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Algoritmo e Programação

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Lógica
INTRODUÇÃO

Lógica consiste na arte de pensar corretamente,


organizando o pensamento, de forma a corrigir o raciocínio.
Em nosso dia-a-dia, sem percebermos colocamos em
prática a lógica, em qualquer pensamento seguimos passos
para alcançar um objetivo, como em uma simples
movimentação de um objeto para outro local a até casos
mais complexos como resolução de soluções
computacionais.

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Lógica
Necessida de se usar lógica

•Solucionar problemas
•Eficiência e eficácia
•Boa performance de conhecimento

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Lógica
Ex.:

Os animais são dotados de instinto. (Premissas)


Todo cachorro é um animal. (Premissas)
Portanto, todo cachorro tem instinto. (Conclusão)

Maria tem 15 anos. (Premissas)


João é mais velho que Maria. (Premissas)
Portanto, João tem mais do que 15 anos. (Conclusão)

O paletó está dentro do guarda-roupa. (Premissas)


O guarda-roupa está fechado. (Premissas)
Preciso abrir o guarda-roupa para poder pegar o paletó.
(Conclusão)

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Lógica
Nota:

Existem várias formas de se pensar sobre o mesmo


problema, a resolução pode ser diferente, mas no final os
resultados esperados podem ser alcançados, isso porque,
cada pessoa tem uma forma diferente de pensar, podemos
dizer que nenhuma lógica é errada, soluções diferentes
podem estar corretas, porém, existem soluções que são
consideradas mais adequadas dependendo do contexto.

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Lógica
Mas o que é uma solução adequada?

Solução adequada é aquela que prevê a possibilidade de


que certa situação alcance resultados de forma mais
eficiente.

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Lógica
Exercícios:

1) Uma lesma deve subir um poste de 10m de altura. De


dia sobe 2m e à noite desce 1m. Em quantos dias
atingirá o topo do poste?
2) O pai do padre é filho do meu pai. O que eu sou do
Padre?
3) Qual o próximo número da sequência 7, 8, 10, 13, 17?
4) Um pai de 80 kg e suas 2 filhas (40 kg cada) precisa sair
de uma ilha com um barco. Porém a capacidade do
barco é de 80 kg. Como farão para sair da ilha?
5) Qual é o dobro da metade de dois?

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Lógica
CONCEITOS DE LÓGICA

- DADO: Elemento básico para processamento eletrônico


de dados. É a menor unidade da informação;

- INFORMAÇÃO: Conjunto de dados sobre um determinado


elemento;

- SISTEMA: Conjunto estruturado de elementos que


interagem para atingir um objetivo;

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Lógica
CONCEITOS DE LÓGICA

LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO: Notação formal para


descrição de algoritmos que são executados a partir de um
computador.

Existem duas classificações de linguagem de programação,


as de baixo nível (Assembly – consistem em códigos de
operação) e as de alto nível (Java – Aproxima-se das
linguagens utilizados por humanos);

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Lógica
CONCEITOS DE LÓGICA

BAIXO NÍVEL: Os programas são processados mais


rapidamente, pois ocupam menos espaço em memória,
porém com pouca portabilidade;

ALTO NÍVEL: Os programas têm maior portabilidade,


porém exigem mais de processamento.

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Lógica
CONCEITOS DE LÓGICA

INTERPRETADOR: Executam as instruções indicados por


comando através da linguagem de programação, traduzindo
de uma-a-uma as instruções e executando-as, sem gerar
código-objeto (.exe) como resultado.

COMPILADOR: Rotinas que geram um arquivo executável,


de forma que traduz todo o programa escrito em linguagem
de alto nível para baixo nível, possibilitando o entendimento
do computador, gerando como resposta um código-objeto.

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Algoritmo
Que passos devemos seguir para trocar uma lâmpada:
Exemplo:

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Algoritmo
Que passos devemos seguir para fazer um bolo:
Exemplo:

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Algoritmo
Que passos devemos seguir para preparar um café:
Exemplo:

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Exercícios:

1) Agora, defina um comportamento de um algoritmo


para ir ao trabalho pela manhã.

2) Agora, defina um comportamento de um algoritmo


para trocar pneu do carro.

3) Agora, defina um comportamento para entrar em sua


casa.

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Algoritmo e Programação

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Algoritmo
INTRODUÇÃO

Um algoritmo é uma sequência ordenada finita de


operações definidas que quando executadas por um
computador operando sobre dados em um determinado
tempo produzem algum resultado, objetivado em seu início.

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Algoritmo
INSTRUÇÕES:

Indica qual ação algum objeto deve agir, algoritmos são


baseados em instruções a serem realizadas.

A construção de um algoritmo passa por quatro fases:

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Algoritmo
INSTRUÇÕES:

1 - ABSTRAÇÃO DOS DADOS – Conhecimento do objetivo


a ser tratado no problema;

2 - DEFINIÇÃO DAS ENTRADAS – Definição dos dados


que precisam ser conhecidos para resolução do problema;

3 - PROCESSAMENTO – Cálculo e operações necessárias


para que se atinja o objetivo em questão;

4 - SAÍDA – Resultado do processamento.

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Algoritmo
Exemplo:

1) Para calcular a média de um aluno, dadas quatro notas


(N1, N2, N3, N4).

A) Objetivo: Calcular a média de um aluno

B) Entrada: As quatro notas

C) Processamento: Somar as quatro notas e dividir por 4

D) Saída: Média dos alunos

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Algoritmo
Exercício:

01 – Identifique os dados de entrada, processamento e


saída do algoritmo abaixo:

Receba o código da peça;


Receba o valor da peça;
Receba quantidade de peças;
Calcule o valor total da peça;
Mostre o código da peça e seu valor total;

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Algoritmo
ALGORITMOS – E AS SUAS FORMAS DE
REPRESENTAÇÃO

Os algoritmos podem ser representados de três formas,


sendo através de:

- uma narração descritiva,

- de um fluxograma ou

- através de pseudocódigo.

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Algoritmo
ALGORITMOS – E AS SUAS FORMAS DE
REPRESENTAÇÃO

Vejamos detalhadamente essas três formas:


1 - Narração Descritiva: Representação do problema é
feita por meio da linguagem natural, descrevendo os
passos que devem ser seguidos para solução de um
problema.

Exemplo: Algoritmo que efetua a soma entre dois números.


É preciso obter como entrada dois números quaisquer,
esses números devem ser somados, e então o resultado
apresentado.

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ALGORITMO
ALGORITMOS – E AS SUAS FORMAS DE
REPRESENTAÇÃO

Vejamos detalhadamente essas três formas:


2 - Fluxograma: Notação gráfica que permite indicar as
ações e decisões.

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Algoritmo
ALGORITMOS – E AS SUAS FORMAS DE
REPRESENTAÇÃO

Vejamos detalhadamente essas três formas:


2 - Fluxograma: Simbologia a ser utilizada na construção de
um fluxograma:

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Algoritmo
ALGORITMOS – E AS SUAS FORMAS DE
REPRESENTAÇÃO

Vejamos detalhadamente essas três formas:


3 - Pseudocódigo: Representação do problema por meio de
regras pré-definidas, sendo uma linguagem restrita e
estruturada. Conhecido como Portugol ou Português
Estruturado.

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Algoritmo
ALGORITMOS – E AS SUAS FORMAS DE
REPRESENTAÇÃO

Exercício:

Faça um algoritmo para mostrar o resultado da


multiplicação de dois números

a)Descrição Narrativa,
b)Fluxograma
c)Pseudocódigo

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Algoritmo
ALGORITMOS – E AS SUAS FORMAS DE
REPRESENTAÇÃO

Exercício:

2) Faça um algoritmo em Descrição Narrativa, Fluxograma


e Pseudocódigo para calcular a média aritmética de um
aluno e mostrar a situação, que pode ser aprovado ou
reprovado.

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Algoritmo e Programação

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Algoritmo
O QUE FAZER PARA COMEÇAR A ESCREVER UM
ALGORITMO

Entender o objetivo do algoritmo é 50% do caminho para se


chegar a resolução, se não temos certo onde queremos
chegar, podemos dominar a linguagem de programação
que não conseguirmos resolver o problema exposto.

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Algoritmo
O QUE FAZER PARA COMEÇAR A ESCREVER UM
ALGORITMO

1 - Leia cuidadosamente a especificação do problema.

2- Faça uma análise de todas as saídas que o programa


exige, isto é tudo aquilo que vai ser mostrado de alguma
forma para o usuário, seja uma informação, o resultado
de um cálculo ou uma resposta.

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Algoritmo
O QUE FAZER PARA COMEÇAR A ESCREVER UM
ALGORITMO

3 - Levante todas as entradas necessárias, ou seja, tudo


aquilo que vai ser necessário para alcançar o objetivo do
algoritmo. Tudo isso, são variáveis que devem ser
declaradas para utilização no processamento do
algoritmo.

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Algoritmo
O QUE FAZER PARA COMEÇAR A ESCREVER UM
ALGORITMO

4 - Analise os cálculos que devem ser feitos para que se


chegue ao resultado que se busca, verifique o tipo de
estrutura de controle será utilizado para o algoritmo, se
será necessário utilizar um laço de repetição.

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Algoritmo

VARIÁVEIS

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Algoritmo
VARIÁVEIS
Consiste em um espaço utilizado na memória do
computador para armazenar algum tipo de dado, as
variáveis podem assumir quatro tipos básicos, sendo:

1) Inteiro;
2) Real;
3) Caractere;
4) Lógico;

Obs.: Na hora de escrever os códigos no software Visualg, o tipo de dado


caractere é apresentado como caracter.

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Algoritmo
VARIÁVEIS

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Algoritmo
VARIÁVEIS

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Algoritmo
VARIÁVEIS

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Algoritmo
VARIÁVEIS

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Algoritmo
VARIÁVEIS

O primeiro passo quando criar uma variável é identificar


o seu tipo, após isso precisamos dar um nome a essa
variável, ao nomear uma variável devemos prestar
atenção em algumas regras para utilização desse nome:

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Algoritmo
VARIÁVEIS

Regras para utilização:

1) Uma variável deve começar sempre com uma letra;

2) Não é permitido espaços entre nomes de variáveis;

3) Nomes reservados da linguagem de programação,


também não podem ser usados;

4) Caracteres especiais também não podem ser


utilizados (!, ?, @, $, &, *, +, =).

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Algoritmo
VARIÁVEIS

Quadro de palavras reservadas, que não podem ser usadas


como nome em variáveis

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Algoritmo
VARIÁVEIS
A partir disso, já podemos declarar uma variável, a partir do
seu nome e do seu tipo, a sequencia que seguimos é,
primeiro o nome e depois o seu tipo:

nome: caractere[20]
idade: inteiro
nota: real
valor1: inteiro
media, nota1, nota2, nota3: real

Obs.: Em variáveis do tipo caractere, podemos definir o tamanho que a variável


pode assumir, colocando um número entre colchetes, como no exemplo acima,
o nome não pode possuir mais de 20 caracteres.

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Algoritmo
VARIÁVEIS
Abaixo temos alguns exemplos de nomes não permitidos
para declaração de variáveis:

nome pessoa: caractere


x!: real
media 2: real
valor?: inteiro
a+b: inteiro
.media : real

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Algoritmo
VARIÁVEIS

Quando declaramos uma variável, seu valor inicial é nulo, a


partir do processamento do algoritmo, ela passa a receber
valores. Durante a execução de um algoritmo uma variável
pode receber vários valores, sendo que armazena só o
último que recebeu.

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Algoritmo
VARIÁVEIS

Quando uma variável assume um valor que não pode ser


mudado durante a execução de um algoritmo, chamamos
as de constantes. O valor de uma constante é o mesmo do
inicio ao fim do algoritmo, um exemplo prático para se
utilizar de constante é o valor do π, que e constante e em
todo cálculo vale 3,14.

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Algoritmo

OPERADORES

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Algoritmo
OPERADORES

Trabalhamos com quatro tipos de operadores. Esses


operadores serão utilizados durante o processamento de
algum algoritmo, vejamos agora as classificações entre os
operadores existentes: os aritméticos, os relacionais, os
lógicos e o de atribuição.

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Algoritmo
Operadores aritméticos:

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Algoritmo
Operadores relacionais:

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Algoritmo
Operadores Lógicos:

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Algoritmo
Operadores Lógicos:
Os operadores lógicos são utilizados para os cálculos que
envolvem álgebra booleana, onde são analisadas
preposições a partir dela, uma conclusão é tomada, abaixo
vemos uma tabela de comparação tomada a partir dos
operadores lógicos:

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Algoritmo
Operadores Lógicos:

Exercício: Considerando a = V e b = F, resolva as seguintes


expressões lógicas:
1) ~a =
2) ~b =
3) a ^ b =
4) a v b =
5) (~a) ^ b =
6) (~a) v b =
7) a ^ (~b) =
8) a v (~b) =
9) (~a) ^ (~b) =
10)(~a) v (~b) =
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Algoritmo
Operador de atribuição:

Forma para especificar que uma variável receberá um valor.


Essa operação será indicada pelo sinal de igual (linguagem
de programação) ou ← (representação algorítmica).

Exemplo:
a <-7;
nome <- Cascavel;
ab <- 1,2;

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Algoritmo

COMANDOS DE
ENTRADA/SAÍDA

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Algoritmo
COMANDOS DE ENTRADA/SAÍDA

Entrada e Saída de Dados: Um computador processa algo,


esse processamento é feito sobre informações que são
passadas a eles, essas informações são tratadas como
“entradas”, essas entradas sofrem ações, que nada mais é
a ação do processamento, transformando-as em “saídas”.

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Algoritmo
COMANDOS DE ENTRADA/SAÍDA

ENTRADA: Utiliza-se na representação algorítmica o


comando “leia”, que lê valores e atribui-os a variáveis
indicadas, como no exemplo:

escreva(“Digite um nome: “)
leia(nome);

O comando escreva foi utilizado apenas para mostrar a


mensagem (Digite um nome na tela), quem faz a atribuição
do nome digitado pelo usuário para variável nome, é o
comando leia.

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Algoritmo
COMANDOS DE ENTRADA/SAÍDA

SAÍDA: É utilizado o comando “escreva”, que permite


que os resultados sejam exibidos. Podemos observar a
utilização do comando no exemplo a seguir:

escreva(“A sua média é: “, media)


escreva (“Estou estudando lógica de programação”)

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Algoritmo
COMANDOS DE ENTRADA/SAÍDA

Exemplo:

algoritmo “teste”
var
idade: inteiro
nome: caractere[20]
inicio
escreva (“Digite o seu nome: “)
leia(nome)
escreva(“Digite a sua idade: “)
leia(idade)
escreva(“Olá “, nome, “ você tem”, idade, “ anos.”)
fim
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Algoritmo
Exercícios:

1. Faça um algoritmo que receba dois números e exiba o resultado da


sua soma.

2. Faça um algoritmo que receba dois números e ao final mostre a


soma, subtração, multiplicação e a divisão dos números lidos.

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Algoritmo

TESTE
DE MESA

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Algoritmo
Teste de Mesa

O teste de mesa consiste em uma técnica utilizada para


simular a execução dos algoritmos, a fim de testar o
processamento, essa prática é feita simulando o valor que é
armazenado nas variáveis conforme o processamento é
realizado pelo algoritmo.

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Algoritmo
Teste de Mesa

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Algoritmo

ESTRUTURA CONDICIONAL

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL

Os algoritmos que escrevemos até agora baseavam em


uma sequência linear, onde as instruções eram executadas
de forma sequencial, não havendo nenhum tipo de desvio,
a partir de agora, fazendo uso de estruturas condicionais,
faremos desvios, que acontecerão de acordo com análises
que são feitas em determinadas ações durante o
processamento.

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL

Exemplo: Vamos analisar a seguinte situação:


“Chegamos a um caixa eletrônico, e inserimos o cartão para
sacar o dinheiro, após inserir o cartão, a senha é requerida,
se a senha digitada for à correta, o algoritmo continua a ser
executada, caso a senha digitada estiver errada, há um
desvio e é informada uma mensagem que a senha estava
inválida”.

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL SIMPLES

Nesse tipo de estrutura, uma condição é analisada, e caso


seja verdadeira, é executa um conjunto de instruções que
está dentro do bloco da estrutura, se a condição for falsa, a
instrução a ser executada é a primeira que está abaixo do
fimse. Sua sintaxe é:
se (<<Condição>>) então
<<Instrução>>
fimse

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL SIMPLES

Exemplo:

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL COMPOSTA

Na estrutura do tipo composta, podemos dizer que


avaliamos uma condição por completo. Na estrutura
simples, a condição é testada e caso seja verdadeira, um
conjunto de instruções é executada, a diferença em utilizar
uma estrutura condicional composta está justamente ai,
quando se analisa uma condição, caso esta for verdadeira
um conjunto de instrução são executadas, e se caso essa
condição for falsa, outro conjunto de instruções passa a ser
executada, então, tanto faz o resultado da analise da
condição sendo verdadeira ou falsa alguma instrução será
executada. Sua sintaxe é:

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL COMPOSTA

Sua sintaxe é:

se (<<Condição>>) então
<<Instrução se a condição for verdadeira>>
senão
<<Instrução se a condição for falsa>>
fimse

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL COMPOSTA

Exemplo:

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL ANINHADA (ENCADEADA)

Essa é estrutura é utilizada quando precisamos verificar


condições sucessivas, isto é, podemos utilizar uma
condição dentro de outra.

Exemplo:

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL ANINHADA (ENCADEADA)

Essa é estrutura é utilizada quando precisamos verificar


condições sucessivas, isto é, podemos utilizar uma condição
dentro de outra, para isso vamos analisar o seguinte problema:

“Temos três números digitados, precisamos saber qual é o


maior”. Vejamos:

OBJETIVO: Encontrar o maior número digitado;

ENTRADA: Obter três números inteiros;

PROCESSAMENTO: Comparar os três números digitados e


encontrar o maior;

SAÍDA: Imprimir o maior número. 73


Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL ANINHADA (ENCADEADA)

As entradas dos números serão armazenadas nas variáveis a, b e c, para


encontrar o maior número precisamos realizar comparações entre os números
digitados, primeiro faremos a comparação se o valor de a>b, se o valor de a for
maior, então faremos a comparação se o valor de a>c, isso consiste na primeira
estrutura condicional. Se no teste de a>b, obtivermos uma resposta falsa,
iremos para o senão, onde será avaliado se o valor de b>c, o código abaixo
exemplifica o funcionamento:

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Algoritmo
ESTRUTURA CONDICIONAL ANINHADA (ENCADEADA)

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DECISÃO MÚLTIPLA

Utilizando a estrutura de decisão múltipla podemos avaliar


várias condições ao mesmo tempo, sendo alguma dessas
condições satisfeitas, executa-se a instrução da qual a
condição é verdadeira. A sintaxe de funcionamento é a
abaixo:

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DECISÃO MÚLTIPLA

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DECISÃO MÚLTIPLA

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO

São conjuntos de comandos que repetem instruções em


uma quantidade predeterminada ou não.

O VisuAlg implementa as três estruturas de repetição


usuais nas linguagens de programação: o laço contado
para...ate...faca, e os laços condicionados enquanto...faca e
repita...ate.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO

Para ... Faça: É utilizado somente quando soubermos o número de


vezes que a repetição será realizada. Para utilizar uma estrutura PARA,
precisamos obrigatoriamente utilizar uma variável de controle, que tem como
objetivo controlar o número de repetições a ser feita, a sintaxe da estrutura é
apresentada a seguir:

Onde:
VARIÁVEL: é a variável contadora, que vai controlar a estrutura de repetição, sendo do
tipo inteiro;
INICIO e FIM: significa o intervalo que será executado;

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO

Para ... Faça: (Vamos construir um algoritmo para efetuar a tabuada de


um número qualquer.)

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO

Enquanto ... Faça: A estrutura enquanto é um laço condicional, ou


seja, o número de repetições depende de uma condição imposta ao usuário,
utilizada sempre que você não sabe o número de vezes que uma repetição irá
ser realizada. Vejamos a seguir a sintaxe de montagem da estrutura:

Diferente do laço PARA, no laço ENQUANTO não temos uma variável que controla o número de
repetições do laço, por isso, temos aqui um cuidado especial, pois é essa variável de controle que
coloca um fim no número de repetições a ser feita, não tendo essa variável podemos deixar o nosso
loop (número de repetições) infinito.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO

Enquanto ... Faça:

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO

Repita ... Até: A estrutura “Repita...até” segue o mesmo princípio da


“Enquanto Faça”, porém a verificação condicional é realizada no final da
repetição, deste modo pelo menos uma vez a estrutura é executada. Vejamos a
seguir a sintaxe de montagem da estrutura:

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO
Repita ... Até: Importante: Como o laço repita...ate testa sua condição de
parada depois de executar sua sequencia de comandos, esta sequencia poderá ser
executada uma ou mais vezes.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO
Repita ... Até: Com esta sintaxe alternativa, o uso do interrompa é obrigatório, pois é a
única maneira de se sair do laço repita...fimrepita; caso contrário, este laço seria
executado indeterminadamente.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS HOMOGÊNEAS

As estruturas de dados homogêneas têm como objetivo


armazenar diversos valores em uma mesma variável, esses
valores tem que ser do mesmo tipo. As estruturas
homogêneas se dividem em duas: vetores
(unidimensionais) e matrizes (multidimensionais).

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS - VETOR

Consistem em um arranjo de elementos armazenados na


memória principal sequencialmente.
Um vetor nada mais é que uma linha, onde podemos
armazenar vários números.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS - VETOR

Na representação acima temos um vetor de cinco posições, onde o valor 15


está armazenado na posição 1 do vetor, o 10 na posição 2, o número 0 na
posição 3, o valor 5 na posição 4 e por fim o valor 1 na posição 5. A declaração
de um vetor deve seguir a sintaxe abaixo:

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS - VETOR
Faça um algoritmo que leia o nome de 10 alunos, e imprima uma relação dos
nomes cadastrados.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS - VETOR
Faça um algoritmo que leia 10 números, e imprima uma relação dos números
cadastrados.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS - MATRIZ

Conhecidas também como variáveis homogêneas multidimensionais, as


matrizes diferente dos vetores podem possuir mais de uma dimensão,
enquanto os valores de um vetor são alocados em uma linha, os valores
das matrizes são armazenados em linha e coluna, isto significa que ao
utilizar um índice para pesquisar ou inserir um valor em uma matriz,
utilizamos dois índices, uma para a linha e outro para a coluna.
.

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS - MATRIZ

A matriz do exemplo acima é uma matriz 4 X 4, possui 4 linhas e 4 colunas.


Dizemos que também o valor 10, ocupa a posição 2X3, fazendo referência à
linha 2 e a coluna 3. Ao declarar uma matriz como a do exemplo acima,
seguimos a mesma sintaxe de um vetor, vejamos:

notas: vetor [1..4,1..4] de real


media: vetor [1..8,1..4] de real
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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS – MATRIZ
Criar um algoritmo que leia uma matriz 3x3 e exiba a matriz preenchida:

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS – MATRIZ
Criar um algoritmo que leia uma matrizes 3x3. Em seguida,
exiba a soma dos elementos de cada uma das linhas. Ex:

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS – MATRIZ
Criar um algoritmo que leia uma matriz 3x3. Em seguida, exiba a soma dos
elementos de cada uma das linhas. Ex:

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Algoritmo
ESTRUTURA DE DADOS – MATRIZ
Faça um algoritmo para ler uma matriz de 3×4 de números reais e depois exibir
o elemento do canto superior esquerdo e do canto inferior direito.

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