Você está na página 1de 256
Treinamento Operacional Avançado Jonas Silva Daniel França Eduardo Cavalieri Anelise Roosch Luiz Forgiarini 27 e

Treinamento Operacional Avançado

Jonas Silva Daniel França Eduardo Cavalieri Anelise Roosch Luiz Forgiarini

27 e 28 de Julho, 2015

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Luiz Forgiarini 27 e 28 de Julho, 2015 © 2015 CareFusion Corporation or one of its
Luiz Forgiarini 27 e 28 de Julho, 2015 © 2015 CareFusion Corporation or one of its

Instrutores

Jonas Silva jonas.silva@carefusion.com Tel: +55 11 97657-6890

Daniel França daniel.franca@carefusion.com Tel: +55 11 96588-2607

Tel: +55 11 99484-0235

Tel: +55 11 98833-7254

Luiz Alberto Forgiarini Júnior forgiarini.luiz@gmail.com Tel: +55 51 9136-5947

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Tel: +55 51 9136-5947 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Equipe Pós Vendas

Equipe Pós Vendas Roberto Norte Gerente de Serviços Jonas Silva Especialista de Produto Anelise Roosch Especialista

Roberto Norte Gerente de Serviços

Equipe Pós Vendas Roberto Norte Gerente de Serviços Jonas Silva Especialista de Produto Anelise Roosch Especialista
Equipe Pós Vendas Roberto Norte Gerente de Serviços Jonas Silva Especialista de Produto Anelise Roosch Especialista

Jonas Silva Especialista de

Produto

Anelise Roosch

Especialista de

Produto

de Produto Anelise Roosch Especialista de Produto Daniel França Especialista de Produto Eduardo Cavalieri
de Produto Anelise Roosch Especialista de Produto Daniel França Especialista de Produto Eduardo Cavalieri

Daniel França Especialista de

Produto

Eduardo Cavalieri Especialista de Produto

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Eduardo Cavalieri Especialista de Produto © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Participação Especial

Participação Especial Luiz Forgiarini Doutor em Ciências Pneumológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Luiz Forgiarini

Doutor em Ciências Pneumológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS © 2015 CareFusion Corporation or one of its

Quem é você?

Nos fale um pouco sobre você

Qual sua região?

Empresa?

Experiência?

Algo mais ?

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

• Experiência? • Algo mais ? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Voce está aqui por

Ao fim do treinamento, você estará apto a…

1. Atualizar seus conhecimentos no conceito e aplicação da

ventilação mecânica em pacientes neonatais, pediátricos e

adultos

2. Direcionar seus treinamentos de aplicação de acordo com o perfil da unidade

3. Conhecer o iX5 Comprehensive e seus Features

4. Colaborar com o desenvolvimento de um roteiro de

treinamento de aplicação padronizado para Especialistas de

Produto CareFusion

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

para Especialistas de Produto CareFusion © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Agenda

   

27/julho - Segunda

28/julho - Terça

8h-10h

 

- Boas Vindas e Introdução Anelise

- PRVC, VAPS e BIPeep

- Apresentação iX5 Comprehensive Jonas

- Compensação de resistência do tubo endotraqueal Luiz

10h - 10:30

 

Coffee Break

Coffee Break

10:30 12:30

- Condutas ventilatórias: DPOC, Asma Anelise

- Frequência de Backup X Backup de Apnéia

 

- Condutas ventilatórias: SDRA Luiz

- Rampa e Fluxo de Ciclagem (PC e PS) Daniel

12:30 13:30

 

Almoço

Almoço

13:30 15:30

 

-Manobra de Recrutamento Alveolar Anelise

- Desmame Ventilatório Anelise - VNI em pacientes neonatais, pediátricos e adultos Anelise / Luiz

-Titulação da PEEP ideal Luiz

15:30 16:00

 

Coffee Break

Coffee Break

16:00 18:00

-

Volume Garantido em Neonatologia Anelise

- Estudos de caso, Simulações e Dinâmicas Especialistas de Produto / Luiz

- Estudos de caso, Simulações e Dinâmicas Especialistas de Produto / Luiz

- Roteiro para Treinamentos Operacionais Especialistas de Produto

e Dinâmicas Especialistas de Produto / Luiz - Roteiro para Treinamentos Operacionais Especialistas de Produto
Apresentação: iX5 Comprehensive Jonas Silva Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015
Apresentação: iX5 Comprehensive Jonas Silva Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015
Apresentação: iX5 Comprehensive Jonas Silva Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015

Apresentação: iX5 Comprehensive

Jonas Silva

Especialista de Produto

Pós Vendas

27/07/2015

Apresentação: iX5 Comprehensive Jonas Silva Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015
Condutas Ventilatórias: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas
Condutas Ventilatórias: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas
Condutas Ventilatórias: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas

Condutas Ventilatórias:

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Anelise Roosch

Especialista de Produto

Pós Vendas

27/07/2015

Ventilatórias: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015

Agenda

Introdução e Definição

Exacerbações e Tratamento

Ventilação Não Invasiva

Ventilação Invasiva

Heliox

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

• Ventilação Invasiva • Heliox © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Introdução e Definição

Prevalência de DPOC no Brasil: 8 milhões de pessoas

Limitação crônica ao

fluxo aéreo

, parcialmente

reversível, com progressão devido a um processo inflamatório secundário à inalação de gases e partículas nocivas, causando manifestações respiratórias e

sistêmicas

Principal fator de risco: consumo inalatório do

tabaco.

Demais fatores: inalação de fumaça, poluição, fatores

individuais e genéticos

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

fatores individuais e genéticos © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Fisiopatologia da DPOC

Fisiopatologia da DPOC • Manifestações: ◦ Enfisema ◦ Bronquite Crônica • Principais Sintoma s: ◦ Tosse

Manifestações:

Enfisema

Bronquite Crônica

Principais Sintomas:

Tosse crônica

Secreção

Dispnéia

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

crônica ◦ Secreção ◦ Dispnéia © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Exacerbações e Tratamento

Manejo das Exacerbações:

Avaliação da gravidade;

Indicações de internação em terapia intensiva

Tratamento:

Redução dos fatores de risco

Medicamentos (broncodilatadores, anticolinérgicos,

metilxantinas, corticóides, antibióticos)

Oxigenoterapia

Suporte Ventilatório Avançado

◦ Oxigenoterapia ◦ Suporte Ventilatório Avançado © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

◦ Suporte Ventilatório Avançado © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Mecânica Não Invasiva

Primeira opção no tratamento

da DPOC exacerbada

Diminui a necessidade de IOT e ocorrência de pneumonia associada à ventilação (PAV), reduz a mortalidade hospitalar

Falha em 25% dos casos

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

hospitalar • Falha em 25% dos casos © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Ventilação Mecânica Invasiva

Objetivos:

Repouso da musculatura respiratória

Melhorar os distúrbios agudos

da troca gasosa

Reduzir a hiperinsuflação pulmonar

Otimizar sincronia paciente- ventilador Facilitar retirada de secreções brônquicas

◦ Facilitar retirada de secreções brônquicas © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

retirada de secreções brônquicas © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Mecânica Invasiva

Sugestões de Ajustes Ventilatórios Diretrizes AMIB 2013

Modo Ventilatório Inicial

Volume/Pressão

Monitorização Adequada

Familiaridade da Equipe

FiO2

Baseada na gasometria arterial

Menor valor para SaO2 entre 92-95% e PaO2 entre 65-80 mmHg

Volume Corrente

6ml/kg do peso predito

Em PCV e PSV monitorar excessos de VT

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

◦ Em PCV e PSV monitorar excessos de VT © 2015 CareFusion Corporation or one of

Ventilação Mecânica Invasiva

Sugestões de Ajustes Ventilatórios Diretrizes AMIB 2013

Frequência Respiratória e Volume Minuto

f ~8 12 ipm

VM para manter pH próximo da normalidade (não o PaCO2)

Fluxo Inspiratório e Relação I:E

VCV: Fluxo desacelerado, 40-60L/min, I:E 1:3 ou inferior

PCV: Menor valor de Pressão de Distensão, para Tinsp com Fluxo=0 e I:E 1:3 , 1:4

Minimizar Auto-PEEP

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

e I:E 1:3 , 1:4 ◦ Minimizar Auto-PEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of its

Ventilação Mecânica Invasiva

Sugestões de Ajustes Ventilatórios Diretrizes AMIB 2013

PEEP na ventilação controlada

PEEP externa X Auto-PEEP para desinsuflação pulmonar

Pausa Inspiratória + Monitorização da Pplatô◦ PEEP externa X Auto-PEEP para desinsuflação pulmonar ◦ Em VCV ◦ Em PCV Monitorização do

pulmonar Pausa Inspiratória + Monitorização da Pplatô ◦ Em VCV ◦ Em PCV Monitorização do Volume

Em VCV

Em PCV

Monitorização do Volume Corrente Exalado+ Monitorização da Pplatô ◦ Em VCV ◦ Em PCV • PEEP na ventilação assistida/espontânea Fluxo

PEEP na ventilação assistida/espontânea

Fluxo

Ajuste preferencial de sensibilidade:

PEEP externa no valor de aproximadamente 85% da Auto-

PEEP para facilitar ao paciente atingir o limiar de disparo do

ventilador

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

atingir o limiar de disparo do ventilador © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Ventilação Mecânica Invasiva

Principais parâmetros de monitorização

Pressão de Platô

Pressão de Pico

Auto-PEEP Resistência das vias aéreas

Curvas: fluxo x tempo, volume x tempo e pressão x tempo

OBS: BE grave -> Ppico até 45cmH2O, Pplatô < 30cmH2O

BE grave -> Ppico até 45cmH2O, Pplatô < 30cmH2O © 2015 CareFusion Corporation or one of

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ppico até 45cmH2O, Pplatô < 30cmH2O © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação Mecânica Invasiva

Monitorização de Auto-PEEP

Ventilação Mecânica Invasiva Monitorização de Auto-PEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Invasiva Monitorização de Auto-PEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Mecânica Invasiva

Heliox (mistura Hélio-O2)

Densidade inferior à mistura de ar:oxigênio-nitrogênio

Promove mudança no padrão do

fluxo do gás

Fluxo laminar -> reduz a resistência de vias aéreas

Objetivos: diminuição da autoPEEP e WOB

Equipamentos específicos:

CareFusion Avea, Maquet Servo-i,

Hamilton G5

↑Custo

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Maquet Servo-i, Hamilton G5 ◦ ↑Custo © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação Mecânica Invasiva

Prática

Caso Clínico e Aplicação

G.V., 57 anos, sexo masculino, deu entrada no PS com história de dispnéia progressiva, cianose de extremidades, tempo expiratório prolongado, ausculta pulmonar reduzida

globalmente com crepitações em base, sudorese, taquicardia,

rebaixamento de nível de consciência com ECG <12. Apresenta abdome distendido e globoso, tórax rígido e armado.

AP: tabagismo

Conduta da Equipe: Decisão pela sequência rápida e intubação, recebendo sedação e utilizado COT 8.0mm para o procedimento. Acoplado à VM, foi optado pela administração

de curare para otimizar o manejo da ventilação na crise inicial

do broncoespasmo e repouso da musculatura respiratória.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

e repouso da musculatura respiratória. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Referências

1. Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica. Associação Brasileira de Medicina Intensiva (AMIB). Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).2013.

2. III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica. J Bras Pneumol., v.33(Supl 2):S 111-S 118, 2007.

3. KOH, Y. Ventilatory Management in Patients vith Chronic Airflow Obstruction. Crit Care Clin., v.23:169181, 2007.

4. BARBAS, Carmen Sílvia Valente et al . Recomendações brasileiras de ventilação

mecânica 2013. Parte 2. Rev. bras. ter. intensiva, São Paulo , v. 26, n. 3, p. 215-

239, Sept. 2014.

5. KIRCHENCHTEJN, Ciro. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. In: LAGO, A.P.; RODRIGUES, H.; INFANTINI, R. M. Fisioterapia Respiratória Intensiva. São Paulo:

CBBE, 2010. 363-380.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. MedStation and Pyxis are registered trademarks of CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Corporation or one of its subsidiaries. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Dúvidas?

Dúvidas?
Condutas Ventilatórias: Asma Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015
Condutas Ventilatórias: Asma Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015
Condutas Ventilatórias: Asma Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015

Condutas Ventilatórias:

Asma

Anelise Roosch

Especialista de Produto

Pós Vendas

27/07/2015

Condutas Ventilatórias: Asma Anelise Roosch Especialista de Produto Pós Vendas 27/07/2015

Agenda

Introdução e Definição

Fisiopatologia

Classificação

Tratamento

Ventilação Não Invasiva

Ventilação Invasiva

Tratamento Adicional

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Invasiva • Tratamento Adicional © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Introdução e Definição

Doença inflamatória crônica caracterizada por hiper- responsividade (HR) das vias aéreas inferiores e por limitação variável ao fluxo aéreo, reversível espontaneamente ou com tratamento

Resulta de uma interação entre genética, exposição

ambiental e outros fatores específicos que levam ao

desenvolvimento e manutenção dos sintomas

Crise asmática grave: grande risco à vida do paciente

Última década: redução da morbimortalidade

relacionadas a essa condição em consequência da utilização de estratégias ventilatórias que visam à

redução da hiperinsuflação alveolar

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

à redução da hiperinsuflação alveolar © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Fisiopatologia da Asma

Principais Sintomas:

Episódios recorrentes de sibilância

Dispnéia

Aperto no peito

Tosse, particularmente à

noite e pela manhã ao

despertar

Tosse, particularmente à noite e pela manhã ao despertar © 2015 CareFusion Corporation or one of

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

à noite e pela manhã ao despertar © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Classificação

Classificação III Consenso Brasileiro da Asma, 2002 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

III Consenso Brasileiro da Asma, 2002

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

III Consenso Brasileiro da Asma, 2002 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Tratamento e Exacerbação

Prevenção da sensibilização alérgica

Higiene ambiental

Afastamento de outros fatores desencadeantes

Vacina antigripal

Perda de Peso

Medicações Adequadas

Exacerbação

Broncodilatadores

Corticóides

Oxigenoterapia

Suporte Ventilatório Avançado

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

• Suporte Ventilatório Avançado © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Mecânica Não Invasiva

VNI + tratamento

medicamentoso

Diminui a necessidade de IOT e ocorrência de pneumonia associada à ventilação (PAV), reduz a mortalidade hospitalar

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

(PAV), reduz a mortalidade hospitalar © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Ventilação Mecânica Invasiva

Indicações:

Parada cardíaca

Parada respiratória

Rebaixamento de consciência,

ECG <12

Hipoxemia (PaO2 <60mmHg; SpO2<90%) não corrigida com máscara (FIO2 40-50%) Arritmia grave

Fadiga progressiva (hipercapnia progressiva

grave ◦ Fadiga progressiva (hipercapnia progressiva © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

progressiva (hipercapnia progressiva © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Mecânica Invasiva

Sugestões de Ajustes Ventilatórios Diretrizes AMIB 2013

Modo Ventilatório Inicial

PCV ou PCV

Volume Corrente

6ml/kg do peso predito (inicialmente)

Em PCV e PSV monitorar excessos de VT

Pressão Inspiratória Máxima

< 50cmH2O

Auto-PEEP

<15cmH2O

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

50cmH2O • Auto-PEEP ◦ <15cmH2O © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Ventilação Mecânica Invasiva

Sugestões de Ajustes Ventilatórios Diretrizes AMIB 2013

Frequência Respiratória

8-12/min

Fluxo

Necessário para manter tempo expiratório suficiente para

terminar expiração: VCV: 60-100L/min, Livre em PCV

FiO2

Necessário para manter SpO2 >92%; PaO2 >60mmHg

PEEP

Baixa: (3-5cmh2O); em casos selecionados e com monitorização adequada a PEEP pode ser usada em valores

superiores pelo efeito mecânico em abrir as pequenas vias

aéreas

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

em abrir as pequenas vias aéreas © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação Mecânica Invasiva

Monitorização do Paciente e Redução de Hipersinsuflação

Pressão de Platô Auto-PEEP

Resistência das vias aéreas

VC : 5-6ml/kg do peso predito; considerar <5ml/kg e f mais

baixas tolerando hipercapnia permissiva (PaCO2 <80mmHg

e pH > 7,20)

PEEP como estratégia de redução da hiperinsuflação

alveolar sugestão de modalidade em PCV

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

– sugestão de modalidade em PCV © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação Mecânica Invasiva

Monitorização do Paciente e Redução de Hipersinsuflação

Instabilidade hemodinâmica X Auto-PEEP

Pneumotórax

Extubação associada à sedação leve fator ansiedade

Avaliar insucesso do desmame associado à fraqueza muscular (uso de curare e corticóide)

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

muscular (uso de curare e corticóide) © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Tratamento Adicional

Uso de anestésicos, Heliox e ECMO (oxigenação extra-corpórea por membrana)

Anestésicos halogenados (ex: isoflurano) - administrados pelo ventilador de anestesia

Heliox altera a densidade do gás e diminui a resistência das vias aéreas, otimizando o aproveitamento do BD

ECMO lavagem do CO2 extracorpóreo casos graves que não respondem aos tratamentos convencionais

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

respondem aos tratamentos convencionais © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Mecânica Invasiva

Prática

Caso Clínico e Aplicação

A.F., 14 anos, sexo feminino, admitida no PS em crise aguda de asma, sendo submetida à terapia medicamentosa (corticóide + broncodilatador) associada à VNI, sem melhora após 2 horas. Foi transferida para UTI e à admissão,

apresentava-se com ECG 15, agitada, taquicárdica e

taquipnéica, com tiragens de fúrcula, uso de musculatura

acessória e sinais de fadiga evidentes.

Gaso A no PS em VNI (FiO2 60%):

pH 7.3 PaO2 80 PaCO2 60 HCO3- 25 BE +3 SaO2 82%

Conduta da Equipe: Decisão pela sequência rápida e intubação, recebendo sedação e utilizado COT 7.0mm para o

procedimento. Acoplada à VM, foi optado pela administração

de bloqueador neuromuscular para otimizar o manejo da

ventilação na crise inicial do broncoespasmo e repouso da musculatura respiratória.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

e repouso da musculatura respiratória. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Referências

1. Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica. Associação Brasileira de Medicina Intensiva (AMIB). Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).2013.

2. III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica. J Bras Pneumol., v.33(Supl 2):S 111-S 118, 2007.

3. KOH, Y. Ventilatory Management in Patients vith Chronic Airflow Obstruction. Crit Care Clin., v.23:169181, 2007.

4. BARBAS, Carmen Sílvia Valente et al . Recomendações brasileiras de ventilação

mecânica 2013. Parte 2. Rev. bras. ter. intensiva, São Paulo , v. 26, n. 3, p. 215-

239, Sept. 2014.

5. KIRCHENCHTEJN, Ciro. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. In: LAGO, A.P.; RODRIGUES, H.; INFANTINI, R. M. Fisioterapia Respiratória Intensiva. São Paulo:

CBBE, 2010. 363-380.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. MedStation and Pyxis are registered trademarks of CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Corporation or one of its subsidiaries. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Dúvidas?

Dúvidas?

Condutas Ventilatórias:

SDRA

Dr Luiz Alberto Forgiarini Júnior

27/07/2015

Condutas Ventilatórias: SDRA Dr Luiz Alberto Forgiarini Júnior 27/07/2015

Definição

Caracterizada por processo inflamatório que

leva a quebra da barreira alvéolo-capilar com

desenvolvimento de edema intersticial e alveolar,

redução da complacência, hipertensão pulmonar, desequilíbrio na relação ventilação-perfusão e hipoxemia refratária.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

e hipoxemia refratária. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Definição

Definição © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.
Definição © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.
Definição © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA

COMO VENTILAR SARA?

SARA COMO VENTILAR SARA? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA COMO VENTILAR SARA? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA

O que ocorre com o pulmão?

SARA O que ocorre com o pulmão? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA O que ocorre com o pulmão? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

SARA - Entendendo a lesão

SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
SARA - Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Luciano Gattinoni

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

- Entendendo a lesão Luciano Gattinoni © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

SARA

Avaliando a ventilação

SARA • Avaliando a ventilação © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA • Avaliando a ventilação © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

SARA Mecanismo de Lesão

SARA – Mecanismo de Lesão © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Luciano Gattinoni

– Mecanismo de Lesão © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.
DILEMA

DILEMA

DILEMA

Sara

Raio-x

Sara • Raio-x Internação – Emergência 48hs Internação © 2015 CareFusion Corporation or one of its

Internação Emergência

48hs Internação

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

– Emergência 48hs Internação © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA

COMO VENTILAR SARA?

SARA COMO VENTILAR SARA? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA COMO VENTILAR SARA? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Protetora

Ventilação Protetora © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação Protetora © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Sara e a PEEP?

Sara – e a PEEP? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Sara – e a PEEP? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Sara Driving Pressure

Sara – Driving Pressure © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Sara – Driving Pressure © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Driving Pressure

Driving Pressure © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Driving Pressure © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Driving Pressure

Driving Pressure © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Driving Pressure © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.
Figure 1. Normal Rat Lungs and Rat Lungs after Receiving High-Pressure Mechanical Ventilation at a

Figure 1. Normal Rat Lungs and Rat Lungs after Receiving High-Pressure Mechanical Ventilation

at a Peak Airway Pressure of 45 cm of Water

and Rat Lungs after Receiving High-Pressure Mechanical Ventilation at a Peak Airway Pressure of 45 cm
and Rat Lungs after Receiving High-Pressure Mechanical Ventilation at a Peak Airway Pressure of 45 cm
and Rat Lungs after Receiving High-Pressure Mechanical Ventilation at a Peak Airway Pressure of 45 cm

Dreyfuss et

Pulmão Aerado Porção pequena Trate o Baby Lung gentilmente!
Pulmão Aerado Porção pequena Trate o Baby Lung gentilmente!
Pulmão Aerado Porção pequena Trate o Baby Lung gentilmente!
Pulmão Aerado Porção pequena Trate o Baby Lung gentilmente!
Pulmão Aerado Porção pequena Trate o Baby Lung gentilmente!

Pulmão Aerado

Porção pequena

Trate o Baby Lung gentilmente!

Pulmão Aerado Porção pequena Trate o Baby Lung gentilmente!

SARA

QUAL A RECOMENDAÇÃO?

SARA QUAL A RECOMENDAÇÃO? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA QUAL A RECOMENDAÇÃO? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

SARA

Ajustes

Modo controlado

Volume Corrente

Vt 6 mL/kg (SARA leve)

Vt 3 6 Ml/kg (moderada a grave)

Pressão Platô ≤ 30 cmH 2 O

Driving Pressure 15 cmH 2 O

FR 20 irpm (inicial) até 35 irpm

PEEP

Ajustado de diferentes formas

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

SARA

Posição Prona

Realizar nas primeiras 24 a 48 horas de VM.

Utilizar na SARA moderada após PEEP titulada Manter por 16 a 20 horas

Contra-indicações

Cuidados

FiO 2

Modo VM

Posicionamento

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Prona

Prona © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Prona © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Prona

Prona © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Prona © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Prona e Fluxo Sanguíneo

Prona e Fluxo Sanguíneo Br J Anaesth 2007; 98: 420 – 8 © 2015 CareFusion Corporation
Prona e Fluxo Sanguíneo Br J Anaesth 2007; 98: 420 – 8 © 2015 CareFusion Corporation
Prona e Fluxo Sanguíneo Br J Anaesth 2007; 98: 420 – 8 © 2015 CareFusion Corporation
Prona e Fluxo Sanguíneo Br J Anaesth 2007; 98: 420 – 8 © 2015 CareFusion Corporation

Br J Anaesth 2007; 98: 4208

Prona e Fluxo Sanguíneo Br J Anaesth 2007; 98: 420 – 8 © 2015 CareFusion Corporation
Prona e Fluxo Sanguíneo Br J Anaesth 2007; 98: 420 – 8 © 2015 CareFusion Corporation

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Br J Anaesth 2007; 98: 420 – 8 © 2015 CareFusion Corporation or one of its

Dúvidas?

Dúvidas?

Titulação da PEEP e Recrutamento

Alveolar

Dr Luiz Alberto Forgiarini Júnior

27/07/2015

Titulação da PEEP e Recrutamento Alveolar Dr Luiz Alberto Forgiarini Júnior 27/07/2015

Titulação da PEEP

Ajustes

Diferentes formas

Evitar PEEP < 5 cmH 2 O

Utilizar tabelas de ajuste PEEP x FiO 2

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Titulação da PEEP

Titulação da PEEP Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Titulação da PEEP

Decremental, titulada pela complacência

Realiza a manobra de recrutamento máximo

Medir complacência estática

Início PEEP de 23 a 26 cmH 2 O

Final PEEP 8 a 12 cmH 2 O Passos de 2 3 cmH 2 O, tempo 4 minutos

Melhor complacência

Recrutamento

2 3 cmH 2 O acima da ideal

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Titulação da PEEP

Decremental, titulada pela EIT

Titulação da PEEP • Decremental, titulada pela EIT Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion
Titulação da PEEP • Decremental, titulada pela EIT Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Titulação da PEEP

Ponto de inflexão inferior pela técnica de

volumes aleatórios

Paciente sedado, sem drive ventilatório

PEEP zero

Variar Vt 50mL (máximo de 1.000mL ou platô 40 cmH 2 O)

Vt versus Pplatô

Gráfico XY

Ponto de inflexão da curva

PEEP 2 cmH 2 O acima deste ponto

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Titulação da PEEP

Ponto de melhor complacência

Paciente sedado, sem drive ventilatório

Vt 6 mL/kg

Variar PEEP de 2 3 cmH 2 O

Criar tabela PEEP versus (complacência (Cst) Buscar PEEP para melhor complacência

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Recrutamento Alveolar

Manobra de Recrutamento Alveolar

Modo PVC

Delta P 15 cmH 2 O

PEEP 10 cmH 2 O

Incrementar de 5 5 cmH 2 O a cada 2 min até 25 cmH 2 O Após incrementar 10 cmH 2 O (até 45 cmH 2 O)

Decremental titulando

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Dúvidas?

Dúvidas?
VG – Volume Garantido em Neonatologia Anelise Rubini Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas
VG – Volume Garantido em Neonatologia Anelise Rubini Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas
VG – Volume Garantido em Neonatologia Anelise Rubini Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas

VG Volume Garantido em

Neonatologia

Anelise Rubini

Especialista de Produto

Departamento de Pós Vendas

27/07/2015

VG – Volume Garantido em Neonatologia Anelise Rubini Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas 27/07/2015

Agenda

Ventilação Pulmonar do Recém Nascido Modalidades Ventilatórias

VG: Bases e Conceito

VG: Vantagens e Indicações

VG: Aplicação

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

e Indicações • VG: Aplicação © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Ventilação Pulmonar do Recém

Nascido

Particularidades dos RNs em relação às estratégias necessárias para uma adequada assistência respiratória:

estágio de desenvolvimento do pulmão (dependente da

idade gestacional)

padrão de circulação fetal

mudanças cardiovasculares ao nascimento

presença de líquido no pulmão ao nascimento

ventilação e distribuição do volume de gás (sistema surfactante)

forças mecânicas que iniciam a respiração e aquelas que impedem o fluxo aéreo

organização e controle da respiração (imaturidade dos

centros respiratórios)

hemoglobina fetal

resposta à hipóxia

MOREIRA, MEL., LOPES, JMA and CARVALHO, M., orgs. O recém-nascido de alto risco: teoria e prática do cuidar [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2004. 564 p. ISBN 85-7541-054-7.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

FIOCRUZ, 2004. 564 p. ISBN 85-7541-054-7. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Modalidades Ventilatórias

Dentre essas modalidades de ventilação,

destacam-se:

Assistida/controlada (A/C)

Ventilação mandatória intermitente sincronizada (SIMV)

Pressão de suporte (PS)

Volume garantido (VG)

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Brasília :

Ministério da Saúde, 2011. 4 v. : il. (Série A. Normas e Manuais Técnicas)

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

(Série A. Normas e Manuais Técnicas) © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

VG: Bases e Conceito

• Lesão pulmonar crônica: barotrauma e volutrauma recorrentes levaram ao avanço na monitorização do volume corrente na ventilação mecânica

O aparelho fornece suporte ventilatório para alcançar um

volume corrente predeterminado em função do peso (4 a 5ml/kg)

A pressão inspiratória é ajustada automaticamente pelo ventilador para manter o volume alvo

Chaves, F. Ventilação com Volume Garantido. Consensos em Neonatologia.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Garantido. Consensos em Neonatologia. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

VG: Vantagens e Indicações

Ventilar com os parâmetros mínimos necessários

em cada momento

Em todos os RNs que necessitem de ventilação mecânica, especialmente quando:

se prevê uma mudança rápida na mecânica pulmonar

o esforço respiratório é variável

existe respiração periódica ou apnéia

Chaves, F. Ventilação com Volume Garantido. Consensos em Neonatologia.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Garantido. Consensos em Neonatologia. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

VG: Pesquisas

VG: Pesquisas • Histórico: Ventilação ciclada a tempo e limitada a pressão como pioneira na ventilação

Histórico: Ventilação ciclada a tempo e limitada a pressão

como pioneira na ventilação de recém nascidos variação do volume corrente de acordo com a compliance pulmonar dos

bebês

Limitações da ventilação a volume para crianças: COT sem cuff com consequente vazamento e perda do volume compressível

Poucos estudos na época: concluiu que VG para neonatos poderia conduzir a uma pequena, mas importante melhora nas condições ventilatórias em pré termos, incluindo broncodisplasia

Apontou a necessidade de novos estudos para refinar a

técnica e otimizar a aplicação da modalidade

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

e otimizar a aplicação da modalidade © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

VG: Pesquisas

VG: Pesquisas Fig. 3. Schematic comparison of pressure-volume loops in pressure-targeted (left) and volume-targeted
VG: Pesquisas Fig. 3. Schematic comparison of pressure-volume loops in pressure-targeted (left) and volume-targeted

Fig. 3. Schematic comparison of pressure-volume loops in pressure-targeted (left) and volume-targeted (right) ventilation. During pressure-targeting a decrease in pulmonary compliance (moving from light loop to dark loop) results in a loss of tidal volume, despite consistency of inspiratory pressure. During volume- targeting, a decrease in compliance (moving from the dark loop to the light loop) results in an automatic increase in pressure to assure constant volume delivery.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

to assure constant volume delivery. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

VG: Pesquisas

VG: Pesquisas • Comparado com PLV, crianças ventiladas com VG diminuiram: ◦ Mortalidade ◦ Broncodisplasia ◦

Comparado com PLV, crianças ventiladas com VG diminuiram:

Mortalidade

Broncodisplasia

Tempo de ventilação

Pneumotórax

Hipocapnia

Leucomalácea periventricular

Hemorragia peri intraventricular severa.

Novos estudos precisam ser feitos para avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor destas crianças

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

neuropsicomotor destas crianças © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

VG: Pesquisas

VG: Pesquisas • Pré termos ventilados com VG reduziram: ◦ tempo de ventilação mecânica ◦ incidência

Pré termos ventilados com VG reduziram:

tempo de ventilação mecânica incidência de broncodisplasia

falhas no primeiro modo de ventilação escolhido

hipocapnia

HPIV 3 / 4

Pneumotórax

Não houve evidência que o uso do VG reduziu a mortalidade comparado com crianças ventiladas em PLV

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

comparado com crianças ventiladas em PLV © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

VG: Pesquisas

VG: Pesquisas • Objetivo do estudo: comparar o neurodesenvolvimento de pré termos ventilados com PLV X

Objetivo do estudo: comparar o neurodesenvolvimento de pré termos ventilados com PLV X VG

Resultados

Taxas de mortalidade, enfisema intersticial e hipotensão foram menores no grupo ventilado com VG

Não houve diferença significativa entre os dois grupos no

quesito de neurodesenvolvimento

Sugestão de novo trial randomizado e controlado

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de novo trial randomizado e controlado © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Volume Garantido em Neonatologia

Prática

RN pré termo (30 sem), PN=1000g, admitido na UTI Neonatal, reanimado e intubado na sala de parto, COT 2,5mm, com boa expansibilidade torácica, ventilando em sistema Baraka no transporte, posicionado na incubadora para receber a primeira dose de surfactante

Será acoplado na modalidade VG-AC, para adequação automática da Pinsp e manutenção do Volume Alvo adequado pelo operador, de acordo com o peso do paciente

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

operador, de acordo com o peso do paciente © 2015 CareFusion Corporation or one of its

Referências

1. MOREIRA, MEL., LOPES, JMA and CARVALHO, M., orgs. O recém-nascido de alto risco:

teoria e prática do cuidar [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2004. 564 p. ISBN

85-7541-054-7.

2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os profissionais de saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Brasília : Ministério da Saúde,

2011. 4 v. : il. (Série A. Normas e Manuais Técnicas).

3. Chaves, F. Ventilação com Volume Garantido. Consensos em Neonatologia.

4. Donn, S.M. Boon, W. Mechanical Ventilation of The Neonate: Should We Target Volume or Pressure? Respir Care 2009;54(9):1236 1243.

5. Wheeler, K.I. et al. Volume-Targeted versus Pressure-Limited Ventilation for Preterm

Infants: A Systematic Review and Meta-Analysis. Neonatology 2011;100:219227.

6. Peng WS, Zhu HW, Shi H, et al. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed 2014;99:F158F165.

7. Stefanescu, B.M. et al. Volume guarantee pressure support ventilation in extremely preterm infants and neurodevelopmental outcome at 18 months. Journal of Perinatology (2015) 35, 419423; doi:10.1038/jp.2014.228

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. MedStation and Pyxis are registered trademarks of CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Corporation or one of its subsidiaries. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Dúvidas?

Dúvidas?

PRVC

Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior

28/07/2015

PRVC Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior 28/07/2015

PRVC

Volume Controlado com Pressão Regulada

Modalidade ventilatória ciclado a tempo e limitada a

pressão.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

ciclado a tempo e limitada a pressão. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

PRVC

Volume Controlado com Pressão Regulada

A cada ciclo o ventilador ajusta o limite de pressão,

baseado no volume corrente obtido no ciclo prévio,

até alcaçar o volume corrente ajustado pelo

operador.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

o volume corrente ajustado pelo operador. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Volume ≠ Pressão

V olume ≠ Pressão © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

V olume ≠ Pressão © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

PRVC

Idéia

- modificação do sistema respiratório;

- volume não garantido

- esforço inspiratório

AJUSTE DA PRESSÃO INSPIRATORIA PARA ALCAÇAR VOLUME ALVO.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

INSPIRATORIA PARA ALCAÇAR VOLUME ALVO. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

PRVC

PRVC © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

PRVC © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

PRVC

Não é um modo controlado a volume pois no modo

volume controlado, este não modifica.

Garante volume mínimo e não máximo.

Fluxo variando para manutenção da pressão de via

aérea.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

manutenção da pressão de via aérea. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

PRVC - Ajustes

Volume corrente

Tempo inspiratório

Frequência

PEEP

FiO2

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

• Frequência • PEEP • FiO2 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

PRVC

Indicação

- quando se almeja controle do volume

corrente com pressão limitada;

- ajustes automáticos da pressão inspiratória baseado nas modificações da mecânica respiratória;

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

modificações da mecânica respiratória; © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

PRVC

Indicação Clínica

- sincronia inspiratória

- redução do suporte ventilatório (desmame)

- esforço ventilatorio alto

- redução da pressão de pico

- conforto do paciente

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

da pressão de pico - conforto do paciente © 2015 CareFusion Corporation or one of its

PRVC

Cuidar

- Ao ajustar o volume corrente, pois este pode

levar a aumentos indesejados de pressão inspiratória na via aérea;

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de pressão inspiratória na via aérea; © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Nomenclaturas

Pressure Regulated Volume Control (Maquet Servo-i)

AutoFlow (Dräger Medical)

Adaptive Pressure Ventilation (Hamilton Galileo, Hamilton)

Volume Control+ (Puritan Bennett, Tyco Healthcare)

Volume Targeted Pressure Control, Pressure Controlled

Volume Guaranteed (Engström, General Electric).

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

(Engstro ̈ m, General Electric). © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Referências

Chatburn RL. Classification of ventilator modes: update and pro- posal for implementation.

Respir Care 2007; 52:301323.

Chatburn RL. Computer control of mechanical ventilation. Respir Care 2004; 49:507517.

Alvarez A, Subirana M, Benito S. Decelerating flow ventilation ef- fects in acute respiratory failure. J Crit Care 1998; 13:2125.

Guldager H, Nielsen SL, Carl P, Soerensen MB. A comparison of volume control and pressure regulated volume control ventilation in acute respiratory failure. Crit Care 1997;

1:7577.

Kallet RH, Campbell AR, Dicker RA, Katz JA, Mackersie RC. Work of breathing during lung

protective ventilation in patients with acute lung injury and acute respiratory distress

syndrome: a comparison between volume and pressure regulated breathing modes. Respir

Care 2005; 50:16231631.

Betensley AD, Khalid I, Crawford J, Pensler RA, DiGiovine B. Patient comfort during pressure support and volume controlled continuous mandatory ventilation. Respir Care 2008;

53:897902.

Branson RD, Chatburn RL. Controversies in the critical care setting. Should adaptive

pressure control modes be utilized for virtually all patients receiving mechanical ventilation?

Respir Care 2007; 52:478485.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Respir Care 2007; 52:478 – 485. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Dúvidas

Dúvidas

APRV

Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior

28/07/2015

APRV Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior 28/07/2015

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

Modalidade ventilatória ciclada a tempo e

limitada a pressão.

Possui ciclos mandatórios (disparo e ciclos realizados pelo ventilador) e espontâneos (disparo e ciclos realizados pelo paciente), utilizando relação inspiração-expiração (I:E) invertida.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

inspiração-expiração (I:E) invertida. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

Ajustes

Pressão superior (PEEPhigh)

Pressão Inferior (PEEPlow)

Relação entre PEEPhigh:PEEPlow

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

• Relação entre PEEPhigh:PEEPlow © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

Ajustes

Pressão Superior (PEEPhigh)

Pressão Inferior (PEEPlow)

Tempo Elevado (em Pressão alta)

Tempo Baixo (em Pressão baixa)

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

alta) • Tempo Baixo (em Pressão baixa) © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

por Liberação de Pressão nas Vias Aéreas - APRV © 2015 CareFusion Corporation or one of

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de Pressão nas Vias Aéreas - APRV © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

por Liberação de Pressão nas Vias Aéreas - APRV © 2015 CareFusion Corporation or one of

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de Pressão nas Vias Aéreas - APRV © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

Sugestão

Utilizar

quando

espontânea

necessidade

de

ventilação

Manutenção do recrutamento alveolar

Aprimramento da troca gasosa

SARA

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Aprimramento da troca gasosa • SARA © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

Guia Beira Leito

CRITÉRIOS PARA APRV Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) FiO 2 > 60% PEEP > 10 cmH 2 O

AJUSTES INICIAIS

P elevada máximo em 30 cmH 2 O P baixa 0 cmH 2 O

T

alto 4 segundos

T

baixo 40% do pico de fluxo expiratório (0,6 a 0,8 segundos)

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de fluxo expiratório (0,6 a 0,8 segundos) © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Ventilação por Liberação de

Pressão nas Vias Aéreas - APRV

Guia Beira Leito

Hipoxemia Prolongar T alto por 0,5 a 1 segundo Aumentar P elevada por 2 a 5 cmH 2 0

Não havendo resposta considerar outras modalidades

ventilatórias

Hipercapnia Tolerar hipercapnia permissiva com pH limitado a 7,15 Reduzir T alto em 0,5 a 1 segundo, aumentando assim a frequência dos alívios.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

assim a frequência dos alívios. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Referências

Daoud EG, Farag HL, Chatburn RL. Airway pressure release ventilation: what do we know? Respir Care.

2012;57(2):282-92.

Mireles-Cabodevila E, Diaz-Guzman E, Heresi GA, Chatburn RL. Alternative modes of mechanical ventilation: a review for the hospitalist. Cleve Clin J Med. 2009 Jul;76(7):417-30.

ARDS Definition Task Force, Ranieri VM, Rubenfeld GD, Thompson BT, Ferguson ND, Caldwell E, Fan E, Camporota L, Slutsky AS. Acute respiratory distress syndrome: the Berlin Definition. JAMA. 2012 Jun

20;307(23):2526-33.

Ware LB. Pathophysiology of acute lung injury and the acute respiratory distress syndrome. Semin

Respir Crit Care Med. 2006;27(4):337-49.

Stock MC, Downs JB, Frolicher DA. Airway pressure release ventilation. Crit Care Med 1987; 15:462

466.

Martin LD, Wetzel RC. Optimal release time during airway pressure

release ventilation in neonatal sheep. Crit Care Med 1994; 22:486493.

Modrykamien A, Chatburn RL, Ashton RW. Airway pressure release ventilation: an alternative mode of mechanical ventilation in acute respiratory distress syndrome. Cleve Clin J Med. 2011;78(2):101-10.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Cleve Clin J Med. 2011;78(2):101-10. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Dúvidas?

Dúvidas?

BIPAP

Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior

28/07/2015

BIPAP Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior 28/07/2015

Ventilação com Dois Níveis de Pressão

Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP

Em

1989,

Baum

e

cols.

descreveram

a

ventilação com pressão positiva bifásica nas vias

aéreas como um modo no qual a ventilação espontânea pode ser conseguida em qualquer ponto do ciclo da ventilação mecânica

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

ponto do ciclo da ventilação mecânica © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação com Dois Níveis de Pressão

Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP

Dois Níveis de Pressão Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP © 2015 CareFusion Corporation or one

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Pressão Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Ventilação com Dois Níveis de Pressão

Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP

Modalidade similar o APRV, diferença está no

tempo em pressão baixa, o qual é maior que 1,5

segundos nesta modalidade.

O objetivo é permitir a respiração espontânea sem restrições para a redução da sedação e promoção do desmame.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

da sedação e promoção do desmame. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação com Dois Níveis de Pressão

Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP

Podemos encontrar diferentes nomenclaturas para a mesma modalidade, tais como:

BiLevel (Puritan Bennett)

• BIPAP (Dräger Europa)

BiVent (Siemens)

Bifásico (Avea, Cardinal Health, Inc.Dublin, OH)

• PCV + (Dräger Medical)

DuoPAP (Hamilton)

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

( Dräger Medical) • DuoPAP (Hamilton) © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Ventilação com Dois Níveis de Pressão

Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP

O

modo

BIPAP

é

destinado

tanto para

ventilação quanto para o desmame. Em um paciente

que apresenta esforço respiratório deficitário ou que

está sedado, o BIPAP é idêntico à ventilação com pressão controlada

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

à ventilação com pressão controlada © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Ventilação com Dois Níveis de Pressão

Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP

Deve ficar claro que, assim como o APRV, o modo BIPAP apresenta ajustes de P elevada, P baixa, T alto e T

baixo, entretanto algumas diferenças de ajustes devem

ser destacadas tais como

(1) a P baixo é mais longa, ou seja há aumento no T

baixo;

(2) relação I:E é normal;

(3) não há presença de auto-PEEP;

(4) a P baixa não é zero.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de auto-PEEP; (4) a P baixa não é zero. © 2015 CareFusion Corporation or one of

Ventilação com Dois Níveis de Pressão

Positiva nas Vias Aéreas - BIPAP

O

modo

BIPAP

é

destinado

tanto para

ventilação quanto para o desmame. Em um paciente

que apresenta esforço respiratório deficitário ou que

está sedado, o BIPAP é idêntico à ventilação com pressão controlada

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

à ventilação com pressão controlada © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

APRV versus BIPAP

APRV versus BIPAP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

APRV versus BIPAP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Referências

Baum M, Benzer H, Putensen C, Koller W, Putz G. [Biphasic positive airway pressure (BIPAP) - a new form of augmented ventilation]. Anaesthesist 1989; 38:452458.

Seymour CW, Frazer M, Reilly PM, Fuchs BD. Airway pressure release and biphasic intermittent positive airway pressure ventilation: are they ready

for prime time? J Trauma. 2007;62(5):1298-308.

Hormann C, Baum M, Putensen C, Mutz NJ, Benzer H. Biphasic positive airway pressure (BIPAP) - a new mode of ventilatory support. Eur J Anaesthesiol 1994;11:3742.

Calzia E, Bein T. Breath by breath, spontaneously or mechanically supported: lessons from biphasic positive airway pressure (BIPAP). Intensive Care Med. 2004;30(5):744-5.

Rose L, Hawkins M. Airway pressure release ventilation and biphasic positive airway pressure: a systematic review of definitional criteria. Intensive Care Med. 2008;34(10):1766-73.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Intensive Care Med. 2008;34(10):1766-73. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Dúvidas?

Dúvidas?

Volume Assegurado com Pressão de

Suporte - VAPS

Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior

28/07/2015

Volume Assegurado com Pressão de Suporte - VAPS Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior 28/07/2015

Volume Assegurado com Pressão de

Suporte - VAPS

Combinação de modos:

Volume + Pressão

Conforto do fluxo livre e segurança do volume corrente determinado.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

RBTI 2007;17(2):89-93.

determinado. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. RBTI 2007;17(2):89-93.

Volume Assegurado com Pressão de

Suporte - VAPS

Ajustes

- Volume Corrente VAC

- Fluxo

- Pressão de Suporte

Esforço suficiente + Psup suficiente = Fluxo de demanda responsável pelo VAC

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

RBTI 2007;17(2):89-93.

pelo VAC © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. RBTI 2007;17(2):89-93.

Volume Assegurado com Pressão de

Suporte - VAPS

Alteração:

- Pressão de Suporte

- Esforço Inspiratório

Fluxo controlado e fixo garante volume corrente determinado

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

RBTI 2007;17(2):89-93.

determinado © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. RBTI 2007;17(2):89-93.

Volume Assegurado com Pressão de

Suporte - VAPS

Volume Assegurado com Pressão de Suporte - VAPS © 2015 CareFusion Corporation or one of its
Volume Assegurado com Pressão de Suporte - VAPS © 2015 CareFusion Corporation or one of its

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

RBTI 2007;17(2):89-93.

de Suporte - VAPS © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Volume Assegurado com Pressão de

Suporte - VAPS

Volume Assegurado com Pressão de Suporte - VAPS © 2015 CareFusion Corporation or one of its

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Assegurado com Pressão de Suporte - VAPS © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
Objetivo VAPS X Controle (VAV) Desfecho: troca gasosa, drive ventilatório e trabalho r e s

Objetivo

VAPS

X

Controle (VAV)

Desfecho: troca gasosa, drive ventilatório e trabalho

respiratório

Chest 1992; 102:1225-34

(VAV) Desfecho: troca gasosa, drive ventilatório e trabalho r e s p i r a t

VAPS - Curvas

VAPS - Curvas Chest 1992; 102:1225-34

Chest 1992; 102:1225-34

VAPS - Curvas Chest 1992; 102:1225-34

Obstrução Severa de Via Aérea

Obstrução Severa de Via Aérea Chest 1992; 102:1225-34

Chest 1992; 102:1225-34

Obstrução Severa de Via Aérea Chest 1992; 102:1225-34

Trabalho Respiratório

Trabalho Respiratório Chest 1992; 102:1225-34

Chest 1992; 102:1225-34

Trabalho Respiratório Chest 1992; 102:1225-34

Dúvidas?

Dúvidas?

BiPEEP

Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior

28/07/2015

BiPEEP Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior 28/07/2015

BiPEEP

Como surgiu a idéia de utilizar dois níveis de PEEP, o BiPEEP?

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

utilizar dois níveis de PEEP, o BiPEEP? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

BiPEEP

Ventilação na SARA

- VM Convencional

- VM Protetora

- Recrutamento Alveolar

- Otimização da PEEP

- Ventilação Líquida

Alveolar - Otimização da PEEP - Ventilação Líquida © 2015 CareFusion Corporation or one of its

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

da PEEP - Ventilação Líquida © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

BiPEEP

BiPEEP Utilização de suspiros ventilatórios aprimorou o recrutamento alveolar e a oxigenação. © 2015 CareFusion

Utilização de suspiros ventilatórios aprimorou o

recrutamento alveolar e a oxigenação.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

AM J RESPIR CRIT CARE MED 1999;159:872880.

CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. AM J RESPIR CRIT CARE MED

BiPEEP

BiPEEP Suspiros é uma alternativa ventilatório tanto na posição prona quanto supino em pacientes com SARA,

Suspiros é uma alternativa ventilatório tanto na posição prona quanto supino em pacientes com SARA, onde

observa-se maior recrutamento alveolar.

Am J Respir Crit Care Med Vol 167. pp 521527, 2003

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Care Med Vol 167. pp 521 – 527, 2003 © 2015 CareFusion Corporation or one of

BiPEEP

CONHECIMENTO X EQUIPAMENTO

e se a estratégia ventilatória objetivasse a variação PEEP durante os ciclos respiratórios de uma maneira pré-determinada?

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de uma maneira pré-determinada? © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.
Objetivo: Comparar a PEEP flutuante com PEEP contínua em modelo de lesão pulmonar. PEEP flutuante
Objetivo: Comparar a PEEP flutuante com PEEP contínua em modelo de lesão pulmonar. PEEP flutuante

Objetivo: Comparar a PEEP flutuante com PEEP contínua em modelo de

lesão pulmonar.

PEEP flutuante pode ser indicada para lesão pulmonar aguda hipoxêmica.

com PEEP contínua em modelo de lesão pulmonar. PEEP flutuante pode ser indicada para lesão pulmonar
Aprimoramento da oxigenação e complacência.
Aprimoramento da oxigenação e complacência.

Aprimoramento da oxigenação e complacência.

Aprimoramento da oxigenação e complacência.

BiPEEP

BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

BiPEEP

Avaliações

- Fisiologia Pulmonar

- Hemodinâmica

- Gasometria Arterial

- Estresse Oxidativo

- Interleucina

- Histologia

- Escore Histológico

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

- Histologia - Escore Histológico © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

BiPEEP

Oxigenação

450 400 350 300 250 200 150 100 50 0
450
400
350
300
250
200
150
100
50
0

PO2 basal

PO2 PI

PO2 30'

PO2 60'

PO2 90'

PO2 120'

PO2 150'

PO2 180'

CO60' PO2 90' PO2 120' PO2 150' PO2 180' BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation or one

BiPEEPPO2 90' PO2 120' PO2 150' PO2 180' CO © 2015 CareFusion Corporation or one of

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

PO2 150' PO2 180' CO BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

BiPEEP

PaCO2

70 60 50 40 30 20 10 0
70
60
50
40
30
20
10
0

PCO2 basal

PCO2 PI

PCO2 30'

PCO2 60'

PCO2 90'

PCO2 120'

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

PCO2 150'

PCO2 180'

PCO2 120' © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. PCO2 150'

BiPEEP

Interleucina 8

4000 3500 3000 2500 2000 1500 1000 500 0
4000
3500
3000
2500
2000
1500
1000
500
0

Apice

Base

CO4000 3500 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 Apice Base BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation

BiPEEP3500 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 Apice Base CO © 2015 CareFusion Corporation or

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

1500 1000 500 0 Apice Base CO BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of its

BiPEEP

Interleucina 17A

600 500 400 300 200 100 0
600
500
400
300
200
100
0

Apice

Base

COInterleucina 17A 600 500 400 300 200 100 0 Apice Base BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation

BiPEEP17A 600 500 400 300 200 100 0 Apice Base CO © 2015 CareFusion Corporation or

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

400 300 200 100 0 Apice Base CO BiPEEP © 2015 CareFusion Corporation or one of

BiPEEP

PEEP

Apice

BiPEEP PEEP Apice Base
BiPEEP PEEP Apice Base

Base

BiPEEP PEEP Apice Base
BiPEEP PEEP Apice Base

BiPEEP - Conclusão

A utilização da ventilação mecânica com PEEP oscilante parece uma alternativa em pacientes com SARA, apresentando aprimoramento da oxigenação assim como

melhora no escore histológico.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

assim como melhora no escore histológico. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

BiPEEP Caso Clínico

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

BiPEEP – Caso Clínico © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Dúvidas

Dúvidas

Compensação do Tubo Endotraqueal

Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior

28/07/2015

Compensação do Tubo Endotraqueal Dr. Luiz Alberto Forgiarini Júnior 28/07/2015

Compensação do Tubo Entotraqueal

Compensa a resistência do tubo endotraqueal.

Redução do trabalho imposto pela via aérea artificial.

Melhora na sincronia paciente ventilador.

Possibilidade de indicar o nível de compensação

(1075%).

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Compensação do Tubo Entotraqueal

Modo espontâneo que possui como objetivo reduzir

o trabalho imposto ao paciente pela presença de via

aérea artificial.

Redução do trabalho ventilatório e maior conforto.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Compensação do Tubo Entotraqueal

Sugestão

Utilizar associado ao PSV

Calculado em virtude do tamanho da prótese

Valores maiores de PSV para tubos menores

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Dúvidas?

Dúvidas?

Frequência de Backup X

Backup de Apnéia

Daniel França

Especialista de Produto

Pós Vendas

28/07/2015

Frequência de Backup X Backup de Apnéia Daniel França Especialista de Produto Pós Vendas 28/07/2015

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

Este é um tema que sempre gerou dúvidas nos

operadores, portanto este treinamento tem o intuito

de deixar claro como trabalham os sistemas de segurança em caso de apnéia nos equipamentos iX5 e Inter 7 Plus.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

iX5 Comprehensive

O iX5 apresenta segurança em caso de apneia,

pois apresenta o Alarme de Apneia e o modo de

Ventilação de Backup de Apneia.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

iX5 Comprehensive

Alarme de Apneia Esse alarme está ativo em todos os modos de

ventilação e define o limite máximo de Apneia

(período sem detecção do esforço inspiratório do paciente). Em caso de Apneia, o ventilador fornece um ciclo de backup de acordo com os parâmetros

definidos pelo usuário para os ciclos mandatórios. Este alarme inicia em média prioridade e evolui para alta prioridade na ocorrência de três períodos

consecutivos de apneia.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(2):89-121 © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

iX5 Comprehensive

Ventilação de Backup de Apneia

A ventilação de backup de apneia está disponível

nos modos PS, CPAP e nCPAP

Quando qualquer um destes modos for selecionado, o operador deve:

Definir as configurações primárias e avançadas para o modo selecionado.

Definir os controles primários que aparecem na parte superior direita da tela, para a ventilação de apneia.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

da tela, para a ventilação de apneia. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

iX5 Comprehensive

A ventilação de backup de apneia é iniciada quando a frequência espontânea do paciente for inferior à frequência de backup ajustada pelo operador. A ventilação de backup de apneia cessará quando o paciente realizar esforço inspiratório acima do nível de sensibilidade ajustado, ou quando o botão “Insp

Manual” é pressionado.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

botão “ Insp Manual” é pressionado. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

Inter 7 Plus

O Inter 7 Plus apresenta segurança em caso de apneia, pois apresenta o Alarme de Apneia e o ajuste de Frequência Respiratória de Reserva.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de Frequência Respiratória de Reserva . © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

Inter 7 Plus

Alarme de Apneia

Este alarme, ativo em todos os modos, determina o limite máximo de apneia (ausência de esforço inspiratório do paciente). O período de apneia

considera o intervalo entre dois ciclos respiratórios consecutivos. Na ocorrência da apneia o ventilador envia um ciclo de reserva (back up) de acordo com

os parâmetros ajustados pelo usuário para os ciclos

mandatórios.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

pelo usuário para os ciclos mandatórios. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Frequência de Backup X Backup de Apnéia

Inter 7 Plus

Frequência Respiratória de Reserva (Frequência

Backup)

Além da Frequência Respiratória, o operador tem a opção pode programar uma frequência respiratória de

reserva.

Os ciclos de reserva (backup) serão acionados quando a frequência respiratória total monitorada pelo ventilador ficar abaixo da frequência de reserva programada e tiver sido decorrido um período de apneia equivalente a uma janela de reserva (60s/Freq Backup).

Os ciclos de reserva obedecem aos parâmetros

ajustados para os ciclos controlados.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

ajustados para os ciclos controlados. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Dúvidas?

Dúvidas?

Rampa e Fluxo de Ciclagem

Daniel França

Especialista de Produto

Pós Vendas

28/07/2015

Rampa e Fluxo de Ciclagem Daniel França Especialista de Produto Pós Vendas 28/07/2015

Rampa de Subida de Pressão

O iX5 e o Inter 7 Plus apresentam Rampa de Pressão

para os ciclos de Pressão Controlada e Pressão de

Suporte.

O ajuste da rampa de subida é um parâmetro

importante para ajustar corretamente a Pressão

aplicada ao circuito paciente de acordo com as características de mecânica do paciente, evitando subida brusca de pressão (overshoot) ou demora excessiva na pressurização.

O ajuste da rampa é de 25 a 100%, sendo que:

25% representa uma inclinação mais lenta

100% representa uma inclinação mais rápida.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

representa uma inclinação mais rápida. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Fluxo de Ciclagem

O iX5 e o Inter 7 Plus apresentam ajuste de Fluxo de

Ciclagem para os ciclos de Pressão Controlada e Pressão

de Suporte. Este ajuste determina a porcentagem do fluxo, comparado ao fluxo inspiratório máximo, que deve ser atingida para finalizar a fase inspiratória e

iniciar a fase expiratória.

Para os ciclos de Pressão Controlada, o ajuste de Fluxo de Ciclagem é opcional, já que por default a ciclagem é através do ajuste de Tempo Inspiratório.

Neste caso, quando o Fluxo de Ciclagem encontra-se ativo, a Pressão Controlada finaliza a fase inspiratória com base no que ocorrer primeiro: Fluxo de Ciclagem

ou Tempo Inspiratório.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de Ciclagem ou Tempo Inspiratório . © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Fluxo de Ciclagem

Para os ciclos de Pressão de Suporte, o ajuste de Fluxo de Ciclagem é obrigatório, já que não há ajuste de Tempo Inspiratório.

Para segurança nos ciclos de Pressão de Suporte,

há um tempo inspiratório limite (não ajustável) que garante a ciclagem da fase inspiratória para fase

expiratória. Este é um recurso de segurança

utilizado, por exemplo, em caso de vazamento, onde o fluxo de ciclagem pode nunca atingir o ajuste de Fluxo de Ciclagem programado.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

o ajuste de Fluxo de Ciclagem programado. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Dúvidas?

Dúvidas?
Desmame Ventilatório Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas 27/07/2015
Desmame Ventilatório Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas 27/07/2015

Desmame Ventilatório

Anelise Roosch

Especialista de Produto

Departamento de Pós Vendas

27/07/2015

Desmame Ventilatório Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas 27/07/2015

Agenda

Desmame: O que já vimos até aqui

Definições

Preditores de Desmame

Responsabilidade da Equipe Multidisciplinar

Como podemos contribuir para Otimizar o Desmame

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

podemos contribuir para Otimizar o Desmame © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Desmame:

O que já vimos até hoje

Desmame: O que já vimos até hoje © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.
Desmame: O que já vimos até hoje © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Desmame: O que já vimos até hoje © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Desmame:

O que já vimos até hoje

Desmame: O que já vimos até hoje Santa Casa de Misericórdia de São Paulo H o

Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

vimos até hoje Santa Casa de Misericórdia de São Paulo H o s p i t

Hospital Israelita Albert Einstein

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

A l b e r t E i n s t e i n © 2015

Definições

Desmame: processo de transição da ventilação artificial para a espontânea nos pacientes que

permanecem em VM invasiva por mais de 24 horas

Interrupção da VM: refere-se aos pacientes que

toleram um teste de respiração espontânea ou q

podem ser elegíveis para extubação.

III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica. J Bras Pneumol., 2007.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Mecânica. J Bras Pneumol., 2007. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Definições

Extubação ou decanulação: retirada de via aérea artificial.

Reintubação ou fracasso da extubação:

necessidade de reinstituir a via aérea artificial de 48-

72 horas após a extubação

4,5% a 23% (15%) necessitam de re-IOT

Prognóstico pobre

Maior mortalidade

Ventilação mecânica prolongada: paciente que

permanece no ventilador por por mais de 21 dias (sucesso: menos que 7 dias)

III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica. J Bras Pneumol., 2007.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Mecânica. J Bras Pneumol., 2007. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Preditores de Desmame

Preditores de Desmame Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica. Associação Brasileira de Medicina Intensiva

Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica. Associação Brasileira de Medicina Intensiva (AMIB). Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).2013.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).2013. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Responsabilidade da Equipe

Multidisciplinar

Retirar o paciente da ventilação invasiva o mais rápido quanto clinicamente possível

Nas diretrizes internas do serviço é

preciso clareza sobre as definições envolvendo a Retirada da Ventilação Mecânica

Avaliar e identificar diariamente o paciente (busca ativa através de diretrizes pré-estabelecidas pela equipe multiprofissional) com vistas à possibilidade de descontinuar a ventilação, visando diminuir o tempo de ventilação mecânica e menor custo

diminuir o tempo de ventilação mecânica e menor custo Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica.

Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica. Associação Brasileira de Medicina Intensiva (AMIB). Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).2013.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).2013. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Como podemos contribuir para

otimizar o Desmame?

Apresentação da monitorização do ventilador pulmonar Ressaltar os preditores de desmame presentes no equipamento:

Volume Minuto

Frequência Respiratória Total Volume Corrente

P0.1

Índice de Tobin (índice f/Vc)

Apresentação da Tela Clearview

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

• Apresentação da Tela Clearview ™ © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Modalidades Utilizadas em

Desmame

Pacientes Adultos

PSV + Backup

Automatic Tube Compensation ATC (Drager)

Tubo T

Pacientes Pediátricos e Neonatais

Ventilação Mandatória Intermitente (IMV) e Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada(SIMV)

Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada(SIMV)

com Pressão de Suporte (PSV)

PSV + Backup

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

de Suporte (PSV) ◦ PSV + Backup © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

Referências

1. OLIVEIRA, JOSÉ, DIAS E COL. Padronização do Desmame da Ventilação Mecânica em Unidade de Terapia Intensiva: Resultados após Um Ano. Revista Brasileira de Terapia Intensiva. Vol. 18 Nº 2, Abril Junho, 2006

2. Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica. Associação Brasileira de Medicina Intensiva

(AMIB). Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).2013.

3. III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica. J Bras Pneumol., v.33(Supl 2):S 111-S 118, 2007.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved. MedStation

and Pyxis are registered trademarks of CareFusion Corporation or one of its subsidiaries.

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Corporation or one of its subsidiaries. © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

Dúvidas?

Dúvidas?
VNIPP em pacientes pediátricos e neonatais Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas
VNIPP em pacientes pediátricos e neonatais Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas
VNIPP em pacientes pediátricos e neonatais Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas
VNIPP em pacientes pediátricos e neonatais Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas

VNIPP em pacientes pediátricos e

neonatais

Anelise Roosch

Especialista de Produto

Departamento de Pós Vendas

27/07/2015

VNIPP em pacientes pediátricos e neonatais Anelise Roosch Especialista de Produto Departamento de Pós Vendas 27/07/2015

Agenda

Histórico

Consenso Sociedade Brasileira de Pediatria

Efeitos Fisiológicos

Aplicação, Modalidades e Benefícios

Pré Requisitos para Aplicação da VNIPP

Parâmetros Iniciais para Aplicação da VNIPP em pacientes pediátricos

Parâmetros Iniciais para Aplicação da VNIPP em pacientes neonatais

Interfaces

Evidências da Aplicação

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Interfaces • Evidências da Aplicação © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Histórico

Início da década de 80: uso de interfaces para aplicação de ventilação com pressão positiva máscara facial e nasal

Indicação passou a ser crescente

Objetivos:suporte ventilatório nos quadros clínicos que cursam com a IVA de diversas origens (infecções respiratórias,exacerbação/complicações de doenças crônicas, após a extubação, entre outras).

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

após a extubação, entre outras). © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Consenso Sociedade Brasileira de

Pediatria

Consenso – Sociedade Brasileira de Pediatria © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

– Sociedade Brasileira de Pediatria © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights

Efeitos Fisiológicos

Melhora na oxigenação

Diminuição do trabalho ventilatório

Melhora da relação ventilação/perfusão (V/Q)

Diminuição da fadiga

Aumento da ventilação minuto

Aumento da capacidade residual funcional (CRF)

Vantagens adicionais:

relacionadas ao conforto da criança -possibilidade do paciente deglutir e falar, a facilidade de início, implementação e retirada da VNI e a redução da taxa de

infecções relacionadas a ventilação invasiva

© 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

relacionadas a ventilação invasiva © 2015 CareFusion Corporation or one of its subsidiaries. All rights reserved.

Aplicação, Modalidades e Benefícios

VPM invasiva em recém nascidos (RN): relacionada com diversas complicações (aumento das taxas de infecção, displasia broncopulmonar), aumentando a morbimortalidade.

A aplicação da pressão contínua nas vias aéreas através de prongas nasais (CPAP-N ou CPAP nasal) reduz as complicações inerentes a VPM invasiva, estabiliza as vias aéreas, auxilia nas trocas