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sina nsina Didética para a Escola Fundamental e Média ‘Amelia Domingues do Cast resi ‘Anna Maria Pessoa do Carvall , nna | Denil Pa arco Bats ats } ‘sa Gir tena Cork Cl | Lait Farag i aoe isa d a | ‘Mar eza Dao None A ‘yam Kish | Sania Teresita de Soa | ‘a Mora Ka D omieaee “Capituto 1 O Enstno: Osseto pa Dipatica Amelie Domingues de Castro AEDUCAGAO PELAPEDRA os Cabral elo Noo Una educa pela pera: ports ara arene da pet, fegena: ‘apa sua yor neice, mpesal (pela de cede comega ar aus) Aigo de moral, sux reitnci fia ‘0 gue efi ase mated: {de pode, suacarnara coneret ‘de economia sew adenarse compact Tides de peda (de fora pra dente, ‘arta mde), para gum ole (Oui educa pela pedro Sento (de deni para fora, présica. No Sedo a pra na abe lcionar, ‘5 eclonatendoentinaria nae io se apron a peal pec una pear de nasconga entra alma (Ouvi, mits vezes, perguntas parecidas com estas: Qual a nimero do seu telefone? Quanto cuts este ivr? Para que serve est abjet? Como e cama esta flor? Onde fica a Rua Iperé? 0 que & isto? Para responds, o interlocutor, por _mcio de plavra que podem set acompanhadas por gestos,procur esclarccer un a “4 nanos eaar “divide, supriralgumaignorinca, As vezes, uma palavra basta, um aero ou uma tifa, outa veresmuitasfases, companhadss por gests: um dede apontando ou limaceno do brago mostnd uma dre. Outasintepelagdes pte ser fitas ‘Como se faz ese pono de tics? Como abr um novo diretrio no computador? ‘Com digit eta moto? E provivel que nesses casos as palavas seam poucas ©@ tticlago maior: quem rexponde poder apenas indicar 0s movimentos a fazer, Aizendo:“venha e, faa como eu.” Pergunto se neses casos haver um processo de ensino ese houve aprendi- -zagem. Com seguranga, poss afimar gue houve um processo de comunicasso. A ‘feta oiprovocada,dirgia pela necesidade de quem iniciou odislogo e sypoaho [Que areaponta tena constituldo um esforgo para a ansmiss de conhecimentos ou Frbiidades a quom dees no dspunha, Numa antiga acepeto, o temo ensinar era entendide como sssinalar, mostar, anunciare convém ao tipo de citogo desrito, ‘Mas seri esse o significado atu do verbo ensinar? Podeeireferi-me a ensino {quando nss eonverss ctiianashé relatos de aconfecimentos ou toca de ifor- ‘ages? Ov quando a intereomunicago assume a forma de debate ou diseusso, fra no nivel mais clevado, incluindo argumentapbes e explicardes, ora perdendo ft objetvidade? No duvido que nests ecm outas ocasibessemehantes, certs {nformagées e mesmo conhecimenos oganizadospossam ser comunicados de uns para outros espontancamente ou seguindo-se a perguntss. Dizendo ou mostrando, enlace ransmiireertas mensagens,O provsso de comunicago ioma-se objeto de tests i algumas décadss eos progressos havidos nosmeios para sus efetivagso {eenodgica, vncendo distinciesplantiris,vieram acrescenta-Ihe um problema (informatica, Da imprensa ao rio, elevisbo e&computacio em rede, dispe- “se hoje de moos ira a difust de todos os tpos de menssgens, ampiando-se as possibilidades do intecimbio social ‘rao proceso de ensno poder ser examinado spenss como especial mo- Aatdade do process de comunicaga informa que tanto destague vem tendo fem nossos dias, nfo fossem certs pecliridades relatvas tanto a seus propésitos {Guano a sas dificuldades espcticas, Mais um exempo pretendeesslarecer met onto de vist (0 mesmo instrumento ~atelevisio - pode serir para transmisso de umn rotcirio ede uma aula. Nesta ima, a informagdes sero organizadas, sistem {zadas,incluirio deseavolvimentos explicativos ou demonstraives,reuios com ‘a finalidade expresa de ensina, os melhor, com a tenio de prouiraprendiza iem. Entre os espectadores poderdo estar aqueles ue tém igualmente a intengdo ‘Ge aprender que, po sis pris condies de desenvolvimento e experiencia, poder conseguir realizh-la Otto, por asisti-la sem aguelepropdsito ou sem as Condigdes necessrias, no chegario esse final liz. Por outro ldo. informativos {gue no tm o objetivo expieta de ensingr (no sentido ntencionalacimareferido) poder ser eaplados por intressados em aprender, tomando-se exempos didi-