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RAFAEL AZZOLIN PACHECO – MESTRE KAHUNA HEALING

KAHUNA HEALING
HUNA, significa " o segredo ". Enquanto os medicamentos modernos tem suas
es há menos que 350 anos, HUNA, por outro lado, existe a mais de 5.000 anos. É um
raízes
raíz
sofisticado sistema que integra mente, corpo e espírito em a!es e materializa!es para a
felicidade
felicidade pessoal e para a feli
felicidade
cidade de noss
nossaa "tei
"teiade
ade#ida"
#ida".. $oss
$ossui
ui resp
respostas
ostas onde nem
mesmo a ci%ncia moderna consegue pensar em perguntar
perguntar..

Cura Espiritual Hawaiiana


& '(
'(to
todo
do de )u)ura
ra Es
Espi
piri
ritu
tual
al *a
*a+a
+aiiiian
ano,
o, co
conh
nhec
ecid
idoo co
commo HUNA, si signif
gnifica
ica
"segredo". É um sistema de manipulao de energia que coloca sua %nfase em conectar a
espiritualidade c-smica do er *umano com a /erra, seu corpo e suas emo!es. HUNA
nos ensina a celerar a #ida no plano físico, a #er a espiritualidade em todas as coisas, nas
materializa!es.

A Filosoia Hawaiiana HUNA


Esta antiga tradio acredita que a cha#e para #i#er uma #ida integral está em
despertar e integrar nosso Eu In!rior 1 uconsciente 2, com o M"#io 1)onsciente 2 e o
Sup!rior 1 Espiritual &u uperconsciente 2. ssim, atra#(s dessa integrao, *una nos
oferece uma profunda e ela filosofia de #ida centrada no mor, enxergando o er 
*umano, a 4atureza e o i#ino como partes harmoniosas de uma mesma comunidade
c-smica. Huna ( muito mais que uma filosofia, ( um modo de #ida que nos fornece um
con6unto de práticas shamanicas simples mas, profundamente transformacionais, que nos
are e amplia o mundo espiritual.
*ist
*i stor
oric
icam entee o KA
ament KAHU
HUNANA ( o 'estre Espiritual 7uardio do conhecimento
HUNA e da /radio. 8uando os ingleses se instalaram nas ilhas ha+aiianas a prática
HUNA foi proiida e o KAHUNAS ti#eram que traalhar na clandestinidade. ssim, a
aedoria
aedo ria Espirit ual HUNA ficou oculta por muitos anos. *o6e, nessa no#a idade do
Espiritual
$laneta, a prática HUNA uma #ez mais emerge 9 atra#(s de muito poucos eleitos  para
nos a6udar a curar de forma arangente e total.

INTRO$U%&O
*:4 no ( um sistema ;oculto<, ou se6a, destinado a poucos escolhidos e sim um
importante, eficaz e efeti#o m(todo para a cura instant=nea e felicidade geral de nossa
KAHUNA HEALING
HUNA, significa " o segredo ". Enquanto os medicamentos modernos tem suas
es há menos que 350 anos, HUNA, por outro lado, existe a mais de 5.000 anos. É um
raízes
raíz
sofisticado sistema que integra mente, corpo e espírito em a!es e materializa!es para a
felicidade
felicidade pessoal e para a feli
felicidade
cidade de noss
nossaa "tei
"teiade
ade#ida"
#ida".. $oss
$ossui
ui resp
respostas
ostas onde nem
mesmo a ci%ncia moderna consegue pensar em perguntar
perguntar..

Cura Espiritual Hawaiiana


& '(
'(to
todo
do de )u)ura
ra Es
Espi
piri
ritu
tual
al *a
*a+a
+aiiiian
ano,
o, co
conh
nhec
ecid
idoo co
commo HUNA, si signif
gnifica
ica
"segredo". É um sistema de manipulao de energia que coloca sua %nfase em conectar a
espiritualidade c-smica do er *umano com a /erra, seu corpo e suas emo!es. HUNA
nos ensina a celerar a #ida no plano físico, a #er a espiritualidade em todas as coisas, nas
materializa!es.

A Filosoia Hawaiiana HUNA


Esta antiga tradio acredita que a cha#e para #i#er uma #ida integral está em
despertar e integrar nosso Eu In!rior 1 uconsciente 2, com o M"#io 1)onsciente 2 e o
Sup!rior 1 Espiritual &u uperconsciente 2. ssim, atra#(s dessa integrao, *una nos
oferece uma profunda e ela filosofia de #ida centrada no mor, enxergando o er 
*umano, a 4atureza e o i#ino como partes harmoniosas de uma mesma comunidade
c-smica. Huna ( muito mais que uma filosofia, ( um modo de #ida que nos fornece um
con6unto de práticas shamanicas simples mas, profundamente transformacionais, que nos
are e amplia o mundo espiritual.
*ist
*i stor
oric
icam entee o KA
ament KAHU
HUNANA ( o 'estre Espiritual 7uardio do conhecimento
HUNA e da /radio. 8uando os ingleses se instalaram nas ilhas ha+aiianas a prática
HUNA foi proiida e o KAHUNAS ti#eram que traalhar na clandestinidade. ssim, a
aedoria
aedo ria Espirit ual HUNA ficou oculta por muitos anos. *o6e, nessa no#a idade do
Espiritual
$laneta, a prática HUNA uma #ez mais emerge 9 atra#(s de muito poucos eleitos  para
nos a6udar a curar de forma arangente e total.

INTRO$U%&O
*:4 no ( um sistema ;oculto<, ou se6a, destinado a poucos escolhidos e sim um
importante, eficaz e efeti#o m(todo para a cura instant=nea e felicidade geral de nossa
;teiade#ida<. $or(m ele s- ( ensinado > pessoas preparadas para utilizar este grande
 poder. $essoas com altos #alores morais que realmente esto traalhando para a cura de
nosso planeta.
8uan
8u ando
do ap
apre
rend
ndem
emosos como
como a ment
mentee tra
traal
alha
ha,, po
podem
demos
os aqaqui
uila
lata
tarr suas
suas fun
fun!e
!ess
adequadament
adequadamentee e sua grande fora em efici%ncia
efici%ncia e poder.
poder. *:4 traalha
traalha em nossa
nossa #ida
com
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todo,, torn
torna
aaa muit
muitoo melh
melhor
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te,, a #ida
#ida de todo
todoss qu
quee
traalhamo
traalhamoss com compaixo e desprendim
desprendimento.
ento. )omo rilhantem
rilhantemente
ente cita 'ax ?reedom
@ongA ' Se você não está utilizando o método HUNA, você está trabalhando com um
esforço muito maior do que recisaria!"

SUA HIST(RIA
&s ensinamentos *:4 constituem um conhecimento secreto que aportou no
&cidente atra#(s do traalho de 'ax ?reedom @ong. 'ax entrou em contato com *:4
estu
estuda
dand
ndoo co
com
m Billia
lliam
m /ufts
fts Crig
Crigha
ham,
m, qu
quee #i#e
#i#euu D0 ananos
os no *a *a+a
+aiiii u
usc
scan
ando
do
compreender *:4 e seu segredo. Ele deu muitos passos a frente, mas nunca conseguiu
compreender *:4 em seu =mago. @ong, ou#iu sore o interesse de Crigham e o
 procurou. Crigham perceeu, logo nos contatos iniciais que, aos F anos de idade, tinha
encontrado aquele que le#aria adiante seus estudos e pesquisas cu6o segredo no ha#ia
descoerto.
'ax ?reedom @ong estudou o traalho de Crigham e o le#ou a frente. @ogo, deparouse
com a mesma dificuldade. &s ensinamentos *:4 eram uma tradio milenar oral.
ssi
ssim,
m, semp
semprere qu
quee se esfo
esfor
ra#a
a#a pa
para
ra compr
compree
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nder
er,, en
enco
cont
ntra
ra#a
#a um o ost
stác
ácul
ulo.
o. &s
 pouquíssimos G*:4 remanescentes recusa#amse a contarlhe. urante muitos anos an os
?reedom ficou retido nesse impasse.
i mpasse.
Ent
Ento,
o, em HI3
HI355 ?ree
?reedom
dom te#e
te#e um #isl
#islum
umr
re.
e. o dedesp
sper
erta
tarr, #e
#eio
io a id(i
id(iaa de
no#amente traduzir os c=nticos e ora!es gra#adas, aseandose nas raízes das pala#ras 9 
& Jdioma *a+aiano se constitui de pala#ras longas construídas a partir de pala#ras de
raízes curtas. Essa foi a cha#e para o seu entendimento do E7KE& de como os
Gahunas realiza#am seus feitos aparentemente mágicos.

&s D0 anos seguintes de 'ax ?reedom @ong foram passados estudando e traalhan
do com os ensinamentos *:4 at( seu falecimento em HILH. ?oi nessa (poca que o
ensinamento passou > E. &tha Bingo.
Bingo.
CONCEITOS )*SICOS

diretriz ásica de *:4 (A O +ni,o p!,a#o !-ist!nt! " a.!r /al aos outros ou
 diretriz
a n0s /!s/os1 &u se6a, em pensamentos, pala#ras e oras. $or exA 8uando criticamos
algu(m em #oz alta, ou em pensamento, reforamos aquela qualidade, naquela pessoa,
consequentemente, pecamosM
s melhores oras para se estudar *:4 soA
soA
 /he ncient Keligion for $ositi#e /hinNing 9 Billiam 7lo#er
 /he ecret cience at BorN
 /he ecret cience Cehind 'iracles
 Bhat Oesus /aught
 7ro+ing into @ight
 /he *una )ode in Keligions 9 'ax ?reedom @ong
 *una *ealing
 :ran haman
 Jnstant *ealing
 Earth Energies
 'astering Pour *idden elf 9 erge Gahili Ging

 4o ( necessário possuir ;hailidade


;ha ilidade mental< super desen#ol#ida para desen#ol#er 
suas hailidades no m(todo *:4. /odos n-s temos esta hailidade, ( s- treinar nossa
mente para tal. &s princípios de *:4 en#ol#em o estudo das leis uni#ersais e seus
conceitos ásicos.  maioria dos estudantes percee, gradati#amente, que a intuio se
torna cada #ez mais forte e as percep!es mentais e espirituais desen#ol#emse pro
gressi#amente. ssim, o constante estudo e prática ( que conferiro resultados ao tra
 alho. $ortanto precisamos
precisamos nos dedicar muitoM

2OC3 4 MUITO MAIS 5UE UM CORPO F6SICO

/emos
/emos a consci%ncia de nossa exist%ncia física, de nosso corpo e nossas fun!es.
/emos
/emos a consci%ncia de nossas fun!es #oluntárias e in#oluntárias. aemos de nossas
a!es, rea!es e sentimentos. aemos do prazer,
prazer, da dor, da alegria e da tristeza. 4este
 ponto ( muito importante
importante uma informao #italA oenas so causadas pela perda de

energia acumulada. oenas so causadas pela tenso muscular, em #árias partes do corpo
e.... do espíritoM &nde há tenso, há perda de energia e consequente perda de saQde.

MENTE CONSCIENTE 7 UHANE E SU)CONSCIENTE – UNIHIPILI


$or #ezes dizemos que ;precisamos con#ersar conosco ; para decidirmos sore
algum assunto que nos assusta ou que precisa ter uma deciso desafiadora. 4ossa mente
analíticaRconsciente traalha uma lista de pr-s e contras, enquanto nossa emoo nos
conduz em outra direoM E ficamos ;na encruzilhada<.
Enquanto achamos que no existem ;dois Eus<, ;eles< so reais e nos enchem de dQ#idas.
 mente ( dual e assim traalha. estarte temos que traalhálas em uníssono e
harmoniosamente para os resultados esperados. Estamos falando sore as mentes
consciente 1razo2  UHANE e suconsciente 1emoo2 9 UNIHIPILI1

MENTE SUPERCONSCIENTE – AUMAKUA

 nossa terceira parte ( o que denominamos como E: :$EKJ&K ou 'ente


uperconsciente. É a parte de n-s mesmos que nos guia, protege, direciona, orienta,
quando &@J)J/'&M
ssim somos ;uma trindade< que ( um conceito em familiar a n-sA $ai, ?ilho e Espírito
antoS )(u, /erra e *omem S  :nidadeR masculinoR Pang R )(u R 'ente uperconsciente
1nQmero H2 , & Encontro R  'ulher R Pin R/erra R 'ente uconsciente 1nQmero F2 , &
 4ascimentoR*omem R upla $olaridade R 'ente )onsciente 1nQmero 32, E $K &
Gahunas  Gu, Gane e Ganaloa.

O COR$&O AKA
/emos uma matrizRpadro, impressa de modo transparente, nos nossos tr%s corpos ou
mentes. &s Gahunas 1hams em *:42 descre#em estas matrizes como ;duplos< exatos
de cada corpo nosso e os denominam como ;corpos G<
endo estes corpos feitos de uma sustancia altamente flexí#el, para eles no existem
dist=nciaRespao. esta maneira quando duas pessoas se comunicam, uma conexo de
linha G ( feita entre elas, como um fio de teiadearanha prateado e elas permanecem
ligadas. )ontatos adicionais #o acrescentando mais linhas formando )ord!es  G e a
ligao #ai se tornando mais e mais forte.

MANA OU FOR%A 2ITAL


Esta energia ( tam(m conhecida como fora #ital ou GJ, que mant(m, sustenta e
constr-i a #ida. & símolo *:4 para '4 ( a água ou fonte de toda a #ida.  água
flui assim como a fora #ital.  água preenche tudo e todas as coisas.  água pode escoar,
assim como a fora #ital. /odo pensamento en#ol#e uma fora el(trica, uma ati#idade
el(trica, simolicamente, '4.  pala#ra ;'ana &<, significa pensamento e ;&< o
 processo de utilizao de '4 para produzir pensamento.  cada pensamento formado,
um )ordo G ( colocado nele, ligandoo a outros tipos de pensamentos, em frequ%ncias
similares, 1o que se chama em psicologia de ;associao de ideias<2.

CONCEITOS8 $ENOMINA%9ES E T4CNICAS HUNA – ENSINAMENTOS


Os Tr:s Corpos – As Tr:s M!nt!s

AUMAKUA ; KANE – MANA LOA – ESP6RITO PNEUMA – LIGA$O <


RESPIRA%&O;AR – EU SUPERIOR ; ESP6RITO – CONE=&O COM O $I2INO.

UHANE ; LONO – MANA MANA – ALMA – PS>CHE MENTE CONSCI73NTE ;


MENTE – SER INTERME$I*RIO

UNIHIPILI ; KU – MANA – CORPO MENTE SU)CONSCIENTE ; CORA7%&O – 


SOMA RA6Z CROMOSSOMAS– SER F6SICO;)*SICO

Os S!t! Prin,?pios HUNA

• IKE – & mundo ( o que pensamos que se6a.  Kealidade ( 'aTa. /odos os sistemas
so aritrários.
• KALA –  4o há limites. /udo está conectado, qualquer coisa ( possí#el, a
separao ( apenas uma iluso.
• MAKIA – /udo ( energia e a energia flui onde existe a ateno e inteno e a
ateno está onde a energia flui.
• MANA@A – Este ( o momento do poder e a energia aumenta com o poder sensorial
da ateno, foco e inteno.

• ALOHA – mor ( ser feliz. & amor energiza e o 6ulgamento diminui a energia.
/udo ( #ida, ati#o e responde > energia. mar ( ser feliz com todas as coisas e
 pessoas.
• MANA – /odo o poder #em de dentro de n-s. /udo tem energia e poder e o poder 
#em da autoridade.
• PONO – E?E/JUJE ( a #erdadeira medida da #erdade, empre existe uma
maneira alternati#a de se fazer qualquer coisa.
• KAHUNA GUERREIRO = KAHUNA A2ENTUREIRO1

& caminho do ham ( esse, o caminho do amor. $odemos classificar de uma forma
geral os hams em dois gruposA &s 7uerreiros e os #entureiros. &s dois chegam ao
mesmo ponto, sendo que os primeiros seguem o caminho do poder pessoal, enquanto os
segundos integramse, misturamse com todas as coisas, portanto, os primeiros seguem um
caminho muito solitário, enquanto os segundos seguem com o ?luxo da Uida, portanto,
 6unto ao todo.
ssim, qualquer que se6a a raiz do ham, ( uma questo de escolha e atitude. /odos
dois iro permear di#ersos uni#ersos, mas cada um o #erá de forma diferente.....8uando os
indianos usam a pala#ra 'aTa, como Jluso e dizem que tudo o que se #% no mundo (
'aTa, no querem dizer que as coisas no existam e sim que cada pessoa #% e interpreta
com sua mente, seu padro de pensamento, sua cultura, seus loqueios etc. ssim, o
ham entende que dois podem #er a mesma coisa de forma diferente e conforme a
atitude, um adoecerá e o outro no. )omo #% issoV ssim, repito para sua interpretao um
dos L $rincípios Gahunas  'GJ  ua energia flui para onde #oc% en#ia sua ateno.
/am(m en#io para sua meditao mais dois princípiosS G@  4o há limites e...
JGE  & mundo ( o que #oc% pensa que ele (.
& ham 7uerreiro tende a conferir poder ao mal, para depois comat%lo, enquanto o
ham #entureiro, tende a retirar o poder do mal, para depois harmonizálo
#entureiros, caminham com o todo, como o fluxo natural das águas 9 lemra V Wgua X
Energia. &s 7uerreiros  'exicanos por exemplo, caminham s-s, por isso necessitam
mescalito, para se integrarem. & Gahuna 6á tem tudo, o todo o permeia e ele permeia tudo.
& 7uerreiro personifica, ele ( s-, e seu medo, doena ou desarmonia para conseguir 
 poderS o Gahuna despersonaliza e transforma tudo isso em amor, harmonia, compartilha,
ou se6a, dilui no todo. )ompartilha. ssim no há perda de energia e sim, aumento. ssim,
aumenta a )ura do /odo. & Gahuna sempre traalhará no sentido de aumentar sua energia,
assim, protegendo #oc% como parte do todo, sem personificao. & 7uerreiro lhe dará um
amuleto, por exemplo. Esse amuleto será personificado a #oc%.
Uern )ameron, radiestesista, criador do urameter. eu caso ( clássico em Kadies
tesia. Ele se ofereceu ao go#erno 4orte mericano para, durante a guerra fria, localizar 
com um p%ndulo, ou com o ura 'eter, os sumarinos so#i(ticos nos mares do mundo.
Jsso, trancado numa sala com um p%ndulo 1ou ura 'eter  Casto Gahuna acumulador de

energia2 e um mapa mundi. 8ual no foi a surpresa quando ele chamou os oficiais e
entregou os mapas que apresenta#a assinalados no s- os sumarinos so#i(ticos, como
tam(m os americanos. 'eses depois foi chamado na Wfrica do ul, para pesquisar ouro.
 4o conseguiu emarcar. 8uando foi saer o moti#o descoriu que no podia sair do país
 por ser considerado de segurana máxima. ...
OS B ELEMENTOS 5UE COMP9EM HUNA
E=PLICA%&O
$ara explicar o processo *:4 podemos falar de duas mentes ou dois E:Ys. & Eu
'ente )onsciente e o Eu 9'ente uconsciente. o Eu  'ente Cons,i!nt! os Gahunas
chamam UHANE ou Eu '(dio, a parte de cada um que ( consciente da exist%ncia
indi#idual e possui a hailidade da razo. o Eu  'ente suD,ons,i!nt! os Gahunas
chamam UNIHIPILI ou Eu JnferiorRCásico, a parte de cada um que está aaixo do
consciente da exist%ncia indi#idual e possui a hailidade da 'em-ria e Emo!es,
conclus!es deduti#as, exata, literal, su6eita a sugesto que tem seu centro no $lexo olar 
1 4a altura do umigo, aaixo da caea que ( associada > consci%ncia 2.
*á ainda a terceira parte do *omem que ( o Eu :$EKJ&K, AUMAKUA. Essa
 parte tam(m ( chamada de Sup!r,ons,i:n,ia. & Eu uperior ( Uelho, /otal, ?idedigno, o
Espírito parental. Em termos religiosos seria aquele que tem as qualidades di#inas, como o
n6o da 7uarda, que a6uda quando solicitado, mas que no se en#ol#e se no for chamado.
Essa ( a natureza do Eu uperior, mas *:4 considerao como parte de nossa
 personalidade indi#idual e no uma di#indade fora de n-s. & Eu uperior ( a parte di#ina
de cada um que se contata diretamente com eus 1ou qualquer di#indade necessária2.
Keligio ( o que Uoc% acredita que ( uma parte de sua #ida. ssim, o Eu uperior irá trazer 
todas as condi!es dese6adas materializandoas na realidade e lhe trará a consci%ncia de
quem U&)Z É. /odos os 3 E:Ys tem seu pr-prio traalho a fazer na #ida de cada um de
n-s, mas necessitam traalhar 6untos para realizar os dese6os presentes ou futuros. 8uando
os 3 traalham 6untos e em harmonia, acontecem coisas que podem ser consideradas
milagres. 'as quando seu funcionamento ( conhecido, no so mais considerados
milagres. & E: uperior expressa todas as qualidades di#inas, mor,
)ompaixo, $aci%ncia, $erdo etc. Esses so ideais que de#emos dese6ar para aumentar 
nossos poderes mentais e hailidades criati#as.

PA$R9ES IN2IS62EIS AKA OU CORPOS SOM)RA

Jmagine uma pintura original 1 Blueprint ou 'atriz2, feita de material transparente,


que apresenta cada um dos 3 EuYs em detalhes. &s Gahunas do antigo *a+ai descre#em os
3 E:Ys do homem como suas exatas duplicatas 1 Blueprints 2 a que se referem como GJ4&
G 1 corpos de somra in#isí#eis, mas reais 2. Essa sustancia in#isí#el G forma a
:K em torno de cada um dos 3 E:Ys, mantendo a pintura original 1  Blueprint 2 intacta,
com o cordo G mantendo a conexo entre os E:Ys. )omo um forte #ínculo, entre o Eu
Jnferior e o Eu '(dio, e entre o E: '(dio e o Eu uperior, de maneira que os tr%s possam
traalhar harmoniosamente 6untos.
)omo G tem a qualidade de ser pega6osa e de se esticar sem querar, quando há
um contato entre duas pessoas, uma extensa linha passa a ligar esses dois, como uma teia
de aranha, e uma conexo ( estaelecida com o resto. &utros contatos feitos, resultam
numa forte teia entre essas pessoas. & símolo do /ri=ngulo mostra os 3 EuYs traalhando
 6untos e esse ( o grande segredo *:4. ssim, nossa funo como E: m(dio 9 UHANE
1 Eu 'ente )onsciente 2 ( inicialmente aprender a traalhar com amos os E:Ys internosA
o E: ásico  UNIHIPILI e o E: superior  AUMAKUA.

MANA OU FOR%A 2ITAL

&s Gahunas reconhecem as F naturezas opostas de '4A uma que ( magn(tica,


atrai, e outra que repele. mas as polaridades esto presentes em todas as energias. Essa
fora ( conhecida como pensamento e está presente em todos os processos e ati#idades do
corpo. Essa ( a ess%ncia da #ida.
& símolo Gahuna para essa fora ( a água.  Wgua flui da mesma forma que a
fora #ital.  água preenche recipientes, assim como '4.  água pode #azar em
grande quantidade, como a fora #ital. /odo pensamento en#ol#e uma ;ati#idade el(trica<
de alta #oltagem de fora #ital. $ara *una, todo processo de pensamento está associado a
'4.  pala#ra '4& significa $ensando, ;&< indica o processo de usar '4
 para produzir pensamento. )omo cada pensamento está ligado a outro anterior, isso forma
um ;)orpo omra< 1 G 2 que ( preenchido com a mesma sustancia dos pensamentos
que #ieram antes 1 a psicologia fala de associao de id(ias 2.
'4 ( fornecido a n-s pela comida e pelo ar atra#(s do E: Cásico ou Jnferior e
estocado no seu )orpo  G, mas ( di#idido com o Eu '(dio e o E: uperior. '4,
quando usado como fora #ital do E: '(dio ( transformado de forma sutil em '4
'4, que passa a ter o doro de $&EK de forma a poder ser usado pelo E: '(dio
 para comandar e controlar o Eu Jnferior ou Cásico. Essa ( a fora que a psicologia chama
de onta#!. /raz a fora necessária ao E: Jnferior ou Cásico para que le#e a cao, a
qualquer tempo, suas sugest!es. 'as, isso raramente ( feito com fora total, pois a 'ente
 produz pensamentos #ariados ininterruptamente e a energia se dirige para onde #ai a
ateno. ssim, como no há focalizao, o E: Jnferior fica passando de uma ati#idade a
outra, sem completar qualquer comando ou sugesto e diluindo '4'4.

O ACMULO $E SO)RECARGA $E MANA

aemos que respira!es mais profundas e longas nos trazem mais energia. $odemos
utilizar certas t(cnicas, cominadas com imagens mentais específicas 1imaginao X
imagem [ aoM2, para acumular uma sorecarga 9 uma poderosa quantidade extra de
fora #ital, todas as #ezes que precisamos. Jsto assume uma situao de razoá#el saQde
física e aus%ncia de grandes traumas ou situa!es de gra#e ansiedade emocional. $odemos
utilizar estas sorecargas de '4 de #ários modos, particularmente em auto cura ou na
cura de outras pessoas, realizando a PRECE ; A%&O que realmente ( poderosaM

T4CNICA
. cQmulo e sorecarga de energia
. $rece 1#isualizao da situao como quer que fique, em detalhes e a #eralizao por 3
#ezes, deste dese6o2 o 1en#io da $rece com sorecarga de energia ao Eu uperior 
:'G: 9 para que ele possa traalhar2, aguardar um minuto e sentir a chu#a de
 enos, coisa dada, 6á concedida2 no cliente ou em Uoc%. esprenderse da ao......
deixar acontecer.
. izerA ; $rece atinge seu foco e a )hu#a  de  Cenos derramase sore mim 1ou
sore o cliente2, neste momentoM<.

A A%&O $A MENTE
&s Gahunas acreditam que por meio da ao da mente de uma pessoa, ela adiciona
uma quantidade de '4 9 ao pensamento. & '4 ( construído a partir da ingesto
de alimentos e da respirao. 4ossos cientistas compro#am que quando ingerimos
alimentos seus nutrientes, no so imediatamente asor#idos. 4o primeiro momento, o
alimento ( transformado em glicog%nio, no sangue 1aQcar2 e oxidado pelo oxig%nio
respirado e ento temos a chamada E4EK7J instant=nea, para utilizarmos em nossos
 processos de sorecarga de energia #ital, para utilizarmos em nosso m(todo estudado, para
realizao de nossas necessidadesRdese6os.
& Eu Cásico 1mente suconsciente2  :4J*J$J@J 9 que está fortemente en#ol#ido neste
 processo 9 pode, a qualquer momento, traalhar melhor a respirao e construir mais
glicog%nio para ser utilizado na criao desta especialíssima energia chamada '4. 
cominao de energia dos alimentos e do ar que respiramos, aliada > energia c-smica tem
o poder de realizar o que dese6amos de modo 6usto e correto, para o em da humanidade e
de n-s mesmos.
& acQmulo de sorecarga de '4 pode ser feito simplesmente solicitando ao nosso
Eu Cásico o dese6ado e a percepoRemoo en#ol#idas neste processo. ssim o Eu Cásico
iniciará um processo de respirao mais profunda, com a inteno do acQmulo de
sorecarga de energia 9 '4 e o processo iniciase.

A ENERGIA MANA ASCEN$E COMO A FOR%A $E UMA FONTE


:m Gahuna usa a fora da água para simolizar '4. 8uando dese6a acumular so
 recarga de '4, ele respira profundamente e #isualiza '4 ascendendo como se
fosse a água de uma fonte, 6ogada mais e mais alto at( que ela ultrapassa os limites da
fonte, inundando tudo ao seu redor. & corpo ( pintado na Clueprint como a fonte e a água
( '4. Esta de#e ser a #isualizao > medida que respiramos profundamente para
acumular uma sorecarga de energia #ital. &utra #isualizao que pode ser empregada ( a
de preenchermos uma esfera de luz e mentalmente imaginarmos nosso corpo todo, cercado
 por esta esfera e totalmente iluminado pela energia construída.
E=ERC6CIOS
8ualquer exercício físico faz com que o Eu Cásico comece a construir sorecarga de
fora #ital  '4, do contrário nos tornaríamos fracos e drenados. &s atletas utilizam
inicialmente sua sorecarga de '4 e depois, quando o corpo parece que no #ai
suportar o esforo, eles imediatamente receem outra sorecarga, e aí atingem seu pico de
fora ou #elocidade, atingindo seus limites desen#ol#idosRconstruídos com as ati#idades
de treino e e#oluo de suas formas físicas. É importante o uso da sorecarga, acima da
energia solicitada pelo corpo, para a manuteno da saQde, em exercícios físicos, em
nossas ati#idades diárias. Jsto tam(m significa, praticar diariamente a cura e a auto cura,
em nossa teia de #ida, em nossa misso de #ida. Essa #iso ( importante para mantermos a
forma e o alto ní#el de '4.
ATITU$E MENTAL
o in#(s do exercício físico, podemos ter a atitude mental de estarmos prontos para
uma corridaM Jmaginamos a preparao para tal ati#idade e respiramos mais rapidamente
;quando a corrida comea<, tensionando sua#emente a musculatura necessária para tal
ati#idade. & Eu Cásico comeará ento a construir a sorecarga de '4, necessária a
tal exercício.

SENSA%&O $E )EM7ESTAR 
Este exercício, proporciona um enorme emestar >s pessoas que normalmente
 possuem aixa carga de energia #ital. @hes confere mais calma e fora física. 'elhor em
estar em geral. 'elhora a fora, a concentrao e expande os pensamentos, para no#os e
melhores horizontes. &s efeitos so imediatos.

MANA E MILAGRES
Estamos estudando, neste curso, como acumular '4 R sorecargas de energia #i
tal e seu uso, com nossa 'ente uperconsciente R E: :$EKJ&K  :'G: para a
criao de ;milagres<, que acontecero so a -tica de pequenas curas at( as mudanas
milagrosas nos tecidos do corpo e mesmo na ;faricao de no#os futurosRhorizontes<, em
nossas #idas e na #ida do planetaM
 4osso Eu uperior, entra em contato conosco 9 normalmente 9 durante nosso sono 
atra#(s dos )ord!esG. 4ossos pensamentos do dia, com nossos planos, esperanas,
temores, amor, -dios, so examinados e duplicados em formaspensamento e ao mesmo
tempo, alguma sorecarga de '4, ( retirada de nosso corpo e transformada, pelo E:
uperior, em energia #ital de alta#oltagem denominada '4@&, para que nosso Eu
uperior, materialize ;nossos planos e pensamentos< do dia, em ;futuro re#e<. Estas
;formaspensamento< so denominadas pelos Gahuna como ;sementes< pois crescero em
nosso futuro, como assim ;as dese6armos<. ssim padr!es de comportamento, sentimento
e pensamento preciso ser '&J?J)& pois somos os construtores de nosso futuroM
PERMITA 5UE AS )EN%&OS RECAIAM SO)RE 2OC3
 4osso Eu uperior no apenas retira ?ora Uital de n-s, mas de#ol#e 1transmuta2
todos os nossos dese6os e isso pode ser #isualizado como o transordamento da água da
fonte, sore n-s. epois de conscientemente contatar nosso Eu uperior 9 :'G: e
lhe en#iar uma oferta de sorecarga de '4, na forma de $KE)E\]&, o Gahuna
termina sua ao com estas pala#rasA ; $rece atinge seu foco e a )hu#a de Cenos
derramase sore mim, neste momentoM<
& contato com nosso Eu uperior e com todas as )onex!es i#inas, pode ser feito,
diariamente, de maneira consciente, mas precisa ser solicitado.
Este ( o o6eti#o de nosso traalhoRpráticaRestudoA & traalho con6unto e integrado,
de nossos /r%s )orposR'entes :4J*J$J@J 9 :*4E  :'G:, de maneira forte e
uníssona, a import=ncia da ?ora Uital e sua sorecarga e o uso para uma #ida melhor e
 para um no#o futuro.
PER$&O
8uando algum dese6o 4o ( realizado de imediato, a prática do perdo ( necessária.
& realizador do dese6o de#e fazer a orao do $erdo at( sentir que o ostáculo está
remo#ido de seu futuro.

A AUTORI$A$E $O $ECRETO
;E eus disseA ?aase @uzM E a @uz foi feita.< e achamos que a expresso máxima
do poder ( a luz, estamos enganados. & espírito ( criado e animado no pela luz e sim pelo
&' e pela fora do E)KE/&.
?aa seus decretos com confiana e :/&KJE, assim ;criamos<,
;autorizamos<.
)onfiana autoritária ( a cha#e para a criao consciente, por pala#ras e por 
#isualizao.
Em *'C@@ KEJGJ utilizamos esta t(cnica no momento da imposio das
mos, presencialmente ou > dist=ncia, quando decretamosA ;hamalla aquiM<, por tr%s
#ezes e a energia comea a fluir, para o local imediatamente, pela fora de nosso decreto.
1/odos os decretos so #eralizados por tr%s #ezes pois ;& )(u e a /erra, se concretizam
no homem<2.
estarte ( muito importante que no faamos uma crítica ou uma afirmao
negati#a por tr%s #ezes, para no ;decretarmos< negati#idadeM 8uando le#antamos pela
manh e pensamosRdizemos ;*o6e será um dia daqueles....<, com certeza 6á nos colocamos
na frequ%ncia de um dia negati#o e #amos pensarRrepetir isso por mais algumas #ezes e
desta forma nosso dia será como decretamos, n-s ;construímos este dia<.
 4ossos pensamentos, pala#ras e a!es de#em ser conscientemente criados e
decretados, com um acQmulo forte de energia, com en#ol#imento de nossa emoo
impressionando o suconsciente 1G: 9 :4J*J$J@J2, e o decreto 9 autoridade do nosso
consciente 1@&4& 9 :*4E2, o suconsciente en#ia a sorecarga de energia 1'42,
 para que o uperconsciente 1G4E 9 :'G:2 tenha ;comustí#el< para materializar 
nossos decretos. ssim traalha a $rece  o
PRECE – A%&O I
 4a aura humana a frequ%ncia de energia ( determinada pelo foco e a amplitude pela
E'&\]&. & foco #em da ateno de G4E, @&4& e G: e a emoo #em das respostas
intencionais e cria!es haituais de nossos amientes internos e externosS ou se6a, quanto
mais for necessária a preceao e quanto mais eu sentir que ela ( necessária, mais forte
ela será em frequ%ncia e amplitude energ(ticas.
 $rece 9 ao ( uma Qnica operao. 4o existe uma prece ao para ;neg-cios<,
outra para a ;saQde< ou uma adicional para o ;amor<. & que existe ( sim o acQmulo de

energia 1sorecarga de 'ana2, a construo da forte emoo e o decreto, com autoridade,


 para a certeza da realizaoRmaterializao dos nossos dese6os e necessidades.
;$ea e receerásM< $recisamos ter muito cuidado com o que pedimos e decretamosM
e pedirmos dinheiro, corremos o risco de ter ;algu(m< no dese6ado que se6a a
;ferramenta< para nos trazer o solicitadoM :ma forma segura em se fazer um decreto (
 pedir a ?elicidade /otal em nossas #idas. e estamos felizes, temos saQde, prosperidade,
amor e tudo o mais em nossas #idas e na #ida das pessoas que nos cercam. 4ossa energia
se estende por nossa /eia 9 de 9 Uida e se todos esto felizes, consequentemente tam(m
estaremos. Esta ( uma forma segura em termos o que queremos e dese6amos para nossa
felicidade, segurana e para o cumprimento de nossa misso de #ida.
:m mantra para tal dese6o ( *KJ'....... *KJ''''''.......#eralizado
inQmeras #ezes, #árias #ezes por dia, por no mínimo dez dias, nos trará e nos manterá na
 prosperidade da saQde, da paz e na prosperidade financeira. &s mantras nos colocam na
frequ%ncia dese6ada e quanto maior forem a inteno, a emoo e o decreto, maior e mais
rápida será a materializao.
e acordo com a doutrina #(dica, se #oc% pronunciar *KJ' por cem #ezes, seu
decreto terá a fora multiplicada por cem, se ;decretar< um milho de #ezes, o resultado
será de magnitude correspondente.
& pensamento ( ;transformador< quando acompanhado de emoo, inteno e
autoridade.
PRECE A%&O 7 II
s $reces 9 o so o =mago da magia *:4. er#em a di#ersas finalidades at(
comunicarmonos telepaticamente com aqueles a que estamos ligados pelos )ord!es
G.
:ma prece ao de#e ser feita a partir da criao de um Clueprint do quadro final
que represente o resultado que queremos atingir. $odemos tam(m escre#er num papel,
em linguagem clara e precisa exatamente o que queremos #er manifesto.  orao de#e ser 
endereada ao er ou eres que quiser que responda. p-s isso, faa a prece 3 #ezes,
depois, pea a sua mente suconsciente :4J*J$J@J le#e a prece ao :'G: , com
todo o '4 necessário para manifestar a prece. Espere cerca de H5 segundos para que
:4J*J$J@J tenha tempo de faz%lo. ?inalmente, termine o Kitual com a seguinte
expressoA ;8ue caia sore mim a chu#a de Cenos<.
@emrese que antes de fazer a prece ( importante que acumule '4, al(m de
 perdoar a todos que necessitam seu perdo, a fim de que o caminho at( seu E: uperior 
fique desostruído. ?aa a prece na certeza de alcanála.
&CA  $rece 9 o tam(m pode ser feita em grupo.
$ara melhor compreenso, aaixo apresento exemplos de $reces o.
Pr!,! Ao 
mada presena de eus, 'ahatma, 'inha poderosa presena do E: ou, minha
m^nada, amados anat Gumara, enhor 'aTtrea, UiT#amus, ai Caa, Oesus )risto, aint
7ermain, El 'orTa, @anto, Guthumi, eráphis CaT, 6+hal Ghul e amada *ierarquia
EspiritualA
Uenho pedir e orar, de todo meu corao, de toda a minha alma, de todo o meu
entendimento e de toda a minha fora, rogando a a6uda di#ina, a orientao, o conselho e a
di#ina intercesso para a acelerao de meu caminho ascensional.
$eo e oro para que os 'estres scensionados e a minha pr-pria presena do E:
ou traalhem em mim toda noite enquanto durmo, no retiro ascensional de (raphis CeT,
em @uxor.
$eo que esse processo se6a acelerado mil #ezes, e rogo o aumento de meu
quociente de @uz ao ní#el de 3_ exigido pela ascenso.
$eo e oro para que essa preparao e esse treinamento continuem FD horas por dia,
L dias por semana e 3`5 dias por ano, at( a minha scenso.
gradeo e creio que o pedido 6á foi atendido, segundo a #ontade de eus.
m(m
Kepita 3  em #oz alta
'inha amada mente suconsciente, peo e ordeno que le#e essa preceao > ?onte
de meu er, por meio de minha amada m^nada, com todo o '4 necessário e
imprescindí#el a manifestao e > expresso dessa orao. m(m
guarde H5 segundos e #isualize a orao 6orrando para cima pelo )haNra
)oronário, como uma fonte ?orte e undante. enhor, que caia sore mim a )hu#a de
Cenos.
Esse ( um dos exemplos de uma orao *:4. Casta dizer a primeira parte tr%s #e
zes em #oz alta. epois recite a ordem > mente consciente uma #ez em #oz alta. guarde
H5 segundos para que a mente suconsciente faa sua parte. epois a afirmao final. 4o
há necessidade de dirigir a orao a todos os eres ascensionados mencionados acima. e
quiser diri6aa somente ao seu 'entor ou 'estre Jnterno, isso irá depender de sua
criati#idade. )rie suas ora!es e adapteas.
Pr!,! Ao J 1 '(todo banon 'elo 2
Kelaxe antecipadamente e dinamicamente com o m(todo 3 a H e H0 a H 1que
ministramos mais a frente2. ?aa uma prece, qualquer prece, ao seu 'entor 1representando
seu Eu uperior2, anto da Jgre6a, ou qualquer entidade que queira, mantendo durante todo
o tempo sua imagem 1da entidade a quem está en#iando seu pedido2 em sua mente. Kepita
a prece 3. En#ie a Clueprint ou a descrio escrita feita antecipadamente do resultado
esperado 6unto com a sorecarga de 'ana > entidade a quem fez a prece, para
encaminhamento ao seu Eu uperior 
14esse momento #isualize a Clueprint saindo de seu coronário 6unto com a sorecarga de
'42. guarde H5 segundos a )hu#a de Cenos e encerre.

O ENSINO $E HA7@AI7I
8uando o primeiro *aole 1gíria para caucasiano2, da tripulao de )apito )ooN 
chegou > Jlha de *a+aii, ele #eio > praia, e perguntou ao primeiro ha#aiano que #iu,
;8ual ( o nome deste lugarV &nde #oc% #i#e<V & ha#aiano respondeu, ;*a+aii< .Ento o
marinheiro foi para outra área de Cig Jsland e perguntou ao pr-ximo ha#aiano que #iu, "
&nde #oc% #i#eV< & segundo ha#aiano disse, ;*a+aii ". E ento um terceiro, deu a
mesma resposta, ssim a ilha foi nomeada " *a+aii ". 4a #erdade o que cada nati#o
respondeu significa#a ;eu #i#o no 'ana upremo que #em pela respirao da #ida".
8uando o marinheiro #isitou a pr-xima ilha, ele perguntou ao primeiro nati#o que
encontrou ;&nde #oc% #i#e<V & 4ati#o respondeu, ;*a+aii<. E ento outra ilha e outra,
e ainda a mesma resposta, *a+aii. ssim o )apito )ooN atizou todas as Jlhas, *a+aii.
'as *a+aii no ( s- um lugar no meio do $acífico, ( um lugar dentro de #oc%  um
lugar que, onde quer que #oc% este6a no mundo, ainda está dentro de #oc%. )omo #%, o que
o nati#o esta#a dizendo era, ;eu #i#o dentro<A
*aA significando respirao, ou respirao de #ida
BaiA significando água, mas tam(m uma pala#ra de c-digo para 'ana ou fora de
#ida, e
 JA significando supremo

'as *a+aii no está s- nas Jlhas ha#aianas, #oc% tam(m le#a dentro de #oc%....
assim #oc% pode conectar seu *a+aii  a fora suprema da #ida que #ia6a pela respirao,
a qualquer hora, e em qualquer lugar. Essa fora 9 'ana 9 entra pela inspirao profunda
 pelo nariz e sai numa expirao pela oca com o som, *a ".  expirao ( sussurrada
ruidosamente, e ( feita em dois estágios para cada inspirao.ssim se #oc% esti#er no
tr=nsito, no engarrafamento e esti#er ficando muito estressado, faa uma parada, uma
inspirao profunda pelo nariz, expirando pela oca com o som *a, assim, reconectando
se com o *a+aiJ dentro de Uoc%. e lemre em qualquer lugar, a qualquer hora #oc%
 pode reconectar com o 'ana supremo que #ia6a em sua respirao de #ida o *a+aii
dentro de #oc%.
 4o início de H00, quando as primeiras #isitas rancas chegaram no *a+aii, os
*a+aiianos cuidadosamente especialmente os assistiam quando eles fala#am ou reza#am.
@ogo os *a+aiianos notaram algo estranho sore os missionários. & *a+aiianos tinham
confirmado suas suspeitas os #isitantes no respira#am, pelo menos no do modo que o
*a+aiianos faziam. ntes de qualquer ha#aiano comear a cantar, ou at( mesmo para
fazer um pronunciamento, toma#a f^lego e medita#a, mas os #isitantes no faziam isso,
assim foram chamados *aole. *a, significando ;respirao< e &le, significando
"faltando".
/al#ez no se6amos *aole, pelo menos no no #erdadeiro significado. Ento
faamos.

gora que saemos respirar, olhemos para o processo de meditao ati#a.


ME$ITA%&O ATI2A
:saremos a programao ati#a para #encer arreiras internas como o medo e as
 programa!es negati#as. )om o relaxamento, minimizaremos o esforo mental, deixando
o sistema ner#oso li#re para agir, e, dessa forma, perceer e sentir de forma mais aerta. 
meditao ati#a ( fundamental para aumentar a concentrao na cura e em outras
ati#idades, reforar háitos positi#os, imprimir de forma mais efeti#a as informa!es
dese6adas, auto programao e aumentar a efeti#idade da prece ao. ssim, atingiremos
os recursos de nosso suconsciente 9 :4J*J$J@J 9 aixando a frequ%ncia cereral, assim,
 poderemos funcionar pro6etandonos a outras dimens!es.
ssim, traalharemos em nosso diaadia usando :nihipili, :hane e :'G: de
forma con6unta e harmoniosa. ssim, nosso Ho o6eti#o será acessar :nihipili de forma
consciente. Jsso será atingido aixando os ciclos cererais de forma a atingirmos nosso Eu
:C )&4)JE4/E 9 :4:*J$J@J. ssim, passaremos por #árias etapas at( atingirmos a
$E 9 $ro6eo ensorial Efeti#a.
Etapas
Pro!!s Fa/iliar!s
$ro6eo na 'at(riaA Kepresentar cenas das quais participamos ati#amente. 4o (
somente imaginar, ( pro6etarse onde ocorre a ao, na cena ati#a de#emos sentir, apalpar,
 perceer, cheirar, usar todos os sentidos que nos fazem participar ati#amente de toda
situao real.
Pro!o na Mat"ria
qui, iremos nos pro6etar na mat(ria e in#estigar o que sentimos. qui entraremos
no mundo dos metais, #egetais e animal.
$ro6eo para a Estruturao de nosso 'undo Jnterno com os 3 Eus funcionando
em *armonia.
$ro6eo para a criao de nosso canto de traalho.
A I/ainao
:sando nossa Jmaginao como $ro6eo Efeti#a.

 4o espao da imaginao usaremos a intuio, sem mente 9 consciente 1 :hane2 9 


usando o suconsciente 1 :nihipili 2 9 mem-ria [ intuio no fluxo direto da energia.
P!r,!po  #istan,ia
$ro6eo para sentir o outro no seu Clueprint 9 )ordo G
Prora/ao E!tia 9 $rogramao com dQ#idas e sem esperana de %xito traz uma
dificuldade ap-s outra. ssim, se for o caso, examinar a natureza da $rogramao e da
dQ#ida antes de efeti#ar.
?erramentas ?undamentais
Kelaxamento )onsciente
'editao ti#a
ese6o, )rena.
Entrar no 4í#el Cásico para traalhar 
Entrando
?ique o mais confortá#el que puder. Kelaxe o corpo. ?eche os olhos e respire
 profundamente. o exalar, repita mentalmente e #isualize o nQmero 3, tr%s #ezesS
Kespire profundamente e, ao exalar repita mentalmente e #isualize o nQmero F, tr%s #ezesS
Kespire profundamente e, ao exalar repita mentalmente e #isualize o nQmero H, tr%s #ezesS
)hegamos ao H, o ní#el que irá utilizar para qualquer meta que tenha.
 partir desse ní#el, Uoc% pode se pro6etar a qualquer outro 4í#el, de maneira
consciente e controlada, funcionando assim, de acordo com sua #ontade.
e quiser atingir ní#eis mais profundos, conte regressi#amente de F5 a H, de 50 a H
ou de H00 a H.
Fras!s )!n"i,as
qui Uoc% faz sua programaoA
ExA cada dia que passa, de todas as formas e em todos os sentidos, sintome melhor,
melhor e melhorS
ssim, :nihipili guarda.

aindo 9 Uoltando a :*4E


Kepita mentalmente para siA
Uou contar de H a 5, e ao chegar a 5 arirei os olhos, estarei em desperto, em
disposto, sentindome em e em perfeita saQde, melhor do que antes. 4o sentirei nenhum
desconforto em minha caea. 4o sentirei nenhum desconforto em meus ou#idos. 4o
sentirei nenhum desconforto em minha #ista. Uista, #iso e audio melhoram sempre que
funciono nesses ní#eis mentais.
R!pita
H 9 saindo pouco a pouco,
F 9 3 9 o contar 5 arirei os olhos, estarei em desperto, em disposto, sentindome em
e em perfeita saQde, sentindome em melhor do que antes.
D5 9 ara os olhos e repitaA Estou em desperto, em disposto, sentindome excelente e
em perfeita saQde, sentindome melhor, melhor, muito melhor do que antes.
Para a,or#ar
Entre no seu ní#el de traalho pelo m(todo 3 a H, imediatamente antes de dormir.
Em H #isualize um rel-gio. 'entalmente coloque seus ponteiros no horário que quiser 
acordar, e repita mentalmenteA Essa ( a hora que quero acordar, e essa e a hora que #ou
acordarS
urma no ní#el. Uoc% acordará na hora indicada, em desperto, em disposto e em per
feita saQde.
Para p!r/an!,!r #!sp!rto
Entre no seu ní#el de traalho pelo m(todo 3 a H, imediatamente antes de dormir.
Em H repita para si mesmoA Estou sonolento e cansado, ao acordar quero estar em
desperto, em disposto e em perfeita saQde.
ssim, ao acordar #ou contar de H a 5 e, em cinco, arirei os olhos, estarei em desperto,
 em disposto e em perfeita saQde.

Ao a,or#ar
H 9 despertando pouco a pouco,
F 9 3 9 o contar 3, se sentirá em desperto, em disposto, sentindose em e em perfeita
saQde, sentindose em melhor do que antes.
D5 9 ara os olhos e repitaA Estou em desperto, em disposto, sentindome excelente e
em perfeita saQde, me sentindo melhor, melhor, muito melhor do que antes.
)ontrole de onhos
Para r!,or#ar u/ sono
$ara recordar um sonho, na hora de dormir entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H
 programeA Eu quero me lemrar de um sonho e #ou me lemrar de um sonho.
Ento adormea.
Uoc% irá despertar no meio da noite ou pela manh com a #i#a recordao de um so
nho.
$arte F 9 $ara recordar #ários sonhos
$ara recordar #ários sonhos, na hora de dormir entre em ní#el pelo m(todo 3 a H.
Em H programeA Eu quero me lemrar dos meus sonhos e #ou me lemrar de meus sonhos.
Ento adormea.
Uoc% irá despertar no meio da noite ou pela manh com a #i#a recordao de seus
sonhos.
$arte 3 9 $ara programar um sonho
Esse pode ser um sonho que o a6udará a entender e resol#er um prolema.
$ara programar um sonho, na hora de dormir entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em
H programeA Eu quero /er um sonho que contenha a informa!es que a6udem a resol#er o
 prolema que tenho em mente. presente o prolema atra#(s de uma Clueprint.
Kepita 'entalmenteA Eu terei o sonho, o recordarei e entenderei.
Ento adormea.
Uoc% irá despertar no meio da noite ou pela manh com a #i#a recordao do sonho
dese6ado.

A T",ni,a #os  #!#os


:nindo as pontas dos dedos polegar, indicador e m(dio de qualquer uma de suas
mos, Uoc% entrará num ní#el mental mais profundo para uma programao mais forte.
ssim, una os 3 dedos de qualquer uma de suas mos.
Para l!r u/a lio
Entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H programeA Uou contar de H a 3 e no 3 arirei
meus olhos para ler essa lio 1mencione título, mat(ria e autor2 e continue. Kuídos no
me distrairo, terei uma concentrao superior e melhor compreenso.
Ento, lentamente, conta de H a 3. 4o 3, are os olhos e leia a lio.

8uando acaar de lerA no#amente, entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H


 programeA  lio que acaei de ler 1mencione título, mat(ria e autor2 poderei recordar em
qualquer momento no futuro com o uso da t(cnica dos 3 dedos.
aia do 4í#el H contando de H a 5.
Para !s,utar u/a ,on!r:n,ia
Entre em ní#el pelo m(todo 3 a H. Em H programeA Uou contar de H a 3 e no 3 arirei
meus olhos para escutar essa confer%ncia 1mencione título, mat(ria e nome do confe
rencista2 e continue ...Kuídos no me distrairo, terei uma concentrao superior e melhor 
compreenso. $oderei recordar essa confer%ncia a qualquer momento no futuro com o uso
da t(cnica dos 3 dedos. Uou usar a t(cnica dos 3 dedos e permanecer com os olhos aertos
durante a conferencia fazendo uso da /(cnica dos 3 dedos.
F efinio
 4o antigo *a+aií, *una era conhecido pelo nome de *oomana 9 *o 9 significando criar 
e 'ana 9 $oder i#ino, significando )KJK $&EK JUJ4&.
TRA)ALHO COM S6M)OLOS
MANA PENSANTE
 energia de '4 $E44/E ( construída por nossos pensamentos desde nossa
Ha encarnao e de todos os seres #i#os, de todos os Keinos e do )osmos. ssim, de#emos
cuidar de nossos pensamentos, pois eles definem nosso futuro e presente. 8uando #emos
que estamos pensando sore uma ase mental gerada em momentos em que nossa
consci%ncia carecia desses conhecimentos, ( o momento de usarmos & '4
$E44/E para gerar no#os pensamentos e sustituir os antigos. $ara isso, utilizaremos
a cha#e que ( o símolo, que nos permite entrar com a energia necessária > transmutao.
MANA 2OLITI2O
Esse 'ana se refere > o e > Uontade. ssim, nos mostra os campos da criao e
da manifestao que participamos. )om esse símolo ati#amos nossa mara#ilhosa
capacidade de manifestao e, assim, podemos participar de forma mais consciente da
criao. ssim #oc% pode #i#er o momento de receer o conhecimento para utilizar na
criao e manifestao da perfeio de acordo com o $lano i#ino. /am(m ser#e para
transmutar os atos que seguem contra as leis c-smicas.
MANA EMOTI2O
Keferese >s emo!es num sentido amplo, aos sentimentos, e sua energia (
construída por todos os sentimentos e emo!es que temos sentido desde nossa Ha
encarnao.
& que está ocorrendo do outro lado do )osmos refletese sore n-s e modifica
nossas emo!es, por isso, muitas #ezes, agimos de forma que no podemos explicar,
somos sumetidos > ao do )osmos sore n-s.
tra#(s de seus símolos, criamos uma maior harmonia no uni#erso gerando no#as
e melhores emo!es. Jsso nos possiilita criar felicidade para nossa exist%ncia nesse plano.
Jniciao
H 9 esenhar ou #isualizar no amiente todos os símolos *:4S
F 9 esenhar ou #isualizar no r um círculo protetor para o 'estre e o luno.
3 9 esenhar os 3 símolos de 'ana sore sua caea e sore a caea do aluno
#isualizando uma fonte de água que derrama sore os dois, potencializando a energia at( a
terra.  Wgua desce como num Kodamoinho que gira para a esquerda e para a direita 9 H
#ez para cada lado 9 arindose na terra e #oltando 3 #ezes ate sua origem. Esse
mo#imento se repete por tr%s #ezes.
D 9 opre o luno com energia #ital.
5 9 gradea.
MENSAGEM
8uando #oc% se are para o upremo, imediatamente Ele se derrama dentro de
#oc%M Uoc% 6á no ( mais um ser humano comum 9 #oc% transcendeu. eu insight
transformouse no insight da exist%ncia como um todo. gora #oc% 6á no ( um ser > parte
 9 #oc% encontrou as suas raízes. 4o sendo assim 9 o que ( mais comum 9 as pessoas #o
#i#endo sem raízes, sem saer de onde seu corao continua a receer energia, sem saer 
quem continua respirando em seu interior, sem conhecer a sei#a da #ida que está
circulando dentro de si.
 4o se trata do corpo e no se trata da mente 9 ( uma coisa transcendental > todas as
dualidades .........o haga#at nas dez dire!es....
& seu eu interior, quando se are, inicialmente #i#%ncia duas realidadesA a altura e a
 profundidade. epois, de#agarinho, a medida que se #ai acostumando com esta situao,
#oc% comea a olhar em #olta, estendendose em outras oito dire!es.
8uando #oc% alcanar o ponto em que sua altura e sua profundidade se encontram,
ento #oc% poderá olhar em #olta, para a pr-pria circunfer%ncia do uni#erso.  partir deste
momento, a sua consci%ncia comeará a desdorarse, em todas as dez dire!es, mas o
caminho terá sido s- um.
Uoc% está tendo agora, uma oportunidade para enxergar a #ida em todas as suas
dimens!es, das suas profundezas >s suas alturas. Elas existem lado a lado e quando
descorimos pela experi%ncia que o escuro e o difícil so to necessários como o claro e o
fácil, passamos a ter uma perspecti#a muito diferente do mundo. o deixarmos que todas
as cores da #ida, penetrem em n-s, tornamonos mais integrados, mais completos.

SEMIN*RIO HOQOPONOPONO
*ooponopono ( uma pala#ra no idioma falado nas ilhas polin(sias que significa
;endireitar o que está torto<. É uma t(cnica usada pelos ancestrais e antigos Nahunas
ha+aiianos para resol#er conflitos nas aldeias.
eus o6eti#os
1H2 lierar e cortar todos os cord!es aNa ou conex!es de desequilírio de energias,
desarmonia, crenas e mem-rias negati#asS
1F2 promo#er equilírio e paz interna e externa, com outros e com a naturezaS
132 curar manifesta!es desarm^nicas espirituais, mentais, físicas e materiais,
1D2 a6udar nos exorcismos retirando osessores e outros espíritos de indi#iduos,
lugares, situa!es e o6etosS em reencarna!es tratando a pessoa de infelicidade e
experi%ncias negati#as em #idas passadas, remo#endo e resol#endo traumas do ;anco de
mem-ria< sem a criao de tenso, entendimento equi#ocado das leis de deus e dos
homens.
E4/KE  $@J)\E E *&&$&4&$&4& E/)'&A
1H2 mau funcionamento do organismo, prolemas físicos, espirituais, mentais e
materiaisS
1F2 prolemas familiaresS
132 tratamento de #itimas de acidentes, suicidas, afogamento etcS
1D2 disc-rdia entre duas ou mais pessoas 9 famliares, no traalho, nos neg-cios etcS
152 #itimas de feitios ou negati#idadesS
1`2 doena do sonoS
1L2 pessoas falecidasS
12 mau entendimento das leis de deus e as leis dos homensS
1I2 possesso por espirítos, exorcismoS
1H02 iniciar uma no#a carreiraS remoo de loqueios que interferem e criam
dificuldades espirituais, mentais e fisicos.
Essa t(cnica era traalhada num circulo tradicional.
ua ase está ligada ao H conceito NahunaA
;#oc% cria sua realidade. Uoc% cria seu uni#erso, tudo que #oc% sae ( fruto de sua
criao.<
ssim, con#idamos outras consci%ncias a compartilhar de nossa realidade, ou se6a,
con#idamos outras almas a criarem conosco a realidade.
&u se6a, nossa alma dirigese a outra alma e con#idaA ;eu preciso de #oc% na minha
realidade<, ;eu preciso de seu comportamento na minha realidade<, ;eu preciso de seu
mana na minha realidade< ... $orque s- eu posso criarRalterar minha realidade......por isso
crio situa!es ruins para mim ...e para o todo, pois mudando minha realidade mudo a
realidade do todo.
NOSSO MEIO AMBIENTE E AS ATRAÇÕES

 4& EE4*& )J'  E/ :$@ J4J)'  E$E)//JU E E: 'EJ&


'CJE4/E E U&)Z J4/EK7J4&. KE$KEE4/' E: )&'$&K/'E4/& E 7JK 
E7:4&  E$E)//JU & &:/K&. E: )&'$&K/'E4/& $K EK )EJ/&.
E U&)Z )KJ :' KE@JE ?K:/& & E?EJ/& ):':@/JU& E :
)KE4\.
PARA ISSO, VOCÊ CONVIDA OUTROS A ENTRAREM NA SUA REALIDADE E SUA
ALMA PEDE ÀS ALMAS DELES QUE SE COMPORTEM SEGUNDO SUAS EXPECTATIVAS. E
 TODO ESSE CONJUNTO FORMA UMA REALIDADE TOTAL E INDIVISÍVEL INTERAGINDO
DINAMICAMENTE. DESSA FORMA TUDO QUE ALI OCORRE É A RESULTANTE DAS
ATUAÇÕES DE TODAS AS PARTES. ENTÃO, SE ALGUÉM ALI MANIFESTA UM PROBLEMA,
ESSE PROBLEMA EXISTE NESSA REALIDADE. ALTERANDO QUALQUER DAS PARTES O
 TODO SER ALTERADO E A REALIDADE MUDA.
E ESSA É A BASE DA CURA !O"OPONOPONO. SOMOS TODOS RESPONSVEIS POR
 TODA A REALIDADE EM QUE NOS ENCONTRAMOS.
ASSIM, QUANDO NOS CURAMOS, CURAMOS O TODO.
O EFEITO CUMULATIVO EM SUA VIDA

J' 4& )&'$&K/'& 4& ':4&, )&4UJ4& )&4)JZ4)J  )KJKE'


)&4&)&  4& KE@JE J4JUJ:@. E 4&& $EJ& ]& CE& E'
 4& )KE4\.
E )KEJ/'& 8:E &'& E/ &: 8:E@ ?&K', &: 8:E J& &:
8:J@& JK )&4/E)EK $EJ'&  &:/K @' 8:E 4& O:E  8:J@&
)&4/E)EK E, )&4/E)E.
J', &'& E'$KE KE$&4WUEJ.
E4/]&, *&&$&4&$&4& @J )&' :'JK KE$&4CJ@JE. ' /E4\]&,
?@'& E' :'JK KE$&4CJ@JE, 4]& ):@$.

&@:\]& *&&$&4&$&4&
J'

Ento, porque pedimos comportamentos negati#os se todos somos centelhas de luz......$ara


enfatizar a separao, para a criao do E7&.
$&K 8:ZV $&K8:E & E7& $K EJ/JK $KE)J )KJK  J@:]& E 8:E &'&
E$K&,
 & )&K$& ?jJ)& É & 'E@*&K )'J4*& $K E4?/JbK  E$K\]&, E :'
E)E@E4/E ?EKK'E4/ $K )KJK E$K\]&... 7&K& E '7K&, CK4)& E
$KE/&, 4&U& E J&&...

 J', :'  'E@*&KE ?&K' $K J& É )KJK )&'$&K/'E4/&


E$K/J/.... 'E: E E:, 'E@*&K E $J&K....
  $E& $  EK E$K...E@ É J?EKE4/E E 'J'.
ExA dizemosA ?ulano foi ruim comigo, sicrano foi mau caráter.....em *&&$&4&$&4&
:'J'& /&/@ KE$&4CJ@JE E $EJ'& $EK]& & &:/K& $&K /EK 
$EJ&  E@E 8:E E )&'$&K/E 8:E@ '4EJK $K E E4)JK E' 4&
KE@JE.
E )&'& ?:4)J&4V UEO'&  E/K:/:K & EK E7:4& &
E4J4'E4/& G*:4.......
 E/K:/:K & EKA

H 9 'ente )onsciente antes de *ooponopono 9 &ser#e que está desligada do Eu uperior e ( em
menor que a 'ente uconsciente 9FS
F 9 'ente uconsciente antes de *ooponopono 9 em maior que a 'ente )onsciente H. omina a
mente )onsciente 9H

3 9 'ente )onsciente ap-s *ooponopono. Cem maior e ligada ao Eu uperior.


 4& E8:E' )J' UE'&  ?&4/E, & E: :$EKJ&K, & )&4)JE4/E &: 'E4/E
J4/E@E)/:@ E & :C)&4)JE4/E.

k  ?&4/E $&E ):KK.


& )&4//& JKE/& )&'  ?&4/E k $&E EK KE@Jb& $E@& E: :$EKJ&K.
 ?&4/E JKW ):KK & :C)&4)JE4/E 1'E'kKJ E )KE4\2 9 F 9 E4/:$J&
E 'E'kKJ E )KE4\ 8:E $KEO:J)'  @J7\]& )&'  ?&4/E, E ]&  &KJ7E'
 9 ): 9  &E4\. E' *&&$&4&$&4& @J E/W 4& )KJ4\ J4/EK4,
7:KJ]  'E'kKJ E )KE4\ 4&)JU. & :C)&4)JE4/E 1)KJ4\ J4/EK42
 4]& K)J&)J4, ?b & 8:E $KE4E &CEKU4&, &?KE ' 4]& CE $&K8:E
&?KE, 4]& É )$b E ):KKE &bJ4*&.
)&4)JE4/E &: 'E4/E J4/E@E)/:@ 9 '4  )KJ4\ E )&4/)/K &
E: :$EKJ&K E $EJK ):K.
;E: E/&: 8:J $K 'E ):KK<.
$k  ):K E  )KE4\ &: JÉJ @J'J/4/E EK E@J'J4, &
:C)&4)JE4/E J'J4:J 9 D 9 E & )&4)JE4/E :'E4/ 3 9 E, )&'  $KW/J) E
E@J'J4\]&  )KE4\ E 'E'kKJ  :4J?J)\]& & 3 E: E ?b E &'&
KE@J7& JKE/'E4/E  ?&4/E.
A CURA

H 9 & ;E: )&4)JE4/E< $EE  )KJ4\ J4/EK4,


F 9  )KJ4\ J4/EK4 $EE  ?&4/E, E4UJ4& E4EK7J
/KUÉ & E: :$EKJ&K,
3 9  ?&4/E E4UJ E4EK7J E ):K 8:E ?@:J $&K /&& & EK.

A SE5U3NCIA $A PR*TICA $E HOQOPONOPONO


1 EE $K&)E& U&)Z ?b 'E4/@'E4/E 4 :Z4)J & $)JE4/E &:  $E&
E' 8:E/]& 2
H 9 $EJK $EK]&A
'&/JU& 9 U&)Z $EJ:  $E& 8:E E )&'$&K/E 8:E@ '4EJK $K E
E4)JK 4 : KE@JE. $EJ: 8:E  $E& E )&'$&K/E 8:E@
?&K'.
;$E\&/E $EK]&
1JE4/J?J)  $E& &: 7K:$&2
$&K $EJK/E 8:E E )&'$&K/E E ?&K'  E E4)JK E' 'J4* KE@JE,
E: /E '&<.
1KE$E/JK 3 UEbE2
F 9 $EK&K  J 'E'&A
'&/JU& 9 UEK 8:E U&)Z É :' )E4/E@* $EK?EJ/ E @:b. ?&J & E:
:C)&4)JE4/E 8:E' ?Eb,  )KJ4\ J4/EK4.
;$EK&&'E $&K $EJK  E $E& 8:E E )&'$&K/E E '4EJK  E
E4)JK E' 'J4* KE@JE<.
1KE$E/JK 3 UEbE2
3 9 $EJK  ?&4/E $K ?bEK  ):K E 7KE)EKA
;&: 7K\ E4UJ4& E4EK7J E $E\&  'J4* ):K<.
1KE$E/JK 3 UEbE2

ARTIGO HOQOPONOPONO $E OE 2ITALE


?az dois anos, escutei falar de um terapeuta no *a+aii que curou um pa#ilho
completo de pacientes criminais insanos sem sequer #er nenhum deles. & psic-logo
estuda#a a ficha do presidiário e logo olha#a dentro de si mesmo para #er como ele tinha
criado a enfermidade dessa pessoa. 4a medida em que ele melhora#a, o paciente
melhora#a.
 primeira #ez que ou#i falar desta hist-ria, pensei que era uma lenda urana. )omo
 podia curar o outro, curando somente a mim mesmoV )omo podia, emora fosse um
mestre de grande poder de auto cura, curar algu(m criminalmente insanoV 4o tinha
nenhum sentido, no era l-gico, de modo que descartei esta hist-ria.
Entretanto, escuteia no#amente um ano depois. &u#i que o terapeuta tinha usado
um processo de cura ha+aiiano chamado ;hooponopono<. 4unca tinha ou#ido falar disso,
entretanto no podia tirálo de minha mente. e a hist-ria era totalmente certa, eu tinha
que saer mais. 'eu entendimento era que ;total responsailidade< significa#a que eu sou
responsá#el pelo que penso e fao. & que esti#er mais al(m está fora de minhas mos.
$enso que a maior parte das pessoas pensa igual sore a responsailidade. omos
responsá#eis pelo que fazemos, no do que os outros fazem 9 mas isso está errado.
& terapeuta ha+aiiano, que curou essas pessoas mentalmente doentes, me ensinaria
uma no#a perspecti#a a#anada sore o que ( a total responsailidade. eu nome ( r.
JhaleaNala *e+ @en. $assamos uma hora falando em nossa primeira con#ersao
telef^nica. $edilhe que me contasse a hist-ria total de seu traalho como terapeuta.
Ele explicou que ha#ia traalhado no *ospital Estatal do *a+aii durante quatro
anos. & pa#ilho onde encerra#am os criminosos loucos era perigoso.
Kegra geral os psic-logos desistiam de traalhar ali em um m%s.  maior parte dos
memros do pessoal caia doente ou simplesmente renuncia#a. s pessoas que
atra#essa#am esse pa#ilho caminha#am com suas costas contra a parede, temerosas de
serem atacados por seus pacientes. 4o era um lugar agradá#el para #i#er, traalhar ou
#isitar. & r. @en me disse que nunca #iu os pacientes. ssinou um acordo de ter um
escrit-rio e re#isar suas fichas. Enquanto olha#a essas fichas, traalharia em si mesmo.
Enquanto traalha#a em si mesmo, os pacientes comearam a curarse.
;epois de alguns poucos meses, foi permitido aos pacientes que de#iam estar 
encarcerados, caminhar li#remente< disseme. ;&utros que tinham que estar fortemente

medicados comearam a diminuir sua medicao. E aqueles que 6amais teriam nenhuma
 possiilidade de ser lierados, ti#eram alta<. Eu esta#a assomrado.
;4o somente isso< continuou, ;mas o pessoal comeou a ir feliz para o traalho.<
; aus%ncia e as mudanas de pessoal desapareceram. /erminamos com mais
 pessoas do que necessitá#amos porque os pacientes eram lierados e todas as pessoas
#inham traalhar. *o6e este pa#ilho está fechado.<
qui ( onde eu ti#e que fazer a pergunta de milh!es de d-laresA ;& que #oc% este#e
fazendo com #oc% mesmo, que ocasionou a mudana dessas pessoasV<
;Eu simplesmente esta#a curando aquela parte minha que tinha criado aquilo neles<,
disse ele. Eu no entendi. E o r. @en explicou que, entendia que a total responsailidade
de sua #ida implica a tudo o que está em sua #ida, simplesmente porque está em sua #ida
e, por isso, ( de sua responsailidade. Em um sentido literal, todo o mundo ( sua criao.
:auM Jsto ( duro de engolir. er responsá#el pelo que eu fao ou digo ( uma coisa.
er responsá#el por outro ou por qualquer outra coisa que faa ou diga na minha #ida (
muito diferente. Entretanto a #erdade ( estaA se assumir completa responsailidade por sua
#ida, ento tudo o que #oc% #%, escuta, saoreia, toca ou experimenta de qualquer forma (
sua responsailidade, porque está em sua #ida. Jsto significa que a ati#idade terrorista, o
 presidente, a economia ou algo que experimenta e #oc% no gosta, está ali para que cure.
Jsso no existe, por assim dizer, exceto como pro6e!es que saem de seu interior. &
 prolema no está com eles, está em #oc% e para mudálos, #oc% de#e mudar.
ei que isto ( difícil de captar, muito menos de aceitar ou de #i#%lo realmente.
triuir ao outro a culpa ( muito mais fácil do que assumir a total responsailidade, mas
enquanto fala#a com o r. @en comecei a compreender essa cura dele e que, o
hooponopono significa amar a si mesmo.
e dese6a melhorar sua #ida, de#e curar sua #ida. e dese6a curar qualquer outro,
ainda que se6a um criminoso mentalmente doente, faao curando a si mesmo.
$erguntei ao r. @en como cura#a a si mesmo. & que era que ele fazia exatamente,
quando olha#a as fichas desses pacientes.
;Eu simplesmente permanecia dizendo ;into muito< e ;/e amo<, muitas #ezes<
explicou ele.
;- issoV<
;- isso.<

;& resultado ( que, amar a si mesmo ( a melhor forma de melhorar a si mesmo e


enquanto #oc% melhora a si mesmo, melhora seu mundo<.
$ermitame darlhe um rápido exemplo de como funciona istoA um dia, algu(m me
en#ia um email que me desequilira<. 4o passado leria traalhando com meus aspectos
emocionais rai#osos ou tratando de raciocinar com a pessoa que en#iou essa mensagem
detestá#el. esta #ez eu decidi pro#ar o m(todo do r. @en. )oloqueime a pronunciar 
silenciosamente ;sinto muito< e ;te amo<. 4o dizia nada a ningu(m em particular.
implesmente esta#a in#ocando o espírito do amor, dentro, para curar o que esta#a criando
a circunst=ncia externa.
 4o t(rmino de uma hora recei um email da mesma pessoa. esculpa#ase por sua
mensagem pr(#ia. /enha em conta que eu no realizei nenhuma ao externa para oter 
essa desculpa. Eu nem sequer respondi sua mensagem. Entretanto, s- dizendo ;te amo<, de
algum modo curei dentro de mim o que esta#a criando nele.
'as tarde assisti a uma reunio de hooponopono dirigido pelo r. @en. Ele tem
agora L0 anos de idade, ( considerado um xam= a#^ e ( algo solitário.
Elogiou meu li#ro ;& ?ator trati#o<. isseme que enquanto eu melhoro a mim
mesmo, a #irao de meu li#ro aumentará e todos sentiro quando o lerem. Em resumo, >
medida que eu melhoro, meus leitores melhoraro.
;E o que aconteceria com os li#ros que 6á #endi e saíram por mimV< $erguntei.
;Eles no saíram< explicou ele, uma #ez mais, soprando minha mente com sua
saedoria mística. ;Eles ainda esto dentro de #oc%<. Em resumo, no há fora. @e#aria um
li#ro inteiro para explicar esta t(cnica a#anada com a profundidade que ela merece.
;Casta dizer que toda hora que dese6ar melhorar algo em sua #ida, existe somente
um lugar onde procurarA dentro de #oc%. 8uando olhar, faa isto com amor<.
*ooponopono
 4o importa que tipo de prolema existe, traalhe com #oc% mesmo.
JhaleaNala *e+ @en
G*:4 E & EU47E@*&
 *una ( uma saedoria muito antiga da $olin(sia e muitos dizem que foi
formulada por sáios de 'u, oser#adores cuidadosos de eus, do *omem e da 4atureza.

& mesmo conhecimento tem sido encontrado em diferentes (pocas e lugares,


inclusi#e no E#angelho de Oesus de 4azar(.
 seguir, uma relao dos sete princípios da *una, cada um deles seguido dos
dizeres de Oesus que ensinam a mesma coisa que a $sicofilosofia da $olin(sia. s
tradu!es para o Jngl%s so da #erso da Cília Ging Oames, exceto algumas que so da
;mplified Uersion< 1U2. 4a traduo para o $ortugu%s foi utilizada a Cília de
Oerusal(m.
& ':4& É & 8:E U&)Z $E4 8:E É
 partir desse momento comeou Oesus a pregar e a dizerA <)on#ertei#os, porque
está pr-ximo o Keino dos )(us<. 1'at. DAHL2.
;Uai, assim como creste, assim te se6a feito<. 1'at. AH32.
;Oesus #oltando e #endoa disseA ;nimo minha filha, a tua f( te curou<. 1'at.
IAFF2.
;E tudo que pedires com f(, em orao, #-s o receereis<. 1'at. FHAFF2
;'inha filha, a tua f( te curouS #ai em paz e fica curada desse teu mal<. 1'arc.
5A3D2.
$or isso #os digoA </udo quanto suplicardes e pedires, crede que receestes, e assim
será para #-s<. 1'arc. HHAFD2.
;/odo aquele que no ti#er dQ#idas em seu corao, mas acreditar que as coisas que
disse passaro, ele terá tudo o que disse<. 1'arc. HHAF32.
;Em #erdade #os digo, se algu(m disser a este monteA erguete e lanate ao mar, e
no du#idar no corao, mas crer que o que diz se realizará, assim lhe acontecerá<. 1'arc.
HHAF32.
Ele, por(m disse > mulherA ;/ua f( te sal#ou, #ai em paz<. 1@ucas LA502.
Ele disseA ;'inha filha, tua f( te curou, #ai em paz<. 1@ucas AD2.
 4o há limites

;4o se6ais como eles, porque o Uosso $ai sae do que tendes necessidade antes de
lho pedirdes<. 1'at. `A2
;$ois, se perdoardes aos homens os seus delitos, tam(m o Uosso $ai )eleste #os
 perdoará<. 1'at. `AHD2.
;$edi e #os será dadoS uscai e achareisS atei e #os será aerto<. 1'at. LAL2
;$ois em #erdade #os digoA se ti#erdes f( do tamanho de um gro de mostarda,
direis a este monteA /ransportate daqui para lá e ele se transportará, e nada #os será
impossí#el<. 1'at. HLAF02.
;/udo quanto ligardes na /erra será ligado no c(u e tudo quanto desligardes na /erra
será desligado no c(u<. 1'at. HAH2
;e tu podesM.../udo ( possí#el para aquele que cr%<. 1'arc. IAF32.
;)om eus todas as coisas so possí#eis<. 1'arc.HFAFL2.
 energia segue o curso do pensamento
;$ois onde está o teu tesouro aí estará tam(m o teu corao<. 1'at. `AFH2.
;/udo aquilo, portanto, que quereis que os homens #os faam, fazeio #-s a eles,
 porque isso ( a @ei e os $rofetas<. 1'at. LAHF2
;$ois >quele que tem, lhe será dado e lhe será dado em aund=ncia, mas ao que no
tem, mesmo o que tem lhe será tirado<. 1'at. H3AHF2.
;4o 6ulgueis para no serdes 6ulgados, pois com o 6ulgamento com que 6ulgardes
sereis 6ulgados e com a medida com que medirdes sereis medidos<. 1'at. LAH2
;)uidado com o que ou#isM )om a medida que medis sereis medidos e #os será
acrescentado ainda mais<. 1'arc. DAFD2.
;$ois ao que tem será dado e ao que no tem, mesmo o que tem lhe será tirado<.
1'arc. DAF52. Uide nota F.
;$ois onde está o #osso tesouro, aí estará tam(m o #osso corao<. 1@ucas HFA3D2.
quiRgora ( o momento de poder 
;4o #os preocupeis, portanto, com o dia de amanh, pois o dia de amanh se
 preocupará consigo mesmo.  cada dia asta o seu mal<. 1'at. `A3D2.

 ;$roclamai que o Keino dos )(us está pr-ximo<. 1'at. H0AL2.


iante disso Oesus lhe disseA ;'ulher, grande ( a tua f(M e6a feito como queresM< E
a partir daquele momento sua filha ficou curada. 1'at. H5AF2.
Keconheceu ento o pai ser precisamente aquela a hora em que Oesus lhe disseraA ;&
teu filho #i#e<S e acreditou, ele e todos os de sua casa. 1Ooo DA532.
mar ( compartilhar com...
;Cem a#enturados os pores em espírito, porque deles ( o Keino dos )(us. Cem
a#enturados os mansos, porque herdaro a /erra. Cem a#enturados os aflitos, porque sero
consolados. Cem a#enturados os que t%m fome e sede de 6ustia, porque sero saciados.
Cem a#enturados os misericordiosos, porque alcanaro miseric-rdia. Cem a#enturados os
 puros de corao, porque #ero a eus. Cem a#enturados os que promo#em a paz, porque
sero chamados filhos de eus. Cem a#enturados os que so perseguidos por causa da
 6ustia, porque deles ( o Keino dos )(us. Cem a#enturados sois quando #os in6uriarem e
#os perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal quanto a #-s por causa de 'im.
legrai#os e regozi6ai#os, porque será grande a #ossa recompensa nos c(us, pois foi
assim que perseguiram os profetas que #ieram antes de #-s<. 1'at. 5A3 9HF2.
Eu, por(m #os digoA ;mai os #ossos inimigos e orai pelos que #os perseguem<.
1'at.5ADD2.
;ou#os um no#o mandamentoA 8ue #os ameis uns aos outros<. 1Ooo H3A3D2.
/odo poder #em de dentro
;&u#i e entendeiM 4o ( o que entra pela oca que torna o homem impuro, mas o
que sai da oca, isto sim, o torna impuroM< 1'at. H5AHH2.
;4ada há no exterior do homem que, penetrando nele, o possa tornar impuroS mas o
que sai do homem, isso ( o que o torna impuro<. 1'arc. LAH52.
;)om efeito, ( de dentro do corao dos homens que saem as inten!es malignas<.
1'arc. LAFH2
;4o se poderá dizerA Eilo aquiM Eilo aliM $ois eis que o Keino de eus está dentro
de #-s<. 1@ucas HLAFH2.
 eficácia ( a medida da #erdade
;$roduzi ento o fruto que pro#e a #ossa con#erso<. 1'at. 3A  Ooo o Catista2.

;U-s sois o sal da /erra. &ra, se o sal se tornar insosso, com que o salgaremosV $ara
nada mais ser#e, seno para ser lanado fora e pisado pelos homens<. 1'at. 5AH32.
;U-s sois a luz do mundo. 4o se pode esconder uma cidade situada sore um
monte. 4em se acende uma l=mpada e se coloca deaixo do alqueire, mas no candelaro e
assim ela rilha para todos que esto na casa<. 1'at. 5AHDH52.