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GUIA DEFINITIVO DO PILATES PARA REABILITAÇÃO DA COLUNA Introdução Segundo dados da Organização Mundial da

GUIA DEFINITIVO DO PILATES PARA REABILITAÇÃO DA COLUNA

Introdução

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% da população mundial apresentará algum tipo de problema na coluna durante a sua vida. Entre os fatores que predispõem essa alta frequência, se encontram os hábitos inadequados do dia a dia como a má postura, a utilização de mobiliários não ergométricos, o uso frequente de mochilas e bolsas pesadas, o sedentarismo, o estresse e a utilização continuada de smartphones.

Apesar de ser preocupante, esse cenário abre um campo de atuação favorável para o Pilates - atividade eficiente que tem sido cada vez mais indicada para o tratamento de diferentes problemas que afetam a coluna vertebral. Essa técnica promove o fortalecimento muscular, aumenta a flexibilidade e o equilíbrio, que são requisitos fundamentais para a manutenção de uma coluna saudável. Por isso, reunimos neste e-book dados epidemiológicos, informações sobre a importância da qualificação profissional e, também, a respeito dos problemas e dos exercícios mais indicados para o tratamento da coluna.

e, também, a respeito dos problemas e dos exercícios mais indicados para o tratamento da coluna.
PILATES NO TRATAMENTO DE COLUNA: SAIBA COMO AJUDAR UM ALUNO Por VOLL Pilates Group Problemas

PILATES NO TRATAMENTO DE COLUNA: SAIBA COMO AJUDAR UM ALUNO

Por VOLL Pilates Group

Problemas na Coluna: Público Potencial para um Studio De Pilates

na Coluna: Público Potencial para um Studio De Pilates O mercado para os Studios de Pilates

O mercado para os Studios de Pilates está em franco crescimento e se transformou em um ramo de atuação bastante promissor para fisioterapeutas e educadores físicos, seja como forma de garantia da renda principal ou, até mesmo, de uma boa grana extra ao final do mês!

acerca desse pro - blema de saúde, a fim de exemplificar a potência do mercado de
Problemas de Coluna no Brasil e no Mundo As dores nas costas são uma das

Problemas de Coluna no Brasil e no Mundo

As dores nas costas são uma das queixas de saúde mais frequentes em todo o mundo, tanto entre as pessoas adultas quanto entre as idosas. Atualmente, existem estimativas de que cerca de dois terços da população adulta mundial já sentiram algum tipo de dor na coluna em algum período da vida.

Desse modo, os problemas de coluna são um fator relevante de morbidade para adultos e idosos. Dependendo da intensidade e da causa, as dores podem provocar vários impactos para a saúde, como a diminuição da capacidade para a execução das atividades diárias — inclusive aquelas relativas ao trabalho —, a perda do condicionamento físico, os problemas de convívio social e a até mesmo depressão.

No Brasil, os problemas de coluna atingem cerca de 13,5% da população total, sendo a segunda doença crônica mais relatada pelos brasileiros. Pesquisas científicas realizadas em diversos países indicam que as dores na coluna são uma das principais causas de procura por assistência médica.

Problemas de Coluna entre os Trabalhadores

Algumas populações estão especialmente sujeitas ao desenvolvimen- to de problemas na coluna. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as pessoas que trabalham têm uma maior frequência de diagnóstico de dores nas costas. Isso acontece porque os trabalhadores possuem diversos fatores de risco, como o levantamento de peso, a postura estática diante de computador, a inclinação constante do tronco para a frente e o estresse.

Problemas de coluna são um dos principais motivos de afastamento e incapacidade funcional, temporária ou permanente, prejudicando tanto a empresa quanto o próprio trabalhador. No ano de 2007, esses pro- blemas foram responsáveis por uma taxa de 29,96 mil a cada 100 mil habitantes de aposentados por invalidez.

Entre as atividades ocupacionais com altos índices de problemas na

cada 100 mil habitantes de aposentados por invalidez. Entre as atividades ocupacionais com altos índices de
coluna podem ser citados enfermeiros, técnicos de enfermagem, traba- lhadores de fábricas e indústrias e

coluna podem ser citados enfermeiros, técnicos de enfermagem, traba- lhadores de fábricas e indústrias e atletas. Por isso, eles são um públi- co-alvo de altíssimo potencial para os Studios de Pilates.

A Importância da Prática Correta com Apoio Profissional

A Importância da Prática Correta com Apoio Profissional Devido à alta frequência e aos impactos que

Devido à alta frequência e aos impactos que causam para a qualidade de vida, as dores de coluna adquirem o status de um importante pro- blema de saúde pública. Por isso, elas devem ser adequadamente tra- tadas, a fim de evitar prejuízos ainda mais graves para as pessoas que convivem com esse problema de saúde.

Entre os fatores que determinam a eficácia do tratamento, inclusive da abordagem com o Pilates, é a qualificação profissional que está acom- panhando o paciente. Entenda melhor a seguir:

A Importância da Qualificação Profissional

O Pilates é excelente para o fortalecimento de diversos grupos mus- culares diferentes, tais como das costas, das coxas e dos quadris, ga- rantindo uma melhora para a postura, a mobilidade, a tonicidade e a flexibilidade. Como consequência, há um alívio significativo das dores na coluna.

a mobilidade, a tonicidade e a flexibilidade. Como consequência, há um alívio significativo das dores na
Entretanto, se as atividades são erroneamente executadas ou se um exercício é contraindicado para um

Entretanto, se as atividades são erroneamente executadas ou se um exercício é contraindicado para um problema específico, no lugar de ajudar, o Pilates prejudicará ainda mais a coluna do paciente.

Assim, quando mal praticados, os exercícios podem causar estiramen- tos musculares, hérnias de disco e perdas funcionais temporárias ou permanentes, por exemplo.

Nesse cenário, é fundamental que os fisioterapeutas se especializem antes de iniciar as suas atividades em um Studio de Pilates. Profissio- nais qualificados conseguem avaliar com exatidão o estado físico e clínico de cada um dos seus pacientes, de modo a planejar e orientar com excelência os exercícios que serão executados.

Principais Problemas na Coluna que podem ser trabalhados

Principais Problemas na Coluna que podem ser trabalhados A coluna vertebral pode ser acometida por vários

A coluna vertebral pode ser acometida por vários problemas diferen- tes, os quais também são causados por fatores distintos, que vão des- de os distúrbios degenerativos até as alterações funcionais relacionadas ao envelhecimento. Apesar das diferentes causas, o Pilates é indicado como abordagem terapêuticas para uma grande parte desses proble- mas:

Apesar das diferentes causas, o Pilates é indicado como abordagem terapêuticas para uma grande parte desses
Cervicalgia A cervicalgia é a segunda queixa mais frequente da vida moderna. Ela pode ser

Cervicalgia

Cervicalgia A cervicalgia é a segunda queixa mais frequente da vida moderna. Ela pode ser provocada

A cervicalgia é a segunda queixa mais frequente da vida moderna. Ela pode ser provocada por fatores distintos, mas, frequentemente, é gera- da pelo estresse, pela postura inadequada ou por movimentos bruscos da cabeça.

Os músculos do pescoço são responsáveis por suportar o peso e exer- cer a movimentação da cabeça. Quando submetidos a algum tipo de sobrecarga, eles se tencionam e diminuem o fluxo sanguíneo local, causando dor e muito incômodo, que podem ser irradiados para os ombros.

Trabalhadores que passam longas horas na frente do computador, mui- tas vezes, utilizando mobiliários não ergométricos, ou aqueles que es- tão sob o estresse do dia a dia, podem ter sobrecarga dos músculos do pescoço e, como consequência, a cervicalgia crônica.

Nestes casos, o Pilates é um excelente aliado para o tratamento. Isso porque, os exercícios causam um relaxamento muscular e melhoram a postura, diminuindo ou combatendo a dor. Entretanto, é fundamental fazer uma avaliação física e verificar as causas, a fim de se certificar da indicação do Pilates para a cervicalgia.

fazer uma avaliação física e verificar as causas, a fim de se certificar da indicação do
Lombalgia O termo lombalgia é utilizado para denominar o conjunto de dores que afeta a

Lombalgia

Lombalgia O termo lombalgia é utilizado para denominar o conjunto de dores que afeta a região

O termo lombalgia é utilizado para denominar o conjunto de dores que afeta a região lombar. Assim como a cervicalgia, a lombalgia também

pode ser provocada por diferentes causas, mas, entre as mais comuns,

se encontra a má posição postural.

Essa manifestação dolorosa é a queixa mais frequente na sociedade moderna, sendo que, segundo estudos epidemiológicos, cerca de 65 a 90% da população adulta poderá sofrer um episódio de lombalgia em algum momento da vida. Além disso, as dores são um importante fator de morbidade e incapacidade funcional.

O principal sintoma é a dor na região lombar, que pode se iniciar de

maneira discreta e evoluir progressivamente a intensidade, agravan-

do-se durante a movimentação. Ela pode, também, ser acompanhada pela contratura muscular.

pélvico e das coxas, auxiliando na sustentação da coluna e melhorando significativamente a postura. CLIQUE AQUI
Lordose A coluna vertebral possui uma curvatura fisiológica, de convexidade anterior, situada na região lombar

Lordose

Lordose A coluna vertebral possui uma curvatura fisiológica, de convexidade anterior, situada na região lombar e

A coluna vertebral possui uma curvatura fisiológica, de convexidade anterior, situada na região lombar e cervical, que se chama lordose. No entanto, essa curvatura pode assumir aspectos deformados, os quais podem ser de três tipos:

Com ângulo superior a 600, quando recebe o nome de hiperlordose;

Situando-se em uma região diferente da cervical e da lombar;

Com formato reto ou retificado.

Esses desvios da coluna podem ser causados por diferentes fatores. Geralmente, a hiperlordose lombar, mais comum, é associada a uma anteversão pélvica, que, por sua vez, é provocada por uma fraqueza dos músculos abdominais e glúteos ou pelo encurtamento da muscu- latura lombar. Outras causas frequentes são a postura inadequada, a gravidez e a obesidade.

são a postura inadequada, a gravidez e a obesidade. Entre os sintomas da lordose se encontra

Entre os sintomas da lordose se encontra a diminuição da mobilidade, a modificação da postura do corpo, como a proeminência da cabeça ou do abdômen e as dores. O Pilates aumenta a força, a flexibilidade e melhora o alongamento, corrigindo os problemas posturais e aliviando as dores provocadas por esse problema.

Escoliose Vista a partir do plano frontal, a coluna possui um aspecto linear, sen- do

Escoliose

Escoliose Vista a partir do plano frontal, a coluna possui um aspecto linear, sen- do que

Vista a partir do plano frontal, a coluna possui um aspecto linear, sen- do que alterações desse padrão são chamadas de desvios. Quando a coluna assume uma curvatura superior a 100, o desvio recebe o nome de escoliose.

Além do desvio no plano frontal, a escoliose também se caracteriza pela torção em todos os outros planos do espaço, de forma que a colu- na se curva para frente, para trás e em torno do seu próprio eixo. A escoliose pode assumir diferentes formas e possuir diversos graus de torção, o que determinará a sua gravidade, a necessidade e o tipo de tratamento. Além disso, pode ser ocasionada por diferentes fatores. Na maioria dos casos, ela é idiopática, podendo também ser congênita ou pós-traumática.

Entre as consequências que a escoliose pode causar se encontra a dor, desgaste nos discos intervertebrais, compressões das raízes nervosas e alterações na capacidade respiratória. Quando indicado para o trata- mento desse desvio, o Pilates fortalece e estabiliza a musculatura, aju- dando a aliviar as dores, melhorando o equilíbrio e a mobilidade.

e estabiliza a musculatura, aju - dando a aliviar as dores, melhorando o equilíbrio e a
Cifose Vista do plano sagital, a coluna vertebral possui curvaturas fisiológicas na região torácica e

Cifose

Cifose Vista do plano sagital, a coluna vertebral possui curvaturas fisiológicas na região torácica e sacral

Vista do plano sagital, a coluna vertebral possui curvaturas fisiológicas na região torácica e sacral chamadas de cifose. No entanto, quando essa curvatura é superior a um ângulo de 40 graus, ela passa a ser um desvio da coluna e recebe o nome de hipercifose.

Esse desvio também pode ser causado por diferentes fatores, sendo, na maioria dos casos, idiopática. Outras causas incluem traumas, mal- formações congênitas e infecções. Dependendo da gravidade, a cifose pode resultar em dor e alterações posturais.

Nos casos em que o Pilates é indicado para o tratamento da cifose, ele fortalece os grupos musculares do dorso e promove o alongamento dos músculos peitorais, melhorando o aspecto estético e o equilíbrio do corpo.

Exercícios e Aparelhos Recomendados

Como já salientado, a coluna vertebral pode ser acometida por dife- rentes problemas de saúde, que por sua vez são causadas por fatores distintos. Apesar dessas diferenças, o Pilates é uma abordagem muito eficiente para grande parte desses problemas.

No entanto, é essencial que os exercícios sejam escolhidos de acordo

eficiente para grande parte desses problemas. No entanto, é essencial que os exercícios sejam escolhidos de
com as especificidades de cada paciente, que inclui a idade, a condi - ção física

com as especificidades de cada paciente, que inclui a idade, a condi- ção física e clínica, a causa e o tipo de problema que está afetando a coluna. Isso, mais uma vez, ressalta a importância da especialização e da qualificação profissional.

A seguir, separamos alguns dos equipamentos utilizados com frequ- ência na prática do Pilates, bem como os exercícios mais comuns e as suas respectivas indicações para os problemas de coluna. Confira!

Equipamentos e Exercícios utilizados para a Coluna

Confira! Equipamentos e Exercícios utilizados para a Coluna Exercícios do Pilates podem ser realizados com a

Exercícios do Pilates podem ser realizados com a utilização de equi- pamentos. Uma vasta gama de possibilidades é oferecida pelos apa- relhos, que são ajustáveis, sendo que os exercícios são praticados de forma rítmica e controlada, proporcionando melhoria postural e res- piratória. A escolha entre os diferentes equipamentos dependerá do objetivo terapêutico estabelecido para cada paciente. Geralmente, os exercícios realizados para o tratamento de coluna têm por objetivo fortalecer grupos musculares profundos, responsáveis pela estabilidade, principalmente, aqueles localizados na região vertebral, lombar, abdominal e nas coxas.

estabilidade, principalmente, aqueles localizados na região vertebral, lombar, abdominal e nas coxas. CLIQUE AQUI
Fit Ball A bola fornece uma superfície instável, recrutando diferentes grupos musculares da pessoa que

Fit Ball

A bola fornece uma superfície instável, recrutando diferentes grupos musculares da pessoa que está praticando um exercício específico, au- mentando a força e o equilíbrio. Esse equipamento pode ser incorpo- rado de maneiras variadas para o tratamento de problemas na coluna, sendo alguns movimentos comuns a mobilização de coluna e o Glute Stretch.

Reformer

O Reformer tem a forma de uma cama, sendo composto por um carri-

nho deslizante e ligado a molas de resistência variável. É utilizado para exercícios de coxa, abdômen, quadril e peito, indicados para diferentes

problemas da coluna.

Barrel

O Barrel é muito utilizado para melhorar o alongamento e a flexibili- dade da coluna vertebral. Esse equipamento tem a forma de meia lua, acoplada a uma escada fixa, que possibilita movimentos de flexão e extensão do tronco.

Cadillac

O aparelho possui dois suportes deslizantes que possibilitam a utiliza-

ção das molas de diferentes formas, possibilitando em torno de 200 variações. Podem ser realizados exercícios em posição sentada, deita- da, ajoelhada ou de pé, que possuem foco na coluna, pelve, abdômen e ombro.

em posição sentada, deita - da, ajoelhada ou de pé, que possuem foco na coluna, pelve,
PILATES NAS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL - ESCOLIOSE Por Érika Batista A escoliose é considerada

PILATES NAS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL - ESCOLIOSE

Por Érika Batista

DA COLUNA VERTEBRAL - ESCOLIOSE Por Érika Batista A escoliose é considerada como uma inclinação lateral

A escoliose é considerada como uma inclinação lateral da coluna com rotação das vertebras, também chamada de alteração tridimensional da coluna vertebral, sendo altamente prevalente nas mulheres (Lenssin- ck, Frijlink e Berge, 2005). Pode ser classificada a escoliose cuja con- vexidade é à esquerda chama-se de sinistra convexa, já uma escoliose direita chama-se de destro convexa.

Hábitos incorretos, inatividade física e atividades funcionais assimétri- cas, podem causar desiquilíbrios musculares e levar à escoliose (Júnior e Tomaz, 2008). Além da má postura, a discrepância de membros infe- riores também pode ser uma das causas da escoliose, algumas vezes há queixa de dor pela contratura muscular (Schwab et al., 2002).

A escoliose também pode ser classificada conforme a reversibilidade

da curvatura, podendo ser funcional e estrutural. A escoliose funcional

é reversível e, corrigida através do posicionamento postural adequado.

No teste de Adams a curvatura da escoliose funcional desaparece. Já na escoliose estrutural a deformidade não pode ser corrigida, por- que há inclinação lateral com rotação fixa e irreversível da curvatura, ocorre alteração do gradil costal e é positiva no teste de Adams, pro- duzindo a gibosidade posterior do lado convexo.

ocorre alteração do gradil costal e é positiva no teste de Adams, pro- duzindo a gibosidade
As causas mias comuns da escoliose estrutural podem ser: genéticas, vértebras em cunha, hemivértebra, evidenciando

As causas mias comuns da escoliose estrutural podem ser: genéticas, vértebras em cunha, hemivértebra, evidenciando a alteração óssea na estrutura da vértebra.

As curvaturas também são classificadas em primária ou secundária. A curvatura primária é a deformidade mais significante (conhecida tam- bém como escoliose em C), geralmente ocorre na região torácica entre os níveis de T4-T12. A curvatura secundária se desenvolve para com- pensar a curvatura primária na direção oposta, está localizada abaixo ou acima da curvatura primária e apresenta maior angulação (conhecida como escoliose em C).

maior angulação (conhecida como escoliose em C). Quanto maior a curvatura lateral, maior o risco de

Quanto maior a curvatura lateral, maior o risco de rotação vertebral e maior a possibilidade de surgir alteração cardiopulmonar, como a dimi- nuição da capacidade vital (soma do volume corrente, volume de reser- va respiratório e volume de reserva expiratório), diminuição da capa- cidade pulmonar total (soma da capacidade vital e volume residual) e hipertrofia do lado direito do coração devido à hipertensão pulmonar.

ao corpo vertebral da primeira vértebra inclinada e outra reta inferior da última vértebra inclinada. CLIQUE
Em seguida, traça-se duas linhas perpendiculares a estas retas, forman- do o ângulo de Cobb.

Em seguida, traça-se duas linhas perpendiculares a estas retas, forman- do o ângulo de Cobb. Os graus de escolioses e tratamentos são:

< 10º: considerada normal e não requer tratamento;

< 20º: escoliose leve e o tratamento é conservador;

> 20 e < 40º: escoliose moderada e o tratamento é conservador e/ou com uso de colete;

> 40 a 50º: escoliose grave e o tratamento é cirúrgico.

40 a 50º: escoliose grave e o tratamento é cirúrgico. O estudo randomizado de Araújo et

O estudo randomizado de Araújo et al, (2012) avaliou a eficácia do método Pilates na curvatura escoliótica, na flexibilidade e na dor de 20 mulheres sedentárias. Os exercícios foram realizados 2x por sema- na, por 60 minutos, durante 12 semanas e concluíram que no grupo experimental os exercícios do Pilates diminuíram 38% a curvatura da escoliose não estrutural, 60% a dor e aumentou a flexibilidade em 80% quando comparado ao grupo controle.

lkemitsu et al, (2006) afirmou que 27 % dos pacientes com disfunção temporomandibular também apresentaram escoliose com um ângulo de Cobb > 10º, mostrando uma correlação entre ambas disfunções. Yongnam e Youngsook (2014) avaliou a escoliose e a alteração na am- plitude de movimento da ATM de 31 indivíduos antes e após a prática do Pilates. Os exercícios foram realizados 3 vezes por semana, durante

da ATM de 31 indivíduos antes e após a prática do Pilates. Os exercícios foram realizados
8 semanas. Quando comparado ao grupo controle (n=12) os autores sugeriram que no grupo experimental

8 semanas. Quando comparado ao grupo controle (n=12) os autores sugeriram que no grupo experimental (n=19) houve melhora no grau da escoliose e no desvio da ATM após os exercícios do método Pilates.

Gouveia e Gouveia (2008) enfatizou a importância do músculo trans- verso do abdome na estabilização da coluna vertebral durante os exercícios abdominais, podendo prevenir ou minimizar as alterações posturais como a escoliose. Bium (2002) corroborou afirmando que a escoliose pode ser causada por um desequilíbrio corporal e por pa- drões de preferência de movimentos, portanto, é evidente que o mé- todo Pilates leva a um reequilíbrio muscular e que, a natureza simétrica dos exercícios do método é uma excelente abordagem para os indiví- duos com escoliose.

Exercícios para tratamento da escoliose

Roll Up com Tonning Ball

Objetivos

Mobilizar a coluna em flexão e rotação, fortalecer os músculos abdomi- nais e o manguito rotador e melhorar a coordenação motora.

Instruções

Em decúbito dorsal, MM11 estendidos e MMSS em flexão de ombros a 180º (sem elevar as costelas) e uma Tonning Ball nas mãos, realizar a flexão de tronco e de ombros simultaneamente elevar um M1, flexio- nando o quadril, uma mão segura a Tonning Ball, realizando a abdução de ombro com rotação de tronco, a mão oposta segura a perna que eleva, mantendo o crescimento axial. Alternar os lados.

Indicações

Hiperlordose, epondilolistese, escoliose, dor lombar crônica e hipomo- bilidade da coluna.

Contraindicações

Fraqueza abdominal.

epondilolistese, escoliose, dor lombar crônica e hipomo- bilidade da coluna. Contraindicações Fraqueza abdominal.
Erros Mais Comuns Solavanco durante a subida e perder a estabilidade escapular. Comentário Do Professor

Erros Mais Comuns

Solavanco durante a subida e perder a estabilidade escapular.

Comentário Do Professor

O aluno que não conseguir elevar o tronco a partir dos MM11 em ex- tensão, pode apoiar 1 MI no solo. Este exercício também pode ser realizado sem acessório.

Swan na Chair

Objetivos

Fortalecer os músculos para vertebrais, glúteo máximo, isquiotibiais e tríceps sural.

Instruções

Em decúbito ventral (DV) no solo com MMII em extensão, colocar as mãos no pedal e realizar a hiperextensão do tronco à medida que des- ce o pedal.

Variações

Extensão de quadril e de tronco.

Indicações

Hipercifose e Escoliose.

Contraindicações

Lesão no(s) ombro(s) como a síndrome do impacto e espondilolistese.

Erros Mais Comuns

Perder a estabilidade escapula r; diminuir a contração do Power House e sentir dor nos para
Sit Up Objetivos Aumentar a mobilidade da coluna e fortalecer os músculos abdominais e manguito

Sit Up

Objetivos

Aumentar a mobilidade da coluna e fortalecer os músculos abdominais e manguito rotador.

Instruções

Sentado sobre os ísquios no barrei, pés no espadar com MM11 flexio- nados a aproximadamente 90º de joelhos e quadril, ombros flexiona- dos a 90º, cotovelos estendidos. Realizar o enrolamento da coluna em flexão simultaneamente com a abdução horizontal dos ombros com a faixa elástica e retornar à posição inicial.

Indicações

Hiperlordose; Hipercifose; Espondilolistese e Escoliose.

Contraindicações

Alunos com síndrome do túnel do carpo podem segurar a Tonning Ball. Certifique-se de que o aluno realiza o enrolamento da coluna lombossa- cra, permitindo a mobilidade.

Erros mais comuns

Realizar desvios de punhos e fazer o movimento em bloco.

Comentário do Professor

Pode ser realizado a rotação da coluna associada com a abdução unila- teral de ombro, a cervical acompanha o movimento.

a rotação da coluna associada com a abdução unila- teral de ombro, a cervical acompanha o
Side Plank Objetivos Fortalecer os oblíquos e aumentar a estabilidade de ombros . Instruções Colocar

Side Plank

Objetivos

Fortalecer os oblíquos e aumentar a estabilidade de ombros.

Instruções

Colocar a prancha extensora no reformer e apoiar o cotovelo, cada MI apoiado na ombreira, o MI acima, na ombreira da frente. Elevar a pelve e realizar flexo-extensão de quadris e joelhos sem perder a estabilida- de de tronco e pelve.

Indicações

Escoliose, espondilolistese, cervicalgia e dor lombar crônica.

Contraindicações

Lesão de ombros.

Dicas e Cuidados

Colocar antiderrapante sob o cotovelo.

Erros Mais Comuns

Perder a estabilidade escapular e pélvica.

Bridge com Fitball

Objetivos

Fortalecer a cadeia posterior, com ênfase em glúteos, isquiotibiais e tríceps sural, fortalecer oblíquos internos e externos e mobilizar a colu- na em torção.

Instruções

Posição Inicial: Em decúbito dorsal, quadril e joelhos em 90 graus de flexão, com os pés apoiados sobre a Fitball. Mantenha os membros superiores ao longo do corpo.

e joelhos em 90 graus de flexão, com os pés apoiados sobre a Fitball. Mantenha os
Ação: Inspire e expire realizando a extensão do quadril. Priorize a mobi - lização da

Ação: Inspire e expire realizando a extensão do quadril. Priorize a mobi- lização da coluna vertebral. Inspire e expire retornando à posição inicial.

Indicações

Escoliose e dor lombar crônica.

Contraindicações

Hérnia de disco (aguda) e espondilolistese.

Dicas e Cuidados

O joelho da perna que está apoiada, deve permanecer parado, aponta- do para o teto.

Erros Mais Comuns

Elevar a pelve sem rodar o tronco.

Comentário do Professor

Alunos com hipomobilidade da torácica sentem desconforto para reali- zar este exercício.

do Professor Alunos com hipomobilidade da torácica sentem desconforto para reali- zar este exercício. CLIQUE AQUI
PILATES E FUNCIONAL NA PREVENÇÃO DA DOR LOMBAR Por Keyner Luiz Estabilidade da Coluna Segundo

PILATES E FUNCIONAL NA PREVENÇÃO DA DOR LOMBAR

Por Keyner Luiz

E FUNCIONAL NA PREVENÇÃO DA DOR LOMBAR Por Keyner Luiz Estabilidade da Coluna Segundo Panjabi, a

Estabilidade da Coluna

Segundo Panjabi, a estabilidade da coluna decorre da interação de três sistemas: passivo, ativo e neural. O sistema passivo é composto das vértebras, discos intervertebrais, articulações e ligamentos, que forne- cem a maior parte da estabilidade pela limitação passiva no final do movimento.

O segundo, ativo, constitui-se dos músculos e tendões, que fornecem suporte e rigidez no nível intervertebral, para sustentar forças exercidas no dia-a-dia. Em situações normais, apenas uma pequena quantidade de coativação muscular - cerca de 10% da contração máxima - é neces- sária para a estabilidade.

Em um segmento lesado pela frouxidão ligamentar ou pela lesão dis- cal, um pouco mais de coativação pode ser necessária. O último siste- ma, o neural, é composto pelos sistemas nervosos central e periférico, que coordenam a atividade muscular em resposta a forças esperadas ou não, fornecendo assim estabilidade dinâmica.

que coordenam a atividade muscular em resposta a forças esperadas ou não, fornecendo assim estabilidade dinâmica.
Esse sistema deve ativar os músculos corretos no tempo certo, para proteger a coluna de

Esse sistema deve ativar os músculos corretos no tempo certo, para proteger a coluna de lesões e permitir o movimento.

Lombalgia

a coluna de lesões e permitir o movimento. Lombalgia A dor lombar crônica não-específica (dor lombar

A dor lombar crônica não-específica (dor lombar com duração de pelo

menos, 12 semanas) é um importante problema de saúde e de ordem socioeconômica, responsável por um alto índice de absenteísmo no tra- balho, redução do desempenho funcional, alterações emocionais, além de um alto custo econômico para o seu tratamento.

A prevalência pontual de dor lombar varia entre 12 e 33%; a prevalên-

cia de dor lombar nos últimos 12 meses varia entre 22 e 65%; e a pre-

dor lom- bar crônica, e apenas um terço desses se recuperou no prazo de um ano
Desequilíbrio Muscular O desalinhamento postural causado pelo desequilíbrio muscular pode ser explicado pela diferença

Desequilíbrio Muscular

O desalinhamento postural causado pelo desequilíbrio muscular pode ser explicado pela diferença de força e flexibilidade entre grupos mus- culares que atuam sobre uma mesma articulação, isto é, ocorre quando determinado grupo muscular apresenta-se mais forte e/ou mais tensio- nado do que seu respectivo antagonista (Kollmitzeret al, 2000; Klee et ai, 2004; Liebenson & Lardner,1999).

Alguns grupos musculares apresentam uma predisposição natural ao encurtamento e embora não exista uma explicação para isso, acredita- -se que exista correlação com a posição fetal.

Dentre os músculos que sabidamente tendem ao encurtamento, des- taca-se: eretores espinhais, quadrado lombar, tensor da fáscia lata, piriforme, retofemural, gastrocnêmico e sóleo, peitoral maior, trapézio superior, elevador da escápula, esternocleidomastóideos e escalenos:

enquanto seus antagonistas diretos tendem ao estiramento (Stokes,

2000).

Deficiências no padrão de movimento e na regulação motora desem- penham o principal papel no desenvolvimento da disfunção musculoes- quelética, especialmente na parte periférica do sistema locomotor. Vários estudos sugerem que as disfunções da coluna vertebral estão relacionadas principalmente à desequilíbrios musculoesqueléticos e, atualmente, tem sido considerado importante atingir uma atividade coordenada entre todos os grupos musculares dentro deum sistema muscular balanceado, para a prevenção e tratamento da dor lombar crônica.

musculares dentro deum sistema muscular balanceado, para a prevenção e tratamento da dor lombar crônica. CLIQUE
Musculatura envolvida na Coluna Lombar Transverso Abdominal • Origem: Face Interna das últimas 6 cartilagens

Musculatura envolvida na Coluna Lombar

Transverso Abdominal

Musculatura envolvida na Coluna Lombar Transverso Abdominal • Origem: Face Interna das últimas 6 cartilagens costas,

Origem: Face Interna das últimas 6 cartilagens costas, fáscia tóraco- lombar, crista ilíaca e ligamento inguinal;

Inserção: Linha Alba e Crista do Púbis;

Ação: Aumento da pressão intra-abdominal e estabilização da coluna lombar.

Devido à distribuição de seus tipos de fibras, sua relação com os siste- mas fáscias, sua localização profunda e sua possível atividade contra as forças gravitacionais durante a postura estática e a marcha, possui uma pequena participação nos movimentos, sendo um músculo preferen- cialmente estabilizador da coluna lombar.

Como os músculos abdominais possuem uma grande importância na estabilização da região lombo -pélvica, a diminuição da ativação destes músculos faz com que a flexão do quadril fique desequilibrada, permi- tindo que o músculo psoas exerça tração sobreo aspecto anterior das vértebras lombares, levando à uma anteversão pélvica e um aumento da lordose lombar. Com o passar do tempo, essas disfunções podem gerar uma série de patologias, entre elas: a espondilolistese e as dege- nerações discais e facetarias.

podem gerar uma série de patologias, entre elas: a espondilolistese e as dege- nerações discais e
Em indivíduos que não possuem lombalgia, conforme Hodges e Ri - chardson, o transverso do

Em indivíduos que não possuem lombalgia, conforme Hodges e Ri- chardson, o transverso do abdômen é ativado antes do início dos mo- vimentos dos membros (30 milissegundos antes). Devido à sua impor- tância na estabilização lombar, a teoria atual preconiza que ao realizar exercícios para a parede abdominal seja enfatizado o recrutamento específico do transverso do abdômen, ao invés de fortalecimento do reto abdominal.

Diafragma

ao invés de fortalecimento do reto abdominal. Diafragma Separa as cavidades torácica e abdominal. Origina-se na

Separa as cavidades torácica e abdominal. Origina-se na face posterior do processo xifoide, na face interna das 6 últimas cartilagens costais, das quatro últimas costelas e dos processos transversos e dos corpos das vértebras Tl a L2.

costais, das quatro últimas costelas e dos processos transversos e dos corpos das vértebras Tl a
Assoalho Pélvico Os músculos do assoalho pélvico são um grupo de músculos de con- trole

Assoalho Pélvico

Assoalho Pélvico Os músculos do assoalho pélvico são um grupo de músculos de con- trole voluntário

Os músculos do assoalho pélvico são um grupo de músculos de con- trole voluntário em forma de rede, que se localiza m na porção inferior da bacia especificamente entre as coxas, e tem a função de sustentar os órgãos internos.

Os MAP originam-se no osso púbico (localizado na região baixa do abdômen) e nas paredes laterais dos ossos da bacia e, se dirigem para o cóccix (um osso localizado na fenda que separa as nádegas, a ponta do cóccix pode ser palpada no final da fenda Inter glútea).

na fenda que separa as nádegas, a ponta do cóccix pode ser palpada no final da
Multifídos • Origem: Dorso do sacro, EIPS, processos mamilares das lombares, processo transverso das torácicas

Multifídos

Multifídos • Origem: Dorso do sacro, EIPS, processos mamilares das lombares, processo transverso das torácicas e

Origem: Dorso do sacro, EIPS, processos mamilares das lombares,

processo transverso das torácicas e processos articulares da C4 à C7;

Inserção: Processo espinhoso de 3 a 5 vértebras acima;

Ação: Estabilização e Extensão da Coluna Vertebral.

Processo espinhoso de 3 a 5 vértebras acima; • Ação: Estabilização e Extensão da Coluna Vertebral.
Reto Abdominal Reto do abdômen: origina-se da sínfise e crista púbica e se insere no

Reto Abdominal

Reto Abdominal Reto do abdômen: origina-se da sínfise e crista púbica e se insere no processo

Reto do abdômen: origina-se da sínfise e crista púbica e se insere no processo xifóide e da 5ª à 7° cartilagens costais. Comprime e contém o conteúdo abdominal e flete o tronco.

O músculo reto abdominal é um músculo longo e plano formado por duas bandas musculares que se estendem por todo comprimento da face ventral do abdômen. É separado lado a lado da linha mediana pela linha Alba.

pelas aponevroses de terminação dos músculos largos da parede abdominal (GRAY, 1995 KAPANDJI, 1990). CLIQUE AQUI
Quadrado Lombar Origina-se do ligamento iliolombar e lábio interno da crista ilíaca e se insere

Quadrado Lombar

Quadrado Lombar Origina-se do ligamento iliolombar e lábio interno da crista ilíaca e se insere na

Origina-se do ligamento iliolombar e lábio interno da crista ilíaca e se insere na borda inferior da 12ª costela, extremidade dos processos transversos das vértebras lombares. Flexiona lateralmente a coluna lombar para o mesmo lado de sua ação; fixa as duas últimas costelas na expiração forçada.

Oblíquo Externo

Origina-se das faces externas das 5ª e 12ª costelas e se insere na linha alba e metade anterior do lábio externo da crista ilíaca. Agindo bilate- ralmente, aproxima o processo xifoide ao púbis: agindo unilateralmen- te, leva o tronco à inclinação lateral e à rotação (gira o tronco, trazendo o ombro do mesmo lado para frente).

Oblíquo Interno

Origina-se da fáscia toracolombar, crista ilíaca e ligamento iguinal e se insere nas bordas inferiores da 10ª à 12ª costelas, linha alba e púbis. Agindo bilateralmente, flete o tronco: agindo unilateralmente, leva o t ronco à inclinação lateral e à rotação (gira o tronco trazendo o ombro do lado oposto para frente).

leva o t ronco à inclinação lateral e à rotação (gira o tronco trazendo o ombro
Psoas Psoas maior: origina-se dos processos transversos, corpos e discos intervertebrais de T12 a LS

Psoas

Psoas Psoas maior: origina-se dos processos transversos, corpos e discos intervertebrais de T12 a LS e

Psoas maior: origina-se dos processos transversos, corpos e discos intervertebrais de T12 a LS e se insere no trocânter menor. Flete o tron- co sobre a coxa, agindo bilateralmente. Sua principal ação unilateral é promover inclinação lateral do tronco; flete a coxa sobre a pelve, além de promover rotação externa da coxa.

O psoas além de ser estabilizador é o único que liga a coluna às pernas e tem a responsabilidade de nos manter em pé. O mal funcionamento do psoas causa um desequilibro muscular, redução da amplitude do movimento além de afetar o funcionamento dos órgãos do abdômen.

A falha na ativação do psoas faz com que a pessoa realize uma flexão lombar compensatória ao elevar o quadril. A tensão desse músculo pode bloquear a ação do glúteo na extensão do quadril.

Glúteo Máximo

Origem: Face glútea do osso do quadril, fáscia toracolombar, sacro e ligamento sacrotuberal;

Inserção: Tuberosidade glútea do fêmur, e tratoiliotibial;

Ação: Rotação lateral e extensão de coxa.

• Inserção: Tuberosidade glútea do fêmur, e tratoiliotibial; • Ação: Rotação lateral e extensão de coxa.
O glúteo máximo é um músculo relevante devido sua importância na transferência efetiva de carga

O glúteo máximo é um músculo relevante devido sua importância na

transferência efetiva de carga através da articulação sacro-ilíaca, contri- buindo para a estabilidade de força devido à orientação perpendicular

de suas fibras nesta articulação.

O glúteo máximo age na transferência efetiva de forças através da pel-

ve, contribuindo para a estabilidade da articulação sacro-ilíaca. Vários estudos demonstraram uma diminuição na ativação deste músculo em

indivíduos com dor lombar.

A contração do glúteo máximo e do Iatíssimo do dorso contralateral

também podem tensionar a lâmina superficial da aponeurose toraco- lombar. Tal estrutura auxilia na estabilização da coluna lombar, além de

agir como transmissor de forças entre a coluna, pelve e membros infe- riores.

Em pacientes que apresentam inibição do glúteo máximo, ocorre uma ativação precoce dos músculos isquiossurais e eretores espinhais para estabilizar a coluna lombar.

Alterações no controle motor podem causar ativação inapropriada dos músculos, interferindo na habilidade do indivíduo em realizar automati- camente um padrão de movimento adequado.

Alteração do padrão de ativação dos extensores de quadril e dos mús- culos estabilizadores pélvicos é reconhecida como um fator associado ao desenvolvimento de disfunções lombares. Esta alteração pode ter um impacto na carga fisiológica da articulação e alterar a direção e magnitude das forças de reação articular.

Glúteo Médio

Inserção Superior: Face externa do íleoentrea crista ilíaca, linha glú- tea posterior e anterior;

Inserção Inferior: Trocânter Maior;

Inervação: Nervo Glúteo Superior (L4 - S1);

Ação: Abdução e Rotação Medial da Coxa.

Trocânter Maior; • Inervação: Nervo Glúteo Superior (L4 - S1); • Ação: Abdução e Rotação Medial
Tensor Da Fáscia Lata • Origem: Espinha llíaca Antero Superior; • Inserção: Trato iliotibial; •

Tensor Da Fáscia Lata

Tensor Da Fáscia Lata • Origem: Espinha llíaca Antero Superior; • Inserção: Trato iliotibial; • Ação:

Origem: Espinha llíaca Antero Superior;

Inserção: Trato iliotibial;

Ação: Tensiona a fáscia lata e faz abdução, rotação medial e flexão do quadril.

Isquiotibiais

Devido ao sedentarismo os isquiotibiais tendem a encurtar. Grande parte da população possui essas características, o que justifica a alta incidência de encurtamento, que pode acarretar desvios posturais, afe- tara marcha e provocar dores nos membros inferiores e na lombar.

O encurtamento muscular, além de limitar a mobilidade articular é con- siderado fator contribuinte para as lesões musculares principalmente ao nível dos músculos isquíotibíais (POLACHINI etal,2005).

Osisquiotibiais, grupo formado pelos músculos semi tendinoso, semi- membranoso e bíceps da coxa, temação direta nos movimentos do quadril e joelho.

Portanto, uma redução da flexibilidade desse grupo muscular pode ocasionar em desvios posturais, afetando a funcionalidade das articula-

da flexibilidade desse grupo muscular pode ocasionar em desvios posturais, afetando a funcionalidade das articula-
ções do quadril, coluna lombar e joelho (CARREGARO et al,2007; SAN - TOS e DOMINGU

ções do quadril, coluna lombar e joelho (CARREGARO et al,2007; SAN- TOS e DOMINGU ES,2008).

Polachini et al (2005) afirma que pela posição anatômica, o encurta- mento muscular dos isquiotibiais pode acarretar em alterações pos- turais de grande importância, como a limitação da flexão do tronco e comprometi mento na articulação do quadril, levando-o a uma inclina- ção posterior (retroversão) e, consequentemente, afeta a marcha po- dendo gerar dores musculares ou articulares nos membros inferiores e na lombar.

Quando o isquiotibial está fraco, o glúteo máximo começa a fazer o trabalho no seu lugar. Glúteo Máximo fica sobrecarregado e perde sua principal função (extensão do quadril). A musculatura da lombar com- pensa a fraqueza do glúteo comum a extensão da lombar.

do quadril). A musculatura da lombar com - pensa a fraqueza do glúteo comum a extensão
PILATES APLICADO À HÉRNIA DE DISCO Por Gabriela Zaparoli Hérnia É a passagem parcial ou

PILATES APLICADO À HÉRNIA DE DISCO

Por Gabriela Zaparoli

Hérnia

APLICADO À HÉRNIA DE DISCO Por Gabriela Zaparoli Hérnia É a passagem parcial ou total, de

É a passagem parcial ou total, de um órgão ou formação anatômica, através de um orifício patológico, fora de sua localização normal. Estudos recentes demonstraram que, a partir dos 25 anos, as fibras do anel fibroso começam a degenerar, podendo produzir rachaduras em suas diferentes camadas. Assim, sob uma pressão axial, o núcleo pode- ria passar através das fibras do anel.

São fatores de risco, causas ambientais, posturais, desequilíbrios mus- culares e possivelmente, a influência genética. Fatores de risco ambien- tal têm sido sugeridos, tais como hábitos de carregar peso, dirigir e fumar, além do processo natural de envelhecimento.

A hérnia de disco é considerada uma patologia extremamente comum, que causa séria inabilidade em seus portadores. Estima-se que 2 a 3% da população sejam acometidos desse processo, cuja prevalência é de 4,8% em homens e 2,5% em mulheres, acima de 35 anos.

Em 76% dos casos há antecedente de uma crise lombar, uma década

de 4,8% em homens e 2,5% em mulheres, acima de 35 anos. Em 76% dos casos
antes (Bell et al., 1984; Della-Giustina, 1999). A fuga do núcleo pode ser anterior (mais

antes (Bell et al., 1984; Della-Giustina, 1999). A fuga do núcleo pode ser anterior (mais raros) ou posterior (mais frequentes). Das hérnias dis- cais lombares, 90% estão localizadas em L5-S1 e L4-L5.

As hérnias discais lombares mais comuns são as paramedianas e cola- teral direita ou esquerda. Provavelmente pela localização do núcleo e pela mobilidade da região lombar, os primeiros 50 a 60 graus de flexão da coluna ocorrem na lombar, principalmente nos segmentos inferiores. Com a degeneração do disco intervertebral ocorre uma diminuição da capacidade do disco de suportar cargas.

Tipos de Hérnias
Tipos de Hérnias

1. Hérnia intra-esponjosa ou Hérnia de Schmorl: invaginação de caráter

degenerativo do disco para o interior do corpo vertebral.

2. Protusão Discal: quando o núcleo rompe parcialmente as fibras do

anel, mas permanece contido pelas fibras mais externas.

3. Quando o núcleo se difunde e chega até o ligamento posterior, te-

mos:

a) Extrusão Discal Contida: na qual o núcleo rompe completamente as

fibras do anel, mas mantém integro o ligamento longitudinal posterior. Se ele estiver unido ao núcleo, pode se reintegrar através da tração.

b) Extrusão Discal não contida: quando o núcleo herniado vai além dos

limites do ligamento longitudinal posterior, podendo ficar livre no inte-

quando o núcleo herniado vai além dos limites do ligamento longitudinal posterior, podendo ficar livre no
rior do canal vertebral. c) Hérnia sequestrada: quando parte do núcleo fica bloqueado sob o

rior do canal vertebral.

c) Hérnia sequestrada: quando parte do núcleo fica bloqueado sob o li-

gamento comum posterior e as fibras do anel que se fecham atrás dela, impedindo o retorno.

d) Hérnia migratória: após chegar ao ligamento comum posterior, a

hérnia pode deslizar para cima ou para baixo.

Uma extrusão não contida aparentemente tem maior possibilidade de diminuir de tamanho. Isso acontece, pois, o material herniado se expõe ao espaço epidural posterior (atrás do ligamento), uma região que por ter maior número de vasos sanguíneos faz com que o conteúdo da hér- nia possa passar por um processo inflamatório e assim ser degradado pelo corpo. Porém, as herniações são maiores e podem levar a um grau de compressão elevado de outras estruturas e por isso pode causar lesões como perda de força, alteração de sensibilidade ou perda dela e dores irradiadas.

Já uma protusão, que fica localizada dentro do disco sem romper todas as fibras do ânulo fibroso, está instalada num local menos vasculariza- do, durante a fase aguda onde o paciente só recebe medicamentos e repouso, a chance de reabsorção é bem menor, porém a compressão das estruturas é menor gerando menos dor e danos. Mas durante o processo de reabilitação, se bem feito, uma protusão pode recuar.

Em quanto tempo alguém se recupera de uma Hérnia de Disco?

Em geral quando alguém nos faz esta pergunta está se referindo a dor. Em muitos casos, a dor diminui de forma que a pessoa retorne à suas atividades em menos de dois meses após a crise de dor, isso varia de acordo com cada caso, podendo levar mais tempo que isso ou até evo- luir para cirurgia.

De onde vem a dor da Hérnia?

A dor pode ter diversas origens. No caso de uma hérnia extrusa, há lesão da parte externa do disco que é inervada e, portanto, pode gera-

origens. No caso de uma hérnia extrusa, há lesão da parte externa do disco que é
ra a dor. Numa extrusão não contida, onde há a ruptura do ligamento longitudinal posterior

ra a dor. Numa extrusão não contida, onde há a ruptura do ligamento longitudinal posterior (LLP) é outra origem de dor. O material herniado pode também estar comprimindo as raízes nervosas e isso pode gerar dores na coluna e/ou irradiadas, como por exemplo, a ciatalgia. Os músculos que ficam ao redor da coluna podem entrar em tensão excessiva gerando dor também. E não podemos esquecer a dor do processo inflamatório dos locais lesionados (parte externa do disco e LLP).

Hérnia e Compressão radicular

A aparição da hérnia só é possível se o disco já estiver com micro trau- mas repetidos e o anel começar a degenerar. Em geral, a hérnia apare- ce após um esforço de levantamento de uma carga com o tronco em flexão. A hérnia se produz em três tempos:

1. A flexão do tronco para frente projeta o núcleo para trás, através das

rachaduras preexistentes.

2. No início do esforço de levantamento, o aumento da pressão axial

achata o disco e desloca a substancia do núcleo violentamente para trás, alcançando o ligamento comum posterior.

3. No último momento, quando a retificação do tronco esta pratica-

mente finalizada, ocorre o fechamento da rachadura por onde passou a hérnia. Pela pressão dos platôs vertebrais a massa constituída pela hérnia fica bloqueada debaixo do ligamento comum posterior, causan- do intensa dor lombar.

Quando a hérnia discal alcança à face próxima do ligamento longitudi- nal posterior as fibras nervosas entram em tensão, podendo produzir dores e radiculoalgias.

Radiculoalgias

A compressão radicular produz sintomas diferentes:

Se ocorrer no segmento L5-S1, comprimindo a primeira raiz sacral, a radiculoalgia ocorre:

produz sintomas diferentes: Se ocorrer no segmento L5-S1, comprimindo a primeira raiz sacral, a radiculoalgia ocorre:
• Dor irradiada pela face posterior da coxa, joelho, panturrilha e calca - nhar; •

Dor irradiada pela face posterior da coxa, joelho, panturrilha e calca- nhar;

Margem lateral do pé até o quinto dedo do pé;

Ausência de sensibilidade na lateral do pé e nos calcanhares.

Se ocorrer no segmento L4-L5, comprimindo a quinta raiz lombar, a radiculoalgia pode ocorrer:

Face posterior lateral da coxa e do joelho;

Face lateral da panturrilha;

Face dorsal-lateral do pé e hálux;

Perda sensorial do hálux.

Ciatalgia

O nervo ciático ou nervo isquiático é o principal nervo dos membros inferiores. Nervo que se origina nas regiões lombar e sacral da medula espinhal (entre L4 e S3) e fornece inervação motora e sensitiva para a extremidade inferior.

não consegue ficar de ponta de pé sobre a perna afetada ou dar passos usando apenas
Quando devemos ou não alongar? O alongamento para dor ciática pode ser benéfico em uma

Quando devemos ou não alongar?

Quando devemos ou não alongar? O alongamento para dor ciática pode ser benéfico em uma crise

O alongamento para dor ciática pode ser benéfico em uma crise em casos de Síndrome do Piriforme onde a dor é causada pela compres- são do pela tensão ou contratura do músculo Piriforme.

Em casos onde a ciatalgia é causada por uma hérnia discal a dor é multifatorial: envolve estímulo mecânico das terminações nervosas da porção externa do ânulo fibroso, compressão direta da raiz nervosa e uma série de fenômenos inflamatórios induzidos pelo núcleo extruso, com esse quadro se o aluno estiver em crise de dor, o alongamento da musculatura posterior pode exacerbar a dor.

posterior, tomando sempre o cuidado, principalmente no início em manter a coluna mais estável possível. CLIQUE
Exercícios para tratamento da Hérnia 1 | Breathing Objetivos: Estabilização segmentar, treino cognitivo. Ensinar e

Exercícios para tratamento da Hérnia

1 | Breathing

Exercícios para tratamento da Hérnia 1 | Breathing Objetivos: Estabilização segmentar, treino cognitivo. Ensinar e

Objetivos: Estabilização segmentar, treino cognitivo. Ensinar e treinar com o aluno a respiração do Pilates.

Instruções:

1 - Em decúbito dorsal no MAT, mãos apoiadas na altura das costelas.

2 - Inspire, deixando as mãos acompanhar a respiração e a movimenta-

ção da caixa torácica. 3-Expire e vá abaixando as costelas e contraindo o abdômen.

Variações: Para aumentar o grau de dificuldade pode-se realizar esse exercício com os MMII em flexão de quadril e joelhos 90⁰ e com o Ma- gic Circle entre os joelhos.

exercício com os MMII em flexão de quadril e joelhos 90⁰ e com o Ma -
2 | Mobilização Lombar com Overball Objetivos: Mobilizar a coluna lombar e pelve. Instruções: 1

2 | Mobilização Lombar com Overball

2 | Mobilização Lombar com Overball Objetivos: Mobilizar a coluna lombar e pelve. Instruções: 1 -

Objetivos: Mobilizar a coluna lombar e pelve.

Instruções:

1- Em decúbito dorsal no MAT, colocar a overball murcha entre a lom- bar e o glúteo, na região do sacro.

2- Inspire e na expiração realizar o movimento de retroversão pélvica. Pode-se realizar também o movimento do relógio com a pelve nos sen- tidos horário e anti-horário.

3 | Fortalecimento Abdominal

realizar também o movimento do relógio com a pelve nos sen- tidos horário e anti-horário. 3
Preparo para: Criss cross, single leg strech, single straight leg strech, hundred com auxílio da

Preparo para: Criss cross, single leg strech, single straight leg strech, hundred com auxílio da bola suíça.

Observações: Os exercícios Criss cross, single leg strech, single straight leg strech e hundred podem ser realizados por portadores de hérnia discal lombar, mas temos que prepará-los para o movimento correto

e para isso podemos utilizar a bola suíça e a barra de madeira do Ca-

dillac. Utilizando esses acessórios para sustentar o peso das pernas o

aluno aprende a correta forma de acionar o Power House sem fazer

a retroversão da pelve sobrecarregando a coluna lombar. Com a bola

podemos modificar os exercícios Criss Cross, single leg strech, single straight leg strech utilizando-a para sustentar o peso dos MMII. Com a barra do Cadillac, podemos modificar o Hundred, fazendo com que a barra sustente a posição de table top enquanto o tronco se eleva e os braços realizam as batidas.

4 | Swan no Cadillac

eleva e os braços realizam as batidas. 4 | Swan no Cadillac Objetivos: Mobilizar a coluna

Objetivos: Mobilizar a coluna em extensão, estimular o movimento de extensão. Fortalecer paravertebrais e multífidus.

Instruções:

1 - Ajoelhado no cadillac com o tronco apoiado sobre uma bola suíça.

2 - Mãos na barra torre.

3 - Na expiração realizar o movimento de extensão de tronco.

Podemos começar apenas fazendo isometria mantendo a posição, e depois realizar movimentos. Isso irá depender do quadro álgico e da consciência corporal do aluno.

a posição, e depois realizar movimentos. Isso irá depender do quadro álgico e da consciência corporal
5 | Back Extension Objetivos: Fortalecer os músculos paravertebrais e glúteos; mobilizar a coluna vertebral

5 | Back Extension

5 | Back Extension Objetivos: Fortalecer os músculos paravertebrais e glúteos; mobilizar a coluna vertebral em

Objetivos: Fortalecer os músculos paravertebrais e glúteos; mobilizar a coluna vertebral em extensão; alongar tríceps sural.

Instruções:

1 - Em decúbito ventral sobre o high barrel, mãos na nuca.

2 - Apoiar os pés na parte de baixo do espaldar do barrel.

3 - Na expiração realizar a extensão de tronco, e na inspiração retornar à posição inicial.

Dicas e cuidados: Com a evolução do aluno, podemos dificultar o exercício colocando os pés na barra do espaldar do barrel, podemos aumentar a alavanca realizando o movimento com os ombros flexio- nados a 180°, ou ainda acrescentando acessórios como bastão, bola e Magic Circle.

6 | Swan (Chair)

os ombros flexio - nados a 180°, ou ainda acrescentando acessórios como bastão, bola e Magic
Objetivos: Ativar transverso do abdome para estabilizar a região lom- bo-pélvica, fortalecer oblíquos e eretores

Objetivos: Ativar transverso do abdome para estabilizar a região lom- bo-pélvica, fortalecer oblíquos e eretores da coluna, glúteo máximo, ísquiotibiais, alongar cadeia anterior.

Instruções:

1 - Em decúbito ventral sob a chair. Mãos no pedal.

2- Na expiração realizar extensão de tronco.

3 - Na inspiração retornar à posição inicial.

Para evoluir pode-se manter a extensão de tronco e realizar movimento de flexão e extensão de cotovelos.

7 | 90°/90° (Cadillac)

flexão e extensão de cotovelos. 7 | 90°/90° (Cadillac) Objetivos: Dissociação coxo-femoral, controle de centro,

Objetivos: Dissociação coxo-femoral, controle de centro, coordenação motora.

Instruções:

1 - Em decúbito dorsal prenda os MMII com as alças de velcro.

2- Podem-se realizar movimentos passivos: o instrutor segura na alça que prende o joelho e realiza movimentos circulares.

3 - Movimentos ativos: somente de MMII, ou de MMII e MMSS ao mes-

mo tempo. Fazendo flexão dos membros ou movimentos alternados de MMII e MMSS.

somente de MMII, ou de MMII e MMSS ao mes- mo tempo. Fazendo flexão dos membros
8 | Estabilização de quadril Objetivos: Recrutamento da musculatura de glúteo e ísquiotibiais man -

8 | Estabilização de quadril

8 | Estabilização de quadril Objetivos: Recrutamento da musculatura de glúteo e ísquiotibiais man - tendo

Objetivos: Recrutamento da musculatura de glúteo e ísquiotibiais man- tendo a pelve neutra.

Instruções:

1 - Deitado em decúbito ventral sob a caixa em cima do Reformer.

2 - Colocar as pontas dos pés na plataforma do reformer.

3 - Na expiração empurrar o carrinho jogando a força nos calcanhares para recrutar a musculatura posterior.

4 - Retorne na inspiração.

Dicas: Não usar muita carga no começo para não haver compensações, não deixe que o aluno faça rotação de quadril e nem juntar os tornoze- los. Para evitar essas compensações, pode-se utilizar uma bolinha entre os tornozelos.

juntar os tornoze - los. Para evitar essas compensações, pode-se utilizar uma bolinha entre os tornozelos.
9 | Side Splits É importante entendermos que mesmo com hérnia, o aluno deve rea-

9 | Side Splits

9 | Side Splits É importante entendermos que mesmo com hérnia, o aluno deve rea- lizar

É importante entendermos que mesmo com hérnia, o aluno deve rea- lizar exercícios em todas as posições para que ele leve isso para suas AVD’s. Ele deve aprender a acionar o Power House em todas as posi- ções.

Objetivos: Alongar e fortalecer os músculos adutores do quadril e ou fortalecer os músculos abdutores do quadril.

Instruções:

1 - Em pé, lateralmente, com um pé na plataforma e o outro sobre o carrinho.

2 - Empurre o carrinho para o lado com os dois joelhos estendidos.

3 - Retorne á posição inicial.

flexionar os joelhos. E ainda oferecer resistência os MMSS, como halteres, bolas, faixas, Magic Circle. CLIQUE
10 | Spread Eagle Mobilizar a coluna vertebral em extensão, fortalecer paravertebrais, multífidus, alongar tríceps

10 | Spread Eagle

10 | Spread Eagle Mobilizar a coluna vertebral em extensão, fortalecer paravertebrais, multífidus, alongar tríceps

Mobilizar a coluna vertebral em extensão, fortalecer paravertebrais, multífidus, alongar tríceps sural.

Objetivos: Alongar e fortalecer os músculos adutores do quadril e ou fortalecer os músculos abdutores do quadril.

Instruções:

1 - Em pé segurando nas barras laterais do Cadillac, pontas dos pés apoiadas no rolo.

2 - Na expiração realizar a extensão de tronco.

3 - Retorne na inspiração.

dos pés apoiadas no rolo. 2 - Na expiração realizar a extensão de tronco. 3 -
TREINAMENTO FUNCIONAL TERAPÊUTICO Por Keyner Luiz Definições do Treinamento Funcional • É baseado na estimulação

TREINAMENTO FUNCIONAL TERAPÊUTICO

Por Keyner Luiz

TREINAMENTO FUNCIONAL TERAPÊUTICO Por Keyner Luiz Definições do Treinamento Funcional • É baseado na estimulação

Definições do Treinamento Funcional

É baseado na estimulação do corpo humano para que sejam melhora-

das todas as qualidades do sistema musculoesquelético quanto a seus

sistemas interdependentes (Campos, 2004);

Melhorar todas as capacidades e sistemas com o sucesso de sua apli-

cação na reabilitação. O conceito passou a ser utilizado no desenvol- vimento de programas para a melhoria do desempenho atlético e do condicionamento físico para minimizar possíveis lesões;

locomotores naturais, eficazes e eficientes do organismo e de objetos externos (Greg Glass - man). CLIQUE
A Abordagem Articulação por Articulação NECESSIDADES ARTICULAÇÃO PRIMÁRIAS Tornozelo Mobilidade Joelho

A Abordagem Articulação por Articulação

NECESSIDADES ARTICULAÇÃO PRIMÁRIAS Tornozelo Mobilidade Joelho Estabilidade Quadril Mobilidade Lombar
NECESSIDADES
ARTICULAÇÃO
PRIMÁRIAS
Tornozelo
Mobilidade
Joelho
Estabilidade
Quadril
Mobilidade
Lombar
Estabilidade
Torácica
Mobilidade
Escapula
Estabilidade
Glenoumeral
Mobilidade
Mobilidade Escapula Estabilidade Glenoumeral Mobilidade Planos do Movimento Mobilidade de Tornozelo • Movimentos

Planos do Movimento

Estabilidade Glenoumeral Mobilidade Planos do Movimento Mobilidade de Tornozelo • Movimentos compensatórios;
Estabilidade de Joelho • Falha na ativação de glúteo médio; • Tensão em quadrado lombar.

Estabilidade de Joelho

Falha na ativação de glúteo médio;

Tensão em quadrado lombar.

Mobilidade de Quadril

Movimentos compensatórios;

Encurtamento e fraqueza do Psoas (Teste do Psoas);

Tensão do Diafragma.

Estabilidade Lombar

Movimentos Compensatórios no quadril e na torácica;

Déficit na ativação da musculatura profunda;

Em situações normais, apenas uma pequena quantidade de coativa-

ção muscular - cerca de 10% da contração máxima -, é necessária para a estabilidade. Em um segmento lesado pela frouxidão ligamentar ou

pela lesão discai, um pouco mais de coativação pode ser necessária.

lesado pela frouxidão ligamentar ou pela lesão discai, um pouco mais de coativação pode ser necessária.
Engrenagem de Estabilização Mobilidade Torácica • Instabilidade Lombar; • Prejudica os movimentos dos MMSS; •

Engrenagem de Estabilização

Engrenagem de Estabilização Mobilidade Torácica • Instabilidade Lombar; • Prejudica os movimentos dos MMSS; •

Mobilidade Torácica

Instabilidade Lombar;

Prejudica os movimentos dos MMSS;

Dores na Cervical ou Lombar.

Mobilidade e Estabilidade de Ombro

Dores na Região Torácica;

Sobrecarrega musculatura da cervical;

Movimentos Compensatórios na região lombar.

O Processo é Simples

Perca mobilidade de tornozelo e ganhe dor no joelho;

Perca mobilidade no quadril e ganhe uma lombalgia;

Simples • Perca mobilidade de tornozelo e ganhe dor no joelho; • Perca mobilidade no quadril
• Perca mobilidade na torácica e ganhe dor na cervical e no ombro ou lombalgia.

Perca mobilidade na torácica e ganhe dor na cervical e no ombro ou lombalgia.

Desalinhamento Postural

O desalinhamento postural causado pelo desequilíbrio muscular pode ser explicado pela diferença de força e flexibilidade entre grupos mus- culares que atuam sobre uma mesma articulação. Isto é, ocorre quando determinado grupo muscular apresenta-se mais forte e/ou mais tensio- nado do que seu respectivo antagonista (Kollmitzer et al, 2000; Klee et al, 2004; Liebenson & Lardner, 1999).

Alguns grupos musculares apresentam uma predisposição natural ao encurtamento. Embora não exista uma explicação para isso, acredita-se que exista pela correlação com a posição fetal.

Desequilíbrio Muscular

Deficiências no padrão de movimento e na regulação motora desem- penham o principal papel no desenvolvimento da disfunção musculoes- quelética, especialmente na parte periférica do sistema locomotor.

Vários estudos sugeriram que as disfunções da coluna vertebral estão relacionadas principalmente a desequilíbrios musculoesqueléticos. Atualmente, é importante proporcionar uma atividade coordenada que reúna todos os grupos musculares. Isso para que se alcance um siste- ma muscular balanceado para a prevenção e tratamento da dor lombar crônica.

q ue se alcance um siste- ma muscular balanceado para a prevenção e tratamento da dor
Principais Causas do Desequilíbrio Muscular Objetivo do TFT • Buscar o equilíbrio Muscular; • Melhorar

Principais Causas do Desequilíbrio Muscular

Principais Causas do Desequilíbrio Muscular Objetivo do TFT • Buscar o equilíbrio Muscular; • Melhorar o
Principais Causas do Desequilíbrio Muscular Objetivo do TFT • Buscar o equilíbrio Muscular; • Melhorar o

Objetivo do TFT

Buscar o equilíbrio Muscular;

Melhorar o padrão Fundamental das articulações;

Sessão Aula Dinâmica;

Redução das Lesões.

“Olhar o defeito e não a causa”

das articulações; • Sessão Aula Dinâmica; • Redução das Lesões. “Olhar o defeito e não a
Fases do TFT 1 - Proteção da Coluna (ativação da Musculatura Profunda); 2 - Reorganização

Fases do TFT

1 - Proteção da Coluna (ativação da Musculatura Profunda);

2 - Reorganização Articular;

3 - Reprogramação da Musculatura Superficial;

4 - Devolver os movimentos fisiológicos;

5 - Auto liberação Miofascial (Foam Roller).

Progressão dos exercícios

Superar o Limite do Cliente;

Graduar o exercício de acordo com o seu cliente (exercícios muito “simples” para um atleta pode não servir como “preventivo”);

Utilizar variações de exercícios com o mesmo objetivo. Proteção da Coluna

Conscientização da Importância do Transverso Abdominal e multífi- dus;

Contração do Transverso em Movimento;

cliente empurrar o chão com os pés a mão com a cabeça (a mão deve estar
EXERCÍCIOS DE RETIFICAÇÃO VERTEBRAL Swan Objetivos • Fortalecer: deltoide anterior, tríceps braquial, peitoral

EXERCÍCIOS DE RETIFICAÇÃO VERTEBRAL

Swan

EXERCÍCIOS DE RETIFICAÇÃO VERTEBRAL Swan Objetivos • Fortalecer: deltoide anterior, tríceps braquial, peitoral

Objetivos

Fortalecer: deltoide anterior, tríceps braquial, peitoral maior e ereto- res da es pinha e centro de forças.

Mobilizar: Curvas lombar, torácica e cervical.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: em decúbito ventral apoie as mãos sobre o MAT pa-

ralela mente aos ombros.

dos cotovelos e do tronco, mantendo a cabeça alinhada com a coluna. 3. Retorne à posição
Swan Dive Objetivos • Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tron - co,

Swan Dive

Swan Dive Objetivos • Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tron - co, glúteos

Objetivos

Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tron- co, glúteos máximos, isquiotibiais e casa de força.

Mobilizar: Curvas lombar, torácica e cervical.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: em decúbito ventral, ombros ficam flexionados e co-

tovelos estendidos.

2. Realize a extensão do tronco, associada à extensão dos quadris.

3. Retorne à posição inicial.

2. Realize a extensão do tronco, associada à extensão dos quadris. 3. Retorne à p osi
Single Leg Kick Objetivos • Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tronco, glúteos

Single Leg Kick

Single Leg Kick Objetivos • Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tronco, glúteos

Objetivos

Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tronco, glúteos máximos, isquiotibiais e casa de força.

Mobilizar: Curvas cervical, torácica e lombar.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: em decúbito ventral, cotovelos apoiados, quadris e

joelhos estendidos.

2. Realize a extensão de tronco associada à flexão de um dos joelhos,

posteriormente realizar rotação da cervical para o lado oposto.

joelhos, posteriormente realizar rotação da cervical para o lado oposto. 3. Retorne à posição inicial. CLIQUE

3. Retorne à posição inicial.

Double Leg Kick Objetivos • Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tron -

Double Leg Kick

Double Leg Kick Objetivos • Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tron - co,

Objetivos

Fortalecer: Eretores da espinha, multífideos, cadeia extensora de tron- co, glúteos máximos, isquiotibiais e casa de força.

Mobilizar: Curvas cervical, torácica e lombar.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: em decúbito ventral, apoio nas mãos apoiadas no

dorso lombar, ombros em extensão e rotação interna, quadris e joelhos estendidos.

2. Realize a extensão de tronco associada à flexão dos joelhos, e exten-

de tronco associada à flexão dos joelhos, e exten - são dos cotovelos. 3. Retorne à
Scissors Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos

Scissors

Scissors Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos

Objetivos

Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno e externo, e demais músculos da casa de força.

Mobilizar: Coluna lombar e torácica.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: decúbito dorsal, flexão de joelhos e quadris a 90º.

dorso em apoio, exten - são de joelhos, e flexão alternada de quadris. 3. Retorne à
Bicycle Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno

Bicycle

Bicycle Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno

Objetivos

Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno e externo, isquiotibiais e demais músculos da casa de força.

Mobilizar: Coluna lombar e torácica.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: decúbito dorsal, flexão de joelhos e quadris a 90º.

2. Realize a elevação da pelve com as mãos no dorso em apoio, exten-

são e flexão alternada de quadris e joelhos.

no dorso em apoio, exten - são e flexão alternada de quadris e joelhos. 3. Retorne
Rocking Objetivos • Fortalecer: Multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, Iatíssimo do dorso e

Rocking

Rocking Objetivos • Fortalecer: Multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, Iatíssimo do dorso e demais

Objetivos

Fortalecer: Multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, Iatíssimo do dorso e demais músculos da casa de força.

Mobilizar: Curva lombar, torácica e cervical.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: em decúbito ventral, flexione os joelhos e segure os

pés.

2. Realize a extensão de tronco sem perder o apoio das mãos nos pés. 3. Retorne
Semi Circle Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, glúteo máximo, eretores da espi - nha, transverso

Semi Circle

Semi Circle Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, glúteo máximo, eretores da espi - nha, transverso do

Objetivos

Fortalecer: lliopsoas, multífideos, glúteo máximo, eretores da espi- nha, transverso do abdômen, oblíquos interno e externo, e demais músculos da casa de força.

Mobilizar: Curvas torácica e lombar.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: decúbito dorsal, cotovelos estendidos e apoiados no

carrinho, pelve elevada, joelhos flexionados.

2. Realize a extensão dos joelhos mantendo a estabilidade da pelve, se-

guida de flexão de quadril até o ponto de ser a pelve e esta ficar próxi- ma às molas, em anteversão.

3. Retorne à posição inicial com flexão dos joelhos, extensão dos qua-

dris e elevação da pelve.

em anteversão. 3. Retorne à posição inicial com flexão dos joelhos, extensão dos qua - dris
Pulling Straps Objetivos • Fortalecer: Multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno e

Pulling Straps

Pulling Straps Objetivos • Fortalecer: Multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno e

Objetivos

Fortalecer: Multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno e externo, e demais músculos da casa de força.

Mobilizar: Curva lombar, torácica e cervical.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

neutra. 2. Realize a extensão dos ombros até a altura dos quadris. 3. Retorne à posição
Stomach Massage Objetivos • Fortalecer: Transverso abdominal e demais músculos da casa de for- ça.

Stomach Massage

Stomach Massage Objetivos • Fortalecer: Transverso abdominal e demais músculos da casa de for- ça. •

Objetivos

Fortalecer: Transverso abdominal e demais músculos da casa de for- ça.

Mobilizar: Coluna torácica.

Alongar: Cadeia posterior.

Instruções

1. Posição inicial: sentado, quadris e joelhos flexionados, pés e mãos

apoiados na barra.

2. Sem empurrar o carrinho, o esforço será para “crescer” a coluna,

levando as vertebras torácicas a se mobilizarem para a posição de ali- nhamento.

as vertebras torácicas a se mobilizarem para a posição de ali- nhamento. 3. Retorne à posição
Teaser Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno

Teaser

Teaser Objetivos • Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno

Objetivos

Fortalecer: lliopsoas, multífideos, eretores da espinha, transverso do abdômen, oblíquos interno e externo, e demais músculos da casa de força.

Mobilizar: Curva lombar, torácica e cervical.

Alongar: Cadeia anterior.

Instruções

1. Posição inicial: decúbito dorsal, quadris e joelhos estendidos, mãos

apoiadas na barra do cadillac.

barra para cima, associada à flexão dos quadris. 3. Retorne à posição inicial vértebra por vértebra.
Climb a Tree Objetivos • Fortalecer: Reto abdominal, oblíquo interno e externo, transverso do abdômen,

Climb a Tree

Climb a Tree Objetivos • Fortalecer: Reto abdominal, oblíquo interno e externo, transverso do abdômen, iliopsoas

Objetivos

Fortalecer: Reto abdominal, oblíquo interno e externo, transverso do abdômen, iliopsoas e paravertebrais.

Mobilizar: Coluna tóraco-lombar.

Alongar: Cadeia posterior, isquiotibiais.

Instruções

1. Posição inicial: uma perna apoia no espaldar e a outra perna em fle-

xão de quadril a 90º, coluna em flexão com mãos apoiadas na perna.

2. Realize a extensão da coluna, liberando o apoio da perna.

o apoio da perna. 3. Retorne à posição inicial recuperando o apoio da perna em forma
Conclusão Diante do exposto, ficou claro que os problemas de coluna são uma das principais

Conclusão

Diante do exposto, ficou claro que os problemas de coluna são uma das principais queixas da população mundial, estando muito presente entre idosos e trabalhadores de diferentes posições ocupacionais.

Além disso, o tratamento desses problemas varia de acordo com o tipo e a causa, mas o Pilates é um importante aliado para grande parte deles, visto que ele oferece melhora da força e do tônus muscular e, ainda, aumenta a flexibilidade e o equilíbrio.

Apesar dessa importância para o tratamento da coluna, é fundamental que os fisioterapeutas e educadores físicos se especializem nas técni- cas de Pilates, de forma a aumentar a segurança para o paciente!

físicos se especializem nas técni - cas de Pilates, de forma a aumentar a segurança para