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AtuAlizAção em eletro-neuro-estimulAção

Informações provenientes de diferentes fontes permitem desenhar um uso atualizado dos recursos da estimulação elétrica do sistema nervoso periférico. Os resultados dos experimentos e as conclusões da investigação biológica da eletro-neuro-estimulação, junto com dados da fisiologia dos neurônios (membrana neuronal, transmissão de sinais ao longo dos axônios sensoriais, processos adaptativos inerentes a cada fibra nervosa), e mais os resultados dos estudos clínicos levam à adoção de estratégias especiais para cada tipo de situação. Aplicação da eletro-neuro-estimulação num quadro doloroso específico. Uma das condições dolorosas mais prevalentes nos últimos anos é a dor no punho e na mão relacionada com longos períodos de trabalho usando teclado e mouse. A contração sustentada dos músculos extensores e pronadores no antebraço, e em menor grau também dos flexores, leva às conhecidas mudanças circulatórias e da função neural intramuscular que, com as alterações concomitantes dos tecidos conjuntivos (músculos, fáscias, tendões, cápsulas articulares) levam à instalação da síndrome dolorosa miofascial. Nesse tipo de condição clínica, o tratamento deve ser dirigido para obter melhora da dor, da capacidade funcional (frequentemente ocorre restrição da amplitude de movimento da articulação do punho), e também a modificação do padrão reflexo (inclui hiperatividade simpática) intermediado por sensibilização periférica e central que contribui para a perpetuação da condição. Os objetivos terapêuticos incluem:

- redução da hiperalgesia na região da dor referida,

- abrandamento das bandas tensas musculares,

- restauração do tônus dos músculos envolvidos,

- ativação da antinocicepção descendente.

- normalização da atividade autonômica local, regional e sistemicamente, principalmente nos casos crônicos.

Para alcançar esses objetivos utilizando eletro-neuro-estimulação, escolhidos os alvos das intervenções, é preciso escolher o modo de estimulação. Modo de estimulação de acordo com os objetivos do tratamento. Na região do carpo, considerando um caso hipotético em que a dor nessa região é um aspecto preponderante, não é necessário utilizar agulhas. Nesse local, uma boa opção é a eletro-neuro-estimulação transcutânea, com freqüências altas (p. ex. 300 Hz) e duração baixa de pulsos (p. ex. 100 microseg), intensidade no nível de percepção não-dolorosa. Um bom recurso é a iontoforese, que pode ser feita com algodão embebido em anestésico local (com pH ácido) sob o eletrodo (há no mercado eletrodos com reservatório para o anestésico). Para normalizar o tônus muscular, uma boa técnica é a eletro-neuro-estimulação percutânea (ou transcutânea, no caso de alodinia na região do músculo) nos pontos motores dos músculos envolvidos. Nesse caso, a freqüência de eletro-neuro-estimulação não pode ultrapassar 10 Hz, sendo 5 Hz a mais usada. A seqüência de contração e relaxamento re-informa a integração sensório-motora, corrigindo a configuração dos sensores cujos sinais são essenciais para a regulação do tônus muscular, destacando-se os fusos neuro-musculares. Nas bandas tensas, em que, mais do que contratura pode-se definir a rigidez tecidual como espástica, as freqüências indicadas são mais altas, acima de 300 Hz, duração de pulso baixa (ativam-se preferencialmente as fibras mais calibrosas, de limiar de excitabilidade mais baixo, sem excitar nociceptores). Como contribuição para a redução segmentar do tônus simpático, é útil estimulação para-vertebral, entre C5 e T1, a freqüência mais usada é 10 Hz, duração de pulso pode ser 200 microseg ou mais. Estimulação com baixa freqüência (5 Hz) de ramos nervosos nas extremidades (p. ex. nervo mediano, ramo do tibial posterior), contribui de modo sistêmico e inespecífico para a analgesia (antinocicepção descendente), controle das inflamações (inibição simpática / ativação para-simpática), melhora do padrão de resposta ao stress (inibição de centros ativadores como as amídalas temporais), incluindo diminuição da ansiedade, e melhora das funções rítmicas como o sono. Estimulação de locais específicos no couro cabeludo contribui para essa finalidade terapêutica. Postado por Norton Moritz Carneiro Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008 Eletroanalgesia: estimulação elétrica trans-craniana | Electroanalgesia - Transcranial electrical stimulation Cutting Chronic Pain Without Pills | Cortando a Dor Crônica sem Drogas New Technique Uses Ancient Technique To Tackle Brain's Response To Pain Nova Técnica usa Método Antigo Para Modificar a Resposta Cerebral À Dor CBS News medical correspondent Dr. Jon LaPook examines a way to cut pain without using medication - instead, it employs an ancient technique: applying electricity. (Feb. 19, 2008). Nota: A técnica faz parte dos recursos próprios da Acupuntura Médica Contemporânea.

A eletro-neuro-estimulAção e A fundAção dA AcupunturA médicA

A introdução da eletro-neuro-estimulação como um dos procedimentos básicos da Acupuntura Médica é um divisor de águas. Diferente da eletro-acupuntura, que simula a estimulação manual das agulhas segundo um padrão típico da MTC (medicina tradicional chinesa), e cujos alvos não se definem por suas características anatômicas e propriedades fisiológicas, a eletro-neuro-estimulação, assim como outros métodos de modulação neural periférica, se fundamenta em dados e princípios fisiológicos, e em fatos anatômicos. A compreensão dos processos biológicos envolvidos com os resultados clínicos da eletro-neuro-estimulação modifica radicalmente a teoria e a prática da Acupuntura como especialidade médica. A inconsistente pressuposição da existência de canais não-anatômicos por onde flui algo como ar ou vapor, ou energia - uma aproximação simplista, embora criativa, e matematicamente estruturada - do sistema nervoso, se torna irrelevante. O estudo do sistema nervoso, desde o advento das tecnologias de investigação biológica, revelou uma realidade impensável pelo mais genial dos pensadores da Antiguidade. As investigações e descobertas no campo da estimulação e modulação neural forneceram as bases para o rápido desenvolvimento de métodos que são aplicados com êxito em campos variados, como o tratamento de dores e disfunções orgânicas, ansiedade e depressão, distúrbios do sono. Estudos recentes mostram que muitos pacientes com problemas incluídos nessas categorias – entre os quais se encontra seguramente um grande contingente da população – consideram que os tratamentos em uso corrente não oferecem resultados satisfatórios. As demandas desses pacientes pela resolução dos problemas que os afligem permanecem assim parcial ou precariamente atendidas. Entretanto, alguns recursos disponíveis permanecem subutilizados. É o caso das técnicas que atuam diretamente sobre o sistema nervoso, território que é ao mesmo tempo sujeito e agente dos processos de regulação do organismo, e também objeto de intervenções médicas. Base da moderna especialidade médica Acupuntura, o uso de meios capazes de promover mudanças no estado funcional da rede neural representa um avanço de grandes proporções, ainda subestimado, no manejo das síndromes dolorosas e/ou disfuncionais. As diferentes modalidades de técnicas neuromoduladoras, como a estimulação mecânica (agulhamento), a eletro-neuro-estimulação, as infiltrações de anestésicos locais, utilizadas pelos especialistas em Acupuntura se tornam indispensáveis no tratamento da dor e dos distúrbios funcionais, na medida em que se reconhece a sua eficácia. Em muitos casos, como o das síndromes dolorosas miofasciais, são indicações clínicas de primeira linha. Tendo se reestruturado sob a denominação

“Acupuntura Médica” a partir do reconhecimento dos mecanismos fisiológicos e dos processos biológicos implicados nos resultados terapêuticos, e tendo estabelecido as bases anatômicas dos procedimentos, a especialidade encontra o seu lugar no contexto médico-científico, apresentando-se como a área da Medicina que se dedica à terapêutica de dor e dos distúrbios funcionais.

Postado por Norton Moritz Carneiro Sábado, 19 de Abril de 2008

reGulAção BioenerGéticA eletroAcupunturA de Voll

DR. WU TOU KWANG A EAV começou em 1953 com as pesquisas do Dr. Reinhold Voll. Em 1954, após sofrer grave acidente e diversas cirurgias, afetando 50% das funções do corpo, passou a conviver com uma sonda vesical. Sabendo que estava sujeito às complicações de uma sondagem vesical prolongada, tais como cistites, infecções e hemorragias, passou a realizar diariamente a Terapia Básica do EAV para equilibrar suas energias; e assim, não teve que passar por tais complicações. Divulgou a sua técnica pelo mundo, através de mais de 120 seminários, sempre lúcido e saudável.Aparelhos EAVNo fundo, todos os aparelhos EAV são super-galvanômetros com altíssima sensibilidade, calibrados para medir micro-correntes. No painel há um microamperímetro com uma escala de 1 a 100 que corresponde aos seguintes limites:voltagem: 135 a 2070 mV média: 870 mVcorrente: 5,50 a 11,25 microANa leitura de 50, o aparelho investe aproximadamente uma tensão elétrica de 1 V e uma corrente de 9 microA contra o ponto de Acupuntura. A impedância de calibração do ponto na leitura de 50 é 95 kOhm. Limpeza dos Eletrodos 1) Água, sabão e pano para limpezas mais completas. 2) Entre um paciente e outro, algodão e álcool são suficientes. Em casos de funções pancreáticas alteradas, pele seca ou calosa, e em pacientes idosos, deve tomar algumas das seguintes precauções:

1) Umedecer a pele com água; 2) Molhar os eletrodos e o detector; 3) Aplicar gel condutor se a pele estiver seca demais.

Se a pele estiver com muito suor, deve pedir para lavar as mãos e os pés antes, pois o suor diminui demais a impedância elétrica.Princípios da Medição EAVOs órgãos transmitem a energia produzida aos meridianos chegando até os pontos de Acupuntura. Carregar um ponto com uma pequena dose controlada de corrente elétrica significa ao corpo um obstáculo ao qual deve vencer para manter a circulação energética. Assim, o aparelho EAV ao medir um ponto, não mede apenas a impedância elétrica do ponto, porém, o potencial de reação do corpo ou do órgão contra a pequena corrente de medição. Por causa disso, a EAV realiza um verdadeiro teste "dinâmico", e não apenas um teste "estático". Este pequeno estímulo elétrico padronizado, no caso do aparelho EAV, deve estar abaixo dos limites biológicos de 8-10 microA. Um organismo saudável consegue evitar a carga de medição penetrar no corpo, estabilizando a leitura do microamperímetro no valor de 50.EAV contém mais de 800 pontos de medição, 200 dos quais são pontos novos. Só não foram descobertos ainda os pontos para o cérebro. Mais de 100.000 medições foram realizadas para determinar a localização exata dos pontos. EAV apresenta 4 pontos para diagnóstico de cada grande órgão. Apresnta os chamados pontos de medição específica e os de medição cumulativa (PMC). Estes fornecem informações sobre um sistema ou um tecido. O meridiano da Bexiga é o único com 2 pontos de medição cumulativa, B64 e B65. A maioria dos pontos cumulativos se localizam na falange média dos dedos com exceção do PMC do Pulmão e do Linfático (P10c e PMC Ly - falange proximal do polegar); do Baço-Pâncreas e do Fígado (PMC BP e PMC F - falange distal do hálux); e do PMC do Coração (C8c - falange proximal do dedo mínimo). Há ainda o ponto somatório das medições (PSM) que fornecem informações sobre parte do conjunto das funções do sistema tecidual. Condições: (São críticas para testes de medicamentos) 1) Não deve haver aparelhos elétricos potentes ligados nas proximidades. Por ex.: aparelhos de R-X, aparelhos de diatermia etc.2) O paciente deve estar pelo menos a 60 cm afastado de fios elétricos.3) Os móveis, o assoalho e a parede não devem produzir ou acumular eletricidade estática, portanto, se possível, serem feitos de madeira, ou cobertos por materiais naturais.4) O aparelho EAV deve estar a 50 cm de qualquer condutor elétrico.5) O examinador dever usar roupas de material natural, antiestática, e retirar o excesso de objetos metálicos do corpo. Às vezes, convém colocar luvas de algodão durante o exame.6) O paciente deve afastar-se de medicamentos ou objetos que interferem com a energia biológica tais como: analgésicos, tranquilizantes, cortisonas, metais, jóias, roupas sintéticas, cintos apertados etc.7) Tanto o examinador como seu auxiliar devem trabalhar com luvas isolantes de algodão ou de borracha.8) O examinador deve estar em estado bioenergético melhor do que o paciente, senão, a avaliação pode se referir ao estado do terapeuta.TÉCNICA EAV - DIAGNÓSTICO1) O teste diagnóstico EAV se inicia pela medição das 4 derivações, isso permite saber em que quadrante estão situados os órgãos mais alterados.2) A seguir, deve passar para o ponto do Hipotálamo (TA20). A medição do Hipotálamo corresponde às funções dos órgãos da metade homolateral do corpo.3) Um teste diagnóstico EAV dos órgãos se inicia pela medição dos PMC de cada meridiano, ao encontrar alguma alteração importante, deve medir então os pontos específicos do meridiano mais afetado.Medição da CondutânciaAs medidas só têm valor se as leituras das 4 derivações básicas estejam acima de 80, isto é, em fase de simpaticotonia. Ao contrário, o paciente deve ser tonificado com correntes elétricas ou com medicamentos. Não tem valor diagnóstico a leitura dos pontos nem deve exigir esforços importantes do paciente se a medição de condutância estiver muito abaixo de 80.Condutância Observação Diagnóstica <<80 deficit energético 80 - 88 normais >>80 energeticamente super-excitado Para a medição da condutância dos quadrantes do corpo, devem ser colocados os cilindros nas mãos e as placas nos pés, em seguida, girar a chave comutadora e obter-se-ão as leituras de cada quadrante. Os valores da condutância dos quadrantes permitem reconhecer rapidamente a área do corpo onde está havendo desequilíbrios. A simples correção da condutância já é o início de um tratamento e pode melhorar os sintomas do paciente. Existem esquemas EAV de tratamento onde se utilizam principalmente os cilindros, as placas e outros eletrodos de grande superfície; por exemplo: hipertensão, flebite, edema e problemas de circulação, artrose, gripe etc. Os medicamentos homeopáticos podem ser colocados na colméia e enviados eletromagneticamente aos pacientes através dos eletrodos de grande superfície com efeitos muito interessantes. Na correção da condutância, em vez de usar frequências moduladas de 0,8 a 10 Hz, podem ser

aplicadas frequências fixas com resultados mais rápidos. Lembrem-se de qie as frequências baixas servem para tratar sangue e linfa, as médias para sistema nervoso autônomo, as altas para controlar órgãos. Após indicar uma frequência fixa e não observar melhora da condutância dentro de 1 min, deve mudar para outra frequência. Se a condutância não se estabilizar após a correção, deve administrar outra frequência. Localização dos Pontos Segurar o eletrodo de medição como um lápis, perpendicular à pele. Convém manter um apoio com o dedo anular ou mínimo sobre alguma superfície firme para que a ponta detectora não escorregue do ponto. Com pressão leve, passar o eletrodo sobre a área até encontrar o local onde ocorre o maior desvio do microamperímetro. Neste ponto, aumentar a pressão até verificar não haver mais aumento do valor de leitura. Se aumentar a pressão além desse nível, ocorrerá a inativação temporária do ponto, o valor da leitura aumentará mas não terá importância diagnóstica. Uma vez localizado e pressionado o ponto, na nova medição se obterá o mesmo valor máximo com pressão sensivelmente menor pois na 1ª leitura, a pele foi pressionada e ficou mais próxima do verdadeiro ponto de acupuntura. Leitura da Escala Diagnóstico 100-85 inflamação total 85-75 inflamação parcial 75-60 irritação / hiperfunção 60-40 margem funcional normal 40-30 hipofunção 30-20 degeneração 20- 0 degeneração avançada Um critério diagnóstico importante é a Queda do Indicador (QI), isto é, a agulha não consegue se manter estável no valor máximo alcançado pela medição, ocorre uma queda da agulha. Vale relembrar que no processo de medição da EAV, há um confronto entre a corrente de medição do aparelho EAV e a corrente bioelétrica do órgão analisado. Se um órgão estiver com a função afetada, apresentará pouco rendimento bioelétrico, e será incapaz de opor à corrente de medição uma resistência uniforme, e assim, ocorrerá a QI. A QI significa uma perturbação funcional presente naquele momento. A queda se produz apesar da pressão constante da ponta detectora, inicia geralmente entre 2 a 3s. Um início de queda após 3s significa uma perturbação incipiente. A duração da queda geralmente está entre 10-20s quando o valor final estiver acima de 50; 20-30s para valor final até 30; e 30-60s para valor final 20s. Considerando o conjunto, temos as seguintes situações para a subida da agulha no momento da leitura:

1) Valores Estáveis a) velocidade muito rápida subida rápida da agulha para valores elevados 90 indica intoxicações químicas b) velocidade normal c) velocidade muito lenta órgãos "cansados", numa fase prévia à insuficiência 2) Valores instáveis (QI) a) queda rápida afeçção aguda e intensa b) queda lenta afecção incipiente 3) Diferença entre o valor máximo e mínimo da QI a) grande afecção grave b) pequena afecção leve A queda do indicador (QI) é o achado mais importante para EAV. Quando ocorrem diversas QI, a maior representa a perturbação mais aguda de um órgão e é deste local que o tratamento deve ser iniciado. Na QI, podemos analisar o valor máximo e mínimo, obtendo assim informações sobre o estado fisiopatológico do órgão. Por exemplo, num paciente com passado de miocardite (alterações degenerativas das fibras miocárdicas afetando a capacidade hemodinâmica do coração) acometido no momento por uma inflamação aguda do músculo cardíaco proveniente de uma infecção pelo vírus da influenza; a medição do ponto do músculo cardíaco (C6) pode mostrar 90/24. Num caso de bronquite crônica, refratária aos tratamentos convencionais, ao encontrar uma leitura de 88/17 no ponto de brônquio esquerdo (P10 esq.), podemos imaginar uma inflamação aguda num brônquio esquerdo com degeneração acentuada. é caso até de pedir alguma radiografia para descartar algum câncer de pulmão.

ELETROACUPUNTURA DE VOLL -TRATAMENTO Os estímulos elétricos do EAV são chamados de Oscilações Relaxantes, podem ser aplicados para descarregar (sedar) e carregar (tonificar) quadrantes ou pontos. 1) Terapia Básica - Indicada como tratamento de equilíbrio geral de caráter preventivo ou curativo. é muito útil para principiantes. Consiste em tratar todos os 4 pontos dos grandes órgãos dos 12 meridianos principais. Deve iniciar pelos pés e terminar nas mãos. O equilíbrio mais demorado é da 1ª extremidade, a última extremidade pode até ser dispensada. Os terapeutas devem auto-aplicar a Terapia Básica todas as manhãs.

2) Os pontos de Acupuntura com valores >50 devem ser descarregados com corrente positiva em dente de serra de baixa intensidade de 1,5 a 2 V. Tal estímulo é quase imperceptível. Os pontos com valores <50 devem ser carregados com corrente alternadas de alta intensidade, em torno de 60 V. A corrente deve ser suficiente para provocar sensação de formigamento no ponto, seja nas mãos ou nos pés. Durante o estímulo, tal sensação se torna cada vez mais forte até o ponto de começar a doer. Deve interromper o estímulo antes do aparecimento da dor. Essa aplicação tonificante demora mais para surtir efeito. Nas QI, se houver na leitura inicial valores acima de 65, devemos primeiro sedar o componente inflamatório da lesão nas 1as. sessões e depois, tonificar o órgão ou o tecido nas sessões seguintes. As pesquisas têm mostrado que uma corrente dente de serra negativa com forte intensidade aumenta rapidamente a condutância dos pontos. Entretanto, carrega apenas o ponto temporariamente sem aumentar a energia do ponto nem a energia global do corpo, portanto, tal corrente é apenas uma falsa carga. A corrente alternada aplicada por período longo é a que realmente aumenta as energias. Em pacientes com deficiência grande de energia e portanto, baixa condutância, convém aplicar aos eletrodos primeiro a corrente dente de serra negativa durante 30s e depois aplicar a corrente alternada, os resultados serão mais rápidos. 3) Cada órgão ou tecido do corpo possui uma frequência própria. Se conhecermos a frequência de harmonia do órgão doente, podemos aplicá-la especificamente para restaurar suas funções. Sabemos que entre 0,8 Hz a 10 Hz, as frequências baixas destinam-se ao sangue e linfa, as médias ao Sistema Nervoso Autônomo, e as altas para os órgãos. Caso desconhecermos a frequência de harmonia do órgão doente, podemos aplicar a frequência variável. O órgão doente captará por ressonância a frequência mais adequada para reequilibrar suas funções. TESTES DE REGULAÇÃO BFD Possibilita o diagnóstico da capacidade de regulação bioenergética de um indivíduo. A perturbação dessa capacidade origina as doenças e é a chave para a cura, o tratamento sintomático da Medicina Oficial não é capaz disso. Toda a leitura é realizada nos pontos Ting. Adotam-se o valor normal de 40, correspondendo a 4 microA. Interessam os valores funcionais permanentemente alterados. O procedimento consiste no seguinte:

Avaliar a situação inicial Aplicar um estímulo estressante Diagnosticar a capacidade de regulação A avaliação inicial é medida nos pontos Ting, que correspondem aos pontos iniciais ou finais dos meridianos. Em seguida, para provocar o stress, aplicar 30 s de corrente negativa numa intensidade média no ponto Ly1. O stress tem a finalidade de evidenciar a resposta do organismo em situações desfavoráveis, e serve para desligá-lo temporariamente do seu ritmo diário. Na reavaliação para diagnosticar a capacidade de regulação, medem-se os mesmos pontos mas iniciando pelos do dedo mínimo. Notam-se que as medidas de alguns pontos se aproximam do normal 40, e representam respostas boas. Os pontos que não apresentarem tal tendência de normalização, isto é, mostrar QI ainda acentuada, ou leituras que se afastam de 40, ou valores alterados rigidamente, indicam autêntica perturbação permanente dos órgãos. Seleciona-se o ponto de comportamento mais absurdo para tratamento elétrico ou para teste de

medicamentos. Para esse ponto analisa-se também sua relação com outros órgãos para determinar a origem da doença. TÉCNICAS ESPECIAIS Ao encontrar QI em todos os pontos de um hemicorpo, deve suspeitar de algum foco perturbador de energia. No caso de ser foco dentário, a colocação de um ímã pólo Sul no Ly 2 elimina os efeitos do foco permitindo analisar outros distúrbios de origem não dentária. Entretanto, devido à proximidade entre os meridianos do pulmão e do linfático, provavelmente os testes de medicamentos do meridiano do pulmão seja impossível.

O princípio envolvido deve ser muito útil para as ocasiões onde queremos estudar a interferência de um ponto sobre outro. Por exemplo, você poderá colocar um ímã pólo Sul em pontos do IG e realizar leituras do meridiano do Coração para pesquisar se os problemas cardíacos derivam de distúrbios do IG. é mais rápido do que normalizar a leitura dos pontos do IG com estímulos elétricos. Às vezes, o pólo Norte funciona melhor.

eletroestimulAção em AcupunturA

Quanto maior o estímulo, maior é o efeito sedativo, assim, a manipulação da agulha aumenta a eficácia. Para descansar os dedos ou permitir atender a outros pacientes, alguns acupunturistas chineses prendiam molas nas agulhas para balançar as agulhas, chegando a conectar tais molas a algum motor de modo a prolongar o estímulo. O avanço da eletrônica militar decorrente dos esforços da II Guerra Mundial acabou chegando para os equipamentos civis na década de 40, de modo a permitir o desenvolvimento dos detectores e eletroestimuladores na década de 50. A eletroacupuntura passou a ganhar popularidade. Entretanto, na prática, os pacientes buscam Acupuntura por causa das dores; pela MTC, todo estímulo vigoroso corresponde a sedação; e como o uso do estímulo elétrico tem o objetivo de aumentar o efeito terapêutico, os tratamentos por eletroacupuntura em geral se destinam à analgesia. Se o acupunturista quiser modular o sistema neuroimunoendócrino, a eletroacupuntura deve ser usada preferencialmente para patologias com plenitude. Os pontos de acupuntura apresentam maior quantidade de tecido nervoso (nervos, terminações nervosas, plexos nervosos, sensores espiralados tendinomusculares). Todos os pontos de acupuntura do corpo apresentam baixa impedância elétrica (baixa resistência e baixa indutância elétrica) em relação à pele normal, isto é, a corrente elétrica atravessa os pontos de acupuntura com maior facilidade. Os meridianos com deficiência de energia (parassimpaticotônicos) apresentam baixas impedâncias elétricas; os meridianos com excesso de energia (simpaticotônicos) apresentam impedâncias ainda mais baixas. Os pontos auriculares alterados apresentam impedância elétrica mais altas (simpáticos) ou mais baixas (parassimpáticos) do que a pele da orelha. Quais as indicações de um eletroestimulador? Antes de responder à pergunta, imaginem o seguinte:

Numa cirurgia cardíaca de 4 horas de duração utilizando anestesia por Acupuntura, onde as agulhas devem ser manipuladas continuamente, quantos acupunturistas serão necessários? Paciente com lombalgia aguda e dores intensas, é necessário manipular fortemente alguns pontos importantes durante 20minutos para acalmar a crise, deve ser mais conveniente deixar que algum aparelho faça o trabalho enquanto você atenda outros pacientes ou vá tomar café. Na minha opinião, o eletroestimulador é um substituto da manipulação e como tal, aplicado às agulhas colocadas em pontos importantes. Tem como principais indicações:

1) acalmar dores fortes (ex.: anestesia); 2) combater vícios; 3) relaxamento. Na eletroacupuntura só se trabalha com corrente alternada. A corrente contínua não é utilizada porque seu uso prolongado provoca eletrólise da agulha e das células. Na técnica Ryodoraku se emprega a corrente contínua mas restrita a 7s de estímulo. Há 2 linhas de aparelhos: a européia e a oriental. Os europeus valorizam correntes elétricas mínimas e as diferenças entre onda (+) / (tonificar) e (-) / (sedar). São aparelhos onde existe seletor de polaridade e assim, todas as saídas ficam positivas ou todas se tornam negativas. Em cada saída se engata apenas 1 fio com garra. As correntes de todas as saídas retornam por único eletrodo seguro na mão do paciente, fechando assim os circuitos elétricos. Nos aparelhos orientais, em cada saída se engatam 2 fios com garras, um positivo e outro negativo. A corrente sai e retorna pela mesma saída. Os orientais encaram o eletroestimulador apenas como substituto do manipulador de agulhas, por isso não valorizam as polaridades. Desta maneira, os fabricantes não se preocupam na identificação correta da garra (+) ou da (-). As cores dos fios ou garras não servem para identificar os pólos elétricos. Para saber com certeza qual é a garra com pólo (-, basta colocar as 2 garras em pontos simétricos (ex.: IG20) no modo transcutâneo, e comparar os estímulos, a garra que provocar sensação mais forte é a negativa. Por isso, recomendo colocar as garras (-) em pontos importantes, as (+) em pontos secundários. Em termos elétricos, no pólo (-) ocorre menor eletrólise da agulha, e os aparelhos com predomínio de ondas (-) consomem menos corrente elétrica permitindo maior duração das baterias. No caso do seu aparelho tiver poucas saídas, permitindo estimular poucas agulhas, pode fazer gambiarras conectando cabos conduzindo corrente de uma agulha para outra, ou colocar derivação saindo de algum ponto de cada fio, aumentando as possibilidades do seu aparelho. Ao utilizar os aparelhos, devemos determinar os seguintes parâmetros: onda, freqüência, intensidade e duração. As ondas podem ser espiculadas, quadradas, senoidais, dente-de-serra, irregulares ou de um formato especial com acentuação da polaridade (-) [ex.: onda (+) 1 V e (-) 400 V]. Os vários tipos de onda provocam sensações diferentes (queimação, agulhada, vibração etc), sendo algumas delas mais agradáveis. Contudo, os efeitos terapêuticos finais não diferem muito entre si. Caso for comprar algum aparelho, experimente as sensações das diferentes ondas estimulando pontos com as garras no modo transcutâneo. Escolha o aparelho com a onda mais confortável.A onda sinusoidal não é adequada para a eletroacupuntura, que exige comprimentos de onda menores como a retangular ou espiculada. Em 1978, Yoshida estabeleceu a duração ideal do comprimento de uma onda entre 0,5 a 1,5ms. Para pulsos curtos seria necessária correntes muito altas, e pulsos longos não contribuem para estimulação efetiva.As freqüências mais baixas tonificam, as mais elevadas sedam. A freqüência mais utilizada em Acupuntura é de 2 a 10Hz, entretanto, até 100Hz pode ser útil. Na anestesia por acupuntura, colocam 2-5Hz para pontos distais e 50-100Hz para pontos na área cirúrgica. Existem aparelhos especiais para anestesia que alcançam freqüências de 8.000Hz aplicados nos pontos para-incisionais.O controle de intensidade dos aparelhos modernos muda principalmente a voltagem, permitindo menor consumo de corrente elétrica e menor eletrólise das agulhas. Intensidades menores tonificam e maiores sedam. Intensidade menor se obtém ao girar o botão de controle apenas o necessário para o paciente sentir o estímulo. Intensidade maior é aquela máxima tolerada pelo paciente sem ser muito incômoda. Em caso de dúvida, deixe na intensidade média.A duração varia em torno de 15 minutos. Entretanto, para dores fortes ou para relaxamento, pode ser necessário deixar de 1/2 a 1 hora.Todos os parâmetros descritos acima devem ser combinados entre si, tais regras não são absolutas. Vejam os seguintes exemplos:

1) 2Hz, média, 1 hora - seda; 2) 15Hz, forte, 30s -tonifica;

3) 5Hz, fraca, 30min - tonifica; 4) 7Hz, média, 10min - tonifica; 5) 10Hz, fraca, 40min - seda; 6) 15Hz, média, 20min - seda. Existe o fenômeno da acomodação neurofisiológica aos estímulos. Mantendo constantes a freqüência, o tipo de onda e a intensidade, dentro de alguns minutos, o paciente se adapta e passa o alerta de que não está mais sentindo os choquinhos. Aí o acupunturistas terá que mudar os estímulos, alterando a intensidade, a freqüência ou as ondas. Para não precisar se preocupar com a acomodação girando toda hora os botões, muitos aparelho saem da fábrica com botão seletor de freqüências em variação ou em salvas, para evitar qualquer adaptação por parte do paciente.As garras podem ser colocadas nas agulhas e a corrente elétrica entra facilmente no corpo. Os fios devem ser fixados próximos às agulhas, ou na maca.OMURA Depois de pesquisar em 1972 freqüências desde 0,1 a 50.000Hz, observou que a estimulação menor que 3Hz ativa mais a circulação periférica e prolonga mais o alívio das dores. É possível observar microscopicamente as alterações circulatórias por freqüências acima de 3Hz. Portanto, ao usar freqüências maior do que 3Hz, mesmo que obtenha clinicamente efeito analgésico, sua duração vai diminuindo à medida que vai aumentando a freqüência. Se o objetivo for a analgesia, temos que avaliar os opióides centrais e os seus receptores. Os principais receptores opióides no SNC são o mu, delta e kappa. Os receptores kappa estão preferivelmente distribuídos na medula espinhal até o tronco cerebral, enquanto os mu e delta estão localizados principalmente nas áreas superiores. As baixas freqüências aumentam serotonina, endorfina, ACTH e a circulação. São liberadas metioninasencefalinas e leucinas-encefalinas, ligadas a receptores medulares e cerebrais do tipo mu e delta, possibilitando analgesia mais duradoura. As freqüências acima de 50Hz favorecem a secreção de serotonina e das dinorfinas do SNC. As dinorfinas A e B estão ligadas a receptores kappa, possibilitando analgesia principalmente em nível medular, que desaparece tão logo é desligada a estimulação. Nas freqüências mais altas, principalmente acima de 500Hz, a ação analgésica acaba ocorrendo no período refratário absoluto ou relativo aos estímulos, de modo que há maior possibilidade da interrupção da neurotransmissão da dor. Em 1992, Chen & Han descobriram que o uso de freqüências mistas, que alternam 2 e 15Hz (conhecido como densa-dispersa), tinham tolerância cruzada com agonistas mu, delta e kappa. Assim, alguns profissionais a consideram a melhor freqüência analgésica em eletroacupuntura. A freqüência boa varia de 1 a 3Hz, mas o melhor efeito se obtém ao usar uma freqüência sincronizada com os batimentos cardíacos. Coloque uma intensidade que provoca contração máxima dos músculos mas sem causar dor, deixa ligado durante uns 30min.A acupuntura manual pode não ser suficiente para algumas doenças que apresentam alterações circulatórias, nestes casos, a eletroacupuntura ou a TES podem ser úteis.A melhor forma de estimular é usar uma intensidade que provoca contração máxima dos músculos sem causar dor, numa freqüência baixa (< 3Hz).Ao passar metade do tempo previsto de estimulação, deve trocar as garras dos eletrodos. Isto uniformiza os estímulos e evita a polarização, e a conseqüente eletrólise, principalmente nos aparelhos que emite corrente contínua interrompida. ELETROESTIMULAÇÃO TRANSCUTÂNEA Há 2 modos, um é colocar as garras em eletrodos colados na pele do paciente. O segundo modo é segurar as garras e encostá-las na pele do paciente, só que assim, o terapeuta precisa ficar junto ao paciente durante todo o período da sessão.A eletroacupuntura é mais eficaz para dores e problemas profundos porque a agulha conduz a eletricidade até as camadas internas. os eletrodos da eletroestimulação transcutânea alcançam uma área maior mas têm menor eficácia para problemas profundos. Somente uma pequena parte da voltagem aplicada consegue atravessar a pele. Para chegar uma quantidade suficiente de estímulos elétricos às camadas internas, é preciso aumentar a voltagem aplicada à epiderme, mas aí surgem dor e queimação na pele. O TES é indicada para tratar locais não adequados para ser perfurados por meio de agulha, ou os pacientes com risco de infecção pela agulhada. É também útil para auto-aplicações domésticas. ELETRODOS DE SUPERFÍCIE São usados como substitutos das agulhas, excelentes para pessoas medrosas. Podem ser empregados também na introdução de medicamentos através da ionização. Para reduzir a sensação de choques ou da queimação na pele, é melhor colocar com precisão os eletrodos nos pontos de acupuntura e usar pasta de contato eletrolítica. Desta forma, a corrente elétrica percorre um caminho mais rápido e mais curto até o ponto, diminuindo o contato com a pele e não provoca sensações desagradáveis.Existem eletrodos metálicos pequenos, ou de borracha eletrocondutora com vários tamanhos.Um eletrodo muito barato é fixar um percevejo invertido sobre a pele, colar um adesivo atravessando a agulha, sendo a garra presa depois nesta agulha.Um eletrodo para áreas grandes pode ser feito com papel alumínio. Pode ser confeccionado do tamanho e forma necessário para o tratamento. Muito bom para obter vasodilatação.Recortar um pedaço no tamanho da região afetada ou colocar dois pedaços cercando a região. Aplicar pasta de contato, colocar o papel e prendê-lo com fita adesiva. Coloca um percevejo para servir de eletrodo no centro da folha. Caso não possa colocar percevejo, dobra uma extremidade da folha de alumínio de modo que sobressaia uma ponta para prender a garra do aparelho. Para dar resistência à ponta da folha, pode dobrá-la em 2 a 3 camadas. MANIPULAÇÃO DO EQUIPAMENTO 1)Colocar todos o botões de intensidade em zero. 2)Estabelecer a freqüência. 3)Colocar as garras dos fios nos eletrodos e/ou as agulhas. 4)Aumentar lentamente cada botão de intensidade. a)Para tonificar (ex.: tratar depressão), aumente até o paciente sentir um pequeno choque; ou até a agulha comece a tremer. b)Para sedar (aliviar dor), aumente até o paciente sentir dor, aí abaixe um pouco até ficar tolerável. c)Para circular Qi e Xue (vasodilatador), obtenha contrações musculares, sem provocar dor. PROBIÇÕES Em eletroestimulação, existem algumas contra-indicações teóricas nas seguintes regiões: cerebral, paravertebral até o nível da 2ª vértebra lombar (onde termina a medula espinhal) e precordial. Os aparelhos de Acupuntura utilizam correntes baixas, não causam problemas colocando eletrodos (+) e (-) atravessando a linha mediana do corpo, na região cerebral ou paravertebral. Entretanto, não devemos colocar eletrodos no precórdio, principalmente em pacientes com marca-passo. 1) Não aplique no precórdio 2) Não utilize em pacientes com marca-passos 3) sempre colocar todos os botões controladores de intensidade em zero antes de ligar a chave geral do aparelho! DETECTORES DE PONTOS São aparelho que emitem uma corrente elétrica da ordem de microampères, com diferença de potencial de alguns volts. No momento que encontrar algum lugar com baixa impedância elétrica, a corrente penetra no corpo, fechando o circuito elétrico e assim, acende um LED, apita,

toca musiquinha ou movimenta algum ponteirinho. Mostra apenas que foi detectado um local com baixa impedância elétrica, que no caso da pele, deve corresponder a ponto de Acupuntura.Pena que os localizadores só detectam mas não dão os nomes dos pontos! Qualquer bom localizador de pontos precisa ter ajuste de sensibilidade (voltagem). A resistência elétrica dos pontos aumenta da cabeça para os pés. O ajuste do localizador tem que ser adequado para cada parte do corpo. Quanto mais simples o localizador, menor a precisão. Ha muitos pontos (500) de acupuntura além dos 361 clássicos, é por isso que os localizadores apitam em muitos lugares fora dos meridianos, e em todos os dedos, sendo 2 vezes em cada .

f

a

l

a

n

g

e

OMURA A sensação de formigamento surge entre 0,3 a 1,2V por causa da excitação das fibras dos nervos sensoriais grossos. A contração muscular normal ocorre de 0,4 a 2,5V. O limite da dor está entre 7 a 15V. EAV - varredura entre 0,8 a 10 Hz, baixas para sangue e linfa; médias para sistema nervoso autônomo, central e periférico; altas para órgãos.OMURA - menor que 3 Hz: melhora microcirculação e proporciona efeito analgésico prolongado, aumenta serotonina, endorfina, ACTH.Acima de 3 Hz provoca problemas de microcirculação.50 a 100 Hz ou mais: secreta dinorfina e serotonina do cérebro.Acima de 500 Hz, há efeito analgésico, a duração do efeito terapêutico diminui devido à redução da microcirculação.

FULL PAPER

Surgery

The Effect of Electro-Acupuncture Stimulation on Rhythm of Autonomic Nervous System in Dogs

Yuuya KIMURA 1) and Shigeo HARA 2) *

1) Department of Small Animal Surgery, Faculty of Agriculture, 3-18-8 Ueda, Morioka, Iwate, 020-8550 and 2) Morioka Veterinary Clinic Center, Branch of Center for Regional Collaboration in Research and Education, Iwate University, 2–2–7 Higashi Aniwa, Morioka, Iwate, 020–0824, Japan

(Received 9 November 2006/Accepted 10 December 2007)

ABSTRACT. Effects of electro-acupuncture (EA) stimulation on the rhythm of the autonomic nervous system in dogs were studied. Six healthy beagles were used in this study. Each dog was separately kept in a cage, and repeatedly exposed to light for 12 hr and dark for 12 hr alternately. Fixed subject dogs were stimulated by use of 5-V, 250-µsec, 2-Hz biphasic square pulses for 15 min at the Xuan Shu (GV-5) and Bai Hui (GV-20) points on the spine. After EA stimulation, electrocardiogram was recorded for 24 hr. From the electro- cardiogram data, the heart rate (HR), coefficient of variation in the R-R intervals (CVRR; index of autonomic nervous activity), power of high frequency component (HF; index of vagal nervous activity), and ratio of powers of the low and high frequency components (LF/ HF; index of sympathetic nervous activity) were obtained. Cosinor analysis demonstrated that these indices exhibited a significant rhyth- micity (P<0.05), irrespective of EA stimulation. In LF/HF, EA stimulation advanced the acrophase (from 22:55 to 21:33, P=0.012), and elevated the midline-estimating statistic of rhythm (from 0.653 to 0.725, P=0.006). However, there was no significant difference in HR, CVRR, or HF. In conclusion, EA stimulation markedly influenced the rhythm of sympathetic nervous system in dogs. KEY WORDS: autonomic nervous system, circadian rhythm, electro-acupuncture, heart rate variability. J. Vet. Med. Sci. 70(4): 349–352, 2008

Electro-acupuncture (EA) is one of the techniques of acu- puncture within traditional Chinese medical practice. Acu- puncture produces a variety of therapeutic effects in analgesia, anti-inflammation and the management of insom- nia in humans [20]. Recently, acupuncture has been used for treating acute pains, paralysis, lameness, gastrointestinal disorder and uropathy in veterinary practice [5]. However, the mechanisms are still unclear. Autonomic nervous system constantly controls and mon- itors many functions in the body. Sympathetic and para- sympathetic nervous regulation of the heart contributes to the characteristic frequency in the heart rate variability (HRV) [1]. Because data acquisition via an electrocardio- gram (ECG) is easy, frequency-domain analysis of HRV enables a sophisticated and noninvasive methodology for monitoring the autonomic regulation of the heart. It has been well established that HRV can be separated into high- frequency and low-frequency components by oscillation frequency [17]: the vagal activity is a major contributor to the power of high-frequency component (HF), while the power of low-frequency component (LF) reflects both sym- pathetic and vagal activities. Some investigators have sug- gested that the ratio of LF and HF (LF/HF) serves as an

index of the sympathetic activity. In addition, the coeffi- cient of variation in the R-R intervals (CVRR), defined as the ratio of the standard deviation of the R-R intervals to their average value, has been used for quantitatively evalu- ating the activity of the overall autonomic nervous system

* CORRESPONDENCE TO: HARA, S., Morioka Veterinary Clinic Cen- ter, Center for Regional Collaboration in Research and Educa- tion, Iwate University, Japan. e-mail: shara@iwate-u.ac.jp

[11, 16]. Although the effects of acupuncture on the autonomic nervous system have been researched [10, 18], continuous effects lasting for a long period are still to be investigated. When individual rhythmicities are different, the simple average of time-series values may give a wrong direction. Therefore, a cosinor method, developed as a basic method for quantitatively analyzing rhythmicity, is used for evaluat- ing the long-period effects [8, 9, 14]. The aim of this study was to quantitatively evaluate the effects of EA stimulation on the rhythmicity of the auto- nomic nervous system in dogs. When the long-period effects of EA are clarified, acupuncture is expected to be used for treating a wide range of disorders, such as insomnia and narcolepsy.

MATERIALS AND METHODS

The study was approved by the Animal Research Com- mittee of Iwate University. Six healthy beagles (male, 8–13 kg, 2 years old) were used in this study. Each dog was sep- arately kept in a cage (47 × 75 × 45 cm) in a climate-con- trolled room (approximately 22°C). All work and care were performed once a day between 6:30 and 7:00. Other than those above, nobody entered the room. Lights were auto- matically turned on at 23:45 and turned off at 11:45. The subject dogs were exposed to light for 12 hr and kept in dark for 12 hr, repeatedly. The subject dogs were dressed in a jacket that made for a Holter recorder (QR2100; 88 × 62 × 23 mm, 138 g, FUKUDA ME. Co., Ltd., Japan) for 24-hr ambulatory ECG monitoring with a canine Elizabethan collar around the

350

Y. KIMURA AND S. HARA

neck. They were subjected to an acclimation period for five days. The subject dogs were left in a washout period for at least three days after each treatment. The dog was tied to a stainless-steel fixing tool (42 × 25 × 34 cm) with cords for 15 min (Restraint group). In the restraint state, EA stimulation was provided at the acupoints of Xuan Shu (GV-5) and Bai Hui (GV-20) for 15 min (Restraint + EA group). Xuan Shu is located in the gap between the final thoracic and first lumbar vertebra (T13- L1), while Bai Hui is located in the gap between the final lumbar and first sacral vertebra (L7-S1). The acupuncture needles were inserted into the acupoints to a depth of about 2 cm, and electric stimulation was provided through the nee- dles by an EA treatment device (ES-160; Itoh

Ultrashort-

wave Co., Ltd., Japan). The output rectangular wave was kept at 5 V and 250 µsec with frequency of 2 Hz. The ECG recording was begun after completing each treatment. Data obtained in the 24-hr ambulatory ECG monitoring were converted by an ECG analysis software (HS1000 sys- tem; FUKUDA ME. Co., Ltd., Japan). For accuracy, the lower limit of the analytic rates of ECG was set at 95%. When the analytic rates were less than 95%, the data were rejected. The heart rate (HR) and CVRR were obtained from raw ECG data. Spectral analysis was performed using the R-R intervals for the respective points. A 5-min mean of the power spectrum of longitudinal HRV was obtained by fast Fourier transformation. From the spectrum, LF (0.04–0.15 Hz) and HF (0.15–0.40 Hz) were picked up, and then LF/HF was calculated. The 5-min mean data (HR, CVRR, HF and LF/HF) were fitted to 24-hr cosine curves by a least squares method via a longitudinal data analysis system (MemCalc/ CHIRAM; GMS Co., Ltd., Japan). The 24-hr best-fitted cosine curves were represented as a midline-estimating statistic of rhythm (MESOR), acrophase and amplitude. These parameters were evaluated by zero amplitude tests; the rhythmicity is statistically significant (P<0.05) when the 95% confidence ellipse does not overlap the origin of a polar coordinate system. When the rhythmic- ity was significant, the parameters of rhythm were com- pared using a paired t-test. Difference between Restraint and Restraint + EA groups was statistically analyzed (P<0.05).

RESULTS

Data obtained from five out of six subject dogs were used for analysis. ECG data obtained from the rest one was dropped due to a small analytic rate. The final analytic rates were 99.4 ± 0.37% in the Restraint group, and 98.1 ± 1.57% in the Restraint + EA group (mean ± standard error). HR became high after treatment, and then decreased gradually. Contrary, CVRR, HF and LF/HF decreased after treatment, and then increased to a maximum in dark condi- tion. The variation in the parameters was decreased in the Restraint + EA group. The cosinor parameters are represented as mean ± stan-

Table 1.

Cosinor parameters of 24-hr transition of HR and

HRV

 

Restraint

Restraint + EA

HR

MESOR

Amplitude

Acrophase

73 ± 3

71 ± 3

10 ± 3

9 ± 2

9:13 ± 88 min

10:15 ± 39 min

CVRR

MESOR

Amplitude

Acrophase

31.2 ± 2.2

32.9 ± 1.8

5.3 ± 1.0

4.7 ± 1.2

21:37 ± 65 min

21:41 ± 29 min

HF

 

MESO

Ampli

LF/HF

MESOR*

Amplitude

Acrophase*

0.653 ± 0.078

0.725 ± 0.089

0.258 ± 0.033

0.211 ± 0.021

22:55 ± 52 min

21:33 ± 49 min

*: P<0.05.

Fig. 1. Trend of autonomic nervous system of heart ana- lyzed by cosinor method. The values presented in a polar coordinate system. The dashed data is result of the Restraint group, while the solid one is result of the Restraint + EA group. Period length (24 hr) is shown as a full circle. Length of vector indicates the amplitude, and angle of the vector from phase onset (00:00) indi- cates the acrophase. The ellipse centered on the end of the vector indicates the 95% confidence region for amplitude and acrophase. The 95% confidence ellipse does not overlap with the center of the polar coordinate system, which indicate significant circadian rhythmicity (P<0.05). *: Beat per minut.

dard error (Table 1). In order to examine the rhythmicity of the indices, the respective amplitude and acrophase were plotted in a polar coordinate system (Fig. 1). Because the standard errors were decreased by EA stimulation, the 95%

were plotted in a polar coordinate system (Fig. 1). Because the standard errors were decreased by

ELECTRO-ACUPUNCTURAL EFFECT ON BIORHYTHM

351

Fig. 2.

Twenty-four hour cosine curve fitting to actual obtained values. Dashed line is indicate of the Restraint group, and solid line is

indicate of the Restraint + EA group. The white and black bars bottom the graph indicate the duration of the light and dark phases of the light / dark cycle. Dogs were treated around the arrow. The curve of the LF/HF dramatically rises and advances.

confidence ellipses were diminished for the Restraint + EA group. Every 95% confidence ellipse did not overlap with the center of the polar coordinate system. Therefore, the indices indicated statistical significance in rhythmicity

(P<0.05).

Best fitting 24-hr cosine curves were plotted in a rectan- gular coordinate system (Fig. 2). Comparing several param- eters of rhythm by paired t-test, the transition of LF/HF gave significant advance in acrophase (from 22:55 ± 52 to

21:33

± 49 min, P=0.012) and increase in MESOR (from 0.653 ± 0.078 to 0.725 ± 0.089, P=0.006). No significant difference in the other indices was found.

DISCUSSION

dominance in the nighttime [12, 15]. Furthermore, sleep is likely to involve with transition of autonomic nervous activ- ity. Furlan et al. reported increase in HF and decrease in LF/ HF during sleep [7]. Also, Burgess et al. have demonstrated that the parasympathetic nervous activity was mostly influ- enced by the circadian system, and the sympathetic nervous activity was influenced by the sleep system in particular [4]. Indeed, acupuncture is employed for treating insomnia in humans [2]. Because insomnia is one of the circadian disor- ders, adjustment of

the biorhythm is important in treating insomnia.

The

Significant circadian rhythms in the HR and HRV were observed in healthy beagles. HR was increased in light con- dition and decreased in dark condition, while the indices of HRV were decreased in light condition and increased in dark condition. EA stimulation conduced to a significant change in LF/HF rhythm. The changes in autonomic nervous system can be quanti- tatively assessed by frequency domain analysis of HRV. Effects of autonomic pharmacologic blockades have indi- cated that the HF variation is a marker of efferent vagal input to the heart, and LF/HF is an indicator of sympathetic tone [1, 11, 16, 17]. Autonomic nervous activity exhibits diurnal fluctuation. Results obtained in studies of 24-hr transition of HRV indicated that relative sympathetic domi- nance was observed in the daytime, while parasympathetic

hypothalamus has been reported to be involved in the circadian pacemaking in mammals [3], and its malfunction could cause sleep disorders [13]. Recent studies with the magnetic resonance imaging (MRI) demon- strated change in the hypothalamus in consequence of acu- puncture [6, 19]. Therefore, acupunctural effect could be related to improvement of insomnia by adjusting functions of the hypothalamus. Reduced 95% confidence ellipse observed in the EA stimulated dogs suggested that EA could regulate the biorhythm in dogs. In conclusion, our results suggest that EA stimulation at the Xuan Shu (GV-5) and Bai Hui (GV-20) points markedly advance and activate rhythm of sympathetic nervous activi- ties in dogs. EA has been widely employed in traditional Chinese medical practice. It could be an efficacious thera- peutic technique for treating the circadian disorders, such as insomnia and narcolepsy.

ACKNOWLEDGMENT. We thank FUKUDA ME. Co., Ltd. and GMS Co., Ltd. for allowing us to use the instruments.

352

Y. KIMURA AND S. HARA

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