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DETERMINAÇÃO DA VAZÃO PELO MÉTODO DIRETO


EXPERIMENTO I

Hidráulica Experimental

Profº Walszon Terllizzie Araújo Lopes

Alunos:

Felipe Matos Hassegawa

Diego Silva Urcino

Brasília/ DF, Setembro – 2010


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IESPLAN – INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR PLANALTO


Engenharia Civil

Hidráulica Experimental

Profº Walszon Terllizzie Araújo Lopes

2º Semestre de 2010

Alunos

Felipe Matos Hassegawa

Diego Silva Urcino

Local: Laboratório Experimentos Iesplan

Data do experimento: Setembro de 2010


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SUMÁRIO

1. LISTA DE FIGURAS....................................................................................................................4
2. LISTA DE QUADROS.................................................................................................................5
3. LISTA DE GRÁFICOS.................................................................................................................6
4. INTRODUÇÃO............................................................................................................................7
5. OBJETIVOS..................................................................................................................................7
6. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA......................................................................................................8
7. MATERIAIS E PROCEDIMENTOS............................................................................................9
8. QUADRO DE DADOS LABORATORIAIS E RESULTADOS................................................10

9. ANÁLISE DOS RESULTADOS................................................................................................12


10. GRÁFICOS.................................................................................................................................13
11. CONCLUSÃO.............................................................................................................................14

12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................................................................15

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LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Recipiente de Volume Conhecido.

Figura 2 – Mesa de perda de carga (Determinar a vazão).

Figura 3 – Recipiente de laboratório.

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LISTA DE QUADROS
Quadro 01 - Dados Coletados em Laboratório e Resultados.

Quadro 02 – Fórmulas Utilizadas.

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1. INTRODUÇÃO

A medição de vazão representa a ação de maior importância quando refere-se a qualquer


projeto ou avaliação de sistema de engenharia hidráulica.
O relatório apresentado baseia-se em ensaios laboratoriais, têm por objetivo verificar os
métodos utilizados na construção civil justificando suas aplicações. Nesta experiência foi
apresentado um método simplificado para determinação da vazão.

A escolha do método depende:

 Do volume do fluxo de água;


 Das condições locais;
 Do custo (existem equipamentos caros e outros simples e baratos);
 Da precisão desejada.

2. OBJETIVOS

Os objetivos do experimento foram determinar a vazão no sistema de tubulações, utilizando


o método direto (Volumétrico).
Calcular a média, o desvio padrão e o coeficiente de variação das vazões obtidas, para cada
combinação de registros.

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3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Determinar a vazão pelo método direto consiste simplesmente em relacionar tempo gasto
para que um determinado fluxo de água ocupe um recipiente com volume conhecido.

Volume (v)
Vazão (Q )  Onde: Q ( L/s ) ; Volume ( L ) ; Tempo ( s )
Tempo (T )

O volume v pode ser dado em litros ou metros cúbicos e o tempo T em minutos ou


segundos, dependendo da magnitude da vazão medida.
Mede-se na determinação do tempo necessário para encher um determinado recipiente de volume
conhecido. Este método é aplicável a pequenas vazões (Q <= 10 L s-1); devem ser feitas pelo
menos três medições do tempo e trabalhar com a média.

Figura 1 - Aquário de Volume Conhecido

Importante: Realizar três repetições e obter a média, para tentar reduzir a margem de erros, uma
vez que esse processo depende exclusivamente da ação humana, imprecisa e variável.

Qméd= (Q1Q2  Q3) /3

Aplicação do método direto:


Pequenas descargas, tais como nascentes, canalizações de pequeno diâmetro e em
laboratório para medir a vazão de aspersores e gotejadores.
Obs.: Quanto maior o tempo de determinação, maior a precisão.

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4. MATERIAIS E PROCEDIMENTOS

O experimento foi realizado no laboratório da IESPLAN, utilizando o equipamento


representado na figura 2, um cronômetro e um operador para cada três medições.

Figura 2 - Mesa de perda de carga

Inicialmente, liga-se conjunto motor bomba, para que o fluido, água, percole pela tubulação
da mesa de perda de carga. Espera-se um tempo até que o fluxo entre em regime permanente para
que não haja diferença de vazão na tubulação.
Foram utilizadas quatro vazões distintas, cuja diferença foi definida pelo fechamento da
válvula ou registro principal.
Cada vazão foi medida por três operadores diferentes que registraram, por sua vez, três
repetições com tempo médio de 10 segundos, para cada leitura. Sendo necessário o sincronismo
entre o acionamento do cronometro e o interromper da vazão no recipiente.

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Realizada a medição do tempo gasto através do cronômetro, é determinada a altura atingida


pela água no recipiente, consequentemente possibilitando definir o volume de água,uma vez que
temos a área do recipiente dada por 31,5 cm x 31,5 cm.(figura3)

31,5 cm 31,5cm h=altura atingida pela água no recipiente


Figura 3 – Recipiente de laboratório.

Para cada leitura foi calculada a média da vazão, o desvio padrão e o coeficiente de variação
para cada vazão.

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5. DADOS LABORATORIAIS

Tabela 1 - Dados Coletados em Laboratório e Resultados

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6. ANÁLISE DOS RESULTADOS

Foi observado que para uma mesma vazão pode ser obtido diversos valores diferentes
devido ao fato da não precisão da maneira como foi realizada cada medição.

Os desvios padrão foram relativamente pequenos, tendo o valor máximo inferior a 1,41 x
10-2 l/s para o desvio padrão enquanto os coeficientes de variação resultaram em valores mais
significantes atingindo 8,84% (dois por cento) para o coeficiente de variação máximo.

Tabela 2 - Fórmulas Utilizadas

Fórmula determinação da vazão média

Fórmula coeficiente de variação

Fórmula desvio padrão

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7. GRÁFICOS

Figura 3 - Gráfico Vazão A

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Figura 4 - Gráfico Vazão B

Figura 5 - Gráfico Vazão C

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8. CONCLUSÃO

Apesar da dispersão gerada pela imprecisão humana, foi possível chegar a um valor médio
para cada vazão avaliada. Assim, dependendo da precisão necessária na situação real, é um método
eficaz, onde o resultado permite fazer análises e tomar decisões.

Nota-se que para obtenção de valores próximos da vazão real são necessárias várias
medições da mesma com um mínimo de três repetições. Com isso é possível reduzir as diferenças
existentes, e amenizar as variações bruscas que podem ser bem visíveis em algumas medições,
evitando precipitadas avaliações e conclusões para que se atinja determinado objetivo.

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 Site da Universidade Federal de Lavras – UFLA, material de aula dos Professores Geraldo
Magela Pereira e Carlos Rogério de Mello;

 Site da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFLA, material de aula do Professor
Dr. Carlos E. M. Tucci;

 Notas de aula da disciplina Hidráulica Experimental do IESPLAN, professor Walrzon


Terllizzie Araújo Lopes.

 Site da Universidade Federal de Santa Catarina - www.cca.ufsc.br.

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