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CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ

RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica


CEFET-RJ Eletrotécnica
RJ Eletrotécnica
Eletrônica II
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ

Capítulo 1:
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica TransistoresCEFET-RJ
CEFET-RJ Eletrotécnica Eletrotécnica CEFET-RJ
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
Objetivo:
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
Apresentar o transistor, suas características e
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
exemplos de aplicação
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
Apresentação do Transistor

O transistor é um componente eletrônico


que começou a popularizar-se na
década de 1950, tendo sido o principal
responsável pela revolução da eletrônica
na década de 1960. São utilizados
principalmente como amplificadores e
interruptores de sinais.
Amplificador de Sinais

Entende-se por “amplificar” o procedimento de tornar


um sinal elétrico mais fraco num sinal mais forte.
Apresentação do Transistor

O transistor é um dispositivo de três camadas,


formando uma configuração semelhante a um
“sanduíche”.

Estrutura Interna
Tipos de Transistores
História dos Transistores

O transistor de silício ou germânio foi inventado nos


Laboratórios da Bell Telephone por John Bardeen e
Walter House Brattain em 1947, sendo
posteriormente laureados com o Nobel de Física em
1956.

O objetivo do projeto era criar um dispositivo


compacto e barato para substituir as válvulas
termoiônicas usadas nos sistemas telefônicos da
época.
Válvula Termoiônica

A válvula termoiônica ou válula


eletrônica é um dispositivo
eletrônico formado por um
invólucro de vidro de alto vácuo
chamado de ampola contendo
vários elementos metálicos, algo
similar a uma lâmpada.
Válvula Termoiônica
História dos Transistores

A indústria norte-americana não adotou imediatamente


o transistor nos equipamentos eletrônicos de
consumo, preferindo continuar a usar as válvulas
termoiônicas, cuja tecnologia era amplamente
dominada.
História dos Transistores

Foi por meio de produtos japoneses, notadamente os


rádios portáteis fabricados pela Sony, que o transistor
passou a ser adotado em escala mundial.
Terminais do Transistor

Coletor

Base

Emissor
Estrutura Interna
Identificação dos Terminais
Apresentação do Transistor

Embora as pastilhas do coletor e do emissor sejam do


mesmo tipo de material, não é possível trocar as
ligações de um terminal pelo outro, porque existem
diferenças de volume de material e de intensidade de
dopagem entre as pastilhas.

C
E C B

E
B
Apresentação do Transistor

A estrutura interna de um transistor se assemelha a dois


diodos conectados de frente.
Polarização do Transistor

Existem três situações de funcionamento do


transistor em relação às polaridades das tensões das
junções J1 e J2.

J1 J2
E C

B
Polarização do Transistor

a) J1 e J2 reversamente polarizadas (Corte)

J1 J2
E- + - -C
- +

B +
Nesse modo, não há fluxo de corrente. É dito que o
transistor está cortado, pois as correntes são nulas. É
como se os terminais estivessem abertos.
Polarização do Transistor

b) J1 e J2 diretamente polarizadas (Saturação)

J1 J2
E+ + - +C
- +

-
B

Neste caso, ambas as junções entram em condução.


Polarização do Transistor

c) J1 direta e J2 reversamente polarizadas (Região Ativa)

J1 J2
E+ + - + - -C

+
-
B

Neste caso, teremos o chamado Efeito Transistor.


Efeito Transistor

Ao circular a corrente de base a tendência seria os


portadores saírem pelo terminal de base, entretanto
como a base é estreita e feita para apresentar um
caminho mais longo para os portadores injetados pelo
emissor, esses se deslocam pela base e atingem a região
próxima a junção J2.
Efeito Transistor

Na junção J2 existe um campo elétrico favorável, que


coleta as lacunas para o terminal de coletor. O efeito
transistor ocorre justamente em função da base ser
estreira e do fato da maioria dos portadores serem
coletados.
Efeito Transistor

Tipo P Tipo N Tipo P

E C

B
Efeito Transistor

Tipo P Tipo N Tipo P

IBIB
E C

B
Efeito Transistor

Tipo P Tipo N Tipo P

IB
E C

B
Efeito Transistor

Tipo P Tipo N Tipo P

IB
E C

B
Efeito Transistor

Tipo P Tipo N Tipo P

IB
E C

B
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Polarização do Transistor
Tensões e Correntes do Transistor

V V

V V
V V
Ganho de Corrente do Transistor

IE = IC + IB

Ganho de corrente
V IC = α . IE entre Coletor e Emissor
V V
V
Ganho de corrente
IC = β . IB entre Coletor e Base

α
β =
1−α
Ganho de Corrente do Transistor
IC
Região de Saturação
IC SAT

Região de Corte β
IB SAT IB

IC = 0 IC = β . IB IC = IC SAT
Exercícios de Fixação
Exercício 1: Determine VCE, IC e VC

Considere: β = 10 , IB = 1 mA e VD = 0,7 V
Exercício 1: Determine VCE, IC e VC

Determinando IC:
·
Logo:
1 · 10 · 10
10 · 10
Exercício 1: Determine VCE, IC e VC

Determinando VC:
·
Logo:
10 · 10 · 1 · 10
Exercício 1: Determine VCE, IC e VC

Determinando VCE :

Pela malha de Ic, temos:

Colocando em evidência:

Logo:
15 10 0,7
,
Exercício 2: Determine VCE, IC e VC , na saturação.

Considere:
β = 10 , IBsat = 1,3 mA , VBE = 0,7 V e VD = 0,7 V
Exercício 2: Determine VCE, IC e VC , na saturação.
Determinando IC:
Na saturação, temos que:

!"# para $ !"#

Como:
!"# !"# ·

Logo:

!"# 1,3 · 10 · 10

!"# 13 · 10

&'(
Exercício 2: Determine VCE, IC e VC , na saturação.

Determinando VC:
Na saturação, temos que:

!"# !"# ·
Logo:

!"# 13 · 10 · 1 · 10

&'(
Exercício 2: Determine VCE, IC e VC , na saturação.

Determinando VCE sat :

Pela malha de Ic, temos:

Colocando em evidência:

!"# !"#

Logo:

!"# 15 13 0,7

&'( ,
Exercício 3: Determine RB que leva o transistor a
saturação.

Considere:
β = 10 , IBsat = 1,3 mA , VBE = 0,7 V e VD = 0,7 V
Exercício 3: Determine RB que leva o transistor a
saturação.
Determinando RB sat :

Pela malha de IB, temos:


!"#

Colocando em evidência:

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Logo:

!"# 15 0,7

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Exercício 3: Determine RB que leva o transistor a
saturação.

Determinando RB sat :

Como:
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Logo:
!"# 14,3/1,3 · 10

+ &'( ,-
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica
RJ Eletrotécnica
Eletrônica II
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ
CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ

Capítulo 2:
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
CEFET-RJ Eletrotécnica Circuitos Amplificadores
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
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CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
Objetivo:
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
Curvas características do transistor
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
Configurações CC, BC e EC
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
Ponto quiescente
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ
Conexão Darlington
RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica
Análise de circuitos amplificadores
CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ Eletrotécnica CEFET-RJ