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Material organizado (2016) pela professora


Renata Silva Trovão

Aluno (a)_______________________________________________________RA__________________________________

Curso _________________________________________________ Turma_______________________________________

2016
2

1. CONCEITO DE PESQUISA

“À luz de Pierce, uma definição muito geral e sintética de pesquisa seria a


seguinte: toda a investigação de qualquer espécie que seja, nasce da observação de algum
fenômeno surpreendente, de alguma experiência que frustra uma expectativa ou rompe
com um hábito de expectativa (CP 6.469). Quando um hábito de pensamento ou crença é
rompido, o objetivo é se chegar a um outro hábito ou crença que se prove estável, quer
dizer, que evite a surpresa e que estabeleça um novo hábito. Essa atividade da passagem
da dúvida à crença, de resolução de uma dúvida genuína e consequente estabelecimento
de um hábito estável é o que Pierce chamou de investigação.
Da generalidade dessa definição decorre que ela pode se referir a qualquer tipo de
investigação e não apenas à científica. Entretanto, ela contém aquilo que se constitui no
núcleo de qualquer pesquisa: livrar-se de uma dúvida, buscar uma resposta já é um
processo investigativo (grifo nosso), ‘mesmo que seja imediato, assistemático e definido
por traços puramente ligados ao senso-comum’ (BARROS e LEHFELD, 1988: 13). Toda
pesquisa nasce, portanto do desejo de encontrar resposta para uma questão (grifo
nosso). Aliás um tal desejo se constitui sempre na mola central de uma pesquisa,
principalmente da científica, pois, sem esse desejo, o pesquisador fenece tragado nos
desencantos das obrigações.
Por vezes, a pergunta que se busca responder é abstrata. Outras vezes, é prática e,
até mesmo, urgente. De todo modo, só a pesquisa nos permitirá respondê-las. Nesse
sentido, o esforço dirigido e o conjunto de atividades orientadas para a solução da questão
abstrata ou prática ou operativa que se apresenta, resultará na aquisição de conhecimento,
mesmo quando o esforço, as atividades e o resultante conhecimento se situam no contexto
não especializado do nosso cotidiano. Se tem todos esses pontos em comum com a
pesquisa em geral, o que faz, então, uma pesquisa ser científica?
Antes de tudo, a pesquisa científica exige, pelo menos como pano de fundo, um
certo estado de alerta do pesquisador para as questões filosóficas, especialmente
epistemológicas1, sobre as leis que regem o conhecimento, sua busca, aquisição, validade
etc. Lopes (1990: 88), por exemplo, considera a epistemologia um polo intrínseco à
pesquisa científica e uma das instâncias da prática metodológica. Assentada sobre essas

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Epistemologia: Conjunto de conhecimentos que têm por objeto o conhecimento científico,
visando a explicar os seus condicionamentos (sejam eles técnicos, históricos, ou sociais, sejam
lógicos, matemáticos, ou linguísticos), sistematizar as suas relações, esclarecer os seus vínculos,
e avaliar os seus resultados e aplicações.
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bases, a pesquisa deve se conduzir dentro de um determinado campo da ciência a que o


objeto ou assunto da pergunta pertence e à luz de algum quadro teórico de referência e de
suas predições, quadro teórico este que deve ser selecionado em função de sua adequação
para responder à pergunta que se tem.
Além disso, para resolver a dificuldade, formulada no problema, o pesquisador
não pode ‘apenas adivinhar, fazer suposições gratuitas ou emitir opiniões superficiais e
inconsistentes’, mas deve realizar sua busca através de levantamento de dados, através de
um método coletâneo ao quadro teórico de referência e também adequado à dificuldade a
ser resolvida, método este com suas técnicas específicas. Tudo isso se constitui em ‘um
processo pelo qual, ao mesmo tempo, se busca, examina e prova a solução’ (RUDIO,
1992: 9, 71).
Só isso pode ser chamado de pesquisa científica porque só isso pode resultar em
conhecimento com as características que a ciência exige, isto é, conhecimento verdadeiro
e justificado, no sentido em que ‘verdadeiro e justificado’ foi discutido mais acima. Tem-
se aí por que a pesquisa é o alimento da ciência. Pesquisa é o modo próprio que a ciência
tem para adquirir conhecimento. No seu aspecto gerativo, o conhecimento só pode
continuar crescendo na medida em que as pesquisas são incessantemente realizadas. Caso
contrário, o conhecimento se cristalizaria em fórmulas fixas, nos axiomas2 das crenças
estabilizadas ou em meras imposições burocráticas do fazer científico que Peirce
chamaria de excremento da ciência. Em suma, a pesquisa científica é uma atividade
específica e especializada. Demanda de quem se propõe a desenvolvê-la uma certa
vocação, um certo grau de renúncia às agitações da vida mundana e insubmissão às
tiranias da vida prática, demanda a curiosidade sincera pelo legado do passado e a vontade
irrefreável de prosseguir; exige isolamento disciplinado e consequente capacidade para a
solidão reflexiva, hábitos de vida muito específicos, ao mesmo tempo que abertura para
a escuta cuidadosa e sempre difícil da alteridade, junto com a capacidade renovada de se
despojar do conforto das crenças, quando isso se mostra necessário. Exige, ao fim e ao
cabo, amor pelo conhecimento. Só esse amor pode explicar a docilidade do pesquisador
aos rigores da ciência, especialmente aos rigores do método.
O conhecimento científico, portanto, não pode ser alcançado de maneira
dispersiva e errante, pois a errância é, via de regra, não apenas custosa em termos de perda
de energia e recursos mas é, sobretudo, sem garantias. Por isso mesmo, junto com as

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Axioma: Premissa imediatamente evidente que se admite como universalmente verdadeira sem
exigência de demonstração.
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questões epistemológicas, a teoria dos sistemas cognitivos ou conceituais engloba


questões lógicas e metodológicas.”
(SANTAELLA, Lucia. Comunicação e Pesquisa. São Paulo: Hacker Editores, 2001, p. 111 - 113)

2. DOCUMENTAÇÃO: MÉTODO DE ESTUDO


A coisa mais indispensável a um homem é
reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio
conhecimento. (Platão)
Especialmente, na realização de pesquisas para trabalhos acadêmicos, o registro
das informações é de fundamental importância para a posterior produção do trabalho.
Existem inúmeras formas de registrar as informações, a mais utilizada é o fichamento,
seja em fichas tradicionais, seja em arquivos no computador. O importante é que se saiba
como pesquisar e o que documentar.
Alguns autores sugerem que as informações sejam distribuídas em fichas com
informações específicas:
 Ficha de resumo ou conteúdo;
 Ficha de citações;
 Ficha de comentário;
 Ficha bibliográfica.
Entretanto, sugere-se a utilização de um documento único que traga o maior número
de informações de que possa precisar futuramente. Nesse documento devem constar:
 Título;
 Tema;
 Identificação da fonte da leitura (livro, tese, artigo em revista, filme etc);
 Referência bibliográfica (autor, título, edição, cidade, editora, ano);
 Resumo ou síntese das ideias do autor;
 Comentário (apreciação da obra: extensão do texto, sua constituição, clareza,
lógica, exemplificação genérica ou específica, ilustrações, exemplos, bibliografia,
citações,);
 Citações
As citações são essenciais para a fundamentação dos trabalhos, desse modo o
registro trechos importantes facilitará a composição dos relatórios. Ao final de cada
citação selecionada, deve-se colocar o número da página de onde foi retirado o texto.
Graficamente, as citações diretas (item 8.2 deste material) são marcadas por aspas,
5

caso o texto original já apresente esse sinal, deve ser transformado em aspas simples
(‘).
Lembre-se de que não podemos alterar o texto original. Caso apresente erros,
utilize a abreviatura (sic) que significa tal qual; assim mesmo, logo após o erro.
 Localização da obra ( biblioteca, site, propriedade do aluno etc).

Para facilitar a visualização, pode-se organizar essas informações em quadros:


Título Tema
Título original - no caso de obra estrangeira, tradução
Identificação da fonte de leitura:
Referência Bibliográfica:
Resumo:
Comentários:
Citações:
Localização da obra:

Mais informações sobre fichamento podem ser encontradas em:


JARDILINO, José Rubens; ROSSI, Gisele; SANTOS, Gerson T. Orientações
metodológicas para Trabalhos Acadêmicos. São Paulo. Gion, 2000, pp. 91-104.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. rev.
e ampl. São Paulo: Cortez, 2000, pp. 66 – 72.

ATIVIDADE
Prepare o fichamento de um dos textos pesquisados que seu grupo utilizará para
a realização do projeto integrador.

3. FONTES DE PESQUISA

Todo o levantamento de informações necessário à produção de um trabalho


científico deve ser sistematizado e seguir um método. Uma busca sistemática compreende
a utilização de obras especializadas, de registros bibliográficos: livros, revistas
científicas, teses.
Um instrumento de pesquisa muito utilizado atualmente é a Internet, todavia esse
instrumento requer muito critério na escolha dos sites que serão utilizados. Convém
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lembrar que há espaços na rede em que todos podem postar informações, entretanto nem
sempre esses registros são precisos e fundamentados. Para evitar trabalho equivocado ou
infrutífero, sugerimos a busca em sites como Google Acadêmico, Scielo, CNPq.
Há outros endereços que podem ser úteis: www.tese.usp.br; www.ibge.gov.br;
www.ibict.br.
Reforça-se, aqui, a orientação de que os livros sempre são fundamentais a
qualquer trabalho de pesquisa.
Todo trabalho de pesquisa requer um planejamento e o projeto de pesquisa é o
registro desse plano que levará o pesquisador a adotar a disciplina necessária à realização
de um bom trabalho.

4. A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA

a) Escolha do tema

A elaboração do projeto de pesquisa é iniciada pela escolha do tema (no caso do


projeto integrador, a escolha já foi estabelecida). Tal escolha deve observar os seguintes
aspectos:
Um tema surge quase sempre de uma intenção ainda imprecisa, vaga e geral.
Porém, a indefinição inicial de um tema é normal, pois o que importa não é o seu modo
de ser, mas a elaboração que deve ser realizada para que ele vá ganhando concretude,
precisão e determinação”. (SANTAELLA, Lucia. Comunicação e Pesquisa. São Paulo:
Hacker Editores, 2001. p. 156 – 158)
Critérios para a escolha do tema:
 “A temática a ser trabalhada deve surgir de um interesse pessoal.
 Estar sintonizado com as linhas de pesquisa do programa de estudos e/ou do
departamento e faculdade.
 Deve ser um tema que retrate questões relevantes para o indivíduo e a sociedade mais
ampla.
 Ser tema acessível para se desenvolver uma pesquisa de acordo com as possibilidades
do autor.
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b) Título

O título deve ser o mais fiel possível ao conteúdo do trabalho. Uma boa forma de criar
títulos é dividi-los em:
Geral: apresenta de maneira ampla o teor do trabalho.
Específico ou técnico: aparece como um subtítulo, especificando o tema abordado,
aproximando-se do objeto de estudo. Por exemplo:
Educação e Trabalho: um Conflito Socioeconômico
Tipografia na Era Digital: o Impacto da Novas Tecnologias

c) Introdução

Definição: começo, abertura. Estudo que serve de preparação para o estudo de


uma matéria. Texto que antecede uma obra escrita e que serve para apresentá-la ao leitor.
Inicialmente, apresenta-se o tema, argumentando as implicações sociais que o
estudo do tema poderá ter ou os benefícios para a população de uma discussão e/ou
encaminhamento do assunto.
Faz-se, em seguida, uma revisão histórica do tema, destacando a importância
para a sociedade que o mesmo teve ao longo de um período de tempo.
Após a apresentação e análise da relevância social, passa-se à importância
científica, indicando o que já foi estudado (investigado), discutido e concluído, ou seja,
far-se-á uma breve revisão bibliográfica, apresentando estudos relevantes sobre o
assunto relacionados ao tema. Em geral, buscam-se as publicações dos últimos dez anos,
principalmente, os estudos mais recentes.
Por fim, o autor apresentará suas próprias questões e discussões a respeito da
temática.
OBSERVAÇÃO: “é na introdução que se deve defender o tema dentro da parcimônia
que a ciência requer. Portanto, os argumentos que apresentam as relevâncias social e
científica devem ser muito bem fundamentados” (HÜBNER, Maria Martha. Guia para
elaboração de monografias e projetos de dissertação de mestrado e doutorado. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning/Mackenzie, 2001. p. 41)
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d) Justificativa

O texto abaixo foi adaptado de: RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social:
métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999. (p. 56 – 57)

Segundo Richardson (1999), a justificativa visa destacar a importância da


pesquisa proposta, tanto no campo da teoria quanto no da prática, para a área de
conhecimento em que a pesquisa é desenvolvida.
Deve responder as perguntas: Por que se deseja fazer a pesquisa? Por que a
pesquisa é relevante? Qual sua importância? Quais suas contribuições?

Trata-se de um texto em que o autor deixa claro:


 o que o motivou à pesquisa;
 a contribuição que se espera oferecer com o trabalho ( relevância social e
acadêmica - no caso do projeto integrador a relevância da pesquisa para a
efetiva realização do trabalho);
Enfim, a justificativa exalta a necessidade de se efetuar tal pesquisa.

e) Problema

O problema é a mola propulsora do trabalho, ou seja, é a questão que se pretende


responder acerca do tema, é o questionamento que delimita a abrangência da pesquisa.
Como o problema deve ser explicitado de maneira clara e precisa, muitos autores sugerem
a elaboração de uma pergunta que será respondida por meio de uma hipótese a ser testada
ao longo da pesquisa, entretanto nada impede que o problema seja enunciado por uma
afirmação.
Não se recomenda a apresentação isolada das perguntas. Apresente-as dentro de um texto
dissertativo.

Exemplos de perguntas: Quais os fatores que contribuem para a evasão escolar? Como a
extensão universitária pode contribuir para o desenvolvimento de uma comunidade?”

 “(...) Um problema de pesquisa não pode estabelecer juízos de valor sobre o que é
melhor ou pior em uma situação social.
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 O problema deve referir-se a fenômenos observáveis, possíveis de verificação


empírica3.
 O problema não deve referir-se a casos únicos e isolados; deve ser representativo e
passível de ser generalizado.
 O problema deve apresentar certa originalidade. Portanto, não se deve insistir em
problemas já conhecidos e estudados, salvo se forem incluídos novos enfoques ou
pontos de vista”.

e) Hipótese

O texto abaixo foi extraído e adaptado de: SANTAELLA, Lucia. Comunicação e


Pesquisa. São Paulo: Hacker Editores, 2001. (p. 176-179).

A hipótese (...) está liga ao problema da pesquisa. Deve, por isso mesmo, ser
obrigatoriamente inserida em um projeto de pesquisa.
A hipótese é uma resposta antecipada, suposta, provável e provisória que o
pesquisador lança e que funcionará como guia para os passos subsequentes do projeto e
do percurso da pesquisa. Se o problema tem uma forma interrogativa, a hipótese tem
uma forma afirmativa. Não se trata, entretanto, de uma afirmação indubitável, mas
apenas provável. Funciona como uma possível solução para o(s) problema(s)
apresentado(s). É preciso ressaltar que nem sempre há a confirmação da hipótese o que
não leva à perda do trabalho – já que se comprovou algo -, apenas à revisão das ideias
pré-estabelecidas.
Por ter a natureza de uma suposição, a hipótese tem por característica o fato de ser
provisória, devendo, portanto ser testada para se verificar sua veracidade..
“Toda e qualquer pesquisa deve contar com a formulação das hipóteses, caso
contrário, estará lhe faltando um norte, pois a função da hipótese é servir como uma
bússola”.(p. 179)

Exemplo:
Exemplo adaptado de: RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e
técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999. (p. 107)
Tema: Migração
Problema: O que leva um indivíduo abandonar seu local de nascimento, sua terra,
sua família, seus costumes e suas relações sociais para migrar para um local estranho,
desconhecido?

3
Empírico: derivado de experimento ou de observação da realidade.
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Hipóteses: O desejo de migrar de um camponês é influenciado por uma complexa


relação de fatores psicológicos e estruturais.
O desejo de migrar é influenciado pelas aspirações e expectativas educacionais e
econômicas do camponês.
O desejo de migrar é influenciado pelo nível de desenvolvimento da localidade
em que vive o camponês.

f) Objetivos

Nesta etapa, o autor apresenta os objetivos que o trabalho pretende atingir


relacionados às contribuições que pretende trazer. Serão extraídos a partir dos problemas
levantados anteriormente.
“Tem por finalidade elucidar uma situação; aprofundar um tema; oferecer
subsídios para sua área de estudos; analisar, discutir e até mesmo refutar posições e
teorias”. (JARDILINO, 2000: 53)

Os objetivos da pesquisa podem ser :


O texto abaixo foi extraído e adaptado de: RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa
social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999. (p. 62-64)

GERAIS: visão geral e abrangente do problema, definem o que se pretende


alcançar com a realização da pesquisa.
Exemplo: Verificar os fatores que contribuem para a migração rural-urbana no
Estado da Paraíba.

ESPECÍFICOS: definem etapas que devem ser cumpridas para alcançar o objetivo
geral.
Exemplo: Levantar informações sobre a migração rural-urbana no Estado da
Paraíba.

Verbos usados na elaboração dos objetivos:


 Os verbos devem ser utilizados no infinitivo.
 “Em uma pesquisa exploratória, o objetivo geral começa com os verbos: conhecer,
identificar, levantar, descobrir”.
 “Em uma pesquisa descritiva, inicia com os verbos: caracterizar, descrever, traçar”.
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 “Em uma pesquisa explicativa, começa com os verbos: analisar, avaliar, verificar,
explicar etc”.

Regras para a formulação dos objetivos:


 “O objetivo deve ser claro, preciso e conciso. .
 O objetivo deve referir-se apenas à pesquisa que se pretende realizar.

g) Cronograma

O cronograma apresenta os prazos previstos para a realização da pesquisa e da redação


final. As atividades podem ser divididas em períodos semanais, quinzenais ou mensais,
de acordo com as características o trabalho.

ATIVIDADES / PERÍODOS fev mar abr maio jun jul


1 Levantamento de literatura X
2 Montagem do Projeto X
3 Coleta de dados X X
4 Tratamento dos dados X
5 Elaboração do Relatório Final X X
6 Revisão do texto X X
7 Entrega do trabalho X

h) Proposta de trabalho

Na proposta deverá constar os meios alternativos para a implementação da solução


escolhida pelo grupo, estudando todos os preparativos para uma futura construção do
protótipo (não deve ser construído protótipo), constando cada uma das etapas a ser
contemplada quando for construído.

i) Referências Bibliográficas

As referências são obrigatórias em qualquer trabalho. Neste item, devem ser


apresentados todos os documentos e fontes de informação consultados para a realização
do trabalho. A organização das referências deve seguir os padrões da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT que apresentaremos no item 8.1 deste material.
12

Nos projetos de pesquisa, os verbos devem ser utilizados no futuro, pois o trabalho
ainda será realizado.

5. ELABORAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO: ESTRUTURA E


NORMAS DE FORMATAÇÃO DO RELATÓRIO

Os trabalhos acadêmicos devem ser digitados em letra tamanho 12, fonte Times
New Roman ou Arial, com alinhamento justificado, espaço entre linhas 1,5, margens de
3 cm (esquerda e superior) e 2 cm (direita e inferior), papel formato A4 do tipo sulfite,
numeração das páginas no canto superior direito.
A estrutura de um trabalho acadêmico é composta pelos itens abaixo:

 Capa (Modelo 1);


 Folha de rosto (Modelo 2);
 Resumo na língua vernácula
Traz a apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto, fornecendo uma visão
rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho. Não pode ultrapassar 500
palavras;
 Lista de figuras (Modelo 3);
 Lista de tabelas (Modelo 4);
 Lista de abreviaturas e siglas (Modelo 5);
 Lista de símbolos (Modelo 6);
 Sumário (modelo 7);
 Introdução;
 Justificativa;
 Problema;
 Hipótese;
 Objetivo;
 Cronograma;
 Referências (veja item 8.3);
 Glossário (elemento opcional) e
 Apêndices (elemento opcional).
Texto elaborado pelo autor para complementar sua argumentação.
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 Anexos (elemento opcional)


Texto não elaborado pelo autor para servir de fundamentação, comprovação e
ilustração.

Outros itens devem ser ressaltados para o trabalho em questão:


 Palavras em língua estrangeira não podem ser utilizadas no texto, a não ser que
sejam colocadas entre parênteses. Tal palavra deve ser escrita no texto na língua
vernácula. Exemplo: realimentação, resposta (feedback).
 A identificação numérica dos títulos e subtítulos deve ser feita da seguinte forma:
letra maiúscula em negrito para o título, letra maiúscula e minúscula em negrito
para o subtítulo. Ambos alinhados à esquerda (Modelo 8).
 Novo capítulo deve ser iniciado em uma nova página.
 A identificação de uma figura deve ser feita conforme Modelo 9.
 A identificação de uma tabela deve ser feita conforme Modelo 10.
 A indicação da referência bibliográfica no texto deve ser feita conforme Modelo
12.
 As equações e fórmulas devem ser indicadas conforme exemplo abaixo:
x2 + y2 = z2 (1)
(x2 + y2)/5 = n (2)
 Todas as unidades utilizadas devem estar no Sistema Internacional de Unidades
(SI). Em caso de dúvidas, consultar o arquivo Sistema Internacional de Unidades
disponível no portal.
Observe os modelos a seguir:
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1. Capa (modelo 1)

Esta linha representa a folha, não faça moldura na capa de seu trabalho. Utilize papel sulfite A4.
Margens adotadas da capa ao término do trabalho:
Esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm,

Universidade Nove de Julho


(O nome da universidade deve ser colocado centralizado, na primeira linha após a margem
superior de 3cm, letra tamanho 12, fonte Arial ou Times New Roman)

Nome completo dos alunos


(Em ordem alfabética, dois espaços depois do nome da universidade, centralizado, letra
tamanho 12, fonte Times New Roman)

Título: subtítulo
(No meio da folha, centralizado, letra tamanho 12, fonte Arial ou Times New Roman)

São Paulo
2013
(Na última linha, antes da margem de 2 cm,centralizado, letra tamanho 12, fonte
Times New Roman)
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2. Folha de rosto (modelo 2)

Esta linha representa a folha, não faça moldura na capa de seu trabalho. Utilize papel sulfite
A4.
Margens adotadas da capa ao término do trabalho:
Esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm,

Nome completo dos alunos


(Em ordem alfabética, centralizado, letra tamanho 12, fonte Arial ou Times New
Roman)

Título: subtítulo
(Com letras maiúsculas e minúsculas, no meio da folha, centralizado, letra tamanho
12, fonte Arial ou Times New Roman)

( espaço simples)
Trabalho de (ou) apresentado à
disciplina XXXXXXX

Professor XXXXXXXXXX
(Tamanho 12, normal, justificado, espaço simples entre
linhas, recuo de 7cm a partir da margem esquerda de
3cm)

São Paulo
2013
(Modelo
(Na última linha antes da margem de3)
2 cm, centralizado letra tamanho 12, Arial
ou Times New Roman)

LEMBRETE: as margens indicadas nos modelos 1 e 2 devem ser


mantidas em todo o trabalho.
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(Modelo 3)

LISTA DE FIGURAS

Figura 4.1: Peneira do pré-tratamento ......................................................... 47


Figura 4.2: Caixa de Areia e Calha Parshall ..................................................47
Figura 4.3: Caixa de Gordura ........................................................................48
Figura 5.1: Variação do pH no Reator UASB 1 e UASB 2 – Fase 1.............62
Figura 5.2: Comparação entre os valores de pH do UASB 1 e UASB 2 – Fase
1..................................................................................................62
Figura 5.3: Variações dos valores de pH do ponto 1 ao ponto 6 do Reator
UASB 1– Fase 1............................................................................................63
17

(Modelo 4)

LISTA DE TABELAS

Tabela 3.1: Vantagens e desvantagens de um reator UASB ...............................27


Tabela 3.2: Valores das concentrações de DQO, SST e SSV no esgoto bruto e
no efluente de UASB .........................................................................................41
Tabela 4.1: Programa de monitoramento do reator UASB 1 e UASB 2 durante
os 04 dias iniciais da partida ..............................................................................54
Tabela 4.2: Programa de monitoramento do reator UASB 1 e UASB 2 durante o
período de partida ...............................................................................................55
Tabela 4.3: Análises complementares do programa de monitoramento dos
reatores UASB 1 e UASB 2 durante a operação sob regime estabilizado ...........56
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(Modelo 5)

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

A/M – alimento/ microrganismo


BF- Biofiltro aerado submerso
Cetesb – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental
Crusp – Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo
CTH – Centro Tecnológico de Hidráulica
DQO – Demanda Química de Oxigênio
DBO – Demanda Bioquímica de Oxigênio
ETE – Estação de Tratamento de Esgotos
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(Modelo 6)

LISTA DE SÍMBOLOS

A, P[ ] matriz de transições da cadeia de Markov


t intervalo de tempo
Pt[ ] matriz de transições da cadeia de Markov no instante t
b( ) distribuição da probabilidade de observação
n, S estados do modelo de Markov
N número máximo de estados do modelo de Markov
k símbolo observável
x vetor de símbolos
Q conjunto de estados do modelo
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(Modelo 7)

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ---------------------------------------------------------------------------- 17
2 CADEIAS CARBÔNICAS -------------------------------------------------------------- 21
2.1 Características do átomo de carbono ----------------------------------------------- 21
2.2 Tipos de cadeias carbônicas---------------------------------------------------------- 25
3 ISOMERIA DA QUÍMICA ORGÂNICA ------------------------------------------- 29
3.1 Isomeria plana -------------------------------------------------------------------------- 30
3.1.1 Isomeria de cadeia --------------------------------------------------------------- 40
3.1.2 Isomeria de posição ------------------------------------------------------------- 44
3.1.3 Isomeria de compensação ------------------------------------------------------ 46
3.2 Isomeria espacial ----------------------------------------------------------------------- 46
3.1.1 Isomeria cis-trans ou geométrica ---------------------------------------------- 47
3.1.2 Isomeria óptica ------------------------------------------------------------------- 49
4 ALCANOS ---------------------------------------------------------------------------------- 50
4.1 Estrutura --------------------------------------------------------------------------------- 52
4.2 Nomenclatura --------------------------------------------------------------------------- 53
5 CONCLUSÃO ----------------------------------------------------------------------------- 61
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS -------------------------------------------------- 63
APÊNDICES---------------------------------------------------------------------------------- 63
ANEXOS -------------------------------------------------------------------------------------- 63
21

(Modelo 8)

2. ESTRATÉGIA COMPETITIVA

2.1 Mercado concorrente

2.1.1 Mercado da região sudeste

2.2 Mercado internacional

3. ANÁLISE AMBIENTAL

3.1 Ambiente Nacional

3.2 Ambiente Internacional


22

(Modelo 9)

Figura 4.1 – Peneira do pré-tratamento (CASEIRO, 2005).


23

Modelo 10
Tabela 2.1 – Valores das concentrações de DQO, SST e SSV no esgoto bruto e no
efluente de UASB (SOUSA, 1996).
Q (L/d) TDH (h) COV (kg.m³/d) Esgoto Bruto UASB Eficiência (%)
DQO (mg/L) 442 108 76
1 ª Fase 20,4 4,7 2,25 SST (mg/L) 187 71 62
SSV (mg/L) 129 42 67,5
DQO (mg/L) 422 58,1 86
2ª Fase 24 4 2,53 SST (mg/L) 256 38 85
SSV (mg/L) 162 19 88
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6. CORPO DO TRABALHO – ALGUMAS NORMAS ELEMENTARES

A importância das citações


Citação é a menção no texto de uma informação extraída de um documento ou um
canal de informação, com o objetivo de inserir a pesquisa na temática pertinente, dar
crédito à pesquisa além de fornecer o embasamento para argumentação da própria
pesquisa. Dois sistemas de citação de autores podem ser utilizados no trabalhos
científicos: o sistema numérico ou o sistema alfabético (autor e data).

Citação Direta
Citação direta curta (com menos de 5 linhas) - Deve ser feita na continuação do texto,
entre aspas, com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizados no parágrafo de texto no qual
está inserida
Ex.: Maria Ortiz, moradora da Ladeira do Pelourinho, em Salvador, (...) de sua janela
jogou água fervendo nos invasores holandeses, incentivando os homens a continuarem a
luta. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço, enquanto os maridos comiam, as
mulheres lutavam em seu lugar. Este fato levou os europeus a acreditarem que "o baiano
ao meio dia vira mulher" (MOTT, 1988: 13).

Obs.: MOTT: autor que faz a citação; 1988: o ano de publicação da obra deste autor na
bibliografia; 13: refere-se ao número da página onde se encontra o texto de Mott. A frase
entre aspas é texto de Mott, autor que foi citado.

Citação direta longa (com 5 linhas ou mais) - As margens são recuadas à direita, em
espaço um (1). A segunda linha e as demais são alinhadas sob a primeira letra do texto da
própria citação. No texto citado deve ser utilizada letra tamanho 11. Deve-se deixar uma
linha em branco entre a citação e os parágrafos anterior e posterior.
Ex.: Além disso, a qualidade do ensino fornecido era duvidosa, uma vez que as mulheres
que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal função.

A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento


das cadeiras das escolas femininas. Não obstante sobressaírem as
mulheres no ensino das prendas domésticas, as poucas que se
25

apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que
deveriam ensinar que não logravam êxito em transmitir seus exíguos
conhecimentos. Se os próprios homens, aos quais o acesso à instrução
era muito mais fácil, se revelavam incapazes de ministrar o ensino de
primeiras letras, lastimável era o nível do ensino nas escolas femininas,
cujas mestras estiveram sempre mais ou menos marginalizadas do
saber. (Saffioti, 1976:193).

Obs.: O nome do autor citado pode vir em minúsculas ou maiúsculas.

Citação de citação
É a citação feita por outro pesquisador.
Ex.: O Imperador Napoleão Bonaparte dizia que "as mulheres nada mais são do que
máquinas de fazer filhos" (BONAPARTE apud LOI, 1988: 35).
Obs.: apud = citado por.

Citação Indireta
É a citação que sofre uma interpretação por parte do autor.
Ex.: Ainda com relação à questão da inventividade, são incontestáveis dois princípios que
norteiam o entendimento do processo inventivo: a tradição não tem poder determinante
sobre aqueles poetas de talento individual, que a tomam como ponto de partida (Dronke,
1981:36), e o reconhecimento dessa individualidade dar-se-á pelo conhecimento do
contexto em que uma peça inovadora foi criada (idem, ibidem, p. 37)
Obs.: idem significa o mesmo autor citado anteriormente e ibidem, que a citação indireta
está no mesmo livro citado anteriormente.

7. Referências Bibliográficas
Usa-se a expressão “Referências Bibliográficas” quando relacionamos apenas os
documentos utilizados, consultados e citados ao longo do trabalho. O termo
“Bibliografia” será usado quando relacionarmos as obras genéricas sobre o tema, ou seja,
aquelas utilizadas para compor o trabalho, as obras consultadas e não citadas no trabalho
e as obras gerais sobre o tema.
“A apresentação dar-se-á por ordem alfabética de autor e pela ordem
cronológica da publicação. Observe-se que o sobrenome do autor e o título do documento
26

têm um destaque gráfico, ou seja, o sobrenome do autor que abre a referência deve vir em
maiúsculas ou caixa alta, enquanto o título principal deve vir em itálico (grifado,
somente quando o texto é datilografado ou manuscrito). Quando um dos dados
bibliográficos não é identificável no documento, ele pode ser substituído pelas seguintes
abreviações: s.l. = sem local de publicação; s.ed. = sem editor; s.d. = sem data; s.n.t. =
sem notas tipográficas, quando faltam todos os elementos”.
(Fonte: SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 21. ed. rev.
e ampl. São Paulo: Cortez, 2000. p. 115)

Normas específicas:
1. Livros
SOBRENOME, Nome. Título. Edição. Cidade de publicação: Editora, ano de publicação.
Exemplo:
CHAUI, Marilena. O que é ideologia. 42. ed. São Paulo: Brasiliense, 1997.

Até três autores: indica-se o nome dos três autores.

Exemplo:
JARDILINO, J. R. L.; ROSSI, G.; SANTOS, G. T. Orientações metodológicas para
elaboração de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Gois Editora e Publicidade, 2000.

Mais de três autores: indicar o nome do organizador ou do coordenador da obra.


Exemplo:
DANTAS, Audálio (org.). Repórteres. São Paulo: Editora SENAC, 1998.

Referência bibliográfica de parte da obra ou capítulo.


SOBRENOME, Nome do autor do capítulo. Título do capítulo. In: SOBRENOME, Nome
do autor do livro. Título do livro. Edição. Cidade de publicação: Editora, ano de
publicação.
Exemplo:
MEIRELLES, Domingos. Acerto de Contas. In: DANTAS. Audálio (org.). Repórteres.
São Paulo: Editora SENAC, 1998.
27

2. Dissertações e teses
SOBRENOME, Nome. Título. Cidade de publicação, ano de apresentação. Tese
(Doutorado) / Dissertação (Mestrado). Unidade de Ensino, Instituição.
Exemplo:
SILVA, Janete Bernardo da. Abrindo janelas à noção de competência para a construção
de um currículo interdisciplinar: estudo preliminar. Dissertação de Mestrado. Faculdade
de Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1999.

3. Trabalhos apresentados em congresso.


SOBRENOME, Nome. Título do trabalho. In: NOME DO CONGRESSO, número do
congresso, ano e cidade de realização. Título. Local: Editora, ano de publicação. páginas
inicial-final.
Exemplo:
BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a
objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo.
Anais... São Paulo: USP, 1994. p. 16-29.

4. Artigos de publicações acadêmicas


SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico, cidade de publicação:
Editor, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-final, mês e ano.
Exemplo:
SILVA, Dalmo O. Souza. Ágora ou o Zoológico Humano?- uma contribuição para o
debate sobre os Reality Shows. Cenários da Comunicação, São Paulo: UNINOVE, v. 1,
n. 1, p. 57-71, set. 2002.

5. Artigo de jornal, revistas de circulação


SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do Jornal, cidade, data. Número ou título
do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final.
Exemplo:
CARDOSO, Raquel. Zeca, o pivô da guerra das cervejas. Diário de S. Paulo, São Paulo,
16 de março de 2004. Economia, p. B3.
28

6. Trabalhos de fontes eletrônicas


SOBRENOME, Nome / EDITOR. (Ano). Título do trabalho, Tipo de mídia. Produtor
(opcional). Disponível: identificador (data de acesso).
Exemplo:
ARAÚJO, J.G.F.; MOREIRA, A.Z.M. (1999). Mass Media: um enfoque político-social.
(On-line). INTERCOM. Disponível em: http://www.intercom.org.br/papers/xxii-
ci/gt27/27z02.PDF. Acesso em 14.6.2004.
29

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARROS, Aidil Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. A metodologia
e a universidade. In: _____. Fundamentos de metodologia: um guia para a iniciação
científica. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1986, p. 1-14

JARDILINO, José Rubens; ROSSI, Gisele; SANTOS, Gerson T. Orientações


metodológicas para Trabalhos Acadêmicos. São Paulo. Gion, 2000.

LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2. ed.


São Paulo: Atlas, 1991.

__________. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.

MORENTE, M. Garcia. Fundamentos de Filosofia. Lições preliminares. São Paulo:


Mestre Jou, 1970, p.99

ORENSTEIN, Benny. Como estudar. Disponível:


http://www.enaol.com/educando/leitura.htm, (20 de fevereiro de 2005)

RICHARDSON, Roberto Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 1989.

SANTOS, Gerson Tenório; ROSSI, Giseli; JARDILINO, José Rubens Lima.


Orientações metodológicas para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos.2 ed. São
Paulo: Giom Editora e Publicidade, 2000.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. rev. e ampl.
São Paulo: Cortez, 2000.
30

ANEXOS

Veja algumas abreviaturas comuns em trabalhos científicos:

Abreviaturas Expressão Latina Significado


ad. lit. ad. litteram ao pé da letra
ampl. ampliado
anot. anotado
apóg. apógrafo [cópia de manuscrito]
ap. apud segundo fulano, referido por
aum. aumentado
cf. confira, compare
col. coleção
comp. compilador
dir. direção
doc. documento
ed. edição
ed. cit. edição citada
e.g. exempli gratia por exemplo, a saber
et. al. et. alii e outros
et. pas. et. passin em diversas partes, aqui e ali
et. seqs. et. sequentes e seguintes
glos. glossário
ibid. ibidem na mesma obra
id. idem o mesmo autor
i.é. isto é
il. [ilus.] ilustrado
in. em
in-fine no fim
intr. introdução
infra abaixo linhas ou páginas
ip. lit. ipsis litteris literalmente
ip.v. ipsis verbis. letra por letra - textualmente
loc.cit. loco citado no lugar citado
melh. melhorado
Ms, ms, mss manuscrito[s]
n. número
n. b. nota bene observe bem
op.cit. opus citatum obra citada
org. organizado
p. página
pas. passim em diversos lugares aqui e ali
pref. prefácio
q.v. quod.vide que se veja
rec. recensão
ref. referência
refund. refundido
rem. remissivo

ver revisto
silicet subentende-se
s.d. sem data
s.ed. sem editor
s.l. sem local de publicação
sel. seleção, selecionado
sic. assim mesmo, tal qual
supra linhas ou p.p. atrás
sep. separata
31

t. tomo
trad. tradução, traduzido
v. volume
V. ver
v.o ver o original
v.g. verbi gratia por exemplo
videlicet notadamente, é fácil de ver
(JARDILINO, José Rubens, ROSSI, Gisele, SANTOS, Gerson T. Orientações Metodológicas
para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos São Paulo: Gion, 2000, pp. 11-113)