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Ennaltaehkäisevä huolto

20000301 / fi / N14806

Manutenção preventiva
Versão 11 > / 20030130 / Substitui 20010910 / pt / N14806

Índice Página

1 Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
2 Lubrificação com massa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2
2.1 Qualidades de massa . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
3 Lubrificação com óleo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
3.1 Primeiro enchimento com óleo . . . . . . . . . 5
3.2 Troca do óleo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
4 Temperaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
5 Análise de ruído e vibração . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
6 Pressão de descarga . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
7 Corrosão e desgaste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
8 Monitorização da vedação do veio . . . . . . . . . . . 8
8.1 Empanque de cordão . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
8.2 Vedante mecânico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
8.3 Vedante dinâmico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
9 Limpeza exterior da bomba . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
10 Manutenção das vedações do veio . . . . . . . . . . 9
10.1 Empanque de cordão . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
10.2 Vedante mecânico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
10.3 Vedante dinâmico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
11 Ajuste da folga entre a placa lateral e o
impulsor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
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1 Generalidades

OBSERVAÇÃO
A manutenção preventiva constitui também um factor de segurança relevante.

OBSERVAÇÃO
Se a prestação da bomba não corresponder aos requisitos do processo, a bomba
deverá ser desmontada e inspecionada. Todos os componentes desgastados deverão
ser substituídos por peças novas e genuínas.

Uma manutenção regular e sistemática preventiva aumenta o tempo de vida da bomba, exigindo
menor número de reparos e de peças sobressalentes. A monitorização recorrendo a
instrumentação e exame físico é uma parte vital de uma manutenção de qualidade, moderna.
Recomenda--se que o sistema de manutenção inclua um registro histórico elaborado para cada
bomba, descrevendo o seu estado e prestação. Esta prática ajuda a evitar avarias súbitas e fornece
informação para uma análise das causas de avarias. Nas indústrias de processo, o tempo de
parada causada por avaria numa bomba tem custos muito mais elevados do que o próprio preço da
bomba.
A manutenção preventiva consiste nas seguintes procedimentos:
• Lubrificação de rolamentos
• Monitorização da temperatura, ruído e vibrações, e inspeções
• Monitorização da pressão de descarga, capacidade, e consumo de energia
• Inspeções relativas a corrosão e desgaste
• Monitorização da vedação do veio
• Limpeza regular do interior da bomba
• Detecção de eventuais derrames na bomba e nas tubulações
• Verificações trimestrais do aperto dos parafusos considerados críticos, tais como os
chumbadores e os parafusos de fixação do motor e da bomba à placa de base.
Os instrumentos de medição geralmente usados na operação de bombas são apresentados no
Quadro 1.
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Quadro 1 Instrumentos de medição


Instrumentos fixos: Instrumentos portáteis:
Manómetros e indicadores Analisadores de vibrações
de pressão
Medidores de caudal Tacómetros
Amperímetros/voltímetros/ Termómetros
wattímetros
Indicadores de velocidade Indicadores de nível de
ruído
Detectores de temperatura Indicadores ultrasónicos
(espessura de parede)
Interruptores de vibração
Quaisquer instrumentos fixos ou portáteis podem em si
mesmos ser origem de avarias e exigem igualmente
observação regular para garantir o seu correto
funcionamento.

2 Lubrificação com massa

Todos os rolamentos lubrificados com massa, foram lubrificados antes do despacho. A bomba tem
um rolamento de roletes cilíndricos e dois rolamentos de esferas simples de contacto angular
(sistema O, Quadro 2).

Quadro 2 Rolamentos da bomba


Unidade de Lado do Lado do
rolamentos nº Impulsor acoplamento
1 NUP 307 ECJ BECBM 7308
2 309 ECJ 7310
3 311 ECJ 7312
4 313 ECJ 7314
5 317 ECJ 7318
6 320 ECJ 7322
Designação SKF. Se forem usados rolamentos de
outro fabricante, devem usar--se rolamentos de tipos
equivalentes.

As quantidades de lubrificantes e os intervalos entre lubrificações estão descritos nos Quadros 3 e


4, em conformidade com as velocidades de rotação.
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Quadro 3 Lubrificação inicial e lubrificações subseqüentes (velocidades de rotação 50 Hz)

Intervalo entre lubrificações 1) (horas,


Lubrificação inicial (g) Relubrificação (g)
Unidade de temperatura da caixa do rolamento <
rolamentos +55 _C)
nº Lado do Lado do
Lado do Lado do 740 980 1480 2950
acopla- acopla-
impulsor impulsor rpm rpm rpm rpm
mento mento
1 30 50 10 15 16000 12000 8000 3000
2 55 85 15 25 14000 10000 6500 2500
3 85 135 20 30 12000 8000 6000 2000
4 145 210 25 40 10000 7500 5000 --
5 220 390 40 60 8500 6000 3500 --
6 250 450 50 70 8500 6000 -- --
1) Cada aumento de 15°C na temperatura de superfície encurta o intervalo entre lubrificações para metade.

Quadro 4 Lubrificação inicial e lubrificações subseqüentes (velocidades de rotação


60 Hz)
Intervalo entre lubrificações 1) (horas,
Lubrificação inicial (g) Relubrificação (g) temperatura da caixa do rolamento <
Unidade de +55 _C)
rolamentos
nº Lado do Lado do
Lado do Lado do 890 1180 1780 3540
acopla- acopla-
impulsor impulsor rpm rpm rpm rpm
mento mento
1 30 50 10 15 14000 10000 6500 2500
2 55 85 15 25 12000 8500 5000 2000
3 85 135 20 30 10000 7000 4000 1500
4 145 210 25 40 9000 6500 3500 --
5 220 390 40 60 7500 5000 2500 --
6 250 450 50 70 7500 5000 -- --
1) Cada aumento de 15°C na temperatura de superfície encurta o intervalo entre lubrificações para metade.

2.1 Qualidades de massa

ATENÇÃO
Nunca misture massas de características diferentes (consistência, engrossadores).
A massa em mistura torna--se mais macia e não lubrifica corretamente os
rolamentos.
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OBSERVAÇÃO
Todo o equipamento e acessórios usados em operações de lubrificação devem
estar limpos para se evitar a entrada de impurezas para a caixa dos rolamentos.

OBSERVAÇÃO
A temperatura de superfície do rolamento poderá temporariamente subir após a
operação de lubrificação devido à introdução de uma quantidade de massa
excessiva.

Para condições normais, quando a temperatura da caixa do rolamento e inferior a +80 _C,
recomendam--se massas minerais à base de lítio ou de lítio/cálcio para rolamentos de roletes, tais
como:
• Esso Beacon 2
• Shell Alvania EP2
• SKF LGMT2
• Neste Yleisrasva 2
• Klüber Centoplex EP2
A primeira re--lubrificação deverá ser efetuada antes da entrada em funcionamento inicial da
bomba.
Se os rolamentos evidenciarem um aquecimento mais pronunciado, com temperaturas de
superfície superiores a +80 _C, recomenda--se o uso das seguintes massas especiais:
• Esso Unirex N3
• SKF LGHT3
• Shell Limona LX1
• Klüber Staburax NBU 8 EP
Estas massas especiais podem também ser usadas com temperaturas de superfície inferiores a
+80 _C.
Consulte sempre o fabricante da bomba quando se pretender usar massas de lubrificação especiais
(não mencionadas nestas instruções).
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3 Lubrificação com óleo

ATENÇÃO
O óleo da caixa de rolamentos da bomba foi drenado para o transporte. Encha a
caixa de rolamentos com óleo antes da partida da bomba.

Use sempre óleos minerais de alta qualidade, com viscosidade ISO VG 46.
• Esso Teresso 46
• Shell Tellus Oil S46
• Mobil DTE Oil Medium
• Neste Paine 46
• Klüber Crucolan 46
• Tebo Larita Oil 46
A viscosidade do óleo à temperatura de funcionamento não deverá ser inferior a 12cSt (65 SSU). A
temperatura de funcionamento é cerca de 15 °C mais elevada que a temperatura da superfície da
caixa do rolamento.

3.1 Primeiro enchimento com óleo

Uttilização sem o regulador de nível


Tire o respiradouro (672) e acrescente óleo até ao meio do visor indicador de nível maior (642), Fig.
1. O indicador de nível mais pequeno (642.2) ficará totalmente coberto pelo óleo. Com a bomba em
funcionamento o nível do óleo no indicador maior pode variar ligeiramente. Com uma velocidade
menor o nível do óleo pode baixar um pouco e com uma velocidade maior pode subir um pouco (o
ar mistura--se com o óleo). Se o nível do óleo baixar de forma a ser visto no indicador de nível mais
pequeno, é necessário acrescentar óleo até cobrir completamente o indicador de nível. Reponha e
aperte o bujão respirador (672) no seu lugar. Vide volumes de óleo no Quadro 6.

642
642.2
Fig. 1
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Uttilização com o regulador de nível

672

0
642 638
Fig. 2

1 Instale o regulador de nível (638) na unidade de rolamentos.


2 Ajuste o regulador de nível (638) para a altura correta (0 mm) e aperte os parafusos de
aperto.
3 Desaperte e remova o bujão do respirador (672) e acrescente óleo até metade do visor
indicador (642). Reponha e aperte o bujão respirador (672) no seu lugar.
4 Remova o copo de vidro do regulador de nível (638), encha com óleo e volte a colocar o
copo de vidro do regulador de nível (638) no seu lugar.

3.2 Troca do óleo


Após a entrada em funcionamento, o óleo deve ser trocado pela primeira vez após 100 horas de
funcionamento e em seguida de acordo com o Quadro 5, ou com maior frequência se as condições
de funcionamento causarem contaminação ou alteração de outras propriedades do óleo utilizado.

Quadro 5 Trocas de óleo


Temperatura superfi-
Intervalo de troca
cial da caixa do rola-
de óleo
mento
65 °C 1 ano
75 °C 6 meses

Quadro 6 Volumes de óleo


Unidade de rolamentos Volume de óleo
nº (l)
1 0.2
2 0.5
3 0.6
4 0.9
5 2.2
6 3.7
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4 Temperaturas

Durante o funcionamento deverão ser regularmente observadas as temperaturas nos seguintes


pontos:
• corpo da voluta (102)
• caixa do rolamento (330)
• vedação do veio, medida na tampa do corpo (161) (subconstrução P)
• corpo (100) medida no impulsor de aspiração e no vedante mecânico (subconstrução S)
• motor (800)
Os motivos de quaisquer valores anormais deverão ser verificados imediatamente para evitar danos
posteriores mais graves.

5 Análise de ruído e vibração

A monitorização regular do ruído e vibrações emitidos pela bomba dá uma boa idéia das condições
e estado de desgaste dos rolamentos e outras peças da bomba sujeitas a desgaste. Esta prática
permite prognosticar de rotinas de manutenções e reduz a possibilidade de avarias inesperadas. Os
valores de vibração permitidos encontram--se no ponto ”Instruções de segurança / equilibragem e
Vibrações”.

6 Pressão de descarga

A monitorização regular da pressão gerada pela bomba, caudal nominal e consumo de energia da
unidade de acionamento dá uma idéia das condições e estado de desgaste dos componentes
hidráulicos da bomba, o que permite agendar ações de manutenção preventiva, tais como o ajuste
de folgas ou substituição de peças, de acordo com as necessidades.

7 Corrosão e desgaste

Quando as bombas funcionam sob condições corrosivas e/ou abrasivas, é necessário inspecionar
regularmente a espessura das paredes do corpo e da tampa do corpo. Quando a espessura da
parede for inferior á tolerância de corrosão permitida de 3 mm, a durabilidade mecânica (limites de
pressão) estabelecida nestas instruções deixa de ser garantida. Nas bombas resistentes ao
desgaste (W) a tolerância de desgaste e corrosão é de 50 % da espessura de parede do corpo da
voluta.
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8 Monitorização da vedação do veio

ATENÇÃO
O funcionamento em seco dos vedantes mecânicos danifica as superfícies de atrito
e causa derrames do líquido bombeado.

8.1 Empanque de cordão


As bombas com empanque de cordão devem ser inspecionadas regularmente para garantir a
existência de um ligeiro derrame através do empanque. Um empanque de cordão excessivamente
apertado origina desgaste na luva de fricção do veio e aumenta a demanda de energia. Vide
instruções no ponto “Operação / Controles durante o primeiro funcionamento”.

8.2 Vedante mecânico


Os vedantes mecânicos são normalmente instalados e ajustados na fábrica antes da entrega da
bomba. O princípio geral é de que um vedante mecânico é isento de fugas. O tempo de vida de um
vedante mecânico depende da limpeza e propriedades lubrificantes do líquido bombeado e do
líquido de selagem. Se houver derrame através do vedante mecânico, a bomba deve ser parada e
o vedante substituído.

8.3 Vedante dinâmico


A configuração de expulsor (604) do vedante dinâmico evita o derrame de líquido bombeado
através da caixa do empanque durante o funcionamento. Durante períodos de parada, o derrame é
evitado pelo vedante estático (435).

9 Limpeza exterior da bomba

A bomba foi concebida de maneira e evitar a entrada de líquidos externos para os rolamentos. No
entanto, deve evitar--se atingir os anéis de labirinto (423) diretamente com água a alta pressão.
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10 Manutenção das vedações do veio

AVISO
Pare sempre o motor antes de efetuar qualquer uma das ações de manutenção
da bomba descritas a seguir.
Assegure que o motor nunca possa ser conectado acidentalmente durante os
trabalhos de reparo.

AVISO
Drene sempre a bomba antes de desmontar a vedação do veio.
Quando se tratar do bombeamento de liquidos perigosos, garanta que não fique
nenhum líquido acumulado nas partes componentes da bomba.

AVISO
Nunca use material contendo asbestos para o empanque de cordão. Esses
materiais representam um risco para a saúde.

10.1Empanque de cordão
• Remova o cordão usado do seu alojamento na caixa de empanque usando uma ferramenta
de extração flexível. Fig. 3. Limpe a caixa de empanque e abra os furos do líquido de
selagem se estiverem obstruídos.

Fig. 3

• Se houver riscos ou marcas de desgaste na luva de fricção do veio (524) ou no alojamento


do cordão na caixa de empanque, substitua as peças danificadas.
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• Recomenda--se a utilização de cordões de empanque pré--comprimidos. Se no entanto for


necessário cortar os cordões de uma fita de vedação, proceda da seguinte maneira: Enrole
a fita quatro voltas (cinco para uma bomba EPP) à volta de uma peca de madeira com a
mesma espessura da luva de antifricção do veio (peça 524 no Quadro 7) e use uma faca
bem afiada para cortar os anéis, direta e axialmente, sem sobre o subdimensionar, Figura 4.
As dimensões da caixa de empanque e o comprimento total da fita a cortar sem tolerâncias
de trabalho encontram--se no Quadro 7.

Fig. 4

• A instalação de novos anéis de empanque deve ser precisa e executada de forma limpa.
• Unte ligeiramente com óleo a luva de fricção do veio e os anéis de empanque.
• Empurre o primeiro anel de empanque firmemente contra a bucha da sobreposta. As
extremidades dos anéis de empanque devem ajustar--se exatamente entre si.
• Coloque o segundo anel contra o primeiro de forma que as juntas fiquem a um ângulo
de180 graus entre si, Figura 5.
• A seguir, monte o anel de lanterna ou espaçador na câmara da vedação.
• Coloque também os dois últimos (três numa bomba EPP) anéis de vedação com as juntas a
180 graus (120 graus numa bomba EPP) entre si.
• Após todos os anéis de empanque e anel de lanterna terem sido colocados, aperte
manualmente as porcas da sobreposta da caixa de empanque.
• A vedação do veio é posta em funcionamento de acordo com o ponto ”Operação / Controles
durante o primeiro funcionamento”.
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Quadro 7 Dimensões da caixa de empanque

524

d D

APP, NPP e WPP


Comprimento total do anel EPP
APP, NPP e WPP EPP
Unidade de de empanque (mm) Comprimento
rolamentos Caixa de empanque Caixa de empanque
Vedante total do anel de
nº ∅d x ∅D x a ∅d x ∅D x a
Empanque estático do empanque
(mm) (mm)
de cordão vedante (mm)
dinâmico
1 40 x 60 x 10 640 256 -- --
2 50 x 70 x 10 770 308 -- --
3 60 x 85 x 12.5 930 372 55 x 75 x 10 1050
4 70 x 95 x 12.5 1050 420 70 x 95 x 12.5 1320
5 90 x 122 x 16 1350 540 90 x 122 x 16 1690
6 100 x 132 x 16 1460 584 105 x 132 x 16 1830

Empanque de cordão Vedante estático do vedante dinâmico

1ºanel 1ºanel
2ºanel Sobreposta anel de lanterna
da caixa de
anel de lanterna empanque 2ºanel
3ºanel
4ºanel

espaçador 5ºanel

Fig. 5
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10.2Vedante mecânico
Normalmente, os vedantes mecânicos não requerem qualquer ação de manutenção preventiva
durante o funcionamento. Se ocorrer algum problema, substitua o vedante.

10.3Vedante dinâmico
Normalmente, os vedantes dinâmicos não requerem qualquer ação de manutenção preventiva
durante o funcionamento. Contudo, ao fim dos primeiros anos de funcionamento, o vedante estático
(435) pode desgastar--se de tal forma que aparece algum derrame durante os períodos de parada,
o que pode ser corrigido fazendo deslizar o anel de impulso (475) na direção do corpo da voluta até
parar o derrame. O anel de impulso deve estar sempre travado com os parafusos sem cabeça
(904) durante o funcionamento. Este ajuste pode ser feito várias vezes durante o tempo de vida do
vedante estático. O desgaste permitido do vedante estático é de cerca de metade da sua
espessura. Se o desgaste for maior ou o vedante estiver danificado, deve ser substituído por um
novo. A manutenção dos empanques de cordão usados em conexão com um vedante dinâmico
deve ser efetuada em conformidade com o ponto ”Empanque de cordão”.

11 Ajuste da folga entre a placa lateral e o impulsor

Se a bomba estivar equipada com uma placa lateral ajustável (135), a folga entre o impulsor e a
placa lateral é ajustada sem desmontar a bomba, como segue: (Figura 6).
920.1 909

135

230

Fig. 6

• Desaperte as porcas sextavadas (920.1) dos parafusos de ajuste (909).


Se a bomba estiver equipada com um impulsor vortex, mova a placa lateral com os
parafusos de ajuste de forma que a decalagem entre a placa lateral e o corpo da voluta seja
mínima.
• Rode os parafusos de ajuste, um de cada vez, em sentido inverso ao dos ponteiros do
relógio até que a placa lateral toque no impulsor. Rode os parafusos de ajuste 1/3 de volta
no sentido dos ponteiros do relógio para obter uma distância de 0.5 mm entre a placa lateral
e o impulsor.
• Após o ajuste, volte a apertar as porcas sextavadas para travar os parafusos de ajuste. Os
parafusos não devem rodar durante o aperto das porcas.
• Verifique que a bomba gira livremente, rodando manualmente o acoplamento.
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• A placa lateral pode ser ajustada num máximo de 3 -- 4 mm (5 -- 6 mm nas bombas de


construção W) na direção do impulsor. Se for necessário um ajuste maior, substitua o
impulsor a placa lateral para manter a folga correta.
12