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SEMANA 3 - EDUCAÇÃO: COMO SERVIÇO OU COMO DIREITO?

(O ESTADO LIBERAL E O ESTADO


SOCIAL)

CONCEITOS BÁSICOS EM POLÍTICAS EDUCACIONAIS

POLÍTICA PÚBLICA: POLÍTICA FEITA PARA TODOS

POLÍTICA SOCIAL: QUESTÃO DA DESIGUALDADE SOCIAL, AO ASPECTO SOCIAL, COMBATE A


DESIGUALDADE SOCIAL

ESTADO MODERNO: A EDUCAÇÃO ESTÁ A SERVIÇO DAS NAÇÕES, EDUCAÇÕES INDUSTRIAIS,


CENTRALIZADO E TOTALITÁRIO, UNIDADE NACIONAL DAS NAÇÕES

ESTADO DEMOCRÁTICO: GARANTIR DIREITOS, EDUCAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS DE UM ESTADO


DEMOCRÁTICO

EDUCAÇÃO NO CONTEXTO BRASILEIRO

CONSTITUIÇÃO IMPERIAL: 1824 DE 15 DE OUTUBRO DE 1827 – PERFIL DE PROFESSOR QUE O


BRASIL ACEITARIA – SISTEMA DE ENSINO NACIONAL

REPÚBLICA E CONSTITUIÇÃO DE 1891 (FEDERAÇÕES) – FUNÇÃO PÚBLICA PARA A EDUCAÇÃO

CRIAÇÃO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1931)

FIM DO ESTADO NOVO E CONSTITUIÇÃO DE 1946 – EDUCAÇÃO COMO DIREITO BÁSICO

CONSTITUIÇÃO DE 1967 E 1988 – EDUCAÇÃO COMO DIREITO, SUJEITOS DE DIREITO

LEIS DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO: 1961, 1971 E 1996 (ALINHADA COM A CF DE 1988),
PRINCÍPIO DEMOCRÁTICO, SUJEITOS DE DIREITO DA EDUCAÇÃO.

PEDRO DEMO: HORIZONTES DAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS

PENSAR A EDUCAÇÃO POR TRES HORIZONTES:

ASSISTENCIALISTA: VOLTAM A ATENDER DIREITOS BÁSICOS (UNIFORME, MERENDA)

SOCIOECONÔMICO: QUESTÕES MAIS COMPLEXAS: MERENDA COMO PRINCÍPIO DE


APRENDIZAGEM

PARTICIPATIVO: O SUJEITO DE INTERESSE DA APRENDIZAGEM DEVE SER NECESSARIAMENTE


ESTAR INSERIDO NO PLANEJAMENTO PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS (CIDADÃO).

EDUCAÇÃO É UM SERVIÇO OU DIREITO?

TRANSIÇÃO ENTRE MODELOS ESTATAIS (MODELO MENOS DEMOCRÁTICO PARA MAIS


DEMOCRÁTICO – DESAFIOS A SEREM ROMPIDOS)

COEXISTÊNCIA DOS TRES HORIZONTES: NÃO EXISTE SOMENTE 3 HORIZONTES

POLÍTICAS E COTIDIANO ESCOLAR: POLÍTICAS SÃO USADAS DE VÁRIAS FORMAS, PODEM SER
ALVO DE RESISTÊNCIA DAS PESSOAS

VIDEO: SOCIEDADE CIVIL E OS DESAFIOS DE ACESSO À JUSTIÇA PARA A GARANTIA DO DIREITO À


EDUCAÇÃO
MUDANÇA DE CENÁRIO: RÁPIDA E DEVE SER REPENSADA: MOLDAR O ENFOQUE DO SISTEMA
DE JUSTIÇA PARA O DIREITO A EDUCAÇÃO

MUITAS DEMANDAS: INICIATIVAS MUITO PONTUAIS (ANTIGAMENTE)

DIREITOS SOCIAIS: JUSTIÇA

NO INÍCIO DOS ANOS 2000: DEMANDA SOCIAL: MENSALIDADES ESCOLAR: INDIVÍDUO PRIVADO
– ESCOLA PARTICULAR – DEMANDAS DISTRIBUTIVAS: ENFRENTAR UMA QUESTÃO DO ESTADO
SOCIAL: JUSTIÇA SOCIAL – IMPLEMENTAÇÃO DO ESTADO SOCIAL – CONFRONTO DE PODERES
DE ESTADO – SERVIÇO PÚBLICO NÃO PODE INTERFERIR NO PODER DO ESTADO

MUDANÇA DE CENÁRIO: ESPECIALIZAÇÃO DO SISTEMA DE JUSTIÇA: DE 2005 PARA 2010 – 08


ESTADOS CONSTITUÍRAM CENTRO DE PROMOTORIAS NO SETOR DA EDUCAÇÃO

REFLEXO DO PROCESSO DAS DEMANDAS DA ENTRADA DISTRIBUTIVAS E DA ESPECIALIZAÇÃO –


CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE – ASPECTO DO STF – SE AS LEIS SÃO APLICÁVEIS OU NÃO.

- EDUCAÇÃO INFANTIL – CONSOLIDA UMA VISÃO JUDICIÁRIA SOBRE AS POLÍTICAS PÚBLICAS

- RESERVA DO POSSÍVEL – VOCÊ TEM DIREITO A ESCOLA (JUDICIÁRIO), MAS NÃO É POSSÍVEL
ATENDÊ-LAS DENTRO DO ORÇAMENTO ATUAL (ADMIINSTRAÇÃO PÚBLICA). O DIREITO ESTÁ
RECONHECIDO, MAS NÃO É POSSÍVEL ATENDER.

FORTALECIMENTO DO DIREITO DA EDUCAÇÃO: JURÍDICA (JUSTICIABILIDADE – DOS DIREITOS


HUMANOS – LITÍGIO ESTRATÉGIO)

AS LEIS NÃO SAEM DO PAPEL: O QUE SAI MESMO SÃO AS POLÍTICAS PÚBLICAS, O
LANÇAMENTO, A CONSCIENTIZAÇÃO DA LEGITIMIDADE E DA IMPLEMENTAÇÃO DESSE DIREITO.

DIMENSÃO DA LEGITIMIDADE POLÍTICA É UMA DIMENSÃO FUNDAMENTAL COMPLEMENTADA


POR OUTRAS.

DIFICULDADE DE TRABALHAR OS DIREITOS HUMANOS DE ACORDO COM O CONTEXTO.


ARTICULAR O DEBATE SOCIAL E O AMBIENTE.

DIMENSÃO DO LEGISLATIVO E DO NORMATIVO: NECESSIDADE DE EXPLICITAR NA LEGISLAÇÃO


E NOS REGULAMENTOS OS DIREITOS QUE ESTÃO PREVISTOS DE UMA FORMA GERAL NA CF.
DEBATE: PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CONJUNTO DE DIREITOS HUMANOS QUE SE
DESDOBRAM NOS DIREITOS A EDUCAÇÃO.

EDUCAÇÃO DIREITO HUMANO E FUNDAMENTAL: IGUALDADE FUNDAMENTAL PARA TODOS:


HÁ UM CONSENSO: DEBATE: APLICAR E ASSEGURAR ESSA IGUALDADE (AGENDA DE DIREITOS
HUMANOS): ESTADO: ASSEGURAR A IGUALDADE FUNDAMENTAL ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO. ART
01 DA LDB: EDUCAÇÃO E ENSINO: DIMENSÃO EDUCAÇÃO É UM CONCEITO AMPLO DE
MUDANÇA SOCIAL ASSEGURADA POR TODOS PELA FAMÍLIA, ESTADO, IGREJA, COMUNIDADE
(SENTIDO AMPLO, COLETIVO E DIFUSO, INTERESSE DE TODOS PARA O EXERCÍCIO DA
CIDADANIA)

NOVAS PERSPECTIVAS DE ENTRADA NO SISTEMA DE JUSTIÇA E O SISTEMA EDUCACIONAL: A


EDUCAÇÃO É DEVER DO ESTADO E QUE DEVE SER ASSEGURADA AO ESTADO COMO DIREITO DE
IGUALDADE.

SEMANA 4 – POLÍTICAS AFIRMATIVAS E MINORIAS NA EDUCAÇÃO


VÍDEO: POLÍTICAS EDUCACIONAIS E QUESTÕES RACIAIS

RELAÇÃO POLÊMICA

POR MUITO TEMPO O BRASIL FOI CONHECIDO COMO O PARAÍSO RACIAL: ENTRETANTO, UMA
PESQUISA DEMONSTROU QUE NÃO TINHAMOS NADA DE DEMOCRACIA RACIAL: VIVÍAMOS
RELAÇÕES DESARMÔNICAS: O BRASIL FOI O ÚLTIMO PAÍS A ABOLIR A ESCRAVIDÃO, ISTO É, O
REGIME ESCRAVISTA PERDUROU POR 400 ANOS. O BRASIL NÃO DESENVOLVEU POLÍTICAS
PÚBLICAS PARA INSERÇÃO DOS NEGROS NA SOCIEDADE. POLÍTICAS DE BRANQUEAMENTO:
MECANISMOS SOFISTICADOS DE EXCLUSÃO.

O RACISMO PERMANECE E CADA VEZ MAIS DESENVOLVE MECANISMOS SOFISTICADOS:


DIFICULDADE EM SE RECONHECER O BRASIL COMO PAÍS RACISTA.

EDUCAÇÃO: FACILITA AS CONDIÇÕES DE MELHORIA DE VIDA DA POPULAÇÃO.

ENSINO SUPERIOR: 14,5% ESTUDANTES NEGROS - APENAS

MERCADO DE TRABALHO: HOMENS BRANCOS ESTÃO NO TOPO DA LISTA

MULHERES NEGRAS: VÍTIMAS DA SOCIEDADE RACISTA

CAPITALISMO E RACISMO: ANDAM DE BRAÇOS DADOS.

POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL: CONSTITUIÇÃO CIDADÃ: MUDANÇAS – POLÍTICAS


EDUCACIONAIS VOLTADAS PARA AS MINORIAS

CONSTITUIÇÃO CIDADÃ: LUTAS POSSIBILITARAM A CRIAÇÃO DE UMA CONSTITUIÇÃO CIDADÃ:


ALTERAÇÃO DA LDB PARA A CONTRIBUIÇÃO DA CULTURA DE POVOS AFRICANOS E INDÍGENAS.
SÃO ESSAS LUTAS QUE SÃO INSTRUMENTOS NO COMBATE AO RACISMO.

PRESSÃO DO MOVIMENTO NEGRO: RECONHECIMENTO DO BRASIL COMO SENDO RACISTA

O BRASIL NÃO RESPEITAVA OS DIREITOS HUMANOS (DOCUMENTOS)

O BRASIL TEM AS MELHORES LEIS DO MUNDO, MAS FALTA A EFETIVIDADE.

ESTRUTURA ESTÁ CONSOLIDADA, DIFICULDADE: PESSOAS NÃO TRABALHAM COM MARCOS,


A MENTALIDADE DEMORA PARA SE TRANSFORMAR. PRECONCEITOS, IDEOLOGIA RACISTA NÃO
É COMPORTAMENTO, MAS SE EXPRESSA PELA SUBJETIVIDADE, DEMARCANDO LUGARES PARA
POBRES, NEGROS, PERIFÉRICOS.

COTAS RACIAIS: FRUTO DE DISCUSSÕES DE MOVIMENTOS NEGROS DESDE A DÉCADA DE 40.


PROPORCIONAR OPORTUNIDADES DE ACESSO A POPULAÇÃO QUE FOI E QUE É AINDA
DISCRIMINDA E SOFRE OS EFEITOS DO RACISMO. ESCOLA PÚBLICA – EVASÃO DE ALUNOS
NEGROS, NO ENSINO MÉDIO PRINCIPALMENTE.

RAÇA: CONCEITO, CONSTRUTO SOCIAL.

PRECONCEITO NO CONTEXTO ESCOLAR: GRUPO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E O SEGUNDO


SÃO DE CRIANÇAS NEGRAS, POIS A ESCOLA É UM LUGAR QUE DEVERIA PROPORCIONAR A
EDUCAÇÃO PARA TODOS PARA A PROMOÇÃO DA CIDADANIA E A CRIANÇA NESSA ESCOLA
NÃO CONSEGUE SE ESTABELECER.

COTAS: GARANTIA DE DIREITO OU PRIVILÉGIO?


GARANTIA DE REPARAÇÃO DE UMA DÍVIDA HISTÓRICA, É UM PASSADO QUE NÃO PASSA.

TEXTO: EDUCAÇÃO BÁSICA E INCLUSÃO DAS MINORIAS: O CASO DA RAÇA NA RECENTE


EXPANSÃO BRASILEIRA (1995 – 2007)

- EXPANSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA: IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS


PARA O SETOR.

- DESCENTRALIZAÇÃO DOS RECURSOS DA EDUCAÇÃO PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS – FUNDO


DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZAÇÃO DO
MAGISTÉRIO – PROGRAMAS DE REFORMA NA EDUCAÇÃO

- MODELO DA DÉCADA DE 90 NO BRASIL: ADOTAR POLÍTICAS DE FORMA SIGNIFICATIVA A


EXPANSÃO DE MATRÍCULAS (UNIVERSALIZAÇÃO DA ESCOLA).

- AUSÊNCIA DE DEBATES NO GOVERNO: ESTRATÉGIA PARA SE EVITAR DISCUSSÕES E IMPASSES


PARA O MODELO APRESENTADO. POUCA PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL, PARTICIPAÇÃO
SOMENTE DE SINDICATOS E PODER EXECUTIVO.

- REPETÊNCIA: FAZ COM QUE AS POLÍTICAS PÚBLICAS PERCAM A EFICIÊNCIA, E SEJA UMA DAS
CAUSAS DA EVASÃO ESCOLAR.

- ESTUDOS SOBRE A RAÇA: EFEITOS NO ALCANCE E NOS RETORNOS OBTIDOS: PRETOS E PARDOS
ATINGIRAM SISTEMATICAMENTE NÍVEIS DE ESCOLARIDADE INFERIORES AOS BRANCOS COM A
MESMA ORIGEM SOCIAL.

SEMANA 5 – FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL

- MUNICIPALIZAÇÃO DO ENSINO – INCENTIVADO PELO GOVERNO ESTADUAL

- INÍCIO DIFÍCIL POR FALTA DE EQUIPAMENTOS

- IMPLANTAÇÃO DO FUNFEF: POLÍTICA PÚBLICA DO GOVERNO 0 CRIANÇAS DE 07 A 14 ANOS NA


ESCOLA.

- FUNBEB: INCLUI ENSINO FUNDAMENTAL E EDUCAÇÃO BÁSICA

RECURSOS ADVEM NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – IMPOSTOS RECOLHIDOS

EXISTEM MAIS DE 27 FUNDOS PARA CADA ESTADO E UM PARA O DF

- OUTROS FUNDOS:

FPM – FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DO ESTADO

FPM – FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS

ICMS

IPI E EXPORTAÇÃO

DESONERAÇÃO EXPORTAÇÃO

IMPOSTO CAUSA MORTIS – DOAÇÕES


IPVA

QUOTA MUNICIPAL DO ITR

COMPLEMENTAÇÃO FEDERAL

TODOS COLABORAM PARA O FUNDEB

PELA CF O MUNICÍPIO TEM QUE OFERECER O ENSINO INFANTIL FUNDAMENTAL E AO ESTADO,


O FUNDAMENTAL II E MÉDIO

SEMANA 6 – SISTEMAS DE AVALIAÇÃO E IMPLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AVALIAÇÕES EXTERNAS: QUALIDADE

AVALIAÇÃO EXTERNA: CONDUZIDA POR UM AGENTE EXTERNO (REDE DE ENSINO) AO OBJETO


AVALIADO (ALUNO)

AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA: ESFORÇO DE COLETA DE DADOS NO QUAL UM GRANDE


NÚMERO DE ESTUDANTES É TESTADO (CONTEMPLA TODOS OS ALUNOS DE UMA REDE)

BRASIL DOS ANOS 90: PROPOSIÇÃO E EXPANSÃO DE INICIATIVAS DE AVALIAÇÃO DAS REDES DE
ENSINO, COM FOCO NO DESEMPENHO DOS ALUNOS EM PROVAS PADRONIZADAS.

PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO: INSTRUMENTO DE GESTÃO EM UM CONTEXTO DE


REFORMAS DO ESTADO E MUDANÇAS NA SUA FORMA DE ATUAÇÃO NO CAMPO DAS POLÍTICAS
PÚBLICAS. (NOVA FORMA DE GERIR A EDUCAÇÃO).

AVALIAÇÃO E GESTÃO EDUCACIONAL:

- INFLUÊNCIA DAS AVALIAÇÕES NACIONAIS NA GESTÃO E PLANEJAMENTO DO MINISTÉRIO DA


EDUCAÇÃO.

- AVALIAÇÃO ENQUANTO INFORMAÇÃO - ANTIGAMENTE NÃO SE SABIA O QUANTO O ALUNO


ESTAVA APRENDENDO.

- USO DA INFORMAÇÃO PARA DETERMINAR POLÍTICAS EDUCACIONAIS.

- TENSÃO ENTRE A NECESSIDADE DE INFORMAÇÃO E OS EFEITOS DAS POLÍTICAS QUE DERIVAM


DAS AVALIAÇÕES: QUAIS AS PROVIDÊNCIAS A SEREM TOMADAS

AVALIAÇÕES NAS ESFERAS FEDERAL:

- SAEB (SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDCUCAÇÃO BÁSICA) – DESDE 1988,


INSTITUCIONALIZADO EM 1994, SOFRE MODIFICAÇÕES POR ANEV E ANRESC (2005) E ANA
(2013)

- AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO BÁSICA (ANEB): PERIODICIDADE BIANUAL, REALIZADA


POR AMOSTRAGEM. AVALIA O 5º ANO E O 9º ANO DO EF E O 3º ANO DO EM. DISCIPLINAS:
LEITURA E MATEMÁTICA. ABRANGE REDES PÚBLICAS E PRIVADAS.

- AVALIAÇÃO NACIONAL DO RENDIMENTO ESCOLAR (ANRESC/ PROVA BRASIL):


PERIODICIDADE BIANUAL, REALIZADA CENSITARIAMENTE. AVALIA 5º E 9º ANOS DO EF,
DISCIPLINAS: LEITURA E MATEMÁTICA. ABRANGE REDES PÚBLICAS.
- AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO (ANA): PERIODICIDADE ANUAL, REALIZADA
CENSITARIAMWNTE (AMOSTRAGEM EM CLASSES MULTISSERIADAS). AVALIA 3º ANO DO EF.
FOCO: ALFABETIZAÇÃO.

- ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA – IDEB

- CRIADO EM 2007: INDICADOR QUE COMBINA INFORMAÇÕES DE ALUNOS DE FLUXO E DE


DESEMPENHO DOS ALUNOS NA ANRESC (PROVA BRASIL)

- ESTABELECE METAS A SEREM ALCANÇADAS PELAS REDES PÚBLICAS DE ENSINO E ESCOLAS ATÉ
2021. (METAS PARA CADA ESCOLA, PARA CADA ESFERA EDUCACIONAL).

AVALIAÇÕES NAS ESFERAS ESTADUAIS

- PROPOSTAS COM DESENHOS AVALIATIVOS PARECIDOS COM OS DAS AVALIAÇÕES FEDERAIS


(RESTANDO OS ALUNOS EM LP, MATEMÁTICA NOS ANOS FINAIS DE CICLO – AC, AL, ES, MG, PB,
PI E TO)

- INCLUSÃO DE NOVAS DISCIPLINAS EM ALGUMAS PROPOSTAS DE AVALIAÇÃO DESTINADAS AO


ENSINO MÉDIO (AM, BA, DF, ES E SP).

AVALIAÇÃO NAS ESFERAS MUNICIPAIS

ESTUDOS EVIDENCIAM:

- NÃO UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES CONDUZIDAS PELO GOVERNO FEDERAL;

- TENDÊNCIA DOS MUNICÍPIOS DE INCORPORAREM RESULTADOS DE AVALIAÇÕES EXTERNAS


NA GESTÃO DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL;

- INICIATIVAS DE PROPOSIÇÃO DE AVALIAÇÃO PRÓPRIAS POR MUNICÍPIOS BRASILEIROS

IMPLICAÇÕES, CONTROVÉRSIAS E TENSÕES ACERCA DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS E EM LARGA


ESCALA

- AVALIAÇÃO ENQUANTO INDUTORA DE CURRÍCULO X AVALIAÇÃO COMO REDUTORA DE


CURRÍCULO

- TENSÕES ENTRE PADRÕES UNIVERSAIS, AO MENOS PARA UMA REDE DE ENSINO, PADRÕES
LOCAIS

- UTILIZAÇÃO DE PROVAS E PROCEDIMENTOS PADRONIZADOS COMO CONDIÇÃO PARA


REALIZAR COMPARAÇÕES.

- FINALIDADES DA AVALIAÇÃO EXTERNA X FINALIDADES DE AVALIAÇÃO INTERNA

- PREPARO DAS ESCOLAS PARA EXERCER RESPONSABILIZAÇÃO (INCIDÊNCIA DOS RESULTADOS


DESSAS AVALIAÇÕES NAS ESCOLAS)

- POUCA CLAREZA SOBRE O QUE ESTÁ SENDO AVALIADO – TRANSPARÊNCIA

- CONTROVÉRSIAS EM TORNO DO IDEB – ÍNDICE, PERDA DE INFORMAÇÃO, CONCEITO DE


QUALIDADE SUBJACENTE.

POSSIBILIDADES DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS:

- APOIO AO PROFESSOR
- APOIO À GESTÃO

- APOIO AO PLANEJAMENTO CURRICULAR

TEXTO: AVALIAÇÕES EXTERNAS E QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA: ARTICULAÇÕES E


TENDÊNCIAS

- ASSOCIAÇÃO ENTRE A EXISTÊNCIA DE AVALIAÇÃO EXTERNA E CRESCIMENTO NOS


INDICADORES DO IDEB – TENDÊNCIAS NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS: IMPLEMENTAÇAO DE
AVALIAÇÕES EXTERNAS COM VISTAS AO INCREMENTO DA QUALIDADE.

- ANOS 80: BRASIL PASSA A SER ALVO DE AVALIAÇÕES INTERNACIONAIS PARA O


MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NAS REDES DE ENSINO.

- CONCEPÇÃO DE QUALIDADE DO IDEB – RELAÇÃO REDUCIONISTA QUANTO AO ASPECTO


PEDAGÓGICO.

- OLIVEIRA (2011, P. 137), APOIANDO-SE EM NEVO (1998), DESTACA QUE AS AVALIAÇÕES


EXTERNAS PARECEM TER SIDO DESENHADAS MUITO MAIS PARA PRODUZIR INFORMAÇÕES
PARA OS GESTORES DE REDES EDUCACIONAIS “DO QUE PARA AJUDAR OS PROFESSORES A
ANALISAREM OS RESULTADOS BUSCANDO REVER SEUS MÉTODOS DE ENSINO E PRÁTICAS DE
AVALIAÇÃO”.

- OS RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES DEVEM PROMOVER UMA ARTICULAÇÃO COM O TRABALHO


PEDAGÓGICO ESCOLAR DE MANEIRA A MELHORAR A QUALIDADE NA EDUCAÇÃO.

SEMANA 7 – O IMPACTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS NO COTIDIANO DA ESCOLA

CURRÍCULO: O COTIDIANO DA ESCOLA.

COTIDIANO: É A PRÓPRIA VIDA DE VIDA E É DETERMINANTE NAQUILO QUE O ALUNO ENTENDE


E O QUE ELE ENTENDE

- TRABALHAR O CONTEÚDO NA ESCOLA DE ACORDO COM AS REDES COTIDIANAS

- IMPACTOS DO COTIDIANO: COMO ELES TRADUZEM ISSO EM SUA PRÁTICA

- AS REDES E O CURRÍCULO: CONSTRUÇÃO DE DEBATES, O ALUNO TEM FUNDAMENTO, LÓGICA


LINEAR, ENCADEADA, SEQUENCIAL E ARQUITETÔNICA QUE CONDICIONA UMA LINEARIDADE,
CASUALIDADE E UMA HIERARQUIZAÇÃO.

- A PARTIR DISSO, AS REDES SE NEGOCIAM.

- O CURRÍCULO SE DISTANCIA QUANDO NÃO SE COLOCA EM PRÁTICA O QUE FOI ELENCADO


ACIMA.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

*SKINNER (1904-1990): PREOCUPOU-SE COM O QUE OCORRE APÓS A RESPOSTA, OU SEJA, DA


CONSEQUÊNCIA QUE PODE SER REFORÇADORA OU NÃO. EXISTEM, PARA ELE, TRÊS PRINCIPAIS
VARIÁVEIS DE ENTRADA:

- ESTÍMULO: AFETA OS SENTIDOS DOS INDIVÍDUOS

- REFORÇO POSITIVO: RESULTA NO AUMENTO DA FREQUÊNCIA DA RESPOSTA

- CONTINGÊNCIAS DO REFORÇO: MOMENTO E A QUANTIDADE DE REFORÇO, ARRANJO DE


SITUAÇÕES REFORÇADORAS.

VARIÁVEIS DE SAÍDA: RESPOSTAS DOS INDIVÍDUOS DO SUJEITO, QUE PODEM SER:

- RESPONDENTES: ELICITADAS INVOLINTARIAMENTE, POR ESTÍMULOS (REFLEXOS)

- OPERANTES: O INDIVÍDUO FAZ ALGO QUE TEM EFEITO NO MUNDO EXTERIOR (A MAIORIA DO
COMPORTAMENTO HUMANO É OPERANTE)

CADA TIPO DE COMPORTAMENTO CORRESPONDE A UM TIPO DE CONDICIONAMENTO:

REFORÇADOR POSITIVO: ACONTECE APÓS A EMISSÃO DE UMA RESPOSTA E TEM SUA


FREQUÊNCIA AUMENTADA.

REFORÇADOR NEGATIVO: ACONTECE APÓS A EMISSÃO DE UMA RESPOSTA E TEM SUA


FREQUÊNCIA DIMINUÍDA.

SKINNER: CONEXÃO ENTRE RESPOSTA E REFORÇO, DIFERENTE DOS PRIMEIROS


BEHAVIORISTAS.

ENFOQUE SKINNERIANO: O COMPORTAMENTO É CONTROLADO PELAS CONSEQUÊNCIAS.

CONDICIONAMENTO OPERANTE: REFORÇADOR VEM IMEDIATAMENTE APÓS UMA RESPOSTA E


AUMENTA A FREQUÊNCIA DESSA RESPOSTA.

CONDICIONAMENTO RESPONDENTE: ESTÍMULO REFORÇADOR NEUTRO PASSA A ELICITAR


CERTA RESPOSTA, MAS NÃO A AUMENTA NECESSARIAMENTE.

TEORIA DO REFORÇO:

EXTINÇÃO: SUSPENSÃO DO REFORÇO POSITIVO DE UMA RESPOSTA CONDICIONADA.

ESQUECIMENTO: DIMINUIÇÃO NA PROBABILIDADE DE QUE UMA RESPOSTA OCORRA COMO


CONSEQUÊNCIA.

REFORÇAMENTO DIFERENCIAL: REFORÇAR SOMENTE UMA RESPOSTA DE UMA CLASSE DE


RESPOSTAS.

DIRERENCIAÇÃO DE RESPOSTAS: FORTALECIMENTO DE UMA RESPOSTA DE UMA CLASSE DE


RESPOSTAS.

MODELAGEM: REFORÇAMENTO POSITIVO, GRADUAL DE RESPOSTAS LIGEIRAS A


COMPORTAMENTOS FINAIS DESEJADOS.
RESPOSTA DO COMPORTAMENTO INICIAL: RESPOSTA ESCOLHIDA PARA REFORÇAMENTO POR
ESTAR RELACIONADA DE ALGUMA MANEIRA À RESPOSTA FINAL DESEJADA.

RESPOSTA OU COMPORTAMENTO TERMINAL: COMPORTAMENTO QUE SE DESEJA


CONDICIONAR NO SUJEITO.

RESPOSTAS OU COMPORTAMENTOS INTERMEDIÁRIOS: AQUELES QUE DEVEM SER


CONDICIONADOS NO SUJEITO PARA QUE SE CHEGUE AO COMPORTAMENTO FINAL.

DISCRIMINAÇÃO: PROCEDIMENTO DE CONDICIONAR UMA RESPOSTA NA PRESENÇA DE UM


ESTÍMULO.

ESMAECIMENTO: TÉCNICA DE MUDANÇA GRADUAL (SEMELHANTE A MODELAGEM), COM


FOCO NA MUDANÇA DE ESTÍMULOS A SEREM DISCRIMINADOS.

COMPORTAMENTO CONCEITUAL: RESPONDER DO MESMO MODO A TODOS OS ESTÍMULOS DE


UMA CLASSE DE ESTÍMULOS.

REFORÇADOR CONDICIONADO: EVENTO OU OBJETO QUE PASSA A SER REFORÇADOR PELA


ASSOCIAÇÃO DE REFORÇADORES.

REFORÇO SOCIAL: REFORÇO CONDICIONADO EM RELAÇÃO AOS MEMBROS DA COMUNIDADE.

CADEIA-ESTÍMULO RESPOSTA: SEQUÊNCIA DE ESTÍMULOS E RESPOSTAS NA QUAL CADA


RESPOSTA FUNCIONA COMO ESTÍMULO PARA A OUTRA.

NA APRENDIAZAGEM....

- UM OBJETIVO PARA SER COMPORTAMENTAL DEVE SATISFAZER AS SEGUINTES CONDIÇÕES:

1) ESPECIFICAR A AÇÃO DO ALUNO, NÃO DO PROFESSOR;

2) ESPECIFICAR O COMPORTAMENTO A SER EMITIDO PELO ALUNO;

3) ESPECIFICAR O TÓPICO DA MATÉRIA DE ENSINO EM RELAÇÃO AO QUAL O


COMPORTAMENTO DO ALUNO DEVE SER APRESENTADO;

4) REPRESENTAR O PRODUTO DE UMA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM, NÃO A EXPERIÊNCIA


PROPRIAMENTE DITA.

- O ENSINO DEVE SER ORGANIZADO PARA EVITAR O ERRO (REPETIÇÃO), POIS É O ACERTO QUE
LEVA AO REFORÇO POSITIVO. FREQUENTEMENTE, ENTÃO, RECORRE-SE À IDEIA DE "PEQUENAS
ETAPAS".

- OS RECURSOS DIDÁTICOS, AS AULAS, OS MATERIAIS PROGRAMADOS FUNCIONAM COMO


ESTÍMULOS PARA AS RESPOSTAS DESEJADAS, ISTO É, AQUILO QUE ESTÁ, EXPLÍCITA E
PRECISAMENTE, DEFINIDO NOS OBJETIVOS DE ENSINO. A INSTRUÇÃO É "PROGRAMADA
TECNOLOGICAMENTE".

O CONSTRUTIVISMO DE PIAGET

- SUA TEORIA É DE DESENVOLVIMENTO COGNITIVO; SEU SUJEITO É EPISTÊMICO (INTELECTUAL,


COGNITIVO) E CIENTÍFICO – CONSTRÓI SEU CONHECIMENTO E CONHECE O MUNDO
CIENTIFICAMENTE. ESTE SUJEITO POSSUI UMA ARQUITETURA COGNITIVA VARIÁVEL (QUE
APRENDE) E SE DESENVOLVE ATRAVÉS DE FUNÇÕES GERAIS INVARIANTES – ADAPTAÇÃO E
ORGANIZAÇÃO.

- INTEGRAR ESTRUTURAS EM SISTEMAS OU ESTRUTURAS MAIS ORDENADAS É O QUE PIAGET


CHAMA DE ORGANIZAÇÃO.

- A MENTE É UMA ESTRUTURA (COGNITIVA) QUE TENDE A FUNCIONAR EM EQUILÍBRIO,


AUMENTANDO, PERMANENTEMENTE, SEU GRAU DE ORGANIZAÇÃO E DE ADAPTAÇÃO AO
MEIO.

- QUANDO ESTE EQUILÍBRIO É ROMPIDO POR EXPERIÊNCIAS NÃO ASSIMILÁVEIS, A MENTE


TENDE A SE REESTRUTURAR ATRAVÉS DA CONSTRUÇÃO DE NOVOS ESQUEMAS DE
ASSIMILAÇÃO E ATINGIR NOVO ESTADO DE EQUILÍBRIO. ESTA REESTRUTURAÇÃO
CORRESPONDE AO QUE PIAGET CHAMA DE ACOMODAÇÃO. A ASSIMILAÇÃO E A
ACOMODAÇÃO SÃO PROCESSOS COMPLEMENTARES QUE LEVAM À ADAPTAÇÃO.

- EQUILIBRAÇÃO MAJORANTE É, ENTÃO, O PROCESSO AUTORREGULADOR QUE LEVA A


SUCESSIVAS MELHORAS NO EQUILÍBRIO COGNITIVO.

- ORGANIZAÇÃO, ASSIMILAÇÃO, ACOMODAÇÃO, ADAPTAÇÃO E EQUILIBRAÇÃO MAJORANTE


SÃO CONCEITOS-CHAVE DA TEORIA PIAGETIANA.

PERÍODOS DE DESENVOLVIMENTO MENTAL

- SENSÓRIO-MOTOR: DESDE O NASCIMENTO ATÉ 2 ANOS: AÇÕES NÃO COORDENADAS,


ISOLADAS, PRÓPRIO CORPO DA CRIANÇA É REFERÊNCIA, EXTENSÃO DO CORPO.

- PRÉ-OPERATÓRIO: DOS 2 ANOS AOS 7 ANOS: DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM, AÇÕES


MAIS COORDENADAS E MENOS CENTRADAS NO SUJEITO, OBJETOS SÃO REPRESENTADOS
MENTALMENTE, REALIDADE COGNITIVA ALÉM DA FÍSICA (FAZER DE CONTA), PENSAMENTO
AINDA NÃO É REVERSÍVEL.

- OPERATÓRIO-CONCRETO: DOS 07 ANOS AOS 12 ANOS: DESCENTRAÇÃO PROGRESSIVA EM


RELAÇÃO AO EU DA CRIANÇA: PENSAMENTO COM CARACTERÍSTICAS DE UMA LÓGICA DE
OPERAÇÕES REVERSÍVEIS, MAS NÃO É CAPAZ DE OPERAR COM HIPÓTESES.

- OPERATÓRIO FORMAL: DOS 12 ANOS EM DIANTE: CRESCENTE CAPACIDADE DE RACIOCINAR


COM HIPÓTESES VERBAIS, OBJETOS CONCRETOS, PENSAMENTO PROPOSICIONAL, RACIOCÍNIO
HIPOTÉTICO-DEDUTIVO, CONSTRUTOS MENTAIS.

CONCEPÇÃO INTERACIONISTA E CONSTRUTIVISTA DO CONHECIMENTO, ENTRE SUJEITO E


OBJETO: CAUSALIDADE PIAGETIANA: RELAÇÃO QUE A RAZÃO ESTABELECE ENTRE AS COISAS
OU ENTRE AS COISAS E O SUJEITO E RESULTA DE NOSSA CAPACIDADE DE DEDUÇÃO. RELAÇÃO
ENTRE PENSAMENTO E AS COISAS, ORGANISMO E MEIO.

- EXISTE UMA ESTREITA RELAÇÃO ENTRE O SUJEITO E O OBJETO. AO DESCOBRIR CERTAS


CARACTERÍSTICAS DOS OBJETOS, O SUJEITO MODIFICA SEUS MODELOS INTERPRETATIVOS E EM
VIRTUDE DESSA MODIFICAÇÃO PODE EXPLICAR A REALIDADE FÍSICA DE MANEIRA MAIS RICA.

APRENDIZAGEM....

- PIAGET PARA O ENSINO: DEVE-SE RESPEITAR O NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DO


APRENDIZ. POR EXEMPLO, UM ALUNO QUE ESTIVER NO PERÍODO OPERACIONAL CONCRETO
NÃO PODERÁ BENEFICIAR-SE DE UM ENSINO QUE EXIJA RACIOCÍNIOS FORMAIS. AINDA QUE
ÓBVIA, ESTA IMPLICAÇÃO GERALMENTE NÃO É LEVADA EM CONTA NO ENSINO DE CERTAS
DISCIPLINAS COMO, POR EXEMPLO, A FÍSICA, CUJO ENSINO É QUASE SEMPRE CONDUZIDO
COMO SE OS ALUNOS FOSSEM TODOS OPERACIONAIS FORMAIS.

- OUTRA CONSEQUÊNCIA CLARA É A DO CONFLITO COGNITIVO. SEGUNDO A TEORIA


PIAGETIANA, O SUJEITO, INTERAGINDO COM O MUNDO, CONSTRÓI ESQUEMAS DE
ASSIMILAÇÃO COM OS QUAIS, ENTÃO, ASSIMILA SITUAÇÕES CONHECIDAS. QUANDO A
SITUAÇÃO É NOVA É PRECISO ACOMODAR, OU SEJA, REFORMULAR UM ESQUEMA DE
ASSIMILAÇÃO, CONSTRUIR UM NOVO ESQUEMA, OU ABANDONAR A TAREFA. O ENSINO, EM
CONSEQUÊNCIA, DEVE PROVOCAR CONFLITOS COGNITIVOS, QUER DIZER, PROPOR SITUAÇÕES
PARA AS QUAIS OS ESQUEMAS DOS ALUNOS NÃO FUNCIONEM, DE MODO A PROVOCAR A
NECESSIDADE DE CONSTRUÇÃO DE NOVOS ESQUEMAS (ADAPTAÇÃO) PARA, DEPOIS, OCORRER
O EQUILÍBRIO MAJORANTE.

- PORTANTO, A DESIQUILIBRAÇÃO COGNITIVA É NECESSÁRIA, MAS NÃO PODE SER TÃO GRANDE
QUE NÃO LEVE À EQUILIBRAÇÃO MAJORANTE.

CONSTRUTIVISMO DE VYGOSTKY

- O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NÃO PODE SER ENTENDIDO SEM REFERÊNCIA AO


CONTEXTO SOCIAL, HISTÓRICO E CULTURAL NO QUAL OCORRE.

- OS PROCESSOS MENTAIS SUPERIORES (PENSAMENTO, LINGUAGEM, COMPORTAMENTO


VOLITIVO) DO INDIVÍDUO TÊM ORIGEM EM PROCESSOS SOCIAIS. O DESENVOLVIMENTO DESSES
PROCESSOS NO SER HUMANO É MEDIADO POR INSTRUMENTOS E SIGNOS CONSTRUÍDOS
SOCIAL, HISTÓRICA E CULTURALMENTE NO MEIO SOCIAL EM QUE ELE ESTÁ SITUADO.

- O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO É A CONVERSÃO DE RELAÇÕES SOCIAIS EM FUNÇÕES


MENTAIS.

- É ATRAVÉS DA MEDIAÇÃO QUE SE DÁ A INTERNALIZAÇÃO (RECONSTRUÇÃO INTERNA DE UMA


OPERAÇÃO EXTERNA) DE ATIVIDADES E COMPORTAMENTOS SÓCIO-HISTÓRICOS E CULTURAIS.

- LINGUAGEM – ESSENCIAL PARA O PROCESSO DE INTERIORIZAÇÃO – MEDIAÇÃO


ESSENCIALMENTE HUMANA E SEMIÓTICA, POR MEIO DE INSTRUMENTOS E SIGNOS (A PALAVRA
É ESSENCIAL).

- A PALAVRA É O MATERIAL PRIVILEGIADO, É O ELEMENTO COMUM ENTRE LOCUTOR E


INTERLOCUTOR, É UMA AMÁLGAMA (MISTURA DE ELEMENTOS PARA FORMAR UM TODO) DE
PENSAMENTO E LINGUAGEM, ESTÁ SEMPRE CARREGADA DE CONTEÚDO OU DE SENTIDO
IDEOLÓGICO, É UMA ESPÉCIE DE MOLÉCULA DO PENSAMENTO VERBAL.

INSTRUMENTOS E SIGNOS

- UM INSTRUMENTO É ALGO QUE PODE SER USADO PARA FAZER ALGUMA COISA; UM SIGNO
É ALGO QUE SIGNIFICA ALGUMA COISA. O ARADO, POR EXEMPLO, É UM INSTRUMENTO. OS
ÍCONES, USADOS NOS COMPUTADORES, SÃO SIGNOS; AS PALAVRAS SÃO SIGNOS
LINGUÍSTICOS. A LINGUAGEM É UM SISTEMA ARTICULADO DE SIGNOS; A MATEMÁTICA
TAMBÉM. É ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO (INTERNALIZAÇÃO) DESSAS CONSTRUÇÕES SÓCIO-
HISTÓRICAS E CULTURAIS, VIA INTERAÇÃO SOCIAL, QUE O INDIVÍDUO SE DESENVOLVE
COGNITIVAMENTE.

INTERAÇÃO SOCIAL
- A INTERAÇÃO SOCIAL É O VEÍCULO FUNDAMENTAL PARA A TRANSMISSÃO DINÂMICA (DE
INTER PARA INTRAPESSOAL) DO CONHECIMENTO SOCIAL, HISTÓRICA E CULTURALMENTE
CONSTRUÍDO. ESSA INTERAÇÃO IMPLICA UM MÍNIMO DE DUAS PESSOAS INTERCAMBIANDO
SIGNIFICADOS; IMPLICA TAMBÉM UM CERTO GRAU DE RECIPROCIDADE E BIDIRECIONALIDADE
ENTRE OS PARTICIPANTES DESSE INTERCÂMBIO.

SIGNIFICADOS

- DIRETAMENTE RELACIONADA COM A INTERAÇÃO SOCIAL ESTÁ A AQUISIÇÃO DE


SIGNIFICADOS. SIGNO É ALGUMA COISA QUE SIGNIFICA OUTRA COISA. AS PALAVRAS, COMO
JÁ FOI DITO, SÃO SIGNOS LINGUÍSTICOS. GESTOS TAMBÉM SÃO EXEMPLOS DE SIGNOS. OS
SIGNIFICADOS DE PALAVRAS E GESTOS SÃO CONSTRUÍDOS SOCIALMENTE E, POR ISSO MESMO,
SÃO CONTEXTUAIS. DETERMINADA PALAVRA, EM OUTRA LÍNGUA PODE NÃO SIGNIFICAR NADA
OU TER SIGNIFICADO DISTINTO. GESTOS QUE TÊM UM SIGNIFICADO EM UMA CULTURA PODEM
NÃO TÊ-LO EM OUTRA. TODOS SIGNIFICADOS SÃO CONTEXTUAIS.

- PARA VYGOSTKY, SIGNIFICADO NÃO É O MESMO QUE SENTIDO. PARA ELE, O SENTIDO É A
SOMA DOS EVENTOS PSICOLÓGICOS QUE A PALAVRA EVOCA NA CONSCIÊNCIA. É UM TODO
FLUIDO E DINÂMICO, COM ZONAS DE ESTABILIDADE VARIÁVEL, UMA DAS QUAIS, A MAIS
ESTÁVEL E PRECISA, É O SIGNIFICADO QUE É UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL, DE ORIGEM
CONVENCIONAL (OU SÓCIO-HISTÓRICA) E DE NATUREZA RELATIVAMENTE ESTÁVEL.

FALA

- A LINGUAGEM É, PARA VYGOTSKY, O MAIS IMPORTANTE SISTEMA DE SIGNOS PARA O


DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DO SER HUMANO PORQUE O LIBERA DOS VÍNCULOS
CONTEXTUAIS IMEDIATOS. O DESENVOLVIMENTO DOS PROCESSOS MENTAIS SUPERIORES
DEPENDE DE DESCONTEXTUALIZAÇÃO E A LINGUAGEM SERVE MUITO BEM PARA ISSO NA
MEDIDA EM QUE O USO DE SIGNOS LINGUÍSTICOS (PALAVRAS, NO CASO) PERMITE QUE O
INDIVÍDUO SE AFASTE CADA VEZ MAIS DE UM CONTEXTO CONCRETO. O DOMÍNIO DA
LINGUAGEM ABSTRATA DESCONTEXTUALIZADA, FLEXIBILIZA O PENSAMENTO CONCEITUAL E
PROPOSICIONAL.

- A FALA É EXTREMAMENTE IMPORTANTE NO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM.


PORTANTO, NA VISÃO DE VYGOTSKY, O DESENVOLVIMENTO DA FALA É UM MARCO
FUNDAMENTAL NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO.

TRÊS FORMAÇÕES INTELECTUAIS:

1) AGREGAÇÃO: DESORGANIZADA OU AMONTOADO NA QUAL A CRIANÇA AGRUPA OBJETOS


DESIGUAIS DE MANEIRA DESORGANIZADA, DIFUSA, POR TENTATIVA E ERRO, DETERMINADA EM
GRANDE MEDIDA VISUALMENTE PELA POSIÇÃO ESPACIAL DE OBJETOS;

2) PENSAMENTO POR COMPLEXOS NA QUAL OS OBJETOS JÁ SÃO AGRUPADOS NÃO SOMENTE


POR IMPRESSÕES SUBJETIVAS DA CRIANÇA, MAS TAMBÉM POR RELAÇÕES QUE DE FATO
EXISTEM ENTRE OS OBJETOS; É A FASE DOS PSEUDOCONCEITOS;

3) CONCEITOS POTENCIAIS QUE REQUEREM A ABSTRAÇÃO DE ALGUM TRAÇO COMUM A


DIFERENTES OBJETOS, MAS ESSE TRAÇO ABSTRATO É INSTÁVEL E FACILMENTE CEDE LUGAR A
OUTROS TRAÇOS.

A INTERAÇÃO SOCIAL QUE PROVOCA A APRENDIZAGEM DEVE OCORRER DENTRO DA ZONA


DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL (QUE É A DISTÂNCIA ENTRE A ZONA DE
DESENVOLVIMENTO REAL E A ZONA DE DESENVOLVIMENTO POTENCIAL), MAS, AO MESMO
TEMPO, TEM UM PAPEL IMPORTANTE NA DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DESSA ZONA. O ÚNICO
BOM ENSINO É AQUELE QUE ESTÁ À FRENTE DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E O LIDERA.
NA INTERAÇÃO SOCIAL QUE DEVE CARACTERIZAR O ENSINO, O PROFESSOR É O PARTICIPANTE
QUE JÁ INTERNALIZOU SIGNIFICADOS SOCIALMENTE COMPARTILHADOS PARA OS MATERIAIS
EDUCATIVOS DO CURRÍCULO. O PROFESSOR NESSE PROCESSO É RESPONSÁVEL POR VERIFICAR
SE O SIGNIFICADO QUE O ALUNO CAPTOU É ACEITO, COMPARTILHADO SOCIALMENTE. O
ENSINO SE CONSUMA QUANDO O PROFESSOR E ALUNO COMPARTILHAM SIGNIFICADOS.

WALLON

- TRANSITA ENTRE DOIS TEMAS: DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA EM COERÊNCIA COM AS


CONTRADIÇÕES E SOBREPOSIÇÕES QUE A CARACTERIZAM.

- RESPONSÁVEL PELO MODELO HEURÍSTICO (DESCOBERTA DE FATOS) QUE PROCURA


COMPREENDER AS DIVERSAS DIMENSÕES DA EXPRESSÃO HUMANA.

- ASPECTOS DA AFETIVIDADE E ATIVIDADES MOTORAS.

- AFETIVIDADE E INTELIGÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA.

5 ESTÁGIOS DA CRIANÇA (INTERIORIZAÇÃO E VOLTADOS PARA O EXTERIOR)

1- IMPULSIVO (O A 3 MESES) – AFETIVO – RELAÇÕES COM O AMBIENTE

2- SENSÓRIO-MOTOR (12 AOS 18 MESES) E PROJETIVO (AOS 3 ANOS): RELAÇÕES EXTERIORES E


INTELIGÊNCIA – ATOS MOTORES – AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM

3- PERSONALISMO (03 A 06 ANOS); CRISE DE OPOSIÇÃO (03 A 04 ANOS); IDADE DA GRAÇA (04
A 05 ANOS) E IMITAÇÃO (05 A 06 ANOS): PREDOMÍNIO DA AFETIVIDADE, CONSTRUÇÃO DA
PERSONALIDADE E AUTOCONSCIÊNCIA.

4- CATEGORIAL (06 A 11 ANOS): PREDOMÍNIO DA INTELIGÊNCIA E EXTERIORIDADE QUE SE


ESTENDE ATÉ OS 11 ANOS. PENSAMENTO CONCEITUAL, MEMÓRIA VOLUNTÁRIA, RACIOCÍNIO
ASSOCIATIVO.

5- ADOLESCÊNCIA (A PARTIR DOS 11 ANOS): TRANSFORMAÇÕES FÍSICAS E PSICOLÓGICAS


ACENTUAM O CARÁTER AFETIVO. CONFLITOS, AUTOAFIRMAÇÃO.

O DESENVOLVIMENTO NÃO PARA NA ADOLESCÊNCIA, ELE SE ESTENDE POR TODA A VIDA DO


INDIVÍDUO, POR MEIO DA AFETIVIDADE E DA COGNIÇÃO.

- A AFETIVIDADE É CENTRAL NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO DA PESSOA. A EXPRESSÃO


EMOCIONAL É FUNDAMENTALMENTE SOCIAL, SUPERA OS RECURSOS COGNITIVOS.

- FUNÇÕES MOTORAS SÃO INDISSOCIÁVEIS AO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO, POIS


EXPRESSAM A AFETIVIDADE (GESTOS, EXPRESSÕES FACIAIS, AGITAÇÃO CORPORAL).

- ATIVIDADE TÔNICA – CONGREGA CÉREBRO E MÚSCULOS – MOVIMENTO DESENCADEIA O


PENSAMENTO.

- NECESSIDADE DE DESCONSTRUIR O OLHAR ADULTOCÊNTRICO NAS METODOLOGIAS DE


ENSINO INFANTIL, DE QUE A CRIANÇA É INCAPAZ DE RELACIONAR-SE COM OS OUTROS.

FREUD
- A EDUCAÇÃO INCUTE NO INDIVÍDUO, NOÇÕES DE PECADO E VERGONHA: FREUD PROPUNHA
UMA EDUCAÇÃO QUE NÃO FIZESSE USO ABUSIVO DE SUA AUTORIDADE (CORREÇÃO
EDUCATIVA).

- PRÁTICAS DE NATUREZA PERVERSA QUE DESAPARECEM COM A REPRESSÃO.

- PULSÕES PARCIAIS: ASPECTOS PERVERSOS PRESENTES NA SEXUALIDADE INFANTIL – PULSÃO


DIRIGIDA AO PRÓPRIO CORPO, CURIOSIDADE.

- SUBLIMAÇÃO (EXALTAÇÃO) E EDUCAÇÃO: SEM A PERVERSÃO, NÃO HÁ SUBLIMAÇÃO E SEM


SUBLIMAÇÃO NÃO HÁ CULTURA.

- ENERGIA QUE MOVE PULSÕES: CURIOSIDADE INTELECTUAL, DESEJO DO SABER.

- EDUCAÇÃO REPRESSORA: É SEMELHANTE À DEFESA QUE O “EU” LEVANTA CONTRA A PULSÃO


SEXUAL PRODUZINDO A NEUROSE.

- O EDUCADOR É AQUELE QUE DEVE BUSCAR, PARA SEU EDUCANDO, O EQUILÍBRIO ENTRE O
PRAZER INDIVIDUAL E AS NECESSIDADES SOCIAIS.

- AS CRIANÇAS DEVEM RECEBER EDUCAÇÃO SEXUAL, ASSIM QUE DEMONSTREM INTERESSE


PELA QUESTÃO.

- AS CRIANÇAS COSTUMAM DAR SUAS PRÓPRIAS EXPLICAÇÕES PARA AS QUESTÕES SEXUAIS.

- PARA FREUD, A EDUCAÇÃO É IMPOSSÍVEL, POIS: O EDUCADOR NÃO PROMOVE A


SUBLIMAÇÃO, NÃO ADIANTA FALAR DE SEXUALIDADE COM AS CRIANÇAS E O EDUCADOR NÃO
ASSUME A CRIANÇA QUE HÁ DENTRO DELE.

- INCONSCIENTE: A CONSCIÊNCIA É FRUTO DE FORÇAS PSÍQUICAS ENCONTRADAS NO INTERIOR


DO PSIQUISMO, RESULTADO DA LUTA DO EU CONTRA OS IMPULSOS DA NATUREZA.

- A CONSCIÊNCIA NÃO É MAIS O CENTRO DO NOSSO PSIQUISMO.

- A EDUCAÇÃO PODE SE RESOLVER ATRAVÉS DA PALAVRA, DO DISCURSO.

- ENSINA A PSICANÁLISE QUE A PALAVRA É AO MESMO TEMPO LUGAR DE PODER E SUBMISSÃO,


DE FORÇA E DE FRAQUEZA, DE CONTROLE E DE DESCONTROLE.