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1 . INTRODUÇÃO   2 . DEFINIÇÃO 3 4 4.1 MATRIZ QUADRADA 4.2 MATRIZ  
1 . INTRODUÇÃO   2 . DEFINIÇÃO 3 4 4.1 MATRIZ QUADRADA 4.2 MATRIZ  

1

. INTRODUÇÃO

 

2

. DEFINIÇÃO

3

4

4.1

MATRIZ

QUADRADA

4.2

MATRIZ

 

4.3

MATRIZ

NULA

4.4

5

6

7

8

. MULTIPLICAÇÃO

DE

9

1

. INTRODUÇÃO

 

Matemática

 

Física

Química

32000

  18000

17000

20000

15000

16000

45000

25000

23000

2

. DEFINIÇÃO

PROF. GILBERTO SANTOS JR MATRIZES
PROF. GILBERTO SANTOS JR
PROF. GILBERTO SANTOS JR
MATRIZES
MATRIZES
1 1 Exemplo: A 2 × 3 =     3 5 1
1
1
Exemplo: A 2 × 3 =
    3 5
1 4
2
2
dem dois por três.
2
2
2
2
3
3
3
N° REAL POR MATRIZ
3
Matéria
Matemática
137
4
Português
105
4
a)
8
deram
à
pergunta?
c)
pergunta?
R: 457 alunos
 10
0
1
1
3
7
17
6
4
11
8
Fevereiro
Março
a)
32000
45000
b)
18000
25000
c)
17000
23000
d)
coluna?
R: 3
e)
E na
f)
g)
coluna? R: 20
  32000
20000
45000
ou
  18000
15000
25000
 17000
16000
23000

12

15000 25000    17000 16000 23000  12 2    é uma
2    é uma matriz de or- 0  Sexo Feminino 98 117
2 
é uma matriz de or-
0 
Sexo
Feminino
98
117
5 
9
2
25 

SUMÁRIO

Dizemos que a matriz é do tipo m × n ou de ordem m × n.

. REPRESENTAÇÃO GENÉRICA DE MATRIZ

. MATRIZES ESPECIAIS

IDENTIDADE

MATRIZ TRANSPOSTA

. IGUALDADE DE MATRIZES

. ADIÇÃO DE MATRIZES

. SUBTRAÇÃO DE MATRIZES

EXERCÍCIOS BÁSICOS

1) Os estudantes de um colégio responderam a seguinte pergunta: “Você prefere Matemática ou Português?” Cada estudante escolheu uma única matéria. As respostas foram computadas e alguns dados colocados no quadro:

Masculino
Masculino

Quantos estudantes escolheram a Matemática?

b) Quantos estudantes do sexo feminino respon-

R: a) 235 alunos; b) 215 alunos

Quantos estudantes, ao todo, responderam à

2) Observe a matriz seguinte e responda:

. MULTIPLICAÇÃO DE MATRIZES 10 . MATRIZ INVERSA Referências

Muitas vezes, para designar com clareza certas situações é necessário um grupo ordenado de números que se apresentam dispostos em li- nhas e colunas, formando o que se chama matriz. Observe por exemplo a seguinte situação:

As vendas de uma editora em relação aos livros de Matemática, Física e Química, no primeiro trimestre de um ano, podem ser expressas pela tabela a seguir.

Janeiro

20000

15000

16000

Se quisermos saber:

Quantos livros de Matemática foram vendidos em Fevereiro, basta olharmos o número que está na primeira linha e na segunda coluna; Quantos livros de Física foram vendidos em Ja- neiro, basta olharmos o número que está na se- gunda linha e na primeira coluna;

Quantos livros de Química foram vendidos nos 3 meses, basta somarmos os números da tercei- ra linha. E assim por diante. Uma tabela desse tipo, em que os números estão dispostos em 3 linhas e 3 colunas, de- nomina-se matriz 3 × 3 (lê-se três por três) e podemos representá-la por:

De que tipo ou ordem é a matriz dada? R: 4 por 4 Quais são os números da linha? R: 10, 0, 1 e 5 E os da coluna? R: 1, 7, 12 e 8

Qual é o número que está na linha e na

linha e na coluna? R: 5

E na linha e na coluna? R: 11

Qual o resultado da soma dos números da

EXERCÍCIO DE VESTIBULAR

3) (Enem-2012) Uma pesquisa realizada por estudantes da Faculdade de Estatística mostra, em horas por dia, como os jovens entre 12 e 18 anos gastam seu tempo, tanto durante a semana (de segunda-feira a sexta-feira), como no fim de semana (sábado e domingo). A seguinte tabela

ilustra os resultados da pesquisa. R: (e)

Denomina-se matriz m × n (lê-se m por n) qualquer tabela retangular formada por m li- nhas e n colunas, sendo m e n números inteiro maior que zero.

 c   0parai j ij d) C = (c ij ) 3 ×
c
 
0parai
j
ij
d) C =
(c ij ) 3 × 3 tal que
 
 
1parai
j
. R = (
)
c ij
e) D = (d ij ) 2 × 4 , com d ij =
4 . MATRIZES ESPECIAIS
4.1 MATRIZ QUADRADA
É toda matriz cujo número de linhas é igual ao
número de colunas.
Exemplo: A matriz A abaixo é de ordem dois por
dois ou simplesmente ordem 2.
2
2
A 2 × 2 =
   1 3
5
   ou simplesmente, A 2 =
   1 3
5
Observação: Numa matriz quadrada A de ordem
De acordo com esta pesquisa, quantas horas de
seu tempo gasta um jovem entre 12 e 18 anos, na
semana inteira (de segunda-feira a domingo), nas
atividades escolares? R: (e)
n, os elementos a ij tais que i = j formam a diago-
nal principal da matriz, e os elementos a ij tais
que i
+
j
= n
+ 1 formam a diagonal secun-
dária.
(a) 20 (b) 21 (c) 24 (d) 25 (e) 27
diagonal secundária
 a
a
12
a
3 . REPRESENTAÇÃO GENÉRICA DE MA-
TRIZ
 11
13
a
22
a
a
21
23
O elemento genérico de uma matriz A será
indicado por a ij em que i representa a linha e j a
coluna na qual o elemento se encontra. Uma ma-
triz A, do tipo m × n será escrita, genericamente,
assim:
 a
a
a
31
32
33
diagonal principal
4.2 MATRIZ IDENTIDADE
É uma matriz quadrada de ordem n em que
todos os elemento da diagonal principal são iguais
a a
a
11
a 13
12
1n
a 1 e os outros elementos são iguais a zero, seu
a a
a
21
a 23
22
2n
símbolo é igual a I n .
A =
a a
a
31
a 33
32
3n
1
0 
 1
0
0 
Exemplos: I 2 =
 0
1
1
, I 3 =
 0
0 
 
 
.
a
a
a m1
a m2
m3
mn
0
0
1
ou, simplesmente, por A = (a ij ) m × n . Lê-se: ma-
triz A, dos elementos a ij , do tipo m × n.
4.3 MATRIZ NULA
É qualquer matriz que possui todos os ele-
Exemplo: Escrever a matriz A = (a ij ) 2 x 2 tal que a ij
= i + j.
Resolução:
mentos iguais a zero. Simboliza-se a matriz nula
de ordem m × n por 0 m × n e a de ordem n por 0 n .
A matriz é do tipo 2 x 2 então, generica-
0
0
0
mente,
Exemplos: 0 3 × 2 =
0
0
   , 0 2 =
 a
a
 
0 0
,
11
12
 
  
     0
0
0
 
a
a
0 
21
22
 
0
0
0
0
  0
 
0 3 =
 0
0
0
Resta descobrir quem são esses termos a 11 ,
a 12 , a 21 e a 22 usando a sentença a ij = i + j. Então,
usando os cálculos auxiliares:
 
, 0 1 × 4 = 0
  0
0
0
a 11 = 1 + 1 = 2
a 12 = 1 + 2 = 3
a 21 = 2 + 1 = 3
a 22 = 2 + 2 = 4
4.4 MATRIZ TRANSPOSTA
Seja A uma matriz de ordem m × n deno-
mina-se transposta de A a matriz de ordem n ×
m obtida, isto é, trocando-se ordenadamente as
 a
a
 2
3 
11
12
linhas pelas colunas.
Logo a matriz
a
a
 
é igual a
 
.
 
21
22
 3
4 
Indica-se transposta de A por A t .
2 
  1
EXERCÍCIOS BÁSICOS
Exemplo: Seja a matriz A =
 3
5 
a sua trans-
7
0 3
 2
4) Escreva as matrizes:
 
7 
a) =
A
tal que a ij = i + j. R = (
)
  1
(a ij ) 2 × 3
posta é A t =
5 3
 
 2
0 
2
 3
b) = (a ij ) 3 × 2
A
tal que a ij = i - j. R = (
)
c) B = (b ij ) 2 × 2
de modo que b ij = 2i – j. R = (
)
2

i- j

R = (

)

5 . IGUALDADE DE MATRIZES   x   y   20 
5 . IGUALDADE DE MATRIZES
  x 
 y 
 20 
b)
 y
+  
z
 
=  
15 
R: x = 10; y = 10 e z = 5
Duas matrizes A e B são iguais se, e somente
se, tem a mesma ordem e seus elementos cor-
respondentes (que estão na mesma linha e na
mesma coluna) são iguais.
 
 
z
 
4
 
9  
 x
y 
 x 3 
  10
1 
c) 
3 2z
=
 
+  
t
z
 
 4
18 
R: x = 5; y = -2; t = 1 e z
= 6
x
y 
y
z 
6 7 
EXERCÍCIOS BÁSICOS
d)
 
 3x
t
 
+  
 -y
=  
2
 
 14
0 
R: x = 5; y = 1; t = - 2 e
z = 6
5) Calcule os termos desconhecidos:
a
6
= 
a)
5
3 8
7 . SUBTRAÇÃO DE MATRIZES
  
c
b d
 
R: a = 6; b = 3; c = 5 e d = 8
x
6
b)
 
5
2y 3
=   
5
3 8
 
R: x
= 6 e
y = 4
Sendo A e B duas matrizes do tipo m × n, de-
nomina-se diferença entre A e B (representada
por A – B) a soma da matriz oposta de B.
m
A – B = A + (-B)
c)
 
p
n q
 
= I 2 R: m = 1; n = 0; p = 0 e q = 1
EXERCÍCIOS BÁSICOS
m
3
9) Calcule:
d)
 
0
n 0 1
  
=  
 0
5 0
 
R: m = 3 e n = 4
8 
3 
 
a)
 
7  
- 
6
y
= R: (
)
 
e)
0
x 0  y
= I 2
 2 
 
3
 
 
R: x = 0 e y = 1
3 
2 
  2
  0
x
 y
5
b)
 
-
 
 
= 
 1
4 
 1
5 
= R: (
)
f)
 
y
a-b b
1 3 8
R: x = 4; y = 1; a = 11; b = 3
1
4 
0
2 
c)
 
 
 b
3d
5
 6
2 3
10 
 
-   
 6
5 1
1 
= R: (
)
  a
g)
2b
2a- d 
=
 6
17 9
  
R: a = 2; b = 3 e d = 3
 2 
 1 
z
x
2 -5x
 6
10) Dadas as matrizes
A
=
 6
,
B
=
 6
e
 
h)
= I 2
 
  
  0
y -1
R: x = 2 ou x = 3; y = 2 e z = 1
 
3
 
2
  0 
6) Seja A = (a ij ) uma matriz quadrada de ordem
2 tal que a ij = i + j. Determine x, y, z e t para que
C =
4
, calcule: R: a) ( ); b) (
) e c) (
)
 -2
 
 x
z 
se tenha
 2x
 
y y
t t
 
= A.
z 
R: x = 1; y = 1 t = 7/2 e z = -1/2
a) A + B – C
b) A B + C
c) A B – C
(Veja a resolução dessa questão )
11) Determine x, y e z sabendo que:
6 . ADIÇÃO DE MATRIZES
x 
3 
10 
 
 
Dada duas matrizes A e B do mesmo tipo m ×
n denomina-se soma da matriz A com a matriz
B, que representamos por A + B, a matriz C do
a)
 
y 
5 
=
 
4 
- R: x = 13; y = 1 e z = 2
z  
8 
 
 6
 
tipo m × n na qual cada elemento é obtido adi-
cionando os elementos correspondentes de A e
x 
y 
15 
 
 
b)
 
y 
z 
=
2
 
- R: x = 25; y = 10 e z = 8
B.
 
z  
 
0 
8  
 x
6 
 - x
4 
 12
y 
EXERCÍCIOS BÁSICOS
- 
2 4 
 4
1 
c)
 1
2z 
 - 3
z 
=   4
1 
R: x = 6; y = 2 e z = 1
7) Dadas as matrizes A =
 
, B
=
 
 
e
 0
1 
 7
0 
2
2
-3 
 -1
4 
 
 
 3
0 
d)
-  
 -5
-1 
 
8
10 
 
x y
z 1
2
R: x = -1 ou x = 1; y = 3 e z = -3 ou
 
 
=   
C =
  5
-2 
 
, calcule:
z = 3
a) A +
B =
c) B + C = R: (
R: (
)
)
8 . MULTIPLICAÇÃO DE N° REAL POR
MATRIZ
b) A + C = R: (
d) A + B + C = R: (
)
)
8) Determine x, y, z e t, sabendo que:
Se A é uma matriz m × n, de elementos a ij , e
 é um número real, então A é uma matriz m
× n cujos elementos são a ij .
 x 
3 
 10 
EXERCÍCIOS BÁSICOS
a)
 
y 
+
 
1
=  
4
R: x = 7; y = 10 e z = 0
2
1 
 0
-1 0
2 
  
z
 
 
5
 
5  
12) Sendo A =
  
1 0
 
 
 4
3 
e B =
 5
6 
, de-
termine:
a) 5A = R: (
)
3
d) Qual o elemento da matriz A que indica a vitó- b) -2B = R:
d)
Qual o elemento da matriz A que indica a vitó-
b)
-2B = R: (
)
1
A
ria
do Comercial? R: a 41
c)
2
= R: (
)
e)
Considerando que um time ganha três pontos
d)
2A
+ B = R: (
)
na vitória e um ponto no empate, calcule, fazendo
uma multiplicação de matrizes, quantos pontos fez
e)
5A – 0 2
x 3 = R: (
)
cada
time.
R: ( ); América: 1pt, Bota Fogo: 7 pts, Nacional: 2 pts e Comercial: 5 pts
1 3 
 -1
3 
1 2 
  
 
13) Se A =
,
B =
 1
e C =
  
 
,
f) Qual foi a classificação final do torneio? R: Bota Fogo
 2
0 
 -2 
 4
3 
campeão: Comercial vice-campeão; Nacional 3º lugar; América 4º lugar
calcule 3A + 2B - 4C. R: (
)
9 . MULTIPLICAÇÃO DE MATRIZES
Dada uma matriz A = (aij) do tipo m x n e uma
matriz B = (bij) do tipo n x p, o produto da
matriz A pela matriz B é a matriz C = (cij) do
tipo m x p tal que o elemento cij é calculado
multiplicando-se ordenadamente os elementos
da linha i, da matriz A, pelos elementos da
coluna j, da matriz B, e somando-se os produ-
tos obtidos.
Para dizer que a matriz C é o produto de A por
B, vamos indicá-la por AB.
16) Para a fabricação de caminhões, uma in-
dústria montadora precisa de eixos e rodas para
seus três modelos de caminhões, com a seguinte
especificação:
Componentes/modelos
A
B
C
Eixos
2
3
4
Rodas
4
6
8
Para os primeiros meses do ano, a produção da
fábrica deverá seguir a tabela abaixo:
Modelo/Meses
Janeiro
Fevereiro
A 30
20
B 25
18
C 20
15
Usando a multiplicação de matrizes, responda:
Observe que só definimos o produto AB de
duas matrizes quando o número de colunas de A
for igual ao número de linhas de B; além disso,
notamos que o produto AB possui o número de
linhas de A e o número de colunas de B.
nessas condições, quantos eixos e quantas rodas
são necessários em cada um dos meses para que
a montadora atinja a produção planejada? R: 215 eixos e
430 rodas no mês de Janeiro; 154 eixos e 308 rodas no mês de Fevereiro.
10 . MATRIZ INVERSA
EXERCÍCIOS BÁSICOS
14) Determine os produtos:
5   2
4 
 )
a)
  6
1 0
 
  
1
3
 
= R: (
Dada uma matriz quadrada A, de ordem n, se
X é uma matriz tal que AX = I n e XA = I n ,
então X é denominada matriz inversa de A e
é indicada por A -1.
 5
4 
b)
 
 2
1 4
 
 
  
7 0
2 
=
R: (
)
Quando existe a matriz inversa de A, dize-
mos que A é uma matriz inversível ou não-
singular.
3 
  4
c)
 2
0 
.I 2 = R: (
)
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
 5
6 
17) Determine, se existir, a inversa de cada uma
1     0
das seguintes matrizes:
d)
3 2
 
2
-1 5
1 4
-3
= R: [
]
  3 
1
2
3 
 
 1
3
6   5
0 
a) A =
  2
0
  
c) A =
R: (
)
 4
5
 
R: (
)
e)
2
5
1
2
4
 
 
 
= R: [
]
  4
0
2     3
2 
  8 
5
1
2 
b) A =
1
6 
  4
2
  
d) A =
R: (
)
 1
  
3
 
R: (
)
 
3
5 
f)
 -2
1
 
=
 R: (
 )
(Veja a resolução )
   
-1
2
 
4
3
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
15) O quadro abaixo registra os resultados obti-
dos por quatro times em um torneio em que todos
se enfrentam uma vez:
18) Um técnico de basquetebol descreveu o de-
sempenho dos titulares de sua equipe em sete
jogos através da matriz:
 18
17
18
17
21
18
20 
Vitórias
Empates
Derrotas
15 16
18
18
22
21
18
América
0
1
2
20 19
20
21
14
14
22
Botafogo
2
1
0
18 22
20
20
18
22
23
Nacional
0
2
1
19 18
12
14
20
17
18
Comercial
1
2
0
 
a) Represente a matriz A = (a ij ) correspondente.
b) Qual é a ordem da matriz A? R: 4 x 3
Cada elemento a ij dessa matriz é um número de
pontos marcados pelo jogador de número i no jo-
go j.
c) O que representa o elemento a 23 da matriz A?
a)
Quantos pontos marcou o jogador de número 3
R: quantidade de derrotas do Bota-Fogo
no
jogo 5? R: 14
4
b) Quantos pontos marcou a equipe no jogo 4? R: 90 23) (Unificado-RJ) Cláudio anotou
b) Quantos pontos marcou a equipe no jogo 4? R: 90
23) (Unificado-RJ) Cláudio anotou suas médias
bimestrais de matemática, português, ciências e
c) Quantos pontos marcou o jogador de número 2
em todos os jogos? R: 128
estudos sociais em uma tabela com quatro linhas
19) Obtenha
,
, de modo que a matriz:
e quatro colunas, formando uma matriz, como
mostra a figura: R: (e)
  x
2
5x
6
0
1º b
2º b
3º b
4º b
A =
Matemática
5,0
4,5
6,2
5,9
 
0 x
2 - 6x
 8
Português
8,4
6,5
7,1
6,6
ciências
9,0
7,8
6,8
8,6
Seja igual à matriz nula de ordem 2. R: S = {2, 3, 4}
est. sociais
7,7
5,9
5,6
6,2
EXERCÍCIOS DE VESTIBULARES
20) (Fatec-SP) Seja A = (a ij ) uma matriz qua-
Sabe-se que as notas de todos os bimestres têm o
mesmo peso, isto é, para calcular a média anual
do aluno em cada matéria basta fazer a média
drada de ordem 2 tal que a ij =
.
2
  i
1parai
j
aritmética de suas médias bimestrais. Para gerar
Nessas condições: R: (c)
2 4 
 2
8 
 
uma nova matriz cujos elementos representem as
médias anuais de Cláudio, na mesma ordem acima
apresentada, bastará multiplicar essa matriz por:
(a)
A =
 
(c)
A =
 
 
 5 
 8
 5
5 
(e) n.d.a.
(a) (b)
(c)
(d)
(e)
1
1 
1 
1
 1 
2
4
21) (FEI-SP) Se as matrizes A = (a ij ) e B = (b ij )
estão assim definidas: R: (d)
1
1
4
1
 
4
 
em que 1 ≤ i, j ≤ 3, então a matriz A + B é:
24) (UFRS) A matriz C fornece, em reais, o custo
1
0
0 
1
0
1 
 1
1
0 
das porções de arroz, carne e salada usados num
 
(a)
0
1
0 
(c)
 
0
1
0 
restaurante. A matriz P fornece o número de por-
(e)
 0
1
1
 
 
0 0
1
 
1 0
1
0
1
0
 
 
ções de arroz, carne e salada usados na composi-
ção dos pratos tipo P 1 , P 2 , P 3 desse restaurante.
0
0
1 
1
0
1 
 
arroz carne salada
(b)
0
1
0 
(d)
0
2
0 
 1 
arroz
1
1 
prato
P
1
 
  2
 
1 0
0
 
1 0
1
 
C 
 3
 
carne
P 
1
2
1
prato
P
2
2
salada
2
2
0
prato
P
 
3
22) (Enem-2012) Um aluno registrou as notas
bimestrais de algumas de suas disciplinas numa
tabela. Ele observou que as entradas numéricas da
tabela formavam uma matriz 4 x 4, e que poderia
calcular as médias anuais dessas disciplinas usan-
do produto de matrizes. Todas as provas possuíam
o mesmo peso, e a tabela que ele conseguiu é
mostrada a seguir.
A matriz que fornece o custo de produção, em
reais, dos pratos P 1 , P 2 , P 3 é: R: (a)
 7 
 9 
  2 
(a)
9 
(c)
 11 
(e)
 2
  
 
8
4
 
4
 
  4 
  2 
(b)
4 
(d)
 6
 
4
 
8
25) (UNAMA-2006/2)
Nas
matrizes
 Modelo
Pr eço Unitário 
A 
e
Para obter essas médias, ele multiplicou a matriz
obtida a partir da tabela por: R: (e)
Y R$ 5.800,00
Z R$ 6.000,00
(a) (b)
(c)
(d)
(e)
1111
1111
  
  
  
  
 
1
 Trimestre\ Modelo
X
Y
Z 
1 
1
 
2º Trimestre
15
20
40 
1 
2 
4
 1 
1
sentados os preços unitário das motonetas em
1
função do modelo e a quantidade vendida no 1º e
2  
 
2º trimestres de 2006 por uma revendedora de
4
 
motonetas, respectivamente. Com base nesses
dados, podemos afirmar que a receita obtida por
5

   2

i j

para i

j

(b)

A =

2

 

5

8

6

(b) A =  2   5  8  6    (d)

 

(d)

A =

 

2

2 8

5

 

  

1111

2222

  

  

1111

4444

  

1

1

      1111 4444     1   1

1

2

4

    a   1 sei  j ij  0 sei
 
 a
 
1 sei
j
ij
 0 sei
j
a ij
a   1 sei  j ij  0 sei  j  a ij
a   1 sei  j ij  0 sei  j  a ij

b

 

b ij

ij

1sei

0 sei

j

j

 

 

4

4

  

2
1

2  

X R$ 5.600,00


2222

4444

 1 2   4         1
1
2 
 4
1 
1
 4         1   1  

B

1º Trimestre

25

30

50

 

estão repre-


2

1

4

1

essa revendedora no 1º trimestre de 2006 foi de:  1 1 1  
essa revendedora no 1º trimestre de 2006 foi
de:
 1
1
1   X 
 9636 
(c)
0 11
6
1436  
R: (b)
 
.  
Y  
  0
-1
1 
  Z
 
=
 
144 
(a)
R$ 720.000,00
(c) R$ 560.000,00
 1
-1
1   X 
 9636 
(b)
R$ 614.000,00
(d) R$ 440.000,00
(d)
0 11
6
.
1436
 
 
Y  
=  
 
  0
-1
1 
  Z
 
144 
26) (UEPA-2012) O cálcio é essencial para a
transmissão nervosa, coagulação do sangue e con-
tração muscular; atua também na respiração celu-
lar, além de garantir uma boa formação e manu-
tenção de ossos e dentes. A tabela 1 abaixo mos-
tra que a ingestão diária recomendada de cálcio
por pessoa varia com a idade.
 1
1
1 
 X 
 9636 
(e)
0
11
6
Y
1436  
 
 
.  
 
1
-1 
 
=
  
144 
  0
  Z
28) (UEPA-2006) Para a confecção de um car-
taz, uma gráfica dispõe das cores: preto, amarelo,
vermelho e azul, cujas doses têm preços unitários,
em reais, representado pela matriz A abaixo.
Atendendo à solicitação do cliente, a gráfica apre-
sentou um orçamento com as possíveis combina-
ções de cores, cujas quantidades de doses utiliza-
das em cada cartaz estão representadas pela ma-
triz B abaixo. Nessas condições, o cartaz de menor
custo terá preço de: R: (d)
Foi por essa importância que o cálcio tem para
o corpo humano que a diretora de uma escola
resolveu calcular a quantidade de cálcio que teria
de usar nas refeições diárias dos seus alunos para
suprir a essa necessidade. A tabela 2 abaixo
mostra a quantidade de alunos por idade existente
nessa escola.
Dados:
(a) R$ 13,00
(c) R$ 11,00
(e) R$ 9,00
(b) R$ 12,00
(d) R$ 10,00
A quantidade diária de cálcio, em mg, que teria
que usar nas refeições desses alunos é: R: (e)
(a)
286.000
(c) 300.000
(e) 322.000
29) (UFPA-2009) Pedro, João e Antônio comer-
cializam três tipos de fruta com períodos de safra
parecidos: manga, abacate e cupuaçu. No período
da safra os três vendem o quilo de cada uma des-
(b)
294.000
(d) 310.000
sas frutas por R$ 1,00, R$ 2,00 e R$ 3,00 e, na
27) (UEPA-2008) Uma campanha foi deflagrada
para angariar alimentos não perecíveis com o ob-
jetivo de amenizar problemas gerados em uma
região assolada pelas secas. Os alimentos doados
foram: arroz; feijão e açúcar, todos em sacos de
1kg, totalizando 1.436kg desses alimentos. Sa-
be-se que a terça parte do número de sacos de
entressafra, por R$ 2,00, R$ 3,00 e R$ 6,00.
Sobre a comercialização dessas frutas, considere
que
R: (c)
1
3 
A =
 2
, matriz que representa o preço das
 
2 4
6
 
frutas na safra e na entressafra;
feijão, somados aos 11
B =
 10
15
20
, matriz que representa uma
  5
10
15
 
açúcar, dá um total de 292kg e que há 144kg de
açúcar a mais que de feijão. Se X é a quantidade
de sacos de arroz; Y a quantidade de sacos de
feijão e Z a quantidade de sacos de açúcar, a re-
presentação matricial do sistema formado, toman-
do por base esses dados, é: R: (a)
quantidade (Kg) comercializada dessas frutas;
 
C =
 y t
, matriz que representa o produto
  
w u
v z
 
A.B, em que a 1ª, 2ª e 3ª colunas representam o
valor arrecadado, respectivamente, por Pedro,
1
1 
 X 
 1436 
  1
João e Antônio, com a venda dessa quantidade de
= 
(a)
0
11
6
9636 
 
.  
Y  
frutas.
-1
1 
  Z
 
144 
  0
 1
1
1   X 
 1436 
Sobre o valor arrecadado na venda, é correto
afirmar que
0
6
Y 
= 
(b)
11
1606 
 
 
.  
  0
-1
1  
  Z
 
 
144 
6

2 do número de sacos de

  20

25 15

(a) Na safra, com a venda de 20 kg de manga, 34) (PUC-SP) São dadas
(a) Na safra, com a venda de 20 kg de manga,
34) (PUC-SP) São dadas as matrizes A = (a ij ) e
25 kg der abacate e 5 kg de cupuaçu, Pedro arre-
B = (b ij ), quadradas de ordem 2, com a
= 3i +
ij
cadou t = R$ 85,00.
4j e b ij = -4i – 3j. Se C = A + B, então C 2 é igual
(b) Na entressafra, com a venda de 10 kg de
a:
manga, 15 kg de abacate e 5 kg de cupuaçu, An-
1
0 
1 0 
 -1
0 
 
tônio arrecadou z = R$ 110,00.
(a)
 0
1
 
(c)
 
0 1
 
(e)  
0
-1
 
(c) Na safra, com a venda de 25 kg de manga,
  0 1 
0 -1 
20 kg de abacate e 15 kg de cupuaçu, João u =
(b)
  (d)
1
 
 
R$110,00.
0
-1
0
 
R: (e)
(d) Na entressafra, com a venda de 20 kg de
manga, 25 kg de abacate e 5 kg de cupuaçu, Jo-
ão arrecadou w = R$ 170,00
35) (PUCC-SP) Seja a matriz A = (a ij ) 2 × 2 , onde
jsei
(e) Na entressafra, com a venda de 15 kg de
a ij =
 
 i- i jsei
j j . Se A t é a matriz transposta de A,
manga, 20 kg de abacate e 10 kg de cupuaçu,
Pedro arrecadando y = R$ 170,00.
então a matriz B = A 2 – A t é igual a:
 4 -10 
 7 
 2
 8 
30) (IFPA-2011) Considere três dias da semana,
D1, D2 e D3, e três medidas de temperaturas fei-
tas em uma hortaliça, T1, T2 e T3. A matriz a se-
guir descreve a medida de temperatura verificada
nesses três dias da semana. Cada elemento a ij da
matriz indica a quantidade de temperatura em
graus Celsius T i em cada dia D j , sendo i {1, 2,
3} e j {1, 2, 3}.
(c)
(a)
14
  1 7
11
7
(e) 
2
16
3
 3 
2
0 
(b)
    1
17
(d)
 -1
 
12
R: (c)
EXERCÍCIOS ANALÍTICO-DISCURSIVOS DE
VESTIBULARES
36) (UFPA-2001) Numa farmácia de manipula-
ção, para fazer dois tipos de medicamentos (I e
II), o farmacêutico precisa das substâncias A, B e
C, expressas na tabela abaixo, em gramas:
A
B
C
I 10
30
60
II 20
50
30
Analisando a matriz, não podemos afirmar que
(a)
a temperatura T2, no dia D2, é 37°C.
(b)
a temperatura T1, no dia D3, é de 29°C.
(c)
a média das temperaturas, no dia D3, é de
As substâncias podem ser compradas em dois for-
necedores: F1 e F2. O custo por grama das subs-
tâncias em cada fornecedor está expresso em re-
ais na tabela a seguir:
30°C.
F1
F2
(d) a soma das temperaturas T i verificadas nos
A
4
2
dias D i , i = 1, 2, 3 é, aproximadamente, 30,8°C.
B
5
4
(e)
a soma das temperaturas T1 e T3, no dia
C
3
5
D1,
é
54°C. R: (d)
EXERCÍCIOS NÃO CONTEXTUALIZADOS
DE VESTIBULARES
31) (UFES) Os valores de x e y que satisfazem a
equação matricial: R: (b)
Após construir a matriz cujos elementos indicam o
preço de custo dos medicamentos pelo fornecedor,
calcule os valores das despesas se a compra for
toda feita no mesmo fornecedor. Considerando
que o pagamento é feito à vista, determine como
   4 x
-2 
 3y
7 
 4
5 
o farmacêutico pode combinar a compra das três
substâncias de modo a gastar o mínimo possível.
2x
 
+  
1
-y
  
=   
5
1
 
são:
(a) x = - 1 e y = - 1
(c) x = 2 e y = - 1
37) (UF-MT) Os aeroportos 1, 2 e 3 estão inter-
ligados por vôos diretos e/ou com escalas.
A = (aij), abaixo, descreve a forma de interli-
(b) x = 1 e y = 1
(d) x = 2 e y = 2
gação dos mesmos, sendo que:
  1 0 2 
 aij = 1 significa que há vôo direto (sem escala)
do aeroporto i para o aeroporto j;
32) (FGV-SP) Sendo A =
, obtenha a ma-
 
 aij = 0 significa que não há vôo direto do aero-
porto i para o aeroporto j.
triz A 2 + A 3 .
A diagonal principal de A é nula, significando que
33) (Unifor-CE) Os números reais x e y que sa-
não há vôo direto de um aeroporto para ele mes-
  -1
2   x 
4
mo.
= 
 
tisfazem o sistema matricial
 2
-1 
  
y 
  2 
 0
1
1 
A =
 
1
0
1
 
são tais que seu produto é igual a: R: (c)
 
0
1
0
 
(a) – 2
(b) – 1
(c) 0
(d) 1
(e) 2
Seja A 2 = A.A = (b ij ). Se b ij ≠ 0 significa que há
vôo do aeroporto i para o aeroporto j com uma
7

2

0

escala. Com base nessas informações, julgue os itens.

a) Há vôo direto do aeroporto 1 para o aeroporto

3, mas não há vôo direto do aeroporto 3 para o 1.

b) Há vôo do aeroporto 2 para o aeroporto 3 com

uma escala.

EXERCÍCIOS EXTRAS

38) Dois alunos A e B, apresentaram a seguinte pontuação em uma prova de português e em outra de matemática:

 

Português

Matemática

aluno A

4

6

aluno B

9

3

a) Se o peso da prova de português é 3 e o da

prova de matemática é x, obtenha, através de produto de matrizes, a matriz que fornece a pon-

tuação total dos alunos A e B.

b) Qual deve ser o valor de x a fim de que A e B

apresentam mesma pontuação final?

39) Um fast-food de sanduíches naturais vende dois tipos de sanduíche, A e B, utilizando os in- gredientes (queijo, atum, salada, rosbife) nas se- guintes quantidades (em gramas) por sanduíches:

 

Sanduíche A

Sanduíche B

queijo

18g

10g

salada

26g

33g

rosbife

23g

12g

atum

-

16g

Durante um almoço foram vendidos 6 sanduíches do tipo A e 10 sanduíches do tipo B. Qual foi a quantidade necessária de cada ingrediente para a preparação desses 16 sanduíches? Represente-a na forma de produto de matrizes.

40) Uma confecção vai fabricar 3 tipos de roupa utilizando materiais diferentes. Considere a matriz

A = (a ij ) abaixo,

A =

0

5

   , na qual a ij representa quantas uni-

0

1

2

4

3

1

2

dades do material j serão empregadas para fabri- car uma roupa do tipo i. a) Quantas unidades do material 3 serão em- pregadas na confecção de uma roupa do tipo 2?

b) Calcule o total de unidades do material 1 que

será empregado para fabricar cinco roupas do tipo

1, quatro roupas do tipo 2 e duas roupas do tipo

3.

1 , quatro roupas do tipo 2 e duas roupas do tipo 3 . Uma esfera
1 , quatro roupas do tipo 2 e duas roupas do tipo 3 . Uma esfera
Uma esfera ou um pneu são objetos simétricos. Objetos desse tipo são classificados como grupos

Uma esfera ou um pneu são objetos simétricos. Objetos desse tipo são classificados como grupos de Lie. Uma das mais complicadas estruturas desse tipo já estudadas é o Excepcional Grupo de Lie E8. Ele é um objeto de 57 dimensões e para descrevê-lo é necessária uma matriz de 453.060 linhas e colunas.

Nunca deixe que lhe digam:

Que não vale a pena Acreditar no sonho que se tem Ou que seus planos Nunca vão dar certo Ou que você nunca Vai ser alguém

Renato Russo

Apostila atualizada em 6/8/2017

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Referências

DANTE, L.R. Matemática: Contexto & Aplicações. 1. Ed. São Paulo: Ática, 2000, v.3.

8