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Golden Wings Linhas Aéreas Virtuais

Anápolis – GO

REGULAMENTO INTERNO

Missão

Proporcionar maior realidade na simulação aérea virtual e interatividade entre os


participantes.

Visão

Ser referência dentre as companhias do ramo nos mais diversos âmbitos.


GOLDEN WINGS VIRTUAL
REGULAMENTO INTERNO

CAPÍTULO I

Da admissão.

Art. 1º - A admissão do funcionário será realizada após o cadastro no site e entrevista


com RH.

Art. 2º - Situações de readmissão serão analisadas e aprovadas pela Diretoria vigente,


apenas após três meses do desligamento.

CAPÍTULO II

Dos deveres, obrigações e responsabilidades do funcionário.

Art. 3º - Todo comandante empregado deve:


a) Cumprir com a normas do regulamento em vigência;
b) Corresponder às ordens e instruções provindas de superiores hierárquicos;
c) Sugerir medidas para maior eficiência da companhia;
d) Cumprir a máxima disciplina;
e) Usar os meios de identificação pessoal estabelecidos;
f) Dedicar todo auxílio à companhia e aos colegas em prol dos objetivos da Empresa;
g) Respeitar a honra, boa fama e integridade física de todos os colegas da Empresa.

CAPÍTULO III

Da frequência de voos.

Art. 4º - Cada comandante empregado deverá cumprir com quatro voos mensais na
companhia.

Art. 5º - Casos de impossibilidade, o mesmo deverá procurar seu superior


hierárquico e esclarecer a situação.

CAPÍTULO IV

Do envio de voos.

Art. 6º - Após a realização e envio para companhia, os dados registrados pelo ACARS
serão analisados e, em seguida, aprovados.

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REGULAMENTO INTERNO

CAPÍTULO V

Da aprovação do voo.

Art. 7º - Serão aprovados os voos que seguirem as subsequentes prescrições:


a) Finalizar o programa (kACARS®) somente após o desligamento dos motores e
desembarque. (Exceções de aeroportos sem vias de táxi);
b) Manter a velocidade padrão de simulação;
c) Fazer o cálculo correto de autonomia de voo. Sobras excessivas de combustível
acarretarão prejuízos a Empresa;
d) Evitar a ocorrência de estol (perda de sustentação);
e) Evitar exceder a velocidade limite da aeronave;
f) Evitar pausas no simulador;
g) Toque máximo de 300 pés negativos por minuto.

CAPÍTULO VI

Das ausências.

Art. 8º - O comandante é declarado ausente quando não realizar o número de voos


válidos mensais, como prescrito no Art. 4º.

Art. 9º - Será desligado do quadro de funcionários sem aviso prévio aquele que
permanecer quarenta dias em estado de ausência sem comunicar o setor
responsável.

CAPÍTULO VII

Das reservas de voo.

Art. 10º - As reservas são feitas a partir do site.

Parágrafo único: Todas as rotas seguem fielmente ao Centro de Gerenciamento da


Navegação Aérea (CGNA).

Art. 11º - O piloto só poderá voar após efetuar sua reserva.

Art. 12º - Não é permitido JumpSeat.


Parágrafo único: O piloto deve decolar do mesmo aeroporto que aterrissou.

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REGULAMENTO INTERNO

CAPÍTULO VIII

Dos voos online.

Art. 13º - É obrigatório a realização de voos em servidores em que a companhia está


inserida.
Parágrafo único: Se porventura, ocorrer quedas de conexão do servidor, o piloto está
autorizado a continuar o voo em modo Single Player, a fim de não perder o voo já
iniciado.

Art. 14º - Casos de restrição temporária de voos no servidor em decorrência de


eventos gerais, o piloto está liberado a realizar voos off-line da companhia.

Art. 15º - É obrigatório enquanto online que o piloto envie corretamente seu plano de
voo ao banco de dados do servidor.

Art. 16º - Não são permitidos voos em grupo.


Parágrafo único: O piloto está apenas autorizado a realizar voos em grupo e de outra
natureza no servidor sem o nome da companhia (Callsign).

CAPÍTULO IX

Dos eventos internos.

Art. 17º - Todas as organizações de eventos serão anunciadas nos meios de


comunicação da companhia pelos seus respectivos promotores com sete dias
antecedentes.

Art. 18º - Não é obrigatório a participação de todos.

CAPÍTULO X

Das reuniões.

Art. 19º - O piloto deve participar de todas as reuniões estabelecidas.

Art. 20º - Todas as reuniões serão anunciadas com sete dias de antecedência.

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REGULAMENTO INTERNO

CAPÍTULO XI

Das licenças.

Art. 21º - Em decorrência de estudos ou trabalho, os comandantes podem solicitar


uma licença válida.

§ 1º - O piloto comunica por escrito o RH com antecedência de cinco dias.


§ 2º - Em extrema urgência, o piloto pode comunicar diretamente à presidência.

CAPÍTULO XII

Das proibições.

Art. 22º - É expressamente proibido:


a) Permanecer em duas companhias virtuais simultaneamente;
b) Promover algazarra, brincadeiras e discussões;
c) Usar palavras impróprias à moralidade e respeito;
d) Divulgar, por qualquer meio, assunto ou fato de natureza privada da Empresa.

CAPÍTULO XIII

Das penalidades.

Art. 23º - Aos comandantes transgressores das normas deste Regulamento aplicam-
se as penalidades seguintes:
- Advertência escrita;
- Suspensão; e
- Demissão.

Art. 24º – As penalidades são aplicadas segundo a gravidade da transgressão, pelo


Departamento de RH.

CAPÍTULO XIV

Do pedido de demissão.

Art. 25º - O piloto empregado pode requerer a demissão após três meses de serviço.

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Parágrafo único: O funcionário deve comunicar por escrito ao RH.

Art. 26º - A solicitação de readmissão poderá apenas ser efetuada após três meses
da demissão do empregado, como previsto no Art. 2º.

CAPÍTULO XV

Das disposições gerais.

Art. 27º - Os empregados devem observar sempre o presente Regulamento.

Art. 28º – O presente Regulamento pode ser substituído por outro, sempre que a
empresa julgar conveniente.

Art. 29º - Será avisado a todos quando houver alterações significativas.

Art. 30º - Este documento é levado em análise, revisão e aprovação perante a


diretoria respectiva.

Anápolis-GO, 27 de Janeiro de 2016

_________________________________
Natanael Costa Alves
Presidente

________________________ ________________________
Wallace Assumpção Silva Lucas de Paiva Costa
Vice-Presidente Relações Humanas – RH

________________________
Caio Vinícius Maia da Silva
Auxiliador administrativo