Você está na página 1de 24

SPGL - SINDICATO DOS PROFESSORES DA GRANDE LISBOA

a
LISTA
Membro

website | sites.google.com/view/sermossindicato-spgl/
blogue | sermossindicato-spgl.blogspot.com
facebook | fb.me/spglsermossindicato
LISTA A É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS

APRESENTAÇÃO desenvolvido durante o fascismo


pelos Grupos de Estudos dos Ensi-
É com elevada confiança que nos Preparatório e Secundário e do
aceito a missão de ser Mandatário Sindicato de Professores do Ensino
da Lista A – “É Tempo de Sermos Particular, importa lembrar que a
Sindicato. Unidos Venceremos!” liberdade sindical é condição e ga-
candidata às Eleições para os Cor- rantia para a construção da unidade
pos Gerentes, Conselho Fiscal e e defesa dos direitos e interesses de
Conselho Geral do SPGL – Sindica- todos os trabalhadores.
to dos Professores da Grande Lis-
boa, no quadriénio 2019-2023. Carlos Mota Soares
(Mandatário da Lista A)
Num contexto político-sindical em
que se exige uma efetiva valorização
dos professores, com vários proble-
mas urgentes que se arrastam e que

a
promovem a conflitualidade laboral
e social, estou certo que este proje-
to agregador de homens e mulheres
com diferentes experiências e sensi-
• Professor Emérito da Univer- bilidades, mas que em comum pre-
sidade de Lisboa / Instituto Su- tendem trabalhar por uma presença
perior Técnico. mais ativa nas Escolas, será capaz
de imprimir a força necessária para
• Mandatário da Lista A – “É
Tempo de Sermos Sindicato.
a mudança, fazendo jus à génese
Unidos Venceremos!”, projeto deste grande Sindicato.
candidato às Eleições para o
SPGL – Sindicato dos Profes- No ano do 45º Aniversário do 25
sores da Grande Lisboa, a re- de Abril de 1974 e também do nos-
alizar no dia 16 de Maio. so Sindicato, herdeiro do trabalho
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

Presidente Vice-Presidentes Tesoureiro

Brígida Batista Jorge Gonçalves Belandina Vaz Augusto Figueiredo Ricardo Miguel
Sócia: 54912 Sócio: 64725 Sócia: 71710 Sócio: 17757 EB 1 Sócio: 66622
AE Romeu Cor- AE Nun’Álvares, EB 2,3 Piscinas Abrigada, Alenquer Ext. Coop.

A
reia, Almada Seixal Olivais, Lisboa Benedita,
Alcobaça

Coordenadora Coordenador Coordenadora Coordenadora


Direção Central

DR Lisboa DR Oeste DR Santarém DR Setúbal

Rosa Duarte Vítor Miranda Maria Leonor Rosa Vaz


Sócia: 37543 Sócio: 67680 Fonseca Sócia: 54740
EB Maria EB 2,3 Venda Sócia: 51181 EB/JI Quinta
Veleda, Loures do Pinheiro, EB/JI Amiais Cima, dos Franceses,
Mafra Santarém Seixal

PROGRAMA vo sobrecarregando os que ficaram


“(...) projeto agregador de
e acentuando o recurso ao trabalho homens e mulheres com
Educação - fator de precário dos que, ano após ano, diferentes experiências e
emancipação individual continuavam na injusta condição de sensibilidades, mas que
e coletiva, promotora contratados. em comum pretendem
de uma sociedade Fechou-se esse ciclo de penosa
trabalhar por uma presença
memória abrindo-se outro resultan-
mais justa, fraterna e te de uma nova forma de olhar os mais ativa nas Escolas,
democrática. resultados eleitorais, encontrando será capaz de imprimir
uma maioria no quadro da Assem- a força necessária para
As eleições para os Corpos Ge- bleia da República que afastou os a mudança, fazendo jus
rentes, Conselho Fiscal e Conselho partidos da direita e o aprofunda-
Geral do Sindicato dos Professores
à génese deste grande
mento da sua política de empobre-
da Grande Lisboa (SPGL) para o cimento dos portugueses e do país. Sindicato.”
Quadriénio 2019 – 2023 irão reali- As lutas desenvolvidas por muitos so e sucesso educativo das crian-
zar-se no dia 16 de Maio. trabalhadores, incluindo os profes- ças e jovens que a frequentam mas
Passados 4 anos das últimas elei- sores, deram consistência à solução também aos professores, nomeada-
ções, diferente é o tempo político encontrada e afastou a direita do go- mente com o descongelamento das
que vivemos depois de um longo e verno do país. carreiras e o fim da PACC, entre ou-
duro período fortemente penalizador Esta legislatura, que agora se tras, para as quais deram importan-
dos direitos e condição económica encaminha para o seu termo, trou- te contributo os partidos da esquer-
e social dos professores e demais xe com ela fundadas esperanças e da parlamentar.
trabalhadores. A narrativa genera- expetativas de tempos mais justos. Com o passar do tempo é tempo
lizada de “que se vivera acima das Importa não desvalorizar o facto de de fazer balanço e é legítimo consta-
possibilidades” fez da classe do- se ter conseguido estancar o perigo- tar que o capital de esperança inicial
cente um alvo fácil. Fecharam-se so rumo que vinha sendo seguido se vai esgotando sem que outras
largas centenas de escolas por todo pelo governo anterior, evidente tam- medidas de fundo sejam tomadas.
o país, congelaram-se as carreiras e bém nos avanços alcançados com a O défice e os superiores interesses
os salários, milhares de professores aprovação de algumas medidas fa- ditados por Bruxelas voltam a ser
foram afastados do sistema educati- voráveis à Escola Pública, ao aces- invocados para impedir que outros
LISTA A PROGRAMA

avanços sejam alcançados. Falta impunha ao país e, sem qualquer 1. Razões desta
uma aposta clara no desenvolvi- margem para dúvida, não o quere- candidatura
mento do país de que a Educação mos de volta. Queremos ser profes-
é um importante pilar. A Escola In- sores e fazer da Escola um espaço
clusiva que a todos acolhe e a todos de aprendizagem e de participação Defender a Escola Pública,
dá de acordo com as suas necessi- democrática, de alegria e de espe- Valorizar e Dignificar a
dades e potencialidades é um sonho rança. Profissão Docente
impresso numa folha de papel fal- Como direito constitucional, o di-
tando-lhe os meios para se concreti- reito à educação deve ser assegu- Esta é uma candidatura cons-
zar. Muitos são os jovens impedidos rado a todos os cidadãos através de truída a partir das escolas com pro-
de frequentar o Ensino superior por uma política pública de ensino, que fessores, educadores de infância e
falta de condições económicas que garanta serviços de proximidade e investigadores comprometidos com
suportem o custo das propinas, alo- de qualidade. Só assim é possível a luta sindical e com a defesa da
jamento e alimentação. contribuir para a formação integral escola pública e da classe docen-
Este sentimento de mais uma do indivíduo e para o desenvolvi- te. A candidatura que propomos é
oportunidade perdida generaliza-se mento de todas as suas qualidades composta por dirigentes, delegados
a outros setores e camadas da po- potenciais, consideradas do ponto e ativistas sindicais que vêm acom-
pulação portuguesa. À preocupação de vista físico, intelectual, moral e panhando de perto os problemas
com o Sistema Nacional de Saúde artístico, e assim capacitá-lo para que nos afetam no desempenho das
e com a sua gritante falta de meios uma intervenção activa e consciente nossas funções docentes.
para dar uma resposta cabal às ne- na sociedade, transformando-o em Defendemos a carreira docente
cessidades das populações, junta- agente de mudança e de progresso. exigindo a recuperação integral do
-se a falta de investimento nos res- Houve avanços que importa am- tempo de serviço congelado, não
tantes serviços públicos, os baixos pliar e aprofundar, o que só será aceitando qualquer discriminação
salários, os problemas de habitação possível com um forte movimento relativamente à generalidade das
e dos transportes públicos. Aos pro- sindical unitário e com a luta dos
fessores, o governo impõe a sua ar- trabalhadores e das populações. “Esta é uma candidatura
rogante intransigência negando-lhe Com o objetivo de contribuir para construída a partir das
o direito à recuperação de 9A 4M 2D esse desígnio, sempre no seio da
do tempo de serviço trabalhado e FENPROF, esta candidatura, de
escolas com professores,
não repercutido na sua carreira. Si- professores para professores, afir- educadores de infância
multaneamente assiste-se ao sorve- ma: e investigadores
douro de dinheiros públicos de que comprometidos com a luta
a Banca e os grandes interesses “É Tempo de Sermos Sindicato” sindical e com a defesa da
económicos continuam a beneficiar. certos de que só
Há razões para a frustração, sim. “Unidos Venceremos!”.
escola pública e da classe
Sabemos o que nos custou inver- docente.”
ter o rumo que o anterior governo
Central

DR Santarém
Direção

Vice-Coord.
Vice-Coord.

Vice-Coord.
Vice-Coord.

DR Setúbal
DR Lisboa

DR Oeste

Paulo Maria de Los Maria de Fátima Ana Teresa


Gonçalves Angeles Castro Santos
Sócio: 60771 Sócia: 50635 Sócia: 50552 Sócia: 50729
ES Odivelas, ES Fernão Pó, EB1 Santa Maria, Escola Básica
Odivelas Bombarral Torres Novas da Cruz de Pau,
Seixal
Efetivos

Ágata Sofia Alexandre Ana Maria Ana Catarina Ana Isabel Ana Marga- Ana Paula Ana Paula
Pereira Magrinho Araújo Samartinho Vasconcelos rida Ferreira Amaral Jesus
Sócia: 65144 Sócia: 56151 Sócia: 45145 Sócia: 66213 Sócia: 60663 Sócia: 77213 Sócia: 75173 Sócia: 50886
EB1, JI Venteira, ISP Setúbal, EB 2,3 Nuno EB Visconde EB1 Paulino Socied. AE Reynaldo EB 2/3 Dr. António
Amadora Setúbal Gonçalves, de São Gião, Montez, Lisboa Filarmónica dos Santos, Vila Chora Barroso,
Lisboa Torres Novas Gualdim Pais Franca de Xira Torres Novas
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

outras carreiras da administração órgãos colegiais, que ponha fim ao


pública, nem à carreira docente na cargo “unipessoal” de Diretor. De- “Ao longo dos tempos
Madeira e nos Açores. Considera- fendemos que a construção de uma foi através da sua luta
mos necessário reforçar a luta por escola pública, democrática, inclusi- organizada que os
melhores condições de trabalho va e de qualidade incumbe ao Esta- professores, com os seus
nas escolas, pelo cumprimento dos do, que não pode nem deve alienar sindicatos no âmbito da
horários, pelo reforço do pessoal essa responsabilidade. Assim, pro-
não docente, pela diminuição do pomos aprofundar a luta contra a FENPROF, alcançaram
número de alunos por turma e por municipalização da Educação. conquistas importantes (...)”
um regime de aposentação justo No Ensino Superior Universitário
que permita aos docentes terminar e Politécnico mantêm-se as conse- Ao longo dos tempos foi através
a sua carreira com dignidade. Lutar quências do subfinanciamento. Es- da sua luta organizada que os pro-
pelo fim de contratações sucessivas tas instituições continuam a sobre- fessores, com os seus sindicatos no
para necessidades que são perma- viver à custa do trabalho precário, âmbito da FENPROF, alcançaram
nentes e de horários incompletos com professores e bolseiros de in- conquistas importantes de que se
que são contabilizados como horá- vestigação sujeitos à precariedade, poderá destacar a consagração do
rio parcial para a segurança social. a baixos salários e horários desre- Estatuto da Carreira Docente.
Defendemos e lutamos por um mo- gulados. Por isso se torna neces- Esta candidatura, consciente da
delo de gestão democrática que en- sário continuar a lutar por melhores necessidade de reforçar a Luta de
volva a comunidade educativa nos condições de trabalho e pela sua todos os docentes, desde a Educa-
processos de tomada de decisão integração nos quadros. ção Pré-escolar ao Ensino Superior,
mais estruturantes, com eleição de passando pelo Básico e Secundá-

Anabela Anabela Anabela Andreia António Paz António António Bárbara Vaz
Almeida Laranjeira Raposo Catarina Gomes Barreiras Guerreiro Sócia: 75544
Sócia: 39366 Sócia: 75561 Sócia: 63892 Pereira Sócio: 19632 Sócio: 73731 Sócio: 71022 EB1/JI Laran-
ES Marquesa de EB 1 Santo EB Rogério Sócia: 76875 Aposentado, EB 2/3 Vale Universidade jeiras, Lisboa
Alorna, Lisboa Condestável, Ribeiro, Almada A Voz do Ope- Almada de Milhaços, Lusófona
Lisboa rário, Lisboa Seixal

Bárbara Carla Leão Carlos Catarina Cecília Clara Cristina Dina


Ramires Sócia: 71865 Gaspar Teixeira Oliveira Rodrigues Pereira Correia
Sócia: 74662 EB 2,3 Manuel Sócio: 61112 Sócia: 71239 Sócia: 34804 Sócia: 75580 Sócia: 59844 Sócia: 68607
A Voz do Op- da Maia, Lisboa ES Dr. José Santa Casa da AE António EB1/JI Quinta JI Vale da Pe- EB Nº3 Laran-
erário, Lisboa Afonso, Seixal Misericórdia de Gedeão, dos Franceses, dra, Cartaxo jeiro, Almada
Lisboa, Lisboa Almada Seixal
LISTA A PROGRAMA

rio, tanto no Ensino Público como - nas escolas, com núcleos sindicais 2. É tempo de sermos
no Privado, apresenta-se com o ativos e nos órgãos centrais do Sin- sindicato!
lema “É tempo de Sermos Sindi- dicato, com a valorização da Assem-
cato! Unidos Venceremos” pela bleia Geral de Sócios e das Assem-
necessidade de construir a mudan- bleias de Delegados Sindicais - ou Defender os Professores,
ça e o reforço do SPGL, colocan- seja, promover a vida democrática valorizar a participação,
do-o no caminho que compete ao do SPGL construindo a unidade ne- construir a mudança e o
movimento sindical de classe – De- cessária à defesa firme das nossas reforço do SPGL
fender os professores e os seus di- reivindicações.
reitos laborais - valorizando a parti- Afirmamos “É Tempo de Sermos Defendemos um modelo de sin-
cipação e envolvimento dos sócios Sindicato. Unidos Venceremos!” dicalismo assente nos princípios
nos processos de tomada de deci- porque o projecto unitário que inte- de fundação do SPGL. Um sindi-
são, na atividade sindical quotidiana gramos é o único, pela sua proposta calismo combativo, de massas e
nas escolas, na ação reivindicativa e acção, capaz de colocar o SPGL de classe, centrado nas escolas e
e na luta organizada. Impõe-se um no caminho que os professores e baseado num profundo conheci-
maior empenho na sindicalização as escolas precisam. Vamos à luta mento dos problemas concretos dos
de mais professores e educadores, por um SPGL forte, reivindicativo professores, educadores, investiga-
na eleição de delegados sindicais e presente nas escolas, capaz de dores, no público ou no privado, no
e no reforço do apoio necessário agregar em si a força e a luta dos ativo ou aposentados. Impõe-se um
professores, investigadores e edu- maior empenho na sindicalização de
“Promover espaços de cadores em defesa dos seus direitos mais professores e educadores, na
e reivindicações. Capaz de reforçar
diálogo e reunião - nas a FENPROF, Frente Comum e CG-
eleição de delegados sindicais e no
escolas, com núcleos reforço do apoio necessário à sua
TP-IN, capaz de construir a escola
ação junto dos professores em cada
sindicais ativos e nos pública, democrática, gratuita, inclu-
escola.
órgãos centrais do siva e de qualidade para todos.
Defendemos a necessidade de
Sindicato (...)” “É Tempo de Sermos Todos Sindi-
conhecer e intervir sobre a reali-
cato. Só unidos Venceremos!”.
dade das escolas, garantindo um
acompanhamento eficaz na deteção
à sua acção junto dos professores e resolução de problemas, cons-
em cada escola. Conhecer e inter- truindo uma maior unidade entre os

LISTA A
vir sobre a realidade das escolas, professores. Uma ação sindical que
garantindo um acompanhamento garanta a participação de todos na
eficaz na deteção e resolução de construção de propostas e na mobi-
problemas, construindo uma maior lização para a ação.
unidade entre os professores. Pro- O nosso projeto de unidade acre-
mover espaços de diálogo e reunião dita que a força dos sindicatos é a
Central
Direção

Efetivos

Dulce Maria Dulce Edith Maria Elsa Eunice Reis Fernanda


Franco Carvalho Carvalho Machado Sócia: 70847 Esberard
Sócia: 73214 Sócia: 53346 Sócia: 66388 Sócia: 75722 EB1 do Conda- Sócia: 73199
EB da Pon- AE das Laran- Centro Escolar E. P. Agrícola do, Lisboa AE Vergílio
tinha, Odivelas jeiras, Lisboa Serra D’Aire, D. Dinis-Paiã, Lis Ferreira, Lisboa
Torres Novas Odivelas

Francisco Gisela Helena Dinis Helena Dias Ilda Reis Ilda Santos Inês Isabel Cristina
Santos Valente Sócia: 58160 Sócia: 65464 Sócia: 42596 Sócia: 55259 Alexandre Correia
Sócia: 32628 Sócia: 74060 AE Samora ES Luís de Fre- EB Barbosa EB Miquelina Sócia: 73322 Sócia: 55893
Aposentado, EB N.º 4 Póvoa Correia, itas Branco, du Bocage, Pombo, Almada JI Casal Popu- CPBES Arrente-
Amadora de Santa Iria, Benavente Oeiras Odivelas lar da Damaia la - JI Pica Pau,
Vila F. de Xira Seixal
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

no seu local de trabalho, algo indis- de formação sindical para delega-


“Vamos à luta por um pensável para uma efetiva transfor- dos e dirigentes sindicais;
mação que os tempos exigem, no
SPGL forte, reivindicativo e sentido de melhorar as nossas con- > o desenvolvimento de processos
presente nas escolas, capaz dições de vida e de trabalho. que permitam a comunicação rápida
de agregar em si a força e a e eficaz com os delegados e dirigen-
luta dos professores, inves- Assim, torna-se indispensável tes sindicais, nomeadamente atra-
tigadores e educadores em uma alteração da prática sindical vés da edição de informação apro-
que garanta: fundada e detalhada e com recurso
defesa dos seus direitos e às novas tecnologias de informação
reivindicações.” > um aumento da sindicalização, e comunicação;
que inverta a grande perda de
sócios e o enfraquecimento dos > o reforço da participação dos do-
força dos trabalhadores unidos, coletivos sindicais das escolas. centes da Educação Pré-Escolar e
independentemente do seu vínculo dos ensinos básico, secundário e
laboral, organizados, reivindicativos > o aumento do número de delega- superior, tanto do público como do
e em movimento, a partir dos locais dos sindicais, de modo a garantir a privado, na atividade sindical, bem
de trabalho. Naturalmente, esta for- ligação a todas as escolas e o refor- como dos docentes aposentados;
ça organizada é inseparável da ca- ço da ação sindical;
pacidade de direção, organização, > a promoção de espaços de diá-
intervenção e ação, firme e combati- > a realização de reuniões descen- logo e reunião - nas escolas, com
va, da sua associação de classe – o tralizadas de delegados sindicais núcleos sindicais ativos e nos ór-
Sindicato. por forma a potenciar a intervenção gãos centrais do Sindicato, com a
No entanto, são vários os relatos destes nas suas escolas; valorização da Assembleia Geral de
de colegas que atualmente não re- Sócios e das Assembleias de Dele-
conhecem a presença do Sindicato > a organização regular de ações gados Sindicais, valorizando a vida

Jaime Pinho Joaquim Jorge Jorge José José José Manuel Júlia Freire
Sócio: 33985 Ventura Cadima Alves António Grachinha Silva Sócia: 32874
ES D. João II, Sócio: 74697 Sócio: 35767 Sócio: 39452 Coelho Sócio: 57030 Sócio: 45195 E. Sec. Manuel
Setúbal Escola Prof. Inst. Sup. Agrono- Faculdade de Sócio: 57030 EB Reguen- EB Santa Iria, Cargaleiro,
Comunicação e mia, Lisboa Belas Artes de Aposentado go Grande, Tomar Seixal
Imagem, Lisboa Lisboa Lourinhã

Lídia Pinto Lígia Lucília Pita Luís Miguel Luísa Madalena Manuel Manuela F.
Sócia: 36018 Galvão Sócia: 51183 Bento Chumbinho dos Santos Guerra G. Amoedo
EB Barbosa Sócia: 3731, ES Dr. José Sócio: 69352 Sócia: 76176 Sócia: 54070 Sócio: 77055 Sócia: 47292
du Bocage, Aposentada, Afonso, Seixal EB 2,3 João EB 2,3 Gaspar Faculdade de Escola Artística AE Mem Mar-
Setúbal Almada Villaret, Loures Correia, Loures Direito, Lisboa António Arroio, tins, Sintra
Lisboa
LISTA A PROGRAMA

democrática do SPGL e construindo Afirmamos “É tempo de sermos sin- trabalhado – 9A 4M 2D – pelo que
a unidade necessária à defesa firme dicato! Unidos Venceremos!” por- a “Lista A - É tempo de Sermos
das nossas reivindicações; que o projeto de unidade que inte- Sindicato. Unidos Venceremos!”
gramos é o único, pela sua proposta afirma que o tempo trabalhado tem
> a importância da atividade sin- e ação, capaz de colocar o SPGL que ser contado e que daremos voz
dical para a democracia e para a no caminho que os professores e as aos professores nesta e noutras jus-
defesa dos interesses dos profissio- escolas precisam! tas reivindicações.
nais da educação, nomeadamente Não aceitamos a discriminação
quanto à realização de reuniões, que o governo nos quer impor, quer
exercício dos direitos de manifesta- 3. As Lutas dos relativamente aos colegas das Re-
ção e greve e afixação e divulgação Professores em Defesa giões Autónomas, quer relativamen-
de informação; te à generalidade das carreiras da
da Profissão Docente e Administração Pública, num claro
> a abertura e funcionamento re- da Escola Pública atropelo ao princípio da igualdade
gular das delegações, permitindo consagrado na nossa Constituição.
melhor condições para o contacto 3.1. Situação Profissional Defendemos a posição da
entre os professores e para a ativi- dos Professores FENPROF da recuperação do tem-
dade sindical. po de serviço faseada em 7 anos,
Os professores e educadores 545 dias nos seis primeiros anos e

vota A não estão dispostos a abdicar da


recuperação do tempo de serviço
141 no último ano, contabilizados a
partir de 1 de janeiro de 2019, res-
peitando o princípio da sustentabili-
dade e racionalidade económica do
país. Defendemos também que, por
opção do docente, o tempo possa
ser parcial ou totalmente contabi-
lizado para o cálculo da aposenta-
ção. O mesmo princípio deve estar
subjacente para a dispensa do re-
quisito da obtenção de vagas para
acesso ao 5º e 7º escalões, poden-
do o tempo a recuperar ser parcial
ou totalmente mobilizado para ultra-
passar este constrangimento.
Defendemos que a tempo de
serviço igual corresponda o mesmo
escalão e igual remuneração. Con-
Central
Direção

Efetivos

Maria José Maria de Maria Manuela Maria Maria Nazaré Maria Teresa
Brites Lurdes Martins Gonçalves S. Simões Canhoto Oliveira
Sócia: 75750 Sócia: 64491 Sócia: 68436 Sócia: 43088 Sócia: 58485 Sócia: 46883
Creche P. Rio de AE Miguel Torga, EB Lisboa n.º 36, EB1/JI António EB 2,3 Pedro ES Madeira
Mouro, Sintra Amadora Lisboa Torrado, J. Magalhães, Torres, Torres
Abrantes V. F. Xira Vedras

Maria Teresa Mário Jorge Mário Júlio Mário Roque Paula Paulo Paulo Jorge Pedro Miguel
Santos Amoreira Reis Sócio: 75582 Fernandes Arsénio Silva Santos
Sócia: 44538 Sócio: 62401 Sócio: 37035 AE Sócia: 66832 Sócio: 48559 Sócio: 74710 Sócio: 73977
EB D. Dinis N.º1, EB Carlos Ribei- EB 1 Vale da Nun’Álvares, E. Fernando EB S. João da E. P. Agrícola AE Arruda dos
Odivelas ro, Seixal Pinta, Cartaxo Seixal Pessoa, Lisboa Talha, Loures D. Dinis-Paiã, Vinhos
Odivelas
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

testamos qualquer tipo de estrangu- conta o elevado desgaste físico e materiais e humanos, a contribuir
lamento da carreira dos professores psíquico que o exercício da profis- para o estado de exaustão em que
como sejam a “obtenção de vaga” são acarreta e que atinge um núme- se encontram os colegas.
para acesso ao 5º e 7º escalões. ro crescente e alarmante de docen- Denunciamos o aumento do ho-
tes. rário semanal entre 4 a 6 horas
- Lutamos contra a precariedade Não podemos ignorar o facto de apurado em inquérito aos docentes
na profissão docente, que represen- todos os estudos levados a cabo abrangidos pela implementação da
ta cerca de 35% da precariedade desde 2010 evidenciarem que as flexibilidade curricular, a que se jun-
em toda a Administração Pública, percentagens de docentes em si- tam as inúmeras reuniões resultan-
atingindo mesmo os 42% se se in- tuação grave de stress ou mesmo tes do decreto da Educação Inclu-
cluírem os colegas do Ensino Supe- burnout têm evoluído desde cerca siva, publicado tardiamente e sem
rior. de 34% em 2010 para 66% em 2016 qualquer preparação.
Denunciamos a utilização da e para 71% em 2018. Exigimos a clarificação definiti-
chamada norma travão como um Não aceitamos que o mesmo go- va entre componente letiva e não
estratagema para o governo fingir verno que se diz preocupado com letiva, deixada ao arbítrio das Di-
que cumpre a Diretiva Europeia de o elevado número de docentes de reções das escolas e geradora das
1999, ao mesmo tempo que man- baixa médica (12%), submeta os co- situações mais díspares, bem como
tém tantos docentes com 20 anos legas a situações tão difíceis como a inclusão das horas destinadas a
de serviço ou mais na situação de estas, com o consequente prejuízo reuniões no horário semanal.
vínculo precário. para si próprios e para a sua saúde, Apoiamos a posição da
Denunciamos igualmente a farsa mas também para as suas famílias FENPROF de fazer Greve ao sobre-
que se desenrola ao nível do Ensino e para os seus alunos. trabalho, que os tribunais e o pró-
Superior com o processo Prevpap, Não aceitamos que o mesmo prio ME reconhecem não poder ser
em que apenas 7% dos requeri- governo que reconhece ser o en- sujeita a descontos, a todo o traba-
mentos apresentados pelos colegas velhecimento da classe docente um lho que exceda o que está registado
tiveram desfecho favorável. problema, nada faça para alterar a no horário.
Defendemos que a estabilidade situação de haver em todo o país Exigimos que a única medida que
profissional e pessoal, cuja ausên- apenas 126 docentes com idade compensava os docentes do des-
cia é tantas vezes referida nos estu- inferior a 35 anos e de exigir mais gaste da profissão, o artigo 79º do
dos de stress, é condição essencial de 66 anos de idade para aceder à ECD, volte a ser incluído na compo-
para um eficaz desempenho da pro- aposentação. nente individual de trabalho e apli-
fissão, refletindo-se positivamente cado a partir dos 40 anos de idade,
na qualidade de ensino ministrado - Lutamos contra a desregulação admitindo-se um regime transitório
aos alunos. dos horários de trabalho, cada vez de aplicação aos 45 anos.
mais sobrecarregados com expe-
- Defendemos um regime espe- riências pedagógicas desacompa-
cial de aposentação que tenha em nhadas dos necessários recursos

Pedro Miguel Rosa Balão Rui Miguel Sandra Cruz Sílvia Susana Teresa Vanda
Trindade e Sócia: 77294 Nabais Sócia: 68830 Jermias Torres Sepúlveda Cachapa
Lima ES Jorge Sócio: 62766 EB 2,3 Pedro Sócia: 62826 Sócio: 68913 Sócia: 18344 Sócia: 76701,
Sócio: 48359 Peixinho, Acad. Música de Eanes Lobato, AE de Sines, AE Romeu Cor- AE Madeira AE Fragata do
Instituto Superior Montijo Almada, Almada Seixal Sines reia, Almada Torres, Torres Tejo, Moita
Técnico, Lisboa Vedras
Central
Direção

Suplentes

Víctor João Guincho Luís António Dora Sofia Rui Manuel Ana Paula
Vasconcelos Sócio: 55782 Barbosa Esteves Oliveira Batista
Sócio: 70970 EB Luís Sttau Sócia: 60865 Sócia: 73602 Sócio: 33114 Sócia: 40497
E Sec. Romeu Monteiro, EB Alto dos Moin- EB D. Carlos I, ES Gil Vicente, EB1 Santo
Correia, Almada Loures hos, Sintra Sintra Lisboa António, Tomar
LISTA A PROGRAMA

3.2. Aposentação e FENPROF, concluiu que 75% dos “75% dos educadores
docentes aposentados educadores de infância e professo- de infância e professores
res dos ensinos básico e secundário
exercem a sua atividade em situa-
dos ensinos básico e
Consideramos que a recusa do secundário exercem a sua
ME em discutir as propostas da ção de exaustão emocional, sendo
FENPROF, de reverter parte do que 24% apresentam sinais críticos atividade em situação de
tempo congelado para efeitos de ou extremos. Do conjunto de pro- exaustão emocional (...)”
aposentação, não só constitui uma fessores, 84% afirmaram que, se
afronta aos docentes como entra pudessem, se aposentariam, o que aposentação, é comprometer a
em contradição com as declarações quase coincide com a percentagem qualidade do ensino, é martirizar
que o próprio ME tem feito publica- de docentes com 40 ou mais anos os docentes, é negar-lhes um fim
mente, reconhecendo que a classe (85.5%), numa classe profissional de vida com a merecida dignidade.
está muito envelhecida, ocupando em que 50% dos seus ativos apre- Por isso defendemos um regime
um vergonhoso 2º lugar na Europa, senta elevados índices de cansaço. que permita a aposentação
mas nada fazendo para promover Não reconhecer que esta é uma sem penalizações aos 36 anos
o seu rejuvenescimento. Um estu- profissão de rápido desgaste, a de serviço, admitindo que
do recente elaborado pela Univer- exigir condições especiais de transitoriamente se reúnam essas
sidade Nova de Lisboa, no âmbito condições aos 40 anos de carreira
de uma parceria estabelecida com a contributiva. Por isso também, e
ligado à luta pela recuperação total
dos 9 anos, 4 meses e 2 dias do
tempo congelado, defendemos
que os docentes possam optar por
reverter esse tempo ou parte dele
para efeitos de aposentação.
Em relação ao sector de apo-
sentados do SPGL a ação da Lista
A – “É tempo de sermos sindi-
cato. Unidos venceremos!” será
pautada por dois eixos fundamen-
tais:

1. Reforçar a ação reivindicativa,


em consonância com o Sector de
Aposentados da FENPROF e da In-
ter-Reformados da CGTP-IN;
Central
Direção

Suplentes

João Paulo Anabela Vítor Maló Paulo Jorge Célia Neto Rosália Lanita
Dias Mota Machado Alves Sócia: 34805 Sócia: 61203
Sócia: 37679 Sócia: 75412 Sócio: 33687 Sócio: 63231 EB 2,3 Gualdim EB 23 Dr. António
ES Dr. Solano AE Templários, Instituto Supe- ISCTE-IUL, Pais, Tomar Augusto Louro,
de Abreu, Tomar rior Técnico, Lisboa Seixal
Abrantes Lisboa

Maria Amália Adélia Maria Eduar- João Manuel Hélder Luísa Ramos João Luís Carla Cabral
Canelo Goulart da Carmona Neves Fernandes Sócia: 34261 Bogalho Sócia: 75184
Sócia: 62192 Sócia: 39131 Sócia: 19961 Sócio: 51397 Sócio: 54709 E. Secundária Sócio: 55894 ES Manuel
AE Luís Ataíde, Aposentada EB D. Luís Aposentado EB Moita, Romeu Correia, ES Rio Maior, Cargaleiro,
Peniche Mendonça Fur- Moita Almada Rio Maior Seixal
tado, Barreiro
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

2. Dar continuidade às atividades mento de competências de decisão. de assimetrias, resultantes de


de índole cultural e recreativa, numa Defendemos a reversão deste mod- desiguais capacidades financeiras
perspetiva de envelhecimento ativo, elo e lutaremos por uma mudança dos municípios, pondo em causa
dirigidas aos sócios aposentados, de paradigma que assente em três o sucesso escolar e educativo,
ouvindo as suas sugestões e pro- princípios fundamentais, os quais o princípio da igualdade de
postas e enquadrando-as no âmbito são condição necessária para que oportunidades e o direito universal
do trabalho sindical do SPGL. haja uma efetiva gestão democrá- de acesso a uma Escola Pública
tica das escolas: eleição para os gratuita e de qualidade para todos.
órgãos diretivos em assembleia A Lista A – “É Tempo de Ser-
3.3. Escola pública eleitoral, a constituir para o efeito, mos Sindicato! Unidos Vencere-
democrática, gratuita, integrada pela totalidade do pessoal mos! defende que cabe às escolas
inclusiva e de qualidade docente e não docente em exercício a gestão de recursos educativos,
efetivo de funções nos AE ou ENA, aquisição de bens, planeamento e
para todos por representantes dos alunos no gestão dos estabelecimentos de en-
ensino secundário, bem como por sino, que devem continuar a ser as
Em defesa da Gestão representantes dos pais e encarre- escolas a desempenhar, aquilo que
democrática gados de educação, e dos detento- sempre exerceram com qualidade e
res dos principais cargos nas esco- que é da sua estrita competência.
A Lista A – “É Tempo de Ser- las pelos seus pares, assim como a
mos Sindicato! Unidos Vencere- colegialidade dos órgãos de direção Autonomia e Flexibilidade
mos!” considera que o atual mod- e de gestão intermédia e a partici- Curricular
elo de gestão da Escola Pública pação nos processos de tomada de
empobrece a vida das escolas e, decisão. Assente em pressupostos ale-
como tal, coloca no topo das suas gadamente positivos, o que se pas-
exigências o regresso à gestão de- Contra a Municipalização da sa no terreno, porém, poderá pôr
mocrática. Educação em causa essa tese, revelando a
Desde 2008 que os professores sua verdadeira intenção. Decisões
manifestam o seu descontentamen- O Decreto-Lei 21/2019, de 30 tomadas à margem da comunida-
to com o atual modelo, sentem que de Janeiro concretiza o quadro de educativa, particularmente das
a gestão das escolas perdeu os de transferência de competências escolas e dos seus professores,
últimos laivos de democracia, com para os órgãos municipais e para sucessivas reuniões que agravam,
a substituição do órgão de gestão as entidades intermunicipais ainda mais, a sobrecarga horária
colegial por um órgão unipessoal, no domínio da educação. Este dos docentes, uma visão do cur-
com a substituição da eleição desse quadro de transferência de rículo que pode pôr em causa a
órgão pela comunidade escolar por competências representa um matriz preconizada na Lei de Bas-
um pequeno grupo de interven- acréscimo de responsabilidades es do Sistema Educativo (compro-
ientes, com a desvalorização do para os municípios para as metendo o princípio da igualdade
Conselho Pedagógico, órgão prati- quais este não tem capacidade dos alunos no acesso ao currículo,
camente composto por elementos de resposta quer em termos de incluindo o acesso ao ensino supe-
nomeados sem que representem recursos humanos, o que conduzirá rior) ou a carência de recursos são,
verdadeiramente as estruturas de certamente à externalização apenas, alguns dos problemas que
coordenação e supervisão ped- dos serviços e gradualmente à estão associados à forma como,
agógica e orientação educativa do privatização dos mesmos, quer nas escolas, este regime está a ser
agrupamento de escolas ou escola em termos de financiamento o implementado.

A
não agrupada e com o seu esvazia- que provocará o agravamento

Manuela Júlia Ceríaco Maria Alice José Manuel Guilhermina Ana Josefina
Veloso Sócia: 19943 Figueira Reis Abreu Gonçalves
Sócia: 248 E. S. de Sócia: 40352 Sócio: 38101, Sócia: 52363 Sócia: 37546
Aposentada Jácome Ratton, AE Álvaro Vel- CE Olival, ES Amora, EB nº3
Tomar ho, Barreiro Ourém Seixal Montalvão,
Setúbal
LISTA A PROGRAMA

Presidente Vice-Presidente Secretária Vogais


mesa da assembleia geral

Paulo Macedo Vítor Ferreira Fernanda Áurea Duarte Maria Leonor


Sócio: 50954 AE Sócio: 77128 Rodrigues Ferreira Silva
Templários, AE Luísa Todi, Sócia: 35756 Sócia: 21220 Sócia: 56804
Tomar Setúbal ES António Escola Artística ES António
Gedeão, Almada António Arroio, Gedeão, Almada
Lisboa

Suplentes

Maria Lúcia Carlos Manuel Helena Barateiro Regina Marques Isabel Rodrigues Hélder Pires
Gonçalves Costa Sócia: 41157 Sócia: 42976 Sócia: 54828 Sócio: 71273
Sócia: 21596 Sócio: 57258 JI Carregado, Escola Superior de E. Artística António EB Ourém,
EB da Zona Verde, EB 2,3 D. Luís de Alenquer Educação, Setúbal Arroio, Lisboa Ourém
Entroncamento Ataíde, Peniche

Por uma Escola sendo que, de acordo com o referi- “Faltam assistentes
verdadeiramente inclusiva do estudo, 27,3% dos alunos com operacionais, terapeutas,
problemáticas mais complexas fic-
aram mesmo sem os apoios de que
docentes especializados,
Após a publicação apressada psicólogos e, em muitas
do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 necessitavam.
de julho, a sua implementação nas Mesmo considerando e valorizan- escolas, faltam também
escolas veio comprovar muitos dos do os avanços concetuais, filosófi- espaços adequados e
alertas e críticas feitas por diversas cos e educativos deste novo regime condições materiais
relativamente ao anterior, os mes-
organizações e pelos professores
mos esbarram na dura realidade
para uma verdadeira
que se viram confrontados com in- Escola Inclusiva que a
úmeras dificuldades. E foi isso mes- que grita que não é possível “fazer
mo que se apurou no estudo pro- omeletes sem ovos”. Faltam assis- todos acolha e a todos
movido pela FENPROF. tentes operacionais, terapeutas, do- dê de acordo com as
Desde logo, 87,3% dos Agrupa- centes especializados, psicólogos e, suas necessidades e
em muitas escolas, faltam também
mentos de Escolas / Escolas Não
espaços adequados e condições
potencialidades.
Agrupadas (AE/ENA) consideraram
que a publicação tardia do diploma materiais para uma verdadeira Es-
dificultou a organização das esco- cola Inclusiva que a todos acolha e
de educação inclusiva, no sentido de
las e a aplicação do novo regime de a todos dê de acordo com as suas
corrigir aspetos negativos e esclare-
inclusão e 69,3% afirmaram que se necessidades e potencialidades.
cer dúvidas que resultam da insufi-
devia ter adiado por um ano a sua A Lista A acompanha a FEN-
ciência de esclarecimentos por par-
implementação de forma a que as PROF nas suas propostas para
te do ME, designadamente através
escolas e os professores se reor- mitigar os efeitos da precipitação
do manual de Apoio à Prática;
ganizassem e dele se aproprias- na implementação de um regime
fundamental para a educação e a
sem, sem pôr em causa a qualidade
inclusão escolar:
> Que seja respeitada a autono-
do trabalho educativo com todos os mia das escolas na tomada de de-
alunos, particularmente com aque- cisões de natureza pedagógica, in-
les que mais necessitam de apoio > Que a experiência do ano ain-
cluindo na redução do número de
e recursos específicos para o seu da em curso seja tida em conta para
alunos por turma, entre outras;
desenvolvimento e aprendizagem, uma primeira revisão do regime
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A
> Que sejam reforçados os re- Redução do número de Currículo e Avaliação
cursos existentes nos AE/ENA, no- alunos por turma
meadamente os recursos humanos Defendemos uma escola pública
que estão em falta, devendo, para A Lista A acompanha e defende que promova a formação integral do
esse efeito, o Ministério da Ed- as propostas da Fenprof para a indivíduo e o desenvolvimento de to-
ucação colocar os profissionais redução do número de alunos por das as suas qualidades potenciais,
necessários; turma e o rácio de docentes de consideradas do ponto de vista físi-
educação especial /número de co, intelectual, moral e artístico, e
> Que seja criado o grupo de re- alunos: assim capacitá-lo para uma inter-
crutamento da Intervenção Precoce, venção ativa e consciente na socie-
com a colocação de docentes espe- > Na Educação Pré-escolar, a dade, transformando-o em agente
cializados em todos os AE/ENA; relação deve ser de 19 crianças de mudança e progresso.
para 1 docente, alterando-se para Para tal, o currículo deve integrar
> Que, tendo em conta as dificul- 15 quando se trate de grupos ho- diferentes áreas do conhecimento,
dades e constrangimentos identifi- mogéneos de 3 anos; 10 crianças sem desvalorizar umas em
cados pelos AE/ENA, a aplicação do nos grupos heterogéneos (no que benefício de outras, assegurando
regime de educação inclusiva ainda respeita à idade) que incluam cri- que as mudanças que nele ocorram
não tenha, neste e no próximo ano anças que beneficiem da medida de resultem de uma prévia e ponderada
letivo, qualquer implicação no pro- redução de turma no seu RTP; avaliação sem margem para
cesso de avaliação externa das es- experimentalismos que possam
colas; > No 1º Ciclo do Ensino Básico, pôr em causa a aprendizagem dos
o número de alunos por turma não alunos e a imprescindível segurança
> Que o presente ano letivo e o deve exceder 19 e, em casos ex- de quem o leciona.
próximo sejam considerados como cecionais, no máximo dois anos de Lutamos por uma avaliação
de transição para a plena aplicação escolaridade, sendo que as turmas que respeite as diferenças, onde a
do regime de educação inclusiva, que integrarem alunos que bene- relação da avaliação com o currículo
tendo em conta que, em muitos AE/ ficiem da medida de redução de não se concretize na padronização
ENA, pouco foi possível avançar pe- turma no seu RTP ou mais que um de práticas que desvalorizam o
las razões identificadas. ano de escolaridade não devem ser conhecimento em prol de resultados
constituídas por mais de 12 ou 15 e do “treino” para os exames
Equipas educativas nas alunos, respetivamente. nacionais, traduzidos em rankings
escolas / AE resultantes da aplicação de critérios
> Nos 2.º e 3.º ciclos do Ensino que comparam o incomparável,
As equipas multidisciplinares Básico e no Ensino Secundário, o penalizando as escolas que
(que de “multi” têm muito pouco) de número de alunos por turma não de- desenvolvem a sua ação educativa
apoio à inclusão (EMAI) previstas verá ultrapassar os 25, sendo que, em condições mais desfavoráveis.
e criadas após a publicação do DL no caso de as turmas integrarem Opomo-nos à seleção
nº 54/2018, de 6 de julho, têm-se alunos que beneficiem da medida de precoce realizada através do
revelado muito aquém do que é redução de turma no seu RTP não “encaminhamento” dos alunos
efetivamente necessário para dar deverão ultrapassar os 20 alunos. com resultados inferiores para
resposta adequada e atempada a a via profissional, numa lógica
todos os alunos. > Na Educação Especial, o núme- discriminatória de seleção social
e de degradação do estatuto

A
A Lista A defende a criação de ro de docentes de EE a colocar deve
equipas educativas constituídas por respeitar o rácio de 1 docente por e importância da formação
docentes e técnicos (psicólogos, cada 200 alunos matriculados na es- profissional.
assistentes sociais, terapeutas e cola/agrupamento, adequando esta
professores com especialização em média/rácio ao tipo, características
áreas diversas) que assegurem uma e diversidade da população. No
cabal resposta às necessidades de caso de se encontrarem matricula-
todos os alunos. Uma equipa que dos alunos com problemáticas de
trabalhe para um objetivo comum, alta intensidade e baixa frequên-
com um grupo de alunos/turma, cia e/ou alunos que beneficiem de
onde sejam definidas e acompan- medidas adicionais de suporte à
hadas as estratégias adequadas às aprendizagem e inclusão deverá
aprendizagens globais e individuais ser reforçado o número de docentes
dos alunos e ao seu bem-estar. colocados, ajustando-o às necessi-
dades específicas destes alunos.
LISTA A PROGRAMA

4. Setores Educativos: > A criação de uma rede pública e da garantia de igualdade de opor-
Reivindicações de creches, tutelada pelo Ministério tunidades no acesso e ao sucesso
da Educação e que assegure uma educativo, dotando os Jardins de
específicas resposta educativa de qualidade infância de espaços e materiais ad-
para as crianças nos primeiros 3 equados que permitam concretizar
Educação Pré-Escolar anos assegurando a devida val- os altos padrões de qualidade que
orização do Educador de Infância as OCEPE estabelecem;
Com a publicação das novas Ori- neste contexto educativo; > Defendemos ainda que o ele-
entações Curriculares para a Ed- > A valorização da educação dos vado desgaste profissional e pes-
ucação Pré-escolar (OCEPE) em 0 aos 3 anos, como um direito das soal que a monodocência acarreta,
2016 elevou-se o patamar de qual- crianças e não, apenas, como uma conjugado com as exigências que
idade educativa a que todas as cri- resposta social; decorrem de trabalhar com crianças
anças dos 3 aos 6 anos têm direito. > O reconhecimento do tempo de tão pequenas, implica a criação de
Ao Educador de Infância é pedido serviço dos educadores de infância um regime compensatório, nomea-
que assuma com profissionalismo em creche como serviço docente; damente na diminuição do tempo
a valorização da componente edu- > O alargamento da Rede Pú- necessário para a aposentação,
cativa, vertente fundamental no blica de Educação Pré-Escolar de conjugada com a melhoria das re-
processo do desenvolvimento e forma a garantir a universalidade da duções da componente letiva do ho-
aprendizagem das crianças que fre- oferta educativa a todas as crianças rário de trabalho, previstas no artigo
quentam a educação pré-escolar. a partir dos 3 anos; 79º do ECD.
Valorizar o que a criança sabe, as > Estabelecimento de um quad-
suas competências únicas, de modo ro legislativo que sustente a inter- 1º Ciclo do Ensino Básico
a que possa desenvolver todas as venção das autarquias e clarifique
suas potencialidades. Isto significa os processos de financiamento Escola Inclusiva
que percorrerá um caminho em di- necessários à generalização qual-
reção ao que não sabe, envolven- ificada da oferta das Atividades de > Defendemos a inclusão de todas
do-se na sua própria aprendizagem Animação e Apoio à Família, que as crianças, de forma harmoniosa e
porque “um bom começo vale para permita colocar recursos humanos equilibrada nas turmas, respeitando
toda a vida”! com formação adequada; a diversidade e as necessidades
Para cumprir este desígnio será > Acabar com a prática general- específicas de cada uma, como
necessário que aos educadores de izada de responsabilizar os educa- previsto no decreto-lei nº54 /2018,
infância sejam asseguradas condi- dores de infância pelos grupos de exigindo as necessárias condições
ções de trabalho compatíveis com o outros educadores que se encon- para uma efetiva articulação entre
que se lhes exige. trem em situação de falta, contrari- os docentes titulares de turma e os
Não esquecemos a importância ando o que estipula o artigo 82º do de Educação Especial e respeitando
de assegurar às famílias equipa- ECD, e exigir que seja criada uma o disposto legalmente quanto ao
mentos educativos públicos e de bolsa de recursos com educadores número de alunos por turma cujo
qualidade que possam dar resposta que possam colmatar essa necessi- RTP determine a aplicação da
às crianças dos 0-3 anos. Não es- dade; medida de redução de turma.
quecemos que ainda não é devida- > A obrigatoriedade da frequên-
mente reconhecida a importância do cia das crianças no ano anterior à
papel dos educadores de Infância sua entrada no 1º ciclo; Autonomia e horários de
em contexto de creche. Tudo fare- > A valorização da matriz educa- trabalho
mos para o conseguir! tiva da EPE e do importante contrib-
Na Educação Pré-Escolar (EPE) uto que esta dá como primeira etapa > Defendemos uma maior
a Lista A compromete-se a defender: da Educação Básica ao nível do de- autonomia das escolas deste ciclo
senvolvimento integral do indivíduo agilizando as tomadas de decisão
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

Abílio Diogo Diamantino Oliveira Rogério Mota João Domingos Francisco

A
Sócio: 28745 Sócio: 28006 Sócio: 1383 Rato Farinha
Aposentado Aposentado Aposentado Sócio: 19046 Sócio: 50998
Aposentado ES Jácome
Ratton, Tomar
conselho fiscal

Suplentes

Manuel Maria Manuela Filipe Vintém


Pinto André Calado Sócio: 61935
Sócia: 11591 Sócio: 58374 AE Templários,
Aposentado Câmara Municipal Tomar
do Seixal, Seixal

criada uma bolsa de recursos com > Acompanhamos com


e pugnaremos para que professores que possam colmatar preocupação o mal-estar docente
os/as coordenadores/as de essa necessidade. O mesmo se resultante de situações de violência
estabelecimento e de departamento passa com os docentes de apoio nas escolas e de indisciplina dos
curricular tenham direito a um maior educativo quando chamados a alunos na sala de aula. Lutamos por
crédito horário para poderem cumprir substituir outros docentes em uma Escola que ofereça condições
as cada vez maiores exigências situação de falta, prejudicando, para o trabalho cooperativo e
inerentes aos cargos. dessa forma, as crianças que dele colaborativo entre docentes,
> Defendemos horários de necessitam. permitindo a sua prática sistemática,
trabalho claramente estabelecidos, pois para problemas coletivos não
que cumpram o disposto no ECD 2º e 3º Ciclos do existem soluções individuais.
sobre Componente Letiva e Não Ensino Básico e Ensino > Defendemos a alteração
Letiva, respeitem os normativos do modelo de avaliação de
legais sobre AEC e mancha horária Secundário
desempenho docente, de forma a
e sem os subterfúgios que hoje deixar de ser limitador da autonomia
redundam num efetivo aumento do Num momento em que se acen-
e criatividade dos professores,
horário de trabalho, nas suas várias tua a desregulação da profissão do-
burocratizado, assumido como um
componentes, de acordo com o que, cente e as incertezas organizacio-
instrumento para condicionar a
sobre esta matéria, a FENPROF nais e curriculares é essencial uma
legítima progressão na carreira.
visão de conjunto da escola pública
preconiza.
que queremos e do papel dos pro-
> Defendemos a criação
> Tal como na Educação Pré- de verdadeiras equipas
escolar, relativamente às condições fessores no seu desenvolvimento.
multidisciplinares de intervenção em
de aposentação defendemos áreas como a saúde, o serviço social,
também para o 1ºCEB um regime A Lista A compromete-se a
o apoio psicológico, entre outras,
compensatório da monodocência. defender:
que permitam aos professores
e educadores centrarem o seu
> a regulação das normas gerais
Substituição de professores para a elaboração de horários de
empenho no ensino e na educação,
em situação de falta não se dispersando por múltiplas
trabalho que respeitem a natureza
tarefas burocráticas e inúmeras
da profissão docente e que sejam
> Acabar com a prática funções que outros técnicos podem
pedagogicamente adequadas, sem
generalizada de responsabilizar os executar com melhor preparação.
que os docentes tenham um número
professores do 1ºCEB por grupos excessivo de turmas, de níveis e de
> Defendemos a eliminação
de alunos de outros professores dos percursos de aprendizagem
alunos, nem obrigados a trabalhar
que se encontrem em situação de soluções impostas com o objetivo de
em várias escolas do mesmo
falta, contrariando o que estipula o elitizar o acesso ao conhecimento,
agrupamento muito distantes entre
artigo 82º do ECD, e exigir que seja discriminando crianças e jovens
si.
LISTA A PROGRAMA

a quem foi precocemente negada – 3 Km alguns dias por semana a superior como serviço público e
a igualdade de oportunidades. multiplicar por todas as semanas do função social do Estado. O SPGL
> Defendemos um processo de ano letivo são muitos quilómetros. tem um papel determinante na
debate alargado em torno da revisão > Reforçar as equipas defesa dos direitos laborais dos
curricular dos ensinos básico e Multidisciplinares de Apoio à docentes e investigadores e das
secundário, respeitadora da função Inclusão (EMAI) nas escolas, suas condições de carreira, assim
docente e dirigida a uma educação com profissionais de diversas como no combate à precariedade no
integral e emancipadora dos nossos especialidades e áreas de ensino superior público e privado.
alunos. intervenção (professores, A candidatura ‘É Tempo de Ser-
terapeutas, psicólogos, assistentes mos Sindicato-Unidos Venceremos’
Educação Especial sociais, mediadores,…) defende um sindicato forte, propon-
assegurando as condições do contrariar o processo de degra-
Tratando-se de um setor transver- necessárias a uma verdadeira dação do actual SPGL, cada vez
sal a todos os ciclos de ensino, rea- Escola Inclusiva que a todos acolha mais afastado das instituições de
firmamos a urgência de intervir para e a todos dê de acordo com as suas ensino superior, como se demonstra
a clarificação do papel do profes- necessidades e potencialidades. pelo défice de delegados e reuniões
sor de educação especial e exigir a > Alargar os lugares de quadro sindicais e de informação sindical
necessária regulamentação do De- dos grupos de recrutamento de EE, nas nossas universidades e politéc-
creto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho. garantindo os apoios especializados nicos. Para reverter este processo é
> Que seja criado o Grupo de aos alunos que deles necessitam; necessário envolver e mobilizar os
Recrutamento da Intervenção > Exigir o respeito pelos horários docentes e investigadores para a in-
Precoce, com a colocação de de trabalho, designadamente tervenção no sindicato.
docentes especializados em todos da componente não letiva de Assumimos este compromisso,
os AE/ENA; estabelecimento e do conteúdo marcando presença regular nas
> Ressarcir os professores de funcional dos docentes de EE; instituições, procurando alargar o
educação especial pelos gastos que > Lutar pela existência de número de delegados sindicais e
têm na deslocação entre escolas, formação contínua na área da fazendo crescer o SPGL sempre
quando para as efetuar utilizam Educação Inclusiva para todos os no caminho da defesa dos direitos
o seu próprio carro. Não sendo docentes. e reivindicações dos docentes e
obrigatório, sabemos que só a investigadores:
utilização de carro próprio permite Ensino Superior
uma melhor rentabilização dos > O subfinanciamento do
recursos docentes de educação O Sindicato dos Professores da ensino superior público e do
especial no âmbito dos AE. Não Grande Lisboa (SPGL), sindicato sistema científico e tecnológico
é aceitável que isso se faça a integrante da FENPROF, constitui nacional tem tido consequências
expensas dos próprios mesmo a principal frente sindical de gravíssimas para os docentes e
quando as distâncias são curtas intervenção em defesa do ensino investigadores que nelas trabalham,
direção
regional
Efetivos
lisboa

Ana Cristina Ana Inês Ana Isabel Ana Luísa Ana Margarida Ana Maria
Viegas Fernandes Duarte Freitas Sequeira Alves
Sócia: 64478 Sócia: 72362 Sócia: 74827 Sócia: 73504 Sócia: 37547 Sócia: 36619
AE de Santa EB Alcabideche, EB/Sec Passos EB1/JI do Con- EB da Pontinha, EB Eduardo
Catarina, Oeiras Cascais Manuel, Lisboa dado, Lisboa Odivelas Luna Carvalho,
Sintra

Ana Maria António Belmira Carla Isabel Carlos Cláudia Cristina Gen- Dalila
Moura Augusto Alegre Silva Manuel Alves Canhoto til Ferreira Sequeira
Sócia: 52185 Barata Sócia: 58154 Sócia: 71156 Sócio: 73300 Sócia: 62366 Sócia: 75930 Sócia: 44345
EB 2,3 Olaias, Sócia: 36528 EB Pedro de A Voz do Op- EB Maria Vele- EB1 Portela, EB Bairro ES Lindley
Lisboa E.S. Padre Alber- Santarém, erário, Lisboa da, Loures Lisboa Padre Cruz, Cintra, Lisboa
to Neto, Sintra Lisboa Lisboa
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

algumas conseguidas ao abrigo dos revogação do regime fundacional e à precariedade. Nesse sentido, é
estatutos e regimes que regulam o a revisão do RJIES. fundamental proceder-se a uma
funcionamento das universidades e > A situação laboral dos docentes revisão do ECDU e do ECIC, no que
politécnicos nacionais. do ensino superior tem-se vindo a respeita à clarificação da categoria
> O Regime Jurídico das deteriorar através, nomeadamente, profissional de docente convidado
Instituições do Ensino Superior da estagnação das carreiras, dos (ECDU) ou à reintrodução das
(RJIES) acentua o sistema binário cortes salariais e da implementação categorias de Estagiário e de
entre o ensino universitário de uma duvidosa e subjectiva Assistente de Investigação (ECIC),
e o ensino politécnico tendo Avaliação de Desempenho. assim como à revogação do EBI
contribuído, desde a sua entrada > A desregulação da carreira de com a sua substituição por contratos
em vigor, para a degradação das docente, a parca contratação e o de trabalho para os investigadores.
carreiras e da liberdade académica, consequente envelhecimento do Por uma qualificação do ensino
da representatividade e da vida corpo docente são uma realidade das superior, lutaremos por melhores
democrática, para a transformação instituições de ensino superior, da condições de trabalho e pelo fim
das instituições de ensino superior qual faz parte também a destruição da precariedade dos docentes e
público em fundações e para a da carreira de investigador. Esta dos investigadores. Por um SPGL
criação de instituições privadas situação, potenciada pelo Estatuto forte, reivindicativo e presente
sem fins lucrativos, através das da Carreira Docente Universitária nas Universidades e Politécnicos,
quais docentes e investigadores são (ECDU), pelo Estatuto da Carreira de vamos à luta!
contratados sem que possam ter Investigação Científica (ECIC) e pelo
acesso às carreiras afectas à função Estatuto do Bolseiro de Investigação
pública. O regime fundacional, (EBI) tem conduzido à generalização
já implementado em algumas dos vínculos precários de docentes Ensino Particular e
instituições de ensino superior do e de investigadores.
país, abriu caminho à privatização do > O Programa de Regularização Cooperativo, Artístico
ensino superior público, implicando Extraordinária dos Vínculos Especializado e
a perda de direitos dos docentes – Precários na Administração Pública Profissional, IPSS e
como a perda do acesso à ADSE ou (PREVPAP) e o Decreto-Lei Misericórdias
à licença sabática – e facilitando o 57/2016 (que aprova um regime
aumento das diferenças salariais e de contratação de doutorados A defesa e valorização da profis-
o aumento dos horários de trabalho. destinado a estimular o emprego são docente faz-se, também, no âm-
Em simultâneo, tem vindo a acentuar científico e tecnológico em todas as bito do ensino privado (particular e
a precarização das relações laborais áreas do conhecimento), não estão, cooperativo, artístico especializado,
e a falta de democracia interna nas como é hoje claro, a responder à profissional, IPSS e Misericórdias).
instituições. Pela defesa da escola resolução dos vínculos precários no Nestes setores, os direitos laborais
pública, dos direitos de docentes e sector. dos seus profissionais agravaram-se
de investigadores, defendemos a > Defendemos um combate sério substancialmente, nomeadamente

David Luna Elisabete Elisabete Elsa Robalo Ermita Castro Eva Costa Gabriela Guilherme
de Carvalho Santos Dias Sócia: 77316 Sócia: 36432 Sócia: 57091 Barros Vicente
Sócio: 42267 Sócia: 53518 Sócia: 76703 Escola A. Música E.S. José Cardo- ES Pedro Sócia: 76386 Sócio: 56585
EB 2,3 Padre EB Luz-Carnide, A Voz do do Conservatório so Pires, Loures Alexandrino, Casa Pia de EB 2,3
Alberto Neto, Lisboa Operário, Nacional, Lisboa Odivelas Lisboa, Lisboa Fernando
Sintra Lisboa Pessoa, Lisboa

Isabel Isabel Isilda José Fontan Lúcia Maria Maria da Maria Dulce
Tavares Viegas Andrade Sócio: 20844 Lacerda Cândida Assunção Arrojado
Sócia: 65436 Sócia: 44596 Sócia: 66943 Aposentado Sócia: 55221 Valpradinhos Calé Sócia: 44345
FORSDI - Cen- E Sec. Camilo Casa Pia de EB Luz-Car- Sócia: 69408 Sócia: 39050 AE Reynaldo dos
tro Sagrada Castelo Bran- Lisboa, Lisboa nide, Lisboa EB Maria Veleda, EB de Telhei- Santos, V. F. Xira
Família, Lisboa co, Oeiras Loures ras, Lisboa
LISTA A PROGRAMA

nos últimos três anos, na exigências ao nível do apoio jurídico negativas;


sequência do contrato coletivo de e sindical a estes profissionais. É o > Pela aplicação e efetivo
trabalho (CCT) celebrado entre caso de muitas IPSS e Misericórdias cumprimento das convenções
a Confederação Nacional de que se têm sistematicamente coletivas das IPSS e Misericórdias,
Educação (CNEF) e a FNE e outras recusado a aplicar as convenções através de denúncias na ACT e/ou
organizações sindicais. coletivas destes dois setores. processos de mediação laboral na
Este CCT provocou um violento Neste quadro exige-se uma ação DGERT;
aumento dos horários de trabalho, ainda mais forte de um Sindicato que, > Por um financiamento justo
bem como da duração da carreira, defendendo intransigentemente a e adequado às necessidades
fortes reduções salariais e o não Escola Pública, deverá defender, de e especificidades dos ensinos
reconhecimento do tempo de forma igualmente intransigente, os profissional e artístico, que permita
serviço docente prestado para direitos dos docentes que exercem o normal funcionamento dos
efeitos de progressão na carreira, a sua atividade no setor privado, estabelecimentos de ensino, o
entre outros. Há, igualmente, uma através da intervenção sindical ao cumprimento do pagamento mensal
inaceitável discriminação dos nível da contratação coletiva, frente de vencimentos e garanta aos
docentes do Ensino Profissional e fundamental para a valorização docentes uma carreira adequada às
do Ensino Artístico Especializado destes profissionais. funções que exercem.
relativamente aos docentes dos É com estas preocupações que a
outros setores, no que se refere Lista A se propõe lutar: Rede Pública de Ensino
à estrutura de carreira e às > Pela celebração de um CCT
tabelas salariais, no Profissional, que valorize e dignifique a função Artístico
e à organização do horário letivo docente nestes setores, com o
semanal, no caso do Artístico. reconhecimento de todo o tempo de A importância da educação
Também o modelo de serviço docente prestado para efeitos artística na formação dos jovens
financiamento dos ensinos artístico de progressão na carreira e que é hoje um dado adquirido pelos
e profissional, por inadequado e aproxime as condições de exercício diversos agentes educativos.
insuficiente, tem acarretado graves da profissão destes docentes das O alargamento da educação
prejuízos às escolas e aos seus que se aplicam aos seus colegas do artística a todos os alunos
profissionais, nomeadamente no ensino público, nomeadamente no das nossas escolas implica,
que se refere ao direito mensal à que respeita a horários de trabalho naturalmente, a mobilização de
remuneração. e a remunerações. Independen- profissionais especializados para o
Por outro lado, os frequentes temente da salvaguarda de desempenho de tarefas educativas
abusos, chantagens e ameaças especificidades próprias do ensino no domínio das artes. Nesse
das entidades patronais relativas à artístico especializado e do ensino sentido, preconizamos a adoção de
tentativa de inibição do exercício dos profissional, deverá ser um CCT medidas que promovam, na prática,
direitos sindicais e laborais por parte que abranja todos os docentes de o contacto dos alunos com a prática
dos docentes, colocam particulares igual forma, sem discriminações artística a partir dos primeiros anos
direção regional lisboa
Efetivos

Maria Maria Isabel Maria João Maria José Maria Manuela Maria Marga- Maria Elisa
Eugénia Costa Pereira Miguens Mata Seta rida Fajardo Manero
Coelho Sócia: 76296 Sócia: 76655 Sócia: 68415 Sócia: 66985 Sócia: 65944 Sócia: 76697
Sócia: 32400 EB Maria Veleda, EB Vasco San- AE Quinta de EB1 Sttau EB1 Prof. EB e Sec Passos
A.E. Eça de Loures tana, Odivelas Marrocos, Lisboa Monteiro, Loures Romeu Gil, Manuel, Lisboa
Queirós, Lisboa V. F. Xira

Patrícia Raúl Rita Sofia Sandra Cris- Sara Alves Sílvia Fialho Sofia Isabel
Diógenes Bernarda Páscoa tina Baptista Sócia: 77171 Sócia: 65507 Mendes
Pereira Sócio: 77349 Sócio: 62606 Sócia: 77253 AE Dr. Sousa Sócia: 71095
Sócia: 59176 EB e Sec. Pas- EB1 Prof. EB D. Domingos Martins, V. F. EB 2,3 dos
AE Benfica, sos Manuel, Romeu Gil, Jardo, Sintra Xira Castanheiros,
Lisboa Lisboa V. F. Xira Odivelas
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

de escolaridade, nomeadamente de precariedade laboral dos


através da colocação de docentes professores acompanhadores das
para o desempenho de tarefas de escolas públicas de Dança.
coadjuvação.
Consideramos, por outro lado,
que importa reforçar o papel do
ensino artístico na Escola Pública,
Do mesmo modo, é urgente
proceder à atualização da Portaria
n.º 693/98, de 3 de Setembro,
a fim de estabelecer efetiva
vota A
desde logo através do alargamento correspondência entre o número
da rede pública do ensino especiali- (insuficiente) de subgrupos ali
zado da música, da dança e demais constantes e aquela que vem sendo
áreas artísticas. a oferta formativa nas escolas.
Sendo de saudar a adoção A Lista A compromete-se a intervir
recente de medidas legislativas no sentido de colocar a educação
possibilitando que, pela primeira artística ao alcance de todos os
vez, os docentes integrados alunos que desejem frequentá-la
nos grupos de recrutamento M e a lutar por melhores condições
e D tenham passado a contar de trabalho e de estabilidade
com um regime jurídico próprio, profissional para os seus docentes. Aurélio Ana Isabel
continua sem solução a situação Martins Pereira
Sócio: 77180 Sócia: 72913
AE António AE Ferreira de
Sérgio, Sintra Castro, Sintra
Suplentes

Nuno Miguel Maria Isabel Susana Matos Francisco Ana Rosa Maria Maria Dulce Orlanda
Morgado Silva Sócia: 61178 Caldas Domingos Elisabete Vales Rodrigues
Sócia: 76122 Sócia: 66671 EB 2,3 Piscinas Sócio: 63549 Sócia: 43887 Carmo Sócia: 76696 Sócia: 56602
EB D. Fernando EB Barbosa Olivais, Lisboa Escola Artística Desempregada Sócia: 75401 Santa Casa da CML, Loures
II, Sintra du Bocage, António Arroio, APSCR, Vila Misericórdia,
Odivelas Lisboa Franca de Xira Lisboa

Pedro Nuno Rosa Maria Sónia Cristina João Manuel Cláudia Maria do Andreia Su- Anabela
Mota Ramos Baptista Cravo Cristina Rosário Barros sana Alves Pacheco
Sócio: 48500 Sócia: 41384 Sócia: 62828 Sócio: 52037 Medroa Sócia: 3750 Sócia: 76240 Sócia: 59443
Escola de Dança AE Alapraia, AE Cardoso EAC/EPET, Sócia: 59539 Aposentada EB 2,3 Gaspar AE Piscinas
do Conservatório Cascais Lopes, Amadora Lisboa EBI Manique Correia, Loures Olivais, Lisboa
Nacional, Lisboa do Intendente,
LISTA A PROGRAMA
Nós, professores, educadores de agregar em si a força e a luta dos
LISTA A - A UNIDADE DE e investigadores, de todos os professores, investigadores e edu-
que lutam pela dignificação e cadores em defesa dos seus direitos
TODOS OS ROFESSORES: valorização da carreira docente e reivindicações.
nas escolas públicas e privadas,
PORQUE É TEMPO DE SERMOS
nas universidades. De todos Porque “É Tempo de Sermos To-
TODOS SINDICATO E SÓ UNIDOS
os que querem transformar a dos Sindicato e Só Unidos Vencere-
VENCEREMOS
Escola Pública num espaço de mos” , VOTA LISTA A!
aprendizagem, conhecimento,
A Lista A apresenta-se às elei-
participação democrática, de alegria

vota A
ções do SPGL convicta de que im-
e de esperança. De todos os que
pulsionará e projetará o SPGL como
assumem a Educação como fator de
uma verdadeira força motriz, capaz
emancipação individual e coletiva,
de defender e concretizar as reivin-
promotora de uma sociedade mais
dicações dos professores, educado-
justa, fraterna e democrática.
res e investigadores.

a
É esta a linha de ação da Lista A!
O projeto de unidade que inte-
Na convicção de que é na
gramos – Lista A - constitui-se na
Unidade que conseguiremos de
Unidade de Todos os Professores,
novo a afirmação de um SPGL
independentemente das suas con-
representativo de Todos os docentes,
vicções político-ideológicas e reflete
apelamos ao Voto na Lista A!
na sua essência o objetivo dos seus
fundadores – O Sindicato Como
POR UM SPGL verdadeiramen-
um Instrumento de Ação!
te FORTE, REIVINDICATIVO e

PRESENTE NAS ESCOLAS, capaz
O Sindicato é A Força de Todos
direção
regional

Efetivos
oeste

Ana Cristina Ana Cristina Ana Isabel Ana Paula Antó- Carla Maria Carlos Alberto
Pena Costa Guerra nio Alves Timóteo
Sócia: 53749 Sócia: 75239 Sócia: 53628 Sócia: 51257 Sócia: 60998 Sócio: 53051
C. Escolar de AE Damião de JI do Ameal, AE Raúl Proença, EB 2,3 Visconde ES Fernão Pó,
Arranhó, Arruda Góis, Alenquer Torres Vedras Caldas da Rainha Chanceleiros, Bombarral
dos Vinhos Alenquer

Carlos Maria Maria da Maria Graça Maribel Silva Orlando Rui Jorge Vera Cristina
Salvador Conceição Conceição Figueiredo, Sócia: 75274 José Correia Gineto Pedro
Vasconcelos Carinhas Fernandes Sócia: 36478 EB 2,3 Dr. João Sócio: 75251 Sócio: 67556 Sócia: 53747
Sócio: 50032 Sócia: 70882 Sócia: 72288 EB Malveira, das Regras, AE da Abriga- AE Atouguia da EB Pêro de Alen-
EB St.º Onofre, ES de Peniche, AE S. Gonçalo, Mafra Lourinhã da, Alenquer Baleia, Peniche quer, Alenquer
Caldas da Rainha Peniche Torres Vedras

vota A
Suplentes

Albina Maia Zurita Marques Teresa Olhero Aline Joaquina


Sócia: 50961 Sócia: 44093 Sócia: 77421 Marcelino Loureiro
Escola Raúl JI Sapataria, AE Abrigada, Sócia: 11152 Sócia: 51009
Proença, Caldas Sobral de Monte Alenquer Aposentada AE Abrigada,
da Rainha Agraço Alenquer
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A
DIREÇÃO REGIONAL
SANTARÉM
Efetivos

Anabela Ana Maria Ana Maria Fernando Isabel Maria Luís Neves
Simão Junceiro Guia Jorge Martins Jesus Sócio: 65300
Sócia: 56721 Sócio: 50912 Sócia: 50971 Sócia: 75900 Sócia: 57506 ES Ourém,
EBI Fernando ES Jácome AE Templários, EBS Ourém, EB 2/3 Dr. António Ourém
Casimiro Pereira Ratton, Tomar Tomar Ourém Chora Barroso,
da Silva, R.Maior Torres Novas

Margarida Maria Cristina Paula Maria Paulo Jorge Sílva Marília Susana
I. Gabriel Veiga Simões Rosa Pereira Marquês
Sócia: 38680 Sócia: 68347 Sócia: 54226 Sócio: 54229 Sócio: 57289 Sócia: 56107
ES Dr. Ginestal EB1 de Alcane- EB 1 Chamus- EB 1 Santa AT Templários, ES Jácome
Machado, na, Alcanena ca, Chamusca Maria, T. Novas Tomar Ratton, Tomar
Santarém Mafra
Suplentes

Maria João Rui Manuel Isabel Ceia Albertina José Manuel Cláudio Carla Domingos
Gonçalves Martins Moura Pires Rodrigues Saragoça Cristina Silva
Sócia: 71844 Sócio: 42559 Sócia: 42871 Sócia: 37647 Sócio: 39381 Sócio: 71490 Oliveira Sócio: 43140
CE de Constân- Escola D. Manuel EB Vale de C. Escolar AE Marceli- EBS Ourém, Sócio: 67234 EB 2,3 IV
cia I, Santarém Sanaterém Constância no Mesquta, Ourém EB 2,3/ S. Pedro Conde de
e Montalvo, Cartaxo Ferreiro, Ferreira Ourém, Ourém
Constância do Zêzere

vota A
António
Carlos
Godinho
Sócio: 39525
ES Jácome
Ratton, Tomar
LISTA A PROGRAMA É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A
DIREÇÃO REG. setúbal
Efetivos

Alexandre Ana Maria Ana Paula Ana Paula Arnaldo Cesaltina Pita Eduardo Silva
Martins Paulino Contreiras Pereira Cardoso Sócia: 50987 Sócio: 73045
Sócia: 67067 Sócia: 35341 Sócia: 63605 Sócia: 73414 Sócio: 73224 EB da ES Fernão
EB Dr. António ES Sebastião da EB nº7 Baixa da AE Miradouro de EB 2,3 Paulo da Alembrança, Mendes Pinto,
Costa, Almada Gama, Setúbal Banheira, Moita Alfazina, Almada Gama, Seixal Almada Almada

Helena Henrique João Pedro Maria Maria Carlos Maria Isabel Maria João
Cristina Gonçalves Ricardo Antónia Ribeiro Diogo Almodôvar
Freitas Sócio: 50248 Sócio: 63181 Crespo Sócio: 70995 Sócia: 72802 Sócia: 53708
Sócia: 65888 Escola Básica EB1 Feijó, Sócio: 49278 EB Elias Gar- ES Baixa da CPBES Arrente-
EB1/JI Vale 2,3/S Michel Almada AE Alcácer do cia, Almada Banheira, Moita la, Seixal
Flores, Almada Giacometti Sal, Alcácer

Maria José Maria Manuela Mário Rui Matilde Paula Paulo Sílvia Emília Costeira
Cantarinha Tomaz Silva Farinha Lino Cartuxo Sobral Sócio: 51119
Sócia: 43787 Sócia: 50869 Sócio: 49130 Sócio: 67307 Sócia: 56190 Sócio: 75566 Sócia: 70215 AE Anselmo An-
AE Santo JI Lagameças, Escola Básica AE Emídio AE Nun’Álvar- ES Alfredo dos Academia de drade, Almada
António, Palmela Vale Rosal, Navarro, es, Seixal Reis Silveira, Música de Al-
Barreiro Almada Almada Seixal mada, Almada
Suplentes

Maria Luísa Vanda Júlia Rebelo Anabela Berto Carlos Inês Lopo José Maria
Salsa Malacão Sócia: 42443 Sócia: 62549 Curto Sócia: 71315 Caçador Margarida
Sócia: 42736 Sócia: 62697 Assoc. de Serv. ES Pinhal Novo, Sócio: 62254 EB/JI Nun’Álvar- Sócio: 34564 Santos
EB El Rei D. EB D. Luís Sociais de Trab. Palmela EB Barboda du es, Seixal EB Carlos Gar- Sócia: 55650
Manuel I Mendonça Autar. do Seixal, Bocage, Setúbal gaté, Almada

A
AE Cercal do
Alcochete Furtado, Seixal Alentejo, Santi-
Barreiro ago do Cacém

Maria
Antonieta
Paixão Rosa
Sócia: 61950
EB 2,3 Luísa
vota A
Todi, Setúbal
É TEMPO DE SERMOS SINDICATO. UNIDOS VENCEREMOS LISTA A

direção da área académica universitária I

a
Efetivos

Cristina Pra- Gil Santos Isabel Araújo João Cruz Sérgio Pereira
tas Cruzeiro Júnior Branco Sócio: 65332 da Silva
Sócia: 75015 Sócio: 77354 Sócia: 73114 Faculdade de Sócio: 63028
Faculdade de Faculdade de Faculdade de Belas Artes UL Faculdade de
Ciências Sociais Ciências UL Ciências Sociais Belas Artes UL
e Humanas UNL e Humanas UNL
Suplentes

António Tomás Fernando Victor Paulo


Sousa Dias Maia Guerreiro Silva
Sócio: 58364 Sócio: 62318 Sócio: 20418 Sócio: 56398
Faculdade de Faculdade de Faculdade de Universidade
Belas Artes UL Belas Artes UL Letras UL Aberta

direção da área académica universitária Ii


Suplente
Efetivos

Ana Vinhas Ilídio Tomás João Rafael Luís Ganja Pedro Miguel Catarina
Novais Lopes Santos Cardoso Fonseca Casanova
Sócia: 53197 Sócio: 77172 Sócio: 71121 Sócio: 74560 Sócio: 73371 Sócia: 56403
Instituto Sup. de Instituto Superior Facul. de Arqui- Faculdade de Instituto Sup. Instituto Sup.
Agronomia de Ciências e tectura de Lisboa Medicina de Ciências Sociais Ciências Sociais
Tecnologias Veterinária e Políticas e Políticas

direção da área direção da área acad.


académica POLITÉCNICA sup. particular e coop.

Ana Cristina Herlander João Paulo Maria André Levy António Filipe Cecília José Manual
Gomes Ferreira Pires Isabel Coelho Sócio: 71767 Rodrigues Tomás Zaluar
Sócia: 67461 Sócio: 74167 Sócio: 60693 Sócia: 69639 Instituto Superior Sócio: 66114 Sócio: 67640 Sócio: 26199
Escola Sup. Escola Sup. Escola Superior Instituto Superior de Psicologia Universidade Universidade Universidade
Educaçao Gestão e de Educação de Engenharia Aplicada Europeia Católica Lusófona de
Santarém Tecnologias IP Setúbal de Lisboa e PolíticasVeter- Portuguesa Humanidades e
aa Tecnologias
A
É ÉTEMPO
TEMPODEDESERMOS
SERMOSSINDICATO.
SINDICATO.UNIDOS
UNIDOSVENCEREMOS
VENCEREMOS LISTA
LISTAAA
conselho

Efetivos
gerall
José Manuel Óscar Soares Francisco Maria Júlia Maria do António Fer-
Vargas Sócio: 11470 Santos Lelllo Carmo Lopes nando Silva
Sócio: 34739 Aposentado Sócio: 32628 Sócia: 74721 Sócia: 143 Sócio: 76848
Aposentado Aposentado Aposentada Aposentada ES Amadora

Margarida Celeste Paulo Adelino Alda Vitória José Manuel Ângelo Maria António
Rente Almeida Gonçalves Coutinho Godinho Rodrigues D. Pereira José Silva
Sócia: 51860 Sócia: 37833 Sócio: 54670 Sócia: 39961 Sócio: 44329 Sócio: 60199 Sócia: 51023 Sócio: 3727
EB Santa Iria, ES D. Sam- ES Henrique ES Miraflores, AE António ES Cacilhas EBS Luís de Aposentado
Tomar paio, Almada Nogueira, Oeiras Gedeão, Almada Tejo, Almada Camões, Con-
Torres Vedras stância

Nuno Cabanas Alexandre Maria da José Jorge Elsa Pires Luís Alberto Rute Barata António
Sócio: 53618 Louro Conceição Lemos Sócia: 38207 Rodrigues Sócia: 73100 Pita Roque
EBI Colares, Sócia: 66404 Ângelo Sócio: 48231 ES Fernão Pó, Sócia: 57108 Escola Artística Sócio: 75754
Sintra Casa Pia de Sócia: 31070 AE Artur Bombarral EB Laranjeiro António Arroio, ES João de
Lisboa, Lisboa Aposentada Gonçalves, n.º 3, Almada Lisboa Barros, Seixal
Torres Novas

Eurico Isabel Filomena Ma- Joaquim Álvaro Rita Guilhermina Nuno Costa
Sequeira Cristina ria Moraes Baltazar Neves Magrinho Ârnedo Sócia: 65313
Sócio: 47082 Neves Sócia: 54944 Sócio: 54443 Sócio: 72191 Sócia: 12 Sócia: 38841 ES du Bocage,
AE Alcochete, Sócia: 46648 EB1 Santa Clara, EB 2,3 Naveg. CERCI, Lisboa Aposentada AE Terras de Setúbal
Alcochete EB Elias Gar- Lisboa Rodrig. Soromen- Larus, Seixal
cia, Almada ho, Sesimbra
Suplentes

Ana Maria Luísa Carla Diclinda Domítilia Joaquim Ana Cristina Maria
Fonseca Rodrigues Alexandra Baudouin Mendes Gonçalves Lopes Manuela
Sócia: 76171 Sócia: 58576 Santos Sócio: 15531 Sócia: 55251 Sócio: 6071 Sócia: 44990 Guerreiro
Escola Dr. Ruy de EBS Passos Sócia: 77195 Aposentada EB S Luís de Aposentado AE Gil Paes, Sócia: 51188
Andrade, Manuel, Lisboa EB Agualva 2, Camões, Torres Novas AE Paulo Gama,
Entroncamento Sintra Constância Seixal

Maria Maria Antónia Mónica Hélia Santos Cacilda Mário Rosa Maria Francisco
Manuel Coelho Amaro Sócia: 4749 Silva e Costa Morgado Chorão Bartolomeu
Calvet Ricardo Sócia: 67103 Sócia: 64447 Aposentada Sócia: 40076 Sócio: 9112 Sócia: 54025 Sócio: 28877
Sócio: 1522 AE Caparica, EB Carlos ES Henriq. No- Aposentado EB António Bento Aposentado
Aposentada Almada Ribeiro, Seixal gueira, T. Vedras Franco, Mafra