, o terapeuta testa o músculo indicador. Avaliam-se em conjunto os meridianos ID, VB e B.

d) O paciente aperta firmemente os dedos da mão direita sobre o pulso radial

esquerdo, enquanto o músculo indicador é testado. Avaliam-se os meridianos C, F e R em conjunto.

e) Os conjuntos de meridianos acima que diminuírem a resistência do músculo

indicador mostram que um ou mais meridianos do conjunto estão com excesso de energia. Para determinar quais os meridianos com excesso de energia devemos repetir os testes dos conjuntos de meridianos que enfraquecem o músculo indicador, porém, em vez do paciente colocar os três dedos juntos sobre o pulso radial, ele deverá colocar um dedo por vez enquanto o terapeuta avaliar o músculo indicador. A posição do pulso radial tocada pelo paciente que diminuir o tônus do músculo indicador mostra o meridiano com excesso de energia.

f) Todo o procedimento acima descrito pode ser repetido em forma de Desafio (o

terapeuta coloca os dedos no pulso do paciente), permitindo diagnosticar meridianos em deficiência.

permitindo diagnosticar meridianos em deficiência. La pulsología china. " El Gran terapeuta saca la

La pulsología china. " El Gran terapeuta saca la enfermedad antes de que esta aparezca. El mediocre trata los síntomas de lo que no ha sabido prever." A esta altura del 2000 se ha escrito bastante sobre lo que es la medicina tradicional china (MTCH). La acupuntura, masaje chino ( Tuei Na ), hierbas, moxas, ejercicios respiratorios ( chi kung ) y Tai Chi Chuan, son algunos de tantos nombres que se pueden ver en las revistas de actualidad. En esta nota, trataré, de profundizar un poco más en uno de los complejos y apasionantes aspectos de esta milenaria medicina, la pulsología china. ( la interpretación del pulso ).

la pulsología china . ( la interpretación del pulso ). Tomar el Pulso - Chie Mai

Tomar el Pulso - Chie Mai En la antigua China no existían radiografías, análisis de sangre, resonancias magnéticas, ni electrocardiogramas y el médico debía arreglárselas sin ellos para saber lo que le estaba ocurriendo a su paciente. Dicen que la falta de recursos "agudiza" la inteligencia y los sentidos. Y así fue como durante unos pocos milenios se valieron tan solo de la sensibilidad humana para poder diagnosticar. Esta sensibilidad fue cultivada en la mente, en el olfato, en los ojos, oídos y en el tacto. Fue entonces como nacieron el diagnóstico por interrogación, el diagnóstico por palpación, por auscultación y por la capacidad de observación Estos sistemas no son exclusivos de la medicina china, pero en ella han sido desarrollados hasta alcanzar límites increíbles. En el interrogatorio, la agudeza del mismo permite alcanzar un diagnóstico energético muy claro. Por su minuciosidad se asemeja al de la homeopatía, fijándose en detalles en los que otros no encontrarían ninguna utilidad. Esta agudeza también fue llevada al tacto, donde las manos "perciben o encuentran" lo que la mente no puede entender. No solo en la palpación y percusión abdominal o dorsal, común a muchas medicinas, sino también la palpación de los puntos dorsales, ventrales ( IU - MO ) y demás puntos de " alarma " en

diferentes partes del organismo. A través de la observación se puede ver lo que el paciente a veces ni sospecha ser. Como habla, como se mueve, como se para y se sienta; sus gestos; el color de la cara; contextura física, su actitud ante la vida, etc. Pero tal vez uno de los aspectos más "secretos" del diagnóstico chino, sea la toma del pulso, que es una forma de palpación. A través de este método el terapeuta puede saber, sin que el paciente lo mencione, en que estado esta la energía de cada uno de sus órganos. En el pulso radial ( existen otras 2 regiones ), se manifiesta la energía de los 6 órganos yin : pulmón, bazo, riñón, corazón, pericardio e hígado; y la de las 6 vísceras: intestino grueso, estómago, vejiga, intestino delgado san jiao ( triple calentador ) y vesícula biliar.

delgado san jiao ( triple calentador ) y vesícula biliar. Figura femenina utilizada para el diagnóstico.

Figura femenina utilizada para el diagnóstico. Por razones de pudor, las clases altas la usaban para indicar al médico la localización de sus enfermedades. No menos particular es la historia de su evolución. En China, hubo una época en la cual los tabúes morales intentaron frenar el avance del conocimiento médico. En esa época no se le estaba permitido al médico, desvestir a sus pacientes ni palparlos. En especial a las mujeres de la nobleza. Esta costumbre puritana permitía que las mujeres descubriesen únicamente sus antebrazos (y muchas veces a través de una cortina). Es decir, el terapeuta podía tocar solo hasta sus codos. Esto a veces llegaba al extremo que como no estaba bien visto que un hombre palpara a una mujer, esta, señalaba en una estatuilla de cerámica o madera, los puntos donde sentía dolor. Semejantes costumbres, retrasaron el desarrollo de muchas técnicas, pero forzaron el ingenio y la agudeza de la mente china. Fue precisamente en esta época, que la pulsología china llegó a desarrollarse hasta límites insospechados. Empezó a relacionarse cada una de las variaciones del pulso, con cada una de las diferentes afecciones energéticas de los órganos. Es más, muchas enfermedades se manifiestan antes en el pulso que en síntomas y signos. Por eso los pulsólogos parecían "adivinos", ellos podían ver lo que aún no se había manifestado. Tomando el pulso se puede saber la gravedad de una enfermedad ; si es por exceso o deficiencia de energía; cual es el órgano más afectado, si su comienzo se debió o no a algún factor climático, si falta sangre, si hay fiebre, etc. El médico chino puede estar 10 minutos ( o más ) palpando el pulso en cada brazo. ( algo poco común en la medicina actual ). Estas técnicas son conocidas hoy en día y se pueden aprender en cualquier buen curso de MTCH. Por supuesto que requiere un tiempo considerable de práctica, y mucha paciencia. Un pulso profundo nos dice que hay poca energía, si además es delgado ( fino ) sabemos que hay una deficiencia de sangre. El pulso rápido indica "calor interno", es decir fiebre , nerviosismo, o una infección. Un pulso lento nos " habla de frío interno " , es decir falta de energía.( a menos que se trate de un gran atleta ). Existe una gran variedad de pulsos, 19 pulsos básicos hasta alrededor de 28 tipos de pulsos llamados "Clásicos". Otro de los grandes beneficios que puede dar la pulsología, entre otros, es en la prognósis ( pronóstico de la evolución de la enfermedad ).

Diagrama del pulso, en una edición de 1693, de los Secretos del Pulso, escrito originalmente

Diagrama del pulso, en una edición de 1693, de los Secretos del Pulso, escrito originalmente por Pien Ch’iao en el siglo VI o V ( A. C. ) Hay mucho que aprender aún de estas técnicas, y más que nunca la mejor manera será a través de la práctica.De los nuevos terapéutas depende. Haremos la misma medicina que ahora está tan cuestionada? O la nueva medicina integrará la sensibilidad como una herramienta fundamental en el diagnóstico y tratamiento, tan importante como la anatomía o fisiología? De nuestra capacitación depende.

PULSOLOGIA CHINA LOS PULSOS CHINOS Los pulsos chinos, corresponden a los 12 meridianos de la Gran Circulación de la Energía. Su estudio se realiza sobre la arteria radial, desde la base del pulgar hasta un través de dedo por encima de la apófisis estiloide, y corresponde a los puntos 9, 8, 7 de pulmón. Los ideogramas chinos indican a través de su nombre su ubicación:

chinos indican a través de su nombre su ubicación: CUN "Pulgar" donde se ubica el punto

CUN "Pulgar" donde se ubica el punto 9 P.

CUN "Pulgar" donde se ubica el punto 9 P. GUAN "Barrera" , indica el límite de

GUAN "Barrera", indica el límite de separación. Se encuentra en el 8 P.

CHI "Pie " ,señala la distancia de un pie hasta el pliegue de flexión del

CHI "Pie ",señala la distancia de un pie hasta el pliegue de flexión del codo,y se encuentra en el punto 7 P. Estando el paciente frente al médico, tendrá este su mano izquierda con la derecha del paciente y viceversa. Cada segmento de la arteria radial esta dividido en tres partes:

Pulso inferior: por debajo de la apófisis estiloides del radio, entre ella y el pliegue de la muñeca. Pulso central: al nivel de la parte más saliente de la apófisis estiloides radial. Pulso superior: Por encima de la apófisis estiloides, del lado del codo. En cada uno de estos emplazamientos ( superior, central e inferior ) el dedo que palpa debe aprender a buscar:

Un pulso superficial. Un pulso profundo. Tenemos así los doce pulsos cuya correspondencia es la siguiente:

En la superficie están Intestino Grueso, Estómago y Triple Recalentador. En profundidad Pulmón, Bazo y Pericardio.

Aquí están Intestino Delgado, Vesícula Biliar y Vejiga en superficie. Y Corazón, Hígado y Riñón en profundidad.

COMO TOMAR LOS PULSOS EN LA PRACTICA La manera de tomar los pulsos tiene una gran importancia, siempre hay que hacerlo de la misma manera. El paciente debe estar en reposo desde media hora antes. La mano del terapeuta debe tener una temperatura normal, ni caliente ni fría. Se aconseja tomar los pulsos de la mano izquierda del enfermo con la mano derecha, y viceversa. A veces se utiliza solamente la mano derecha por intermedio del índice, apoyando únicamente el pulpejo de los dedos. En primer término palpar con las dos manos a la vez los pulsos de las dos muñecas, "tecleando" sobre cada uno, lo que da una impresión de conjunto. Enseguida se toma el pulso de cada muñeca separadamente insistiendo sobre los pulsos que en el primer examen parecían anormales. Comparar los pulsos izquierdos con los derechos, los superficiales con los profundos y los superiores con los inferiores. Si todos no tienen el mismo tenor, se debe notar aquellos que están en exceso y los que están en déficit. Los pulsos derechos duros significan un exceso de Inn, si son apenas perceptibles, es la fatiga extrema, la deficiencia de Yin. Los pulsos derechos deben ser interpretados en función de los izquierdos. Si son más fuertes que los izquierdos el chi domina, si son más débiles, exceso de yang. Las nociones Occidentales y Orientales aparentemente contrapuestas son complementarias. Enseguida se debe ensayar de interpretar el pulso de cada órgano separadamente. 1.Para cada órgano un pulso PEQUEÑO Y DELGADO significa que el órgano corresponde a dicho pulso es insuficiente. 2.Un pulso AMPLIO Y TENSO expresa que el órgano está en sobreactividad funcional o congestionado. 3.Un pulso BLANDO Y ANCHO significa que el órgano está hinchado, y no funciona. 4.Un pulso pequeño TENSO Y DURO expresa que el órgano está espasmódico, contraído doloroso. 5.Un pulso FINO O DELGADO significa deficiencia de xue o yin. 6.Un pulso DEBIL indica vacío de energía.

CUANDO EXAMINAR EL PULSO

Es a la mañana, con el sujeto en ayunas, cuando es preferible examinar el pulso, dado que la energía inn ( que está en su máximo a medianoche ) está calma y la energía yang ( que está en su máximo al mediodía ) no está todavía turbulenta. Cualquier trastorno ligero de estas dos energías se percibirá fácilmente. VARIACIONES DEL PULSO SEGÚN LAS ESTACIONES Los caracteres del pulso varían con las estaciones dado que la energía en el organismo sufre cambios en cada estación. La energía Yang comienza a mostrarse en Primavera, llega a su máximo a fin de verano, luego decrece mientras que la energía inn comienza a mostrarse en otoño, para tener su máximo de intensidad en invierno y decrecer hacia la primavera. En cada estación se puede ver una mayor actividad de un órgano determinado, que se refleja en el pulso. Así en la primavera corresponde el máximo de actividad al hígado, en el verano al corazón, en la canícula al bazo, en el otoño al pulmón y en el invierno al riñón. En la primavera todos los pulsos son tensos como una cuerda de violín o de un bambú que vibra. En verano todos los pulsos son amplios como un río que desborda. En la canícula todos los pulsos son suaves, equilibrados, son ligeros como las plumas. En invierno todos los pulsos son profundos como una piedra en el fondo del agua. PULSOLOGIA - PRÁTICA

Soulié de Morant:

Distal Média Proximal IV Direita SuperficialIG E TA Medula Direita Média Pâncreas Circulação Bulbo,cerebelo Direita Profunda P Baço Genital Cérebro Esquerda Superficial ID VB Bexiga Razão,moral,inteligência Esquerda Média R filtração Automatismo,memória Esquerda Profunda C F R excreção Instinto Segundo aula em 3/97 na Academia Tradicional de Beijing, a posição nova dos pulsos

é:

Distal Média Proximal Direita C, CS VB /F IG,MingMen /R Esquerda P E /BP ID,B /R 10 tipos segundo: posição (superficial, profundo), intensidade (forte, fraco), frequência (rápido, lento), forma (corda, deslizante, filiforme), áspero, intermitente. Em cada posição, observe que há um grau de pressão onde você encosta o dedo e não nota nenhum batimento pois está apenas tocando a pele. Aperte um pouco mais e conseguirá sentir os batimentos, é a palpação superficial. Agora, se apertar bastante para chegar ao fundo, quase parando o pulso. Então volte um pouco a pressão até ficar bem nítido os batimentos, é a palpação profunda. Se a polpa do dedo é colocada levemente sobre a artéria radial e que se gradualmente uma pressão maior for aplicada, chega-se subitamente a um ponto

onde a percepção de qualidade é inteiramente diferente. Esta será a posição profunda. A posição superficial tem sido comparada à elasticidade da parede da artéria e a posição profunda

à sensação do fluxo do sangue dentro da artéria. Tem-se afirmado que a pressão indicada para

a posição superficial no diagnóstico equivale à diástole, enquanto que, para a posição profunda, equivale à sístole. Posição superficial: peso de 3 feijões; posição média: peso de 6 feijões; posição profunda: peso de 9 feijões. Ritmo: 4-5 batimentos /ciclo respiratório Em essência, o pulso adquire a mesma qualidade do órgão que representa, por exemplo, Felix Mann descreve pulso de Estômago semelhante a mata-borrão, num médico com gastrite hipertrófica. Ele notou um pulso “espesso e úmido”. Uma qualidade particular desenvolve-se somente sobre um flanco da artéria que esteja na mesma posição. O distúrbio na porção proximal da posição do pulso representa problema na parte inicial do órgão, e distúrbio na porção distal representa problema na parte terminal do órgão.

Pulso filamentoso é sinal de desequilíbrio fisiológico crônico e generalizado, significa tratamento mais difícil. Pulso oco, isto é, o examinador sente a resistência normal sob ligeira pressão, porém, desde que maior pressão seja aplicada ao dedo, o pulso cai num vazio. Em geral este pulso representa Deficiência de Yin. Pulso metálico (arame ou corda de violão) é duro, tenso e às vezes fino. Representa alterações do Fígado, principalmente quando encontrado no braço esquerdo. Significa tensão por raiva, espasmo ou dor. Na lombalgia ou ciática, o pulso da Bexiga se encontra em corda. Nas pessoas tensas, os pulsos de todas as posições superficiais podem se apresentar em corda.

Pulso esférico e duro pode significar um cálculo renal ou biliar. Às vezes pode ser avaliado o tamanho do cálculo. O pulso intumescido representa o estado do órgão. Quando for do Estômago, pode estar dilatado por gases; caso estiver no pulso do Coração, deve ser hipertrofia ou dilatação cardíaca. Os pulsos se tornam mais profundos no frio, no inverno e nos processos com enrijecimento; os pulsos ficam superficiais nos estados febris e no verão.

Os pulsos podem ser resumidos da seguinte maneira: a) Pulso pequeno deficiência b) Pulso fraco deficiência c) Pulso pequeno, duro e pontudo contração, espasmo, dor d) Pulso amplo e duro hiperatividade, congestão e) Pulso grande e mole inchaço, disfunção f) Pulso grande e abundante plenitude, dilatado, dor g) Pulso tenso e vazio deficiência funcional geral MÉTODO CINESIOLÓGICO PARA ANÁLISE ENERGÉTICA Há o método de LT para determinar os meridianos com excesso de energia. No caso, o paciente deve colocar seus dedos indicador, médio e anular de uma mão sobre o pulso radial do outro punho, como se fosse tomar seu próprio diagnóstico pulsológico. O terapeuta deverá usar como músculo indicador um músculo do membro inferior. Utilizam-se os seguintes procedimentos: a) O paciente coloca os dedos da mão esquerda levemente sobre o pulso radial direito, o terapeuta testa o músculo indicador. Avaliam-se os meridianos IG, E e TA em conjunto. b) O paciente aperta firmemente os dedos da mão esquerda sobre o pulso radial direito enquanto o músculo indicador é testado. Avaliam-se os meridianos P, BP e CS em conjunto. c) O paciente coloca levemente os dedos da mão direita sobre o pulso radial esquerdo, o terapeuta testa o músculo indicador. Avaliam-se em conjunto os meridianos ID, VB e B. d) O paciente aperta firmemente os dedos da mão direita sobre o pulso radial esquerdo, enquanto o músculo indicador é testado. Avaliam-se os meridianos C, F e R em conjunto. e) Os conjuntos de meridianos acima que diminuírem a resistência do músculo indicador mostram que um ou mais meridianos do conjunto estão com excesso de energia. Para determinar quais os meridianos com excesso de energia devemos repetir os testes dos conjuntos de meridianos que enfraquecem o músculo indicador, porém, em vez do paciente colocar os três dedos juntos sobre o pulso radial, ele deverá colocar um dedo por vez enquanto o terapeuta avaliar o músculo indicador. A posição do pulso radial tocada pelo paciente que diminuir o tônus do músculo indicador mostra o meridiano com excesso de energia. f) Todo o procedimento acima descrito pode ser repetido em forma de Desafio (o terapeuta coloca os dedos no pulso do paciente), permitindo diagnosticar meridianos em deficiência.

Os chineses acreditam que o bom médico é aquele que evita o surgimento de uma doença e o ruim é aquele que trata de sintomas da enfermidade que não foi capaz de prever.

Hoje em pleno séc. 2001 há muitos escritos sobre o que é a medicina tradicional chinesa (MTC). Acupuntura, massagem chinesa (Tuei Na), Fitoterapia, Moxas, Exercícios respiratórios (Tai Chi Chuan). São apenas alguns exemplos da forma como os orientais tratam suas enfermidades. Essa obra pretende tratar de como os chineses interpretam o estado de saúde de uma pessoa baseando-se na pulsologia (estudo dos pulsos). Esse não é o único método usado pela MTC, há também o exame dos olhos (muito difundido pelos médicos ocidentais), o exame da língua, do

ânimo, da pele, etc

eficiente de diagnosticar as enfermidades. Porém trataremos da mais usual e eficiente; a

pulsologia.

Como vimos os orientais possuem uma gama muito grande, simples e

vimos os orientais possuem uma gama muito grande, simples e Chie Mai Na antiga China não

Chie Mai

Na antiga China não existiam os recursos tecnológicos de que dispomos hoje em dia. A falta de tecnologia fez com que homens inteligentes e observadores atentassem para os indícios da natureza. Ao longo de séculos essa obsevação sensível da natureza se acumulou num verdadeiro compendio de conhecimento do comportamento do corpo em interação com o meio. Para se ter uma noção das enfermidades sofridas pelos pacientes os interrogatórios erram imensos; envolviam desde a palpitação, o odor, o aspecto, a temperatura e principalmente a ENERGIA do paciente.

Pelo exame do pulso, o médico chinês constata toda perturbação do equilíbrio energético do indivíduo, o que lhe permite aplicar uma terapêutica eficaz que consiste em restabelecer o equilíbrio, trazendo ao organismo o elemento deficiente ou fazendo-o eliminar o excesso.

Os pulsos estão situados sobre a artéria radial, de ambos os lados, ao nível da apófise do rádio. (pontos P7, P8 e P9).

Pulso Esquerdo

Pulso Direito

Nível 1 (P9)

superficial : Intestino delgado

Intestino

Grosso

profundo: Coração

Pulmões

Nível 2 (P8)

superficial:

Vesícula Biliar

Estômago

profundo:

Fígado

Baço

médio:

Pâncreas

Nível 3 (P7)

superficial:

Bexiga

T.A.

profundo:

Rins

SC

Entende-se por superficial o que se percebe com pressão leve do dedo no local indicado; nível médio se percebe com uma pressão pouco mais acentuada; profundo com forte pressão.

PULSOLOGIA CHINESA

“O exame do pulso é tão importante , revelador e difícil que deveríamos palpar os pulsos ao invés de apertar-nos as mãos. ” Hu HSin Shan - Mestre de Tai-chi-chuan

HISTÓRICO e INTRODUÇÃO :

Saber onde se deve puncionar ou moxar constitui o resultado de um exame clínico, isto é, de um diagnóstico. Diagnosticar onde reside o desequilíbrio de energia é ao mesmo tempo precisar o lugar onde se devem aplicar as agulhas ou fazer as moxas. O exame do paciente tem por objetivo descobrir e existência de desequilíbrio da energia , o que pode ser feito de várias maneiras ,segundo normas ocidentais e orientais. Dentro da medicina tradicional chinesa (MTC), a forma mais importante de diagnóstico de desequilíbrio energéticos é a PULSOLOGIA CHINESA , que é feita, desde a antigüidade através da palpação de artérias. Em outros países a palpação das artérias também é elemento de diagnóstico, mas não tem a importância dada pela MTC ,que utiliza esse método para o exame acurado do estado energético de todas as funções orgânicas do corpo humano. Nesse trabalho serão enfocados os principais aspectos desse método , além de informações adicionais que são importante para o entendimento da PULSOLOGIA CHINESA. O exame do pulso tal como se descreveu ,é uma prática relativamente recente, que se aplica desde há aproximadamente 17 séculos. No livro sagrado da acupuntura, isto é , o Nei China, que procede do século terceiro antes de cristo, o pulso se toma e se interpreta de maneira diferente da que veremos. O diagnóstico era feito não só por um único segmento de artéria, no caso , a radial, mas por um conjunto de segmentos de artérias localizados em diferentes partes do corpo : Os chamados pulsos reveladores , hoje usados com finalidade complementar de acompanhamento do tratamento. Quando olhamos alguém sendo submetido a uma tomada de pulso para diagnóstico surgem perguntas naturais do tipo : “como é possível saber o estado geral e particular de órgãos e funções palpando um segmento de artéria?” , “O que se deve sentir no pulso do paciente?”, “Existe diferença de pulsação em tão curto espaço de artéria?”. Formularam-se várias hipóteses para explicar essas e outras perguntas. Em primeiro lugar devemos reconhecer o pulso como uma expressão energética. Com efeito , a cada batida do coração o sangue expulso pelo ventrículo esquerdo choca-se com o sangue contido na aorta. O que percebemos no pulso não é o deslocamento da massa sangüínea ,mas o resultado desse choque que se manifesta por uma série de ondas ao longo do sistema arterial. Nas artérias , o sangue se desloca , mas o faz com um velocidade muito inferior a da onda pulsátil. Além disso, sendo um tubo elástico , a artéria configura o fenômeno com aspectos particulares . Temos ,pois , três fatores que decidirão sobre o aspecto do pulso: 1) a força do impacto contrátil do coração ; 2) as condições da massa de sangue ( viscosidade ); e 3) o estado da parede arterial ( elasticidade, contratilidade e resistência periférica) . Esses três fatores se combinam entre si tornando muito difícil uma discriminação . Além desses três fatores fundamentais , existe uma onda energética que descreve uma série de períodos compostos de ondas e nós.

A prática da percepção tátil

dos pulsos nos diz que cada pessoa tem seu pulso próprio ,

tão característico como as suas impressões digitais. Apesar de isso não ser sinônimo de demonstração científica de uma relação órgão-pulso .Essa relação ,no entanto ,está garantida pelos fatos , já que é quase impossível praticar a acupuntura sem o profundo conhecimento da PULSOLOGIA CHINESA.

“AQUELES QUE

DESEJAM CONHECER O EXTERIOR DO CORPO , OBSERVAM A ”

MORTE E O NASCIMENTO DO PULSO

A TEORIA DOS 14 PULSOS RADIAIS

Nesse método utilizamos a palpação de três segmentos da artéria radial para perceber e

diagnosticar desequilíbrios energéticos, quantitativa e qualitativamente, nos órgãos e funções .

A Localização das posições nos pulsos é feita da seguinte maneira :

MÃO ESQUERDA PULSO I : Segmento entre a base do polegar e a apófise estilóide ; em cima do ponto P9. NÍVEIS :

SUPERFICIAL - CORRESPONDE AO INTESTINO DELGADO. MÉDIO / PROFUNDO - CORAÇÃO. PULSO II : Segmento que cobre a apófise estilóide ; em cima do ponto P8. NÍVEIS :

SUPERFICIAL - VESÍCULA BILIAR. MÉDIO / PROFUNDO - FÍGADO. PULSO III : Segmento aquém da apófise estilóide; em cima do ponto P7. NÍVEIS :

SUPERFICIAL - BEXIGA. MÉDIO- RINS (FILTRAÇÃO/ QUANTIDADE DE ÁGUA ELIMINADA). PROFUNDO- RINS ( EXCREÇÃO/CONCENTRAÇÃO DE URINA EM PRODUTOS DE ELIMINAÇÃO).

MÃO DIREITA: A localização das posições é idêntica a da mão esquerda PULSO I : NÍVEIS :

SUPERFICIAL- INTESTINO GROSSO MÉDIO / PROFUNDO- PULMÃO PULSO II :

NÍVEIS :

SUPERFICIAL- ESTÔMAGO MÉDIO - PÂNCREAS PROFUNDO- BAÇO PULSO III : NÍVEIS :

SUPERFICIAL - TRIPLO REAQUECEDOR MÉDIO - CIRCULAÇÃO (LINFÁTICA E SANGÜÍNEA ) PROFUNDO - SEXUALIDADE E REPRODUÇÃO

***ACHE OS NÍVEIS !

NÍVEL SUPERFICIAL é o que se obtém com um pressão mínima na artéria , suficiente apenas para sentir sua pulsação. Corresponde à pressão arterial mínima.

NÍVEL PROFUNDO é obtido pressionando-se a artéria até interromper o fluxo sangüíneo e em seguida aliviando-se a pressão até sentir de novo o batimento arterial . É a pressão arterial máxima.

O NÍVEL MÉDIO é intermediário aos dois citados acima. ***

Inicialmente procura-se o diagnóstico de excesso ou insuficiência geral do Inn ou do Iang

comparando-se os pulsos esquerdos com os direitos, os superficiais com os profundos e os pulsos da posição I com os da posição III, concluindo-se pelo excesso de Iang quando:

A) os pulsos direitos são mais fortes que os esquerdos;

B) os pulsos superficiais são mais fortes que os profundos; C)

os

pulsos

I

são

mais

fortes que os da posição III; havendo excesso de Inn quando acontecer o contrário.

Existem 28 pulsos patológicos cujas principais características no estudo global dos pulsos

são:

Regularidade: a) às vezes lento, outras rápido: distúrbios do simpático; b) irregularidade na força das batidas: insuficiência de Inn. Amplitude (altura da onda):

a) muito amplo: excesso de Iang;

b) pouco amplo: esgotamento.

Intermitência:

a) com intermitência, porém rápido: excesso de Iang;

b) intermitente e lento: excesso de Inn;

c) intermitência regular, por exemplo, cada 10 ou 20 batidas: pouca energia.

Consistência:

a) pulso duro: excesso

b) duro e amplo: tensão nervosa;

c) duro e pequeno: fraqueza e crispação;

d) macio: relaxamento;

e) grande e macio: fraqueza e relaxamento.

Quanto ao estudo de cada pulso individualmente, destaca-se as seguintes peculiaridades:

· Freqüência:

rápido

(mais

de

6

batidas/respiração)

ou

lento

(menos

de

4,5

batidas/respiração)

· Ritmo: regular ou não

· Força: forte ou fraco (resistência à pressão)

· Consistência: duro ou macio (mole)

· Amplitude: onda alta ou baixa

· Comprimento: grande ou pequeno

· Largura: largo ou estreito (fino), sendo a primeira característica Iang e a segunda Inn.

O diagnóstico pelo pulso tem por base a relatividade - comparação - entre as 14 posições. Aconselha-se aos principiantes, depois de tomada em conjunto dos pulsos (esquerdo-direito -

superficiais-profundos – posição I-posição III), examinar cada posição para determinar qual a função mais fraca e qual a função mais forte, partindo daí para o diagnóstico das demais. O pulso deve ser tomado de preferência pela manhã, com o paciente em jejum, sentado de frente para o médico que tomará os pulsos esquerdos com os dedos da mão direita e os pulsos direitos com os da mão esquerda. Os pulsos da posição I - em cima de P9 - são tomados com os dedos indicadores; os pulsos da posição II - em cima de P8 - com os dedos médios; e os pulsos da posição III - em cima de P7 - com os dedos anulares.

as seguintes nomenclatura : grande

Quanto às anotações na ficha do cliente, plenitude

usa-se

· Transbordante

· excesso (plenitude)

· normal

· insuficiente

· fraco

· muito fraco (quase imperceptível)

· imperceptível (ou ausente)

Sendo os três primeiros “pulsos Iang” e os quatro últimos “pulsos Inn”.

SINTOMAS DE EXCESSO E DE INSUFICIÊNCIA GERAL E NOS MERIDIANOS PRINCIPAIS A constatação do excesso ou insuficiência geral de Inn ou Iang é a base do diagnóstico

pela Acupuntura, não só porque permite uma primeira aproximação tipológica - tipos Inn e tipos Iang - como também porque nos orienta para as linhas gerais da terapêutica a seguir:

Segundo G.S. de Morant os sinais principais são:

a) Excesso geral de Iang (energia):

pulsos direitos mais fortes que os esquerdos; pulsos superficiais mais alongados, amplos e duros que os médios e profundos; pulsos ns. I amplos e fortes e pulsos ns. III normais; todos os pulsos adiante de suas posições; voz sonora, muito timbrada; olhos brilhantes, muito vivos; gestos muito rápidos; palavra excitada; excesso de alegria, cantos e risos; agitação, calor externo; dores nos pontos quando pressionados; dores locais; contraturas, convulsões, espasmos.

b) Insuficiência geral de Iang:

pulsos direitos mais fracos e moles que os esquerdos; pulsos superficiais mais fracos que os médios e profundos; pulsos ns. I fracos e ns. III fortes; coceira, prurido; todos os pulsos antes de suas posições; forma sem firmeza, mole; voz sem timbre; olhos ternos; gestos lentos; dificuldade da palavra; tristeza; lágrimas; intestinos vazios ou com grande inchaço.

c) Insuficiência geral de Inn ( sangue):

pulsos esquerdos menos fortes que os direitos; pulsos médios e profundos menos fortes, duros e amplos que os superficiais; pulsos ns. I miúdos e ns. III pouco perceptíveis; todos os pulsos miúdos, pequenos; forma magra; rosto azulado, escuro; fraqueza física; lassidão, falta de resistência; tendência ao desmaio.

d) Excesso geral de Inn:

pulsos esquerdos mais fortes e duros que os direitos; pulsos profundos e médios mais duros que os superficiais; pulsos ns. I amplos e fortes e ns. III igualmente fortes; tez vermelha; forma sólida, bem nutrida; tendência às congestões, às inflamações e aos abcessos; frio interno; edemas.

Naturalmente que o excesso ou insuficiência geral de energia Inn ou Iang deve ser o resultado do excesso ou insuficiência de energia ou sangue nas funções, cujos sintomas, ainda segundo G.S. de Morant, são os seguintes:

a) Triplo Reaquecedor - “pai da energia Iang”.

Excesso: pesaroso, sem alegria, irritável; deseja dormir, insônia; dores indefinidas por

meteorismo; respiração curta, não pode falar; inapetência, muita urina. Insuficiência: lassitude moral e física; tudo é feito com esforço; tristeza, enfado, os membros não obedecem; insuficiência urinária; frio.

b) Circulação - sexualidade - “mãe da energia Inn”

Excesso: opressão, cóleras; coração agitado, dores surdas; respiração rápida quando ri, dor de cabeça congestiva; mau hálito. Insuficiência: depressão moral; insuficiência do consciente; fadiga, sem alegria; enrijecimento da laringe.

c) Coração (órgão Inn)

Excesso: riso fácil, soluços; rosto avermelhado; agitação do espírito, superexcitação; dores no coração e no braço. Insuficiência: magoado, não ri; rosto pálido; depressão, medo, angústia; falta de ar aos esforços.

d) Pulmões (órgão Inn)

Excesso: arquejamento, tosse; dores nos ombros, nas costas e nas costelas; micção freqüente; bocejos, espirros. Insuficiência: falta de fôlego; ombros e costas frias; tez mutável; não pode dormir; dores nas axilas.

e) Fígado (órgão Inn)

Excesso: descontentamento, cólera; tez escura, cinzenta ou amarela; micção difícil, dolorosa; distúrbios das regras, priapismo; dores lombares e no aparelho genital. Insuficiência: medo; tez branca, cerosa; constipação; fezes amarelas ou escuras; impotência, frigidez; dores nas coxas, cadeiras, garganta; coagulação lenta do sangue; equimoses freqüentes.

f) Baço - Pâncreas (órgão Inn)

Excesso: excesso de forma, ventre grande porém fraco; eliminações pouco abundantes; articulações dolorosas; grandes suspiros (gemidos), mágoa, obsessões, pesadelos. Insuficiência: insuficiência de forma; eliminações abundantes; fadiga matinal e até às 17 horas; aerogastria, má digestão; frio e fraqueza nos pés.

g) Rins ( órgão Inn) Excesso: excesso de decisão; urina colorida, rara; pés pesados, quentes, dolorosos; língua seca; cefaléia. Insuficiência: indecisão, fala confusa; urinas freqüentes, odor anormal e incolor; pés e pernas frios; transpiração abundante;

h) Estômago (órgão Iang)

Excesso: cãibra, dores de estômago; acidez; lábios rachados; pesadelos; erupções, acne.

Insuficiência: digestão lenta; vômitos aquosos depois das refeições; face vermelha, sobrancelhas dolorosas; emotividades, lágrimas e tristeza; pés frios.

i) Intestino Grosso ( órgão Iang)

Excesso: constipação; boca seca, lábios gretados; corpo quente; melhora com alimentos acres; calor. Insuficiência: diarréia; erupção, prurido; frio, lento para se esquentar; melhora com alimentos ácidos.

j) Intestino Delgado ( órgão Iang) Excesso: face escarlate, boca seca; abcesso na boca e na faringe; urinas raras; alegre e risonho. Insuficiência: lábios azulados com bordos brancos; magreza; urinas freqüentes e abundantes; transpirações violentas.

k) Vesícula biliar (órgão Iang)

Excesso: muito sono; grandes gemidos, irritável; boca amarga pela manhã; todas as articulações dolorosas; joelhos e pernas inchados; inchação sob o joelho. Insuficiência: insônia; dores sem localização fixa; dores no peito e dos lados; inchaço na bochecha, no queixo e nos seios.

l) Bexiga (órgão Iang)

Excesso: agitação, plenitude; ereções excessivas, prostatite; retenção de urina, desejos freqüentes e urgentes; cefaléia ao defecar. Insuficiência: cérebro confuso; falta de vigor sexual; urina abundante e incolor; incontinência, levanta-se à noite; vermes intestinais.

Os meridianos podem apresentar também sintomas de excesso ou insuficiência em segmentos de seus trajetos, o que significa desequilíbrio de energia local. São, em resumo, os seguintes:

Excesso: dor, calor, contratura, espasmo, cãibras, convulsões, inflamações. Insuficiência : insensibilidade , frio , inchaço, prurido, flacidez, edemas brancos.

Recomendações para a tomada de pulso:

1- Tomar as 15 posições e obter uma média , o que e estiver fora da média estará alterado 2- O pulso é predominante em termos de confirmação diante de outro diagnóstico. 3- Julgar com atenção as funções que são suspeitas de ter o problema. 4- Tomar o pulso de manhã ,com o paciente preferencialmente em jejum ,pois os alimentos têm energia Iong, o que pode causar alterações no fluxo de energia. 5-Tomar o pulso a cada sessão , para acompanhamento. 6- Tratar pelo diagnóstico do dia . 7- Atentar para o horário que pode ser o da onda máxima de alguma função 8- No horário do dominante , o dominado está mais fraco . 9- Lembrar da estação Inverno - R e B é mais forte e profundo. primavera - F e VB estão tensos e nervosos. Verão - C e ID , CS e TR estão fartos e cheios . Outono - P e IG estão ligeiros. Quinta estação - mudanças e transformações em E e BP.

10-

A temperatura do paciente e do ambiente podem alterar o diagnóstico (ex.: Frio

esconde o pulso ).

11-

Quando o pulso não bate de acordo com o diagnóstico , é sinal de gravidade .

12-

É necessário ter um padrão de posição para a tomada do pulso.

Variações Individuais :

· Homem tem pulso mais duro

· adulto tem pulso cheio

· adolescente tem pulso mais fino

· ancião tem pulso mais débil

· A criança tem o pulso mais rápido ( fc/fr >6)

· Homem alto tem pulso longo ( > distância entre os segmentos )

· Homem magro tem pulso ligeiro e superficial

· O obeso tem pulso discretamente profundo

· Intelectuais tem o pulso mais débil

· Após longa viagem o pulso é mais rápido devido a distância percorrida.

· Após refeição o pulso é grande e lento

· Após ingestão de álcool o pulso se torna mais rápido

“Existe erro tanto em ver o que não existe quanto em não ver o existe.” Confúcio

PULSOS REVELADORES OU PERIFÉRICOS Confirmam o diagnóstico e servem mais para acompanhamento do que para diagnóstico, isto é , quando já diagnosticamos um transtorno, usamos esses pulsos para verificar se o organismo está ou não reagindo ao tratamento . Por exemplo, se havia excesso ele deverá amenizar . Cada um corresponde a um ponto dos meridianos principais e também a áreas específicas

.

SO-OUENN divide o corpo humano em três regiões chamadas “alto”, “centro” e “baixo”, cada uma subdividida em três zonas: “céu”, “terra” e “homem” e possuindo um ponto que é o pulso revelador:

 

CÉU

TERRA

 

HOMEM

ALTO (ao nível de)

B2 (artéria orbital)

E5 (artéria facial)

 

ID19

(artéria

temporal

 

superior)

CORRESPONDÊNCI

energia

da

Boca,

 

dentes,

olhos e ouvidos informação sobre acidente vascular cerebral (AVC)

A

cabeça, intelecto

l

a

r

i

n

g

e

,

amígdalas.

 

CENTRO (ao nível de)

P9 (artéria radial)

IG4

 

(artéria

C7 (artéria cubital)

 

radial)

   

CORRESPONDÊNCI

Peito e respiração

 

coração

A

BAIXO (ao nível de)

F11

(artéria

BP11

 

(artéria

R3 (artéria tibial-femoral)

femoral)

femoral posterior)

CORRESPONDÊNCI

Fígado e vesícula

Baço-pâncreas

 

rim tratamento de Diabetes e obesidade

A

biliar

 

OS 28 PULSOS PATOLÓGICOS Os pulsos patológicos podem ou não aparecer e ,sempre que aparecem denotam uma situação especial , o que pode ser a chave para se fechar um diagnóstico. São eles:

A) 7 pulsos externos

B) 8 pulsos internos

C) 9 vias ou movimentos

D) 4 pulsos suplementares

A) Os 7 Pulsos Externos

A1) PULSO SUPERFICIAL Indica vazio ou insuficiência de Iang extraído do ar. Energia Iong insuficiente. Deve-se tonificar o triplo reaquecedor (TR) superior. A2) AS PÉROLAS ROLANTES “Como se houvessem bolinhas sendo levadas junto ao fluxo.” Indica excesso de Inn deve-se dissipar o TR inferior . A3) PULSO PLENO “Quanto mais se apóia o dedo , mais se sente o pulso” Indica excesso de energia Iong. Deve-se dispersar o TR médio A4) PULSO VASTO “chega forte e vai fraco” Indica plenitude de iang e insuficiêcia de Inn ( ou de “sangue”) O TR está com dificuldade de assimilação de energia Inn dos alimentos e com excesso de energia Iang do TR superior (o TR superior está tirando muito Iang do ar ). A5) PULSO EM CORDA DE VIOLÃO “Chega e vai forte “ Indica ataque de frio perverso

A6) PULSO DICROTE OU OCO Parece que há duas artérias pulsando”, sente-se apenas as bordas da artéria radial (desaparece com leve pressão ) Indica vazio de sangue ou plenitude de calor perverso e excesso de ID + B + TAE YANG. A7) PULSO ESTREITO OU TENSO “É fino mas pulsa com dureza , parece um cordão batendo”

Normal na primavera , mas fora dela pode indicar excesso de Fígado.

É

PULSOS INTERNOS

B)

B1) PULSO PROFUNDO

“Em superfície não se pega nenhum pulso”; Exige pressão

É normal em obesos

e no inverno

( estação de recolhimento ), fora isso pode sugerir

doenças Inn de excesso ou insuficiência. É um problema interno .

B2) PULSO RETARDADO OU DISTAL Indica fraqueza da energia Iong TR médio (captação de energia Yang) devem ser estimulados .

B3) PULSO RUGOSO “parece que ele passa em turbilhão”

Indica pobreza de energia sangue em quantidade e qualidade.

É grave e de difícil tratamento.

B4) PULSO MACIO “É quase mole” ; bate sem força Indica fraqueza de Qi e “sangue” B5) PULSO LENTO É um pulso vagaroso , não no sentido de batimentos , mas ele “vai e volta devagar” Sugere um vazio de Baço e de energia Iong B6) PULSO FLEXÍVEL Os Pulsos Superficial , médio e profundo são bem perceptíveis, as posições são muito definidas indica vazio de estômago e “sangue”. B7) PULSO SEM FORÇA Dificuldade de separar as posições . Sugere vazio de Inn e Iang fraco Deve-se Tonificar o TR inferior e melhorar a captação de Iang ( Usar os pontos :VC17 + VC6 + VC12). B8) PULSO ESCONDIDO “Difícil de encontrar” Indica falta de circulação

A

língua do paciente pode estar vermelha ,cor de “sangue pisado”.

É

Comum nos cardiopatas.

C)

AS 9 VIAS

C1) PULSO LIGEIRO 5 a 6 batimentos por respiração. Pulso Iang que indica excesso de fogo.

C2) PULSO DESIGUAL “Forte / fraco ( força ) alternados”

É preciso nutrir

Iong , O TR está distribuindo menos energia Iong que o necessário

(desequilíbrio energético).

C3) ANUNCIADOR DA MORTE “Para

e recomeça”

Muito grave e de difícil recuperação Tratar com intervalos de um dia , usar o vaso dos ataques e os pontos de energia ancestral + pontos SU do pentagrama.

C4) PULSO MINÚSCULO OU FINO Pulso de crianças . As posições são próximas umas das outras . Se aparecer em um adulto sugere vazio de energia e sangue . Deve-se usar o ponto mestre do sangue (BP6)

C5) PULSO PLENO OU LONGO

É o oposto ao MINÚSCULO

Tem a amplitude aumentada , os segmentos bem separados.

O paciente sente plenitude nas costas

Indica excesso Iang.

C6) PULSO RÁPIDO NA BARREIRA ( PULSO II) Sugere vazio de Iong , “sangue” e energia ancestral

C7)PULSO RÁPIDO NO POLEGAR E NO PÉ ( PULSOS I e III) Sugere doenças da energia , indicativo de invasão de energia perversa

C8)PULSO MUITO LONGO

É normal em pessoas altas

A amplitude e os batimentos são regulares Indica plenitude de energia e sangue

C9) PULSO RÁPIDO NOS 3 SEGMENTOS “O Iang está destruindo o Inn” O agravamento é o natural .

OS 4 PULSOS SUPLEMENTARES Eles resumem os outros 24

1)

PULSO GRANDE ( “AMPLO”) - Indica excesso Iang

2)

PULSO LONGO - Indica excesso Iang

3)

PULSO CURTO- Indica excesso de Inn

O

QUARTO PULSO

O

quarto pulso é tomado com o dedo anular e infere a condição dos centros nervosos e da

Psique. Ele pulsa a uma distância da posição III (ponto P7).

PULSO ESQUERDO (Psi e emoções)

POSIÇÃO

PULSO DIREITO (centros nervosos)

Indivíduo evoluído (consciente, concreto e bom juíz)

superficial

Medula e coluna vertebral

Autômato ou “papagaio”

médio

Bulbo e Cerebelo

Primata (A bagagem do céu anterior)

profundo

Cérebro

Interpretação:

Evoluído:

Normal : No indivíduo com raciocínio e capacidade de discernimento ( “O bom juíz “) Estreito: Impulsos irracionais Ausente- Não raciocina

Autômato :

Em plenitude : Imaginação repetitiva, voltada para o passado e sem realizações fraco :

Falta de imaginação e coordenação de idéias

Primata :

Pulsando mais forte que os demais : Predominam os instintos (Falsidade ; Astúcia ; Malícia ; Temeridade ). tipo de pessoa que “não quer saber de conversa “. Fraco ou vazio : Apatia total , estados depressivos.

Apêndice Complementar

A PULSOLOGIA e a FUNÇÃO TR :

A FUNÇÃO TRIPLO REAQUECEDOR (TR) coordena a distribuição energética nos três

principais níveis funcionais do corpo humano : O TR superior corresponde fundamentalmente às funções cárdio- respiratórias; O TR médio coordena as funções digestivas , de assimilação

dos alimentos e a distribuição líquidos orgânicos e sangue e por fim o TR inferior comanda as funções gênito-urinárias.

A função TR é essencialmente integradora de todas as energias incorrentes no organismo

humano e faz isso principalmente através do Vaso Maravilhoso Tchrong mo , com o cuncurso

da energia ancestral .

O TR tem o seu próprio pulso geral (Mão direita , posição III, superficial).Caso seja

diagnosticado desequilíbrio na função geral , podemos ainda detectar em que nível do TR está esse desequilíbrio. Usamos para tanto o seguinte quadro:

PULSO

POSIÇÃO I- AR POSIÇÃO II-ALIMENTOS POSIÇÃO III-ENERGIA ANCESTRAL

SE I>III- EXCESSO IANG SE III>I- INSUFUCIÊNCIA IANG SE II>III-EXCESSO INN SE III>II- INSUFICIÊNCIA INN

“Poupem as palavras e tudo andará por si mesmo

Lao Tzu

“O TAO que pode ser pronunciado não é o TAO eterno

Lao Tzu