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CONSULTORIA ACESSIBILIDADE

1. Em calçada estreita, onde a largura do passeio não for suficiente para acomodar o rebaixamento e a
faixa livre com largura de no mínimo 1,20 m, deve ser implantada a o rebaixamento total da largura
da calçada, com largura mínima de 1,50 m e com rampas laterais com inclinação máxima de 8,33,
conforme Figura 96.

Portanto, apresentar rebaixos de acesso aos pedestres na calçada pública em todas as esquinas que
pertencem ao lote.
2. Apresentar gola da árvore na faixa de serviço da calçada pública. A faixa de serviço deverá ter
largura máxima de 55 cm contados do meio fio.
3. Cotar largura do passeio. (Cotar faixa de serviço + faixa de circulação – Sendo que a faixa de
serviço não poderá ultrapassar largura máxima de 55 cm)
4. Apresentar passeio antiderrapante e antitrepidante, inclinação transversal máxima de 2% na calçada
pública conforme lei 10686/2010.
5. Por onde é o acesso de pedestres da calçada pública para a edificação? Conforme apresentado em
projeto não está claro. Há somente este acesso de pedestres para a edificação pela Avenida
Jacaranda? Isto representado em projeto é uma escada para vencer o nível de 728,21 para o nível
interno próximo à guarita de nível 783,15? Onde está a rota acessível? A indicação de rampa com
suas inclinações, cotas antes dos segmentos, nos patamares e nos terminos das rampas e suas
medidas (comprimento e largura)?
6. Apresentar quadro de esquadrias. Conforme NBR 9050/2015, portas de abrir deverão possuir vão
livre mínimo de 80 cm, portas de correr largura mínima de 90 cm e portas sanfonadas largura
mínima de 100 cm.
7. Apresentar em todos os sanitários acessíveis o módulo de transferência para as três transferências
obrigatórias, lateral, perpendicularf e diagonal. Segue imagem da NBR 9050/2015 como referência:
8. Além disso, cotar as medidas internas de todos os sanitários acessíveis (largura e comprimento).
9. Apresentar cotas de níveis em todos os ambientes da edificação. Ex: Cotas de níveis antecedendo
os principais acessos da edificação, antecedendo rampas, na área de uso comum como
churrasqueiras, banheiros, nas vagas acessíveis, nos corredores externos e internos, nos
apartamentos e áreas de uso comum dos apartamentos, etc.
10. Conforme item 6.7 da NBR 9050/2015 “Quando houver degraus ou escadas em rotas acessíveis,
estes devem estar associados a rampas ou equipamentos eletromecânicos de transporte vertical.
Deve-se dar preferência à rampa.” Dessa forma, apresentar rota acessível (dando preferência à
rampa) nestas escadas que foram locadas no estacionamento do subsolo para o terreo ou tem a
opção de tirar todas as escadas e o acesso pelo pavimento térreo sê dê somente pelo elevador. Pois
como está agora há uma segregação.
11. Como a pessoa com deficiência ao estacionar na vaga acessível acessa as edificações? O acesso se
dará pela área de transferência da vaga acessível? Este piso será rampado? Sendo que a inclinação
longitudinal da vaga e da área de transferência não poderá ultrapassar a inclinação de 4,99% e a
inclinação transversal 3%. Ainda assim, não poderá haver conflito entre pedestres e carros. Dessa
forma, apresentar cotas de níveis em todas as vagas acessíveis, suas inclinações longitudinais e
transversais.
12. Apresentar tipo de pavimentação da área de recreação (parquinho infantil).
13. Cotar todas as larguras dos corredores internos da edificação. Atentar-se para que os mesmos
deverão ter largura mínima de 120 cm para que a pessoa com deficiência possa realizar o giro de
90º. Cotar também a largura da rota acessível de acesso ao lazer coberto.
14. Ainda assim, não está claro o acesso de nível 783,15 na faixa de pedestres próximo á guarita para o
acesso de nível 780,00 a caminho do lazer completo. Foi erro de nível? Há também uma indicação
de uma possível rampa (falta informação) que pelo que parece termina na área de lazer, porém não
há cotas de níveis na área de lazer e nem nas rampas para que possa ser verificado os desníveis.
Segue imagem da representação das rampas corretamente para análise:

15. As mesas ou superfícies de refeição devem ter altura de tampo entre 0,75 m a 0,85 m do piso
acabado. Devem ser asseguradas sob o tampo a largura livre mínima de 0,80 m, altura livre mínima
de 0,73 m e profundidade livre mínima de 0,50 m para possibilitar que as P.C.R. avancem sob a
mesa ou superfície. Dessa forma, apresentar balcão acessível e seu respectivo detalhamento para a
área de lazer coberta.
16. Há também uma área próxima ao lazer completo que não foi especificada seu uso. Há pelo que
parece divisórias, sem portas e sem acesso, sem nomes. Rever essa área em projeto. Caso seja área
de uso comum, apresentar rota acessível até a mesma.
17. Onde esta o percentual de unidades acessíveis? Conforme Lei Federal 13146/2015, os programas
habitacionais públicos ou subsiadiados com recursos públicos deverão reservar, no mínimo, 3% das
unidades habitacionais para a pessoa com deficiência ou todos apartamentos poderão ser 100%
adaptáveis.
18. Apresentar informações completas de todas as rampas na edificação. ( largura, comprimento,
inclinações, patamares, níveis antes das rampas, nos patames e nos términos).
19. Numerar o quantitativo de vagas para conferir quantas serão acessíveis.
20. O acesso para o subsolo é feito somente pela entrada de veículos, não possui entrada de pedestres
da calçada pública para ele? Escrever no projeto onde é entrada de veículos e onde é entrada de
pedestres.
21. Indicar no projeto onde é a entrada de veículos para o subsolo e onde é a entrada de veículos para o
térreo, apresentar informações da rampa de veículos, suas inclinações e tipo de abertura dos
portões.
22. Compatibilizar as cotas de níveis apresentadas da implantação com os cortes. Ex: Há divergências
dos níveis apresentados na implatação, com os níveis apresentados na planta baixa da guarita com
os níveis apresentados nos cortes da planta da Guarita.

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