Você está na página 1de 3

DESCRITOR – FORMAÇÃO DO EU

A constituição do eu: a partir do eu ideal ao ideal do eu

Carpes, Maria Cristina.

Rev. CEP-PA; 7(7): 111-136, 1998.

Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: psi-33151

RESUMO

A autora trata de desenvolver o tema da Constituição do Eu, a partir das idéias de Freud sobre
o narcisismo e a “nova ação psíquica”.Considera ser essa nova ação psíquica a identificação
primária, percorre os conceitos freudianos tratam deste momento inicial do eu, como o
narcisismo primário, o recalcamento originário, identificação primária, as transformações do eu,
tendo como linha condutora a formação do eu ideal e do ideal do eu.Também inclui, no trabalho,
os pensamentos de H. Bleichmar sobre as representações narcísicas do eu e de N. Marucco
sobre as estruturas narcísicas e edípicas. Na parte final, a situação clínica é focalizada, através
da compulsão à repetição (resistência do id) e a transferência, esta, como a presentificação dos
lugares que o sujeito vai ocupando desde a constituição do seu eu(AU).

DESCRITOR – ORIGEM DO EU

A formação do eu e o poder da psicanálise / The ego formattion and the power of psychoanalysis

Câmara, Gabriel Ferreira.

Cogito; 11: 20-25, out. 2010.

Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: psi-51791

RESUMO

O autor faz uma revisão do conceito de Eu, tanto na teoria de Freud, quanto

Três estudos sobre o conceito de narcisismo na obra de Freud: origem, metapsicologia e formas
sociais / Three studies on the concept of narcissism in Freudian work: origin, metapsychology
and social forms

Guimarães, Luiz Moreno .

São Paulo; s.n; 19 out. 2012. 128 p.

Tese em Português | Index Psicologia - Teses | ID: pte-58549

Apresentada a Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia para obtenção do grau de


Mestre. Orientador: Endo, Paulo César.

RESUMOABSTRACT
Pretende-se contribuir à análise do conceito de narcisismo no pensamento freudiano a partir de
três estudos: (1) Um exame das primeiras elaborações sobre o narcisismo, dividido em dois
tempos: (i) a origem do termo junto às primeiras descrições e teorias sobre o narcisismo, (ii) sua
entrada na teoria freudiana. A ideia central é, por meio de uma visão diacrônica, acompanhar a
apropriação e evidenciar as modificações que Freud incide nesse conceito ao adotá-lo em sua
metapsicologia. Para isso, então, iremos em um primeiro momento estudar como os primeiros
teóricos do narcisismo Alfred Binet, Havelock Ellis, Paul Näcke e Richard von Krafft-Ebing
concebiam e conceberam essa noção; para depois pensar a apropriação freudiana em três
fontes: na correspondência trocada com Jung, no registro das Atas da Sociedade Psicanalítica de
Viena e nos textos freudianos de 1910 a 1913. (2) Um estudo do texto de Freud Introdução ao
narcisismo de 1914 texto central para o narcisismo , levando em consideração três aspectos: (i)
a lógica interna do texto, (ii) as modificações que a introdução do narcisismo traz à teoria
freudiana e (iii) alguns desdobramentos desse conceito no interior do pensamento freudiano.
(3) Uma análise da noção de narcisismo das pequenas diferenças desenvolvendo um dos vários
desdobramentos que o conceito de narcisismo tem a partir de 1914; trata-se de uma análise
sincrônica que visa cotejar e relacionar três momentos dessa noção: tal como ela surge pela
primeira vez em O tabu da virgindade de 1918, como ela é retomada em Psicologia das massas
e análise do Eu de 1921 e sua versão final em O mal-estar na cultura de 1930. Em suma, o
primeiro estudo visa pensar a origem e a entrada do narcisismo no pensamento freudiano; o
segundo, o narcisismo na metapsicologia; e o terceiro, o narcisismo enquanto fenômeno
social.(AU).

DESENVOLVIMENTO O EU

O problema da gênese da autoconsciência / The problem of the genesis of self-consciousness

Lobo, Carla Nogueira.

Rio de Janeiro; s.n; 2010. 160 p.

Tese em Português | LILACS | ID: lil-601506

Apresentada a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Medicina Social para


obtenção do grau de Doutor. Orientador: Costa, Jurandir Freire.

RESUMOABSTRACT

São duas as motivações centrais para a suposição da existência de formas nãoconceituais,


primitivas de autoconsciência. No campo da pesquisa psicológica, a existência de uma forma
não-conceitual autoconsciência emerge como uma consequência natural darejeição da visão
tradicional de Piaget e de Freud da primeira infância como um ambiente Indiferenciado do
Eu/não-Eu; enquanto no campo da atividade filosófica tal suposição se sustenta como uma
possível solução para o suposto problema da circularidade/regresso naestrutura da auto-
referência reflexiva. Esta tese pretente submeter essa suposição amplamente difundida a um
extenso escrutínio. A primeira parte do trabalho destina-se a uma avaliação filosófica da própria
ideia de uma formaprimitiva, não-conceitual de autoconsciência. A crítica geral aqui pode ser
formulada nos seguintes termos: as alegadas formas primitivas não-conceituais de
autoconsciência nãosatisfazem absolutamente as duas condições - amplamente aceitas – acerca
da autoconsciência. A primeira estabelece que a característica semântica comum a qualquer
forma deautoconsciência (independentemente de sua complexidade) é a auto-referência
consciente. A segunda estabelece que a característica semântica das formas mais básicas de
autoconsciênciaé a chamada imunidade ao erro por identificação. A segunda parte da tese está
consagrada à avaliação dos resultados empíricos da nova abordagem psicológica de
autoconsciência. A crítica geral assume a seguinte forma: guiado pelo termo ambíguo "self" ou
"selfhood",psicólogos contemporâneos incorrem em um non-sequitur ao tentar inferir formas
primitivas de autoconsciência da simples existência de um sujeito na primeira infância. Baseado
no princípio da melhor explicação, mostraremos que as alegadas formas primitivas de
autoconsciência são melhor compreendidas como estágios de desenvolvimento cognitivo do
sujeito. Em suma, a idéia de uma forma primitiva, não-conceitual de autoconsciência não passa
de um equívoco.

Revisitando o conceito de eu em Freud: da identidade à alteridade / Revisiting the concept of


ego in Freud’s writing: from identity to alterity

Moreira, Jacqueline de Oliveira.

Estud. pesqui. psicol. (Impr.); 9(1): 0-0, abr. 2009.

Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: psi-69391

RESUMOABSTRACT

O presente texto pretende ser uma revisão crítica de textos freudianos que se dedicam à
questão da presença do outro no processo de constituição do eu. Nesse caso, o texto de Freud,
Narcisismo: uma introdução (1914), apresenta-se como uma condição de possibilidade para o
desenvolvimento de nossa reflexão. Tentaremos acompanhar as modificações freudianas no
que tange à “teoria do eu”. Partiremos da noção do eu como um espaço subjetivo
supostamente isento de conflitos e como dispositivo a serviço da realidade, capaz de conter e
canalizar o fluxo de energia livre para, então, reconhecer o eu como constituído e determinado
na e pela relação com o campo da alteridade. O eu deverá ser concebido como resultado de
uma complexa sobredeterminação que envolve não apenas o inconsciente e o Id, mas também
o espaço intersubjetivo.(AU)