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Escolas

Cervejeiras

Índice

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As quatro escolas cervejeiras Por que estudar as escolas cervejeiras? Escola Alemã Escola Franco-Belga Escola Britânica Escola Americana Vamos estudar as escolas cervejeiras?

As quatro escolas cervejeiras Uma escola cervejeira pode ser definida pelo conjunto de estilos e

As quatro escolas cervejeiras

Uma escola cervejeira pode ser definida pelo conjunto de estilos e técnicas de produção de cerveja em determinada região geográfica, levando em consideração fatores como matérias-primas, tecnologias e legislações locais. Baseada em tradição e inovação, a escola cervejeira representa a história e a cultura da produção de cervejas de uma ou mais nações.

Desde o crescimento da produção cervejeira na Europa durante a Idade Média até a revolução artesanal nos anos 1980 no EUA, quatro escolas cervejeiras se destacaram e serão abordadas neste e-book: Escola Alemã, Escola Franco-Belga, Escola Britânica e Escola Americana.

 

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Por que estudar as escolas cervejeiras?

As quatro escolas cervejeiras têm influência sobre o mercado cervejeiro de todo mundo. Afinal, cervejarias brasileiras produzem cervejas de estilos alemães, novos estilos surgem como variações de cervejas tradicionais belgas etc.

Quem trabalha com cerveja, seja produzindo, comercializando ou atuando como sommelier precisa estar por dentro

dessas tendências. "Para entender o que vai acontecer no mercado cervejeiro, é importante olhar para trás e conhecer

a história e os estilos das principais escolas cervejeiras”, destaca a professora de escolas e estilos cervejeiros do Science of Beer, Aline Araújo.

E da mesma forma, quem é apaixonado por cerveja pode ter uma experiência mais completa ao saber como os estilos

e escolas cervejeiras se desenvolveram e como influenciam na bebida que se está apreciando.

Vamos embarcar nessa viagem pelas principais escolas de cerveja?

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Escola Alemã

Considerada a mais tradicional entre as escolas cervejeiras, a escola alemã também é conhecida como escola germânica. Além da Alemanha, também inclui República Tcheca, Eslováquia, Áustria e Polônia.

A escola cervejeira da terra da famosa Oktoberfest é marcada pelas cervejas lagers, pela forte presença de cervejarias locais e pela Reinheitsgebot, a lei da pureza da cerveja.

forte presença de cervejarias locais e pela Reinheitsgebot, a lei da pureza da cerveja. E-book: Escolas
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História

A produção de cerveja na Alemanha remonta à expansão do império romano e dos movimentos migratórios da

região. No início da Era Cristã as tribos germânicas eram, juntamente com os celtas, os maiores produtores e consumidores de cerveja da Europa.

Ao longo dos séculos a produção - que inicialmente era tarefa das mulheres das tribos germânicas - passou para os monges e freiras no Sul da Alemanha e para os artesãos no Norte.

O grande marco na história da cerveja na Alemanha no entanto, foi a Reinheitsgebot, a Lei de Pureza Alemã.

Assinada em 1516, por Guilherme IV, duque da Baviera, a norma instituiu que a cerveja deveria ser fabricada apenas com água, malte de cevada e lúpulo. A levedura de cerveja não era conhecida na época.

A Reinheitsgebot se estendeu por toda a Alemanha em 1906, e passou por modificações após a Segunda Guerra

Mundial, como a autorização de maltes de outros cereais nas cervejas de alta fermentação, por exemplo.

Hoje, as cervejas destinadas à exportação têm maior liberdade no uso dos ingredientes, mas a maioria dos cervejeiros alemães continua a seguir a Reinheitsgebot, principalmente nas cervejas vendidas em território nacional.

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“Como a cerveja deve ser elaborada e vendida neste país, no verão e no inverno:

“Como a cerveja deve ser elaborada e vendida neste país, no verão e no inverno:

Decretamos, firmamos e estabelecemos, baseados no Conselho Regional, que daqui em diante, no principado da Baviera, tanto nos campos como nas cidades e feiras, de São Miguel até São Jorge, uma caneca de 1 litro ou uma cabeça de

cerveja sejam vendidos por não mais que 1 Pfennig da moeda de Munique, e São Jorge até São Miguel a caneca de 1 litro por não mais que 2 Pfennig da mesma moeda, e a cabeça por não mais que 3 Heller sob as penas da lei.

de

Se alguém fabricar ou tiver cerveja diferente da Märzen, não pode de forma alguma vendê-la por preço superior a 1 Pfennig por caneca de 1 litro. Em especial, desejamos que daqui em diante, em todas as nossas cidades, nas feiras, no campo, nenhuma cerveja contenha outra coisa além de cevada, lúpulo e água.

Quem, conhecendo esta ordem, a transgredir e não respeitar, terá seu barril de cerveja confiscado pela autoridade judicial competente, por castigo e sem apelo, tantas vezes quantas acontecer. No entanto, se um taberneiro comprar de um fabricante um, dois ou três baldes de cerveja para servir ao povo comum, a ele somente, e a mais ninguém, será permitido e não proibido vender e servir a caneca de 1 litro ou a cabeça de cerveja por 1 Heller a mais que o estabelecido anteriormente.”

Guilherme IV, Duque da Baviera, 23 de abril de 1516.

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Características Uma das principais características da escola cervejeira alemã é a predominância de estilos da

Características

Uma das principais características da escola cervejeira alemã é a predominância de estilos da família das lagers, cervejas de baixa fermentação.

As cervejas alemãs costumam ter caráter maltado, lúpulos florais e amargor acentuado. As leveduras são mais neutras - exceto nas cervejas de trigo.

Além disso, é bastante comum na Alemanha que cada cidade tenha sua própria cervejaria, o que contribui para a garantia da qualidade, para a maior oferta de produtos, e para o aumento da rivalidade entre as regiões.

Isso também faz com que determinados estilos sejam característicos de regiões específicas.

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Estilos

Pilsen: originária de Pilsen, na Boêmia, é uma cerveja de cor dourada clara. No sul da Alemanha a German Pilsen é mais leve e delicada, enquanto no norte é mais seca e lupulada. Já a Bohemian Pilsen é mais dourada, mais aromática e mais maltada;

Cervejas de trigo: quase esquecidas após a Reinheitsgebot, as cervejas de trigo voltaram a ser produzidas no século 19. Entre as cervejas de trigo estão: Hefeweizen, Dunkelweizen e Weizenbock;

Münchner Helles: cerveja tradicional de Munique, criada em contrapartida a Pilsen, tem como característica o sabor de pão;

Rauchbier: cervejas de perfil defumado, originárias da cidade de Bamberg.

Münchner Dunkel: estilo mais antigo de Munique, de sabor maltado, cor marrom- avermelhada e aromas de toffe e chocolate;

Schwarzbier: o estilo mais conhecido da antiga Alemanha Oriental é uma lager escura com notas de torrefação;

Märzen: cervejas suaves, de coloração âmbar, com sabor e aroma de toffee, produzidas no mês de março para serem armazenadas em cavernas durante o verão;

Bock: originária da cidade de Einbeck, é uma cerveja encorpada, de cor marrom escura e com intensos aroma maltado.

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Escola Franco-Belga A Bélgica é considerada por muitos apreciadores e estudiosos de cerveja como o

Escola

Franco-Belga

A Bélgica é considerada por muitos apreciadores e estudiosos de cerveja como o paraíso da bebida. Com um território do tamanho do estado do Ceará, o país conta com mais de mil rótulos e a reputação de melhor cerveja do mundo, além de ser o lar da maior cervejaria do planeta, a Anheuser-Busch (AB) Inbev.

As características das cervejas, no entanto, ultrapassam as

fronteiras atuais do país, motivo que faz com que a escola cervejeira franco-belga abarque também boa parte do Norte da França e a Holanda.

História

Por estar em uma encruzilhada geográfica, a Bélgica teve seu território constantemente invadido ao longo da história, o que contribuiu para que os cervejeiros belgas incorporassem culturas cervejeiras de outros povos.

Além disso, como o vinho não era produzido no país e era muito caro para ser importado, a cerveja era bem vista (e consumida) pela população, inclusive pelos mais nobres. Em 1900 os belgas já consumiam o dobro de cerveja em comparação com os ingleses e alemães.

Mas o grande fator que impulsionou a escola cervejeira belga foi a instituição do catolicismo. Nos mosteiros católicos implantados na região após a queda do Império Romano os monges produziam cervejas como fonte de alimentação e para matar a sede dos peregrinos, dando origem às tradições monástico-cervejeiras mantidas até hoje no país.

Como não lembrar das famosas e exclusivas cervejas trapistas? Apenas 13 mosteiros da Ordem Trapista no mundo possuem o selo de autenticidade trapista das cervejas e seis deles estão na Bélgica (Orval, Chimay, Westmalle, Rochefort, Achel e Westvlereten).

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Características

Sem ter tido uma Lei de Pureza como a alemã, a Bélgica de se destaca pela inventividade dos ingredientes das cervejas. Ervas como coentro e alcaçuz, especiarias como gengibre, e frutas como cereja e framboesa já eram usadas nas cervejas desde a Idade Média.

Ao primar pela multiplicidade de estilos e insumos, a escola franco-belga oferece uma miríade de sabores complexos. Cervejas aromáticas, alto teor alcoólico, maturação em barris, destaque para as leveduras e receitas aperfeiçoadas ao longo de séculos nas abadias são algumas das principais características dessa escola cervejeira.

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Estilos

Witbier: cerveja de trigo bastante refrescante, de cor amarelo-palha, possui aromas cítricos e condimentados;

Flanders: tradicionais da região de Flandres, são cervejas que passam por um extenso processo de maturação em barris de carvalho;

Saison: tradicionalmente produzida no final das estações mais frias, é uma cerveja de corpo baixo e alta carbonatação, com aromas complexos de notas cítricas, condimentadas e terrosas;

Bière brut: cervejas elaboradas à maneira das grandes champanhes;

Tripel: de alto teor alcoólico, são cervejas com aromas de frutas amarelas e maior presença de lúpulos florais;

Dark strong ale: cervejas complexas e de alto teor alcoólico com aromas que remetem a tosta, passas, frutas e licor;

Lambic: são as cervejas produzidas por meio de fermentação natural. Ácidas, efervescentes e com notas aromáticas rústicas, podem contar com a adição de frutas ou açúcar;

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Escola Britânica

Das escuras porters e stouts até as lupuladas pale ale e IPAs, a escola cervejeira britânica apresenta uma variedade de estilos; reforça o hábito de frequentar os famosos pubs; e evidencia a paixão dos britânicos pelas cervejas de alta fermentação, as ales.

Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e República da Irlanda fazem parte dessa escola de cervejas que mantém tradições que remontam ao povo celta, passando pelas esposas cervejeiras, a Revolução Industrial e a Campaign for Real Ales.

que remontam ao povo celta, passando pelas esposas cervejeiras, a Revolução Industrial e a Campaign for

História

Durante a Idade Média, a cerveja era uma das bebidas mais consumidas na Bretanha e a produção era uma tarefa das mulheres, chamadas de alewives (esposas cervejeiras). Foi a partir da venda de cerveja por elas que surgiram casas para comércio da bebida, as alehouses e posteriormente as public houses - ou pubs.

Antes da chegada do lúpulo no século 14, a bebida era aromatizada com outras ervas e frutas e chamada apenas de “ale”. Já “cerveja” era o nome da bebida com a adição do lúpulo. Também no século 14 surgiram as primeiras guildas cervejeiras, organizadas por homens de negócios que estruturaram a produção, montando as primeiras cervejarias comerciais.

Com a revolução Industrial, as novas grandes cervejarias investiram em melhorias e no barateamento dos processos cervejeiros e caíram no gosto da população. O Porter foi o estilo que ganhou destaque, pois além de substancioso e calórico, podia ser feito em grande escala. Porters e, posteriormente, Stouts dominaram o mercado britânico até meados do século 19, quando surgiram as Pale Ales e Ipas. Já as cervejas de baixa fermentação só conquistaram o mercado do Reino Unido na segunda metade do século 20.

Em 1971 um grupo de cervejeiros ingleses fundou uma associação de consumidores, a CAMRA (Campaign for Real Ale), para resgatar a tradição dos pubs e das Real Ales, cervejas produzidas desde antes das Porters, e estimular a cultura da cerveja artesanal.

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Características As típicas cervejas da escola britânicas são ales, ou seja, cervejas de alta fermentação

Características

As típicas cervejas da escola britânicas são ales, ou seja, cervejas de alta fermentação. Também possuem como característica a boa carbonatação, além do amargor perceptível.

Marcada pela tradição, a escola inglesa também é berço de vários estilos popularizados em todo o mundo, além de possuir influência na criação da nova escola cervejeira americana, sobretudo por meio do trabalho de estímulo à produção artesanal realizado pela CAMRA.

Outro aspecto importante é o modo de consumo dos britânicos, já que a tradição dos pubs faz com que a maior parte da cerveja seja consumida diretamente do barril (como chope), e não engarrafada. São mais de 60 mil pubs espalhados pelo Reino Unido, sendo 53 mil só na Inglaterra.

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Estilos

Porter: cerveja criada para alimentar os trabalhadores braçais de Londres durante a Revolução Industrial. De coloração marrom-escura, possui aromas e sabores maltados que remetem a café, toffee e chocolate.

Stout: estilo propagado por Arthur Guiness, é uma adaptação mais alcoólica, escura, opaca, amarga e com mais maltes torrados que a Porter.

Barley Wine: o "vinho de cevada" é um estilo de cerveja do tipo Strong Ale que possui coloração âmbar, com aromas e sabores que lembram caramelo, castanhas e melado. De baixa carbonatação, são encorpadas, alcoólicas e adocicadas.

English Pale Ale: também conhecida como Bitter, a Pale Ale inglesa é uma cerveja de cor clara e dourada, de alta fermentação e que possui forte amargor.

English India Pale Ale: o estilo foi criado para atender os ingleses que serviam na Índia no século 18. As IPAs inglesas são de coloração âmbar e possuem aroma intenso de lúpulo, além de sabores maltados e amargor em destaque.

Scotch Ale: essas tradicionais cervejas escocesas são caracterizadas pela coloração geralmente escura e presença substancial de malte no aroma e no paladar.

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Escola Americana A mais jovem entre as quatro escolas cervejeiras é conhecida pelo renascimento da

Escola Americana

A mais jovem entre as quatro escolas cervejeiras é

conhecida pelo renascimento da cultura da cerveja

artesanal.

O movimento fez com que os Estados Unidos, até então

conhecido como lar de grandes grupos cervejeiros que produziam cervejas pouco complexas, se tornasse também referência em experimentação e novidades para o mercado cervejeiro mundial.

História

Os nativos norte-americanos já produziam cerveja antes da chegada dos europeus. Estima-se que a bebida era feita com milho, seiva de árvores e bétula. Mas foram os holandeses os primeiros europeus a elaborar cerveja nos Estados Unidos, e a produção se intensificou com a chegada de ingleses e alemães.

Ao longo dos séculos, os cervejeiros americanos contribuíram bastante para a standartização das cervejas, já que foram eles que começaram a experimentar adicionar milho e arroz nas cervejas como forma de torná-las mais claras. Além disso, a presença de poucas e grandes cervejarias também foi uma característica importante do mercado cervejeiro americano até os anos 1980.

Mas um dos fatores que mais influenciou a produção de cerveja nos EUA foi a chamada Lei Seca. Havia 1.179 cervejarias no país quando a norma foi proclamada em 1919. Quando a lei foi revogada em 1935, sobraram apenas 703 delas. Além disso, nos anos seguintes, com a Segunda Guerra Mundial a ordem era racionar o abastecimento de grãos, o que aumentou ainda mais o uso de adjuntos como o milho e o arroz.

A partir de 1978, com a revogação da lei que proibia a fabricação de cerveja caseira nos EUA, começaram a surgir cervejarias artesanais pioneiras na fabricação de cervejas diferentes das standartizadas de então. A chamada revolução artesanal impulsionou o crescimento do mercado nos Estados Unidos, influenciou o fortalecimento da cultura cervejeira em outros países e definiu a importância da escola cervejeira americana no mundo.

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Características

Uma forte característica da escola cervejeira americana é a utilização de insumos locais. O país é o segundo maior produtor de lúpulo atrás apenas da Alemanha. As variedades cultivadas nos EUA possuem um perfil cítrico, frutado e floral e um aroma que lembra o de pinho que conferem intensos aromas e sabores para as cervejas.

Além disso, os cervejeiros americanos são entusiastas do “extremos”:

mais lúpulo, mais malte e até mesmo mais álcool, e também das experimentações. A escola americana é notória na mistura não apenas de ingredientes inusitados, mas também na combinação de estilos diferentes entre si.

Os Estados Unidos também são conhecidos pelas técnicas cervejeiras pioneiras e pelo fato de que o movimento causado pela sua “revolução” artesanal se espalhou para várias partes do mundo como Ásia, Austrália e América do Sul.

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Estilos

American Lager: Muito refrescante e pouco complexa, é a cerveja mais consumida no mundo. Com adição de cereais como arroz e milho, possui uma cor amarelo-palha, com leve aroma maltado e quase nada de lúpulo.

APA (American Pale Ale): são versões mais resinosas e cítricas das tradicionais Pale Ale Britânicas.

American IPA: É o estilo mais marcante da escola americana. Aproveita as características dos lúpulos americanos para criar IPAs com aroma e amargor mais intensos que as inglesas.

India Black Ale: Também conhecido como American Black Ale, o estilo é derivado da IPA

e é feito com maltes torrados.

Pumpkin Ale: Cervejas feitas com abóbora que também podem levar especiarias como cravo, canela, gengibre e noz-moscada.

Wood Aged: As cervejas maturadas em barris

não foram criadas pelos cervejeiros dos EUA, mas a escola americana ajudou a popularizar

a técnica, usando diversos estilos de cerveja como base.

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Vamos estudar as escolas cervejeiras?

Quer aprender mais sobre as escolas cervejeiras e como elas influenciam a produção de cervejas no mundo?

Então a nossa dica é conhecer o curso Sommelier de Cervejas do Science of Beer, que conta com aulas teóricas e práticas - incluindo degustações, para capacitar o aluno a atuar no mercado cervejeiro.

E se você já é sommelier de cerveja ou já trabalha na área, não deixe de fazer nosso curso Science of Beer Styles, para aprofundamento de conhecimento sobre Estilos de Cerveja e Escolas Cervejeiras.

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O Science of Beer Institute foi criado em 2010 e é pioneiro no país em

O Science of Beer Institute foi criado em 2010 e é pioneiro no país em diversos cursos sobre cerveja, como Gestão, Análise e Avaliação Sensorial de Cerveja; Sommelier de Cerveja e Tecnologia em Processos Cervejeiros, entre outros.

Com cursos e workshops itinerantes em todo o Brasil, o Science Of Beer Institute já contabiliza mais de 70 turmas formadas em vários estados do país, conquistando quase todo território nacional e avançando para outros países da América Latina.

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