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UNIVERSIDADE DE SOROCABA

LABORATÓRIO DE FÍSICA
GRADUAÇÃO ENGENHARIAS

Matheus Vinicius Salata | RA: 79984


Paulo Roberto | RA: 98785
Rogemar Ligeiro | RA: 97221
César Munhoz | RA: 26974

ELETRIZAÇÃO POR ATRITO CONTATO E INDUÇÃO

Sorocaba/SP
2019
GRUPO DE FÍSICA

ELETRIZAÇÃO POR ATRITO CONTATO E INDUÇÃO

Trabalho referente as aulas quinzenais de


laboratório, do curso de Física Geral e
Experimental 2.

Professor: Fábio Tozo.

Sorocaba/SP
2019
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 3

2 REFERÊNCIAIS TEÓRICAS.....................................................................................4

3 RESULTADOS OBTIDOS.........................................................................................5

4 MATERIAIS USADOS ............................................................................................. 6


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1 INTRODUÇÃO ATRITO

O atrito é um tipo de força que está presente quando duas superfícies entram em contato.
Quando caminhamos por exemplo, automaticamente empurramos o chão para trás e o atrito
existente entre nossos pés e a superfície é o responsável por nos impulsionar para frente. Ao
esfregar as mãos, pode-se sentir calor por causa do atrito gerado com o movimento. As forças
de atrito podem ser opostas aos movimentos, dificultando-os, ou a favor dos movimentos,
quando facilitam a sua execução.
A força de atrito deve-se à existência de rugosidades na superfície de contato do objeto com
o solo. Essas rugosidades não são observadas macroscopicamente, mas são elas que
dificultam o movimento.

ELETRIZAÇÃO

Os processos de eletrização consistem em gerar um desequilíbrio no número de prótons e


elétrons de um corpo qualquer. Naturalmente os corpos são neutros, ou seja, possuem a
mesma quantidade de prótons e elétrons, quando esse número se torna diferente dizemos
que o corpo está eletrizado.
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REFERENCIAL TEÓRICO

ELETRIZAÇÃO POR ATRITO

Quando realizamos um atrito entre dois materiais há trocas de cargas, havendo uma
transferência de elétrons entre os dois corpos, após o atrito, os corpos atritados ficam
com cargas de sinais opostos. Isso é determinado por uma tabela chamada de série
triboelétrica.

ELETRIZAÇÃO POR CONDUÇÃO

Diferentemente, este tipo de eletrização necessita de pelo menos um dos corpos


carregado eletricamente. Sendo um condutor carregado positivamente e outro
condutor neutro, assim haverá uma transferência de elétrons do corpo neutro para o
corpo carregado positivamente. Essa transferência irá ocorrer de maneira bem rápida
até que ambos os condutores fiquem com o mesmo potencial elétrico.

ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO

Não é necessário contato nenhum para esta eletrização, é o que diferencia entre esta
das outras. Um exemplo de uma consequência da eletrização por indução são os
raios. Quando temos uma nuvem carregada eletricamente durante uma tempestade,
ela irá induzir na superfície cargas de sinais opostos criando assim um campo elétrico
entre a nuvem e a superfície. Se esse campo elétrico for muito intenso teremos uma
descarga elétrica violenta que nós conhecemos como raio.
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PROCESSOS E RESULTADOS

I. ELETRIZAÇÃO POR ATRITO

Medições:

1º Metal e Plástico: (-0,50) e (-2)


2º Plástico e Couro: (-0,50) e (-0,50)
3º Metal e Couro: (-2) e (-2)
4º Plástico e Roupa: (-0,50)
5º Plástico e Madeira: (-2,50)
6º Couro e Cadeira: (-6,00)
7º Couro e Papel: (-2,00)
8º Metal e Cabelo: (-4,00)
9º Metal e Pele: (-2,00).

Por Contato:

1º Parte:

1º Metal + Esfera: (-2,00) e (8,00).


2º Plástico + Esfera: (-8,00) e (-10,00).
3º Couro + Esfera: (-2,00) e (-4,00).

2º Parte:

a) Ok.

b) 8 (Metal)
-2,00 (Couro)
-10,00 (Plástico)
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MATERIAIS USADOS

1 - Medidor;
2 - Esferas Redondas;
3 - Pás (Couro, Metal e Plástico);