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Aqui começa a transformação meu irmão...leia do jeito que está ai.

Diga o seguinte: eu sou capaz de realizar o que eu quiser, pois quando eu não souber,
só preciso olhar pro lado e meu irmão estará sempre para me apoiar. O terror existe
apenas porque quero que ele exista. E eu renuncio ao medo e ao terror. Neste exato
momento, meu irmão está comigo e juntos conseguiremos um ótimo resultado,
porque eu SOU CAPAZ! PORQUE EU NASCI PARA TER O MELHOR E A CADA DIA ESTOU
TENDO O MELHOR! EU HEI DE VENCER!

Diga bom dia, a temática do trabalho e

Agora, finalize dizendo o seu nome: me chamo Gualberto Júnior bucho de pote.

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• O primeiro contato que Santo Agostinho teve com o problema do mal, foi através
da seita de Maní, que fundou o maniqueísmo, dando explicações ontológicas
sobre a origem do mal. Os maniqueístas acreditavam que o mal existia por si só,
fazendo parte da criação.
• Santo Agostinho estava muito insatisfeito com as explicações maniqueístas quando
teve contato com a doutrina cristã e não aceitava mais que o mal fosse
proveniente e natural da própria criação divina, que representa apenas o supremo
bem e a perfeição.
• Fale que o hiponense considera o mundo, uma criação perfeita, posto que foi
projetado por Deus, não aceitando que Deus pudesse ter criado o mal, sendo ele
mesmo, a fonte de todo o bem.
• Agostinho, antes mesmo de entender as origens do mal, tratou de classificar as
formas de existência
• O mal ontológico consistia na aceitação do mal, fazendo parte da própria criação;
• O mal moral se dá quando o homem afasta-se dos ensinamentos divinos, por usar
mal o livre arbítrio dado por Deus;
• O mal físico representa uma consequência do mal moral, com a existência de
doenças e sofrimentos.

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Neste slide, apenas leia a pergunta problema do seu estudo. Diga: meu trabalho teve
como de entender o seguinte problema: .................

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Neste slide, leia os objetivos tal qual se encontra escrito. Diga: os objetivos do meu
estudo foram.......................

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• Natureza da pesquisa: exploratória.
• Tipo de delineamento: pesquisa bibliográfica de revisão
• Coleta de dados: os dados foram coletados no período de janeiro a junho de 2016.
Foram pesquisadas as produções científicas na base de dados google acadêmico,
datados entre os anos de 2012 e 2016. 15 estudos estava de acordo com a
proposta do meu trabalho, abordando problemática similar.
• Descritores: mal. Santo Agostinho. Filosofia.
• Critérios inclusivos: trabalhos que abordam o problema do mal em Santo
Agostinho.
• Critérios exclusivos: Estudos que abordam o problema do mal sem relação direta
com Santo Agostinho.

Obs.: caso perguntado pela diferença no número de referências, responda que


somente 15 estudos foram considerados na revisão; o excedente foi utilizado para
embasar a sua argumentação.

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• Santo Agostinho considera que existe uma relação íntima entre o homem e Deus,
sendo impossível separar a criação do criador.
• O único caminho que conduz o homem ao bem e à felicidade, é obedecer aos
ensinamentos do cristianismo, pois o bispo pensa que o homem é totalmente
dependente de Deus, pela fraqueza da natureza humana.
• O objetivo principal na filosofia agostiniana é estabelecer a reflexão, onde o
homem viva de modo a pensar e refletir, realizando as melhores escolhas pelo livre
arbítrio.
• O homem representa o ponto de partida na busca da verdade. Para encontrar a
verdade, primeiro é preciso encontrar a Deus, sendo necessário que o homem
volte para dentro de si, através da reflexão.

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Santo Agostinho, dividiu-se em temas como as diferenças entre as coisas do corpo e
da alma, as características do pecado e da virtude.

Entendeu as relações existentes e traçou caminhos entre as paixões carnais e a


contemplação de Deus, onde finalmente encontrou uma explicação para o problema
do mal.

Santo Agostinho classificou a criação em bens superiores e inferiores

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• A origem ontológica do mal dada pelos maniqueístas nunca satisfizeram Santo
Agostinho, que passou longo tempo de sua vida, tentando encontrar a origem do
mal no mundo. Em suas reflexões, logo abandonou a doutrina maniqueísta.
• Santo Agostinho não aceita que o mal exista por si só no mundo, como substância,
porque o pensador acha que todas as coisas são boas por natureza, porque vêm
de Deus, e este é perfeito e o supremo bem.
• Santo Agostinho não conseguiu encontrar o mal na natureza, porque esta é
perfeita para ele, como tudo que vem de Deus. Começou a refletir então sobre o
interior da mente humana, onde encontrou um caminho possível para a origem do
mal no mundo.

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No início de sua busca para a resolução do problema do mal, Agostinho foi
influenciado por diversas correntes, que o ajudaram a filtrar os elementos
importantes na sua argumentação reflexiva.

Percebe-se aqui o início da argumentação de Santo Agostinho para o problema do


mal, de onde logo formulou uma importante tríade de hipóteses.

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Santo Agostinho chegou a estas três perguntas na tentativa de resolver o problema
da origem do mal. Conseguiu filtrar conteúdo suficiente não para incluir a verdade
sobre o mal no mundo, mas na medida em que uma hipótese era contestada, mais
próximo o bispo de Hipona estava da verdade, segundo sua concepção.

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• Santo Agostinho não pode conceber a hipótese de que Deus seria essência má,
porque estabeleceu que Deus é supremo bem e nada ruim pode vir diretamente
de Deus. A bondade infinita de Deus é um das bases da cristandade, fortalecida
pelo pensamento agostiniano.
• Agostinho depara-se então com a hipótese de que Deus criou um mundo mal, que
pudesse com o tempo deteriorar-se em matéria má. No entanto, nada havia antes
da criação do mundo, a não ser o supremo bem, que é Deus. Sendo assim, o
mundo foi criado em caráter ex nihilo, ou seja o mundo não foi criado de outra
criação, mas de Deus, que é formado apenas por matéria perfeita e, desta forma, a
substância do mundo também seria perfeita.
• Na terceira hipótese, Agostinho percebe que Deus não pode ser o causador do mal
no mundo, pois ele próprio representa o princípio e o fim de todas as coisas, que
através da razão ordenadora, renova continuamente tudo o que é bom no mundo,
garantindo o estado de bem até mesmo ao homem.
• Percebeu então Santo Agostinho, que Deus nem concebeu, permitiu ou causou o
mal no mundo. A partir deste ponto, o pensador deixa de lado a esfera divina e
passa a buscar razões para a origem do mal, no homem. Agostinho admite que a
criação é boa, mas não sob quaisquer condições.

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• Santo Agostinho se apercebe de que o mal representa a corrupção de uma
natureza boa. O mal se instala quando o homem afasta-se da perfeição e caminhos
de Deus.
• Pelo livre arbítrio, Deus permitiu que o homem pudesse escolher praticar boas ou
más ações. Manter-se na direção das coisas divinas, permite que o bem prevaleça,
assim como realizar escolhas que não sejam as do caminho de Deus, permite que
o mal apareça no mundo sob várias manifestações.
• O mal é possível porque pelo livre arbítrio, a natureza humana pode ser
corrompida. A única maneira de evitar o mal, é estabelecendo uma comunhão
com Deus, de onde recebe-se apenas o bem. Quando o homem escolhe por
vontade afastar-se dos caminhos de Deus, ele próprio retira-se da proteção divina,
permitindo que o mal se manifeste.
• Os bens superiores são os bens da alma, os que mantém a renovação com Deus,
ao passo que os bens inferiores, representa as paixões do corpo, resultando na
perda da comunhão com Deus e no aparecimento do mal no mundo.
• Na visão agostiniana, Deus deu livre arbítrio ao homem não para que este fizesse
más escolhas, mas para que Deus pudesse qualificar os homens através do poder
de livre escolha, recompensando com o bem ou punindo com o mal.

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Na problemática do mal agostiniano, os fatores relacionados ao bem consistem na
busca da graça de Deus e na manutenção da tríade ordenadora, caracterizada pela
presença dos elementos da perfeição, bondade e misericórdia divinas.

O mal agostiniano ocorre pela deturpação da vontade do homem, que possui uma
natureza corruptível através do livre arbítrio, por escolher os bens inferiores.

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• Santo Agostinho então resolve a problemática do mal ao entender que é resultado
do afastamento do homem em relação a Deus por escolha da própria vontade do
homem. A vontade do homem pode ser corrompida pelos bens inferiores, de onde
ocorre a manifestação do mal.
• O livre arbítrio garante a qualificação do homem, recebendo de Deus aquilo que
lhe cabe segundo as escolhas realizadas.
• Este estudo tratou de fazer uma revisão do problema do mal agostiniano na
opinião dos trabalhos selecionados.
• Percebe-se aqui a importância de pesquisas sucessivas que visem analisar as
implicações da existência do mal no mundo e a resolutividade dada por Santo
Agostinho.

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