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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto

Curso: Pedagogia – 3º Ano – 5º semestre

Docente: Prof. Dra. Elaine Sampaio Araujo

Discente: Eveline Fonseca e Stefanie Wilkins

Projeto de Ensino – Matemática

História Virtual do Conceito: A Contagem dos Papuas

Trabalho apresentado à disciplina

de Metodologia do Ensino de

Matemática como requisito de

avaliação semestral.

Ribeirão Preto

Junho de 2008
História Virtual do Conceito: A Contagem dos Papuas

Apresentação do Tema

Este Projeto de Ensino está estruturado de maneira a contemplar o


conteúdo da Ordenação Numérica, compreendido como uma produção do
homem que foi sendo desenvolvida a partir de necessidades humanas. Para
abordar esse conteúdo com os alunos utilizaremos como recurso o sistema de
numeração da tribo dos Papuas.

O presente trabalho foi organizado a partir dos conteúdos apr(e)endidos


na disciplina de Metodologia do Ensino de Matemática e na estrutura das
Atividades Orientadoras de Ensino do material didático da Oficina Pedagógica
de Matemática organizado pelo professor Manoel Oriosvaldo de Moura (1996).

Na primeira parte deste trabalho apresentaremos o conteúdo de


ordenação sugerido para a Intervenção na escola estagiada, a contagem da
tribo indígena dos Papuas e a relevância desse conteúdo para o Ensino
Fundamental. Na segunda parte, encontrar-se-ão a proposta de
desenvolvimento do tema escolhido; a síntese histórica do conceito; a história
virtual elaborada por nós assim e os jogos e atividades gráficas que serão
utilizados.

Parte I

A Ordenação Numérica

Será ensinado aos alunos o conteúdo da Ordenação Numérica, que


abrange também a sucessão dos números naturais e a inclusão hierárquica.
Com as atividades de Ordenação torna-se possível a visualização dessa
relação de sucessão porque:

(...) enfatiza-se o conceito de inclusão hierárquica, que é a


compreensão de que cada quantidade se forma a partir da
anterior acrescentando mais 1. Este conceito é fundamental na
construção do número (MOURA, 1996, p.61).
Com esse conteúdo trabalharemos com os alunos o sistema de
numeração dos Papuas, o qual parte do princípio da correspondência unidade
por unidade e introduz a sucessão:

Eles não utilizam mais unicamente o princípio da


correspondência unidade por unidade, mas introduzem também
a relação tão importante da sucessão. A noção de ordem já está
aí presente, mesmo não sendo verdadeiramente conhecida.
(IFRAH, 2005, p.40)

Embora possuindo um sistema de contagem, pode-se dizer que os


indígenas da Nova Guiné não têm nenhuma idéia abstrata do número, mas
eles sabem que ao tocar sucessivamente determinadas partes do corpo eles
controlam as quantidades indicando a sucessão de objetos ou seres que
precisam ser “contados”. Acredita-se que após essas operações eles se
recordarão exatamente das partes do corpo envolvidas nessa contagem por
sucessão (IFRAH), como assim será realizado com as crianças da sala de aula
estagiada, por meio de atividades gráficas e um jogo de percurso.

A criança, então, ao indicar as quantidades, se refere a essa seqüência


que lhe permite sentir e observar concretamente no próprio corpo que a
quantidade é precedida, na ordem da seqüência, por quantidades menores e
sucedida por maiores (MOURA, 1996).

Em seguida, apresentaremos a contextualização histórica da tribo dos


Papuas e como está estruturado seu sistema de contagem por ordenação.

Os Papuas: Contextualização Histórica

A proposta trabalhada abordará o sistema de contagem da tribo dos


Papuas, indígenas da Ilha de Nova Guiné, localizada no Pacífico Sul e acima
da Austrália (ver figura 1).
Fig. 1: Localização geográfica da tribos dos Papuas.

Esse grupo de indígenas “conta sem saber contar”, porque eles “ainda
não são capazes de conceber os números abstratos, mas conseguem
contornar o problema, obtendo resultados satisfatórios quando se trata de
quantidades relativamente reduzidas” (IFRAH, 2005). Ocorre, então, a
memorização de movimentos consecutivos (ordenação) que permitem a
“contagem” de maneira visual e não abstrata, como no nosso sistema de
numeração atual. Tal contagem ocorre da seguinte maneira:

Toca-se sucessivamente um por um os dedos da mão direita a


partir do menor, em seguida o pulso, o cotovelo, o ombro, a
orelha e o olho do lado direito. Depois se toca o nariz, a boca, o
olho, a orelha, o ombro, o cotovelo e o pulso do lado esquerdo,
acabando no dedo mindinho da mão esquerda. Chega-se assim
ao número 22. Se isto não basta, acrescenta-se primeiramente
os seios, os quadris e o sexo, depois os joelhos, os tornozelos e
os dedos dos pés direito e esquerdo. O que permite atingir
dezenove unidades suplementares, ou seja, 41 no total (IFRAH,
2005).

Sabe-se, porém, que essas referências corporais não são consideradas


“número” para os Papuas, e sim uma série de movimentos feitos em relação às
partes do corpo. O que significa dizer que “a simples designação de uma
destas partes não basta para caracterizar uma certa quantidade de seres ou de
objetos, se não for acompanhada pela série de gestos correspondentes”
(IFRAH, 2005).

Portanto, será ensinado às crianças que todos precisam conhecer a


ordem correta do sistema de contagem dos Papuas para compreender as
quantidades. Para tanto, durante a aplicação deste projeto, serão feitas
diferentes atividades para que as crianças se apropriem desse sistema de
contagem e consigam realizar exercícios referentes a esse conteúdo, além de
compreender o motivo da criação desse sistema de numeração, conforme
discutido neste Projeto.

Segue, então, a relevância desse conteúdo para o Ensino Fundamental.

Relevância desse Conteúdo para o Ensino Fundamental

Na definição do conteúdo que trabalharemos, escolhemos um tema


relevante ao mesmo tempo atrativo, significativo na aprendizagem dos alunos
da 2ª série do Ensino Fundamental.

Para pensar a Ordenação Numérica, passa-se por uma trajetória


histórica e humana: a necessidade de controlar a variação das quantidades.
Com isso, acreditamos ser importante ensinar aos alunos a dimensão histórica
da matemática no Ensino Fundamental, porque:

Considerar a dimensão histórica, nesse sentido, significa


perceber o processo histórico-cultural do conceito, em uma
história na qual homens e mulheres, diante de necessidades
objetivas, buscaram e elaboraram soluções. Foi o movimento
das quantidades que suscitou entre os homens a necessidade
de controlar essa variação. Fato que nos parece tão óbvio, mas
que é continuamente desprezado no ensino da idéia basilar da
matemática (...) (ARAUJO, 2003, p.43-4).

Temos, então, que na tribo dos Papuas esse movimento não foi
diferente, e eles criaram um sistema de numeração a partir da necessidade de
controle da variação das quantidades, sejam elas de animais, alimentos, fases
da Lua (IFRAH,2005).

Consideramos, também, que como a criança “está inserida e insere-se


numa cultura de linguagem matemática” (LANNER de MOURA, 2007) é preciso
fazê-la compreender que também a matemática é um conhecimento construído
histórico e socialmente, ela está em constante movimento e faz-se presente no
cotidiano de diferentes maneiras: ao lidar com dinheiro, medidas, distância,
volume, horas, entre outros.

Mas, como podemos evidenciar atualmente, a matemática ensinada nas


escolas segue um modelo, geralmente um caráter mecânico e mnemônico, que
muitas vezes não contempla a aprendizagem dos conceitos quanto mais o
movimento histórico-cultural e, “quanto mais intensificamos a prática mecânica,
mais o conceito que a sustenta se torna invisível ao nosso pensamento”
(LANNER de MOURA, 2007), dado então, as altas incidências de não
compreensão dessa disciplina1.

A partir do conhecimento adquirido nas aulas de Metodologia do Ensino


de Matemática, concebemos que o ensino dessa disciplina no Ensino
Fundamental pode e deve ser diferente. Procuraremos trabalhar com as
crianças de uma maneira que as permita vivenciar a necessidade de se criar
um conceito e perceber que se apropriando do conhecimento matemático
historicamente construído facilita a compreensão da disciplina de matemática
como um todo e favorecendo, por exemplo, a resolução de problemas do seu
dia-a-dia. Assim, a aprendizagem ganha significado e deixa de ser apenas
mecânica e que “obriga” a criança a memorizar determinados conceitos.

Um dos recursos adotados para trabalharmos o conteúdo da Ordenação


Numérica é a História Virtual. A História Virtual trabalha com o movimento do
pensamento, o lúdico, o entusiasmo e estabelece uma situação-problema,
estimulando o desenvolvimento da atenção, da imaginação, observação e
reflexão, fazendo com que os alunos se sintam parte da história.

Outra estratégia de ensino que será utilizada por nós na execução deste
Projeto será o recurso pedagógico do jogo, que permite que a criança
interprete as várias funções dos sujeitos no universo social, compreendendo
como funciona a natureza e como atuam os sujeitos no seu grupo. Ela participa
da construção de regras, de padrões de comportamento, de modo de agir
sobre os objetos e, principalmente, desenvolve a linguagem ao trocar

!
"
#

significados nos processos interativos que a vida em grupo lhe proporciona


(LANNER de MOURA, 2007). Não obstante:

(...) O jogo é uma atividade fundamental para a criança


conhecer, atuar e se apropriar do mundo que a rodeia (Leontiev,
1988; Vygotsky, 1984). É no ato de jogar, na ação concreta, na
interação com as outras crianças, na intervenção em sua
realidade que a criança pensa sobre os objetos de conhecimento
(MOURA, 1996).

Julgamos de extrema relevância trabalhar, no Ensino Fundamental, o


conteúdo proposto, pois além do que já foi colocado, não foi presenciado, na
sala estagiada, nada parecido. A professora contempla um ensino, muitas
vezes, sem significação e que não leva o aluno a compreender como se deu à
criação daquele conceito historicamente, aplicando, geralmente, a tabuada e
cálculos envolvendo as quatro operações (adição, subtração, divisão e
multiplicação).
Acreditamos, então, que com nossa proposta, levaremos as crianças à
novos conhecimentos, reconhecendo a necessidade desses para a
humanidade e, esperamos com nossa Intervenção, que elas consigam atribuir
sentido e significação à sua aprendizagem matemática.

Parte II

Proposta de Desenvolvimento

As atividades da Intervenção de Matemática foram sistematizadas da


seguinte maneira:

DIA ATIVIDADE DESENVOLVIMENTO

1 História Virtual Contação da História Virtual denominada


“Uma Aventura da Turma da Mônica na
Ilha dos Papuas” com o auxílio de uma
maquete.
Explicação aos alunos de como é a
Apresentação da cultura cultura dos Papuas e o seu Sistema de
dos Papuas Numeração. Confecção de dois cartazes
e da boneca “Papuzinha” para auxílio
$

nessa atividade.
*Vídeogravação das
atividades do dia

2 Carta Coletiva Produção de uma carta coletiva após a


leitura da História Virtual. Objetivo: Ajudar
a Turma da Mônica a conhecer a
contagem dos Papuas para livrá-los de
um apuro na ilha desses indígenas. Eleito
democraticamente, um aluno fará a cópia
da lousa da carta produzida.
Dinâmica do Barbante
Cada aluno recebeu um pedaço de
barbante que foi colocado em alguma
parte do seu corpo com a finalidade de
melhor compreensão da contagem dos
Papuas.

3 Jogo de Percurso Divisão da sala em 6 grupos, e cada um


recebe um tabuleiro, um dado e um peão
para cada jogador. Objetivo: obedecer às
regras do jogo para chegar à Festa dos
Papuas, de modo que todos os jogadores
consigam tal feito.
Exercício baseado na Cópia do exercício reproduzido na lousa.
Apostila da OPM Divisão da sala em 6 grupos. Cada grupo
recebe um número diferente para
desenvolver a situação-problema (dos
mensageiros) copiada na lousa. Em
seguida, os grupos apresentam para a
sala o resultado encontrado.

4 Confecção de Cartazes Divisão da sala em 5 grupos e cada um


recebe uma “missão” para confeccionar
seu cartaz. Todas as “missões” são
referentes às atividades realizadas nas
Intervenções de Língua Portuguesa e
Matemática. Objetivo: retomar o que foi
apre(e)ndido e expor esse cartaz na
Mostra de Trabalhos.

Atividades Gráficas

• Boneca Papua para mostrar aos alunos o sistema de contagem por


ordenação dessa tribo indígena;

• Globo terrestre ou mapa mundi para mostrar às crianças onde se


localiza a tribo dos Papuas;
%

• Atividade do barbante: Cada aluno recebe um pedaço de barbante e


uma das estagiárias o coloca em uma parte do corpo do aluno. Em
seguida, os alunos voluntários vão à frente da sala para falar qual
número essa parte do corpo representa, pensando a contagem dos
Papuas.

• Atividade dos mensageiros baseada em Moura (1996):

Atividade com Situação-Problema

“Vai haver uma festa na tribo dos Papuas e serão convidadas três tribos vizinhas.
O chefe da tribo dos Papuas quer presentear os convidados com colares. Assim, ele
pede que os chefes das tribos visitantes mandem um mensageiro indicando quantas
pessoas virão à festa.

Em alguns dias os mensageiros chegaram à tribo dos Papuas com as mensagens que
serão entregues a vocês:

a) Mensageiro A: uma marca na orelha esquerda;

b) Mensageiro B: uma marca no ombro direito;

c) Mensageiro C: uma marca no joelho esquerdo.

*Obs: Cada grupo recebeu uma mensagem diferente.

1- Vamos ajudar o chefe Papua a contar quantos colares deve fazer para
cada mensageiro?

2- E quantos colares devem ser feitos no total? Faça o desenho de um Papua


representando a parte do corpo correspondente.

Jogo de Percurso

O Jogo de Percurso parte da LARGADA e em algumas “casinhas” do


jogo encontram-se algumas regras a serem seguidas, tais como: Você
encontrou um porquinho, avance 3 casas; Volte 4 casas para encontrar seu
amigo; Perca uma Jogada; Passe a Vez ou Avance 4 casas. Todos os alunos
&

precisam chegar ao fim do jogo, que é a FESTA DOS PAPUAS, uma


comemoração para celebrar a ajuda à Turma da Mônica, realizada no dia
anterior por meio da produção da Carta Coletiva. O dado confeccionado, em
cada face, possui o de um Papua indicando os números de 1 a 6. Os alunos,
então, precisam dominar a numeração dessa tribo indígena para que possam
jogar o jogo com as regras propostas. Acreditamos que como jogar (MOURA,
1990), os alunos possam se apropriar do conhecimento ensinado pelas
estagiárias.

História Virtual

Em Moura (1996) encontramos que história virtual é uma situação


problema que poderia ser vivida pela humanidade em algum momento. Por
isso ela é virtual: é como se fosse a situação real. Será trabalhada, então, com
os alunos, uma história virtual de uma aventura da Turma da Mônica2 na tribo
dos Papuas, permitindo-os compreender e contextualizar a necessidade
desses indígenas de contagem e como ela era realizada a partir da ordenação.

Uma Aventura da Turma da Mônica na Tribo dos Papuas

Era uma vez quatro amigos que estavam brincando na rua: Mônica,
Cebolinha, Cascão e Magali. Certo dia, Chico Bento foi à cidade, encontrou os
quatro e se aproximou:

- Boa tardi turma! – Disse Chico Bento timidamente.

- Boa tarde! – disseram todos juntos.

- Ôceis num tão lembradu di mim? Sô o Chico, lá da roça.

- Claro! Não é você que inventa um monte de brincadeiras legais e diferentes?


Vem brincar com a gente! - Disse o Cascão animado.

2
A escolha de utilizar os personagens da Turma da Mônica na história virtual se deu pelo fato
de a sala de aula estagiada mostrou bastante interesse na leitura de gibis e, por conseguinte,
dos personagens da Turma da Mônica. Não obstante, foi trabalhado no projeto de Língua
Portuguesa, as Histórias em Quadrinhos com essa mesma sala.
E passaram a tarde toda brincando e se divertindo, até que Magali, toda
esperta e disse à turma:

- Pessoal, vamos brincar de escolinha? Eu sou a professora.

- Tá, mas eu vou ser o aluno bagunceiro. – Disse o Cascão.

- Mas você vai ter que prestar atenção na história que eu vou contar, porque é
muito legal. Disse Magali.

- Oba! Então começa logo Magali, disse Mônica muito animada.

- A história que vou contar é de uma tribo de índios de uma ilha muito longe
daqui...

E então Magali começou a contar para a turma a história da tribo dos


índios chamados de Papuas. Ela explicava com detalhes tudo o que sabia:

- ... pois então, os Papuas moram numa ilha de Papua-Nova Guiné, que fica no
continente da Oceania, no Norte da Austrália e no Oceano Pacífico. Lá há
muitos índios e eles têm uma cultura muito diferente da nossa...

- Nossa Magali, como você sabe de tudo isso? – Indagou Cebolinha.

- Oras, eu andei fazendo umas pesquisas na Internet e...

- É Cebolinha, deixe a Magali continuar. Senão vou te dar umas boas


coelhadas! Disse Mônica muito irritada.

- Espere! E se a gente fosse nessa tal ilha visitar os Papuas? Sugeriu Cascão.

E então partiram para a tribo dos Papuas a Magali, Mônica, Cebolinha,


Cascão e Chico Bento. Quando chegaram lá, viram que vários indiozinhos
saíram para passear. Antes de sair, avisaram o cacique que levariam os
porquinhos junto e apontaram para o dedo mínimo esquerdo para indicar a
quantidade de porcos que estavam indo passear.

Enquanto isso, a Turma da Mônica ficou na ilha aprendendo a cultura


dos Papuas e brincando com outros indiozinhos.

Quando os índios voltaram do passeio com os porquinhos, o cacique


ficou muito bravo com eles e estava apontando para o olho direito.

- Olha gente, o que será que ele quer dizer? Perguntou Cascão assustado.

- Não sei, mas eles estão apontando para a gente.


Os indiozinhos, quando foram passear, perderam alguns porquinhos, e
haviam dito ao cacique que foi a Turma da Mônica que os perdeu.

Muitos nervoso, o Cacique disse à turma que se não encontrassem os


porquinhos que sumiram, eles seriam presos. Por isso, a turma precisa
descobrir quantos porquinhos fugiram e devem encontrá-los.

Vamos ajudá-los para que eles não entrem numa fria e sejam presos?

Atenção: Vamos descobrir quantos porquinhos saíram para passear,


quantos voltaram e quantos porquinhos fugiram. Depois, vamos escrever uma
carta para a turma para salvá-los dessa enrascada.

Referências

ARAUJO, ELAINE SAMPAIO. Da Formação e do Formar-se: a atividade de


aprendizagem docente em uma escola pública. Dissertação de doutorado
Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 2003, 164 p.

IFRAH, G. Os números: a história de uma grande invenção. São Paulo: Globo,


2005, 11 ed.

LANNER DE MOURA, A.R. O Movimento Conceptual em Sala de Aula. In:


MIGUEIS, M. e AZEVEDO, M.G. Educação Matemática na Infância. Vila Nova
de Gaia/Portugal: Gailivros, 2007.

MOURA, Manoel Oriosvaldo (coord.); MOURA, Anna Regina L.; ROCHA,


Cristina Helena de S.; SILVA, Silem S. Controle da Variação de Quantidades:
atividades de ensino. Textos para o Ensino de Ciências no. 7. São Paulo:
FEUSP, 1996.
_______ O Jogo na Educação Matemática. In: Idéias: O cotidiano da pré-
escola. n.7. São Paulo: FDE. (p.62-67), 1990.