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86 AULA 5 – TEMA 2 A análise estratégica deve servir para que o empreender
86
AULA 5 – TEMA 2
A análise estratégica deve servir para que o empreender trilhe o
caminho que o levará ao seu objetivo.
ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO FINANCEIRO
Aqui devem ser considerados os elementos importantes como
pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças. Além disso, fazer
um planejamento financeiro realista pode evitar maiores problemas
no futuro.
Análise Estratégica
A análise estratégica deve ajudar a empresa a compreender o
cenário externo, assim como o impacto no ambiente interno da
empresa.
É bom o empreendedor saber onde quer chegar, ou seja, a sua
visão, assim como qual a razão de ser da sua empresa, ou seja, sua
missão.
• quais são as
aspirações a atingir
Visão
• Sonho a ser alcançado
• refletir a razão de ser
da organização
Missão
• sintetiza a estratégia
de atuação
Figura 70
87 Exemplos de visão Vamos conhecer a seguir alguns exemplos de visão da Fiat e
87
Exemplos de visão
Vamos conhecer a seguir alguns exemplos de visão da Fiat e
Microsoft.
Fiat
“Estar entre os principais players do mercado e ser referência
de excelência em produtos e serviços automobilísticos”. 2
Figura 71 (Rafael Miotto, 2017)
Microsoft
“Disponibilizar às pessoas software de excelente qualidade –
a qualquer momento, em qualquer local e em qualquer
dispositivo.” 3
Figura 72 (By Sherif Saed, Thursday, , 2017)
2 Fonte : http://www.fiat.com.br/institucional/gestao.html
3
Fonte:https://www.microsoft.com/investor/reports/ar02/shareholder_letter/mission_por.ht
m
88 Exemplos de missão Vamos conhecer a seguir alguns exemplos de missãoF da Fiat e
88
Exemplos de missão
Vamos conhecer a seguir alguns exemplos de missãoF da Fiat e
Microsoft.
Fiat
“Desenvolver, produzir e comercializar carros e serviços que
as pessoas prefiram comprar e tenham orgulho de possuir,
garantindo a criação de valor e a sustentabilidade do
negócio.” 4
Microsoft
“Permitir às pessoas e empresas, em todo o mundo, a
concretização do seu potencial.” 5
Análise Estratégica – SWOT
A análise de SWOT é bastante usada no planejamento de negócios
pois :
4 Fonte : http://www.fiat.com.br/institucional/gestao.html
5 Fonte :
https://www.microsoft.com/investor/reports/ar02/shareholder_letter/mission_por.htm
89 Análise de SWOT (strengths, weaknesses, opportunities, treats – forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) é
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Análise de SWOT (strengths, weaknesses, opportunities, treats – forças,
fraquezas, oportunidades e ameaças) é um modelo de análise do
ambiente interno e externo do projeto.
Consiste na elaboração de listagem dos pontos fortes e fracos, das
oportunidades que o projeto oferece e as ameaças que pode enfrentar
Deve auxiliar na: formulação de objetivos e metas
Figura 73
O esquema a seguir mostra como a análise do ambiente interno
(Análise Organizacional) e externo (Análise Ambiental) subsidiam a
definição da estratégia.
Missão
Para onde
Visão
queremos ir?
Objetivos
Organizacionais
O que temos
O que há no
na empresa?
ambiente?
Análise Organizacional
Análise Ambiental
Quais as forças e
Quais as oportunidades
fraquezas que temos
e ameaças que existem
na organização?
no ambiente?
Estratégia Organizacional
O que
devemos fazer?
Figura 74
Fonte : Chiavenato. Gestão de Pessoas
90 A seguir um modelo da análise de SWOT mostrando os pontos fortes, fracos, oportunidades
90
A seguir um modelo da análise de SWOT mostrando os pontos
fortes, fracos, oportunidades e ameaças. Cabe chamar a atenção
que os pontos fortes e fracos se referem ao ambiente interno, ou
seja, variáveis que a empresa consegue manipular, já as
oportunidades e ameaças referem-se a variáveis externas a
empresa, ou seja, aquelas incontroláveis pela organização. Imagine,
por exemplo a concorrência. Essa é uma variável que a empresa não
consegue controlar diretamente, logo pode ser uma ameaça.
SWOT
Figura 75
(Ignição Digital, 2018)
A seguir um modelo de análise de SWOT da empresa McDonald´s.
No ambiente interno, uma força da empresa é a própria marca, já
uma fraqueza pode ser o preço elevado dos produtos.
Quando se olha para o ambiente externo, uma oportunidade pode
ser a falta de tempo das famílias, fazendo com que comprem uma
alimentação rápida, já a ameaça pode ser a busca cada vez maior
por alimentação saudável.
Essa análise deve fazer com que a empresa reflita suas estratégias
a fim de adequar seus esforços com intuito de continuar
consolidando seu negócio.
91 Figura 76 Outra análise a ser considerada é a matriz de Ansoff . criada
91
Figura 76
Outra análise a ser considerada é a matriz de Ansoff . criada por Igor
Ansoff, a matriz busca avaliar oportunidades de crescimento de
produtos em mercados existentes ou novos.
Segundo Daniel Portillo Serrano* :
“PENETRAÇÃO DE MERCADO
Esta estratégia se refere ao crescimento de uma
empresa atuando na venda de produtos existentes
em mercados onde já atua. Visa Manter o domínio
dos mercados atuais, manter a participação de
mercado, crescer mais que os seus concorrentes ou
eliminá-los e aumentar a utilização dos produtos
atuais pelos clientes já existentes.
DESENVOLVIMENTO DE MERCADO
92 É a estratégia onde a empresa visa atingir novos mercados, onde ainda não atua,
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É a estratégia onde a empresa visa atingir novos
mercados, onde ainda não atua, com seus produtos
atuais. Um exemplo é a exportação para uma
empresa que só atuava no mercado interno de um
país. Neste caso as mudanças do produto podem se
resumir a embalagens ou manuais. A abertura de
novos clientes, distribuidores ou revendedores na
mesma região também são considerados por alguns
autores como uma estratégia de Desenvolvimento
de Mercado.
DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS
Se refere à estratégia de crescer lançando novos
produtos ou novas linhas nos mercados existentes.
Normalmente se utilizadas novas versões, novos
produtos, em si, ou novas categorias de produtos.
Inovação e desenvolvimento de linhas de produto
são fundamentais nesta estratégia.
DIVERSIFICAÇÃO
A Diversificação prevê o lançamento de novos
produtos ou linhas de produtos em novos mercados
onde a organização ainda não atue.
93 É, talvez, a mais complicada e arriscada estratégia prevista na Matriz já que há
93
É, talvez, a mais complicada e arriscada estratégia
prevista na Matriz já que há duas variáveis não
controladas pelas empresas: o desconhecimento
dos novos mercados e o desconhecimento dos
novos produtos.” 6
A seguir um modelo a matriz de Ansoff :
Figura 77 (the business zoom, 2017)
Plano Financeiro
Deve refletir em números tudo o que foi dito no plano de
negócios, incluindo investimentos, gastos com marketing,
custos fixos, custos variáveis etc.
6 Fonte :
http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Matriz_de_Ansoff_Produto_Mercado.htm
94 Figura 78 (Carvalho, 2017) Para isso alguns demonstrativos e indicadores são importantes, conforme a
94
Figura 78 (Carvalho, 2017)
Para isso alguns demonstrativos e indicadores são importantes,
conforme a seguir :
Fluxo de Caixa
Ferramenta fundamental que projeta entradas e saídas de caixa no
tempo.
Abaixo a empresa deve fazer a projeção de receitas, considerando
os parâmetros já estudados como análise de mercado, capacidade
operacional e estratégia de marketing.
Deve-se tomar cuidado para não ser otimista demais com projeções
pouco prováveis que acontecem na realidade.
Após a demonstração das planilhas,
preenchimento. 7
seguem as instruções para
7.1 – Receitas operacionais
Ano
Total (R$)
1º Ano
7 Adaptada do - MODELO PLANO DE NEGOCIO PARQUE TECNOLOGICO
PARAIBA.
www.paqtc.org.br/portal_novo/upload_documento/6259011363006604641.pdf
95 7.2 – Custo fixo anual (1º ano) Descrição Valor Anual 1. Salários e encargos
95
7.2 – Custo fixo anual (1º ano)
Descrição
Valor Anual
1. Salários e encargos
2. Pró-labore
3. Taxa de Incubação
4. Taxas Diversas (Telefone, aluguel de Equipamentos, etc.)
5. Materiais Diversos
6. Manutenção e Conservação
7. Seguros
8. Depreciação
9. Outros
10. Total
7.3 – Custo variável (1º ano)
Descrição
Valor Anual
1. Matéria Prima
2. Embalagem
3. Outros insumos
4.
Frete
5.
Outros ( comissões, impostos, etc)
6. Total
Demonstrativo de Resultado
É um relatório que oferece uma síntese econômica completa das
atividades operacionais e não operacionais de uma empresa em
um determinado período de tempo, demonstrando se há lucro ou
prejuízo.
8) Demonstrativos simplificados de resultados (1º ano)
Item
Descrição
Valores
1
Receita bruta (Quadro 7.1)
2
(-) Custos Fixos ( Quadro 7.2)
3
(-) Custos variáveis (Quadro 7.3)
4
Resultado Operacional (1 – 2 – 3)
5
(+) Receitas não operacional
6
(-) Despesas não operacionais
7
Lucro Bruto (4 + 5 – 6)
96 Ponto de Equilíbrio Mostra o quanto é necessário vender para que as receitas se
96
Ponto de Equilíbrio
Mostra o quanto é necessário vender para que as receitas se
igualem aos custos
Exemplo :Uma empresa apresentou em 2017 os seguintes dados: Receita :
R$ 364.000 / Custo Fixo : 132.000/ Custo Variável : 211.000. Qual o ponto de
equilíbrio?
Ponto de Equilíbrio = iiiiii132.000iiiiiiiiiiiii= 0,8634
364.000 – 211.000
Se esse indicador for calculado sobre o faturamento projetado, teremos o
seguinte resultado: R$ 364.000,00 x 0,8634 = R$ 314.277,60.
Ou seja, R$ 314.277,60 seria o valor mínimo que a empresa teria que vender
no ano para não ter lucro e nem prejuízo.
http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/ponto-de-
equilibrio,67ca5415e6433410VgnVCM1000003b74010aRCRD
Prazo de Payback
Mede o tempo necessário para a recuperação do capital inicialmente
investido, considerando o fluxo de caixa.
Valor Presente Líquido
Estimativa do valor atual para os futuros fluxos de caixa que estarão
sendo gerados pelo projeto, e deduz-se o investimento feito
inicialmente.
97 i -> taxa de juros Figura 79 Taxa Interna de Retorno(TIR) Utilizada para calcular
97
i -> taxa de juros
Figura 79
Taxa Interna de Retorno(TIR)
Utilizada para calcular a taxa de desconto que teria um determinado
fluxo de caixa para igualar a zero seu Valor Presente Líquido.
98 i -> TIR Figura 80 Instruções para elaboração do Plano de Negócio Este é
98
i -> TIR
Figura 80
Instruções para elaboração do Plano de
Negócio
Este é um plano de negócio simplificado. Procure ser objetivo e
coerente no preenchimento dos quadros, pois alguns estão
relacionados entre eles.
O planejamento e demonstrativo financeiro devem ser projetados
prevendo-se o funcionamento da empresa após a comercialização
dos produtos e serviços propostos.
Os custos apropriados no período de desenvolvimento dos produtos
e/ou serviços propostos deverão ser considerados como
investimento próprio ou reinvestimento, apurando-se as receitas
com prestação de serviços e/ou comercialização de produtos que
não sejam do projeto a ser desenvolvido. 8
1 - Natureza / Descrição do empreendimento.
8
Fonte
:
MODELO
PLANO
DE
NEGOCIO
PARQUE
TECNOLOGICO
PARAIBA.
www.paqtc.org.br/portal_novo/upload_documento/6259011363006
604641.pdf
99 Destina-se ao fornecimento de dados da empresa responsável pelo desenvolvimento do projeto. Se a
99
Destina-se ao fornecimento de dados da empresa responsável
pelo desenvolvimento do projeto. Se a empresa já existe
formalmente, preencher os campos solicitados. Caso não haja
empresa constituída, informar apenas a forma jurídica da futura
empresa e assinalar no campo “Razão Social” – Empresa a ser
constituída.
2 – Nome dos sócios e respectiva participação na Empresa.
Objetiva identificar a composição societária da empresa, quando
existente, quanto a participação (%) de cada sócio no capital
social.
3 - Plano estratégico
3.1 – Missão e objetivos estratégicos.
Destina-se a definição da missão - a razão de ser – da empresa,
existente ou a ser constituída.
Os objetivos estratégicos representam um conjunto de objetivos de
médio e longo prazos que devem ser perseguidos e estar em
sintonia com a missão definida.
3.2 – Ameaças e oportunidades.
O proponente deve indicar nesse campo os fatores externos à
empresa (existente ou a ser constituída ) que possam afetar
positivamente ( oportunidade ) ou negativamente ( ameaças) o
desempenho da empresa.
3.3 – Pontos fortes.
Destina-se a identificação de fatores internos ao empreendimento
que representam vantagens comparativas da empresa.
3.4 – Pontos Fracos.
Destina-se a identificação de fatores internos ao empreendimento
que representam desvantagem ou carências da empresa.
4 - Produtos e serviços.
4.1 – Descrição do produto / serviço.
Neste campo devem ser adequadamente detalhados os produtos
e/ou serviços que resultarão do projeto proposto. Observar ser
importante que cada um dos produtos e/ou serviços, resultante do
projeto proposto, sejam identificados e descritos com toda clareza,
destacando-se suas definições de utilidade e funcionalidade.
100 4.2 – Mercado e Competidores Este campo está destinado à explicitação dos mercados a
100
4.2 – Mercado e Competidores
Este campo está destinado à explicitação dos mercados a serem
explorados pela empresa existente ou a ser constituída, agregado
às informações relativas aos principais clientes potenciais e ao
nível de concorrência existente nos mercados mencionados.
É desejável que, quando possível, o tamanho dos mercados sejam
quantificados, mesmo que de forma aproximada e, os principais
concorrentes sejam identificados.
5 - Comercialização (Vendas)
5.1 Estratégia de venda e assistência técnica.
Neste campo deve ser mencionada a estratégia de vendas a ser
adotada pela empresa (existente ou a ser criada), destacando-se
as formas de comercialização ( Exemplo: vendedores próprios,
telemarketing, vendas a varejo ou atacado, e-commerce, etc.), e
as formas de assistência pós venda.
6 - Plano de investimentos.
6.1 Investimento inicial.
Neste quadro devem ser mencionados os investimentos a serem
realizados nos primeiros doze meses que sucederem a incubação
do projeto. Assim, gastos com estudos de mercado, proteção
intelectual (registro de marcas e patentes ou direitos de autor),
honorários de advogados, contadores, despachantes, etc., e
outros desembolsos necessários à constituição da empresa,
devem ser aqui considerados. Dispêndios efetuados com a
aquisição de máquinas, equipamentos, software, móveis e
utensílios, devem também ser indicados neste quadro, nos
campos correspondentes. Os desembolsos necessários para fazer
frente aos custos que alavancam a operação da empresa, são
investimentos circulantes que devem ser classificados como
capital de giro.
6.2 – Origem dos recursos.
Neste quadro, o valor total (1ª coluna), refere-se ao total dos
investimentos iniciais, extraído da linha 9 do quadro 6.1. Nas
colunas seguintes devem ser indicados (em termos percentuais)
as frações de recursos provenientes dos próprios cotistas
(recursos dos sócios, família, amigos), de terceiros (empréstimos
bancários, financeiras e outros) e aqueles decorrentes de
reinvestimentos feitos a partir de recursos gerados no próprio
empreendimento, quando for o caso.
101 7 - Receitas e custos 7.1- Receitas operacionais Destina-se a previsão de receitas decorrentes
101
7 - Receitas e custos
7.1- Receitas operacionais
Destina-se a previsão de receitas decorrentes da comercialização
dos produtos/serviços gerados com a implementação do projeto
proposto, ou seja, após sua incubação. As receitas relativas ao
primeiro ano devem ser estimadas para cada um dos seus quatro
trimestres e, as do segundo e terceiro anos, apenas em termos
anuais.
7.2 Custos fixos anuais
Este quadro destina-se a identificação dos custos fixos previstos
para os doze meses subsequentes ao da incubação do projeto.
Deve-se considerar valores a serem despendidos com salários e
encargos de pessoal contratado, pró-labore dos sócios, taxa de
incubação ( a ser informada ao proponente pela incubadora),
pagamento de contas diversas ( telefone, aluguel de equipamentos
etc
),
aquisição de materiais de consumo, manutenção e
conservação de máquinas e equipamentos, prêmios de seguro e
depreciação de máquinas, equipamentos, instalações, veículos e
outros investimentos em bens duráveis.
7.3 Custos variáveis
Destina-se ao registro dos custos que são afetados pelo volume
de produção ( produtos e/ou serviços) e vendas tais como aqueles
relativos a aquisição de matérias primas e outros insumos de
produção, materiais de embalagem, transporte ( fretes), bem
como, de outras despesas que estejam diretamente relacionadas
ao volume de produção e/ou vendas.
8 - Demonstrativo de resultados ( Primeiro ano)
No quadro apresentado devem ser explicitados os valores relativos
aos resultados operacionais previstos para os doze meses que se
seguirem ao da incubação do projeto, ou seja:
 Receita bruta total no primeiro ano ( extraída do quadro 7.1
)
 Custos fixos anuais ( extraído da linha 10 do quadro 7.2 )
 Custos variáveis anuais ( extraído da linha 6 do quadro 7.3
)
102 Devem também ser mencionados resultados não operacionais que possam ser previstos tais como rendimentos
102
Devem também ser mencionados resultados não operacionais que
possam ser previstos tais como rendimentos de aplicações
financeiras, venda de ativos e outras receitas não diretamente
ligadas a operação da empresa existente ou a ser criada.”
103 BIBLIOGRAFIA ANGELO, Eduardo Bom. Empreendedor corporativo : a nova postura de quem faz a
103
BIBLIOGRAFIA
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http://blogs.odiario.com/inforgospel/2011/09/03/radio-um-dos-
meios-mais-poderosos-para-evangelizar-diz-missionario-na-asia/
https://endeavor.org.br/mvp/
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http://hbrbr.uol.com.br/dois-fatores-chave-para-o-
empreendedorismo-social-sustentavel/ -
http://exportacoes-pmes.blogspot.com.br/2011/04/distinga-sua-
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http://super-trainer.com/differentiate-your-fitness-business-or-die/
https://icetran.org.br/Noticias/reuniao-da-equipe-multidisciplinar-
icetran
106 http://terceiraidadeconectada.com/o-arroz-de-palma-familia-e-prato- dificil-de-preparar/
106
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macroeconomia-e-microeconomia
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tecnologia-para-2018/
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do-market-share-no-brasil/
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planilha-gratuita-ajuda-empreendedor-a-fazer-a-projecao-de-
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equilibrio,67ca5415e6433410VgnVCM1000003b74010aRCRD
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