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14º FESTIVAL MÚSICA ITAJAÍ | Oficina: Que acorde ponho aqui? Harmonia e o estudo de planos tonais em música popular | Prof. Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas | 2

Oficina

Que acorde ponho aqui?

Harmonia e o estudo de planos tonais em música popular

Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas

Udesc | Florianópolis | 2sprf@gmail.com

A beleza é multíplice, entre coisas completamente similares, não

A beleza se revela no engate das partes

] O

princípio, o meio e o fim, o nascimento, o aumento e a perfeição

de tudo o quanto vemos resulta de contrários, por contrários, em contrários e para os contrários. Giordano Bruno

existe beleza. [

]

distintas: a beleza de tudo consiste na própria variedade. [

Sejamos, pois, multifacetados! Nabinhos de marca Brandeburgo são deliciosos, principalmente se misturados com castanhas, e ambos esses frutos nobres crescem bem longe um do outro. Johann Wolfgang von Goethe, 1801

A unidade na diversidade, isto é o que o espírito humano reclama em toda a forma de arte destinada a proporcionar algum gozo estético. A unidade sem a diversidade não seria senão uniformidade, a diversidade sem a unidade não seria mais do que caos deforme. Hugo Riemann, 1914

ÍNDICE

Tipologia dos graus, tensões, escalas e funções primárias nos campos harmônicos diatônicos maior

3

e menor Representação dos fundamentos diatônicos da tonalidade de Dó maior

4

Gabarito para o estudo de planos tonais

5

Inventário básico dos acordes com tendência de tônica na tonalidade de Dó Maior

6

Inventário básico dos acordes com tendência de subdominante na tonalidade de Dó Maior

7

Pré inventário dos acordes com tendência de dominante na tonalidade de Dó Maior

8

A

reinterpretação enarmônica das notas da escala “Dó menor melódica” como notas da escala

8

“Si alterada” e seus modos Lugares de chegada na primeira parte do choro “Lamentos" de Pixinguinha, 1928

9

Lugares de chegada no samba bossa nova “Desafinado” de Tom Jobim e Newton Mendonça, 1958

9

Esboço da melodia e cifras da seção B de “Eu e a brisa” de Johnny Alf, 1967

10

Lugares de chegada na seção B de “Eu e a brisa” de Johnny Alf, 1967

10

Esboço da melodia e cifras da seção B do samba choro “Samambaia” de César Camargo Mariano,

11

 

1981

Lugares de chegada na seção B do samba choro “Samambaia” de César Camargo Mariano, 1981

11

Lugares de chegada nos primeiros 8 compassos de “Setembro” de Ivan Lins, 1980

12

Lugares de chegada em All The Things You Are ” de Jerome Kern e Oscar Hammerstein II, 1939

13

Cadeias de acordes de tipo x7M ” e/ou áreas tonais maiores dispostas em tons inteiros

14

descendentes com indicações de ocorrências em obras do repertório ( Tin Pan Alley, Jazz, Choro, Bossa Nova e MPB) Referências do emprego do ciclo de terças menores no repertório popular e j azzístico

15

Referências do emprego do ciclo de terças maiores no repertório popular e j azzístico

15

Escalas menores melódicas potencialmente disponíveis para uma reambientação da progressão II

16

 

V

I

A

“estratégia menor melódica” gerando soluções para a reambientação da progressão

17

 

(V7/V7) V I

Alguns subsistemas de tensões empregados para matizar um acorde tipo V7

18

Fórmulas concisas para a aplicação de escalas menores melódicas segundo o tipo de acorde

19

Termos e propriedades mensuráveis na escalatipo menor melódica

19

Alguns casos de “dois cincos” truncados

20

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Tipologia dos graus, tensões, escalas e funções primárias nos campos harmônicos diatônicos maior e menor

nos campos harmônicos diatônicos maior e menor Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 4

14º FESTIVAL MÚSICA ITAJAÍ | Oficina: Que acorde ponho aqui? Harmonia e o estudo de planos tonais em música popular | Prof. Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas | 4

Representação dos fundamentos diatônicos da tonalidade de Dó maior

fundamentos diatônicos da tonalidade de Dó ‐ maior Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 283

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Gabarito para o estudo de planos tonais

Freitas | 5 Gabarito para o estudo de planos tonais Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de.

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 293

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Inventário básico dos acordes com tendência de tônica na tonalidade de Dó Maior

com tendência de tônica na tonalidade de Dó ‐ Maior Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de.

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 277

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Inventário básico dos acordes com tendência de subdominante na tonalidade de Dó Maior

de subdominante na tonalidade de Dó ‐ Maior Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 278

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Pré inventário dos acordes com tendência de dominante na tonalidade de Dó Maior

tendência de dominante na tonalidade de Dó ‐ Maior A reinterpretação enarmônica das notas da escala

A reinterpretação enarmônica das notas da escala “Dó menor melódica” como notas da escala “Sialterada” e seus modos

notas da escala “Si ‐ alterada” e seus modos Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 279 e 375

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Lugares de chegada na primeira parte do choro “Lamentos" de Pixinguinha, 1928

parte do choro “Lamentos" de Pixinguinha, 1928 Lugares de chegada no samba bossa ‐ nova

Lugares de chegada no samba bossa nova “Desafinado” de Tom Jobim e Newton Mendonça, 1958

“Desafinado” de Tom Jobim e Newton Mendonça, 1958 Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 294 e 295

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Esboço da melodia e cifras da seção B de “Eu e a brisa” de Johnny Alf, 1967

seção B de “Eu e a brisa” de Johnny Alf, 1967 Lugares de chegada na seção

Lugares de chegada na seção B de “Eu e a brisa” de Johnny Alf, 1967

seção B de “Eu e a brisa” de Johnny Alf, 1967 Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 298 e 299

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Esboço da melodia e cifras da seção B do samba choro “Samambaia” de César Camargo Mariano, 1981

choro “Samambaia” de César Camargo Mariano, 1981 Lugares de chegada na seção B do samba ‐

Lugares de chegada na seção B do samba choro “Samambaia” de César Camargo Mariano, 1981

choro “Samambaia” de César Camargo Mariano, 1981 Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 300 e 301

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Esboço da melodia e cifras dos primeiros 8 compassos de “Setembro” de Ivan Lins, 1980

8 compassos de “Setembro” de Ivan Lins, 1980 Lugares de chegada nos primeiros 8 compassos de

Lugares de chegada nos primeiros 8 compassos de “Setembro” de Ivan Lins, 1980

8 compassos de “Setembro” de Ivan Lins, 1980 Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 302

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Lugares de chegada em All The Things You Are ” de Jerome Kern e Oscar Hammerstein II, 1939

Are ” de Jerome Kern e Oscar Hammerstein II, 1939 Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de.

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 311

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Cadeias de acordes de tipo x7M ” e/ou áreas tonais maiores dispostas em tons inteiros descendentes com indicações de ocorrências em obras do repertório (Tin Pan Alley , Jazz, Choro, Bossa Nova e MPB)

( Tin Pan Alley , Jazz , Choro, Bossa ‐ Nova e MPB) Fonte: FREITAS, Sérgio

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 108

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popular | Prof. Sérgio Paulo Ribeiro de Freitas | 15 Referências do emprego do ciclo de

Referências do emprego do ciclo de terças menores no repertório popular e jazzístico

1941

Nettles e Graf (1997, p. 165) citam o “ciclo incompleto” G Bb G E que demarca os principais lugares de chegada no jazz standard I’ll Remember April”, música de Gene de Paul e letra de Patricia Johnston e Don Raye escrita em 1941.

 

O

“ciclo incompleto” Eb C A demarca os principais lugares de chegada do samba canção “Hino ao Sol” de Tom Jobim

1954

e

Billy Blanco de 1954 (cf. F IG . 6.11).

 

No tópico “centros tonais que se deslocam por terças menores”, Levine (1995, p. 366 367) cita a progressão

1960

B D Ab F que sustenta a composição Central Park West ” de John Coltrane gravada no álbum Coltrane’s Sound ” de

 

1960.

1966

O

ciclo A C Eb Gb demarca o plano tonal de “Forest Flower” (cf. F IG . 6.11), composição do saxofonista norte

americano Charles Lloyd gravada no álbum homônimo de 1966.

1966

Outro caso mencionado por Levine é a progressão F D B Ab empregada por Donald Byrd em sua Fly Little Bird Fly ”, composição gravada no álbum “ Mustang ” de 1966.

1967

Strunk (1999, p. 259 260) comenta o ciclo D7M B7M Ab7M F7M D7M nos compassos iniciais de “ Litha ”, composição de Chick Corea de 1967.

1974

Hotel Vamp ” é um verdadeiro tour de force do ciclo de terças menores, composição do contrabaixista norte americano Steve Swallow gravada com o vibrafonista Gary Burton no álbum Hotel Hello ” de 1974.

1980

“Setembro” (cf. F IG . 6.8) composição de Ivan Lins que, nos oito compassos iniciais, fecha o ciclo C A F# Eb .

 

“Sapato Velho” (cf. FIG . 1.4 e 1.5), composição de Mú, Cláudio Nucci e Paulinho Tapajós em que as áreas tonais do ciclo

1981

A F# Eb C se acham distribuídas de maneira engenhosamente assimétrica, dificultando a decifração imediata do plano tonal.

 
 

Referências do emprego do ciclo de terças maiores no repertório popular e jazzístico

1935

Relações de terceira (Bb: D: F#:) no plano tonal da balada Bess, You is My Woman ”, George e Ira Gershwin

1937

Relações de terceira (Bb: Gb: D: Gb:) na seção B da canção “Have you met Miss Jones?” de Richard Rodgers e Lorenz Hart

1939

Relações de terceira ( Ab: C: E: Ab:) no plano tonal da canção “All The Things You Are ”, Jerome Kern e Oscar Hammerstein II

1947

Relações de terceira ( C: Ab: E: C:) no plano tonal da balada “ The Midnight Sun”, Lionel Hampton e Sonny Burke

 

Relações de terceira ( Ab: C: E: Ab:) no plano tonal da canção Baubles, Bangles & Beads ”, creditada a Robert

1953

Wright e George Forrest uma recriação do segundo tema (a partir do compasso 29, meno mosso) do Scherzo do Quarteto de cordas n.2 em maior do compositor russo Alexander Borodin (1833 1887)

1959

Relações de terceira (B: Eb: G:) em Giant Steps de John Coltrane

1960

Relações de terceira (Bb: D: F#: Bb:) no plano tonal da canção If Ever I Would Leave You”, composição de Alan Jay Lerner e Frederick Loewe para o musical “Camelot”

1986

Relações de terceira ( C: Ab: E: C:) no plano tonal da canção “Dom de iludir” de Caetano Veloso

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. Capítulo 6

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Escalas menores melódicas potencialmente disponíveis para uma reambientação da progressão II V I

uma re ‐ ambientação da progressão II ‐ V ‐ I Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 154

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A “estratégia menor melódica” gerando soluções para a reambientação da progressão (V7/V7) V I

ambientação da progressão “ (V7/V7) V I ” Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 214

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Alguns subsistemas de tensões empregados para matizar um acorde tipo V7

tensões empregados para matizar um acorde tipo V7 Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 768

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Fórmulas concisas para a aplicação de escalas menores melódicas segundo o tipo de acorde

de escalas menores melódicas segundo o tipo de acorde Termos e propriedades mensuráveis na escala ‐

Termos e propriedades mensuráveis na escalatipo menor melódica

mensuráveis na escala ‐ tipo menor melódica Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 631 e 635

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Alguns casos de “dois cincos” truncados

Freitas | 20 Alguns casos de “dois cincos” truncados Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que

Fonte: FREITAS, Sérgio Paulo Ribeiro de. Que acorde ponho aqui? Harmonia, práticas teóricas e o estudo de planos tonais em música popular. Instituto de Artes, Unicamp, 2010. p. 715