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CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDOS DE PROTEÇÃO DE

SOBRECORRENTES PARA ENTRADAS DE SERVIÇO EM MÉDIA TENSÃO DE


CONSUMIDORES COM POTÊNCIA TRANSFORMADORA SUPERIOR A 300KVA

1- Deverá ser apresentado um estudo de proteção mostrando, analiticamente e


graficamente, a seletividade entre o relé de proteção do alimentador da Energisa
TO e o relé de proteção da entrada de serviço do cliente;

2- O estudo de proteção deverá conter um memorial descritivo com o


detalhamento dos cálculos para o dimensionamento dos TCs e para a definição
dos ajustes do relé de sobrecorrente do cliente, tendo por base os ajustes do
relé da Energisa e os níveis de curto-circuito no ponto de derivação da unidade
consumidora, que serão informados em até 15 dias após a solicitação ao
seguinte e-mail: protecao.eto@energisa.com.br (Proteção – ETO);

3- No memorial descritivo deve também vir especificada a marca e modelo dos


seguintes equipamentos que serão utilizados para a proteção de sobrecorrentes
do cliente:

• Disjuntor/Religador;
• Relé de controle;
• Transformadores de Correntes de proteção.

4- Devem ser apresentados Coordenogramas evidenciando, de forma clara, a


seletividade entre a proteção da Energisa e a do cliente. Esses coordenogramas
devem ser separados para a proteção de fase e para a proteção residual. Devem
conter as indicações das correntes de inrush de fase e inrush residual bem como
o ponto ANSI/NANSI do(s) transformador(es), e todas as curvas devem ser
distinguidas e identificadas para uma fácil visualização. As curvas dos elos
fusíveis envolvidos no sistema de proteção também deverão ser ilustradas nos
coordenogramas;

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5- A corrente de partida da unidade temporizada de fase, do relé do cliente, deve
ser calculada com base em 125% da demanda máxima contratada e FP=0,92.
Para a unidade temporizada residual adotar, no máximo, 20% da corrente de
partida de fase;

6- As correntes de partida das unidades instantâneas de fase e residual devem


ser 10% superiores às correntes de inrush de fase e residual do(s)
transformador(es), respectivamente;

7- Para determinação da corrente de inrush parcial de fase adotar o seguinte


critério: 10 vezes a corrente nominal do maior transformador mais a soma das
correntes nominais dos demais transformadores. Para a corrente de inrush
parcial residual usar 20% da de fase. Caso o transformador seja à seco usar o
fator 14 em lugar de 10;

8- A corrente de inrush a ser considerada nos cálculos para proteção, deverá ser
a corrente de inrush real, ou seja, a corrente de inrush do(s) transformador(es),
obtida de acordo com o critério acima (7), atenuada pela impedância da fonte,
no ponto de instalação da unidade consumidora:

1
=
1 1
( )

+ #
( ) Á"

Para se obter a corrente de inrush real residual calcular como sendo 20% da de
fase;

9- Apresentar o cálculo do Ponto ANSI dos transformadores: o ponto ANSI é o


máximo valor de corrente que um transformador pode suportar durante um
período definido de tempo sem se danificar.

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100
= . ) [+]
$
&%

Sendo Z%, a impedância percentual de cada transformador e In a corrente


nominal do transformador em Amperes, conforme abaixo:
-
) =
√3. 012345

Sendo S a potência parente nominal do transformador e Vlinha a tensão de


linha do transformador.
No caso de falta fase-terra este valor, para transformador triângulo-estrela
com neutro solidamente aterrado (válido para os transformadores de unidades
consumidoras da Concessionária), é 0,58 vezes o ponto ANSI. Assim, os valores
de corrente serão:
100
= 0,58. . ) [+]
$
&%
De maneira geral e objetivando lançar estes pontos nos Coordenogramas,
pode ser utilizada a seguinte tabela:

Tempo Máximo de
Z% (Ohms) Ponto ANSI (Amperes)
Duração (segundos)
4 25 x In 2
5 20 x In 3
6 16,6 x In 4
7 14,3 x In 5

10- Apresentar uma Ordem para Graduação completa, ou seja, uma Ordem de
Ajuste específica para o relé que será aplicado na obra. Essa Ordem de Ajuste
do relé deverá ser apresentada em forma de tabela, contendo as seguintes
colunas (ver manual do relé escolhido), para todos os parâmetros de ajuste que
o relé possuir: parâmetro a ser ajustado; descrição do parâmetro; faixa de ajuste
disponível do parâmetro; ajuste proposto para o parâmetro.
Obs.: Na Ordem de Graduação devem constar os ajustes propostos com
os valores que serão de fato setados no relé, e não os valores de ajuste primário;
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11- Informar no memorial descritivo se haverá ou não geração particular. Em
havendo, conforme o regime de seu funcionamento, atender aos quesitos
básicos do tópico de geração própria (Anexo 1 e 2):

• Anexo 1 – Requisitos mínimos necessários para operação de


geração particular de forma isolada;
• Anexo 2 – Requisitos mínimos necessários para operação de
geração particular em regime de paralelismo momentâneo.

Caso não possua geração própria, favor apresentar a Declaração do não uso
de geração própria (Apêndice F), com firma reconhecida.

12- Apresentar uma cópia da ART de elaboração de estudo de seletividade entre


a proteção de sobrecorrentes da unidade consumidora e a proteção do
alimentador da Energisa TO que atenderá essa unidade. A cópia deverá estar
paga, assinada pelo responsável técnico e pelo contratante. No campo “resumo
de contrato” deve constar os dados do projeto de proteção, tais como:
“Elaboração de projeto de proteção e seletividade entre a proteção em média
tensão do cliente e a proteção a montante da concessionária Energisa TO,
potência instalada de _____kVA, com uso de um disjuntor/religador de
marca________ e modelo________, um relé de marca________ e
modelo________, com emissão de Ordem de Graduação para parametrização
do(s) relé(s).”

13- Apresentar uma cópia da ART de execução do projeto de proteção, ou seja,


a ART relativa à implantação e parametrização dos equipamentos de proteção
previstos no projeto, para as instalações do cliente. Nessa ART deverá vir citado
no campo “resumo do contrato” que: “Será instalado um disjuntor/religador da
marca________ e modelo________, um relé da marca________ e
modelo________ e que serão implantados no relé os ajustes aprovados pela
concessionária e que constam no estudo de proteção e seletividade (projeto)”. A
cópia deverá estar paga, assinada pelo responsável técnico e pelo contratante;
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13.1 IMPORTANTE:
Caso não seja possível emitir a ART de tipo "execução" nesta fase de
protocolação do projeto (por motivo justificável: não contratação do responsável
técnico pela execução, processo de licitação), favor providenciar um documento
COM FIRMA RECONHECIDA onde o proprietário da obra se compromete a
encaminhar ao setor de projetos essa ART tão logo seja definido quem irá
executar o seu projeto de proteção e, também, deverá apresenta-la no ato de
vistoria para ligação. Caso seja emitido este documento e reste apenas este item
como pendência na análise do projeto, o projeto passará a ter o status de
"aprovado com ressalvas". A não entrega da ART de execução, nesse caso,
acarretará na não ligação do cliente pela equipe de vistoria;

14- No memorial descritivo deve constar que o religamento automático do


religador será bloqueado, e esse ajuste de bloqueio, também deverá estar
contido na Ordem de Ajuste do relé;

15- Fonte de alimentação auxiliar: é necessária a utilização de fonte auxiliar


para alimentação do relé, pois durante a ocorrência de CC o nível de tensão
tende a zero; assim, deve haver um sistema que, alimentado a partir do
secundário de um TP auxiliar de proteção, mantenha a alimentação no relé pelo
tempo mínimo necessário a abertura do disjuntor. Este dispositivo deve ser um
sistema “no-break” ou similar de forma que não haja interrupção na alimentação
do relé.

16- As instalações devem ser construídas de acordo com a Norma de


Distribuição Unificada n°2 (NDU-002) do grupo Energisa –
http://www.energisa.com.br, seção: normas técnicas;

17- Todos os trâmites de documentações e entradas de projetos devem ser


protocolados no Setor de Projetos da Energisa TO. Telefone: (63) 3219-5000 –
E-mail: protocolo@energisa.com.br; duvidas técnicas contatar o setor de
proteção da Energisa TO através do telefone (63) 3219-5119.
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Anexo 1 - REQUISITOS MÍNIMOS NECESSÁRIOS PARA OPERAÇÃO DE
GERAÇÃO PARTICULAR DE FORMA ISOLADA

Entendem-se como sistemas de geração própria com operação de forma


isolada, para atendimento em situações emergenciais, aqueles nos quais não há
um sistema eletrônico de supervisão de sincronismo, comando, proteção e de
transferência automática, ininterrupta e momentânea das cargas da rede da
Energisa TO para a geração própria e vice-versa.
Nesse tipo de sistema, em nenhuma hipótese poderá haver o paralelismo
dos geradores particulares com a rede da Energisa TO. Para evitar qualquer
possibilidade de paralelismo, os projetos das instalações elétricas devem
obedecer a uma das soluções abaixo:

• Construção de circuito de emergência absolutamente independente da


instalação normal, alimentado unicamente pela geração particular;

• Instalação de um dispositivo de reversão de acionamento manual ou


elétrico, com intertravamento elétrico e mecânico separando os circuitos
alimentados pelo sistema da Energisa TO e pela geração particular, de
modo a alternar o fornecimento. Para instalação deste sistema, devem ser
apresentadas para análise, as seguintes informações:

Diagrama unifilar elétrico e funcional com detalhes do


intertravamento (elétrico e mecânico);
Desenho indicando a independência entre as fontes;
Desenho indicando a localização e características da chave
de comutação de fontes;
Características técnicas do grupo motor-gerador;
Termo de Responsabilidade pelo uso de geração própria de
forma isolada (Apêndice E), com firma reconhecida.

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Anexo 2 - REQUISITOS MÍNIMOS A SEREM ATENDIDOS PARA OPERAÇÃO DE
GERAÇÃO PRÓPRIA EM REGIME DE PARALELISMO MOMENTÂNEO

A Energisa TO só permitirá o paralelismo momentâneo da rede com o


gerador do consumidor desde que não resulte em problemas técnicos e de segurança
para o sistema desta Concessionária, bem como para outros consumidores em geral.
O acessante responderá civil e criminalmente pela inobservância das exigências
estabelecidas neste Anexo, sendo responsável pelos danos pessoais e materiais que
venham a ser causados por manobras, operações ou interligações indevidas,
provocando acidentes na rede elétrica desta Concessionária. O projeto deverá ser
submetido à análise prévia da Energisa TO, que verificará a possibilidade do
paralelismo, podendo, quando necessário, por meio de notificação, solicitar a
instalação de novos equipamentos para aumentar a confiabilidade do sistema de
transferência. Além disso, todos os equipamentos específicos para instalação do
sistema de paralelismo devem atender aos requisitos mínimos contidos neste Anexo,
reservando-nos o direito de solicitar a substituição e/ou inclusão de novos
equipamentos:

1- A conexão do sistema de geração própria da unidade consumidora ao sistema de


distribuição da Energisa TO deverá ser feita pelo disjuntor de transferência;

2- Os relés secundários destinados diretamente à proteção do sistema da Energisa


TO devem ser alimentados por transformadores para instrumentos instalados no
mesmo ponto elétrico do disjuntor de transferência e exercer a atuação neste;

3- Instalação de disjuntor supervisionado por relés de verificação de sincronismo e


monitorado por um sistema de supervisão, comando, proteção e controle de
transferência de carga em rampa, no qual as cargas são transferidas automática e
ininterruptamente da rede da Energisa TO para o sistema de geração própria e
vice-versa, garantindo um tempo máximo de paralelismo de 30 segundos;

4- O sistema de geração própria deverá ser trifásico e operar em 60 Hz;


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5- Todos os transformadores de força utilizados na instalação deverão ser conectados
em triângulo no lado de média tensão e em estrela aterrado no lado de baixa tensão;

6- Após o funcionamento em regime de paralelismo momentâneo, o sistema de geração


própria deverá assumir a carga total do circuito definido para ser suprido por ele, sem
ocorrer alimentação parcial de cargas em paralelo com o sistema da Energisa TO;

7- O sistema de geração própria, enquanto perdurar o paralelismo momentâneo, não


poderá induzir, no ponto de conexão com o sistema da Energisa TO, o aparecimento
de potência de curto-circuito simétrico superior a 250 MVA quando o fornecimento for
à tensão de 13,8 kV e de 500 MVA quando o fornecimento for em 34,5 kV;

8- Na ocorrência de uma falta na rede da Energisa TO, durante o paralelismo


momentâneo, o sistema de supervisão deverá abrir o disjuntor de transferência e
isolar o sistema de geração própria da unidade consumidora, em tempo inferior a 0,5
s, ou seja, antes do primeiro religamento automático do circuito alimentador da rede
da Energisa TO;

9- Nos circuitos pertinentes ao sistema de geração própria não poderá ser instalado
qualquer equipamento com religação automática;

10- Para poder operar em regime de paralelismo momentâneo, o sistema de geração


própria deverá ser provido, no mínimo, de equipamentos que desempenhem as
seguintes funções de proteção:

10.1- Função de verificação de sobrecorrente (51, 51N) com ajustes segundo


curvas de atuação que atendam as normas ANSI ou IEC pertinentes. A função
51 deverá ter seu pick-up ajustado para 125 % da maior demanda contratada da
unidade consumidora, com tempo mínimo de operação de 300 ms, menor que o
equipamento de proteção de fase a montante da Energisa. A função 51N deverá
ser ajustada para no máximo 20% do pick-up de fase, também com um tempo
mínimo de operação de 300 ms, a menor que a proteção de neutro à montante
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da Energisa TO. Essas duas proteções devem atuar no disjuntor de proteção
geral de média tensão da unidade consumidora;

10.2- Função de verificação de sobrecorrente (50, 50N) com ajustes segundo


curvas de atuação que atendam as normas ANSI ou IEC pertinentes. A função 50
deverá ter seu pick-up ajustado para um valor inferior ao ponto ANSI do(s)
transformador(es) e superior em 10% à corrente de inrush de fase do(s) mesmo(s). A
função 50N deve ser ajustada superior em 10% à corrente de inrush de neutro e deve
atuar no disjuntor de proteção geral de média tensão;

10.3- Função de verificação de sobrecorrente direcional de fase (67), que deverá


atuar nos casos em que o sistema de geração própria possa alimentar uma falta na
rede da Energisa TO, durante o intervalo de tempo em que perdurar o paralelismo
momentâneo. Essa proteção deve ser ajustada em, no máximo, 10% da corrente
nominal de fase da geração instalada na unidade consumidora e deve atuar num
tempo de 300 ms, no máximo, no disjuntor geral em média tensão da unidade
consumidora ou no disjuntor de transferência;
10.4- Função de verificação de potência inversa (32) com temporização (62),
para atuar nos casos em que ocorrer fluxo reverso para a rede da Energisa TO,
durante o tempo do paralelismo momentâneo. O fluxo reverso não poderá ser superior
a 15 % da potência aparente nominal de geração instalada na unidade consumidora,
limitada a 500 kVA por um período de, no máximo, 500 ms. Esta proteção deverá atuar
no disjuntor de transferência ou no disjuntor de proteção geral de MT.
10.5- Função de verificação de Subtensão (27) com temporização (62), para
atuar nos casos em que ocorrer ausência de tensão na rede da Energisa TO, inibindo
o fechamento do disjuntor de proteção geral de MT e/ou iniciar a transferência de
carga da geração própria para a rede da Energisa TO quando do retorno de tensão.
Esta proteção deverá ser ajustada para atuar caso a tensão na rede da Energisa TO,
seja inferior a 90 % da tensão nominal, por um tempo máximo de 3 s. Esta proteção
deve atuar no disjuntor de proteção geral de MT ou no disjuntor de transferência.
10.6- Função de verificação de sincronismo (25), para possibilitar o sincronismo
entre as fontes;
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10.7- Função de verificação de Sobretensão (59), para detectar tensões acima do
normal na rede e comandar o desligamento do disjuntor geral de MT. Esta proteção
deve ser ajustada para 110 % da tensão nominal da rede da Energisa, com um tempo
de desconexão de no máximo 1 s, devendo atuar no disjuntor de proteção geral de MT;

10.8- Função de verificação de inversão de sequência de tensões de fase (47).


Esta proteção deverá desligar o disjuntor de proteção geral de MT da unidade
consumidora quando da ocorrência de inversão de fase no sistema elétrico da
Energisa TO;

10.9- Função de controle de tempo de rampa (troca de fontes). A taxa de


transferência de carga (kW/s) deve ser ajustada para que a transferência
ininterrupta seja completada em no máximo 15 s.

10.10- Todo o sistema de proteção deverá ser testado pelo fabricante na


presença de inspetores da Energisa TO;

11- Em nenhuma hipótese os circuitos da Energisa TO que estiverem fora de operação


poderão ser energizados pelo sistema de geração própria. Caberá ao
consumidor toda a responsabilidade legal no caso de eventuais danos materiais
e pessoais decorrentes desse fato;

12- É de responsabilidade do consumidor a proteção de seus equipamentos, razão


pela qual, esta concessionária não se responsabilizará por eventual dano que
possa ocorrer em seu(s) gerador(es) ou qualquer outra parte do seu sistema
elétrico devido a defeito, surto e etc;

13- A instalação de sistema de geração própria em unidades consumidoras, em


regime de paralelismo momentâneo, deverá ser liberada pela Energisa TO após
análise de projeto para esse sistema. Para tanto deverão ser apresentados os
seguintes documentos para avaliação:

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• Diagrama unifilar elétrico e funcional do sistema de paralelismo, contendo
detalhes de intertravamento e da proteção;
• Características dos TP’s, TC’s e disjuntores que fazem parte do sistema
de paralelismo;
• Estudos de curto-circuito e coordenação/seletividade da proteção
considerando com e sem o(s) gerador(es), incluindo diagramas de
sequência positiva e zero, em pu, ajustes propostos para todos os relés;
• Características técnicas do grupo motor-gerador: potência, impedância
transitória, impedância subtransitória, impedância de regime, tipo de
máquina, etc.;
• Desenho do recinto do grupo gerador;
• Desenho de localização do recinto do grupo gerador e sala de comando
na planta geral da instalação;
• Termo de responsabilidade conforme modelo no APÊNDICE A, com firma
reconhecida;
• Apresentar cópia da Ficha Técnica do Registro de implantação junto a
ANEEL conforme Resolução n°390/2009;

14- Deverá ser apresentada a cópia da ART de projeto e de execução deste sistema
de geração própria com paralelismo momentâneo. No campo “resumo do
contrato” da ART deverá vir detalhado com precisão os componentes do projeto
e da obra. A cópia deverá estar paga, assinada pelo responsável técnico e pelo
contratante e, preferencialmente, com carimbo de protocolo no CREA-TO;

15- A liberação do funcionamento da geração pela Energisa TO limita-se,


exclusivamente, ao que se refere à conexão elétrica, cabendo ao interessado
obter as licenças de funcionamento junto aos demais órgãos públicos, Corpo de
Bombeiros, Prefeituras, órgão do meio ambiente, etc.;

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APÊNDICE A - Modelo do “Termo de Responsabilidade” para
operação de geração particular em regime de paralelismo momentâneo

TERMO DE RESPONSABILIDADE

Uso de Geração Própria em Regime de Paralelismo Momentâneo

A Empresa _______________________________________________, CGC


n.º_____________________________________________, representada pelo
Engenheiro/Técnico_______________________________, registrado no CREA
_________ sob o n.º _______________________, declara ser responsável pelo
projeto, dimensionamento dos equipamentos, dispositivos de proteção e
instalação do Sistema de Transferência Automática Rede/Gerador com
Paralelismo _____________________________________________, instalado
no consumidor _______________________________________,CPF/CNPJ n°
______________________, UC n.º____________, situado
à__________________________________________________________ ,
Município de _______________________________________________, o qual
é responsável pela operação e manutenção do referido sistema, visando não
energizar em hipótese alguma o alimentador da Energisa, quando este estiver
fora de operação, assumindo total responsabilidade civil e criminal, na ocorrência
de acidentes ocasionados por insuficiência técnica do projeto, defeitos ou
operação inadequada dos equipamentos desse sistema.

_______________________, ____ de _________________de 20___

_______________________________________
Assinatura do responsável técnico

_______________________________________
Assinatura do responsável consumidor

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APÊNDICE B – Diagrama ilustrativo
REGIME DE PARALELISMO MOMENTÂNEO REDE/GERADOR NA MÉDIA
TENSÃO – PROTEÇÃO INDIRETA

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APÊNDICE C – Diagrama ilustrativo
REGIME DE PARALELISMO MOMENTÂNEO REDE/GERADOR NA BAIXA
TENSÃO – PROTEÇÃO INDIRETA

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APÊNDICE C – Diagrama ilustrativo
REGIME DE PARALELISMO MOMENTÂNEO REDE/GERADOR NA BAIXA TENSÃO–
TRANSFORMADOR MENOR OU IGUAL A 300kVA

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APÊNDICE E - Modelo do “Termo de Responsabilidade” para operação de geração particular
em regime isolado

TERMO DE RESPONSABILIDADE

Uso de Geração Própria em Regime Isolado

A Empresa _______________________________________________________, CNPJ


n.º___________________________________________________, representada pelo
Engenheiro/Técnico _______________________________________, registrado no CREA
_________ sob o n.º _______________________, declara ser responsável pelo projeto,
dimensionamento dos equipamentos, dispositivos de proteção e instalação do Sistema
de Geração própria particular para operação de forma isolada, instalado no consumidor
___________________________________________________________________________
_______ __, CPF/CNPJ n° ______________________, UC n.º____________, situado
à__________________________________________________________, Município de
_______________________________________________, o qual é responsável pela
operação e manutenção do referido sistema, visando não energizar em hipótese alguma
o alimentador da Energisa, quando este estiver fora de operação, assumindo total
responsabilidade civil e criminal, na ocorrência de acidentes ocasionados por
insuficiência técnica do projeto, defeitos ou operação inadequada dos equipamentos
desse sistema.
Sendo assim, a fim de cumprir exigência da concessionária e evitar qualquer
possibilidade de paralelismo com a rede desta mesma, os projetos das instalações
elétricas obedeceram a seguinte solução marcada abaixo:
Construção de circuito de emergência absolutamente independente da instalação
normal, alimentado unicamente pela geração particular.
Instalação de um dispositivo de reversão de acionamento manual ou elétrico, com inter
travamento elétrico e mecânico separando os circuitos alimentados pelo sistema da
Energisa e pela geração particular, de modo a alternar o fornecimento.
_______________________, ____ de _________________de 20___
________________________________
Assinatura do responsável técnico
________________________________
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APÊNDICE F - Modelo da “Declaração” do não emprego de Geração Própria.

DECLARAÇÃO

De Não Emprego de Geração Própria

A Empresa _______________________________________________________, CGC


n.º___________________________________________________, representada pelo
Engenheiro/Técnico _______________________________________, registrado no CREA
_________ sob o n.º _______________________, declara que o consumidor
_________________________________________________________________________
____________________________________, CPF/CNPJ n° ______________________, UC
n.º_____, situado à__________________________________________________________,
Município de _______________________________________________, NÃO DISPÕE de
geração própria de energia em suas instalações. Além disso, está ciente que caso venha a
optar pelo uso de geradores de energia, antes deverá submeter à aprovação da Energisa o
projeto em específico, de acordo com o regime de funcionamento do gerador, e em
consonância com as normas desta concessionária vigentes na data da protocolarão do
projeto.

_______________________, ____ de _________________de 20___

______________________________________________
Assinatura do responsável técnico

_______________________________________________
Assinatura do responsável consumidor

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APÊNDICE G - TERMO DE COMPROMISSO DE MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA
SUBESTAÇÃO
TERMO DE COMPROMISSO DE MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA SUBESTAÇÃO
(Local e data)
À
(concessionária)
(Cidade)

Prezados Senhores,
Eu, (Interessado) abaixo assinado, desejando construir um posto de transformação na tensão
de ________kV, para o fim de receber energia elétrica às instalações em minha propriedade
localizada na _________________________________________________, no município de
__________________ - _____, declaro:

1° - Que me responsabilizo pela conservação e manutenção da citada instalação, bem como


pelos acidentes e danos que o mesmo der causa;
2° - Que me comprometo a atender com presteza, às observações que esta concessionária
venha a fazer a respeito das instalações e a necessidade de sua reparação;
3° - Que o não atendimento de minha parte ou de meus sucessores das observações desta
concessionária, autoriza independentemente de qualquer ação ou notificação judicial, a
imediata interrupção do fornecimento de energia elétrica sem direito a qualquer indenização;
4° - Que o(s) transformador (es) a ser (em) instalado(s) de minha propriedade terá (ão) as
seguintes
características:
Potência de ________KVA
Entrada de _____ à ______KV
Atenciosamente,
_______________________________________
(Nome e CGC/CNPJ do interessado)
Testemunhas
_____________________________ _____________________________
(Nome e RG) (Nome e RG)
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