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1 INTRODUÇÃO

Durante a infância e adolescência é necessário uma alimentação equilibrada que seja


compatível em relação aos macronutrientes, vitaminas e minerais, respeitando cada
fase da vida. Visando o crescimento e desenvolvimento adequado (PEGOLO; SILVA,
2015)

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), é responsável por distribuir


alimentação saudável e segura do ponto de vista microbiológico, auxiliando os alunos
na formação de hábitos saudáveis e no rendimento escolar durante sua estadia na
escola. O PNAE é administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da
Educação (FNDE), e através dele é feito a transferência de recursos financeiros aos
estados, Distrito Federal e munícipios. Esse programa atende alunos matriculados na
rede de educação básica (BRASÍLIA, 2015).

É necessário enfatizar a atuação do nutricionista no PNAE, que foi sancionada através


da Lei nº 8.913, de 12 de Julho de 1994, um grande marco na história do Programa.
No artigo 4° dessa lei A elaboração dos cardápios dos programas de alimentação
escolar, sob a responsabilidade dos Estados e Municípios, através de nutricionista
capacitado, será desenvolvida em acordo com o Conselho de Alimentação Escolar, e
respeitará os hábitos alimentares de cada localidade, sua vocação agrícola (BRASIL,
1994).

A refeição nas escolas tem um importante papel no aprendizado das crianças e


adolescentes, a fome pode atrapalhar o rendimento escolar. Não é sobre querer
resolver o problema de desnutrição ou baixo peso, é sobre oferecer uma merenda
adequada nutricionalmente, principalmente na chegada desse aluno a escola, assim
haverá mais disponibilidades para aprender e se concentrar, sem atrapalhar seu
rendimento. Em vista disso, um cardápio bem elaborado, respeitando os aspectos
culturais, a escolha dos alimentos, preparação, diversidade e segurança alimentar,
fazendo da refeição escolar um momento coletivo de prazer (CECCIM,
1995).