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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ARQUITETURA E URBANISMO

ENGENHARIA CIVIL

PROF.ª ALINE RIBEIRO


alineribeiro@umc.br

O QUE É ARQUITETURA?

DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO

1. arte e técnica de organizar espaços e criar ambientes para abrigar


os diversos tipos de atividades humanas, visando também determinada
intenção plástica.

2. conjunto das obras arquitetônicas executadas em determinado


contexto histórico, social ou geográfico.

3. maneira pela qual são dispostas as partes ou elementos de um


edifício ou de uma cidade.

4. conjunto de princípios, normas, materiais e técnicas usadas para criar


o espaço arquitetônico.

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O QUE É URBANISMO?

DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO

1. o saber e a técnica da organização e da racionalização das


aglomerações humanas, que permitem criar condições adequadas de
habitação às populações das cidades.

2. o modo de vida característico das cidades.

3. a arquitetura urbana.

A FORMAÇÃO DO ARQUITETO E URBANISTA

. FORMAÇÃO GENERALISTA (de conceitos de arte a cálculos estruturais)

. Projeto de edificações e urbanísticos


. Paisagismo
. Design gráfico e industrial
. História da arte e da arquitetura
. Fundamentos sociais
. Conforto ambiental
. Sistemas estruturais
. Instalações prediais
. Infraestrutura urbana

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ARQUITETURA E URBANISMO
OBJETIVOS DA DISCIPLINA

. Apresentar os conceitos sobre a Arquitetura e o Urbanismo

. Desenvolver a visão crítica sobre a produção da cidade

. Subsidiar o diálogo profissional entre Arquitetos e Engenheiros

ARQUITETURA E URBANISMO
PLANO DE AULAS

. Conceitos sobre Arquitetura e Urbanismo

. Breve história da Arquitetura e do Urbanismo

. Leitura e interpretação de obras arquitetônicas

. Regulamentação urbana e suas aplicações

. Principais leis para a construção do edifício

. A sustentabilidade na construção

. Processos e produtos do projeto de arquitetura e urbanismo

. Interação profissional Engenheiro Civil / Arquiteto

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ARQUITETURA E URBANISMO
METODOLOGIA

. Aulas expositivas

. Atividades de fixação de conceitos

. Textos e vídeos

. Estudo sobre um edifício de São Paulo

. Desenvolvimento de um projeto

ARQUITETURA E URBANISMO
FORMA DE AVALIAÇÃO

M1

. Atividades em grupo + Prova P1 (10/04)

M2

. Atividades em grupo + Prova P2 (12/06)

𝑀1+2∗ 0,3∗𝑃𝐼+0,7∗𝑁𝐷
. NF =
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ARQUITETURA E URBANISMO
FORMA DE AVALIAÇÃO

PROVAS

. Conteúdos e conceitos apresentados em sala

. Bibliografia indicada durante as aulas

ARQUITETURA E URBANISMO
FORMA DE AVALIAÇÃO

ATIVIDADES INDIVIDUAIS E EM GRUPO

. Atividades em sala

. Leituras programadas

. Estudo e intervenção em uma região da cidade

. Análise de um edifício

. Desenvolvimento de um projeto

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ARQUITETURA E URBANISMO
MATERIAIS DA DISCIPLINA

DISPONÍVEIS EM PASTA DO GOOGLE DRIVE

. Slides das aulas

. Plano de ensino

. Cronograma

. Bases para as atividade

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MASP ARQUITETURA: LINA BO BARDI


ESTRUTURA: ESCRITÓRIO TÉCNICO FIGUEIREDO FERRAZ
MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO PERÍODO DE CONSTRUÇÃO: 1957 - 1968

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MASP – IMPLANTAÇÃO

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MASP – IMPLANTAÇÃO

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“O monumental não depende


das dimensões”
Lina Bo Bardi

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O ARQUITETO

. Estudo da solicitação de projeto

. Estudo da área de implantação

. Partido arquitetônico

. Desenvolvimento do projeto - Forma


- Função
- Estética
- Aspectos históricos e sociais
- Aspectos econômicos
- entre outros

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HISTÓRICO

1947. Inauguração do MASP localizado no centro da cidade, na


Rua 7 de Abril

1957 a 1968. Período de construção da nova sede na Av. Paulista


e a realização do maior vão livre do mundo no período

1968. Inauguração

1982. Tombamento pelo Condephaat (Conselho de Defesa do


Patrimônio Histórico, Arqueológico e Artístico Nacional)

1990. Pintura da estrutura de vermelho

2015. Obras de revitalização do museu

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MASP RUA 7 DE ABRIL

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BELVEDERE TRIANON

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CROQUIS – ARQ. LINA BO BARDI

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ACERVO

EXPOSIÇÕES
TEMPORÁRIAS

ENTRADA
RESTAURANTE
LOJA AUDITÓRIO

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MASP EM CONSTRUÇÃO – ARQ. LINA BO BARDI (1914-1992) E O CAVALETE DE VIDRO

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MASP – VISTA INTERNA 1970

MASP – VISTA INTERNA 2015

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O ENGENHEIRO CIVIL

. Estudo de viabilidade estrutural da proposta arquitetônica

. Desenvolvimento de soluções estruturais

. Projetos de instalações prediais

. entre outros

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JOSÉ CARLOS DE FIGUEIREDO FERRAZ (1918 -1994)

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JOSÉ CARLOS DE FIGUEIREDO FERRAZ (1918 -1994)

“O projeto estrutural me parecia utópico. Era uma


concepção fora dos padrões normais, a desafiar os conceitos
clássicos de segurança e estabilidade. Mas essa utopia se

transformou numa contundente realidade – não sem


exigir de nós um enorme esforço e uma dedicação
ímpar. Afinal, o sonho de Lina Bo Bardi se concretizou no
concreto que nós erguemos. A técnica se incorporou, como
sempre, à arte, numa esplêndida simbiose de harmonia.”

Eng. José Carlos de Figueiredo Ferraz

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VIGAS: seção vazada de 2,50m x 3,50m

PILARES: seção vazada de 4,00m x 2,50m

LAJE NERVURADA: espessura de 0,50m

COMPRIMENTO DO VÃO: 74m

BALANÇOS LATERAIS: 5m

ÁREA TOTAL DE CONSTRUÇÃO: aprox.


10mil m²

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MASP EM CONSTRUÇÃO (1957)

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MASP EM CONSTRUÇÃO

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MASP EM CONSTRUÇÃO

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MASP – VISTA A PARTIR DA AV. PAULISTA

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MASP – VISTA A PARTIR DA AV. NOVE DE JULHO

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MASP – VISTA A PARTIR DA AV. NOVE DE JULHO

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MASP – VISTA SUPERIOR

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ATIVIDADES INDIVIDUAL
LEITURA PROGRAMADA 01 – LP01

• Fazer um estudo sobre o texto enviado por e-mail


utilizando o material fornecido
• Entregar na data e horário da P1, dia 10/04

GRUPOS DE 3 OU 4 INTEGRANTES
ESCOLHER UM EDIFÍCIO BONITO

• Em um arquivo de Word, colocar apenas 1 (uma)


imagem do edifício escolhido e justificar a escolha em
1 (um) parágrafo
• Enviar para o e-mail alineribeiro@umc.br com o
assunto 5ºB ou 5ºC até o dia 23/02

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ARQUITETURA E URBANISMO

ENGENHARIA CIVIL

PROF.ª ALINE RIBEIRO


alineribeiro@umc.br

NÃO HÁ UMA PEDRA POSTA PELA MÃO DO


HOMEM NO CENTRO DE SUAS CIDADES, QUE NÃO
EXPRIMA UMA IDÉIA, QUE NÃO REPRESENTE UMA
LETRA NO ALFABETO DA CIVILIZAÇÃO.
MANUEL DE ARAUJO PORTO-ALEGRE (INÍCIO SEC.XIX)

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O QUE É ARQUITETURA?

DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO

1. arte e técnica de organizar espaços e criar ambientes para


abrigar os diversos tipos de atividades humanas, visando
também a determinada intenção plástica.

2. conjunto das obras arquitetônicas executadas em determinado


contexto histórico, social ou geográfico.

3. maneira pela qual são dispostas as partes ou elementos de


um edifício ou de uma cidade.

4. conjunto de princípios, normas, materiais e técnicas usadas


para criar o espaço arquitetônico.

O QUE É ARQUITETURA?

DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO

1. arte e técnica de organizar espaços e criar ambientes para


abrigar os diversos tipos de atividades humanas, visando
também a determinada intenção plástica.

2. conjunto das obras arquitetônicas executadas em determinado


contexto histórico, social ou geográfico.

3. maneira pela qual são dispostas as partes ou elementos de


um edifício ou de uma cidade.

4. conjunto de princípios, normas, materiais e técnicas usadas


para criar o espaço arquitetônico.

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O QUE É ARQUITETURA?

1. INTENÇÃO PLÁSTICA

2. ABRIGAR ATIVIDADES HUMANAS

3. ORGANIZAR ESPAÇOS

O QUE É ARQUITETURA?

1. INTENÇÃO PLÁSTICA

2. ABRIGAR ATIVIDADES HUMANAS

3. ORGANIZAR ESPAÇOS

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA

CONSTRUÇÃO

BELEZA

1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA

CONSTRUÇÃO

+ CONSTRUÇÃO BELA

BELEZA

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O QUE UMA CONSTRUÇÃO BELA?

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CATEDRAL DA SÉ
THE HIVE DIMENSÕES / SIMBOLOGIA
FORMA / DESAFIO ESTRUTURAL

EDIFÍCIO CONDE DE
SARZEDAS
CONTRASTE MODERNO X
ANTIGO / FORMA

HOTEL UNIQUE
FORMA / DESAFIO ESTRUTURAL / MATERIAIS
PRAÇA DAS ARTES
MODERNIDADE

EDIFÍCIO ALTINO ARANTES EDIFÍCIO VICTOR MALZONI


(FAROL DO SANTANDER) FORMA / MATERIAIS / CONTRASTE MODERNO
EDIFÍCIO BANCO DE HISTÓRIA / MEMÓRIA X ANTIGO
SÃO PAULO

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O QUE UMA CONSTRUÇÃO BELA?

. O CONCEITO DE BELEZA É UMA QUESTÃO PESSOAL OU DE


GRUPOS DE PESSOAS

. PARA FACILITAR O DEBATE PODEMOS CLASSIFICAR DE TRÊS


MANEIRAS:

1.1. CRITÉRIO ARTÍSTICO DE CONHECIMENTO COMUM

1.2. CRITÉRIO ESPECÍFICO DE ARTE, AGRADA A POUCAS


PESSOAS

1.3. SEM CRITÉRIO ESTÉTICO APARENTE

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA


1.1 CRITÉRIO ARTÍSTICO DE CONHECIMENTO COMUM

. RELACIONADO COM OS MOVIMENTOS ARTÍSTICOS

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CONSTRUÇÕES CIVIS – SÉC. XVIII


COLONIAL

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CONSTRUÇÕES CIVIS – SÉC. XVIII TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO - 1911


COLONIAL ECLETISMO

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CONSTRUÇÕES CIVIS – SÉC. XVIII TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO - 1911


COLONIAL ECLETISMO

IGREJA SÃO LUÍS DOS MATOZINHOS – 1805


BARROCO

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CONSTRUÇÕES CIVIS – SÉC. XVIII TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO - 1911


COLONIAL ECLETISMO

IGREJA SÃO LUÍS DOS MATOZINHOS – 1805


BARROCO
EDIFÍCIO COPAN – ANOS 1950/60
MOVIMENTO MODERNO

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA


1.1 CRITÉRIO ARTÍSTICO DE CONHECIMENTO COMUM

. RELACIONADO COM A CULTURA LOCAL

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ALDEIA WAURÁ (PARQUE DO XINGU) - 2005 ALGUMA PRAÇA NA ALEMANHA


ARQUITETURA INDÍGENA ARQUITETURA ALEMÃ

BIBLIOTECA DA UNIVERSIDAD NACIONAL TEMPLO NARA TODAJI – SÉC. VIII


AUTÓNOMA DE MÉXICO – ANOS 1950 ARQUITETURA JAPONESA
ARQUITETURA MEXICANA

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA


1.1 CRITÉRIO ARTÍSTICO DE CONHECIMENTO COMUM

. RELACIONADO COM MODISMOS

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“NEOCLÁSSICO” – CONJUNTO CIDADE JARDIM


MARGINAL PINHEIROS

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA


1.1 CRITÉRIO ARTÍSTICO DE CONHECIMENTO COMUM

. RELACIONADO COM TECNOLOGIA

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TECNOLÓGICO
MARGINAL PINHEIROS

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA


1.2. CRITÉRIO ESPECÍFICO DE ARTE

. RELACIONADO COM A CARACTERÍSTICA DESENVOLVIDA POR


UM ARTISTA

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IGREJA DA PAMPULHA – ANOS 1940


OSCAR NIEMEYER

CASA BOLA – 1979


EDUARDO LONGO

HOTEL UNIQUE – 2003


RUY OTHAKE

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IGREJA DA PAMPULHA – ANOS 1940


OSCAR NIEMEYER

CASA BOLA – 1979


EDUARDO LONGO

HOTEL UNIQUE – 2003


RUY OTHAKE

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA


1.3. SEM CRITÉRIO ESTÉTICO APARENTE

. RELACIONADO COM MATERIAIS, TÉCNICAS E RECURSOS


FINANCEIROS DISPONÍVEIS

. GERALMENTE RELACIONADO COM CONSTRUÇÕES


POPULARES

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1. INTENÇÃO PLÁSTICA DA ARQUITETURA

DE MODO GERAL É QUASE IMPOSSÍVEL QUE NÃO


HAJA UM DESEJO ESTÉTICO EM QUALQUER TIPO
DE CONSTRUÇÃO

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CASA NA VILA MATILDE (Terra e Tuma Arquitetos + Megalos Engenharia)


VENCEDORA DO PRÊMIO BUILDING OF THE YEAR 2016 – HOUSES

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O QUE É ARQUITETURA?

1. INTENÇÃO PLÁSTICA

2. ABRIGAR ATIVIDADES HUMANAS

3. ORGANIZAR ESPAÇOS

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2. ABRIGAR ATIVIDADES HUMANAS

2.1. A ARQUITETURA É FEITA DESDE QUE O HOMEM VIU A


NECESSIDADE DE CONSTRUIR A SUA CASA – A CABANA
PRIMITIVA

2.2. HOJE A ARQUITETURA TAMBÉM VEM DA NECESSIDADE DO


HOMEM INTERVIR NOS LUGARES QUE HABITA

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2. ABRIGAR ATIVIDADES HUMANAS


2.1. CONSTRUIR

. PROGRAMA DE NECESSIDADES – ATIVIDADES A SEREM


DESENVOLVIDAS NO LOCAL – ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS

. CARACTERÍSTICAS DO LUGAR

. INTENÇÃO PLÁSTICA

. MATERIAIS DISPONÍVEIS

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IGLU – ANTÁRTICA CLOCHÁN – IRLANDA

TIPI – AMÉRICA DO NORTE LOG – ESCANDINÁVIA

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2. ABRIGAR ATIVIDADES HUMANAS


2.2. INTERVIR

. PROGRAMA DE NECESSIDADES – ATIVIDADES A SEREM


DESENVOLVIDAS NO LOCAL

. CARACTERÍSTICAS DO LUGAR

. INTENÇÃO PLÁSTICA

. MATERIAIS DISPONÍVEIS

. IMPACTO AMBIENTAL

. PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO

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MANSÃO MATARAZZO – ANOS 1990 ESTACIONAMENTO – ANOS 2000

SHOPPING CIDADE SÃO PAULO – 2015

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PINACOTECA DO ESTADO – PAULO MENDES DA ROCHA – ANOS 1990

SALA SÃO PAULO – NELSON DUPRÊ – ANOS 1990

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O QUE É ARQUITETURA?

1. INTENÇÃO PLÁSTICA

2. ABRIGAR ATIVIDADES HUMANAS

3. ORGANIZAR ESPAÇOS

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3. ORGANIZAR ESPAÇOS

3.1. A MEDIDA HUMANA

3.2. AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO AMBIENTE

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IGREJA DA PAMPULHA – 1943


OSCAR NIEMEYER

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IGREJA DA PAMPULHA – 1943


OSCAR NIEMEYER

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HOMEM VITRUVIANO – LEONARDO DA VINCI (1490) MODULOR – LE CORBUSIER (ANOS 1940)

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NEUFERT, ERNEST. ARTE DE PROJETAR EM ARQUITETURA.

PRIMEIRA PUBLICAÇÃO – 1936

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3. ORGANIZAR ESPAÇOS
3.2. AS ATIVIDADES NO AMBIENTE

. TIPO DE ATIVIDADE

. MOBILIÁRIO NECESSÁRIO

. TIPO DE USUÁRIO

. ERGONOMIA

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ARQUITETURA E URBANISMO

ENGENHARIA CIVIL

PROF.ª ALINE RIBEIRO


alineribeiro@umc.br

ANÁLISE DA ARQUITETURA

. A ANÁLISE DE OBRAS EXISTENTES CONTRIBUI PARA O


CONHECIMENTO DE SOLUÇÕES QUE OBTIVERAM SUCESSO E
FRACASSO

. ENTENDER O CONTEXTO DE CONCEPÇÃO DA ARQUITETURA


PARA QUE SE POSSA INTERVIR OU PROJETAR DO INÍCIO

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FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA USP

ENG. CARLOS CASCALDI

ENG. JOSÉ CARLOS DE FIGUEIREDO


FERRAZ

ENG. ARQ. JOÃO BATISTA VILANOVA


ARTIGAS

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ENG. ARQ. JOÃO BATISTA VILANOVA ARTIGAS


(Curitiba 1915 – São Paulo 1985)

1937 Forma-se engenheiro-arquiteto pela Escola


Politécnica da Universidade de São Paulo
(Poli/USP)

Trabalha na construtora Bratke e Botti e de


fundar junto com Duílio Marone a empresa de
projeto e construção Artigas & Marone
Engenheiros

1944 Afasta-se da construtora e monta seu


escritório de projetos junto com Carlos Cascaldi
(ex-aluno de Artigas na Poli)

1948 Participa da criação da Faculdade de Grande expoente do chamado


Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Brutalismo Paulista
Paulo (FAU/USP)

Em todos os seus projetos procurou


combinar seu engajamento político-social
com a técnica, o que pode ser visto em seu
projeto para o Conjunto Habitacional
Zezinho Magalhães (Parque Cecap), em
1967, junto com os arquitetos Paulo
Mendes da Rocha e Fábio Penteado; e
também nos Condomínio de Edifícios
Louveira, de 1946

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Em 1952 inicia o projeto para o Estádio Cícero


Pompeu de Toledo (Estádio do Morumbi)

1959-1961 Após projetar casas nos


anos 1950 passa a projetar edifícios
escolares, como os ginásios de
Itanhaém e Guarulhos em um momento
em que as relações entre a arquitetura
e o poder público em SP são
estreitadas

1961 Anhembi Tênis Clube

1961-1969 Faculdade de Arquitetura e


Urbanismo da USP

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FACULDADE DE ARQUITETURA E
URBANISMO DA USP

1948 funação da FAU originária do curso de


Engenheiro-Arquiteto da Escola Politécnica, tinha
inicialmente uma grade curricular alinhada à
Escola Nacional de Belas Artes e ocupava o
Edifício Vila Penteado localizado em
Higienópolis

1962 reforma curricular liderada por João


Vilanova Artigas trouxe novas necessidades a
um curso mais amplo que integrava Projeto,
História e Tecnologia, que necessitaria de um
novo espaço para as suas atividades

1969 a FAU ganha nova sede para a


graduação, permanecendo no casarão os cursos
de pós-graduação

IMPLANTAÇÃO
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IMPLANTAÇÃO
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PROGRAMA DE NECESSIDADES

- PARA ATENDER ÀS DEMANDAS DAS AULAS DE HISTÓRIA, PROJETO E


TECNOLOGIA SERIAM NECESSÁRIOS: SALA DE AULA, ATELIÊS DE PROJETO,
LABORATÓRIOS

- ALÉM DOS AMBIENTES NECESSÁRIOS A UM EDIFÍCIO DE USO EDUCACIONAL

. DIREÇÃO E ADMINISTRAÇÃO

. AUDITÓRIO

. ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA

. SANITÁRIOS

. BIBLIOTECA

. LANCHONETE

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PARTIDO ARQUITETÔNICO

- ESPAÇOS DE AULA INTEGRADOS COM OS ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA

- EDIFÍCIO SEM PORTAS E ABERTO PARA A CIDADE

- FORMA + FUNÇÃO + ESTRUTURA COMO UMA COMBINAÇÃO


DETERMINANTE PARA A ESTÉTICA DO PROJETO

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CORTE TRANSVERSAL ESTRUTURA


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15,90

10,30
8,40
6,50
4,60
2,70
0,80
-1,10
-3,00

CORTE TRANSVERSAL ESTRUTURA


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CADA ELEMENTO COMPORTA-SE COMO


UMA VIGA E FOI CONSTRUÍDO NO
SISTEMA CHAMADO “CAIXÃO PERDIDO”

ESTRUTURA
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PLANTA DE COBERTURA

ESTRUTURA
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O SISTEMA COMO UM TODO FUNCIONA


COMO UMA LAJE QUE SE APÓIA DE
MANEIRA UNIFORMEMENTE DISTRIBUÍDA
EM VIGAS LONGITUDINAIS E
TRANSVERSAIS

ESTRUTURA
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CORTE TRANSVERSAL ESTRUTURA


19

CORTE TRANSVERSAL ESTRUTURA


20

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

CORTE TRANSVERSAL ESTRUTURA


21

CORTE LONGITUDINAL

ESTRUTURA
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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

CORTE TRANSVERSAL ESTRUTURA


23

CORTE TRANSVERSAL CIRCULAÇÃO


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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANTA CIRCULAÇÃO
25

26

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

27

SUBSOLO
1. AUDITÓRIO

AUDITÓRIO
28

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

2 3

SUBSOLO
1. AUDITÓRIO | 2, 3 E 4 LABORATÓRIOS DE PESQUISA

AUDITÓRIO
29

6
7

TÉRREO
5. SALÃO CARAMELO | 6. DIRETORIA | 7. ENTRADA

SALÃO CARAMELO
30

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

31

10
8
9

1º PAVIMENTO
8. LANCHONETE | 9. MUSEU | 10. APOIO

PISO DO MUSEU
32

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

13
12
11

2º PAVIMENTO
11. BIBLIOTECA | 12. ACERVO | 13. SECRETARIA

BIBLIOTECA
33

14

15

3º PAVIMENTO
14. DEPARTAMENTOS | 15. ATELIÊ INTEGRADO

DEPARTAMENTOS
34

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

16

4º PAVIMENTO
16. ESTÚDIOS

ESTÚDIOS
35

17

5º PAVIMENTO
17. SALAS DE AULA

SALAS DE AULA
36

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

. RECUPERAÇÃO DO
CONCRETO DA
COBERTURA

. REMOÇÃO E
SUBSTITUIÇÃO DOS
DOMOS

. RECUPERAÇÃO DO
CONCRETO DAS
EMPENAS

. RECUPERAÇÃO
ESTRUTURAL DO
RESERVATÓRIO DE
ÁGUA

. SUBSTITUIÇÃO DAS
PRUMADAS DE ÁGUA
PLUVIAL

. TROCA DE SISTEMA
DE ILUMINAÇÃO DOS
ESTÚDIOS E DAS
SALAS DE AULA

REFORMA
37

REFORMA
38

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

VÍDEOS MOSTRADOS EM SALA

ITAÚ CULTURAL. Ocupação Vilanova Artigas. Disponível em:


https://www.youtube.com/playlist?list=PLaV4cVMp_odzJUp2uLrM-qtg5Ak23Ghxq

BIBLIOGRAFIA SOBRE ANÁLISE DE ARQUITETURA

KOWALTOWSKI, D.; MOREIRA, D.; PETRECHE, J.; FABRÍCIO, M. O processo de projeto na arquitetura. São
Paulo: Oficina de Textos, 2011. (disponível em: Minha Biblioteca)

UNWIN, Simon. A análise da Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2013. (disponível em: Minha Biblioteca)

39

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ARQUITETURA E URBANISMO

ENGENHARIA CIVIL

PROF.ª ALINE RIBEIRO


alineribeiro@umc.br

O QUE É URBANISMO?

DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO

1. o saber e a técnica da organização e da racionalização das


aglomerações humanas, que permitem criar condições
adequadas de habitação às populações das cidades.

2. o modo de vida característico das cidades.

3. a arquitetura urbana.

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

O QUE É URBANISMO?

DEFINIÇÃO DO DICIONÁRIO

1. o saber e a técnica da organização e da racionalização das


aglomerações humanas, que permitem criar condições
adequadas de habitação às populações das cidades.

2. o modo de vida característico das cidades.

3. a arquitetura urbana.

CIVILIZAÇÃO AGRÍCOLA – PERÍODO NEOLÍTICO

. ligação direta do homem com a natureza


. pouca demanda energética sanada por lenha, carvão, água
. a população vivia relativamente dispersa pelo território
. subsistência através da própria produção

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL – SÉC. XVIII

. o homem transforma a natureza em seu benefício


. utilização de energia não renovável (poluição)
. necessário a concentração de mão-de-obra e transporte de matéria-prima
. adensamento construtivo e populacional

CIVILIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO – ANOS 1950

. entre industrial e informacional


. retomada de atenção com a natureza
. desconcentração e descentralização da produção
. estabelecimento da imagem da “cidade global”
. preservação do patrimônio como resgate da memória

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ESPAÇO

SOCIEDADE

ARQUITETURA URBANA
PLANEJAMENTO URBANO

DADOS FÍSICOS CARACTERÍSTICAS DA POPULAÇÃO


. INFRAESTRUTURA . CONDIÇÕES SOCIAIS, ECONÔMICAS
. TIPOLOGIAS CONSTRUTIVAS E POLÍTICAS
. MORFOLOGIA AMBIENTAL . HISTÓRIA E MEMÓRIA

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

INFRAESTRUTURA E TIPOLOGIAS CONSTRUTIVAS

VARIAM CONFORME O TIPO DE USO DAS EDIFICAÇÕES, A


OCUPAÇÃO ESPACIAL E CONFORME AS CARACTERÍSTICAS
SOCIAIS E ECONÔMICAS DA REGIÃO

Uso residencial
Baixa densidade

10

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

Uso misto
Alta densidade
Verticalização

11

Área industrial

12

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

Área de preservação ambiental

13

Ocupação com infraestrutura


insuficiente

14

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

MORFOLOGIA AMBIENTAL

DEPENDE DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DO AMBIENTE

- RELEVO

- VEGETAÇÃO

- SISTEMA HÍDRICO

15

Salvador - BA

16

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

Goiânia - GO

17

São Paulo - SP

18

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

Rio Pinheiros 1930

19

CONDIÇÕES SOCIOECONÔMICAS E POLÍTICAS

DETERMINAM AS DINÂMICAS DA CIDADE, SUAS


TRANSFORMAÇÕES E SEU DESENVOLVIMENTO

20

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

DESAFIOS URBANOS

. MOBILIDADE
. SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL
. ESVAZIAMENTO E DETERIORAÇÃO DO CENTRO
. PRODUÇÃO DA CIDADE PELO MERCADO IMOBILIÁRIO
. PROBLEMAS AMBIENTAIS
. FALTA DE MORADIA
. ENTRE OUTROS

21

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ARQUITETURA E URBANISMO

ENGENHARIA CIVIL

PROF.ª ALINE RIBEIRO


alineribeiro@umc.br

PRODUÇÃO DOS ESPAÇOS DA CIDADE

. É necessário entender a produção do espaço da cidade como


uma dinâmica econômica e social, que possui diversos agentes,
como por exemplo:

- O Estado
- Mercado Imobiliário
- Empresas de Transporte
- Proprietários fundiários
- Grupos sociais excluídos
- etc...

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANEJAMENTO URBANO

. O Planejamento Urbano pretende antever as transformações


urbanas e suas consequências

. Atividade multidisciplinar
. Sociologia
. Economia
. Geografia
. Arquitetura
. Engenharia
. Direito
. Administração
. entre outros

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANEJAMENTO URBANO
HISTÓRICO BRASILEIRO

. Intensificação do crescimento populacional urbano entre os anos


1940 e 1980

PLANEJAMENTO URBANO
HISTÓRICO BRASILEIRO

ANOS 1960
. Seminário Nacional de Habitação e Reforma Urbana (RJ)
. Golpe de 1964 paralisa o debate

ANOS 1970
. Retomada da reivindicação por movimentos sociais
. Sem sucesso na aprovação de regulamentações urbanas

ANOS 1980
. Redemocratização do país
. Organização de movimentos sociais por melhorias urbanas
. Necessidade de regulamentação urbana via legislação

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANEJAMENTO URBANO
HISTÓRICO BRASILEIRO

. Autonomia dos Estados e Municípios a partir da aprovação de


CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, de 1988

Art.18 A organização político-administrativa da República Federativa do


Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os
Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.

Art.182 A política de desenvolvimento urbano, executada pelo poder


público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por
objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da
cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.

§ 1º O plano diretor, aprovado pela Câmara Municipal, obrigatório para


cidades com mais de vinte mil habitantes, é o instrumento básico da política de
desenvolvimento e de expansão urbana.

§ 2º A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende


às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor.
§ 3º As desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa
indenização em dinheiro.
§ 4º É facultado ao poder público municipal, mediante lei específica para área
incluída no plano diretor, exigir, nos termos da lei federal, do proprietário do solo
urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado que promova seu adequado
aproveitamento

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

Art.183 Aquele que possuir como sua área urbana de até duzentos e
cinquenta metros quadrados, por cinco anos, ininterruptamente e sem
oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-
á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou
rural.

§ 1º O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à


mulher, ou a ambos, independentemente do estado civil.
§ 2º Esse direito não será reconhecido ao mesmo possuidor mais de uma vez.

§ 3º Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001

. Projeto de Lei com início da tramitação em 1989 e aprovação


somente em 2001

. Regulamentação dos artigos 182 e 183 da Constituição Federal

. Cria instrumentos de gestão urbana para a democratização da


produção do espaço das cidades

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001

. Projeto de Lei com início da tramitação em 1989 e aprovação


somente em 2001

. Regulamentação dos artigos 182 e 183 da Constituição Federal

. Cria instrumentos de gestão urbana para a democratização da


produção do espaço das cidades

APENAS A CRIAÇÃO DA LEI NÃO GARANTE A


DEMOCRATIZAÇÃO DAS CIDADES !

11

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001

. ESTRUTURA

CAP. I – Diretrizes Gerais


CAP. II – dos Instrumentos da Política Urbana
CAP.I II – do Plano Diretor
CAP. IV – da Gestão Democrática da Cidade
CAP. V – Disposições Gerais

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001 (CAP. I)

. OBJETIVOS

. Direito à cidade sustentável


. Gestão democrática e participativa
. Cooperação entre governos, iniciativa privada e
demais setores da sociedade
. Planejamento do desenvolvimento das cidades
. Oferta de equipamentos urbanos e infraestrutura
. Ordenação e controle do uso do solo
. Integração entre atividades urbana e rural

13

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001 (CAP. I)

. OBJETIVOS

. Adequação de instrumentos de política econômica,


tributária e financeira dos gastos públicos aos objetivos
do desenvolvimento urbano
. Proteção, preservação e recuperação da paisagem
natural e construída
. Regularização fundiária de áreas ocupadas por
população de baixa renda
. Simplificação da legislação de parcelamento, uso e
ocupação do solo

14

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001 (CAP. II)

. INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS
PLANEJAMENTO

. Plano Diretor
. Zoneamento Ambiental
. Diretrizes e Gestão orçamentária participativa

15

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001 (CAP. II)

. INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS
TRIBUTÁRIOS E FINANCEIROS

. IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano)


. Incentivos e benefícios fiscais e financeiros

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001 (CAP. II)

. INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS
JURÍDICOS E POLÍTICOS

. Direito de Superfície
. Direito de Preempção
. Outorga Onerosa do Direito de Construir
. Operações Urbanas Consorciadas
. Transferência do Direito de Construir
. Estudo de Impacto de Vizinhança

17

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001 (CAP. II)

. INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS
JURÍDICOS E POLÍTICOS

. Direito de Superfície
. Direito de Preempção
. Outorga Onerosa do Direito de Construir
. Operações Urbanas Consorciadas
. Transferência do Direito de Construir
. Estudo de Impacto de Vizinhança

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ESTATUTO DA CIDADE
LEI FEDERAL N.º 10.257/2001

. A criação do Plano Diretor é fundamental para a aplicação


dos instrumentos do Estatuto da Cidade

. Instrumentos como a Regularização Fundiária e o Estudo de


Impacto Ambiental (EIA) e de Vizinhança (EIV) podem ser
aplicados de forma independente do Plano Diretor

19

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ASSENTAMENTOS URBANOS


LEI 11.977/2009

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA


EXEMPLO: IMPLANTAÇÃO DE UM SHOPPING CENTER

21

PLANO DIRETOR

. O Ministério das Cidades é responsável por subsidiar e


fiscalizar a execução dos planos diretores brasileiros

. Instrumento obrigatório para cidades com mais de 20 mil


habitantes ou de interesse turístico com potencial para a
implantação de empreendimentos com impacto ambiental

. Algumas cidades já possuíam plano diretor antes da


aprovação do Estatuto da Cidade, mas está lei inclui, junto ao
corpo técnico, a participação popular no processo de
elaboração do plano

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANEJAMENTO URBANO EM SÃO PAULO


HISTÓRICO

2002 . Aprovação do Plano Diretor Estratégico de São Paulo,


primeiro com base no Estatuto da Cidade

2004 . Aprovação da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação


do Solo com base nas diretrizes do Plano Diretor

2014 . Primeira revisão do Plano Diretor Estratégico de São


Paulo

2016 . Primeira revisão da Lei de Parcelamento, Uso e


Ocupação do Solo

23

PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO


Lei Municipal nº 16.050 de 31 de julho de 2014

. ESTRUTURA

TÍTULO I – da Abrangência, Dos Conceitos, Princípios E Objetivos


CAP. I – da Abrangência dos Conceitos
CAP. II – dos Princípios, Diretrizes e Objetivos
TÍTULO II – da Ordenação Territorial
CAP. I – da Estruturação e Ordenação Territorial
CAP. II – da Regulação do Parcelamento, Uso e Ocupação Do
Solo e Da Paisagem Urbana
CAP. III – Dos Instrumentos de Política Urbana e de Gestão
Ambiental

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO


Lei Municipal nº 16.050 de 31 de julho de 2014

. ESTRUTURA

TÍTULO III – da Política e dos Sistemas Urbanos e Ambientais


CAP. I – da Política De Desenvolvimento Econômico
Sustentável
CAP. II – dos Política Ambiental
CAP. III – do Sistema de Infraestrutura
CAP. IV – da Política e do Sistema de Saneamento Ambiental
CAP. V – da Política e do Sistema de Mobilidade
CAP. VI – do Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e
Espaços Livres
CAP. VII – da Política e de Habitação Social

25

PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO


Lei Municipal nº 16.050 de 31 de julho de 2014

. ESTRUTURA

TÍTULO III – da Política e dos Sistemas Urbanos e Ambientais


CAP. VIII – do Desenvolvimento Social e do Sistema de
Equipamentos urbanos e Sociais
CAP. IX – da Política e do Sistema de Proteção ao Patrimônio
Arquitetônico e Urbano

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO


Lei Municipal nº 16.050 de 31 de julho de 2014

. ESTRUTURA

TÍTULO IV – da Gestão Democrática e do Sistema Municipal de


Planejamento Urbano
CAP. I – dos Componentes do Sistema Municipal e de
Planejamento Urbano
CAP. II – das Instâncias de Participação Popular
CAP. III – dos Instrumentos de Participação Social
CAP. IV – das Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano
CAP. V – do Sistema Municipal de Planejamento do Sistema de
Informações, Monitoramento e Avaliação do PDE
TÍTULO V – das Disposições Finais e Transitórias

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

PLANO DIRETOR

. PLANOS REGIONAIS ESTRATÉGICOS (PRE)

. são instrumentos de planejamento e gestão da política


urbana que têm como objetivo detalhar as diretrizes do
Plano Diretor Estratégico no âmbito territorial de cada
subprefeitura, articulando as políticas setoriais e
complementando as questões urbanístico-ambientais em
seus aspectos físicos e territoriais

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UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES

VÍDEOS EXIBIDOS EM AULA


Como planejar o crescimento das cidades:
https://www.youtube.com/watch?v=8gFDDUkxzGA&t=315s

O Estatuto da Cidade
https://www.youtube.com/watch?v=D40j5D87EjE&t=21s

31

BIBLIOGRAFIA

DUARTE, Fábio. Capítulo 2 - Dimensões do planejamento urbano. In:


DUARTE, Fábio. Planejamento Urbano. Curitiba: Intersaberes, 2012 (disponível
em: Biblioteca Virtual Universitária)

_____________. Capítulo 3 - Plano diretor, um instrumento de


planejamento urbano. In: DUARTE, Fábio. Planejamento Urbano. Curitiba:
Intersaberes, 2012 (disponível em: Biblioteca Virtual Universitária)

Leis
ESTATUTO DA CIDADE. Lei Federal nº 10.257, de 10 de julho de 2001.
Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10257.htm

PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DE SÃO PAULO. Lei Municipal nº 16.050 de


31 de julho de 2014. Disponível em:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento_urbano
/legislacao/plano_diretor/index.php?p=201105

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