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ALFABETIZAÇÃO – 1.° ANO

Diagnose

1.° ANO
ALFABETIZAÇÃO – 1.° ANO

Todos na luta contra o Aedes aegypti!


Ele não transmite só a Dengue, mas Zika e
Chikungunya também.

Encha de areia, até a borda, Entregue seus pneus velhos ao Coloque o lixo em sacos Mantenha a caixa d’água Remova as folhas, os galhos
Não deixe a
os pratinhos dos vasos de serviço de limpeza urbana ou plásticos e mantenha a lixeira sempre fechada com tampa e tudo que possa impedir a
água da chuva acumulada
planta. guarde-os, sem água, em local bem fechada. adequada. água de correr pelas calhas.
sobre a laje.
coberto, abrigados da chuva.

Elimine os focos do
Aedes aegypti.

Troque a água e lave o vaso Guarde garrafas sempre de Mantenha bem tampados Lave, semanalmente, por
de sua planta pelo menos cabeça para baixo. tonéis e barris d’água. dentro e com sabão, os Adaptado de Caderno Pedagógico – Ciências 6.° Ano (2.° bimestre/2016)
uma vez por semana. tanques utilizados para Profª Simone Fadel e Profª Simone Medeiros
armazenar água.
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Prezado Professor, Prezada Professora


Entre os muitos desafios e satisfações que a docência proporciona a nós, educadores, a experiência em alfabetização se constitui, para muitos
Professores(as), em oportunidade singular de acompanhar o desenvolvimento de todos os alunos que devem se apropriar da leitura e da escrita.

Investir no progresso de uma criança, observando-a em seu processo de alfabetização, apresenta duplo viés: pode permitir tanto o encantamento diante
das descobertas feitas pelos alunos quanto o enriquecimento profissional, proveniente das várias estratégias adotadas e das reflexões tecidas a partir
das demandas da atuação docente.

Professor(a), neste material são apresentadas algumas considerações a respeito do fazer docente em alfabetização. Dentre elas, destacam-se as
reflexões sobre as especificidades e a relevância do processo de DIAGNOSE realizado no início de cada ano letivo. Como já é de nosso conhecimento, as
primeiras atividades propostas aos alunos, a leitura dos relatórios provenientes da Educação Infantil e as informações obtidas junto à família oferecem
informações relevantes para a organização do trabalho que será desenvolvido por você em sua turma. Para o efetivo aproveitamento do processo de
diagnose, planeje atividades diversificadas, lúdicas, vinculadas aos projetos da escola ou ampliadas a partir das atividades existentes no caderno
pedagógico do aluno, para que seja possível observar cada criança.

Tendo em vista a importância do registro e do acompanhamento do processo de alfabetização de cada aluno, a escola receberá um INSTRUMENTO DE
OBSERVAÇÃO para sistematizar as informações que obtiver ao longo do período de diagnose. É de fundamental importância que todas as Unidades
Escolares leiam as orientações necessárias para o preenchimento adequado do referido documento.

Professor(a), fique atento às informações obtidas e, no cotidiano da escola, aposte no trabalho em equipe, durante todo o ano letivo, para a definição
de projetos, atividades e, principalmente, para a compreensão das situações que surgirão durante o período de diagnose. Dessa forma, caminhos
possíveis poderão ser construídos coletivamente.

Outros apontamentos, presentes neste material, pretendem dar continuidades às reflexões sobre o fazer docente e as ações cotidianas dos professores
alfabetizadores. Busque fortalecer o estudo e o planejamento coletivo! Cada encontro pedagógico, cada troca de experiências com os colegas
certamente enriquecerá o trabalho de toda a escola.

Professor(a), desejamos um ano letivo exitoso. E, na oportunidade, ratificamos o que disse Paulo Freire:

“Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão.” (1987)
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DIAGNOSE: registrando os diferentes saberes de cada aluno...


Definir e redefinir os objetivos do fazer docente são ações inerentes ao trabalho do
Professor(a). Diante do currículo e das demandas de aprendizagem da turma e de cada aluno, o
planejamento é construído e ganha os contornos necessários, a fim de que os objetivos
QUEM SÃO OS SEUS constantes no planejamento sejam alcançados.
ALUNOS?
Por essa razão, logo no início do ano letivo, torna-se fundamental conhecer a turma,
conhecer cada aluno e traçar caminhos para que todos avancem.

É importante, por exemplo, saber


• quais as crianças que passaram pela Educação Infantil;
• se estudaram na mesma turma ou escola;
QUAIS OS CONHECIMENTOS
• se há relatórios disponíveis sobre o desenvolvimento dos alunos em suas experiências
QUE ESTÃO CONSTRUINDO? anteriores;
• quais os conhecimentos que construíram a respeito do sistema de escrita e de
numeração decimal;
• quais as características culturais e afetivas que preponderam nos lugares onde vivem;
• quais são os interesses e curiosidades que possuem;
• se há alunos que necessitarão de apoio específico (como suportes para a inclusão e
adaptação para crianças com deficiência).

O QUE PRECISAM APRENDER? A diagnose não é uma ação pedagógica definitiva e cristalizada em relação aos perfis
apresentados pelos alunos no início do ano letivo. Ela é um momento importante, um ponto de
partida para se pensar quais ações/ possibilidades serão necessárias para o avanço no processo
de alfabetização específico a cada aluno, assim como ao coletivo da turma.

Lembre-se de que a família deve se tornar uma grande aliada. Considere organizar
reuniões frequentes de pais e responsáveis para que você, Professor(a), possa conhecer as
famílias que sempre oferecem informações relevantes sobre as vivências de cada criança.
COMO SERÁ CONSTRUÍDO O O compromisso com a frequência é algo de que não se pode abrir mão. Muitas vezes, algumas
TRABALHO PEDAGÓGICO? famílias não compreendem a importância da assiduidade, principalmente durante o processo de
alfabetização. Aproveite esses encontros para mostrar o quanto os alunos precisam consolidar,
gradativa e sistematicamente, o seu processo de alfabetização.
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DIAGNOSE: registrando os diferentes saberes de cada aluno...


Diante do trabalho a ser desenvolvido no 1º Ano, identificar como os alunos estão se desenvolvendo, em cada uma das habilidades em destaque
contribuirá para a organização do planejamento. A seguir, destacam-se as habilidades que serão observadas a partir das atividades desenvolvidas para
efeito da diagnose, e ao longo de todo o bimestre, tendo em vista o que está previsto nas orientações curriculares.
Já sabemos que, durante o processo de diagnose, buscamos conhecer o que sabe cada um de nossos alunos. É preciso identificar aqueles que
estão iniciando a construção de determinados conceitos e aqueles que já avançaram nesta ou naquela habilidade específica. A diversidade, inerente
ao ser humano e, logicamente, aos nossos alunos, nos permite perceber crianças nas mais distintas etapas do processo de alfabetização. Como
precisamos atender a todos, a diagnose inicial permitirá traçar/planejar atividades/ações para que todos evoluam e se auxiliem mutuamente.
As habilidades elencadas, para serem observadas durante o processo de diagnose, consideram, dentre outros aspectos, a escrita do nome
próprio, a identificação de letras, a leitura e a produção de textos. No âmbito da Matemática, são exploradas habilidades que também envolvem
diferentes processos cognitivos. Pretende-se, neste início de ano letivo, observar o desenvolvimento de habilidades que envolvem as capacidades de
identificação, comparação, ordenação, classificação e resolução de situações-problema com cálculos simples.
O caderno pedagógico do aluno apresenta atividades que contribuirão para a observação e o desenvolvimento dessas habilidades. Também nas
páginas seguintes deste caderno, algumas possibilidades de ampliação de atividades podem ser compartilhadas.
Professor(a), ao observar seus alunos, tenha em vista as possibilidades de aprendizagem de cada um deles. Com a diagnose não se pretende
buscar o que “falta”, mas sim o que cada criança já construiu e o que ainda precisa construir para conseguir apropriar-se da leitura e da escrita,
desenvolvendo, concomitantemente, o seu raciocínio lógico. Esta é a função da escola: construir conhecimento.
A indicação de habilidades para a diagnose e para investimento efetivo ao longo do bimestre não pode ser tomada como preditiva daquilo que
as crianças deveriam saber. Deve, sim, ser tomada como referencial para que saibamos onde cada aluno se situa em relação ao que precisa
desenvolver/avançar, a partir de onde está.
Colocamo-nos à disposição para oportunidades permanentes de diálogo ao longo de todo o ano letivo. Na contracapa, estão disponibilizados os
nossos contatos.
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Escrever o seu primeiro nome sem apoio. Diferenciar letras de outros sinais gráficos, como números e sinais de
pontuação, ou de outros sistemas de representação.

Identifique os alunos que ainda não reconhecem o próprio


Já se sabe que o aluno, ao conhecer as 26 letras do alfabeto, já
nome. Planeje, consequentemente, atividades para que
superou uma etapa importante no seu processo de alfabetização.
desenvolvam essa habilidade. Como já é sabido nos estudos sobre
Durante o período de diagnose, investigue como cada aluno caminha;
alfabetização, o nome deve ser visto como o primeiro texto a ser
invista no processo de reconhecimento e diferenciação entre números,
considerado quando se pretende ajudar alguém a ler e a escrever.
letras e demais sinais gráficos.
O uso de recursos ‒ como crachás; “telhadinhos”; varal com
saquinhos ‒ contendo o nome de cada aluno, para guardar Brinque de “Seu mestre mandou...” com a turma. Peça que citem ou
produções, e jogos de letras móveis do nome contribuem, apontem letras, números, nomes (de brinquedos ou de pessoas),
significativamente, para o desenvolvimento dessa habilidade cores/formas etc. Através dessa brincadeira, você poderá observar várias
simples e inicial. situações em que cada aluno vai demonstrar como está caminhando em
Você pode propor situações em que os alunos necessitem seu processo de alfabetização.
escrever seus nomes (fichas de atividades, crachás, materiais de Construa e utilize alfabetários e numerários.
uso pessoal, mural, brincadeiras com letras móveis). Leia, constantemente, para seus alunos.
Existem, neste material, atividades apresentadas em que se Proponha situações de contagem. No trato com os sistemas de
trabalham a leitura e a escrita do nome próprio. escrita e de numeração, os alunos consolidarão a habilidade em estudo.

Professor(a), registre as informações obtidas no INSTRUMENTO DE OBSERVAÇÃO da turma. Lembre-se de construir seu portfólio. Dessa forma,
poderá ter o registro individual, acompanhando as etapas de aprendizagem de cada um de seus alunos.
Ao fazer uso do portfólio, suas anotações podem ser realizadas a cada semana, quinzena ou mês. Considere, ainda, a validade de registrar as
situações que surgem de forma espontânea no cotidiano da sala de aula.
Você pode utilizar um caderno para montar o seu portfólio. Basta dividir as folhas entre a quantidade de alunos e passar a registrar a evolução de
cada um. Dessa maneira, os registros de toda a turma ficarão organizados em um mesmo material.
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Identificar as letras do alfabeto. Identificar relações fonema / grafema (som / letra).

Durante as atividades diárias, explore, sempre Antes de explorar as relações existentes entre fonemas e grafemas, é
que oportuno, o reconhecimento e a nomeação de importante investir no desenvolvimento da consciência fonológica.
letras. Nessas ocasiões, observe e registre (para o seu
acompanhamento) os conhecimentos que os alunos já Brinque com rimas, canções, parlendas e trava-línguas. Observe quais os
adquiriram ou que ainda estão construindo. alunos que são capazes de perceber sons iguais ou semelhantes. A percepção
das rimas e dos sons iniciais em palavras são habilidades importantes a serem
O momento da chamadinha é sempre oportuno: desenvolvidas durante o processo de alfabetização.
identificar e nomear as letras com as quais os nomes
começam ou terminam, ou ainda nomear todas as Para estabelecer relações entre fonemas e grafemas, a criança deve
letras que compõem um determinado nome pode se ultrapassar a capacidade de somente comparar sons: ela precisa relacionar sons
transformar em uma prática diária para a à sua representação escrita.
aprendizagem efetiva relativa a essa habilidade.
O trabalho com o nome pode auxiliar, efetivamente, no estabelecimento
A realização de bingos de letras também se das relações entre fonemas e grafemas. Durante a chamadinha, a comparação
constitui em oportunidade de aprendizagem para os entre nomes que começam ou não com a mesma letra deve ser estimulada.
alunos, além de favorecer a ludicidade. É importante que as crianças percebam a relação entre sons e letras.

Aproveite a chamadinha para observar a apropriação das relações entre


fonemas e grafemas, habilidade que as crianças vão construindo
gradativamente.
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Ler palavras. Aqui, vale destacar a seguinte observação de Cagliari (2009):

Quando o Professor(a) começa a falar de escrita


Professor(a), a participação do aluno em situações que envolvem a para as crianças, precisa lembrar-se de que a maioria
leitura e a escrita nos usos sociais contribui para o processo de apropriação
delas já tem informações a respeito. Se ele fizer com
tanto da língua falada quanto da língua escrita. Para que o aluno domine a
leitura e a escrita é fundamental que compreenda como e para que se lê e que elas explicitem essas informações, conversando a
como e para que se escreve. Em seu planejamento, priorize as mais diversas respeito do que sabem, terá um bom motivo e um
atividades de leitura e de escrita. caminho interessante para ensinar a ler e a escrever.
[...]
Incentive os alunos a participarem dos momentos de leitura e de escrita.
[...] Por isso, o Professor(a) deve fazer esse
Faça-os perceber que é possível ler, mesmo sem que se tenha pleno domínio
do sistema de escrita. Nesse contexto, as crianças devem perceber que são os levantamento antes de organizar o trabalho de ensino.
ajudantes do Professor(a). Você pode, por exemplo: Reconhecer e respeitar esses conhecimentos das
crianças motiva-as a aprender mais rápido, uma vez
• recontar, oralmente, as histórias ouvidas, tendo como suporte o livro que elas constatam que já sabem muita coisa. Por
utilizado por você;
outro lado, esse estudo é crucial no caso daqueles
• após realizar leituras com a turma e explorar determinadas
passagens, pedir que leiam e escrevam palavras do título ou do alunos que sabem muito pouco ou quase nada a
corpo do texto; respeito do sistema de escrita. Com esses alunos, o
• ler os textos que se têm de memória, apontando ou não com Professor(a) deverá tomar cuidados especiais,
o dedinho; devendo ensinar noções que parecem óbvias a todo
• pedir que os alunos leiam e escrevam uma ou outra palavra
mundo, mas que não foram sequer percebidas por
apontada por você;
• ao trabalhar com alfabetários, construir, com os alunos, relações e algumas crianças. Se esses alunos não receberem
listas a partir de situações contextualizadas; uma boa distinção entre desenho e escrita ou, ainda,
• motivar os alunos a ler e escrever palavras; que escrevemos com letras representando os sons das
• utilizar jogos como o dominó de palavras ou jogos da memória palavras, dificilmente acompanharão explicações mais
(brincando em parceria com os colegas, as crianças vivenciam
específicas a respeito do funcionamento da escrita, da
experiências profícuas);
• fazer uso de bingos de palavras. Após sortear palavras, reserve um leitura e da fala (Cagliari, 2009, 119).
tempo para a leitura e escrita individual. Sempre que necessário,
ofereça suporte àqueles que precisarem.
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Identificar a finalidade do texto. Localizar informações explícitas em um texto.

Professor(a), a aprendizagem da leitura e da escrita necessita Ao trabalhar os diferentes gêneros textuais em sala de aula, explore,
da utilização efetiva de textos como ponto de partida e de chegada. oralmente, o reconhecimento de informações explícitas. Para isso, é
fundamental que ouçam os textos com atenção e que sempre participem
É fundamental que os alunos percebam os usos sociais da das Rodas de Conversa, dos momentos de contação de histórias, de peças
leitura e da escrita. Por essa razão, explore as características e as teatrais, de jograis, além de ouvir leituras de textos informativos.
funções dos textos lidos.
As habilidades de ouvir, falar, ler e escrever precisam ser
Ao trabalhar com narrativas, parlendas, poemas, receitas, contempladas em nossas aulas. As crianças que ainda não se apropriaram
manuais de instrução, rótulos, notícias, letras de música, trava- da leitura e da escrita podem e devem participar dos momentos em que
línguas e adivinhas, explore a finalidade de cada gênero textual. textos escritos ou orais estejam em cena. Tais situações devem permitir
que as crianças entrem em contato com determinados temas ou contextos,
Nesse trabalho, a oralidade ganha espaço privilegiado. Estimule podendo refletir sobre eles. Falar sobre o que compreenderam ou mesmo
seus alunos a expor as suas ideias a respeito da finalidade dos ficar em silêncio, se assim o desejarem.
diferentes textos trabalhados e amplie os conhecimentos que
compartilharem. Nas séries iniciais, é fundamental que se garantam espaços para
conversar sobre os textos, transitando entre a sua superficialidade
Levando em consideração a faixa etária dos alunos, verifique a e profundidade, e ainda falando sobre o que provocam no leitor.
possibilidade de montar um livrinho em que se reúna uma coletânea A literatura, em especial, abre caminho para tal fluidez e multiplicidade
de “textos para brincar”. Nesse material, poderiam ser reunidas de leituras.
parlendas, trava-línguas, adivinhas, canções de roda e listas de
brincadeiras construídas pelos próprios alunos. Professor(a), inclua os textos no cotidiano de sua sala de aula.
Aprender a ler, sem ter contato com a leitura de bons textos, se configura
Você pode ainda criar um manual de brincadeiras. Nele, os em caminho complexo e, não raro, sem sentido.
alunos podem selecionar e explicar como as brincadeiras favoritas
são realizadas. Nesse caso, como escriba dos alunos, você pode Invista na leitura! Invista em situações de letramento que permitam
registrar as instruções passadas por eles. A produção pode ser ao aluno ampliar seu conhecimento de mundo e, ao mesmo
compartilhada com outras turmas da escola. tempo, desenvolver conhecimentos sobre o funcionamento da leitura e da
escrita.
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Identificar sílabas de palavras ouvidas e/ou lidas. Reconhecer a palavra como unidade gráfica no texto.

Os jogos de linguagem podem contribuir para a avaliação e o O conhecimento de que a fala e os textos escritos são
desenvolvimento dessa habilidade. Experimente atividades como compostos por conjuntos de palavras deve ser disseminado entre os
alunos, durante a fase de alfabetização. É importante que,
• canções com as quais os alunos possam brincar e perceber gradativamente, as crianças se apropriem do conceito de palavra.
rimas. A música “Formiguinha” serve de exemplo. Ao associar
os sons dos nomes de produtos alimentícios a partes do corpo Para ajudar a turma nesse processo, proponha atividades por
(café-pé/ batata-roxa-coxa/ mamão-mão) a criança pode meio das quais os alunos possam
comparar sons;
• encontrar determinada palavra em um ou mais textos,
• leitura de poemas e parlendas. Pequenos e divertidos textos, verificando, ainda, quantas vezes a palavra se repete;
que podem ser lidos e declamados de memória, costumam • contar palavras em uma quadrinha, trava-línguas ou adivinha;
agradar aos alunos. Depois que as crianças estiverem • sobrepor, fazendo uso de colagem, determinadas palavras em
familiarizadas com tais textos, peça que declamem, enfatizando um texto que seja familiar aos alunos. A sobreposição pode
as rimas e aliterações (quando existentes). Solicite, ainda, que servir para destacar determinada palavra ou, ainda, resultar na
citem outras palavras que rimem com uma ou mais palavras reconstrução do texto. Por exemplo, na canção “o sapo não lava
dos textos apresentados; o pé...”, ao colocar no lugar da palavra sapo outra palavra, é
possível que se tenha de substituir as palavras pé, lagoa, chulé e
• jogos em que os alunos precisem dizer palavras que tenham a o artigo;
mesma sílaba inicial ou final de palavras citadas. Você pode • substituir os nomes dos dias da semana em um calendário;
começar dizendo: “se eu digo macaco, alguém diz maçã e você • marcar a primeira e a última palavra em um texto.
diz...”. A brincadeira segue, envolvendo todos os participantes;
Você pode criar um glossário com os seus alunos. Nele, escreva
• durante a chamadinha, você pode pedir aos alunos que digam o significado das palavras acerca das quais as crianças mostrarem
palavras que comecem com as mesmas sílabas dos nomes das curiosidade ou que não forem conhecidas por elas. Durante as
crianças; pode agrupar os nomes que começam e terminam atividades de leitura, é comum elas se depararem com termos
com as mesmas sílabas. desconhecidos.
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Identificar a existência de espaço, separando uma palavra de outra. Identificar a direção da escrita na Língua Portuguesa (escreve-se da
esquerda para a direita e de cima para baixo).

Professor(a), como já sabemos, as crianças chegam ao primeiro Observe o desempenho de seus alunos na realização das
ano trazendo um conjunto de experiências escolares e sociais. atividades propostas em cada dia de aula. Verifique como escrevem,
Dependendo das situações a que estiveram expostas na escola e como grafam as letras e oriente-os sempre que necessário.
mesmo fora dela, podem sentir-se capazes de escrever antes mesmo
de dominar as especificidades do sistema de escrita. É importante que, Para desenvolver a percepção quanto à direção da escrita,
logo nos primeiros dias de aula, todos os alunos sejam encorajados a você pode
experimentar a escrita.
• entregar aos alunos fichas em que esteja escrito o nome da
Ao propor que escrevam a partir de situações contextualizadas, criança. Abaixo dele, deixe uma lacuna para a colagem de cada
observe como as crianças agem/reagem. É valido observar se utilizam letra. Oriente os alunos de modo que colem as letras, respeitando
desenhos, letras ou outros símbolos, se produzem riscos ou se já o sentido da escrita;
demonstram a noção de palavras, conseguindo marcar espaçamentos. • usar letras móveis, na rodinha, para escrever, coletivamente,
palavras e nomes que sejam significativos;
Durante as aulas, ajude a turma a avançar no desenvolvimento
• atuar como escriba de seus alunos, escrevendo histórias criadas
dessa habilidade. Para isso, em atividades cotidianas, como a produção
por eles;
coletiva de textos, mostre a importância do espaço deixado entre as
• escrever, no quadro ou no blocão, enquanto copiam em seus
palavras.
cadernos, a opinião das crianças sobre um livro lido ou mesmo um
Também é possível propor aos alunos que convite para que outra turma participe de uma brincadeira ou da
Roda de Leitura. Mostre sempre a direção da escrita e a função
• pintem os espaços entre as palavras de determinado texto já social do texto;
explorado em sala de aula; • estimular o que, entre alfabetizadores, acabou sendo chamado de
• organizem um verso ou um pequeno trecho de um texto “ler com o dedinho”. Capas de livro, fichas de nomes próprios,
conhecido. As crianças podem receber as palavras do texto textos que os alunos saibam de cor são bastante produtivos para
(em fichas) para que possam, com apoio, remontar o texto, essa atividade em que, ao ler mesmo sem “saber ler”, as crianças
preservando os espaços entre as palavras. apontam com o dedo o texto que está sendo lido.
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Reconhecer que tudo o que se fala pode ser escrito. Fazer registros utilizando as letras do alfabeto.

Perceber que podemos representar com a escrita o que falamos ou De acordo com as considerações ao lado, os alunos, em fase de
pensamos se constitui em etapa importante a ser superada ao longo do processo alfabetização, necessitam construir vários conceitos a respeito da
de alfabetização. É fundamental que a criança descubra o que a escrita escrita. Dentre eles, saber que utilizamos letras para escrever. O trabalho
representa e o que se pode representar a partir dela. Por isso, ao organizar as pedagógico realizado por você, Professor(a), precisa conduzi-los
suas aulas, verifique o que as crianças sabem a respeito da escrita e observe se nesta direção.
conseguem perceber as relações entre as marcas de oralidade e a escrita.
A configuração de um ambiente escolar que exponha os alunos a
Proponha situações em que a criança necessite fazer representações. práticas de letramento contribuirá significativamente para o
Dentre várias possibilidades, você pode solicitar que desenvolvimento dessa habilidade. Vivenciar o(a) Professor(a)
escrevendo e lendo, em diferentes momentos no cotidiano da sala de
• mostrem para você os personagens de que mais gostam, utilizando aula, é indispensável.
papel, lápis grafite e lápis colorido. Depois que terminarem, peça que
cada criança fale sobre o que representou. Observe as escolhas que Planeje situações relevantes para que as crianças escrevam. Criar
fizeram entre utilizar a escrita, símbolos ou desenhos. Junto com as um livro da vida pode ser interessante, além de atender ao trabalho
crianças, organize as produções, agrupando-as a partir da forma de sobre identidade. Os alunos poderiam fazer representações, utilizando
representação escolhida individualmente: escrita, desenhos, desenhos e escrita. Uma sequência de páginas em que se pudesse,
símbolos ou desenho e escrita, entre outras; além do desenho, escrever o próprio nome, os nomes dos familiares, a
idade e nomes dos animais, alimentos, brincadeiras, brinquedos e
• escrevam algo para você. Pode ser os nomes de alguns personagens personagens preferidos poderia compor esse material.
citados pelos colegas ou os nomes de alguns animais (podem ser
indicados por você ou escolhidos pelos alunos) para que se observe O importante é que a escrita faça parte do cotidiano dos alunos.
como cada criança procederá. O importante é que o ato de escrever Ajudar o Professor(a) a escrever, pensando em quais letras utilizar, é
tenha um sentido, uma motivação e a atividade esteja vinculada a uma atividade instigante. Em situações como essa, as crianças se
algum assunto desenvolvido em sala de aula. colocam em uma posição importante em relação às reflexões que pode
fazer sobre a escrita.
Ao observar a escrita de cada aluno, analise se eles já utilizam
convenções da escrita e de que maneira o fazem. Começando ou não a estabelecer relações entre grafemas
e fonemas, as crianças devem ser incentivadas a escrever diariamente,
Valide e valorize todas as formas de representação apresentadas pelas para que cada vez mais conquistem autonomia e confiem em
crianças e as ajude a avançar no que for necessário. suas potencialidades.
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Escrever palavras. Escrever textos curtos.
Escrever frases.

É muito importante que as crianças produzam seus próprios textos. A


Professor(a), é importante verificar como seus alunos criatividade e a oralidade devem ser acionadas sistematicamente. A capacidade
lidam com a escrita. É preciso encorajá-los a escrever de elaborar textos será desenvolvida à medida que as crianças forem estimuladas
diariamente, da forma como conseguem. a avançar na construção dos conhecimentos relativos à leitura e à escrita.
Você, Professor(a), é referência fundamental para que Planeje e explore com os alunos as diversas situações de produção textual
eles se lancem ao desafio da escrita enquanto vão se coletiva. Atue como escriba e motive a turma, dizendo que todos podem escrever
apropriando desse sistema. as suas histórias.
A partir de situações contextualizadas, sugira que as Há crianças que, na fase inicial de alfabetização, recorrem ao desenho para
crianças escrevam os nomes dos personagens de que mais produzir as suas histórias. Aceite e elogie tais produções. Peça que eles contem a
gostam; os nomes de suas brincadeiras favoritas ou de história representada e, sempre que possível, escreva a história para eles,
alimentos prediletos. Escrever sobre o que mais gostaram ou incentivando-os a escrever um trecho ou outro com a sua ajuda.
não gostaram em histórias ouvidas também se constitui em
possibilidade interessante. Nos momentos de produção coletiva, estimule a criatividade dos alunos na
construção das narrativas. Você pode propor
Aproveite os jogos de sequências temporais para a
realização de atividades de escrita. Permita que as crianças • a reescrita de textos lidos;
brinquem com as cenas e criem histórias oralmente. Sabemos • a produção de um novo final para as histórias contadas;
que a fala contribui para a organização do pensamento. • a produção de narrativas a partir de uma caixa de objetos: um aluno
Solicite que escrevam sobre o que ocorre em uma ou mais retira um objeto da caixa e fala sobre ele. Os demais continuam, a partir
cenas. Caso as crianças não se sintam à vontade para dos objetos que vão sendo retirados da caixa;
escrever, escreva para elas. Ocupando a posição de escriba, • a criação de histórias, envolvendo personagens de desenhos animados,
você, Professor(a), vai dando muitas pistas sobre como de histórias em quadrinhos ou dos clássicos infantis favoritos da turma.
escrevemos.
Todos esses momentos são propícios à aprendizagem.
A partir dos conhecimentos de cada aluno, é que você,
Professor(a), poderá elaborar o seu planejamento.
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Reconhecer figuras triangulares, quadradas, retangulares e circulares, relacionando-as
Professor(a), é sempre indispensável, no estudo de a objetos familiares.
qualquer área do conhecimento, que os alunos
desenvolvam as habilidades apoiados em significativas
experiências sociais.
Fazendo uso dos blocos lógicos, é possível observar se as crianças reconhecem as figuras
O uso de jogos e desafios costuma motivar os alunos no triangulares, quadradas, retangulares e circulares.
estudo da Matemática. Não é aconselhável abrir mão
dessas possibilidades. Invista nelas! Com os alunos organizados em pequenos grupos, proponha a exploração livre do
material. As crianças gostam de formar figuras e criar cenas com as peças. Além de
Vale a pena verificar os jogos que estão disponíveis explorar o material, ainda se valem da oralidade para contar o que fizeram com as peças.
na escola e aqueles que podem ser adquiridos ao longo
do ano. Para explorar o nome das figuras e os seus atributos, use os blocos lógicos, brincando de
cobra colorida. Os alunos devem ser colocados na rodinha. Em seguida, as peças são
Dispor de determinados recursos pode enriquecer o seu distribuídas entre eles. Pede-se que coloquem no centro da roda, um de cada vez, uma
planejamento e as atividades a serem realizadas na sala peça com um ou mais atributos (forma, cor, tamanho ou espessura ) indicados por você,
de aula. Por exemplo: Professor(a).
• blocos lógicos
• caixa de figuras planas Ao término da atividade, proponha aos alunos que guardem as peças, separando-as por
• material dourado formas.
• material Cuisinaire
Ao tratar das formas das figuras triangulares, quadradas, retangulares e circulares, peça
• ábacos
aos alunos que citem objetos que sejam semelhantes a essas formas. Os nomes dos
• jogos de trilhas
objetos indicados pelos alunos podem ser escritos por você, Professor(a), no quadro.
• dados
Eles copiarão em seus cadernos.
• dominós
Outra possibilidade seria pedir aos alunos que encontrassem, em jornais e revistas,
A utilização de sucata para a realização, por exemplo, de gravuras que pudessem estar associadas às figuras. Os alunos podem ser convidados a
contagens, agrupamentos e classificações também pode escrever o nome dos objetos encontrados.
contribuir.
Também é possível oferecer as figuras às crianças para que, fazendo uso de recorte e
colagem, criem composições variadas.
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DIAGNOSE: registrando os diferentes saberes de cada aluno...


Reconhecer o número no contexto diário. Identificar onde há mais, menos e igual quantidade em grupos
distintos de objetos.

Reconhecer os números e saber distingui-los das letras e de


outros sinais gráficos se constitui em aprendizagem importante. No
É essencial levar os alunos a observar, contar, estimar, comparar,
entanto, é imprescindível que, gradativamente, as crianças
agrupar e desagrupar: são ações que devem fazer parte das aulas de
descubram a função dos números em nosso cotidiano.
Matemática nos anos iniciais.
Para ajudá-las nesse processo, é preciso colocá-las diante de Faça uso de jogos e de materiais variados para contagem. Observe
situações variadas, para que possam observar a presença dos como cada aluno realiza as atividades propostas. Faça perguntas para
números e refletir sobre essas situações. Verifique o que os seus verificar o que observaram e complemente quando necessário. Você pode
alunos já sabem a respeito da existência dos números no nosso dia a sugerir aos alunos que
dia e leve-os a perceber
• ao longo de uma semana tragam, para a escola, tampinhas (plásticas) de
refrigerante. Reúna-as em um recipiente transparente e estime, com a
• as formas como os números aparecem no ambiente escolar e o
turma, a cada dia, quantas tampinhas de cada cor conseguiram e
que representam. Explore os números que estão presentes na
quantas existem no total. Ao final da coleta de tampinhas, faça nova
sala de aula: os calendários, a designação da escola, o número
estimativa e divida a quantidade obtida entre grupos de alunos. Peça
do telefone, a quantidade de salas de aula da escola, o número
que contem e anotem as quantidades que receberam de cada cor e a
de meninas e de meninos...
quantidade total. Aproveite a oportunidade e leve-os a comparar se
• os números presentes na vida deles e no cotidiano: a data de
possuem mais de uma cor do que de outra, se conseguiram a mesma
aniversário, o ano de nascimento, o peso, a altura, a idade, o
quantidade para duas ou mais cores e qual a cor que possui menor
número do calçado, da casa, do telefone, da turma, a
quantidade de tampas. Reunindo as informações de cada grupo, faça o
quantidade de membros da família...
cálculo total de tampinhas obtidas pela turma;
• os números encontrados nas ruas, nos meios de comunicação e
• observem o calendário do mês em curso. A partir da observação,
no comércio;
explore e compare com os alunos a quantidade de dias de aula, a
• a contagem, a ordenação, a medição e a codificação são
quantidade de sábados e de domingos;
situações representadas por números e seus diversos
• comparem a quantidade de cadeiras da sala de aula em relação ao total
significados.
de alunos presentes.
Professor(a), leve para a sala de aula jornais, revistas, encartes, Em relação à habilidade em estudo, considere as demais situações
cédulas de dinheiro e moedas para explorar as diferentes formas de cotidianas para propor vários desafios aos seus alunos. Lembre-se de que os
apresentação dos números e seus usos. jogos podem ser muito úteis nesse momento.
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ALFABETIZAÇÃO – 1.° ANO

DIAGNOSE: registrando os diferentes saberes de cada aluno...

Comparar, ordenar coleções pela quantidade de elementos. Relacionar quantidade de elementos à sua representação numérica.

Diariamente, crie situações em que seus alunos possam contar e


Professor(a), as tampinhas sugeridas, na página anterior, como um
registrar quantidades.
recurso para atividades podem ser utilizadas em outras propostas. Pode-se
pedir aos alunos que
Durante a rotina, conte e registre
• Separem as tampinhas por cor e contem as unidades de cada grupo, • a quantidade de alunos presentes;
organizando-as em ordem crescente e/ou decrescente de • os dias que faltam para a semana letiva terminar e os dias já
quantidades; passados;
• Organizem as tampinhas em grupos de 10, 5 ou 3 unidades, • a quantidade de letras do nome de alguns alunos (por exemplo,
verificando, depois, a existência ou não de sobras. as letras do nome do ajudante do dia).

Outros recursos podem ser utilizados para que as crianças possam Ao longo da aula, os alunos podem contar lápis, tesouras, livros e
comparar e ordenar coleções. Por exemplo: demais materiais que sejam de uso coletivo. É possível organizar a sala
de aula de modo a dispor de potes para cada grupo de mesas, com
• usar o quadro de aniversariantes anual para distribuir os alunos em quantidade fixa de materiais. Os alunos podem ter a incumbência de
seus respectivos meses de aniversário. Feita a distribuição, leve os organizar e conferir o material.
alunos a observar e a comparar a quantidade de crianças que fazem
aniversário em cada mês; Os jogos em que se ganham pontos são bons aliados. As crianças
• montar álbuns com temas de interesse: animais, personagens de podem registrar os pontos obtidos ou cada jogada vencida. Considere
desenhos animados e outros. As figuras podem ser trazidas pelos dividir a turma em dois grupos para brincar de
alunos e numeradas de acordo com a entrega. Depois de coletadas
as figuras, os alunos podem receber as páginas do álbum com os • Formando 10 – Um dado é lançado pelo grupo (um dado por
espaços para colagem devidamente numerados e, assim, procederão grupo). Os participantes retiram a quantidade de tampinhas ou
à organização do álbum; de palitos sorteada, arrumam-na em suas mesas e anotam o
• apresentar os blocos lógicos para que os alunos, organizados em número que representa a quantidade retirada. O jogo
grupos, criem regras/critérios para organizar as peças; prossegue até que um dos grupos reúna 10 unidades,
• depois de permitir que as crianças explorem livremente o material de marcando um ponto. O jogo pode ser feito em duplas. Realizar
Cusinaire, incentive-as a observar as relações entre comprimento e a atividade em grupões permitirá ao Professor(a) acompanhar
cor das barrinhas e, dentre outras possibilidades, proponha a a movimentação dos alunos diante do mesmo desafio.
ordenação das barras por tamanho (crescente/decrescente).
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ALFABETIZAÇÃO – 1.° ANO

DIAGNOSE: registrando os diferentes saberes de cada aluno...

Resolver situações-problema que envolvam os significados da adição (juntar e acrescentar) e da subtração (retirar, completar e comparar).

Professor(a), os desafios, partindo de situações contextualizadas e lúdicas, são atividades bastante instigantes para os alunos. Lembre-se de
sempre oferecer e permitir o uso de materiais contáveis. Estimule, inclusive, que as crianças utilizem os dedos para realizar cálculos.

As atividades coletivas, com a sua mediação e as intervenções sistemáticas e necessárias, contribuirão, amplamente, para o desenvolvimento
de cada aluno no seu processo de alfabetização.

Na rodinha, por exemplo, você pode

• apresentar e contar, junto com eles, a quantidade de triângulos pequenos presentes na caixa de blocos lógicos. Em seguida, perguntar “com
quantos triângulos ficaremos se retirarmos 1? Se retirarmos 2? Se acrescentarmos 1 triângulo grande? Se juntarmos os triângulos pequenos
aos triângulos grandes?”;

• organizar uma fileira de triângulos pequenos e outra de triângulos grandes (em uma delas disponha um ou mais triângulos a menos e peça que
os alunos verifiquem quantos faltam para que se tenha igual quantidade);

• brincar com o lançamento de dois dados de maneira que as crianças somem os pontos obtidos (os dados podem ser lançados por duplas e o
resultado calculado, colaborativamente, por ambos os participantes).

Professor(a), observe e registre o desenvolvimento de cada um de seus alunos. Utilize o portfólio. Com o tempo e a sistematização do trabalho,
as crianças avançam e conseguem demonstrar as habilidades que já foram construídas.
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ALFABETIZAÇÃO – 1.° ANO

DIAGNOSE: registrando os diferentes saberes de cada aluno...

Explorar o espaço, percebendo relações de tamanho, forma e posição (inclusive lateralidade).

Explorar o espaço, explicitando as relações de posição como atrás, na frente, em cima, embaixo, ao lado, à direita e à
esquerda (estas últimas, tendo como referencial, o próprio aluno).

“MULTIEDUCAR é pensar a educação com a humildade e o poder de quem sabe que nosso ofício
não é estático, nem absolutista: é dinâmico e transformador na construção de uma sociedade justa,
solidária e democrática.”

Multieducação, página 156


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ALFABETIZAÇÃO – 1.° ANO