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FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL

Av. Des. André da Rocha, 49


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C.E.P.: 90.050-161 – Porto Alegre – RS

DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE – D.I.J.

Roteiros Sugestivos
Para os
Encontros de Estudo
Na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude
FERGS DIJ
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE

Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo


da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem
Ciclo: 1º da Juventude

ENCONTRO TEMA
1º A Criação Divina- formação dos Seres Vivos- A Vida Orgânica .
2º A Existência e Sobrevivência do Espírito
3º Provas da Existência de Deus.
4º Atributos de Deus.
5º Ligação do Homem com Deus- Conceito de Prece
6º Mecanismo da Prece.
7º A Capacidade de Concentração
8º Bases do Espiritismo: Fatos que Antecederam a Codificação.
9º A Codificação
10º Princípios Básicos da Doutrina Espírita- A Reencarnação.
11º Livre Arbítrio – Lei de Causa e Efeito
12º Lei de Evolução.
13º Comunicabilidade dos Espíritos
14º Pluralidade dos Mundos habitados.
15º Antecedentes Históricos- Atualidade do Decálogo.
16º As Predições do Advento do Cristo.
17º Jesus e a sua Doutrina
18º A Propagação do Cristianismo- Pedro e Paulo
19º Os Apóstolos- Os Discípulos
20º O Consolador Prometido.
21º A Importância da Ação Evangelizadora
22º Conhecimento de Si Mesmo
23º Relações Familiares- Grupo Social- Interação Social.
24º Liberdades e Limites
25º Relações Sociais.
26º Relação do Homem com a Natureza- Respeito a Obra da Criação.
27 Espiritismo e Movimento Espírita- Conceito
28º Organização do Movimento Espírita- O Centro Espírita- Suas Funções.
Fergs - dij
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL
DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE

Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo


na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: I - O Espiritismo

Encontro: 01 Tema: Formação dos Seres Vivos

Objetivo:
Reconhecer como foi a organização da terra primitiva e quais foram os seus habitantes, e de que maneira
viviam.

Conteúdos Mínimos:
Aspectos e condições do nosso planeta antes do aparecimento da vida sobre ele, a Terra Primitiva. A vida
organizada: as primeiras formas de vida no planeta são os unicelulares – células albuminóides, amebas, etc.
Os reinos vegetal e animal se apresentam ainda muito confusos, mas os fenômenos geológicos do globo se
sucedem até que exista condições para a vida se diferenciar.
Na escala dos seres orgânicos após as amebas aparecerem os helmintos (vermes), os moluscos, os
crustáceos, os insetos, os vertebrados, como répteis, peixes, aves e os mamíferos de organização mais
completa. Finalmente, o homem, que representa o último elo da cadeia e o ser de maior cota de evolução.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar com uma prece.
2. Fazer Dinâmica “Diretamente e ao vivo”.
3. Providenciar um cartão numerado para cada pessoa.
4. Os participantes sentam-se em círculo, distribuir o cartão a cada um e explicar a dinâmica:
-A pessoa que está com o cartão nº 1 entrevista em voz alta (perguntando seu nome, onde mora, o que
gosta de fazer, etc...) o portador do cartão nº 2 e assim, sucessivamente. A última pessoa entrevista o nº 1.
5. Após a Dinâmica, apresentar o tema do encontro e propor a divisão da turma em grupo, comentar entre
si, o que sabem sobre a formação dos Seres vivos.
6. Pedir a cada grupo que relatem sobre as idéias surgidas
7. Comentar com grupo as questões de O Livro dos Esp. Cap.III, questões 43 e 49 e o capitulo X da
Gênese.
8. Distribuir aos grupos o texto em anexo (anexo 1) para lerem e comentarem .
9. Após o evangelizador dividirá o texto entre os grupos para que eles representem as etapas da evolução
da Terra através de desenhos.
10. Expor seus trabalhos e explicar.
11. Encerrar com uma prece.
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Diálogo em grupo; comentário dirigido.
Didática: Confecção de painel. Cola, papel pardo ou similar; gravuras de amebas (seres unicelulares),
helmintos (vermes), moluscos, crustáceos, insetos; vertebrados (sapos, jacarés, peixes, aves, mamíferos e o
homem).
Anexo 1: História – Etapas da Evolução da Terra

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem, ativa e intensamente, de todas
as etapas do mesmo.

Bibliografia:
O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. III, questões 43 a 49. A Gênese, Allan Kardec, cap. X. Evolução
em dois mundos, André Luiz – Francisco C. Xavier.

Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 01 – Anexo 1 Pág.


03
Etapas da Evolução da Terra
Surge a terra, há 4,5 bilhões de anos... Um enorme bloco de matéria informe, com temperaturas
altíssimas, que a sabedoria de Deus deslocara do sol para as mãos augustas de Jesus.
Ele juntamente com seus exércitos de trabalhadores divinos, organizou o cenário da vida da Terra,
criando sob as visitas de Deus, o indispensável a existência dos seres que o habitariam.
Ao longo de bilhões de anos, a Terra esfriando...por fora, aparece uma crosta fina e sólida.
O interior da terra continua muito quente. Bolhas enormes furam a crosta fina. Pipocam vulcões
por toda a parte, espalhando materiais incandescentes e vapor d’água. Formam-se rochas e nuvens.
Chuvas torrenciais caem sobre a terra e ajudam a esfriar mais a superfície.
A crosta terrestre fica coberta e água líquida. Essa água lava materiais das rochas e fica salgada.
Movimentos da crosta da terra fazem com que as rochas, que estavam cobertas por águas,
apareçam. Formam-se mares e lagos.
Quando serenaram os elementos do mundo nascente; quando a luz do sol beijava, em silêncio, a
beleza melancólica dos continentes e dos mares primitivos, Jesus reuniu nas alturas os intérpretes
divinos do seu pensamento. Viu-se então, descer sobre a Terra, das amplidões dos espaços ilimitados,
uma nuvem de forças cósmicas, que envolvem o intenso laboratório planetário em repouso.
Daí algum tempo, na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, podia-se
observar a existência de um elemento viscoso que colocaria toda a terra.
Com essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lançava Jesus na
superfície do mundo o germe dos primeiros homens.
Já se formam mais de um bilhão de anos... na água morna que cobre a superfície do globo,
surgem as primeiras formas vivas. Elas começaram a transformar o ambiente da Terra.
Em terra firme, ainda não há seres vivos, mais o ar já é respirável.
Durante milhões de anos, a vida evolui lentamente, até que surgem imensas florestas de algas
nos mares.
Os primeiros animais aparecem na água e são bem simples: esponjas, anêmonas, corais. Muitos
tem conchas. Depois vêm os ouriços.
Nesse época. Acontece também a invasão dos trilobita, animais já desaparecidos, semelhantes a
pequenos caranguejos.
Alguns tipos de algas passam por muitas modificações. Adaptam-se à vida nos pântanos e
acabam ocupando a terra firme. É a origem das plantas.
Surgem os primeiros vertebrados: os peixes encouraçados, com o corpo coberto por placas
ósseas.
Passam-se milhões de anos...alguns tipos de peixes sofrem modificações e dão origem aos
anfíbios, animais que vivem na terra e na água.
Mas algumas centenas de milhões de anos.. há florestas e uma grande variedades de insetos.
Aparecem os primeiros animais que põem ovos com casca e tem filhotes capazes de sobreviver
em terra firme: os répteis.
Bem adaptados, os répteis existem em todos os ambientes da terra.
Há grande variedade deles. É a época dos dinossauros gigantescos...
A natureza torna-se uma grande oficina de ensaios monstruosos.
Alguns tipos de répteis se modificam: dão origem aos primeiros pássaros, que tem dentes e o
corpo coberto de penas.
Os trabalhadores do Cristo dando continuidade as suas perseverantes experiências, eliminando
da terra os seres estranhos e monstruosos.
Os répteis e insetos sobreviventes evoluem de forma diferente e dão origem aos mamíferos, que
espalham-se por todos os ambientes: mamutes, preguiças–gigantes, tigres, baleias, cavalos primitivos e
macacos.
Há três milhões de anos, surgem os antepassados dos seres humanos primitivos. O corpo coberto
de pelos, tem uma forma parecida com a dos seres humanos atuais. Podem ficar sobre os dois pés...
Há apenas cem mil anos, começa a história dos seres humanos. Caminhando sobre os dois pés,
com as mãos livres, e o cérebro mais desenvolvido que o de qualquer outro ser vivo, eles transformam o
mundo. Está começando a história da humanidade .
Fergs - dij
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na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: I - O Espiritismo

Encontro: 01 Tema: Formação dos Seres Vivos

Objetivo:
Reconhecer como foi a organização da terra primitiva e quais foram os seus habitantes, e de que maneira
viviam.

Conteúdos Mínimos:
Aspectos e condições do nosso planeta antes do aparecimento da vida sobre ele, a Terra Primitiva. A vida
organizada: as primeiras formas de vida no planeta são os unicelulares – células albuminóides, amebas, etc.
Os reinos vegetal e animal se apresentam ainda muito confusos, mas os fenômenos geológicos do globo se
sucedem até que exista condições para a vida se diferenciar.
Na escala dos seres orgânicos após as amebas aparecerem os helmintos (vermes), os moluscos, os
crustáceos, os insetos, os vertebrados, como répteis, peixes, aves e os mamíferos de organização mais
completa. Finalmente, o homem, que representa o último elo da cadeia e o ser de maior cota de evolução.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar com uma prece.
2. Fazer Dinâmica “Diretamente e ao vivo”.
3. Providenciar um cartão numerado para cada pessoa.
4. Os participantes sentam-se em círculo, distribuir o cartão a cada um e explicar a dinâmica:
-A pessoa que está com o cartão nº 1 entrevista em voz alta (perguntando seu nome, onde mora, o que
gosta de fazer, etc...) o portador do cartão nº 2 e assim, sucessivamente. A última pessoa entrevista o nº 1.
5. Após a Dinâmica, apresentar o tema do encontro e propor a divisão da turma em grupo, comentar entre
si, o que sabem sobre a formação dos Seres vivos.
6. Pedir a cada grupo que relatem sobre as idéias surgidas
7. Comentar com grupo as questões de O Livro dos Esp. Cap.III, questões 43 e 49 e o capitulo X da
Gênese.
8. Distribuir aos grupos o texto em anexo (anexo 1) para lerem e comentarem .
9. Após o evangelizador dividirá o texto entre os grupos para que eles representem as etapas da evolução
da Terra através de desenhos.
10. Expor seus trabalhos e explicar.
11. Encerrar com uma prece.
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Diálogo em grupo; comentário dirigido.
Didática: Confecção de painel. Cola, papel pardo ou similar; gravuras de amebas (seres unicelulares),
helmintos (vermes), moluscos, crustáceos, insetos; vertebrados (sapos, jacarés, peixes, aves, mamíferos e o
homem).
Anexo 1: História – Etapas da Evolução da Terra

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem, ativa e intensamente, de todas
as etapas do mesmo.

Bibliografia:
O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. III, questões 43 a 49. A Gênese, Allan Kardec, cap. X. Evolução
em dois mundos, André Luiz – Francisco C. Xavier.

Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 01 – Anexo 1 Pág.


03
Etapas da Evolução da Terra
Surge a terra, há 4,5 bilhões de anos... Um enorme bloco de matéria informe, com temperaturas
altíssimas, que a sabedoria de Deus deslocara do sol para as mãos augustas de Jesus.
Ele juntamente com seus exércitos de trabalhadores divinos, organizou o cenário da vida da Terra,
criando sob as visitas de Deus, o indispensável a existência dos seres que o habitariam.
Ao longo de bilhões de anos, a Terra esfriando...por fora, aparece uma crosta fina e sólida.
O interior da terra continua muito quente. Bolhas enormes furam a crosta fina. Pipocam vulcões
por toda a parte, espalhando materiais incandescentes e vapor d’água. Formam-se rochas e nuvens.
Chuvas torrenciais caem sobre a terra e ajudam a esfriar mais a superfície.
A crosta terrestre fica coberta e água líquida. Essa água lava materiais das rochas e fica salgada.
Movimentos da crosta da terra fazem com que as rochas, que estavam cobertas por águas,
apareçam. Formam-se mares e lagos.
Quando serenaram os elementos do mundo nascente; quando a luz do sol beijava, em silêncio, a
beleza melancólica dos continentes e dos mares primitivos, Jesus reuniu nas alturas os intérpretes
divinos do seu pensamento. Viu-se então, descer sobre a Terra, das amplidões dos espaços ilimitados,
uma nuvem de forças cósmicas, que envolvem o intenso laboratório planetário em repouso.
Daí algum tempo, na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, podia-se
observar a existência de um elemento viscoso que colocaria toda a terra.
Com essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lançava Jesus na
superfície do mundo o germe dos primeiros homens.
Já se formam mais de um bilhão de anos... na água morna que cobre a superfície do globo,
surgem as primeiras formas vivas. Elas começaram a transformar o ambiente da Terra.
Em terra firme, ainda não há seres vivos, mais o ar já é respirável.
Durante milhões de anos, a vida evolui lentamente, até que surgem imensas florestas de algas
nos mares.
Os primeiros animais aparecem na água e são bem simples: esponjas, anêmonas, corais. Muitos
tem conchas. Depois vêm os ouriços.
Nesse época. Acontece também a invasão dos trilobita, animais já desaparecidos, semelhantes a
pequenos caranguejos.
Alguns tipos de algas passam por muitas modificações. Adaptam-se à vida nos pântanos e
acabam ocupando a terra firme. É a origem das plantas.
Surgem os primeiros vertebrados: os peixes encouraçados, com o corpo coberto por placas
ósseas.
Passam-se milhões de anos...alguns tipos de peixes sofrem modificações e dão origem aos
anfíbios, animais que vivem na terra e na água.
Mas algumas centenas de milhões de anos.. há florestas e uma grande variedades de insetos.
Aparecem os primeiros animais que põem ovos com casca e tem filhotes capazes de sobreviver
em terra firme: os répteis.
Bem adaptados, os répteis existem em todos os ambientes da terra.
Há grande variedade deles. É a época dos dinossauros gigantescos...
A natureza torna-se uma grande oficina de ensaios monstruosos.
Alguns tipos de répteis se modificam: dão origem aos primeiros pássaros, que tem dentes e o
corpo coberto de penas.
Os trabalhadores do Cristo dando continuidade as suas perseverantes experiências, eliminando
da terra os seres estranhos e monstruosos.
Os répteis e insetos sobreviventes evoluem de forma diferente e dão origem aos mamíferos, que
espalham-se por todos os ambientes: mamutes, preguiças–gigantes, tigres, baleias, cavalos primitivos e
macacos.
Há três milhões de anos, surgem os antepassados dos seres humanos primitivos. O corpo coberto
de pelos, tem uma forma parecida com a dos seres humanos atuais. Podem ficar sobre os dois pés...
Há apenas cem mil anos, começa a história dos seres humanos. Caminhando sobre os dois pés,
com as mãos livres, e o cérebro mais desenvolvido que o de qualquer outro ser vivo, eles transformam o
mundo. Está começando a história da humanidade .

Da descoberta do fogo... aos fósforos


O fogo, desde sua descoberta e mesmo durante muito tempo, causou no homem um grande temor e
ao mesmo tempo um enorme fascínio. Isto explica-se pelo facto de que só se conhecia o fogo
natural, pela observação de fenómenos naturais como relâmpagos e raios (descargas eléctricas), a
erupção dos vulcões e o calor do Sol. O calor que ao mesmo tempo que aquecia, muitas vezes se
propagava a grande velocidade devorando tudo que encontrava pelo caminho; mas, ao mesmo
tempo que amedrontava, o fogo também exercia uma fascinação estranha, até mesmo nos tempos
actuais.
Entre o mais antigo sinal de fogo, há uma história de pelo menos 350.000 anos. Provavelmente o
fogo surgiu por obra da natureza e o seu uso pelo homem dependia de extraordinários cuidados de
conservação.

O nosso pré-histórico ancestral via no fogo a manifestação de algum Deus irritado, daí o seu temor.
Aos poucos, porém, convenceu-se de que o fogo não era um inimigo, já que fornecia luz e calor. A
sua experiência de aproximação com o fogo dá-se através de uma série de acidentadas
experiências. Fascinado pela chama luminosa, o homem certamente tentou tocá-la ou guardá-la,
antes de aprender que o fogo precisava de ar, que a água o apagava e que materiais como a
madeira, queimavam facilmente. Depois, terá percebido que o fogo não só servia para iluminar e
aquecer, mas também para cozer alimentos e assustar as feras.

Na época do homo-sapiens, entre 60.000 e 10.000 a.C., surgem as primeiras habitações


construídas e, com elas, os braseiros alimentados a carvão. Com a descoberta da alimentação, as
gorduras animais são queimadas em lamparinas de pedra. Mas a técnica de obter fogo era tão difícil
que, uma vez aceso, ele merecia um carinho especial para não apagar.

Após muitos anos, o homem aprendeu que ao friccionar a madeira seca ou produzir faísca pelo
impacto de pedras poderia ter o fogo "em pequenas porções", muito mais fácil de ser manejado e
controlado. Tendo-se familiarizado com o manuseio do fogo, o homem primitivo obteve o seu
primeiro contacto com a idéia de que poderia evoluir...

Três condições são necessárias para se produzir fogo. É preciso que haja um combustível ou
uma substância que queime. O combustível precisa de ser aquecido até atingir a sua temperatura de
ignição ou acendimento, ou seja, a temperatura em que o oxigénio rapidamente se combina com o
combustível.
Há três classes de combustível: sólido, líquido e gasoso. O carvão mineral e a lenha são exemplos
de combustíveis sólidos. O petróleo e a gasolina, de combustíveis líquidos. O gás natural e o
hidrogénio, de combustíveis gasosos.
Existem vários métodos para dar início a um fogo mas em todos eles obrigatoriamente devem estar
presentes as três condições já citadas acima.
Antes da invenção dos fósforos, usavam-se pedras-de-fogo e o aço. Esse método requeria uma
peça de aço, uma pedra-de-fogo (pederneira ou sílex) e uma mecha. Esta geralmente era um pano
de algodão ou linho, ou casca de certas árvores ressequidas: era posta num forno para aquecer até
que estivesse quase queimando. A seguir, era colocada numa caixa-isqueiro, usada há séculos,
onde se colocavam também a pedra-de-fogo e a peça de aço.
Para acender o fogo, punha-se a mecha no chão e batia-se a pedra-de-fogo contra a peça de aço.
Algumas das centelhas que saltavam, entre a pedra-de-fogo e a peça de aço, atingiam a mecha
acendendo-a .
Outro método de produzir fogo é a fricção ou atrito, consiste em fazer girar um pedaço de pau num
entalhe, numa tábua, até que o pó da madeira começasse a avermelhar. Assegura-se a quantidade
de oxigénio necessária à transformação da incandescência em brasa soprando cuidadosamente
sobre o pó avermelhado.

Uma invenção tóxica

... Segundo alguns autores, os palitos fosfóricos de segurança, hoje mundialmente usados, devem
sua invenção a um químico de Berlim, de nome Jacques Friedrick Kammerer. Diz-se que fabricou os
primeiros fósforos em 1882 . Kammerer, que era natural de Wartemberg, onde nasceu a 24 de maio
de 1796, teria morrido num hospício de Viena, em 1857 .

Por outro lado, ha quem diga que os palitos fosfóricos foram inventados por Travany, em 1832 , na
cidade de Veneza.

Atribui-se, também, a invenção ao inglês John Walker, em 1827 .

Por volta de 1830, Charles Sauria, em França, produziu fósforos com uma cabeça de fósforo
amarelo cujas emanações tóxicas podiam incapacitar, ou mesmo matar, as pessoas que os
fabricavam.

Cerca de 20 anos mais tarde (1855), foram introduzidas pelo sueco John Lundstrom os primeiros
fósforos de segurança com uma superfície de fricção especial. O fabrico de fósforos tornou-se mais
seguro a partir de 1890, quando em França se começou a utilizar o sesquissulfureto de fósforo na
cabeça.
Até 1900, fabricou-se fósforo branco. Por ser venenoso, foi pouco a pouco sendo substituído pelo de
cor vermelha.

Como medicamento, o fósforo apareceu no século XVIII. É um corpo químico, metalóide, de


símbolo P, de peso atómico 31,02, luminoso na obscuridade.

A palavra tem o sentido de "portador de luz". Vem do grego ikos (luz) e phoros (portador)...
Fergs - dij
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na Evangelização Espírita da Cr iança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: I - O Espiritismo


Encontro 02 Tema: A existência e sobrevivência do espírito

Objetivo:
Esclarecer quanto a existência do espírito e de que forma ele sobrevive, assim, também, a origem de nosso
corpo material.

Conteúdos Mínimos:
A existência e sobrevivência do Espírito é comprovada pelas manifestações mediúnicas, pelas lembranças das vidas
anteriores por manifestações extracorpóreas – objeto de pesquisas de cientistas ilustres.
A lei da evolução justifica a sobrevivência do Espírito.
Espírito é o principio inteligente do Universo. O Espírito é independente da matéria, “mas a união do Espírito e da
Matéria é necessária para intelectualizar a matéria.”
“Os espíritos são “individualidades inteligentes, incorpóreas que povoam o Universo, criadas por Deus terão fim, não
obstante possuindo principio quando a Excelsa Vontade os criou.

Sugestão de Atividades:
1. Inicio da Atividade com uma prece.
2. Técnica de apresentação: “ Até acabar a fita”: Material: uma fita 60 cm. Desenvolvimento:1- O Evangelizador
pede a um voluntário e entrega a fita, explicando que tem que começar a se apresentar e falar sobre si mesmo,
do mesmo tempo em que vai enrolando a fita num dedo e vai falando até a fita acabar . A pessoa que participou
passa a fita a outra pessoa que fará a mesma coisa. O exercício se repete até que todos do grupo tenham participado.
3. O evangelizador desenvolverá o tema, iniciando com a distribuição de um cartão numerado de 1 a 4 para cada participante.
Em cada cartão com mesmo número está anotado uma pergunta. Ex; 1- pergunta. O que é espírito? 2- Qual a natureza do
Espírito? 3- Onde ficam os espíritos? 3- Quando foram criados?
4. Os evangelizados reúnem-se de acordo com o respectivo número.
5. Debater a questão formulada no cartão por alguns minutos.
6. Retornam ao grande grupo e socializam as respostas.
7. Após o relato dos evangelizados, o evangelizador desenvolverá o tema dizendo: Tudo aquilo que ocupa lugar no espaço é
formado por matéria. Mas nem tudo que existe no mundo ocupa lugar no espaço e, portanto, é formado por matéria. Os
pensamentos, os sentimentos, as sensações são algumas exemplos disso. Nós temos idéias, sonhamos, ficamos alegres,
tristes... e de que são feitos esses sentimentos e as sensações? São coisas que existem, mas que nem sempre nós
sabemos explicar do que elas são feitas e tão pouco porque elas existem. Assim é o espírito. Não o vemos, não sentimos,
não ocupa lugar no espaço mas sabemos que existe.
8. O evangelizador fundamentará o tema pedindo aos evangelizados que permaneçam em grupos leiam e discutam as
questões nº 23, 24, 25, 26, 27. 83 do L.E..
9. Retornar ao grande grupo e relatar as discussões dos grupos. A evangelizadora fará o fechamento do debate comentando
o que não ficou claro para os evangelizados.
10. Encerramento com uma prece.
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Comentário dirigido. Discussão grupal.
Didática: Confecção de painel coletivamente. Cola, papel pardo ou similar; gravuras de pessoas
expressando sentimentos e fazendo movimentos.

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem de todas as etapas do mesmo e
chegarem a conclusão de que o espírito é eterno.

Bibliografia:
O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. II, livro primeiro e cap. I – livro segundo; questões 23 a 25 e 83.
A Gênese, Allan Kardec, cap. XI.
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Encontro 03 Tema: Provas da Existência de Deus

Objetivo:
Reconhecer através da harmonia do equilíbrio e a beleza do Universo as provas da existência de Deus.

Conteúdos Mínimos:
A idéia de Deus é inata no ser humano. Ela está presente desde os povos primitivos ao homem civilizado. “(...) todo efeito
inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente.” A existência de Deus é uma realidade comprovada pela evidência dos
fenômenos naturais. A harmonia, o equilíbrio e a beleza do Universo são provas incontestáveis da existência de um Criador
Supremo. O macrocosmo e o microcosmo evidenciam a existência de Deus.

Sugestão de Atividades:
1. Prece de abertura.
2. Iniciar o encontro relembrando a aula anterior.
3. Convidar os evangelizandos a observarem em silêncio diversos cartões postais, escolhendo o que mais lhe
agrada. Os cartões deverão ser confeccionados pelo evangelizador com antecedência, com gravuras que
apresente formas da natureza, ex: flores, animais, plantas, rios, mares.
4. Cada evangelizando comenta sua escolha.
5. O evangelizador inicia o tema aproveitando o comentário dos evangelizados; através das gravuras dos cartões –
postais relacionando com as diversas formas da natureza.
6. Dividir os participantes em grupos e distribuir papel com as seguintes questões, para serem discutidas e respondidas: 1-
Que é Deus? 2- Como sabemos que Deus existe?
7. Responder no grande grupo
8. Retornar aos pequenos grupos. Distribuir Gênese e o L. E. e pedir que eles leiam e discutam as questões 1, 4 a 9 do cap. I
de o L.E. E Cap II de a Gênese.
9. Ouvir o comentário dos grupos e complementar o tema com o que não ficou claro para os evangelizados.
10. Encerrar com uma prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Comentário dirigido. Discussão grupal, observação, discussão e leitura
Didática:Papel e lápis, cartões com gravuras..
Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem de todas as etapas do mesmo e
chegarem a conclusão de que o espírito é eterno.

Bibliografia:
O livro dos espíritos, Allan Kardec, cap. II, livro primeiro e cap. I – livro segundo; questões 23 a 25 e 83.
A Gênese, Allan Kardec, cap. XI.
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Ciclo: 1º da Juventude Módulo: I - O Espiritismo


Encontro 04 Tema: Atributos de Deus

Objetivo:
Reconhecer os atributos de Deus e compará-los aos nossos.

Conteúdos Mínimos:
Atributos são qualidades que caracterizam o ser. Deus é eterno, infinito, imutável, único, onipotente,
soberanamente justo e bom. As leis perfeitas do universo revelam a sabedoria e os demais atributos de
Deus que a tudo dirige com harmonia e equilíbrio. A justiça de Deus se mostra no direito que foi dado ao
homem e a todos os seres de evoluírem. A reencarnação é a oportunidade de evoluir que a justiça e o amor
de Deus nos proporcionam.

Sugestão de Atividades:
1. Prece
2. Iniciar o encontro convidando os evangelizados a participar de uma dinâmica de apresentação onde cada um diz
seu nome e uma qualidade. Um inicia e depois o companheiro do lado direito repete o nome do primeiro e
qualidade e logo diz o seu e sua qualidade e assim sucessivamente até todos participarem. Ex: Eu me chamo
Ana e sou alegre, o outro diz; ela é a Ana e é alegre, eu sou Luiz e sou tímido, etc...
3. Explicar que as qualidades são atributos que caracterizam cada um de nós. As características são demonstradas
através de nossas atitudes, da nossa maneira de ser.
4. Perguntar aos evangelizandos o significado das qualidades escolhidas por eles na dinâmica – Ouvir a cada um.
5. Relacionar as respostas com o tema do encontro, dizendo que através das obras de Deus podemos reconhecer
os atributos de Deus.
6. Distribuir para cada 2 evangelizando tiras de cartões. Cada um deles contém uma palavra que identifica um
atributo de Deus. Ex: Imutável.
7. Ler a Gênese cap. II, item 8 a 19
8. Identificar na leitura o significado do atributo que recebeu.
9. Explicar ao grande grupo sobre o significado do atributo que recebeu.
10. Após todos terem se manifestado, solicitar que cada um crie uma frase com o atributo de Deus, recebido.
11. Apresentação das frases de cada um.
12. Prece final
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica:Dinâmica de apresentação, exposição dialogada, leitura, cartões com atributos, criação de frases.
Didática: Tiras de cartões, lápis, papel, Gênese

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com entusiasmo as atividades
propostas.

Bibliografia:
A Gênese, Allan Kardec, cap II item 8 a 19
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na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: I - O Espiritismo


Encontro 05 Tema: Conceito de Prece

Objetivo:
Reconhecer o valor da prece.

Conteúdos Mínimos:
A prece é a maneira pela qual, através do pensamento, expresso ou não em palavras, a criatura se liga ao
Criador. É o meio de comunicação cm Deus e com os planos mais altos da vida. A prece é um ato de
adoração. Orar à Deus é pensar nele; é aproximar-se dele; é por-se em comunicação com ele. Há três
coisas que podemos propor-nos por meio da prece: louvar, pedir e agradecer.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar o encontro propondo a turma uma técnica de comunicação. O evangelizador dividira a turma em 2
grupos. Distribuira a cada grupo um texto onde estará a explicação da dinâmica. O texto: “Em nossa
comunicação diária, nós nos servimos de símbolos para expressar coisas, identificar pessoas,
acontecimento e solicitações: neste momento, vamos fazer algo semelhante.” Organize com o
grupo uma mensagem para ser apresentado por todo o grupo através de mímicas, símbolos e
objetos, só não podem usar a palavra nem a escrita. Cada grupo apresentará sua mensagem ao
outro grupo e estes deverão descobrir qual é a mensagem.
2. Após a apresentação dos grupos perguntar: Para que serviu a dinâmica? Como nos sentimos durante a
experiência?
3. Ouvir a todos
4. Explicar: nosso corpo é pura comunicação. Expressamo-nos por gestos, o que pensamos ou sentimos
porque somos inteligentes e temos sentimentos. Nossa inteligência permite que usemos gestos para nos
comunicar. Assim também as pessoas procuram se comunicar com Deus. Existem várias maneiras que
as pessoas costumam comunicar-se com Deus. Algumas pessoas usam gestos com as mãos, com o
corpo, através de danças, de palavras, inclinam-se, ajoelham-se, erguem os braços, apresentam
oferendas, etc... Perguntar: Como vocês se comunicam com Deus?
5. Ouvir a todos.
6. Solicitar que unam-se em pequenos grupos e distribuir O Evangelho Segundo o Espiritismo e pedir a
leitura nos grupos do cap. XXVII.
7. Comentar a leitura feita e concluir com o grupo o conceito de prece.
8. Encerrar pedindo a alguém da turma que expresse através da prece o que aprendeu na aula de hoje.
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Leitura de texto ; comentário dirigido; dinâmica de comunicação.
Didática: Texto, O Evangelho Segundo o Espiritismo

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividades
propostas.

Bibliografia:
. O E.S.E., Allan Kardec, cap. XXVII.
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Encontro 06 Tema: Mecanismos da Prece

Objetivo:
Compreender que a força do nosso pensamento quando, através da fé, atingimos os nossos objetivos.

Conteúdos Mínimos:
Para apreendermos o que ocorre no ato de orar, precisamos conceber, mergulhados no fluído universal, que
ocupa o espaço, todos os seres, encarnados e desencarnados. “Esse fluído recebe da vontade uma
impulsão; ele é o veículo do pensamento...” “Dirigido, pois, o pensamento para um ser qualquer, na Terra,
no espaço, de encarnado para desencarnado ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece entre um e
outro, transmitindo de um ao outro o pensamento”.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula com a dinâmica “Entrevista”. No primeiro momento trabalha-se em dupla e, a seguir, em
equipe de quatro – Material: um cartão colorido para cada pessoa; todas as cores serão repetidas duas
vezes.
2. O evangelizador entrega os materiais da atividade e explica como realizá-la.
3. Cada qual imagina ser um jornalista que deverá entrevistar um pessoa. Para isso deverá propor
rapidamente algumas perguntas. As perguntas deverão ser sobre o tema da aula. Ex: Como a prece
chega até Deus? O que ocorre na hora da prece? Como deve ser nossa atitude na hora da prece?...
4. O evangelizador pode dar algumas dicas para as perguntas caso alguém tenha dificuldade em formular
suas perguntas.
5. Os jornalistas deverão procurar a pessoa do cartão da mesma cor e entrevistarem-se.
6. Por ultimo cada par vai ao encontro de outro par e o entrevista.
7. Voltarem ao grande grupo e cada jornalista apresenta seu entrevistado com suas respostas às questões
formuladas.
8. O evangelizador aproveitando as respostas dos entrevistados fará uma exposição dialogada do tema da
aula expondo que a prece chega até Deus através dos pensamentos. O pensamento é levado pelo fluido
cósmico Universal que é a substancia onde todos os seres encarnados e desencarnados estão
mergulhados. O fluido cósmico universal é impulsionado pela nossa vontade. Então as inteligências que
nos rodeiam e que são capazes de sintonizar com nosso pensamento, levam o nosso pensamento a
Deus.
9. Apresentar um cartaz ilustrando como se dá a sintonia e relacionar com o mecanismo da prece. (anexo
1).
10. Fazer a leitura do E.S.E. CAP. XXVII item para fundamentar o tema
11. Ouvir o esclarecimento do Evangelizador
12. Encerrar com uma prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Comentário dialogado, técnica de jornalista, cartaz ilustrado – leitura e comentario
Didática: Papel, lápis e cartaz.
Anexo 1: Cartaz.

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividades
propostas.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XXVII
Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 06 – Anexo 1 Pág.
03

SUGESTÃO PARA O CARTAZ

Após jogar uma pedra n’água, notamos as ―ondas‖ que se formam. Da mesma forma, nossos
pensamentos se irradiam em forma de ondas. Essas ondas podem ser:

Ondas longas

Ondas médias

Ondas curtas
* ondas super-ultra-curtas dos seres angélicos

SINTONIA – “ajustar um aparelho de rádio ao comprimento de onda do posto emissor”.


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Encontro 07 Tema: A capacidade de concentração

Objetivo:
Colocar a importância de se convergir para um mesmo ponto toda a capacidade de concentração e
absorção de energias.

Conteúdos Mínimos:
Concentrar quer dizer “fazer convergir para um mesmo ponto; reunir em um mesmo centro ou ponto, tornar
mais denso, mais forte, dirigir o pensamento, o sentimento, a emoção, de modo mais intenso ou exclusivo;
aplicar a atenção a; meditar profundamente. A prece depende, em grande parte, da capacidade de
concentração no momento de orar. A disciplina mental e emocional constitui fator importante para a eficácia
da prece. No momento da prece, temos na vontade o controle que a dirige nesse ou naquele rumo. Uma
vontade decidida é o princípio indispensável a uma boa concentração. A concentração se traduz na
capacidade de alguém isolar-se do exterior voltando sua atenção para o seu interior no objetivo de teor
elevado, foi o que Jesus disse.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula mostrando uma figura de Jesus numa lâmina projetada na parede através do retro projetor.
2. Solicitar que a turma toda fixe seu olhar por um período de 1 minuto na figura de Jesus sem desviar seu olhar ,
nem seu pensamento.
3. Após perguntar a cada um como foi a experiência. Foi fácil ? Ou difícil? Justificar a resposta.
4. Dizer o grupo que essa experiência chama-se concentração. Concentrar-se quer dizer fazer convergir para um
mesmo ponto, dirigir o pensamento, os sentimentos as emoções de maneira mais intensa para um ponto.
5. Perguntar: Quando vocês costumam usar a concentração?
6. Ouvir a todos.
7. O evangelizador após as respostas desenvolverá o conteúdo do encontro utilizando como subsídio o texto do
conteúdo mínimo do tema do encontro do Currículo para as E.E.E.I.J.-FEB.
8. Propor a turma um treino ou exercício de concentração: pede-se que fiquem relaxados, em silêncio, olhos
fechados e pensem fixamente novamente na figura de Jesus. Após um minuto de concentração, desconcentrar-
se.
9. Perguntar novamente o que sentiram, se conseguiram permanecer o tempo todo com a imagem de Jesus. Ouvir
a todos.
10. Propor responder a charadinha (anexo 1) em grupo de 2.
11. Relacionar o exercício com o tema da aula, que necessitamos de muita atenção e concentração para
alcançarmos nossos objetivos.
12. Encerrar a aula com uma prece alertando a todos para a concentração no momento da oração.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Exposição dialogada, charadinha, exercício de concentração, questionamento.
Didática:Gravura de Jesus, lâmina, retro projetor, texto, modelo da charadinha
Anexo 1: Charadinha.

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividades
propostas.

Bibliografia:
Allan Kardec- Evangelho Segundo O espiritismo; Currículo Para as Escolas de Evangelização Espírita
Infanto-Juvenil.

Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 07 – Anexo 1 Pág.


02

CHARADINHA

―DISPOMOS NA ...............................................(1) DO
........................................(2)..................................(3) SISTEMA DE INTERCÂMBIO (4) ENTRE A
............................................(5) E O ..................................(6).

Como aplicar:

Colocamos a frase no quadro ou similar. Os espaços pontilhados serão preenchidos pelos


evangelizandos, de acordo com o cartaz de gravuras que o evangelizador irá mostrar. Escolhida a
figura, dirão o que ela representa e verão se encaixa no espaço em branco. Cuidar para que a frase
tenha coerência.

Ex.:
1- Oração (mostrar gravura de alguém orando)
2- O sinal de ―mais‖ (+)
3- Antônimo de baixo = alto (mostrar figura de um prédio bem alto ou montanha)
4- Sinônimo de troca = intercâmbio ( pessoas trocando algo)
5- Terra (gravura do planeta)
6- Céu (gravura do céu)
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Encontro 08 Tema: Fatos que antecederam à Codificação

Objetivo:
Introduzir de que forma se iniciou o espiritismo em nosso meio e como isto se aconteceu..

Conteúdos Mínimos:
Além dos fenômenos de Hydesville, muitos outros fenômenos da mesma natureza foram observados em
vários pontos do Globo, com o concurso de diferentes médiuns. Swedenborg – Suécia; Irving – Irlanda;
Davis – EUA.
As mesas girantes são igualmente importantes por contribuírem na vulgarização do fenômeno mediúnico e
preparar o caminho para a codificação.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula mostrando aos evangelizados um objeto coberto por um véu.
2. Fazer com que eles adivinhem o que está coberto. Após todos falarem o evangelizador dirá que todos
perceberam que existia algo coberto, só que não podiam saber o que era .
3. Após retirar o véu que cobria o objeto e dizer que assim foi o que aconteceu a Doutrina Espírita, ela
retirou o véu que cobria o conhecimento sobre a existência dos Espíritos.
4. Perguntar: a comunicação dos Espíritos existiu em todos os tempos?
5. Cada evangelizando deverá dar a sua opinião.
6. O evangelizador após as respostas explanará aos evangelizando como aconteciam as manifestações
dos espíritos antes da coodificação da doutrina por Allan Kardec.
7. Os fenômenos de Hydesville por meio dos quais ficaram constatado a sobrevivência e a
comunicabilidade dos Espíritos através das irmãs Fox. – Suvedenborg (na Suécia), Irving (na Irlanda),
Andrew Jackson Davis (nos Estados Unidos).
8. A Inglaterra criou a sociedade de Estudos Psíquicos aonde analisavam os fenômenos psíquicos.
9. As mesas girantes despertaram a atenção do codificador.
10. Fazer um breve relato de cada fato comentando com mais detalhes a história dos Fenômenos de
Hydesville (Coleção Conte Mais vol.3 pag.71)
11. Prece final
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Estudo de textos, aula comentada no grande grupo, exercício de objeto coberto.
Didática: Textos, um objeto qualquer, véu.

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividades
propostas.

Bibliografia:
. Coleção Conte Mais, vol. 3- História do Espiritismo-
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Encontro 08 Tema: Fatos que antecederam à Codificação

Objetivo:
Introduzir de que forma se iniciou o espiritismo em nosso meio e como isto se aconteceu..

Conteúdos Mínimos:
Além dos fenômenos de Hydesville, muitos outros fenômenos da mesma natureza foram observados em
vários pontos do Globo, com o concurso de diferentes médiuns. Swedenborg – Suécia; Irving – Irlanda;
Davis – EUA.
As mesas girantes são igualmente importantes por contribuírem na vulgarização do fenômeno mediúnico e
preparar o caminho para a codificação.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula mostrando aos evangelizados um objeto coberto por um véu.
2. Fazer com que eles adivinhem o que está coberto. Após todos falarem o evangelizador dirá que todos
perceberam que existia algo coberto, só que não podiam saber o que era .
3. Após retirar o véu que cobria o objeto e dizer que assim foi o que aconteceu a Doutrina Espírita, ela
retirou o véu que cobria o conhecimento sobre a existência dos Espíritos.
4. Perguntar: a comunicação dos Espíritos existiu em todos os tempos?
5. Cada evangelizando deverá dar a sua opinião.
6. O evangelizador após as respostas explanará aos evangelizando como aconteciam as manifestações
dos espíritos antes da coodificação da doutrina por Allan Kardec.
7. Os fenômenos de Hydesville por meio dos quais ficaram constatado a sobrevivência e a
comunicabilidade dos Espíritos através das irmãs Fox. – Suvedenborg (na Suécia), Irving (na Irlanda),
Andrew Jackson Davis (nos Estados Unidos).
8. A Inglaterra criou a sociedade de Estudos Psíquicos aonde analisavam os fenômenos psíquicos.
9. As mesas girantes despertaram a atenção do codificador.
10. Fazer um breve relato de cada fato comentando com mais detalhes a história dos Fenômenos de
Hydesville (Coleção Conte Mais vol.3 pag.71)
11. Prece final
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Estudo de textos, aula comentada no grande grupo, exercício de objeto coberto.
Didática: Textos, um objeto qualquer, véu.

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividades
propostas.

Bibliografia:
. Coleção Conte Mais, vol. 3- História do Espiritismo-
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Encontro 09 Tema: A codificação

Objetivo:
Conhecer a vida e obra de Allan Kardec para entender a codificação do espiritismo.

Conteúdos Mínimos:
Em 1854, em Paris, o prof. Rivail, futuro Allan Kardec, estabeleceu contato com o fenômeno das mesas
girantes. Em 1855, inicia seu trabalho de pesquisa colhendo farto material que, posteriormente, seria
organizado e codificado. A Codificação da Doutrina Espírita, em seus aspectos de Filosofia, Ciência e
Religião compreende o pentateuco: O Livro dos Espíritos, o Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o
Espiritismo, O céu e o Inferno e A Gênese.

Sugestão de Atividades:
1. Para iniciar o encontro propor a dinâmica “Personagens”.
2. O evangelizador deve preparar,previamente, um pôster em que apareça uma figura humana com o rosto
coberto sobre um ponto de interrogação. Um cartão em branco para cada participante.
3. Distribuir o cartão aos participantes
4. O evangelizador dirá: “raramente encontramos um ser humano que não admire alguém um herói, um
professor, um médico, um cientista, um ator,... ou mesmo uma pessoa comum, mas cuja pessoa marcou
de uma forma sua vida”. Hoje iremos apresentar ao grupo uma pessoa que admiramos apresentando
comentários acerca dessa pessoa.
5. Convidar os participantes a anotarem no cartão o nome do personagem que mais admiram e de razões
de sua admiração.
6. Logo após cada um apresenta o seu personagem a turma e o motivo de sua admiração.
7. Após essa dinâmica a evangelizadora perguntara a turma se eles recordam de algum personagem que
realizou um grande feito pela Doutrina Espírita e que todo o Espírita admira.
8. Ouvir a todos. Após as respostas a evangelizadora retirará o ponto de interrogação do rosto da figura
humana do pôster. A figura estará sendo representado por Allan Kardec.
9. Perguntar se todos conhecem o personagem.
10. Relatar a história de Kardec, destacando a obra da codificação da Doutrina Espírita (Coleção Conte Mais
– Vol 4)
11. Ouvir os comentários dos evangelizando sobre o relato da vida e obra de Kardec.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Perguntas, exposição dialogada .
Didática; pôster com uma gravura de Allan Kardec,cartões
.

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das atividades
propostas.

Bibliografia:
Coleção Conte Mais ,volume 4
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Encontro 10 Tema: A reencarnação

Objetivo:
Identificar a reencarnação como um dos princípios básicos da Doutrina Espírita e da justiça de Deus.

Conteúdos Mínimos:
A idéia da reencarnação aparece de diversas formas, nas variadas culturas do Oriente e do Ocidente,mtais
como a Índia, China, Egito, Grécia e a Gáliae entre os hebreus sob o nome de RESSURREIÇÃO. O Novo
Testamento traz vários ensinamentos de Jesus a respeito da reencarnação (João 3, 1-14; Mateus 17, 10-
13). A reencarnação é um dos mecanismos da lei de evolução e fundamenta-se na justiça de Deus. A
reencarnação é um processo complexo que obedece a um planejamento do mundo espiritual.

Sugestão de Atividades:
1. O evangelizador levará textos com histórias sobre a reencarnação. ( Ver Bibliografia )
2. Distribuirá a cada grupo formado.
3. Cada grupo após ler contar o que eles acharam do que leram.
4. Pedir a um de cada grupo contar a história que leu.
5. O evangelizador levará tiras de papel com os dizeres: Reencarnação e Ressurreição.
6. Perguntar as crianças o que significam para eles aquelas palavras.
7. Após a resposta de todos o evangelizador comentará sobre as respostas dadas pelos evangelizados.
8. Fazer um comentário sobre a idéia da reencarnação em todos os tempos e povos.
9. Falar sobre a finalidade da Reencarnação da necessidade de reencarnarmos para evoluirmos e enfatizar
que a reencarnação é um dos princípios básicos da Doutrina Espírita.
10. Para finalizar proporá aos evangelizadores que programem uma nova existência a um personagem
conhecido conforme ele está vivendo atualmente. Ex: um personagem que tem uma vida com péssimas
atitudes, ou alguém que tem boas atitudes.
11. Cada um deverá apresentar seu personagem ao grupo. (Obs: esse personagem poderá ser de novelas,
filmes, vida real, etc..)
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica:Histórias, exposição dialogada, questionamento.
Didática: Texto, papel, lápis

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem das etapas do encontro.

Bibliografia:
Peralva, Martins. Reencarnação e Espiritismo – Estudando o evangelho, p. 56 e 104-105. Lúcio, Néio Esp.
Alvorada Cristã – Psicog. Francisco C. Xavier, pg. 25. Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, q. 166 ... Kardec,
Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. IV, ítens 4-17. Delane, Gabriel. A Reencarnação. Trad.
Carlos Imbassahy. !7. Ed. Rio[ de janeiro]: FEB, 1996
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Encontro 11 Tema: Livre-arbítrio e Lei de Causa e Efeito
:

Objetivo:
Mostrar que o uso do livre arbítrio poderá trazer boas ou más conseqüências ao espírito reencarnante, e que
tudo nesta vida terrena esta sujeita, também, a lei de causa e efeito.

Conteúdos Mínimos:
Pelo livre-arbítrio cada um é responsável por seus atos e por isso sofre as conseqüências. Deus nos
concedeu o livre-arbítrio para que pudéssemos construir nossa própria evolução. O livre-arbitrio se
desenvolve a medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo.
A lei de causa e efeito é conseqüência do exercício do livre-arbitrio. Pelo uso do livre-arbítrio a alma fixa o
próprio destino, prepara suas alegrias ou odores.

Sugestão de Atividades:
1. Prece inicial
2. Apresentar em cartaz ou escrever no quadro a frase; “ O homem é livre na semeadura, porém é escravo
na colheita”. Pedir que os jovens reúnam-se em grupo para discutir sobre a frase.
3. Após as discussões pedir aos grupos que relacionem a frase analisada com a de Jesus. “ A cada um
segundo suas obras”
4. O evangelizador ouvirá todos os grupos e aproveitando os comentários dos jovens desenvolverá o tema
da aula enfatizando que Deus nos concedeu o livre-arbítrio para que pudéssemos construir nossa
própria evolução, consultar L.E. cap X questões 843 a 850.
5. Após a exposição dialogada distribuir gravuras de recortes de revistas e jornais com acontecimentos do
cotidiano ex: uma grande queimada, erosão, desmatamento, enchente, pessoa semeando, canteiros
com flores, etc...
6. Dialogar com os jovens sobre o que vêem nas gravuras, o que estão representando. Construir um painel
com as gravuras e acrescentar a frase do início da aula .
7. Após os comentários concluir que toda ação tem uma reação não só na natureza mas também nas
nossas ações.
8. Usar de alguns exemplos como; o de uma pessoa que passa o dia planejando vingar-se de alguém, ou
da pessoa que está sempre ajudando o próximo, etc... Solicitar a contribuição dos evangelizados.
9. Perguntar se eles sabem qual a Lei expressa na Doutrina Espírita que relaciona com esses exemplos?
10. Com bases nas respostas o evangelizador deverá perguntar: Qual a relação entre livre-arbítrio e Lei de
Causa e Efeito.
11. Para finalizar perguntar o que poderá acontecer a alguém que gosta de mentir? Ou de falar mal dos
outros?etc...
12. Ouvir a todos.
13. Encerrar com uma prece

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Discussão em grupo, exposição dialogada, observação, questionamento
Didática: Gravuras

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem das etapas do encontro.

Bibliografia:
L.E. cap X Questões 843 a 850. Peralva, Martins. Espiritismo e Livre –arbítrio pág 200
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Encontro 12 Tema: A lei da evolução

Objetivo:
Identificar a evolução como uma lei a que tudo e todos estão sujeitos.

Conteúdos Mínimos:
“Nosso Globo, como tudo o que existe, está submetido à lei de progresso. Ele progride, fisicamente, pela
transformação dos elementos que a compõem e, moralmente, pela depuração dos Espíritos encarnados e
desencarnados que o povoam. Esses progressos se realizam paralelamente.
A evolução dá-se individual e coletivamente. O indivíduo melhorando colabora para o progresso da
coletividade

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula distribuindo gravuras que representem a evolução através dos tempos
2. Construir com as gravuras uma linha de tempo, ex: dinossauros homens das cavernas as
habitações  a descoberta do fogo  da roda meio de transportede comunicação
vestuáriostecnologia informáticamedicinaetc...
3. Fazer um breve relato através dessa linha de tempo sobre a evolução física, iniciando com o próprio
planeta.
4. Utilizar como subsídio o livro “A caminho da Luz” de Emmanuel, ler e comentar com os evangelizados
alguns relatos em que se destaca a evolução do Planeta.
5. Perguntar se existe outra evolução além da evolução física.
6. Ouvir a resposta dos evangelizados
7. Comentar sobre a evolução Moral. Utilizar como subsídio L.E. cap XII questão 918
8. Perguntar o que o homem necessita para evoluir moralmente
9. Ouvir a todos
10. Concluir com os evangelizados que o homem deve evoluir moralmente através do conhecimento e da
prática evangélica.
11. Dividir a turma em dois grupos e pedir que cada grupo encene uma situação aonde se evidencie a
evolução moral através de práticas evangélicas.
12. Após as apresentações encerra a aula com uma prece.
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Linha do tempo, livro , exposição dialogada, questionamento, dramatização..
Didática: Gravuras, papel

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os todos participarem das diferentes etapas ativamente.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap III item 19, primeira parte; e cap XXV item 2.
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, cap XII, item 918. Emanuel . A caminho da Luz
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Encontro 12 Tema: A lei da evolução

Objetivo:
Identificar a evolução como uma lei a que tudo e todos estão sujeitos.

Conteúdos Mínimos:
“Nosso Globo, como tudo o que existe, está submetido à lei de progresso. Ele progride, fisicamente, pela
transformação dos elementos que a compõem e, moralmente, pela depuração dos Espíritos encarnados e
desencarnados que o povoam. Esses progressos se realizam paralelamente.
A evolução dá-se individual e coletivamente. O indivíduo melhorando colabora para o progresso da
coletividade

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula distribuindo gravuras que representem a evolução através dos tempos
2. Construir com as gravuras uma linha de tempo, ex: dinossauros homens das cavernas as
habitações  a descoberta do fogo  da roda meio de transportede comunicação
vestuáriostecnologia informáticamedicinaetc...
3. Fazer um breve relato através dessa linha de tempo sobre a evolução física, iniciando com o próprio
planeta.
4. Utilizar como subsídio o livro “A caminho da Luz” de Emmanuel, ler e comentar com os evangelizados
alguns relatos em que se destaca a evolução do Planeta.
5. Perguntar se existe outra evolução além da evolução física.
6. Ouvir a resposta dos evangelizados
7. Comentar sobre a evolução Moral. Utilizar como subsídio L.E. cap XII questão 918
8. Perguntar o que o homem necessita para evoluir moralmente
9. Ouvir a todos
10. Concluir com os evangelizados que o homem deve evoluir moralmente através do conhecimento e da
prática evangélica.
11. Dividir a turma em dois grupos e pedir que cada grupo encene uma situação aonde se evidencie a
evolução moral através de práticas evangélicas.
12. Após as apresentações encerra a aula com uma prece.
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Linha do tempo, livro , exposição dialogada, questionamento, dramatização..
Didática: Gravuras, papel

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os todos participarem das diferentes etapas ativamente.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap III item 19, primeira parte; e cap XXV item 2.
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, cap XII, item 918. Emanuel . A caminho da Luz
Segundo algumas hipóteses, a roda foi inventada na Ásia, há 6000
anos, na Mesopotâmia talvez. Foi uma invenção de importância
extraordinária, não só porque promoveu uma revolução no campo
dos transportes e da comunicação, mas também porque a roda,
com diferentes modificações, passou a fazer parte de numerosos
mecanismos e contribuiu para um incrível impulso ao progresso
humano. Como nasceu a idéia de se construir a roda? Talvez dos
troncos que muitos povos, inclusive assírios e egípcios, colocavam
sob grandes massas de pedra, a fim de que estas corressem
melhor pelo terreno, quando queriam transportá-las.
Os veículos com rodas, puxados nos primeiros tempos por bois,
depois por asnos e finalmente por cavalos, pouparam muito
trabalho e muito cansaço ao homem.

No limiar da história
O modelo apresentado reproduz uma relíquia encontrada em
escavações na região do vale do rio Indus, na localidade de
Mohenjo-Daro. Esse objeto data do terceiro milênio antes de
Cristo, e atesta a existência e o uso cotidiano da roda em veículos
de transporte. Os povos do vale do rio

Suméria
A invenção da roda foi de grande valia em
lugares em que o terreno favorecia sua
utilização: planícies, cobertas por plantas
rasteiras. Ela facilitou enormemente o transporte
dos fardos pesados, desta forma permitindo o
aumento da atividade econômica. Segundo a
arqueologia, ela teria surgido na Suméria. A
imagem exibida é a do célebre Estandarte de
Ur, um mosaico que era carregado em
procissões. Ele mostra uma cena de transporte,
e podemos observar a presença de carros de
combate e transporte, com suas rodas peculiares
formadas de duas peças de madeira, sendo
tracionados por onagros (2500 A.C.)
Carros Egípcios
Os egípcios tornaram o carro de guerra mais leve, e sua
construção tornou-se extremante refinada. A escolha de materiais
era cuidadosa, e para cada parte era empregada a madeira que
melhor se adequasse à função. O encaixe das peças era perfeito.
Os raios das rodas, por exemplo, eram compostos de duas peças
separadas, que eram coladas a seguir. Isto visava obter uma
maior elasticidade. As imagens nos dão uma idéia da leveza
destes veículos, os quais, nas vastas planícies do Egito,
certamente permitiam aos combatentes alcançar grande
velocidade, uma vantagem decisiva nos confrontos
(aproximadamente 1400 A.C):
1 — Biga da época da 18ª Dinastia
2 — Carro de guerra da época de Amenófis III
3 — Carro de guerra, encontrado na tumba de Tutankhamon
4 — Carro de guerra, proveniente de Tebas

O correio romano
O correio romano — cursus publicus —era uma organização que
funcionava com o máximo de regularidade e precisão, só
retomada pelos europeus dos séculos XVIIº e XVIIIº. Dispunha de
cavalos de muda e mansiones, isto é, uma espécie de hotel
primitivo onde se podia passar a noite. O adjetivo publicus, de
denominação latina, não deve induzir ao erro, pois publicus não
significava que esta instituição estava a serviço de todos; ela era
statale, a serviço unicamente dos organismos do Estado, de modo
que mesmo os funcionários do Estado, para utilizá-la, tinham
necessidade de uma autorização especial

Com a invenção da roda, o homem deixou de usar exclusivamente os animais como meio de transporte.
Assim surgiram as carroças e, mais tarde, as carruagens. Esses meios de transportes foram usados
intensamente em todas as civilizações da antigüidade, inclusive nas orientais, tanto para o deslocamento
de pessoas, como acessório na agricultura e na guerra. No Império Romano, aproximadamente 500 anos
antes de Cristo, surgiram os primeiros caminhos projetados. Como Roma era uma cidade populosa e
tumultuada, com ruas bastante estreitas, era comum os pedestres terem de caminhar entre as bigas e
liteiras, o que ocasionava atropelamentos e congestionamentos. Tornava-se necessário um meio de
organizar esse espaço. Surgem então as primeiras leis de trânsito. O imperador Júlio César, por exemplo,
proibiu a circulação de veículos pelo centro de Roma durante o dia. Alguns locais já tinham ruas de mão
única e estacionamento exclusivo para carroças.
Invenção da Imprensa por Gutemberg

Invenção do Telefone- Graham Bell Invenção do Rádio- Guglielmo Marconi


Primeiras televisões

Mesopotâmia sec 6 a.C.

Egito antigo

Grécia antiga- 3500 aC.


Roma antiga 753aC a 476dC

Sec.12

Sec 11

Seculo 17

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Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo


na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: I - O Espiritismo


Encontro 13 Tema: Comunicabilidade dos Espíritos

Objetivo:
Conceituar mediunidade como meio de comunicação entre os mundos material e espiritual.

Conteúdos Mínimos:
“A comunicação entre os Espíritos, sejam eles desencarnados ou encarnados, é possível graças a
existência de um elemento comum a eles: o PERISPÏRITO (...).É por meio dele, que se operam no homem
fenômenos especiais, ... sob o nome de MEDIUNIDADE”.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula propondo a técnica “ A palavra chave”
2. Dividir a turma em equipes
3. Distribuir cartões para cada equipe. Cada cartão contém uma palavra: espírito- perispirito - fluido
cósmico universal-mediunidade – médiuns comunicação – fenômeno de efeitos físicos – psicografia,
psicofonia- vidência. Os cartões são colocados em um envelope.
4. Explicar como executar a técnica – Cada um de cada equipe retira um dos cartões do envelope. Cada
qual fala o que sabe sobre a palavra. Caso desconheçam pesquisar em grupo O Livro dos Médiuns o
significado das palavras.
5. Cada equipe começa a apresentação dizendo o nome dos integrantes da equipe e o que for sendo
apresentado deverá explicar o significado da palavra que recebeu.
6. O evangelizador aproveitará a técnica para desenvolver o tema do encontro fundamentando a resposta
dos jovens contando alguns casos de comunicação com os espíritos. Lembrar fatos sobre Joana D’Arc,
irmãs Fox, Moises, Chico Xavier e destacará os fatos em comuns a eles: “ a comunicação com os
espíritos”.
7. Após os relatos comentar com os jovens como se dá a comunicação entre os espíritos e os encarnados
e como deve ser tratado esse processo.
8. Utilizar O Livro dos Médiuns como subsídio para fundamentar o tema na 2º parte, cap II a VI; XI a XVI.
9. Encerrar a aula com uma prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica:Palavra chave, exposição dialogada, relato de casos.
Didática: Livros, cartões

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os todos participarem das diferentes etapas ativamente.
Bibliografia:
Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns, 2ª parte, cap. II a VI; XI a XVI. Hermínio C. Miranda .Candeias na noite
escura.-item 36-Joana D´Arc segundo Leon Denis-pag.181

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na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: I - O Espiritismo


Encontro 14 Tema: Pluralidade dos Mundos Habitados

Objetivo:
Conscientizar o jovem sobre a existência da vida em todos os mundos e suas diferentes condições.

Conteúdos Mínimos:
“Apenas uma parte mínima dos seres criados por Deus vive no planeta Terra. A vida se espalha por todo o
cosmo. Os seres que habitam outros mundos também têm corpos de matéria mais densa ou menos densa,
de acordo com seu grau de evolução. A Terra é um mundo de expiações e provas, já em fase de transição
para se tornar um mundo de regeneração, o que nos exige um esforço pessoal e coletivo de transformação
pela prática do bem.

Sugestão de Atividades:
Prece inicial.
Dar início ao encontro perguntando: Há vida fora do nosso planeta ?
Ouvir as opiniões e ir conduzindo para que haja uma “explosão de idéias”.
Apresentar um cartaz com a frase: “Na casa de meu pai há muitas moradas”. E perguntar quem é o autor ?
Perguntar: Qual o significado dessa afirmativa do Cristo ?
Após, formar 4 subgrupos e distribuir entre eles as perguntas e respostas de números 55 a 58 de “O Livro
dos Espíritos”, cabendo uma a cada subgrupo. Os jovens deverão ler, comentar entre si e no final
apresentar suas considerações ao grande grupo.
O evangelizador acompanhará os jovens na leitura e comentário das questões e fará as considerações
(comentários) necessários utilizando como subsidio o texto em anexo.
Prece final.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Explosão de idéias, estudo em grupo, subsídio para o desenvolvimento do tema.
Didática: Cartaz.
Anexo: Subsídio para o desenvolvimento da aula.
Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se todos participarem das diferentes etapas ativamente.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, questões 55 a 58 e 172 a 181.
Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. III.

Fergs / dij Ciclo: 1º da Juventude Encontro: 14 – Anexo 1 Pág.


02

Subsídio para o Desenvolvimento do Tema

1. A superioridade da inteligência, em grande número de seus habitantes indica que a Terra


não é um mundo primitivo, destinado a encarnações dos Espíritos que acabaram de sair das mãos do
Criador. As qualidades inatas que eles trazem consigo constituem a prova de que já viveram e
realizaram certo progresso. Mas, também, os numerosos vícios a que se mostram propensos
demonstram que são portadores de grande imperfeição moral. Por isso Deus os colocou num mundo
difícil, para expiarem aí suas faltas, mediante penosos trabalhos de recuperação, até que hajam
progredido o suficiente para merecer um planeta mais feliz.
2. Nos mundos mais atrasados do que a Terra , os seres que os habitam, apesar de
revestirem a forma humana, são desprovidos de qualquer beleza. Não possuem sentimento de
delicadeza ou de benevolência nem as noções de “justo” ou “injusto”. A força bruta é, para eles, a
única lei. Passam a vida na conquista de alimentos. Deus, entretanto, a nenhuma de suas criaturas
abandona; no fundo das trevas da inteligência está a vaga idéia mais ou menos desenvolvida e um
Ente supremo. Esse instinto basta para torná-los superiores uns aos outros e para lhes preparar a
elevação a uma vida mais completa.
3. Nos mundos que chegaram a um grau superior, as condições de vida moral e material são
muitíssimo diversas das da vida na Terra. Como por parte, a forma corpórea aí é sempre
humana,mas embelezada, aperfeiçoada e, sobretudo, purificada. O corpo nada tem de materialidade
terrestre e não está, pois, sujeito às necessidades, nem às doenças ou deteriorações que a
predominância da matéria provoca. Os sentidos são mais desenvolvidos. A leveza específica do corpo
permite locomoção rápida e fácil; em vez de se arrastar penosamente pelo solo, desliza pela
superfície, ou, então, plana na atmosfera sem qualquer esforço além da vontade, conforme se
representam os anjos.

(Extraído de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” – Allan Kardec, cap III)

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Ciclo 1º da Juventude Módulo: II – O Cristianismo


Encontro 15 Tema: A Atualidade do Decálogo

Objetivo:
Demonstrar a atualidade do Decálogo, na sociedade de todos os tempos.
Conteúdos Mínimos:
“O Decálogo foi a base das leis com que Moisés orientou o povo hebreu. Essas orientações consideradas
como a Primeira Revelação, consistem em princípios ético-religiosos e normas disciplinares de conduta. As
orientações do Decálogo são tão importantes que influem até hoje nas leis sociais.

Sugestão de Atividades:
Prece.
1 – Apresentar o criptograma (anexo 1), para que os evangelizandos encontrem na diagonal a palavra
Decálogo.
2 – Após a resolução, dar a definição de Decálogo (Dez Mandamentos ou Tábuas da Lei) e dizer que este é
o tema do encontro, expondo que o “Decálogo foi a base das leis com que Moisés orientou o povo hebreu”.
3 – Fornecer tiras de papel para que os evangelizandos escrevam os mandamentos recebidos por Moisés
no Monte Sinai.
4 – Avaliar junto com os evangelizandos, se esses mandamentos já estão desatualizados ou se “influem até
hoje nas leis sociais”.
5 – Perguntar: Como o Espiritismo considera as orientações recebidas por Moisés? Primeira Revelação.
Comentar que Moisés foi um grande missionário, um revelador das leis de Deus e um legislador.
6 – Fazer os comentários que se fizerem necessários, para o fechamento do encontro.
Prece Final.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Jogo didático – Criptograma; aula expositiva dialogada.
Didática: Folha com exercício, canetas coloridas, lápis, faixas de papel.
Anexo 1: Criptograma.
Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com interesse das etapas
propostas.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – Q. 648. Rizzini, Carlos T. Evolução Para o Terceiro Milênio, p. 21 a
23, p. 304, item 2 a 3.
Fergs/dij Ciclo: Juventude 1 Encontro: 15 – Anexo 1 – Criptograma Pág. 02

CRIPTOGRAMA

1-
2-
3-
4-
5-
6-
7-
8-

Nível do Criptograma: Fácil

1- O mesmo que dezena.


2- Recebeu os dez mandamentos no monte Sinai.
3- O “por do sol”.
4- Nosso país.
5- O poder legislativo é quem as faz.
6- O “astro rei”.
7- Elemento indispensável à vida.
8- O maior dos sentimentos.

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Ciclo:I da Juventude Módulo: II O Cristianismo


Encontro: 16 Tema: As Predições sobre o Advento do Cristo
Objetivo:
Compreender como o povo judeu aguardava a vinda de u ― Salvador‖ e como isso aconteceu

Conteúdos Mínimos:
― O povo judeu aguardava desde muito um ― Salvador‖, o que provam as inúmeras profecias sobre o
assunto. Essas profecias constituíam mensagens de consolação e de esperança, pois anteviam e
prediziam o advento do Cristo, o qual representou a redenção da Humanidade.

Sugestão de Atividades:
Iniciar a aula com prece.
1-Distribuir aos evangelizandos para leitura individual, o texto Os profetas e as predições sobre o
Messias. (anexo-1 0).
2- Ouvir o comentário dos jovens sobre a leitura feita
1. 3- Após a leitura subdividir os jovens em pequenos grupos e distribuir textos com as seguintes profecias;
-Êxodo, 13:46
-Isaias, 7:!4; 11:1; 40:3; 42:14; 53:4-7
- Oséias, 11:1
- Miquéias, 5:2
- Zacarias, 12:’0; 13:7
4- Fazer a leitura , refletir sobre o significado de cada profecia, comentar com os jovens como seria
compreendida essas profecias se surgissem na época atua.
5-ouvir a todos e complementar o tema auxiliado pela bibliografia indicada.
6- finalizar após a prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Diálogo e perguntas; discussão em grupo; reflexão; comentários
Didática: texto.
Anexo : Texto

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.

Bibliografia
Biblia; Boa nova de F.C.Xavier
1° C.de Encontro 16- Texto Pág.3 – JUVENTUDE –Anexo 1

Os profetas e as predições sobre o Messias.


As leis reveladas por Moisés orientaram o povo hebreu por 15 séculos, porém quando esse pó24ovo
se desviava , Deus mandava alguns missionários para que , falando em seu nome os advertissem.
Esses homens escolhidos eram chamados de PROFETAS.
Os profetas no devem ser confundidos com os sacerdotes que exerciam a função como profissão,
obtendo dinheiro e posição social para desempenha-la. Alguns profetas não deixaram escritos, como
Elias e Eliseu. Os que deixaram escritos são divididos em ―maiores‖ e são quatro; Isaias, Jeremias,
Ezequiel, e Daniel, e em ―meores‖(pela brevidade dos seus livros), e são doze: Oséias, Joel, Amós,
Abdias, Jonas, Miquéias, Nam, Hbacuec, Sofonias, Ageu, Zacarias, e Malaquias.
Pelas predições dos profetas, os judeus aguardavam desde muito, um salvador. Mas aquele que
deveria vir não era, como mitos erroneamente esperavam, um libertador que fundaria um reino
terreno, e sim aquele que representaria a redenção espiritual da Humanidade.

O Precursor do Messias.

Zacarias, um sacerdote do templo, é avisado que Isabel, sua esposa, dará a luz um menino a quem
chamarão de João e que nasceria com a missão de ― de preparar o caminho do Messias que há de
vir, convocando o povo a rejeitarem seus erros para merecerem a salvação‖.
― João, o grande profeta de Jesus, ficou conhecido como a voz que clama no deserto, pois aí vivia.
Tinha a sua veste de pelos de camelo e um cinto; seu alimento era mel silvestre e gafanhotos>
Preparou seu espírito assim na natureza, como todos os profetas e, depois percorreu as tribos de
Israel levando a palavra de esperança e arrependimento convidando-os à penitência para
receberem o Grande Enviado.‖
João pregou e batizou os que lhe procuraram às margens do rio Jordão e é aí que o Messias o
encontra para ser por ele batizado.

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Ciclo:I da Juventude Módulo: II O Cristianismo


Encontro: 17 Tema: Os Ensinos de Jesus- As Parábolas e
os grandes Diálogos
Objetivo:
Conhecer a figura sublime de Jesus e seus profundos ensinamentos

Conteúdos Mínimos:
― Jesus ensinou em todo momento em que esteve entre nós, por meio de ensinos diretos dos diálogos, das
parábolas e dos sermões que proferiu. As suas parábolas, apesar da linguagem figurada, encerram
ensinamentos profundos que o tempo preservou. Igualmente profundos em seus ensinos são os célebres
diálogos que Jesus travou com personagens de sua época...‖

Sugestão de Atividades:
Iniciar a aula com prece.
1. 1- Iniciar a aula recordando o nascimento de Jesus utilizando os subsídios anexos (anexo-1).
2. 2- Seguir com a exposição até o começo da vida publica de Jesus, quando então ele inicia seus
ensinamentos.
3. 3- Perguntar: Como Jesus ensinava? Para quem Jesus ensinava?
4. 4- Ouvir as respostas e após apresentar um cartaz (anexo-2), explicar o que é parábola, diálogo, sermões.
5. 5- Dividir a turma em quatro grupos para estudo:
6. Grupo A- Parábola (escolher duas );
7. Grupo B- Diálogos (escolher três);
8. Grupo C- Sermão da Montanha( dividir as Bem Aventuranças entre os dois grupos);
9. Grupo D- Sermão da Montanha.
10. 6- Após o estudo, os grupos apresentarão aos demais suas conclusões.
11. 7- O evangelizador fará os comentários necessários, dirimindo dúvidas, se houver, para o fechamento do
encontro.

2
3. .
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Diálogo e perguntas. Discussão em grupo
Didática: Texto, cartaz.
Anexo: 1- Texto; 2- Cartaz

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.

Bibliografia:
Kardec, Allan – O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO cap IV, V,VII,IX e X.Xavier.
Francisco Cândido, pelo Espirito de Emmanuel , A CAMINHO DA LUZ, cap I, XI,XII a XIV
Xavier F.C. PELO Espírito Humberto de Campos – A BOA NOVA

1ª C DE JUVENTUDE
ENCONTRO 17 – TEXTO – PÁGINA 3 – ANEXO 1
Preparação para o nascimento de Jesus.

― Rezam as tradição do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos de nosso sistema
existe uma comunidade de espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas
mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades.
Essa comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao que
nos foi dado saber, apenas se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas
decisivos da organização de nossos planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.
A primeira , verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se
lançasse, no tempo e no espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródomos da vida
na matéria em ignição, do planeta, e a segunda , quando se decidia a vinda do Senhor à face da
Terra, trazendo à família humana a lição imrtal de seu Evangelho de amor e redenção. (A caminho
da Luz- pisc. Francisco C. Xavier- Emmanuel).‖
― Os historiadores do império Romano sempre observaram com espanto os profundos contrastes da
gloriosa época de Augusto. Caio Julio César Otávio chegara ao poder, não obstante o lustre de sua
notável ascendência , por uma série de acontecientos felizes. As mentalidades mais altas da antiga
República não acreditavam no seu triunfo. Como se o mundo pressentisse uma abençoada
renovação de valores no tempo,em breve todas as legiões se entregavam, sem resistência, ao filho
do soberano assassinado. Uma nova era principiara com aquele joem enérgico e magnânimo . O
grande império do mundo, como que influenciado por um conjunto de forças estranhas, descansava
numa onda de harmonia e júbilo, depois de guerras seculares e tenebrosas.
(...) ia chegar à Terra o Sublime Emissário. Sua lição de verdade e de luz ia espalhar-se pelo
mundo inteiro, como chuva de bênçãos magníficas e confortadoras. A Humanidade vivia, então o
século da Boa Nova. Era a ―festa do noivado‖ a que Jesus se referiu no ensinamento imorredouro. É
por tudo isso que o Evangelho de Jesus, sendo o livro do amor e da alegria começa com a descrição
da gloriosa noite de Natal e termina com a profunda visão de Jerusalém libertada, entrevista por
João, nas suas divinas profecias do Apocalipse.. (Boa Nova , Irmão X, psic.. F.C.Xavier).

1º C. DE ENCONTRO 17- ANEXO- TEXTO PÁG.


JUVENTUDE 1 4

A CHEGADA DO MESTRE
Foi em Belém, numa noite calma e silenciosa, ambiente próximo dos animais, em uma estrebaria,
que nasceu Jesus , filho de José e Maria. No espaço os Espíritos do Senhor, vibravam de intenso
jubilo pelo advento do Messias esperado. ― A manjedoura assinalava o ponto inicial da lição
salvadora do Cristo, como a dizer que a humanidade representa a chave de todas as virtudes.
Começava a era definitiva da maioridade espiritual da Humanidade terrestre, de vez que Jesus com
a sua exemplificação divina entregaria o código da fraternidade e do amor a todos os corações‖.
Acima do estábulo um luz muito viva brilhava ; mais parecia uma estrela que lá ficou durante toda a
noite. Todos quantos viram a ―luz‖ sentiam um júbilo intraduzível e deliciosa esperança lhes invadiu a
alma .
Era o mais esplendoroso acontecimento verificado até aquela data; debalde os escritores
materialistas de todos os tempos vulgarizam o grande acontecimento ironizando os altos fenômenos
mediúnicos que o precederam.
Jesus nasceu em Belém porque era época do recenseamento e cada um deveria ir ao lgar de
origem. José e Maria viajaram de Nazaré a Belém.
Após o nascimento de Jesus, seus pais se refugiaram no Egito, pois Herodes ordenara a matança
das crianças menores de dois anos. De lá retomaram após a morte de Herodes.
Foram então viver na Galiléia, na cidadezinha de Nazaré. (Daí Jesus ser conhecido como
―Nazareno‖...)

1º C. DE ENCONTRO-17- CARTAZ PÁG.5


JUVENTUDE ANEXO 2

COMO JESUS ENSINAVA


PARÁBOLA DIÁLOGO
Narração alegórica- Direto com os interlocutores.
pensamento figurado-
que encerra uma
doutrina moral

EXEMPLO SERMÕES
Não se limitou a
Falar, agia ele Como exemplo, o maior -
Próprio O Sermão da Montanha ou
Sermão do Monte
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Ciclo:I da Juventude Módulo: II O Cristianismo


Encontro: 18 Tema: A propagação do Cristianismo- Pedro e
Paulo
Objetivo:
Reconhecer como e por quem a Doutrina Cristã se propagou pelo mundo.

Conteúdos Mínimos:
A doutrina de Jesus, propagou-se no mundo de então, através dos discípulos que partiram para lugares
variados, pregando, ensinando e curando muita gente. O que caracterizou os pregadores do Cristianismo
foi a firmeza de suas convicções, suas pregações convincentes e demonstração de coragem diante das
perseguições e dos sofrimentos. Destacaram-se Pedro e Paulo.

Sugestão de Atividades:
1- Para iniciar o encontro o evangelizador convida dois jovens para apresentar duas vivências.
Vivência 1:- Um dos jovens interpretará Pedro, este deverá caracterizar-se de pescador (o evangelizador
deverá providenciar os trajes de pescador daquela época) e contará como Jesus foi ao seu encontro,
convidando-o para ser ― pescador de homens‖ ( anexo-1).
1. . Vivência 2:- O 2º jovem interpretará Paulo, este deverá estar caracterizado de Paulo( o evangelizador
deverá providenciar os trajes do Paulo) e contará como foi ao seu encontro na estrada de Damasco , aonde
ainda como Saulo, ia em desapiedada perseguição aos cristãos primitivos (anexo-2).
2. 2- Após as vivências cada personagem perguntará aos jovens presentes:- ― E para ti, quando e onde
Jesus Nasceu?
3. 3- Ouvir a resposta de todos.
4. 4- Dividir a turma em dois grupos e distribuir a cada grupo um dos textos em anexo (anexo-3)para a leitura
e comentários sobre os dois personagens do Cristianismo Pedro e Paulo (anexo-3)
5. 5- Ouvir os comentário dos grupos.
6. 6- Complementar sobre o tema subsidiado pela bibliografia indicada.
7. 7- Encerrar com uma prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Vivências; diálogo e perguntas; leitura e interpretação de texto.
Didática: trajes, textos.
Anexos:
1- Vivência 1; 2- Vivência 2; 3-Textos.
Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.

Bibliografia:
Xavier, Francisco Cândido pelo espírito Emmanuel. Paulo e Estevão. Marcos, Lucas e Atos dos Apóstolos-
Novo Testamento. Xavier, F. C – Boa Nova –FEB.
1º ENCONTRO-18- VIVÊNCIA-1 PÁG-
JUVENTUDE ANEXO-1 3

Pedro
(adaptação do livro Boa Nova)
Pedro, quando e onde Jesus nasceu?
Para mim Jesus nasceu no dia em que tentando provar o valor de minha dedicação
para meus companheiros, afirmei ao Mestre que sempre o seguiria. Todavia, Jesus
redargüiu-me afirmando:
- Pedro, a tua inquietação se faz credora de novos ensinamentos.A experiência te
ensinará melhores conclusões, porque em verdade, te afirmo que esta noite o galo
não cantara sem que me tenhas negado por três vezes.
Senti-me ofendido e desacreditado. Porém, momentos mais tarde cumpria-se as
afirmativas do Mestre. Acovardado neguei-o por três vezes . Mas foi exatamente no
momento em que o galo cantou pela terceira vez, no átrio do paço de Pilatos, que a
minha consciência acordou para a verdadeira vida. Daí por diante nunca mais vacilei
diante dos potentados do século, quando me era dado defender a justiça e proclamar
a verdade, pois a força e o poder do Cristo, constituíram elementos integrantes do
meu próprio ser. Jesus nascia dentro do meu coração.
1º C. ENCONTRO-18- VIVÊNCIA 2 PÁG-
JUVENTUDE ANEXO-2 4

Saulo e Paulo
(adaptação do livro‖ Em torno do Mestre)

Paulo, para ti onde e quando Jesus nasceu?

Dirigindo-me certa vez à Damasco, respirando ameaças por todos os poros contra os
discípulos do Senhor, tive uma visão quando me aproximei daquela
cidade.Subtamente brilhou ao meu redor uma luz celeste que me envolveu
completamente; e ouvi uma voz dizer-me, em tom claro e distinto:- ―Saulo, Saulo,
porque me persegues?
Aturdido com o insólito fenômeno, retruquei:- Quem és tu, que me falas? Eu sou Jesus
a quem persegues, respondeu-me a voz do céu; mas levanta-te e entra na cidade, e lá
saberás o que deves fazer.
Levantei-me, e, abrindo os olhos nada pude ver. Fui guiado pelas mãos de outrem, até
entrar em Damasco. Este acontecimento transformou para sempre a minha vida.
Assim, foi exatamente nesta estrada , quando eu, então intolerante e fanatizado por
uma causa inglória me vi envolvido na sua divina luz. Dali por diante- ―Já não sou eu
mais quem vive, mas o Cristo é que vive em mim.
1º C. ENCONTRO-18- TEXTO PÁG.
JUVENTUDE ANEXO-3 5

Pedro- O Apóstolo de Jesus ( adaptação)

Pedro era um homem simples, rústico, saído da plebe, filho do povo. A história nos diz
que nasceu em Betsaida, Galiléia, e que era filho de Jonas e irmão de André. Vivia
com sua mulher e sua sogra em Carfanaum, na margem do lago de Genesaré, onde
exercia a profissão de pescador, estendendo a sua ação de pesca no mar da
Galiléia.O período inicial da vida cristã de Pedro data do tempo em que Jesus,
deixando a cidade de Nazaré, fixou sua residência em Cafarnaum. Foi nesta cidade,
caminho do mar, além do Jordão, que Jesus começou as suas pregações, convidando
o povo ao arrependimento e anunciando a aproximação do ―Reino dos Céus‖. Jesus
trocou-lhe o nome- Simão- pelo de Céfas (aramaico rocha) cujo equivalente grego, em
sua forma masculina, Petras. (Marcos, 3:16: Lucas, 6:14).
A chamada de Cristo se deu quando Pedro e outros companheiros se ocupavam em
remendar suas redes(Mateus, 4:18 a 20; Marcos, 1:16 a 18). O Mestre chama-os e
diz-lhes: ―Segui-me, e eu vos farei pescador de homens‖. Imediatamente eles
deixaram suas redes e seguiram a Jesus. Desse dia em diante nunca mais , nem um
só instante, os apóstolos separaram-se de Jesus.
Mais tarde, Simão Pedro foi escolhido para ser a cabeça daquele grupo especial que
seguia o Mestre-os 12 apóstolos(Mateus, 10:1 a 4; Marcos, 3:13ª 19; Lucas, 6:12 a
16). Quase sempre tomava a palavra para falar em nome dos 12. Após a ascensão
de Jesus ficou como chefe dos cristão, convocando uma eleição a fim de preencher o
luar de Judas (Atos 1:13 a 26)
Só depois dos fenômenos de Pentecostes é que se tornou verdadeiramente ―pescador
de homens‖. Foi naquela ocasião que seus dons, em estado latente, se
desenvolveram;a palavra tornou-se fácil e eloqüente na pregação do Evangelho e os
enfermos foram curads. Na pregação de Pentecostes, conseguiu a conversão de mais
de 3000 pessoas. Preso, defendeu intimorato sua crença. Realizou várias curas .
Morreu crucificado em Roma , onde foi sepultado.
1º C. JUVENTUDE ENCONTRO-18- TEXTO PÁG. 6
ANEXO-3

Paulo, O Apóstolo dos Gentios

Alguns anos após o nascimento de Jesus, nasce, na cidade de Tarso, na Sicília. O menino Saulo
cresce e é ensinado a adorar e a obedecer a Deus, segundo as leis e tradições judaicas.Bem cedo
manifestou o desejo de ser rabino e é mandado a estudar em Jerusalém para a realização de seus
sonhos. Em pouco tempo, Saulo se torna o melhor aluno da classe do mestre Gamaliel. Eles
conversam muito sobre a Bíblia, principalmente nas partes que falam do Messias, acreditando que
ele tornará sua nação forte e poderosa e então Saulo se entusiasma ,desejando ardentemente
servi-la.
O tempo passa Saulo torna-se adulto e vem a saber da existência de Jesus de Nazaré a quem o
povo segue, dizendo ser o Messias esperado. O jovem doutor da Lei não pode crer que ― o filho do
carpinteiro‖ seja o Salvador esperado... Ele deve ser um impostor... um desordeiro...e por isso, Ele e
seus seguidores devem ser perseguidos, detidos, antes que lêem o povo à revolução. Jesus já fora
crucificado e seus seguidores, cheios de fé , continuavam a difundir seus ensinamentos.
Saulo, guiado por seu cego e farisaico zela pela Lei Mosaica, começou a perseguir os cristãos e,
sabendo que estavam pregando em Damasco, para lá se dirige, investido de todos os poderes para
combatê-los . Parte para aquela cidade com alguns homens fortes e bem armados. A cada passo
parece estar mais decidido, pois crê de todo coração que, destruindo os seguidores de Jesus,
estará servindo a Deus. Ao se aproximar da cidade, repentinamente, vê uma luz forte, mais brilhante
que a própria luz do sol;cai por terra e uma voz lhe diz:
-Saulo, Saulo, por que me persegues?
-Quem é? Não vejo ninguém! Diz Saulo
-Sou esse Jesus de Nazaré, a quem persegues.
-Que queres que eu faça?
- Vai a cidade responde Jesus, e alguém te dirá.
Saulo levanta-se, transformado, disposto a seguir Jesus e constata que está cego. Os amigos de
Saulo, aterrorizados com o acontecimento, a pedido dele, o levam a Damasco, onde fica até que
Ananias, discípulo de Jesus, cure sua cegueira.. Depois de publicamente declarar sua nova fé, Saulo
parte para o deserto, onde ficou em companhia de um casal cristão. Aí ficou estudando a nova
doutrina, meditando e trabalhando para se sustentar. Saulo sente uma profunda vergonha de seu
nome e passa a chamar-se Paulo. Depois de três anos de preparação, procura os cristãos e, a
princípio é recebido com receio, mas vendo eles a profunda modificação que se opera no orgulhoso
Saulo, o recebem carinhosamente.
Barnabé conduz Paulo ao apóstolo Pedro que lhe fala de Jesus, contando-lhe a última ordem do
Mestre: ―Ir pelo mundo pregar o Evangelho‖. Paulo começa então a viajar para levar a todos a Boa
Nova.Empreendeu sua primeira viagem missionária com Bernabé, visitando em Chipre: Salaminae
Pafos; e as principais cidades da Pisidia e laônia: Perge, Icônio, Listra, Derbe e Atália. De volta a
Antioquia, encontram entre os cristãos uma crise que dividia os ânimos, na questão da
obrigatoriedade dos ritos mosaicos para os neoconvertidos do paganismo. Paulo e Bernabé foram
então enviados a Jerusalém onde viram prevalecer seu ponto de vista, no concílio ali reunido sob a
presidência de Pedro.
Sua segunda viagem o levou por muitas regiões da Ásia Menor: Antioquia, Derbe, Listra, Trâde;
tocando nessas terras da Europa: Filipos, Tessalônica, Atenas, Corinto, escreveu duas vezes aos
fiéis de Tassalônica. Empreendeu uma terceira viagem, visitando muitas cristandades: Tarso, Derbe,
Listra, Antioquia, Èfeso, Trôade, Filipes, Tessalônica, Atenas, Corinto; voltou pelas mesmas cidades
até Èfeso donde velejou para a Judéia. Nesta terceira viagem, escreveu aos Gálatas e aos Romanos
e duas vezes aos Coríntios. Em Jerusalém o esperava a prisão. Os judeus querem mata-lo e, para
ser salvo, é enviado com uma boa escolta para Cesaréia. Após dois anos de prisão, foi removido
para Roma, onde veio a chegar após superar uma forte tempestade e conseQ6uente naufrágio nas
costas do Malta( percurso: Sidon, Mirra, Cnido, Laséia, Malta, Siracusa, Régia e Roma).
Suportou mais dois anos de prisão em Roma, durante os quais escreveu aos Efésios, Colossenses,
Filipenses e Filemos. Conseguida a liberdade, escreveu aos Hebreus e viajou á Espanha. Nos
últimos anos de sua vida , percorreu as igrejas do Oriente.Em Creta, deixou a igreja entregue a Tito,
em èfeso a Timótio. Foi nesta viagem que escreveu a primeira carta a Timóteo e à Tito . De regresso
à Roma, foi novamente preso. Escreveu então a segunda carta a Timóteo. Lucas era o único que
estava com ele. Foi condenado a decapitação.
Para cumprir a ordem de Nero, os soldados levaram Paulo para fora de Roma e, no instante da
execução, o soldado vacilou, diante da grande serenidade do apóstolo dos gentios que então lhe
diz,com carinho que cumprisse seu dever. Morreu no ano 67. Paulo de Tarso é considerado o
apóstolo dos gentios e foi graças a ele, que dominava tantas línguas, podendo ir, aos mais diversos
países, que o Evangelho, através de sua cultura, e essecialmente de seu heroísmo, sua
perseverança e fé em Deus, chegou rapidamente a muitos povos.

Resumo calcado em:


Paulo e Estevão- Francisco C.X.
Bíblia( dicionário Prático) Barsa.
As viagens do Apóstolo São Paulo- vol. 1- Editora Betânia
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Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo


na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo:I da Juventude Módulo: II O Cristianismo


Encontro: 19 Tema: Os Apóstolos e Discípulos
¨
Objetivo:
Destacar a importância da atuação dos apóstolos e discípulos de Jesus na propagação do Cristianismo.

Conteúdos Mínimos:
― Merece registro a atuação dos apóstolos de Jesus na difusão da Boa Nova . Dentre esses, destacam-se
João, Tiago e Judas Tadeu, que além de pregarem, dirigiram cartas às igrejas nascentes, aconselharam e
incentivando a nova fé‖.

Sugestão de Atividades:
1- Iniciar o encontro comentando com os evangelizandos, que Jesus contou com seus auxiliares para
espalharem a Boa Nova.A doutrina de Jesus Propagou-se no mundo de então , através dos apóstolos e
discípulos que partiram para lugares variados pregando e ensinando.
2- O evangelizador dividirá a turma em três grupos.
3- Levará os capítulos 3,4, e 5 do livro Boa Nova de F.C. Xavier e distribuirá cada capítulo a um grupo e
solicitará que os mesmos leiam e destaquem os nomes dos apóstolos escolhidos pôr Jesus no início de
sua pregação nos recantos da Galiléia. Os evangelizandos deverão também contar alguns fatos que o
texto do capítulo lido, registra sobre cada discípulo.
4- Após o evangelizador comentará sobre a atuação de outros discípulos de Jesus na difusão da Boa
Nova. Figuras pouco conhecidas como Bernabé, o amigo de Paulo em sua primeira viagem; os jovens
Timóteo, Tito e João Marcos; Madalena, Joana de Cusa e toda uma multidão de anônimos Cristãos que
legaram a humanidade o exemplo da fé e coragem, cooperando, desse modo para a construção de um
mundo melhor. Utilizando como subsídio as obras destacadas na bibliografia.
5- Perguntar aos evangelizandos: - nós também podemos ser considerados discípulos de Jesus? Porque?
Como poderemos cooperar com Jesus?
6- Ouvir a todos e finalizar o encontro com uma prece.
1.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Diálogo e perguntas. Discussão em grupos
Didática: Textos

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse em
todos os momentos do encontro
Bibliografia
Xavier, Francisco Cândido pelo espírito Emmanuel. A Caminho da Luz, cap. XIV. Xavier, Francisco
Cândido pelo espírito Irmão X. Boa Nova, cap. 3,4 e 5. Xavier, Francisco Cândido pelo espírito Emmanuel.
Paulo e Estevão.
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na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo:I da Juventude Módulo: II O Cristianismo


Encontro: 20 Tema: O Consolador Prometido /O Mestre e o
Apóstolo
Objetivo:
Reconhecer o Espíritismo como o Consolador que Jesus prometeu

Conteúdos Mínimos:
―Sabedor dos problemas que resultariam das lutas do movimento cristão, o Mestre prometeu a vinda, no
futuro de um Consolador .(...) .Quando vier esse Espírito de Verdade, eles vos ensinará todas a verdade...
O Espiritismo é o Consolador Prometido que veio recordar os ensinos de Jesus, trazer novas revelações,
esclarecendo e consolando.

Sugestão de Atividades:
Iniciar a aula com prece.
1. 1- Trabalhar o tema arevés da técnica do‖ Dominó‖. (anexo 1)
2. 2- Em dúplas, distribuir os dominós. Os evangeliizandos deverão ler e montar o dominó, encaixando
perguntas com as respectivas respostas.
3. 3- Após a montagem e leitura dos textos, o evangelizador organizará os jovens em grupos de dois e
distribuirá a cada grupo uma das seguintes questões:
4. A- De que tratam as previsões e promessas de Jesus?
5. B- Pôr que Jesus fez essas promessas aos apóstolos?
6. C- Quem é o Espírito de Verdade?
7. D- Quem é o Consolador Prometido?
8. E- Qual o papel representado pôr Kardec e qual sua ligação com Jesus?
9. 4- Cada grupo depois de discutir em seu grupo, responderá a questão recebida , levará ao grande grupo a
resposta que será analisada pôr todos.
10. 5- O evangelizador comentará com o grupo as questões que não ficaram bem claras.
11. 6- Encerrar com uma prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Diálogo e perguntas. Dominó
Didática:Jogo de dominó.
Anexo: Modelo do jogo de dominó

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.
Bibliografia:
O Novo Testamento, João, versículos 14,15-17 e 16, 7-14.
1-cíclo de juventude Encontro –20-anexo-1 Dominó Pag. 3

Início: ―se me amais, guardai os meus


mandamentos; e eu rogarei a meu Pai e
O que Jesus previu inúmeras Ele vos enviará outro consolador, afim
vezes? de que fique eternamente convosco :- o
Espírito de Verdade que o mundo não
pode receber, porque o não vê e
absolutamente o não conhece. Mas,
quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque
ficará convosco e estará em v’s.(João
14, 15-17)

Quem é ―Consolador Prometido‖? As lutas e dificuldades do


movimento cristão foram previstas
inúmeras vezes pôr JESUS.

Quem Jesus escolhe para ―e v^-lo anunciará:. (João 16, 7- Quando


codificar os ensinos do vier esse Espírito de verdade, Ele vos
ensinará toda a Verdade; porquanto não
Consolador Prometido?
falará de si mesmo, mas dirá tudo o que
tenha escutado e vos anunciará as
coisas pôr vir. Ele me glorificará porque
receberá do que está em mim 14).

Quem viria para ensinar toda a ―Tenho muitas coisas ainda a


verdade? dizer-vos. Mas presentemente não
as podeis suportar‖. (João 16,
1 cíclo de Encontro-20-anexo-1 dominó Pag-4
Juventude

O que Kardec representa para Sabedor dos problemas que


Jesus? resultariam dessa luta(os erros,
as adulterações e interpretações
equivocadas, os conflitos e
perseguições por exemplo), o
Mestre prometeu a vinda, no
futuro de um Consolador

O QUE PROMETE O MESTRE PARA JESUS NÃO ESQUECEU A


O FUTURO? CONTINUIDADE DE SUAS
LIÇÕES: ESCOLHENDO UM
ESPÍRITO DE ESCOL, ALLAN
KARDEC, PROFESSOR E
PESQUISADOR PARA
PROSSEGUIR NOS
ESCLARECIMENTOS QUE
AGORA ERAM OPORTUNOS,
DEU-LHE A MISSÃO DE
CODIFICAR O ESPIRITISMO,
QUE NADA MAIS É DO QUE O
CONSOLADOR PROMETIDO.

JESUS DISSE TUDO O QUE TINHA O ESPIRITISMO, É O


PARA DIZER? CONSOLADOR PROMETIDO QUE
VEIO RECORDAR OS ENSINOS DE
JESUS, TRAZER NOVAS
REVELAÇÕES ESCLARECENDO E
CONSOLANDO.

ONDE ESTÁ ESCRITO QUE O “JESUS CRISTO, ENCONTROU


ESPÍRITO DE VERDADE EM ALLAN KARDEC O SEU
FICARIA “ETERNAMENTE FIEL REFLETOR PARA A
CONVOSCO”? LIBERTAÇÃO E ASCENSÃO DA
HUMANIDADE INTEIRA”.
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na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º Ciclo de Juventude Módulo: II- O Cristianismo


Encontro: 21 Tema-Ação Evangelizadora
Objetivo:
Reconhecer que só através da Ação Evangelizadora o homem tornar-se-a um homem de Bem.

Conteúdos Mínimos:
― Evangelização Espírita contribuirá, fora de dúvida, para a formação de um mundo no qual a fraternidade
deixará de ser um ideal a atingir para ser um a realidade constante na relação entre indivíduos e povos.‖
Quando tocados pela mensagem de Jesus, somos evangelizadores uns dos outros, por meio das nossas
palavras e de nossos atos, no trabalho de construção coletiva de uma família universal, regida pela Lei do
Amor.
Sugestão de Atividades:
1-Iniciar o encontro introduzindo as seguintes questões aos jovens através de cartaz, escrito no
quadro ou transparências ;
1ª questão -Quais são as características de uma pessoa de bem?
2ª questão – O que é preciso para que uma pessoa se sinta uma pessoa de Bem?
3ª questão - Você se sente uma pessoa de Bem ou isso é assunto para o futuro?
2- Pedir aos jovens que reflitam sobre essas questões por algum momento.
3- Solicitar que comentem cada questão. Dar oportunidade a todos .
4-Dividir a turma em dois grupos.
5- O evangelizador distribuirá um texto a cada grupo- 1º texto- Caracteres do homem de Bem, extraído de
O Livro dos Espíritos cap. XII-parte 3ª; 2º texto- O homem de bem, extraído do Evangelho Segundo o
Espiritismo, cap. XVII -Item 3 , para lerem e comentarem .
6- Após ouvir os comentários de cada grupo, concluir com os jovens que só através de uma ação
evangelizadora nos tornaremos uma pessoa de Bem.
7-Encerrar a aula cantando com os jovens a canção ― Farol do Evangelho‖. (anexo-1)
1. .
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Diálogo e perguntas- Discussão em grupo.
Didática: Livro, textos, canção.
Anexo: Canção- Farol do Evangelho.
Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, cap.XII- parte 3; kardec,Allan.O Evangelho Segundo o Espiritismo-
cap. XVII- Item 3
1° C. de juventude Encontro 21- anexo -1 Canção Pág. 2

―FAROL DO EVANGELHO‖ (Música)

Sem ti farol do Evangelho


Não sabemos onde andar
A tua luz é sempre benção
Do mais belo triunfar.

Iluminando o mar da vida


Tantas almas podes restaurar
Por ti, farol do Evangelho
Desejamos caminhar
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na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: III – Conduta Espírita - Vivência Evangélica.


Encontro 22 Tema: Conhecimento de Si Mesmo.

Objetivo:
Oportunizar atitudes que levem o evangelizando ao conhecimento de si mesmo.

Conteúdos Mínimos:
“O conhecimento de si mesmo é a chave do progresso individual. Muitas faltas que cometemos nos passam
despercebidas. Se interrogássemos mais amiúde a nossa consciência, veríamos quantas vezes falimos sem
que o suspeitemos, unicamente por não perscrutarmos a natureza e o móvel de nossos atos”.

Sugestão de Atividades:
1 – Prece e leitura de uma página evangélica.
2- Iniciar o encontro propondo a técnica “Apresentação através de desenho”.
O evangelizador prepara desenhos (anexo 1) e apresenta a turma e convida a todos a observarem em silêncio.
Explica a dinâmica – cada um deve selecionar aquele desenho que apresentar alguma característica sua, pessoal e explicar ao
grupo o porquê de sua escolha.
3– Após todos terem apresentado pedir aos evangelizandos, que se posicionem em círculo e formem duplas. Ler a questão 919
de “O Livro dos Espíritos” e a resposta (somente a primeira frase). Comentar que esse é o tema de hoje: conhecimento de si
mesmo.
4 – Colocar (previamente) no quadro, questões que as duplas lerão e comentarão entre si. (se necessário, fornecer papel para
que escrevam suas opiniões).
a) O que seria “conhecer a si mesmo”?
b) Eu me conheço?
c) Como podemos conhecer nosso íntimo?
d) Analisar a frase: “O conhecimento de si mesmo é a chave do progresso individual”.
e) “Interrogar a consciência”. Como isso pode ser feito?
5- Após os comentários das duplas, discutir no grande grupo as questões analisadas.
6- Distribuir o exercício (anexo 2) que será feito individualmente. Não é necessário comentar o que os evangelizandos
responderam, pois é uma análise de foro íntimo.
7 – Encerrar a aula comentando o pensamento de Kardec:
“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas más
inclinações”.
Prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Perguntas e respostas, folha de perguntas.
Didática: Livro dos Espíritos, frase.
Anexos: 1- Apresentação através de desenhos; 2- Folha de exercício

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório, se os evangelizandos participarem das atividades propostas.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, 3a. parte cap.XII, Q. 919. Kardec, Allan.O Evangelho Segundo o
Espiritismo, cap. XVII.

Fergs/dij Ciclo: Juventude 1 Encontro: 22 – Anexo 1 – Apresentação através de desenho Pág. 02


Fergs/dij Ciclo: Juventude 1 Encontro: 22 – Anexo 2 – Folha de exercício Pág. 03

Responda as perguntas e veja se você “conhece a si mesmo”

Sempre c/freqüência As vezes Nunca


1-Gosto de ser útil
2-Dou motivo de queixa p/ os
outros
3-Procuro fazer alguma coisa boa.
4-Sou organizada.
5-Agrido os outros com palavras ou
pensamentos.
6-Penso mais em mim do que nós
outros.
7-Acho que sempre eu tenho a
razão.
8-preocupo-me com a felicidade de
amigos e familiares.
9-Tiro proveito de situações.
10- sou honesto.
11-Uso de sinceridade.
12-Descrimino os que não tem a
minha religião.
13-Relevo os defeitos dos outros.
14-Comento a vida alheia.
15-Penso que não tenho defeitos.
16-tenho inveja dos outros.
7-desperdiço meu tempo com
coisas inúteis.
18-Costumo respeitar ordens e
leis.
19- Sou inclinado a preguiça.
20-faço prece diariamente para
ligar-me a Deus.
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Encontro 23 Tema: Grupo Familiar - Relações Familiares.

Objetivo:
Levar o evangelizando a compreender a finalidade maior da família e o seu próprio papel nesse grupamento.

Conteúdos Mínimos:
“Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. Os verdadeiros laços filiais não
começam com o nascimento nem são destruídos com a morte. O planejamento familiar ocorre no mundo
espiritual e se faz de acordo com as afinidades e as necessidades evolutivas.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar o encontro propondo a dinâmica “A família Ideal”.
2. Distribuir corações de papéis; em cada um deles estará escrita uma característica da família ideal:
comunicação, respeito, cooperação, união, compreensão,amizade, etc...
3. O evangelizador convida a turma a formarem grupos pequenos, conforme o número de turma.
4. Recebem um coração com uma característica da família ideal.
5. Cada grupo deverá demonstrar de uma maneira criativa como é a família com a característica que
recebeu. Ex: Quem receber a característica respeito deverá encenar uma rápida dramatização ou
construir um painel aonde apareceu através de frases e gravuras a família com essa característica.
Vai depender da criatividade de cada equipe.
6. Comentar com o grupo as apresentações e desenvolver o conteúdo da aula através de uma
exposição dialogada, utilizando como subsídio a leitura da pagina evangélica. – item 3, 1º parágrafo
do cap XIV – Honrai o vosso Pai e a Vossa Mãe de o E.S.E.
7. Distribuir para a leitura e discussão em grupo o texto do item 8 – 1º e 2º parágrafo do E.S.E.
8. Fazer um comentário integrador sobre o assunto do texto, após leitura e discussão em grupo
9. Encerrar com uma prece.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Leitura de textos do evangelho, técnica da família ideal, exposição dialogada
Didática: Lápis, papel, coração
Avaliação:
A aula será considerada satisfatória, se os evangelizandos participarem ativamente das atividades
propostas.

Bibliografia:
Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap.XIV.

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Encontro 24 Tema: Liberdade e Limites.

Objetivo:
Facilitar ao evangelizando, o entendimento dos conceitos de liberdade e limite e suas conseqüências e/ou
implicações.

Conteúdos Mínimos:
“Ter liberdade, significa ter o senso de responsabilidade, o dever de assumir seus atos, adquirindo
consciência reta e aprendendo a subordinar as decisões aos imperativos da razão e do direito.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar o encontro dispondo a turma sentados na cadeira ou no chão, com as mãos livres para realizar a
dinâmica expressando nosso limite corporal .
2. O evangelizador esclarece a dinâmica: cada participante deverá fazer um alongamento,esticando braços
e pernas até o limite máximo de suas possibilidades. Depois deve esticar em todas as direções
possíveis a cabeça, mãos e pés, abrangendo sem sair do lugar, o maior espaço que seu corpo puder
ocupar. Após encolher o corpo o mais possível e ocupar, assim, o menor espaço possível.
3. voltar a posição normal.
4. Avaliar a dinâmica, partilhando os sentimentos experimentados durante o exercício.
5. O evangelizador após ouvir a todos relacionará os comentários ao tema da aula concluindo que todos
nós temos liberdades, possibilidades de agir em nossas vidas mas não podemos ultrapassar nossos
limites.
6. Em todos os nossos atos devemos respeitar os limites, todo o ato tem suas conseqüências. Desenvolver
com o grupo uma discussão sobre o que eles entendem por liberdade e limites.
7. Após deixar que eles falem como eles agem em relação a liberdade em suas vidas em casa, na escola,
nas festas, etc...
8. Introduzir nos comentários a importância dos limites em nossas vidas e as conseqüências do uso da
liberdade sem responsabilidade. Comentar com os evangelizados o conteúdo mínimo do currículo da
E.E.E.I.J. da FEB pág. 91.
9. Após ouvir a todos encerrar com a prece final

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Técnica de limites da apresentação corporal – exposição dialogada.
Avaliação:
A aula será considerada satisfatória, se os evangelizandos participarem ativamente das atividades
propostas.

Bibliografia:
Currículo para aulas de E.E.E.I.J. pág.91 -
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Encontro 25 Tema: Grupo Social – Interação Social
:

Objetivo:
Levar o evangelizando a entender melhor a necessidade de bem relacionar-se com tudo e com todos, por
sua natureza eminentemente social.

Conteúdos Mínimos:
“O homem não pode progredir sozinho: necessita do contato dos seus semelhantes para evoluir. Para
organizar essa vida em comum, o homem criou leis que disciplinam e orientam – são as leis sociais. Nosso
sentimento de simpatia deve abranger a todos seres e coisas, numa interação que permita a felicidade
comum”.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar o encontro formando o grupo em duas equipes.
2. O evangelizador levará uma caixa ou maleta trancada à chave com dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco
dentro. Também levará dois apontadores e a chave da maleta.
3. Uma equipe entregará a maleta ou caixa chaveada com os lápis sem ponta e os papéis em branco.
4. A outra equipe entregará a chave da maleta e os dois apontadores.
5. O evangelizador pedirá que as duas equipes negociem entre si os materiais necessários para o cumprimento da tarefa que
é a seguinte: Escrever no papel: “Você não é uma ilha”.
6. Vence a equipe que escrever primeiro e entregar a frase ao evangelizador.
7. Avaliar a dinâmica com o grupo, questionando: o que sentiram no exercício?
8. Como foi a negociação? Foi difícil, que decisão tomaram? Foi em conjunto? Chegaram a algum acordo? Partilharam os
sentimentos vivenciados? O que significa a frase escrita no papel.
9. Após todos os comentários o evangelizador desenvolverá o tema da aula introduzindo as questões de O L.E. cap VII
questões 766, 767, 768. ler, comentar e discutir com o grupo.
10. Para finalizar a aula a evangelizadora distribuirá aos evangelizados o poema “Você não é uma ilha” (anexo1) de Miguel
Gonzáles; Fará a leitura junto com o grupo fazendo uma breve reflexão.
11. Encerrar a aula com uma frase.

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica:Dinâmica da “maleta” poesia..
Didática: Maleta, chave, lápis, apontador, folhas em branco.
Anexos: Poesia
Avaliação:
A aula será considerada satisfatória, se os evangelizandos participarem com interesse nas etapas da aula.

Bibliografia:
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos – cap. VII – Q. 766 a 768.

Fergs/dij Ciclo: Juventude 1 Encontro: 28 – Anexo 1 – Poesia Pág. 02

VOCÊ NÃO É UMA ILHA

Todos nós temos a tentação de nos isolar.


Tentação de nos transformarmos em ilhas.

Qualquer desengano, qualquer desencanto


é um convite à reclusão.
É uma tendência de autodefesa.
Cortamos nossa comunicação com os demais...
para sofrer menos.
E assim agindo, nós nos enganamos,

O homem nega-se a si mesmo quando se dobra


sistematicamente dentro de seu próprio eu.
O homem não pode renunciar à sua natureza de ser social.
Ele foi feito para conviver com seus semelhantes.
Sua vocação não é a de um solitário do deserto
e nem a de um estranho habitante de uma ilha do Pacífico.
Estamos todos unidos pelo amor, pelo pensamento, pela vida.
E , por vezes, é apenas um amor, um pensamento e uma vida que oferecemos
aos demais, sem qualquer recompensa.
Não importa; isto também nos une em silêncio.
Somente o egoísta pode dizer que está só.
Só ... porque renunciou amar e se oferecer aos outros.
Só ... porque fez de sua vida uma ilha.
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DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE

Roteiro Sugestivo para os Encontros de Es tudo


da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º da Juventude Módulo: III –Conduta Espírita - Vivência Evangélica.


Encontro 26 Tema: Respeito à obra da Criação

Objetivo:
Reconhecer que o equilíbrio da Sociedade decorre do respeito do homem à obra da Criação Divina.

Conteúdos Mínimos:
Além das leis sociais, o homem é dirigido pelas leis da Natureza. O desrespeito às leis sociais e à da
Natureza (abusos do sexo, drogas, a exploração do semelhante etc.) desequilibra o organismo social.
O equilíbrio da sociedade decorre do respeito do homem às leis divino-físicas e morais que o regem.
Esse conjunto de leis que Kardec analisa em O Livro dos Espíritos é um preciso roteiro para quem se
disponha a cumprir a vontade de Deus.

Sugestão de Atividades:
1. Iniciar a aula organizando a turma em dois grupos e convidá-los a participar da dinâmica “Remar juntos”.
2. Distribuir a cada grupo uma folha a cada componente do grupo. Em cada folha deverá estar escrito no seu cabeçalho uma
das seguintes palavras: sexo, drogas, abuso, compromisso, ficar, exploração, sofrimento. As mesmas palavras deverão
estar escritas nas folhas de cada grupo.
3. Cada um de cada grupo deverá escrever o que quiser sobre o assunto de sua folha em 1 minuto. Ao termino do tempo é
dado o sinal e todos passam a sua folha para o colega da direita, sem se importar com a finalização da frase. O colega da
direita dará continuidade ao assunto a partir do ponto aonde parou...
4. A rodada acabará quando a primeira folha retornar ao ponto de partida
5. Todos farão as leituras dos textos e poderão iniciara um debate no grupo sobre o assunto que julgarem mais polêmico e
interessante.
6. Após a dinâmica o evangelizador introduzirá o conteúdo da aula enfatizando que além das leis sociais o homem é dirigido
pelas leis da natureza e utilizará como subsídio o texto do E.S.E . cap. 18 item 11.
7. Fazer uma exposição dialogada com os jovens.
8. Encerrar com uma prece

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica:Dinâmica, rimar juntos, exposição dialogada.
Didática: Folhas de papel em branco, lápis

Avaliação:
A aula será considerada satisfatória, se os evangelizandos participarem com interesse nas etapas da aula.

Bibliografia:
Allan Kardec, O E.S.E cap. XVII item 11
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Roteiro Sugestivo para os Encontros de Es tudo


da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo 1º da Juventude Módulo: IV– Movimento Espírita


:
Encontro 27 Tema: Doutrina Espírita e Movimento Espírita
:

Objetivo:
Proporcionar aos evangelizados o estudo das diferenças entre Doutrina Espírita e Movimento Espírita

Conteúdos Mínimos:
Doutrina Espírita é o conjunto de princípios básicos codificados por Allan Kardec que constituem o Espiritismo e estão contidos
nas obras fundamentais. Movimento Espírita é uma organização dinâmica com vistas a difusão da Doutrina ESPÍRITA E DA
Vivência do Evangelho na busca do progresso Espiritual da Humanidade.

Sugestão de Atividades:
1. Prece.
2. Iniciar o encontro dividido o quadro de giz (ou um painel de papel pardo) em dois e escrever num lado
DOUTRINA ESPÍRITA e no outro MOVIMENTO ESPÍRITA.
3. A seguir, distribuir o texto (anexo 1) para que os jovens leiam, individualmente, e após respondam as seguintes
questões:
- O que é Movimento Espírita e o que é Doutrina Espírita?
- O que são Obras Básicas e o que são Obras Complementares?
- Qual a razão de ser do Movimento Espírita? Dê exemplos de como esses fins são alcançados.
4. Após todos responderem, anotar no quadro de giz a resposta mais correta para ambos os conceitos e fazer os
comentários necessários para que todos fixem bem a diferença entre os mesmos.
5. Fazer a correção das demais perguntas, dirimindo dúvidas, caso existam.
Prece Final

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica:Diálogo expositivo, estudo individual, perguntas e respostas.
Didática: Quadro de giz ou painel de papel pardo; giz ou pincel atômico; texto
Anexo 1- Texto

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório, se os jovens participarem com interesse das etapas expostas.
Bibliografia:
Apostila do Módulo Doutrinário Movimento Espírita – DIJ/FERGS/1996
Mo
Fergs/dij Ciclo: Juventude 1 Encontro: 32 – Anexo 1 – Texto Pág. 02

MOVIMENTO ESPÍRITA E DOUTRINA ESPÍRITA

Movimento espírita É o conjunto de atividades desenvolvidas organizadamente pelos espíritas

para por em prática e divulgar o Espiritismo, através de instituições denominadas Centros, Sociedades,

Núcleos Espíritas, etc... O Movimento Espírita é, portanto, um meio institucionalizado para se aplicar a

Doutrina, em todos os sentidos, para se divulgar seus princípios e se exercitar a vivência de suas

máximas.

“A razão de ser do Movimento Espírita só pode ser a divulgação e a prática do Espiritismo. É

nesse sentido que todas as potencialidades dos espíritas devem ser canalizadas. Cada atividade

operacional, cada palestra ou conferência, cada página de livro ou programa de rádio, cada atividade de

assistência social, constituem notáveis oportunidades para a divulgação dos princípios e dos

esclarecimentos da Doutrina, levando a alma do povo as sementes da consolação e da esperança, do

entendimento superior da vida e de uma nova conceituação da fraternidade, com base nas sublimes

verdades reveladas pelo Consolador prometido e enviado por Jesus” (Revista “Reformador”, set / 1977).

Espiritismo ou Doutrina Espírita É o conjunto de princípios básicos codificados por Allan

Kardec, contidos nas denominadas Obras Básicas, que são: “O Livro dos Espíritos” (1857), “O Livro dos

Médiuns” (1861), “O Evangelho Segundo o Espiritismo” (1864), “O Céu e o Inferno” (1865) e “A Gênese”

(1868). Estas cinco obras formam o denominado Pentateuco Kardequiano. Podemos acrescentar a

relação, o Livro “Obras Póstumas” estruturado a partir de estudos e anotações de Kardec selecionados e
publicados pela sua esposa Amélia Boudet e seu grande Amigo Pierre Leymarie, após o desencarne do

Codificador em 1869. também é a respeito de certos princípios, antes de admiti-los como partes

constitutivas da Doutrina” (“A Gênese”, Introdução, ultimo parágrafo).

Todas as demais obras espíritas, por mais preciosas que sejam ou venham a ser, são e serão

obras complementares, sem que isso diminua o extraordinário valor de muitas delas, pois a Doutrina

Espírita é, como a definiu o próprio Mestre de Lyon, “essencialmente progressiva”.

Por ser de origem superior a Doutrina Espírita esta imune a deturpações, porque qualquer idéia ou

conceito que se mostre incompatível com os princípios consagrados nas obras básicas, poderá ser tudo,

menos Espiritismo.

A força da Doutrina está relacionada de seus princípios. “Para crer é necessário,

fundamentalmente, compreender”.
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DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE

Roteiro Sugestivo para os Encontros de Es tudo


da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem

Ciclo: 1º ciclo de Juventude Módulo: IV- Movimento Espírita


Encontro: 28 Tema: A casa Espírita-Suas funções.

Objetivo:
Reconhecer que a partir do Centro Espírita e que se desenvolve todas as atividades do Movimento
Espírita.

Conteúdos Mínimos:
Todas as atividades do Movimento Espírita se desenvolvem a partir do Centro Espírita, célula-base do
estudo e da prática conjunta dos princípios doutrinários.(...) É templo, é casa de oração, é recanto de paz,
acolhendo os desesperados, os angustiados, os revoltados.

Sugestão de Atividades:
1- Iniciar o encontro organizando a turma em seis grupos.
2- Distribuir o texto O Centro Espírita (anexo 1 ) para que leiam e reflitam sobre o conteúdo do mesmo.
3- Após a leitura e os comentários de todos, refletir com os jovens sobre a importância e a função da Casa
Espírita e seus departamentos.
4- O evangelizador distribui uma ficha aonde consta o nome e função de cada departamento que forma
uma Casa Espírita a cada grupo, e solicita que eles elaborem por escrito uma tarefa que o seu
Departamento poderá realizar na Casa Espírita.
5- Apresentar ao grande grupo a tarefa a ser realizada.
6- O evangelizador fará os comentários finais.
2. .

Técnicas e Recursos Didáticos:


Técnica: Diálogo e perguntas. Discussão em grupo, elaboração de um projeto
Didática: Lápis, borracha, folha de papel, fichas, texto.
Anexo: 1- texto O Centro Espírita.

Avaliação:
O encontro será considerado satisfatório se houver a participação dos evangelizandos, com interesse.

Bibliografia:
Revista O Reformador, de janeiro de 1951.
1º C. de juventude Encontro-28- anexo -1 texto Pág.-3

O Centro Espírita.
Emmanuel

― A Casa de espiritismo Evangélico, por mais humilde, é sempre santuário de


renovação mental na direção da vida superior.
Nenhum de nos que serve, embora com a simples presença, a uma instituição dessa
natureza, deve esquecer a dignidade do encargo recebido e a elevação do sacerdócio
que nos cabe.
Nesse sentido, é sempre lastimável duvidar da essência divina da nossa tarefa.
O ensejo de conhecer, iluminar, contribuir, criar e auxiliar, que uma organização
nesses moldes nos faculta, procede invariavelmente de algum ato de amor ou de
alguma sementeira de simpatia que nosso espírito, ainda não burilado, deixou à
distância, no pretérito escuro que até agora não regatamos de todo.
Uma Casa Espírita é uma escola onde podemos aprender e ensinar, plantar o bem e
recolher-lhe as graças, aprimorar-nos e aperfeiçoar os outros, na senda eterna.
Quando se abrem as portas de um templo espírita cristão o de um santuário
doméstico, dedicado ao culto do Evangelho, uma luz divina acende-se nas trevas da
ignorância humana e, através de raios benfazejos desse astro de fraternidade e
conhecimento, que brilha para o em da comunidade, os homens que dele se
avizinham, ainda que não desejem, caminham, sem perceber, para a vida melhor‖.

Reformador, de janeiro de 1951

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