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AULA 2

PROF FLÁVIO ASSIS


14) (FCC – Analista Judiciário – Administrativa – TRT/18) Em relação à LRF − Lei de
Responsabilidade Fiscal (Lei 101/2000) que estabelece as normas de finanças públicas
voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, considere:

I. Desobriga a divulgação dos atos, contratos e outros instrumentos celebrados pela


Administração pública direta.
II. Estabelece, em regime nacional, parâmetros a serem seguidos exclusivamente pela União,
relativos aos gastos públicos.
III. Contém restrições orçamentárias que visam a preservar a situação fiscal dos entes
federativos, de acordo com seus balanços anuais, com o objetivo de garantir a saúde
financeira de estados e municípios.
IV. É um dos mais fortes instrumentos de transparência em relação aos gastos públicos e
privados, indicando os parâmetros para uma administração eficiente.
Está correto o que se afirma APENAS em

(A) I e II. (B) III e IV. (C) I e III. (D) I e IV. (E) II e III.
15) (CESPE - Técnico de Orçamento - MPU - 2010) A LRF estabelece que a
responsabilidade na gestão fiscal pressupõe ação planejada e transparente, para que
se previnam riscos e corrijam desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas
públicas. Nesse sentido, os recursos da reserva de contingência são uma forma de
prevenir os riscos de desequilíbrios nas contas públicas provocados por situações
contingentes

Art. 2o Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:


I - ente da Federação: a União, cada Estado, o Distrito Federal e cada Município;
II - empresa controlada: sociedade cuja maioria do capital social com direito a
voto pertença, direta ou indiretamente, a ente da Federação;
III - empresa estatal dependente: empresa controlada que receba do ente
controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de
custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de
aumento de participação acionária;
16) (CESPE – Auditor Fiscal de Controle Externo – TCE/SC – 2016) Empresa
estatal que receba do seu ente controlador recursos financeiros para pagamento
de custeio em geral será considerada, para efeitos de responsabilidade fiscal,
empresa estatal dependente.
17) (CESPE – Auditor Fiscal de Controle Externo – Direito - TCE/SC – 2016)
Integra a administração indireta municipal, como empresa controlada, a
sociedade empresária de cuja maioria das ações o município seja titular, ainda
que não tenha direito a voto.
18) (CESPE – Auditor Municipal de Controle Interno – CGM/JP – 2018) O
orçamento de investimento de determinada empresa somente deve ser incluído
na lei orçamentária anual se a União detiver a maioria do capital social com
direito a voto dessa empresa.
19) (CESPE – Técnico de Nível Superior – ENAP - 2015) São empresas estatais
dependentes, as controladas por qualquer ente da Federação que recebam
recursos para investimentos que não decorram de aportes para aumento do
capital social.
a) na União, os valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação
constitucional ou legal, e as contribuições mencionadas na alínea a do inciso I e
no inciso II do art. 195, e no art. 239 da Constituição;
Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e
indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União,
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições
sociais: (Vide Emenda Constitucional nº 20, de 1998)
I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei,
incidentes sobre: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de
1998)
a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a
qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo
empregatício;
II - do trabalhador e dos demais segurados da previdência social, não incidindo
contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de
previdência social de que trata o art. 201;
Art. 239. A arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de
Integração Social, criado pela Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970,
e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, criado
pela Lei Complementar nº 8, de 3 de dezembro de 1970, passa, a partir da
promulgação desta Constituição, a financiar, nos termos que a lei dispuser, o
programa do seguro-desemprego e o abono de que trata o § 3º deste artigo
b) nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação
constitucional;
c) na União, nos Estados e nos Municípios, a contribuição dos servidores
para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas
provenientes da compensação financeira citada no § 9º do art. 201 da
Constituição.
§ 9º Para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de
contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese
em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente,
segundo critérios estabelecidos em lei.
§ 1o Serão computados no cálculo da receita corrente líquida os valores pagos e
recebidos em decorrência da Lei Complementar no 87, de 13 de setembro de 1996,
Dispõe sobre o imposto dos Estados e do Distrito Federal sobre operações relativas à
circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e
intermunicipal e de comunicação, e dá outras providências. (LEI KANDIR)
e do fundo previsto pelo art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
Art. 60. Até o 14º (décimo quarto) ano a partir da promulgação desta Emenda
Constitucional, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios destinarão parte dos
recursos a que se refere o caput do art. 212 da Constituição Federal à manutenção e
desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da
educação,
§ 2o Não serão considerados na receita corrente líquida do Distrito Federal e
dos Estados do Amapá e de Roraima os recursos recebidos da União para
atendimento das despesas de que trata o inciso V do § 1o do art. 19.
§ 3o A receita corrente líquida será apurada somando-se as receitas
arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as
duplicidades.
20) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) Os
valores transferidos por determinação constitucional ou legal não devem ser
deduzidos para o cálculo da receita corrente líquida.
21) (CESPE – Auditor Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018)As
transferências recebidas de outros entes não integram a receita corrente líquida.