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Método de adequação biomecânica no

ambiente de trabalho

27th Janeiro
1 © NOKIA Nokia_Overview / 22.01.04 / DI
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Objetivo da Análise
Objetivo: Identificar os fatores biomecânicos, cognitivos e
organizacionais que possam impactar diretamente na saúde e
segurança ocupacional dos colaboradores e estabelecer diretrizes e
sistemática para adequação do posto parafusamento do engine nas
células de produção. Considerando as queixas recebidas no momento
de inspeção de segurança, realizado no ambiente de trabalho.

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Colaboradores
Para os colaboradores que executam atividades diretamente nesses
postos, não foram observados restrições para a realização das tarefas.

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Parafusamento e posição do dispensador:
Para compor o parecer Ergonômico:

A- Posição do dispensador na parte superior da prateleira; Nesta concepção os membros superiores estão
dentro da área de alcance aceitável para ergonomia. Havendo a possibilidadade dos colaboradores realizar o
giro da bandeja. Os movimentos realizados nessa posição do dispensador são os seguintes;

- discreta flexão de ombro e cotovelo + rotação interna de ombro + compressão do polegar direito + flexão
dos dedos. Qt de movimentos 4.

(OBS: Colaboradores de baixa estatura tendem a aumentar a amplitude dos movimentos).

B- Posição do dispensador na parte lateral ao jig; Nesta concepção os membros superiores estão dentro da
área de alcance aceitável para ergonomia. Havendo a possibilidadade dos colaboradores realizar o giro da
bandeja. Os movimentos realizados nessa posição do dispensador são os seguintes;

(discreta flexão de ombro cotovelo + discreta abdução e rotação externa de ombro+ discreta rotação interna
de ombro + compressão do polegar direito + flexão dos dedos). Qt de movimentos 5.

OBS: Colaboradores de baixa estatura tendem a aumentar a amplitude dos movimentos

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Aspectos organizacionais
O posicionamento do dispensador na parte frontal superior da prateleira, esta diretamente
intrínseca nas atividades, ou seja, o time esta habituado a executar suas atividades dentro
dessa concepção. Durante um período prolongado o dispensador é posicionado dessa forma,
definido pela engenharia e concessado com o OHS.

Aspectos congnitivos: Fato - Na percepção da maioria dos colaboradores , o novo


posicionamento do dispensador pela lateral não é viável em virtude da mudança no
posicionamento, visto que trazem desconforto para os mesmo (conforme relato).

Aspectos Organizacionais: Do ponto de vista ergonômico, todos os materiais, componentes,


equipamento e ferramentas, devem estar na área de alcance aceitável para os membros
superiores. Contudo , prevalece o bom senso em relação aos trabalhadores.

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“Dispensador na parte superior”.
Aspectos do posto de trabalho:

1- Espaço insuficiente na bancada superior para acomodação das bandejas e dispensador.


2- Melhor espaço na bancada inferior para acomodação do jig.

“Dispensador na parte lateral”.


Aspectos do posto de trabalho:

1- Melhor espaço para acomodação das bandejas .

2- Menor espaço na bancada inferiora para acomodação do jig e dispensador

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Angulações

Abdução 22° Angulações próximas para movimentos (54° e 57°),


independente da posição do dispensador. Aceitável para
ergonomia.

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Parecer Ergonômico
Os dois posicionamentos do dispensador ( superior e inferior), são aceitáveis do ponto de vista
ergonômico e biomecânico, devido ambos os posicionamentos permanecerem na área de
alcance dos membros superiores. Sendo que nesse caso, é de total relevância a percepção dos
colaboradores que estam diretamente envolvidos na operação.

Conforme pontuamos anteriormente a posição do dispensador na parte inferior acrescenta mais


movimentos biomecânicos em relação a posição superior. Isso aliado ao fator “mudança” pode
desencadear algum tipo de desconforto ou queixa dos colaboradores, conforme relatado pelos
colaboradores.

Fonte: ITIRO IIDA- Ergonomia projeto e produção

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ANÁLISE SWOT
Matriz- SWOT Conquista do objetivo
Ajuda Atrapalha
Forças (S) Fraquezas (W)
1‐ Melhoria contínua no processo produtivo. 1‐ Insatisfação;
2‐ Critério de validação pelas áreas de OHS, Engenharia,  2‐ Aumento de movimentos.
Interna (Organizacional)

3‐ Ginástica laboral. 3‐ Percepção negativo dos colaboradores entrevistados.
4‐ Monitoramento das atividades.
5‐ Pausas para necessidades fisiológicas.
6‐ Pausa para refeição.
7‐ Melhoria Contínua e envolvimento dos colaboradores.
8‐ Confiança dos colaboradores com a Engenharia e OHS.

Oportunidades (O) Ameaças (T)


1‐ Eliminar atividades que não agregam; 1‐ Queixas ergonômicas.
2‐ Reduzir o n° de ações técnicas. 2‐ Colaboradores queixam‐ se ao realizar as atividades com o 
Externa (Ambiente)

3‐ Possibilidade de organizar e dimensionar os  dispensador na parte inferior.
equippamentos e ferramentas. 3‐ Gestão chefia imediata.
4‐ Definir/ especificar e disponibilizar as intruções de  4‐ Afastamento, extresse, fatores psicológicos.
trabalhos, contemplando a abrangência das atividades. 5‐ Demanda de capacidade produtiva, além do especificado.
7‐ Modo operatório.
8‐ Se o problema não for resolvido.
9‐ Pode danificar componentes ou impactar na qualidade.

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Junta técnica
Leandro Beiga- Técnico de Segurança e Ergonomia.

Waldgleyson Barbosa- Técnico de Segurança e Ergonomia.

Vanessa Santos- Fisioterapeuta.

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