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05/08/2016

Biomecânica
BIOMECÂNICA do t. resistido
• Ciência interdisciplinar que descreve e analisa
o movimento humano, se utilizando de
aplicações mecânicas, considerando as
propriedades do sistema biológico.

Prof. Me. Eduardo Borges

“Análise Física do Movimento Humano”


(AMADIO; SERRÃO, 2011)

Biomecânica Biomecânica do Esporte


• Objetivos da área:

Biomecânica Biomecânica Biomecânica – Otimizar o rendimento


Clínica Ocupacional do Esporte

– Reduzir a sobrecarga
- Modificações Técnicas
- Marcha; para melhora do movimento;
- Ergonômia;
-Controle Neuromuscular; -Design de Equipamentos;
- Crescimento Humano;
- Mecânica do Tecido; - Redução de sobrecarga
- Morfologia.
- Reabilitação. e lesões.

(ELLIOTT, 1999)

Controle de Sobrecarga Métodos de Medição

A FORÇA acima do limite do tecido biológico de


suportar a carga resulta em LESÃO
musculoesquelética. (ZERNICKE; WHITING, 2000)
CINEMETRIA ELETROMIOGRAFIA

DINAMOMETRIA ANTROPOMETRIA

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Kinovea – Valgo dinâmico no agachamento


Métodos de Medição
Cinemetria
pode ser definida como um
conjunto de métodos que
visam mensurar variáveis
cinemáticas do movimento:

• Posição

• Deslocamento

• Velocidade

• Aceleração

(AMADIO et al., 1999)

Métodos de Medição DINAMOMETRIA


• Dinamometria:
sobrecarga interna?
• Força externa

• Força de reação do solo

• Pressão

DINAMOMETRIA

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Métodos de Medição DINAMOMETRIA


• Antropometria:
Dinâmica inversa

• Peso
• Centro de massa
• Propriedades inerciais
• Modelo antropométrico

ALAVANCA Classes de Alavancas


É uma máquina simples que consiste de uma F R
barra que pode rodar em torno de um eixo • 1ª classe interfixa
(fulcro ou apoio)
• 2ª classe interresistente R F

• 3ª classe interpotente

F R

Alavancas nos Esportes


Naim Suleymanoglu
R F
•• Braço de potência
Influencia é relativamente
na geração de
igual para sujeitos com tamanhos
tensão
diferentes.
• Vantagem e
• Menor braço de resistência
desvantagem mecânicapara
levantamento de peso.
• Geração de torques
• O peso fica mais próximo do eixo.
Pequeno Hércules
1,47m
E
60 Kg
BR BP

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ALAVANCA 1ª CLASSE
Interfixa

Trata-se de uma alavanca que pode


ser modificada

Pode privilegiar a velocidade ou a


força
Única moldável VM ou DM; ou não
muda

F R

Fatores que afetam a capacidade do


ALAVANCA 2ª CLASSE músculo gerar tensão
RESISTÊNCIA

– Alavanca Inter-resistente
EIXO

BR – BP > BR permite elevada mobilização


de carga

BF

FORÇA

Inter-resistente

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BP
BR

TRÍCEPS SURAL PANTURRILHA


FLEXÃO JOELHO
INSUF ATIVA GAS
ATIVA + SÓLEO
+31% GAS

+30% SOLEO

GAS LAT GAS MED SOL (SIGNORILE et al., 2002)

PANTURRILHA ALAVANCA 3ª CLASSE


AÇÃO CONCÊNTRICA

FORÇA

GL
GM GM GM
GL
GL

RI RE
GAS MEDIAL GAS LATERAL
BF

↑ ATIVIDADE DE GAS MEDIAL COM RE


BR
↑ ATIVIDADE DE GAS LATERAL COM RI
EIXO RESISTÊNCIA
(RIEMANN et al., 2011)

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Torque ou Momento

Capacidade de uma força


produzir rotação ao redor de
um eixo.

Torque Torque lombar


BF BR
• Efeito rotatório criado LW = 25 cm

por uma força.

• força (F) e da 450 N


distância (d) LP = 40 cm
(-)
200 N

• T = F x d => Nm
(+)

Torques no Agachamento agachamento

Andersen et al., 2003 (FRY et al., 2003)

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Torques no Agachamento Torques no Agachamento


22 40 62 138 150 197  Tj-FA = 1000 x 0,18
 Tj-FA = 180 Nm
 Tq-FA = 1000 x 0,22
 Tq-FA = 220 Nm

 Tj-FB = 1000 x 0,12


 Tj-FB = 120 Nm
 Tq-FB = 1000 x 0,59
 Tq-FB = 590 Nm

Andersen et al., 2003

Variação do torque resistente e sua Variação do torque resistente e sua


influência na execução do exercício influência na execução do exercício

• Smith
– Aumento do BRJ

PAB d
PI ARTICULAÇÃO
PB

Variação do torque resistente e sua


influência na execução do exercício POLIAS: CAM

PI
d

PAB d

BMR BMR

PB ARTICULAÇÃO
d
LAR
LAR

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POLIAS: CAM

18 cm

20 cm

POLIAS POLIA simples fixa

Cinemática Linear e Angular


POLIAS do Movimento
•Velocidade vetorial angular: mudança na posição angular
em relação à mudança no tempo. Caracterizada pela letra
grega ômega (ω)

ω = ϴ final - ϴ inicial
Tempo final – tempo inicial

ϴ = ângulo
ω = velocidade vetorial angular.

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Cinemática Linear e Angular


do Movimento Cinemetria da extensão de joelho
• Exemplo: se o ângulo inicial de um segmento era de 34º
no tempo 1,25 segundos e o segmento se movimentou até
um ângulo de 62º no tempo de 1,30 segundos, a
velocidade angular será de:

ω = 62º - 34º
1,30s – 1,25s

ω = 28º
0,05s

ω = 560º/s

Cinemática Linear e Angular


do Movimento Métodos de Medição
•Deslocamento linear e angular
• Eletromiografia:
Δs
Δ ϴ = 13º • Músculos ativos

• Intensidade e duração da ação


muscular
Δs=r.Δϴ
Δ s = 0,13m * 0,23 rad
Δ s = 0,03 m
r = 0,13 m • Coordenação muscular

Δ s = distância linear
Δ ϴ = ângulo
R = raio (comprimento)

Fatores intervenientes PRÁTICA EMG


Cabos Análise da Atividade Eletromiográfica
• TELEMYO DTS (NORAXON USA Inc.; Scottsdale, EUA)

Eletromiógrafo

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Procedimentos BMR: HALTER E CABO

Normalizar
(ISOMÉTIRCA OU DINÂMICA)

Prof. Me. Eduardo Borges

BIBLIOGRAFIA

3ª edição 3ª edição traduzida 4ª edição em Inglês


2003 2004 2012

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