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Automação Industrial -

Introdução
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Prof. Carlos A. V. Cardoso

DEL UFS

Sumário
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Introdução

Tipos de Esquemas Elétricos

Características do Acionamento de Motores

Elementos Principais de Comando

Simbologia

Exemplos

Mecanismos de Manobra de motores

Introdução
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Esquema de ligação é a representação de um Sistema elétrico, seja por símbolos gráficos completos ou simplificados. O esquema representa o funcionamento do circuito de corrente e as

interligações de rede.

Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
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Tipos de Esquemas Elétricos

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Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos
Tipos de Esquemas Elétricos

Por definição os comandos elétricos tem por finalidade a manobra de motores elétricos que são os elementos finais de potência em um circuito automatizado. Entende-se por manobra o estabelecimento e

condução, ou a interrupção de corrente elétrica em condições normais

e de sobre-carga. Os principais tipos de motores são:

Motor de Indução

Motor de corrente contínua

Motores síncronos

Servomotores

Motores de Passo

Características do Acionamento de

Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
Motores
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Motores
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Motores
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Motores
Motores
Motores
Motores

Motores

Motores
Motores
Motores

A) Seccionamento: Só pode ser operado sem carga. Usado durante a manutenção e verificação do circuito.

B) Proteção contra correntes de curto-circuito: Destina-se a proteção dos condutores do circuito terminal.

C) Proteção contra correntes de sobrecarga: para proteger as bobinas do enrolamento do motor.

D) Dispositivos de manobra: destinam-se a ligar e desligar o motor de forma segura, ou seja, sem que haja o contato do operador no circuito de potência, onde circula a maior corrente.

Elementos Principais de Comando
Elementos Principais de Comando
Elementos Principais de Comando
Elementos Principais de Comando
Elementos Principais de Comando
Elementos Principais de Comando
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Elementos Principais de Comando
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Elementos Principais de Comando

Elementos Principais de Comando
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Elementos Principais de Comando

Botoeira ou Botão de comando Na botoeira ou “chave industrial” há o

retorno para a posição de repouso através

de uma mola. O entendimento deste conceito é fundamental para compreender o porque da existência de um selo no circuito de comando.

O entendimento deste conceito é fundamental para compreender o porque da existência de um selo no
Elementos Principais de Comando Uma botoeira possui sempre um ou mais
Elementos Principais de Comando
Uma
botoeira possui sempre um ou mais

contatos internos os quais podem ser dos seguintes tipos:

Contato Normalmente Aberto NA. No qual não há passagem de corrente na posição de repouso ou seja quando a botoeira não esta sendo acionada. Porém quando a botoeira não esta mais em repouso ou seja esta sendo acionada, ela se torna um curto circuito permitindo a circulação de corrente elétrica. Contato Normalmente Fechado NF. Neste tipo de contato na posição de repouso existe continuidade elétrica, ou seja poderá circula corrente nos terminais mesmo que a botoeira não este sendo acionada. Por outro lado quando a botoeira é acionada este tipo de contato passará a posição de “aberto”, ou seja sem possibilidade de circulação de corrente elétrica entre os terminais.

“aberto”, ou seja sem possibilidade de circulação de corrente elétrica entre os terminais. Contato NA Contato

Contato NA

“aberto”, ou seja sem possibilidade de circulação de corrente elétrica entre os terminais. Contato NA Contato

Contato NF

Elementos Principais de Comando
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Elementos Principais de Comando Botoeira de 4 polos acionada manualmente com 2 contatos: 1 contato NA

Botoeira de 4 polos acionada

manualmente com 2 contatos:

1 contato NA e

1 contato NF.

Elementos Principais de Comando
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Relés Os relés são os elementos fundamentais de manobra

de cargas elétricas, pois permitem a combinação de

lógicas no comando, bem como a separação dos circuitos de potência e comando. Os mais simples constituem-se de uma carcaça com cinco terminais. Os terminais (1) e (2) correspondem a bobina de excitação. O terminal (3) é o de entrada, e os terminais (4) e (5) correspondem aos contatos normalmente fechado (NF) e normalmente aberto (NA), respectivamente.

e os terminais (4) e (5) correspondem aos contatos normalmente fechado (NF) e normalmente aberto (NA),
Elementos Principais de Comando
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Circuito de comando: Este circuito implementa a interface com o operador da máquina ou dispositivo e portanto trabalha com baixas correntes (até 10

A) e/ou baixas tensões.

Circuito de Potência: É o circuito onde se encontram as cargas a serem acionadas, tais como motores, resistências de aquecimento, entre outras. Neste podem circular correntes elétricas da ordem de 10 A ou mais, e atingir tensões de até 760 V.

Elementos Principais de Comando
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Contatores Os contatores tem principio de funcionamento similar a dos Relés. O contator também é um elemento eletro- mecânico de comando a distância, com uma única posição de repouso e sem travamento. Como pode ser observado na figura o contator consiste basicamente de um núcleo magnético excitado por uma bobina. Uma parte do núcleo magnético é móvel, e é atraído por forças de ação magnética quando a bobina é percorrida por corrente e cria um fluxo magnético.Quando não circula corrente pela bobina de excitação essa parte do núcleo é repelida por ação de molas. Contatos elétricos são distribuídos solidariamente a esta parte móvel do núcleo, constituindo um conjunto de contatos móveis. Solidário a carcaça do contator existe um conjunto de contatos fixos

constituindo um conjunto de contatos móveis. Solidário a carcaça do contator existe um conjunto de contatos
Elementos Principais de Comando
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Contatores Categorias de emprego dos contatores:

de Comando Contatores Categorias de emprego dos contatores: • AC1: é aplicada em cargas ôhmicas ou

AC1: é aplicada em cargas ôhmicas ou pouco indutivas, como aquecedores e fornos industriais a resistência e aparelhos com resistência de aquecimento, fp=0,95.

AC2: é para acionamento de motores de

indução com rotor bobinado.

AC3: é aplicação de motores com rotor de gaiola em cargas normais como bombas, ventiladores e compressores.

Correntes de partida de 5 a 7 In

Inversão de rotação do motor após interrupção.

Aplicações: elevadores, escadas rolantes, correias transportadoras, compressores,

bombas, ar condicionado, centrífugas, etc.

Elementos Principais de Comando
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Contatores

AC4: é aplicado em manobras pesadas, como acionar o motor de indução em

plena carga, reversão em plena marcha e operação intermitente.

Elementos Principais de Comando
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Fusíveis Tecnicamente falando estes elementos destinam-se a proteção contra correntes de

curto-circuito. Entende-se por esta última aquela provocada pela falha de montagem do

sistema, o que leva a impedância em determinado ponto a um valor quase nulo, causando assim um acréscimo significativo no valor da Corrente. Sua atuação deve-se a fusão de um elemento pelo efeito Joule, provocado pela súbita elevação de corrente em determinado circuito. O elemento fusível tem propriedades físicas tais que o seu ponto

de fusão é inferior ao ponto de fusão do cobre. Este último é o material mais utilizado

em condutores de aplicação geral.

é inferior ao ponto de fusão do cobre. Este último é o material mais utilizado em
é inferior ao ponto de fusão do cobre. Este último é o material mais utilizado em
é inferior ao ponto de fusão do cobre. Este último é o material mais utilizado em
é inferior ao ponto de fusão do cobre. Este último é o material mais utilizado em
Elementos Principais de Comando
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Disjuntores Os disjuntores, da mesma forma que os fusíveis,

são também elementos destinados a proteção

contra correntes de curto-circuito. Em alguns casos, quando há o elemento térmico os disjuntores também podem se destinar a proteção contra correntes de sobrecarga. A corrente de sobrecarga

pode ser causada por uma súbita elevação na carga

mecânica, ou mesmo pela operação do motor em determinados ambientes fabris, onde a temperatura é elevada. Os disjuntores podem ser religados após a

ocorrência da elevação da corrente, enquanto os

fusíveis devem ser substituídos antes de uma nova

operação.

após a ocorrência da elevação da corrente, enquanto os fusíveis devem ser substituídos antes de uma
Elementos Principais de Comando
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Disjuntor Térmico

Elementos Principais de Comando Disjuntor Térmico P o s i ç ã o N o r

Posição Normal

Posição de Disparo

Elementos Principais de Comando
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Disjuntor Térmico

Elementos Principais de Comando Disjuntor Térmico a) Posição normal b) Posição pré-disparo

a) Posição normal

Elementos Principais de Comando Disjuntor Térmico a) Posição normal b) Posição pré-disparo

b) Posição pré-disparo

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Disjuntor Térmico

Elementos Principais de Comando Disjuntor Térmico c) Posição de disparo

c) Posição de disparo

Elementos Principais de Comando
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Disparador magnético

Elementos Principais de Comando  Disparador magnético P o s i ç ã o n o

Posição normal

Posição de disparo

Elementos Principais de Comando
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Elementos Principais de Comando Ação do disparador térmico Ação do disparador magnético Múltiplo de I N

Ação do disparador térmico

Elementos Principais de Comando Ação do disparador térmico Ação do disparador magnético Múltiplo de I N

Ação do disparador magnético

Elementos Principais de Comando Ação do disparador térmico Ação do disparador magnético Múltiplo de I N

Múltiplo de I N

Elementos Principais de Comando
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Elementos Principais de Comando

Relé Térmico ou de Sobrecarga O relé térmico é um dispositivo de proteção contra

corrente de sobrecarga que antigamente era feita

por um elemento separado. Este elemento é composto por uma junta bimetálica que se dilatava na presença de uma corrente acima da nominal por um período de tempo longo.

Atualmente os disjuntores englobam esta função e

sendo assim os relés de sobrecarga caíram em desuso.

de tempo longo. Atualmente os disjuntores englobam esta função e sendo assim os relés de sobrecarga
de tempo longo. Atualmente os disjuntores englobam esta função e sendo assim os relés de sobrecarga
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia

Simbologia

Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia
Simbologia

Símbolos dos elementos

mais utilizados

na

implementação

de

comandos elétricos

Exemplo 1 Partida Direta de Motor
Exemplo 1
Partida Direta de Motor
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores

Mecanismos de manobra de Motores

Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores

Selo O contato de selo é sempre ligado em paralelo com o contato do botão de partida do motor (S1). Tem por finalidade manter energizada a bobina do

contator mesmo que o operador tenha tirado o dedo

de S1.

Selo com dois contatos

finalidade manter energizada a bobina do contator mesmo que o operador tenha tirado o dedo de
finalidade manter energizada a bobina do contator mesmo que o operador tenha tirado o dedo de

Simbologia Representação dos Terminais e Contatos

Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também

Adicional ao símbolo gráfico de cada comando é também importante seguir uma padronização na numeração e denominação literal dos contatos. Neste

caso serão dados os esclarecimentos correspondentes a norma NBR 5280 ou

IEC 113.2.

Representação dos Terminais de Potência ou força. Utiliza-se a seguinte numeração:

1, 3 e 5 -> Circuito de entrada (linha) 2, 4 e 6 -> Circuito de saída (terminal)

Representação dos Terminais das Bobinas de Contatores e Relés.

Utiliza-se A1 e A2 para os terminais da bobina.

Simbologia Representação dos Terminais e Contatos

Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
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Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
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Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte
Simbologia – Representação dos Terminais e Contatos Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte

Representação dos Contatos Auxiliares. Segue-se o seguinte padrão:

1 e 2 -> Contato normalmente fechado (NF) sendo 1 a entrada e 2 a saída

3 e 4 -> Contato normalmente aberto (NA) sendo 3 a entrada e 4 a saída.

Para os contatores:

Primeiro dígito: indica o número do contato Segundo dígito: indica se o contato é do tipo NF (1 e 2) ou NA (3 e 4)

: Primeiro dígito: indica o número do contato Segundo dígito: indica se o contato é do
: Primeiro dígito: indica o número do contato Segundo dígito: indica se o contato é do

Exemplo 2

Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização

Partida Direta de Motor Com Sinalização

Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Partida Direta de Motor Com Sinalização
Mecanismos de manobra de Motores Intertravamento Utiliza-se este mecanismo para evitar funcionamento simultâneo de
Mecanismos de manobra de Motores
Intertravamento
Utiliza-se este mecanismo para evitar funcionamento
simultâneo de dois contatores. Neste caso os
contatos devem ficar antes da alimentação da
bobina dos contatores.

Intertravamento a dos contatos

A adição de mais de um contato ligado em série no

intertravamento aumenta a segurança do sistema. Utilizam-se quando são acionadas cargas com correntes altas.

série no intertravamento aumenta a segurança do sistema. Utilizam-se quando são acionadas cargas com correntes altas.
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores

Mecanismos de manobra de Motores

Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores

Intertravamento com botoeiras Este mecanismo não é recomendado quando se

trabalha com motores com carga pesada. Consiste

basicamente de uma botoeira acoplada mecanicamente a dois tipos de contatos, assim quando a botoeira for acionada o contato NA será fechado e ao mesmo tempo o NF será aberto.

tipos de contatos, assim quando a botoeira for acionada o contato NA será fechado e ao

Exemplo 3

Partida de Motor com Reversão

E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
E x e m p l o 3 Partida de Motor com Reversão
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
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Mecanismos de manobra de Motores
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Mecanismos de manobra de Motores

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Ligamento Condicionado Um contato NA em serie com a bobina significa que a energização da mesma só acontecerá se aquele

contatato estiver fechado ou a condição de

fechamento do mesmo seja cumprida obrigatoriamente. Na figura é condicionado o funcionamento de K1 ao contato K2.

de fechamento do mesmo seja cumprida obrigatoriamente. Na figura é condicionado o funcionamento de K1 ao
Mecanismos de manobra de Motores
Mecanismos de manobra de Motores
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Mecanismos de manobra de Motores
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Proteção Da mesma forma que no caso anterior geralmente é as proteções são colocadas em serie com a bobina

do contato que energiza o dispositivo a ser

protegido, porém com contatos NF. Isto quer dizer que o sistema estará energizado até que a proteção seja disparada. Na figura do exemplo se a proteção F2 for ativada

imediatamente desligará o contator K1.

a proteção seja disparada. Na figura do exemplo se a proteção F2 for ativada imediatamente desligará
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
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Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1

Exemplo 1

Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1
Exemplo 1

A entrada da garagem de um condomínio é controlada pelo porteiro através de um push Button ABR, que ele pressionará quando reconhecer um morador entrando. O portão permanecerá aberto por um período de 10 segundos,

tempo após o qual o motor do portão é automaticamente ligado no sentido

contrário (fechando o portão), elaborar o comando eletromecânico considerando as chaves de início e final de curso, iguais a SB0 e SB1, respectivamente. O sistema deverá ter também um push button de parada que parará o portão no lugar (STOP) e um outro que quando acionado feche automáticamente o portão FECH. O projeto deverá conter tanto o diagrama do circuito de “comando”, bem como o diagrama do circuito de “potência” ou de “acionamento do motor”.

Exemplo 4
Exemplo 4
Exemplo 4
Exemplo 4
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Exercício
Exercício
Exercício
Exercício
Exercício
Exercício
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Exercício
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Exercício
Exercício
Exercício

Exercício

Exercício
Exercício
Exercício

Ligação de motor estrela- triângulo. Normalmente na partida de motores estes podem absorver entre 5 a 10 vezes o valor da corrente nominal, o que pode ser perigoso com motores de grande potência P> 4kW. Ligando o motor na conexão estrela a corrente inicial pode ser diminuída em até 1/3, depois de um certo tempo o motor é ligado em triângulo, de modo absorver a corrente nominal In. Resumidamente podemos dizer que o objetivo da comutação estrela/triângulo é reduzir a corrente absorvida do motor na fase inicial.

Conexão elétrica

L

L

L

1

2

3

V 1 U 1 W 1 Z 3 Z 2 Z 1 V 2 U
V 1
U 1
W
1
Z
3
Z 2
Z
1
V
2
U
2
W
2

L1

W2 U1 Z2 Z3 U2 W1 V2 Z1 V1 L2 L3
W2
U1
Z2
Z3
U2
W1
V2
Z1
V1
L2
L3
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Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
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Exercício 1
Exercício 1
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Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1

Exercício 1

Exercício 1
Exercício 1
Exercício 1

Desenvolver o esquema funcional para ligar o motor em conexão estrela e

manualmente passar para a conexão delta

L1 L2 L3 K M2 K M 1 K M3 U 2 V2 W 2
L1
L2
L3
K
M2
K
M 1
K
M3
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2
V2
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2
FR
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1
W1
V
1
M
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
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Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
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Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2
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Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2

Exercício 2

Exercício 2
Exercício 2
Exercício 2

Desenvolver o esquema funcional para ligar o motor em conexão e depois de 5

segundos passe para a conexão triangulo.

L1 L2 L3 K M2 K M 1 K M3 U 2 V2 W 2
L1
L2
L3
K
M2
K
M 1
K
M3
U
2
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2
FR
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1
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1
M
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Papenkort, F. Esquemas Elétricos de Comando e Proteção. 2ª. Edição. São Paulo: EPU Editora Pedagógica e Universitária. 140p 1989.

Euripides da Silva, M. A. Curso de Comandos Elétricos. Apostila

Fundação Municipal de Ensino Piracicaba.