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Metodologias de Formação em

Igualdade de Género e
Sugestões de
Operacionalização
FORMAÇÃO DE PÚBLICOS ESTRATÉGICOS PARA A OBTENÇÃO DA
ESPECIALIZAÇÃO EM IGUALDADE DE GÉNERO

Manual de Formação Módulo IV


2014

Inês Cerca
inescerca@sapo.pt
Formação de Públicos Estratégicos para a Obtenção da Especialização em Igualdade
1
de Género

Índice
A Andragogia e Paulo Freire 2

Paulo Freire e os Círculos de Cultura 5

A conscientização 6

Etapas da conscientização 7

Bibliografia 10

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A ANDRAGOGIA E PAULO FREIRE

O conceito de andragogia surge nos anos 60 do século XX associado a Malcom Knowles.


Este autor foi considerado o “pai da andragogia” ao definir este conceito como “a arte
e a ciência de promover a aprendizagem dos adultos” (Pires; 2005) numa altura em
que os conhecimentos sobre a aprendizagem eram todos produzidos a partir de estudos
com crianças.

O século XX foi um século de grandes mudanças culturais a um ritmo muito acelerado,


tornando-se rapidamente obsoletos os conhecimentos adquiridos pelas pessoas, a
educação não pode ser um processo de transmissão do que é conhecido, mas um
processo de descoberta, ao longo da vida, do que é desconhecido. Desta forma surge
a construção de um “modelo andragógico” de aprendizagem de adultos. Este modelo
é centrado no desenvolvimento da pessoa que aprende, valorizando as suas
necessidades, motivações e autodireção, e valorizando, igualmente, a experiência
adquirida em detrimento da ação educativa externa.

Pressupostos do modelo andragógico:

1. Necessidade de conhecer – os/as adultos/as precisam de conhecer o que


necessitam de aprender antes de ocorrer a aprendizagem, necessitam de ter
consciência da necessidade da aprendizagem para a sua vida;
2. Conceito de si – os/as adultos/as possuem um conceito sobre si próprios, de
serem capazes de tomar as suas próprias decisões sendo vistos pelos outros
como capazes de se autodirigirem, tendem a resistir a situações de imposição
da vontade dos outros;
3. Papel da experiência – os/as adultos/as têm muitas experiências de vida e
diferentes das crianças e jovens, daí a necessidade de diferenciação na
educação. Quando a sua experiência é desvalorizada ou ignorada, o/a adulto/a
sente que o que está em causa é, em última análise, a rejeição da sua própria
pessoa;
4. Disposição para a aprendizagem – os/as adultos/as manifestam disposição para
a aprendizagem, estando “prontos” para aprenderem o que necessitam e
fazem-no de forma a lidar com as situações da vida real;
5. Orientação para a aprendizagem – os/as adultos/as dedicam-se à aprendizagem
quando verificam que ela contribui para o desempenho de tarefas ou para a
resolução de problemas da vida real;
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6. Motivação – os/as adultos/as são motivados para o seu desenvolvimento e


crescimento, embora a aprendizagem possa ser bloqueada por várias barreiras
como experiências negativas enquanto estudante, constrangimentos temporais,
etc..

Em paralelo ao desenvolvimento do modelo andragógico, surgia, no Brasil, o método


Paulo Freire de alfabetização de adultos.

Paulo Freire, nasceu em 1921 no Recife (Brasil), no seio de uma família de classe
média, tendo experienciado a fome e a pobreza, composta por mais uma irmã,
professora primária, e 2 irmãos, que não estudaram e a quem Paulo Freire agradeceu
o seu contributo para que ele continuasse a estudar.

Licenciou-se em direito mas nunca exerceu, preferindo dedicar-se aos projetos de


alfabetização. Inicia a sua atividade profissional, em 1946, trabalhando com adultos
pobres do estado de Pernambuco. Fica conhecido, em 1963, pela sua experiência de
alfabetizar 300 cortadores de cana, em 45 dias, em Angicos (Rio Grande do Norte),
originando o Método Paulo Freire.

Em 1964, é convidado pelo Presidente João Goulart e pelo Ministro da Educação


Brasileiro a repensar a alfabetização de adultos a nível nacional. Em 1964, previa-se a
criação de 20 mil círculos de leitura que abrangeriam 2 milhões de analfabetos, porém,
o golpe militar que conduziria à ditadura militar inviabilizou os trabalhos. Paulo Freire
é preso durante 75 dias, exila-se na Bolívia e posteriormente no Chile, onde participa
em importantes reformas na área da educação de adultos.

O tempo que passou no Chile foi fundamental para consolidar a sua obra, reestruturar
o seu método noutro contexto, avaliá-lo e sistematiza-lo teoricamente. Em 1968
escreve uma das obras mais importantes do seu trabalho “Pedagogia do Oprimido”, a
qual, por razões políticas, só viria a ser publicada em 1970. Também por razões
políticas deixa o Chile em 1971, indo para Harvard e exilando-se, em Genebra, por 16
anos.

Durante a década de 70 assessorou diversos países africanos, recém-descolonizados,


auxiliando-os na implantação de sistemas de educação. Regressa ao Brasil,
definitivamente, em 1980, onde continua a sua atividade como educador e ativista
político, morrendo em 1997. É atualmente considerado Patrono da Educação Brasileira.

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Paulo Freire é um dos teóricos mais influentes da educação de adultos desenvolvendo


os fundamentos da “educação crítica” e “educação libertadora” através do conceito
chave de “conscientização”. Desenvolveu uma conceção humanista sobre as pessoas,
defendendo que a educação as pode conduzir a uma maior participação no mundo. No
seu entender, a educação não pode ser um processo neutro, pode ser utilizada como
facilitadora da liberdade e emancipadora da pessoa ou, pelo contrário, potenciar a
“domesticação” da pessoa. Defende que a educação é uma instituição social
controlada por processos sociais e políticos, que leva ao conformismo do que é
socialmente prescrito.

Atribui mais enfase à importância dos processos sociais e políticos na aprendizagem do


que aos processos psicológicos, ao defender que quem aprende tem uma visão pessoal
do mundo, culturalmente induzida e que, por isso, os significados que cada pessoa
atribui às coisas só podem ser compreendidos a partir do contexto social e político
onde se insere. Defende que é necessário respeitar os saberes de quem aprende –
saberes socialmente construídos – e discutir esses saberes em relação aos conteúdos
instituídos, à realidade concreta.

Características da pedagogia de Paulo Freire:

 Visão de transformação social valorizando os pressupostos relativos à opressão,


consciência e mudança histórica;
 Visão de consciência que vai para além dos discursos dominantes atribuindo-
lhes capacidade crítica;
 Valoriza as pessoas como sujeitos e atores da história, com forte empenho na
justiça, com capacidade de visão de um mundo melhor e com potencial de
libertação;
 Não nega os condicionalismos humanos mas nega os determinismos – “somos
seres condicionados mas não determinados”;
 A pessoa é um ser histórico e inacabado, está aberto à produção de novos
conhecimentos e é a consciência de si como ser inacabado que lhe permite ir
mais longe, ultrapassando a visão adaptativa da pessoa ao mundo.

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PAULO FREIRE E OS CÍRCULOS DE CULTURA

“Para Paulo Freire, o Círculo de Cultura constituía-se numa estratégia da educação


libertadora. Nele não haveria lugar para o professor bancário, que tudo sabe, nem
para um aluno passivo, que nada sabe. O Círculo de Cultura é um lugar onde todos
têm a palavra, onde todos leem e escrevem o mundo. É um espaço de trabalho,
pesquisa, exposição de práticas, dinâmicas, vivências que possibilitam a construção
colectiva do conhecimento.” Mara Lúcia Martins

Círculo de Cultura é uma estratégia para substituir a turma de alunos ou a sala de aula
no processo de aprendizagem, tendo tido grande aplicação através de Paulo Freire nas
práticas de alfabetização de adultos.

Todos/as os/as participantes estão sentados/as formando um círculo,


acompanhados/as por uma equipa de trabalho que promove a discussão sobre um tema
da cultura, da sociedade em que se inserem. O círculo foi a figura geométrica escolhida
porque permite que todos/as os/as participantes, incluindo o/a animador/a, se vejam.
Nas discussões não existe a figura de professor/a, mas sim de um/uma animador/a que
participa como mais um/uma aprendente. O/a animador/a coordena o grupo mas não
o dirige, promove o trabalho e o diálogo.

O Círculo de Cultura vai muito além da aprendizagem individual da leitura e da escrita.


Neste processo faz-se a leitura do mundo, das suas normas, dos seus efeitos, ensinam-
se os/as participantes a pensar e agir diante do mundo, capacitam-se os/as
participantes para que aquilo que constroem pelo seu trabalho é uma outra forma de
fazer cultura. Através do processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita
realiza-se um debate sobre questões centrais do quotidiano como o trabalho, a
cidadania, a alimentação, a saúde, a organização das pessoas, a liberdade, a
felicidade, os valores éticos, a política, o oprimido, a economia, os direitos sociais, a
religiosidade, a cultura, entre outros.

Atualmente, os Círculos de Cultura não são apenas usados em processos de


alfabetização, mas também em atividades de planeamento que estejam associados a
processos educativos por forma a incentivar a participação, sendo utilizados em
escolas, empresas, meios rurais e urbanos e, até, em ambientes de pós-graduações.

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A CONSCIENTIZAÇÃO

“Conscientização é antes de mais um ato de conhecimento. Implica a revelação


gradual da realidade na qual entro a pouco e pouco, penetrando a essência mais funda
dos factos, que tenho diante de mim como objetos suscetíveis de serem conhecidos,
até que, eu possa descobrir a razão de ser desses factos” (Freire; 1971).

A conscientização é o processo através do qual as pessoas compreendem que a sua


visão e lugar no mundo é modelado por forças históricas e sociais que se opõem aos
seus interesses pessoais. Este processo conduz ao desenvolvimento de uma consciência
crítica, que mais não é do que uma capacidade de agir e refletir sobre o mundo com
vista à sua transformação.

No pensamento de Paulo Freire a educação é perspetivada como “prática de


liberdade”, através do processo de conscientização a pessoa descobre-se a si própria,
atinge um nível mais completo de humanidade e age sobre o mundo com vista à sua
transformação, é “um esforço de conhecimento crítico dos obstáculos” quer sejam
materiais, económicos, sociais, políticos, culturais ou ideológicos. Toda a pedagogia
freiriana é uma crítica às diversas formas de opressão, sendo um caminho para mudar
o mundo, criando novas formas de humanização. A uma educação “domesticadora”,
que oprime, tal como era entendida na altura, opõem-se uma educação libertadora
das potencialidades humanas.

“A conscientização, enquanto atitude crítica dos homens na história, jamais conhecerá


fim. Se os homens continuarem a "aderir", a "colar" a um mundo "acabado", enterrar-
se-ão numa nova "opacidade". A conscientização, que se produz num momento dado,
deve prosseguir no momento que segue, no curso do qual a realidade transformada
faz aparecer novos perfis.” (Freire in Rev. FAEEBA, 1997).

A conscientização é um processo educativo que permite ao indivíduo desenvolver uma


consciência crítica ativa e integrar-se de uma forma crítica numa ação de
transformação, integrar-se criticamente no mundo.

Requisitos do processo de Conscientização

 Ter em conta que, a tomada de consciência da relação dos sujeitos com a


realidade é resultante de um processo contínuo, e como tal, em constante
atualização;
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 Ter em conta que, a ação é determinada por sujeitos concretos em contextos


concretos;
 Não rigidificar à priori situações, nem tão pouco fixá-las como finitas, deixando
em aberto o resultado a atingir.

ETAPAS DA CONSCIENTIZAÇÃO

“A alteração da situação das mulheres e dos homens numa perspectiva de igualdade


de oportunidades, pressupõe uma pedagogia participativa desde o princípio e com
todas as suas consequências. Globalmente designada como «processo de
conscientização», esta pedagogia desdobra-se em três fases:

A. Recolha do universo temático (do grupo/população em causa);


B. Devolução (ao grupo) da situação identificada;
C. Acção transformadora da situação.

Estas fases constituem uma unidade, que recomeça sempre de novo, procurando
atingir de cada vez níveis mais profundos.

A – Recolha do universo temático

Durante todo o processo de conscientização realiza-se a investigação temática das


situações existenciais dos participantes no processo.

Pode haver diferentes momentos na investigação temática:

• Investigação temática ampla à volta do grupo social sobre o qual recai a acção
(antes de delinear o projecto de formação);
• Investigação temática abrangendo já futuros participantes no processo (antes
de iniciar o trabalho de formação);
• Investigação temática com os/as participantes durante as reuniões de grupo em
que os temas geram outros temas.

B – Devolução da situação identificada

A segunda fase do método consiste em analisar a situação que o grupo vive, de forma
que, compreendendo-a, possa transformá-la.

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Desdobramos esta segunda etapa em dois momentos distintos: codificação e


descodificação.

A codificação consiste em tornar objectiva uma situação comum aos participantes do


grupo, mas que é vivida individual e isoladamente por cada pessoa. A objectivação faz-
se a partir de «situações-desafio», ou seja, situações particularmente significativas
relativamente aos interesses do grupo. Os «desafios» podem ser apresentados através
de diapositivos, textos, cartazes, contos, textos dramatizados, etc.

Na elaboração dos “desafios” é preciso ter em conta determinadas regras:

• Focar um aspecto importante do grupo a que se dirige;


• Mostrar pessoas em situação (e não fora de uma situação, nem meros objectos);
• Procurar apresentar uma situação (pessoas em situação) imediatamente
reconhecível (não tão diferente da experiência do grupo que este não se
reconheça nela);
• Evitar, não obstante, que essa situação seja tão próxima que iniba ou impeça a
sua desmontagem;
• Focar só um aspecto de cada vez;
• Não introduzir muitos elementos;
• Não apresentar conceitos abstractos.

A codificação é um trabalho da responsabilidade dos/das formadores/as. É sua


finalidade criar um meio para objectivar a situação a analisar. Para isso precisa de
conseguir distanciá-la das pessoas que a vivem, de forma a ser «observável» e passível
de análise no momento seguinte.

A descodificação da situação vivida faz-se através da apresentação do desafio ao


grupo, seguida da discussão que esse desafio suscita. O/a formador/a tem um papel
activo na discussão, pondo questões que ajudem na análise crítica da situação
apresentada. Ele/Ela tem uma visão do mundo e a sua intervenção nunca pode nem
deve ser neutra.

A descodificação inclui os seguintes momentos:

• Descrição em conjunto do desafio («o que viram?»);


• Passagem para a realidade do grupo, partilhando experiências pessoais
associados ao desafio apresentado, («o que tem esta situação a ver com a nossa
vida?»);

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• Colectivização de experiências individuais e descoberta do que há em comum


(«quem já passou por uma experiência parecida?»);
• Análise das causas («porque acontecem estas coisas?»);
• Fornecimento (troca) de informação;
• Procura de formas de passagem à prática com o objectivo de mudar as situações
discutidas nas reuniões («o que podemos fazer para mudar esta situação?»).

C – Acção transformadora

A passagem à prática é um processo fundamental no processo de conscientização. É


quando a palavra, a reflexão, a análise, a compreensão crítica se tornam acto que a
transformação começa a ser real.

As alterações introduzidas na prática quotidiana são as possíveis em cada momento do


processo, dependendo em absoluto dos sujeitos envolvidos e das condições
circundantes. A partir de qualquer alteração introduzida, o processo encaminha-se
para uma nova fase, desenrolando-se em espiral, a que corresponde de cada vez um
patamar mais elevado de consciência praticada.”

In Manual de Formação de Formadores/as em Igualdade de Oportunidades entre


Mulheres e Homens (2003), pp.289-291

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BIBLIOGRAFIA

FREIRE, Paulo (1971) - A mensagem de Paulo Freire, teoria e prática da libertação.


Porto: Editora Nova Crítica.

FREIRE, Paulo (2000) - Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática


educativa. São Paulo: Paz e Terra.

INCUBADORA DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS (s/d) – O Círculo de Cultura. João


Pessoa: Universidade Federal da Paraíba. Disponível em
http://www.prac.ufpb.br/copac/incubes/gale.php?id_galeria=artigos

PIRES, Ana Luísa Oliveira (2005) – Educação e Formação ao Longo da Vida: análise
crítica dos sistemas e dispositivos de reconhecimento e validação de competências
adquiridas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian (141-175).

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DA SEGURANÇA SOCIAL E


DO TRABALHO (2003) - Manual de Formação de Formadores/as em Igualdade de
Oportunidades entre Mulheres e Homens. Lisboa: Comissão pata a Igualdade no
Trabalho e no Emprego.

REVISTA DA FAEEBA – Faculdade de Educação do Estado da Bahia, Ano 6, Número 7,


janeiro a junho de 1997. (Disponível em
http://www.projetomemoria.art.br/PauloFreire/obras/artigos/6.html)

Sites consultados:

Instituto Paulo Freire - http://www.paulofreire.org/

Biblioteca Digital Paulo Freire - http://www.paulofreire.ufpb.br/paulofreire/

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