Você está na página 1de 15

UNIANHANGUERA - OSASCO

LETRAS / 4º SEMESTRE

MORFOLOGIA

ALUNAS:

APARECIDA GOMES DE MATOS RA: 7982719834

EDNA ALEIXO COELHO RA: 6942018486

Professor: Maria de Lurdes Silva

09/2014
Osasco – SP
UNIANHANGUERA - OSASCO

LETRAS / 4º SEMESTRE

MORFOLOGIA

ALUNAS:

APARECIDA GOMES DE MATOS RA: 7982719834

EDNA ALEIXO COELHO RA: 6942018486

Atividade Prática Supervisionada (ATPS) entregue


como requisito para conclusão da disciplina de
Morfologia, sob orientações da tutora à distância
Maria de Lurdes Silva.

09/2014
Osasco – SP
INTRODUÇÃO

Esse portfólio tem como finalidade apresentar uma análise da linguística estrutural
cuja importância foi inegável para o desenvolvimento da linguística moderna. A seguir
apresentaremos uma síntese sobre o questionamento de “como interpretar linguagem e língua” A
linguagem é a capacidade que os seres humanos têm para produzir, desenvolver e compreender a
língua e outras manifestações, como a pintura, a música e a dança. Já a língua é um conjunto
organizado de elementos (sons e gestos) que possibilitam a comunicação.

Por fim, elaboramos uma lista de exercícios com analise morfológica, pois
observamos que é possível ensinar e aprender gramática, e assimamenizar as confusões que até
mesmo os universitários fazem. Por exemplo: confundir, língua e linguagem, norma culta e
norma padrão, não conseguem fazer a diferenciação entre ambas. O aluno precisa estar apto para
fazer essa diferenciação de forma coerente e assim poder observar a grande dicotomia que difere
a gramática normativa da descritiva, internalizada, reflexiva e todas as suas variações.

Assim o estudo da gramática não deve se restringir apenas em repassar um conjunto


de regras, deturpando os objetivos da língua materna. É preciso entender que dominar uma
língua não significa incorporar "um conjunto de regras", mas adquirir competência
comunicativa, aprender especialmente a refletir sobre a linguagem. Portanto o estudo da
morfologia deve nortea-se em favor da cidadania critica e consciente, conduzindo o ensino por
caminhos práticos do uso da linguagem.
ORIGENS DOS ESTUDOS LINGUÍSTICOS E DO ESTRUTURALISMO

Linguística é a área de estudo científico da Linguagem. É considerado linguista o


cientista que se dedica aos estudos a respeito da língua, fala e linguagem. A pesquisa linguística é
feita por filósofos e cientistas da linguagem que se preocupam em investigar quais são os
desdobramentos e nuances envolvidos na linguagem humana. O jornalista norte-americano Russ
Rymer certa vez a definiu ironicamente da seguinte maneira.

De maneira geral podemos falar que morfologia trata do estudo da estrutura e


formação das palavras. Ao estudar morfologia, estudamos a formação de palavras através
de elementos morfológicos (ou mórficos), que são as unidades que formam uma palavra. Alguns
elementos morfológicos são: radical, tema, vogal temática, vogal ou consoante de ligação, afixo,
desinência (nominal ou verbal).

Em linguística, no nível de análise morfológica encontramos duas unidades formais:


a palavra e o morfema. Uma das questões centrais no estudo da morfologia é decidir se a
abordagem será pela perspectiva do morfema ou se a partir da palavra, da formação e da
classificação das palavras. A peculiaridade da morfologia é estudar as palavras olhando para elas
isoladamente e não dentro da sua participação na frase ou período. A Gramática tradicional fez
opção clara pela abordagem a partir da perspectiva da palavra, tanto que a morfologia tradicional
é centrada no estudo das classes de palavras. Alguns linguistas sugerem que a abordagem a partir
dos morfemas é mais sensata, vistas as dificuldades da percepção da morfologia em algumas
palavras. Apesar de em algumas situações serem mais perceptíveis.

A ligação do método estruturalista de pensar com a psicologia teve origem na escola


psicologia de Wilhelm Wund, onde se pretendia determinar a estrutura da mente com a finalidade
de compreender os fenômenos mentais através da decomposição dos estados
da consciência produzidos pelos estímulos ambientais. As sensações visuais, táteis e olfativas
foram medidas e classificadas, os sentimentos e emoções foram pesquisados e a introspecção,
olhar para dentro, foi adotado. Os estudos de Wund deram origem a diversas ramificações e
tendências, entre elas está o Estruturalismo.
Saussure Ferdinand de Saussure nasceu em 26 de novembro de 1857, foi
um linguista e filósofo suíço, cujas elaborações teóricas propiciaram o desenvolvimento
da linguística enquanto ciência autônoma. Seu pensamento exerceu grande influência sobre o
campo da teoria da literatura e dos estudos culturais.

Saussure entendia a linguística como um ramo da ciência mais geral dos signos, que
ele propôs fosse chamada de Semiologia. Graças aos seus estudos e ao trabalho de Leonard
Bloomfield, a linguística adquiriu autonomia, objeto e método próprios. Seus conceitos serviram
de base para o desenvolvimento do estruturalismo no século XX.

Língua e fala

Comecemos, pois por falar da distinção entre língua e fala, a qual Saussure chegou
refletindo sobre várias experiências do dia-a-dia, uma das quais foi o jogo. Tanto a experiência
de jogar como a experiência de comunicar-se através de uma língua historicamente dada
envolvem interação com outras pessoas, e prestam-se a ser analisadas e comparadas de vários
pontos de vista diferentes; assim, não admira que ao longo dos tempos, o jogo e a linguagem
tenham sido comparados várias vezes, com resultados diferentes.

Forma e substância

Uma vez assimilada a ideia de pertinência, chega-se naturalmente a decisão de querer


considerar como objetos de análise apenas aqueles elementos da fala que podem ser
considerados como pertinentes, no sentido que acaba de ser caracterizado.

Signo linguístico

O que se procura mostrar, através dessas metáforas, é que, relacioná-las (opô-la) a


todas as demais unidades daquela mesma língua. No começo do século XX, essa ideia era
extremamente inovadora, contrária mesmo ao senso comum, e não admira que, para colocá-la ao
abrigo de possíveis confusões, Saussure tenha sentido a necessidade de criar os termos
significante, significado e signo, que nasciam comprometidos com sua concepção essencialmente
opositiva das unidades linguísticas.

Valor linguístico

Falar em valor linguístico a propósito de Saussure é antes de mais nada, resaltar a


natureza opositiva do signo.

O estruturalismo americano
Quando se fala em estruturalismo americano pensa-se num amplo aspecto de
trabalhos que foram realizados nos Estados Unidos da América entre as décadas de 1920 e 1950
e em autores que cultivaram interesses de pesquisa bastante diversificados.

COMO INTERPRETAR LINGUAGEM E LÍNGUAS?

Na sociedade em que vivemos a linguagem perpassa cada uma de nossas atividades


individuais e coletivas, verbais e não verbais. As línguas se cruzam, se complementam e se
modificam incessantemente, acompanhando o movimento de transformação do ser humano e
suas formas de organização social. No presente artigo aborda-se a língua e a linguagem
verificando-se no ato da fala estas qualificam-se no processo comunicativos do ser falante. A
obra fora confeccionada na visão do estudioso Saussure, onde o mesmo será publicado via
online, para que possa contribuir com os acadêmicos, professores e outros interessados no campo
da ciência em prol social.

Linguagem e Comunicação

A língua é, portanto como afirma Saussure é um "sistema de signos", ou seja, um


conjunto de unidades que estão organizadas, formando um todo. O signo como associação entre
significantes (imagem acústica) e significado (conceito). A linguagem verbal é por sua natureza
comunicativa, faz com que as pessoas se entendam e possam construir referenciais comuns entre
si. Conjunto dos sons emitidos quando se fala tem uma ordem, uma gramática da língua. A
língua, como vimos, é a linguagem que utiliza a palavra como sinal de comunicação.

O caráter social da língua é facilmente percebido quando levamos em conta que ela
existe antes mesmo de nós nascermos. Cada um de nós já encontra a língua formada e em
funcionamento, pronta para ser usada. E, mesmo quando a pessoa deixa de existir, a língua,
subsistirá independentemente de nós. A língua pertence a todos os membros de uma comunidade;
por isso faz parte do patrimônio social e cultural de cada coletividade.
Linguagem é um conjunto de sinais de que o homem se serve para comunicar-se. A
comunicação humana é realizada de várias maneiras, por meios de apelos visuais, auditivos,
linguagem corporal e principalmente pela linguagem verbal.

A linguagem não é só um sistema um instrumento utilizado para a comunicação ou


veiculação de informações, mas principalmente, uma forma de mostrarmos socialmente aquilo
que pensamos que somos o que entendemos do mundo, o que gostaríamos que os outros
enxergassem em nós. Para Suassure (1969:26-28)

"Se na dicotomia sincronia versus diacrônica se estabelecem duas maneiras de estudar a


língua, na dicotomia língua versus fala há a definição do conceito de língua. Porque a
língua é coletiva e a fala e a é particular, portanto, a língua é um dado social e a fala é
um dado individual. Além disso, a língua é sistemática e a fala é assistemática”.

Baseado em um dos estudos de Saussure sobre a linguagem, destaca-se a relação


intrínseca língua e fala. Na definição do linguista genebrino, língua "é a parte social da
linguagem que, em forma de sistema, engloba todas as possibilidades de sons existentes em uma
comunidade". Passado desse princípio, a língua se caracteriza como ato exterior ao indivíduo
que, não pode criá-la nem modificá-la. De acordo com os linguistas, a língua evolui de geração
em geração.

A língua é uma construção de determinada sociedade e, portanto, um conjunto de


escolhas que representam os valores, os modos de se ver, sentir e ser dos grupos sociais. O
conjunto de regras de uma língua é estudada pela gramática.
A língua é exterior aos indivíduos, e por isso, este não podem criá-las ou modificá-las
individualmente. Ela só existe em decorrência de espécie de contato coletivo que se estabeleceu
entre as pessoas e ao quais todos aderiram.

A língua portuguesa, por exemplo, pertence a todos que dela se utilizam. Embora
popularmente a maioria das pessoas utilize as palavras linguagem, língua e fala para designar a
mesma realidade, do ponto de vista linguístico, esses termos não devem ser confundidos.
É claro que a distinção que se faz entre linguagem, língua e fala tem caráter meramente
metodológico, uma vez que esses três conceitos revelam aspectos diferentes de um processo
amplo, que o da comunicação humana. Isso, provavelmente, explique a razão por que a maioria
das pessoas emprega essas três palavras para designar uma mesma realidade.
Linguagem é todo sistema de sinais convencionais que nos permite realizar atos de comunicação.

O nosso redor pode-se observar vários tipos de linguagens, tais como, a linguagem
dos surdos-mudos, dos sinais de trânsito, a linguagem que usamos, etc.
Além da linguagem verbal, cuja unidade básica é a palavra (escrita, falada), existe linguagens
não-verbais que são aquelas que utilizamos para atos de comunicação outros sinais que não
palavras, como a música, a dança, etc. Mais recentemente com o aparecimento da informática,
surgiu também a linguagem digital, que permite armazenar e transmitir informações em meios
eletrônicos.

As variedades linguísticas

Cada um de nós começa aprender a língua em casa, em contato com a família e com
as pessoas que nos cercam. Aos poucos vamos treinando nosso aparelho fonador (os lábios, a
língua, os dentes, os maxilares, as cordas vocais) para produzir sons que transformam em
palavras, frases e textos inteiros, e vamos nos apropriando ao vocabulário das leis combinatórias
da língua, até nos tornarmos bons usuários dessas, seja pra falar e ouvir, seja para escrever ou ler.
Em contato com outras pessoas na rua, na escola, no trabalho, observamos que nem todas falam
como nos isso ocorre por diferentes razões: porque a pessoa vem de outra região, por ser mais
velha ou mais jovem; possuir menor ou maior grau de escolaridade; por pertencer ao um grau de
escolaridade; por pertencer ou classe social diferente. Essas diferenças no uso da língua
constituintes as variedades linguísticas.

Portanto a língua é um aspecto da linguagem. Trata-se de um sistema de natureza


gramatical. Pertence a um grupo de indivíduos, formado por um conjunto de sinais (palavras) e
por um conjunto de regras e combinações desta. É uma instituição social de caráter abstrato,
exterior aos indivíduos que a utilizam, que somente concretiza através da fala e que é também
um ato individual de vontade e inteligência.

No entanto, se compreendermos a língua como fruto de um processo de construção


histórica e social, concluiremos que ela está em constante transformação; sem cristaliza-se em
formas eternas, ela muda. Porque o ser humano é assim, mutante e criativo.
As necessidades humanas se alteram, e com elas a língua que as representa e cria referenciais
históricos.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS DE MORFOLOGIA

1. O prefixo grego "dia" designa:


a) através - meio
b) reduplicação - inversão
c) ideia de privação - negação
d) posição inferior - movimento para dentro.

2. Indique o prefixo grego que indica posição inferior.


a) sub
b) semi -
c) - peri
d) hipo

3. Indique a origem das seguintes palavras: arcediago - bíblia – diabo.


a) Germânica
b) Grega
c) Árabe
d) Hebraica

4. Neste período: "Talvez os diretores antevejam uma solução para o caso", indique o modo e o
tempo do verbo.
a) subjuntivo - presente
b) indicativo - pretérito perfeito
c) subjuntivo - futuro
d) nenhuma das anteriores

5. Indique a alternativa que contenha o verbo "querer" conjugado na primeira pessoal do singular
do futuro do presente (indicativo).
a) Amanhã eu queria ver os cadernos.
b) Amanhã eu quero ver os cadernos.
c) Amanhã eu queira ver os cadernos.
d) Amanhã eu quererei ver os cadernos.

6. "Nem sempre nós ................... (ir - pretérito imperfeito do indicativo) lá com vontade."Indique
a conjugação correta.
a) iríamos
b) íamos
c) fôramos
d) vamos

7. Indique a alternativa absolutamente correta. Lembre-se de que estamos tratando agora dos
verbos abundantes.
a) O funcionário não deveria ter aceitado a incumbência.
b) O funcionário não deveria ter aceito a incumbência.
c) As duas alternativas anteriores estão corretas.
d) Nenhuma das alternativas está correta.

8. Indique a grafia e leitura corretas do seguinte numeral cardinal: 3.726.


a) Três mil, setecentos e vinte e seis.
b) Três mil, e setecentos e vinte e seis.
c) Três mil e setecentos e vinte e seis.
d) Três mil, setecentos, vinte, seis.

9. Marque a opção em que há erro na identificação da classe da palavra destacada.


a) Júlia é uma executiva SEM parâmetros. - Preposição
b) Ricardo odeia que lhe digam O que é certo. - Artigo
c) Em tempos de mudança de ERA, é preciso estar atento. - Substantivo
d) Os homens assistem PERPLEXOS à revolução hormonal. - Adjetivo

10. Qual das palavras destacadas a seguir não é um adjetivo?


a) As pesquisas eliminaram PARTE da emoção.
b) Os BONS candidatos nem sempre são eleitos.
c) Nas eleições há feriado NACIONAL.
d) As GRANDES empresas patrocinam candidatos.
e) Os resultados são dados no dia SEGUINTE.
11. (Cesgranrio) - O sufixo -ção, de contemplação, e o sufixo -ncia, de urgência, também são
normalmente usados para formar nomes dos seguintes verbos, respectivamente:

a) imaginar, preferir
b) compreender, supor
c) reclamar, adiantar
d) abrir, arder
e) arredondar, encher

12. (Fuvest) - Assinale a alternativa em que uma das palavras não é formada por prefixação:
a) readquirir, predestinado, propor
b) irregular, amoral, demover
c) remeter, conter, antegozar
d) irrestrito, antípoda, prever
e) dever, deter, antever

13. (UFF-RJ) - O vocábulo catedral, do ponto de vista de sua formação, é:


a) primitivo
b) composto por aglutinação
c) derivação sufixal
d) parassintético
e) derivado regressivo de "catedrático"

14. (Fuvest) - O vocábulo sociologia é formado por:


a) derivação
b) hibridismo
c) parassíntese
d) composição
e) sufixação

15. (UFP) - A formação do vocábulo grifado na expressão "o canto das sereias" é:
a) composição por justaposição
b) derivação regressiva
c) derivação sufixal
d) palavra primitiva
e) derivação prefixal

16. (U. F. Fluminense) - Assinale o item que indica o valor do prefixo pro-, da palavra prólogo:
a) posição inferior
b) mudança
c) anterioridade
d) movimento para trás
e) separação

17. (UFSC) - Assinale com V as afirmações verdadeiras e com F as falsas:


( ) ilegalidade - composição por aglutinação
( ) verde-claro - composição por justaposição
( ) o atraso - derivação regressiva
( ) altivez - derivação prefixal
( ) Maneco Terra - derivação imprópria
( ) enegrecer - derivação prefixal e sufixal
( ) linguafone - hibridismo
( ) arredondar - derivação parassintética
( ) intranquilidade - derivação sufixal
a) F,V,V,F,V,F,V,V,F
b) V,V,F,F,V,V,F,F,F
c) F,V,V,V,F,V,F,F,V
d) V,F,V,V,V,F,F,V,V
e) V,F,F,V,F,V,V,V,F

18. (UFP) - Qual a alternativa em que todas as palavras são formadas por derivação sufixal?
a) duradouro, inativo, pára-quedas, preconcebido
b) cabecear, celeste, cooperar, objeto
c) movediço, mourisco, chuvinha, bebedeira
d) terreno, campal, injusto, conteúdo
e) hebreu, mineiro, doente, banana

19. (Mackenzie) - Relacione as duas colunas, de acordo com o significado do sufixo, e assinale a
alternativa correta:
1. jogador ( ) lugar
2. preguiçoso ( ) tendência a
3. ratoeira ( ) agente
4. aflitivo ( ) posse abundante
a) 3, 4, 1, 2
b) 4, 3, 2, 1
c) 3, 2, 1, 4
d) 4, 1, 2, 3
e) 3, 2, 4, 1

20. (FMU) - São sufixos aumentativos:


a) -anzil, -ilho, -ote
b) -ão, -acho, -ebre
c) -ão, -acho, -ico
d) -aça, -eco, -elho
e) -ão, -anzil, -aço
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os livros didáticos presentam ao aluno hoje, uma gramática geralmente despojada de


fatos científicos. As classes gramaticais estudadas atualmente não obedecem ao que realmente
são, E também não constituem na gramática uma diferença entre classe e função.
A classe gramatical se entende como sua função morfológica propriamente dita, sendo três: o
nome, o verbo e o pronome, á partir de um critério morfo-semântico, sendo que o sentido é
definido com o auxílio da forma. A função se entende como as relações que se processam nos
eixos sintagmáticos e paradigmáticos, dependendo da sua função dentro do contexto frasal, e
podem ser: substantivo, adjetivo e advérbio.
Os conectivos permanecem somente relacionando vocábulos ou frases, sem cumprir
função ou ter classe. Do mesmo modo as interjeições, que são simplesmente frases de situação,
não formam função ou classe. Sendo assim, entende - se que os graduados em letras necessitam
incluir essas teorias debatidas em sua plenitude crítica para que os também sejam capazes de
propor uma perspectiva no futuro próximo, se formando professores mais críticos em relação ao
material didático utilizado e com maior compromisso com o conteúdo ministrado.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, Napoleão Mendes de (1983). Gramática metódica da língua portuguesa. 32ª ed. São
Paulo, Saraiva.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua


Portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília, 1997.

BASILIO, Margarida. Formação e classes de palavras no português do Brasil. 3. Ed. São Paulo:
Ed. Contexto, 2011. PLT 617.

COUTINHO, Ismael de Lima (1976). Pontos de gramática histórica. 7ª ed. Rio de Janeiro, Ao
Livro Técnico.

ILARI, Rodolfo. O Estruturalismo Linguístico: alguns caminhos. In: MUSSALIN, F.; BENTES,
A. C (orgs) Introdução à linguística: fundamentos epistemológicos. São Paulo:Cortez,2004.

LEROY, Maurice. As grandes correntes da linguística moderna. Rio de Janeiro: ao livro técnico,
1971.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix/ Edusp, 1969.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos (1996). Gramática e interação: uma proposta para o ensino de
gramática no 1º e 2º graus. 1ª ed. São Paulo, Cortez.

SITES:
http://portuguesemfoco.com/pf/morfologia-35-exercicios-com-gabarito. Acessado em 10 set.
2014.

http://pt.wikibooks.org/wiki/Morfologia_da_l%C3%ADngua_portuguesa. Acessado em 10 set.


2014.

http://www.soportugues.com.br/secoes/exercicios.php?indice=1. Acesso em: 10 set. 2014