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ÍNDICE › Nota introdutória . . . . . . . . . . .

ÍNDICE

Nota introdutória

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2

Organização

do

Manual.

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3

Propostas de planificação

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4

Anexos .

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7

Guião de exploração das

 

10

Transparência 1 – O IDH: contrastes na sua

 

10

Transparência 2 – Indicadores de desenvolvimento

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11

Transparência 3 – A taxa de mortalidade infantil

 

12

Transparência 4 – Objectivos de Desenvolvimento do

 

13

Transparência 5 – O impacto dos conflitos armados

 

14

Transparência 6 – APD – doadores e beneficiários

 

15

Transparência 7 – O degelo no Árctico

 

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16

Transparência 8 – Consequências do aquecimento global em Portugal Continental (previsão até

 

17

Transparência 9 – A vulnerabilidade

 

18

Transparência 10 – Buraco do ozono na Antárctida

 

19

Transparência 11 – Da captação ao tratamento da água

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20

Transparência 12 – Desflorestação vs.

 

21

Fichas de reforço e

ampliação

 

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22

Ficha 1 – Níveis de

 

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22

Ficha 2 – Desigualdades na longevidade e no acesso a água potável

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23

Ficha 3 – Desigualdades na educação e no nível de

 

24

Ficha 4 – Atenuar as desigualdades

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Ficha 5 – A atmosfera

 

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Ficha 6 – Marés

 

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27

Ficha 7 – Desflorestação e desertificação

 

28

Ficha 8 – Biodiversidade em perigo

 

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Ficha 9 – Espécies em

 

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30

Ficha 10 – Preservar o ambiente

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31

Soluções das fichas de reforço e ampliação

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32

Soluções das fichas do Caderno de Actividades

 

35

. . . . . . . . . . 32 › Soluções das fichas do

NOTA INTRODUTÓRIA

A elaboração deste Caderno de Apoio ao Professor tem como objectivo facilitar a utilização do pro- jecto Viagens do 9. o ano, pelo que:

• explicita as características do Manual e a sua organização;

• apresenta uma proposta de planificação por unidades;

• inclui sugestões de exploração dos materiais de apoio;

• apresenta um conjunto de novas fichas de reforço e ampliação fotocopiáveis;

• propõe a correcção das fichas do Caderno de Actividades e das novas fichas de reforço e ampliação.

A planificação não pretende servir de modelo nem substituir a de cada escola ou turma, mas apenas pro- por uma articulação entre os conteúdos programáticos e os materiais de apoio do nosso projecto, bem como sugerir uma forma de articulação entre os conteúdos, as situações de aprendizagem e as compe- tências essenciais.

As transparências continuam a ser recursos facilmente utilizáveis na sala de aula, permitindo envolver os alunos na sua exploração e na construção das conclusões. Daí a opção de incluir, no projecto Viagens do 9. o ano, 12 transparências que incluem situações de envolvimento do aluno na sua exploração.

No Caderno de Apoio ao Professor, apresentamos sugestões de exploração das transparências que incluem as respectivas imagens em «tons de cinzento», para que possam ser fotocopiadas e distribuídas aos alunos que, assim, poderão acompanhar melhor a sua exploração.

São ainda propostas, neste Caderno de Apoio ao Professor, 10 fichas de reforço e ampliação que com- plementam as do Caderno de Actividades e são facilmente fotocopiáveis. Dão ao professor maior liberdade na sua utilização, podendo também ser úteis como actividades a propor para o tempo de Estudo Acom- panhado.

Continuamos a incluir no nosso projecto a correcção das fichas do Caderno de Actividades e das fichas propostas no Caderno de Apoio ao Professor. Esta destina-se, essencialmente, a facilitar o traba- lho do professor, no caso de pretender que os alunos façam, eles próprios, individualmente ou a pares, a cor- recção autónoma de algumas fichas.

Destaque, ainda, para o Manual do Professor com algumas sugestões de trabalho em sala de aula e com a correcção das actividades do Manual. Mais uma vez, pretendemos facilitar o trabalho dos colegas, tendo em conta que a componente de trabalho individual do horário dos professores é cada vez mais reduzida.

Esperamos que este Caderno de Apoio ao Professor possa ser útil e ajude a cumprir os objectivos do pro- jecto Viagens. A todos, desejamos um bom trabalho.

Os Autores

ORGANIZAÇÃO DO MANUAL Viagens é um projecto que pretende promover o desenvolvimento de competências ,

ORGANIZAÇÃO DO MANUAL

Viagens é um projecto que pretende promover o desenvolvimento de competências, permitindo a participação do aluno na construção do saber, através de actividades diversificadas propostas no Manual, no Caderno de Actividades e no Caderno de Apoio ao Professor.

O Manual respeita a estrutura do currículo oficial, organizando-se em dois temas programáticos e articu- lando-se com o Caderno de Actividades, que permite aplicar as aprendizagens e desenvolver competências. O desenvolvimento dos temas organiza-se do seguinte modo:

O desenvolvimento dos temas organiza-se do seguinte modo: 1 Observa a Fig. 1 Duas páginas –

1 Observa a Fig. 1

Duas páginas – à partida – que apelam à reflexão dos principais assuntos da unidade, procu- rando tornar mais significativos os conteúdos, de modo a motivar os alunos.

Intercaladas com o texto e procurando que o aluno participe na construção do seu próprio conhecimento, surgem actividades que também permitem uma participação mais activa na aula.

Sempre que é pertinente, são propostos estudos de caso, que permitem relacionar as apren- dizagens com situações concretas, reflectindo-as no contexto da ciência geográfica.

No espaço na rota certa são sugeridas actividades de aplicação das aprendizagens, que per- mitem aferir a na rota certa são sugeridas actividades de aplicação das aprendizagens, que per- mitem aferir a compreensão dos assuntos tratados.

Em várias situações, surge a proposta vai mais além, que pretende ser uma oportunidade para o aluno aprofundar e alargar os seus conhecimentos sobre os assuntos desenvolvidos e o âmbito da sua reflexão.Em várias situações, surge a proposta vai mais além

O recordar é uma síntese esquemática, no final de cada unidade, que pode ser ampliada pelo aluno, no caderno diário, ajudando-o a sistematizar as aprendizagens. O aluno pode esclarecer as suas dúvidas revendo as páginas indicadas junto ao esquema-síntese.O recordar

Duas páginas, no final de cada unidade – à chegada –, com actividades de consolidação das aprendizagens.Duas páginas, no final de cada unidade – à chegada

No Manual, existem ainda símbolos de orientação do trabalho do aluno:

Caderno de Actividades Ficha 6A Ficha 6A

Guia de Viagens Pág. 9 Apoio internet www.projecto.te.pt/links › UNICEF
Guia de Viagens
Pág. 9
Apoio internet
www.projecto.te.pt/links
› UNICEF

Consulta o Desdobrável9 Apoio internet www.projecto.te.pt/links › UNICEF Indica ao aluno o número da ficha do Caderno de

Indica ao aluno o número da ficha do Caderno de Actividades que se articula com os assuntos em estudo.

Indica ao aluno uma actividade de estudo e consolidação das aprendizagens, no Guia de Viagens.

Sugere a consulta de sites da Internet de interesse para a disciplina e para o aluno.

Remete para a consulta do desdobrável, no final do Manual.

PROPOSTAS DE PLANIFICAÇÃO

Tema 5: CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO

1. a unidade: Países desenvolvidos e países em desenvolvimento

Conteúdos

Situações de aprendizagem

Competências

Recursos

 

essenciais

Crescimento e

Realização das actividades propostas no Manual e no Caderno de Actividades.

Comparar

Manual

desenvolvimento

distribuições

 

de fenómenos

Actividade de motivação:

humanos,

Caderno de

utilizando

Actividades

Cada aluno escolhe um país.

planisférios

Elaborar uma lista com todos os países escolhidos.

e

mapas de

Ordenar os países segundo o seu IDH (site do PNUD:

diferentes

Base de

http://www.undp.org/).

territórios e

planisfério político

Cartografar os países da lista de acordo com os três níveis de desenvolvimento (baixo, médio e elevado) e de acordo com os dois grandes grupos de países considerados (desenvolvidos e em desenvolvimento).

escalas.

(anexo 1)

Ordenar

Transparências 1,

e

classificar

2, e 3

Analisar a distribuição geográfica dos países, relacionando-a com o seu nível de desenvolvimento.

as características

dos fenómenos

 
 

geográficos,

Ficha de

Exploração da transparência 1

enumerando os

reforço 1

mais importantes,

Trabalho de cartografia: elaborar mapas, em tamanho grande, em papel de cenário ou outro material (1) :

na sua localização

e

interacção.

Base de planisfério

político com a

países desenvolvidos e em desenvolvimento;

distribuição da riqueza (PIB/habitante);

Utilizar

grandes divisões regionais geralmente utilizadas.

o

vocabulário

divisão por

geográfico em

continentes (anexo 2)

Nota: Estes mapas poderão ser afixados na sala de aula e servir de comparação para todos os restantes indicadores que forem sendo estudados.

descrições orais

e

escritas de

 

lugares, regiões

Fichas de

 

e

fenómenos

Mobilização de conhecimentos anteriores: elaboração, com base nos temas anteriormente estudados em Geografia, de uma lista de factores que dificultam o crescimento económico e o desenvolvimento humano dos países menos desenvolvidos.

geográficos.

reforço 2 e 3

Desenvolver

Inquérito

a

utilização de

(anexo 3)

 

dados/índices

Principais

Trabalho de grupo: cada grupo recolhe notícias, dados estatísticos e imagens (na imprensa, na Internet, etc.) sobre um tema (saúde, nutri- ção, etc.) que permita identificar contrastes nos níveis de desenvolvi-

estatísticos,

indicadores de

tirando

desenvolvimento

conclusões

 

a

partir

mento. Depois, analisa e trata a informação, apresentando à turma o resultado do seu trabalho (em cartaz, em PowerPoint, etc.).

Exploração das transparências 2 e 3

Trabalho de campo: realização de um inquérito sobre o rendimento das famílias da área da escola e da residência dos alunos da turma; tratamento dos dados e elaboração de um relatório de análise dos resultados, em que se estabeleça a relação entre os níveis de rendi- mento e a qualidade de vida.

de exemplos reais que justifiquem as conclusões apresentadas.

Analisar casos

concretos

e

reflectir

sobre soluções

 

possíveis,

utilizando

recursos técnicos

e

conhecimentos

geográficos.

(1) Sugestão: 1. o colocar uma base do planisfério político no retroprojector e projectá-la em papel de cenário ou outro material; 2. o decalcar, no papel de cenário, os contornos dos continentes, maiores ilhas e países. Obtém-se, assim, um planisfério político em tamanho grande para cartografar aspectos importantes que podem ficar sempre expostos na sala de aula.

Tema 5: CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO

2. a unidade: Obstáculos e soluções para atenuar as desigualdades

Conteúdos

Situações de aprendizagem

Competências

Recursos

 

essenciais

Obstáculos ao

Realização das actividades propostas no Manual e no Caderno de Actividades.

Comparar

Manual

desenvolvimento

distribuições

 

de fenómenos

humanos,

Caderno de

Exploração da transparência 5

utilizando

Actividades

planisférios

e

mapas

de diferentes

Base de

Debate: Justiça das relações internacionais. Preparação: pesquisa de informação (notícias, dados estatísticos, textos dos Relatórios do Desenvolvimento Humano, no respectivo site) sobre a participação dos países em desenvolvimento nas orga- nizações internacionais.

territórios

planisfério político

e

escalas.

(anexo 1)

Utilizar o

Transparências 4,

 

vocabulário

5, e 6

geográfico em

Exploração autónoma do manual/participação no desenvolvi- mento da matéria: a turma divide-se em pares/grupos em número igual ao dos obstáculos ao desenvolvimento referidos no Manual. Cada grupo/par:

descrições orais

e

escritas de

Ficha de

lugares, regiões

reforço 4

e

fenómenos

 

geográficos.

1. o sistematiza a informação sobre esse obstáculo, podendo enri- quecê-la e actualizá-la através dos sites da Internet indicados no Manual;

 

Computador

Desenvolver

2. o apresenta à turma esta parte da matéria.

a

utilização de

Acesso à Internet

dados/índices

estatísticos,

Soluções para

Exploração das transparências 4 e 6

tirando

Material para

atenuar as

conclusões

cartazes

desigualdades

a

partir

Divulgação dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio:

de exemplos reais que justifiquem as conclusões apresentadas.

Recolha de informação sobre o estado dos países/regiões face aos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio e sua representa- ção gráfica.

Elaboração de cartazes: cada um com um dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e o estado dos países face a esse objectivo.

Problematizar

as situações

evidenciadas

 

em trabalhos

Aula on-line : realização de uma aula com a utilização da Internet para visita de sites de organizações não governamentais (ONG):

realizados,

formulando

conclusões.

Recolha de informação sobre os objectivos e áreas de actuação de cada uma das ONG visitadas.

 

No final da aula, fazer uma lista das ONG visitadas e uma conclu- são sobre o papel das ONG no atenuar das desigualdades de desenvolvimento.

Tema 6: AMBIENTE E SOCIEDADE

1. a unidade: Impactos ambientais da actividade humana

Conteúdos

Situações de aprendizagem

 

Competências

Recursos

 

essenciais

Os principais

Realização das actividades propostas no Manual e no Caderno de Actividades.

Utilizar o

Manual

problemas

vocabulário

ambientais

 

geográfico em

descrições orais

Caderno de

Exploração das transparências 7, 8, 9 e 10

e

escritas de

Actividades

lugares, regiões

e

fenómenos

Trabalho de grupo: a turma divide-se em grupos e cada grupo:

geográficos.

Transparências 7, 8, 9 e 10

1. o escolhe uma escala de análise: mundial, continental, nacional, regional ou local, de modo a que todas as escalas sejam contem- pladas (se mais do que um grupo escolher a escala continental, devem ser continentes diferentes);

Desenvolver a

utilização de

 

dados/índices

Base de

estatísticos,

planisfério

2. o recolhe informações (notícias, dados estatísticos, etc.) sobre os principais problemas ambientais do espaço em estudo (as escalas local e regional podem incluir inquéritos à população);

tirando

político (anexo 1)

conclusões a

partir de

 

exemplos reais

Base de planisfério político com a divisão por continentes (anexo 2)

3. o elabora materiais que ilustrem os problemas ambientais, as suas causas e consequências (os grupos que trabalhem as escalas local e regional podem fazer reportagens fotográficas ou filmes);

que justifiquem

as conclusões

apresentadas.

4. o apresenta o trabalho à turma. Os trabalhos dos diferentes grupos podem ser divulgados na comunidade escolar.

Problematizar

 

as situações

evidenciadas

Fichas de reforço 5 a 9

 

em trabalhos

Nota: Em alternativa, pode ser dinamizado um trabalho em que cada grupo estuda um dos grandes problemas ambientais, à escala global, seguindo os mesmos aspectos propostos acima.

realizados,

 

formulando

conclusões.

2. a unidade: Desenvolvimento sustentável – à procura de soluções

Conteúdos

 

Situações de aprendizagem

 

Competências

Recursos

 

essenciais

Desenvolvimento

Realização das actividades propostas no Manual e no Caderno de Actividades.

Analisar casos

• Manual

e sustentabilidade

concretos e

 

reflectir sobre

Exploração das transparências 11 e 12

soluções

possíveis,

• Caderno de

Actividades

Debate: o nosso futuro comum.

utilizando

Preparação: pesquisa de informação (notícias, dados estatísticos, etc.) sobre as medidas que estão a ser tomadas e podem ser implementadas no futuro para a preservação do ambiente.

recursos técnicos

• Transparências 11

e

conhecimentos

e 12

geográficos.

Concurso de slogans :

 

• Ficha de

Problematizar

reforço 10

1. o Divulgação na escola do concurso e das respectivas regras (a elaborar pelo grupo de Geografia).

as situações

evidenciadas

• Material para

cartazes

2. o Os alunos concorrentes inscrevem-se e elaboram os traba- lhos a apresentar a concurso.

em trabalhos

realizados,

 

3. o Exposição de todos os slogans concorrentes.

formulando

4. o Escolha do melhor trabalho e divulgação do vencedor.

conclusões.

ANEXOS › Anexo 1
ANEXOS
› Anexo 1
Oceano Atlântico Oceano Pacífico Oceano Pacífico Oceano Índico 0 3000 km
Oceano
Atlântico
Oceano
Pacífico
Oceano
Pacífico
Oceano
Índico
0
3000 km

Anexo 2

0 3000 km 0 3000 km 0 1200 km 0 3000 km 0 3000 km
0 3000 km
0 3000 km
0 1200 km
0 3000 km
0 3000 km
0 3000 km

Anexo 3

Trabalho de campo: rendimento e qualidade de vida

(área da escola e da residência dos alunos da turma)

O vosso grupo de trabalho, nesta saída de campo, deve realizar:

1. o Inquérito à população Características da pessoa inquirida

Homem

Mulher

Idade

Profissão

< 20 20-30 30-65 > 65
< 20 20-30 30-65
< 20
20-30
30-65

> 65

Caracterização do agregado familiar

N. o de pessoas

 

Elementos do agregado familiar (mais de 1 pessoa)

1-3

4-6

> 6

Pai Mãe Filhos avô(s) avó(s)
Pai
Mãe
Filhos
avô(s)
avó(s)

outro

Quantos?

Quantos?

Tipo / dimensão de habitação

Tipo de habitação

N. o de divisões (excluindo cozinha e casa de banho)

Apartamento

Vivenda

Outro

cozinha e casa de banho) Apartamento Vivenda Outro 1-3 4-5 > 5 Rendimento mensal do agregado
1-3 4-5
1-3
4-5

> 5

Rendimento mensal do agregado

< 500 E 500 – 1000 E 1000 – 1500 E 1500 – 2000 E
< 500 E
500 – 1000 E
1000 – 1500 E
1500 – 2000 E
> 2000 E
Como classifica as condições de vida da freguesia relativamente a:
Muito boas
Boas
Razoáveis
Insuficientes
Serviços de saúde
Estabelecimentos de ensino
Transportes
Espaços verdes
Segurança
Qualidade ambiental
Outro

(Podem ser acrescentados outros aspectos com importância ao nível local) 2. o Contabilizar os dados e representá-los em quadros, gráficos e mapas. 3. o Elaborar um relatório sobre os resultados obtidos.

GUIÃO DE EXPLORAÇÃO DAS TRANSPARÊNCIAS

Transparência 1

O IDH: CONTRASTES NA SUA DISTRIBUIÇÃO

1. o Observar o mapa, realçando a divisão entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento (através da linha que divide os dois grupos de países).

2. o Observar as cores dos países e da legenda – concluir sobre o seu significado e completar a legenda, na transparência e, cada aluno, no seu mapa.

3. o Descobrir, através das respectivas bandeiras, os nomes dos países assinalados no mapa, pela sua ordem no ranking do IDH. Completar os espaços em branco, na transparência e, cada aluno, no seu mapa.

4. o Analisar o gráfico de barras: 1. o identificar os nomes das regiões que faltam; 2. o identificar, no mapa, os paí- ses que fazem parte da OCDE; 3. o comparar o IDH dos diferentes espaços geográficos representados; 4. o relacionar a informação do gráfico com a do mapa.

5. o Reflectir sobre os contrastes de desenvolvimento a nível mundial, procurando identificar as principais razões que os justificam.

L i m i t e Oceano Oceano Pacífico Oceano Atlântico Pacífico Oceano Índico Nível
L
i
m
i
t
e
Oceano
Oceano
Pacífico
Oceano
Atlântico
Pacífico
Oceano
Índico
Nível de desenvolvimento humano
P
≥0,800
Médio
Baixo
D
0
3000 km
Sem dados
/
P
E
D
Fonte: RDH, 2007/2008
OCDE Europa Central e Oriental/CEI _ _ _ e Caraíbas Ásia Oriental e Pacífico Países
OCDE
Europa Central e Oriental/CEI
_
_
_
e Caraíbas
Ásia Oriental
e Pacífico
Países Árabes
_
_
_
_
África Subsariana
0
0,2
0,4
0,6
0,8
_ _ _ _ África Subsariana 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 IDH Desenvolvimento humano elevado

1,0

IDH

Desenvolvimento humano elevado

Desenvolvimento humano baixo

1. o 169. o _ 2. o _ 170. o _ 3. o _ 171.
1.
o
169. o
_
2.
o
_
170.
o
_
3.
o
_
171.
o
República Centro -Africana
4.
o
_
172. Moçambique
o
5.
o
Irlanda
173. o
_
6.
o
_
174. o
_
7.
o
Suíça
175. -
o
_
8.
o
_
176. o
_
29.
o
Portugal
177. Serra Leoa
o

Transparência 2

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO

1. o Observar o 1. o mapa, descobrir, através da legenda, o indicador representado e escrever o título do mapa.

2. o Descrever os contrastes na distribuição geográfica do indicador representado.

3. o Repetir os mesmos procedimentos para os 2. o , 3. o e 4. o mapas.

4. o Identificar, nos mapas, os países assinalados no quadro.

5. o Completar o quadro com os dados da tabela, tendo em conta as classes em que cada país se inclui nos diferentes mapas.

L i m m L i i t i Oceano Oceano Oceano Oceano e t
L
i
m
m
L
i
i
t
i
Oceano
Oceano
Oceano
Oceano
e
t
D
Oceano
Oceano
Pacífico
Atlântico
Pacífico
Atlântico
Pacífico
Pacífico
Oceano
e
Oceano
L
Índico
Índico
P
i
0 3000 km
0 3000 km
E
Nível de desenvolvimento humano
PIB per capita (dólares PPC)
P
Elevado
Médio
Baixo
Sem dados
20 000
10 000 - 20 000
5000 - 10 000
5000
Sem dados
D
m
i
L
P
m
i
D
i
t
t
/
e
Oceano
e
Oceano
Oceano
P
Oceano
Pacífico
Oceano
Oceano
Pacífico
Atlântico
Atlântico
Pacífico
/
Oceano
Pacífico
Oceano
Índico
P
Índico
D
P
0 3000 km
ED
0 3000 km
/
Taxa de analfabetismo (%)
Esperança média de vida (anos)
50
30 - 50
15 - 30
5 - 15
5
Sem dados
75
65 - 75
50 - 65
50
Sem dados
D
P
E
D
/
P
ED
Indicadores de desenvolvimento EUA Argentina China Índia Etiópia IDH PIB per capita, em dólares PPC
Indicadores
de desenvolvimento
EUA
Argentina
China
Índia
Etiópia
IDH
PIB per capita,
em dólares PPC
Taxa de
analfabetismo, em %
Esperança média
de vida, em anos
0,619
1055
0,4
77,9
0,406 0,777 0,869 0,951 41890 14280 6757 3452 39 64,1 2,8 9,1 51,8 72,5 74,8
0,406
0,777
0,869
0,951
41890
14280
6757
3452
39
64,1
2,8
9,1
51,8
72,5
74,8
63,7
Fonte: RDH, 2007/2008.

Transparência 3

A TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL

1. o Analisar a distribuição dos países em que a percentagem de crianças com baixo peso para a idade era supe- rior a 40%, em 2005.

2. o Analisar a distribuição dos países em que o número de médicos por 100 mil habitantes era inferior a 5, em

2004.

3. o Analisar a distribuição dos países com maior taxa de mortalidade infantil, em 2005.

4. o Explorar os gráficos e concluir sobre a relação entre os dois indicadores representados e os valores da taxa de mortalidade infantil do quadro.

Países em que a percentagem de crianças menores de 5 anos com baixo peso para
Países em que a percentagem de crianças menores
de 5 anos com baixo peso para a idade
era igual ou superior a 40%, em 2005
Países em que o número de médicos
por 100 mil habitantes
era igual ou inferior a 5, em 2004
— 48%
Butão — 5
— 2
— 40%
— 47%
— 4
— 48%
Oceano
— 5
— 40%
Pacífico
Eritreia — 5
Oceano
— 3
— 3
— 46%
— 45%
Pacífico
— 5
Togo — 4
Eritreia — 40%
— 41%
Benim — 4
Ruanda — 5
— 2
Burundi — 45%
Burundi — 3
Oceano
Timor-Leste — 46%
Malawi — 2
Oceano
Índico
Índico
— 42%
— 3
Lesoto — 5
Os 15 países com maior taxa de mortalidade infantil, em 2005 (‰)
— 150
— 124
— 120
— 115
Guiné-Bissau — 124
— 109
— 165
Ruanda — 118
— 118
Burundi — 114
Oceano
— 129
Índico
— 154
Zâmbia — 102
Suazilândia — 110
Crianças menores de 5 anos
com baixo peso para a idade (‰)
Médicos por 100 mil habitantes (n.º)
Taxa de mortalidade
infantil (‰)
Argentina
Argentina
15
Brasil
Brasil
31
Argélia
Argélia
34
África do Sul
África do Sul
55
Índia
Índia
56
50
40
30
20
10
0
0
50
100
150
200
250
300
Fonte: RDH, 2007/2008

Transparência 4

OBJECTIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÉNIO

1. o Observar as ilustrações e, através delas, completar as frases, indicando a ordem de cada um dos Objectivos do Milénio.

2. o Analisar cada um dos gráficos:

• associar o indicador representado ao Objectivo do Milénio correspondente;

• descrever a evolução registada;

• reflectir sobre os contrastes regionais evidenciados.

3. o Reflectir sobre a importância de se terem definido os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

terem definido os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. a Erradicar ? extrema e a fome População

a

Erradicar

?
?

extrema e a fome

População a viver com menos de 1 dólar por dia, em 1990 e 2004 (%)
População a viver com menos de 1 dólar por dia, em 1990 e 2004 (%)
50
40
30
20
10
0
África
Ásia
Ásia
América
Sudeste
Médio
Norte
CEI
Subsariana
Meridional
Oriental
Latina
Asiático
Oriente
de África

1990

Oriental Latina Asiático Oriente de África 1990 2004 e Caraíbas Promover a ? entre os géneros

2004

e Caraíbas

Promover a ?
Promover a
?

entre os géneros

e capacitar

as mulheres

MelhorarPromover a ? entre os géneros e capacitar as mulheres ? a materna Assegurar a sustentabilidade

?
?

a

materna

os géneros e capacitar as mulheres Melhorar ? a materna Assegurar a sustentabilidade ? Partos assistidos

Assegurar

a sustentabilidade

?
?

Partos assistidos por pessoal médico, em 1990 e 2005 (%)

100 80 60 40 20 0 Ásia África Médio Sudeste Norte Ásia América CEI Meridional
100
80
60
40
20
0
Ásia
África
Médio
Sudeste
Norte
Ásia
América
CEI
Meridional
Subsariana
Oriente
Asiático
de África
Oriental
Latina
e Caraíbas
1990
2005

Fonte: Relatório dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, ONU, 2007/2008.

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio , ONU, 2007/2008. o Alcançar ? primário universal Reduzir a mortalidade

o

Alcançar

?
?

primário

universal

ReduzirMilénio , ONU, 2007/2008. o Alcançar ? primário universal a mortalidade de ? Combater o ?

a mortalidade

de

?
?
Combater
Combater

o

?
?

, a malária e outras doenças

mortalidade de ? Combater o ? , a malária e outras doenças Promover uma parceria mundial

Promover uma parceria mundial para o

?
?

Transparência 5

O IMPACTO DOS CONFLITOS ARMADOS

1. o Analisar o mapa, identificando o continente com maior incidência de vítimas de conflitos armados.

2. o Reflectir sobre as possíveis causas da ocorrência de conflitos armados em tantos países de África e Médio Oriente, mobilizando os conhecimentos de História e as notícias dos meios de comunicação social.

3. o Analisar o primeiro quadro e o gráfico e relacionar a respectiva informação com o mapa.

4. o Explorar o segundo quadro com os países do Médio Oriente, comparando a despesa militar com a despesa pública com a saúde (em % do PIB).

5. o Reflectir sobre as implicações para o desenvolvimento humano do facto de estes países terem maior des- pesa militar do que a do sector da saúde.

O tamanho de cada país proporcional ao número total de mortes em conflitos armados. é
O
tamanho de cada país
proporcional ao número
total de mortes em
conflitos armados.
é
Adaptado de: Worldmapper, 2007.

Número de mortes em conflitos armados por milhão de habitantes, em 2002

Classificação País/território N. o de mortes 1 Burundi 1246 2 Rep. Dem. Congo 860 3
Classificação
País/território
N. o de mortes
1
Burundi
1246
2
Rep. Dem. Congo
860
3
Somália
722
4
Libéria
596
5
Sudão
Macedónia
464
6
401
7
Congo
359
8
Faixa de Gaza
314
9
Uganda
265
10
Afeganistão
257

Total de mortes em conflitos armados, em 2002

Valores em milhares 60 50 40 30 20 10 0 África Central Sudeste de África
Valores em milhares
60
50
40
30
20
10
0
África
Central
Sudeste
de
África
Norte
África e Médio
de
Ásia
Meridional
Sudeste
Asiático
Pacífico
Oriente
Ásia
Oriental
América
do Europa Oriental
Sul do Norte
Europa
América
Ocidental
Japão
Classificação País/território N. o de mortes 11 Costa do Marfim 235 12 Zimbabwe 232 13
Classificação
País/território
N. o de mortes
11
Costa do Marfim
235
12
Zimbabwe
232
13
Colômbia
190
14
Argélia
161
15
Angola
125
16
Rep. Centro-Africana
122
17
Rússia
119
18
Guiné
117
19
Tajiquistão
94
20
Myanmar
88
Fonte: OMS, 2004.

Uma questão de prioridades

Despesa militar (% do PIB) Despesa pública com a saúde (% do PIB) Arábia Saudita
Despesa
militar (% do PIB)
Despesa pública com
a saúde (% do PIB)
Arábia Saudita
8,2
2,5
Emirados Árabes Unidos
2
2
Iémen
7
1,9
Irão
5,8
3,2
Israel
9,7
6,1
Jordânia
5,3
4,7
Koweit
4,8
2,2
Líbano
4,5
3,2
Omã
11,9
2,4
Síria
5,1
2,2
Fonte: RDH, 2007/2008.

Transparência 6

APD – DOADORES E BENEFICIÁRIOS

1. o Explorar o primeiro mapa e identificar os países maiores doadores da APD, contextualizando Portugal.

2. o Analisar o primeiro gráfico e descrever a evolução da APD, comparando-a com a meta a atingir em 2015.

3. o Reflectir sobre a importância da solidariedade internacional, tendo em conta os obstáculos ao desenvolvi- mento dos países menos desenvolvidos, nomeadamente a dívida externa.

4. o Identificar, no segundo mapa, os países que mais beneficiaram da APD em 2005.

5. o Analisar o segundo gráfico e explicar o destaque do Iraque como principal beneficiário da APD em 2005.

6. o Reflectir sobre a influência que a APD pode ter nos países que a recebem.

APD dos principais países doadores, em 2005 Mil milhões de dólares 30 25 Oceano Pacífico
APD dos principais países doadores, em 2005
Mil milhões de dólares
30
25
Oceano
Pacífico
Oceano
Atlântico
Oceano
20
Pacífico
Oceano
15
Índico
10
0
3000 km
5
0
Principais países beneficiários da APD, em 2005
Mil milhões de dólares
8
7
Oceano
Oceano
Atlântico
Pacífico
Oceano
6
Pacífico
5
Oceano
Índico
4
3
0
3000 km
2
EUA Alemanha
Japão
Reino
Unido França
1
0
Holanda
Itália
Canadá
Suécia
Espanha
Noruega
Dinamarca
Bélgica
Suíça
Austrália
Áustria
Iraque
Finlândia
Afeganistão
Irlanda
Vietname
Grécia
Etiópia
China
Portugal
Tanzânia
Nova
Zelândia
Paquistão
Luxemburgo
Sudão
Bangladesh
Moçambique
Índia
Uganda
Rep. T. Dem.
Congo
Palestinianos
Indonésia
Gana Egipto
e Montenegro
Sérvia
Sri Lanka
Marrocos
Nigéria
Quénia
Zâmbia
Madagáscar
Bolívia
Fonte: OCDE, 2007.

Transparência 7

O DEGELO NO ÁRCTICO

1. o Analisar a primeira imagem e comparar:

• o limite de permafrost actual e previsto para 2070-2090;

• a camada de gelo de 2002 e prevista para 2070-2090.

2. o Relacionar a evolução prevista com a previsão de aumento da temperatura média da superfície terrestre até 2090.

3. o Descrever a evolução da camada de gelo permanente no Árctico, nos períodos representados nos três glo- bos menores.

4. o Enumerar as principais causas e consequências desta evolução.

o r s f t a * m o p t r a s r
o
r
s
f
t
a
*
m
o
p
t
r
a
s
r
*Permafrost - Solo
permanentemente gelado
i
a
v
e
r
o
p
Camada de gelo
observada no mar
em Setembro de 2002
te
mi
p
Li
e
Camada de gelo
no mar prevista
para 2070-2090
Aumento
da temperatura
da superfície terrestre
previsto até 2090 (°C)
≥ 6
+ 5
+ 4
+
0 - 3
L
i
m
tu
i
c
a
t
l
a
e
d
o
P
e
r
m
af
ro
st
*
Fonte: PNUMA, 2007.
http://maps.grida.no/go/graphic/projected-changes-in-the-arctic-climate-2090
Evolução prevista para a extensão da camada de gelo permanente no oceano Glacial Árctico 2010
Evolução prevista para a extensão da camada de gelo permanente
no oceano Glacial Árctico
2010 - 2030
2040 - 2060
2070 - 2090
Fonte: PNUMA, 2007.
http://maps.grida.no/go/graphic/projected_changes_in_arctic_pack_ice2

Transparência 8

CONSEQUÊNCIAS DO AQUECIMENTO GLOBAL EM PORTUGAL CONTINENTAL (previsão até 2100)

Observação do mapa para identificação:

• das alterações esperadas nas temperaturas, na precipitação e nas estações climáticas;

• da evolução do nível médio das águas do mar;

• das implicações das alterações climáticas em aspectos como a quantidade de água disponível, as cultu- ras agrícolas, os riscos de incêndio, as doenças que poderão afectar a população, a utilização da energia e a actividade turística.

+ sardinha Devido à concentração de chuva no Inverno, são prováveis cheias mais frequentes que
+ sardinha
Devido à concentração
de chuva no Inverno, são
prováveis cheias mais
frequentes que irão piorar
a qualidade da água.
- pescada
-24%
+4,5°C
- carapau
A altura das ondas
deverá manter-se
ou sofrer um ligeiro
decréscimo.
Pequeno enfraquecimento
do vento no litoral oeste.
Tendência
para aumentarem
seis vezes as mortes
por ondas de calor.
-13,6%
+ polvo
Maior assimetria
entre estações:
-69%
-30%
Leptospirose
Aumento
da gravidade
+5,1°C
+40 cm
da asma
nas grandes
no Inverno chove mais,
no Verão muito menos.
Tendencialmente,
passarão a existir
apenas duas estações.
cidades
Aumento
do nível
do mar
A qualidade dos recursos hídricos
tende a piorar em todo o território;
Febre
a necessidade de água aumenta
por causa do calor.
escaro-nodular
-28%
- pescada
-91%
no sector energético
• Redução dos gastos energéticos
- sardinha
Cresce o risco de incêndio
em todo o país.
no aquecimento de água.
-25%
+4,9°C
• Melhor desempenho dos painéis solares
(mais horas de sol).
- carapau
• Maiores necessidades energéticas
na climatização durante o Verão.
-42%
Febre
Quebra em 80%
na quantidade
de água disponível.
do Nilo
Ocidental
• O pico de consumo de energia passará
do Inverno para os meses quentes
(necessidades de arrefecimento
suplantam as de aquecimento).
+ polvo
+40 cm Aumento do nível do mar
+40 cm
Aumento
do nível
do mar
+ atum
+ atum

Os cardumes que demandam o Mediterrâneo aproximar-se-ão do litoral algarvio.

Adaptado de: Visão, 25 de Outubro de 2007.

Arroz Milho Estas culturas vão diminuir drasticamente em todo o território. O mesmo acontecerá com
Arroz
Milho
Estas culturas vão diminuir
drasticamente em todo
o território. O mesmo acontecerá
com o trigo, no Centro e Sul.
Só as pastagens beneficiarão com
o aquecimento.

no sector do turismo

• A sazonalidade no Algarve será suavizada (menos turistas no Verão, por causa do calor extremo, e mais na Primavera e no Outono, épocas melhores para a praia).

• O país pode ganhar na concorrência

com as estâncias de esqui: a diminuição de neve nas montanhas levará os turistas a procurar

outros destinos de férias na Europa.

Transparência 9

A VULNERABILIDADE AFRICANA

1. o Observar o mapa e a respectiva legenda, para interpretação do significado dos símbolos.

2. o Identificar as consequências das alterações climáticas nas diferentes regiões do continente africano.

3. o Relacionar as alterações climáticas com as respectivas causas.

4. o Reflectir sobre as consequências de todas as alterações representadas para a vida das populações e no desenvolvimento dos países.

5. o Sugerir medidas que possam travar o ritmo das alterações previstas.

Impacto negativo sobre a actividade piscatória. Egipto: áreas costeiras ameaçadas pela subida do nível médio
Impacto negativo
sobre a actividade
piscatória.
Egipto: áreas costeiras ameaçadas
pela subida do nível médio das águas
do mar; bacia do Nilo vulnerável
às alterações climáticas.
Secas frequentes na região
do Corno de África.
Norte de África
África Ocidental
Avanço
da desertificação
Diminuição
dos rendimentos
agrícolas, devido
às alterações
na distribuição anual
da precipitação.
África Central
no Sahel.
África Oriental
Grande vulnerabilidade
face à erosão costeira
e à subida do nível médio
das águas do mar.
Grandes Lagos: diminuição
do armazenamento de água.
Desflorestação na África Central,
com efeitos sobre o clima.
África Austral
Impacto negativo
sobre a actividade piscatória.
Inundações frequentes,
com prejuízos muito elevados.
Prejuízos devido
às secas mais frequentes.
Fenómenos extremos
mais frequentes na África do Sul.
Diminuição
Desertificação
da biodiversidade.
Subida do nível do mar
Escassez de água
Desflorestação
Branqueamento de corais
Ciclones
Expansão da malária
Erosão costeira
Degradação da floresta
Degradação muito
acentuada da floresta
Impactos na segurança alimentar
Fonte: PNUMA, 2007.
http://maps.grida.no/go/graphic/climate_change_vulnerability_in_africa

Transparência 10

O BURACO DO OZONO NA ANTÁRCTIDA

1. o Analisar a legenda para compreensão da imagem. 2. o Descrição da evolução do buraco de ozono nos três anos representados. 3. o Análise dos valores nas diferentes regiões identificadas. 4. o Explicar o aparecimento do buraco do ozono, indicando as principais causas. 5. o Enumerar as consequências da redução da camada de ozono na vida humana e na Natureza.

Outubro 1981 Austrália Tasmânia América do Sul Antárctida Buraco do ozono
Outubro 1981
Austrália
Tasmânia
América do Sul
Antárctida
Buraco
do ozono

Medição do ozono (Médias mensais)

220

Outubro 1991 Austrália Tasmânia América do Sul Antárctida Buraco do ozono 390 430 Unidades Dobson
Outubro 1991
Austrália
Tasmânia
América do Sul
Antárctida
Buraco
do ozono
390
430
Unidades Dobson

310

Menos ozono Mais ozono
Menos ozono
Mais ozono

24 de Setembro de 2006

220 unidades Dobson BURACO DO OZONO De 21 a 30 de Setembro de 2006, a
220 unidades
Dobson
BURACO
DO
OZONO
De 21 a 30 de Setembro de 2006, a área do buraco do ozono foi a maior desde sempre.
Fonte: PNUMA, 2007.

Transparência 11

Fonte: RDH, 2006.

DA CAPTAÇÃO AO TRATAMENTO DA ÁGUA

1. o Analisar e interpretar a primeira parte da ilustração – o ciclo da água.

2. o Recordar a importância do ciclo da água para a manutenção da quantidade e da qualidade da água na Terra.

3. o Observar a segunda parte da ilustração – estação de tratamento de água.

4. o Reflectir sobre a importância deste tipo de infra-estruturas para o abastecimento de água doce com quali- dade às populações.

5. o Identificar os efeitos da utilização da água e das actividades económicas nas águas superficiais e subterrâneas.

6. o Analisar a terceira parte da ilustração – estação de tratamento de águas residuais.

7. o Reflectir sobre a importância das ETAR na preservação da água.

8. o Comparar, através da exploração do gráfico, a situação das diferentes regiões do mundo no acesso a água potável e a saneamento básico face às metas definidas para 2015, nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

CICLO DA ÁGUA

CondensaçCondensaçãoão ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS (ETAR) Tratar a água proveniente dos esgotos
CondensaçCondensaçãoão
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO
DE ÁGUAS RESIDUAIS (ETAR)
Tratar a água proveniente dos esgotos
Precipitação
Precipitação
EvapotranspiraçãoEvapotranspiração
Decantação
Decantação
Fase sólida
Fase sólida
secundária
secundária
Evaporação
Evaporação
Filtração
Filtração
Tratamento
Tratamento
e
e
desinfecção
desinfecção
biológico
biológico
DISTRIBUIÇÃO
DISTRIBUIÇÃO
Distribuir água
Distribuir água
Tratamento
Tratamento
DEVOLUÇÃO
DEVOLUÇÃO
potável com
potável com
Infiltração
Infiltração
Devolver ao meio
preliminar
preliminar
Devolver ao meio
Decantação
Decantação
qualidade
qualidade
hídrico a água
hídrico a água
primária
primária
em condições
em condições
CAPTAÇÃO
Água captada nos rios,
albufeiras ou furos
ambientalmente seguras
ambientalmente seguras
ARMAZENAMENTO
ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA (ETA)
Tratar a água proveniente da natureza
para a tornar potável
Reservatório
Adaptado de: Melhor água, melhor ambiente, SIMARSUL, 2007.

1990

Ano de base

1990 Ano de base 2015 Data-alvo

2015

Data-alvo

1990 Ano de base 2015 Data-alvo
 

Mundo

 

2016

2016
 

Algumas regiões não estão no bom caminho para alcançarem a meta do Objectivo de Desenvolvimento do Milénio referente à água potável e ao saneamento básico

 

2022

Ásia

Atingida

Meridional

Ásia Oriental

     

Metas a atingir:

 

2019

 
2018 2014

2018

2014

 

-

Reduzir para metade, até 2015, proporção de pessoas sem acesso a água potável.

Reduzir para metade, até 2015, proporção de pessoas sem acesso ao saneamento básico.

a

a

e Pacífico