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PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo: colônia.

São Paulo:
Ed. Brasiliense, 1996. (Capítulos: Introdução, Sentidos da colonização, Organização
social).

Introdução

O livro a Formação do Brasil Contemporâneo de Caio Prado, inicia-se nos


dizendo que foi a partir do século de XIX que começou a mudança institucional no
Brasil, que partir da mudança da sede da monarquia de Portugal para o Brasil,
também se começa atos de uma emancipação politica no País e inicia-se uma
evolução social, politica e econômica. Que para entendermos o Brasil de hoje e seus
problemas é só voltar ao passado para se encontrar os mesmos problemas.

Sentido da Colonização

No capitulo o sentido da colonização começa que todo povo tem sua evolução
em certo sentido. Que estes sentidos podem variar de acordo com acontecimentos
estranhos, transformações internas de equilíbrio e estrutura. Portugal tonar-se um
país marítimo, no sentido exploratório para a comercialização. Pois a partir dessas
explorações procurando novas rotas que Portugal “encontrou” a américa. Os povos
da Europa nunca estiveram interessados em povoar as américas e sim o comercio
os interessava. Logo tinha um desprezo pelos territórios. Portugal foi o pioneiro a
entender que é necessário povoar e organizar a produção. No texto deixa claro que
os colonos ingleses tinham em mente a descoberta de um novo continente não para
a exploração e sim para construir um novo mundo uma nova sociedade, que lhe
oferecessem garantias que o continente de origem não lhes dava mais. Seno por
motivos religiosos ou econômicos procuravam um abrigo. Pois a área tropical e
subtropical da américa terá um rumo diferente. Em outro momento do texto fala-se
que no Brasil ao trabalhador branco não lhe foi ensinado nada, pois a população de
Portugal era em grande parte insuficiente, ficando então como dirigente e grande
proprietário rural no Brasil. Encontraram populações indígenas que puderam
explorar como trabalhadores. Foram percursores a escravidão de negros africanos e
dominação de territórios que os favorecia. Sempre retardatários comparados aos
ingleses. Logo a colonização dos tópicos torna-se uma grande empresa comercial
de exploração dos recursos naturais em um território e esses recursos aproveitados
pelo comercio europeu.

Organização Social

No princípio do século XIX, o que caracteriza a sociedade Brasileira é a


escravidão. E em nenhuma localidade que se utilizou desta instituição levou a palma
na influencia em que exercia, no papel que representa em todos os setores da vida
social. Os índios e os escravos tiveram quase nula a sua contribuição para a
formação brasileira. As mulheres escravas eram usadas pelos colonos para
satisfação sexual, tidas como fáceis. O preconceito com o negro muito forte e
aceitava-se a pessoas mais branca, mais clara eram admitidos. O negro foram
explorado e escravizado no Brasil não tiveram a proteção de ninguém, não teve a
mesma “proteção” que os povos indígenas tiveram dos povos jesuítas. O regime
patriarcal foi de extrema importância para a manutenção da exploração do
negro/escravo no Brasil, pois eram utilizados como mão-de-obra para o comercia e
extração dos recursos. Ele brota do regime econômico em que absorve a maior
parcela da produção e riqueza coloniais, em torno daqueles que possuem e
senhoreiam o proprietário e sua família. Esse sistema teve muita força no centros
Norte, Bahia e Pernambuco. Dando liberdade relativa soa trabalhadores livres ou
agregados. Os centros urbanos acabam tornando-se um reflexo das condições
dominantes do campo.