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MI 041/05 PE

Central Contra Incêndio


Fire Fighting System

MANUAL DE INSTRUÇÕES
OPERATION MANUAL

Séries/ Series
STOPFIRE EN
STOPFIRE NE
EFAFLU Bombas e Ventiladores S.A.
Rua Comendador Brandão, 484
4495-375 Póvoa de Varzim, Portugal
Tel: [+351] 252298700
Fax: [+351] 252615480
www.efaflu.pt

SERVIÇO APÓS VENDA


AFTER SALES SERVICE
Tel: [+351] 252 298712
sav@efaflu.pt
Prefácio, Garantias e Limitações 2
Preface, Warranties and Limitations 19

1. Dados de identificação do construtor e da bomba e do sistema 3


Manufacturer and equipment identification data 20

2. Introdução 4
Introduction 21

3. Transporte e armazenamento 4
Transport and storage 21

4. Instalação
Installation

5. Alinhamentos
ÍNDIC E/ 6
23

10
Alignments 27

6. Ligações Eléctricas
Electrical Connections

7. Funcionamento da Central
Central operation
INDE X 12
29

12
29

8. Arranque 13
Commissioning 30

9. Manutenção 15
Maintenance 32

10. Anomalias - Causas e Soluções 16


Anomalies - Causes and Solutions 33

11. Serviço Técnico e Assistência 18


Tecnical Service and Assistance 35

12. Desmantelamento 18
Dismantling 35

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Prefácio, Garantias e Limitações
PT
)
I Prefácio
A função deste manual de instruções é a de facilitar o mais possível a instalação, utilização e a manutenção do
equipamento. A não observância das indicações dadas neste documento ou a utilização errada do equipamento
por pessoal não qualificado ou autorizado pode provocar riscos pessoais devido às seguintes causas:

> Corpos rotativos a alta velocidade


> Pressões e ou temperaturas elevadas (quando aplicável)
> Fluídos movimentados perigosos (quando aplicável)
> Partes em tensão eléctrica

ATENÇÃO

A falta do cumprimento das instruções deste manual ou o uso


impróprio do equipamento por pessoal não qualificado pode
resultar lesões pessoais graves ou a morte e provocar danos no
equipamento.
O serviço técnico da EFAFLU está à completa disposição, contate-nos
por favor por telefone ou e-mail.

)
II Recepção no cliente - Verificação dos documentos de expedição
Ao receberem o equipamento, é necessário verificar a conformidade deste face aos documentos que o
acompanham e inspecioná-lo prestando particular atenção a possíveis danos provocados pelo transporte.
Cada equipamento deve ser desembalado e inspecionado. Na eventualidade de qualquer anomalia, ela deve
ser comunicada de imediato ao agente transitário, à EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A e à seguradora quando
aplicável.

)
III Garantia
A natureza da garantia dos nossos fornecimentos entende-se contra vícios de conceção, defeitos de fabrico e
erros de montagem imputáveis à EFAFLU e consiste na substituição ou reparação gratuita das partes ou peças
defeituosas, em local designado pela EFAFLU. Os encargos relativos a transporte, taxas e seguros estarão a cargo
do cliente.

2 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


A garantia é limitada exclusivamente ao material objeto do fornecimento e não abrange as substituições ou
reparações de avarias provocadas por causas não imputáveis à EFAFLU, como sejam: utilização anormal ou
defeituosa do equipamento; falta de vigilância ou manutenção; manuseamento negligente; utilização indevida PT
por não observância do expressamente indicado no respetivo manual de utilização, reparações e/ou alterações
efetuadas por pessoas estranhas à EFAFLU; avarias provocadas por perturbações atmosféricas, por acidentes e
casos fortuitos e/ou de força maior.
A reparação ou substituição de peças durante o período de garantia, ao abrigo dela, não constitui motivo para
prolongamento do prazo de garantia inicial. Salvo estipulado em contrário no documento da garantia, a EFAFLU
concede uma garantia contra defeitos de fabrico, dentro das características expressamente indicadas, pelo
período máximo e improrrogável de 12 meses, a contar da data da entrega e/ou da data em que o material estiver
à disposição do cliente, cabendo ao cliente comprovar, por escrito, os defeitos alegados. A garantia não é válida
em caso de incorreta instalação, utilização ou manutenção do equipamento. No caso de reparação, a EFAFLU
garante os componentes reparados por um período de noventa dias a partir da data em que os equipamentos
são entregues ao Cliente, nos termos do ponto anterior.

1. Dados de Identificação do Construtor e do Sistema

1.1 Dados do Construtor 1.2 Dados do Sistema


EFAFLU Bombas e Ventiladores S. A.
DENOMINAÇÃO:
SEDE CENTRAL CONTRA INCÊNDIOS
Modelo: STOPFIRE EN 12845,
Rua Comendador Brandão, 484
STOPFIRE NE CEPREVEN R.T.2 - ABA
4495 - 375 Póvoa de Varzim -Portugal Ano de construção: ver nº na chapa de caraterísticas
Tel: [+351] 252 298 700
Fax: [+351] 252 615 480

DELEGAÇÃO SUL NOMENCLATURA:


Edifício Cacém Park - Arm.32 STOPFIRE NE EDJ 60/50
Est. Paço d’Arcos, 88-A Alto da Belavista
2735-238 Agualva - Cacém Caudal m3/h
Portugal Altura manométrica m.c.a
Tel: [+351] 214 134 700
Fax: [+351] 214 134 709
E - Eléctrica
D - Diesel
J - Jockey
(exemplo: EJ, DJ, EEJ, EDJ, DDJ,...)

EN - EN12845
NE - CEPREVEN

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2. Introdução
PT
Este sistema contra incêndio foi projetado e executado de forma a cumprir as normas EN12845 ou Cepreven R.T.2.-
ABA. Independentemente das normas associadas, os sistemas de bombagem são normalmente caracterizados
pelos seguintes conjuntos:

GRUPO PRINCIPAL:
Constituído por bomba/motor/quadro elétrico, tem como objectivo fornecer o caudal e pressão necessários à
instalação de acordo com os requisitos do projecto. O sistema arranca automaticamente por queda de pressão
por ordem do pressóstato/transdutor de pressão.

GRUPO DE RESERVA:
Tem as mesmas características do grupo principal. Deve ser tido em consideração que a fonte de energia do
grupo reserva deve ser distinto da do grupo principal.

GRUPO JOCKEY:
A bomba jockey é normalmente uma bomba multicelular vertical de accionamento elétrico que tem como
objetivo manter o sistema pressurizado, comandado por um pressóstato, compensando variações de pressão
resultantes de pequenas fugas na instalação. A bomba jockey deve ser utilizada em exclusivo para este efeito pelo
que o caudal a selecionar deve ser reduzido.

COLETOR DE PROVAS:
Equipado com um caudalímetro que permite verificar o caudal debitado pelas bombas principais, tanto no seu
ponto nominal de funcionamento como nos pontos solicitados pela respetiva norma.
A instalação, manuseamento e manutenção devem obedecer/estar de acordo com as normas acima indicadas. A
EFAFLU não se responsabilizará pelo uso incorreto do sistema e/ou pelo não cumprimento das normas.
Todas as intervenções devem ser realizadas por técnicos especializados e acreditados pela entidade ANPC.

3. Transporte e Armazenamento

3.1 Transporte

Antes da movimentação, verifique:

> O peso da bomba ou do grupo bomba motor;


> As dimensões;
> As zonas para as amarrações ou os pontos de elevação.

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A bomba deve ser transportada com equipamento adequado ao peso e às dimensões ou embalagens a
movimentar.
PT
> Use sempre meios de elevação para pesos superiores a 20Kg.
> Nunca suspender a bomba pelo veio.
> Nunca utilizar o olhal de suspensão do motor para suspender a electrobomba, o
qual apenas está preparado para suspender o peso próprio do motor.

3.2 Armazenamento
O sistema quando é fornecido está geralmente preparado para uma imediata instalação.

ARMAZENAMENTO POR UM PERÍODO ATÉ 3 MESES:


> Armazenamento em local seco, isento de poeiras e de vibrações
> A temperatura ambiente não deve ser inferior a 5ºC
> O veio das bombas deve ser rodado cada 30 dias, isto evita a avaria dos rolamentos e
a colagem dos anéis de desgaste.

ARMAZENAMENTO POR UM PERÍODO SUPERIOR A 3 MESES:


> Abra a embalagem e remova a proteção das flanges das bombas e com ar comprimido,
se necessário, limpe e seque o interior das bombas.
> Cubra as bombas com um filme de plástico e coloque produtos anti-condensação.
Verifique as proteções periodicamente.
> É recomendado que o veio seja rodado cada 30 dias, pois evita a avaria dos rolamentos
e a colagem dos anéis de desgaste.

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4. Instalação
PT
Deve ser preparado e verificado o local da instalação do equipamento (casa das máquinas), de maneira a garantir
a existência das condições apropriadas para a realização da instalação. A casa das máquinas que receberá a
central deve ser imune a alagamentos, possuindo drenagem franca para o correto escoamento de água. Sempre
que possível, esta drenagem deve ser gravítica. Não sendo possível, deve ser instalada um sistema de drenagem
adequado e corretamente dimensionado para precaver esta situação.

4.1 Localização
A central deve ser instalada num local seco, fechado e ventilado, livre de poeiras e materiais agressivos que possam
por em causa o seu bom funcionamento. Deve ser permitido um fácil acesso ao equipamento, localizando-o
mais próximo possível de fonte de água (cisterna, tanque, etc.) e fonte de energia (gerador, energia da rede). A
fonte de alimentação de energia elétrica deve ser direta do posto de transformação de maneira a assegurar o
funcionamento das bombas elétricas, mesmo quando tenham sido desligados todos os outros circuitos elétricos,
incluindo os seccionadores ou interruptores gerais. Qualquer seccionador na linha de alimentação deve conter
um aviso do tipo:

“SI
ALIMENTAÇÃO DO MOTOR DA BOMBA
NÃO DESLIGAR EM CASO DE INCÊNDIO“

Tem de ter espaço útil livre à volta do equipamento para permitir o manuseamento dos equipamentos, sua
manutenção e intervenção em caso de necessidade.

4.2 Fundação
A central tem que ser instalada numa fundação de betão. Suportes em estrutura metálica tipo varões, ferros,
perfis, etc, não são admissíveis, pondo em causa a instalação e todos os equipamentos aqui existentes.
A fundação tem que ser capaz de suportar e absorver as vibrações existentes durante o arranque/funcionamento/
paragem dos equipamentos (deve estar isolada estruturalmente do pavimento do edifício).
Esta deve ser no mínimo 200 mm mais larga do que a central em todo o seu perímetro.
Deve ser nivelada e com uma superfície lisa.
A massa do maciço deve ser no mínimo 1,5 vezes a massa da central.
A altura mínima de maciço (hf), é calculada pela seguinte fórmula:

m * 1,5
hf =
Lf * Bf * δbetão

Para a densidade de betão ( δ ) é utilizado normalmente o valor de 2.200 kg/m3.


m - massa do sistema (kg)
Lf – comprimento do maciço
Bf – largura do maciço

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Nas instalações em que o ruído e/ou as vibrações são um factor operacional importante, deve
ser considerada a massa do maciço no mínimo 5 vezes a massa da central.
PT

4.3 Fixação
A central possui furos no estrado para permitir a furação no maciço de maneira adequada (furação vertical),
devendo ser usado os mesmos para a fixação da central (ver fig.1).
Aconselha-se como fixação a utilização de bucha química. Devem ser usadas anilhas de pressão ou
recartilhadas para a realização de aperto, garantindo a correta fixação.

placa metálica de
cofragem base assentamento

betão

calços
calços

Fig. 1 - Pormenor de fixação

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4.4 Ligações Hidráulicas
PT Sempre que possível, a central deve ser instalada com aspiração positiva de maneira a garantir a fiabilidade do
seu funcionamento, diminuindo o perigo da desferragem das bombas. Em caso de aspiração negativa, tem de ser
instalado um sistema de ferragem automático que mantenha a ferragem contínua das bombas.

4.5 Aspiração
(ver Fig.2)
A tubagem de aspiração deve ser adequada para permitir o bom funcionamento da central e deve garantir
que ao caudal nominal, a velocidade do líquido não ultrapasse 1,8 m/s quando em aspiração positiva ou 1,5
m/s em aspiração negativa. Neste último caso, a tubagem de aspiração deve ser instalada com tendência de
subida até à bomba. Em caso de utilização de cones, estes devem ser excêntricos e corretamente instalados.
As tubagens devem ser sempre corretamente alinhadas e suportadas de modo a não serem introduzidos
esforços mecânicos destas às flanges dos grupos.

Deve-se impedir a formação do vórtice na conduta de aspiração.


Qualquer cone de redução instalado na conduta da aspiração deve ser do tipo excêntrico e instalado de
modo a que a sua geratriz superior fique na horizontal.

Fig. 2 - Instalação de diferentes aspirações

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4.6 Descarga
A tubagem de descarga deve ser corretamente suportada, evitando a transmissão de esforços mecânicos PT
para os grupos. Tem de ser instalado uma válvula de corte com abertura/fecho lento à saída para a rede de
abastecimento contra incêndio. A velocidade do líquido recomendada não deve ultrapassar os 3 m/s.

A tubagem de retorno ao tanque do coletor de provas, deve ficar suficientemente afastada


da conduta de aspiração, prevenindo o fenómeno da aerificação.

4.7 Válvulas para proteção de segurança contra funcionamento a caudal zero


A central é fornecida com válvulas de segurança por cada grupo (príncipal ou reservas) para recirculação
de água em caso de funcionamento das bombas a caudal zero. Estas podem ser interligadas de novo ao
tanque de aspiração (ligação independente da tubagem de aspiração) ou reencaminhadas para o esgoto.
Em qualquer das situações, a ligação tem que permitir a visualização por parte do operador da passagem
do líquido.

4.8 Circuito de testes dos pressóstatos


Cada grupo possui um circuito de teste dos pressóstatos. Este deve ser interligado ao esgoto para permitir a
realização do teste sem provocar danos no equipamento.

4.9 Drenagem da chumaceiras - líquido dos empanques (quando aplicável)


As bombas possuem um furo roscado na parte inferior da chumaceira, para drenagem do líquido de
refrigeração do empanque. Este deve ser interligado ao esgoto.

4.10 Circuito de refrigeração de motores diesel


Caso a central possua um ou mais grupos com motor diesel equipado com permutador de calor a água, este
já possui interligação com a válvula de segurança para alimentação da refrigeração do motor. É necessário
realizar a ligação hidráulica da saída do permutador. Esta pode ser interligada de novo ao tanque de
aspiração (ligação independente da tubagem de aspiração) ou reencaminhada para o esgoto. A passagem
do líquido tem de ser obrigatoriamente visível de maneira a permitir ao utilizador a certeza de que o motor
está a ser corretamente refrigerado.

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5. Alinhamento
PT
> Ruídos, vibrações, desgastes excessivos, destruições do acoplamento, chumaceiras,
casquilhos, anéis de desgaste, empanques mecânicos e a possível rotura de elementos
rotativos, podem resultar de um insuficiente alinhamento da bomba e do motor.
> O acoplamento flexível não pode ser utilizado para compensar o desalinhamento
dos veios da bomba e do motor. O fim a que se destina é o de compensar alterações
de temperatura e permitir o movimento das pontas de veio sem interferência na
transmissão de potência do motor para a bomba.
> É obrigatório proceder ao alinhamento do grupo após o seu nivelamento e aperto à
fundação.
> Voltar a realinhá-lo após ligação das tubagens à bomba.

TIPOS DE DESALINHAMENTO:

Há dois tipos de desalinhamento entre o veio da bomba e o do motor, como segue:

Desalinhamento angular - pontas de veio concêntricas mas eixos não paralelos.


Desalinhamento paralelo - veios paralelos mas não concêntricos.

O processo mais rigoroso de proceder ao alinhamento é por “Laser”, seguindo as instruções do respetivo
fabricante. Na ausência deste equipamento, o método recomendado para se proceder ao alinhamento
e/ou sua verificação é o do comparador (ver fig.3). Este método é o que melhor permite obter uma boa
concentricidade entre os dois eixos das pontas de veio e respetivos meios acoplamentos.

1 2 3

Fig. 3 - Alinhamento com comparador

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1. Com o comparador montado no veio do lado da bomba, rodar simultaneamente os dois meios
acoplamentos para verificar a concentricidade e corrigir tanto quanto necessário.
2. Com o comparador montado na flange do meio acoplamento, rodar simultaneamente os dois meios PT
acoplamentos para verificar a uniformidade do intervalo entre flanges e corrigir tanto quanto necessário.
3. Com o comparador montado no veio do lado do motor, rodar simultaneamente os dois meios acoplamentos
para verificar a concentricidade e corrigir tanto quanto necessário. Se não houver condições para aplicação
deste método pode-se recorrer ao método da medição do desfasamento do contorno exterior dos meios
acoplamentos e da folga entre as faces dos mesmos (ver fig. 4).

Fig. 4 - Alinhamento com régua e apalpa folgas

Modo de proceder:
1. Uma régua colocada sobre a superfície cilíndrica de um dos meios acoplamentos, toca também em toda
a superfície do outro meio acoplamento.
2. Repetir a operação deslocando a régua 90º à volta do acoplamento.
3. Com um apalpa folgas, confirmar de que a distância entre as duas faces dos meios acoplamentos é igual
em toda a sua periferia.

Se qualquer destes pontos não se verificar, aliviar levemente os parafusos de fixação do motor e de acordo
com a necessidade:
> Para corrigir motor baixo – subir o motor recorrendo à aplicação de chapas/calços
finos de latão ou aço inoxidável sob as patas do mesmo.
> Para corrigir desvios laterais paralelos ou oblíquos – proceder à correção do
posicionamento do motor recorrendo a um martelo de plástico (motor pequeno) ou
alavanca (motor grande).

Se a bomba vai trabalhar em alta temperatura, o grupo tem que ser realinhado à temperatura de serviço.

Após a operação de alinhamento repor a proteção do acoplamento.

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6. Ligações elétricas
PT
A central é provida de completa eletrificação realizada em fábrica. A alimentação de cada quadro elétrico deve
ser independente. O ramal de alimentação tem de ser para utilização única da central contra incêndio, ou seja,
separada de qualquer outra interligação. A alimentação tem que ser ininterrupta e deve ser fornecida de acordo
com as normas em vigor. Para situações específicas, devem ser sempre consultadas as normas em vigor.
Os quadros elétricos possuem proteção por fusíveis de alto poder de corte, capaz de suportar o arranque dos
grupos e seu funcionamento contínuo, mínimo de 110% da corrente nominal do motor a plena carga.

7. Funcionamento da central

7.1 Afinação da central


A central foi testada e regulada em fábrica, no entanto, é obrigatório após a sua completa instalação, testá-
la novamente e se necessário ajustar a sua afinação às reais condições de funcionamento da instalação.
Esta operação é realizada pelos Serviços Técnicos da EFAFLU, após garantia do instalador de que todos os
requisitos da instalação necessários para o arranque estão cumpridos.

7.2. Tipo de central e Príncipio de Funcionamento


7.2.1 Central Modelo EJ
Esta Central Contra Incêndio é constituída por uma eletrobomba principal, uma eletrobomba auxiliar
“Jockey” e um quadro elétrico de comando e proteção para os dois grupos.
- Funcionamento da central em manual e automático:

Ver manual respetivo do quadro.

7.2.2 Central Modelo EEJ


Esta Central Contra Incêndio é constituída por uma Eletrobomba principal, uma Eletrobomba de reserva,
uma Eletrobomba auxiliar “Jockey”, um quadro elétrico de comando e proteção para a eletrobomba
principal e “Jockey” e outro para a eletrobomba de reserva.
- Funcionamento da central em manual e automático:

Ver manual respetivo do quadro.

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7.2.3 Central Modelo DJ
Esta Central Contra Incêndio é constituída por uma motobomba principal, uma eletrobomba auxiliar PT
“Jockey” e um quadro elétrico de comando e proteção para cada grupo.
- Funcionamento da central em manual e automático:

Ver manual respetivo do quadro.

7.2.4 Central Modelo EDJ


Esta Central Contra Incêndio é constituída por uma eletrobomba principal, uma eletrobomba auxiliar
“Jockey”, uma motobomba de reserva, um quadro elétrico de comando e proteção para a eletrobomba
principal e “Jockey” e outro para a motobomba.
- Funcionamento da central em manual e automático:

Ver manual respetivo do quadro.

7.2.5 Central Modelo DDJ


Esta Central Contra Incêndio é constituída por uma motobomba principal, uma eletrobomba auxiliar
“Jockey”, uma motobomba de reserva e um quadro elétrico de comando e proteção para cada grupo.
- Funcionamento da central em manual e automático:

Ver manual respetivo do quadro.

8. Arranque
Antes de efetuar o arranque, deve:
> Executar uma limpeza completa ao reservatório abastecedor de água, bem como a todas
as condutas da instalação.
> Testar a estanquicidade das condutas da rede de incêndio de acordo com a norma
aplicável.
> Realizar uma última inspeção ao reservatório abastecedor de água, verificar o seu
volume (de acordo com a norma aplicável), assim como a sua limpeza.
> Verificar a correta instalação/ligação hidráulica do coletor de provas no seu
retorno ao reservatório.
> Nas centrais com aspiração positiva, abrir as válvulas de corte na aspiração para
enchimento das condutas e ferragem das bombas.

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 13


> Nas centrais com aspiração negativa, verificar o depósito de ferra automático e proceder
à ferragem da conduta de aspiração e bombas.
PT
> Verificar a alimentação elétrica nos quadros da central (tensão e sequência de fases).
> Consultar os respetivos manuais dos quadros elétricos.

8.1 Colocação em funcionamento


> Encher e pressurizar a rede de incêndio utilizando a bomba “Jockey”.
> Testar em modo manual, cada grupo individualmente, para verificação de sentido de
rotação e deteção de qualquer anomalia no equipamento ou instalação.
> Realizar o teste hidráulico de acordo com as características do sistema e norma aplicável
(caudal, pressão, dados elétricos, rotação,…).
> Realizar testes em modo automático, verificando o seu correto funcionamento e
eventual afinação dos pressóstatos e válvulas de proteção e segurança.
> Verificar a pressão de carga do reservatório de ar comprimido.

Neste tipo de central, a paragem dos grupos quando em modo manual ou automático, só
pode ser sempre realizada manualmente pelo operador.

Após finalização dos testes e quando em regime operacional, o sistema tem que ficar
em modo de funcionamento automático. O não cumprimento desta regra impede o seu
funcionamento automático em caso de emergência.

8.2 Teste e Inspeção Periódica

O teste à Central deverá ser feito semanalmente, de acordo com a norma aplicável.

Pode ser realizado manualmente por abertura da válvula do circuito de provas devolvendo a água usada
novamente para o reservatório.
Pode ser realizado manualmente por abertura de uma qualquer válvula no circuito, simulando a existência
de um incêndio.
Pode ser realizado manualmente utilizando o arranque manual das eletrobombas e da motobomba.

14 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


9. Manutenção PT

O proprietário do sistema é responsável pela nomeação de um técnico habilitado para assegurar o correto
manuseamento do sistema no ensaio periódico obrigatório e sua manutenção.

9.1 A manutenção da Central Contra Incêndio compreende:


- Teste e Inspeção Periódica

O teste e inspeção periódica à Central devem ser feitos semanalmente, de acordo com a
norma aplicável.

A manutenção periódica engloba a colocação em funcionamento manual e automático de cada grupo,


individualmente, com verificação de:

> Características nominais do sistema através do coletor de provas ou da própria rede de


incêndio na ausência deste;
> Funcionamento das válvulas de proteção e segurança;
> Inspeção visual e auditiva (ruídos anómalos, fugas, limpezas, acessos, ventilação,
> fixação, vibrações, etc.)
> Inspeção de baterias da/s motobomba/s (se aplicável), verificando o seu nível e
densidade. Deve ser acrescentada água destilada, quando necessário.

Esta manutenção permite confirmar a operacionalidade do sistema, assim como o despiste de eventuais
problemas/anomalias e sua correção. Periodicamente, deve ser verificada a pressão do reservatório de ar
comprimido. Para realizar esta operação, deve ser realizada sem pressão hidráulica sobre o mesmo.
Essa verificação é feita recorrendo-se a um manómetro aplicado na válvula existente no topo superior do
reservatório. Este valor deve ser cerca de 0,5 Kg/cm2 inferior à pressão de arranque do grupo “Jockey”.

Aconselha-se que no mínimo, uma vez por ano, seja realizada uma inspeção, manutenção e
testes por pessoa devidamente qualificada, de forma a garantir a boa operacionalidade do
sistema.

Os Serviços Técnicos da EFAFLU possuem uma equipa devidamente qualificada para realização destas ações.

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9.2 Manutenção das bombas
PT
A executar de acordo com o manual específico que acompanha a central.

9.3 Manutenção do motor diesel


Periodicamente deverá ser feita a manutenção ao motor Diesel.
Ver manual e especificações do fabricante, que acompanha a central.

9.4 Paragem Prolongada


Em caso de paragem prolongada do sistema, para a recolocação em funcionamento, devem ser seguidos todos
os procedimentos e passos iniciais como se tratasse do primeiro arranque.
Deve ser dada particular atenção a qualquer prisão mecânica (verificação manual), ruídos, fugas, etc.

10. Avarias e soluções


Ver também manuais das bombas e motores.

Avaria Verificações Solução


Verificar presença das três fases

Disparo térmico Confirmar se o grupo está preso

Rearmar térmico e verificar consumo do motor


Grupo Jockey não arranca
Confirmar nível de água
Boia de nível do reservatório
Verificar os contatos da boia

Pressóstato Verificar pressóstato

Funcionamento intermitente Pressóstato Verificar regulação pressóstato

do grupo Jockey Reservatório sem ar comprimido Recolocar ar comprimido

Verificar estado do motor eléctrico


Fusíveis queimados
Verificar ligações eléctricas

Grupo elétrico não arranca Pressóstato Verificar pressóstatos

Verificar sequência de fases


Alimentação incorrecta
Verificar presença das três fases

16 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


Avaria Verificações Solução PT
Verificar a pressão da rede se está abaixo da
Grupo elétrico não para Pressóstatos regulação do pressóstato

Verificar pressóstato

Verificar estado de carga das baterias,


Anomalia de baterias
substituir se necessário

Verificar fusíveis de comando da bobine de


Grupo diesel não arranca chamada do motor de arranque
Motor de arranque não engrena
Verificar motor de arranque. Substituir/ reparar
se necessário

Pressóstatos Verificar pressóstatos

Verificar a pressão da rede se está abaixo da


Pressóstatos regulação do pressóstato

Verificar pressóstatos

Grupo diesel não para Verificar fusível de comando

Verificar solenóide e substituir se necessário


Solenóide de paragem não atua
Quadro com ordem de arranque por atuação
do pressóstato

Ferrar os grupos devidamente

Verificar se existe entrada de ar na tubagem de


Grupos desferrados
aspiração

Grupos debitam pouca ou Verificar o estado do empanque das bombas

nenhuma água Válvulas de corte Verificar o estado de abertura

Funcionamento do motor em duas fases Verificar a presença de fases e corrigir

Verificar sentido de rotação e corrigir se ne-


Sentido de rotação incorreto
cessário

Funcionamento em duas fases do motor Verificar presença de fases e corrigir

Verificar prisão do conjunto rotórico/ impulsor


Motor em sobrecarga
Motor/ bomba bloqueada ou com elevada pressão das bombas

Verificar estado dos rolamentos

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PT Avaria Verificações Solução
Anomalia nos rolamentos Verificar e substituir se necessário

Cavitação Verificar ponto de funcionamento

Mau alinhamento Verificar e corrigir alinhamento

Entrada de ar na aspiração Verificar tubagens de aspiração


Vibrações elevadas
Verificar estado do impulsor, existência de
Impulsor desequilibrado detritos, confirmação estrutural e equilibrar se
necessário

Verificar a existência de stress mecânico provo-


Esforços mecânicos nas tubagens
cado pelas tubagens

Anomalia nos rolamentos Verificar e substituir se necessário

Verificar a existência de stress mecânico provo-


Temperatura elevada no motor Esforços mecânicos pelas tubagens (desalinhamento)
cado pelas tubagens
e/ ou bomba
Verificar ponto de funcionamento
Sobrecarga do motor
Verificar a existência de prisão mecânica

11. Serviço técnico e assistência


A EFAFLU garante o fornecimento de peças de reserva e substituição.
Para tal, basta contatar-nos identificando o número de série do equipamento em causa e a respetiva peça. (ver
manuais de instruções)

A EFAFLU dispõe também de equipa técnica devidamente qualificada para a resolução de todos os
problemas relacionados com assistência técnica e manutenção.
Ver contatos nos equipamentos e na documentação técnica.

12. Desmantelamento
O desmantelamento vai ocorrer quando o sistema for permanentemente desativado.
É preciso garantir o tratamento dos materiais e líquidos resultantes desta operação, de acordo com as normas
em vigor.
Os materiais são:

> Aço, ferro fundido ou bronze


> Borrachas e materiais plásticos
> Cobres e latões
> Baterias
> Óleo, gasóleo e anti-congelante

18 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


Preface, Warranties and Limitations

)
I Preface EN
The main function of this Instructions Manual is to help as much as possible the assembling, operation and
maintenance of the equiment.
Not proceeding as indicated in this document or the wrong utilization of the equipment by non authorized or non
qualified personnel can cause personal damaged due to this risks:

> Rotating parts (high speed)


> High pressures and/ or temperatures (when applicable)
> Hazardous fluids (when applicable)
> Potential electric danger

ATTENTION

The lack of compliance with the instructions of this manual or the


abnormal operation of the equipment by non authorized or non
qualified personnel can cause severe personal and equipment
damages.
The technical service from EFAFLU is at your total disposal please
contact us by phone or e-mail.

)
II Reception on client – verification of expedition documents
When receiving the equipment is necessary to verify the conformity of the equipment to documents and
inspection it taking special attention to possible damages caused by transportation.

Each equipment must be unpacked and inspected. In the event of any anomaly, it must be immediately
communicated to the transportation agent, to EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A. and to insurance company
when applicable.

)
III Warranty
The warranty covers all defects in the equipment, resulting from any failure or manufacturing defect of
equipment, for a period of one year of operation or 12 months from the date of shipment from the factory,
whichever comes first. The manufacturer is not liable for damages due to the breach of the recommendations
in the documentation.

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 19


During the warranty period, ask for permission of the manufacturer before any modification or repair of the
pumps. Use only original or authorized parts by the manufacturer. Excluded from this warranty are damages
caused by incorrect operations or errors in the electrical connections for using the pumps outside its limits of use,
inadequate protection of the engine, auxiliary equipment failure, by electrical discharges. Other circumstances
EN
beyond our control are not covered under the warranty.
In any case, the warranty excludes the reimbursement as a result of failures of equipment or facilities.
We decline responsibility for everything that refers to personal injury or property damage resulting from misuse
or improper use of the equipment.
The equipment, on which any abnormality is suspected, may not be dismantled. Failure to observe this rule may
invalidate the warranty.

1. Manufacturer and Equipment Identification Data

1.1 Manufacturer 1.2 Equipment Data


EFAFLU Bombas e Ventiladores S. A.
DESCRIPTION:
HEAD OFFICE/ DELEGATION: FIRE FIGHTING SYSTEMS
Modelo: STOPFIRE EN 12845,
Rua Comendador Brandão, 484
STOPFIRE NE CEPREVEN R.T.2 - ABA
4495 - 375 Póvoa de Varzim -Portugal Year of construction: See nameplate
Tel: [+351] 252 298 700
Fax: [+351] 252 615 480

SOUTH OFFICE: NOMENCLATURE:


Edifício Cacém Park - Arm.32 STOPFIRE NE EDJ 60/50
Est. Paço d’Arcos, 88-A Alto da Belavista
2735-238 Agualva Cacém Flow rate m3/h
Portugal Manometric head m.c.a
Tel: [+351] 214 134 700
Fax: [+351] 214 134 709
E - Electric
D - Diesel
J - Jockey
(example: EJ, DJ, EEJ, EDJ, DDJ,...)

EN - EN12845
NE - CEPREVEN

20 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


2. Introduction
The Firefighting system is designed and executed in accordance with the EN12845 or Cepreven R.T.2.- ABA
standards. EN
Besides the standards involved, the pumping systems are usually characterized by the following sets:

MAIN PUMP SET:


Consisting by pump/ motor/ electrical panel that aim to provide the flow and pressure needed for installation in
accordance with the requirements of the project. The system starts automatically by pressure dropping by order
of the pressure switch / pressure transducer.

STAND-BY PUMP SET:


It has the same characteristics of the main pump set. It should be taken into account that the energy source of the
stand-by pump sets must be independent from the main pump set.

JOCKEY GROUP:
The jockey pump is usually a vertical multistage pump, electrical drive, dimensioned to keep the system
pressurized, controlled by a pressure switch, compensating pressure variations resulting from small leaks in
the installation. A jockey pump should be used exclusively for this purpose so the flow to be selected should be
reduced.

TESTS MAINFOLD:
Equipped with a flow meter, it allows checking the flow rate from the main pumps, both at its nominal operating
points as the requested by the respective standard. Its installation, use and maintenance must obey to be above
standards. EFAFLU shall not be liable for misuse of the system and/or by disregard.
All interventions must be carried out by specialized technicians and according legal laws in place.

3. Transport and Storage

3.1 Transport

Before handling, check:

> The weight of the pump or pump-motor group;


> Dimensions;
> The zones for lashings or elevation points.

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 21


The pump must be transported with suitable equipment to the weight and dimensions or packages to be moved.

> Always use lifting equipment for weights that exceed 20 kg


> Never suspend the pump by the shaft.
EN
> Never use the motor suspension eyelet to suspend the electric pump, which is
only prepared to suspend the weight of the motor itself.

3.2 Storage
The system, when supplied, is usually prepared for immediate installation.

STORAGE FOR A PERIOD UP TO 3 MONTHS:

> Store in a dry location free from dust and vibrations


> The ambient temperature must not be under 5ºC
> The pumps shaft must be rotated every 30 days. This prevents damage of the bearings
and the collage of wearing rings.

STORAGE FOR A PERIOD LONGER THAN 3 MONTHS:

> Open the package and remove the protection of the pumps flanges and, with
compressed air, if necessary, clean and dry the inside of the pumps.
> Protect the inside of the pumps with anti-condensation products; close the flanges, by
ensuring that foreign objects do not enter inside the pumps.
> Cover the pumps with a plastic film and put anti-condensation products.
> Check the protections periodically.
> It is recommended that the shaft is rotated every 30 days, since it avoids the damage
of the bearings and the collage of wearing rings.

22 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


4. Installation
The location of the installation of the equipment (engine room) should be prepared, in order to ensure the
existence of appropriate conditions for carrying out the installation. EN
The engine room that will receive the central should be immune to flooding, with open drainage for a correct
water flow. Whenever possible, this should be gravitational drainage. When not possible, it must be installed an
appropriate drainage system and properly scaled to avoid this situation.

4.1 Location
The central unit must be installed in a dry, closed and ventilated place, free from dust and aggressive materials
that may compromise its proper functioning. It must be considered easy access to equipment, located as close as
possible to the water supply (cistern, tank, etc.) and power source (generator, energy network).
The electrical power supply must be direct from the transformer station, in order to ensure the functioning of the
electric pumps, even when all the other electrical circuits have been turned off, including the disconnectors or
general switches.
Any power line sectionaliser must contain a warning of the type:

“SPRINKLER PUMP MOTOR SUPPLY - NOT TO BE SWITCHED OFF IN THE EVENT OF FIRE“

There must exist free useful space around the equipment to allow the handling of the equipment, its maintenance
and intervention, in case of need.

4.2 Foundation
The control unit has to be installed on a concrete foundation.
Holders of metallic structure, such as bars, irons, profiles, etc., are not acceptable, since they undermine the
installation and all existing equipment.
The foundation must be able to withstand and absorb existing vibrations during startup/operation/stop of the
equipment (it must be structurally isolated from the floor of the building).
This must be at least 200 mm wider than the plant in its entire perimeter. Must be leveled and with a smooth and
flat surface. The mass of the massif must be, at least, 1.5 times the mass of the central. The minimum height of the
massif (hf) is calculated by the following formula:

m * 1,5
hf =
Lf * Bf * δconcrete

For the concrete density ( δ ) is normally used the value of 2.200 kg/m3.
m - system mass (kg)
Lf – massif length
Bf – massif width

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 23


Installations where the noise and/or vibration are an important operational factor, there
should be considered solid mass, at least, 5 times the mass of the central.

EN
4.3 Setting
The central has holes on the platform to allow drilling in the massif on a proper way (vertical drilling), and
these same holes should be used for fixing the central unit (see fig. 1).
It is recommended, for fastening procedure, the use of chemical bushing. There should be used pressure
washers or knurled for the realization of grip, by ensuring the correct fastening.

foundation plate
formwork basis

concrete

shims

shims

Fig. 1 - Setting detail

24 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


4.4 Water connections
Whenever possible, the central unit must be installed with positive aspiration, to ensure the reliability of its
operation, by reducing the danger of depriming.
In case of negative suction, there must be installed an automatic priming tank system that maintains continuous EN
priming of the pumps.

4.5 Suction
The suction pipe should be adequate, to allow the proper functioning of the plant and it should ensure
that the nominal flow, the speed of the liquid does not exceed 1,8m/s when in positive aspiration or 1,5
m/s in negative aspiration. In the latter case, the suction pipe must be installed with a ascendant tendency
to the pump. In case of use of reduccers, these must be eccentric and properly installed (see figure 2). The
pipes must be correctly aligned and supported, so any mechanical stress is not introduced into the group’s
flanges. It should be prevented vortex formation in the suction pipe.

Right Wrong

Fig. 2 - Installation of different suctions

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 25


4.6 Discharge
The discharge pipe must be properly supported, by avoiding the transmission of mechanical stress to the
groups. A shutoff valve must be installed with slow opening/closing out for the firefighting supply network.
EN The liquid recommended speed should not exceed 3 m/s.

The return pipe to the tank of the flowmeter manifold must be sufficiently away from the
suction pipe, preventing the phenomenon of aeration.

4.7 Valves for security protection against zero-flow operation


The central unit is provided with safety valves for each group (main or reserve) for recirculation of water,
in case of operation of zero-flow pumps. These can be connected again to the suction tank (independent
connection of the suction pipe) or forwarded to the sewer. In both situations, the connection must allow the
operator to see the passage of liquid.

4.8 Test circuit calibration


Each group has a test circuit of pressure switches. This must be connected to the sewers, to allow testing
without causing damage to the equipment.

4.9 Bearing bracket liquid drainage of gland packing seals (when applicable)
The pumps have a threaded hole at the bottom of the bearing bracket for draining the gland packing seal
liquid.This must be connected to the sewer.

4.10 Cooling system of diesel motors.


If the central unit has one or more groups with diesel motors equipped with heat exchanger, this one already
has interconnection with the safety valve for the cooling power of the motor. It is necessary to undertake
the hydraulic connection of the output of the heat exchanger. This can be connected to the suction tank
(independent connection of the suction pipe) or forwarded to the sewer. The passage of the liquid must
be visible, in order to allow the user to be sure that the motor is being properly refrigerated, and verify the
water temperature.

26 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


5. Alignments
> Noise, vibrations, excessive wear, destruction of the coupling, bearings, bushings, wear
EN
rings, mechanical seals and the possible bursting of rotating elements, can result from
insufficient alignment of pump and motor.
> The flexible coupling cannot be used to compensate for the misalignment of pump and
motor shafts. The purpose of its use is to compensate temperature changes and allow
the movement of the spindle ends without interference in transmitting power from
the motor to the pump.
> It is mandatory to proceed with the alignment of the group, after its flatness and
tightness to the foundation.
> Realign it, after connecting the pipes to the pump.

TYPES OF MISALIGNMENT:

There are two types of misalignment between the pump shaft and the motor, as follows:

Angular misalignment - concentric shaft tips but non-parallel axes.


Parallel Misalignment - parallel shafts but not concentric.

The more rigorous process to proceed to the alignment is for “Laser”, following the instructions of the
respective manufacturer. In the absence of this equipment the recommended method for the alignment
and/or your check is the gauge indicator (see fig. 3). This method is the one that best allows you to obtain a
good concentricity between the two axes of came and respective means couplings.

1 2 3

Fig. 3 - Aligning with gauge indicator

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 27


1. With the gauge indicator mounted on the pump side, rotate simultaneously the two half couplings to
check the concentricity and correct as necessary.
2. With the gauge indicator mounted on the flange coupling half, turn simultaneously the two half couplings
to check the uniformity of the interval between flanges and correct as necessary.
EN
3. With the gauge indicator mounted on the side of the motor, run simultaneously the two half couplings to
check the concentricity and correct as necessary.

If there are no conditions for application of this method, one can use to the method of measuring the gap of
the outer contour of the half couplings and the gap between the faces of those ones (see fig. 4)

clearance checker
ruler

Fig. 4 - Alignment with ruler and clearance checker

How to proceed:

1. A ruler placed on the cylindrical surface of one of the half couplings, also touches on the entire surface of
the other half coupling.
2. Repeat the operation by moving the ruler 90 degrees around the coupling.
3. With a clearances checker, confirm that the distance between the two faces of half couplings is equal
throughout its entire periphery.
If any of these points is not verified, slightly lose the fastening screws of the motor and according to the
need:
> To correct low motor – rise the motor with the application of thin plates/shims or
stainless steel under its feet.
> To correct parallel or oblique lateral deviations – proceed to correction of the positioning
of the motor, by using a rubber hammer (small motor) or lever (big motor).

If the pump will work at high temperature, the group has to be realigned to the service temperature.

After the alignment operation, coupling protection should be assembled again.

28 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


6. Electric Connections
The central is equipped with complete electrification carried out in factory. The power of each electric board must
be independent. The power extension has to be to use only of the firefighting central unit, namely, separate from EN
any other interconnection.
The power supply has to be continuous and must be provided in accordance with the rules in force. For specific
situations, should be always consulted with the rules in force.
The electric boards have protection by fuses of high cutting power, capable of supporting the start-up of groups
and their continuous operation of at least 110% of the rated motor current at full load.

7. Firefighting system Operation

7.1 Setting the Firefighting system


The Firefighting system was tested and adjusted at the factory. However, it is required, after its complete
installation, to test it again and, if necessary, to adjust its setting to the real operating conditions of the
installation. This operation can be performed by the technical services of EFAFLU, or technicians with proper
training.

7.2. Firefighting system type and working principle


7.2.1 Firefighting system Model EJ
This firefighting system consists of a main electropump, an auxiliary electric pump “Jockey” and a controller
for both electropumps.
- Firefighting system operation in manual and automatic mode:

See controller manual.

7.2.2 Firefighting system Model EEJ


This firefighting system consists of a main electropump, a reserve electropump, an auxiliary electropump
“Jockey”, a controller for the main electropump and “Jockey”, and another for the reserve electropump.
- Firefighting system operation in manual and automatic mode:

See controller manual.

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 29


7.2.3 Firefighting system Model DJ
This firefighting system consists of a main diesel motor pump, an auxiliary electric pump “Jockey”, a
controller for the main diesel pump and a jockey controller for jockey pump.
EN - Firefighting system operation in manual and automatic mode:

See controller manual.

7.2.4 Firefighting system Model EDJ


This firefighting system consists of a main electropump, an auxiliary electric pump “Jockey”, a reserve diesel
pump, a controller for the main electropump and “Jockey”, and a controller for the diesel pump.
- Firefighting system operation in manual and automatic mode:

See controller manual.

7.2.5 Firefighting system Model DDJ


This firefighting system consists of a main diesel pump, an auxiliary electric pump “Jockey”, a reserve diesel
pump, a controller for each diesel group and a jockey controller for jockey pump.
- Firefighting system operation in manual and automatic mode:

See controller manual.

8. Commissioning
Prior to commissioning, you should:
> Perform a thorough cleaning of the water supply tank, as well as to all the pipes of the
installation.
> Perform the leakage test of the fire network, according to the applicable standard.
> Perform a final inspection to the water supply tank; check its volume (according to the
standard), as well as its cleaning.
> Check the correct installation/hydraulic connection of the flowmeter manifold and his
return to the tank.
> At the positive aspiration Firefighting systems, open the shutoff valves on suction, to fill
pipelines and prime the pump.
> At the negative suction Firefighting systems, check the self-priming tank and proceed to
priming of the suction pipe and pumps.

30 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


> Check the electric supply in the controllers of the Firefighting systems (voltage and
phase sequence).
> Refer to the respective manuals of controllers.
EN

8.1 Setting into operation:


> Fill in and pressurize the firefighting network, by using the “Jockey” pump.
> Test, in manual mode, each group individually, for direction of rotation and detection of
any anomalies in the equipment or installation.
> Perform hydraulic test, according to the characteristics of the system and standard
(flow, pressure, electrical data, rotation, ...)
> Perform tests in automatic mode, by checking its correct operation and eventual
calibration of pressure switches and safety valves.
> Check the load pressure of the compressed air tank.

In this kind of Firefighting systems, in manual or automatic mode, you can only stop the
pumps manually by the operator on the controller stop button.

After finishing the perform tests and when in standard operating regime, the system has
to be in automatic operation mode. Failure to follow this rule will disable the automatic
operation in case of emergency.

8.2 Testing and periodic inspection:

Tests on the Firefighting systems should be done weekly, according to the applicable
standard.

It can be carried out manually, by opening the valve of the flowmeter manifold, by returning back the used
water to the tank.
It can be carried out manually by opening any fire protection system, by simulating the existence of a fire.
It can be done manually, by using the manual startup of the electric pump or the diesel pump.

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 31


9. Maintenance
EN The owner of the system is responsible for the appointment of an authorized specialist, to ensure the correct
handling of the compulsory periodic test system and its maintenance.

9.1 The maintenance of the firefighting system comprises:


- Testing and periodic inspection:

The periodic inspection and test of Firefighting system should be done weekly, according
to the applicable standard.

Periodic maintenance includes running manual and automatic of each group, individually, with verification of:

> Nominal system features, through the flowmeter manifold or the firefighting
network itself, when this is absent.
> Functioning of protection and safety valves.
> Auditory and visual inspection (anomalous noises, leaks, cleaning, accesses,
ventilation, fixation, vibrations, etc.)
> Battery inspection of the pump(s) (if applicable), by checking the level and density.
The must be added distilled water, when needed.

This maintenance allows confirming the functionality of the system, as well as the screening of potential
problems/anomalies and their correction.
Periodically, the pressure of the compressed air tank must be checked. To perform this operation, it must be
performed without hydraulic pressure in it. This check is made, by using a pressure gauge applied to the existing
valve on top of tank.
This value should be about 0.5 Kg/cm2 lower than the start pressure of “Jockey” pump.

It is recommended that, at least once a year, there should be held an inspection, maintenance and
testing, performed by a qualified person, in order to ensure the proper operation of the system.

The technical services of EFAFLU have a suitably qualified staff to carry out these actions.

9.2 Maintenance of pumps:


To be carried out according to the specific manual that follows with the Firefighting system.

32 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


9.3 Maintenance of the diesel engine
It should be performed a periodic maintenance to diesel motor.
See manual and manufacturer’s specifications, which follows with the Firefighting system. EN

9.4 Long term stop


In case of a long term stop of the system, for recommissioning, there must be followed all procedures and
initial steps as if it were the first.
Particular attention should be given to any mechanical grip (manual verification), noise, leaks, etc.

10. Anomalies - Causes and Solutions


See also, list of hydraulic pumps and motors.

Anomaly Possible Causes Solutions


Check the presence of the three phases

Confirm if the group is gripped


Thermal Tripping
Reset thermal and check consumption of the
Jockey pump doesn’t start motor

Confirm water level


Low level float in the tank
Check the contacts of the buoy

Pressure switch Check pressure switch

Intermittent operation of Pressure switch Check pressure switch adjustment

“Jockey” pump No compressed air in tank Replace compressed air

Check condition of electric motor


Blown fuses
Check electrical connections

Electric pump doesn’t startup Pressure switches Check pressure switches

Check phase sequence


Incorrect power supply
Check the presence of the three phases

Check the network pressure, if it is below the


Electric pump doesn’t stop Pressure switches pressure switch adjustment

Check pressure switch

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 33


Anomaly Possible Causes Solutions
Check condition of batteries. Replace if
Batteries malfunction
EN necessary.

Check command fuses of the coil of calling of


Diesel pump doesn’t starter motor.
startup No starter motor gears
Check the starter motor. Replace/repair if
necessary.

Pressure switches Check pressure switches.

Check the network pressure, if it is below the


Pressure switches pressure switch adjustment

Check pressure switch

Diesel pump doesn’t stop Check fuse of command

Check solenoid and replace if necessary


Stopping solenoid doesn’t work
Board with starting order by pressure switch
action.

Prime the groups properly

Deprimed groups Check if there is air in the suction pipe

Check the condition of the pump seal


Little or no water in groups Shutoff valves Check the condition of opening

Operation of the motor in two phases Check presence of phases and fix

Check direction of rotation and correct if


Incorrect direction of rotation
necessary

Operation in two phases of the motor Check presence of phases and fix

Check the gripping of the group rotor/pump


Motor overload Motor/pump blocked or with high impeller
gripping
Check condition of bearings

34 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


Anomaly Possible Causes Solutions
Bearings Anomaly Check and replace if necessary
EN
Cavitation Check operating point

Bad alignment Check and correct alignment

High vibrations Air intake on suction Check suction piping

Check condition of the impeller, existence of


Unbalanced impeller debris, structural confirmation and balance if
necessary

Pipings mechanical stress Check for mechanical stress caused by pipes

Bearings Anomaly Check and replace if necessary

Mechanical stress in the pipings


High temperature Check for mechanical stress caused by pipes
(misalignment)
motor and/or pump
Check operating point
Motor overload
Check for mechanical prison

11. Technical Service and Assistance


EFAFLU ensures the supply of spare parts and replacement.

To do so, simply contact us, by identifying the serial number of the equipment concerned and the respective
piece. (See instruction manuals).

EFAFLU has a suitably qualified technical team for the resolution of all issues related to technical assistance
and maintenance. Refer to contacts in the equipment and in the technical documentation.

12. Dismantling
Dismantling will occur when the system is permanently disabled. It must be ensured the processing of materials
and fluids resulting of this operation, in accordance with the rules in force.
The materials are:

>Steel, cast iron or bronze


>Rubber and plastic materials
>Copper and brass works
>Batteries
>Oil, gas oil and antifreeze

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 35


PT

36 EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A


EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A 37
EMPRESA
A EFAFLU é uma empresa nacional, com mais de 70 anos de experiência,
integralmente vocacionada para o desenvolvimento, produção, comerciali-
zação, apoio técnico e serviços pós-venda de bombas, sistemas de bomba-
gem e ventiladores. Os nossos produtos são distribuídos em todo o país e no
estrangeiro através de parceiros especializados e qualificados.

COMPANY
EFAFLU is a Portuguese company with more than 70 years of experience,
entirely dedicated to development, manufacture, marketing, technical
support as well as after-sales service of pumps, pumping systems and fans.
Our products are distributed throughout Portugal and abroad by specialized
MI 041/ 05 PE 04/2019

and qualified partners.

EFAFLU Bombas e Ventiladores, S.A.


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nº478 nº RE-67/RAA nº271

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