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QUE BARULHO
É ESSE?
Guia sobre como lidar com
os ruídos inconvenientes
em condomínios

A plataforma online para gestão


integrada de condomínios mais
completa do Brasil.

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Que barulho é esse?

Não há nada melhor do que morar em um condomínio em que a


boa convivência faz parte da rotina das pessoas, que se respeitam
e sabem até onde seus hábitos não vão incomodar os vizinhos.
Mas, em alguns lugares, os condôminos enfrentam problemas
sérios em relação ao barulho, e esse é o importante tema deste
novo guia da Nextin.

Neste material, você vai entender melhor sobre a legislação


específica para o barulho e também sobre como os condôminos
podem lidar com esse assunto delicado de forma assertiva e efi-
ciente, em prol do benefício de todos.

Vamos começar?

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Índice

Introdução���������������������������������������������������������������������������������������������������04

Legislação e penalidades
sobre barulho em condomínios���������������������������������������������������������07

Como lidar com os


barulhos desagradáveis������������������������������������������������������������������������11

Barulho rotineiro
em condomínio�����������������������������������������������������������������������������������������13

Barulho de festa em condomínio������������������������������������������������������15

Barulho de obra em condomínio������������������������������������������������������18

O que você pode fazer para


evitar o barulho no seu condomínio������������������������������������������������21

Informações úteis sobre


as legislações municipais����������������������������������������������������������������������24

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INTRODUÇÃO
Introdução

Assim como em todos os ambientes que você frequenta, priorizar a boa


convivência é respeitar os limites do outro e os seus. Ser respeitoso e
compreensivo é contribuir para que o relacionamento entre você e as
outras pessoas seja agradável e cordial. Quando pensamos no lugar
onde você mora, essa convivência saudável é ainda mais valorizada,
afinal, depois de um dia corrido fora de casa, você quer chegar e sentir
que está aonde se sente melhor. Porém, em alguns condomínios, os
moradores enfrentam sérios problemas com o barulho que os vizinhos
fazem. Como lidar com esse problema e encontrar soluções que
contem com o bom senso e a cooperação de todos?

Por falar em bom senso, ele é primordial para que você consiga
identificar que suas atividades dentro de casa ou nas áreas comuns do
prédio estão perturbando os outros condôminos, como escutar música
alta, usar máquina de lavar em horários impróprios, andar de salto
alto quando o apartamento não tem carpete, falar muito alto, arrastar
móveis, fazer festas e muitas outras atitudes que não respeitam o
horário de silêncio, que começa às 22h todos os dias da semana.

A poluição sonora é um problema universal e que extrapola os limites


do condomínio. E, de acordo com dados divulgados pela Organização
Mundial da Saúde (OMS), esse tipo de poluição é a terceira maior

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Introdução

do ambiente, vindo na lista depois da poluição da água e do ar. O


barulho não só incomoda o sossego, interfere no sono e na realização
de tarefas, como pode causar danos à saúde humana, sendo que,
conforme afirma a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia, a
exposição aos sons intensos é a segunda causa mais comum de
deficiências auditivas. Ela ressalta, ainda, que uma única exposição a
um barulho intenso pode causar danos irreversíveis, além de causar
ou agravar distúrbios psíquicos como estresse, ansiedade, falta de
concentração, nervosismo e depressão.

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LEGISLAÇÃO E PENALIDADES
SOBRE BARULHO
EM CONDOMÍNIOS
Legislação e penalidades
sobre barulho em condomínios

Vamos começar abordando as leis que englobam a perturbação do


sossego nos condomínios, e quem incomoda vizinhos com qualquer
tipo de som alto está sujeito ao que dispõe o Artigo 42 da Lei das
Contravenções Penais.

CAPÍTULO IV – DAS CONTRAVENÇÕES REFERENTES À PAZ PÚBLICA


Decreto-lei Nº 3.688, de outubro de 1941
Perturbação do trabalho ou do sossego alheios
Art. 42 – Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheio:
I – com gritaria ou algazarra;
II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as
prescrições legais;
III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por
animal de que tem guarda:

Pena – prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.


Importa destacar que não existe, no caso dos crimes acima, um
horário determinado, como 22h que é em regra invocado como “a
hora da lei do silêncio”. Os limites de ruído são definidos pela Lei
de Zoneamento. Nas Zonas Residenciais, é de 50 decibéis, entre 7 e
22 horas; das 22 às 7 horas, o limite cai para 45 decibéis. Nas Zonas

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Legislação e penalidades
sobre barulho em condomínios

Mistas, das 7 às 22 horas, é entre 55 e 65 decibéis (dependendo da


região); das 22 às 7 horas, varia entre 45 e 55 decibéis. Nas Zonas
Industriais, entre 7 e 22 horas, 65 e 70 decibéis; das 22 às 7 horas,
entre 55 e 60 decibéis.

Além de utilizar o Artigo 42 da Lei das Contravenções Penais para se


embasar na hora de punir um vizinho barulhento, dependendo da
situação é possível acionar o Código Ambiental Brasileiro. O artigo 54
da Lei de Crimes Ambientais criminaliza o ato de “causar poluição de
qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar
em danos à saúde humana”. Nesse caso, a pena é de reclusão de
seis meses a quatro anos, acrescida de multa, e é preciso provar que
o incômodo atingiu mais do que uma única pessoa ou família. Pela
grande maioria das leis municipais, a denúncia é acatada também
quando encaminhada por um único indivíduo.

De acordo com o Memorando nº 32.276.3/09-EMPM, elaborado pelo


Estado-Maior da Polícia Militar, o primeiro procedimento policial
ao certificar a infração é a orientação do possível contraventor no
sentido de que se faça cessar a perturbação, sob pena de tomada de
medidas mais rigorosas:

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Legislação e penalidades
sobre barulho em condomínios

“No caso do delito de perturbação do sossego alheio cometido em


residência particular, o policial militar deverá advertir o proprietário
da residência sobre a perturbação causada por gritaria, algazarra,
instrumentos sonoros ou sinais acústicos e latidos de cães, fazendo
com que cesse a perturbação. Persistindo a perturbação, o policial
militar deverá efetuar a prisão do infrator pelo crime de desobediên-
cia, lavrar o B.O. (Boletim de Ocorrência) e efetuar a apreensão do
objeto causador da perturbação, se necessário”.

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COMO LIDAR COM
OS BARULHOS
DESAGRADÁVEIS
Como lidar com com os
barulhos desagradáveis

O barulho é um dos assuntos que geram mais polêmica, e pode até


mesmo virar um caso de acionar a justiça. Os sons incômodos são
classificados em esporádicos, aqueles originados por uma festa no
salão ou na própria unidade, e os contínuos ou breves, que são os
que os moradores fazem repetidamente, como usar furadeiras e
aspiradores de pó, arrastar móveis, brigar em voz alta, etc. além dos
ruídos provocados pelos animais de estimação.

Se algum vizinho está incomodando, opte por conversar com ele


primeiro antes de acionar o síndico; se o problema não for resolvido,
convoque-o para uma reunião. Para prevenir problemas como esses,
os condomínios geralmente possuem regulamentos próprios, esta-
belecidos através da convenção e do Regimento Interno, sem con-
trariar a legislação municipal, estadual ou federal.

Saiba, a seguir, o que fazer em determinadas situações nas quais o


barulho é excessivo.

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BARULHO ROTINEIRO
EM CONDOMÍNIO
Barulho rotineiro
em condomínio

No caso dos ruídos breves ou esporádicos, mas repetitivos ao longo


dos dias, nada como a conversa franca e aberta entre vizinhos,
sem envolver terceiros a priori para diminuir a exposição de um
vizinho que, por vezes, desconhece os efeitos de seus sons na
unidade ao lado ou abaixo. A abordagem, sempre que possível,
deve ser feita diretamente, sem interfones/telefonemas/e-mails, e a
personalização do pedido iniciada com uma apresentação (caso os
vizinhos não se conheçam) tende a ser mais bem recebida.

Se o vizinho ignorar ou até mesmo aumentar ruídos em retaliação, é


hora de envolver o síndico para que uma reunião seja convocada e
as providências adequadas sejam tomadas.

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BARULHO DE FESTA
EM CONDOMÍNIO
Barulho de festa
em condomínio

As festas podem ser realizadas nas unidades ou nas áreas comuns


do prédio e, em ambos os casos, os demais vizinhos são os que mais
sofrem. De acordo com a Polícia Militar, as festas em residências e
condomínios representam uma parcela considerável das reclamações
de barulho recebidas na maioria dos estados brasileiros.

Para o vizinho incomodado, ter uma terceira pessoa intermediando/


testemunhando na hora de fazer a reclamação evita mágoas futuras e
contribui para fazer prova do alegado. Esse terceiro pode ser, e é ideal
que seja, o porteiro ou o zelador do condomínio (importante que nem
um nem o outro pessoalize a reclamação).

Não é necessário informar que o vizinho do apartamento “X” está


pedindo para diminuir o som; a obrigação de manter o respeito e o
bom senso se dá ainda que nenhum vizinho reclame expressamente.
Não é necessário acionar o síndico logo na primeira reclamação.

O síndico deve intervir diretamente somente se o barulho persistir e a


ocorrência tomar proporções maiores. Caso o morador seja avisado e
continue com a perturbação, uma multa deve ser aplicada de acordo
com o Regimento Interno do condomínio. No caso de manutenção do
barulho, nova multa pode ser aplicada e mesmo as autoridades policiais

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Barulho de festa
em condomínio

podem ser acionadas, podendo acarretar prisão do morador infrator.


É preciso diferenciar as festas feitas nas áreas comuns do condomínio e
as feitas na unidade do morador. As festas realizadas nas áreas comuns
são mais fáceis de lidar, pois, para infringir a lei do silêncio, o morador
provavelmente já infringiu as regras daquele espaço. Nesse caso, a
luz pode ser cortada. No entanto, trata-se de medida extrema, a ser
tomada após as negociações terem se esgotado.

As festas realizadas nas unidades são mais difíceis de serem


controladas, já que, normalmente, só os vizinhos muito próximos são
incomodados com o barulho. De qualquer forma, o procedimento deve
ser o mesmo: entrar em contato com a portaria ou zelador para que
eles notifiquem a unidade e, caso a situação se agrave, chamar o síndico
para tomar as providências cabíveis.

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BARULHO DE OBRA
EM CONDOMÍNIO
Barulho de obra
em condomínio

Da mesma forma que todo morador tem o direito de reformar sua


própria unidade, os demais moradores também têm direito de viver
de forma sossegada e sem barulhos incômodos. Mas até onde vai o
direito de cada um?

Como a maioria das situações vivenciadas em condomínios, a mel-


hor saída é sempre o bom senso e o diálogo. Se o seu vizinho fizer
uma reforma no apartamento e você perceber que há muito barul-
ho em determinados horários inoportunos, você pode conversar
com ele. Essa estratégia é mais eficaz caso ele não resida no imóvel
ou não esteja em casa nos horários mais críticos, quando os tra-
balhadores contratados podem provocar um forte barulho, ou mes-
mo uma desordem absurda, sem que ele sequer saiba.

É fundamental que essa conversa seja educada e que não haja de-
sentendimentos, pois, afinal de contas, vizinhos acabam precisando
um do outro eventualmente – e é de suma importância que haja um
bom relacionamento entre todos os moradores.

No entanto, quando o barulho é feito dentro do horário estabele-


cido pelo Regimento Interno, normalmente de 8h às 17h, é preciso
ter paciência e ser tolerante. Mas, mesmo se o barulho for somente

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Barulho de obra
em condomínio

no horário determinado, ele não pode se prolongar demais, e isso é


garantido pelo Código Civil: “Art. 1.336. São deveres do condômino:
(…) IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação,
e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e
segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.”
Se alguma norma estiver sendo descumprida e uma conversa
amigável não surtir efeito, o morador incomodado deverá conver-
sar diretamente com o síndico. Esse, então, deverá tentar conversar
com o autor da obra para solucionar a questão, principalmente se
o barulho estiver incomodando a coletividade dos condôminos.
Nesses casos, o condomínio pode discutir outras providências, como
advertências, multas e ações judiciais.
Se o problema estiver incomodando apenas um morador, não há ne-
cessidade do condomínio se envolver além da multa. A ação judicial
deve ficar a cargo do reclamante. Se a questão estiver incomodando
todos, ou boa parte dos moradores, é função do condomínio entrar
com a ação judicial que poderá resultar, em última instância, à ex-
pulsão do morador barulhento.

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O QUE VOCÊ PODE FAZER
PARA EVITAR O BARULHO
NO SEU CONDOMÍNIO
O que você pode fazer para evitar
o barulho no seu condomínio

O barulho é um problema sério, mas que pode ser resolvido com ati-
tudes que vão fazer a diferença na boa convivência entre os vizinhos.
O diálogo ainda é a melhor solução, e chamar o condômino que
está fazendo barulho para conversar educadamente é uma ação
que pode se mostrar muito efetiva para resolver o impasse e, ainda,
abrir caminho para que tudo possa ser solucionado da forma mais
amigável possível. Se a sua conversa não surtir efeito, comunique ao
síndico o seu incômodo para que ele possa intermediar um diálogo
pacífico entre as partes.

O síndico também pode criar campanhas e ações para minimizar os


problemas que envolvam o assunto. Campanhas de conscientização
são um ótimo exemplo. Criar cartazes lúdicos e com dicas bem hu-
moradas para diminuir o nível de barulho produzido pela unidade,
por exemplo, pode trazer grandes benefícios. Muitas vezes os mora-
dores não sabem que estão incomodando os vizinhos e os cartazes
podem se mostrar muito eficientes.

Em relação aos animais de estimação, é interessante que o síndico


reúna os condôminos que possuem animais dentro de casa e con-
vide um especialista, que pode ser um veterinário ou um adestrador,
para dar dicas de como treiná-los para se comportarem de maneira

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O que você pode fazer para evitar
o barulho no seu condomínio

adequada, sem incomodar os demais, criando um clima harmônico e


de bem-estar para todos.
Se ações mais didáticas não surtirem efeito, é preciso que a gestão
crie penalidades mais severas para quem infringir a lei do silêncio.
Para isso, é necessária a alteração do Regimento Interno, o que pode
ser um desafio, mas, dependendo da gravidade da situação, pode
ser uma boa solução. Uma das mudanças pode ser diminuir o núme-
ro de notificações antes de aplicar uma multa sobre a unidade. O
novo Código Civil, em seu artigo 1337, prevê multa de até cinco vezes
a taxa condominial pela reiteração das infrações, e de dez vezes a
taxa mensal para condôminos reiteradamente antissociais.

A convivência em um condomínio representa uma grande parte


da sua vida em sociedade e, como a própria origem da palavra nos
diz, conviver socialmente é estabelecer relações amistosas com os
companheiros para que todos sejam beneficiados e se sintam bem,
contribuindo bastante para o aumento da qualidade de vida coleti-
va. Por isso, use seu bom senso para identificar as ações que inco-
modam os vizinhos, e pense com empatia que você poderia estar no
lugar do outro. Afinal, ter sossego não tem preço.

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Informações úteis sobre
as legislações municipais

Em cada municípo brasileiro existe uma lei característica sobre barulho,


e algumas delas estão citadas a seguir:

Rio de Janeiro – RJ
O órgão para recebimento de queixas é a Central de Poluição Sonora.
Telefone: 1746. Caso o problema aconteça em residências,
a polícia deve ser chamada. Telefone: 190.
Lei nº 3.268, de 29 de agosto de 2001.

São Paulo – SP
Queixas sobre estabelecimentos comerciais e obras devem ser feitas
para o Programa de Silêncio Urbano da Prefeitura, o PSIU. Telefone:
156 ou na subprefeitura da sua região. Se o problema vier de uma
residência, a polícia deve ser chamada. Telefone: 190.
A prefeitura criou o PSIU instituído pelo Decreto 34.569 de 06 de
outubro de 1994, e reestruturado pelo Decreto 35.928 de 06 de março
de 1996.

Campinas – SP
O reclamante pode ligar para a Secretaria do Meio Ambiente. Telefones:
156 ou (19) 3735-0722.
A lei que estabelece o silêncio em Campinas é a Lei 2.516 de

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Informações úteis sobre
as legislações municipais

16/06/1961, regulamentada pelo Decreto 5.441 de 30 de junho de 1978,


e pelas Leis 7.346, de 01/12/1992 e 8.861, de 19 de junho de 1996.

Belo Horizonte – MG
Gerência de Suporte e Orientação de Serviços do Meio Ambiente –
GESOMA. Telefones: (31) 3277-5208 / 3277-5181 / 3277-5214 – Horário
de atendimento: de segunda a sexta-feira, de 8 às 17h.
Disque-Sossego: 156 – Horário de atendimento telefônico: 24 horas.
A Lei 9.505 de 23 de janeiro de 2008 é a que regula assuntos
relacionados ao sossego na capital mineira.

Vitória – ES
A Prefeitura de Vitória criou o Disque Silêncio, um sistema para atender
queixas 24 horas por dia. A partir das denúncias, técnicos podem ser
enviados ao local para verificar o nível de ruído emitido e tomar as
medidas necessárias. Telefone: 156.

Porto Alegre – RS
A Secretaria do Meio Ambiente regulariza um protocolo de denúncia
para casos de estabelecimentos comerciais e obras públicas e
particulares. Telefone: (51) 3289-7530.
Lei Complementar nº 392 de 16 de dezembro de 1996.

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Informações úteis sobre
as legislações municipais

Salvador – BA
Sucom e Secretaria do Meio Ambiente. Telefone: (71) 2201-6660.
Lei número 5.354/98.

Recife – PE
Disque Denúncia: capital e RMR. Telefones: (81) 3421-9595 / Interior:
(81) 3719-4545.
Em 2010 foi criado o programa “Som Sim, Barulho Não”. Acesse www.
somsimbarulhonao.com.br para mais informações.

Brasília
Secretaria do Meio Ambiente. Telefone: 156.
Lei número 4.092/08.

Curitiba – PR
Secretaria do Meio Ambiente. Telefones: 156 ou (41) 3335-2112.
Lei número 10.625/02 de 19 de dezembro de 2002.

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A Nextin é uma empresa de tecnologia com mais de 10 anos de ex-


periência em desenvolvimento de soluções personalizadas para di-
versos segmentos.

Nosso mais novo produto, o Nextin Home, é a grande revolução na


gestão de condomínios de maneira automatizada e prática, otimi-
zando o trabalho do síndico e levando muito mais informação para
os condôminos.

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