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Tecnologia em Gestão Hospitalar

Modalidade a Distância

Universidade Anhanguera Uniderp

2014
SUMÁRIO
1. Contextualização

1.1 Histórico Institucional

1.2 Caracterização Nacional

1.3 Justificativa

2. Estrutura Acadêmico-Administrativa

3. Identificação do Curso

4. Diretrizes Curriculares Nacionais e outras exigências legais

5. Objetivos do Curso

6. Perfil do Egresso

7. Organização Curricular e Inovações Metodológicas

7.1 Desafio Profissional

7.2 Programa do Livro Texto PLT

7.3 Caderno de Atividades

7.4 Nivelamento

7.5 Atendimento ao Estudante com Deficiência

7.6 Metodologia do Centro de Educação a Distância

8. Matriz Curricular

9. Ementas e Bibliografias

10. Iniciação Cientifica

11. Sistema de Avaliação do Desempenho do Aluno e do Projeto do Curso

11.1. Avaliação Institucional

12. Infraestrutura Física e sua Utilização

13. Polos de Apoio Presencial

13.1 Laboratórios de Informática e Específicos

13.2. Biblioteca

14. Informações Complementares


14.1 Coordenação do Curso

14.2 Corpo Docente

14.3 Tutor a Distância

14.4 Tutor Presencial

14.5 Coordenador Acadêmico EAD

14.6 Núcleo Docente Estruturante

15. Projetos Extensionistas

16.Outras Informações Importantes das Especificidades do Curso


1. Contextualização

O presente Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar na modalidade a distância


da Universidade Anhanguera Uniderp expressa a preocupação em concretizar a missão de promover o
ENSINO de forma eficiente, com a qualidade necessária ao bom desempenho das futuras atividades
profissionais dos educandos, para que, de forma competente e ética, possam desenvolver seus
PROJETOS DE VIDA como cidadãos conscientes dos seus direitos, deveres e responsabilidades
sociais.

Nesse sentido, o Projeto Pedagógico foi elaborado e é desenvolvido e avaliado tomando como
referência as políticas de ensino decorrentes desta missão, as exigências legais, as características
regionais e do corpo docente que nele está envolvido, bem como as avaliações internas e externas às
quais é submetido.

1.1 Histórico Institucional

A história da Universidade tem início em 1970, quando foi criada a Moderna Associação
Campograndense de Ensino (MACE), para atuar no ensino fundamental e médio, na capital sul-mato-
grossense. Ela acompanhou o desenvolvimento do Estado, o qual alcançou sua autonomia político-
administrativa ao final daquela década.

Em 1974, como consequência daquele empreendimento, e, respondendo à crescent necessidade por


ensino superior, foi criado o Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos Santos (CESUP)
constituindo um conjunto de instituições educacionais tradicionais por iniciativa de educadores idealistas
do Estado. O objetivo era integrar experiências, ideias e patrimônios, para atender às aspirações e às
necessidades da população do Estado de Mato Grosso do Sul.

O CESUP implantou, de acordo com o previsto em seu projeto educacional, ainda em 1974, cursos de
graduação, realizou pesquisas e implementou projetos de extensão. Em 1989, ampliou a sua atuação
com uma nova unidade em Rio Verde de Mato Grosso-MS, para atender a demanda daquela região e
sua área de influência.

Como parte do seu desenvolvimento, em 1990, o CESUP solicitou ao então Conselho Federal de
Educação, autorização para a transformação do Centro de Ensino Superior Prof. Plínio Mendes dos
Santos na atual Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP).
Tal solicitação mereceu aprovação de Carta-Consulta, pelo Parecer n.º 43/91 - CFE, de 20/12/1991, e do
Projeto de Universidade, pelo Parecer n.º 126/92 - CFE, homologado pelo Ministério da Educação em
02/7/1992. O reconhecimento da Universidade, pelo atual Conselho Nacional de Educação, deu-se pelo
Parecer n.º 153/1996, de 02 de dezembro de 1996, homologado por Decreto Presidencial de
18/12/1996.

A UNIDERP atua nas modalidades presencial e a distância nas diferentes áreas do conhecimento,
oferecendo, também, cursos de pós-graduação stricto e lato sensu.
Em outubro de 2007 a UNIDERP foi adquirida pelo Grupo Anhanguera Educacional S.A. que, após um
ano de atividades, definiu pela alteração do Estatuto, de forma a incorporar as inovações
implementadas.

Em outubro de 2008, o Conselho Universitário decidiu por unanimidade pelo novo texto do Estatuto,
aprovado, em seguida, pelo Ministério da Educação, por meio da Portaria MEC n.º 879, de 18 de
novembro de 2008.

1.2 Caracterização Nacional

O Brasil é dividido em cinco grandes regiões, sendo uma delas a Centro-Oeste. Essa Região é dividida
em 4 unidades federativas: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. A Região Centro-
Oeste é um grande território, apresentando uma área de 1.606.371,505 km, razão pela qual, a torna a
segunda maior região do Brasil em superfície territorial. No entanto, é a região menos populosa do país
e possui a segunda menor densidade populacional, perdendo apenas para a Região Norte.

A Universidade Anhanguera-Uniderp detém prestígio e representatividade no contexto das universidades


particulares e tem destaque no Centro-Oeste, conta com cursos de graduação presencial e a distância,
cursos de pós-graduação, especialização, mestrado e doutorado. Integra a região Centro-Oeste, região
esta que experimentou um crescimento de 33% em empresas no ano de 2008. A Universidade localiza-
se no Estado de Mato Grosso do Sul, e possui campi em Campo Grande e Rio Verde de Mato Grosso.

Campo Grande ocupa um espaço geográfico privilegiado, na região central do Estado, nas imediações
do divisor de águas das bacias dos rios Paraná e Paraguai. Os primeiros moradores chegaram nos anos
de 1872, entretanto, a cidade só foi elevada à categoria de distrito pela Lei N.º 793, de 23/11/1889 e o
município foi criado pela Resolução Estadual 255, de 26/8/1899. Em 11/10/1977, com a divisão do
Estado de Mato Grosso e consequente criação do Estado de Mato Grosso do Sul, tornou-se capital.

A capital, Campo Grande possui uma área de 8.096,100 km2. O número de habitantes, que em 1980 era
de aproximadamente 291.000, passou a 600.000 em 1996, e pelo censo de 2010, apresenta uma
população superior a 700.000 habitantes. Apresenta-se como a cidade mais estruturada de Mato Grosso
do Sul em termos de bens e serviços de apoio à produção, e atende a todas as demais. Sua estrutura
econômica está vinculada à agroindústria regional, ao comércio e à prestação de serviço.

A área de influência geoeconômica de Campo Grande compreende um conjunto de 78 municípios,


situados em uma área total de 357.145,836 km² e conta com uma população, segundo o Censo de 2010
do IBGE, de 2.449.024 habitantes.

Dentre esses municípios encontra-se Rio Verde de Mato Grosso, que concentra indústrias frigoríficas, de
laticínio, de cerâmicas e a de ração animal. O segundo potencial econômico do município é a pecuária
extensiva, pois Rio Verde de Mato Grosso possui dois terços da zona serrana, um terço do baixo
Pantanal, em uma área de 8.153.911 km² e população de 18.890, medida pelo Censo IBGE, em 2010.
1.2.1 Inserção Regional - Região Centro-Oeste

Os primeiros habitantes da Região Centro-Oeste foram os indígenas. Posteriormente, chegaram os


bandeirantes que descobriram minas de ouro e fundaram as primeiras vilas: Vila Real do Bom Jesus de
Cuiabá, atual Cuiabá, capital do Estado de Mato Grosso; Vila Boa, atual estado de Goiás e Meya Ponte,
hoje, município de Pirenópolis. A Vila Corrutela, originou-se a partir da descoberta de diamante.
Fazendas de criação de gado foram organizadas por fazendeiros de Minas Gerais e de São Paulo, que
também povoaram a região.

Economia

A população urbana da região Centro-Oeste é relativamente numerosa. Entretanto, no meio rural,


predominam densidades demográficas muito baixas, o que indica que a pecuária extensiva é a atividade
mais importante.

Em termos de empresas, a Região Centro-Oeste demonstra um desenvolvimento acima da média


nacional.Segundo dados do Departamento Nacional de Registro e Comércio, o número de empresas
cresceu em 6,5% ao ano, enquanto nas outras regiões, a média de crescimento manteve-se em 1,3% no
mesmo período. Isso indica que a Região Centro-Oeste experimentou um desenvolvimento de 33%
entre os anos de 2000 e 2005, enquanto a média nacional foi de 7% de aumento no número de
empresas.

Se por um lado a agricultura comercial vem ganhando grande destaque nos últimos anos e supera o
extrativismo mineral e vegetal, por outro lado o número de indústrias ainda é muito tímido. No entanto, é
importante observar que o Distrito Agroindustrial de Anápolis, onde se encontra o maior parque industrial
do Centro-Oeste do Brasil tem destaque para a indústria farmacêutica, com importantes empresas, como
os Laboratórios Teuto-Brasileiro (com participação de 40% da Pfizer), Neoquímica (da Hypermarcas),
Greenpharma, Melcon (com participação de 40% do Laboratório Aché); assim como a montadora de
carros coreana Hyundai Motor Company; a Estação Aduaneira do Interior (EADI ou Porto Seco);
empresas de fertilizantes (Adubos Araguaia, Fertilizantes Mitsui) etc.
Tabela:

REGIÃO/ESTADO 2.000 2.001 2.002 2.003 2.004 2.005

NORTE 23.444 23.612 19.878 20.466 21.026 22.563

NORDESTE 85.038 87.971 79.951 79.606 78.188 89.983

CENTRO-OESTE 37.143 45.025 39.456 39.649 43.432 49.388

SUDESTE 209.646 222.480 207.132 230.659 212.508 217.734

SUL 105.331 111.853 98.734 101.833 105.826 110.874

BRASIL 460.602 490.911 445.151 472.213 460.980 490.542

Os principais setores da economia da Região Centro-Oeste correspondem à pecuária intensiva e


extensiva e à agricultura, em especial a Soja e o Algodão. Pela sua localização, o escoamento da
produção pelo Porto de Paranaguá favorecem as exportações e os incentivos fiscais induzem ao
desenvolvimento com segurança jurídica e justiça tributária.

No Distrito Federal, o Censo IBGE 2010, apurou 2.570.160 habitantes em uma capital, onde estão
situadas as maiores empresas da Região Centro-Oeste, em termos de volume de vendas. As
telecomunicações, energia e indústrias, giraram 31 milhões de dólares no ano de 2008. Destas, 11
empresas concentraram 80% das vendas, sendo que as estatais movimentam mais de 20 milhões de
dólares por ano. A líder em geração de empregos, entre as 100 maiores empresas selecionadas na
pesquisa, é os Correios, com 112.000 empregados.
Em Goiás, destacam-se as atividades agropecuárias, energia, mineração e o ramo farmaceutico. É um
Estado com 246 municípios, 6 milhões de habitantes e uma densidade demográfica, de 17,65
habitantes/km². Os negócios movimentam mais de 9 milhões de dólares por ano e geram 33.000
empregos.
Em Mato Grosso, as atividades de agroenergia são as principais responsáveis pelo volumede 4,5
milhões de dólares vendidos anualmente, gerando em média, 11.000 empregos nas17 maiores
empresas do Estado.
Mato Grosso do Sul tem como primeira economia a agricultura, com destaque à soja, à pecuária de corte
e ao cultivo do algodão na região do Bolsão. A energia, a agropecuária, mineração e serviços de
saneamento (água e esgotamento sanitário), são consideradas as atividades que tiveram maior êxito em
recursos financeiros movimentados em 2008. O controle acionário das companhias é diversificado,
havendo controle nacional, mexicano, inglês e português, em função da pulverização dos investimentos
por parte dos acionistas, o que requer maior controle e transparência.
A soja, o trigo e o café são cultivos promissores em áreas do Centro-Oeste. Por outro lado, a agricultura
de subsistência, como o cultivo de milho, mandioca, abóbora, feijão e arroz, através de técnicas
primitivas, sempre constituíram atividades complementares à pecuária e ao extrativismo.
Tendo em vista o crescimento populacional que tem caracterizado a região, a melhoria das vias de
comunicação e o mercado consumidor, sempre expressivo, têm aumentado muito o desenvolvimento da
agricultura comercial.
Ao longo da rodovia Belém-Brasília, próximo a Campo Grande e a oeste de Brasília, novas áreas
agrícolas se destacam, valorizadas por incentivos fiscais do governo, criação de condições de
armazenamento, técnicas de controle da erosão, abertura de novas estradas e assistência técnica e
financeira ao agricultor. As novas tecnologias permearam novos conceitos de agronomia e introdução de
modernas técnicas de recuperação do solo, que têm se tornado extremamente otimistas às perspectivas
de cultivo nas vastas extensões de cerrado que recobrem o Centro-Oeste, antes pouco valorizadas e
utilizadas.
Indústria

No Centro-Oeste as indústrias mais importantes são as de produtos alimentícios, farmacêutica, de


minerais não-metálicos e a madeireira. Instalaram-se na região atraídas pela energia abundante
fornecida pelas usinas do complexo de Urubupungá, no rio Paraná (Mato Grosso do Sul), de São Simão
e Itumbiara, no rio Paranaíba, de Cachoeira Dourada (em Goiás) e outras Pequenas Centrais
Hidrelétricas menores. Com a criação da Petrobrás Fertilizantes S/A, prevista para 2013, no município
de Três Lagoas, o Estado do Mato Grosso do Sul passará a ser o terceiro maior distribuidor de gás
natural do país e a geração de empregos já supera 3.000 colaboradores diretos. O município se destaca
com a produção de papel e celulose, e por consequencia é forte a atividade de reflorestamento. No
extremo, encontra-se Corumbá, rica em minério, explorado pela Vale do Rio Doce, entre outras
empresas que se utilizam da ferrovia e do transporte rodoviário para o escoamento do minério.
O Centro-Oeste tem como destaque as indústrias automobilística, farmacêutica, alimentícia, têxtil,
de produtos minerais e bebidas. Outros centros fabris importantes são Campo Grande (indústria
alimentícia), Cuiabá (indústria alimentícia e de borracha), Corumbá (beneficiada pela proximidade do
maciço do Urucum para a obtenção de matérias-primas minerais), Catalão e Rio Verde em Goiás e Três
Lagoas (Mato Grosso do Sul). A área mais industrializada e desenvolvida socioeconomicamente do
Centro-Oeste estende-se no eixo Goiânia-Anápolis-Brasília. Em Goiás, estado mais industrializado da
Região, está localizado
o Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), considerado o mais importante polo industrial do Centro-
Oeste. Na última década recebeu diversos tipos de indústrias, principalmente de medicamentos (o que
faz do município o maior polo farmo-químico do Brasil) e a montadora de automóveis sul-coreana
Hyundai. O município de Catalão tornou-se um importante polo mínero-químico e metal-mecânico, com
destaque para a montadora de automóveis Mitsubishi e a montadora de máquinas agrícolas John Deere
Importantes indústrias no ramo alimentício são encontradas em Rio Verde: Itumbiara, Jataí, Mineiros e
Mozarlândia; indústrias de extração e processamento de minérios em Uruaçu, Minaçu e Niquelândia; um
polo da indústria do vestuário e Senador Canedo é encontrado em Jaraguá, com um complexo
petroquímico da Petrobrás e atividades na indústria calçadista.
No estado de Mato Grosso do Sul, as indústrias se baseiam no extrativismo mineral, já que nessa região
a concentração de minérios de ferro é muito grande. Além disso, em Três Lagoas é de considerável vulto
a produção de papel e celulose.

Educação

A região Centro-Oeste constitui-se como uma região em pleno desenvolvimento, por essa razão
despertou interesse dos grupos educacionais na última década, momento marcado pela expansão do
ensino superior. Os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul possuem grande integração
com o restante do país e bastante demanda por ensino superior de qualidade. A região engloba algumas
das principais cidades planejadas do País, como Brasília, Goiânia, Campo Grande e Sinop. Enquanto as
grandes cidades do Centro-Oeste possuem tendência a fortalecer as áreas de serviços e de carreiras
inovadoras, as regiões do interior têm necessidade de profissionais qualificados em setores de produção
pecuária, agrícola e industrial.
De acordo com a pesquisa de mercado realizada pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB),
essa cidade, como é responsável por abrigar o governo federal e grandes sedes de organizações
nacionais diversas, pede profissionais em áreas inovadoras, voltadas à prestação de serviços. "O
resultado mostrou que as áreas de moda, design de interiores, gastronomia e saúde possuem grande
necessidade por novos profissionais. Além disso, com a formação de um polo de informática no local,
essa passou a ser outra área promissora"1. Além de Brasília, outras grandes cidades do Centro-Oeste
também pedem cada vez mais inovação e qualidade na formação dos profissionais da nova economia.
Ao final dos anos 90 em Goiás, o grupo educacional Universo implementou graduações e cursos de
pós nas áreas de gestão de telecomunicações e hotelaria. Os setores do comércio, das
telecomunicações, das indústrias de mineração, vestuário, mobiliária, metalúrgica, madeira, pecuária e
agricultura são destaques em Goiás. Também se pode afirmar que esse Estado é um ambiente propício
para o desenvolvimento das diversas áreas
da engenharia, mercado explorado por algumas das instituições mais tradicionais, como é o caso da
Universidade Católica de Goiás.

Mato Grosso do Sul está direcionado ao desenvolvimento de áreas tradicionais no Estado, inclusive no
turismo, que está se consolidando como a terceira principal atividade econômica da região. Os setores
frigorífico e agroindustrial apresentam grande expansão e o polo mínero-siderúrgico cresce a cada ano,
com pesados investimentos de companhias como a Vale do Rio Doce e a Belgo Mineira. O Estado se
destaca ainda pelo grande número de obras de infraestrutura, oferecendo indícios de investimento no
setor da construção civil. Com essa tendência as áreas de turismo, hotelaria e gastronomia poderão se
destacar.
Mato Grosso do Sul exibe índices satisfatórios de acesso à educação, dada a existência de um número
adequado de estabelecimentos escolares, tanto públicos (municipais, estaduais e federais) quanto
particulares.
Em Mato Grosso do Sul destaca-se a Universidade Anhanguera - Uniderp. A sede da
Universidade localiza-se na capital Campo Grande. Estabeleceu como sua missão o apoio ao
desenvolvimento regional sustentável, atendendo tanto às áreas de conhecimentos universais como as
principais temáticas do Estado, como meio ambiente, planejamento e gestão, ecoturismo, integração,
programas de desenvolvimento e implementação de serviços e saúde pública.
Para alcançar seus objetivos, criou o Centro de Educação a Distância. Por meio de um sistema de
ensino via satélite busca oferecer, em todo o Estado e região, cursos com a qualidade da instituição
presencial a pessoas que moram em municípios distantes com pouca ou nenhuma opção de
continuidade de estudos após o ensino médio, a custos bem baixos, possibilitados pela escala.
Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do
Ministério da Educação (Inep/Mec), a região Centro-Oeste ampliou o número de alunos matriculados no
ensino superior, pois os dados revelam que em 2001 esse número era de apenas 260.349,
especificamente na modalidade presencial, passando a 495.240 em 2010.
A inserção da Uniderp, como uma das instituições de ensino superior da região, de fato, contribuiu para
esta expansão, uma vez que oferece cursos de graduação na modalidade presencial e a distância, em
diferentes áreas.

1.2.2 Inserção Regional Região Sul


A região Sul agrega os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, atingindo uma
superfície de 576.409,6 km². É a menor entre as regiões brasileiras. Faz fronteiras com o Uruguai ao sul,
com a Argentina e com o Paraguai a oeste, com a região Centro-Oeste e a região Sudeste do Brasil ao
norte e com o oceano Atlântico ao leste.
A região Sul apresenta bons índices sociais em vários aspectos: possui o maior IDH do Brasil 0,831, e
o terceiro maior PIB per capita do país, 18.257,79 reais. A região possui ainda um elevado índice de
alfabetização, atingindo 94,8% da população.
A história da região é caracterizada pela imigração européia, pela Guerra dos Farrapos (também
chamada de Revolução Farroupilha) e mais recentemente pela Revolução Federalista, com seu principal
evento, o Cerco da Lapa. Outra revolta ocorrida na história da região foi a Guerra do Contestado, de
caráter religioso.
Os primeiros habitantes da região Sul foram os indígenas. Em 1626 vieram os padres jesuítas
espanhóis. Com a chegada desses religiosos foram fundadas aldeias denominadas missões ou
reduções. Nas missões, os índios dedicavam-se à pecuária, trabalhavam na agricultura e aprendiam
ofícios. A vinda dos bandeirantes paulistas para a região provocou o abandono do local pelos padres
jesuítas e índios. Com isso, muitos paulistas foram se fixando no litoral de Santa Catarina e Paraná,
contribuindo para o surgimento das primeiras vilas no litoral.
A população da região Sul aumentou muito com a chegada dos primeiros imigrantes
europeus. Os primeiros a ingressarem nesta região foram os açorianos. Depois vieram, principalmente,
os alemães e os italianos. Outros grupos (árabes, poloneses e japoneses) também procuraram a região
para morar. Esses imigrantes fundaram colônias que se tornaram cidades importantes. As terras do norte
e oeste do Paraná e do oeste de Santa Catarina foram as últimas regiões a serem povoadas. O norte do
Paraná foi constituído com a criação de colônias agrícolas financiadas por uma companhia inglesa.
Pessoas de outros estados do Brasil e de mais de 40 países vieram para a região trabalhar como
colonos no plantio de café e de cereais. No oeste catarinense, desenvolveram-se a pecuária, a
exploração da erva-mate e da madeira.
Economia
A região sul é rica em indústrias, com destaque às montadoras Renault e Volvo, além das siderúrgicas,
eletroeletrônicos, energia, telecomunicações e a produção agropecuária.
O estado do Paraná conta com 399 municípios e uma população de 10.444.526 habitantes e densidade
demográfica de 52 habitantes/km². Representa 41 das 100 maiores empresas, com as atividades já
destacadas que, juntas, movimentam 37,5 milhões de dólares por ano e geram 110.000 empregos. Na
Capital, Curitiba, a industria automobilistica Volvo lidera as vendas anuais girando 2 milhões de dólares
anualmente.
Em Santa Catarina concentram-se 293 municípios com 6.248.436 habitantes e, assim como o Paraná,
tem alta densidade democráfica: 65 habitantes/km². As principais atividades envolvem o ramo de
alimentos, com fábricas como a Bunge, Sadia, Seara e Aurora, que detêm 65% do volume de vendas,
das 18 principais empresas sediadas no Estado. Outras indústrias, como as de energia elétrica Tigre,
Intelbrás, e também algumas como a Hering, entre outras, representam 155 mil empregos.
O Rio Grande do Sul possui 10.693.929 habitantes, em 496 municípios. Possui uma
densidade demográfica de aproximadamente 40 habitantes/km², com uma economia que movimenta
recursos na ordem de 35 milhões de dólares por ano, e detém 44 das 100 maiores empresas, que
empregam 103 mil funcionários. O capital estrangeiro apresenta maior destaque nas empresas, a
exemplo dos franceses, americanos, espanhóis, argentinos, noruegueses, investindo seus recursos em
atividades petroquímicas, de energia, siderúrgicas (Gerdau S/A), indústrias de veículos (Marcopolo,
AGCO, Randon e Agrale), além das oito companhias de eletricidade que atendem ao Estado.
Os aspectos econômicos da região Sul tiveram sua distribuição em atividades primárias, secundárias e
terciárias, conforme análise desses três setores econômicos apresentada abaixo.
Com a extensa área natural de pastagens, o desenvolvimento da pecuária extensiva de corte na região
Sul foi muito favorecido. Há o predomínio da grande propriedade e o regime de exploração direta, já que
a criação é extensiva, permitindo exigir poucos trabalhadores, o que explica o fato de haver uma
população rural muito pouco numerosa na região.
Isso fez com que a ampliação do mercado consumidor local e extra-regional favorecesse o surgimento
de frigoríficos na região e, em certas áreas, permitisse uma criação mais aprimorada da pecuária leiteira
e lavouras comerciais com técnicas modernas, destacando-se o cultivo do arroz, do trigo e da batata.
O desenvolvimento da agricultura em áreas florestais, com predomínio da pequena
propriedade e do trabalho familiar, foi iniciado pelo europeus, sobretudo alemães, que predominaram na
colonização do Sul. A prática da policultura é comum na região, às vezes com caráter comercial, sendo o
feijão, a mandioca, o milho, o arroz, a batata, a abóbora, a soja, o trigo, as hortaliças e as frutas os
produtos mais cultivados.
Em algumas áreas, a produção rural está voltada para a indústria, como a cultura da uva para a
fabricação de vinhos, a de tabaco para a indústria de cigarros, a de soja para a fabricação de óleos
vegetais, a criação de porcos (associada à produção de milho) para abastecer os frigoríficos e o leite
para abastecer as usinas de leite e fábricas de laticínios.
O norte do Paraná, diferentemente das regiões agrícolas coloniais, está relacionado com a economia do
Sudeste, pois é uma área de transição entre São Paulo e o Sul. Seu povoamento está ligado à expansão
da economia paulista.
Outra atividade de grande importância é o extrativismo vegetal. O fato de a mata das
araucárias ser bastante aberta e relativamente homogênea facilita a sua exploração. As espécies
preferidas são o pinheiro-do-paraná, a imbuia e o cedro, aproveitados em serrarias ou fábricas de papel
e celulose. A erva-mate é um dos produtos importantes do extrativismo vegetal no Sul, e já é cultivada
em certas áreas dessa região. Por outro lado, a região Sul é pobre em recursos minerais, devido à
sua estrutura geológica. Há ocorrência de cobre no Rio Grande do Sul e de chumbo no Paraná, mas o
principal produto é o carvão-de-pedra, cuja exploração concentra-se em Santa Catarina e é utilizado em
usinas termelétricas locais e na siderurgia.

Indústria
Caracterizada por ser a segunda região do Brasil em número de trabalhadores e volume da produção
industrial, a região Sul deve seu avanço a uma boa rede de transportes rodoviários e ferroviários, grande
potencial hidrelétrico, fácil aproveitamento de energia térmica, grande volume e variedade de matérias-
primas e mercado consumidor com elevado poder aquisitivo.
Desta forma, a distribuição das indústrias do Sul é bastante diferente da que ocorre na região Sudeste.
Na região predominam grandes complexos industriais com atividades diversificadas, pois o Sul
apresenta as seguintes características: presença de indústrias próximas às áreas produtoras de
matérias-primas; predomínio de estabelecimentos industriais de médio e pequeno porte em quase todo o
interior da região; predomínio de indústrias de transformação dos produtos da agricultura e da pecuária.

Pecuária
Os campos do Sul constituem excelente pastagem natural para a criação de gado bovino, principalmente
na Campanha Gaúcha ou pampa, no estado do Rio Grande do Sul. Desenvolve-se nesse local uma
pecuária extensiva, criando-se, além de bovinos, também ovinos. A região Sul reúne cerca de 18% dos
bovinos e mais de 60% dos ovinos criados no Brasil, sendo o Rio Grande do Sul o primeiro produtor
brasileiro.
O estado do Paraná, especificamente, destaca-se na criação de suínos, atividade em que esse estado é
o primeiro do Brasil, seguido do Rio Grande do Sul. Essa criação processa-se paralelamente ao cultivo
do milho que, além de abastecer a população, serve de matéria-prima a grandes frigoríficos. A pecuária
intensiva também é bastante desenvolvida na região Sul, detendo o segundo ranking na produção
brasileira de leite. Parte do leite produzido no Sul é beneficiado por indústrias de laticínio.
As maiores concentrações industriais situam-se nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, no Rio
Grande do Sul, em Curitiba e no Paraná. Além dessas concentrações industriais, é importante ressaltar
Ponta Grossa, Guarapuava e Paranaguá, no Paraná; Florianópolis, Joinville, Lages, Blumenau e
Chapecó, em Santa Catarina; e Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Educação
De acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais do Ministério da Educação (Inep/Mec), em 2010, o índice total de população da região Sul
foi de 27.384.815 Desse conjunto, 6.014.722, referia-se à população em idade escolar. O quadro a
seguir indica o número de alunos matriculados na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino
Médio em 2009.

As taxas de analfabetismo na região Sul são as menores em relação às demais regiões. Segundo a
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE - 2009), a taxa de analfabetismo caiu 1,8% de 2004 a 2009, entre as pessoas de 15 anos ou mais
de idade. Especificamente na região Sul essa taxa caiu de 5,5% (população de 15 anos ou mais de
idade) para 5,1%.
Os estudos realizados pelo Inep/MEC, em 2009, apontam a poncentagem dos professores que atuam na
Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio na região Sul, que possuem Curso Superior:

Os dados do quadro acima indicam que no Ensino Fundamental (anos finais) e Ensino Médio o número
de docentes com Curso Superior é expressivo, no entanto indicam que na Educação Infantil e Ensino
Fundamental (anos iniciais) ainda é necessário investimento na formação inicial dos docentes.
Em sintonia com esse cenário, as pesquisas (Inep/MEC/2010), também revelam que a região Sul
ampliou nos últimos anos o número de alunos matriculados no ensino superior, pois os dados apontam
que em 2001 esse número era de apenas 601.588, especificamente, na modalidade presencial,
passando a 893.130, em 2010.

O crescimento do número de matriculados no ensino superior na região Sul vai ao encontro da


necessidade de profissionais qualificados para atuar no mercado industrial, uma vez que essa área vem
sendo ampliada ao longo das últimas duas décadas, na medida em que os três Estados - Rio Grande do
Sul, Paraná e Santa Catarina foram contemplados com diversos setores industriais. Nesse cenário, as
instituições de ensino superior instalaram-se na região e, desde então, existe uma relativa concentração
de vagas nos grandes centros em IES que se preocupam em acompanhar a economia urbana.

Com os avanços na indústria, o mercado educacional cresceu e, consequentemente, a região Sul


começou a se estabelecer como polo de grupos educacionais especializados em fornecer soluções para
outras escolas ou para cidadãos de todo o país. Além disso, por ser industrializada e ao mesmo tempo
possuir excelentes condições para pecuária e agronegócio, a região Sul oferece condições para o
crescimento das profissões ligadas a serviços, como fisioterapia, enfermagem, odontologia etc.

Nesse sentido, colaborando com a formação de profissionais qualificados nessas e outras áreas afins, a
Anhanguera-Uniderp passou a atuar na região, abrangendo os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e
Santa Catarina. A Universidade estabeleceu como sua missão o apoio ao desenvolvimento regional
sustentável, atendendo tanto às áreas de conhecimentos universais com as principais temáticas
regionais, como meio ambiente, planejamento e gestão, ecoturismo, integração, programas de
desenvolvimento e implementação de serviços e saúde pública. Para alcançar seus objetivos criou a
Uniderp Interativa, que por meio de um sistema de ensino via satélite busca oferecer cursos com a
qualidade da instituição presencial a pessoas que moram em municípios distantes com pouca ou
nenhuma opção de continuidade de estudos após o ensino médio e a custos bem mais baixos,
possibilitados pela escala.
1.2.3. Inserção Regional Região Nordeste

A Região Nordeste é uma das cinco regiões do Brasil, como define o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Possui área de 1.561.177,8 km², e representa 18,3 % do território brasileiro. Sua
população em 2010 era de 53.078.137 pessoas (IBGE). Apresenta o menor IDH (em 2005) e o terceiro
maior PIB (em 2009), quando se compara a região nordeste com as demais.

Constituída por nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo
o Distrito Estadual de Fernando de Noronha e o Arquipélago de São Pedro e São Paulo), Rio Grande do
Norte (incluindo a Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas) e Sergipe.

Está dividida em quatro sub-regiões, também chamadas de zonas geográficas, a saber:

Meio-Norte: É uma faixa de transição entre a Amazônia e o Sertão nordestino. Engloba o estado
do Maranhão e o oeste do estado do Piauí.
Essa zona geográfica também é conhecida como Mata dos Cocais, devido às palmeiras de
babaçu e carnaúba encontradas na região. No litoral chove cerca de 2.000 mm anuais; indo mais
para o leste e/ou para o interior esse número cai para 1.500 mm anuais; e no sul do Piauí, uma
região mais parecida com o Sertão, chove 700 mm por ano em média.
Sertão: Está localizado, em quase sua totalidade, no interior da Região Nordeste, sendo sua
maior zona geográfica. Possui clima semi-árido. Em estados como Ceará e Rio Grande do Norte
chega a alcançar o litoral, e descendo mais ao sul alcança a divisa entre Bahia e Minas Gerais. As
chuvas nesta sub-região são irregulares e escassas, ocorrendo constantes períodos de estiagem.
A vegetação típica é a caatinga.
Agreste Nordestino: É uma faixa de transição entre o Sertão e a Zona da Mata. É a menor zona
geográfica da Região Nordeste e está localizada no alto do Planalto da Borborema, um obstáculo
natural para a chegada das chuvas ao sertão. Estende-se do Rio Grande do Norte até o sul da
Bahia. Do lado leste do planalto estão as terras mais úmidas (Zona da Mata); do outro lado, para
o interior, o clima vai ficando cada vez mais seco (Sertão).
Zona da Mata: Localizada no leste, entre o planalto da Borborema e a costa, se estende do Rio
Grande do Norte ao sul da Bahia. As chuvas são abundantes nesta região. Recebeu esse nome
por ter sido coberta pela Mata Atlântica. Os cultivos de cana-de-açúcar e cacau substituíram as
áreas de florestas. É a zona mais urbanizada, industrializada e economicamente desenvolvida da
Região Nordeste, além de possuir um antigo povoamento.
A partir de dados do IBGE (2010)2, a região Nordeste é a segunda região mais populosa do país, atrás apenas da região Sudeste. As
maiores cidades são Salvador, Fortaleza e Recife.

2 Fonte: Todos pela Educação Disponível em: <http://toodospelaeducacao.org.br> - Acesso em: 12fev. 2012.
Considerada a terceira região no que se refere à densidade demográfica, com 32 habitantes por
quilômetro quadrado. maiores cidades nordestinas, em termos populacionais, são Salvador, Fortaleza,
Recife, São Luís, Natal, Teresina, Maceió, João Pessoa, Jaboatão dos Guararapes, Feira de Santana,
Aracaju, Olinda, Campina Grande, Caucaia, Paulista, Vitória da Conquista, Caruaru, Petrolina, Mossoró
e Juazeiro do Norte. Todos esses municípios possuem mais de 250 mil habitantes, segundo as listas de
municípios de estados do Nordeste por população.

Dessa maneira, percebe-se que, de acordo com os dados do IBGE - PNAD (2004), no que se refere à
distribuição da população por situação de domicilio, 71,5% dos nordestinos (36.133.116 pessoas) viviam
em áreas urbanas e 28,5% (14.401.287 pessoas) na área rural. A população nordestina é mal
distribuída: cerca de 60,6% fica concentrada na faixa litorânea (zona da mata) e nas principais capitais.

Entretanto, no sertão nordestino e interior, os níveis de densidade populacional são mais baixos, por
causa do clima semiárido e da vegetação de caatinga. Ainda assim, a densidade demográfica no
semiárido nordestino é uma das mais altas do mundo para esse tipo de área climática.

Economia

A economia da Região Nordeste do Brasil foi a base histórica do começo da economia do Brasil, já que
as atividades em torno do pau-brasil e da cana-de-açúcar foram iniciadas e predominaram no Nordeste
do Brasil. De posse destes recursos, o Nordeste foi a região mais rica do país até meados do século
XVIII. Atualmente, a Região Nordeste é considerada a terceira maior economia do Brasil entre as
grandes regiões. Em 2009 participou com 13,55% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, classificada
abaixo da Região Sul que contribuiu com 16,5%. No entanto, ainda é a região com PIB per capita mais
baixo e maior nível de pobreza, mesmo com a significativa melhora na distribuição de renda dessa
região na década de 2000 (segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios -
PNAD/2009).

O PIB de Pernambuco cresceu 15,78% em 2010, mais que o dobro da média nacional do mesmo ano,
que ficou em 7,5%. O Complexo Industrial de Suape, responsável por esse crescimento, abriga
empreendimentos como o Estaleiro Atlântico Sul, maior estaleiro do Hemisfério Sul. O petroleiro João
Cândido foi o primeiro navio lançado pela indústria naval. Pernambucana. Bahia, Pernambuco e Ceará,
são os estados da região que concentram, juntos, 8,6% do PIB nacional. Sergipe, Bahia, Pernambuco e
Rio Grande do Norte, seguidos por Ceará, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Piauí são os estados
nordestinos com maior PIB per capita.

Em Alagoas, as empresas de energia são destaque na economia local. Representam em torno de 1,5
milhões de dólares de vendas anuais. A Usina Caeté emprega 16.880 funcionários.

O Estado da Bahia destaca-se pelo Polo de Camaçari e setores de química e petroquímica (Braskem e
Monsanto), papel e celulose (Suzano e Veracel), siderúrgicas e metalúrgicas, possui também empresas
renomadas de calçados como a Azaléia e da autoindústria, a Pirelli pneus e a SempToshiba Informática,
no ramo da indústria digital. Das 100 maiores empresas da Região Nordeste, 20 delas estão sediadas
nessa região.

Sergipe representa 1,1 milhões de dólares em giro, representados pelas empresas G. Barbosa, do ramo
varejista e Sergipe Energia, com controle acionário, chileno e nacional,respectivamente. Cerca de 90%
dos empregos informados estão concentrados na empresa varejista, localizada em Nossa Senhora do
Socorro, em Sergipe.

O Estado do Ceará detém grandes negócios. Em Sobral está localizada a Grendene, do ramo calçadista,
sendo a primeira em geração de empregos no Estado e a quinta em volume de negócios. O setor
farmacêutico (Farmácias Pague Menos), energia e saneamento (Coelce e Cagece), serviços médicos
(Unimed Fortaleza) e têxtil (Vicunha) representam a economia forte dessa Unidade Federativa.

Maranhão é representado 3 grandes empresas, a principal do setor elétrico, a CEMAR, em seguida, a


Schincariol N-NE, indústria de bebidas e Viena do ramo de siderurgia e metalurgia.

No Piauí, em sua capital Teresina, situam-se 4 grandes empresas dos setores de energia, atacados e
armazéns, que juntas geram mais de 15.000 empregos.

Pernambuco, a capital do Recife e o entorno, Jaboatão dos Guararapes, representam 25,8mil empregos
diretos em indústrias do ramo alimentício (Kibon, Coca-Cola), químicas e petroquímicas (MG Polímeros
e White Martins-NE), indústria da construção (Votorantim) e concessionárias que prestam serviços
públicos de energia, comunicações, transportes e monitoramento das rodovias, que correspondem a
70% dos volumes de vendas das 10 maiores empresas de Pernambuco.

O Rio Grande do Norte conta com as grandes empresas de atacado, energia e têxtil, (Ale, Cosern e
Guararapes) que movimentam, respectivamente, 2,7, 0,4 e 0,4 milhões de dólares por ano, sendo
consideradas as 3 maiores empresas do Estado, empregando juntas 23.266 funcionários, destes 93%
são colaboradores do ramo têxtil.

Indústria

Destaca-se no campo produtivo da economia nordestina o Polo Petroquímico de Camaçari, no estado da


Bahia, considerado o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul. A Região apresenta desde
o final da década de 2000 forte crescimento econômico fato que contribuiu para amenizar o impacto na
região da maior crise do capitalismo dos últimos 80 anos na economia brasileira. A aceleração do
crescimento da região considera alguns dados como: sua malha viária de 394.700 km de rodovias,
assim como sua capacidadeenergética instalada de 10.761 MW.

Turismo

O litoral nordestino é o principal atrativo turístico da região, sendo visitado por turistas de todas as
regiões brasileiras, assim como de outros países. Os constantes investimentos na melhora da
infraestrutura e criação de novos polos turísticos (como o desenvolvimento do ecoturismo) refletem a
iniciativa de exploração deste segmento da economia da região.

Apesar de pouco explorado, o ecoturismo no Nordeste tem grande potencialidade, já que, dentre os dez
principais destinos ecoturísticos brasileiros, aparecem quatro paisagens nordestinas: ilhas (Arquipélago
de Fernando de Noronha, em Pernambuco), dunas (Lençóis Maranhenses, no Maranhão), mata atlântica
em alta altitude (Chapada Diamantina, na Bahia) e arqueologia na caatinga (Parque Nacional da Serra
da Capivara, no Piauí).

A cultura da região é também um atrativo para o turista. Olinda, em Pernambuco, com vestígios do Brasil
Neerlandês; São Luís, no Maranhão, com os da França Equinocial; São Cristóvão, em Sergipe, e sua
Praça de São Francisco, rodeada de imponentes edifícios históricos; Salvador, na Bahia, com os da
sede político-administrativa do Brasil Colonial; e Porto Seguro e Santa Cruz de Cabrália, também na
Bahia, com as marcas históricas da chegada das esquadras do descobrimento do Brasil são alguns dos
principais atrativos histórico-culturais da região, sendo os quatro primeiros considerados patrimônio
cultural da humanidade pela UNESCO. Por outro lado, o turismo religioso vem crescendo na região,
nesse sentido os municípios de Juazeiro do Norte e Canindé, ambos no Ceará; e Bom Jesus da Lapa,
na Bahia são os que mais se destacam.

Educação

De acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do
Ministério da Educação (Inep/Mec), em 2010, o índice total de população da região Nordeste foi de
53.078.1373. Desse conjunto, 13.915.186, referia-se à população em idade escolar. O quadro a seguir
indica o número de alunos matriculados na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino
Médio em 2009.

A taxa de analfabetismo na região Nordeste caiu de 22,4% (2004) para 19,1% (2010), segundo a
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE/2010), entre as pessoas de 15 anos ou mais, conforme indica o quadro a seguir:

3 IBGE, Censo 2010.


Os estudos realizados pelo Inep/MEC, em 2009, apontam a porcentagem dos professores que possuem
Curso Superior e atuam na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio na região Nordeste.

As pesquisas revelaram, a partir dos dados apresentados no quadro acima, a necessidade de


investimentos e iniciativas voltadas para a formação inicial dos docentes que atuam na Educação
Infantil, Ensino Fundamental e Médio na região Nordeste. Assim, esse cenário, permitiu que as
pesquisas (Inep/MEC/2010) também revelassem que a região ampliou nos últimos anos o número de
alunos matriculados no ensino superior, pois os dados apontam que em 2001 esse número era de
apenas 460.315, especificamente na modalidade presencial, passando a 1.052.161, em 2010.

Estes avanços são vistos por meio de pesquisas realizadas pelo Inep/MEC, em 2006, que já sinalizavam
a região Nordeste como promissora no crescimento do número de instituições de ensino superior, o que
significava, na ocasião, um aumento de 307,92%. Com a ampliação do número de universidades e
faculdades a região os alunos foram beneficiados.com mensalidades mais baixas. Essa pesquisa
revelou que entre 2004 e 2006 foram abertas 68 instituições de ensino superior na região Nordeste,
destas 61 eram privadas.

No Nordeste o campo da ciência e tecnologia apresenta-se em destaque devido ao

crescimento e expansão deste setor. O reconhecimento nacional e internacional do Porto Digital em


Recife, assim como de outros centros e institutos tecnológicos, confirmam esta ideia de desenvolvimento
da região. O Instituto Internacional de Neurociências de Natal, inaugurado em 2006 e idealizado pelo
neurocientista Miguel Nicolelis, também é de grande relevância no cenário do desenvolvimento da
ciência na Região.

Também nesta região (Salvador BA), encontra-se o mais moderno e avançado centro de estudos de
células-tronco da América Latina, o Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael
(CBTC). Nesse segmento, em 2010 foi inaugurado o chamado "Campus do Cérebro", em Macaíba no
estado do Rio Grande do Norte, que é um centro de pesquisa e desenvolvimento da neurociência e que
conta com um projeto de inclusão social, bem como a parte científica. Outros projetos são a Cidade da
Ciência e a Metrópole Digital, também no Rio Grande do Norte.

1.2.4. Inserção Regional Região Norte

A Região Norte é uma das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Possui área de 3.869.637 km², que representa 42,27% do território brasileiro, sendo a
mais extensa. Sua população, de acordo com o senso 2010 (D.O.U. 04/11/2010) era de 15.765.678
pessoas. O Índide de Desenvolvimento Humano (IDH) é considerado médio de acordo com as
informações do PNUD/2005.

A distribuição da população entre os estados apresenta perfil concentrador, localizando-se cerca de 70%
do total de habitantes em apenas dois estados: Pará e Amazonas. A densidade demográfica da região é
de 3,77 habitantes por quilômetro quadrado.

É constituída por sete estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Está
localizada na região geoeconômica da Amazônia entre o Maciço das Guianas (ao norte), o planalto
Central (ao sul), a Cordilheira dos Andes (a oeste) e o oceano Atlântico (a nordeste).

O clima equatorial é predominante, com exceção do norte do Pará, do sul do Amazonas e de Rondônia
cujo clima tropical prepondera. Nesta região encontra-se um dos mais
importantes ecossistemas para o planeta: a Amazônia. A região apresenta ainda uma pequena faixa de
mangue, situada no litoral e alguns pontos de cerrado, e também de matas galerias.

Economia

As bases da economia na região Norte do Brasil estão voltadas para atividades industriais, de
extrativismo vegetal e mineral, e a agricultura, além das atividades turísticas. Atualmente a Região Norte
é considerada a menor economia do Brasil entre as grandes regiões. Em 2008 participou com apenas
5,1% (R$ 154.704.229,00) do Produto Interno Bruto brasileiro, ficando abaixo da região Centro-Oeste
que contribuiu com 9,2%. A renda domiciliar per capita, formada pela média da renda total dos domicílios
dividida pelo total de moradores, foi de R$ 440,00 em 2009, segundo o IBGE. Pará é o Estado da Região
Norte que apresenta empresas com potencial geração de empregos. Em 2008, dez empresas
empregaram 22.000 colaboradores e movimentando 5,5 milhões de dólares.

Indústria

Não há uma verdadeira economia industrial na Amazônia. Existem, isto sim, algumas poucas indústrias
isoladas, geralmente de beneficiamento de produtos agrícolas ou do extrativismo. As únicas exceções a
esse quadro ocorrem em Manaus, onde a isenção de impostos, administrada pela Suframa
(Superintendência da Zona Franca de Manaus), mantém cerca de 500 indústrias. Entretanto, apesar de
empregar expressiva parcela da mão-de-obra local,somente agora foi implantado o Pólo de
Biotecnologia, através do qual será possível explorar as matérias-primas regionais. Na maioria são filiais
de grandes indústrias eletrônicas, quase sempre de capitais transnacionais, que produzem aparelhos
eletrônicos, motocicletas, relógios, aparelhos de ar condicionado, CDs e DVDs, suprimentos de
informática e outros, com componentes trazidos de fora da região. E também polos Industriais na região
metropolitana de Belém, em Marabá e Barcarena (polos metal- mecânicos) em Porto Velho e em
Santana (Amapá).

Energia

A maior parte dos rios da região Norte são de planície, embora haja muitos outros que oferecem grande
possibilidade de aproveitamento hidrelétrico. Atualmente, além da gigantesca Tucuruí, das usinas do rio
Araguari (Amapá), de Santarém (Pará) e de Balbina, construída para suprir Manaus, o Norte conta com
hidrelétricas em operação nos rios Xingu(São Félix), Curuá-Una, Jatapu e Araguari (Coaracy Nunes),
existindo ainda várias usinas hidrelétricas e térmicas em projeto e construção.

Turismo

Por ser uma região pouco habitada e de ocupação mais tardia, o ecossistema regional encontra-se
preservado, o que propicia as atividades de ecoturismo. As cidades que recebem o maior número de
turistas são: Porto Velho, Manaus, Belém, Presidente Figueiredo, Salinópolis, Santarém, Parintins,
Macapá, Coari, Bragança, Parauapebas, Palmas, Boa Vista e Rio Branco.

Manaus foi uma das primeiras cidades brasileiras a possuir o AmazonBus, veículo oferecido aos turistas
que visitam à cidade aos moldes de veículos turísticos que já operam em cerca de setenta cidades
turísticas do exterior. O AmazonBus percorre 40 pontos turísticos manauenses. Dentre os incluídos no
roteiro, estão o Teatro Amazonas e a Praia da Ponta Negra.

Educação

De acordo com as informações do IBGE, em 2010 a região Norte do Brasil contava com uma população
em idade escolar de 4.734.172 pessoas. As taxas de analfabetismo para faixa etária de 10 a 14 anos era
de 7,0%, enquanto na faixa dos quinze anos ou mais chegava a 11,2%. Características como a grandeza
territorial e a distância entre os centros econômicos e populacionais são as principais fontes de
dificuldade para o acesso dos estudantes à formação. Este cenário passou a se transformar com a
expansão, promovida pelo governo federal, do ensino técnico e superior para o interior dos municípios.
Os estudos realizados pelo Inep/MEC, em 2009, apontam a poncentagem dos professores que possuem
Curso Superior e atuam na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio na região Norte;

Nota-se pelos dados apresentados no quadro acima a necessidade de investimentos e iniciativas


voltadas para a formação inicial dos docentes que atuam principalmente na Educação Infantil e Ensino
Fundamental (anos iniciais). Em sintonia com esse cenário, as pesquisas (Inep/MEC/2010), também
revelam que a região Norte ampliou nos últimos anos o número de alunos matriculados no ensino
superior, pois os dados apontam que em 2001 esse número era de apenas 141.892, especificamente, na
modalidade presencial, passando a 352.358, em 2010.

A região Norte se firmou como segunda região que apresentou o maior crescimento em relação ao
número de instituições de ensino superior no período compreendido entre 1997 a 2006, passando de 34
instituições para 135, nesse período. Pesquisas indicam que um dos principais atrativos apresentados
pelas IES da região Norte é o baixo valor das matrículas e mensalidades.

1.2.5. Inserção Regional Região Sudeste

A região Sudeste é uma das cinco grandes regiões Brasileiras definidas pelo IBGE. Está dividida em
quatro unidades federativas: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A região sudeste movimenta 498.834 milhões de dólares anuais, sendo a Petrobrás a líder nacional em
volume de recursos negociados.

No estado do Rio de Janeiro, sua capital sedia 23 das 25 maiores empresas. Localizadas na capital, o
petróleo (Petrobrás, Shell, Ipiranga, Texaco), a mineração (Vale), siderúrgica e metalúrgica (Gerdau e
Companhia Siderúrgica Nacional), telecomunicações (Telemar, Embratel, Oi), automotivas (Peugeot
Citroen), energia (Furnas, Petrobrás, Light e Ampla), comunicações (Globo) são as empresas que
representam a força do sudeste brasileiro.

No Estado de São Paulo, a indústria automotiva lidera as vendas nacionais na Cidade de São Bernardo
do Campo, onde estão as empresas Volkswagen, Mercedes Benz, General Motors, Toyota e Ford, em
Sumaré a Honda e em São Paulo a Mitsubishi Motors, entre elas destacam-se os investimentos
estrangeiros, predominando o capital americano e alemão.

Pela sua localização estratégica e diversificação logistica que proporciona agilidade no deslocamento,
escoamento da produção e as exportações, as lojas âncoras e de alimentos (Carrefour, Walmart, Pão de
Açucar, Atacadão, Makro, Pernambucanas) estão sediadas na capital paulista. O estado conta ainda
com setores econômicos e industriais estratégicos, como as siderúrgicas e metalúrgicas (COSIPA),
químicas e petroquímicas (Bunge Fertilizantes, Basf e Bayer, Syngenta, Dow), indústria digital (LG e HP)
e eletroeletrônicos (Siemens).

Cidades mais populosas da Região Sudeste do Brasil


estimativa IBGE/2011

Posição Cidade Estado Pop. Posição Cidade Estado Pop.


1 São Paulo SP 11,316,149 11 Osasco SP 667,826
2 Rio de Janeiro RJ 6,355,949 12 São José dos SP 636,876
Campos
3 Belo Horizonte MG 2,385,639 13 Ribeirão Preto SP 612,339
4 Guarulhos SP 1,233,436 14 Uberlândia MG 611,903
5 Campinas SP 1,088,611 15 Contagem MG 608,714
São Gonçalo RJ 1,008,064 SP 593,775
6 Duque de RJ 861,157 16 Sorocaba MG 520,810
7 Caxias 17 Juiz de Fora

8 Nova Iguaçu RJ 799,047 18 Niterói RJ 489,720


9 São Bernardo SP 770,253 19 Belford Roxo RJ 472,008
do Campo
10 Santo André SP 678,485 20 Campos dos RJ 468,086
Goytacazes

4
Outras informações consultar: <http://revistaensinosuperior.uol.com.br> Acesso em: 12 fev. 2012

Minas Gerais, é um estado líder em siderurgia e metalurgia, com mais de 16.000 ofertas de emprego,
em que estão sediadas as empresas ArcellorMittal, Usiminas, Gerdau, V&M, além das companhias de
energia, CEMIG (maior em clientes) e SHV Gás. Em Contagem encontra-se a Case New Holland,
montadora de máquinas agrícolas com distribuição para todo o país. Mas, a líder em vendas está
localizada em Betim, a FIAT, que movimenta 26% dos vendas geradas no Estado. As vendas superam
42,5 milhões de dólares a cada exercício financeiro.

No estado do Espírito Santo, as empresas que representam a economia local são do ramo siderúrgico e
metalúrgico ArcelorMittal Tubarão, situadas no município de Serra e da química Heringer, localizada em
Viana.

Essa região é considerada de transição entre a região Nordeste e Sul. Apesar de não ser muito extensa,
ocupando apenas 11% do território brasileiro, possui menos de um milhão de quilômetros quadrados de
área e abriga aproximadamente 42% da população brasileira.

Possui uma população de aproximadamente 80,3 milhões de habitantes, de acordo com a informações
do Censo 2010 (D.O.U. 04/11/2010) 5. A região, altamente urbanizada (90,5%), reúne as três metrópoles
mais importantes do país em população: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A densidade
demográfica da Região Sudeste atinge a impressionante marca de 84,21 hab/km².

A magnitude da região também é demonstrada por seus índices sociais elevados. Apresenta o segundo
maior IDH do Brasil (0,824), sendo superado apenas pela região sul, entretanto é detentor do maior PIB
per capita6 do país com R$22.147,00 (2009). A região representa mais da metade (55,3% em 2009) do
PIB brasileiro e tem São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais como os estados mais ricos da federação.
5
Consulta realizada em: <http://www.censo2010.ibge.gov.br/dados_divulgados/index.php?uf=00>

Acesso em: 11 fev. 2012.

6
Consulta realizada em: <http://www.sei.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=135&Itemid=218> -

Acesso em: 11 fev. 2012.

Como nas demais regiões brasileiras os primeiros habitantes do Sudeste foram os índios. Mais tarde
chegaram os portugueses, que fundaram as primeiras vilas no litoral no início do processo de
colonização. O povoamento do interior teve início com a fundação da vila de São Paulo de Piratininga.
Seus moradores entraram pelo interior à procura de índios para escravizar e nesse percurso,
organizaram as entradas e bandeiras. Nestas suas caminhadas, os desbravadores descobriram minas
de ouro nas terras que hoje constituem o estado de Minas Gerais.

Fazendas de plantação de cana-de-açúcar passaram a surgir nos caminhos que seguiam as entradas e
bandeiras, dando origem a várias novas cidades. Mais tarde, o crescimento também acompanhou a
evolução do cultivo do café e outras cidades surgiram. A chegada dos imigrantes, a abertura das
ferrovias e instalação de indústrias também contribuiu para o crescimento da região, de modo que
muitas pessoas de outros estados e de outros países foram morar na Região Sudeste.

A partir da década de 1840, as plantações de café se espalharam por toda a região,

tornando-se a base da economia brasileira, que na época utilizava-se do trabalho escravo. Entretanto,
com a abolição da escravatura em 1888, uma grande massa de imigrantes europeus, principalmente
italianos, chegaram à região para atender às necessidades em termos de mão-de-obra.

Outro fenômeno importante na construção histórica da região sudeste refere-se à migração, sobretudo à
migração nordestina. No apogeu do processo de industrialização, entre as décadas de 60 e 80, ocorreu
a intensa migração nordestina para a região Sudeste, notadamente para os estados de São Paulo e Rio
de Janeiro. Devido a conjugação das condições socies e econômicas desfavoráveis na região nordeste,
com as promissoras ofertas de emprego e riqueza da região sudeste, verificou-se o enorme fluxo
migratório de parte da população nordestina.

Economia

A economia do Sudeste é muito forte e diversificada, pertence a maior região geoeconômica do país.
Além de ser a região brasileira que possui a agricultura mais desenvolvida, se destaca pelo seu
desenvolvimento industrial. A região Sudeste é responsável por mais de 70% do valor da transformação
industrial do país, que em termos comparativos, assemelha- se em determinados aspectos a alguns
paises desenvolvidos. Apresenta seu parque industrial concentrado nas três mais populosas metrópolis
do Brasil a saber: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Sua posição de evidência econômica atrai para os grandes centros um enorme contingente de pessoas,
acarretando a superpopulação nas áreas industrializadas, desencadeando uma sequência de problemas
de ordem social, além da falta de uniformidade em termos de desenvolvimento alimentando as
desigualdades sociais. No entanto, a região consegue oferecer a sua população o maior número de
escolas, melhor atendimento médico-hospitalar e as melhores condições para pesquisa tecnológica,
quando comparada às demais regiões.

A agricultura é praticada em todos os estados que compõem a região e os principais produtos agrícolas
cultivados são: cana-de-açúcar, café, algodão, milho, mandioca, arroz, feijão e frutas. O Sudeste é
responsável pela maior parte da produção de cana-de-açúcar do país. Já o cultivo da soja apresenta
crescente avanço, pois é largamente utilizada na indústria de óleos e de rações para animais, sendo
uma grande parte exportada. O estado de São Paulo é o principal produtor de laranja, em sua maior
parte destinada à industrialização e exportação de suco, Também são produtos de destaque na
agricultura do Sudeste, o algodão, o milho, o arroz, a mamona e o amendoim, entre outros.

A pecuária ocorre da mesma forma. O rebanho de bovinos destaca-se como o maior e o estado de
Minas Gerais é o principal criador. Na região Sudeste, também pratica-se o extrativismo mineral,
explorando-se principalmente minério de ferro, manganês, ouro e pedras preciosas. No estado de Minas
Gerais são encontradas as maiores jazidas.

Indústria

Apesar das políticas de descentralização da produção industrial no Brasil, a Região Sudeste ainda
representa o maior parque industrial brasileiro. Destacam-se as seguintes indústrias:

Naval e petrolífera, principalmente nos estados Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Estes dois estados são também os produtores de petróleo do país;

Automobilística, cujo grande pólo industrial encontra-se em São Paulo;

Siderúrgica presente em todas as unidades federativas da região sudeste;

Petroquímica, com vários pólos produtores de derivados do petróleo nos estados do

Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais;

Celulose, o estado do Espírito Santo sedia a maior empresa do mundo em produçãoda celulose
(Aracruz Celulose);

Existem também pelos quatro estados da região, indústrias de produtos

Existem também pelos quatro estados da região,indústrias de produtos alimentícios, beneficiamento de


produtos agrícolas, bebidas, móveis etc.;

Alta tecnologia: as cidades de São Paulo, São José dos Campos, São Carlos e Campinas concentra
indústrias de informática, telecomunicações, eletrônicas e de outras atividades que envolvem alta
tecnologia; além de possuírem importantes centros de pesquisa e universidades, como o ITA (Instituto
Tecnológico de Aeronáutica).
Educação

A região Sudeste apresenta sua grandiosidade também nos dados relativos à educação. De acordo com
as informações do IBGE, em 2010 a região contava com 17.332.933 habitantes em idade escolar. Ocupa
a segunda posição quando comparada às demais regiões em taxa de analfabetismo. Na faixa etária
compreendida entre 10 e 14 anos a taxa de analfabetismo da região é 1,8%, enquanto na faixa etária de
15 anos ou mais chega aos 5,4%.

De acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do
Ministério da Educação (Inep/Mec), em 2010 a população total da região Sudeste era superior a 83,4
milhões de7 habitantes. Desse conjunto, 17.332.933 referia-se à população em idade escolar. O quadro a
seguir indica o número de alunos matriculados na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino
Médio em 2009

As taxas de analfabetismo na região Sudeste ocupam a segunda posição quando relacionadas a outras
regiões. O quadro abaixo apresenta os índices de analfabetismo na região e nos estados que a
compõem:
7
IBGE, Censo 2010.

Os estudos realizados pelo Inep/MEC, em 2009, apontam a porcentagem dos professores que possuem
Curso Superior e que atuam na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio na região Sudeste:
Os dados do quadro acima indicam que no Ensino Fundamental (anos finais) e Ensino Médio o número
de docentes com Curso Superior é expressivo, no entanto indicam que na Educação Infantil e Ensino
Fundamental (anos iniciais) ainda é necessário investimento na formação inicial dos docentes. Em
sintonia com esse cenário, as pesquisas (Inep/MEC/2010) também revelam que a região
Sudeste ampliou nos últimos anos o número de alunos matriculados no ensino superior, pois os dados
apontam que em 2001 esse número era de 1.566.610, especificamente, na modalidade presencial,
passando a 2.656.231 em 2010.

O Sudeste é a região que possui maior concorrência no ensino superior e o maior número de
instituições. De acordo com o último Censo Educacional do Inep/MEC, são mais de 9.600 cursos de
ensino superior, o que equivale a quase 50% da oferta brasileira. Se forem consideradas apenas as IES
privadas, o Sudeste ainda é responsável por 1.690 matrículas no ensino superior não estatal, o que
equivale a quase 57% do total desse tipo de matrícula no país, mostrando que a predominância do
ensino privado é maior na região do que a média nacional.

Esses números são conseqüência do protagonismo que o Sudeste teve no início da expansão do ensino
superior: considerado um grande negócio na segunda metade da década passada, o crescimento
ocorreu primeiramente nas capitais, para depois atingir. cidades importantes do interior e se espalhar por
todas as sub-regiões dos distritos.Atualmente, esse processo vive uma desaceleração e o que se pode
ver, assim como em todo o Brasil, é uma tendência de consolidação do setor.

Uma característica marcante do Sudeste é o domínio de parte do mercado por grandes instituições e
grupos educacionais que apostam na escala e em uma gestão eficaz na redução de custos para
oferecer mensalidades cada vez menores para as classes mais necessitadas.

Com grandes expectativas de crescimento, a Universidade Anhanguera-Uniderp, busca sua expansão


na região, investindo em cursos da área de humanas, saúde, exatas e cursos, tecnológicos, apostando
na cobrança de mensalidades ajustadas à demanda. Seu foco é oferecer qualificação profissional aos
jovens, propiciando-lhes condições de ascensão social.

A Universidade Anhanguera-Uniderp opta pelo desenvolvimento local e nacional e pela melhoria de vida
da população das regiões do Brasil. Assim, tem como um de seus objetivos integrar científica, técnica e
filosoficamente, oferecendo formação superior em todas as áreas do conhecimento, nos cursos de
graduação (bacharelados, tecnológicos e licenciaturas), nos períodos diurno e noturno os polos de apoio
presencial.

A Portaria Ministerial nº 4.069, de 29 de novembro de 2005, credenciou a Universidade para oferta de


cursos superiores a distância. Os polos de educação a distância são implantados de acordo com a
necessidade social e regional e conforme as condições técnicas e didático- pedagógicas necessárias,
podendo fazer uso de distintas metodologias de ensino e aprendizagem, concretizadas por meio de
projetos pedagógicos, de acordo com as características dos cursos ou das regiões, sempre com padrão
de qualidade aprovado pelo órgão competente.

Ao ofertar cursos de graduação e pós-graduação a distância, a Universidade Anhanguera Uniderp


investiu em uma avançada estrutura tecnológica, que permite a transmissão ao vivo de aulas via satélite
e interação por internet, dentre outros recursos, e adotou uma proposta pedagógica inovadora para atuar
em diversas localidades, iniciando pelo Estado de Mato Grosso do Sul e avançando gradativamente aos
demais estados da federação, permitindo a inclusão e a democratização do acesso ao ensino superior a
pessoas que vivem distante dos centros urbanos, ou mesmo àquelas que, vivendo em grandes centros,
não podem freqüentar um curso presencial.

Os últimos anos foram responsáveis pelas mudanças no panorama da saúde no Brasil, em função do
perfil da população. Essas mudanças ocorreram em razão de eventos importantes, como:

1) Aumento na expectativa de vida da população, tendo como demanda o aumento de 40% a mais de
ações e serviços para a população idosa;

2) A convivência ao mesmo tempo de doenças antigas com as novas epidemias como dengue, AIDS,
acidentes de trânsito, uso indevido de drogas, obesidade dentre outras;

3) Os problemas relativos a alimentação, com pessoas que comem muito de forma descontrolado e
pobre de nutrientes;

4) O desenvolvimento tecnológico em saúde, podendo ser benéfica em algumas situações maléfica por
outras, como quando fundamentada exclusivamente no interesse econômico;

5) A cultura de consumo que afeta também as ações e serviços de saúde, exigindo serviços de
qualidade, em algumas situações necessários e essenciais e outros desnecessários, atendendo
somente as necessidades do capital, ou seja, buscando somente o lucro. Este panorama requer estudo,
pesquisas e novos modelos de gestão, tornando-se necessária atuação de profissionais com
conhecimentos, competências e habilidades para enfrentar essa situação que tende a se manter nos
próximos anos.

2. Estrutura Acadêmico-Administrativa

1.1.1.1.1Coordenação de Curso EaD

O coordenador de curso do Centro de Educação a Distância é um profissional da área, que auxiliará nos
termos especificados no Regimento Geral. São de sua competência:

Selecionar os professores EAD para gravar as aulas das disciplinas previstas na Matriz Curricular do
Curso para cada semestre letivo.

Orientar os professores EAD com relação às disciplinas a serem ministradas no semestre letivo, dando
suporte pedagógico e prestando orientações sobre todo o funcionamento do Curso.

Informar aos professores EAD a relação das disciplinas que serão tele aulas e vídeo aulas no decorrer
do semestre letivo, bem como suas respectivas cargas-horárias.

Apresentar aos professores EAD no início do semestre letivo o Projeto Pedagógico do Curso, os Planos
de Ensino e Aprendizagem, Cronogramas de Aulas, Cadernos de Atividades e demais materiais
fundamentais para bom funcionamento do Curso e gravação das aulas.

Compartilhar com os professores EAD os modelos de templates de slides, Roteiros de Estudos e


Formulário de Questões de Provas que serão utilizados no semestre letivo.

Fiscalizar a efetiva realização das atividades aprovadas e respectivos cronogramas das aulas e dos
Planos de Ensino e aprendizagem das disciplinas, seus conteúdos e competências e o uso do livro-texto
adotado.

Acompanhar o cronograma de preparação e entrega semanal de materiais das aulas dos professores
EAD.

Monitorar a entrega dos materiais para aulas e acompanhar as gravações das aulas realizadas pelos
professores EAD.

Realizar acompanhamento diário das gravações das aulas dos cursos sob sua gestão seguindo os
Cronogramas das Aulas.

Coordenar os trabalhos dos professores EAD que desenvolvem aulas e atividades de ensino, pesquisa
ou extensão relacionadas com o respectivo curso.

Supervisionar o cumprimento das atribuições dos professores EAD sob sua gestão.

Solicitar aos professores EAD e acompanhar a entrega das questões para todas as provas de cada
disciplina que estão alocados no semestre letivo.

Convocar e direcionar reunião bimestral com os professores EAD e tutores EAD para orientações
acerca do processo de correção das provas.

Acompanhar o Cronograma de gravação das aulas semanalmente fazendo o acompanhamento da


mediação dos tutores EAD no momento da transmissão da aula.

Acompanhar e controlar a gravação da Prova Comentada de cada disciplina em cada término de


bimestre.

Convocar e presidir as reuniões quinzenais com os docentes das várias áreas de estudo ou disciplinas
afins que compõem o curso.

Convocar e presidir as reuniões com o Colegiado do Curso e Núcleo Docente Estruturante do Curso.

Manter todas as Atas das Reuniões de Colegiado e NDE organizadas por datas e assinadas por todos
participantes.

Compatibilizar os conteúdos programáticos necessários à formação profissional prevista no perfil do


curso.

Fomentar e incentivar a produção científica e intelectual do corpo docente e discente.

Responsabilizar-se pelas atividades de preparação das avaliações internas e externas do curso e dos
seus alunos.

Prestar atendimento personalizado e gentil aos professores EAD e tutores a distância em suas
solicitações, para prontas e cabíveis providências.

Realizar a abertura e resposta diária de HDs endereçados para Coordenação de Curso.

Responder e auxiliar nas respostas para Redes Sociais e demandas jurídicas, quando necessária
informação pedagógica relacionada ao Curso.

Realizar diariamente a análise de Planos de Estudos recebidos do DCA da Universidade considerando


o que está previsto no Regimento da Universidade.

Participar de reuniões com a Diretoria EAD sempre que se fizer necessário.

O Colegiado de Curso é integrado pelo Coordenador de Curso, que o preside,por representantes do c


orpo docente e por um aluno selecionado após consulta entre
seus pares.

O colegiado de curso se reúne ordinariamente duas vezes por ano e ao mesmocompete:

Sugerir medidas para aperfeiçoar o projeto pedagógico do curso em função de suas características de
formação profissional e social.

Planejar a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos a serem exigidos dos alunos,
nas várias disciplinas do Curso, de acordo com o Calendário Acadêmico.

Sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos de extensão, atividades científicas e culturais
relevantes à formação profissional dos alunos;

Indicar bibliografia específica necessária aos planos de ensino, em tempo hábil para constar do plano
orçamentário;

Promover a interdisciplinaridade;

Zelar pela execução dos planos de ensino e das disciplinas que o integram;

Propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão;

Aprovar critérios específicos para dispensa de cursar disciplinas equivalentes, como complemento às
normas regimentais aprovadas pelos órgãos normativos;

Participar do processo de avaliação institucional de desempenho profissional;

Exercer as demais funções previstas ou que lhe sejam delegadas.


O Colegiado do Curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar é composto pelos seguintes
professores em 2014/1:

Prof Ma. Bertha Lúcia Costa Borges - Presidente

Profª Ma. Mariciane Nunes;

Prof. Me. Jefferson Teruya de Souza;

Tutora EAD Esp. Simone Nantes de Souza;

Profª Esp.Kelly Apeel de Araújo;

Prof. Esp.Ana Maria Tristão;

Acadêmica: FLAVIANA RAMIREZ DA COSTA - RA 418489 Pólo Padrão/CG-MS

3. Identificação do Curso

Item: Tecnologia em Gestão Hospitalar

Modalidade: Educação à distância

Autorização: Resolução nº. 22/CONSU/2009, que autoriza o curso de graduação namodalidade a


distância Tecnologia em Gestão Hospitalar. Resolução nº.25/CONEPE/2010, que aprova a Matriz
Curricular do curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar na modalidade a distância a ser vigorada a
partir do primeiro semestre letivo de 2010.

Regime acadêmico: Semestral

Tempo mínimo de integralização: seis semestres

Forma de ingresso: Processo Seletivo denominado, em edital específico, de: Processo Seletivo ou
Anhanguera Vestibular ou Vestibular Anhanguera. Tal processo constitui um Concurso Principal e de
Vestibular Continuado agendado. O candidato, também, poderá optar pela análise do seu histórico
escolar do Ensino Médio, ou pelo aproveitamento das notas obtidas no Exame Nacional de Ensino
Médio (ENEM). Portadores de diploma de nível superior, devidamente registrado, podem matricular-se
no período vigente do processo seletivo, desde que haja vagas remanescentes.

A divulgação dos cursos de graduação na modalidade a distância da Universidade Anhanguera - Uniderp


é feita por meio de televisão, rádio, jornal impresso, filipetas, panfletos, outdoors e internet, dentre outras
ferramentas de comunicação, nas diversas localidades onde existem pólos de apoio presencial
devidamente ativado no MEC, bem como nas demais localidades com potencial para oferta de cursos.

A inscrição é feita por meio da Internet (http://www.vestibulares.br) e as provas realizadas nos locais,
datas e horários previamente definidos e amplamente divulgados pelos diversos meios de comunicação.

O resultado do processo seletivo é disponibilizado pela internet:

http://www.vestibulares.br/resultados.
4. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso e outras exigências legais

A elaboração do Projeto teve como referências legais o Parecer CES/CNE n° 776/97, de 3/12/1997, que
estabelece as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação; a Portaria Normativa MEC N.º 10, de
28 de Julho de 2006, que dispõe

sobre a carga horária mínima e duração do Curso Superiores de Tecnologia, o Decreto Nº. 5.622, de
19/12/2005, que regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20/12/1996 (LDB); o Decreto N.º 5.773, de
09/05/2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de
instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de
ensino; o Decreto N.º 6.303, de12/12/2007, que altera dispositivos dos Decretos nos 5.622, de
19/12/2005, e 5.773, de 09/05/2006; a Portaria nº 1,de10/01/2007, a Portaria nº 40, de 13/12/2007; e a
Portaria nº 10, de 02/07/2009.

Pelo Parecer CES/CNE n° 776/97, de 3/12/1997, o curso tem assegurados:

A flexibilidade;

A ampla liberdade na composição da carga horária a ser cumprida para a integralização do currículo,
assim como na especificação das unidades de estudos;

O limite de 50% da sua carga horária total destinados aos conteúdos específicos, pois o currículo deve
propiciar uma ampla formação ética e humanística para os alunos;

Uma duração que evite um prolongamento desnecessário. Entende-se, assim, que não é o tempo de
permanência no curso que determina a qualidade da formação, embora este esteja conectado ao
desenvolvimento da maturidade intelectual do aluno. Percebe-se assim a necessidade de uma redução,
quando viável, na duração dos cursos de graduação, o que poderá reduzir a evasão.

Ainda, por este Parecer, são definidos como objetivos da graduação:

Incentivar uma sólida formação geral.

Estimular práticas de estudo independente, visando à progressiva autonomia profissional e intelectual


do aluno.

Encorajar o reconhecimento de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do


ambiente escolar.

Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim
como os estágios e a participação em atividades de extensão, as quais poderão ser incluídas como parte
da carga horária.

O curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar, pela Resolução CP/CNE nº 3/2002 e pelo Parecer
CNE/CES nº 277/2006, vem adotando para o curso as Diretrizes contidas na mencionada legislação.

Respeitando essas Diretrizes, o curso de Tecnologia busca conciliar as demandas do mercado de


trabalho, com as demandas identificadas às condições reais da Instituição.
O perfil do formando, as competências e habilidades, os conteúdos curriculares, a duração,
estabelecidos para o curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar dessa IES estão em consonância com
os Pareceres CP/CNE N.º 29/2002 e CNE/CES nº 277 de 7/12/2006.

Especificamente para cursos Ambiente Saúde e Segurança, o eixo de conhecimentos necessários se


caracteriza pela proteção e preservação dos seres vivos e dos recursos ambientais. Para isso, as ações
estão ligadas ao apoio aos profissionais da saúde, além da avaliação e controle dos recursos naturais.

Ao lado das demais disposições referentes ao seu conteúdo, a Portaria Normativa MEC nº10 de
28/07/2006 exige que o Curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar possua carga horária mínima de
2.400 horas de atividades.

5. Objetivos do Curso

O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Hospitalar destina-se a egressos do ensino médio ou que
tenham se diplomado em outros cursos superiores que desejam atuar no processo de gestão e
organização de empresas de serviços na área de saúde dos setores públicos e privados. O curso
pretende atender as carências da região no âmbito de gestão hospitalar para as funções de:

Assistente da área administrativa;

Assistente da área de faturamento hospitalar;

Assistente de movimento hospitalar;

Coordenador de áreas administrativas;

Coordenador de áreas farmacêuticas;

Supervisor de enfermagem;

Supervisor de ambiente hospitalar;

Supervisor de área de expedição;

Supervisor área de atendimento ao cliente;

Gestor da área administrativa e financeira.

O Curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar tem como objetivo a formação de profissionais éticos,
críticos e criativos aptos a promover soluções para os mais diversos serviços de saúde. O curso prevê
ainda a formação de profissionais que aspiram atuar no processo de gestão e organização de empresas
de serviços na área de saúde dos setores públicos e privados. Visando esses objetivos, a estrutura
curricular do curso privilegia o conhecimento da realidade da saúde no Brasil, das técnicas e modelos de
gestão direcionados as empresas de saúde com metodologias que levem ao estudo dos conteúdos em
espiral e promovam maior profundidade, transformando os conhecimentos científicos em objetos de
aprendizagem, contextualizando a inter-relação teoria e prática, garantido a interdisciplinaridade e o
atendimento das especificidades das diversas regiões do país. Esses profissionais serão capazes de
atuar nas áreas administrativas que demandam a figura de um gestor hospitalar. O material
disponibilizado no ambiente virtual de aprendizagem contribui para o processo de ensino-
aprendizagem promovendo a construção colaborativa do conhecimento entre alunos, tutores
presenciais, professores- tutores a distância, coordenadores acadêmicos EAD, professores EAD e
coordenador de curso.

6. Perfil do Egresso

Conforme Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (maio 2009), o profissional em Gestão
Hospitalar deve ser capaz de planejar e organizar atividades na área da saúde, gerenciando pessoas,
materiais e equipamentos.

Suas atribuições incluem:

Organização e controle de compras e custos.

Coordenação das áreas de apoio e logística hospitalar.

Acompanhamento e supervisão de contratos e convênios.

Suporte aos setores afins.

As áreas de atuação podem ser:

Hospitais e seus setores.

Clínicas e unidades de saúde.

Laboratórios médicos.

Empresas prestadoras de serviço em saúde.

Podemos citar como habilidades e competências esperadas:

Comunicar-se com clareza e empatia nas relações interpessoais.

Transmitir segurança profissional, autocontrole e pro atividade.

Ser capaz de distinguir os processos básicos envolvidos em uma corporação da área da saúde.

Contornar situações adversas e demonstrar capacidade de negociação.

Deste modo acreditamos que o profissional egresso do curso de Tecnologia em estão Hospitalar na
modalidade a distancia, deve ser capaz de planejar, coordenar e organizar atividades na área da saúde,
gerenciando pessoas, materiais e equipamentos, com vistas ao atendimento de qualidade aos usuários
dos serviços de saúde.

Dentre suas atribuições incluem a organização e controle de compras e custos, a coordenação das
áreas de apoio e logística hospitalar, o acompanhamento supervisão de contratos e convênios, assim
como o suporte aos setores afins.

Poderá atuar em hospitais e seus setores, clínicas e unidades de saúde, laboratórios de diagnóstico e
também em empresas prestadoras de serviço em saúde.

Desenvolverá habilidades e competências que o levem a comunicar-se com clareza e empatia nas
relações interpessoais, transmitir segurança profissional, autocontrole e pro atividade, sendo capaz de
distinguir os processos básicos envolvidos em uma corporação da área da saúde e tomando decisões
no sentido de resolver situações adversas e demonstrar capacidade de negociação.

7. Organização Curricular e Inovações Metodológicas

As políticas de ensino, decorrentes da missão institucional e das idéias asseguradas nas Diretrizes
Curriculares, permitem a execução de um currículo que se organiza a partir de princípios e concepções
que são esclarecidos a seguir.

O currículo é entendido como o conjunto de experiências oferecidas ao aluno pela Instituição,


vinculadas ao curso que ele freqüenta. Assim, uma atividade acadêmica não é apenas a aula ministrada
pelo professor na sala de aula, mas todas aquelas que permitem ao aluno momentos de estudos e de
pesquisa, sob a coordenação do professor, em diferentes ambientes de aprendizagem, como polos de
apoio presencial, bibliotecas, laboratórios em situações extramuros, entre outros.

Nesse foco, atribui-se um novo papel ao professor, que deixa de ser o transmissor de informações para
ser o articulador da aprendizagem do aluno. Toma-se como princípio que o aluno aprende aquilo que lhe
faz sentido (aprendizagem significativa) e nesse processo a nova informação interage e ancora nos
conceitos relevantes já existentes em sua estrutura cognitiva. As práticas pedagógicas, então visam à:

- Autodireção, pela qual o aluno é encorajado a definir seus próprios objetivos de aprendizagem, seus
métodos de estudo e tomar a responsabilidade por avaliar seus progressos pessoais em relação aos
objetivos formulados;

- resolução de problemas ou casos, pela qual o aluno é orientado a realizar os passos para a delimitação
do problema/caso, a coleta e organização dos dados e conhecimentos, a resolução do problema ou
explicação e análise do caso, favorecendo a transferência de suas conclusões para outras situações; o
problema ou caso poderá ser real, da própria comunidade, e incluir grupos sociais, empresas, escolas e
instituições sociais, entre outras, ou simulados e reproduzirem diversas atividades da realidade
profissional;

- participação em pequenos grupos de tutoria, pela qual o aluno se torna um integrante ativo,
desenvolvendo habilidades de comunicação, relacionamento interpessoal e a consciência de suas
próprias reações no trabalho coletivo, constituindo uma oportunidade para aprender a ouvir, a receber e
assimilar críticas e por sua vez, oferecer análises e contribuições produtivas ao grupo; trata-se de um
laboratório sobre a integração humana.

A formação do aluno deve dar-se não apenas para a área de conhecimento a que se propõe, mas,
também, para competências que compreendem relacionamentos harmoniosos; posicionamentos críticos
e éticos; respeito às diversidades socioculturais, religiosas, étnicas e de orientação sexual e
responsabilidades sociais. Para tanto, o currículo pode contemplar disciplinas ou módulos que tratam de
questões humanistas, cidadãs e voltadas ao projeto de vida do aluno, em consonância com a missão
institucional. Disciplinas como Desenvolvimento Pessoal e Profissional e Responsabilidade Social e
Meio Ambiente estão presentes na matriz do curso com essa finalidade.

A educação ambiental é preocupação constante da Anhanguera Educacional. Nesse Projeto Pedagógico


é possível verificar que de forma continuada e permanente há a integração da educação ambiental às
disciplinas, de modo transversal. A educação ambiental é especificamente tratada na disciplina
Responsabilidade Social e Meio Ambiente, de modo a inserir o aluno nas principais temáticas relativas
ao meio ambiente na atualidade. A visão que se tem é de que o meio ambiente é responsabilidade de
todos como cidadãos e o aluno deve ser formado para aceitar e atuar consciente dessa
responsabilidade social.
A postura cidadã é desenvolvida de forma que o aluno compreenda que o meio ambiente é tema que
deve pautar as rotinas diárias e as atuações profissionais, seja em qual seara elas forem.
O profissional de hoje não pode apenas ter as habilidades e competências específicas da profissão
escolhida, mas também e, com a mesma importância, deve compreender e aplicar as formas de atuação
sustentável, as políticas públicas de sustentabilidade, as ações de um mercado sustentável. Por isso
mesmo a disciplina oferecida se propõe a inserir o aluno nesse contexto social, para que atue de forma
positiva e determinante junto a ações de sustentabilidade.
As relações étnico-raciais, bem como a história e cultura afro-brasileira e africana estão também
contempladas no Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial em
atividades pedagógicas (atividades complementares que englobam realização de atividades
socioculturais, atividades práticas supervisionadas, participação em atividades e semanas dos cursos) e,
especialmente, na disciplina de Desenvolvimento Pessoal e Profissional.
A disciplina de Desenvolvimento Pessoal e Profissional aborda os principais aspectos da história e
cultura Afro-brasileira e da história Africana, visando incutir no aluno o espírito crítico, necessário à
compreensão de políticas públicas e ações sociais que tenham por objeto a proteção desse patrimônio
cultural, bem como a compreensão e valorização de ações voltadas ao combate de todas as formas de
preconceitos e discriminações. Os temas abordados estimulam o aluno a pensar e agir de forma ética na
convivência em uma sociedade diversificada.
Por meio dessa disciplina o aluno tem a oportunidade de formar, autonomamente, uma postura de
cidadão consciente do meio em que vive e se relaciona um cidadão consciente da sociedade brasileira
e, primordialmente, de suas origens. Com isso, essa disciplina favorece a educação baseada em valores
e atitudes éticas essenciais e não apenas na formação de um profissional técnico, cumprindo
integralmente o requisito legal.
Os conteúdos dessas e das demais disciplinas da matriz curricular devem ser abordados pelo professor
segundo alguns princípios, que são:
- organização em espiral, isto é, a retomada periódica dos mesmos conteúdos, cada vez com maior
profundidade para que o aluno continuamente modifique suas representações sobre eles;
- transposição didática, que significa realizar as adequações necessárias para transformar os
conhecimentos científicos em objetos de aprendizagem, ou seja, acessíveis à compreensão dos alunos;
- contextualização que permite dar sentido ao aprendido, não só o sentido dos conteúdos nas situações
reais, concretas e atuais, como, também, nos momentos históricos, científicos e culturais em que foram
produzidos;
- inter-relação teoria e prática, condição para uma aprendizagem significativa, uma vez que atende ao
objetivo traçado de formar o profissional e cidadão capaz de compreender e atuar no seu entorno social;
assim, insere-se o aluno em um ambiente que lhe permite a reflexão sobre os conhecimentos abordados
em aulas e a sua participação real no cenário profissional, realizando trabalhos de pesquisa bibliográfica
e investigações empíricas de campo;
- interdisciplinaridade, que pode se dar em uma mesma disciplina, entre duas ou mais disciplinas,
intracurso ou intercursos. Por este princípio um tema, conceito, ou norma é abordado sob vários olhares
e análises científicas; a interdisciplinaridade quebra a fragmentação e se abre a contribuições de outras
áreas do saber, permitindo discussões e reflexões mais produtivas e abrangentes;
- flexibilidade do currículo que possibilita ao aluno interessado no aprofundamento de um tema/conteúdo,
receber orientação para desenvolver estudos independentes; cursar disciplina(s) optativa(s).
A disciplina de LIBRAS é oferecida como disciplina optativa, conforme prevê o Decreto 5.626/2005, com
carga horária de 60 horas. É proposta, principalmente, com o objetivo de oportunizar vivências em que
os estudantes construam conhecimentos básicos sobre os sinais que compõem a LIBRAS e propor
reflexões sobre a Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e o Decreto 5.626/2005.

7.1 Desafio Profissional (DP)


As disciplinas que compõem os cursos de graduação desta instituição são desenvolvidas por uma
metodologia centrada na aprendizagem do aluno, sendo o Desafio Profissional componente desta
metodologia.
O DP compreende um conjunto de etapas programadas e supervisionadas para que ao, ao final, os
seguintes objetivos sejam atingidos:
Favorecer a aprendizagem do aluno .
Promover o estudo independente, sistemático e o auto-aprendizado.
Auxiliar no desenvolvimento das competências requeridas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais dos
Cursos de Graduação.
Promover a aplicação da teoria e conceitos para a solução de problemas práticos relativos à profissão.
O Desafio Profissional baseia-se na metodologia de aprendizagem baseada em problemas, propondo o
desenvolvimento de atividades que se fundamentam em uma situação-problema, necessitando de
orientação teórica para a sua resolução. O Desafio Profissional exige que o acadêmico desenvolva
reflexões construídas a partir das teorias contempladas nas disciplinas estudadas. Este procedimento
metodológico de ensino e aprendizagem visa desenvolver as competências e habilidades necessárias
para o exercício profissional.
Do ponto de vista legal, o Desafio Profissional se apoia no Parecer CES/CNE n° 776/97, de 03/12/1997,
que estabelece as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação e assegura:
a flexibilidade e a ampla liberdade na composição da carga horária a ser cumprida para a integralização
do currículo, assim como na especificação das unidades de estudos.
Ainda, por este Parecer, são definidos como objetivos da graduação:
Estimular práticas de estudo independente, visando uma progressiva autonomia profissional e
intelectual do aluno.
Encorajar o reconhecimento de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas fora do
ambiente escolar.
Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva (...).
Do ponto de vista pedagógico, o Desafio Profissional é uma proposta inovadora alinhada à prática,
desenvolvidas nas melhores universidades do mundo. Ele contempla uma metodologia considerada
ativa conhecida como Problem Based Learning (PBL).
Propostos na forma de um desafio a ser solucionado pelo aluno ao longo do semestre letivo por meio de
etapas previamente planejadas e correspondentes aos temas de aula previstos no Plano de Ensino e
Aprendizagem (PEA).
Os Desafios Profissionais desenvolvem as seguintes habilidades cognitivas: análises e sínteses que
promovam a busca correta de informações; questionamentos; leituras dirigidas e produção de textos;
raciocínio crítico, argumentativo, dedutivo e indutivo; aquisição de novos conceitos e revisão de antigas
abordagens e solução de problemas.
Na elaboração do Desafio profissional foram consideradas as características dos alunos que freqüentam
o ensino superior - adultos, que de acordo com Cavalcanti (1998):
Precisam ver a utilidade e a aplicabilidade do que aprendem.
Acumulam experiências de vida que devem ser aproveitadas para o seu aprendizado.
Retém 75% daquilo que ouvem, vêem e fazem/praticam. Se puderem utilizar imediatamente o que
aprendem, a retenção será potencializada em 95%.
Preferem aprender para resolver problemas e desafios.
Comparam o novo conhecimento com aquilo que já sabem, construindo novos conhecimentos.
Seus interesses pelo aprendizado se direcionam para o desenvolvimento das habilidades aplicáveis no
seu papel social, na sua profissão.

7.2 Programa do Livro Texto

O Programa do Livro Texto (PLT) prevê a aquisição pelo aluno do título principal da
bibliografia básica de todas as disciplinas que o aluno cursa.

Os objetivos do Programa Livro Texto são:


Instrumentar o aluno para o acompanhamento das aulas;
Fornecer ao aluno o acesso a textos científicos;
Permitir ao aluno a construção de uma biblioteca com acervo na sua áreade atuação.

O Programa é viabilizado pela compra, em grande escala, de livros diretamente da editora, reduzindo o
custo das obras para os alunos em até 70%.
. As pesquisas acadêmicas, realizadas pelo aluno contam com o acervo da Biblioteca Virtual da
Universidade Anhanguera Uniderp, que integra em sua base de dados inúmeros títulos de livros,
periódicos institucionais, teses, monografias, e-books, imagens, softwares, e arquivos digitais.

Este espaço facilita o acesso à informação científica e cultural, com a comodidade da transposição das
barreiras de espaço e tempo.

A Biblioteca Virtual junto com o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão Anhanguera disponibilizam na


página da Acessibilidade todas as instruções de uso dos produtos (bookreaders) e serviços à disposição
das pessoas com deficiência.
7.3 Caderno de Atividades

Para os alunos da modalidade a distância, a Universidade Anhanguera Uniderp também prepara um


caderno de atividades, organizado por disciplinas, totalmente digitalizado, no qual se encontram
aprofundamentos, orientações articuladoras entre o conteúdo do PLT as teleaulas e videoaulas,
questões para avaliação de aprendizagem continuada que servem a uma abordagem integradora dos
conhecimentos a serem desenvolvidos.

Todo o material impresso dialoga com o ambiente virtual de aprendizagem, espaço na internet no qual
todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem da EAD se encontram para expandir a
interação e a construção colaborativa do conhecimento: alunos, tutores presenciais, tutores a distância,
coordenadores acadêmicos, professores EAD e coordenadores de curso.

7.4 NIVELAMENTO

Nivelamento é o termo adotado pelo MEC para identificar as ações de revisão dos conteúdos do ensino
médio, ou de instrumentação, que a IES oferece aos alunos ingressantes para lhes possibilitar um bom
desempenho nas disciplinas do curso. Todos os Cursos oferecidos na modalidade a distância dispõem
de duas ações de Nivelamento:

1.Ambientação - AVA Moodle

2.Oficinas de Apoio à Aprendizagem

Ambientação - AVA Moodle- propõe a familiarização dos alunos ao ambiente virtual de aprendizagem
(AVA) Moodle.

É dirigida aos alunos que pela primeira vez utilizam esta ferramenta em uma ou mais disciplinas do
curso.

Esta instrumentação ocorre no laboratório de informática no horário regular de aulas da(s) disciplina(s).
É acompanhada pelo coordenador EaD no polo de apoio presencial.

Os recursos para esta ambientação encontram-se no endereço:


http://graduacao.anhangueravirtual.com.br>.

Oficinas de Apoio à Aprendizagem

Trata-se da oferta de oficinas optativas, no ambiente Moodle, com a duração de 20h cada.

As oficinas voltadas à revisão dos conteúdos do Ensino Médio são:

- Oficina de Biologia;

- Oficina de Física;
- Oficina de Informática Básica e Google Apps;

- Oficina de Informática II;

- Oficina de Língua Portuguesa;

- Oficina de Língua Portuguesa II;

- Oficina de Língua Portuguesa III;

- Oficina de Língua Portuguesa IV;

- Oficina de Matemática;

- Oficina de Matemática Financeira; e

- Oficina de Química.

O conteúdo das oficinas está organizado em temas e em cada tema há um conjunto de informações
importantes. Ao final deles, o aluno responde a 10 questões e a partir de 05 acertos, poderá imprimir um
certificado que valida 20h.

O acesso às oficinas se dá via portal (área restrita): atividades interativas - oficinas de apoio à
aprendizagem. Disponível no endereço eletrônico: <oficinas.anhangueravirtual.com.br>.

7.5 Atendimento aos Estudantes com Deficiência

A IES possui uma Política de Atendimento ao Estudante com Deficiência que prevê o desenvolvimento
de ações voltadas para o acesso, para a permanência e para

qualidade do ensino oferecidos a tais estudantes. As ações consistem em:

Identificar no início de cada semestre, os estudantes com deficiência

(auditiva, visual, motora, entre outras).

Buscar parcerias junto a instituições que atendem pessoas com deficiência.

Identificar junto ao estudante os recursos necessários para o acompanhamento das aulas e


acessibilidade aos espaços da polo.

Levantar os títulos fundamentais, antes do início do semestre, que serão utilizados para que sejam
providenciados em formato acessível ao estudante com deficiência visual.

Identificar junto aos docentes das disciplinas nas quais existem estudantes com deficiência, os recursos
didáticos e metodológicos mais adequados a serem utilizados.

Identificar as necessidades do estudante para a realização das avaliações de forma a respeitar as


especificidades de cada um.
Dentre os recursos disponíveis estão:

A aquisição das obras em formato acessível disponíveis no mercado.

O acompanhamento do Intérprete de LIBRAS, quando solicitado pelo estudante com deficiência


auditiva/surdo.

A tradução/interpretação em LIBRAS das web aulas.

Adaptações no projeto arquitetônico, de forma a viabilizar o acesso às dependências do polo.

A produção de audiolivros.

7.6 Metodologia do Centro de Educação a Distância

A Universidade Anhanguera-Uniderp assegura a criação, execução, avaliação, difusão e gestão dos


projetos e experiências em educação a distância com interatividade, congregando equipe multidisciplinar
das diversas áreas do conhecimento, que estão sob a responsabilidade do Centro de Educação a
Distância, e visa ampliar as oportunidades de inclusão social e de participação igualitária aos bens
educacionais, culturais e econômicos.

Por meio da oferta de Cursos de Graduação a Distância objetiva-se possibilitar o acesso ao Ensino
Superior àqueles que tenham concluído o Ensino Médio e buscam opções de continuidade de estudos,
em qualquer lugar do país. Também, a de promover maior autonomia dos estudantes no processo de
estudar e socializar conhecimentos.

O Centro de Educação a Distância da Universidade Anhanguera-Uniderp utiliza diferentes metodologias


para a oferta dos cursos, considerando as características e necessidades da demanda, as
peculiaridades locais, a estrutura física dos polos de apoio presencial, bem como a necessidade de
implementar novas estratégias que acompanhem as transformações exigidas pela sociedade
contemporânea e os avanços tecnológicos. Para tal, desenvolve metodologias próprias e adequadas às
necessidades dos alunos e da própria modalidade, com recursos didáticos e possibilidades de
comunicação combinadas e integradas de acordo com o projeto pedagógico de cada curso.

Temos previstos dois modelos de oferta para graduação a distância, sendo o Modelo EAD Semi-
presencial e o Modelo EAD Online. Em ambos os modelos temos as aulas ministradas por professores
EAD com formação na área, interação síncrona e assíncrona pela Internet e materiais didáticos
disponibilizados com antecedência para os alunos por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).

No modelo EAD Semi-presencial, o aluno precisa ir ao polo de apoio presencial duas vezes na semana
para encontros presenciais obrigatórios. Nesses encontros ele assiste às transmissões das aulas via
satélite e realiza as atividades presenciais contando com o apoio, acompanhamento e orientação de um
tutor presencial, graduado na área do curso. Esses momentos possibilitam a discussão dos conteúdos
tratados nas aulas, sua aplicação, análise e crítica. As atividades de autoaprendizagem são
supervisionadas pelo professor EAD e pelo tutor a distância por meio do Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA).

No modelo EAD Online, o aluno não precisa ir ao polo de apoio presencial semanalmente e o processo
de ensino e aprendizagem é norteado pelas novas tecnologias da informação e da comunicação. Neste
modelo, o Ambiente Virtual de Aprendizagem, o AVA, é a sala de aula do aluno. Nele, o aluno assiste às
aulas gravadas, tem acesso a roteiros de estudo, materiais de apoio, ao Caderno de Atividades para
autoestudo e fixação de conteúdo e recebe orientações sobre suas atividades avaliativas em forma de
desafio. Todas essas atividades são acompanhadas por um tutor a distância que atende os alunos off-
line, por meio de mensagens ou ao vivo em horários previamente estipulados. Neste modelo o aluno tem
vínculo com o polo de apoio presencial de sua escolha e, embora não necessite ir até o polo
semanalmente, a presença é obrigatória no encontro inaugural com o Coordenador Acadêmico EAD, e
também nos dias destinados às provas oficiais e entrega de atividades complementares.

Uma das características dos Cursos de graduação oferecidos na modalidade a Distância é a flexibilidade
em relação ao espaço e tempo, o que permite ao aluno estudar onde e quando quiser.

A interatividade entre os Coordenadores de Curso, professores EAD, tutores presenciais, coordenadores


acadêmicos e tutores a distância é estimulada e realizada permanentemente e de forma integrada por
meio das tecnologias, tanto para a capacitação dos envolvidos como para a orientação e
acompanhamento das atividades a distância.A modalidade EAD Online recebe deliberação favorável
na resoluções 001/CONSU/2013-A e 002/CONEPE/2013-A, que por sua vez
está amparada pela portaria Nº 4.069, de 29 de novembro de 2005 e pelo parecer CNE/CES Nº 52/2013,
nos termos do artigo 11 da Resolução CNE/CES 3/10, referente ao recredenciamento da Universidade
Anhanguera-Uniderp publicado no D.O.U Nº 97 de 22 de maio de 2013.
9. Ementas e Bibliografias

As ementas e as respectivas bibliografias das disciplinas que compõem a matriz curricular são
apresentadas a seguir. As bibliografias básicas e complementares seguem as orientações emanadas
pela Secretaria de Educação a Distância (SEED/MEC), levando-se em consideração a disponibilidade
física da bibliografia básica nos polos de apoio presencial e o acesso virtual às bibliografias
complementares.

Para os alunos do Curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar na modalidade a distância na matriz


curricular, o chamado livro principal é parte do Programa Livro-Texto (PLT), escrito por autores
consagrados e publicado por editoras comerciais, customizados para o Grupo Anhanguera Educacional
S.A.

A bibliografia complementar é disponibilizada em meio digital para consulta via internet no polo de apoio
presencial, de forma gratuita aos alunos, garantindo-se as condições necessárias para a acessibilidade
de todos os estudantes à bibliografia disponível em ambiente virtual, incluído necessariamente o acesso
e disponibilidade de uso de computadores conectados à internet

Conforme os instrumentos de Avaliação para reconhecimento de cursos emanados pelo Instituto


Nacional de Pesquisas Educacionais (INEP), bem como as orientações dadas pela Secretaria de
Educação a Distância (SEED/MEC), por causa das especificidades dos cursos de graduação na
modalidade a distância, as bibliografias complementares são exclusivamente baseadas em recursos
digitais, preferencialmente abertos e gratuitos para acesso dos alunos.

O grupo Anhanguera Educacional disponibiliza também aos alunos dos cursos na modalidade a
distância da Universidade Anhanguera-Uniderp o acesso à biblioteca virtual. Trata-se de uma série de
coleções organizadas de documentos eletrônicos, onde cada fonte de informação é organizada quanto
ao seu conteúdo e identificação de forma descritiva.

A Universidade Anhanguera-Uniderp realiza semestralmente a revisão e indicação de bibliografias


complementares digitais levando em consideração o dinamismo das informações disponíveis na internet
e os princípios de maior qualidade e atualidade possível nas leituras indicadas.
1ª Série

Epidemiologia

Ementa:

Aspectos históricos da Epidemiologia: conceito e aplicação; Medidas em Saúde Coletiva: estudo dos
determinantes epidemiológicos, aplicação da estatística, elaboração de gráficos e tabelas; Abordagem
Descritiva em Epidemiologia: incidência, quantificação do processo doença; Vigilância Epidemiológica
com Ênfase na Área Hospitalar: conceito, aplicação, surtos, investigação epidemiológica.

Bibliografia Básica

MEDROSO, Roberto de A. Epidemiologia. 2ª edição. São Paulo: Editora Atheneu,

2009.(Livro principal).

FONTINELE JR, Klinger. Administração hospitalar. 1. ed. Goiânia: AB Editora, 2002.

CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Saúde paideia. São Paulo: Hucitec, 2003.

Bibliografia Complementar

BARATA, Rita Barradas. Epidemiologia social. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-790X2005000100002. Acesso em 17 de
março de 2012. GOLDBAUM , Moisés . Epidemiologia e serviços de saúde. Disponível
em:http://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S0102-311X1996000600010&script=sci_arttext. Acesso em
01 jul. 2011.

OLIVEIRA, Maria Regina Fernandes de. Áreas de aplicação da epidemiologia nos serviços de saúde.
Epidemiol. Serv. Saúde, jun. 2009, vol.18, no.2, p.105-106. ISSN 1679-4974.

Disponível em: http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/ess/v18n2/v18n2a01.pdf. Acesso em 17 de março de 2012.

REVISTA DE EPIDEMIOLOGIA. Epidemiologia e Serviços de Saúde. Disponível em:

http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1679-4974&lng=pt&nrm=iso Acesso em 17 de
março de 2012.

REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA. Epidemiologia nas Políticas, Programas e Serviços de


Saúde. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-
790X2005000500004 Acesso em 17 de março de 2012.
Comportamento Organizacional

Ementa

Comportamento Organizacional. Visão Sistêmica. Mudança Organizacional. Comportamento Individual.


Formação dos grupos. Equipe. Liderança. Ética e Competitividade. A nova administração. Comunicação.

Bibliografia Básica:

CARAVANTES, G.R.; CARAVANTES, C.B.; KLOECKNER, M.C. Comportamento organizacional e


comunicação. Porto Alegre, RS: AGE, 2008. (Livro principal).

WAGNER III, J.A.; HOLLENBECK, J.R. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva.
São Paulo: Saraiva, 1999.

ROBBINS, S. P. Comportamento organizacional. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005.

Bibliografia Complementar:

PFEFFER, Jeffrey. A distribuição do poder. Disponível em: <http://www.hsm.com.br/artigos/jeffrey-


pfeffer-de-onde-vem-o-poder>.

Acesso em: 27 jan.2012

QUADROS, Dante; TREVISAN, Rosi Mary.Comportamento Organizacional. Disponível em:


<http://www.fae.edu/publicacoes/pdf/cap_humano/1.pdf>.

Acesso em 17 de março de 2012.

PALMA. Patrícia Jardim da; CUNHA. Miguel Pina e; LOPES. Miguel Pereira. Comportamento
organizacional positivo e empreendedorismo: Uma influência mutuamente vantajosa. Revista
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO, 2007, VOL. 13, N.º 1, 93-114. Disponível em:
<http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/cog/v13n1/v13n1a06.pdf>

Acesso em 04 de jun de 2012.

SAMPAIO, Karla. Princípios do comportamento organizacional.

Disponível em: <http://www.administradores.com.br/informe-/artigos/comportamento-organizacional-


principios/13911/>.

Acesso em: 27 jan. 2012.

SILVA, Vilma Tupinambá. Comportamento organizacional em tempos de mudança.

Disponível em: < http://www.castelobranco.br/sistema/novoenfoque/files/08/07.pdf>. Acessoem: 27 jan.


2012.
Gestão de Pessoas

Ementa

Os novos desafios da Gestão de Pessoas, Agregando pessoas; Aplicando Pessoas,

Recompensando Pessoas, Desenvolvendo Pessoas, Mantendo Pessoas, Monitorando Pessoas, O


Futuro da Gestão de Pessoas.

Bibliografia Básica:

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações.
7. reimp. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. (Livro principal).

CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando pessoas: o passo decisivo para a administração participativa. São
Paulo: Makron Books, 1997.

LACOMBE, Francisco. Recursos humanos: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2005.

Bibliografia Complementar

AGUIAR, Gisele de A. Souza. Absenteísmo: suas principais causas e consequências em uma empresa
do ramo de saúde. Revista de Ciências Gerenciais, v. 13, n. 18, 2009. Disponível em:

<http://www.sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rcger/article/view/1314/869>. Acesso em17 de março


de 2012.

ALVES, Lilian F.; OZAKI, Y. Em busca da gestão estratégica da rotatividade de pessoal: estudo realizado
na empresa A. Rela S.A. Revista de Ciências Gerenciais, v.13, n.18, 2009. Disponível em:

<http://www.sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rcger/article/view/1172/864>. Acesso em: 17 de março


de 2012.

BEZERRA, A. L. Q. Editorial. Os desafios na gestão de pessoas. Revista Eletrônica de Enfermagem, v.


6, n. 2, 2004. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/fen>. Acesso em: 27 jan. 2012.

REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS-ERA. ISSN 0034-7590. Disponível


em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S003475902009000300004&script=sci_arttext>.Acesso em: 27
jan. 2012.

REVISTA CESUMAR Ciências Humanas e Sociais aplicadas.Disponível em:


<http://www.cesumar.br/pesquisa/periodicos/index.php/revcesumar/index>.

Acesso em: 27jan. 2012.


Ética e Relações Humanas no Trabalho

Ementa:

Atualidade e a importância da ética nos âmbitos individual, empresarial e social. História do conceito de
ética, desde a Antiguidade até os dias de hoje. Definições de ética propostas por pensadores clássicos e
contemporâneos ao longo da história. Relação entre ética e moral. Campo de atuação da ética no
contexto empresarial. Conceito de ética e suas relações com os conceitos de liberdade e
responsabilidade. Ética como parte essencial da formação profissional.

Bibliografia Básica:

MATOS, Francisco Gomes. Ética na gestão Empresarial: da conscientização à ação. São Paulo: Saraiva,
2006. (Livro principal).

PONCHIROLLI, Osmar. Ética e responsabilidade social empresarial. Curitiba: Juruá, 2009.

SOUZA, H; RODRIGUES, C. Ética e cidadania. São Paulo: Moderna, 2002.

Bibliografia Complementar

BARBOSA, Maria Cristina Mesquita. A Formação do Administrador de Empresa na

Sociedade Global: Perspectivas e Contradições do Ensino de Filosofia e Ética. Rev.

Educação.v8,nº8(2005). Disponível em:


<http://sare.unianhanguera.edu.br/index.php/reduc/article/view/192/188>

Acesso em: 26 jan. 2012.

CADERNOS DE PESQUISA. Periódico da Fundação Carlos Chagas.

Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0100-

1574&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 17 de março de 2012.

ENRIQUEZ, Eugène. Os desafios éticos nas organizações modernas. Rev. adm. empres. [online].
1997, vol.37,n.2, pp. 6-17. ISSN 0034-7590. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/rae/v37n2/a02v37n2.pdf> Acesso em: 26 jan. 2012.

KOERICH, Magda Santos; MACHADO, Rosani Ramos; COSTA, Eliani. Ética e bioética: para dar início à
reflexão. Texto contexto - enferm. [online]. 2005, vol.14, n.1, pp. 106-110. ISSN 0104-0707. Disponível
em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v14n1/a14v14n1.pdf>

Acessoem: 26 jan. 2012.

REVISTA BIOÉTICA. Revista de Bioética e Ética Médica publicada pelo Conselho Federal de Medicina.
Disponível em: <http://www.portalmedico.org.br/revista/bio14v1/index.htm>.

Acesso em 17 de março de 2012.


Desenvolvimento Pessoal e Profissional

Ementa

O mundo como você vê. Eu e os outros (Competência Social). Eu, você, nós: comunicar é preciso. O
Mundo do Trabalho. Projeto de vida. Processo Seletivo. Desbravando o mundo digital. Conquistando o
mundo - sua independência financeira. Diversidade cultural e cidadania; História e Cultura Afro-
brasileira. História Africana; A luta dos negros no Brasil; A influência da cultura africana no aspecto social,
cultural, religioso e econômico brasileiro.

Bibliografia Básica:

CINTRA, Josiane C.; CAMPOS, Keli C.L.; OLIVO, Rodolfo L.F.; BONFIM, Tatiane R. e OZAKI, Yaeko.
Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Editora Anhanguera Publicações, 2011, PLT 412. (Livro
principal).

CILETTI, Corene. Marketing pessoal. Edutora.Cengage Learning, 2010.

GEMIGNANI, Orlando; CALEGARI, Maria de Luz. Temperamento e carreira: desvendando o enigma do


sucesso. 1. ed. São Paulo: Summus, 2006.

Bibliografia Complementar:

BALASSIANO, Moisés; VENTURA, Elvira Cruvinel Ferreira; FONTES FILHO, Joaquim Rubens.
Carreiras e cidades: existiria um melhor lugar para se fazer carreira?. Rev. adm. contemp., v. 8, n.3, p.
99-116, set. 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br>. Acesso em: 27 jan. 2012. ISSN 1415-6555.

LEMOS, Ana Heloisa da Costa; DUBEUX, Veranise Jacubowski Correia; PINTO, ario Couto Soares.
Educação, empregabilidade e mobilidade social: convergências e

divergências/Education, employabilitiy and social mobility: divergences and convergences.

Cad. EBAPE.BR, v. 7, n. 2, p. 368-384, jun. 2009. GRA, TAB. Disponível em:


<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512009000200012 >. Acesso em: 27
jan. 2012.

MALDANER, Iandra Souza et al. Treinamento e desenvolvimento: aproximando pessoas. Revista de


Ciências Gerenciais, v. 13, n. 18, 2009. Disponível em:
<http://www.sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rcger/article/view/1008/861>. Acesso em 17 de março
de 2012.

SEGNINI, Liliana Rolfsen Petrilli. Educação e trabalho: uma relação tão necessária quanto insuficiente.
São Paulo Perspec., v.14, n.2, p.72-81, jun. 2000. ISSN 0102-8839. 16h00. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-88392000000200011 >. Acesso em: 27
jan. 2012.
SIMAS JUNIOR, Paulo Ferreira. A importância da gestão de pessoas no sucesso da organização.
Revista de Ciências Gerenciais, v. 13, n. 18, 2009. Disponível em:
<http://www.sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rcger/article/view/1283/867>. Acesso em 17 de março
de 12.

2ª Série

Humanização e Atendimento Hospitalar

Ementa:

Conceito de humanização dos serviços de saúde e sua evolução histórica. Estudo dos processos de
humanização dos serviços de saúde. Humanização hospitalar um conceito em construção.
Compreensão do Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar. As interfaces da
humanização com as políticas de saúde. Estudo dos parâmetros e processo de humanização no Brasil.
A Saúde Pública Humanizada: dilemas e desafios atuais e sua contextualização dentro do SUS. Gestão
Hospitalar: administração centrada no processo de humanização. A cultura institucional da humanização:
o comportamento dos trabalhadores e o processo de humanização.

Bibliografia Básica

CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Um Método para Análise e Co-Gestão de Coletivos. São Paulo:
Editora Hucitec, 2005.

RIBEIRO, Antonio de Lima (Org.). Administração dos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Saraiva,
2004. V.1.

MAXIMINIANO, Antonio C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à

revolução. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

Bibliografia Complementar

BACKES, Dirce Stein; LUNARDI, Valéria Lerch; LUNARDI FILHO, Wilson D. A

Humanização hospitalar como expressão da ética. Disponível em:


<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010411692006000100018&lng=pt&nrm=iso>.
Acesso em 17 de março de 2012.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde Programa Nacional de Humanização


da Assistência Hospitalar /Ministério da Saúde, Secretaria de Assistência à Saúde. Brasília: Ministério da
Saúde. 60p.: il. (Série C. Projetos, Programas e Relatórios, n. 20). Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnhah01.pdf Acesso em 17 de março de 2012.

CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Humanização na saúde: um projeto em defesa da vida. Disponível
em http://www.scielo.br/pdf/icse/v9n17/v9n17a16.pdf . Acesso em 17 de março de 2012.

MELLO, Inaiá Monteiro. Humanização da Assistência Hospitalar no Brasil: conhecimentos básicos para
estudantes e profissionais. Livro disponível em:
http://www.hcnet.usp.br/humaniza/pdf/livro/livro_dra_inaia_Humanizacao_nos_Hospitais_do_Brasil.pdf
Acesso em 17 de março de 2012.

MOTA, Roberta Araújo; MARTINS, Cileide Guedes de Melo; VÉRAS, Renata Meira. Papel dos
profissionais de saúde na política de Humanização hospitalar. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/pe/v11n2/v11n2a10.pdf>. Acesso em 17 de março de 2012.

Administração de Materiais e Logística

Ementa

Conceito de cadeia de suprimento e logística. Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Vantagem


competitiva: entendimento da cadeia de suprimentos e a logística. A logística e o valor para o cliente.
Custos logísticos e o desempenho da organização. Cadeia responsiva: produção empurrada e puxada.
Gerenciamento do lead time: ciclos de produção, competição, estoques reduzidos e logística de
reposição. Cadeia de suprimento: convencional e virtual. O canal globalizado e o marketing na cadeia de
suprimento: globalização das organizações, produção, estratégias de distribuição e marketing. A gestão
da cadeia de suprimento como rede.

Bibliografia Básica:

DIAS, Marco A. P. Administração de Materiais: Princípios, Conceitos e Gestão. 6ª Ed. SP Atlas, 2009.
(Livro principal).

DORNIER, P.; ERNEST, R.; FENDER, M.; KOUVELIS, P. Logística e operações globais: textos e
casos.Tradução: Arthur Itagaki Utiyama. São Paulo: Atlas, 2000.

BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de
suprimento. São Paulo: Atlas, 2001.

Bibliografia Complementar:

47 COSTA, Jaciane Cristina et al. A gestão da cadeia de suprimentos: teoria e prática. Disponível em :
http://pt.scribd.com/doc/59242695/A-Gestao-Da-Cadeia-de-Suprimentos- Teoria-e-Pratica Acesso em
17 de março de 2012.

CORREA, Rinaldi da Silva; SACOMANO NETO, Mario. Cadeia de suprimentos (sc) a importância da
escolha do método de custeio na gestão dos custos logísticos.Disponível em:
<http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/4mostra/pdfs/491.pdf>. Acesso em 17de março de
2012.

JUNIOR, Paulo Vanderlei Cassanego. Logística de materiais no agribussines: um estudo de caso.


Disponível em:
http://www.ead.fea.usp.br/semead/9semead/resultado_semead/trabalhosPDF/346.pdf Acesso em 17 de
março de 2012.

MEDEIROS, Saulo Emmanuel Rocha de; LAGIOIA, Umbelina Cravo Teixeira; FALK, James Anthony;
RIBEIRO FILHO, José Francisco; LIBONATI, Jeronymo José; MACIEL, Carolina Veloso. Logística
hospitalar: um estudo sobre as atividades do setor de almoxarifado em hospital púbico. Disponível em:
http://cascavel.ufsm.br/revistas/ojs-2.2.2/index.php/reaufsm/article/viewFile/1278/751 Acesso em 17 de
março de 2012.

REVISTA CIÊNCIA E SAÚDE COLETIVA. A organização do abastecimento do hospital público a partir da


cadeia produtiva: uma abordagem logística para a área de saúde. Disponível em <
http://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S1413-

81232007000400016&script=sci_arttext >. Acesso em 17 de março de 2012.

Processos Gerenciais

Ementa

Planejamento: estratégico, tático e empresarial. Desenho das empresas: organizacional, departamental


e modelagem de trabalho. Aspectos gerenciais: direção, gerência e supervisão. Análise das informações
e seu respectivo fluxo nas organizações. Estudo do fluxo de processos e suas relações com o fluxo de
informações existentes nas empresas.

Estabelecimento de relações entre colaboradores e liderança gerencial. Estudo sistêmico das


comunicações no processo de gestão. Controle estratégico, tático e operacional.

Bibliografia Básica

CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. v. 1.
(Livro principal).

RIBEIRO, Antonio de Lima (Org.). Administração dos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Saraiva,
2004. v. 1.

MAXIMINIANO, Antonio C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à

revolução. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009

Bibliografia Complementar

BAZZOTTI, Cristiane &GARCIA, Elias. A importância do sistema de informação gerencial para tomada.
Disponível em: http://www.san.uri.br/~regiane/wp-ontent/uploads/2010/11/artigo.PDF

Acesso em 17 de março de 2012.

CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; AMARAL, Márcia Aparecida do. A clínica ampliada e
compartilhada, a gestão democrática e redes de atenção como referenciais teórico- operacionais para
a reforma do hospital.

Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/%0D/csc/v12n4/04.pdf . Acesso em 17 de março de 2012

Da Silva, DG, Dos Reis, LB,Marinho Chrizóstimo, M., Carvalho Alves. A concepção do enfermeiro
sobre gerenciamento do custo hospitalar.
Disponível em: http://scielo.isciii.es/pdf/eg/n19/pt_administracion2.pdf

Acesso em 17 de março de 2012.

MISHIMA, Silvana Martins; VILLA,Tereza Cristina Scatena; GOMES, Elizaheth Laus Ribas; PRATALI,
Maria Tereza Romão; SILVA, Eliete Maria; ANSELMI, Maria Luiza. O sistema de informações no
processo gerencial dos serviços de saúde: algumas reflexões. Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11691996000700009 Acesso em 17 de
março de 2012.

ROSSI, Flavia Raquel; LIMA, Maria Alice Dias da Silva. Fundamentos para processos gerenciais na
prática do cuidado. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0080-
62342005000400013&script=sci_arttext Acesso em 17 de março de 2012.

Tecnologia de Gestão

Ementa

Evolução histórica da Ciência da Administração. Conceito de Organização. Introdução a gestão


organizacional e consultoria. Estudo da gestão da qualidade. Processos de terceirização de serviços.
Benchmarking. Open-book Management. Estudo da reengenharia nos processos. Empowerment.
Modelos de gestão organizacional. Aspectos da aprendizagem organizacional. Sistemas de informações
Gerenciais e tecnologia da informação. Seis Sigmas: aspectos históricos, estrutura, ferramentas,
implementação e tendências. Organizações e meio ambiente: questões ambientais, impactos ambientais
e responsabilidade ambiental. Ética empresarial.

Bibliografia Básica:

FRANCO, Décio Henrique (Org.). Tecnologia e ferramentas de gestão. Campinas, SP: Alínea, 2009. PLT
(Livro principal).

RIBEIRO, Antonio de Lima (Org.). Administração dos novos tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Saraiva,
2004. v.1.

LEIDNER, Dorothy E.; Turban, Efraim; WETHERBE, James C.; MCLEAN, Ephraim. Tecnologia da
informação para gestão: transformando os negócios na economia digital. 6. ed. São Paulo: Bookman
Companhia ED, 2010.

Bibliografia Complementar

DIAS, Elizabeth Costa et al. Saúde ambiental e saúde do trabalhador na atenção primária à saúde, no
SUS: oportunidades e desafios. Ciênc. saúde coletiva [online], v.14, n.6, p. 2061- 2070, 2009. ISSN
1413-8123. doi: 10.1590/S1413-81232009000600013. Disponível em: <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext_pr&pid=S1413-
81232009010700001&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt >

Acesso em: 27 jan. 2012.


GRAZIANO, Uchikawa Kazuko; LACERDA, Rúbia Aparecida; TURRINI, Ruth Teresa Natália; BRUNA,
Camila Quartim de Moraes; SILVA, Cristiane Pavanello Rodrigues; SCHMITT, Cristiane; MORIYA,
Giovana Abrahão de Araújo; TORRES, Lílian Machado.

Indicadores de avaliação do processamento de artigos odonto-médico-hospitalares: elaboração e


validação. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v43nspe2/a05v43s2.pdf >.

Acesso em: 27jan. 2012.

MUNHOZ, Sarah; RAMOS, Laís Helena; CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm. Eficiência e eficácia do
desempenho da enfermagem em procedimentos técnicos. Disponível em:

< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 71672008000100010&lng=pt&nrm=isso


>.

Acesso em 17 de março de 2012.

PACKER, Abel Laerte; TARDELLI, Adalberto Otranto; CASTRO, Regina Célia Figueiredo. A distribuição
do conhecimento científico público em informação, comunicação e informática em saúde indexado nas
bases de dados MEDLINE e LILACS. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s1413-
81232007000300009&script=sci_arttext >. Acesso em: 27 jan. 2012.

SANTANA, Vilma Sousa et al. Gravidade dos acidentes de trabalho atendidos em serviços de
emergência. Rev. Saúde Pública, v.43, n.5, p. 750-760, 2009. Epub 25-set-2009. ISSN0034-8910. doi:
10.1590/S0034-89102009005000061. Disponível em:

< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext_pr&pid=S0034-
89102009010600002&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt >.

Acesso em 17 de março de 2012.

Responsabilidade Social e Meio Ambiente

Ementa

Ecossistemas. Aquecimento Global. A natureza e o comportamento dos Sistemas Naturais. Objetivos de


Desenvolvimento do Milênio. Reversão de tendências. Sustentabilidade. Responsabilidade Empresarial.
Marketing Sustentável. Educação Ambiental para um cidadão global.

Bibliografia Básica

CARBONARI, Maria Elisa Ehrhardt, ET AL.... Sustentabilidade na prática: fundamentos, experiências e


habilidades. 1ª Edição, Valinhos, AP, 2011. PLT 413. (Livro principal). OLIVEIRA, Jose A. Puppim de.
Empresas na sociedade: sustentabilidade e responsabilidade social. 1. ed. São Paulo: Campus, 2008.
v.1.
TRANSFERETTI, Jose A. Ética e responsabilidade social. 1. ed. São Paulo: Alínea, 2006. v.1.

Bibliografia Complementar

ARAGÃO, Amailson da Mata et al. Responsabilidade Social. Disponível em:

http://www.uesb.br/admosfera/index.php?s=responsabilidade_social

Acesso em 17 de março de 2012.

FRANCO NETTO, Guilherme. Meio ambiente, saúde e desenvolvimento sustentável.

Disponível em: < http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

81232009000600004&nrm=iso&tlng=PT >>.

Acesso em 17 de março de 2012.

GONÇALVES, Aguinaldo; DESIDERIO, Andréa; GUTIERREZ, Gustavo Luis. A responsabilidade social


das empresas. Disponível em http://200.145.171.5/ojs-

2.2.3/index.php/orgdemo/article/viewFile/396/296

Acesso em 17 de março de 2012.

MAIMON, Dalia. Sustentabilidade, uma onda que veio para ficar. Disponível em
http://www.ie.ufrj.br/lares/revista/index.php/desafiosustentavel/article/view/29/13 Acesso em 17 de março
de 2012.

QUEIROZ, Fábio Albergaria de. Subdesenvolvimento Sustentável.

Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-


85292009000100007&nrm=iso&tlng=PT >.

Acesso em 17 de março de 2012.


3ª Série

Economia e Política de Saúde no Brasil

Ementa:

As Políticas de Saúde e o Desenvolvimento Econômico e Social no Brasil. Os Modelos Assistenciais de


Saúde e as alternativas atuais. A Questão da Saúde no Brasil: da prática liberal à intervenção do Estado.
Tendência de desenvolvimento econômico-social e político.

A Política de Saúde na década de 1980: construção do Projeto de Reforma Sanitária: democratização


política x crise econômica. Universalização do acesso; a concepção de saúde como direito social e
dever do Estado; a reestruturação do setor através da estratégia do Sistema Unificado de Saúde.
Financiamento efetivo e a democratização do poder. Conselhos de Saúde. Projeto de Saúde voltado
para o mercado - anos 90: redirecionamento do papel do Estado, influenciado pela política de ajuste
Neoliberal. Reforma Sanitária. Descentralização e Municipalização. Pacto pela Saúde.

Bibliografia Básica:

O FINANCIAMENTO da SAÚDE no Brasil. Produzido pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde


(CONASS). Brasília: Editora Coleção Pró Gestores, 2007. (Livro principal).

FOLLAND, Sherman; GOODMAN, Allen C.; STANO Miron. A economia da saúde. 5. ed. São Paulo:
Bookman, 2005.

DESVIAT, Manuel. A reforma psiquiátrica. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999.

Bibliografia Complementar:

CARVALHO Déa Mara Tarbes de. Financiamento da assistência médico-hospitalar no Brasil. Disponível
em: < http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

81232007000400010&lang=pt&tlng=p t >. Acesso em: 30 jan. 2012.

DAIN, Sulamis. Os vários mundos do financiamento da saúde no Brasil: uma tentativa de integração.
Disponível em: < http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

81232007000700008&lang=pt&tlng=PT >. Acesso em: 30 jan. 2012.

PORTO, Marcelo Firpo; MARTINEZ-ALIER, Joan. Ecologia política, economia ecológica e saúde
coletiva: interfaces para a sustentabilidade do desenvolvimento e para a promoção da saúde. Disponível
em: http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
311X2007001600011&lang=pt&tlng=pt >. Acesso em: 30 jan. 2012.

REVISTA DA ASSOCIAÇÃO MEDICA BRASILEIRA. Economia da atenção à saúde ou economia da


saúde? Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
42302001000400004&nrm=iso&tlng=pt> . Acesso em 17 de março de 2012.

VIANNA , Cid Manso de Mello. Economia, tecnologia e saúde. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-

73312011000200001&nrm=iso&tlng=pt> . Acesso em 17 de março de 2012.

Administração de Serviços de Terceiros

Ementa

Contrato Administrativo. Prestação de Serviços. Responsabilidade do contratante. Principais


aspectos históricos da terceirização trabalhista. Conceito e características gerais. A aplicação da
terceirização. O princípio da dignidade da pessoa humana nas relações de terceirização trabalhista.
Reflexos no direito trabalhista.

Bibliografia Básica

SALOMO, Jorge Del Rey. Contratos de prestação de serviços. (Livro principal).

DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Parcerias na administração pública: concessão,

permissão, franquia, terceirização, parceria público-privada e outras formas. São Paulo: Atlas, 2006.

MARTINS, Sergio Pinto. A terceirização e o direito do trabalho. 10. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas,
2010.

Bibliografia Complementar

CHIACHIO, João Batista. "Contratinhos": os riscos de uma parceria mal contratada. Jus Navigandi,
Teresina, ano 14, n. 2351, 8 dez. 2009. Disponível em: <http://jus.uol.com.br/revista/texto/13983>.
Acesso em: 17 de março de 2012.

CHERCHGLIA. Mariângela Leal. Terceirização do trabalho nos serviços de saúde: alguns aspectos
conceituais, legais e pragmáticos. Disponível em:
http://www.opas.org.br/rh/publicacoes/textos_apoio/pub04U3T5.pdf

Acesso em 19 de março de 2012.

NOVAES, Gretchen Lückeroth. A boa-fé objetiva no direito civil. Jus Navigandi, Teresina, ano 15, n. 2572,
17 jul. 2010. Disponível em: <http://jus.uol.com.br/revista/texto/16986>.

Acesso em 17 de março de 2012.

REVISTA SCIENTIA IURIS. A interpretação dos contratos de prestação de serviços de saúde à luz do
princípio da dignidade da pessoa humana. Disponível em:
http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/iuris/article/view/7620
Acesso em 19 de março de 2012.

TADDEI, Marcelo Gazzi. Contrato de representação comercial ou agência: análise das questões
controvertidas no âmbito da doutrina e da jurisprudência. Jus avigandi, Teresina, ano 15, n. 2544, 19 jun.
2010. Disponível em: < http://jus.uol.com.br/revista/texto/15059 > Acesso em: 17 de março 2012.

Contabilidade Geral e Custos

Ementa

Conceitos de contabilidade gerencial. Identificação de informações: custos. Índices de desempenho


financeiro de unidades de saúde. Conceitos e estruturação de balanço patrimonial.

Bibliografia Básica

BERTI, Anélio. Contabilidade e Analise de Custos. 2ª Edição atualizada. Curitiba: Editora Juruá, 2009.
(LIVRO PRINCIPAL)

BEULKE, Rolando e Bertó, Dalvio José. Gestão de Custos e Resultado na Saúde. 2º Ed.rev. e ampl.
São Paulo : Saraiva, 2000.

CHING, Hong Yuh. Manual de Custos de Instituições de Saúde: Sistemas radicionais e Custos e Sistema
de custeio ABC. São Paulo: Atlas, 2001.

Bibliografia Complementar

CONCEIÇÃO. H; OLIVEIRA; R.; CARVALHO, A. A contabilidade de custos e o processo decisório.


Disponível em: < http://www.intercostos.org/documentos/Carvalho%20Filho.pdf >.

Acesso em: 30 jan. 2012.

BITTENCOURT, Otavio Neves da Silva. O emprego do método de custeio baseado em atividades -


activity-based costing (ABC) - como instrumento de apoio à decisão na área hospitalar. Disponível
em: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/2803/000238802.pdf?sequence=1>.Acesso
em: 30 jan. 2012.

MIRANDA, Cláudio da Rocha. Gerenciamento de Custos em Planos de Assistência à Saúde.


Disponível em:
http://www.ans.gov.br/portal/upload/biblioteca/TT_AS_20_ClaudioMiranda_GerenciamentodeCusto.pdf .
Acesso em 17 de março de 2012.

REVISTA ELETRÔNICA DE CONTABILIDADE. Histórico dos sistemas de custos. v. 3, n. 1, jan./jun.


2006. 5. 3. Contabilidade geral e contabilidade de custos. Disponível em: <
http://w3.ufsm.br/revistacontabeis/anterior/artigos/vIIIn01/a08vIIIn01.pdf >. Acesso em: 30jan. 2012.

SILVA,Letícia Krauss. Avaliação tecnológica e análise custo-efetividade em saúde: aincorporação de


tecnologias e a produção de diretrizes clínicas para o SUS. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/csc/v8n2/a14v08n2.pdf . Acesso em 17 de março de 2012.

Comunicação e Atendimento ao Cliente

Ementa

A Comunicação nas relações profissionais; Linguagem e formação de imagem; A importância da


comunicação não verbal no processo comunicativo; Princípios da mensagem eficaz; Importância do
atendimento ao cliente em todos os segmentos da sociedade;Padronização do atendimento. Técnicas
eficientes de atendimento ao cliente: pessoal, telefônico e virtual.

Bibliografia Básica

SILVA, Maria Julia Paes da, Comunicação tem remédio A comunicação nas Relações Interpessoais em
Saúde, Editora Edições Manole, 2010, PLT 444.(Livro principal).

TERCIOTTI, Sandra Helena; MACARENCO, Isabel. Comunicação empresarial. São Paulo: Saraiva
2009.

ZAMBOM, Marcelo Socorro. SILVA, Fábio Gomes da. Relacionamento com o cliente. São Paulo:
Thomson, 2006.

Bibliografia Complementar

CABRAL, Amanda Priscila de Santana; SOUZA, Wayner Vieira de. Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência (SAMU): análise da demanda e sua distribuição espacial em uma cidade do Nordeste
brasileiro. Rev. bras. epidemiol., v.11, n.4, p.530-540, dez. 2008. ISSN 1415- 790X. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-

790X2008000400002&lng=pt&nrm=iso >. Acesso em: 30 jan. 2012.

REVISTA INTERFACE. Comunicação, saúde e educação. Universidade Anhanguera Uniderp. Centro de


Educação a Distância. Disponível em: < http://www.interface.org.br/>. Acesso em 30 jan. 2012.

REVISTA INTERFACE. Comunicação, saúde e educação. Disponível em:


<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1414-3283&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 17 de
março de 2012.

SOUZA, Rômulo Cristovão de; FREIRE, Sergio Miranda; ALMEIDA, Rosimary Terezinha de. Sistema de
informação para integrar os dados da assistência oncológica ambulatorial do Sistema Único de Saúde.
Cad. Saúde Pública, v. 26, n. 6, p.1131-1140, jun. 2010. ISSN 0102-311X. Disponível em: <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
311X2010000600007&lng=pt&nrm=iso >. Acesso em: 30 jan. 2012.

TORALLES-PEREIRA, Maria Lúcia; SARDENBERG, Trajano; MENDES, Heloisa Wey Berti; OLIVEIRA,
Reinaldo Ayer de. Comunicação em saúde: algumas reflexões a partir da percepção de pacientes
acamados em uma enfermaria. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/csc/v9n4/a22v9n4.pdf> . Acesso em 17 de março de 2012

Direito e Legislação

Ementa:

Conceitos e doutrina das áreas de Direito Civil, Comercial, do Trabalho e Tributário. Direito Autoral e
Comércio Eletrônico e as relações jurídicas provenientes do uso da Internet.

Bibliografia Básica

PALAIA, N. Noções essenciais de direito. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2005. (Livro Principal)

MONTORO, André Franco. Introdução à ciência do direito. 27. ed. rev. e atual. pela equipe técnica da
Ed. Revista dos Tribunais . São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008. 686 p.

MERÌSIO, Patrick Maia. Noções gerais de direito e formação humanística. Série Provas e concursos.
São Paulo: Campus, 2010.

Bibliografia Complementar

DIAS, Helio Pereira. Direito sanitário. Disponível em:

<http://www.anvisa.gov.br/divulga/artigos/artigo_direito_sanitario.pdf>. Acesso em 17 de março de 2012.

FARIA, Jacqueline Borges de. A efetivação dos direitos sociais prestacionais e a atuação do Judiciário
brasileiro. Jus Navigandi, Teresina, ano 15, n. 2683, 5 nov. 2010. Disponível em:
<http://jus.uol.com.br/revista/texto/17775>. Acesso em: 8 fev. 2012.

FONSÊCA, Victor de Albuquerque Feijó. Soberania: o fim de uma premissa. Jus Navigandi, Teresina,
ano 16, n. 2752, 13 jan. 2011. Disponível
em:<http://jus.uol.com.br/revista/texto/18265 >. Acesso em: 30 jan. 2012.

MINISTERIO DA SAUDE. Manual de direito sanitário com enfoque na vigilância em saúde. Disponível
em: <http://www.saude.mt.gov.br/upload/documento/431/manual-direito-sanitario- [431-140911-SES-
MT].pdf>. Acesso em: 17 de março de 2012.

NETO, José de Souza Alves. Direitos fundamentais e a vinculação do poder público. Jus Navigandi,
Teresina, ano 15, n. 2717, 9 dez. 2010. Disponível em:
<http://jus.uol.com.br/revista/texto/17877>. Acesso em: 30 jan. 2012.
Projeto Interdisciplinar Aplicado a Tecnologia em Gestão Hospitalar I

Ementa:

Conceito e Metodologia para a Elaboração de Projetos. A natureza dos projetos em Saúde. Estrutura
Analítica de Projetos (EAP). Técnicas de planejamento e de controle de Projetos em Saúde.
Ferramentas computacionais para Gerência de Projetos.

Bibliografia Básica:

ARMANI, Domingos. Como elaborar projetos?: guia prático para elaboração e gestão de projetos sociais.
Porto Alegre: Tomo, 2000.

KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

MENEZES, Luis César de Moura. Gestão de projetos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

Bibliografias complementares

BERNARDES, Andrea;CECÍLIO, Luis Carlos de Oliveira; NAKAO, Janete R. S;

ÉVORA,Yolanda D. Martinez. Os ruídos encontrados na construção de um modelo

democrático e participativo de gestão hospitalar. Disponível em

<http://www.scielosp.org/pdf/csc/v12n4/05.pdf>. Acesso em 19 de março de 2012.

CAVASSINI, Ana Claudia Molina; LIMA, Silvana Andrea Molina; CALDERON, Iracema de Mattos
Paranhos; RUDGE, Marilza Vieira Cunha. Avaliações econômicas em Saúde: apuração de custos no
atendimento de gestações complicadas pelo diabete. Disponível em
<http://www.cqh.org.br/files/RAS_v12n46_p23-30.pdf>. Acesso em 19 de março de 2012.

MASSARANI, Luisa. Ciência, saúde e público. Disponível em:


<http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
311X2003000600001&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em 19 de março de 2012.

PINHO, Diana Lúcia Moura; ABRAHÃO, Julia Issy; FERREIRA, Mário César. As estratégias operatórias
e a gestão da informação no trabalho de enfermagem, no contexto hospitalar. Disponível em<
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692003000200005&lng=pt&nrm=isso >.
Acesso em 19 de março de 2012. São Paulo Medical Journal. Disponível em: <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1516- 318020120001&nrm=iso&lng=PT >.
Acesso em 19 de março de 2012.
4ª Série

Hotelaria Hospitalar

Ementa

Conceito de hospitalidade. A etimologia da palavra hospital. Os serviços hospitalares. O negócio da


saúde curativa. Os departamentos do hospital. Insumos e informações hospitalares. A estrutura
organizacional do hospital. As interfaces entre a hotelaria e os serviços da saúde.

Bibliografia Básica

TARAMBOULSI, Fadi Antoine. Administração de hotelaria hospitalar. Editora Atlas,

2006. PLT 359. CASTELLI, Geraldo. Hospitalidade. São Paulo: Saraiva, 2005.

GODOI, A. F. Hotelaria hospitalar e humanização no atendimento: pensando e fazendo. São Paulo:


Ícone, 2004.

Bibliografia complementar

BELTRAM, G. S ; CAMELO, A.C. Hotelaria hospitalar e alguns aspectos da gestão hospitalar


necessários para melhorar a qualidade no atendimento. Disponível em: <
http://www.fcv.edu.br/fcvempresarial/2008/FCV-2008-9.pdf >. Acesso em 17 de março de 2012.

ERHART, A. C; BOHRER, J. O. Serviços de Hotelaria Hospitalar: uma abordagem prática para


Implantação. Disponível em: < http://busca.unisul.br/pdf/87418_Andreia.pdf >. Acesso em 17 de março
de 2012.

MORGAN, A. Hotelaria hospitalar concilia restauração da saúde e hospitalidade. Disponível em <


http://www.cpt.com.br/artigos/hotelaria-hospitalar-restauracao-saude-hospitalidade > Acesso em 17 de
março de 2012.

SOUZA. Gislaine Gomes de Hotelaria hospitalar: conceitos da hotelaria adaptados ao setor hospitalar.
Disponível em: <
http://www.dadosefatos.turismo.gov.br/export/sites/default/dadosefatos/espaco_academico/premio_mtur/
downloads_premio_FGV/1.gislaine_gomes_de_souza_grad.pdf >Acesso em 17 de março de 2012.

SOUZA. Mariana Delega de; NAKASATO. Miyoko. A gastronomia hospitalar auxiliando na redução dos
índices de desnutrição entre pacientes hospitalizados. Disponível em: <http://www.saocamilo-
sp.br/pdf/mundo_saude/84/208-214.pdf>. Acesso em: 04 de jun de 2012.

Matemática Financeira e Estatística

Ementa:
Juros simples e compostos. Valor atual e montante. Fatores do valor futuro; Séries de Pagamentos:
uniforme, perpétua e variável. Empréstimos. Alternativas de investimentos. Estatística e a escolha da
metodologia de analise, tamanhos amostrais. Analise estatística de dados de ensaios clínicos.

Bibliografia Básica

GONZÁLEZ, Norton. Matemática básica, financeira, raciocínio lógico e estatística. Editora Ciência
Moderna. PLT 397.

BUSSAB, Wilton O; MORETTIN, Pedro A. Estatística básica. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.

ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

Bibliografia complementar

BARRETO, D. Matemática financeira prática. Disponível em: <


http://apostilas.netsaber.com.br/apostilas/577.pdf >.

Acesso em 19 de março de 2012.

DUARTE, Gabriella do Carmo Pantoja. Introdução à matemática e à administração

Financeira intervalar. Disponível em: < http://www.dimap.ufrn.br/~bedregal/Tese-

alunos/Gabriella.pdf > . Acesso em 19 de março de 2012.

GUEDES, Terezinha Aparecida (et al). Estatística. (In: projeto de Ensino Aprender Fazendo Estatística)
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAuKwAJ/estatistica Acesso em 04 de jun de
2012.

PUCCINI, Ernesto Coutinho. Matemática Financeira. Disponível em:


http://www.faad.icsa.ufpa.br/admead/documentos/submetidos/unidade1mf.pdf. Acesso em: 04 de jun de
2012.

Revista Isto é empresarial 09 - Como usar a Matemática Financeira. Coleção Gestão

Empresarial. Revista Isto é. Disponível em: http://ebooksgratis.com.br/tag/matematica-financeira Acesso


em 04 de jun de 2012.

Planejamento Financeiro e Orçamento

Ementa

Administração Financeira. Função. Objetivos. Áreas de decisão. Estrutura. Importância.Análise das


demonstrações financeiras. Balanço patrimonial. Demonstração do resultado do exercício. Fluxo de
caixa. Técnicas de análise. Indicadores. Análise vertical e horizontal. Planejamento financeiro. Metas.
Importância. Objetivos. Elaboração. Apresentação e acompanhamento. Análise do equilíbrio financeiro.
Ponto de equilíbrio. Margem de segurança. Administração do capital de giro. Contas a receber. Contas a
pagar. Estoques. Administração do caixa. Política de investimento e programa orçamentário. Orçamento
de investimento. Planejamento financeiro. Consolidação das análises. Formação do preço de venda.
Cálculo da viabilidade econômico-financeira de empreendimentos da área de saúde.

Bibliografia Básica

HOJI, Masakazu; SILVA, Hélio Alves da. Planejamento e controle financeiro. Editora Atlas, 2010. PLT
402.

GROPPELLI, A. A.; NIKBAKHT, Ehsan. Administração financeira. São Paulo: Saraiva, 2010. PLT204.

ABREU FILHO, José Carlos Franco de et al. Finanças corporativas. 5. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2005.

Bibliografia complementar

GOVERNO DE MINAS GERAIS. Manual para o gestor municipal de saúde. Disponível em: <
http://www.saude.mg.gov.br/publicacoes/planejamento-gestao-em-saude/sistema-de-gestao-do-
sus/sistema-de-gestao-do-sus/Manual%20do%20Gestor.pdf > Acesso em 19 de março de 2012.

IANESKO, J.A. Orçamento econômico-financeiro: uma contribuição relevante para a tomada de decisões
nas empresas. Disponível em:
<http://bdjur.stj.gov.br/xmlui/bitstream/handle/2011/18788/Or%C3%A7amento%20econ%C3%B4mico_fin
anceiro.pdf?sequence=2 b>.Acesso em 19 de março de 2012.

REVISTA CIENCIA E SAUDE COLETIVA. Planejamento e gestão em saúde: perspectivas e tendências.


Disponível em: <http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-

81232010000500001&nrm=iso&tlng=PT >. Acesso em 19 de março de 2012.

REVISTA CIENCIA E SAUDE COLETIVA. O planejamento nacional da política de saúde no Brasil:


estratégias e instrumentos nos anos 2000. Disponível em: <
http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232010000500012&nrm=iso&tlng=pt
>>. Acesso em 19 de março de 2012.

SILVA, Alexsandro, O cuidado com a saúde visto como planejamento financeiro. Disponível em: <
http://www.saudedobolso.com/2010/09/o-cuidado-com-a-saude-visto-como-planejamento-financeiro/>
Acesso em 19 de março de 2012.

Marketing Hospitalar

Ementa:

Conceitos de marketing, serviços na economia contemporânea, serviços versus bens físicos, mix de
marketing para serviços, processo de marketing de serviços, valor para o cliente, comportamento do
cliente de serviços, serviços suplementares, promovendo o serviço de saúde, marketing pessoal.
Bibliografia Básica

BORBA, Valdir Ribeiro. Marketing de relacionamento para organizações de saúde.

Colaboradores Aderrone Vieira Mendes, Ana Paula Cordeiro de Menezes Silveira,

Christiane Ferreira Marques Neto de Bessa, Claudemiro Euzébio Dourado, Valdir Roberto Furlan Editora
Atlas S.A., 2007. PLT 396.

KOTLER, Philip. Marketing essencial: conceitos, estratégias e casos. São Paulo: Editora Pearson. 2008.
PLT 84.

TOMAZ, Plínio A.R. Marketing para médicos: orientações ao consultório-empresa. São Paulo: Editora
Navegar, 2007.

Bibliografias complementares

BARROS, José Augusto C. Estratégias mercadológicas da indústria farmacêutica e o

consumo de medicamentos. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsp/v17n5/03.pdf >

Acesso em 19 de março de 2012.

MAIA, Anselmo Carrera. Miopia em marketing no segmento hospitalar do Brasil.

Disponível em: < http://www.ibedess.org.br/imagens/biblioteca/714_Miopia.pdf >. Acesso em 19 de


março de 2012.

NASCIMENTO, Álvaro César. Propaganda de medicamentos para grande público: parâmetros


conceituais de uma prática produtora de risco. Disponível em: <
http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232010000900017&nrm=iso&tlng=pt
>. Acesso em 19 de março de 2012

REHEM, Renilson. Os hospitais e a nova realidade. Disponível em:<


http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232007000400005&nrm=iso&tlng=pt
> Acesso em 19 de março de 2012.

Revista CSP Caderno de Saúde Pública. Disponível em: < http://www4.ensp.fiocruz.br/csp/ >.Acesso em
19 de março de 2012.

Sistema e Organização de Saúde no Brasil

Ementa

Sistema Único de Saúde SUS: historia papel do gestor na análise, formulação e execução das políticas
de saúde instaladas, apontando as análises e reflexões necessárias, dentro dos limites próprios dos
setores envolvidos. Planejamento, organização e gestão de serviços de saúde. Gerência de Recursos
humanos. Avaliação de serviços de Saúde. Modelos assistenciais e gerenciais.

Bibliografia Básica

AMORIM, Maria Cristina Sanches; PERILLO, Eduardo Bueno da Fonseca. Para entender a saúde no
Brasil. LCTE Editora, 2006. PLT 399.

PARADA, R. Federalismo e o SUS: um estudo sobre as mudanças dos padrões de governabilidade no


Rio de Janeiro. Tese (Doutorado). Instituto de Medicina Social. UERJ, 2002. 1º capítulo.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria nº 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006. Divulga o Pacto pela Saúde
2006. Consolidação do SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido Pacto.

Bibliografias complementares

CORDONI, L. Jr. e colaboradores, A organização do Sistema de Saúde no Brasil. Disponível em:<


http://pt.scribd.com/doc/2712814/Organizacao-do-Sistema-de-Saude-no-Brasil > Acesso em 19 de março
de 2012.

MERCADANTE. Otávio Azevedo. Evolução das políticas e do sistema de saúde no Brasil. Disponível
em: < http://www.fiocruz.br/editora/media/04-CSPB03.pdf >. Acesso em 19 de março de 2012.

REVISTA CESUMAR Ciências Humanas e Sociais aplicadas. Disponível em:<


http://www.cesumar.br/pesquisa/periodicos/index.php/revcesumar/index >.

Acesso em 19 de março de 2012.

SERIE SAUDE NO BRASIL. O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios.Disponível em:
< http://download.thelancet.com/flatcontentassets/pdfs/brazil/brazilpor1.pdf >.

Acesso em 19 de março de 2012.

VIANA, Ana Luiza D ávila; DAL POZ, Mario Roberto. A reforma do sistema de saúde no Brasil e o
programa de saúde da famíla. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/physis/v15s0/v15s0a11.pdf >.
Acesso em 19 de março de 2012.

Tecnologia em Gestão Hospitalar I

Ementa:

Conceito, etiologia e etapas do benchmarking. O Gerenciamento com o livro aberto. A reengenharia,


suas fazes e a liderança de equipe. Os conceitos e aplicações do Empowerment, o trabalho em grupo,
as responsabilidades assumidas e a liderança.
Bibliografia Básica:

FRANCO, Décio H.. Tecnologias e Ferramentas de Gestão. Ed. Especial Campinas: Alínea, 2011 (PLT
148).

CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando com as Pessoas : Transformando o Executivo em um Excelente


Gestor de Pessoas. 1ª ed. Rio de Janeiro: Campus - Elsevier, 2005.

GIL, ANTONIO C. (org.). Gestão de Pessoas: Enfoque nos Papéis Profissionais. 1ª ed. São Sebastião:
Atlas, 2005.

Bibliografias complementares

BEZERRA, A. L. Q. Editorial. Os desafios na gestão de pessoas. RevistaEletrônica de Enfermagem, v. 6,


n. 2, 2004. Disponível em: < http://www.revistas.ufg.br/index.php/fen >. Acesso em: 27 fevereiro de
2014.

FRANCO NETTO, Guilherme. Meio ambiente, saúde e desenvolvimento sustentável.Disponível


em:<http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci _arttext&pid=S1413-
81232009000600004&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em 10 de março de 2014. Brasil. Ministério da Saúde.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde.
Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gerenciamento_residuos.pdf
>.Acesso em 19 de março de 2012.

LOUBET, Luciano Furtado.Responsabilidade pós-consumo (logística reversa) e a nova Lei dos


resíduos sólidos: Logística Reversa (Responsabilidade Pós-Consumo) Frente ao Direito Ambiental
Brasileiro Implicações da Lei N. 12.305/ 2010. Disponível em: <
http://www.mpambiental.org/?acao=doutrinas-pop&cod=151 >. Acesso em: jan. 2012

OLIVEIRA, Valdir de Castro. Comunicação, informação e participação popular nos Conselhos de


Saúde. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo. php?pid=S0104-
12902004000200006&script=sci_arttext . Acesso em 08 de março de 2014.

Projeto Interdisciplinar Aplicado a Tecnologia em Gestão Hospitalar II

Ementa:

Conceito e Metodologia para a Elaboração de Projetos. A natureza dos projetos em Saúde. Estrutura
Analítica de Projetos (EAP). Técnicas de planejamento e de controle de Projetos em Saúde.
Ferramentas computacionais para Gerência de Projetos.

Bibliografia Básica:

ARMANI, Domingos. Como elaborar projetos?: guia prático para elaboração e gestão de projetos sociais.
Porto Alegre: Tomo, 2000. KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 2. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2006.
MENEZES, Luis César de Moura. Gestão de projetos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

Bibliografias complementares

BERNARDES, Andrea;CECÍLIO, Luis Carlos de Oliveira; NAKAO, Janete R. S;ÉVORA,Yolanda D.


Martinez. Os ruídos encontrados na construção de um modelo democrático e participativo de gestão
hospitalar. Disponível em: < http://www.scielosp.org/pdf/csc/v12n4/05.pdf >. Acesso em 19 de
março de 2012.

CAVASSINI, Ana Claudia Molina; LIMA, Silvana Andrea Molina; CALDERON, Iracema de Mattos
Paranhos; RUDGE, Marilza Vieira Cunha. Avaliações econômicas em Saúde: apuração de custos no
atendimento de gestações complicadas pelo diabete. Disponível em: <
http://www.cqh.org.br/files/RAS_v12n46_p23-30.pdf >. Acesso em 19 de março de 2012.

MASSARANI, Luisa Ciência, saúde e público. Disponível em: <


http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2003000600001&nrm=iso&tlng=pt
>. Acesso em 19 de março de 2012.

PINHO, Diana Lúcia Moura; ABRAHÃO, Julia Issy; FERREIRA, Mário César. As estratégias operatórias
e a gestão da informação no trabalho de enfermagem, no contexto hospitalar. Disponível em <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692003000200005&lng=pt&nrm=iso >.
Acesso em 19 de março de 2012.

São Paulo Medical Journal. Disponível em: <


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1516- 318020120001&nrm=iso&lng=pt >.
Acesso em 19 de março de 2012.

5ª Série
Gestão de Materiais e Equipamentos Hospitalares

Ementa

Introdução à Administração de Recursos Materiais. Noções de avaliação de custo- benefício. Requisitos


legais para a aquisição de artigos e equipamentos médico- hospitalares. Padronização de produtos
hospitalares. Seleção dos produtos médico- hospitalares. Critérios de Avaliação dos Principais
Produtos Médico-Hospitalares. Dispositivos e Equipamentos Ergonômicos. Orientações básicas para o
bom uso de artigos hospitalares. Relação de produtos para a saúde de baixo risco (classe I) sujeitos a
registro. Relação de produtos para a saúde sujeitos a cadastramento. Legislação e Normativos de
Interesse para a Padronização, Qualificação e Aquisição de Materiais Médico-Hospitalares.

Bibliografia Básica:

PADOVEZE, Maria Clara de; ROGANTE, Maria Marilene. Padronização, qualificação e Aquisição de
Materiais e Equipamentos Médico-Hospitalares. Grupo Gen. PLT498 KURCGANT, Paulina.
Gerenciamento em enfermagem. São Paulo: Guanabara Koogan, 2006.
ROGANTE, Maria Marilene; PADOVEZE, Maria Clara. Enfermagem padronização, qualificação e
aquisição de materiais e equipamentos médico-hospitalares. Editora: EPU, 2006.

Bibliografia Complementar:

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde. Projeto REFORSUS.


Equipamentos Médico-Hospitalares e o Gerenciamento da Manutenção capacitação a distância /
Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde, Projeto REFORSUS. Brasília,
DF: Ministério da Saúde, 2002. 709 p.: il. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde) ISBN 85-334-
0556-1 Disponível em < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/equipamentos_gerenciamento1.pdf>.
Acesso em Jan. 2012

CALIL. Saíde Jorge, TEIXEIRA Marilda Solon. Gerenciamento de Manutenção de

Equipamentos Hospitalares, volume 11 /São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de


São Paulo, 1998. (Série Saúde & Cidadania) Disponível em < http://www.bvs-
sp.fsp.usp.br/tecom/docs/1998/cal002.pdf >. Acesso em 30

de Jan. 2012

MICHELIN ,Aparecida de Fátima et al. Gestão de material médico-hospitalar em um serviço de farmácia


de um hospital geral e elaboração de um manual de material médico-hospitalar (mmh). Disponível
em: < http://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/17/gestao_material.pdf >. Acesso em 30 de
Jan. 2012

PAULUS JÚNIOR, Aylton. Gerenciamento de recursos materiais em unidades de saúde. Disponível em:
< http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v7n1/Gerenciamento.pdf >. Acesso em 19 de março de 2012.

ROBERTO, Washington Luiz Campos; LIRA, Rodrigo Anidro. O gestor hospitalar e sua atuação frente ao
suprimento de materiais. Disponível em: <
http://www.sumarios.org/sites/default/files/pdfs/52910_6197.pdf >. Acesso em 19 de

março de 2012.

Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Meio Ambiente

Ementa

Gestão de Resíduos Sólidos. Breve Histórico dos Resíduos Sólidos. Conceitos Gerais. Resíduos
Sólidos: Classificação e Características. Leis e Políticas de Resíduos Sólidos. Legislação Básica.
Atuação dos Órgãos Competentes. Gerenciamento dos Resíduos Sólidos. Coleta. Transporte.
Tratamento. Disposição Final.
Bibliografia Básica

ARRUDA, Paula Tonani Matteis. Responsabilidade Decorrente da Poluição por Resíduos Sólidos, editora
Grupo GEN, 2011, PLT509

PHILIPPI JR, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento


sustentável. São Paulo: Manole, 2005.

SCHNEIDER, Vânia Elisabete; REGO, Rita de Cássia Emmerich do; CALDART, Viviane ET al. Manual
de gerenciamento de resíduos sólidos de serviços de saúde. 2. ed. Editora: EDUCS, 2004

Bibliografia Complementar:

BIOSSEGURAÇA/FIOCRUZ. Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde. Disponível em: <


http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/gerenciamento-residuos-servico-saude.htm> . Acesso
em 19 de março de 2012.

Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Gerenciamento dos resíduos de
serviços de saúde. Disponível em: <
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gerenciamento_residuos.pdf >. Acesso em 19 de
março de 2012.

KAMINSKI, Fernanda Heinz Cruz. Análise crítica da norma ABNT NBR 10004:2004 Resíduos sólidos
Classificação. Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo-IPT. Dissertação (Mestrado).
São Paulo: 2007. Disponível em: < http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp151194.pdf
>. Acesso em: jan.2012

LOUBET, Luciano Furtado. Responsabilidade pós-consumo (logística reversa) e a nova Lei dos resíduos
sólidos: Logística Reversa (Responsabilidade Pós-Consumo) Frente ao Direito Ambiental Brasileiro
Implicações da Lei N. 12.305/2010. Disponível em : < http://www.mpambiental.org/?acao=doutrinas-
pop&cod=151 >. Acesso em: jan.2012

PILGER, Rosane Regina e SCHENATO, Flávia. Artigo Classificação dos Resíduos de Serviços de Saúde
de um Hospital Veterinário. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/esa/v13n1/a04v13n1.pdf >. Acesso
em: jan. 2012.

Auditoria Hospitalar

Ementa:

Fundamentos Teóricos: A evolução histórica da Auditoria: Conceito e Objetivo. Classificação/Tipos de


Auditoria. Método de trabalho auditoria, Vantagens e Desvantagens da Auditoria. Pareceres em
Auditoria. Auditorias Internas e Externas. Aspectos Legais em Auditoria. Normas relativas à execução do
trabalho e ao Parecer dos auditores. Ferramentas utilizadas em Auditoria Hospitalar. Planejamento
auditoria. Parâmetros de avaliação. Avaliação da equipe técnica e dos serviços hospitalares. Fluxograma
de processos. Regras contratuais e tabelas. Relacionamento entre as diferentes áreas nas instituições
de saúde. Montagem, Fechamento e Auditoria de contas. Relatório de Auditoria.

Bibliografia Básica:

OLIVEIRA, José Augusto Ribeiro de. Curso prático de auditoria administrativa. Saraiva 2006. PLT 454

CAMPOS, Juarez de Queiroz; GARBIN, Leonel Antonio; PRESSOTO, Lúcia Helena; MOYA, Vanderlei
Soares. Noções de auditoria em serviços de saúde. São Paulo: JOTACÊ, 2004.

MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Auditoria de enfermagem nos hospitais e planos de saúde. 4. ed. São
Paulo: Iátria: 2008.

Bibliografia Complementar:

AUDITORIA EM SAÚDE: uma ferramenta de gestão. Disponível em

<http://bdjur.stj.jus.br/xmlui/bitstream/handle/2011/29978/Auditoria_Sa%C3%BAde_Val%C3%A9ria%20Fi
gueiredo.pdf?sequence=1>. Acesso em: 30 jan. 2012

CAMACHO, Luiz Antonio Bastos;RUBIN, Haya Rahel. Confiabilidade da auditoria médica na


avaliação de qualidade da atenção médica. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X1996000600009&nrm=iso&tlng=pt>.
Acesso em 19 de março de 2012

MANUAL DE AUDITORIA DE CONTAS MÉDICAS. Disponível em


http://dsau.dgp.eb.mil.br/arquivos/PDF/qualidade_gestao/manual_Auditoria.pdf

Acesso em: 30 jan. 2012.

MINISTÉRIO DA SAÚDE/DEPARTAMENTO NACIONAL DE AUDITORIA DO SUS. Auditoria na


assistência ambulatorial e hospitalar no SUS. Disponível em:
http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/05_0502_M.pdf. Acesso em 19 de março de 2012.

RODRIGUES. Vanessa A., PERROCA. Márcia G., JERICÓ Marli C. Glosas hospitalares: importância das
anotações de enfermagem. Disponível em

<http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/Vol-11-4/03%20-%20id%2070.pdf>. Acessoem: 30 jan.


2012.
Gerenciamento de Farmácia Hospitalar

Ementa

Estrutura Física da farmácia hospitalar - RDC 50, Competência do serviço de Farmácia Hospitalar;
Administração de recursos materiais; Administração de compras; Gerenciamento prático da Farmácia
Hospitalar; Padronização de medicamentos; Gestão de estoques; Central de abastecimento
farmacêutico. Farmacotécnica Hospitalar. Garantia da Qualidade. Formulação, Implementação e
Avaliação de Projetos. Manual de Políticas e Procedimentos. Sistemas de distribuição de medicamentos;
Farmácias-satélites: serviços especializados em dispensação de materiais e medicamento. Sistemas de
manipulação, fracionamento reenvase; Qualidade na farmácia hospitalar, Informação sobre fármacos;
marketing farmacêutico; Farmacovigilância.

Bibliografia básica

CAVALLINI Mírian e BISSON Marcelo. Farmácia Hospitalar - Um enfoque em sistemas de saúde, 2ª


edição, editora Manole, 2010.

CIPRIANO, Sonia Lucena. Gestão estratégica em farmácia hospitalar: aplicação prática de um modelo
de gestão para qualidade. Rio de Janeiro: Atheneu, 2009. BISSON, Marcelo P. Farmácia hospitalar. São
Paulo: Manole, 2010

Bibliografia Complementar:

AGAPITO, Naraiana. Gerenciamento de estoques em farmácia hospitalar. Disponível


em:<http://www.gelog.ufsc.br/joomla/attachments/043_20071%20%20Gerenciamento%20de%20Estoqu
es%20em%20Farm%C3%A1cia%20Hospitalar.pdf >. Acesso em 19 de março de 2012.

DANTAS, Solange Cecília Cavalcante. Farmácia e Controle das Infecções Hospitalares. Disponível
em:<http://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/130/encarte_farmacia_hospitalar.pdf>.Acesso em
jan. 2012

GUIMARÃES ,Kátia Fiorentini.Qualificação de fornecedores de medicamentos no âmbito hospitalar.


Disponível em:
<http://www.excelenciaemgestao.org/Portals/2/documents/cneg7/anais/T11_0443_2159.pdf>. Acesso em
jan. 2012

GONÇALVES. Antonio Augusto; NOVAES. Mario Lucio de Oliveira; SIMONETTI. Vera Maria Medina.
Otimização de farmácias hospitalares: eficácia da utilização de indicadores para gestão de estoques.
Disponível em: http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2006_TR450302_7149.pdf. Acesso em 05
de jun de 2012.
NOVAES, Mario Lucio de Oliveira; GONÇALVES, Antonio Augusto; SIMONETTI, Vera Maria Medina.
Gestão das farmácias hospitalares através da padronização de medicamentos e utilização da curva
ABC. Disponível em: <http://www.simpep.feb.unesp.br/anais/anais_13/artigos/962.pdf>. Acesso em 19
de março de 2012.

Gestão de Qualidade em Serviços Hospitalares

Ementa

Bases históricas da qualidade. Qualidade em saúde: características e a missão do hospital. Ciclo PDCA:
conceito, planejamento, manutenção da qualidade e melhoria. Normas da série ISSO. Anomalias
na manutenção da qualidade: aprendendo a gerenciar imprevistos. Avaliação do processo. As
ferramentas da qualidade aplicadas à saúde. Gestão com foco nos resultados. Gestão de pessoas e a
Gestão da Qualidade Total.

Bibliografia Básica

COUTO, Renato Camargos e PEDROSA, Tania Moreira Grillo. Hospital:

Acreditação e gestão em saúde. Rio de Janeiro: editora Guanabara Koogan, 2007.

LIMA, Luiz Carlos. Gerenciando pela qualidade total na saúde. 3. ed. Nova Lima: Editora INDG, 2008.

SPILLER, Eduardo Santiago; SENNA, Ana Maria; SANTOS, José Ferreira dos; VILAR, Josier Marques.
Gestão dos serviços de saúde. FGV Editora, 2009.

Bibliografia Complementar:

ANTUNES, Arthur Velloso; TREVIZAN, Maria Auxiliadora. Gerenciamento da qualidade: utilização no


serviço de enfermagem. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692000000100006&lng=pt&nrm=iso
Acesso em 19 de março de 2012

BITTENCOURT. Roberto José; HORTALE. Virginia Alonso. A qualidade nos serviços de emergência de
hospitais públicos e algumas considerações sobre a conjuntura recente no município do Rio de Janeiro.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/%0D/csc/v12n4/11.pdf Acesso em: 30 jan. 2012.

DOMINGUES. Mário Eduardo Mieto; ALLIPRANDINI. Dário Henrique. Avaliação dos determinantes da
qualidade em serviços de instituições hospitalares. Disponível em:
http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1998_ART123.pdf. Acesso em 30 jan 2012

FELDMAN. Liliane Bauer; GATTO. Maria Alice Fortes; CUNHA. Isabel Cristina Kowal Olm.História da
evolução da qualidade hospitalar: dos padrões a acreditação. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-21002005000200015&script=sci_arttext . Acesso em: 30
jan. 2012.
GURGEL JÚNIOR, Garibaldi Dantas; VIEIRA, Marcelo Milano Falcão. Qualidade total e administração
hospitalar: explorando disjunções conceituais. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/%0D/csc/v7n2/10251.pdf . Acesso em 19 de março de 2012

Tecnologia em Gestão Hospitalar II

Ementa:

Conceito, evolução e o enriquecimento de cargos na prática da gestão e organização horizontal. A


aprendizagem organizacional: o capital intelectual e a gestão do conhecimento. Sistema de informações
gerenciais, a gestão de informação e o processo de tomada de decisão. Balanced Scorecard, definições
e objetivos, componentes e perspectivas. Seis sigmas, estrutura, fases e benefícios.

Bibliografia Básica:

FRANCO, Décio H.. Tecnologias e Ferramentas de Gestão. Ed. Especial Campinas: Alínea, 2011 (PLT
148).

BATISTA, E. de O. Sistema de informação: o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento. São


Paulo: Saraivas, 2004.

GIL, ANTONIO C. (org.). Gestão de Pessoas: Enfoque nos Papéis Profissionais. 1ª ed. São Sebastião:
Atlas, 2005.

Bibliografias complementares

GONÇALVES, Aguinaldo; DESIDERIO, Andréa; GUTIERREZ, Gustavo Luis. A responsabilidade social


das empresas. Disponível em http://200.145.171.5/ojs-

2.2.3/index.php/orgdemo/article/viewFile/396/296 Acesso em 17 de março de 2012.

Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Gerenciamento dos resíduos de
serviços de saúde. Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gerenciamento_residuos.pdf>. Acesso em 19 de
março de 2012.

BEZERRA, A. L. Q. Editorial. Os desafios na gestão de pessoas. Revista Eletrônica de Enfermagem, v.


6, n. 2, 2004. Disponível em: < http://www.revistas.ufg.br/index.php/fen >. Acesso em: 27 jan. 2012.

REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS-ERA. ISSN 0034-7590. Disponível


em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-759020090003 00004&script=sci_arttext>. Acesso em:
27 jan. 2012.
KAMINSKI, Fernanda Heinz Cruz.Análise crítica da norma ABNT NBR 10004:2004 Resíduos sólidos
Classificação. Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo-IPT. Dissertação (Mestrado).
SãoPaulo: 2007. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/ download/texto/cp151194.pdf >.
Acesso em: jan de 2012.

Projeto Interdisciplinar Aplicado a Tecnologia em Gestão Hospitalar III

Ementa:

Conceito e Metodologia para a Elaboração de Projetos. A natureza dos projetos em Saúde. Estrutura
Analítica de Projetos (EAP). Técnicas de planejamento e de controle de Projetos em Saúde.
Ferramentas computacionais para Gerência de Projetos.

Bibliografia Básica:

ARMANI, Domingos. Como elaborar projetos? Guia prático para elaboração e gestão de projetos sociais.
Porto Alegre: Tomo 2000.

KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

MENEZES, Luis César de Moura. Gestão de projetos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

Bibliografias complementares

BERNARDES, Andrea; CECÍLIO, Luis Carlos de Oliveira; NAKAO, Janete R. S; ÉVORA,Yolanda D.


Martinez. Os ruídos encontrados na construção de um modelo democrático e participativo de gestão
hospitalar. Disponível em: <http://www.scielosp.org/pdf/csc/v12n4/05.pdf>. Acesso em 19 de março de
2012. CAVASSINI, Ana Claudia Molina; LIMA, Silvana Andrea Molina; CALDERON, Iracema de Mattos
Paranhos; RUDGE, Marilza Vieira Cunha. Avaliações econômicas em Saúde: apuração de custos no
atendimento de gestações complicadas pelo diabete. Disponível em:
<http://www.cqh.org.br/files/RAS_v12n46_p23-30.pdf>. Acesso em 19 de março de 2012.

MASSARANI, Luisa. Ciência, saúde e público. Disponível em:


<http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
311X2003000600001&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em 19 de março de 2012.

PINHO, Diana Lúcia Moura; ABRAHÃO, Julia Issy; FERREIRA, Mário César. As estratégias operatórias
e a gestão da informação no trabalho de enfermagem, no contexto hospitalar. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692003000200005&lng=pt&nrm=iso>.
Acesso em 19 de março de 2012.

São Paulo Medical Journal. Disponível em: <


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1516-318020120001&nrm=iso&lng=pt >. Acesso
em 19 de março de 2012.

6ª série

Biossegurança

Ementa:

Introdução a biossegurança; Principais doenças diagnósticas em profissionais de saúde; Estudo das


barreiras de contenção: Epis. EPCs; Cabines de segurança biológica: recomendações e certificações;
Níveis de contenção física e classificação dos microorganismos; Gerenciamentos dos riscos
ocupacionais: físicos, químicos e biológicos; Aspectos ergonômicos em serviços de saúde; Manuseio de
perfuro cortantes; Aspectos psicológicos associados ao acidente ocupacional com material biológico;
Inspeção de segurança; Prevenção e combate a princípios de incêndios; Aspectos normativos: NR32,
NR7 e NR 9.

Bibliografia Básica

COSTA, Marco A. F. da, Qualidade em Biossegurança, 1ª edi. Rio de Janeiro, QualityMarks, 2005.

HINRICHSEN, Sylvia Lemos. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. São
Paulo: Guanabara Koogan, 2008.

MASTROENI, Marco Fábio. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. São Paulo:
Atheneu, 2006.

Bibliografia Complementar:

FERRÉS. Marcela. Agentes biológicos y bioterrorismo. Disponível em:


http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0370-41062002000100001&nrm=iso&tlng=pt .
Acesso em 20 de março de 2012.

LIMA, Lílian Moura de; OLIVEIRA, Camila Cardoso de; RODRIGUES, Katiuscia Milano Rosales de.
Exposição ocupacional por material biológico no Hospital Santa Casa de Pelotas - 2004 a
2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-
81452011000100014&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em 20 de março de 2012.

MAGAGNINI, Maristela Aparecida Magri; ROCHA, Suelen Alves; AYRES, Jairo Aparecido. O significado
do acidente de trabalho com material biológico para os profissionais de enfermagem. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-14472011000200013&nrm=iso&tlng=pt .
Acesso em 20 de março de 2012.

REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Direitos e deveres antes da exposição a riscos biológicos.


Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
71672011000400026&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em 20 de março de 2012.
REVISTA DE SAÚDE PUBLICA. Crenças que influenciam a prevenção de exposição à material biológico
em hospitais. Disponível em: http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
89102009010100003&nrm=iso&tlng=pt Acesso em 20 de março de 2012.

Planejamento e Desenvolvimento Organizacional Hospitalar

Ementa

Diagnostico situacional. Viabilidade do empreendimento. Tendências de mercado (demandas).


Indicadores hospitalares (epidemiológicos, assistencial, produtividade e financeiros). Normas, programas
e políticas de saúde. Tendências tecnológicas Recursos humanos, físicos e financeiros. Modelo
organizacional (tradicional, matricial ou colegiados). Fluxogramas. Unidade de produção de saúde. Plano
de intervenção Plano diretor. Plano de gerenciamento de recursos físicos e tecnológicos. Programa de
monitoramento e avaliação. Sistema de informação.

Bibliografia Básica:

ANDRÉ, Adriana M. Gestão Estratégica de Clínicas e Hospitais, São Paulo: Atheneu, 2010. MERHY, E.
E.; ONOCKO, R. Agir em saúde um desafio para o público. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2002.

PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Ruben Araujo (Org.). Construção da integralidade: cotidiano,saberes e


práticas em saúde. 1. ed. Rio de Janeiro: IMS/UERJ/ABRASCO, 2003. v. 1.

Bibliografia Complementar:

BERKOVITS, Alejandro; AIZMAN, Andrés, ROJAS, Gonzalo Eymin, Luis. Medicinahospitalaria.


Disponível em: http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
98872009001000016&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em 20 de março de 2012.

COSTA JUNIOR, Áderson Luiz; COUTINHO, Sílvia Maria Gonçalves; FERREIRA, Rejane Soares.
Recreação planejada em sala de espera de uma unidade pediátrica: efeitos comportamentais.
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-
863X2006000100014&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em 20 de março de 2012.

LIMA, Juliano de Carvalho; FAVERET, Ana Cecília; GRABOIS, Victor. Planejamentoparticipativo em


organizações de saúde: o caso do Hospital Geral de Bonsucesso, Rio de Janeiro, Brasil. Disponível em:

http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2006000300018&nrm=iso&tlng=pt
. Acesso em 20 de março de 2012. LIMA-GONÇALVES, Ernesto; ACHÉ, Carlos Augusto. O hospital-
empresa: do planejamento à conquista do mercado. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75901999000100010&nrm=iso&tlng=pt .
Acesso em 20 de março de 2012.

VIEIRA, Rosa Maria Estado, racionalidade e planejamento. Disponível em:


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75902005000200007&nrm=iso&tlng=pt .
Acesso em 20 de março de 2012.

Empreendedorismo e Técnicas de Negociação

Ementa

O empreendedor nas organizações, iniciativa e liderança e continuidade. A importância do pensar


grande e agir pequeno, serviços, abertura de novos negócios. Negociação, Elementos Presentes em
uma Negociação, Fatores que Influenciam as Negociações, Etapas de uma Negociação, Táticas de
Negociação.

Bibliografia Básica

COHEN, Steven P. Como se tornar um bom negociador: 24 passos para fechar acordos duradouros e
lucrativos. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.

DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Elsevier, 2010.

MARTINELLI, Dante P.; GUISI, Flávia A. Negociação: aplicações práticas de uma

abordagem sistêmica. Saraiva: 2009.

Bibliografia Complementar:

GOULART, Bárbara Niegia Garcia de; CHIARI, Brasília Maria. Humanização das práticas do profissional
de saúde: contribuições para reflexão. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csc/v15n1/a31v15n1.pdf .
Acesso em 20 de março de 2012.

NATIVIDADE, Daise Rosas da. Empreendedorismo feminino no Brasil: políticas públicas sob análise.
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-76122009000100011 .
Acesso em 20 de março de 2012.

OLIVEIRA, Valdir de Castro. Comunicação, informação e participação popular nos Conselhos de Saúde.
Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-12902004000200006&script=sci_arttext .
Acesso em 20 de março de 2012.

REVISTA MINEIRA DE ENFERMAGEM. v o l u m e 1 3 . n ú m e r o 4 . o u t / d e z d e 2009. Disponível


em: http://www.enf.ufmg.br/site_novo/modules/mastop_publish/files/files_4c1220c4cae6d.pdf Acesso em
20 de março de 2012.

SCHMIDT, Carla Maria; DREHER, Marialva Tomio. Cultura empreendedora:empreendedorismo coletivo


e perfil empreendedor. Disponível em: http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S1809-
22762008000100002&script=sci_arttext . Acesso em 20 de março de 2012.

Sistemas de Acreditação Hospitalar


Ementa

Bases histórica da qualidade dos sistemas de qualidade; Evolução dos Sistemas de qualidade aplicadas
aos serviços de saúde; Acreditação hospitalar: conceito e Sistema Brasileiro de Acreditação; Acreditação
hospitalar: lógica, metodologia; Manual de Acreditação Hospitalar: padrões, níveis e avaliação.

Bibliografia Básica

COUTO, Renato Camargos; PEDROSA, Tania M.Grillo. Hospital: gestão operacional e sistemas de
garantia de qualidade. São Paulo: Medsi, 2003.

MOURA, Anisio de; VIRIATO, Airton. Gestão hospitalar: da organização ao serviço de apoio diagnóstico
e terapêutico. 1. ed. São Paulo: Manole, 2008.

ROSSO. Fabrízio; BOEGER. Marcelo; SILVA. Maria Júlia Paes da; LOMELINO.Sérgio. Liderança em 5
Atos - Ferramentas práticas para gestores em instituições desaúde. São Paulo: Yendis Editora, 2012.

Bibliografia Complementar:

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA. Acreditação: a busca pela qualidade nos
serviços de saúde. Disponível em:
http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102004000200029&nrm=iso&tlng=pt
. Acesso em 20 de março de 2012.

FELDMAN, Liliane Bauer, GATTO, Maria Alice Fortes, CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm. História da
evolução da qualidade hospitalar: dos padrões a acreditação. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/ape/v18n2/a15v18n2.pdf . Acesso em 20 de março de 2012.

FELDMAN, Liliane Bauer; CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm. Identificação dos critérios de avaliação de
resultados do serviço de enfermagem nos programas de acreditação hospitalar. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692006000400011&lng=pt&nrm=iso .
Acesso em 20 de março de 2012.

FORTES, Maria Thereza; MATTOS, Ruben Araujo de; BAPTISTA, Tatiana Wargas de Faria. Acreditação
ou acreditações? Um estudo comparativo entre a acreditação na França, no Reino Unido e na
Catalunha. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
42302011000200025&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em 20 de março de 2012.

LIMA, Suzinara Beatriz Soares de; ERDMANN, Alacoque Lorenzini. A enfermagem no processo da
acreditação hospitalar em um serviço de urgência e emergência. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/ape/v19n3/a03v19n3.pdf . Acesso em 20 de março de2012.

Direito Hospitalar

Ementa

A saúde no âmbito da constituição brasileira. Direitos do usuário do Sistema Único de Saúde/SUS.


Aspectos éticos e bioéticos da assistência hospitalar. A ética dos profissionais de saúde.
Responsabilidade civil. Responsabilidade penal. Responsabilidade disciplinar. Responsabilidade civil do
profissional da saúde. Responsabilidade criminal do profissional da saúde. Responsabilidade
administrativa do profissional da saúde. O código de defesa do consumidor aplicado à área da saúde.

Bibliografia Básica

KFURI NETO, Miguel. Responsabilidade Civil dos Hospitais código de defesa do consumidor. São
Paulo: Revista dos tribunais, 2010.(livro principal)

BRASIL. Ministério da Saúde. Carta dos direitos dos usuários da saúde. Ministério da Saúde. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006. 8 p. (Série E. Legislação de Saúde).

SCHWARTZ, G. Direito à saúde: efetivação de uma perspectiva sistêmica. Porto Alegre: Livraria do
Advogado Editora, 2001.

Bibliografia Complementar:

ALVES, Débora Cristina Ignácio; ÉVORA, Yolanda Dora Martinez. Questões éticasenvolvidas na prática
profissional de enfermeiros da comissão de controle de infecção hospitalar . Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-11692002000300002&script=sci_arttext . Acesso em 20 de
março de 2012.

CRUZ, Taisa Ferraz da Silva. Psicologia hospitalar e eutanásia. Disponível em:


http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582005000200003 Acesso em 20
de março de 2012.

PEREIRA, Wilza Rocha; BELLATO, Roseney. A relação entre a precarização do ambiente físico e o risco
de infecção hospitalar: um olhar sob a perspectiva da ética, dos direitos e da cidadania. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072004000500002&nrm=iso&tlng=pt .
Acesso em 20 de março de 2012.

PUCCINI, Paulo de Tarso. Perspectivas do controle da infecção hospitalar e as novas forças sociais em
defesa da saúde. Disponível em: http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
81232011000800004&nrm=iso&tlng=pt Acesso em 20 de março de 2012.

SOUSA, Cristina Maria Miranda de; ALVES, Maria do Socorro da Costa Feitosa; MOURA, Maria Eliete
Batista; SILVA, Antonia Oliveira. Os direitos dos usuários da saúde em casos de infecção
hospitalar. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
71672008000400002&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em 20 de março de 2012.
Tecnologia em Gestão Hospitalar III

Ementa:

O meio ambiente: a poluição causada pelas organizações, impactos ambientais e as medidas de


mitigação ambiental. A ética empresarial, o assédio moral e a governança corporativa. Carga de
trabalho, ergonomia e prevenção de acidentes e os condicionantes da nocividade.

Bibliografia Básica:

FRANCO, Décio H.. Tecnologias e Ferramentas de Gestão. Ed. Especial Campinas: Alínea, 2011 (PLT
148).

PHILIPPI JR, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento


sustentável. São Paulo: Manole, 2005.

SCHNEIDER, Vânia Elisabete; REGO, Rita de Cássia Emmerich do; CALDART, Viviane etal. Manual de
gerenciamento de resíduos sólidos de serviços de saúde. 2. ed. Editora: EDUCS, 2004.

Bibliografias complementares

MAIMON, Dalia. Sustentabilidade, uma onda que veio para ficar. Disponível em
http://www.ie.ufrj.br/lares/revista/index.php/desafiosustentavel/article/view/29/13 Acesso em 17 de março
de 2012.

PILGER,Rosane Regina e SCHENATO, Flávia. Artigo Classificação dos Resíduos de Serviços de Saúde
de um Hospital Veterinário. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/esa/v13n1/a04v13n1.pdf Acesso em:
jan. 2014

GOULART, Bárbara Niegia Garcia de; CHIARI, Brasília Maria. Humanização das práticas do profissional
de saúde: contribuições para reflexão.Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/csc/v15n1/a31v15n1.pdf . Acesso em 20 de março de 2012.

SCHMIDT, Carla Maria; DREHER,Marialva Tomio. Cultura empreendedora: Empreendedorismo


coletivo e perfil empreendedor. Disponível em:
http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S1809-22762008000100002&script=sci_arttext .
Acesso em 20 de março de 2012.

AGUIAR, Gisele de A. Souza. Absenteísmo: suas principais causas e consequências em uma empresa
do ramo de saúde. Revista de Ciências Gerenciais, v. 13, n. 18, 2009.Disponível
em:<http://www.sare.unianhan guera.edu.br/index.php/rcger/article/view/1314/869>. Acesso em 17 de
março de 2012.
Projeto Interdisciplinar Aplicado a Tecnologia em Gestão Hospitalar IV

Ementa:

Conceito e Metodologia para a Elaboração de Projetos. A natureza dos projetos em Saúde. Estrutura
Analítica de Projetos (EAP). Técnicas de planejamento e de controle de Projetos em Saúde.
Ferramentas computacionais para Gerência de Projetos.

Bibliografia Básica:

ARMANI, Domingos. Como elaborar projetos?: guia prático para elaboração e gestão de projetos sociais.
Porto Alegre: Tomo, 2000.

KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

MENEZES, Luis César de Moura. Gestão de projetos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

Bibliografias complementares

BERNARDES, Andrea; CECÍLIO, Luis Carlos de Oliveira; NAKAO, Janete R. S;

ÉVORA,Yolanda D. Martinez. Os ruídos encontrados na construção de um modelo

democrático e participativo de gestão hospitalar. Disponível em


<http://www.scielosp.org/pdf/csc/v12n4/05.pdf>. Acesso em 19 de março de 2012.

CAVASSINI, Ana Claudia Molina; LIMA, Silvana Andrea Molina; CALDERON, Iracema de Mattos
Paranhos; RUDGE, Marilza Vieira Cunha. Avaliações econômicas em Saúde: apuração de custos no
atendimento de gestações complicadas pelo diabete. Disponível em
<http://www.cqh.org.br/files/RAS_v12n46_p23-30.pdf>. Acesso em 19 de março de 2012.

MASSARANI, Luisa. Ciência, saúde e público. Disponível em:


<http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-
311X2003000600001&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em 19 de março de 2012.

PINHO, Diana Lúcia Moura; ABRAHÃO, Julia Issy; FERREIRA, Mário César. As estratégias operatórias
e a gestão da informação no trabalho de enfermagem, no contexto hospitalar.Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692003000200005&lng=pt&nrm=iso>.
Acesso em 19 de março de 2012.

São Paulo Medical Journal. Disponível em: <


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1516-

318020120001&nrm=iso&lng=pt >. Acesso em 19 de março de 2012.


10. Iniciação Científica

A iniciação científica é uma atividade importante na formação do estudante, porque possibilita


instrumentá-lo à investigação de temas e situações de seu interesse e necessárias a sua futura
profissão, além de lhe oferecer a oportunidade de conhecer e aplicar o método científico, participar de
congressos e se preparar para a pós-graduação.

O Programa de Iniciação Científica (PIC) da Anhanguera foi implantado em 1999, como uma política de
concessão de bolsa de estudos por mérito acadêmico, para o estudante desenvolver atividades de
pesquisa sob a supervisão de um professor orientador.

Para participar do Programa, o estudante precisa ter concluído sem reprovação o primeiro ano do
curso e comprovar disponibilidade para se dedicar ao desenvolvimento do projeto de pesquisa.

O Programa oferece apoio para a apresentação dos melhores trabalhos em eventos científicos.

No que se refere ao curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar na modalidade a distância será iniciado
um projeto-piloto de extensão, contando com a participação dos polos de apoio presencial, a partir do
primeiro semestre letivo de2011, no âmbito do PIC e com as adaptações necessárias à modalidade.

11. Sistema de Avaliação do Desempenho do Aluno e do Projeto do

Curso

Do desempenho do aluno

A avaliação da aprendizagem e do desempenho acadêmico do aluno é feita por disciplina, incidindo


sobre a freqüência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos abordados em cada uma delas.

Após as avaliações regulares ou processos de recuperação, independente dos demais resultados


obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que tenha obtido freqüência inferior a 75%
(setenta e cinco por cento), das aulas e demais atividades programadas, à exceção das atividades e
disciplinas cuja aprovação dependa da freqüência de 100% (cem por cento), após as avaliações
regulares ou processos de recuperação.

É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica, convocações externas
de imperiosa necessidade, no caso de dependências e adaptações ou gestação, sendo-lhes atribuídos,
neste caso, como compensação de ausência às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com
acompanhamento docente, segundo as normas estabelecidas pelo Regulamento da Instituição.

O aproveitamento escolar é avaliado pelo acompanhamento contínuo do aluno e do resultado por ele
obtido nas provas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares,
nas outras atividades escolares e provas parciais.

Compete ao professor, ou ao coordenador do curso, quando for o caso, elaborar as questões e os


exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e dos demais trabalhos, bem como o julgamento
e registro dos resultados. Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado,
previstos para a disciplina e aprovados pelo órgão competente, visam à aferição do aproveitamento
escolar do aluno.

As provas oficiais, de avaliação do aprendizado, são aplicadas nas datas fixadas no Calendário Escolar,
nos moldes e tipos definidos pela Coordenação do Curso e Direção do Centro de Educação a Distância.

Para cada disciplina, há uma prova presencial valendo de 0-6 pontos e outras propostas de atividades
avaliativas, perfazendo 0-4 pontos. A prova tem peso de sessenta por cento (60%) do total de pontos em
cada disciplina.

Os professores EAD são orientados para que as questões sejam elaboradas de tal forma que exigem
reflexão, com enunciados mais complexos e aprofundados sobre os temas avaliados. Foram
estabelecidas diretrizes específicas quanto às provas e atividades avaliativas. Estão previstos quatro
pontos em cada disciplina a serem atribuídos para as atividades avaliativas, sendo estes atribuídos para
as ATPS e/ou Desafio Profissional.

Atendida a exigência regimental do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência às aulas e
demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina quando obtiver média
final igual ou superior a 7 (sete).O aluno pode requerer revisão de nota de prova e/ou de freqüência,
decorridos até três dias úteis da data de sua publicação.

O Centro de Educação a Distância da Universidade Anhanguera Uniderp institui como parte integrante
do processo de ensino da aprendizagem as provas substitutivas, que devem ser aplicadas antes das
datas do exame final.

Serão contemplados com a inclusão das provas substitutivas da modalidade a distância somente os
alunos que não realizaram a prova oficial da disciplina ou do módulo na data constante no cronograma
do curso e que não estão na condição de reprovados por faltas.

No ato do requerimento da prova substitutiva, o aluno deverá preencher o motivo pelo qual não pôde
comparecer ao polo no dia da prova oficial agendada.

Não será permitida ao aluno a realização da prova para fins de substituição de nota abaixo de sete, nota
mínima exigida para a aprovação na disciplina ou no módulo.A prova substitutiva substituirá somente a
prova escrita, valendo de zero a seis, com questões de múltiplas escolhas e dissertativas. Não
substituirá a nota das atividades avaliativas de zero a quatro.

O aluno reprovado em até quatro disciplinas de série(s) anterior (es) é promovido de série e poderá
cursar aquela(s) disciplina(s) no Programa de Dependência.

A Instituição pode oferecer cursos, disciplinas ou atividades programadas em horários ou meios


especiais, com metodologia adequada para o aluno em dependência ou adaptação, ou para aluno
reprovado, como forma de recuperação, em períodos especiais e na forma que se compatibilizem com
as suas atividades regulares, nos termos das normas constantes em regulamento próprio

Do projeto do curso

O curso e as condições de seu funcionamento são semestralmente autoavaliados, de acordo com o


Projeto Institucional de Avaliação, o qual se encontra descrito em documento disponível, que atende aos
princípios do SINAES.

Pelos instrumentos aplicados, são obtidos dados fornecidos pelos alunos sobre seu perfil, escolha e
satisfação com o curso, desempenho dos professores, condições de oferta e de serviços; pelos docentes
sobre as turmas nas quais ministram aulas, o seu próprio desempenho e da coordenação do curso, as
instalações e serviços; pelo coordenador sobre o corpo docente do curso, a administração superior, dos
serviços administrativos; pelos diretores e pró-reitores sobre o coordenador do curso e as condições de
oferta do curso e pelos egressos sobre o curso concluído e atividade profissional.

Os resultados obtidos pelo curso nas avaliações externas: desempenho dos alunos no ENADE, o IGC, o
CPC e as avaliações de reconhecimento, e de renovação de reconhecimento do curso, quando for o
caso, são analisados e subsidiam a tomada de decisões para ratificar o que vem sendo realizado, ou
para propor reformulações acordadas pelo colegiado do curso e aprovadas pelas instâncias superiores.

11.1 Avaliação Institucional

O Programa de Avaliação Institucional (PAI) é um processo de medida de desempenho que visa à


melhoria da qualidade do ensino, da aprendizagem e do processo de gestão acadêmica. A avaliação é
feita por meio de um sistema informatizado alimentado, semestralmente, pelos alunos, que respondem
aos questionários nos laboratórios de informática. Os resultados dão origem ao Índice de Satisfação
Discente (ISD) que representa, em termos percentuais, a opinião dos alunos em relação aos quesitos
abordados.

12. Infraestrutura Física e sua utilização

O Centro de Educação a Distância funciona no Campus I da Universidade Anhanguera-Uniderp, em


Campo Grande, MS, com disponibilidade de salas, laboratórios que possuem capacidade, equipamentos
adequados e condições satisfatórias para atender suas respectivas atividades. Neste mesmo ambiente,
encontra-se a Coordenadoria do curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar responsável pela gestão e
coordenação didático-pedagógica do mesmo, a qual divide suas responsabilidades com o seu Colegiado
e com a Coordenação do curso. Tanto a Sede (Campo Grande/MS) como os polos de apoio presencial
contam com dependências físicas e recursos tecnológicos suficientes para atender as demandas do
curso. Nos quadros a seguir respectivamente, encontram-se, especificados os espaços físicos gerais
utilizados pelo Centro de Educação a Distância, assim como os equipamentos.
Espaços físicos utilizados pelo Centro de Educação a distância

Salas Área (m²)

Camarim 5,61 m²

Transmissão I 13,82 m²

Transmissão II 13,20 m²

Transmissão III 9,40 m²

Transmissão IV 9,60 m²

Transmissão V 4,75 m²

Transmissão VI 8,45 m²

Transmissão VII 8,45 m²

Transmissão VIII 8,45 m²

Mediação I 8,85 m²

Mediação II 8,03 m²

Mediação IIII 9,59 m²

Mediação IV 10,00 m²

Mediação V 4,52 m²

Mediação VI 5,13 m²

Mediação VII 5,13 m²

Mediação VIII 5,13 m²

Estúdio I 80,03 m²

Estúdio II 60,97 m²

Estúdio III 47,50 m²

Estúdio IV 33,60 m²

Estúdio V 17,92 m²

Estúdio VI 21,20 m²

Estúdio VII 21,20 m²

Estúdio VIII 21,20 m²

Fonte: Projeto Pedagógico Modular do Curso de Pedagogia 15/07/2009.


Equipamentos do Centro de Educação a distância
512 mb DDR, HD 80 GB, CD-RW,
Monitor 15" LCD
01 - Microcomputador Sempron Kyocera
1.600+, 512 mb DDR, HD 40 GB, KM1820,
Recepção / 2 2 01 - Balcão de
CD-ROM, Monitor 17" LCD, 01 - Kyocera KM
Sec. Direção Atendimento
Microcomputador Pentium Dual 5015
02 - Microcomputador Pentium Kyocera FS- 02 - Ilhas de
Dual Core 925, 512 mb DDR, HD 1300D Edição
Produtora 5 7 1 0
80 GB, DVD-RW, Monitor 15" LCD,
01 - Microcomputador Pentium
Dual Core 925, 1 gb DDR, HD 160
Coord. do Kyocera FS- 3 3 3 3
GB, DVD-RW, Monitor 17" LCD, 01
Processo 1300D
Seletivo - Microcomputador Pentium Dual
Núcleo de 01 - Microcomputador Pentium 4 Kyocera FS-
Informática ( 3,0 Ghz, 1 gb DDR, HD 250 GB, 2000D
2 3 2
SUPORTE ) HD 120 GB, DVD-RW, Monitor 15"
Produção 02 - Microcomputador Sempron 2 4 3 01 -
1.600+, 512 mb DDR, HD 80 GB, DUPLICADORA
06 - Microcomputador Pentium
Dual Core 925, 1 gb DDR, HD 160
Desenvolvime HP LaserJet 11 16 1
nto Web GB, DVD-RW, Placa Aceleradora
1020
de Vídeo Geforce 6200 512 mb,
Monitor 17" LCD, 04 -
01 - Microcomputador Pentium
Dual Core 925, 512 ,mb DDR, HD
Coordenação 4 4 1
Capacitação 80 GB, DVD-RW, Monitor 15" LCD,
02 - Microcomputador Pentium
Dual Core T2160, 2 gb DDR, HD
160 GB, DVD-RW, Monitor 15"
LCD, 01 - Microcomputador
01 - Microcomputador Pentium
Dual Core 925, 1 gb DDR, HD 160
Coordenação Kyocera FS- 7 6 2 1
Pedagógica GB, DVD-RW, Monitor 15" LCD, 01
1300D
- Microcomputador Pentium Dual
Core 925, 512 mb DDR, HD 80
GB, DVD-RW, Monitor 15" LCD, 03
- Microcomputador Pentium Dual
Core T2140, 1 gb DDR, HD 160
GB,
46DVD-RW, Monitor 15"
- Microcomputador LCD, 02
Pentium 46 - Estações de
Dual Core 925, 512 mb DDR, HD Trabalho, 01 -
Tutoria Kyocera FS- 46
Eletrônicia 80 GB, DVD-RW, Monitor 15" LCD Scanner hp 2400,
1300D
01 - Tela de
Coord. dos 18 - Microcomputador Pentium Kyocera FS- 20 28 15
Cursos Dual Core 925, 1 gb DDR, HD 160 2000D
Setor Equipamento Quantidade

DATA SHOW MARCA EPSON LCD MOD EMP S3 C/ NS GM9GG5X5672F C/BOLSA 8

Distribuidor de Áudio 1.8 MOD VM 80ª C/ NS-04060587856 8

Distribuidor de Áudio Marca KRAMER MOD.VM-80AC/NS0412047068683 8

Distribuidor de Áudio Marca KRAMER MOD.VM-80AC/NS04120470686 8

Distribuidor de Vídeo 1:5 MOD-VM 50V NS -04080593455 8

Distribuidor de Vídeo Marca KRAMER MOD. VM 50V 8

Distribuidor DGA MOD. VP-200XL C/NS-09100401894 8

Fone de Ouvido C/ Microfone Marca JVC MOD. KA 310V 1

Fone de Ouvido C/ Microfone SBCHE-250 C/ Adaptador MOD SC501 1

Fone de Ouvido C/ Microfone SBCHE-250 C/ Adaptador MOD SC501 1

Fone de Ouvido C/ Microfone SBCHE-250 C/ Adaptador MOD SC501 1

Fone de Ouvido Estéreo Marca Philips MOD.SBC HP 195 1

Fone de Ouvido Estéreo Marca Philips MOD.MDR-7506 1

Fone de Ouvido c/ Microfone Marca JVC MOD.KA 310OU 2

Gravadora de DVD Marca SAMSUNG 7

Mesa de Controle EUROPACK MOD UB 1832 FX PRO NS- PANASONIC AGMX-70 6

Mixer Amplificador MARCA UNIC MOD. AC800 C/ NS - 13516 1

Transmissão Mixer Amplificador MARCA BEHRINGER ULTRALINK PRO MOD.MX 882 6

Módulo de Bateria EXT.MAX 80HA C/ NS -000384 1

Módulo de Bateria EXT.MAX 80HA C/ NS -0003885 1

Módulo de Bateria SMS 36HA MOD.62110 C/ NS 62110060955 1

Módulo de Bateria SMS 36HA MOD.62110 C/ NS 62110060958 1

Monitor de Vídeo em Cores p Uso em BROADCAST MOD TM 910SU9 JVC 6

Monitor de Vídeo em Cores p Uso em BROADCAST MOD TM 910SU9 JVC 6

Monitor LCD Marca SONY MOD-LMD 7220WNS-1001186 1

Monitor LCD Marca SONY MOD-LMD 7220WNS-1001240 1

Monitor LCD Marca SONY MOD-LMD 7220WNS-1000281 1

Monitor LCD Marca SONY MOD-LMD 7220WNS-1000286 1

Monitor TRINITRON Marca SONY MOD-PVN14LC/NS-2107535 1

NOBREAK MARCA SMS SENOIDAL 2000VA C/ NS- 000421 1

NOBREAK MARCA SMS SENOIDAL 2000VA C/ NS- 000439 1

Processador Múltiplo marca LEXICON FX MOD.MPX 1 C/ NS 1856 1

Receptor de Microfone s/ Fio Marca SENNHEISER C/ NS-102064 1

Receptor de Microfone s/ Fio Marca SENNHEISER C/ NS-102854 1

Receptor de Microfone s/ Fio Marca SENNHEISER C/ NS-119123 1


Receptor p/ Microfone EW100SNNHEISER C/NS-118183 1

Relógio Digital de Parede Marca WALL CLOCK MOD. C 50 0.28X020 8

Tela de Projeção Digital Marca SMART BOARD 1.50X 1.15 1

Tela de Projeção Digital Marca SMART BOARD 1.50X 1.12 1

Tela de Projeção Digital Marca SMART BOARD 1.52x1.22 1

TRANSCORDER (CONVERSOR) MOD-PCTV 9030 6

Transmissor BODY PACK EW 100 SENNHEISER C/NS -123867 1

Transmissor para Microfone BODY PACK SENNHEISER EW 100 G2 1

Transmissor para Microfone BODY PACK SENNHEISER EW 100 G2 1

Transmissor para Microfone BODY PACK SENNHEISER EW 100 G2 NS-101446 1

Transmissor para Microfone BODY PACK SENNHEISER EW 100 G2 NS-101903 1

Transmissor para Microfone BODY PACK SENNHEISER EW 100 G2 NS-123864 1

Tripé P/ Câmera de Vídeo DMS 80 C/ EST. de Aluminio 6

Tripé P/ Câmera de Vídeo DMS 80 C/ EST. de Aluminio 6

Tripé Profissional para Câmera MOD.DMS-80 C.EST. de Aluminio 1

Tripé Profissional para Câmera MOD.DMS-80 C.EST. de Aluminio 1

Tripé Profissional para Câmera MOD.DMS-80 C/ Rodas Regulavel 1

Tripé Profissional para Câmera MOD.DMS-80 C/ Rodas Regulavel 1

TV Marca CCE 14 MOD.HPS 1471C/NS -11596 6

Unidade de Controle de Câmera Marca SONY MOD CCU D50 C/NS -101538 6

Unidade de Controle de Câmera Marca SONY MOD CCU D50 C/NS -102018 6

Vídeocassete Digital Marca Sony (PUSH CASSETE CENTER) MOD DSR45 6

Vídeocassete Digital Marca Sony HDV MOD XDCAM 2

Vídeocassete Marca JVC HI-FI MOD HR S 5912U NS-150D0041 6

Vídeocassete Marca Panasonic 7 HEAD MOD.NVHV60LB S C/NS-BA 5AA002 6

Vídeocassete Marca SEMP 7 HEAD 3 AUDIO/4 VIDEO MOD.VC-X698 C/ NS-AA 1

Vídeocassete Marca SEMP HI-FI MOD. VCX689C/NS-AA061772 1

Vídeocassete RECORDER Marca JVC MOD-HR S 5912U NS-150D0040 1

Vídeo Monitor TRINITRON MARCA SONY MOD.PVN 14L2C/NS-2107536 5

VIEW FINDER ELETRONIC MOD. DXF-801 C/ NS-38621 2

VIEW FINDER ELETRONIC MOD. DXF-801 C/ NS-38621 2

VIEW FINDER MARCA JVC MOD.VF-P400U C/NS -14059902 2

VIEW FINDER MARCA JVC MOD.VF-P400U C/NS -14059913 2

WIEW FINDER ELETRÔNICO MOD.DXF51C/NS -104493 2

WIEW FINDER MARCA JVC MOD.VF-P400U C/NS -104513 2


Adaptador Cotempo INTERCON SYSTEMS MOD. CPK-5 6

Adaptador de Fone de Ouvido e Microfone Marca CICLOTEC MOD.SC 501 4

Amplificador Alesis RA 150 2 Canais 1

Amplificador de Áudio e Vídeo Marca Tramer Tools MOD.VP210C/NS-10 1

Amplificador Marca UNIC STORM MOD. ZX-300 C/NS-12156 1

Aparelho Conversor Transcorder MOD. PCTV 9030 C/NS-505009 1

Aparelho de DVD Marca Gradiente MOD.D-202C/NS-10U233332A5G 1

Aparelho de DVD Marca PHILIPS MOD.DVDR615/37 C/NS KT443012629 1

Aparelho de DVD Marca PHILIPS MOD.DVDR615/37 C/NS NW 10034051 4

Aparelho de DVD Marca PANASONIC MOD.DVD RV 32 NS-B2K09042 1

Aparelho de DVD Marca PIONNER MOD.DV 383 NS EIKD005383DS 1

Aparelho de DVD RECORDER Marca PANASONIC MOD-DMR ES 20 NS DP5JG00 1

Aparelho de DVD RECORDER Marca PANASONICMOD-DMRES20 NS DP5JG0 1

Aparelho de TV 14 Marca CCE MOD 914183 C/NS-5681 1

Aparelho de TV 20 Marca PHILCO MOD.TP 20V 56 C/NS - 174677 1

Aparelho de TV Marca CCE 14 Colorida 1

Aparelho de TV Marca CCE 14 MOD. 914284 C/NS-13639 1

Aparelho de TV Marca CCE 14 MOD-913148 1

Aparelho de TV Marca CCE 14 MOD-913148 C/ NS-10040 1

Aparelho de TV Marca CCE 14 MOD-91348 C/NS-11596 1

Aparelho de TV Marca CCE 14 MOD-913148 C/NS-4382 1

Aparelho de TV Marca PHILCO 20 Colorida 1

Aparelho de TV Marca CCE 14 MOD.PT4131 1

Base para Câmara TRIPOD MOD.SCV3021 C/NS-5010460 6

Base para Câmara TRIPOD MOD.SCV3021 C/NS-5020796 6

Caixa de SOM Acústica de Parede Cor Preta 1

Caixa de SOM Acústica de Parede Cor Preta 1

Caixa de SOM Acústica de Parede Cor Preta 1

Caixa de SOM Acústica de Parede Cor Preta 1

Caixa de SOM Acústica Marca SHINOR COR PRETO 1

Caixa de SOM Acústica Marca SHINOR COR PRETO 1

Caixa de SOM Marca HInor 1

Caixa de Som Hinor 1

Caixa de SOM Monitor SPEAKER YAMAHA 31GB MOD.MPS3 C/ NS-L1.01173 1

Caixa de SOM Monitor SPEAKER YAMAHA 31GB MOD.MPS3 C/ NS-L1.01182 1


Caixa de SOM Monitor SPEAKER YAMAHA 31GB MOD.MPS3 C/ NS-LN01457 1

Caixa de SOM Monitor SPEAKER YAMAHA 31GB MOD.MPS3 C/ NS-L1.01464 1

Câmera de Vídeo DVCAM Marca SONY DXC- D50 8

Câmera de Vídeo XDCAM EX Marca SONY PMW EX3 4

Câmera de Vídeo DVCAM Marca SONY mod-dsp c/ zoom mod-vcl 716BX 1

Câmera de Vídeo DVCAM Marca SONY mod-dsp c/ zoom mod-vcl 716BX 1

Câmera Filmadora Marca JVC mod.GY-DV550U C/NS-13032364 1

Câmera Filmadora Marca JVC mod.GY-DV550U C/NS-13032365 1

Controle de Foco Marca JVC MOD. HZ-FM15 2

Controle de ZOOM Marca JVC MOD. HZ-FM15 2

Controle Remoto UNIT MARCA JVC MOD-RM P 210U 1

Controle Remoto UNIT MARCA JVC MOD-RM P 210U 1

Conversor de Video Marca TRANSCORTER MOD.PCVT 9000 1

Mesa 1

Cadeiras 4
Apoio
Pedagógico I Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
2
3½, Monitor 15

TV CCE 14 1

Mesa 1

Cadeiras 3
Apoio
Pedagógico II Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor 15

TV CCE 14 1

Mesa 1

Cadeiras 4
Apoio
Pedagógico III Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
2
3½, Monitor 15

TV CCE 14 1

Mesa 1

Cadeiras 3
Apoio
Pedagógico
Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
IV 1
3½, Monitor 15

TV CCE 14 1

Mesa 1

Apoio Cadeiras 4
Pedagógico V
Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
2
3½, Monitor 15
TV CCE 14 1

Mesa 1

Cadeiras 3
Apoio
PedagógicoVI Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor 15

TV CCE 14 1

Mesa 1

Cadeiras 4
Apoio
Pedagógico
Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
VII 2
3½, Monitor 15

TV CCE 14 1

Mesa 1

Cadeiras 3
Apoio
Pedagógico
Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
VIII 1
3½, Monitor 15

TV CCE 14 1

Mesa 1

Cadeiras 2

Mesa 1

Câmeras 2

Tripé 2
Estúdio VIII

Microfones 2

Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor LCD

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Mesa 1

Cadeiras 2

Mesa 1

Câmeras 2

Tripé 2
Estúdio VII

Microfones 2

Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor LCD

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Estúdio VI Mesa 1
Cadeiras 2

Mesa 1

Câmeras 2

Tripé 2

Microfones 2

Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor LCD

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Mesa 1

Cadeiras 2

Mesa 1

Câmeras 2

Tripé 2
Estúdio V

Microfones 2

Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor LCD

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Mesa 1

Cadeiras 2

Mesa 1

Câmeras 2

Tripé 2
Estúdio IV

Microfones 2

Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor LCD

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Mesa 1

Cadeiras 2

Mesa 1
Estúdio III
Câmeras 2

Tripé 2

Microfones 3
Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor LCD

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Mesa 1

Cadeiras 2

Mesa 1

Câmeras 2

Tripé 2
Estúdio II

Microfones 3

Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor LCD

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Poltronas Fixas 22

Cadeiras Móveis 3

Poltronas 3

Computador Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x,
1
Disco Flexível 3½, Monitor 15
Estúdio I
Mesa 1

Rack 1

TV de20 Polegadas 1

Lousa Digital 1

Relógio de Parede 1

Mesa 6

Cadeiras 5

Armário 1

Gaveteiro 2
Produção
Telefone 1

Semptrom 2.4, HD 40 GB, Memória 256 DDR, Teclado, Mouse, Leitor de CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor 15 ,Drive DVD

Durom 700 Mhz, HD 20 GB, Memória 512 DIMM, Teclado, Mouse, Leitor CD-ROM 52x, Disco Flexível
1
3½, Monitor 17

Mesa 1

Cadeiras 3
Marketing
Telefone 1

Armário Horizontal 1
Sempron MAS 2600, 1,60 GHz, 512mb, 4D 80GB, teclado, mouse, CD/RW, monitor 17 , caixa de
1
som

13. Polos de Apoio Presencial

Polo de apoio presencial é a unidade operacional, no País, para o desenvolvimento descentralizado de


atividades pedagógicas e administrativas relativas aos cursos e programas ofertados a distância.

Desse modo, nessas unidades são realizadas atividades presenciais obrigatórias e outras exigidas pela
Universidade Anhanguera-Uniderp, tais como avaliações dos alunos, defesas de trabalhos de conclusão
de curso, aulas práticas em laboratório específico, atividades de estudo individual ou em grupo, com
utilização do laboratório de informática e da biblioteca, entre outras.

Os polos de apoio presencial são periodicamente supervisionados pela Universidade Anhanguera


Uniderp para verificar sua infraestrutura e condições de oferta, de acordo com o preconizado pela
regulação específica de EAD e observando-se os instrumentos de verificação adotados pelo INEP.

É obrigatória nos polos de apoio presencial a disponibilidade de biblioteca, laboratório de informática


com acesso a Internet, sala para secretaria, salas para tutorias, salas de aulas e soluções de
acessibilidade para deficientes físicos.;

13.1 Laboratórios de Informática

Os laboratórios são instâncias essenciais para o aluno matriculado nos cursos na modalidade a
distância. Nos polos de apoio presencial, o aluno desenvolve atividades presenciais, reforçando o
processo de ensino-aprendizagem e aplicação de conceitos a experiências compartilhadas. Todos os
polos de apoio presencial dispõem de laboratórios de informática com hardware e software em
quantidade e qualidade suficientes. O polo disponibiliza aos alunos recursos de informática atualizados,
com acesso à Internet, em quantidade e qualidade compatíveis com as necessidades das atividades
propostas e que atendam às demandas individuais dos alunos.

13.2 Biblioteca

As bibliotecas nos polos de apoio presencial dão suporte aos cursos oferecidos na modalidade a
distância. Todos os programas das disciplinas do projeto pedagógico indicam pelo menos três
bibliografias básicas, destacando como livro principal o que é adotado como livro-texto (Programa do
Livro-Texto PLT). Para os demais priorizam-se títulos que já tenham sido adquiridos e encaminhados,
anteriormente, aos polos de apoio presencial. No que se refere às bibliografias complementares, são
indicados livros e revistas científicas disponíveis em fontes na Internet, bases gratuitas ou conveniadas
pela Universidade Anhanguera-Uniderp.

As bibliografias são encaminhadas pela Sede da Universidade Anhanguera Uniderp aos polos e
controladas por um sistema informatizado de empréstimos e consultas.

Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo Bibliográfico

A Política de Aquisição e Atualização do Acervo Bibliográfico para os cursos a distância da Universidade


Anhanguera - Uniderp tem como sua missão precípua a disponibilização dos meios necessários para
que os estudantes possam desenvolver seus projetos de vida como cidadãos conscientes dos seus
direitos, deveres e responsabilidades sociais missão institucional.

Dessa forma, um acervo de qualidade, constantemente atualizado e formado por obras e fontes das
mais diversas, é uma ferramenta indispensável para subsidiar a formação do nosso corpo discente da
universidade nos aspectos educacional e cultural.

Assim, além do tradicional modelo de aquisição sob demanda, a Instituição reforça o caráter de
formação cultural que as bibliotecas devem perseguir. Esta conjugação entre formação educacional e
cultural é importante, pois possibilita ao aluno um volume de informações que atende não somente suas
necessidades técnicas e teóricas, das disciplinas específicas de seu campo de formação profissional,
mas também a indispensável necessidade de uma ampla formação humanística e cultural.

Outro formato de aquisição previsto em nossa política é a compra dos livros-texto. O PLT é uma
iniciativa aplicada em todas as suas unidades, que visa oferecer ao corpo discente obras de qualidade
com baixo custo, as quais são compradas diretamente pelos alunos e utilizadas em sala de aula ao
longo do curso. O PLT permite às Bibliotecas o incremento do acervo por meio das doações de
diferentes quantidades de livros efetuadas diretamente pelas editoras. Além disso, o PLT promove a
cultura do combate à pirataria, uma vez que não se permite a reprodução das obras adotadas pelos
docentes em suas respectivas disciplinas.

14. Informações Complementares

14.1 Coordenação do Curso

A coordenadora do curso possui habilitação condizente ao curso, em nível de pós- graduação, lotado
com carga horária integral o que facilita o cumprimento de suas atribuições previstas nos artigos 27 e 40
do Regimento Interno desta IES, com condições de melhor acompanhamento do processo pedagógico
do curso.

14.2 Corpo Docente

Os professores que compõem o quadro do Centro de Educação a Distância desempenham as funções


de professor EAD.

Os professores EAD são responsáveis pelo planejamento, organização dos materiais didáticos de
acordo com o Projeto Político-Pedagógico do Curso e a gravação das teleaulas(Modelo semi-presencial)
e Webaulas(Modelo Online) em diálogo com a coordenação do curso.

São atribuições do professor EAD:

Conhecer o Projeto Pedagógico e as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso.

Conhecer o Plano de Ensino e Aprendizagem, o Livro-texto e o Caderno de Atividades referente a


disciplina.

Seguir o Cronograma das aulas, respeitando a seqüência de temas a ser gravado em cada teleaula.
Produzir os slides de acordo com cada aula/tema e entregar com antecedência ao Coordenador de
Curso(seguindo as datas definidas nos Cronogramas de aulas).

Elaborar os Roteiros de Estudos com coerência ao Plano de Ensino e Aprendizagem e aos temas
definidos nos Cronogramas das Aulas.

Atualizar material impresso e vídeo gráfico, quando necessário, para disponibilizar no Ambiente Virtual
de Aprendizagem para os alunos.

Gravar as aulas de acordo com as disciplinas em que foi alocado no semestre letivo, seguindo as datas
previamente informadas nos Cronogramas de Aulas.

Elaborar Provas e Gabaritos referentes a cada disciplina que ministrar no Bimestre(Prova Regular,
Prova Substitutiva e Prova de Exame), perfazendo o total estimado de 45 questões por disciplina.

Auxiliar e orientar os tutores a distância no processo de correção das avaliações realizadas pelos
alunos nos polos e encaminhadas para a correção na sede da Universidade.

Realizar a gravação da Prova Comentada (Revisão da Prova) com uma linguagem clara e objetiva aos
alunos.

Realizar a gravação de vídeos orientativos acerca da ATPS ou Desafio Profissional.

Realizar a gravação de Vídeos de Dicas Acadêmicas com assuntos que possam acrescentar a
formação acadêmica dos alunos.

Participar de atividades de capacitação técnica e pedagógica, presenciais e a distância, organizadas


pelo Centro de Educação a Distância.
CORPO DOCENTE

Regime Experiência
Nome do CPF Titulação de Data de Docente Experiênci
Docente Trabalho Admissão MS** MF**ou a
Meses MM não Docen
te
Graduação: Ciência Anos
Ademir 845.081.328-04 s Horista 01/08/2001 156 NSA 20
Cavalheiro Econômicas/Universidade São Judas
Leite Tadeu USJT, São Paulo,SP/1983.
Especialização: Administração
Marketing/ Universidade São Judas
Tadeu USJT, São Paulo, SP/1985.
Especialização: Engenharia Econômica/
Universidade São Judas Tadeu USJT,
São Paulo, SP/1987.
Graduação: Enfermagem/Universidade
Ana Maria 4838139829 Sagrado Coração USC/Bauru/SP/1981. Parcial 01/11/2010 300 NSA 20
Viegas Especializaçã Administração
Tristão Hospitalar/ UNAERP/Ribeirão
Preto/SP/1981.
Especialização: Saúde Publica/
ENSP/FIOCRUZ/RJ/1989.
Especialização: Educação Profissional
na Área de Saúde/ENSP-FIOCRUZ- RJ
(2005).
Especialização: Controle de Infecção
Hospitalar/Faculdade de
Medicina/USP/SP/2007.
Especialização: Epidemiologia e
Investigação de Surtos em Serviços de
Saúde/NESCON/UFMG/BH/ MG/2009.
Mestrado; Mestranda em Saúde e
Desenvolvimento da Região Centro-
Oeste/UFMS/MS/2012.
Bertha 65326261120 Graduação: Universidade Federal de Mato Integral 01/10/2010 216 NSA 18
Lucia Grsosso do Sul 1997
Bosges Especialização: FIOCRUZ 2009
Mestrado: UnB Universidade de Brasilia
2009.
Graduação:
Denise 84796324100 Enfermagem/UFMS/MS/2002 Horista 02/08/2010 120 NSA 08
Rodrigues Especialização: Formação Pedagógica
Fortes em Educação
Profissional/ENSP/FIOCRUZ/2004.
Especialização: Saúde
Pública/ENSP/FIOCRUZ/2005.
100.498.808-70 Graduação: Pedagogia Plena (Licenciatura) Integral 17/01/200 168 NSA 14
Eliete Faculdade de filosofia, ciências e letras
Carvalho Araçatuba. Intituição TOLEDO de ensino.
Mestre em educação, na área de ensino na
educação Brasileira. Universidade estadual
Paulista Júlio de mesquita filho .Faculdade de
filosofia e ciências do campus de Marilía.
Doutorado:em educação na área de politicas e
administração da educação Brasileira.
Graduação: Letras/Universidade para o
Desenvolvimento do Estado e da Região
do Pantanal UNIDERP, Campo
Glauce
Grande, MS/1997. Horista 01/02/2003 120 NSA 10
Soares
Mestrado: Educação/Universidade
Casimiro
Federal de Mato Grosso do Sul
UFMS,Campo Grande, MS/2003.
Graduação:
- Ciências Sociais: UNICAMP- 1979-
1982
Helenrose
- Direito- FUCMAT/UCDB- 1988-1992
Aparecida Horista 01/08/2008 120 NSA 25
- Psicologia- UNIDERP-2000-2004
Coelho
Especialização-Gestão Pública
Judiciária - CEFET-2005
Mestrado Psicologia- UCDB- 2005-2006
Graduação: Curso Superior de
Professores - Universidade
Católica Dom Bosco, 1993;
- Ciências Contábeis, Centro 180
Universitário da Grande Horista
Dourados 2011
Hugo David
Especialização: Pós-Graduação 33
Santana
(lato sensu) Contabilidade 01/08/1998 NSA
Gerencial-Universidade Federal
de Mato Grosso do Sul
Ano de conclusão: 2000
- Especialização -Contabilidade
Gerencial, Auditoria e
Controladoria - Universidade para
Ivonete Melo 5.436.602.819 Graduação: Licenciatura Plena em
de Carvalho Matemática/UFMS/MS/1989. Horista 01/08/1993 240 NSA 21
Especialização em Ensino de
Ciências Com Ênfase no Ensino de
Matemát.
Graduação: Ciências 60
Jefferson 32164521153 Econômicas/UCDB/MS/1991. Horista 01/08/2003 NSA 29
Levi Especialização: Administração
Espínola Financeira/UCDB/MS/1993.
Dias Mestrado: Administração/Universidad
e
RSM Erasmus/Roterdam/Holanda/19
Jefferson 237.943.051-91 Graduação: Integral 01/08/2004 240 NSA 31
Teruya de armácia
Souza Bioquímica/Universidade Federal
Mato
Grosso do Sul
UFMS, Campo Grande,
MS/1979.
Especialização:
Graduação:
Kelly Lopes 63745364104 Enfermagem/UNIDERP/MS/2005. Parcial 01/02/2008 NSA 16
de Araújo Especialização: Enfermagem em 120
Appel Unidade de Terapia
Intensiva/Universidade São
Camilo/RJ/2008.
Especialização: MBA em Saúde e
Controle de Infecção/INESP/2011.
Especialização: Educação
Graduação: Bacharel e Integral 01/06/2004 NSA 10
Licenciatura em Ciências
Biológicas pela USP/1999.
Luciana Paes 116
25918147837
De Andrade Mestrado: Ciências na area de
Zoologia, pela USP/2001

Doutorado: Doutorado em Ciências


Graduação: Tecnologia Em Sistema
538.361.708-68 s de Parcial 01/03/1997 156 NSA 24
Distribuição de Energia/Univer
sidade
Luiz Manoel
Estadual Paulista Júlio de Mesquita
Palmeiras
Filho
- UNESP, Bauru, SP/1972.
- Graduação em Economia.
Universidade Católica Dom Bosco,
Graduação: Filosofia/PUC/RS/2007.
Mariciane 1025132017 Especialização em Metodologias e Horista 02/03/2009 90 NSA 03
Mores Gestão para Educação a
Nunes Distância. (Carga Horária: 400h).
Universidade Anhanguera Uniderp,
UNIDERP
Mestrado: Filosofia/PUC/RS/2009.

Graduação:
Mirna 92757030191 Fisioterapia/UNIDERP/MS/2001. Horista 01/08/2011 24 NSA 03
Coelho de Graduação: Enfermagem/Universida
Barros de
Anhanguera-Uniderp/MS/2010.
Especialização: Especialização
em
Especialização Saúde Coletiva e
úde

Graduação: Administração,
UNAES, 2004, Campo Grande-MS.
Monica Especialização: MBA: Gestão de
Ferreira Pessoas, UNAES, 2009, Campo
932.711.901-00 horista 01/07/2008 150 NSA 12
Satolani Grande-MS.
Mestre Mestrado Agronegócios, UFMS,
2009, Campo Grande-MS.

14.3 Tutor a distância

O Tutor a Distância é um profissional graduado na área de conhecimento do curso e


tem a função de acompanhar e incentivar o processo da aprendizagem dos
estudantes, com ênfase nas relações destes com os conteúdos, materiais didáticos,
demais colegas de turma, tutores dos polos, coordenadores acadêmicos EaD e
professores EaD.

O Tutor a Distância utiliza primordialmente o ambiente virtual de aprendizagem para


esse acompanhamento do corpo discente, que é realizado da forma mais
personalizada possível.

Dentre os fundamentos da atuação do Tutor a Distância está o conhecimento do


projeto pedagógico do curso, bem como do material didático e dos conteúdos
específicos preparados e disponíveis no AVA. O objetivo é auxiliar os estudantes no
desenvolvimento de suas atividades individuais e em grupo, fomentando o hábito da
pesquisa, colaborando no esclarecimento das dúvidas sobre as temáticas
abordadas, bem como incentivando a formação do sentimento de pertença social,
fator essencial para um processo educacional significativo.
Principais atividades desenvolvidas pelo Tutor a Distância:

Auxiliar os professores EaD e coordenadores de cursos em todas as atividades que


se fizerem necessárias para o bom andamento do curso;

Interagir com alunospor meio de mensagens relacionadas ao conteúdo, tais como


orientações quanto à leituras, esclarecimentos sobre pontos principais, discussões
sobre questões apresentadas e sínteses de debates, dentre outros;

Orientar sobre o uso de softwares, hardwares, como enviar arquivos anexos,


formatação de textos ou imagens e acesso a sites, dentre outros;

Orientar quanto ao comportamento esperado dos alunos, informando sobre código


de conduta, diretrizes contra plágios, palavreado indevido e regras de boa
convivência nas relações mediadas pela internet ou e-mails;

Esclarecer dúvidas, questionamentos, sugestões e observações dadas por alunos e


tutores dos polos sobre atividades ou materiais didáticos disponibilizados no
ambiente virtual de aprendizagem;

Interagir regularmente com os alunos sob sua responsabilidade;

Emitir mensagens escritas com clareza, que remetam às questões enfocadas,


gramaticalmente corretas, objetivas, e não monossilábicas.

Dialogar com uma variedade de alunos e não se concentrar em apenas um grupo


ou indivíduo.

Responder consistentemente às perguntas e questões dos discentes dentro do


prazo estabelecido, em menos de 24 horas-úteis (entende-se como horas-úteis as
compreendidas entre 8 e 22h, de segundas a sextas-feiras, bem como das 8 as 13h,
aos sábados);

Monitorar os grupos de estudo e encorajar a colaboração;

Elaborar novidades a partir da participação dos alunos e acrescentar outros


estímulos à discussão sempre que possível;

Acompanhar alunos para que não se ausentem do espaço virtual por mais de uma
semana;

Emitir comentários específicos, detalhados e construtivos a respeito de atividades


entregues por alunos;

Conhecer detalhadamente os materiais, as teleaulas e videoaulas, as atividades, os


procedimentos didáticos e os recursos tecnológicos da disciplina ou módulo;

Incentivar os alunos para o uso do ambiente virtual de aprendizagem, das


tecnologias e atividades a distância, valorizando o estudo e a experiência de cada
um;

Providenciar a abertura dos fóruns, chats e outros recursos de interação, conforme


planejamento prévio;

Participar das atividades solicitadas pelo professor EaD ou pela coordenação do


curso;

Analisar o desempenho dos alunos e propor procedimentos que melhorem o seu


rendimento, quando necessário;

Participar de capacitação técnica e pedagógica, presencial e a distância, bem como


reuniões promovidas pelo Centro de Educação a Distância CEAD;

Estudar previamente o material didático relacionado às respectivas teleaulas e


videoaulas;

Cumprir e fazer cumprir o Calendário Acadêmico;

Ser responsável pelo acompanhamento, orientação e avaliação dos alunos que


estão cursando disciplinas em regime de Dependência, Adaptação ou Integralização;

Cumprir outras funções que lhe forem delegadas pelas instâncias superiores.

14.4 Tutor presencial

O Tutor Presencial é um profissional graduado na área de conhecimento do curso,


ou conforme previsto no projeto pedagógico, com a função de acompanhar e
incentivar o processo da aprendizagem dos estudantes, com ênfase nas relações
destes no âmbito do polo de apoio presencial e, também, no auxílio quanto ao uso
do ambiente virtual de aprendizagem.

O Tutor Presencial deve colaborar com o pleno desenvolvimento dos processos


didático-pedagógicos, inclusive auxiliando na aplicação da avaliação local de
aprendizagem a partir das orientações do professor EaD.

Dentre os fundamentos da atuação do Tutor Presencial está o conhecimento do


projeto pedagógico do curso, bem como do material didático e dos conteúdos
específicos preparados. O objetivo é auxiliar os estudantes no desenvolvimento de
suas atividades individuais e em grupo, fomentando o hábito da pesquisa,
colaborando no esclarecimento das dúvidas sobre as temáticas abordadas, bem
como sobre o uso das tecnologias disponíveis.

O Tutor Presencial participa de momentos presenciais obrigatórios, tais como


teleaulas (que incluem a transmissão ao vivo via satélite e as atividades de interação
no polo de apoio presencial), acompanhamento das avaliações, aulas práticas em
laboratórios e estágios supervisionados, quando se aplicam. Está em permanente
comunicação tanto com os estudantes quanto com a equipe multidisciplinar do curso
e do polo.
14.5 Coordenador acadêmico EAD

Dentre as responsabilidades da Coordenação Acadêmica EaD, destacam-se a


implementação local das diretrizes acadêmicas e administrativas estabelecidas para
a modalidade, pela Instituição. Além disso, representa a Universidade perante os
alunos, tutores, secretários e gestores de polos.

De forma concomitante às funções descritas, o Coordenador Acadêmico EaDdeve


participar de momentos presenciais obrigatórios do curso ao qual está ligado
enquanto tutor presencial, ou professor local.

As principais atividades desenvolvidas pelo Coordenador Acadêmico EaD são:

Auxiliar os estudantes no polo de apoio presencial para questões administrativas e


pedagógicas;

Participar de capacitação técnica e pedagógica, presencial e a distância,


proporcionada pelo CEAD;

Certificar-se da boa recepção das aulas via satélite e a interação com qualidade,
reportando imediatamente ao CEAD, qualquer problema encontrado;

Supervisionar a aplicação das avaliações presenciais pelos tutores, mediante


orientação dos Docentes EaD, cuidando para que as datas previstas sejam
cumpridas e que as provas sejam devidamente encaminhadas para correção;

Verificar diariamente a pontualidade dos tutores nos polos;

Supervisionar o atendimento que os tutores prestam aos estudantes nos polos;

Acessar periodicamente as informações por e-mail e outras formas de comunicação


do CEAD, atendendo às solicitações encaminhadas e tomando as providências
cabíveis;

Auxiliar e supervisionar os estudantes no processo dos estágios obrigatórios,


incluindo negociações de convênios, recolhimento da documentação, dos relatórios
de estágio e o devido encaminhamento à Central de Estágios;

Auxiliar e orientar as turmas de concluintes para a organização das respectivas


comissões de formatura que devem se articular com a equipe do CEAD para as
providências cabíveis;

Identificar e informar ao CEAD se há alunos deficientes físicos no polo que


requeiram condições específicas de atendimento;

Garantir o bom andamento das atividades complementares e orientar os alunos


sempre que necessário;
Apoiar a realização das disciplinas ou módulos em regime de adaptação ou
dependência, orientando alunos de diferentes cursos e turmas quanto à realização
das atividades previstas no ambiente virtual de aprendizagem;

Cumprir e fazer cumprir o Calendário Acadêmico e o cronograma das aulas


disponibilizados no AVA;

Auxiliar no processo de correção e lançamento das notas das provas do Processo


Seletivo;

Zelar para que a biblioteca no polo de apoio presencial esteja em pleno


funcionamento, tendo os livros da bibliografia básica disponíveis em quantidades
suficientes para o atendimento aos alunos, bem como acompanhar o acesso à
bibliografia complementar para que a mesma seja garantida por meio digital.

Cumprir outras funções que lhe forem delegadas pelas instâncias superiores.

14.6 Núcleo Docente Estruturante

Núcleo Docente Estruturante NDE do curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar


tem a co-responsabilidade no processo de concepção, consolidação e contínua
atualização do projeto pedagógico do curso. Tem como atribuições:

contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de

ensino constantes no currículo;

indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,

oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e

afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;

zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de

Graduação.

A composição do NDE do curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar segue as


normas da Resolução nº1/2010, da Comissão Nacional de Avaliação da Educação
Superior - CONAES, todos com regime de trabalho em tempo integral ou parcial.

O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar é


composto pelos seguintes professores em 2014/1:

Profa Ma. Bertha Lúcia Costa Borges

Prof Me. Jefferson Teruya de Souza


Prof Me. Luiz Manuel Palmeira

Profa Kelly Lopes de Araujo Appel

Profa Ana Maria Viegas Tristão

15. Outras Informações Importantes da Especificidade do Curso

A coordenação do curso de Tecnologia em Gestão Hospitalar, seguindo a política de


manutenção da melhoria contínua dos cursos, determina por Instrução Normativa
que todos os alunos desenvolvam os trabalhos acadêmicos obedecendo às normas
de citação e referência da Associação Brasileira das Normas Técnicas (ABNT).

A coordenação do curso tem oferecido apoio aos professores EAD, com os tutores a
distância e tutores presenciais, para técnicas de seminários, utilização de normas
acadêmicas, e minicursos com temáticas relacionadas à matriz curricular,
contribuindo assim, com a evolução das disciplinas correlacionadas.

16. Projeto Interdisciplinar Aplicado a Gestão Hospitalar

O Projeto Integrador é parte integrante do currículo do curso, normatizado por


instrumento próprio. Ele se constitui em uma atividade acadêmica de
desenvolvimento de projeto com pesquisa e sistematização do conhecimento que é
desenvolvido pelo aluno mediante controle, orientação e avaliação docente.

Permite ao aluno, entre outras aprendizagens, revelar sua capacidade de


interpretação e crítica do objeto de estudo; discutir e usar conceitos pertinentes ao
quadro teórico/prático escolhido - que deve ser relativo à futura profissão e
aprofundar conhecimentos referentes a aspectos da realidade social e/ou de âmbito
profissional.

Tem por objetivo, habilitar o aluno a utilizar a metodologia adequada na elaboração


de projeto, que deve sintetizar os conhecimentos adquiridos durante o curso, as
atividades articuladas e inter-relacionadas com os mesmos e as experiências
cotidianas da área, contribuindo efetivamente para a sua formação.

Projeto Interdisciplinar Aplicado a Gestão Hospitalar


A disciplina PROINTER I, II, III e IV compõe a estrutura curricular dos Cursos
Superiores de Tecnologia da Universidade Anhanguera-Uniderp e tem por objetivo
integrar os conteúdos estudados nos semestres, auxiliando os alunos a construir
sínteses das diversas áreas do conhecimento.
A inclusão do PROINTER nas matrizes curriculares dos referidos cursos de
tecnologia vem ao encontro das orientações para a Educação Profissional que
constam nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o
funcionamento dos cursos superiores de tecnologia (CNE/CP no. 3, de 18 de
dezembro de 2002), que afirma no Art. 2º. Inciso VI que os cursos superiores de
tecnologia deverão [...] adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a
contextualização e a atualização permanente dos cursos e seus currículos; [...] .
Nesse contexto, a inserção da disciplina promove a melhoria da qualidade do ensino,
pois ultrapassa a visão fragmentada do conhecimento, permitindo a
interdisciplinaridade e buscando uma formação integral do aluno. Para compor a
formação integral do aluno, determina-se a importância das competências a serem
desenvolvidas, que sustentarão o futuro profissional frente [...] às demandas dos
cidadãos, do mercado de trabalho e da sociedade [...] (CNE/CP, nº. .3, 2002, Art.3º.).

Segundo o Parecer CNE/CP 29/2002, art. 7º entende-se por competência


profissional a capacidade pessoal de mobilizar, articular e colocar em ação
conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para o desempenho
eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho e pelo
desenvolvimento tecnológico .

O componente curricular PROINTER está articulado de forma a levar os alunos a


envolverem-se em contextos situacionais (reais ou simulados) que exijam o
desenvolvimento de competências profissionais estabelecidas de acordo com as
previstas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (2013). Assim,
ele acompanha os novos paradigmas da Educação Profissional de Nível Tecnológico
promovendo no aluno a capacidade de desenvolvimento intelectual, profissional
autônomo e permanente; e possibilitando a consolidação de competências que
identificam os perfis profissionais próprios de cada curso.

Por esta razão, ele não se limita às aulas que se desenvolvem na sala de aula, mas
propõe experiências que permitem ao aluno momentos de estudos e de pesquisa,
sob a coordenação de curso, do tutor presencial e a distância, em diferentes
ambientes de aprendizagem, como biblioteca, laboratórios e em situações externas
à instituição de ensino, entre outros.

As propostas a serem desenvolvidas pelos alunos possibilitam-lhes vivenciar


contextos similares àqueles encontrados nas condições reais de trabalho,
estimulando a sua participação ativa na busca de soluções para os desafios que
enfrenta, além de os levar a um maior envolvimento, instigando-os a decidir, opinar,
debater e constituir com autonomia o seu desenvolvimento profissional.

A elaboração e a implementação do PROINTER são acompanhadas e orientadas


pelos tutores a distância, Presencial e pelo Professor Orientador, por meio de
regulamento, manual de elaboração e cronograma e metas pré-estabelecidos.

As diretrizes curriculares dos Cursos Superiores de Tecnologia estabelecem que a


educação profissional de nível tecnológico integrada às diferentes formas de
educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia, objetiva assegurar aos cidadãos o
direito à aquisição de competências profissionais que os tornem aptos para a
inserção em setores profissionais nos quais haja utilização de tecnologias. Nesse
foco, atribui-se um novo papel ao tutor a distância, que deixa de ser o transmissor de
informações para ser o mediador da aprendizagem do aluno.

O Núcleo Docente Estruturante (NDE), a partir das diretrizes do Catálogo Nacional


de Cursos Superiores de Tecnologia, define quais os temas possíveis de serem
desenvolvidos por meio do PROINTER. Os tutores a distância das disciplinas
envolvidas responsabilizam-se pela coorientação. O Coordenador de Curso é o
responsável pelo PROINTER e o articulador de todas as ações inerentes aos
projetos.

Os PROINTERs (I, II, III e IV), são desenvolvidos pelos alunos durante os quatro
semestres, aplicando os conhecimentos e as competências adquiridas no semestre
vigente, bem como dos semestres anteriores

REGULAMENTO

A Diretoria de Desenvolvimento EaD, no uso de suas atribuições regimentais, institui


o Regulamento do Projeto Interdisciplinar aplicado aos Cursos Superiores de
Tecnologia da Universidade Anhanguera Uniderp que dispõe o seguinte:

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 1º - O Projeto Interdisciplinar (PROINTER) Aplicado aos Cursos Superiores


de Tecnologia é obrigatório sempre que for parte integrante do currículo dos cursos
superiores de Tecnologia dessa Instituição.
Parágrafo único: O Projeto Interdisciplinar aplicado aos Cursos Superiores de
Tecnologia é requisito indispensável à conclusão do curso superior a que estiver
vinculado.
Artigo 2º - O PROINTER é atividade acadêmica que integra conhecimentos
adquiridos nas disciplinas do curso, aliados às experiências do cotidiano profissional
da área do curso e que objetiva desenvolver no discente, competências essenciais
ao exercício da futura profissão, contribuindo positivamente para a sua formação.
§ 1º. O PROINTER tem caráter prático, interdisciplinar e de promoção da autonomia
intelectual do discente.
§ 2º. O PROINTER será desenvolvido pelos discentes organizados em grupos.

Artigo 3º - Competência profissional, de acordo com a Resolução CNE/CP nº


3/2002, pode ser compreendida como a capacidade pessoal de mobilidade e
articulação, a ser desenvolvida pelo discente, para colocar em prática
conhecimentos, habilidades, atitudes e valores que serão necessários e relevantes
para o eficaz e eficiente desempenho das atividades profissionais.
Parágrafo único: As competências profissionais a serem desenvolvidas durante o
PROINTER estão previstas no Parecer CNE/CP nº 29, aprovado em 3/12/2002,
dentre as quais, especialmente:
a)Capacidade de julgar, considerar, discernir e prever resultados distintos para
distintas alternativas;
b)Capacidade de eleger e de tomar decisões autônomas;
c)Capacidade de trabalhar em equipe;
d)Capacidade de gerar tecnologias;
e)Capacidade de tomar decisões em tempo real, durante o processo de produção de
bens e serviços;
f)Capacidade de corrigir problemas, prevenindo disfunções e buscando a qualidade
e adequação ao cliente;
g)Capacidade de monitorar os próprios desempenhos;
h)Capacidade de dar respostas novas aos desafios da vida pessoal e profissional;
i)Capacidade de avaliar os impactos sociais, econômicos e ambientais resultantes
da produção, gestão e incorporação de novas tecnologias;
j)Capacidade empreendedora;
k)Capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as mudanças no ambiente
do trabalho;
l)Manutenção de suas competências em sintonia com o mundo do trabalho.

CAPÍTULO II

COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES
TÍTULO I DESENVOLVIMENTO DO PROJETO INTERDISCIPLINAR APLICADO
AOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA
Artigo 4º. Para cada série em que houver a previsão do PROINTER como
componente curricular, deverá ser desenvolvido um projeto específico por grupo.
Artigo 5º. O projeto deverá considerar para a sua realização as competências
profissionais e os conteúdos abordados pelo conjunto de disciplinas do respectivo
semestre.
§ 1º. O aluno só poderá desenvolver o PROINTER se estiver cursando ou ter sido
aprovado nas disciplinas do semestre em que o Projeto for oferecido.
§ 2º. O conjunto de disciplinas a que se refere o caput desse artigo, bem como as
competências profissionais a serem desenvolvidas, estão previstos no documento
intitulado FICHA DESCRITIVA DO PROINTER , conforme Anexo I.

TÍTULO II COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS

Artigo 6º. Compete ao Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Coordenação dos


Cursos Superiores de Tecnologia, a elaboração da FICHA DESCRITIVA DO
PROINTER.
Artigo 7º. Compete ao Coordenador de Curso Superior de Tecnologia a
organização didática e administrativa do Projeto Interdisciplinar aplicado aos Cursos
Superiores de Tecnologia e, em especial:
I - Elaborar e informar, respeitando o calendário escolar, o cronograma do
PROINTER.
II - Homologar eventuais substituições de Tutores a Distância;
III - Receber a FICHA DESCRITIVA DO PROINTER elaborada pelo NDE e
encaminhá-la aos Tutores a Distância via Ambiente Virtual de Aprendizagem;
V Fornecer previamente o presente Regulamento de PROINTER aos
Tutores a Distância e Presenciais e Acadêmicos;
VI Homologar as agendas de atividades envolvidas no projeto e monitorar
seu cumprimento;
VII Homologar o modelo e a estrutura adotados para a apresentação final
dos trabalhos;
VIII - Garantir o cumprimento de cada instrumento de avaliação, especificados
no artigo 14º e detalhados na FICHA DESCRITIVA DO PROINTER;
IX - Divulgar e facilitar o acesso dos estudantes a esse Regulamento e
demais documentos que o acompanham;
X Definir, no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o início do período letivo,
as datas para a postagem final dos trabalhos de PROINTER.
XI - Encaminhar os melhores relatórios finais ao Sistema Anhanguera de
Revistas Eletrônicas (SARE)1, para submissão do trabalho, convertido em artigo, ao
comitê avaliador .
XII - Garantir que a infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos
projetos, seja disponibilizada.

Artigo 8º. Compete ao docente responsável pelo PROINTER (Coordenação de


Curso):
I Detalhar o que é o Prointer, bem como definir os cronogramas de
atividades para o desenvolvimento dos projetos;
II - Prestar orientações sobre o Prointer em todas as fases de implementação e
desenvolvimento do PROINTER.
III - Orientar os Tutores a Distância e Presenciais com relação às possíveis
dúvidas quanto a realização do Prointer;
IV - Atentar aos prazos e normas estabelecidos no regulamento do Prointer
para que as atividades transcorram no decorrer do semestre permeando as
disciplinas.
Artigo 9º. Compete ao Tutor a Distância:
I - Obedecer aos pesos de cada instrumento de avaliação especificados na
FICHA DESCRITIVA DO PROINTER;
II - Acompanhar e fazer cumprir as atividades para o desenvolvimento dos
projetos com os grupos de discentes e, encaminhá-las ao Coordenador do Curso;
III - Acompanhar os discentes em todas as fases de desenvolvimento do
PROINTER;
IV - Ler e corrigir os relatórios produzidos em todas as fases do PROINTER
sob a orientação do Professor Responsável pelo projeto;
V - Cumprir os prazos previstos no cronograma;

1
Sistema Anhanguera de Revistas Eletrônicas (SARE). Disponível em: < http://sare.unianhanguera.edu.br >.
VI - Garantir que todos os formulários e documentações, necessários ao
desenvolvimento do PROINTER, sejam preenchidos e validados;
VII Orientar os discentes sobre as ações de divulgação dos trabalhos;
VIII Acompanhar junto aos discentes a implementação das ações de
divulgação dos trabalhos;
IX Avaliar o PROINTER, atribuindo os conceitos parcial e final sob a
orientação prévia do Professor Responsável pelo projeto (coordenador de curso).
Artigo 10º. Compete ao discente:
I - Elaborar a FICHA ROTEIRO DO PROINTER, sob assistência do tutor a
distância, conforme Anexo II;
II - Obter a autorização do local para a realização de pesquisa de campo,
quando for o caso;
III - Cumprir o cronograma definido na FICHA ROTEIRO DO PROINTER;
IV - Conhecer e cumprir a agenda de atividades envolvidas no projeto;
V Preencher todos os formulários e documentações que foram necessários
ao desenvolvimento do PROINTER;
VI - Ter ciência que atos de falsidade ideológica, plágio, apropriação de idéias
ou textos de outrem, desde que comprovados, implicarão na anulação do
PROINTER e consequente reprovação nesse componente curricular;
VII - Cumprir as definições da FICHA DESCRITIVA DO PROINTER e da
FICHA ROTEIRO DO PROINTER;
VIII Encaminhar o Projeto para a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa
da Anhanguera Educacional (CEP), com antecedência de trinta (30) dias, sempre
que envolver interação com pessoas ou animais, aguardando a aprovação para
início das atividades.
CAPÍTULO III

DESENVOLVIMENTO DO PROINTER

TÍTULO I REGRAS GERAIS

Artigo 11º. O PROINTER será desenvolvido, obrigatoriamente, por grupos de no


mínimo 3 (três) e no máximo 6 (seis) discentes.
Artigo 12º. A carga horária de desenvolvimento do PROINTER deverá sempre
respeitar aquela definida pela matriz curricular de cada um dos cursos.

Artigo 13º. É obrigatório o cumprimento, pelo discente, das Atividades Acadêmicas


Efetivas.
§ 1º. As Atividades Acadêmicas Efetivas incluem:
I. Trabalho em grupo para o desenvolvimento do Projeto e para a
elaboração de relatórios;
II. Pesquisas em bibliotecas físicas;
III. Pesquisas em conteúdos virtuais por meio da internet;
IV. Visitas técnicas em locais cuja atividade desenvolvida seja relevante
para o Projeto;
V. Entrevistas com profissionais da área do Projeto;
VI. Acompanhamento a profissionais em vivências reais;
VII. Simulações e experimentos;
VIII. Construção de protótipos;
IX. Quaisquer outras atividades de cunho acadêmico e que visem
diretamente o desenvolvimento do PROINTER.
TÍTULO II AVALIAÇÃO DO PROJETO INTERDISCIPLINAR APLICADO AOS
CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA

Artigo 14º. A avaliação do PROINTER será realizada de forma processual e


cumulativa pelo docente, durante o desenvolvimento do trabalho.
§1º. Os instrumentos para a avaliação contemplam: o projeto parcial escrito
(inclusive protótipos, se for o caso) o cumprimento das atividades definidas no
cronograma (FICHA ROTEIRO DO PROINTER) e o projeto final escrito (inclusive
protótipos, se for o caso).
§2º. O detalhamento acerca dos instrumentos de avaliação e os pesos atribuídos a
cada um dos instrumentos encontram-se definidos na FICHA DESCRITIVA DO
PROINTER.
Artigo 15º. O PROINTER será avaliado por conceitos: SUFICIENTE ou
INSUFICIENTE.
§ 1º. Será considerado suficiente o projeto que obtiver, nos instrumentos de
avaliação descritos no artigo 15º, nota igual ou superior a 7,0.
§ 2º. Será considerado insuficiente o projeto que obtiver, nos instrumentos de
avaliação descritos no artigo 15º, nota igual ou inferior a 6,9.
Artigo 16º. Será considerado APROVADO no PROINTER, o discente que obtiver o
conceito SUFICIENTE e cumprir as Atividades Acadêmicas Efetivas previstas no
projeto.
Artigo 17º. Será considerado reprovado no PROINTER e, ainda, sujeito às
penalidades previstas no Regimento da Instituição, o discente que cometer ato
considerado irregular na produção do projeto, tal qual o plágio ou a reprodução não
autorizada de textos.
Artigo 18º. O discente reprovado no PROINTER de uma das séries deverá repetir,
integralmente, este componente curricular.
§ 1º. O discente reprovado deverá arcar com os custos decorrentes da aplicação do
componente curricular e do novo projeto e a ser desenvolvido.

CAPÍTULO IV
DISPOSIÇÕES FINAIS

Artigo 19º. Eventuais alterações a serem implementadas no PROINTER em


andamento; somente poderão ocorrer com a expressa concordância da Diretoria de
Desenvolvimento EaD e da Coordenação do Curso.
Artigo 20º. É permitida a adoção de nomes fictícios para empresas reais, em
projetos que as envolverem.
Artigo 21º. Os anexos citados no corpo desse Regulamento e, constantes ao final,
são partes integrantes desse documento.
Artigo 22º. Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria de Desenvolvimento -
EaD.
Artigo 23º. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação e revoga as
diretrizes em contrário.
DÊ-SE CIÊNCIA E PUBLIQUE-SE.
Campo Grande, 22 de Janeiro de 2014.
ANEXO I

FICHA DESCRITIVA DO PROINTER (modelo)

Curso (nome do CST)

Responsável pelo Desenvolvimento - Núcleo Docente Estruturante (NDE) - EaD;


do PROINTER
- Coordenação Pedagógica EaD;

- Coordenação de Cursos - EaD.

Componente Curricular Referência ao PROINTER (I, II, III e IV)

Semestre de Vigência Referência ao semestre de vigência (1º, 2º, 3º e 4º)

Disciplinas Norteadoras Relação de pelo menos duas disciplinas que irão nortear todo
o Projeto e às quais as competências profissionais
desenvolvidas terão aderência.

Competências / Habilidades Relação das competências/ habilidades profissionais a serem


Profissionais a serem desenvolvidas desenvolvidas pelo componente curricular em questão.

Foco obrigatório do Projeto Delimitação primeira do Projeto. Deverá considerar que o


prazo para seu desenvolvimento e implementação é de um (1)
Bimestre.

Referência Bibliográfica A mesma bibliografia das disciplinas norteadoras.


Instrumentos de Avaliação
Relatório Parcial:

De 0,0 (zero) a 3,0 (três) pontos atribuídos pelo tutor a


distância.

Relatório Final: Cumprimento das atividades (Cronograma)


+ Relatório Final

De 0,0 (zero) a 7,0 (sete) pontos atribuídos pelo tutor a


distância.

Maior ou igual a 7,00 (sete) = Suficiente

Sistema de Avaliação

Obs.: o(a) acadêmico que reprovar deverá realizar a disciplina


novamente.
ANEXO II

FICHA ROTEIRO DO PROINTER (modelo)

DEFINIÇÃO DO TEMA Definir um tema que esteja alinhado ao foco estabelecido na Ficha
Diretriz.

SELEÇÃO DO ALVO DO Em função do tema definido, seleciona-se o alvo do Projeto,


PROJETO podendo ser um produto, um serviço, um cliente, dependendo da
área do curso.

CRONOGRAMA DO PROJETO Seguir as atividades e prazos definidos previamente pelo NDE,


Coordenação Pedagógica EaD e Coordenação de Curso EaD, que
garantam a conclusão do Projeto até o final do semestre de
vigência.

RELATÓRIO FINAL O relatório final pressupõe:

APRESENTAÇÃO DO ALVO DO PROJETO: descrição do


cliente/serviço/produto (alvo do Projeto).

CONTEXTUALIZAÇÃO: levantamento do contexto interno e externo


que servirão de análise para prever ameaças e oportunidades.

DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL: diante do contexto levantado,


projetar possíveis aspectos positivos (oportunidades) e
desfavoráveis (ameaças) a serem aproveitadas ou evitadas.

DESENVOLVIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO: definir estratégias


(caminho) para soluções e plano de ação embasadas no
conteúdo das disciplinas envolvidas no Prointer.

RESULTADOS (esperados): apresentação dos resultados a serem


alcançados.

Obs.: o texto do relatório final deve seguir a ABNT quanto às


citações e referências.

Em cursos da área de saúde, pode-se também seguir as normas de


referências bibliográficas de Vancouver *

* Apolinário F. Dicionário de Metodologia Cientifica- Um Guia para


a Produção do Conhecimento Cientifico 2ª edição; 2011. 320p.
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