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ENGENHARIA CARTOGRÁFICA E AGRIMENSURA Engenharia Ambiental & Energias Renováveis CURSO PROFESSOR Jamer Andrade
ENGENHARIA CARTOGRÁFICA E AGRIMENSURA Engenharia Ambiental & Energias Renováveis CURSO PROFESSOR Jamer Andrade

ENGENHARIA CARTOGRÁFICA E AGRIMENSURA Engenharia Ambiental & Energias Renováveis

AGRIMENSURA Engenharia Ambiental & Energias Renováveis CURSO PROFESSOR Jamer Andrade da Costa -

CURSO

PROFESSOR Jamer Andrade da Costa - http://lattes.cnpq.br/3717555019481073
PROFESSOR
Jamer Andrade da Costa - http://lattes.cnpq.br/3717555019481073
DISCIPLINA Cartografia Aplicada TURMA CARGA HORÁRIA SEMANAL
DISCIPLINA
Cartografia Aplicada
TURMA
CARGA HORÁRIA SEMANAL

EABEL038

SALA

LABGEO

E-MAIL
E-MAIL

jamer@terra.com.br

Grupo Whatsapp
Grupo Whatsapp
ANO/SEMESTRE 2018 / 2º CARGA HORÁRIA TOTAL:
ANO/SEMESTRE
2018 / 2º
CARGA HORÁRIA TOTAL:

51h

Whatsapp ANO/SEMESTRE 2018 / 2º CARGA HORÁRIA TOTAL: 51h 21h CRÉDITOS: 3 C. H. TEO: 35h

21h

CRÉDITOS: 3
CRÉDITOS: 3

C. H. TEO: 35h C. H. TEO:

TOTAL: 51h 21h CRÉDITOS: 3 C. H. TEO: 35h C. H. TEO: Turma Manhã:5M234-Quintas (8:30 as

Turma Manhã:5M234-Quintas (8:30 as 11:30h)

Turma Tarde:5T456 - Quintas (1:30 as 17:30h)

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Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

História da Cartografia. Elementos Cartográficos Fundamentais. Orientação e Sistemas de Coordenadas. Legendas e
História da Cartografia. Elementos Cartográficos Fundamentais. Orientação e Sistemas de Coordenadas. Legendas e
História da Cartografia. Elementos Cartográficos Fundamentais. Orientação e Sistemas de Coordenadas. Legendas e

História da Cartografia. Elementos Cartográficos Fundamentais. Orientação e Sistemas de Coordenadas.

Legendas e Escalas. Curvas de Nível. Projeções Cartográficas. Mapas e Cartas. Apresentar os sistemas de

coordenadas geográficas e UTM; caracterizar os fusos horários; trabalhar o conceito de escala; caracterizar os principais sistemas de projeções cartográficas; trabalhar com medidas sobre os mapas e cartas topográficas, tanto em termos de planimetria quanto de altimetria.

tanto em termos de planimetria quanto de altimetria. O aluno deverá ser capaz de: a) Saber

O aluno deverá ser capaz de:

a)

Saber reconhecer e determinar as relações de proporcionalidade entre o mapa e o mundo real

(ESCALA)

b)

Conhecer a razão da ocorrência da distorção de escala;

c)

Avaliar uma projeção cartográfica e explicitar o significado da distorção de escala;

d)

Diferenciar projeções cartográficas por sua propriedade;

e)

Representar um conjunto de pontos numa projeção cartográfica escolhida;

f)

Dominar os aspectos teóricos e práticos da projeção UTM;

g)

Dominar operações analíticas de transporte de coordenadas no plano UTM; e

h)

Conhecer o significado de valor numérico de área de um polígono em diferentes superfícies.

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Conceitos Básicos: Objeto e Objetivos da Cartografia; Histórico; Estudo de Casos. Cartografia Digital: Evolução
Conceitos Básicos: Objeto e Objetivos da Cartografia; Histórico; Estudo de Casos. Cartografia Digital: Evolução
Conceitos Básicos: Objeto e Objetivos da Cartografia; Histórico; Estudo de Casos. Cartografia Digital: Evolução

Conceitos Básicos:

Objeto e Objetivos da Cartografia;

Histórico;

Estudo de Casos.

Cartografia Digital:

Evolução Histórica;

Subdivisões; Tipos de Mapas e Cartas; Comunicação Cartográfica; Representação Cartográfica; Forma da Terra;

Superfície Topográfica; Elipsóide; Geóide;

Datum Horizontal e Vertical Sistemas de Coordenadas.

Terrestre e Planas

Latitude e Longitude; Sistemas de Projeção:

Classificação; Propriedades; Teoria das Deformações; Azimute e distâncias e Rumos Conversão de Sistemas; Interpretação de curvas de nível;

Vantagens e Desvantagens do emprego do Computador; Formatos de Dados; Base de Dados Digitais; Cartografia Digital X Sistema de

Informação Geográfica; Produção Cartográfica. Construção de Mapas:

Planejamento;

Elementos Gráficos Constituintes;

Simbologia;

Orientação; Escala; Legenda; Limitações Técnicas; Condições de uso. Exercícios Práticos: Trabalho de Campo

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ATO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO: RC – Resolução do CONSEPE Resolução n°.
ATO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO:
ATO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO:
RC – Resolução do CONSEPE Resolução n°. 243, de 11 de fevereiro de 2015. CAPÍTULO
RC – Resolução do CONSEPE
Resolução n°. 243, de 11 de fevereiro de 2015.
CAPÍTULO III

As avaliações serão formadas por (2) Notas de Avaliação Parcial (NAP); uma Prova Substitutiva (PS);

e quando for o caso, uma (1) Nota de Avaliação Final (NAF)

NAP1 +

avaliações).

NAP2

PS

(Será usado para recuperar uma nota baixa ou ausência de uma das

Obs.: Não teremos 2ª Chamada Só em casos muito especiais e com comprovação.

I- Média Final 1 (MF1), obtida pela média aritmética das notas parciais [MF1= (1ªNAP + 2ªNAP)/2],

igual ou superior a seis, ou seja, MF1 ≥ 6,0, ficando o discente dispensado da avaliação final (NAF);

II- Média Final 2 (MF2), compreendida como a média aritmética entre a média final um e a nota de avaliação final [MF2 = (MF1 + NAF)/2], igual ou superior a seis, ou seja, MF2 ≥ 6,0.

Parágrafo único. Se MF1 for < 4,0, o aluno estará automaticamente reprovado, não tendo direito à

realização de NAF.

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NAP1: Prova (50%) + Média das Notas dos Testes/Trabalhos (50%) NAP2: Prova (50%) + Média
NAP1: Prova (50%) + Média das Notas dos Testes/Trabalhos (50%) NAP2: Prova (50%) + Média
NAP1: Prova (50%) + Média das Notas dos Testes/Trabalhos (50%) NAP2: Prova (50%) + Média

NAP1: Prova (50%) + Média das Notas dos Testes/Trabalhos (50%)

NAP2: Prova (50%) + Média das Notas dos Testes/Trabalhos (50%).

PS: A prova substitutiva é obrigatória e será composta da seguinte

estrutura:

é obrigatória e será composta da seguinte estrutura: – O Sistema descartará a nota mais baixa!

é obrigatória e será composta da seguinte estrutura: – O Sistema descartará a nota mais baixa!

O Sistema descartará a nota mais

baixa!

composta da seguinte estrutura: – O Sistema descartará a nota mais baixa! Copyright © 2015 Jamer

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 CARVALHO, M. S.; PINA, M. F.; SANTOS, S. M. (2000). Conceitos Básicos de Sistemas
 CARVALHO, M. S.; PINA, M. F.; SANTOS, S. M. (2000). Conceitos Básicos de Sistemas

CARVALHO, M. S.; PINA, M. F.; SANTOS, S. M. (2000). Conceitos Básicos de Sistemas de Informação Geográfica e

Cartografia Aplicados à Saúde. Rede Interagencial de Informações para a Saúde. Brasília. Ministério da Saúde.

 DUARTE, P. A. (1994). Fundamentos de Cartografia - Editora DAUFSC, Florianópolis. IBGE. Noções Básicas
 DUARTE, P. A. (1994). Fundamentos de Cartografia - Editora DAUFSC, Florianópolis. IBGE. Noções Básicas de
Cartografia. www.ibge.gov.br. Último acesso: 04/01/05.
 FITZ, P. Cartografia Básica. Ed Oficina de Textos. São Paulo 2008.  IBGE, Noções
FITZ, P. Cartografia Básica. Ed Oficina de Textos. São Paulo 2008.
IBGE, Noções básicas de Cartografia.ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/cartografia/nocoes_basicas_cartografia.pdf

JOLY, F. (1990). A Cartografia - Ed Papirus, São Paulo.

LIBAUT, A. (1975). Geocartografia - Ed Nacional, USP, São Paulo.

GRANELL-PÉREZ, C. Trabalhando Geografia com as Cartas Topográficas.Ed. Unijui-Ijuí-RS- 2001.

MOURA FILHO, J. (1993). Elementos de Cartografia Vol. 1 e 2 Produção Independente, Belém.

OLIVEIRA, C. (1993). Curso de Cartografia Moderna - FIBGE, Rio de Janeiro.

RAISZ, E. Cartografia geral. Rio de Janeiro, Ed. Científica, 1964.

ROBINSON, A.H., MORRISON, J. L., MUEHRCKE, P. C., KIMERLING, A. J. & GUPTILL, S. C. (1996). Elements of Cartography. 6a Ed., New York: John Wiley & Sons.

VENTURI, L. Praticando Geografia. Ed Oficina de Textos. São Paulo 2005.

http://www.ead.uepb.edu.br/ava/arquivos/cursos/geografia/leituras_cartograficas/

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• 1991 - Definição de Cartografia pela Associação Cartográfica Internacional, na qual ela passou a
• 1991 - Definição de Cartografia pela Associação Cartográfica Internacional, na qual ela passou a

1991

-

Definição

de

Cartografia

pela

Associação

Cartográfica Internacional, na qual ela passou a ser

considerada como a:

Cartográfica Internacional, na qual ela passou a ser considerada como a: Copyright © 2015 Jamer Andrade
Cartográfica Internacional, na qual ela passou a ser considerada como a: Copyright © 2015 Jamer Andrade
Cartográfica Internacional, na qual ela passou a ser considerada como a: Copyright © 2015 Jamer Andrade

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No sentido lato da palavra não é apenas uma das ferramentas básicas do desenvolvimento econômico,
No sentido lato da palavra não é apenas uma das ferramentas básicas do desenvolvimento econômico,

No sentido lato da palavra não é apenas uma das ferramentas básicas

do desenvolvimento econômico, mas é

a primeira ferramenta a ser usada

antes que outras ferramentas possam

ser postas em trabalho.

ONU, Departament of Social Affair. MODERN CARTOGRAPHY - BASE

MAPS FOR WORLDS NEEDS. Lake Success.

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A cartografia pode ser definida também como um conjunto de estudos e operações científicas, artísticas
A cartografia pode ser definida também como um conjunto de estudos e operações científicas, artísticas

A cartografia pode ser definida também

como um conjunto de estudos e operações

científicas, artísticas e técnicas, baseado nos resultados de observações diretas ou

de análise de documentação, com vistas à

elaboração e preparação de cartas, mapas

planos e outras formas de expressão, bem

com sua utilização.

Associação Cartográfica Internacional (1964)

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1808 : chegada de Dom João VI ao Rio de Janeiro (criação da Imprensa Régia);
1808 : chegada de Dom João VI ao Rio de Janeiro (criação da Imprensa Régia);

1808: chegada de Dom João VI ao Rio de Janeiro (criação da Imprensa Régia);

João VI ao Rio de Janeiro (criação da Imprensa Régia); 1812: concluída a planta da cidade

1812: concluída a planta da cidade do Rio de Janeiro (Real Arquivo Militar);

Criação da Real Academia Naval e Academia de Artilharia e Fortificação, ela se originou a atual Academia Militar das Agulhas Negras.

" um curso regular de Ciências Exatas e de Observações, assim como de todos aqueles que são aplicações das mesmas aos

estudos militares e práticos que formam hábeis Oficiais de Artilharia, Engenharia e ainda Oficiais da classe de Engenheiros

Geógrafos e Topógrafos, que possam também ter o útil emprego de dirigir objetos administrativos de minas, de caminhos, portos, canais, pontes e calçadas. ";

1901: Comissão da Carta Geral do Brasil (Estado Maior do Exército), posteriormente denominada Serviço Geográfico do Comissão da Carta Geral do Brasil (Estado Maior do Exército), posteriormente denominada Serviço Geográfico do Exército SGE;

1922 Foi organizado o Serviço Geográfico do Exército (Inicio do Milionésimo Primeiro “retrato cartográfico do Brasil”) Clube de Engenharia em comemoração ao Centenário da Independência.

1937:
1937:

O INE - Instituto Nacional de Estatística instituído criado em 1934 foi incorporado

passou a se chamar, então, Instituto Brasileiro de

ao Conselho Brasileiro de Geografia e Geografia e Estatística (IBGE);

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1939 : Conselho Nacional de Geografia preparação do projeto Carta do Brasil ao milionésimo. As
1939 : Conselho Nacional de Geografia preparação do projeto Carta do Brasil ao milionésimo. As
1939 : Conselho Nacional de Geografia preparação do projeto Carta do Brasil ao milionésimo. As

1939: Conselho Nacional de Geografia preparação do projeto Carta do Brasil

de Geografia preparação do projeto Carta do Brasil ao milionésimo. As 46 cartas só ficaram prontas

ao milionésimo. As 46 cartas só ficaram prontas em 1960;

A cartografia teve um grande impulso a partir da 2ª Guerra Mundial em função dos interesses militares. Inst. Cart.da Aeronáutica (ICA), Diretoria do Serviço Geográfico do Exército (DSG) e a Diretoria de Hidrografua e Navegação (DHN) Escalas de 1:1.000.000 a 1:50.000. (1:250.000)

(DHN) – Escalas de 1:1.000.000 a 1:50.000. (1:250.000) 1970 a 1985 : Projeto Radambrasil , foi
(DHN) – Escalas de 1:1.000.000 a 1:50.000. (1:250.000) 1970 a 1985 : Projeto Radambrasil , foi

1970 a 1985: Projeto Radambrasil, foi dedicado à cobertura de diversas

regiões do território brasileiro (em especial a Amazônia) por imagens aéreas de radar (SAR), captadas por sensores em avião; Neste período foi de

intensa produção cartográfica no Brasil (modernização Equipamentos e Processos).
intensa produção cartográfica no Brasil (modernização Equipamentos e
Processos).
produção cartográfica no Brasil (modernização Equipamentos e Processos). Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

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Governo Federal cria a Comissão Nacional de Cartografia (CONCAR) em moldes semelhantes àquela dos anos
Governo Federal cria a Comissão Nacional de Cartografia (CONCAR) em moldes semelhantes àquela dos anos

Governo

Federal

cria

Governo Federal cria a Comissão Nacional de Cartografia (CONCAR) em moldes semelhantes àquela dos anos 60.

a Comissão

Nacional de Cartografia (CONCAR) em moldes

semelhantes àquela dos anos 60.

1994

O

-

2000 - Mudança sistema referência cartográfica. O

IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

estuda uma mudança na elaboração dos mapas no

Brasil, substituindo o sistema topocêntrico empregado hoje pelo geocêntrico.

A resolução do Presidente do IBGE Nº 1/2005 estabeleceu o Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas (SIRGAS) em sua realização do ano de 2000 (SIRGAS2000) como novo sistema de referência geodésico para o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) e para o Sistema Cartográfico Nacional (SCN).

(SGB) e para o Sistema Cartográfico Nacional (SCN). 2008 até hoje: Projeto Nova Cartografia da Amazônia,

2008 até hoje: Projeto Nova Cartografia da Amazônia, mapeamento dos vazios cartográficos e atualizações de uma área equivalente a 1,8 milhões de Km² (3 vezes o tamanho da França) usando imagens

SAR nas bandas X e P. Será possível evitar erros como o da UHE de

Balbina (Amazonas).

bandas X e P. Será possível evitar erros como o da UHE de Balbina (Amazonas). Copyright

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Balbina é a pior usina brasileira quilômetros quadrados

Balbina é a pior usina brasileira quilômetros quadrados Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Potêncial

Área Alagada

a pior usina brasileira quilômetros quadrados Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Potêncial Energético

Potêncial Energético

quilômetros quadrados Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área
quilômetros quadrados Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área
quilômetros quadrados Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área
quilômetros quadrados Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área

Área Alagada

quadrados Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área Alagada

Potêncial Energético

Potêncial Energético Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área Alagada Potêncial Energético
Área Alagada
Área Alagada
Área Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área Alagada Potêncial Energético Potêncial Energético

Área Alagada

Alagada Potêncial Energético Área Alagada Área Alagada Potêncial Energético Potêncial Energético . Copyright ©

Potêncial Energético

Área Alagada Área Alagada Potêncial Energético Potêncial Energético . Copyright © 2015 Jamer Andrade da
Área Alagada Área Alagada Potêncial Energético Potêncial Energético . Copyright © 2015 Jamer Andrade da

Potêncial Energético

Área Alagada Área Alagada Potêncial Energético Potêncial Energético . Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

.

Área Alagada Área Alagada Potêncial Energético Potêncial Energético . Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

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Entender a Complexidade do Mundo Mesmo considerando todos os avanços científicos e tecnológicos produzidos pelo
Entender a Complexidade do Mundo Mesmo considerando todos os avanços científicos e tecnológicos produzidos pelo

Entender a Complexidade do Mundo

Mesmo considerando todos os avanços científicos e tecnológicos produzidos pelo homem através dos tempos, é possível, nos dias de

hoje, entender a condição de perplexidade de nossos ancestrais, no

começo dos dias, diante da complexidade do mundo a sua volta.

Podemos também intuir de que maneira surgiu no homem a necessidade de conhecer o mundo que ele habitava.

A Orientação para os Deslocamentos e o Estudo de Algumas

Formas Físicas O simples deslocamento de um ponto a outro na superfície de nosso planeta, já justifica a necessidade de se visualizar de alguma forma as características físicas do "mundo". É fácil imaginarmos alguns dos

questionamentos que surgiram nas mentes de nossos ancestrais, por exemplo: como orientar nossos deslocamentos? Qual a forma do planeta? etc

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Entende-se por mapeamento a aplicação do processo cartográfico sobre uma coleção de dados ou informações,
Entende-se por mapeamento a aplicação do processo cartográfico sobre uma coleção de dados ou informações,
Entende-se por mapeamento a aplicação do processo cartográfico sobre uma coleção de dados ou informações,
Entende-se por mapeamento a aplicação do
processo cartográfico sobre uma coleção de
dados ou informações, com vistas à obtenção de

uma representação gráfica ou digital da

realidade perceptível, comunicada a partir da associação de símbolos e outros recursos

gráficos que caracterizam a linguagem

cartográfica.

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• A origem da palavra mapa, provavelmente, originou-se da palavra cartaginesa “ mappa ” que
• A origem da palavra mapa, provavelmente, originou-se da palavra cartaginesa “ mappa ” que
• A origem da palavra mapa, provavelmente, originou-se da palavra cartaginesa “ mappa ” que

A origem da palavra mapa, provavelmente, originou-se da

• A origem da palavra mapa, provavelmente, originou-se da palavra cartaginesa “ mappa ” que significa
• A origem da palavra mapa, provavelmente, originou-se da palavra cartaginesa “ mappa ” que significa

palavra cartaginesa mappaque significa “toalha de mesa”. Os comerciantes da época desenhavam rotas e

de mesa” . Os comerciantes da época desenhavam rotas e caminhos nas toalhas enquanto conversavam. •

caminhos nas toalhas enquanto conversavam.

O desenvolvimento da Cartografia, desde épocas remotas até os dias atuais tem acompanhado o próprio progresso da civilização.

A Cartografia apareceu no seu estágio mais elementar sob

a forma de mapas itinerários feitos pela populações

nômades da antiguidade.

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OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. Copyright © 2015
OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. Copyright © 2015
OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. Copyright © 2015
OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. Copyright © 2015
OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. Copyright © 2015
OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. Copyright © 2015
OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988. Copyright © 2015

OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE, 1988.

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Os mapas são a mais antiga representação do pensamento geográfico. Registros que mostram que eles
Os mapas são a mais antiga representação do pensamento geográfico. Registros que mostram que eles
Os mapas são a mais antiga representação do pensamento geográfico. Registros que mostram que eles

Os mapas são a mais antiga representação do pensamento geográfico. Registros que mostram que

eles existiam na Grécia antiga e no Império Romano,

entre outras civilizações da Antiguidade. Os primeiros eram feitos de madeira, esculpidos ou pintados, ou

desenhados sobre a pele de animais. Suas funções

incluíam conhecer as áreas dominadas e as possibilidades de ampliação das fronteiras, demarcar

territórios de caça e representar a visão de mundo que

esses povos tinham. "Desde sempre, o homem registra

o espaço onde vive. Trata-se de uma necessidade social",

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Mapa de Çatal Höyük, considerado o “mapa” mais antigo já encontrado, data de aproximadamente 6.200
Mapa de Çatal Höyük, considerado o “mapa” mais antigo já encontrado, data de aproximadamente 6.200
Mapa de Çatal Höyük, considerado o “mapa” mais
antigo já encontrado, data de aproximadamente
6.200 a.C., foi descoberto numa escavação
arqueológica realizada em 1963, na região centro-
ocidental da Turquia.
Çatal Höyük (6.200 a.C.) e sua representação

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Um dos mapas mais antigo, já encontrado, teria sido produzido pelos babilônios, por volta do

Um dos mapas mais antigo, já encontrado, teria sido produzido pelos

mais antigo, já encontrado, teria sido produzido pelos babilônios, por volta do ano 2500 a.C .

babilônios, por volta do ano 2500 a.C. Confeccionado sobre uma placa de

volta do ano 2500 a.C . Confeccionado sobre uma placa de argila cozida, o mapa mesopotâmico

argila cozida, o mapa mesopotâmico de Ga-Sur representava o vale de um rio, provavelmente o Eufrates. É uma pequeno tablete de barro cozido que cabe na palma da mão e que foi descoberta perto da cidade de Harran, no nordeste do Iraque atual.

perto da cidade de Harran, no nordeste do Iraque atual. Mapa de Ga-Sur, Mesopotâmia. Datado de
perto da cidade de Harran, no nordeste do Iraque atual. Mapa de Ga-Sur, Mesopotâmia. Datado de
perto da cidade de Harran, no nordeste do Iraque atual. Mapa de Ga-Sur, Mesopotâmia. Datado de

Mapa de Ga-Sur, Mesopotâmia. Datado de 2500 a.C. Não tem título nem escalas.

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Para representar o espaço físico os povos antigos utilizavam materiais como argila, o papiro, as

Para representar o espaço físico os povos antigos

utilizavam materiais como argila, o papiro, as peles de animais ou as inscrições rupestres nas paredes rochosas, principalmente as proximidades de

cavidades.

rochosas, principalmente as proximidades de cavidades.

http://www.ufrgs.br/igeo/m.topografia/index.php?option=com_content&view=article&id=4&Itemid=203

Este curioso mapa é feito de tiras de fibra de palmas

Este curioso mapa é feito de tiras de fibra de palmas (vegetal), representando a área oceânica do arquipélago formado pelas Ilhas

Marshall, no Pacífico, a nordeste da Austrália.

Algumas ilhas estão representadas por conchas presas às tiras. As linhas curvas representam as direções predominantes das ondas.

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Mapa rupestre de Bedolina, de aproximadamente, 2.400 a.C. visava representar uma aldeia na região do
Mapa rupestre de Bedolina, de aproximadamente, 2.400 a.C. visava representar uma aldeia na região do

Mapa rupestre de Bedolina, de aproximadamente, 2.400 a.C. visava representar uma aldeia na região do Vale do Rio Pó, ao norte da Itália.

visava representar uma aldeia na região do Vale do Rio Pó, ao norte da Itália. Copyright

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Mapa do século XII e representa a Muralha da China na parte superior • mapas
Mapa do século XII e representa a Muralha da China na parte superior • mapas
Mapa do século XII e representa a Muralha da China na parte superior • mapas

Mapa do século XII e representa a Muralha da China na parte superior

XII e representa a Muralha da China na parte superior • mapas cadastrais ou demarcatórios de
XII e representa a Muralha da China na parte superior • mapas cadastrais ou demarcatórios de

mapas cadastrais ou demarcatórios de fronteiras;

Documentos burocráticos;

protocolos diplomáticos;

planos

para

de águas;

a

conservação

meios de fixar impostos;

documentos estratégicos da

logística militar, etc.

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Monte Alegre – Pará (aprox. 10.000 anos) Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Monte Alegre – Pará
(aprox. 10.000 anos)
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A evolução da cartografia foi incrementada pelas guerras, pelas descobertas científicas, pelo desenvolvimento das artes
A evolução da cartografia foi incrementada pelas guerras, pelas descobertas científicas, pelo desenvolvimento das artes

A evolução da cartografia foi incrementada pelas guerras, pelas

descobertas científicas, pelo desenvolvimento das artes e ciências, e

pelos movimentos históricos que possibilitaram e exigiram maior precisão na representação gráfica da superfície da Terra.

na representação gráfica da superfície da Terra. Carta Pisane (1258-1291) Biblioteca Nacional (Paris)

Carta Pisane (1258-1291) Biblioteca Nacional (Paris)

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Itália (Gênova e Veneza) Península Ibérica (Portugal e Espanha) Os textos que acompanham a carta

Itália (Gênova e Veneza)

Itália (Gênova e Veneza) Península Ibérica (Portugal e Espanha) Os textos que acompanham a carta começam

Península Ibérica

(Portugal e Espanha)

e Veneza) Península Ibérica (Portugal e Espanha) Os textos que acompanham a carta começam com letras

Os textos que acompanham

a carta começam com letras

maiúsculas e destacam a

importância das cidades de

peregrinação de Jerusalém

e Meca.

Biblioteca Estatal da Baviera do monastério cisterciano de Aldersbach

Estatal da Baviera do monastério cisterciano de Aldersbach Norte da Africa Copyright © 2015 Jamer Andrade

Norte da Africa

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Deve-se a ela os conhecimentos básicos da Cartografia atual, incluindo se aí a concepção da
Deve-se a ela os conhecimentos básicos da Cartografia atual, incluindo se aí a concepção da
Deve-se a ela os conhecimentos básicos da Cartografia atual, incluindo se aí a concepção da

Deve-se a ela os conhecimentos básicos da

Cartografia atual, incluindo se aí a concepção da forma esférica da Terra, a noção de

pólos e de círculos máximos da Terra, além

da idéia de latitude e longitude, sendo dela também o desenvolvimento das primeiras

projeções

dela também o desenvolvimento das primeiras projeções Video de Alexandria Copyright © 2015 Jamer Andrade da

Video de Alexandria

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Anaximandro de Mileto Primeiros mapas da Eurásia – 611 a 547 a.C Primeiro Mapa-Mundi Hecateu
Anaximandro de Mileto Primeiros mapas da Eurásia – 611 a 547 a.C Primeiro Mapa-Mundi Hecateu

Anaximandro de Mileto

Primeiros mapas da Eurásia 611 a 547 a.C

Primeiro Mapa-Mundi

mapas da Eurásia – 611 a 547 a.C Primeiro Mapa-Mundi Hecateu de Mileto (546 - 480
mapas da Eurásia – 611 a 547 a.C Primeiro Mapa-Mundi Hecateu de Mileto (546 - 480

Hecateu de Mileto (546 - 480 a.C.)

Foi ele quem primeiro sugeriu que a terra, por estar à igual distância dos demais
Foi ele quem primeiro sugeriu que a terra, por estar à
igual distância dos demais astros, flutuava no
espaço sem nenhum tipo de suporte ou apoio.
Heródoto e Estrabão disseminaram os

conhecimentos cartográficos adquiridos pelos gregos, escreveram sobre o feito dos primeiros geógrafos jônicos: Anaximandro de Mileto, que fez um mapa do mundo conhecido na época; e Hecateu que aperfeiçoou o mapa de Anaximandro e fez uma descrição sistemática do mundo

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- Por volta do século V e início do IV a.C., os estudiosos divulgavam que
- Por volta do século V e início do IV a.C., os estudiosos divulgavam que

- Por volta do século V e início do IV a.C., os estudiosos divulgavam que o mundo habitável tinha um formato alongado no sentido leste-oeste e com um comprimento duplo no sentido norte-sul, o que deu origem aos atuais termos longitude e latitude.

o que deu origem aos atuais termos longitude e latitude. - A determinação da medida da

- A determinação da medida da Terra chegou a ser, até o século XVIII, o maior projeto científico que a Humanidade se envolvera até então;

- Ao longo de dois mil anos, a motivação dos cientistas e matemáticos era

puramente intelectual. Não tinham nenhuma aplicação econômica ou militar;

- A idéia de esfericidade da Terra surgiu no século IV a.C., só que não era baseada em observações astronômicas e sim em reflexões filosóficas. Tal idéia foi comprovada posteriormente, sendo que em 350 a.C. Aristóteles formulou alguns argumentos para comprovar tal hipótese: reconhecimento

argumentos para comprovar tal hipótese: reconhecimento e medição da obliqüidade do eixo da Terra,
argumentos para comprovar tal hipótese: reconhecimento e medição da obliqüidade do eixo da Terra,

e medição da obliqüidade do eixo da Terra, estabelecimento dos

conceitos de equador, pólos, trópicos, e a divisão da superfície do planeta em zonas tórridas, temperadas e frias.

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Consta que foi ele quem criou, por volta de 200 a.C., a palavra Geografia que
Consta que foi ele quem criou, por volta de 200 a.C., a palavra Geografia que
Consta que foi ele quem criou, por volta de 200 a.C., a palavra Geografia que

Consta que foi ele quem criou, por volta de 200 a.C., a

palavra Geografia que significa "descrição da terra". O criador da matemática geográfica, isto é, da
palavra Geografia que significa "descrição da terra". O
criador da matemática geográfica, isto é, da aplicação
de cálculos matemáticos no estudo da geografia.
Ele desenhou, com precisão, o trajeto do Nilo para
Khartoum. Sendo ele o primeiro a dar uma resposta
essencialmente correta em relação as inundações

do Nilo, quando sugeriu que fortes chuvas caíam nas regiões perto da nascente do rio e que estas explicavam as inundações mais abaixo.

do rio e que estas explicavam as inundações mais abaixo. Na obra Cronografias, criou um calendário

Na obra Cronografias, criou um calendário com

anos bissextos , que começava a partir da Guerra de Tróia , cuja ocorrência foi
anos bissextos , que começava a partir da Guerra
de Tróia , cuja ocorrência foi estimada por ele em
1184 a.C.
Compilou a lista dos vencedores dos jogos
olímpicos e, com base nela, estimou que a data das
primeiras Olimpíadas correspondia ao ano 776 a . C .

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(276-196 a.C.) Escreveu o livro Geographiká , que foi perdido (e apenas se conhece poucos
(276-196 a.C.) Escreveu o livro Geographiká , que foi perdido (e apenas se conhece poucos
(276-196 a.C.) Escreveu o livro Geographiká , que foi perdido (e apenas se conhece poucos

(276-196 a.C.)

(276-196 a.C.) Escreveu o livro Geographiká , que foi perdido (e apenas se conhece poucos fragmentos

Escreveu o livro Geographiká, que foi perdido (e

apenas se conhece poucos fragmentos dos três

volumes). Neste livro é demonstrado o cálculo da

circunferência da Terra que foram descritas 200 anos

da circunferência da Terra que foram descritas 200 anos depois no livro De motu circulari de

depois no livro De motu circulari de Kleomedes .

Eratóstenes imaginou que Siena(Assuan) ficava no mesmo meridiano de Alexandria, distante cerca de 5000 stadia (aproximadamente 925 km). Na realidade a

de 5000 stadia (aproximadamente 925 km). Na realidade a distância correta é 886 km. Copyright ©
de 5000 stadia (aproximadamente 925 km). Na realidade a distância correta é 886 km. Copyright ©
de 5000 stadia (aproximadamente 925 km). Na realidade a distância correta é 886 km. Copyright ©
de 5000 stadia (aproximadamente 925 km). Na realidade a distância correta é 886 km. Copyright ©

distância correta é 886 km.

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Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.) Video de Erastóstenes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.) Video de Erastóstenes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.)

Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.) Video de Erastóstenes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.) Video de Erastóstenes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.) Video de Erastóstenes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

Video de Erastóstenes

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- Disponibilidade de instrumentos precisos . - A técnica que usaram Eratóstenes e outros gregos
- Disponibilidade de instrumentos precisos . - A técnica que usaram Eratóstenes e outros gregos
- Disponibilidade de instrumentos precisos . - A técnica que usaram Eratóstenes e outros gregos

- Disponibilidade de instrumentos precisos.

- A técnica que usaram Eratóstenes e outros gregos envolvia o cálculo de uma circunferência de círculo sem a utilização do respectivo raio ou diâmetro.

sem a utilização do respectivo raio ou diâmetro . - Um problema é a determinação do
sem a utilização do respectivo raio ou diâmetro . - Um problema é a determinação do

- Um problema é a determinação do valor da

diâmetro . - Um problema é a determinação do valor da unidade de medida de comprimento

unidade de medida de comprimento que Eratóstenes usou em seus estudos : o estádio.

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Retas paralelas cortadas por uma linha transversal ^ a = c = e = g
Retas paralelas cortadas por uma linha transversal
Retas paralelas cortadas
por uma linha transversal

^

a = c = e = g

^

^

^

} Grupo AA

transversal ^ a = c = e = g ^ ^ ^ } Grupo AA ^
^ ^ ^ ^ b = d = f = h } Grupo AO 4
^
^
^
^
b = d = f = h
} Grupo AO
4
ângulos agudos (AA) iguais e
4
ângulos obtusos(AO) iguais
A soma de:
um ângulo do grupo AA + um do grupo AO = 180°
A soma de: um ângulo do grupo AA + um do grupo AO = 180° Ângulos

Ângulos correspondentes: a e e, d e h, b e f, c e g

Ângulos colaterais externos: a e h, b e g Ângulos colaterais internos: e e d, c e f Ângulos alternos externos: a e g, b e h Ângulos alternos internos: d e f, c e e

Congruentes

Suplementares

Suplementares

Congruentes

Congruentes

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1556 km Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
1556 km Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
1556 km
1556 km
1556 km Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

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No dia em que o sol fica posicionado a pino (zênite) em Belém (12h), não
No dia em que o sol fica posicionado a pino (zênite) em Belém (12h), não
No dia em que o sol fica
posicionado a pino
(zênite) em Belém (12h),
não gerar sombra na
Torre da RBA e gera uma
sombra de 13º59’ na Torre
da TV Digital de Brasília.
Belém
13°59’ Brasília
13°59’
Brasília
da TV Digital de Brasília. Belém 13°59’ Brasília Torre da TV Digital Brasília Torre da TV

Torre da TV Digital Brasília

Belém 13°59’ Brasília Torre da TV Digital Brasília Torre da TV RBA Belém Copyright © 2015
Belém 13°59’ Brasília Torre da TV Digital Brasília Torre da TV RBA Belém Copyright © 2015
Belém 13°59’ Brasília Torre da TV Digital Brasília Torre da TV RBA Belém Copyright © 2015
Belém 13°59’ Brasília Torre da TV Digital Brasília Torre da TV RBA Belém Copyright © 2015
Torre da TV RBA Belém
Torre da TV RBA Belém

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 Torre Da TV RBA  Belém  
Torre
Da TV
RBA
Belém

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 Torre Da TV RBA  Belém   Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Torre da TV Digital Brasília
Torre
da TV
Digital
Brasília
1556 ------- 13º 59’ 1556 Km ------- 13,9833° X ------- 360° X ------- 360° Etapa
1556 ------- 13º 59’ 1556 Km ------- 13,9833° X ------- 360° X ------- 360° Etapa
1556 ------- 13º 59’ 1556 Km ------- 13,9833° X ------- 360° X ------- 360° Etapa
1556 ------- 13º 59’ 1556 Km ------- 13,9833° X ------- 360° X ------- 360° Etapa
1556 ------- 13º 59’ 1556 Km ------- 13,9833° X ------- 360° X ------- 360° Etapa
1556 ------- 13º 59’ 1556 Km ------- 13,9833° X ------- 360° X ------- 360° Etapa

1556

-------

13º 59’

1556 Km

-------

13,9833°

X

-------

360°

X

-------

360°

Etapa 01:

---- 60’

X

---- 59’

60 X

=

1 x 59

X = 59 /60 = 0,9833

---- 59’ 60 X = 1 x 59 X = 59 /60 = 0,9833 A Circunferência

A Circunferência da Terra no Equador é igual a

40.075 Km

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Hiparco (séc. 11 a.C.), astrônomo matemático grego, nasceu em Niceia e viveu em Alexandria, foi
Hiparco (séc. 11 a.C.), astrônomo matemático grego, nasceu em Niceia e viveu em Alexandria, foi

Hiparco (séc. 11 a.C.), astrônomo matemático grego,

Hiparco (séc. 11 a.C.), astrônomo matemático grego, nasceu em Niceia e viveu em Alexandria, foi quem
nasceu em Niceia e viveu em Alexandria, foi quem criou o
nasceu em Niceia e viveu em Alexandria, foi quem criou o

sistema de coordenadas geográficas de latitude e longitude utilizando-se da matemática e da observação dos astros celestes.

Hiparco foi um dos cientistas mais

representativos da época alexandrina:

dos cientistas mais representativos da época alexandrina: Introduziu na Grécia a divisão do círculo em 360º.

Introduziu na Grécia a divisão do círculo em 360º.

Introduziu na Grécia a divisão do círculo em 360º. Empreendeu uma formulação primitiva da trigonometria:

Empreendeu uma formulação primitiva da

trigonometria: estabeleceu uma tabela de cordas de modo a facilitar os cálculos

astronômicos.

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Define os princípios da geografia pela matemática estabelece, e primeira vez, a posição astronômica de
Define os princípios da geografia pela matemática estabelece, e primeira vez, a posição astronômica de
Define os princípios da geografia pela matemática estabelece, e primeira vez, a posição astronômica de
Define os princípios da geografia pela matemática estabelece, e primeira vez, a posição astronômica de

Define os princípios da geografia

pela

matemática

estabelece,

e

primeira vez, a posição astronômica de numerosos lugares e cidades, especialmente na zona mediterrânea.
primeira
vez,
a
posição
astronômica
de
numerosos
lugares
e
cidades,
especialmente
na
zona
mediterrânea.

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Sua obra permaneceu desconhecida em virtude da decadência do período histórico obscuro para o mundo
Sua obra permaneceu desconhecida em virtude da decadência do período histórico obscuro para o mundo
Sua obra permaneceu desconhecida em virtude da decadência do período histórico obscuro para o mundo
Sua obra permaneceu desconhecida em virtude da decadência do período histórico obscuro para o mundo
Sua obra permaneceu desconhecida em virtude da decadência do período histórico obscuro para o mundo

Sua obra permaneceu

desconhecida em virtude da decadência do período histórico obscuro para o

mundo cristão: a Idade

Média.

Cláudio Ptolomeu de Alexandria representa o

Idade Média. Cláudio Ptolomeu de Alexandria representa o apogeu da Cartografia grega no mundo antigo, sua

apogeu da Cartografia grega no mundo antigo,

sua obra foi fundamental para o desenvolvimento da Cartografia.

A sua obra Geografia, escrita em oito volumes

abordando os seguintes tópicos:

- regras para construção do globo/mapa mundi

- extensa relação de nomes de lugares e de suas coordenadas.

- estudo de princípios cartográficos, geografia,

matemática, das projeções e dos métodos de observações astronômicas

- cálculo de projeções cartográficas

- Lista com a descrição de nomes de lugares e

suas respectivas latitudes e longitudes

Faz parte da Geografia de Ptolomeu um mapa mundi e outros 26 mapas temáticos que teriam constituído o primeiro Atlas Universal.

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Embora as obras citadas de Ptolomeu estivessem eclipsadas na Europa ocidental na Idade Média, entre
Embora as obras citadas de Ptolomeu estivessem eclipsadas na Europa ocidental na Idade Média, entre
Embora as obras citadas de Ptolomeu estivessem eclipsadas na Europa ocidental na Idade Média, entre

Embora as obras citadas de Ptolomeu estivessem

eclipsadas na Europa ocidental na Idade Média, entre os árabes elas não caíram no esquecimento. Pelo contrário,

foi através deles que elas foram recebidas naqueles

círculos intelectuais. Porém, a concepção ptolomaica da Terra ser o centro do Universo foi uma
círculos intelectuais. Porém, a concepção ptolomaica
da Terra ser o centro do Universo foi uma das bases
da explicação de mundo da Igreja medieval.

http://www.uel.br/prograd/maquinacoes/art_19.html

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Abu Abdallah Muhammad Al-Idrisi Foi um cartógrafo árabe da Idade Média, famoso pela qualidade de
Abu Abdallah Muhammad Al-Idrisi
Abu Abdallah Muhammad Al-Idrisi

Foi um cartógrafo árabe da Idade Média, famoso pela

qualidade de seus mapas, tanto no desenho quanto na

precisão. Elaborou

Atlas e livro sobre viagens (Livro

precisão. Elaborou Atlas e livro sobre viagens ( “ Livro ه sobre agradável excursão para quem
ه
ه

sobre agradável excursão para quem deseja percorrer o mundo ) e foi usado como base para os grandes navegadores, no séc . XV.

Nascimento: 1099, Ceuta, Espanha Falecimento: 1161, Sicília, Itália

يسيردلإا دمحم اللّ دبع وبأ

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Zheng He , o maior navegador da história da China, comandou sete expedições marítimas em
Zheng He , o maior navegador da história da China, comandou sete expedições marítimas em
Zheng He , o maior navegador da história da China, comandou sete expedições marítimas em

Zheng He, o maior navegador da história da

China, comandou sete expedições marítimas

em um período de quase três décadas (1405-

1433). Formadas por alguns dos maiores

barcos do mundo da época e por uma

tripulação que atingia quase trinta mil homens,

as suas embarcações navegaram pela Ásia

Marítima, o Índico e a costa oriental da África.

Ásia Marítima, o Índico e a costa oriental da África. http://www.girafamania.com.br/asiatico/zheng-he.htm

http://www.girafamania.com.br/asiatico/zheng-he.htm

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http://www.girafamania.com.br/asiatico/zheng-he.htm Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
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http://www.girafamania.com.br/asiatico/zheng-he.htm

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Na China antiga, nunca houve a preocupação de comprovar a existência da esfericidade, o que
Na China antiga, nunca houve a preocupação de comprovar a existência da esfericidade, o que

Na China antiga, nunca houve a preocupação de comprovar a existência da esfericidade, o que quer dizer que, teoricamente, as viagens de Zheng He não tinham a mínima missão descobridora, ao passo que as expedições europeias, logo desde o início, estiveram orientadas por uma convicção teórica, à espera de comprovação. Apesar das motivações e da convicção da globalidade da terra, para as viagens marítimas eram necessárias cartas náuticas ou portulanos para levar os barcos a bom porto. A China ainda não conhecera um Ptolomeu até ao início da Dinastia Ming.

http://www.girafamania.com.br/asiatico/zheng-he.htm

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A Idade Média, período entre os séculos V e XV, onde inicia-se com a Queda
A Idade Média, período entre os séculos V e XV, onde inicia-se com a Queda

A Idade Média, período entre os séculos V e XV, onde inicia-se com a Queda do Império Romano do Ocidente, foi um período da história da humanidade marcado por grande

retrocesso na ciência, na cultura e na arte, em função do predomínio de conceitos religiosos e

de todo o saber estar subordinado às

interpretações bíblicas. No entanto, devemos considerar que esse processo foi mais intenso

no mundo cristão pois a grande maioria do

conhecimento concentrava-se na igreja.

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• Teve início a epopeia dos descobrimentos portugueses (especiarias e minerais); • Grande
• Teve início a epopeia dos descobrimentos portugueses (especiarias e minerais); • Grande

Teve

início

a

epopeia

dos

descobrimentos portugueses (especiarias e minerais);

Grande avanço com as viagens de

exploração das novas terras e aparecimento de especialistas em confeccionar mapas - 1400 a 1500;

O advento da agulha magnética

 

permitiu a exploração dos mares;

Intensificou-se o comércio para o

Leste;

a exploração dos mares; • Intensificou-se o comércio para o Leste; Copyright © 2015 Jamer Andrade

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a exploração dos mares; • Intensificou-se o comércio para o Leste; Copyright © 2015 Jamer Andrade
a exploração dos mares; • Intensificou-se o comércio para o Leste; Copyright © 2015 Jamer Andrade
Reis (Poder - Terras) Igreja Burguesia (Expansão) (Lucros) Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Reis (Poder - Terras) Igreja Burguesia (Expansão) (Lucros)
Reis (Poder
- Terras)
Igreja
Burguesia
(Expansão)
(Lucros)

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• Gutemberg inventou a imprensa; • Foi fundada a Escola de Sagres. Cartógrafo Gerhard Mercator
• Gutemberg inventou a imprensa; • Foi fundada a Escola de Sagres. Cartógrafo Gerhard Mercator
• Gutemberg inventou a imprensa; • Foi fundada a Escola de Sagres. Cartógrafo Gerhard Mercator

Gutemberg inventou a imprensa;

Foi fundada a Escola de Sagres. Cartógrafo Gerhard Mercator - primeiro Atlas, reformulou todas as teorias e criou a projeção

cartográfica com meridianos retos e eqüidistantes dos pólos, usada até hoje - 1512 a 1594;

No Brasil 1º Mapa da cidade do Rio de Janeiro

1812.

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Representação dos aspetos geográficos- naturais ou artificiais da Terra destinada a fins culturais, ilustrativos ou
Representação dos aspetos geográficos- naturais ou artificiais da Terra destinada a fins culturais, ilustrativos ou
Representação dos aspetos geográficos- naturais ou artificiais da Terra destinada a fins culturais, ilustrativos ou

Representação dos aspetos geográficos-

naturais ou artificiais da Terra destinada a

fins culturais, ilustrativos ou científicos.

Definição do Dicionário Cartográfico n(Oliveira, 1980, pag 233) Mapa 1.

Definição do Dicionário Cartográfico n(Oliveira, 1980, pag 233) Mapa 1. Copyright © 2015 Jamer Andrade da

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 Representar a curvatura do geóide (formato da Terra) num plano.  Difiícil tarefa de
 Representar a curvatura do geóide (formato da Terra) num plano.
 Representar a curvatura do geóide (formato da Terra)
num plano.

Difiícil tarefa de representar as gigantescas dimensões da superfície terrestre numa folha de papel infinitamente menor.

Desafio de reproduzir montes, vale, ravinas, cachoeiras, desfiladeiros (acidentes geográficos) para uma superfície plana.

desfiladeiros (acidentes geográficos) para uma superfície plana. Projeção Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Projeção
Projeção
desfiladeiros (acidentes geográficos) para uma superfície plana. Projeção Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

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Levando em considerações as devidas proporções temos:
Levando em considerações as
devidas proporções temos:
Levando em considerações as devidas proporções temos: O raio da Terra seria de 15 cm A

O raio da Terra seria de 15 cm

A diferença entre os extremos

topográficos:

Evereste - pontos mais alto 8850 metros de altura Fossas das Marianas - Fossa Ocânica
Evereste - pontos mais alto
8850 metros de altura
Fossas das Marianas - Fossa Ocânica
11.500 m de profundidade
das Marianas - Fossa Ocânica 11.500 m de profundidade Adotando a forma esférica lisa estaremos desprezando
Fossa Mariana 11.500 m de profundidade Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Fossa Mariana 11.500 m de profundidade Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Fossa Mariana 11.500 m de profundidade Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Fossa
Fossa

Mariana 11.500 m de profundidade

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A Terra é uma Esfera Irregular (Achatada nos Pólos) • Diâmetro Equatorial : ~ 12.756

A Terra é uma Esfera Irregular (Achatada nos Pólos)

A Terra é uma Esfera Irregular (Achatada nos Pólos) • Diâmetro Equatorial : ~ 12.756 km

Diâmetro Equatorial: ~ 12.756 km

Diâmetro Polar: ~ 12.714 km

Circunferência no Equador aproximada de 40,075 km
Circunferência no Equador aproximada de
40,075 km

O planeta Terra não é uma esfera perfeita. A superfície nos pólos é levemente achatada. Mostrando que o diâmetro do Equador é maior do que o diâmetro entre os pólos.

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A Grade Geográfica – Latitude e Longitude Localização na Terra • Necessidade de localização precisa

A Grade Geográfica Latitude e Longitude

Localização na Terra

Necessidade de localização precisa na

superfície da Terra

Eixo de rotação da Terra (anti-horário) Pólos Norte e Sul

Plano do Equador

rotação da Terra (anti-horário) • Pólos Norte e Sul • Plano do Equador Copyright © 2015

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Grandes Círculos São círculos que dividem o globo (esfera) e passam sempre pelo centro da

Grandes Círculos

São círculos que dividem o globo (esfera) e passam sempre pelo centro da esfera Os grandes círculos Identificam a distância mais curta entre dois pontos em uma . O plano do equador é maior dos grandes círculos.

Os planos dos pequenos círculos não cortam o centro da Terra.

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Coordenadas Geográficas – Latitude – Ângulo em relação ao Plano do Equador para Norter e

Coordenadas Geográficas Latitude

Ângulo em relação ao Plano do Equador para Norter e para Sul.

Paralelo

As linhas das latitudes indicam a localização norte-sul.

Elas são chamadas de Paralelos porque elas são

parelelas entre si.

A cidade de Kuji, no Japão, está com um ângulo

de 40º do plano do Equador para Norte. Já a

cidade de Bowen, na Australia, está a 20° a Sul do plano do Equador.

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LATITUDE Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

LATITUDE

LATITUDE Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
LATITUDE Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

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Existem 7 Importantes Latitudes Existem 7 importantes paralelos que separam regiões especiais onde raios do

Existem 7 Importantes Latitudes

Existem 7 importantes paralelos que separam

regiões especiais onde raios do Sol incidem a superfície da Terra ao longo do ano de acordo com a translação, definindo ao longo do anos as estações do ano.

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Equinócios e solstícios Entende-se por equinócios os períodos do ano em que os hemisférios Norte
Equinócios e solstícios
Equinócios e solstícios

Entende-se por equinócios os períodos do ano em que os hemisférios Norte e Sul são iluminados igualmente, o que ocorre nos dias 21 de março e 23 de setembro, quando a duração do dia e da noite é a mesma,

setembro, quando a duração do dia e da noite é a mesma, ou seja, 12 horas
setembro, quando a duração do dia e da noite é a mesma, ou seja, 12 horas

ou seja, 12 horas. Nos equinócios, o raio solar atinge perpendicularmente a

linha do Equador (zênite). Depois dos equinócios, os dias e as noites começam a encurtar-se, no Hemisfério Norte, e a alongar-se, no Hemisfério Sul (e vice-versa), até que ocorram os solstícios, quando as diferenças

de luminosidade entre o dia e a noite atingem o máximo. No dia 21 de
de luminosidade entre o dia e a noite atingem o máximo.
No dia 21 de junho, no Hemisfério Norte, ocorre o solstício de verão,

quando o dia atinge o máximo de duração, e, no Hemisfério Sul, acontece a noite mais longa do ano, o solstício de inverno . No dia 21 de dezembro, essa situação se inverte em relação aos hemisférios. Isso significa que o Sol

em relação aos hemisférios . Isso significa que o Sol atinge o zênite no Trópico de
em relação aos hemisférios . Isso significa que o Sol atinge o zênite no Trópico de

atinge o zênite no Trópico de Capricórnio, e o solstício de verão no Hemisfério

Sul .

Uma observação importante é que o eixo de rotação da Terra não é perpendicular ao plano de órbita, apresentando uma inclinação de 23°2730em relação à eclíptica. Essa inclinação é denominada obliquidade da eclíptica.

à eclíptica . Essa inclinação é denominada obliquidade da eclíptica. Copyright © 2015 Jamer Andrade da
à eclíptica . Essa inclinação é denominada obliquidade da eclíptica. Copyright © 2015 Jamer Andrade da

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Consequências do movimento de translação da Terra e a relação de iluminosidade dos raios do

Consequências do movimento de translação da Terra e a relação de iluminosidade dos raios do sol em relação aos Paralelos.

Estações do ano, em função das diferentes posições da Terra em relação ao Sol.

Desigualdade na distribuição de luz e calor, durante o ano.

Duração desigual dos dias e das noites, conforme a época do ano,

com exceção da região equatorial, e ocorrência dos solstícios e

equinócios.

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Coordenadas Geográficas – Longitude As linhas de longitude, ou meridianos , indicam a posição Leste
Coordenadas Geográficas – Longitude As linhas de longitude, ou meridianos , indicam a posição Leste

Coordenadas Geográficas Longitude

Coordenadas Geográficas – Longitude As linhas de longitude, ou meridianos , indicam a posição Leste (E)
Coordenadas Geográficas – Longitude As linhas de longitude, ou meridianos , indicam a posição Leste (E)

As linhas de longitude, ou meridianos, indicam a posição Leste (E) e Oeste(W) de Greenwich.

Todos oa meridianos atravessam os 2 pólos da

Terra. Todos os

são

Planos

dos

Meridianos

perpendiculares ao Plano do Equador.

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Longitudes – Os planos das longitudes (meridianos) passam pelo centro da Terra e convergem nos

Longitudes

Os planos das longitudes (meridianos) passam pelo centro da Terra e convergem nos pólos.

O primeiro meridiano do

mundo e o de longitude

0°, é o meridiano de Greenwich, cidade da Inglaterra, localizada a 8

km (5 milhas) do centro de

Londres.

Vista do Pólo Norte, onde podemos visualizar os meridianos sendo

irradiados, cortando perpendicular o

Plano do Equador e passando pelo outro pólo da Terra (Pólo Sul).

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G r a d e : Localização da grade com base na latitude e longitude

Grade: Localização da grade com base na latitude e longitude

O sistema de grade completo

de latitude e longitude - a

graticula.

Como os meridianos convergem nos pólos, a

distância de 1° de longitude é

maior no equador e diminui

até chegar a zero nos pólos.

Enquanto a distância de 1° de

latitude varia ligeiramente

(devido ao fato do achatamento da Terra nos pólos).

varia ligeiramente (devido ao fato do achatamento da Terra nos pólos). Copyright © 2015 Jamer Andrade

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G r a d e : Localização da grade com base na latitude e longitude

Grade: Localização da grade com base na latitude e longitude

G r a d e : Localização da grade com base na latitude e longitude Copyright
G r a d e : Localização da grade com base na latitude e longitude Copyright

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Entretanto ao visualizarmos uma pequena porção da superfície: o A curvatura do planeta é minimizado
Entretanto ao visualizarmos uma pequena porção da superfície: o A curvatura do planeta é minimizado
Entretanto ao visualizarmos uma pequena porção da superfície: o
Entretanto ao visualizarmos uma pequena porção da
superfície:
o

A curvatura do planeta é minimizado e praticamente aquela porção da superfície é tratada como um plano.

o As irregularidades são melhores retratadas
o As irregularidades são melhores retratadas

CONCLUSÃO: A melhor forma de representar a Superfície Terrestre vai depender da área que pretendemos representar e da finalidade de seu uso.

Para cartografia mapear grande áreas é necessário levar em

conta a curvatura geral do planeta.

Para desenho de projetos prediais a curvatura do planeta é desprezível.

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Na construção de um mapa o ideal seria: o A representação da superfície terrestre em
Na construção de um mapa o ideal seria: o A representação da superfície terrestre em
Na construção de um mapa o ideal seria:
o
A representação da superfície terrestre em um plano e sem
deformações;

As posições relativas entre as localidades deveriam ser preservadas com a possibilidade de obter medidas de

o

áreas, distâncias e direções sem distorções; Entretanto:  A superfície esférica não é planificável,
áreas, distâncias e direções sem distorções;
Entretanto:
 A superfície esférica não é planificável, impedindo a
construção de um carta ideal sem deformações.
 Devidos as irregularidades, adotamos uma superfície
da Terra mais simples com intuito de diminuir
algumas distorções.

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Sistemas de coordenadas Os sistemas de coordenadas foram desenvolvidos para facilitar a localização das feições
Sistemas de coordenadas Os sistemas de coordenadas foram desenvolvidos para facilitar a localização das feições

Sistemas de coordenadas

Os sistemas de coordenadas foram desenvolvidos para facilitar a localização das feições geográficas no espaço.

Sistema Cartesiano: René Descartes (1596-1650) introduziu o sistema de coordenadas baseado em eixos ortogonais, sendo
Sistema Cartesiano: René Descartes (1596-1650) introduziu o sistema
de coordenadas baseado em eixos ortogonais, sendo a origem o ponto
(0,0) de interseção destes eixos.
y
y
y
7
7
7
( 3,6)
( 3,6)
( 3,6)
6
6
6
( 2,5)
( 2,5)
( 2,5)
5
5
5
(6,4)
(6,4)
(6,4)
4
4
4
3
3
3
2
2
2
( 4,1)
( 4,1)
( 4,1)
1
1
1
x 0
x 0
0
0
2
4
6
0
2
4
6
0
2
4
6
Localização de Pontos
Definição de Linha
Definição de Área

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Sistema de Coordenadas
Sistema de Coordenadas

Para localizar um ponto na superfície terrestre, usando o sistema de latitude e longitude, é necessário executar medidas angulares, que

podem ser expressas em graus, minutos e segundos (um grau = 60

minutos; 1 minuto = 60 segundos). Em alguns casos, a latitude e longitude são melhores expressas em graus decimais:

alguns casos, a latitude e longitude são melhores expressas em graus decimais: Copyright © 2015 Jamer

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Moscou 55’45”N 37’36”E Nova York 40’45”N 73’59”W Cos (D) = (Sen a Sen b) +
Moscou 55’45”N 37’36”E Nova York 40’45”N 73’59”W Cos (D) = (Sen a Sen b) +
Moscou 55’45”N 37’36”E Nova York 40’45”N 73’59”W Cos (D) = (Sen a Sen b) +
Moscou 55’45”N 37’36”E Nova York 40’45”N 73’59”W
Moscou
55’45”N 37’36”E
Nova York
40’45”N 73’59”W
Cos (D) = (Sen a Sen b) + (Cos a Cos b Cos |c|) (

Cos (D) = (Sen a Sen b) + (Cos a Cos b Cos |c|)

(Sen Lat a Sen Lat b ) + (Cos Lat a Cos Lat a Cos Dif Long )

Sen a = Sen (40.5) = 0.649 Sen b = Sen (55.5) = 0.824 Cos a = Cos (40.5) = 0.760 Cos b = Cos (55.5) = 0.566 Cos c = Cos (73.66 + 37.4) = -0.359 Cos (D) = 0.535 0.154 = 0.381 D = 67.631 graus 1 grau = 111.32 km, então D = 7528.66 km

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o Coordenadas Esféricas   o Latitude o Longitude o definedo por:   o Centro de
o Coordenadas Esféricas   o Latitude o Longitude o definedo por:   o Centro de
o Coordenadas Esféricas   o Latitude o Longitude o definedo por:   o Centro de

o

Coordenadas Esféricas

 

o

Latitude

o

Longitude

o

definedo por:

 

o

Centro de massa

o

Rotação Equador

o

Primeiro Meridiano(Greenwich)

o

Terra Esférica

o R 6 371 km

o A 510 000 000 km 2

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FONTE: https://www.greatcirclemapper.net/en/great-circle-mapper.html?route=SBBE-FMMI&aircraft=&speed= Copyright ©
FONTE: https://www.greatcirclemapper.net/en/great-circle-mapper.html?route=SBBE-FMMI&aircraft=&speed= Copyright ©

FONTE: https://www.greatcirclemapper.net/en/great-circle-mapper.html?route=SBBE-FMMI&aircraft=&speed=

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TIPOS E PRODUTOS CARTOGRÁFICOS • GLOBO – representação cartográfica sobre uma superfície esférica, em escala

TIPOS E PRODUTOS CARTOGRÁFICOS

GLOBO representação cartográfica sobre uma superfície

esférica, em escala pequena, dos aspectos naturais e artificiais

de uma figura planetária, com finalidade cultural e ilustrativa.

figura planetária, com finalidade cultural e ilustrativa. Limitações: - Impossibilita uma visão global simultânea

Limitações:

- Impossibilita uma visão global simultânea

- A forma curva dificulta possíveis

global simultânea - A forma curva dificulta possíveis medições de distâncias. Copyright © 2015 Jamer Andrade

medições de distâncias.

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Alguns conceitos básicos são necessários para o bom entendimento das cartas e mapas. CARTA E
Alguns conceitos básicos são necessários para o bom entendimento das cartas e mapas. CARTA E

Alguns conceitos básicos são necessários para o bom

entendimento das cartas e mapas.

CARTA E MAPAS

No Brasil, a ABNT - Associação Brasileira de Normas

Técnicas - define:

MAPA representação gráfica, em geral uma superfície plana e em uma escala determinada, com representação de

acidentes físicos e culturais da superfície da Terra, ou de um

planeta ou satélite.

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físicos e culturais da superfície da Terra, ou de um planeta ou satélite. Copyright © 2015
TIPOS E PRODUTOS CARTOGRÁFICOS • MAPA (Características) • representação plana; • geralmente em escala

TIPOS E PRODUTOS CARTOGRÁFICOS

MAPA (Características)

representação plana;

geralmente em escala pequena;

área delimitada por acidentes naturais (bacias, planaltos, chapadas, etc.), político-administrativos;

destinação a fins temáticos, culturais ou ilustrativos.

A partir dessas características pode-se generalizar o conceito:

Mapa é a representação no plano, normalmente em escala pequena, dos aspectos geográficos, naturais, culturais e artificiais de uma área tomada na superfície de uma Figura planetária, delimitada por elementos físicos, político - administrativos, destinada aos mais variados usos, temáticos, culturais e ilustrativos . "

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Representação dos aspetos geográficos-naturais ou artificiais da Terra destinada a fins culturais, ilustrativos ou
Representação dos aspetos geográficos-naturais ou artificiais da Terra destinada a fins culturais, ilustrativos ou
Representação dos aspetos geográficos-naturais ou artificiais da Terra destinada a fins culturais, ilustrativos ou

Representação dos aspetos geográficos-naturais ou artificiais da Terra

destinada a fins culturais, ilustrativos ou científicos.

Definição do Dicionário Cartográfico (Oliveira, 1980, pag 233)

Representação gráfica, em geral uma superfície plana e

numa determinada escala, com a representação de

acidentes físicos e culturais da superfície da Terra, ou de um planeta ou satélite. As posições dos acidentes devem

ser precisas, de acordo, geralmente, com um sistema de

coordenadas. Serve igualmente para denominar parte ou toda a superfície da esfera celeste. O mapa, portanto, pode ou não ter caráter científico

especializado e é frequentemente, construído em escala

pequena, cobrindo um território mais ou menos extenso.

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• CARTA (Características) • representação plana; • escala média ou grande; • desdobramento em folhas

CARTA (Características)

representação plana;

escala média ou grande;

desdobramento em folhas articuladas de maneira sistemática;

limites das folhas constituídos por linhas convencionais, destinada à

avaliação precisa de direções, distâncias e localização de pontos, áreas e detalhes.

Da mesma forma que da conceituação de mapa, pode-se generalizar:
Da mesma forma que da conceituação de mapa, pode-se generalizar:

Carta é a representação no plano, em escala média ou grande, dos aspectos artificiais e naturais de uma área tomada de uma superfície planetária, subdividida em folhas delimitadas por linhas convencionais - paralelos e

meridianos - com a finalidade de possibilitar a avaliação de pormenores, com

grau de precisão compatível com a escala.

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CARTA – representação dos aspectos naturais e artificiais da Terra, destinada a fins práticos da
CARTA – representação dos aspectos naturais e artificiais da Terra, destinada a fins práticos da

CARTA representação dos aspectos naturais e artificiais

da Terra, destinada a fins práticos da atividade humana,

permitindo a avaliação precisa das distâncias, direções e a localização plana, geralmente em média ou grande

escala, de uma superfície terrestre, subdivididas em folhas, de forma sistemática, obedecendo a um plano
escala, de uma superfície terrestre, subdivididas em
folhas, de forma sistemática, obedecendo a um plano
nacional ou internacional.

Tipos de mapas/cartas quanto ao objetivo:

- mapa genérico ou geral ex. mapa político;

- mapa especial ou técnico ex. mapa meteorológico;

- mapa temático mapa de solos;

- mapa imagem mapa+imagem.

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- mapa temático – mapa de solos; - mapa imagem – mapa+imagem. Copyright © 2015 Jamer
• PLANTA - a planta é um caso particular de carta. A representação se restringe

PLANTA - a planta é um caso particular de carta. A representação se restringe a

uma área muito limitada e a escala é grande, consequentemente o nº de detalhes é

bem maior.

"Carta que representa uma área de extensão suficientemente restrita para que a sua curvatura não precise ser levada em consideração, e que, em consequência, a escala possa ser considerada constante."

CROQUI - é um esboço e não obedece a rotina técnica para a elaboração de mapas. Não tem como finalidade a divulgação para o público; contém informações sobre uma pequena área e supre a falta de uma representação cartográfica detalhada. (IBGE, 1993).

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De acordo com os OBJETIVOS e do TIPO DE USUÁRIO para o qual foram elaborados,
De acordo com os OBJETIVOS e do TIPO DE USUÁRIO para o qual foram elaborados,

De acordo com os OBJETIVOS e do TIPO DE USUÁRIO

para o qual foram elaborados, os mapas podem ser:

Genéricos

Especiais

Temáticos

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 Mapas Genéricos: Não tem uma finalidade específica – ilustrativo / sem grande precisão. Apresentam
 Mapas Genéricos: Não tem uma finalidade específica – ilustrativo / sem grande precisão. Apresentam
 Mapas Genéricos: Não tem uma finalidade específica – ilustrativo / sem grande precisão. Apresentam

Mapas Genéricos: Não tem uma finalidade específica ilustrativo / sem grande precisão. Apresentam alguns aspectos físicos e obras humanas.

Apresentam alguns aspectos físicos e obras humanas. Um exemplo particular deste tipo de mapa é a
Apresentam alguns aspectos físicos e obras humanas. Um exemplo particular deste tipo de mapa é a
Apresentam alguns aspectos físicos e obras humanas. Um exemplo particular deste tipo de mapa é a

Um exemplo particular deste tipo de mapa é a edição do IBGE na

escala de 1:5.000.000, representando o território brasileiro, limitado por todos os países vizinhos, o Oceano Atlântico, etc., contendo, através de linhas limítrofes e cores, todos os estados além das

principais informações físicas e culturais, como rios, serras, ilhas,

cabos, cidades importantes, algumas vilas, estradas, etc.

Destinado a usuários Leigos e Comum. Ex.: Mapas divisão estaduais, Mapa de informações turísticas

Mapas divisão estaduais, Mapa de informações turísticas

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O mapa genérico, é um mapa de orientação ou informações generalizadas, mas absolutamente, insuficiente para
O mapa genérico, é um mapa de orientação ou informações generalizadas, mas absolutamente, insuficiente para
O mapa genérico, é um mapa de orientação ou informações generalizadas, mas absolutamente, insuficiente para

O mapa genérico, é um mapa de orientação ou informações generalizadas,

mas absolutamente, insuficiente para muitas e determinadas necessidades.

As

consultas

feitas

sobre

um

mapa

geral

têm

que

ser

igualmente

generalizadas. Se quisermos medir com exatidão a distância, por rodovia,

entre Belém e Tucuruí, corremos o risco de diminuir ou acrescentar vários

quilômetros em relação à distância real. Ao contrário, se desejarmos verificar,

aproximadamente, a distância em linha reta entre o Belém e Brasília, por

exemplo, poderemos obter um resultado aproximado.

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C o p y r i g h t © 2 0 1 5 J a
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 Mapas Especiais ou Técnicos Elaborado para registrarem informações específicas com precisão bastante variável,
 Mapas Especiais ou Técnicos Elaborado para registrarem informações específicas com precisão bastante variável,
 Mapas Especiais ou Técnicos Elaborado para registrarem informações específicas com precisão bastante variável,

Mapas Especiais ou Técnicos

Elaborado para registrarem informações específicas com precisão bastante

variável, de acordo com a sua aplicabilidade. Concebidos para servir uma determinada faixa técnica ou científica é, via de regra, muito específico e puramente técnico, não oferecendo, a outras áreas científicas ou técnicas,

nenhuma utilidade, salvo as devidas exceções. Usuários Técnicos e com noções da área de conhecimento do mapa produzido. Ex.: Mapas aeronáuticos, astronômicos, meteorológico, de recenseamento demográfico, turístico, violência, zoogeográfico, meteorológico, etc.

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demográfico, turístico, violência, zoogeográfico, meteorológico, etc. Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Uma carta náutica possui poucos detalhes em relação à representação terrestre ou continental é, por

Uma carta náutica possui poucos detalhes em relação à representação terrestre ou continental é, por outro lado, minuciosa quanto à representação de profundidades, de bancos de areia, recifes, faróis, bóias, etc. É que este tipo de mapa destina exclusivamente à segurança da navegação.

de mapa destina exclusivamente à segurança da navegação. Um mapa magnético caracteriza a distribuição de elementos
de mapa destina exclusivamente à segurança da navegação. Um mapa magnético caracteriza a distribuição de elementos
de mapa destina exclusivamente à segurança da navegação. Um mapa magnético caracteriza a distribuição de elementos
de mapa destina exclusivamente à segurança da navegação. Um mapa magnético caracteriza a distribuição de elementos

Um mapa magnético caracteriza a distribuição de elementos magnéticos como as linhas de isógonas e a natureza do magnetismo.

como as linhas de isógonas e a natureza do magnetismo. Um mapa contendo informações geológicas como
como as linhas de isógonas e a natureza do magnetismo. Um mapa contendo informações geológicas como

Um mapa contendo informações geológicas como as litologias, feições

estruturais planares e feições lineares.

como as litologias, feições estruturais planares e feições lineares. Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

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http://iflorestal.sp.gov.br/pesquisa/geociencias/ Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

http://iflorestal.sp.gov.br/pesquisa/geociencias/

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 Um mapa temático é produzido em qualquer escala, tendo como pano de fundo a
 Um mapa temático é produzido em qualquer escala, tendo como pano de fundo a

Um mapa temático é produzido em qualquer escala, tendo

como pano de fundo a cartografia geográfica básica da

área, onde são representados os fenômenos climáticos,

geográficos, social, ambiental, geológicos, demográficos,

econômicos, agrícolas, etc.,

A simbologia empregada na representação de tantos e diversificados assuntos é a mais variada que existe no âmbito da comunicação cartográfica, uma vez que, na variação de tantos temas a salientar, suas formas de expressão podem ser, ora qualitativas, ora quantitativas.

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• A Cartografia Temática é constituída pelo conjunto de cartas topográficas com a representação dos
• A Cartografia Temática é constituída pelo conjunto de cartas topográficas com a representação dos

A Cartografia Temática é constituída pelo conjunto de cartas topográficas com a representação dos seus

diversos temas, de natureza geográfica, de recursos

naturais, socioeconômicos e ambientais.

Segundo Barbosa (1967), os mapas com os mais variados

temas são chamados de mapas temáticos. Ele sugere até

uma nova divisão dos campos da cartografia temática, devido às várias terminologias e classificações dos

produtos. Comenta que os mapas de clima, cartas náuticas

e cartas oceanográficas, mapas turísticos, de

comunicações, geológicos, de cobertura vegetal, morfológicos, econômicos, entre outros, são chamados de mapas especiais ou temáticos.

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Sanchez (1981) caracteriza a cartografia temática da sistemática com base na tabela a seguir: Autor
Sanchez (1981) caracteriza a cartografia temática da sistemática com base na tabela a seguir: Autor

Sanchez (1981) caracteriza a cartografia temática da sistemática com base na tabela a seguir:

temática da sistemática com base na tabela a seguir: Autor Raisz (1969) Robinson apud Barbosa (1967)
Autor Raisz (1969) Robinson apud Barbosa (1967) Cartografia sistemática Mapas gerais Mapas topográficos
Autor Raisz (1969) Robinson apud Barbosa (1967) Cartografia sistemática Mapas gerais Mapas topográficos
Autor Raisz (1969)

Autor

Raisz (1969)

Robinson apud Barbosa (1967)

Cartografia sistemática

Mapas gerais

Mapas topográficos

sistemática Mapas gerais Mapas topográficos Cartografia temática Mapas especiais Mapas de

Cartografia temática

Mapas especiais

Mapas de compilação

Mapas especiais e Mapas temáticos Mapas de fins especiais Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos
Mapas especiais e Mapas temáticos Mapas de fins especiais Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos
Mapas especiais e Mapas temáticos Mapas de fins especiais Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos

Mapas especiais e Mapas temáticos

Mapas de fins especiais

Mapas temáticos

Mapas temáticos

Mapas temáticos

Mapas especiais e Mapas temáticos Mapas de fins especiais Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos
Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos Barbosa (1967) Mapas topográficos Deetz (1948)
Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos Barbosa (1967) Mapas topográficos Deetz (1948)
Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos Barbosa (1967) Mapas topográficos Deetz (1948)
Mapas temáticos Mapas temáticos Mapas temáticos Barbosa (1967) Mapas topográficos Deetz (1948)

Barbosa (1967)

Mapas topográficos

Deetz (1948)

Mapas topográficos oficiais

Sanchez (1973 e 1981)

Mapas de base ou de referência geral

Simielli 1986

Mapas topográficos

Rosa (1994)

Mapas de base

Terminologias utilizadas na classificação dos mapas em cartografia sistemática e temática Copyright © 2015 Jamer
Terminologias utilizadas na classificação dos mapas em cartografia sistemática e temática
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http://www.geografia.icad.ufba.br/pablo/Aula%2002%20-%20Cartografia%20Sistem%C3%A1tica%20e%20Tem%C3%A1tica.pdf

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• Segundo o decreto lei 243, é a cartografia terrestre (escalas 1:1.000.000; 1:500.000; 1:250.000; 1:100.000;
• Segundo o decreto lei 243, é a cartografia terrestre (escalas 1:1.000.000; 1:500.000; 1:250.000; 1:100.000;

Segundo o decreto lei 243, é a cartografia terrestre (escalas 1:1.000.000; 1:500.000; 1:250.000;

1:100.000; 1:50.000 e 1:25.000), a cartografia

náutica, a cartografia aeronáutica e temática.

A cartografia sistemática brasileira tem por fim a

representação do espaço territorial brasileiro por

meio de cartas, elaboradas seletiva e

progressivamente, consoante prioridades

conjunturais.

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• O Decreto Lei n˚243 de 1967 fixa as diretrizes e bases da Cartografia Brasileira.
• O Decreto Lei n˚243 de 1967 fixa as diretrizes e bases da Cartografia Brasileira.

• O Decreto Lei n˚243 de 1967 fixa as diretrizes e bases da Cartografia Brasileira.

Estabelece que as atividades cartográficas, em todo

o território nacional, são levadas a efeito através de

um sistema único - o Sistema Cartográfico

Nacional.

O Sistema Cartográfico Nacional é constituído pelas

entidades nacionais, públicas e privadas, que

tenham por atribuição principal executar trabalhos

cartográficos ou atividades correlatas.

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O Decreto nº 89.817 de 20 de junho de 1984 estabelece as Instruções Reguladoras das
O Decreto nº 89.817 de 20 de junho de 1984 estabelece as Instruções Reguladoras das

O Decreto nº 89.817 de 20 de junho de 1984

estabelece as Instruções Reguladoras das

Normas Técnicas da Cartografia Brasileira através

de procedimentos e padrões a serem obedecidos

na elaboração e apresentação de documentos

cartográficos no Território Brasileiro, criando o

Padrão de Exatidão Cartográfica PEC, e uma

classificação das cartas em: Classe A, B e C.

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Classificação de uma Carta Quanto a Exatidão: Esse decreto estabelece em seu artigo 80 que
Classificação de uma Carta Quanto a Exatidão: Esse decreto estabelece em seu artigo 80 que
Classificação de uma Carta Quanto a Exatidão:
Esse decreto estabelece em seu artigo 80 que "90%
dos pontos bem definidos numa carta, quando
testados no terreno, não deverão apresentar erro
superior ao Padrão de Exatidão Cartográfica
estabelecido”.
apresentar erro superior ao Padrão de Exatidão Cartográfica estabelecido”. Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

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Considere uma carta na escala 1 : 25000. Classifique a carta, segundo sua exatidão e
Considere uma carta na escala 1 : 25000. Classifique a carta, segundo sua exatidão e

Considere uma carta na escala 1 : 25000.

Classifique a carta, segundo sua exatidão e precisão (qualidade posicional).

Justifique com base no que está preconizado no nº 89817, de 20 de junho de

1984, publicado no Diário Oficial da União de 27 de junho de 1984 . Dados:

30 pontos com suas coordenadas reais, medidas no terreno (Tabela 1);

coordenadas dos 30 pontos, obtidas através da carta (Tabela 1);

Exemplo Carta 1:25.000

PEC Planimétrico:

Classe A: 0,5 X 25.000 = 12,5m; D.P.:0,3 X 25.000 = 7,5m Classe B: 0,8 X 25.000 = 20m; D.P.:0,5 X 25.000 = 12,5m Classe C: 1,0 X 25.000 = 25m; D.P.:0,6 X 25.000 = 15m

PEC Altimétrico:

Classe A: 0,5 X 10 = 5m; D. P.: 1/3 X 10 = 3,3m Classe B: 0,6 X 10 = 6m; D. P.: 0,4 X 10 = 4m Classe C: 0,75 X 10 = 7,5m; D. P.: 0,5 X 10 = 5m

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PEC Classe A – Planimétrico: 0,5mm X 25.000 = 12,5m 1 ponto em 30 (Pto

PEC Classe A Planimétrico: 0,5mm X 25.000 = 12,5m 1 ponto em 30 (Pto 10) com erro acima do PEC; Desvio-Padrão PEC Classe A: 0,3mm X 25.000 = 7,5m

Desvio-Padrão Erros Planimétricos: 2,63m

PEC Classe A Altimétrico: 0,5 X 10 = 5m Nenhum ponto com erro acima do PEC;

Desvio-Padrão PEC Classe A: 1/3 X 10 = 3,33m

Desvio-Padrão Erros Altimétricos: 1,35m

Carta Classe A

A: 1/3 X 10 = 3,33m Desvio-Padrão Erros Altimétricos: 1,35m Carta Classe A Copyright © 2015

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• As cartas, segundo sua exatidão, são classificadas nas Classes A, B e C, segundo
• As cartas, segundo sua exatidão, são classificadas nas Classes A, B e C, segundo

As

cartas,

segundo

sua

exatidão,

são

classificadas

nas

Classes A, B e C, segundo os critérios seguintes:

Classe A: Padrão de Exatidão Cartográfica - Planimétrico:

0,5 mm, na escala da carta; Altimétrico: metade da eqüidistância entre as curvas-de-nível

Classe B: Padrão de Exatidão Cartográfica - Planimétrico:

0,8 mm na escala da carta; Altimétrico: três quintos da

eqüidistância entre as curvas-de-nível

Classe C: Padrão de Exatidão Cartográfica - Planimétrico:

1,0 mm na escala da carta; Altimétrico: três quartos da

eqüidistância entre as curvas-de-nível

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“ Grau de aperfeiçoamento no desempenho de uma operação ou na exposição de um resultado.
“ Grau de aperfeiçoamento no desempenho de uma operação ou na exposição de um resultado.
“ Grau de aperfeiçoamento no desempenho de uma operação ou na exposição de um resultado.

Grau de aperfeiçoamento no desempenho de uma

operação ou na exposição de um resultado. Tem analogia com a qualidade

da execução. (OLIVEIRA, 1987)

Grau de conformidade com uma norma. Tem analogia com a qualidade de um resultado. (OLIVEIRA, 1987)

uma norma. Tem analogia com a qualidade de um resultado ” . (OLIVEIRA, 1987) Copyright ©
uma norma. Tem analogia com a qualidade de um resultado ” . (OLIVEIRA, 1987) Copyright ©

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É constituída por 4 Pontos Cardeais, 4 Pontos Colaterais e 8 Pontos Sub-Colaterais. Copyright ©
É constituída por 4 Pontos Cardeais, 4 Pontos Colaterais e 8 Pontos Sub-Colaterais. Copyright ©

É constituída por 4 Pontos Cardeais, 4 Pontos Colaterais e 8 Pontos Sub-Colaterais.

por 4 Pontos Cardeais, 4 Pontos Colaterais e 8 Pontos Sub-Colaterais. Copyright © 2015 Jamer Andrade
por 4 Pontos Cardeais, 4 Pontos Colaterais e 8 Pontos Sub-Colaterais. Copyright © 2015 Jamer Andrade

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O sol nasce aproximadamente a Este e põe-se a Oeste, encontrando- se a Sul ao
O sol nasce aproximadamente a Este e põe-se a Oeste, encontrando- se a Sul ao

O sol nasce aproximadamente a Este e põe-se a Oeste, encontrando-

se a Sul ao meio -dia solar. A hora legal (dos relógios) está adiantada em relação à hora solar: no Inverno está adiantada cerca de 36 minutos, enquanto que no verão a diferença passa para cerca de 1h 36m .

de 36 minutos, enquanto que no verão a diferença passa para cerca de 1h 36m .

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Os Pontos Cardeais NORTE setentrião 0º ponto fundamental a que se referem normalmente as direcções

Os Pontos Cardeais

NORTE setentrião 0º ponto fundamental a que se referem normalmente as direcções SUL meridião; meio-dia
NORTE
setentrião
ponto fundamental a que se referem
normalmente as direcções
SUL
meridião; meio-dia
180º
ao meio-dia solar o sol encontra-se a
Sul do observador
ESTE
leste; levante; oriente;
nascente
90º
direcção de onde nasce o sol
Declividade
direcção onde o sol se põe; também
OESTE
poente; ocidente; ocaso
270º
aparece como W ("West")

Os Pontos Colaterais

NE Nordeste 45º SE Sueste 135º SO Sudoeste 225º NO Noroeste 315º
NE
Nordeste
45º
SE
Sueste
135º
SO
Sudoeste
225º
NO
Noroeste
315º

NNE

ENE

ESE

SSE

SSO

OSO

ONO

NNO

Pontos Sub-Colaterais Nor-Nordeste Lés-Nordeste Lés-Sueste Su-Sueste Su-Sudoeste Oés-Sudoeste

Oés-Noroeste

Nor-Noroeste

22,5º

67,5º

112,5º

157,5º

202,5º

247,5º

292,5º

337,5º

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Declinação magnética é definida pela não coincidência entre o norte real e aquele apontado pela

Declinação magnética é definida pela não coincidência entre o norte real e

aquele apontado pela bússola (norte magnético).

O ângulo deste desvio, para leste ou oeste, existe em função do magnetismo terrestre, cujos pólos não coincidem com os pólos geográficos.

Acredita-se que tenham sido os portugueses que descobriram este

fenômeno, há também quem defenda que tenha sido Cristóvão Colombo, contudo foram os chineses os primeiros a perceber a utilidade da agulha magnética durante os nevoeiros e que embora não houvesse a necessidade de apontar para o norte verdadeiro, o desvio era então referido como

nordestear ou noroestear, consoante o desvio ocorresse para leste ou para

oeste.

É importante que a declividade magnética seja corrigida, afinal, uma diferença de 10 20 graus para a maior parte do pais é muito grave.

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http://www.on.br/conteudo/modelo.php?endereco=servicos/servicos.html

Declinação Magnética Observatório Nacional - MCT

Declinação Magnética Observatório Nacional - MCT

Localidade: BELEM PA Ano: 2014 MODEL: IGRF-11 GEODESIC TYPE

Latitude: -1DEG -27MIN -20SEC

Longitude: 48DEG 30MIN 15SEC

Latitude: -1DEG -27MIN -20SEC Longitude: 48DEG 30MIN 15SEC DATE D I H X Y Z F

DATE

D

I

H

X

Y

Z

F

1 12 2014 -20.06 -1.15 26449 24844 -9071 -531 26454 30 12 2014 -20.06 -1.18 26446 24842 -9071 -545 26452 31 12 2014 -20.06 -1.18 26446 24842 -9071 -546 26452

26452 31 12 2014 -20.06 -1.18 26446 24842 -9071 -546 26452 D is declination in degrees

D is declination in degrees (+ve east)

I is inclination in degrees (+ve down)

H

is horizontal intensity in nT

X

is north component in nT

Y

is east component in nT

Z

is vertical component in nT (+ve down)

F

is total intensity in nT

--------------------------------------------------------

SECULAR VARIATION (SV)

DATE

D

I

H

X

Y

Z

F

2014

-1.87 -23.11

-32

-35

-3

-177

-28

--------------------------------------------------------

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D = Declinação Magnética Cig = Curva Isogôna (valor interpolado) Cip = Curva Isopórica (valor
D = Declinação Magnética Cig = Curva Isogôna (valor interpolado) Cip = Curva Isopórica (valor
D = Declinação Magnética Cig = Curva Isogôna (valor interpolado) Cip = Curva Isopórica (valor
D = Declinação Magnética Cig = Curva Isogôna (valor interpolado) Cip = Curva Isopórica (valor

D = Declinação Magnética

Cig = Curva Isogôna (valor interpolado) Cip = Curva Isopórica (valor interpolado) A Ano de Observação 2012 Fração do Ano

Exemplo para Belém Março 2012

D = Cig +[(A+Fa). Cip]

D = 20º 20’ + [0+0,2].(-3.1)

D=20.33333 - 0.62

D= 19.71333º = 19º 42’ 47.99998” W

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Tipos de norte: - norte geográfico ou verdadeiro - norte magnético; - norte da quadrícula.
Tipos de norte: - norte geográfico ou verdadeiro - norte magnético; - norte da quadrícula.

Tipos de norte:

- norte geográfico ou verdadeiro

- norte magnético;

- norte da quadrícula.

Norte Geográfico: é aquele indicado por qualquer meridiano geográfico,

ou seja na direção da rotação da Terra.

geográfico, ou seja na direção da rotação da Terra. : é a direção do pólo magnético

: é a direção do pólo magnético e indicado pela agulha imantada de uma bússola.

a direção do pólo magnético e indicado pela agulha imantada de uma bússola. Copyright © 2015
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a direção do pólo magnético e indicado pela agulha imantada de uma bússola. Copyright © 2015
a direção do pólo magnético e indicado pela agulha imantada de uma bússola. Copyright © 2015
: é aquele representado nas cartas topográficas, no sentido nortesul. O ângulo formado entre o
: é aquele representado nas cartas topográficas, no sentido nortesul. O ângulo formado entre o
: é aquele representado nas cartas topográficas, no sentido nortesul. O ângulo formado entre o
: é aquele representado nas cartas topográficas, no sentido nortesul. O ângulo formado entre o
: é aquele representado nas cartas topográficas, no sentido nortesul. O ângulo formado entre o
: é aquele representado nas cartas topográficas, no sentido nortesul. O ângulo formado entre o

: é aquele representado nas cartas topográficas, no sentido nortesul.

O ângulo formado entre o Norte Geográfico e o Magnético (Figura 2), expresso em graus, denomina-se de declinação magnética (δ). As cartas devem conter qual a variação da declinação por ano. Multiplica-se a diferença em anos da data atual e a data da carta

pela declinação anual. A variação anual em Botucatu é de 9´. Ao

valor apontado pela bússola deve-se acrescentar o produto da multiplicação.

bússola deve-se acrescentar o produto da multiplicação. (γ) é a diferença angular entre o Norte Geográfico
bússola deve-se acrescentar o produto da multiplicação. (γ) é a diferença angular entre o Norte Geográfico
bússola deve-se acrescentar o produto da multiplicação. (γ) é a diferença angular entre o Norte Geográfico
bússola deve-se acrescentar o produto da multiplicação. (γ) é a diferença angular entre o Norte Geográfico

(γ) é a diferença angular entre o

Norte Geográfico e o Norte da Quadricula. Como as quadrículas das

cartas são planas, apenas no meridiano central de cada quadrícula, o Norte Geográfico coincide com o Norte da Quadrícula.

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de cada quadrícula, o Norte Geográfico coincide com o Norte da Quadrícula. Copyright © 2015 Jamer
Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989). Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989). Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989).

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Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989). Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Norte Magnético e Norte Verdadeiro Declinação magnética e convergência meridiana (Fonte: Fitz, 2000) Copyright ©
Norte Magnético e Norte Verdadeiro
Norte Magnético e Norte Verdadeiro

Declinação magnética e convergência meridiana (Fonte: Fitz, 2000)

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Verdadeiro Declinação magnética e convergência meridiana (Fonte: Fitz, 2000) Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Norte Magnético e Norte Verdadeiro Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989). Copyright ©

Norte Magnético e Norte Verdadeiro

Norte Magnético e Norte Verdadeiro Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989). Copyright © 2015
Norte Magnético e Norte Verdadeiro Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989). Copyright © 2015

Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989).

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Verdadeiro Figura 1. Representação dos tipos de Norte (Fonte:Santos,1989). Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
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Azimute de um alinhamento é o ângulo formado no sentido horário, entre a linha Norte-Sul

Azimute de um alinhamento é o ângulo formado

no sentido horário, entre a linha Norte-Sul e um alinhamento qualquer, com variação entre e

360°.

Segundo McCormac (2007), designa um termo comum utilizado para designar uma direção de uma

linha é azimute. O azimute de uma linha é definido

pelo ângulo em sentido horário do extremo norte ou

sul do meridiano de referência para a linha em questão;

Nota:

0 Azimute 360º 0 Rumo 90°

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a linha em questão; Nota: 0 ≤ Azimute ≤ 360º 0 ≤ Rumo ≤ 90° Copyright
Azimute de um alinhamento é o ângulo formado no sentido horário, entre a linha Norte-Sul

Azimute de um alinhamento é o ângulo formado

no sentido horário, entre a linha Norte-Sul e um alinhamento qualquer, com variação entre e

360°.

a linha Norte-Sul e um alinhamento qualquer, com variação entre 0° e 360° . Copyright ©
a linha Norte-Sul e um alinhamento qualquer, com variação entre 0° e 360° . Copyright ©
a linha Norte-Sul e um alinhamento qualquer, com variação entre 0° e 360° . Copyright ©

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Azimute e Rumo Rumo de um alinhamento é o menor ângulo formado entre a linha

Azimute e Rumo

Rumo de um alinhamento é o menor ângulo

formado entre a linha Norte-Sul e um alinhamento qualquer, com variação de a 90°, devendo ser indicado o quadrante.

de 0° a 90° , devendo ser indicado o quadrante. NE: SE: SW: NW: AZIMUTE =
de 0° a 90° , devendo ser indicado o quadrante. NE: SE: SW: NW: AZIMUTE =
NE: SE: SW: NW:
NE:
SE:
SW:
NW:
90° , devendo ser indicado o quadrante. NE: SE: SW: NW: AZIMUTE = RUMO AZIMUTE =
AZIMUTE = RUMO AZIMUTE = 180 – RUMO AZIMUTE = 180 + RUMO AZIMUTE =
AZIMUTE = RUMO
AZIMUTE = 180 – RUMO
AZIMUTE = 180 + RUMO
AZIMUTE = 360 – RUMO
= RUMO AZIMUTE = 180 – RUMO AZIMUTE = 180 + RUMO AZIMUTE = 360 –

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Azimute e Rumo Azimutes e rumos nos quatro quadrantes Copyright © 2015 Jamer Andrade da

Azimute e Rumo

Azimute e Rumo Azimutes e rumos nos quatro quadrantes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Azimute e Rumo Azimutes e rumos nos quatro quadrantes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Azimute e Rumo Azimutes e rumos nos quatro quadrantes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Azimute e Rumo Azimutes e rumos nos quatro quadrantes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa

Azimutes e rumos nos quatro quadrantes

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Azimute e Rumo Azimutes e rumos nos quatro quadrantes Copyright © 2015 Jamer Andrade da Costa
Calcule os seguintes rumos: 194° Az = 25° Az = 315° Az = 235° Az

Calcule os seguintes rumos:

194° Az =

25° Az =

315° Az = 235° Az =

295° Az =

270° Az = 163° Az = 180° Az =

75° Az =

360° Az =

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Calcule os Azimutes:

N25°W=

S65°W=

N38°E=

E=

S73°E=

W=

S10°W=

S=

N50°W=

S85°E=