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EDUCATECA

Passo a

EDUCA TECA Passo a passo 1.ano o LÍNGUA PORTUGUESA: Rosa Godinho e Rui Marques MATEMÁTICA: Ana

passo

1.ano o LÍNGUA PORTUGUESA: Rosa Godinho e Rui Marques MATEMÁTICA: Ana Maria Coelho
1.ano o
LÍNGUA PORTUGUESA: Rosa Godinho e Rui Marques
MATEMÁTICA: Ana Maria Coelho

ESTUDO DO MEIO: Ângela Ferreira e Maria João Jordão

ESTUDO DO MEIO: Ângela Ferreira e Maria João Jordão Volume 1 Livro do Professor Sugestões metodológicas
ESTUDO DO MEIO: Ângela Ferreira e Maria João Jordão Volume 1 Livro do Professor Sugestões metodológicas

Volume 1

Livro do Professor

Sugestões metodológicas Fichas de trabalho

Índice

Sugestões metodológicas — Língua Portuguesa

(pág. 7)

1. ESTRUTURA DO MANUAL DE LÍNGUA PORTUGUESA

 

(pág. 8)

2. SUGESTÕES METODOLÓGICAS

 

(pág. 10)

Sugestões metodológicas — Matemática

 

(pág. 21)

1. ESTRUTURA DO MANUAL DE MATEMÁTICA

 

(pág. 22)

2. PROGRAMA DE MATEMÁTICA 1.º ANO

 

(pág. 24)

3. PRINCÍPIOS E ESTRUTURA DO MANUAL DE MATEMÁTICA

 

(pág. 26)

4. SUGESTÕES METODOLÓGICAS

 

(pág. 30)

Sugestões metodológicas — Estudo do Meio

 

(pág. 43)

1. ESTRUTURA DO MANUAL DE ESTUDO DO MEIO

 

(pág. 44)

2. ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

 

(pág. 46)

3. SUGESTÕES METODOLÓGICAS

 

(pág. 50)

Sugestões de exploração dos pósteres 1. Língua Portuguesa

 

(pág. 65)

 

11.

O MERCADO DOS ALIMENTOS

 

(pág. 66)

12.

À MESA

(pág. 66)

13.

A SAÚDE DO CORPO

 

(pág. 66)

14.

CUIDADOS DE SAÚDE

 

(pág. 67)

15.

HÁBITOS SAUDÁVEIS

 

(pág. 67)

16.

A FAMÍLIA

 

(pág. 67)

17.

AS PLANTAS

 

(pág. 68)

18.

OS ANIMAIS

 

(pág. 68)

19.

ESPAÇOS DA ESCOLA

 

(pág. 68)

10.

A CASA

 

(pág. 69)

11.

ITINERÁRIOS

 

(pág. 69)

2. Estudo do Meio 1 1. O MERCADO DOS ALIMENTOS   (pág. 70) 1 2.

2. Estudo do Meio

11.

O MERCADO DOS ALIMENTOS

 

(pág. 70)

12.

À MESA

 

(pág. 71)

13.

A SAÚDE DO CORPO

 

(pág. 72)

14.

CUIDADOS DE SAÚDE

 

(pág. 73)

15.

HÁBITOS SAUDÁVEIS

 

(pág. 74)

16.

A FAMÍLIA

 

(pág. 75)

17.

AS PLANTAS

 

(pág. 76)

18.

OS ANIMAIS

 

(pág. 77)

19.

ESPAÇOS DA ESCOLA

 

(pág. 78)

10.

A CASA

 

(pág. 79)

11.

ITINERÁRIOS

 

(pág. 80)

12.

O TEMPO

 

(pág. 81)

Fichas de trabalho — Língua Portuguesa

(pág. 83)

REFORÇO

(pág. 84)

AMPLIAÇÃO

 

(pág. 134)

Fichas de trabalho — Matemática

 

(pág. 165)

REFORÇO

 

(pág. 166)

AMPLIAÇÃO

 

(pág. 193)

Fichas de trabalho — Estudo do Meio

 

(pág. 207)

REFORÇO

 

(pág. 208)

AMPLIAÇÃO

 

(pág. 226)

Passo a passo

Componentes da colecção Passo a passo

PASSO A PASSO para o 1.º ano inclui propostas para as três áreas disciplinares: Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio. O professor pode trabalhar com cada um dos manuais de forma autónoma ou fazendo uma gestão multidisciplinar, consoante a estratégia pedagógica escolhida e de acordo com as necessidades educativas do aluno.

LÍNGUA PORTUGUESA

O

as necessidades educativas do aluno. LÍNGUA PORTUGUESA O manual de Língua Portuguesa responde às exigências

manual de Língua Portuguesa responde às exigências lectivas dos

professores, porque segue a metodologia mais comum de ensino da leitura

e

da escrita, adequando-se à maioria dos métodos utilizados.

A

abordagem de cada conteúdo parte sempre de uma descoberta diferente;

também as actividades são diversificadas, evitando-se uma aprendizagem monótona.

As novas letras e os «casos da língua» vão sendo introduzidos e trabalhados num contexto lúdico e motivador para o aluno.

MATEMÁTICA

No manual de Matemática, a aprendizagem dos novos conteúdos é feita, de forma orientada, pela descoberta e pela observação de imagens alusivas ao quotidiano do aluno e através de jogos e actividades de pesquisa.

Apresenta uma metodologia sistemática em dois momentos:

1.º Observa e aprende. 2.º Aplica.

A

estrutura mensal deste manual aponta para uma aprendizagem em que

contexto é a própria escola onde o aluno se insere, ponto de partida para jogos que promovem a aquisição de novos conceitos.

o

Apresenta ferramentas de controlo da aprendizagem em fichas de revisão, no fim de cada mês, e em fichas de avaliação, no final de cada período.

ESTUDO DO MEIO

No manual de Estudo do Meio, a aprendizagem dos conteúdos é feita pela observação de imagens relacionadas com os conteúdos programáticos.

A

organização do manual de acordo com os meses do ano é, também,

um factor de motivação e de aproximação entre o aluno e os novos conteúdos.

A

Expressão Plástica é objecto de trabalho muito frequente, em todas

as unidades, prevalecendo sobre as actividades de escrita, que os alunos

ainda não dominam.

O manual apresenta instrumentos de controlo

da aprendizagem do aluno através de actividades

a realizar no final de cada mês e no fim de cada período.

Cadernos de Actividades de LÍNGUA PORTUGUESA e MATEMÁTICA

Os Cadernos de Actividades complementam

o trabalho desenvolvido no manual, tendo em conta

a mesma sequência. São constituídos por páginas

de aplicação dos conteúdos do manual, com

o objectivo de reforçar e de consolidar as aprendizagens.

Educateca

O que é a Educateca?

EDUCATECA

A EDUCATECA é composta por um conjunto de materiais de oferta ao professor

que permite responder à diversidade de alunos da turma, consolidando, reforçando e ampliando os conteúdos aprendidos.

Fazem parte da EDUCATECA:

• o Livro do Professor — Volume 1

• o Livro do Professor — Volume 2

• 23 cartões com o alfabeto ilustrado

• 10 cartões com os números ilustrados de 0 a 9

• 12 pósteres temáticos

• CD áudio para o Professor

9 • 12 pósteres temáticos • CD áudio para o Professor Livro do Professor — Volume

Livro do Professor — Volume 1

Este volume contém sugestões metodológicas para exploração das actividades do manual e fichas de trabalho fotocopiáveis de ampliação e de reforço dos conteúdos das três áreas.

Livro do Professor — Volume 2

O

e

segundo volume está organizado em cinco partes com fichas fotocopiáveis

textos de apoio para o professor:

Registos do professor São páginas onde o professor pode registar alguns elementos da sua actividade lectiva.

Fichas de integração no 1.º ano São 32 fichas de trabalho destinadas ao aluno com dificuldades decorrentes da ausência de propedêutica adequada ou dificuldades diversas. Cada ficha contém orientações destinadas ao professor.

Fichas de desenvolvimento da aprendizagem São 35 fichas de trabalho com o objectivo de desenvolver determinadas destrezas de raciocínio. Cada ficha visa o desenvolvimento de uma destreza específica.

Actividades de Expressão Plástica Este material é um material de apoio apenas para o professor. Contém 30 sugestões de actividades de Expressão Plástica para os alunos realizarem na sala de aula.

Estratégias para a animação da leitura Dada a importância da motivação para a leitura, reforçada pelo Plano Nacional de Leitura, este conjunto de textos apresenta cinco estratégias que permitem que o aluno usufrua ao máximo do texto e se mantenha continuamente interessado em ler mais.

Outros materiais da EDUCATECA

• 23 cartões com o alfabeto ilustrado

• 10 cartões com os números ilustrados de 0 a 9

• 10 cartões com os números ilustrados de 0 a 9 • 12 pósteres temáticos •

• 12 pósteres temáticos

• CD áudio para o Professor

A Educateca em números

161

Fichas de trabalho fotocopiáveis de ampliação e de reforço dos conteúdos das áreas de Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio.

16

Fichas de registo da actividade lectiva para o professor.

32

Fichas de integração no 1.º ano.

35

Fichas de desenvolvimento da aprendizagem.

30

Propostas de actividades de Expressão Plástica.

5

Propostas de estratégias para a animação da leitura.

23

Cartões com o alfabeto ilustrado.

10

Cartões com os números ilustrados de 0 a 9.

12

Pósteres temáticos.

1

CD áudio para o professor.

SUGESTÕES METODOLÓGICAS PARTE 1 LÍNGUA PORTUGUESA

1. ESTRUTURA DO MANUAL DE LÍNGUA PORTUGUESA

(pág. 8)

2. SUGESTÕES METODOLÓGICAS

(pág. 10)

1.

Língua Portuguesa

ESTRUTURA DO MANUAL DE LÍNGUA PORTUGUESA

APRENDIZAGEM DAS LETRAS

AS VOGAIS

Nas páginas onde são trabalhadas as vogais, a apresentação da nova letra

é feita em duas páginas, sendo que

a página da esquerda apresenta a nova

letra na sequência: frase — palavra — sílaba — letra, seguidas de actividades de reconhecimento do fonema. Na página da direita, o aluno desenha

a letra e escreve-a em palavras novas, exercitando a escrita em diversas situações.

novas, exercitando a escrita em diversas situações. AS CONSOANTES Nas páginas onde são trabalhadas as
novas, exercitando a escrita em diversas situações. AS CONSOANTES Nas páginas onde são trabalhadas as

AS CONSOANTES

Nas páginas onde são trabalhadas as consoantes, é utilizado o mesmo esquema da apresentação das vogais. A diferença é que começam a combinar-se as consoantes com as vogais formando sílabas que permitem a formação de palavras novas. Ou seja, a área de escrita começa a ampliar-se progressivamente e surgem também pequenos textos, tanto na leitura como na produção, onde o aluno aplica o novo vocabulário adquirido.

CASOS DA LÍNGUA

Os casos da língua apresentam-se com exemplos de imagens e palavras.

Nesta apresentação de palavras o caso

é destacado e é aplicado em diversas

situações: preenchimento de lacunas, actividades de texto, palavras cruzadas, jogos de palavras e criação de novas frases.

cruzadas, jogos de palavras e criação de novas frases. 8 Língua Portuguesa PROGRAMAÇÃO E SUGESTÕES
REVISÃO As fichas de revisão apresentam-se de forma sistemática. São momentos de revisão, que permitem

REVISÃO

As fichas de revisão apresentam-se de forma sistemática. São momentos de revisão, que permitem uma melhor consolidação e o reforço na aprendizagem dos conteúdos aprendidos. Apresentam actividades de síntese sobre as letras ou casos aprendidos, com jogos diversos e trabalho de escrita de palavras e frases.

jogos diversos e trabalho de escrita de palavras e frases. AVALIAÇÃO TRIMESTRAL As fichas de avaliação

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL

de escrita de palavras e frases. AVALIAÇÃO TRIMESTRAL As fichas de avaliação apresentam-se em três momentos,

As fichas de avaliação apresentam-se em três momentos, com actividades globais para cada período escolar (no fim dos 1.º, 2.º e 3.º períodos), com uma secção de auto-avaliação em cada uma delas.

CADERNO DE ACTIVIDADES

O

Caderno de Actividades complementa

o

trabalho desenvolvido no manual,

seguindo a mesma sequência de conteúdos.

É constituído por páginas de aplicação

das letras e inclui também páginas de revisão.

das letras e inclui também páginas de revisão. © 2007 Santillana Constância Língua Portuguesa

2.

Língua Portuguesa

SUGESTÕES

METODOLÓGICAS

VOGAIS (pág. 8 a 23)

CONTEÚDOS

As vogais e os ditongos orais e nasais: i, u, iu, ui, a, ai, au, o, e, oi, ou, ei, eu, ãe, ão e õe.

EXPRESSÃO ORAL

• Exploração das rimas e das lengalengas:

identificação de sons iguais/idênticos; repetição por parte dos alunos a seguir à leitura feita pelo professor.

• Audição do texto da nova vogal/do novo ditongo.

EXPRESSÃO ESCRITA

• Reconhecimento das sílabas da palavra. • Identificação da escrita da letra/do ditongo:

1) numa palavra;

CONTEXTUALIZAÇÃO DAS LETRAS

i

 

Perguntei ao Manuel:

Onde está a Isabel?

Perguntei ao Rafael:

Onde está a Isabel?

Veio a Raquel e assim me respondeu:

A

Isabel e o índio estão na ilha.

Muito espantada, disse eu logo apressada:

— Ah, na ilha, que maravilha!

u

A Úrsula tem um urso,

Um urso todo castanho,

Quase do seu tamanho!

A

Úrsula tem um urso

E

gosta muito dele

Trata-o com todo o carinho

E faz-lhe festas de mansinho.

• Identificação da(s) frase(s) do manual.

• Identificação do som da letra.

• Divisão silábica ritmada.

2) por preenchimento de lacunas em palavras; 3) escrita isolada.

De manhã, todo sujinho, Dá-lhe um banho bem quentinho.

À noite, depois de jantar,

Deita-o no seu cestinho.

a

Naquela tarde de Outono,

A

Anita não teve sono

E

foi para a mata passear.

Para sua grande surpresa,

A

E

Anita vê a águia na mata,

pôs-se assim a acenar.

iu/ui

A

O

caminho da escola,

Rui viu os pintos e sorriu.

Veio um pinto e diz: piu piu. Veio outro pinto e diz: piu piu. Veio outro ainda e diz: piu piu.

Os pintos da Arminda, Nunca param de piar E o Rui quando os ouve Põe-se

Os pintos da Arminda, Nunca param de piar

E o Rui quando os ouve

Põe-se logo a imitar:

Piu piu, piu piu, piu piu.

ai, au

O gatito Berimbau

Fez uma flauta de pau

E pôs-se a cantar:

Miau, miau, miau, Que belo carapau! Ai, ai, ai, Vou dá-lo ao meu pai.

o

Doida, doida, doida Anda esta galinha Põe um ovo de oiro Pela manhãzinha.

Agora, o tio Olavo Tem um ovo de oiro Que é o seu tesoiro.

CONSOANTES (pág. 26 a 37)

CONTEÚDOS

As consoantes: p, t, l, d, c, m, v, n.

EXPRESSÃO ORAL

• Exploração das rimas e das lengalengas:

identificação de sons iguais/idênticos; repetição por parte dos alunos a seguir à leitura feita pelo professor.

• Identificação da(s) frase(s) do manual.

• Identificação do som da letra.

• Divisão silábica ritmada (palmas,…) da(s) palavra(s).

e

Quando a Elvira fez anos Deram-lhe uma égua famosa.

Agora, a Elvira tem uma égua elegante,

E põe-na linda, num instante.

Dá-lhe banho de manhã

Escova-lhe todo o pelinho

E para que a vejam bonita

Prende-lhe na cabeça uma fita.

oi, ou, ei, eu

Um rei abastado vivia muito abandonado. Certo dia, conheceu uma princesa que o deixou apaixonado. Depois de a pedir em casamento aos pais, combinaram fazer arraiais para esse grande momento. A paixão era tal que, o rei deu o tesouro à noiva, como prova do seu amor leal.

ãe, ão, õe

Mãe é alguém que dá sempre a sua mão. Mãe é alguém que diz sim e, às vezes, não. Mãe é alguém que dá aos filhos o seu pão. Mãe é alguém que luta como um leão. Mãe é alguém com um grande coração.

• Leitura em voz alta da família de sons.

• Identificação de cada um dos sons em palavras.

• Leitura de palavra e de frases asso- ciadas a imagens.

• Associação palavra/imagem.

EXPRESSÃO ESCRITA • Reconhecimento da divisão silábica da palavra. • Identificação da escrita da letra/dos

EXPRESSÃO ESCRITA

• Reconhecimento da divisão silábica da palavra.

• Identificação da escrita da letra/dos sons da família:

1) numa palavra; 2) por preenchimento de lacunas em palavras; 3) escrita isolada (em maiúsculas e em minúsculas).

• Identificação da escrita da letra.

CONTEXTUALIZAÇÃO DAS LETRAS

p

 

O

Paulo foi almoçar com os pais. Foram

todos à pizaria Palermo. Os pais comem fatias de presunto. O Paulo come piza. A piza é de paio e está deliciosa!

t

 

O

Tito tinha um apito

De um buraquinho só.

O Tito apita o apito Do seu amigo Zé Tó.

l

Desde bebé, a Lília ouve a mãe a ler livros de encantar. Hoje, a Lília não passa sem um livrinho. A Lília lê o livro. Depois de muito ler, aos seus amigos livros, pôs-se então a escrever.

«Com os livros sonho acordada, Aventuras de pasmar. Com os livros voo apressada, Com heróis para lembrar.

Com os livros aprendo coisas Que nem sabia haver. Por isso, a estes amigos Quero aqui agradecer.»

• Preenchimento de lacunas (com a letra ou com um som da família) em palavras.

• Ordenação de palavras em pequenas frases.

• Reescrita de frases sobre desenhos da frase inicialmente apresentados.

• Ordenação de sílabas em palavras.

d

 

A Dalila e o Edu

Gostam muito de jogar.

Jogam, jogam para recordar Os jogos tradicionais Que é do tempo dos seus pais, De outros tempos ancestrais.

Jogam, jogam sem parar jogos de rua e de mesa Que exigem grande esperteza.

Alguns jogos têm que ter Um dado para jogar Daí que a Dalila

O

fosse logo buscar.

A Dalila dá o dado ao Edu

E

para seu grande espanto,

O

Edu muito feliz,

Dá-lhe um beijo no nariz!

c

A Catarina tem uma capa nova que lhe deu

a Cátia. O cão da Catarina é muito brinca- lhão. Agarra a capa com os dentes e

esconde-se no alcapão. Com esta brinca-

deira, fez logo uma grande asneira. Rasga

a capa num canto, deixando a Catarina

num pranto. A Cátia cola a capa e diz para

a Catarina:

— Terminada esta etapa, não chores mais amiguinha. Ele agora não me escapa, vou fechá-lo na cozinha.

m   A Mila viu um macaco muito maluco. Para o poder imitar pôs-se a

m

 

A Mila viu um macaco muito maluco.

Para o poder imitar pôs-se a recitar:

O

macaco no jardim

De quem gosta é de mim

O

macaco no jardim

Quando imita faz assim:

Para a frente como a cobra Logo o corpo todo dobra, Ou às vezes para o lado Deixa o corpo abandonado.

O

macaco sobe, sobe

O

macaco desce, desce

O

macaco pula, pula

Bate palmas e deambula.

v

A professora na escola fez um jogo engra-

çado. Distribuiu pelos alunos cartões com uma frase para, depois de a lerem, inven- tarem novas frases.

À Inês coube-lhe a frase — O Vitó vê o jogo de vólei. — e oiçam o que ela inventou.

Se eu separar Vitó em Vi mais fico com duas palavras e escrevo numa frase só:

— Eu vi o Tó.

CONSOANTES (pág. 48 a 55)

CONTEÚDOS

As consoantes r, s, b, g.

EXPRESSÃO ORAL

• Exploração das rimas e das lengalengas:

identificação de sons iguais/idênticos; repetição por parte dos alunos a seguir à leitura feita pelo professor.

• Audição do texto da nova consoante.

• Identificação do som da consoante.

• Divisão silábica ritmada (palmas,…) da(s) palavra(s).

Se eu separar vólei em mais lei, descubro uma nova frase? Ah, já sei:

— Ó vóvó, para que serve a lei? Um, dois, três, chegou a vossa vez, Partam palavras e imitem a Inês.

n

Cai neve, Cai neve, Na noite de Natal. Por isso, no céu, Hoje não há luar, Só estrelinhas a brilhar.

No presépio todos sentem Muito amor para dar

E na noite de Natal

Todos juntos partilham

O Carinho e a alegria no lar.

Mas não me levem a mal

Pelo Pai Natal aguardar

É que ele vai chegar

Com prendinhas para dar.

É Natal! É Natal!

• Leitura em voz alta da família de sons.

• Identificação de cada um dos sons em palavras.

• Leitura de palavra e de frases associa- das a imagens.

• Associação palavra/imagem.

EXPRESSÃO ESCRITA • Reconhecimento da divisão silábica escrita da palavra com associação à oral. •

EXPRESSÃO ESCRITA

• Reconhecimento da divisão silábica escrita da palavra com associação à oral.

• Identificação da escrita da letra/dos sons da família:

1) numa palavra; 2) por preenchimento de lacunas em palavras; 3) escrita isolada (em maiúsculas e em minúsculas).

• Identificação da escrita da letra/do som da família.

CONTEXTUALIZAÇÃO DAS LETRAS

r

 

No reino dos ratos

No reino dos ratos, vive o rei Ratão e a rica rainha Rabina.

O

rei Ratão anda sempre vestido com o

seu enorme roupãoque tem um grande

botão em feitio de coração.

A

rainha Rabina tem corpo de bailarina e,

como é muito rica, usa vestidos bordados com oiro e prata fina. Suas jóias cintilantes são de uma beleza divina, seus sapatos de mil cores são mesmo uns amores.

s

 

O

sapo

O

sapo aprendeu a saltar. Agora, bem

cedinho, sai de casa a saltitar para que todos o vejam neste seu novo andar.

À

tardinha, pela fresca, vai ao sotão do

Simão para ver a reacção do seu amigo irmão. Quando chega, põe-se logo a

saltitar, deixando o pobre Simão com o coração a palpitar.

À

noitinha, o sapo sai suado do sotão do

Simão. Pela escuridão, vai coxeando e sonhando com o seu banho de imersão.

b

• Preenchimento de lacunas (com a letra ou com um som da família) em palavras.

• Ordenação de palavras em pequenas frases.

• Reescrita de frases através da escrita das palavras dos desenhos da frase inicialmente apresentada.

• Ordenação de sílabas em palavras.

• Distinção entre singular e plural: comple- tamento de palavras seguindo a regra de formação dos plurais.

bosque diferente, diferente dos outros

bosques. O Beto e a Bela nunca tinham visto um bosque assim! Eram «bês» e mais «bês», «bês» por todos os lados. Porque haveria tantos «bês»?

A borboleta passou e, para espanto de

todos, falou:

— Este é o bosque encantado, em que tudo tem um «bê» como: bola, boca ou batata; bebé, bibe ou banana; ou bule, bota ou boneca. Mas cuidado com alguns «bês», como bruxa, por exemplo. Vou-me já daqui embora, antes que ela apareça a esta hora.

g

O

gato Golias

O

gato Golias é muito gato muito grande

e

muito gordo. Gosta de estar deitado,

sempre, sempre a dormir. Quando acorda,

levanta-se devagar, espreguiça-se e lava

o seu pêlo gorduroso. Depois, vai à cozinha

e come gomas até não poder mais. Um dia fez uma festa e convidou o galo

e a gaivota. Enfeitou-se a perceito

e pôs o guizo com muito jeito. Guloso, por natureza, só comprou gomas para a festa.

O

gato Golias deu gomas ao galo

e

à gaivota. O galo logo lhe disse que

goma não era comida e a gaivota

O

bosque do B

concordou, saindo aborrecida.

O

Beto e a Bela levaram o bebé ao

bosque. O bosque era bonito. Mas era um

CONSOANTES (pág. 58 a 61) CONTEÚDOS As consoantes f e j. EXPRESSÃO ORAL • Exploração

CONSOANTES (pág. 58 a 61)

CONTEÚDOS

As consoantes f e j.

EXPRESSÃO ORAL

• Exploração das rimas e das lengalengas:

identificação de sons iguais/idênticos;

Identificação de cada um dos sons em palavras.

repetição por parte dos alunos a seguir à leitura feita pelo professor.

Identificação de um mesmo som em palavras diferentes.

• Audição do texto da nova consoante.

Leitura de palavras e de frases associa-

• Identificação do som da letra.

das a imagens.

• Divisão silábica ritmada (palmas, …) da(s) palavra(s).

Associação palavra/imagem.

• Leitura em voz alta da família de sons.

EXPRESSÃO ESCRITA

• Reconhecimento da divisão silábica escrita da palavra/do ditongo com asso-

Preenchimento de lacunas (com a letra ou com um som da família) em palavras.

ciação à oral.

Ordenação de palavras em pequenas

• Divisão duma palavra em sílabas.

frases.

• Identificação da escrita da letra/dos sons da família:

1) numa palavra;

Reescrita de frases através da escrita das palavras dos desenhos da frase inicialmente apresentada.

2) por preenchimento de lacunas em

Ordenação de sílabas em palavras.

palavras; 3) escrita isolada (em maiúsculas e em

Formação de palavras com um sílaba em comum.

minúsculas).

Associação palavra/imagem: completa-

• Identificação da escrita da letra/do som da família.

mento de palavras com as letras em falta.

CONTEXTUALIZAÇÃO DAS LETRAS

f

J

Focas em família

O

Jaime e o José no Japão

A mãe foca e a foca Fifi foram à feira de Faro. A mãe foca comprou fanecas para o farnel, uma fivela para o fato novo e um fio para a Fifi. Ao fim do dia foram felizes na velha furgoneta que deitava muito fumo.

O Jaime e o José viajam até ao Japão. Para admiração geral, um jovem japonês, que não falava português, leva-os a

passear de jipe. Da janela do jipe, o Jaime

e o José vêem o jacaré e o jaguar. O

jacaré e o jaguar, muito coloridos, são papagaios de papel que voam bem alto, numa dança sob o céu azul.

CONSOANTES (pág. 62 a 65) CONTEÚDOS As consoantes z e x. EXPRESSÃO ORAL • Exploração

CONSOANTES (pág. 62 a 65)

CONTEÚDOS

As consoantes z e x.

EXPRESSÃO ORAL

• Exploração das rimas e das lengalengas:

identificação de sons iguais/idênticos; repetição por parte dos alunos a seguir à leitura feita pelo professor.

• Audição do texto da nova consoante.

• Identificação do som da letra.

• Divisão silábica ritmada (palmas, …) da(s) palavra(s).

• Leitura em voz alta da família de sons.

• Identificação de cada um dos sons em palavras.

EXPRESSÃO ESCRITA

• Reconhecimento das silabas da palavra.

• Divisão duma palavra em sílabas.

• Identificação da escrita da letra/dos sons da família:

1) numa palavra; 2) por preenchimento de lacunas em palavras; 3) escrita isolada (em maiúsculas e em minúsculas).

CONTEXTUALIZAÇÃO DAS LETRAS

z

A

zaragata

O

Zeca adora zebras! Não vos sei dizer

porquê, porque ele nunca me disse mas, talvez seja pelas riscas que mais parecem pijamas.

O Domingo passado convidava a sair, estava

sol e pouca gente. Logo o Zeca se lembrou de ir ao Jardim Zoológico. Mal entrou,

o Zeca foi ver a Dona Zebra. Dona Gazela,

muito zangada, fez logo uma zaragata.

• Identificação de um mesmo som em palavras diferentes.

• Leitura de palavra e de frases asso- ciadas a imagens.

• Interpretação de leituras de frases.

• Escolha de respostas correctas, dentre várias apresentadas, a perguntas relacio- nadas com um texto lido.

• Associação palavra/imagem: escolha da palavra correcta dentre um par apresen- tado para cada imagem.

• Identificação da escrita da letra/do som da família.

• Preenchimento de lacunas (com a letra ou com um som da família) em palavras.

• Reescrita de frases através da escrita das palavras dos desenhos da frase inicialmente apresentada.

• Escrita livre de frase/texto a partir duma imagem.

Vou-vos contar agora a razão de tamanha zaragata. É que a gazela é ciumenta

e bastante rabugenta. Guardem segredo, senão, vai haver mais confusão.

x

Xavier constipado

O Xavier molhou-se no repuxo e pediu um xaile. Apesar do seu cuidado, ficou logo constipado. Depois, bebeu uma xícara de chá e tomou o xarope.

CONSOANTES (pág. 68 a 71) CONTEÚDOS As consoantes h e q. EXPRESSÃO ORAL • Exploração

CONSOANTES (pág. 68 a 71)

CONTEÚDOS

As consoantes h e q.

EXPRESSÃO ORAL

• Exploração das rimas e das lengalengas:

identificação de sons iguais/idênticos; repetição por parte dos alunos a seguir à leitura feita pelo professor.

• Audição do texto da nova consoante.

• Identificação do som da letra.

• Divisão silábica ritmada (palmas, …) da(s) palavra(s).

• Leitura em voz alta da família de sons.

• Identificação de cada um dos sons em palavras.

• Identificação de um mesmo som em palavras diferentes.

EXPRESSÃO ESCRITA

• Reconhecimento da divisão silábica escrita da palavra com associação à oral.

• Divisão duma palavra em sílabas.

• Identificação da escrita da letra/dos sons da família:

1) numa palavra; 2) por preenchimento de lacunas em palavras; 3) escrita isolada (em maiúsculas e em minúsculas).

• Identificação da escrita da letra/do som da família.

• Leitura de palavra e de frases asso- ciadas a imagens.

• Interpretação de leituras de frases.

• Escolha de frases que correspondem à interpretação dum texto lido.

• Associação palavra/imagem: escolha da palavra correcta dentre um par apresen- tado para cada imagem.

• Escolha de palavras que completem frases com lacunas.

• Preenchimento de lacunas (com a letra ou com um som da família) em palavras.

• Associação palavra/imagem: escrita de palavras.

• Reescrita de frases através da escrita das palavras dos desenhos da frase inicialmente apresentada.

• Escrita livre de frase/texto a partir duma imagem.

• Ordenação de palavras em frases.

CONTEXTUALIZAÇÃO DAS LETRAS h A hiena e o hipopótamo Hoje, o Hugo e a Hélia

CONTEXTUALIZAÇÃO DAS LETRAS

h

A hiena e o hipopótamo

Hoje, o Hugo e a Hélia vão ao Zoo. Lá, há

a hiena e o hipopótamo.

Para esta visita de estudo, os dois amigos escolheram a hiena e o hipopótamo para primeiro observarem depois, pesquisarem e, por fim, apresentarem aos colegas da escola.

CASOS ESPECIAIS (pág. 76 a 123)

CONTEÚDOS

q

Que piquenique!

Numa tarde quente de Primavera, o Quinito

e a Camila vão com os seus pais fazer um

piquenique. Depois de muito brincarem, o Quinito come o queque e a Camila come uma queijada. A mãe come queijo e o pai limpa o queixo.

rr

am, em, im, om, um

r

an, en, in, on, un

ar, er, ir, or, ur

ch

br, cr, dr, fr, gr, tr, vr, pr

lh

ss

nh

s

gue, gui

as, es, is, os, us az, ez, iz, oz, uz al, el, il, ol, ul bl, cl, dl, fl, gl, pl, tl, vl

ge, gi ça, ço, çu ce, ci ãs, ães, ãos, ões

EXPRESSÃO ORAL

• Associação palavra/imagem:

1) associação de ideias/conceitos; 2) correspondência da imagem à respec- tiva palavra; 3) selecção da palavra correcta duma imagem dentre um par apresentado.

• Leitura de palavras e textos.

• Detecção de palavra intrusa num grupo de palavras da mesma área vocabular.

• Escolha de frases que correspondem à interpretação dum texto lido. • Localização de palavras dadas numa sopa de letras. • Localização de palavras que respeitam determinadas condições dadas.

• Associação frase/imagem: correspondên- cia de frase a uma imagem.

EXPRESSÃO ESCRITA • Completamento de frases com palavras apresentadas para os casos de leitura. •

EXPRESSÃO ESCRITA

• Completamento de frases com palavras apresentadas para os casos de leitura.

• Completamento de frases respeitantes a textos lidos.

• Construção de palavras com uma sílaba em comum.

• Completamento de palavras de acordo com o caso em estudo.

• Associação palavra/imagem:

1) escolha e cópia de palavra e posterior divisão silábica; 2) completamento de palavras de acordo com caso em estudo e posterior divi- são silábica.

• Redacção de pequenos textos com sugestões de imagens e/ou palavras.

LEITURA (pág. 126 a 141)

• Completamento de respostas a perguntas sobre texto lido.

• Associação frase-imagem: reescrita da frase junto da imagem correcta.

• Escrita de palavras da família.

• Escrita de palavras da área vocabular.

• Formação de plurais de palavras no sin- gular terminadas em l.

• Escrita de palavras com mp e com mb.

• Ordenação de palavras em frases e de sílabas em palavras.

• Escrita de divisão silábica de palavras.

• Escrita dum texto segundo um determi- nado código dado.

• Reescrita de frases sobre desenhos da frase inicialmente apresentados.

Os textos do manual são de diferentes tipologias. A sua selecção procurou contemplar a maior variedade de textos em termos de forma, conteúdo e temáticas. Deste modo, o objec- tivo visado é o de proporcionar aos alunos o contacto, a abordagem e o treino de leitura com material escrito diversificado e significativo.

TEXTOS

 

TÍTULO

PÁGINA

   

A

minha agenda de férias

144

informativo

 

Os sons

138

em prosa

 

Como são os animais

132

   

Rótulos

134

narrativo

O

que fazem os meninos?

130

     

Alfabeto sem juízo

126

em verso

 

Réu, réu

128

 

Um, dois, três, quatro

140

prescritivo

   

Ler não são é letras!

136

Na tentativa de rentabilizar outros recursos disponibilizados para professores e alunos, entendeu-se atribuir um menor espaço ao texto narrativo, apesar da sua relevância, na medida em que existe uma vasta oferta de sugestões deste tipo de texto no Plano Nacional de Leitura. Visite o sítio na Internet http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt e seleccione o tipo de texto em promoção da leitura, 1º Ciclo, ler livros na sala de aula. São dadas suges- tões de actividades.

ALFABETO

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SUGESTÕES METODOLÓGICAS PARTE 2 MATEMÁTICA

1. ESTRUTURA DO MANUAL DE MATEMÁTICA

 

(pág. 22)

2. PROGRAMA DE MATEMÁTICA 1.º ANO

 

(pág. 24)

3. PRINCÍPIOS E ESTRUTURA DO MANUAL DE MATEMÁTICA

(pág. 26)

4. SUGESTÕES METODOLÓGICAS

(pág. 30)

1.

Matemática

ESTRUTURA DO MANUAL DE MATEMÁTICA

ABERTURA DE UNIDADE

A abertura de unidade é composta por uma grande imagem, seguindo-se algumas actividades de exploração da mesma.

seguindo-se algumas actividades de exploração da mesma. EXPLORAÇÃO DE CONTEÚDOS As páginas de apresentação de

EXPLORAÇÃO DE CONTEÚDOS

de exploração da mesma. EXPLORAÇÃO DE CONTEÚDOS As páginas de apresentação de conteúdos estão

As páginas de apresentação de conteúdos estão organizadas em duas áreas:

Observa e aprende: partindo de situações diversas (um jogo, a apresentação do conteúdo a saber ou a explicação de uma solução passo a passo), possibilita ao aluno desenvolver o prazer da descoberta. Aplica: após a área de descoberta, parte-se para a aplicação dos conceitos aprendidos em situações de representação simbólica e abstracta, através de actividades variadas.

REVISÃO

As fichas de revisão compreendem actividades que são apresentadas no final de cada mês. Resumem a unidade, consolidando as aprendizagens. Ajudam igualmente o professor na detecção de necessidades ou de apoio específico a determinados alunos.

necessidades ou de apoio específico a determinados alunos. 22 Matemática PROGRAMAÇÃO E SUGESTÕES METODOLÓGICAS
AVALIAÇÃO TRIMESTRAL As fichas de avaliação surgem em três momentos (no fim do 1.º, 2.º

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL

As fichas de avaliação surgem em três momentos (no fim do 1.º, 2.º e 3.º períodos), apresentando actividades globais e uma secção de auto-

avaliação.

actividades globais e uma secção de auto- avaliação. CADERNO DE ACTIVIDADES O Caderno de Actividades é

CADERNO DE ACTIVIDADES

e uma secção de auto- avaliação. CADERNO DE ACTIVIDADES O Caderno de Actividades é constituído por

O Caderno de Actividades é constituído por páginas de aplicação dos conteúdos do manual, com o

objectivo de reforçar e de consolidar as

aprendizagens.

.

2.

Matemática

PROGRAMA DE MATEMÁTICA — 1.º ANO

NÚMEROS E OPERAÇÕES

• Realizar manipulações que apelem à apreensão da noção de invariância da quantidade.

• Quantificar agrupamentos.

• Descobrir progressivamente os números (tendo em conta as possibilidades e ritmos individuais dos alunos).

• Ler e escrever números.

• Efectuar contagens.

• Estabelecer relações de ordem entre números e utilizar a respectiva simbologia: >, <, =.

• Ordenar números.

• Colocar números numa recta graduada e orientada.

• Ler e escrever os números por ordem crescente e decrescente.

• Efectuar contagens 2 a 2, 3 a 3, etc.

• Explorar situações que conduzam à descoberta da adição e subtração.

• Calcular somas e diferenças (tendo em conta as possibilidades e ritmos individuais dos alunos).

• Compor e decompor números em somas e diferenças.

• Utilizar os sinais «+» e «–» na representação de somas e diferenças (representação horizontal a + b, a – c).

• Representar relações que envolvam adições e subtrações através de diagramas de setas.

• Praticar o cálculo mental com números pequenos.

• Procurar estratégias diferentes para efectuar um cálculo.

FORMA E ESPAÇO

• Manipular objectos.

• Situar-se no espaço em relação aos outros e aos objectos.

• Reconhecer o interior e o exterior de um domínio limitado por uma linha ou por uma superfície fechadas.

• Estabelecer relações entre objectos segundo a sua posição no espaço.

• Conhecer e utilizar o vocabulário: em cima, atrás, à frente, entre, fora, à esquerda, à direita, sobre, antes, depois

• Comparar objectos segundo algumas das suas propriedades.

• Fazer e desfazer objectos, utilizando materiais moldáveis.

• Transformar e cortar objectos de materiais moldáveis.

• Fazer e desfazer construções com objectos (tubos, caixas, bolas, tacos, paus, materiais de encaixe, etc.).

• Reconhecer, em objectos vários e em modelos geométricos, superfícies planas e não --planas.

• Reconhecer e nomear, nos sólidos geométricos, figuras planas: quadrado, rectângulo, triângulo e círculo.

• Desenhar figuras, contornando superfícies planas de sólidos geométricos.

• Fazer composições com figuras geométricas (utilizando diferentes meios e instrumentos:

recortes e colagens, dobragens, geoplanos, tangram, puzzles).

• Desenhar em papel quadriculado: — livremente; — seguindo regras simples (por exemplo: número de

• Desenhar em papel quadriculado:

— livremente;

— seguindo regras simples (por exemplo: número de quadrículas);

— reproduzindo figuras simples.

• Reconhecer figuras geométricas em diversas posições.

• Representar figuras geométricas planas, utilizando materiais diversificados.

• Explorar simetrias, utilizando livremente espelhos.

• Construir figuras simétricas através de dobragens e recortes.

• Deslocar-se num espaço determinado e representar o seu percurso.

• Deslocar-se segundo algumas regras.

• Traçar itinerários no chão.

• Traçar itinerários entre dois pontos:

— numa grelha desenhada no chão;

— numa grelha desenhada no quadro;

— em papel quadriculado.

• Comparar itinerários.

GRANDEZAS E MEDIDAS

• Estabelecer relações de grandeza entre objectos.

• Conhecer e utilizar o vocabulário corrente, utilizando relações alto/baixo, comprido/curto, largo/estreito, pesado/leve

• Fazer experiências que conduzam à noção da invariância das seguintes grandezas:

— comprimento independente da disposição dos objectos, da matéria;

— capacidade-volume, independente da forma do objecto e do conteúdo (água e

diferentes líquidos, areia, grãos

);

— massa, independente do volume e do número de objectos.

• Fazer experiências utilizando diferentes materiais e objectos que conduzam à comparação de:

— comprimentos;

— capacidades e volumes;

— massas.

• Ordenar objectos segundo um critério que envolva a noção de:

— comprimento;

— capacidade;

— massa.

• Efectuar medições com unidades de medida, de escolha livre.

• Estabelecer relações entre factos e acções que levem à distinção de noções temporais:

— antes/entre/depois;

— ontem/hoje/amanhã;

— agora/já;

— muito tempo/ pouco tempo;

— ao mesmo tempo;

• Relacionar dia/semana.

• Reconhecer o carácter cíclico de alguns fenómenos e actividades (noite/dia, refeições,

dias da semana

).

• Conhecer as moedas de: 1 cêntimo, 2 cêntimos, 5 cêntimos, 10 cêntimos, 50 cêntimos, 1 euro e 2 euros.

3.

Matemática

PRINCÍPIOS E ESTRUTURA DO MANUAL DE MATEMÁTICA

PRINCÍPIOS

Vários princípios e ideias recorrentes da organização curricular para o 1.º ciclo estiveram na origem da construção deste manual.

“A tarefa que se impõe aos professores é conseguir que as crianças desde cedo apren- dam a gostar da matemática.

[…] Só assim esta disciplina deixará de ser um factor de selecção para se tornar um instrumento de desenvolvimento de todos os alunos.»

Programas do 1.º Ciclo do Ensino Básico, Princípios orientadores

«Na rubrica Suportes de Aprendizagem sugerem-se meios e ferramentas que ajudarão os alunos a formar e a desenvolver as suas capacidades matemáticas ao longo do seu percurso e no contexto de todos os blocos de conteúdos.»

Programas do 1.º Ciclo do Ensino Básico, Suportes de aprendizagem

«Na aprendizagem da matemática, as crianças são enormemente dependentes do ambiente e dos materiais à sua disposição.

[…] Se por um lado a manipulação de material pode permitir a construção de certos conceitos, por outro lado, pode servir também para a representação de modelos abstractos permitindo assim uma melhor estruturação desses conceitos.

Para esses fins poderá ser utilizado:

a. O próprio corpo;

b. O material disponível na sala de aula;

c. Material não estruturado;

d. Material estruturado ou construído com objectivos específicos (blocos lógicos, ábaco, tangram …).

[…] Convém, ainda, realçar a importância que alguns jogos podem ter no desenvolvi- mento de competências necessárias à resolução de problemas: os dominós, jogos de dados e de cartas…»

Programas do 1.º Ciclo do Ensino Básico, Material

«É necessário que desde muito cedo as crianças se apercebam de que a Matemática é também uma linguagem que traduz ideias sobre o mundo que as rodeia. Uma das dificul- dades mais sentidas por crianças destas idades é a tradução do real e da linguagem comum para a linguagem simbólica da Matemática.»

Programas do 1.º Ciclo do Ensino Básico, Linguagem e representação

«A predisposição dos alunos face à matemática é também fundamentalmente influen- ciada pelas experiências que estes têm com actividades matemáticas e a natureza das actividades determina a oportunidade que cada aluno tem para desenvolver as suas capa- cidades de raciocínio e de comunicação sobre tópicos específicos.» (Norma 4, p. 57)

Normas profissionais para o Ensino da Matemática National Council of Teachers of Mathematics (1994)

ESCLARECIMENTOS Ao planificar as diferentes actividades deste manual, procurou-se, na medida do possível, articular

ESCLARECIMENTOS

Ao planificar as diferentes actividades deste manual, procurou-se, na medida do possível,

articular vários aspectos dos diferentes blocos com os temas escolhidos para as unidades do mesmo. A aprendizagem da Matemática está ligada à apreensão do significado (à compre- ensão). Tratar os conteúdos em compartimentos estanques e linearmente sucessores não permite uma abordagem que favoreça as conexões entre os diferentes temas matemáticos.

Os recursos didácticos, neste caso os existentes no manual, têm um papel importante no processo de ensino e aprendizagem, desde que integrados em situações que levem ao exer- cício de análise e reflexão, permitindo ao aluno tirar as suas próprias conclusões.

O trabalho com noções geométricas contribui para a aprendizagem de números e

medidas.

As actividades em que as noções de grandezas e medidas são exploradas permitem uma

melhor compreensão de conceitos relativos ao espaço e formas e poderão ser, também, contextos muito valiosos para o trabalho com os números e operações.

Uma característica observável nos alunos do 1.º ano do 1.º ciclo é que a sua participação em actividades tem um carácter bastante individualista que não lhes permite observar a produção dos colegas.

Assim, é importante o papel do professor na socialização de estratégias pessoais. (No manual e no caderno de actividades: qualquer jogo)

As crianças nesta fase evoluem facilmente no sentido de mudar as suas representações

de formas pictóricas, para representações simbólicas e daí para as representações matemá-

ticas, desde que estimuladas pelo professor para a valorização destas últimas.

No jogo, mediante a articulação entre o conhecimento e o imaginado, desenvolve-se o autoconhecimento e o conhecimento dos outros.

Nesta fase etária, os jogos de exercício são fonte de significados possibilitando a compre- ensão, causando satisfação e incutindo hábitos. Além disso eles provocam no aluno um desafio genuíno que resulta em prazer e interesse.

Também nesta fase etária há uma forte relação entre a língua materna e a linguagem matemática. Se para a aprendizagem da escrita o suporte natural é a fala, na aprendizagem da matemática a expressão oral também desempenha um papel fundamental. Falar sobre matemática, escrever conclusões, comunicar resultados, usando ao mesmo tempo elementos da língua materna e alguns símbolos matemáticos, são actividades importantes para que a linguagem matemática deixe de ser um código indecifrável para os alunos.

Na exploração de actividades, exercícios e de situações problemáticas, os alunos, nesta fase, precisam do apoio de recursos como materiais de contagem, daí a introdução dos materiais estruturados ou não: blocos lógicos, cuisenaire, tangram, dominós, pentaminós, multibásico (ábacos e cubos), cartas, dados.

Aprender, desde cedo, a interpretar e representar dados recolhidos, em quadros, tabelas e gráficos, incute nos alunos a criação de bases significativas de lógica matemática e desen- volve, nos mesmos, a capacidade de resolver problemas.

ESTRUTURA DO MANUAL O manual está organizado em 9 unidades coincidentes com os meses de

ESTRUTURA DO MANUAL

O manual está organizado em 9 unidades coincidentes com os meses de aulas.

Cada unidade tem um tema e é iniciada por uma página contendo uma imagem contex- tualizadora e a respectiva exploração.

Todos os temas das unidades foram propositadamente escolhidos a pensar no espaço escola e na diversidade de situações vividas pelos alunos no dia-a-dia, no edifício-escola, na sala de aula e em outros espaços cada vez mais explorados, nos tempos que correm, dentro da escola.

Cada tema pressupõe um trabalho, em termos de actividades-exercícios, directamente relacionado com o mesmo.

Setembro/Outubro — A escola

É com o espaço global «Escola» que a criança, quando começa o seu percurso escolar,

tem o primeiro contacto. É normal o professor, no primeiro dia de aulas, percorrer o exterior da escola com os seus alunos para que eles comecem a integrar-se nesse espaço. Com a referência ao recreio e aos jogos, que lá poderão existir, pretende-se estimular os alunos

para o jogo como percurso pedagógico e como estratégia didáctica, já que ele representa uma actividade espontânea e vital da criança.

Novembro — A sala de aula

A sala de aula é o contacto imediato em que a criança se insere após ter entrado no

edifício-escola. É lá que a criança vai conhecer novos amigos com quem vai partilhar a nova etapa da sua vida ou cultivar anteriores amizades. Os novos materiais que passam a utilizar no dia-a-dia, o recheio das suas pastas (material escolar e livros), vão ser os seus novos

«brinquedos» e permitirão à criança uma maior motivação para «trabalhar» a Matemática.

Dezembro — A mesa dos jogos

A escolha deste título tem como propósito sugerir a criação dum espaço com a constante

presença de jogos na sala de aula, que a qualquer momento poderá ser estendido a toda a sala de aula quando as actividades matemáticas assim o exigirem. Pretende-se estimular o aluno para a aprendizagem, já que a partir desta fase os conteúdos da disciplina exigem a integração de propostas, que a não serem concretas e lúdicas, poder-se-ão tornar desinte- ressantes e enfadonhas.

Janeiro — O ginásio da escola

Sendo o ginásio da escola um espaço privilegiado no interesse das crianças, este tema serve o propósito de sensibilizar o aluno para a consciencialização de que a Matemática pode estar presente em qualquer espaço e em qualquer actividade física.

Fevereiro — Organização da sala de aula

Vários recursos didácticos têm sido utilizados e continuarão a sê-lo, neste manual, daí a escolha deste título. O espaço-aula deve permitir ao aluno um papel activo e possibilitar-lhe envolver-se com tudo o que o rodeia e não só com o lugar onde está sentado. Cabe ao professor a tarefa de organizar os meios e criar ambientes propícios à concretização de práticas matemáticas.

A existir na sala de aula (por exemplo) um «canto» onde se situa um armário que contém

livros, jogos e materiais, um placar com um calendário (sempre actualizado) e várias tábuas

(de números e operações), uma mesa de trabalho onde se possam espalhar livros, jogos e

(de números e operações), uma mesa de trabalho onde se possam espalhar livros, jogos e outros materiais, é necessário incutir nas crianças a necessidade da sua organização e conservação. Estas atitudes, estimuladas nas aulas de Matemática, contribuem para a formação ética do aluno.

Março — A biblioteca da escola

Recorrer a actividades, como a de «requisitar livros na biblioteca», ligadas a outras áreas disciplinares, favorece o trabalho interdisciplinar em que a Matemática está inserida, assim como a interacção do ensino/aprendizagem da Matemática com os temas transversais.

Abril — As festas na escola

É muito comum os alunos do 1.º ciclo comemorarem datas festivas e celebrarem os seus aniversários no espaço da sala de aula. Sabendo que a Matemática desempenha um papel indissociável, na sua aplicação, a problemas e situações da vida quotidiana, nada mais natural do que o aproveitamento deste tema numa unidade onde começam a aparecer conte- údos relativos a situações de medida.

Maio — Laboratório de Matemática

A introdução deste tema numa unidade tem que ver com o tipo de actividades que

compõe este manual, actividades essas que foram preparadas com o propósito de propor- cionar ao aluno situações propícias para a construção de ideias e conceitos, assim como a organização dos conhecimentos que vai adquirindo.

O termo «laboratório» está directamente ligado, nesta perspectiva, à teoria de Jean Piaget

que serviu de inspiração à construção deste manual.

Junho – A sala de estudo

Este tema de unidade foi inspirado na reorganização actual das escolas que, no comple- mento de horário dos alunos, prevê espaços temporais onde se insere «o apoio ao estudo». Prevê-se que esses tempos sejam utilizados na realização de actividades de enriquecimento curricular onde os professores terão oportunidade de explorar a Matemática através de activi- dades (por exemplo, jogos) que contribuam para uma mais-valia do ensino-aprendizagem da Matemática.

4.

Matemática

SUGESTÕES

METODOLÓGICAS

A escola

Todos os conteúdos desta unidade estão relacionados com actividades geométricas. Elas têm como objectivo estimular os alunos a progredir na capacidade de estabelecer pontos de referência em seu redor, a situar-se no espaço, deslocar-se nele, dando e recebendo instruções.

O material “Blocos Lógicos” foi introduzido com o propósito de favorecer o desenvolvi- mento do pensamento lógico do aluno e permitir-lhe efectuar discriminações válidas.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(págs. 4 e 5)

• Identificar meninos e meninas da turma;

• Observar o exterior da escola;

• Localizar espaços – recreio, quartos de banho, corredores, escadas, salas de aula e outros espaços;

• Identificar professores, alunos e auxiliares de acção educativa;

• Reconhecer os caminhos de entrada e saída da escola (percursos).

(pág. 6)

• Identificar as cores primárias com vários objectos.

(pág. 2)

• Explorar as pastas dos alunos para reconhecer o que está dentro e fora delas.

(pág. 8)

• Utilizar fios para rodear muito ou pouco material em cima das carteiras, de forma a criar situações em que as pontas do fio unam ou não.

(pág. 10)

• Manipular blocos lógicos e associá-los às figuras autocolantes.

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(págs. 4 e 5)

• Estabelecer comparações.

• Encontrar diferenças.

(pág. 6)

• Dentro da sala de aula encontrar pontos de referência à direita e à esquerda dos alunos

(págs. 10, 11, 12 e 13)

• Com os blocos lógicos, fazer vários caminhos diferentes, no tampo das carteiras.

• Comparar tamanhos.

• Comparar espessuras.

• Comparar cores. • Comparar formas. • Compor figuras. (págs 10 e 11) • Comparar

• Comparar cores.

• Comparar formas.

• Compor figuras.

(págs 10 e 11)

• Comparar quantidades (com blocos lógicos).

(págs. 15, 16, 17, 18 e 19)

• Utilizar peças iguais de blocos lógicos para desenhar simetrias no caderno.

• Fazer composições com os blocos lógicos e desenhar no caderno.

(pág. 19)

• Fazer composições diferentes com blocos lógicos, variando uma peça ou duas.

A sala de aula

Os conteúdos desta unidade estão essencialmente ligados à construção do sistema de numeração – do 1 ao 5 – que ocorre por etapas, à medida que a criança manuseia os mate- riais (identifica, compara e agrupa) ou joga.

O material escolar dos alunos, o tangram e o material cuisenaire serviram de apoio às

actividades desta unidade.

A utilização do tangram permite à criança investigar e prever o resultado de combinar,

subdividir e modificar formas, favorecendo as conexões entre os conteúdos, sem termos que os compartimentar.

A utilização do material cuisenaire permite à criança tomar consciência das relações de

maior, menor ou igual, ao mesmo tempo que inicia, mentalmente, a estruturação da adição e subtracção.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(págs. 22 e 23)

• Explorar o material escolar dos alunos.

• Estabelecer comparações com esse material, identificando:

— grandeza;

— espessura;

— largura.

(págs. 24 a 26)

• Com os mesmos objectos, comparar quantidades, identificando:

— muitos;

— um só;

— menos;

— mais.

(pág. 27) • Recorrer às peças triangulares e quadradas dos blocos lógicos para: — construir

(pág. 27)

• Recorrer às peças triangulares e quadradas dos blocos lógicos para:

— construir figuras livremente;

— construir quadrados grandes com quadrados pequenos;

— construir triângulos grandes com triângulos pequenos;

— agrupar triângulos pequenos, médios e grandes.

(pág. 32)

• Manusear livremente o material cuisenaire.

• Identificar as diferentes cores.

• Ordenar as cores por tamanhos de barras.

(págs. 34 a 37)

• Ordenar os alunos da turma por tamanhos.

• Colocá-los em grupos de cinco.

• Identificar o primeiro, o último e o do meio.

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(págs. 24 a 26)

• Fazer contagens de diversos materiais;

• Exercitar o grafismo do 1 e do 2.

(pág. 27)

• Observando o desenho do tangram, na página do manual, tentar reproduzi-lo nas carteiras.

• Identificar as peças iguais do tangram.

• Entre as peças diferentes, descobrir a forma (paralelogramo) ainda desconhecida

• Unir os dois triângulos médios de forma a obter essa peça.

• Desenhar livremente várias composições de peças do tangram.

(pág. 32)

• Escolher uma cor e identificar, pela ordem, as cores anteriores e seguintes.

(pág. 36)

• Colocar as barras «da menor para a maior” e vice-versa.

• Pôr os alunos a fazer trocas (em forma de jogos) de:

— uma barra grande por grupo de barras pequenas com o mesmo valor;

— grupos de barras pequenas por uma só barra.

(págs. 34 a 37)

• Fazer aleatoriamente grupos de cinco alunos em filas e numerá-los.

• Colocá-los, em seguida, pela ordem das alturas.

• Constatar que o primeiro poderá não ser o número 1 inicial.

A mesa dos jogos Os conteúdos desta unidade estão relacionados com as relações numéricas e

A mesa dos jogos

Os conteúdos desta unidade estão relacionados com as relações numéricas e o conceito de números – do 0 ao 6.

Ao longo desta unidade, os alunos vão construindo os factos básicos da operação de adição (cálculos com dois termos, ambos menores que 6) que lhes irá servir de suporte ao cálculo mental e escrito.

Nesta unidade, além das barras cuisenaire, foram utilizadas outras representações de materiais de contagem: dados, dominós, cartas.

O treino das possíveis combinações entre dois dados, a descoberta de peças do dominó diferentes mas com o mesmo número de pintas, as composições feitas com cartas nume- radas têm como objectivo ajudar o aluno a memorizar os factos básicos entendendo o seu significado.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(pág. 41)

• Explorar o jogo do dominó:

— reconhecer que cada peça é composta por dois quadrados;

— reconhecer que há peças que têm quadrados sem pintas;

— descobrir qual é o maior número de pintas existente nos quadrados do dominó.

• Explicar como é jogado o dominó.

• Permitir que os alunos joguem em função da explicação dada.

(pág. 42)

• Explorar o dado de pintas:

— reconhecer que cada face do dado tem um número diferente de pintas;

— identificar o menor e o maior número de pintas existentes no dado.

(pág. 47)

• Fornecer aos alunos (em grupo) baralhos de cartas para manusearem.

• Descobrir características nas cartas.

• Identificar o algarismo de cada carta com a quantidade de figuras existente na mesma.

• Fazer «caminhos» com as cartas seguindo uma ordem de quantidade de figuras.

(pág. 49 e 50)

• Espalhar na mesa diferentes materiais.

• Agrupar esses materiais (lápis de cor, livros,…).

• Identificar a invariância das quantidades.

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(pág. 41)

• Fazer vários jogos individuais com as peças do dominó, estabelecendo regras.

Por exemplo: — todas as peças têm de ter pintas nos dois quadrados; — as

Por exemplo:

— todas as peças têm de ter pintas nos dois quadrados;

— as peças têm de ser colocadas numa sequência de pintas crescente.

(pág. 47)

• Fazer com dois dados todas as decomposições desta página.

• Explorar oralmente essas decomposições fazendo a sua leitura.

(pág. 48 e 49)

• Com dois dados, na mesa, arranjar todas as composições possíveis para obter 6.

• Copiar essas composições para o quadro e para o caderno.

• Fazer a leitura de todas as situações.

• Descobrir todas as combinações possíveis, de duas cartas e de três cartas, para o número 6.

• Fazer a leitura (em voz alta) de todas as combinações, escrevê-las no quadro e depois nos cadernos.

• Descobrir as mesmas combinações com dois dados e com as peças de dominó, seguindo os mesmos passos.

O ginásio da escola

Os conteúdos desta unidade continuam relacionados com o sistema de numeração – do 7 ao 10. É contínuo o trabalho com os factos básicos da operação de adição (cálculos com dois termos, ambos menores que 10) de forma a encontrar a quantidade 10.

Continua a utilização das barras cuisenaire para a composição e decomposição das quan- tidades, assim como o uso dos dados e das peças de dominó.

Surge, nesta unidade, a construção do algoritmo da adição como sendo um registo do que foi feito e com o objectivo de convencer os alunos de que é um meio auxiliar de cálculo rápido e económico (em termos de escrita no papel).

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(págs. 55 a 59)

• Fazer várias composições e decomposições com as barras cuisenaire – do 7 até ao 9.

(pág. 62)

• Identificar pares de meninos, na sala de aula, colocando-os dois a dois;

• Verificar se alguém ficou sem par.

(págs. 68 a 69)

• Agrupar os alunos da turma em conjuntos de 2, 3, 4

• Ir comparando as situações.

• Tirar conclusões: quantos mais meninos menos grupos.

até chegar ao grupo com 10.

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES (págs. 56 a 60) • Fazer composições com as barras cuisenaire para encontrar

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(págs. 56 a 60)

• Fazer composições com as barras cuisenaire para encontrar quantidades (do 7 ao 9):

— com duas barras;

— com três barras.

• Registar todas as situações no quadro e nos cadernos.

• Descobrir as composições registadas de duas barras nas peças do dominó.

(pág. 61)

• Associar as representações horizontais, das composições (adições) feitas no quadro, à barras verticais.

(págs. 62 a 64)

• Identificar barras cuisenaire que representam números pares.

• Fazer dois grupos diferentes de barras:

— barras «pares»;

— barras «ímpares».

(págs. 68 a 69)

• Fazer composições com três barras cuisenaire para encontrar a barra do 10.

• Escrever as suas representações numéricas no quadro e nos cadernos, fazendo a sua leitura.

A organização da sala de aula

Esta unidade introduz a construção da tábua da adição (tábua da Adição de Pitágoras) elemento importante para a descoberta das propriedades desta operação e para a identifi- cação de padrões e regularidades. A construção desta tábua, passo a passo, permite ao aluno familiarizar-se com a sua posterior consulta para identificar as referidas propriedades.

Nesta unidade é também tratado o valor da posição dos números. Inicia-se a descoberta da ordem de grandeza dos números.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(pág. 73)

• Desenhar números no quadro, formando um quadrado.

• Fazer a leitura desses números, um a um, na horizontal e na vertical.

(págs. 78 a 81)

• Fornecer aos alunos mais de 10 peças e menos de 20 uma de cada vez, de diversos tipos de materiais (palitos, caricas…) para fazer grupos diferentes de:

— dois elementos;

— três elementos; — quatro elementos; — dez elementos. • Explorar as situações oralmente. (pág.

— três elementos;

— quatro elementos;

— dez elementos.

• Explorar as situações oralmente.

(pág. 85)

• Fornecer aos alunos uma tábua da adição (em suporte de papel).

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(págs. 78 a 81)

• Fazer várias composições com as barras cuisenaire:

— uma barra de 10 e uma de 1;

— uma barra de 10 e duas de 1;

— uma barra de 10 e nove de 1.

• Escrever no quadro todas as representações numéricas e fazer a sua leitura.

(págs. 85 a 88)

• Explorar a tábua da adição (em suporte de papel)

• Pedir a cada aluno que descubra outras situações diferentes, das representadas nestas páginas. Por exemplo:

— Pág. 88 – Procura um quadrado de números cuja soma seja 17;

— Pág. 89 – Descobre todos os «lugares» do número 10 e diz como os encontraste através de operações.

A biblioteca da escola

Esta unidade introduz as grandezas e medidas através de conteúdos relacionados com noções temporais e dá continuidade à construção do conceito de número através das operações básicas. Através da consolidação do sentido de adição foram utilizadas situações ocorridas anteriormente (Unidade 5 – pág. 75) para criar outras com sentido inverso, de forma a relacionar a adição com o seu inverso – a subtracção.

Nesta unidade, foi incluído o ábaco para que, através da consolidação e continuação da construção do conceito do número (do 20 ao 30) e do significado da adição, os alunos reco- nheçam o sentido da subtracção.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(págs. 91 a 93)

• Conversar com os alunos sobre:

— mês e dia, aproveitando a data que todos os dias é escrita no quadro;

— semana, referindo os dias em que há aulas e os em que não há.

• Falar sobre calendários.

• Pedir aos alunos que tragam para a sala de aula calendários que tenham em casa,

mesmo de anos anteriores. • Explorar esses calendários no sentido de identificar diferenças ou parecenças,

mesmo de anos anteriores.

• Explorar esses calendários no sentido de identificar diferenças ou parecenças, como:

— calendário anual ou mensal?

— (nos anuais) quantos e quais os meses?

— (nos mensais) quantos dias?

• Observar o calendário anual actual e procurar o mês que está na data escrita no quadro.

• Contar os meses que estão antes e os que estão depois com o objecto de identificar o início e o fim do ano (civil).

• Contar os meses de aula já decorridos e os que faltam até acabar as aulas.

(pág. 97)

• Relembrar as situações de adição (págs. 43, 46, 61 e 84) consultando as páginas correspondentes.

• Colocar uma pilha de livros numa mesa para explorar situações como ir acrescentando livros e tirando, de imediato, os mesmos livros.

• Comparar e tirar conclusões de todas as situações.

• Comparar a quantidade de livros que estão em cima da mesa com a quantidade de livros numa das carteiras dos alunos, colocando questões como:

— Onde há mais livros e onde há menos?

(pág. 100)

• Apresentar aos alunos as peças do ábaco.

• Explicar a relação entre as duas cores – aproveitar as barras cuisenaire (a branca — 1 e a-cor-de-laranja — 10)

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(págs. 91 a 93)

• Observar calendários mensais diferentes para verificar que:

— os dias da semana estão escritos ora na horizontal ora na vertical

— o primeiro dia da semana, nesses calendários, ou é o domingo, ou a segunda-feira. Explorar oralmente a situação.

• Observar o calendário anual para:

— comparar o número representativo do último dia de cada mês.

— observar os dias cujos números estão a vermelho ou foram substituídos por F. Explorar oralmente a situação.

(pág. 100)

• Espalhar várias peças vermelhas, dos ábacos, nas carteiras e fazer trocas com as peças azuis.

• Colocá-las no ábaco, na posição certa.

• Escrever no quadro todas as representações numéricas das situações encontradas.

• Copiar essas representações para o caderno.

• Fazer e escrever a leitura dos números representados.

• Escrever no quadro várias expressões aditivas e descobrir os resultados nos ábacos, seguindo os passos:

— representação da primeira parcela.

— adição da segunda parcela, fazendo as respectivas trocas.

• Explorar situações inversas (de subtracção), aproveitando as situações resolvidas.

As festas na escola Esta unidade dá continuidade à construção progressiva do conceito de número

As festas na escola

Esta unidade dá continuidade à construção progressiva do conceito de número (do 30 ao 40) através das operações básicas – adição e subtracção.

Na abordagem ao significado de subtracção, são evidenciadas as três situações básicas de resolução: tirar, completar e comparar.

O bloco das Grandezas e Medidas está representado, nesta unidade, por conteúdos que envolvem relações de grandeza de capacidade e de massa.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(págs. 109 a 111)

• Recorrer a situações anteriores (livros em cima da mesa e na carteira do aluno) para questionar:

— quantos livros há a mais na mesa.

— quantos livros há a menos na carteira.

— quantos livros faltam na carteira para ficar com os mesmos que a mesa.

— quantos livros se tem de tirar da mesa para as quantidades ficarem iguais.

(pág. 114)

• Comparar várias medidas de capacidade através de situações existentes na sala de aula Por exemplo:

— encher determinado tipo de vasilhame com o conteúdo dos pacotes de leite que os alunos bebem na sala de aula; explorar a situação;

— explorar a situação inversa, utilizando copos de papel descartáveis para os alunos poderem beber o leite;

— comparar as duas situações.

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(págs. 109 a 111)

• Utilizar ábacos para resolver situações simples de subtracção: tirar, completar e comparar.

• Registar todas as situações, através de representações numéricas, no quadro e nos cadernos.

(pág. 114)

• Recorrer às actividades prévias e pedir aos alunos para fazerem registos da situação, através de esquemas, no quadro e nos cadernos.

• Escrever frases simples e curtas representativas das situações esquematizadas (no quadro e nos cadernos).

(págs. 115 a 116)

• Pedir aos alunos que se coloquem em dois grupos segundo as suas estimativas:

— os mais pesados.

— os menos pesados. • Registar nos cadernos através da escrita, utilizando os nomes dos

— os menos pesados.

• Registar nos cadernos através da escrita, utilizando os nomes dos alunos: «Os alunos… pertencem ao grupo dos mais pesados e os alunos… pertencem ao grupo dos menos pesados».

• Fazer comparações, através de estimativas de pesos, entre objectos da sala de aula.

Laboratório de Matemática

Dando continuidade aos conteúdos do bloco das Grandezas e Medidas, as actividades desta unidade focam as relações de grandeza:

1) de superfícies, através de pavimentações de superfícies e pintura de mosaicos e padrões;

2) de comprimentos, através de utilização de instrumentos diferentes de medida.

Pretende-se que os alunos, com estas actividades, compreendam o procedimento de medir e entendam que as grandezas de superfícies e de comprimentos têm que ver com a deslocação dos instrumentos de medida e podem ser quantificadas através da repetição das unidades de medida utilizadas. Foi introduzido um novo material — pentaminós — que, além de darem sequência ao sentido com que foi introduzido o dominó, representa um óptimo recurso (de medida, pavimentações) e promove o desenvolvimento do raciocínio.

É continuado o trabalho com os números (do 40 ao 50) e operações e é apresentando um novo material para a sua construção – barras e quadrados, versão planificada do material multibásico (de Dienes ou M. A. B.) e pintada de acordo com as notações do ábaco.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(págs. 118 e 119)

• Apresentar os pentaminós.

• Explicar a composição de quadrados do pentaminó e como eles se podem unir.

• Verificar que cada peça pode ser «rodada» no espaço, mudando de posição e não de forma, daí a existência de apenas 12 peças diferentes.

(pág. 123)

• Fazer o jogo «une pontos» com grupos de 2 alunos. Ex.: Quem fecha mais quadrados?

• A seguir, cada aluno deve pintar os seus quadrados para identificar o aluno que pintou mais e, por consequência, ganhou.

(pág. 127)

• Apresentar o material multibásico (de Dienes ou M.A.B.) para que os alunos entendam que foi feita a sua planificação no manual

• Comparar as cores utilizadas no ábaco e neste material.

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES (pág. 119) • Fazer várias experiências com as peças do pentaminó em papel

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(pág. 119)

• Fazer várias experiências com as peças do pentaminó em papel quadriculado.

• Pintar todas as composições de quadrados, resultantes dessas experiências, no papel quadriculado, evidenciando as peças utilizadas através do contorno.

• Comparar, em termos de grandeza, as superfícies obtidas.

(pág. 122)

• Propor aos alunos (para T. P. C.) que desenhem itinerários percorridos nas suas casas:

— do quarto à sala.

— da sala à cozinha.

(pág. 124 a 125)

• Fazer várias medições na sala de aula utilizando as unidades: palmo, pé, passo

• Concluir que, para quantificar a medida total, essas unidades se repetem: 5 palmos, 6 pés, 3 passos, …

• Utilizar as barras e cubos do material apresentado para explorar situações à semelhança das sugeridas em actividades complementares nas Unidades 6 e 7

A sala de estudo

Os três blocos do programa de Matemática encontram-se articulados nesta unidade do manual permitindo observar que o trabalho com elementos geométricos contribuem para a aprendizagem dos números (contando) e medidas (medindo), assim como as noções de gran- dezas e medidas fornecem contextos valiosos para o trabalho dos números e operações.

As actividades deste conteúdo incluem trabalho com volumes, dinheiro e noções temporais.

SUGESTÕES DE ACTIVIDADES

ACTIVIDADES PRÉVIAS

(págs. 133 e 134)

• Manusear pequenos e grandes cubos ou objectos em forma de cubo.

• Identificar o dado dos jogos com o cubo.

• Observar as várias faces do cubo, com ele pousado na carteira (frente, cima, lados).

(págs. 136 a 139)

• Manusear as moedas do euro em cartão.

• Estabelecer semelhanças e diferenças entre elas.

• Agrupar moedas pequenas e grandes.

• Contar dinheiro, juntando o valor das moedas.

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES (págs. 133 e 134) • Identificar as três dimensões em vários objectos (volume).

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES

(págs. 133 e 134)

• Identificar as três dimensões em vários objectos (volume).

• Construir o cubo planificado em cartão, no final do manual.

• Com todos os cubos dos alunos, encher caixas para medir volumes.

(págs. 136 a 139)

• Fazer trocos em grupos de dois alunos.

• Simular compras e vendas.

• Registar todos os cálculos no quadro e nos cadernos, começando por fazer esquemas.

NOTAS DO PROFESSOR

SUGESTÕES METODOLÓGICAS PARTE 3 ESTUDO DO MEIO

1. ESTRUTURA DO MANUAL DE ESTUDO DO MEIO

 

(pág. 44)

2. ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

(pág. 46)

3. SUGESTÕES METODOLÓGICAS

(pág. 50)

1.

Estudo do Meio

ESTRUTURA DO MANUAL DE ESTUDO DO MEIO

ABERTURA DE UNIDADE

A abertura de unidade apresenta uma

imagem e actividades de observação,

que introduzem os temas a desenvolver ao longo do mês.

A partir desta imagem, os alunos

activam os conhecimentos prévios e são motivados para os conteúdos que serão tratados.

e são motivados para os conteúdos que serão tratados. EXPLORAÇÃO DOS CONTEÚDOS Nas fichas de informação,

EXPLORAÇÃO DOS CONTEÚDOS

Nas fichas de informação, os novos conteúdos são apresentados e explicados por intermédio de imagens
Nas fichas de informação, os novos
conteúdos são apresentados
e explicados por intermédio de imagens ou
de pequenos textos.
Através da resolução das actividades
apresentadas, o aluno demonstra as
aquisições conseguidas que lhe servem de
suporte para adquirir as competências
pretendidas.
REVISÃO As fichas de revisão permitem ao aluno rever os conteúdos fundamentais apresentados em cada

REVISÃO

As fichas de revisão permitem ao aluno rever os conteúdos fundamentais apresentados em cada unidade. Propõem actividades de integração que resumem os conceitos de toda a unidade. Estas fichas de revisão surgem no final de cada unidade/mês.

fichas de revisão surgem no final de cada unidade/mês. AVALIAÇÃO TRIMESTRAL As fichas de avaliação consistem

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL

surgem no final de cada unidade/mês. AVALIAÇÃO TRIMESTRAL As fichas de avaliação consistem em três momentos

As fichas de avaliação consistem em três momentos de verificação de conhecimentos ao longo do manual, sempre no final de cada período lectivo. Contemplam actividades globais e a auto-avaliação dos conteúdos desenvolvidos.

2.

Estudo do Meio

ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

BLOCO 1 À descoberta de si mesmo

 

UNIDADE

CONTEÚDOS

1.

A

SUA IDENTIFICAÇÃO

• Conhecer:

 

— nome(s), próprio(s), nome de família/apelido(s);

— sexo, idade;

— endereço.

2.

OS SEUS GOSTOS

• Seleccionar jogos e brincadeiras, músicas, frutos, cores, animais…

E

PREFERÊNCIAS

• Descrever lugares, actividades e momentos passados com amigos, com familiares, nos seus tempos livres…

3.

O

SEU CORPO

• Identificar características familiares (parecenças com o pai e mães, cor do cabelo, dos olhos…).

 

• Reconhecer modificações do seu corpo (peso, altura…).

• Reconhecer a sua identidade sexual.

• Reconhecer partes constituintes no seu corpo (cabeça, tronco e membros).

• Representar o seu corpo (desenhos, pinturas, modelagem…).

• Comparar-se com os outros:

— com os colegas da escola (mais novo/mais velho, mais alto/mais baixo, louro/moreno…);

— com os pais e irmãos.

4.

A

SAÚDE DO SEU CORPO

• Reconhecer e aplicar normas de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, lavar os dentes…).

 

• Conhecer normas de higiene alimentar (importância de uma alimentação variada, lavar bem os alimentos que se consomem crus, desvantagens do consumo excessivo de doces, refrigerantes…).

• Reconhecer a importância de posturas correctas do exercício físico e do repouso da saúde (estar bem sentado, brincar ao ar livre, deitar cedo…).

• Conhecer a aplicar normas de vigilância da saúde (idas periódicas ao médico, boletim individual de saúde).

5.

A

SEGURANÇA DO SEU

• Conhecer e aplicar normas de prevenção rodoviária (caminhar pela esquerda nas estradas, atravessar nas passadeiras, respeitar os semáforos…).

CORPO

 

• Conhecer e aplicar normas de prevenção de acidentes domésticos:

— cuidados a ter com objectos e produtos perigosos (cortantes, contundentes, inflamáveis, corrosivos, tóxicos…);

— cuidados a ter com a electricidade;

— sinalização relativa à segurança (venenos, electricidade…).

6.

O

SEU PASSADO

• Descrever a sucessão de actos praticados ao longo do dia, da semana,…:

PRÓXIMO

— localizar no espaço;

 

— localizar numa linha de tempo;

— estabelecer relações de anterioridade, posteridade e simultaneidade (antes de, depois de, ao mesmo tempo que);

— reconhecer unidades de tempo: dia e semana;

— nomear os dias da semana.

7.

AS SUAS PERSPECTIVAS PARA O FUTURO PRÓXIMO

• O que irá fazer amanhã, no fim-de-semana, nas férias que estão próximas…:

— exprimir aspirações;

— enunciar projectos.

BLOCO 2 À descoberta dos outros e das instituições   UNIDADE CONTEÚDOS 1. OS MEMBROS

BLOCO 2 À descoberta dos outros e das instituições

 

UNIDADE

CONTEÚDOS

1.

OS MEMBROS DA SUA FAMÍLIA

• Conhecer os nomes próprios, apelidos, sexo, idade.

• Estabelecer relações de parentesco (pai, mãe, irmãos, avós).

 

• Representar a sua família (pinturas, desenhos…).

2.

OUTRAS PESSOAS COM QUEM MANTÉM RELAÇÕES PRÓXIMAS

• Conhecer os nomes, idades, sexo de:

— amigos da escola e fora da escola;

— vizinhos;

— o(a) professor(a);

 

— outros elementos da escola.

3.

A

SUA ESCOLA

• A sua classe:

 

— conhecer o número de alunos, horários, regras de funcionamento, funções dos vários elementos da classe;

— participar na organização do trabalho da sala (planificação, avaliação…);