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CONTEÚDOCONTEÚDOCONT

Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura


EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDO CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
PARTE 1 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAIS CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
1 ÁGUA FRIA .......................................................................... 20 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Considerações gerais .......................................................... 20 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Entrada e fornecimento de água fria ................................. 21 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Compartimento que abriga o cavalete ........................ 22 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Medição de água individualizada ................................ 25 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Partes constituintes de uma instalação predial ............... 28 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Sistemas de abastecimento ................................................ 29 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Sistema de distribuição direta ..................................... 29
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Sistema de distribuição indireta ................................. 30 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Sistema de distribuição mista...................................... 34 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Reservatórios ...................................................................... 35 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Generalidades ............................................................... 35 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Os reservatórios no projeto arquitetônico .................. 36 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Reservação de água fria ............................................... 38 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Capacidade dos reservatórios ...................................... 41 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Tipos de reservatório ................................................... 42 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Altura do reservatório .................................................. 45 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Localização do reservatório ......................................... 46
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Influência dos reservatórios na qualidade da água .... 47 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Rede de distribuição ........................................................... 48 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Barrilete ........................................................................ 48 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Colunas, ramais e sub-ramais ...................................... 50 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Materiais utilizados............................................................. 52 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Dispositivos controladores de fluxo ................................... 53 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Instalação de registros ....................................................... 55 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Desenhos das instalações ................................................... 56 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Detalhes isométricos .................................................... 59 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Altura dos pontos ......................................................... 59
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚD
OCONTEÚDOCONTEÚDOCO
Dimensionamento das canalizações .................................. 64 NTEÚDOCONTEÚDOCONTE
Pressões mínimas e máximas ............................................ 68 ÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Dispositivos controladores de pressão ........................ 70 CONTEÚDOCONTEÚDOCON
Pressurizador ................................................................ 70 TEÚDOCONTEÚDOCONTEÚ
Válvulas redutoras de pressão ..................................... 72 DOCONTEÚDOCONTEÚDO 13

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CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Velocidade máxima da água ............................................... 74
Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura

EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Ruídos e vibrações em instalações prediais ...................... 74


CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Perda de carga nas canalizações ....................................... 76
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT 2 ÁGUA QUENTE ................................................................... 78
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Considerações gerais .......................................................... 78
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Estimativa de consumo ...................................................... 79
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Sistemas de aquecimento ................................................... 79
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Sistema de aquecimento individual............................. 79
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Sistema de aquecimento central privado .................... 80
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Sistema de aquecimento central coletivo.................... 80
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Tipos de aquecedor ............................................................. 80
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Aquecedores elétricos .................................................. 80
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Aquecedores a gás ........................................................ 82
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Aquecimento solar ........................................................ 87
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Rede de distribuição ........................................................... 92
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Materiais utilizados............................................................. 95
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Diâmetro das canalizações ................................................. 96
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Pressões mínimas e máximas ............................................ 96
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Velocidade máxima da água ............................................... 96
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Comparação do custo de funcionamento de um
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO sistema de água quente a eletricidade e a gás ............ 97
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Sistemas integrados de aquecimento ................................ 97
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO 3 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO................................. 100
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Considerações gerais .......................................................... 100
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Características da edificação e área de risco .................... 101
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Classificação dos incêndios ................................................ 103
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Medidas de segurança contra incêndio ............................. 103
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Meios de combate a incêndios ............................................ 104
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Sistema de proteção por extintores ............................ 104
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Sistemas hidráulicos de combate a incêndios ............ 107
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Reserva de incêndio no projeto arquitetônico .................. 111
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO 4 ESGOTOS SANITÁRIOS .................................................... 113
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Considerações gerais .......................................................... 113
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Sistemas de coleta e escoamento dos esgotos
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO sanitários ....................................................................... 114
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Sistemas individuais ..................................................... 114
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚD Sistemas coletivos......................................................... 115
OCONTEÚDOCONTEÚDOCO Partes constituintes de uma instalação predial ............... 116
NTEÚDOCONTEÚDOCONTE Ramal de descarga ....................................................... 117
ÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCON Desconector .................................................................. 117
TEÚDOCONTEÚDOCONTEÚ Caixa sifonada............................................................... 118
14 DOCONTEÚDOCONTEÚDO Ralos .............................................................................. 119

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Antiespuma ................................................................... 120 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT

Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura


Ramal de esgoto............................................................ 120 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Tubo de queda .............................................................. 121 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Tubo ventilador e coluna de ventilação ...................... 122 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Ramal de ventilação ..................................................... 123 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Subcoletor ..................................................................... 126
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Caixas de inspeção e gordura ............................................ 127 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Caixa de inspeção......................................................... 127 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Caixa de gordura .......................................................... 128 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Caixa múltipla ............................................................... 130 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Coletor predial..................................................................... 131 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Materiais utilizados............................................................. 132 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Traçado das instalações ..................................................... 133
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Dimensionamento das tubulações ..................................... 134
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Instalações em pavimentos sobrepostos .......................... 138 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Residências assobradadas ............................................ 139 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Edifícios ........................................................................ 140 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Níveis do terreno e redes de esgoto ................................... 142 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Reúso da água servida nas edificações.............................. 143 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
5 ÁGUAS PLUVIAIS ............................................................... 146
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Considerações gerais .......................................................... 146
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Partes constituintes da arquitetura................................... 148 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Cobertura ...................................................................... 148 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Águas da cobertura ...................................................... 148 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Água furtada ................................................................. 149 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Cumeeira ....................................................................... 149 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Beiral ............................................................................. 150 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Platibanda ..................................................................... 151
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Partes constituintes do sistema de águas pluviais ........... 151 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Calhas ............................................................................ 151 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Condutores verticais..................................................... 161 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Condutores horizontais ................................................ 165 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Materiais utilizados............................................................. 168 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Caixas coletoras de águas pluviais .................................... 168 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Águas pluviais e o projeto arquitetônico ........................... 169
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Níveis do terreno e condutores horizontais ................ 169
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Posicionamento de calha em telhados ........................ 172 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Condutores embutidos e aparentes ............................. 173 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Sobreposição de telhados............................................. 174 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚD
Coberturas horizontais de laje ..................................... 175 OCONTEÚDOCONTEÚDOCO
Rede coletora sem declividade .................................... 176 NTEÚDOCONTEÚDOCONTE
Sistema de drenagem a vácuo...................................... 177 ÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Utilização de água da chuva em edificações............... 179
CONTEÚDOCONTEÚDOCON
Instalação de cisternas................................................. 182
TEÚDOCONTEÚDOCONTEÚ
DOCONTEÚDOCONTEÚDO 15

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CONTEÚDOCONTEÚDOCONT 6 SIMBOLOGIAS UTILIZADAS EM PROJETOS .................. 185
Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura

EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Água fria .............................................................................. 186


CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Água quente ........................................................................ 186
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Segurança contra incêndio ................................................. 187
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Esgoto .................................................................................. 187
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Águas pluviais ..................................................................... 187
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO PARTE 2 AS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SUAS
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT INTERFACES COM O PROJETO
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT ARQUITETÔNICO
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT 7 APARELHOS SANITÁRIOS ............................................... 190
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Número mínimo de aparelhos ............................................ 190
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Instalação de aparelhos sanitários .................................... 193
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Aparelhos passíveis de provocar retrossifonagem ............ 194
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT 8 INSTALAÇÕES EM BANHEIROS ....................................... 195
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Lavatório .............................................................................. 196
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Bacia sanitária..................................................................... 198
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Bidê e ducha manual........................................................... 201
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Chuveiro e ducha ................................................................ 202
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Chuveiro ........................................................................ 202
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Ducha ............................................................................ 202
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Pressão de água no chuveiro ....................................... 207
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Banheiras............................................................................. 208
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Mictório................................................................................ 210
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO 9 INSTALAÇÕES EM COZINHA ........................................... 211
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Pia ....................................................................................... 211
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Máquina de lavar louça ....................................................... 213
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Filtro .................................................................................... 214
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO 10 INSTALAÇÕES EM ÁREA DE SERVIÇO ............................ 216
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Tanque ................................................................................. 217
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT Máquina de lavar roupa ...................................................... 218
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Torneiras de lavagem .......................................................... 219
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚD
OCONTEÚDOCONTEÚDOCO 11 ÁREAS ERGONÔMICAS (utilização dos aparelhos) .... 220
NTEÚDOCONTEÚDOCONTE Lavatório .............................................................................. 220
ÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO Bacia sanitária..................................................................... 222
CONTEÚDOCONTEÚDOCON Bidê ...................................................................................... 223
TEÚDOCONTEÚDOCONTEÚ Ducha ou chuveiro (boxe) .................................................. 225
16 DOCONTEÚDOCONTEÚDO

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12 ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES CONTEÚDOCONTEÚDOCONT

Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura


Para portadores de necessidades especiais ................. 226 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Sanitários............................................................................. 227 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Instalação de aparelhos ...................................................... 229 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Bacia sanitária .............................................................. 229 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Boxes para chuveiro ou ducha ..................................... 234
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Lavatório ....................................................................... 235
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Instalação de acessórios ..................................................... 237 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
13 NOVOS CONCEITOS E TECNOLOGIAS. ........................ 239
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Sistema PEX – Tubos flexíveis de polietileno
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
reticulado ...................................................................... 240 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Sistema convencional ................................................... 240 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Sistema Manifold .......................................................... 241 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Novos designs de metais e o uso racional da água .......... 242 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Metais de fechamento automático ............................... 244 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Metais monocomando ................................................... 246 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Novos designs de bacias e otimização dos sistemas
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
de descarga.......................................................................... 247 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Dispositivos antivandalismo ............................................... 249 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
14 PRUMADAS HIDRÁULICAS E ELEMENTOS EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
ESTRUTURAIS..................................................................... 251 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Instalações embutidas e aparentes .................................... 252 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Áreas destinadas aos dutos de passagem CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
e inspeção ..................................................................... 253 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Sistemas de shafts visitáveis .............................................. 253 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
15 NOVOS CONCEITOS DE BANHEIROS ............................ 255 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Banheiros racionais ............................................................ 255 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Kits hidráulico-sanitários ................................................... 256
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Paredes hidráulicas pré-montadas e banheiro
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
pronto ............................................................................ 257 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
Sanitário ecológico.............................................................. 258 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
Piso Box ............................................................................... 260 CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
16 COMPARTIMENTOS REBATIDOS .................................... 262 EÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
CONTEÚDOCONTEÚDOCONT
EÚDOCONTEÚDOCONTEÚD
17 SISTEMA DRY WALL E INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS .. 268 OCONTEÚDOCONTEÚDOCO
NTEÚDOCONTEÚDOCONTE
ÚDOCONTEÚDOCONTEÚDO
18 SISTEMA STEEL FRAME E INSTALAÇÕES CONTEÚDOCONTEÚDOCON
HIDRÁULICAS .................................................................... 271 TEÚDOCONTEÚDOCONTEÚ
DOCONTEÚDOCONTEÚDO 17

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19 SISTEMA PVC + CONCRETO E INSTALAÇÕES
Instalações Hidráulicas e o Projeto de Arquitetura

HIDRÁULICAS..................................................................... 274

20 PISO RADIANTE.................................................................. 276

21 EFEITOS ORNAMENTAIS EM ÁGUA................................. 278

22 PISCINA NO PROJETO ARQUITETÔNICO...................... 280


Casa de máquinas e instalações hidráulicas...................... 284

23 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................... 287


Catálogos.............................................................................. 291
Normas Técnicas.................................................................. 291

18

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Água Fria
PARTE I

INSTALAÇÕES
HIDRÁULICAS
PREDIAIS

19

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Parte I — Instalações Hidráulicas Prediais

1 ÁGUA FRIA

CONSIDERAÇÕES GERAIS
Uma instalação predial de água fria (temperatura ambiente)
constitui-se no conjunto de tubulações, equipamentos, reserva-
tórios e dispositivos, destinados ao abastecimento dos aparelhos
e pontos de utilização de água da edificação, em quantidade
suficiente, mantendo a qualidade da água fornecida pelo sistema
de abastecimento.
O desenvolvimento do projeto das instalações prediais de água
fria deve ser conduzido concomitantemente com os projetos de ar-
quitetura, estrutura, fundações e outros pertinentes ao edifício, de
modo que se consiga a mais perfeita compatibilização entre todos
os requisitos técnicos e econômicos envolvidos.
A norma que fi xa as exigências e recomendações relativas a
projeto, execução e manutenção da instalação predial de água fria é
a NBR 5626, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
De acordo com a norma, as instalações prediais de água fria devem
ser projetadas de modo que, durante a vida útil do edifício que as
contém, atendam aos seguintes requisitos:
– Preservar a potabilidade da água.
– Garantir o fornecimento de água de forma contínua, em quanti-
dade adequada e com pressões e velocidades compatíveis com
o perfeito funcionamento dos aparelhos sanitários, peças de
utilização e demais componentes.
– Promover economia de água e energia.
– Possibilitar manutenção fácil e econômica.
– Evitar níveis de ruído inadequados à ocupação do ambiente.
– Proporcionar conforto aos usuários, prevendo peças de utiliza-
ção adequadamente localizadas, de fácil operação, com vazões
satisfatórias e atendendo às demais exigências do usuário.
20

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SEGURANÇA CONTRA
Parte I — Instalações Hidráulicas Prediais

3 INCÊNDIO

CONSIDERAÇÕES GERAIS
A instalação predial de segurança contra incêndio é um assunto
bastante complexo, que depende de uma classificação rigorosa
quanto aos riscos de incêndio.
Neste capítulo, será feita uma abordagem sumária sobre o as-
sunto, particularmente com enfoque no projeto arquitetônico, para
que o arquiteto tenha um mínimo de informações sobre a matéria
e adquira a consciência do risco que representa a negligência com
relação à segurança contra incêndio.
Como orientação básica, foi considerado o Código de Segurança
contra Incêndio e Pânico, em seu artigo 82; a NR 23, da Portaria n.
3.214 do Ministério do Trabalho, e o Decreto Estadual n. 46.076, de 31
de agosto de 2001, publicado pelo Governo de São Paulo, que institui
o Regulamento de Segurança contra Incêndio das edificações e áreas
de risco, atendendo ao previsto no artigo 144, § 5º, da Constituição
Federal, ao artigo 142 da Constituição Estadual, ao disposto na Lei
Estadual n. 616, de 17 de dezembro de 1974, e na Lei Estadual n. 684,
de 30 de setembro de 1975. Devido à complexidade das regulamen-
tações e à carência bibliográfica sobre o assunto, tornou-se didático
transcrever integralmente alguns trechos das Instruções Técnicas
do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Quando houver legislação municipal que exija medidas de segu-
rança contra incêndio mais restritivas nas edificações que as preco-
nizadas no Decreto Estadual n. 46.076/01, ela deverá ser adotada.
De qualquer maneira, além de atender às normas da ABNT e
ao disposto nos códigos e posturas dos órgãos oficiais competentes
que jurisdicionem a localidade onde será executada a obra, as me-
didas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco
deverão ser apresentadas ao Corpo de Bombeiros para análise.
Por essas razões, o Projeto Técnico deve ser elaborado por um
profissional qualificado, com conhecimento de todas as exigências
100 e normas vigentes.

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SIMBOLOGIAS UTILIZADAS

Simbologias utilizadas em projetos


EM PROJETOS 6

O arquiteto deve ter sempre em mente os símbolos mais usados, de


modo que possa ler (interpretar) os projetos de instalação hidráu-
lica. Existe grande diversidade de representações. Cada projetista
pode elaborar sua simbologia. De qualquer maneira, a legenda com-
pleta deve compreender todos os símbolos e abreviaturas utilizados
no projeto e ser colocada em todas as pranchas, para uma perfeita
interpretação dos desenhos.
A seguir, são apresentadas algumas simbologias para as insta-
lações hidráulicas prediais.

185

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Aparelhos Sanitários
PARTE II

AS INSTALAÇÕES
HIDRÁULICAS E SUAS
INTERFACES COM O
PROJETO ARQUITETÔNICO

189

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Parte II — As Instalações Hidráulicas e suas Interfaces com o Projeto Arquitetônico

7 APARELHOS SANITÁRIOS

O aparelho sanitário é um componente da instalação destinado ao


uso da água ou ao recebimento de dejetos líquidos e sólidos (na
maioria das vezes, pertencentes à instalação de esgoto sanitário).
Incluem-se nessa defi nição aparelhos como lavatórios, bacias, bidês,
banheiras de hidromassagem, pias, tanques, máquinas de lavar
roupa e de lavar pratos etc.
A defi nição e a localização desses aparelhos deverão, obrigato-
riamente, constar do projeto arquitetônico. Para tanto, é necessário
o conhecimento de alguns aspectos técnicos dos diversos aparelhos
existentes no mercado, como condição básica para uma perfeita
integração e compatibilização da arquitetura com os projetos de
estrutura e instalações do edifício. A estética e o custo também
devem ser analisados pelo projetista, antes da escolha e especifi-
cação do produto.
As normas brasileiras fi xam as exigências para fabricação dos
aparelhos sanitários, que devem satisfazer as condições de conforto,
higiene, facilidade de limpeza e desobstrução, durabilidade etc. Os
aparelhos sanitários de material cerâmico devem obedecer à NBR
6452. Existe, no mercado, grande variedade de marcas e dimensões,
todas buscando atender às condições mencionadas.

NÚMERO MÍNIMO DE APARELHOS


Em qualquer tipo de edifício, o arquiteto deve prever, no projeto,
quantidades adequadas de aparelhos sanitários. Para isso, deve
consultar o Código de Obras da municipalidade, para saber das
exigências locais. Caso não consiga as informações necessárias,
_
poderá consultar a Tabela 7.1, que serve de orientação aos pro-
* Joseph Archibald Macin-
tyre. Manual de instalações jetistas. Essa tabela, publicada no Uniform Plumbing Code, de
hidráulicas e sanitárias, cit.; 1955, do United States Department of Commerce, apresenta as
Hélio Creder, Instalações instalações sanitárias mínimas em função do tipo de edifício ou
hidráulicas e sanitárias, cit.
190 ocupação.*

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Instalações em Cozinha
INSTALAÇÕES EM COZINHA 9

Para planejar as instalações de uma cozinha, primeiro o arquiteto


deve defi nir quais equipamentos serão nela utilizados, pois o projeto
hidráulico depende da localização não só da pia, como também da
máquina de lavar louças, do fi ltro e de geladeiras que fazem gelo.
A presença de ralos em cozinhas só se justifica pela neces-
sidade de lavagem constante, como, por exemplo, em cozinhas
industriais. Os ralos, comumente sifonados, poderão perder seu
fecho hídrico e permitir a entrada de insetos e odores desagradá-
veis no ambiente.

PIA
A pia de cozinha divide-se em duas partes: o tampo e a cuba.
Elas poderão ter uma ou duas cubas, de formato quadrado ou
retangular.
O material da cuba normalmente utilizado nas instalações
prediais é o aço inoxidável. O tampo pode ser de pedra natural,
granito industrializado (feito de granito moído e resina acrílica),
fibra, alumínio, aço inoxidável etc.
Antes de comprar uma pia, é importante verificar as medidas
do tampo e a profundidade da cuba, para saber se ela se encaixa no
projeto. Se a opção for uma pia com duas cubas, deve-se também
optar por torneiras com bica móvel, que se movimenta para os la-
dos. Durabilidade e facilidade de manutenção também são pontos
importantes a ser analisados.* _
A altura ideal de instalação para uma pia de cozinha deve * Edson Medeiros & Heloisa
Medeiros. “Planeje a
variar entre 90 e 110 cm dependendo da estatura de quem vá usá- compra das pias e torneiras
la. Para garantir a estabilidade não devem ter mais de 300 cm de da cozinha”. In.: Revista
comprimento. A profundidade mínima é de 60 cm. Arquitetura & Construção,
dez. 1999, São Paulo, Abril,
As dimensões dos tampos de alumínio e aço inoxidável variam p. 98-103.
de 136 cm (mínima) a 240 cm (máxima).
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Parte II — As Instalações Hidráulicas e suas Interfaces com o Projeto Arquitetônico

11 ÁREAS ERGONÔMICAS
Utilização dos aparelhos

Para estabelecer as dimensões de um banheiro, é importante levar


em consideração as áreas ergonômicas das peças de utilização.
Entende-se por área ergonômica a área mínima necessária para
instalação e uso do aparelho sanitário.
A comodidade na hora de utilizar um aparelho é uma questão
objetiva de planejamento. A funcionalidade e o conforto no uso de
cada uma das peças de utilização instaladas exige que se respeite
um espaço mínimo, como se verá a seguir.*

LAVATÓRIO
Os lavatórios, medindo 45 cm a 70 cm de largura 3 40 cm a 55 cm
de profundidade, para sua perfeita utilização, exigem um espaço
dinâmico retangular, com seu maior lado paralelo à parede e o
menor perpendicular a ela. As dimensões mínimas desse quadrado
(tamanho da peça mais espaço dinâmico) serão de 90 cm 3 90 cm
(mínimo) e 90 cm 3 111 cm (máximo), para os modelos de parede
e de coluna.
A instalação de um lavatório de embutir ou de sobrepor, com
bancada, será a soma da área de dois retângulos: o da bancada e
o do espaço dinâmico.
Para o lavatório de coluna ou de fi xação na parede, deverá ser
observada a distância necessária à abertura dos braços para a la-
vagem das mãos, o que se dá, confortavelmente, a partir de 20 cm
de suas bordas laterais e espaço frontal de 55 cm a 60 cm.
A bancada (lavatório de embutir ou de sobrepor) deverá ter, no
mínimo, 55 cm de profundidade 3 80 cm de largura; a altura, para
nossos padrões ergonométricos, será de 85 cm a 90 cm.
_
* Fran Netto & Marcio Morais.
“Banheiros”, cit.
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SISTEMA DRY WALL *
Parte II — As Instalações Hidráulicas e suas Interfaces com o Projeto Arquitetônico

17 E INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS

Encontra-se à disposição, no mercado brasileiro, sistemas cons-


trutivos de placas de gesso acartonado, fi xadas sobre estrutura
metálica, para construção de paredes, forros e divisórias.
Esses sistemas são leves, de fácil instalação, resistentes a fogo e
com características de isolamento térmico e acústico. Além de sua
utilização como forro, também substitui a alvenaria na separação
de ambientes.
Essa nova tecnologia, denominada “sistema dry wall”, apre-
senta algumas vantagens em relação às paredes convencionais de
alvenaria: baixo peso; ganho de área útil, devido à menor espessura;
montagem rápida e sem entulho; superfície de parede mais lisa e
precisa. Além disso, permite a montagem de instalações elétricas
e hidráulicas em seu interior durante a montagem. Nesse caso,
evitam-se os cortes de parede para passagem de tubulações, com
remoção de entulhos, e o enfraquecimento das paredes gerado
pelos embutidos.
Além dessas vantagens, adaptam-se a qualquer estrutura, como
aço, concreto e madeira.
Locais expostos à ação da água – como banheiros, cozinhas
e áreas de serviço – requerem, porém, uma chapa especial (são
empregadas chapas verdes, com baixa absorção de água), assim
como impermeabilização e proteção superficial. As regiões de boxes,
pias, lavatórios e tanques devem receber proteções impermeáveis,
utilizando-se azulejos, pinturas especiais etc.
Embora o dry wall favoreça a instalação de sistemas hidráuli-
cos flexíveis do tipo PEX, o sistema não apresenta limitações quanto
à passagem de instalações rígidas – a água fria e a quente podem
_
ser distribuídas tanto por tubulações flexíveis, do tipo PEX, como
* Paulo Kiss. “Pensando
leve”; “Choque sistêmico”. por tubulações rígidas. O sistema dry wall torna a manutenção das
In.: Revista Téchne, jan.-fev. instalações hidráulicas muito simples e prática. Em geral, prevê a
2000, São Paulo. Pini, utilização de shafts. O conceito que se tem mostrado mais adequado
p. 24-31 e p. 32-33; Placo do para as instalações hidráulicas em projetos que empregam o gesso
Brasil.
268 acartonado é o de shafts horizontais.

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SISTEMA STEEL FRAME *

Sistema Steel Frame e Instalações Hidráulicas


E INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS 18

O steel frame é um sistema construtivo estruturado em perfis de


aço galvanizado formado a frio, projetados para suportar as cargas
da edificação e trabalhar em conjunto com outros subsistemas in-
dustrializados, de forma a garantir os requisitos de funcionamento
da edificação.
É uma proposta de construção que alia rapidez, qualidade
construtiva e habitacional, além de apresentar características mer-
cadológicas e de negócios diferenciadas das construções tradicio-
nais. Embora o sistema seja mais utilizado em construções de alto
padrão, com a consolidação da tecnologia no mercado já estão sendo
desenvolvidos alguns modelos de casas para o ramo popular.
As instalações hidráulicas para edificações com sistemas
construtivos steel frame são as mesmas utilizadas em edifícios
convencionais e apresentam o mesmo desempenho, não variando
em razão do sistema construtivo. Dessa maneira, nas tubulações
de água fria ou quente nos sistemas, podem-se utilizar todos os
materiais que são empregados nas construções comuns tais como
o PVC, o PEX, o PPR, o CPVC, o cobre, entre outros.
Com sua concepção racionalizada, o sistema permite a execução
das instalações com o mínimo de transtorno, pouco desperdício e
grande facilidade de controle e inspeção dos serviços concluídos.
No sistema steel frame todas as paredes e lajes funcionam
como shafts visitáveis, facilitando a execução e a manutenção das
instalações. A passagem de tubulação de água fria ou quente pelas
vigas de piso é feita através de furos. A NBR 15253/2005 normaliza _
os furos para passagem de instalações, prevendo que aberturas sem * Antonio Wanderley Terni;
reforços podem ser executadas nos perfis de steel frame, desde que Alexandre Kokke Santiago;
devidamente consideradas no dimensionamento estrutural.
José Pianheri. “Casa de
Para as tubulações sanitárias que normalmente possuem diâ- steel frame – instalações”.
metros maiores é interessante que seu caminhamento horizontal In.: Revista Téchne, n. 141,
ocorra sob a laje (oculto por forro) e que seja o mais curto possível, São Paulo, Pini, dez. 2008, p.
sendo conduzidos para as paredes. Alguns modelos de vaso sani- 61-64.
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Parte II — As Instalações Hidráulicas e suas Interfaces com o Projeto Arquitetônico

20 PISO RADIANTE

É um sistema de aquecimento moderno e confortável. Nos países


mais desenvolvidos, é utilizado em cerca de 50% das residências
novas.
O piso radiante, fabricado pela Astra, baseia-se em um circuito
de tubos de polietileno reticulado (o PEX é o material mais indi-
cado, na atualidade, para projetos de piso radiante, devido à sua
facilidade de instalação e alta durabilidade), embutidos no piso
da residência, e de um sistema de regulagem térmica que permite
controlar, em qualquer momento, a temperatura do ambiente, por
meio da circulação de água quente.*
No piso radiante, utiliza-se a superfície da residência como
elemento radiador de calor, eliminando os radiadores e aparelhos
de ar-condicionado. Isso permite manter a temperatura do piso
perfeitamente distribuída por todo o ambiente, obtendo, assim,
grande conforto.
Os circuitos de tubos PEX agem como elemento fundamental
do sistema de aquecimento por piso radiante. Esses tubos, fabri-
cados em polímeros de alta tecnologia denominado “polietileno
reticulado”, ficam embutidos no piso da residência e suportam, com
total garantia, a circulação de água quente, sem sofrer corrosão ou
desgaste ao longo dos anos.
O sistema de distribuição Manifold (ver “Sistema PEX – Tubos
flexíveis de polietino reticulado”) tem a função de distribuir a água
recebida do grupo de regulagem térmica para cada circuito e ajustar
a temperatura de cada ambiente de forma independente.
Antes da elaboração do projeto do piso radiante, é importante
a realização de um estudo detalhado, que leve em conta todas as
características relevantes da residência a ser aquecida, como pro-
jeto arquitetônico, localização geográfica, janelas, portas, níveis de
isolamento da edificação etc.
_
* Astra.
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PISCINA NO PROJETO
Parte II — As Instalações Hidráulicas e suas Interfaces com o Projeto Arquitetônico

22 ARQUITETÔNICO*

Atualmente, é grande o número de piscinas em projetos de resi-


dências e condomínios. Por essa razão, as piscinas se tornam uma
das interfaces mais importantes da arquitetura com as instalações
hidrossanitárias.
A instalação completa de uma piscina residencial compreende:
o tanque, a área circundante ao tanque, os vestiários, os banheiros,
o sistema de recirculação e tratamento, a casa de máquinas, os
equipamentos de borda e os equipamentos de manutenção.
Antes do projeto e da execução da piscina, é necessário estudar
a área onde será implantada. O ideal é uma área exposta aos raios
solares (geralmente a face norte é a que recebe mais luminosidade)
e que disponha de facilidades para os projetos de instalação hidráu-
lica e elétrica. O terreno e o lençol freático devem ser devidamente
analisados pelo arquiteto, antes de iniciar a obra. O terreno nem
sempre é um fator decisivo, mas o tempo de execução, o formato
e o tamanho desejados.
Existem várias maneiras de executar ou instalar uma piscina.
Podemos destacar as piscinas construídas in loco (de concreto
armado ou alvenaria estrutural) e as pré-fabricadas (de fibra de
vidro e vinil).
As piscinas moldadas in loco, independentemente da forma
_ de execução, devem ser revestidas com material liso, de fácil lim-
* Vanderley de Oliveira peza e resistente aos produtos químicos aplicados à água, sendo
Melo & José M. Azevedo de uso generalizado o azulejo e as pastilhas de vidro ou porcelana.
Netto. Instalações prediais Os revestimentos das piscina devem aliar estética à facilidade de
hidráulico-sanitárias, cit.; instalação e manutenção.
Nelson Gandur Dacach.
Saneamento básico. Rio A grande desvantagem desses revestimentos é apresentar
de Janeiro: Livros Técnicos juntas, que devem ser bem preenchidas com rejuntamento especí-
e Científicos, 1979. Renata
fico, que contenham características como resistência aos produtos
Carvalho. “Vai entrar água”
In.: Revista Téchne, n. 59, químicos utilizados na conservação da água da piscina e facilidade
fev. 2002, São Paulo, Pini, de limpeza.
p. 32-38. Projeto de
piscinas, Jacuzzi.
Outra opção de revestimento é o vinil, que será aplicado
280 sobre a estrutura de concreto e/ou alvenaria. Sua espessura em

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Referências Bibliográficas
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 23

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