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1 Capa

PLANO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL

REQUERENTE: V D B SANTOS MÁRMORE


SUBSTÂNCIA: BENEFICIAMENTO DE MÁRMORE BEGE BAHIA
MUNICÍPIO: OUROLÂNDIA /BAHIA

Abril/2019
2 IDENTIFICAÇÕES

2.1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social: V D B SANTOS MÁRMORE


Nome Fantasia: GRAN BEGE MÁRMORES
CNPJ Nº: 32.003.921/0001-02
Endereço do Empreendimento: Fazenda Pedra da Arara, s/n, Zona Rural
Coordenadas do Empreendimento: 10º 05' 52,83'' / 41º 04' 33,03''
Endereço para Correspondência: Fazenda Pedra da Arara, s/n, Zona Rural - Ourolândia/BA.
CEP: 44.718-000
Inscrição Estadual: 153.314.508
Telefone para Contato: (74) 98110-1662
Nome do Representante Legal: Vinícius Deyvson Bezerra dos Santos
CPF do Representante Legal: 073.413.155-04

2.2 ATIVIDADE OBJETO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Atividade: Beneficiamento do mármore bege bahia


Código CNAE: 23.91-5-03 - Aparelhamento de placas e execução de trabalhos em
mármore, granito, ardósia e outras pedras
Grau de Risco: 3 (moderado)

2.3 IDENTIFICAÇÃO DOS TÉCNICOS RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO

Nome: Ana Sandra Sacramento Araújo


Área de Atuação: Meio Ambiente
Numero de Registro no Concelho de Classe: 48.532
Endereço: 3ª Travessa Adelmario Pinheiro, 66 – Bairro: Amaralina – Salvador/BA
Email: assaraujo@yahoo.com.br

2
Telefone: (71) 98705-4961
3 INDICE

1 Capa .................................................................................................................................... 1

2 IDENTIFICAÇÕES ................................................................................................................ 2

2.1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ................................................................................... 2

2.2 ATIVIDADE OBJETO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL ........................................... 2

2.3 IDENTIFICAÇÃO DOS TÉCNICOS RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO ................... 2

3 INDICE ................................................................................................................................ 3

4 INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 6

5 OBJETIVOS ......................................................................................................................... 6

6 JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO .......................................................................... 7

7 LEGISLAÇÕES E NORMAS APLICAVÉIS............................................................................. 7

8 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR ............................................................................. 8

9 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO ......................................................................... 8

10 OBJETIVOS: GERAL E ESPECIFICOS ............................................................................... 8

10.1 Objetivo Geral .......................................................................................................... 8

10.2 Objetivo Específicos ................................................................................................ 8

11 APLICAÇÃO DO PLANO .................................................................................................. 9

12 DIRETRIZES GERAIS ........................................................................................................ 9

12.1 Acidente Ambiental................................................................................................. 9

12.2 Emergência Ambiental .......................................................................................... 10

12.3 Evento Não Planejado (ENP) ................................................................................ 10

12.4 Relatório de Evento Não Planejado (RENP) ........................................................ 10

12.5 Situação Anormal de Operação (SAO) ................................................................. 10

12.6 Plano de Emergência Ambiental (PEA) ................................................................. 11


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12.7 Análise preliminar de Risco (APR) ......................................................................... 11

13 CARGOS E FUNÇÕES DO EMPEENDIMENTO COM CBO ..............................................12

14 FICHA FISPQ ...................................................................................................................12

15 RESPONSABILIDADE .....................................................................................................12

16 COMISSÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL.................................................................. 14

17 DESCRIÇÃO DAS AÇÕES PREVENTIVAS .......................................................................15

17.1 Medidas Preventivas ..............................................................................................15

17.2 Ações em caso de Situação de Emergência Ambiental .......................................15

17.3 Derrame/Vazamento de grande porte de produtos Químicos ou Óleo............. 16

17.4 Extravasamento de Efluentes ...............................................................................17

17.5 Supressão Acidental de Vegetação .......................................................................17

17.6 Tombamento de resíduos sólidos durante o transporte .....................................17

17.7 Evento não planejado durante transporte externo e interno (resíduo liquido e
sólido) 18

17.8 Perfuração Acidental de tubulação ...................................................................... 18

17.9 Resgate a Fauna .................................................................................................... 19

17.10 Supressão Acidental de vegetação (repetido) ................................................ 19

17.11 Situação de Incêndios ....................................................................................... 19

17.12 Emissão de RENP – Relatório de Evento Não Planejado................................. 19

17.13 Recursos ............................................................................................................. 20

17.14 Treinamentos e Simulados .................................................................................21

18 MEDIDAS DE CONSCIENTIZAÇÃO.................................................................................21

18.1 QUANTO AO CONSUMO DE PAPEL ..................................................................... 22

18.2 QUANTO AO CONSUMO DE ÁGUA E GERAÇÃO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS 22

18.3 QUANTO A GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ................................................... 23

18.4 CONSCIENTIZAÇÃO QUANTO AO CONSUMO DE TONNER’S (E TINTA) ............ 24


4
18.5 CONSCIENTIZAÇÃO QUANTO À EVOLUÇÃO DA QUESTÃO AMBIENTAL .......... 24

18.6 QUANTO AO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA ................................................ 24

18.7 CONSCIENTIZAÇÃO QUANTO A POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA E O AQUECIMENTO


GLOBAL 25

18.8 SEMANA INTEGRADA DE MEIO AMBIENTE ......................................................... 25

18.9 AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA ..................................................................................... 26

19 TELEFONES DE EMERGÊNCIA ...................................................................................... 26

20 AVALIAÇÃO DO PEA ..................................................................................................... 27

21 ANEXOS ......................................................................................................................... 28

22 ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA .......................................................... 29

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4 INTRODUÇÃO

No início da execução de qualquer atividade, seja de pequeno, médio ou grande porte, é


fundamental que seja realizada uma análise criteriosa de todos os fatores que estarão
envolvidos no sistema, uma vez que o equilíbrio entre eles é que irá definir a ocorrência
de acontecimentos desejáveis e não desejáveis ou planejados.

A preservação da integridade do meio ambiente e dos colaboradores é possível por meio


da antecipação, conhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de
acidentes/emergência ambientais, existentes ou que venham existir no ambiente de
trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
Neste Plano de Emergência Ambiental (PEA) são apresentadas as diretrizes necessárias
para casos em que ocorra algum acidente ou emergência ambiental na execução de
atividade de beneficiamento do mármore bege bahia

5 OBJETIVOS

Definir procedimentos para o atendimento de emergências ambientais, que por ventura


possam ocorrer durante a execução dos serviços de beneficiamento do mármore bege
bahia.

 Estabelecer procedimentos formais a serem adotados em situações emergenciais e que


estes sejam seguidos pelos funcionários;

 Conscientizar os colaboradores da organização para que os funcionários tenham


conhecimento dos danos ambientais que suas tarefas possam desencadear;

 Prevenir danos materiais e, principalmente, danos ambientais.

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6 JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO

A questão ambiental e a posição de mercado fazem com que muitas empresas adotem
alternativas que visam melhorias do processo na busca por maior e melhor desemprenho
ambiental do empreendimento.

Na atividade de beneficiamento do mármore bege bahia, não poderia ser diferente, por
ser uma atividade que deixou passivos ambientais no passado, agora tentando mudar a
situação do presente adotando melhorias e procedimentos adequados em seus
processos de beneficiamento.

7 LEGISLAÇÕES E NORMAS APLICAVÉIS

Lei no 9.605, de 12/FEV/1998 (“Lei dos Crimes Ambientais”) - dispõe sobre as sanções
penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente;
Decreto no 6.514, de 22/JUL/2008 (regulamentação da Lei no 9.605/1998) - dispõe sobre
as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, e estabelece o processo
administrativo federal para apuração dessas infrações;
Lei no 9.966, de 28/ABR/2000 (“Lei de Poluição das Águas”) - dispõe sobre a prevenção, o
controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias
nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional; e
Decreto no 4.136, de 20/FEV/2002 (regulamentação da Lei no 9.966/2000) - dispõe sobre a
especificação das sanções aplicáveis às infrações às regras de prevenção, controle e
fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou
perigosas em águas sob jurisdição nacional, prevista na Lei no 9.966/2000

7
8 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR

Nome do Representante Legal: Vinícius Deyvson Bezerra dos Santos


CPF do Representante Legal: 073.413.155-04

9 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

Razão Social: V D B SANTOS MÁRMORE


Nome Fantasia: GRAN BEGE MÁRMORES
CNPJ Nº: 32.003.921/0001-02
Endereço do Empreendimento: Fazenda Pedra da Arara, s/n, Zona Rural
Coordenadas do Empreendimento: 10º 05' 52,83'' / 41º 04' 33,03''
Telefone para Contato: (74) 98110-1662

10 OBJETIVOS: GERAL E ESPECIFICOS

10.1 Objetivo Geral

Definir procedimentos para o atendimento de emergências ambientais, que por ventura


possam ocorrer durante a execução dos serviços de beneficiamento do mármore bege
bahia.

10.2 Objetivo Específicos

 Estabelecer procedimentos formais a serem adotados em situações emergenciais e que


estes sejam seguidos pelos funcionários;

 Conscientizar os colaboradores da organização para que os funcionários tenham


conhecimento dos danos ambientais que suas tarefas possam desencadear;

8
 Prevenir danos materiais e, principalmente, danos ambientais.

11 APLICAÇÃO DO PLANO

Este plano é destinado a empresa de beneficiamento do mármore bege bahia.

12 DIRETRIZES GERAIS

A seguir são apresentados alguns conceitos importantes para o melhor entendimento do


conteúdo deste documento.

12.1 Acidente Ambiental

Pode ser entendido como um acontecimento inesperado indesejado que pode causar,
direta ou indiretamente, danos ao meio ambiente e à saúde, que perturbam o equilíbrio
da natureza e, normalmente, está associado também a prejuízos econômicos. Os
acidentes podem ser causados pela própria natureza, como é o caso dos vulcões, raios,
ciclones, etc. Porém, na maioria das vezes, são causados pelo próprio homem. São os
acidentes “tecnológicos” (IBAMA, 2015).

Há uma série de acidentes que podem gerar danos ambientais, alguns deles são:

 Derramamento ou vazamento de produtos nocivos;


 Incêndios;
 Explosões;
 Descarrilamentos;
 Colisões etc.

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12.2 Emergência Ambiental

É uma ameaça súbita ao bem estar do meio ambiente ou à saúde pública devido à
liberação de alguma substância nociva ou perigosa ou, ainda, devido a um desastre
natural (IBAMA, 2015).

Entre as várias consequências de um acidente ou emergência ambiental pode-se citar:

 Poluição do ar;
 Contaminação do solo e dos recursos hídricos;
 Danos à fauna e flora;
 Danos à saúde humana;
 Prejuízos econômicos etc.

12.3 Evento Não Planejado (ENP)

Pode ser entender como qualquer evento ocorrido de forma inesperada.

12.4 Relatório de Evento Não Planejado (RENP)

Documento contendo todas as informações de forma detalhada referente à ocorrência


de um evento não planejado.

12.5 Situação Anormal de Operação (SAO)

São situações que não estão dentro das atividades de rotina, porém, não caracterizam
uma emergência.

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12.6 Plano de Emergência Ambiental (PEA)

Documento que tem como função identificar cenários emergenciais definir ações que
devem ser seguidas no caso do desencadeamento desses processos emergenciais.

O desenvolvimento de consciência ambiental dos colaboradores da organização deverá


ser fundamentado no equilíbrio de uma compreensão sistematizada da inter-relação do
meio ambiente com as vertentes social e econômica.

Deve-se incentivar a participação da comunidade de forma ativa e permanente no que


tange a preservação do equilíbrio do meio ambiente e enfatizado o conceito de
preservação da qualidade ambiental como fundamental para o desenvolvimento de uma
consciência mais cidadã.

No que se refere à conscientização dos colaboradores da organização em relação à


geração e destino final de resíduos e seus impactos no meio ambiente, esta deve-se estar
englobada no sistema de gestão ambiental.

São diversas as formas e ferramentas que podem ser utilizadas no trabalho de


conscientização citados, entre os quais se podem citar: Palestras de nivelamento e
capacitação, Diálogos Diários de Segurança no Trabalho (DDS), material gráfico e digital,
entre outras. Recomenda-se que a disseminação dos conceitos e práticas de
conscientização ambiental ocorra em períodos trimestrais, ou bimestrais de acordo com a
observação de necessidade do gestor responsável pelo setor de meio ambiente.

12.7 Análise preliminar de Risco (APR)

A análise Preliminar de Risco (APR) consiste num estudo, durante a fase de concepção ou
desenvolvimento prematuro de um novo sistema, com a finalidade de se determinar os
riscos que poderão estar presentes na sua fase operacional.

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Sendo, portanto, uma análise inicial “qualitativa”, desenvolvida na fase de projeto e
desenvolvimento de qualquer processo, produto ou sistema, possuindo especial
importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos,
ou seja, quando a experiência em riscos na sua operação é carente ou deficiente. Apesar
das características básicas de análise inicial serem muito útil como ferramenta de revisão
geral de segurança em sistemas já operacionais, acaba revelando aspectos que às vezes
passam despercebidos.

13 CARGOS E FUNÇÕES DO EMPEENDIMENTO COM CBO

Quant. FUNÇÃO
CARGO CBO
Funcionário
Realizam atividades de beneficiamento,
4 Polidor polindo e dando acabamento nas chapas 7122-20
do mármore.
Realizam atividades de corte e dando
1 Cortador 7122-05
acabamento nas chapas do mármore.
2 Ajudante Realizam o apoio ao polidor e estucador 7170-20
Realizam atividades de preenchimento
1 Estucador dos vazios nas chapas, com o pó do 7152-10
próprio mármore.

14 FICHA FISPQ

Em anexo;

15 RESPONSABILIDADE

Gerente de Contrato
Profissional responsável não somente por viabilizar os recursos necessários, mas
também, pela implantação dos procedimentos de forma permanente em todas as etapas
de execução da obra.
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Gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) da obra.
Profissional responsável por verificar os recursos necessários para a garantia da
implementação dos procedimentos previstos neste plano de emergência ambiental,
podendo este, ser um técnico de segurança do trabalho.

Entre as principais funções deste gerente, pode-se destacar:


 Emissão de Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT);
 Apoio na investigação de acidentes e emergências;
 Comunicar de forma imediata o cliente a ocorrência de qualquer evento ocorrido
(acidente ou acidente relevante).

Coordenador de Meio Ambiente e segurança


Este profissional representa um grupo de profissionais responsáveis pelas atividades
descritas abaixo:
 Emitir comunicado de forma imediata, quando da ocorrência de qualquer emergência
ambiental ao cliente e ao Gerente de Segurança, Meio Ambiente e saúde do
empreendimento;
 Emitir relatório preliminar de evento não planejado em até no máximo 2 (dois) dias
depois do ocorrido e relatório definitivo em até 5 (cinco) dias do ocorrido;
 Coordenar a execução de simulados, assim como, avaliar os resultados obtidos e propor
soluções e ações preventivas e corretivas;
 Revisar de forma periódica o conteúdo deste plano;
 Participar da investigação da ocorrência de eventos anormais na obra;
 Garantir que as ações propostas neste plano sejam cumpridas;
 Capacitar todos os colaboradores em como proceder em casos de ocorrências
emergências ambientais;
 Em caso de ocorrências de eventos não planejados, providenciar que as ações
mitigadoras de forma que os possíveis resíduos gerados por tal situação sejam destinados
de forma adequada.

13
16 COMISSÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL

será responsável pela administração de todas as ações com objetivo de prevenir,


administrar e tomar decisões nas ocorrências de princípios de incêndio, sinistros e
ameaças externas.

Integrante Atribuição
Gerente  Responsável por prover recursos para o
cumprimento dos procedimentos de prevenção;
 Levantar as necessidades e administrar recursos
para garantir a implementação e eficácia deste
procedimento de prevenção.
 Promover recursos para atendimento às diretrizes
deste Plano.

Coordenador  Comunicar, imediatamente, a ocorrência de


qualquer emergência ambiental aos funcionários e
ao Gerente do CEA;
 Investigar as ocorrências anormais no
empreendimento;
 Emitir o Relatório de Evento Não Planejado (RENP)
preliminar até o 2º dia útil após a ocorrência e o
Relatório de Eventos Não Planejados definitivo até
o 7º dia útil após a ocorrência do evento;
 Selecionar as situações de emergência a partir
daquelas identificadas no levantamento de aspectos
ambientais;
 Definir as ações de atendimento a emergências;
 Definir e conduzir o plano de simulações, avaliar
resultados, elaborar relatório, definir e acompanhar
ações corretivas;
 Revisar o PEA, sempre que necessário;
 Garantir que as ações propostas no plano de ação
sejam cumpridas.

Agente  Retransmitir aos funcionários as instruções dadas


pelo Coordenador do CEA;
 Promover a mitigação dos impactos ambientais,
bem como providenciar a remoção e destinação

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adequada dos resíduos gerados;
 Treinar os funcionários no atendimento aos
procedimentos de prevenção, providenciando
registros;
 Acompanhar a implementação das ações corretivas
provenientes de simulados.

17 DESCRIÇÃO DAS AÇÕES PREVENTIVAS

17.1 Medidas Preventivas

Todo o serviço a ser executado nas dependências da empresa será mediante APR (Análise
preliminar de Risco), visando fornecer elementos para emissão da Permissão de Trabalho
– PT, específica para cada atividade. A participação do CEA na elaboração da APR deve ser
evidenciada.

Cuidados específicos na armazenagem de produtos perigosos, adequações nas


instalações, dentre outras medidas, deverão ser providenciadas a fim de prevenir
emergências ambientais.

Como medida de controle no armazenamento e utilização de produtos químicos na


empresa, será feito o Inventário de Produtos Químicos mensalmente com o quantitativo
de produtos químicos armazenados e utilizados.

O Agente do CEA deverá constantemente inspecionando o empreendimento e


verificando o cumprimento das normas de meio ambiente, legislação, procedimentos e
diretriz.

17.2 Ações em caso de Situação de Emergência Ambiental

 Se necessário, deslocar-se ao local da ocorrência para iniciar e/ou participar das

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ações emergenciais.

 Se houver risco de contaminação do meio ambiente, comunicar imediatamente ao


órgão de proteção ao meio ambiente da região.

 Acionar órgãos de apoio e operacionais conforme o cenário.

 Participar as autoridades sobre os procedimentos emergenciais.

 Permanecer em estado de alerta munido de todas as informações possíveis sobre a


ocorrência, a fim de retransmití-las às equipes e órgãos envolvidos.

17.3 Derrame/Vazamento de grande porte de produtos Químicos ou Óleo

 Qualquer funcionário poderá acionar o CEA da empresa pelo canal de emergência;


 O Agente do CEA deverá acionar imediatamente todos os funcionários da
empresa;
 O Agente do CEA após analisar a situação poderá pedir reforço dos bombeiros
para o isolamento da área;
 Para conter o vazamento os funcionários deverão fazer uso do kit de mitigação e
informar ao Agente do CEA as providências em andamento, isolando a área com
barreiras de contenção;
 O Agente do CEA deverá avaliar o risco de incêndio/explosão em função das
características físico-químicas do produto vazado e verificar se há a possibilidade
de sanar o vazamento;
 Se for necessário, o Agente do CEA deverá evacuar a área;
 Remover o produto com uma pá limpa, colocando em recipiente seco com tampa
e remover do local do incidente, levando a Central de Armazenamento Temporário
de Resíduos;
 O Gerente do CEA deverá investigar o evento e emitir RENP.

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17.4 Extravasamento de Efluentes

 Os funcionários envolvidos deverão comunicar ao Agente do CEA o ocorrido;


 Os funcionários envolvidos e/ou o Agente do CEA deverão promover a contenção
do efluente;
 Deverá ser providenciada a sucção do efluente para posterior tratamento;
 Deverá ser efetuada a remoção da camada de solo atingido pelo vazamento e
descartado em tambor de sólidos contaminados;
 O Agente do CEA deverá acompanhar a retomada das atividades para avaliar se as
ações tomadas foram eficazes.

17.5 Supressão Acidental de Vegetação

 Esta situação se aplica para casos de corte/tombamento acidental de vegetação


dentro das dependências da empresa em função da execução das atividades do
empreendimento.
 Deve ser acionado o órgão ambiental competente, para que seja definida a forma
de compensação ambiental para esta situação.

17.6 Tombamento de resíduos sólidos durante o transporte

 Os funcionários envolvidos deverão comunicar imediatamente ao Agente do CEA


o evento;
 O Agente do CEA deverá acionar os funcionários a iniciar operação de
transferência dos resíduos para caçamba, tambor ou local adequado para
acondicionar o resíduo temporariamente, quando necessário;
 O responsável pela área onde ocorreu o tombamento de resíduos deverá apoiar
na limpeza do local.

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17.7 Evento não planejado durante transporte externo e interno (resíduo liquido e
sólido)

Se o evento não planejado ocorrer durante o transporte dos resíduos gerados pela
empresa, deverão ser seguidos os seguintes passos:

 O motorista do veiculo deverá comunicar ao Agente/Coordenador do CEA para a


imediata tomada dos procedimentos;
 O Agente/Coordenador do CEA deverá comunicar as autoridades competentes;
 O motorista deverá colocar as sinalizações informativas, como medida de
prevenção; O Agente/Coordenador do CEA deverá se dirigir ao local do evento e
garantir que todas as ações mitigadoras sejam tomadas;
 Deverá ser emitido RENP.

17.8 Perfuração Acidental de tubulação

 Os funcionários envolvidos deverão parar a atividade e comunicar ao Agente do


CEA pelo canal de emergência ou via radio;
 O Agente do CEA acionará imediatamente a todos os envolvidos para o
desencadeamento das ações para contenção da emergência;
 O Agente do CEA deverá envolver o setor de Operacional para o isolamento da
linha e o desvio do produto;
 Os funcionários envolvidos deverão providenciar a limpeza do local atingido pelo
vazamento, removendo todo o material;
 Os resíduos gerados no processo de limpeza deverão ter seu correto destino
conforme definido no PGRS;
 O Agente do CEA deverá avaliar se as ações tomadas foram eficazes;
 O Gerente do CEA com o apoio do Coordenador do CEA deverá investigar o evento
e emitir a RENP.

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17.9 Resgate a Fauna

Esta situação se aplica para casos que estejam envolvidos qualquer tipo de animal nas
dependências da empresa. Neste caso, deverá ser acionado o Agente do CEA para ser
tomada as providencias na comunicação com órgãos competentes para a remoção ou
resgate do animal.

17.10 Supressão Acidental de vegetação (repetido)

 Esta situação se aplica para casos de corte/tombamento acidental de vegetação


dentro das dependências da empresa em função da execução das atividades do
empreendimento.
 Deve ser acionado o órgão ambiental competente, para que seja definida a forma
de compensação ambiental para esta situação.

17.11 Situação de Incêndios

Qualquer funcionário deverá acionar alarme de incêndio e chamar órgão competente


confirmando o foco do incêndio;
O Agente do CEA deverá prestar os primeiros socorros para atendimento no local;
O Coordenador do CEA deverá iniciar o plano de evacuação dos funcionários dos locais de
riscos;
O Gerente do CEA deverá avaliar se todos os funcionários estão fora dos locais de riscos;

17.12 Emissão de RENP – Relatório de Evento Não Planejado

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Depois de ocorrido um Evento Não Planejado o Agente do CEA deverá elaborar e enviar
ao Gerente do CEA, até o 2º (segundo) dia útil após a ocorrência, RENP preliminar
preenchido até o campo 20.

Aprofundar a investigação do evento e os resultados deverá ser registrado no Relatório


de Evento Não-Planejado Definitivo. O mesmo deverá ser entregue até o 7º dia útil após a
ocorrência, em duas vias e mediante Guia de Remessa de Documentos Técnicos (GRDT).
Após aprovação do documento e verificação da execução do plano de ação, o
Coordenador do CEA deverá solicitar uma das vias do documento com as assinaturas dos
responsáveis por todos os setores envolvidos.

O modelo deste documento encontra-se no Anexo – RENP (Relatório de Evento Não


Planejado).

17.13 Recursos

Os recursos disponíveis para execução das ações mitigadoras em emergência ambiental


deverão estar sempre disponíveis nas proximidades das atividades de operação para que
sejam acionados rapidamente quando da ocorrência de eventos. Para isso o CEA deverá
analisar sempre as atividades de operação e indicar os recursos necessários para o caso
de uma emergência ambiental.

Os resíduos provenientes de emergências deverão ser armazenados em tambores ou


caçambas. Os tambores deverão estar disponíveis na empresa, e as caçambas serão
solicitadas a órgãos responsáveis através de telefone.

Próximo às máquinas e/ou equipamentos com motores movidos e/ou lubrificados a


derivados de petróleo (óleo diesel, querosene, gasolina, óleo lubrificante, etc.) deverá ter
um kit de mitigação para atendimento a possíveis vazamentos/derramamentos.

20
17.14 Treinamentos e Simulados

Todos os colaboradores da organização deverão passar por treinamento, antes de


iniciarem suas atividades, independentemente de quais forem, com o objetivo de que
sejam capazes de agir de forma correta no caso de ocorrência de alguma anormalidade
no que se refere aos acidentes ambientais. Os treinamentos e simulados devem ser
realizados por órgãos competentes, tais como: Secretaria de meio Ambiente, Corpo de
Bombeiros, ou entidade capacitada a ministrar estes tipos de treinamentos e simulados.

Devem ser simuladas situações de ocorrência de todos os itens descritos no item 5, deste
plano, com os objetivos mínimos de:

 Testar os recursos disponíveis;


 Identificar procedimentos falhos;
 Identificar situações críticas;
 Identificar necessidade de adequação nos procedimentos;
 Avaliara a capacidade de reação dos colaboradores na ocorrência de situações
anormais;

É recomendado que os simulados ocorram de forma periódica e que a gerência de meio


ambiente e segurança do cliente seja informada com no mínimo 48 horas de
antecedência, em casos em que seja executado em área limítrofes ou em ambientes do
cliente.

18 MEDIDAS DE CONSCIENTIZAÇÃO

Em tempos em que a vertente ambiental está cada vez mais em foco, é necessário, que
seja gradativamente disseminado no sistema das organizações ações que visem à

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sustentabilidade ambiental na execução das diversas atividades desempenhadas em
específico no beneficiamento do mármore bege bahia.

18.1 QUANTO AO CONSUMO DE PAPEL

As ações voltadas para minimizar o consumo de papel nas atividades desenvolvidas na


organização, podem ocorrer por meio da adoção de algumas práticas, e da sensibilização
das pessoas, é possível reduzir o consumo, desperdício e descarte de papel. Uma das
principais iniciativas é adotar uma tecnologia que possibilite ao empreendimento
transferir parte da prática, que é feita através de documentos físicos, para o formato
digital. A seguir são descritas algumas ações que podem ajudar na redução do
desperdício e uso consciente de papel:

 Escrever, imprimir e fazer cópias sempre usando as duas faces das folhas;
 Revise e corrija o que escrever na tela do computador, para evitar imprimir várias vezes
o mesmo texto;
 Quando pensar em imprimir algo questione se realmente é necessário. Muitos arquivos
são impressos simplesmente para serem lidos e depois descartados. Se for
absolutamente necessário imprimir, repense o modo de fazê-lo;
 Transformar papéis de rascunho em bloquinhos de anotação e os mantenha na cozinha
ou perto do telefone. Além de reduzir o consumo de papel e ajudar o meio ambiente, o
estabelecimento reduz custos, organiza documentos e informações, aumenta sua
produtividade e torna-se mais seguro.

18.2 QUANTO AO CONSUMO DE ÁGUA E GERAÇÃO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS

O consumo consciente da água tem como um de seus objetivos principais a diminuição


e/ou eliminação do desperdício dos recursos hídricos e assegurar a sua manutenção no
sistema, para tal, são recomendadas algumas ações:

22
 Detecção e reparo de vazamentos: Realizar vistorias periódicas ao longo do
empreendimento (Faça o teste do relógio de água se o ponteiro continuar rodando, é
sinal de vazamento);
 Trocar equipamentos convencionais por equipamentos economizadores de água: Uso
de redutores de vazão em chuveiros e torneiras, troca de vasos sanitários, dentre outros;
 Reaproveitar água da chuva: Construir reservatórios para armazenar água da chuva e
reaproveitar, para ser usada para limpeza de áreas comuns e também para regar no
jardim;
 Reuso de água: Trata-se da implementação de uma pequena estação de tratamento de
águas de uso "nobre" (banho e pias) para reutilização em fins "menos nobres", como
descargas, lavagens de pisos e outros;
 Elaborar palestras educativas referentes ao tema, com todos os envolvidos no
empreendimento, de forma que venham esclarecer e sanar qualquer dúvida.

18.3 QUANTO A GERAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Os resíduos gerados em obras civis, variam de acordo com a fase em que esta se
encontra, devendo ser adotadas medidas que visem a redução da geração, assim como
de reutilização, também devem ser incentivadas a adoção de boas práticas de
gerenciamento de resíduos conforme descrito a seguir:

 Uso de coletores específicos para coleta seletiva, de modo a não misturar os resíduos
facilitando assim a reciclagem futura;
 Palestras sobre educação ambiental e gerenciamento de resíduos sólidos;
 Reutilização de materiais, como por exemplo, folhas de papel.
 Manutenção adequada dos coletores internos e externos do empreendimento.

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18.4 CONSCIENTIZAÇÃO QUANTO AO CONSUMO DE TONNER’S (E TINTA)

A redução do consumo de tonners poderá ser incentivada através das boas práticas
descritas abaixo ou de outras aplicáveis:

 Utilização preferencial das impressoras monocromáticas;


 Utilização da impressão em escala de cinza ao invés da colorida em documentos
impressos para consulta nas impressoras a cores;
 Utilizar a impressão no modo econômico sempre que possível;
 Não solicitar a troca de tonner até que o atual esteja realmente vazio.

18.5 CONSCIENTIZAÇÃO QUANTO À EVOLUÇÃO DA QUESTÃO AMBIENTAL

Atuação para que haja a disseminação do conhecimento de como as políticas ambientais


influem no dia a dia da sociedade e de que forma estas foram definidas como metas
globais da humanidade. Serão abordados os seguintes tópicos:

 Identificação dos motivos que fizeram surgir os objetivos do milênio;


 Definição do que são os objetivos do milênio;
 Identificação de quais são os objetivos e sua quantidade;
 Identificação das metas por objetivo;

18.6 QUANTO AO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

A redução do consumo de energia elétrica poderá ser incentivada através do uso


consciente do recurso, a partir das boas práticas seguintes ou de outras aplicáveis:

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 Manter ambientes cuja ocupação seja temporária (ex.: copas, vestiários e
sanitários) com as luzes apagadas após o uso;
 Manter os aparelhos de ar condicionado desligados em dias mais frios ou utilizar a
opção ventilação;
 Desligar todos os equipamentos elétricos/eletrônicos ao final do expediente;
 Não manter janelas abertas quando os aparelhos de ar condicionado estiverem
funcionando;
 Manter uma limpeza periódica dos filtros de ar condicionado.

18.7 CONSCIENTIZAÇÃO QUANTO A POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA E O AQUECIMENTO


GLOBAL

Atuação para que haja a disseminação do conhecimento de como a poluição atmosférica


e o aquecimento global afetam os climas do planeta, a biodiversidade e de que forma
estes poderão afetar o futuro da humanidade.

Serão abordados os seguintes tópicos:

 Definição do que é poluição atmosférica;


 Identificação de impactos associados à saúde humana;
 Identificação de formas com que esta afeta o regime de climas do planeta e a
biodiversidade;
 Identificação de possíveis cenários decorrentes do aquecimento global.

18.8 SEMANA INTEGRADA DE MEIO AMBIENTE

Atuação para que haja a disseminação de conhecimentos sobre a temática ambiental por
toda a força de trabalho, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente – 05 de
Junho. Deverão ser realizadas atividades diversas, como: palestras, exibição de vídeos

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educativos, gincanas, concursos de desenhos para filhos dos funcionários, exposições,
apresentações musicais e teatrais, distribuição de brindes, etc.

18.9 AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA

A avaliação da eficácia da Conscientização Ambiental dos funcionários será realizada,


através do desempenho da força de trabalho quanto ao objetivo de redução do consumo
de papel de escritório, definido no procedimento Monitoramento e Medição; podendo
incluir posteriormente, para análise crítica, outros itens de desempenho ambiental,
quando aplicáveis.

19 TELEFONES DE EMERGÊNCIA

Em caso de emergência é de responsabilidade da empresa GRAN BEGE MÁRMORES atender,


devendo o acontecimento ser comunicado de imediato pelo telefone:
(74) 98110-1662

Ambulância SAMU 192


Corpo de Bombeiros 193
Defesa Civil 199
Polícia Militar 190
Polícia Civil 197
Polícia Federal 194
Polícia Rodoviária Federal 191
Secretaria de Direitos Humanos - 100
Agência Nacional de Saúde - 0800 701 9656
Centro de Intoxicação - 0800 780 2000
Coelba – 0800 071 0800
Disque - Meio Ambiente – 0800 071 1400

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Ibama - 0800 061 8080
SAC - Serviço de Atendimento ao Cidadão - 0800 0710 5353 SOS –
Prefeitura Municipal de Ourolãndia – (74) 3681-2250

20 AVALIAÇÃO DO PEA

A avaliação deste plano ocorrerá por meio da aplicação de indicadores de desempenho a


serem desenvolvidos pela gerência de meio ambiente e segurança, de modo que sejam
aplicados periodicamente. Outra forma de avaliação é a de observação da forma como as
atividades estão sendo desenvolvidas no que se refere ao controle ambiental.
Recomenda-se que seja mantido em arquivo e na empresa um diário com todos os relatos
das ocorrências, para que se possa avaliar a evolução da execução dos serviços.

______________________________________
Ana Sandra Sacramento Araújo.
CREA/BA 48.532

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21 ANEXOS

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22 ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA

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