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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT

SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS de AT/MT


OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

Prof. Ronaldo Rossi

19/7/2007
ITAJUBÁ Subestações
/ JULHO --AT/MT
2007
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 1
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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OBJETIVOS : Filosofias, Critérios, Análises ...!

CARGA HORÁRIA : 36 horas

PROCEDIMENTOS e APRESENTAÇÕES

MEDIÇÕES e RESULTADOS ESPERADOS


Subestações - AT/MT
19/7/2007 2
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROGRAMA PROPOSTO:
1. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA;
2. SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS – GENERALIDADES;
3. FUNDAMENTOS DE ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA;
4. EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS DE MÉDIA E ALTA TENSÃO;
5. INTRODUÇÃO À PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS;
6. PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES E BARRAS;
7. PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO;
8. SERVIÇOS AUXILIARES;
9. VISITA TÉCNICA A AREVA (ALSTOM-BALTEAU);
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19/7/2007 3
10 VISITA TÉCNICA AO LABORATÓRIO DE ALTA TENSÃO;
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HORAS 2a. fa. 3a. fa. 4a. fa. 5a. fa. 6a. Fa.

Apresentação Faltas Deseqs. Equipaments Operação de Técnicas de


8:00 h Manutenção Subestações digitalização
Introdução Equipamentos
às Relés de
Aterraments Serviços
Proteção Auxiliares
Funds. CE´s Disjs / Chaves
12:00 h Instrumentação
Malha Terra Proteção de
Funds. ASP TC´s / TP´s Transformads
Teste Final e
Avaliação
14:00 h Funds. ASP Visita AREVA Pára-raios Proteção de
Exercícios Barras
às TC´s / TP´s Cabos Livre
Disjuntores Disjuntores Bcos. Caps. Exercícios
18:00 h Outros.. Subestações - AT/MT
19/7/2007 Exercícios 4
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( JANTAR )
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INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE “EE”

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1. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE “EE”

Sistemas Elétricos de Potência – SEP´s;

Geração, Transmissão e Distribuição – GTD;

Representações de Componentes: SEP´s

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REPRESENTAÇÃO DOS COMPONENTES NUM SEP DE AT

G
LINHAS TRANSMISSÃO

SUBESTAÇÕES
PLANTAS TRANSFORMS SISTEMAS DE
GERAÇÃO DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO
ELEVADORES
TRANSFORMS
CENTRAIS DE
PRODUCÃO ABAIXADORES

UTILITY S=P+jQ
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COMPONENTES – SEP´s

GERADORES - Centrais Elétricas Hídricas & Térmicas


TRANSFORMADORES – Subestações de Transformação
LINHAS DE TRANSMISSÃO – Interligações de barras
BANCOS – Compensação de Reativos: Cap / Ind
CARGAS ELÉTRICAS – Consumidores: Ind- Com- Res
EQUIPAMENTOS – Disjuntores, TF´s, TC´s, TP´s, PR´s,
Chaves Seccs, Baterias, Retificadores
Relés, Fusíveis, outros...!
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2. DIAGRAMA UNIFILAR TÍPICO DE UM SEP:

Barra Carga - 2 Barra Controle V

V2 Vj
V1 P12 + j Q 12
GERAÇÃO
G #1 INTERCONEXÃO
G # 2
Pjk + j Q jk

Qcap
≡ Pnk + j Qnk GERAÇÃO
Generation
G # k #2
Station
Qcap
V3 Vi4 ≡ Vk

Compensação
Barra Carga 3 Barra Carga - 4 Barra Controle V
Bco. Capacits
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3. SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA – SEP´S


Máquinas Síncronas – Pólos Lisos e Salientes (HG´s)

Linhas de Transmissão – Modelos “pi” e “T”

Cargas – Potência Constante ou S ( t, F ) !!!


Relação “ tensão x corrente”
Fator de potência – cos φ
Triângulo de Impedância ( R- X- Z )
e de Potências ( P- Q- S )
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4. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE “EE”

Sistemas Elétricos Industriais – SEI´s;

Representações de Componentes: SEP´s - SEI´s

Motores de Indução Trifásicos

Máquinas Síncronas

Bancos de Capacitores
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6. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE “EE”


Sistemas Elétricos Industriais – SEI´s;

Máquinas Síncronas – Pólos Lisos (TG´s) e


Salientes
Cargas – Potência Constante !!!
Fator de potência – cos φ
Bancos de Capacitores
Motores- Indução Trifásico ( kVA = HP )
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Síncronos
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2. DIAGRAMA UNIFILAR TÍPICO DE UM SEP:


Centro de Carga 2 Centro de Carga j

V2 Vj
V1 P 12 + j Q 12

Área de
Geração j
Área de
Geração 1
P jk + j Q jk

P 1k + j Q 1k

Cogeração
jÁrea K

V3 Vi Vk

Centro de Carga 1 Subestações -Centro


AT/MTde Carga k
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1. SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA – SEP´S


Máquinas Síncronas – Pólos Lisos e Salientes (HG´s)

Linhas de Transmissão – Modelos “pi” e “T”

Cargas – Potência Constante !!!


Relação “ tensão x corrente”
Fator de potência – cos φ
Triângulo de Impedância ( R- X- Z )
e de Potências ( P- Q- S )
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1. SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA – SEP´S


Máquinas Síncronas – Pólos Lisos e Salientes (HG´s)

Hidro-Geradores: de 500 kVA a 750 MVA

Turbo-Geradores: de 2500 kVA a 240 MVA

Diesel: de 250 kVA - 2500 kVA

Nuclear: de 650 a 1250 MVA


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MÁQUINAS SÍNCRONAS - GERADORES

Eixo Fase A Eixo Direto: ‘ d ’


φA
VAN IA
θ VAB

+ Campo F
φM
N
Excitatr Vdc IF
− S
ω
φB
IB

φC
Eixo Quadratura:
Subestações ‘q’
- AT/MT
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MÁQUINAS SÍNCRONAS – GERADORES

DIAGRAMA FASORIAL DE ESTADO PERMANENTE


( COMPONENTES DE FASE):

IAN
VAN EAN
rA + j XA δ j.XA IAN
VAN
EAN ϕ rA. IAN
XA >> rA
IAN

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„ TÓPICOS SOBRE
LINHAS DE
TRANSMISSÃO

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COMPONENTES DOS SISTEMAS DE POTENCIA

„ LINHAS DE TRANSMISSÃO

„ Linhas de Transmissão Curtas - LAB < 80 km


„ Linhas Médias - 80 km < LAB < 250 km
„ Linhas Longas - LAB > 250 km

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REPRESENTAÇÕES DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO

„ Linhas de Transmissão

Linhas CURTAS : LAB < 80 km


( Em geral as admitâncias shunt são desprezadas ).

Z L (% ) = R L (% ) + jX L (% ) = Z L ∠ φ LT [% ]

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„ Linhas de Transmissão:
Parâmetros ABCD - Modelo: PI nominal

IS IR
RL + j XL

Ic1 IL Ic2

VS Y/2
VR
Y/2

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1. TRANSPORTE
SISTEMAS DEELÉTRICOS DE POTÊNCIA
ENERGIA ELÉTRICA – EAT / AT – SEP´S
/ MT / BT
Linhas de Transmissão – Modelos “pi” - “T” e Z

EAT - 345 a 750 KV. ( pi e T )

AT - 36 a 245 kV ( pi e Z )
(Transmissão e Sub-transmissão)

MT - 1 a 36 Kv ( Z )

19/7/2007 BT - < 1Subestações


kV ( ABNT-NBR/5410
- AT/MT ) ( Z) 22
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2. SISTEMAS ELÉTRICOS INDUSTRIAIS – SEI´S;

Representações de Componentes: SEP´s - SEI´s

Transformadores, cabos, bancos, etc...

Máquinas Síncronas;

Motores de Indução Trifásicos

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1. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE “EE”


Sistemas Elétricos Industriais – SEI´s;

Cargas – Potência Constante !!!


Fator de potência – cos φ
Bancos de Capacitores

Motores- Indução Trifásico ( kVA = HP )


Síncronos
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1. TRANSPORTE
SISTEMAS DEELÉTRICOS – SEP´s
ENERGIA ELÉTRICA / /SEI´s
– EAT AT / MT / BT

Cargas: Tensão Nominal: Vn [kV]


Freqüência: 60 Hz
Impedância: Z ∠ϕ [Ω]
Potência: Sc = kV2 / Z [Ω]
Ligação: ESTRELA – DELTA
P ou I ou Z - constante !
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1. TRANSPORTE
SISTEMAS DEELÉTRICOS – SEP´s
ENERGIA ELÉTRICA / SEI´s
– EAT / AT / MT / BT

FP=cos ϕ = 0,92 ind


Cargas:
F e V - constantes
Scg = kV2 / Z [Ω]

S [ kVA] Q [kVAR]
Harmônicos ...!

ϕ ΣPh
FP = cos ϕ =
P [kW]
ΣSh
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CONCESSIONÁRIA
CARREGAMENTO _ DE _ CIRCUITOS
MEDIÇÃO

PTOTAL = Σ ( PHARMONICOS )

CARGAS STOTAL = Σ ( S HARMONICOS )

Σ ( PHARMONICOS )
fp = cos ϕ =
Σ ( S HARMONICOS )
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5. DIAGRAMA UNIFILAR TÍPICO DE UMA SEI:


C o n c e s s io n á ria

L1 L2

B a rra 0 1 -A T V N= 1 38 [ kV ]
I C C 3 f = 2 ,8 ∠ - 7 5 º [ k A ]
F = 60 [H z]

T2 PN = 1 2 [M W ]
T1 VN = 1 3 ,8 [ K v ]
T r a fo s S 1 = S 2= 2 0/25 M V A
Fp = 0 ,8 IN D
T1 = T2 ( O N A N /O N A F )
F = 6 0[Hz]
Z 1 = Z 2= 1 2 ∠ 8 0 º %
R A te rr TG X ” s= j 10%
R A te rr Xs = j10 0 %

B a rra 0 2 -M T 52T

V N = 1 3 ,8 [ k V ]

C a rg a s C a rg a s
E l é t r ic a s E lé t r ic a s
L = 1 [km ]
# 3 x 2 x
Z ´ ~ 3 2 ∠ 7 5 [m Ω /k m /c o n d ]
500 M C M

T ra fo T 4 = T 3 T ra fo T 3
S N = 1 5 0 0 [k V A ]
B a rra 03 - B T Z = 5 ,5 ∠ 8 0 º %

V n = 4 4 0 [V ]
4 6 /4 7 4
8 /4 9 5 0 / ~ RTF o u tra s
51 = c a rg a s

P eq M = 5 0 0 [H P ]
P M E C = 2 0 0 [H P ] P M EC= 5 0 0 [H P ]
Z e q= 2 5 % ∠ 9 0 º
IP = 4 I N ƒ p = 0 ,8 in d .
S = 3%
η = 92% Subestações - AT/MT
S = 3%
F p = 0 ,8 8 MS
η=94 %
19/7/2007 M IT E F p = 0 ,8 8 in d
η = 92%
M IT 1 IP = 5 I N
28
V n= 4 40[V ]
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V N = 4 4 0 [V ]
V n = 4 4 0 [V ]
X ´s = j 4 0 %
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REPRESENTAÇÃO DE COMPONENTES

CARGAS

MODELOS: Potência ou Impedancia ou Corrente Constante

FATOR DE POTÊNCIA - cos φ (ind/cap) .....!

COMPONENTES HARMÔNICOS

PERFIL DA CARGA – “POTENCIA


Subestações - AT/MT X TEMPO”
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SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO:

Consumos Diários:
Potências Ativa e Reativa Potência Ativa
MW

Potência Reativa
MVAR

19/7/2007 Tempo - (horas)


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SISTEMAS ELÉTRICOS INDUSTRIAIS


Modelagens:

Cargas – Potência Constante !!!


Fator de potência – cos φ
Bancos de Capacitores

Motores- Indução Trifásico ( kVA = HP )


19/7/2007
Síncronos.
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CLASSIFICAÇÃO CONSUMIDORES - ANEEL


ATENDIMENTOS SEGUNDO AS CLASSIFICAÇÕES:

CLIENTE CONVENCIONAL: MT / AT

CLIENTE LIVRE / CCEE (MAE): AT

TARIFAÇÃO:
CONVENCIONAL
HORO-SAZONAL

19/7/2007 PORTARIA ANEEL No. 456


Subestações de 29/11/2000
- AT/MT
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CLASSIFICAÇÃO CONSUMIDORES - ANEEL

Grupo A1 - Consumidores alimentados em AT (230 kV) ou superior;


Potência total instalada, em geral, superior a 100 MVA

Grupo A2 - Consumidores alimentados em AT ( 88 - 138 kV).


Potência total instalada compreendida: 40 e 100 MVA

Grupo A3 - Consumidores alimentados em MT (36 - 69 kV)


Potência total instalada, da ordem de 20 a 40 MVA.

Grupo A4 - Consumidores alimentados em MT (2,3 - 15 - 25 kV).


19/7/2007 Potência total instalada, em
Subestações geral, menor que 20 MVA.
- AT/MT
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SUBESTAÇÕES

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SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

1. GENERALIDADES
2. CLASSIFICAÇÕES:
ELEVADORA, ABAIXADORA, ETF, ETD, INDUSTRIAL, etc...

3. PRINCIPAIS COMPONENTES:
TRAFOS, DISJUNTORES, CHAVES, BANCOS, TCs, TPs,
PRs, etc...

4. DIAGRAMAÇÃO Subestações - AT/MT


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SE Elevadora SE Abaixadora
M

GERAÇÃO TRANSMISSÃO DISTRIBUIÇÃO

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PRINCIPAIS COMPONENTES DE UMA SE – MT/AT:

9 BARRAMENTOS

9 DISJUNTORES

9 CHAVES SECCIONADORAS

9 PÁRA-RAIOS

9 TRANSFORMADORES DE CORRENTE – TC´s

9 TRANSFORMADORES DE POTENCIAL – TP´s (TPC´s)


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PRINCIPAIS COMPONENTES DE UMA SE – MT/AT:

9 TRANSFORMADORES DE FORÇA – TF´s

9 BANCOS DE CAPACITORES E/ OU REATORES

9 SERVIÇOS AUXILIARES

9 . BATERIAS E RETIFICADORES

9 . RELÉS DE PROTEÇÃO

9 . INSTRUMENTAÇÃO DE MEDIÇÃO E CONTROLE


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PRINCIPAIS COMPONENTES DE PROTEÇÃO NA SE

9 DISJUNTORES
9 CHAVES SECCIONADORAS
9 PÁRA-RAIOS
9 TRANSFORMADORES DE CORRENTE – TC´s
9 TRANSFORMADORES DE POTENCIAL – TP´s
9 SERVIÇOS AUXILIARES
9 . BATERIAS E RETIFICADORES
9 . RELÉS DE PROTEÇÃO
9 . INSTRUMENTAÇÃO DE MEDIÇÃO E CONTROLE
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PRINCIPAIS COMPONENTES DE PROTEÇÃO NA SE

RTC
FONTE

PR´s
19/7/2007 RTP
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DIAGRAMAÇÃO

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DIAGRAMA UNIFILAR

DIAGRAMA TRIFILAR

DIAGRAMA FUNCIONAL - OPERAÇÃO

DIAGRAMA SINÓPTICO

DIAGRAMA DE FIAÇÃO

DESENHOS E CORTES - PLANTAS HORIZONTAL E


19/7/2007 VERTICAL
Subestações - AT/MT - DETALHAMENTOS
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2. DIAGRAMAÇÃO:

Diagrama Unifilar – Concepção / Parâmetros

Diagrama Trifilar - Detalhes / Conexões

Diagrama Funcional - Comando / Operação

Diagrama Sinótico – “status”


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DIAGRAMAÇÃO:
Diagrama Unifilar : Concepção
Informações gerais sobre os componentes;
Parâmetros, conexões, visualização.

Diagrama Trifilar : Detalhamento


Conexões de instrumentação, detalhes...

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DIAGRAMAÇÃO:
Diagrama Funcional : Comando Geral
Comando para disjuntores e chaves

Diagrama Sinótico – “status”


Visualização Geral.

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BARRAMENTO SINGELO

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BARRAMENTO SINGELO COM


ACOPLAMENTO LONGITUDINAL

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BARRAMENTO PRINCIPAL COM BARRA


AUXILIAR DE TRANSFERÊNCIA

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BARRAMENTO DUPLO – DISJUNTOR SIMPLES – 3 CHAVES

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BARRAMENTO DUPLO – DISJUNTOR SIMPLES – 4 CHAVES

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BARRAMENTO DUPLO – DISJUNTOR SIMPLES – 5 CHAVES

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BARRAMENTO EM ANEL

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BARRAMENTO EM UM DISJUNTOR E MEIO

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DIAGRAMA UNIFILAR TÍPICO / SE- INDUSTRIAL


Concessionária

L1 L2

Barra 01-AT V N =138 [ kV ]


I CC 3f =2,8 ∠ - 75º [ kA ]
F = 60 [Hz]

T P N = 12 [MW]
T 1 2 V N = 13,8 [ Kv]
Trafos S1 =S 2 = 20/25 MVA
Fp = 0,8 IND
T 1 =T 2
( ONAN/ ONAF )
F = 60[Hz]
Z1 = Z 2 = 12 ∠ 80º %
R Aterr TG X” s = j 10%
R Aterr X s = j100 %

Barra 02-MT 52T

V N = 13,8[ kV]

Cargas Cargas Cargas Especiais MT


Elétricas Elétricas
de MT de MT
L=1 [ km ]
# 3x2x Z´ ~ 32 ∠ 75 [ m Ω /km/ cond ]
500 MCM

Trafo T 4 =T 3
Trafo T 3
S N = 1500 [ kVA]
Barra 03 - BT Z = 5,5 ∠ 80 º %

Vn =440[V]
46/474
8/4950/ ~ RTF outras
51 = cargas

P eq M =500 [ HP ]
P MEC =200 [ HP ] [ HP ]
Z eq = 25% ∠ 90º P MEC =500
S = 3%
η = 92%
S = 3% Subestações - AT/MT
I P =4 I N ƒ p= 0,8 ind.
η =94 %
19/7/2007 MIT Fp = 0,88ind
Fp = 0,88
η = 92%
MIT 1
MS
I P =5 I N
54
E
Vn= 440[V]
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V N = 440 [V]
Vn = 440 [V]
X´s = j 40 %
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FUNDAMENTOS DE ANÁLISE DE
SISTEMAS DE POTÊNCIA - (FASP)

Subestações - AT/MT
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CIRCUITOS ELÉTRICOS

LEIS FUNDAMENTAIS – RELAÇÕES “V x I”:

LEI DE OHM E KIRCHHOFF

TEOREMAS DE THEVENIN E NORTON


Subestações - AT/MT
19/7/2007 56
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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FUNDAMENTOS

„ Tensões & Correntes → Conceito de Fasor:

v ( t ) = V m ax . co s( w t + α )

V m ax
V RM S =
2

j ( w t +α )
v ( t ) = R e ⎡⎣V m ax .ε ⎤⎦

v ( t ) = R e ⎡⎣ 2 (V R M S .ε jα
) ε jw t

ur
19/7/2007 V = Vˆ = V R M S .ε jα
∠ α = V R M S-(co
= V R M SSubestações s α + j . sin α ) = V X + jV Y
AT/MT
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Lei de OHM – Domínio do Tempo

„ Tensão & Corrente → Dominio do Tempo: v(t) ; i(t)


...
l
v (t ) = R . i (t ) w here → R = ρ [Ω → ohm ]
A

d i (t ) N .d φ ( t ) dλ
v (t ) = L . w here → L = = [H → henry ]
dt d i (t ) di

1 d q (t )
v (t ) = .∫ i ( t ) d t w here → C = [F → fa r a d ]
C d v (t )
Subestações - AT/MT
19/7/2007 58
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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FUNDAMENTOS

„ Impedância e Admitância complexas – Domínio da Frequencia


1 1
Z (s) = R + s.L + → R + jω L + [Ω]
sC jωC

Z (w) = R + jX L − jXC = Z (ω) [Ω]

1 1
Y (s) = → Y (w) = [siemens] or [mho]
Z (s) Z (w)
Subestações - AT/MT
19/7/2007 59
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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FUNDAMENTOS

„ Impedância
Z = R + j ( XL – XC ) = R + j X = Z ∠ϕ [Ω]

Admitância

R X L − XC 1 [ siemens]
Y = G m j.B = 2 m j. 2 =
R +X 2
R +X 2
Z

19/7/2007 associações série


Subestações -& paralela
AT/MT
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Lei de OHM - Domínio da Freqüência

„ Fasores Tensão e Corrente → Domínio da Freqüência

VR ( s ) = R. Ι ( s ) → V R ∠ α = R .I R ∠ α
IC
V
IR
V L ( s ) = sL. Ι( s ) → V L ∠ α = ( wL ).I L ∠ α − 90 0 α

1 1
VC ( s ) = . Ι(s) → VC ∠ α = ( ).I C ∠ α + 90 0
sC wC IL
Subestações - AT/MT
19/7/2007 61
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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FUNDAMENTOS

„ Tensão e Corrente → Relações Fasoriais

„ Conceito Básico de Fator de Potência - (ind/cap)

Icap
V pf = cosϕ

ϕ
Iind - AT/MT
Subestações
19/7/2007 62
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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LEIS BÁSICAS

Lei de OHM: V=Z.I e I=Y.V (fasorial)

V ∠α
V ∠α = Z∠ϕ × I ∠β
α+
ϕ
β−
I ∠β = Y ∠φ ×V ∠α
19/7/2007
Subestações - AT/MT I ∠β
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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LEIS BÁSICAS

Leis de KIRCHHOFF:

Tensões: Σ ( + VMALHA = 0 ) (fasorial)

Correntes: Σ ( + I NO = 0 ) (fasorial)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 64
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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POTÊNCIA E ENERGIA - CONCEITOS & UNIDADES

„ POTÊNCIAS: P - ativa ( watt – kW – MW – GW )


Q - reativa ( VAR – kVAR – MVAR )
S - aparente ( VA - kVA - MVA - GVA )

„ Valores RMS: P = V.I. cos ϕ = R.I2 [W/f]


Q = V.I. sin ϕ = X.I2 [VAR/f]
S = P + jQ = V.I* = Z.I2 = Y*.V2 [VA/f]

ENERGIA:Ε = ∫ s (t ).dt = ∫ v (t ).i (t ).dt (kW-h, MW-h,...)


Subestações - AT/MT (kVAR-h,.....! )
19/7/2007 65
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CONCEITOS & UNIDADES

„ Potência Complexa ou Aparente:

S = P + jQ = V . I * = (V ∠ α ) . ( I ∠ β )
*
V ∠α

S = V I ∠ (α − β ) = V I ∠ ϕ = V Ie jϕ
ϕ I ∠β

P R M S ( true )
pow er factor = cos ϕ =
S R M S ( true )
Subestações - AT/MT
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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RELAÇÕES COMBINACIONAIS – IMPEDÂNCIA E POTÊNCIAS

VZ 2
S= = Z .I 2 = V .I → [VA ]
Z

Z or S j.X or j.Q
VX 2
Q= = X .I 2 = VX .I .sin ϕ → [VAR ]
ϕ X

R or P
VR 2
P= = R .I 2 = V R .I .cos ϕ → [W ]
R Subestações - AT/MT
19/7/2007 67
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CONCEITOS & UNIDADES

„ Valor Instantâneo da Potência – domínio do tempo :

s ( t ) = v ( t ) . i ( t ) = [V m a x . s i n ( w t + α ) ] . [ I m a x . s i n ( w t + α − ϕ ) ]

V m ax I m ax
s (t ) = . [c o s ϕ + c o s ( 2 w t − ϕ ) ] w here α = 0 0
2

s ( t ) = [V r m s . I r m s . c o s ϕ (1 + c o s 2 w t ) ] + [V r m s I r m s s i n ϕ . s i n 2 w t ]

w h e r e th e " a v e r a g e p o w e r " is :

S a v e r = Pa v e r = V r m s . I r m s c o s ϕ = PR M S [ w a tt ]
Subestações - AT/MT
19/7/2007 68
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TENSÕES TRIFÁSICAS - SEQUENCIA: ABC

Fase A (‘azul’)
φA
VAN IA
VAB

+ φM
Campo F N
Excitatr Vdc
− ω
φB
Fase B (branca’)
S
IB

Fase C (vermelha’)
φC
Subestações - AT/MT
19/7/2007 69
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TENSÕES TRIFÁSCIAS – SEQUENCIA ABC - POSITIVA

vAN (t) = Vmax . sen(ωt +α) = V∠α and α = 900 VAN

vBN (t) = Vmax . sen(ωt +α −120o ) = V∠α −1200 VBC


N

vCN (t) = Vmax . sen(ωt +α − 240o ) = V∠α − 2400


VCN VBN

VBC = VBN −VCN = 3. VBN ∠αBN + 30o


Subestações - AT/MT
19/7/2007 70
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GERADOR CONEXÃO ESTRELA – RELAÇÕES TENSÃO x CORRENTE

IL = IAN IAN
A VAN
ϕ
IPH VLN = VAN ICN
N VBC
ϕ 30 0
N
VLL = VAB ϕ
B
VBC VCN VBN
C

IBN

IL= IF e V LL=
Subestações .
3
3 V LN
- AT/MT ∠+ 30o
19/7/2007 71
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CARGA TRIFÁSICA – CONEXÃO ESTRELA: Y

IL = IAN
VCN IC
A

VLN = VAN
IPH IB ϕ
VAB
N VLL = VAB ϕ 300
B ϕ
VBC
C VBN VAN

IA

19/7/2007
ILL= IF e VF =Subestações ∠− 30o
VLL/ 3 - AT/MT
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CARGA CONECTADA EM DELTA : ∆


ICA
IL= IA
A
IPH = IAB
ICA VAB
VLL= VPH
ϕ AB
C 300
IBC IAB
B IBC
- ICA

IA

19/7/2007
VLL= VF e IL=
Subestações 3.- IAT/MT
F ∠− 30o
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POTÊNCIAS TRIFÁSICAS – EQUAÇÕES BÁSICAS

R or P PT = 3.PPh = 3.VPh .I Ph .cos ϕ = 3. VLL .I L .cos ϕ

jX or jQ QT = 3.Q Ph = 3.V Ph .I Ph .sin ϕ = 3. V LL .I L .sin ϕ

Z or S STotal = 3.S Ph = 3.VPh .I Ph = 3. VLL .I L


Subestações - AT/MT
19/7/2007 74
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CARGAS TRIFÁSICAS EM PARALELO – CONEXÕES Y & D :

IL = IAN
A
VLN = VAN
IF
B
N VLL = VAB

VBC C
F or sym m etrical and balanced three − phase system s :

V AN ∠ α AN V AB ∠ α AB
I A = I A Y + I A∆ = + 3x ∠ − 30 o
ZY ∠ϕY Z ∆∠ϕ ∆

I B = I B Y + I B ∆ = I A ∠ α A − 120 o

Subestações - AT/MT
19/7/2007
I C = I C Y + I C ∆ = I A ∠ α A − 240 o 75
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CONVERSÕES: ∆-Y ⇔ Y- ∆

a a
Za
Zca Zab
Zc Zb
c
c
Zbc b
b
Z ab .Z ca Z ab .Z bc Z bc .Z ca
Za = Zb = Zc =
Z ab + Z bc + Z ca Z ab + Z bc + Z ca Z ab + Z bc + Z ca

Z ab Z bc + Z ab Z ca + Z bc Z ca Z ab Z bc + Z ab Z ca + Z bc Z ca Z ab Z bc + Z ab Z ca + Z bc Z ca
Z ab = Z bc = Z ca =
Zc Subestações Z a - AT/MT Zb
19/7/2007 76
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CIRCUITO MONOFÁSICO EQUIVALENTE – CONEXÕES Y & D:

IL = IAN
A
VLN = VAN
IPH
B
N VLL =
VAB
VBC C

F or sym m etrical and balanced three − phase system s : 1


ZY ∠ϕY 3
. Z ∆ ∠ϕ ∆
⎡ ⎤
⎢ 1 1 ⎥
I A = I A Y + I A∆ = (V A N ∠ α A N ) ⎢ + ⎥
⎢ ZY ∠ϕY
1
Z ∆∠ϕ ∆ ⎥
⎣ 3 ⎦
I B = I BY + I B∆ = I A ∠ α A − 120 o
Subestações - AT/MT
I C = I C Y + I C ∆ = I A ∠ α A − 240 o
19/7/2007
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 77
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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COMPENSAÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA - REATIVOS

∆S
V
QCAP QQIN
SISTEMA S
ELETRICO
QFIN
ϕ Fin ϕ ini
QCAP P

QCAP = P ( tgϕ ini − tgϕ Fin ) [VAR ]


QCAP = V 2
Ph . 2π FC [VAR / phase]
Subestações - AT/MT
19/7/2007 78
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO

1 3 5
E1 E5

I2
In
2 n
4
6

‘N’ - FONTES DE CORRENTE ou TENSÕES


‘N’ - Efeitos Independentes das fontes
Subestações - AT/MT
19/7/2007 adicionados
Prof. aR.cada
Rossicomponente
/ Fupai / 2007 em análise. 79
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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TEOREMAS BÁSICOS NAS ANÁLISES DE CIRCUITOS

• TEOREMA DA SUPERPOSIÇÃO

• TEOREMAS DE THEVENIN & NORTON

• RESTRIÇÕES - LINEARIDADE

Subestações - AT/MT
19/7/2007 80
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CARGAS TRIFÁSICAS EM PARALELO – CONEXÕES Y & D :

IL = IAN
A
VLN = VAN
IF
B
N VLL = VAB

VBC C
F or sym m etrical and balanced three − phase system s :

V AN ∠ α AN V AB ∠ α AB
I A = I A Y + I A∆ = + 3x ∠ − 30 o
ZY ∠ϕY Z ∆∠ϕ ∆

I B = I B Y + I B ∆ = I A ∠ α A − 120 o

Subestações - AT/MT
19/7/2007
I C = I C Y + I C ∆ = I A ∠ α A − 240 o 81
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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TEOREMA DE THÈVENIN:

.
.
a
ZTH
a

. b


VTH .
b

Subestações - AT/MT
19/7/2007 82
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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TEOREMA DE THÈVENIN:

Barra k ZTH = Z KK IMPEDÂNCIA


EQUIVALENTE DE CIRCUITO
ABERTO; (impedance vista da rede dada
ZTH a partir dos pontos ab abertos).
a

VTH VTH = VOC TENSÃO DE


CIRCUITO ABERTO. ( tensão medida
b sobre a rede dada a partir dos pontos a b
abertos).
Subestações - AT/MT
19/7/2007 83
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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3. FUNDAMENTOS DE ANÁLISE DE
SISTEMAS DE POTÊNCIA - (FASP)

Representações dos Componentes

Valores Percentuais, Por Unidade e Absolutos

Diagrama de impedâncias ( % - pu – Ω )

19/7/2007 Equivalente de Thèvenin / Norton


Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 84
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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VALORES POR UNIDADE E PERCENTUAIS

valor real da grandeza [unidade : U ]


v [ pu] =
valor base escolhido p / grandeza [unidade : U ]

Vreal = v pu . Vbase

V% = v pu x 100 [%]
Subestações - AT/MT
19/7/2007 85
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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VALORES POR UNIDADE

Zreal [ Ω]
Zpu = ⇒ Zreal = Zpu . Zbase
Zbase [ Ω]
Rreal X real
Rpu = and Χ pu =
Zbase Zbase

Preal Qreal
Ppu = and Qpu =
Sbase S AT/MT
Subestações - base
19/7/2007 86
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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VALORES BASES – FUNDAMENTOS

Sbase = 3.Vbase.Ibase

Vbase = Zbase.Ibase

Consequentemente, Ibase e Zbase estão definidos !


Subestações - AT/MT
19/7/2007 87
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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MUDANÇAS DE BASES
2
Vbase kVbase
Z base = = [Ω ]
I base MVAbase

kVi 2
Zreal [ Ω] = Z PU −1 x Zbase−1 = Z PU −2 x Zbase−2 = Z PU −i x
MVAi

2
⎛ S NOVO ⎞ ⎛ V ANT ⎞
Z NOVO = Z ANT .⎜ ⎟.⎜ ⎟ [% ] or [ pu ]
⎝ S ANT ⎠ ⎝ V NOVO ⎠
Subestações - AT/MT
19/7/2007 88
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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REPRESENTAÇÃO DE COMPONENTES EM PU

CONCESSIONÁRIAS (UTILITIES) :
2
SBASE ⎛ VSYS ⎞
Z SYS = ⎜ ⎟ [ pu ]
UTILITIES S3Φ Short −Circ ⎝ VBASE ⎠

e se (VSYS = VBASE ) então :


Zsys

S base I 1.0 1.0 1.0


Z SYS − pu = = base = = =
S shc I shc S shc S shc − pu I shc − pu
Subestações - AT/MT
19/7/2007 S base
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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REPRESENTAÇÃO DE COMPONENTES

TRANSFORMADORES
IP IS’

ZT = R + j X (%)

VP VS’

Z% = R% + jX % = Z ∠ φ
Subestações - AT/MTsc [%]
19/7/2007 90
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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REPRESENTAÇÃO DE COMPONENTES

LINHAS DE TRANSMISSÃO E CABOS (até 250 km)


( Admitancias Shunt são desprezadas...! ).

Z L (% ) = R L (% ) + jX L (% ) = Z L ∠ φ L T [% ]

≥ ( lab 250 km)


LINHAS DE TRANSMISSÃO LONGAS
(“pi” - Circuito equivalente pi nominal )

Subestações - AT/MT
19/7/2007 91
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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REPRESENTAÇÃO DE COMPONENTES

MOTORES

MOTOR MOTORES INDUÇÃO: KVA ≅ HP (Sub-transient only)

ZM MOTORES SÍNCRONOS: KVA ≅ 1,1 HP for COS ϕ = 0,8


KVA ≅ 0,8 HP for COSϕ = 1,0

HPx 0, 746 1.0 1


S MIT = [ kVA ] ⇔ X MIT = = [ pu ]
η x pf ⎡ I starting ⎤ m
⎢ ⎥
19/7/2007
Subestações - AT/MT
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⎢⎣ I rating ⎥⎦ 92
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REPRESENTAÇÃO DE COMPONENTES

GRUPO DE MOTORES – (EQUIVALENTE DINÂMICO SUB-TRANSITÓRIO)

2
SBASE ⎛ VCARGA ⎞
ZDinamico = ⎜ ⎟ [ pu]
CARGA SContribuicao−CC ⎝ VBASE ⎠

ZDIN Σ (IM ) E se (VCARGA = VBASE ) então:

I base 1.0
Z DIN − pu = =
I contribuicao −CC Σ( I M ) PU
Subestações - AT/MT
19/7/2007 93
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ANÁLISES DE FALTAS

CORRENTES DE CURTOS – CIRCUITOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 94
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CORRENTES DE CURTOS- CIRCUITOS

• DIAGRAMAS DE IMPEDÂNCIAS – Z THEVENIN

• CORRENTE SIMÉTRICA DE CURTO-CIRCUITO

• CURTO-CIRCUITO TRIFÁSICO

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19/7/2007 95
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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• DIAGRAMAS DE IMPEDÂNCIAS – Z THEVENIN

CONCESSIONÁRIA

CARGAS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 96
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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• DIAGRAMAS DE IMPEDÂNCIAS – Z THEVENIN

Z ST

Z CG

19/7/2007
Subestações - AT/MT ZTH = Z ST // Z CG
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• DIAGRAMA EQUIVALENTE NA BARRA « K »

ZTH

VTH

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DIAGRAMA UNIFILAR TÍPICO / SE- INDUSTRIAL


Concessionária

L1 L2

Barra 01-AT V N =138 [ kV ]


I CC 3f =2,8 ∠ - 75º [ kA ]
F = 60 [Hz]

T P N = 12 [MW]
T 1 2 V N = 13,8 [ Kv]
Trafos S1 =S 2 = 20/25 MVA
Fp = 0,8 IND
T 1 =T 2
( ONAN/ ONAF )
F = 60[Hz]
Z1 = Z 2 = 12 ∠ 80º %
R Aterr TG X” s = j 10%
R Aterr X s = j100 %

Barra 02-MT 52T

V N = 13,8[ kV]

Cargas Cargas Cargas Especiais MT


Elétricas Elétricas
de MT de MT
L=1 [ km ]
# 3x2x Z´ ~ 32 ∠ 75 [ m Ω /km/ cond ]
500 MCM

Trafo T 4 =T 3
Trafo T 3
S N = 1500 [ kVA]
Barra 03 - BT Z = 5,5 ∠ 80 º %

Vn =440[V]
46/474
8/4950/ ~ RTF outras
51 = cargas

P eq M =500 [ HP ]
P MEC =200 [ HP ] [ HP ]
Z eq = 25% ∠ 90º P MEC =500
S = 3%
η = 92%
S = 3% Subestações - AT/MT
I P =4 I N ƒ p= 0,8 ind.
η =94 %
19/7/2007 MIT Fp = 0,88ind
Fp = 0,88
η = 92%
MIT 1
MS
I P =5 I N
99
E
Vn= 440[V]
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
V N = 440 [V]
Vn = 440 [V]
X´s = j 40 %
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DIAGRAMA DE IMPEDANCIAS
ANALISES DE CONTINGENCIAS

BARRA
k
Zkk

Subestações - AT/MT
19/7/2007 100
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CORRENTE DE CURTO CIRCUITO – EQUIVALENTE DE THEVENIN

1.0∠ 0 0
I kk = [ pu ]
Z kk ∠ ϕ k

Barra k
Zkk = Impedancia de Thèvenin
Zkk
referida à barra k.

Subestações - AT/MT
19/7/2007 101
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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TEOREMA DE THEVENIN – BARRA K

1.0∠00 k
I k 3φ = . ( I base ) [ A] rms
Zkk ∠ϕk

≡ ONDE
BARRA
k
Zkk ⎛ Sbase ⎞
I k
base = ⎜⎜ ⎟⎟ [ A] rms
19/7/2007
Subestações - AT/MT ⎝ 3.Vbase ⎠
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 102
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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3. Equivalente de Thèvenin

Barra k
ZTH

VTH

Subestações - AT/MT
19/7/2007 103
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Corrente de Curto-circuito – Dominio da Frequência

Barra k
ZTH
Curto-circuito Trifásico

IShC ∠00
VTH
VTH = 100 %

Subestações - AT/MT
19/7/2007 104
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FONTES DE CONTRIBUIÇAO PARA


A CORRENTE DE CURTO- CIRCUITO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 105
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FONTES DE CONTRIBUIÇAO PARA


A CORRENTE DE CURTO- CIRCUITO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 106
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Corrente de Curto-circuito – Dominio da Frequência

Barra k Curto-circuito Trifásico

ZTH

VTH = 100∠00 %
IShC
VTH

ISH-C = VTH / ZTH


Subestações - AT/MT
19/7/2007 107
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Curto-circuito Trifásico – Dominio do Tempo

Barra k Curto-circuito trifásico


R L

v ( t ) = V M A X . s in (ω t + α )
i (t)
v(t)

i (t) = ?
Subestações - AT/MT
19/7/2007 108
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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A Corrente de Curto-circuito – valor instantâneo

dik (t )
" KVL " → RTH . ik (t ) + LTH . = Vmax . sen( wt + α )
dt

A solução dessa equação diferencial nos fornece:

V ⎡ −
t

ik (t ) = m ax
1
. ⎢ s i n (ω t + α − ϕ k ) − ε τ
. s i n (α − ϕ k )⎥
⎡⎣ R 2
+ (w L ) 2
⎤⎦ 2 ⎣ ⎦

w L L
19/7/2007 i k ( t ) = i A C ( t ) + i D C (t ) fo r ϕ k -= AT/MT
Subestações tg −1 ( ) and τ =
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 R R 109
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Valor instantâneo da Icc – dominio do tempo

V V ⎡ −
t

i k ( t ) = m a x . [ s in ( ω t + α − ϕ k ) ] + m a x ⎢ − ε τ
. s in (α − ϕ k ) ⎥
Z Z ⎣ ⎦

ik ( t ) = i A C ( t ) + iD C ( t )

Valores Simétrico (RMS) e Assimétrico da Icc

19/7/2007 IASSIM = κProf.


(tSubestações
)
assym factor
- AT/MT
x I SIM
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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A corrente de curto-circuito no domínio do tempo

Idin i(t) Componente Exponencial DC

Componente simetrica AC
Iassim
Corrente Total assimetrica
Iinterrupt
IRMS

Período Sub-transitório
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19/7/2007 111
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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A corrente de curto-circuito no domínio do tempo

Subestações - AT/MT
19/7/2007 112
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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3. Assimetria da Corrente de Curto-Circuito

Atenuação da Componente DC - ABNT/NBR-7118/1996

120
Percentual da componente DC [%]

100

80

60

40

20

0
0.0 10.0 20.0 30.0 40.0 50.0 60.0 70.0 80.0 90.0
Tempo a partir do início da falta
[ms]

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19/7/2007 113
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Fator de Assimetria – ANSI / IEEE

F
1.8
a
t
1.7
o
r X”/R = 100
1.6
A
1.5
s
s X”/R = 50
1.4
I
m X”/R = 20
1.3
e
t
1.2
r X”/R = 10
i X”/R = 5
a
0.0 10 20 30 40 50 60 70 80 90
[ms]

Tempo Total Após a Ocorrência da Falta [ms ou ciclos]


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19/7/2007 114
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Valores Instantâneos e RMS da Icc

⎛ VTH ∠ 0 0 ⎞
I RMS =⎜ ⎟⎟ x I BASE
k
[ A]
⎜ Z TH ∠ φ
⎝ ⎠ PU

I ASSIM = f assim
t
. I RMS ≅ 1, 6 x I RMS

I DIN = I surge = 2 x 1,8 I RMS ≅ 2, 5 x I RMS


Subestações - AT/MT
19/7/2007 115
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLOS DE CALCULOS - CORRENTES DE


CURTOS-CIRCUITOS TRIFÁSICAS
SIMÉTRICAS

Subestações - AT/MT
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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S base [MVA] - V bases AT/MT [kV]


EXEMPLO:

Eq.
SCC - Zo / Z1
MIT´s Din
T1 T2
TG
S1 S2
SG
Z1 Z2
Z”

19/7/2007
Subestações - AT/MT MS
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLO: “Corrente Momentânea”
S base [MVA] - V bases AT/MT [kV]

Zs = j 2 %

Eq.Din =-j
500A
Z1 = j10% Z2 = j
MIT´s
8%
Z”=j10%

Zmit =j200%

Zc = j 1 %
Zms=j180% MS
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19/7/2007 118
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EXEMPLO: “Corrente Momentânea”

S base [MVA] - V bases AT/MT [kV]

Zs = j 2 %

Z1 = j10% Z gmt = j 17,05%

Ie = -j 500 A
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19/7/2007 119
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLO: “Corrente Momentânea”

S base [MVA] - V bases AT/MT [kV]


EXEMPLO:
Sb = 20 MVA - Vat = 138 kV
Vmt = 13,8 kV

I = 100/j11,79=-j 8,48 pu
I base MT = 836 A
Z1 = j 11,79%
I sist = -j 7090 A
Icc = I sist + Ieq
Icc = -j 7590 A
Ieq =-j 500A S”cc = √3.VI = 181,5 MVA
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLO: “Corrente Interrupção do Disjuntor”
S base [MVA] - V bases AT/MT [kV]

Zs = j 2 %

Z1 = j10% Z2 = j 8%

Z”=j10%

Zms=j180%

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19/7/2007 121
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MS
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EXEMPLO: “Corrente Interrupção do Disjuntor”

S base [MVA] - V bases AT/MT [kV]

Zs = j 2 %

Z1 = j10% Z gms = j 17,47 %

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19/7/2007 122
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLO: “Corrente Interrupção do Disjuntor”

S base [MVA] - V bases AT/MT [kV]


Sb = 20 MVA - Vat = 138 kV
Vmt = 13,8 kV

I = 100/j11,79=-j 8,48 pu
I base MT = 836 A
Z1 = j 11,79%
I sist = -j 7090 A
Icc = -j 7090 A
S”cc = √3.VI = 169,5 MVA

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CURTO-CIRCUITO TRIFÁSICO – SISTEMA DE TRANSMISSÃO


EXEMPLOS DE MODELAGENS E CÁLCULOS

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Sistema de Transmissão sob Falta – barra k


Load Bus 2 Control V Bus j - PV

V2 Vj
V1 P 12 + j Q 12

Geração #1
Interconexão

P jk + j Q jk

G #2

Pnk + j Q nk TRANSFORMER

V3 V i4 Vk
Barra k
Load Bus 4 Load Bus n Load Bus k Local da
19/7/2007
Subestações - AT/MT Falta.
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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DADOS GERAIS E PARAMETROS ADMITIDOS PARA


O SISTEMA DE TRANSMISSÃO

Geração G1: 400 MW – 138 kV – pf = 0.8 ind. – Ssh-c = 800 ∠ 90 0 MVA


Geração G2: 100 MVA – 138 kV – Ssh-c = 500 ∠ 90 0 MVA
Interconexão G3: 138 kV – Ssh-c = 1000 ∠ 90 0 MVA
Para todas as fontes a Impedancia de sequencia Zero (admitido): Z0 = 10% . Z1
Equivalentes Dinamicos das Cargas : E3 = E j = EK≅ 210 ∠ 90
0
A
Linhas de Transmissão:
Z12 = Z34 = Zjk = 20∠ 90 0 (ohm)
Z13 = Z4k = 30∠ 90 0 (ohm)
= 40∠ 90
0
Z2k = Z24 (ohm)
Zo/Z1 = 3 and Z1 = Z2
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DIAGRAMA PERCENTUAL DE IMPEDANCIAS – BASE 100 MVA

VALORES BASES: Sbase = 100 MVA - Vbase = 138 kV e consequentemente:


Zbase = kV2/MVA = 190,4 (ohm) e Ibase = 418,4 A.

Zg1 = (Sbase / Ssh-c) .100 = 12,5 ∠ 90


o
Geração G1: %
Zg2 = (Sbase / Ssh-c) .100 = 20,0 ∠ 90
o
Geração G2: %
Zg3 = (Sbase / Ssh-c) .100 = 10,0 ∠ 90
o
Geração G3: %
Zdj = Zd3 = Zdk = (Ibase / Icontrib) .100 = 200∠ 90
o
Equivalente Dinamico: %
Linhas de Transmission:

Z12 = Z34 = Zjk = 10,5 ∠ 90 o %


= 15,75∠ 90
o
Z13 = Z4k %
Z2k = Z24 = Z2j = 21 ∠ 90
o
%
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DIAGRAMA DE IMPEDÂNCIAS – PARÂMETROS DOS COMPONENTES

CURTO TRIFÁSICO – CÁLCULO DO ESFORÇO MOMENTÂNEO


Geradores Sincronos: reatância sub-transitória sincrona: X’’d = X’’s = Z1G
Motores Sincronos: reatancia sub-transitória sincrona: X’’s = Z1MS
Motores de Inducão: reatancia sub-transitoria do motor: X’’m = Z1MIT

Linhas deTransmissão: Impedancia de Sequencia Positiva Z1 .

Transformadores: Impedancia de sequencia Positive Z1 .

Cargas Estáticas: Desprezadas …!


(Iluminação Publica, cargas comerciais e residenciais,
e outras cargas não rotativas…!)
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DIAGRAMA DE IMPEDANCIAS PERCENTUAIS

Static
Dinamic
Load Load
V2 Vj
V1
Z12 Z2j
G #1
G #3
13

Zjk
24
Z

G #2 Z
Z34 Z4k TRANSFORMER
Static Load

V3 V i4 Vk
Barra
Dinamic Static Dinamic k
Load Load
Load
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DIAGRAMA DE IMPEDANCIAS – (Cargas Estaticas Eliminadas)

Dinamic
Load
V2 Vj
V1 Z12 Z2j
G #1
G #3
13

Zjk
24
Z

Z
G #2
Z34 Z4k

V3 V4 Vk
Barra
Dinamic Dinamic k
Load Load

Subestações - AT/MT Zkk


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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Combinações Série-Paralela das Impedâncias Percentuais - Reduções

Ed # j

Zdj
V2 Vj
V1
Z1g Z12 Z2j
GG##1
1 Z3g
G#3
13

Zjk
24
Z

Z
G #2
Z2g

Zd3 Z34 Z4k


Zdk
V3 V4 Vk
Barra
Ed # 3
k
Ed
Ed##3k
Subestações - AT/MT Zkk
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’

Ed # j

200
V 2 V j
V1 5,3 21
12,5
GG##1
1 10
G#3
,8

10,5
15

21
20 21
G #2
200 5,3 15,8
200

V3 V4 Vk
Barra
Ed # 3
k
Ed
Ed##3k
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19/7/2007 132
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k


’’

12,5 5,3 21 9,52


GG##1
1 E-G 3
15,8

10,5
21 21
18,2
E-G 2 5,3 15,8
200

Vk
Barra
k
Ed
Ed##3k
Subestações - AT/MT Zkk
19/7/2007 133
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’

12,5 5,3 8,4 4,2 9,52


GG##1
1 E-G 3
15,8

4,2
21
18,2
E-G 2 5,3 15,8
200
Vk
Barra
k
Ed
Ed##3k
Subestações - AT/MT Zkk
19/7/2007 134
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’

12,5 5,3 8,4 13,72


GG##1
1 E-G 3
15,8

4,2
33,3 99,4
18,2
E-G 2
200
25,1
Vk
Barra
k
Ed
Ed##3k
Subestações - AT/MT Zkk
19/7/2007 135
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’

14,04 3,25 8,4 13,72


GG##1
1 E-G 3

9,68 4,2
33,3 99,4
18,2
E-G 2
200
25,1 Vk
Barra
k
Ed
Ed##3k
Subestações - AT/MT Zkk
19/7/2007 136
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’

14,04 13,72
0,69 2,37 7,46 0,32
GG##1
1 E-G 3

6,98 3,73
18,2
E-G 2
200
25,1
Vk
Barra
k
Ed
Ed##3k
Subestações - AT/MT Zkk
19/7/2007 137
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’

14,73 9,83 14,04


GG# #1
1 E-G 3

6,98 3,73

18,2 200
a Ed # 3
E-G 2
25,1
Vk
Barra
THEVENIN k
b
19/7/2007
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Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 138
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’

14,73 9,83 14,04


E-G 3

G # 1,2
6,98 3,73

18,2 200
a Ed # 3

25,1
Vk
Barra
THEVENIN k
b
Zkk
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19/7/2007 139
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’


Impedância de Thevenin vista a partir dos pontos ‘‘a-b’’ - ( ZTH ):

9,83 14,04
E-G 3
6,71
2,57
G # 1,2
3,73
3,18
200
a Ed # 3

25,1
Vk
Barra
k
b
Zkk
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19/7/2007 140
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’


Impedância de Thevenin vista a partir dos pontos ‘‘a-b’’ - ( ZTH ):

12,04 14,04
E-G 3
6,71
1,02
G # 1,2
7,73 3,73

2,39 200
Ed # 3
a

28,28
Vk
Barra
k
THEVENIN b
19/7/2007
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’


Impedância de Thevenin vista a partir dos pontos ‘‘a-b’’ - ( ZTH ):

14,44 15,06
G # 1,2 E-G 3

2,39
a 200
Ed # 3

Vk
Barra
k
b
THEVENIN Zkk
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19/7/2007 142
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’


Impedância de Thevenin vista a partir dos pontos ‘‘a-b’’ - ( ZTH ):

Ed # 3

14,44
a

200

G # 1,2,3 // 7,37

2,39 Barra
Vk
k
15,06
Zkk
THEVENIN b
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19/7/2007 143
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Diagrama de Impedancias Percentais –Local da Falta: Barra ‘‘ k ’’


Impedância de Thevenin vista a partir dos pontos ‘‘a-b’’ - ( ZTH ):

Barra k Impedância de Thevenin


referida à barra K:
ZTH
a

IShC Zkk = 9,31 ∠90o %


VTH b

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19/7/2007 144
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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CURTO-CIRCUITO TRIFÁSICO - BARRA K

Valor da Corrente Simetrica de curto-circuito:

⎛ 1,0∠0o ⎞
I k
=I k
. Ibase = ⎜ ⎟ x 418,38 = 4495,9∠− 900
[ A]

RMS PU
⎝ 0,0931 90 ⎠
Valor da corrente Assimetrica de curto-circuito:

I assym = Fassym . I RMS = 1, 6 x 4622, 5 = 7193, 5 [ A]


Valor da Corrente Dinâmica de curto-circuito:

Idynam = 1,8 x 2 x IRMS ≅ 2,5 x IRMS = 11239,8 [ A]


Subestações - AT/MT
19/7/2007 145
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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MÉTODO NODAL

I1 I1 I5
I5
1 3 5

i13 i35

i21 i34 i5n


i14
In
I2 IN
I2
i24 in4
2 4 n

ADMITANCIAS DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO – Yij


Subestações - AT/MT
19/7/2007 RELAÇÕES ENTREProf.
CORRENTES & TENSÕES
R. Rossi / Fupai / 2007 DE BARRAS 146
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MÉTODO NODAL - DISTRIBUIÇÃO DE “V & I”

V3

I1 I1 I5
I5
1 3 5

i13 i35
V1 V5
i21 i34 i5n
i14
In
I2 IN
I2
i24 in4
2 4 n
V2 VN
V4

Barra de Referencia
Subestações - AT/MT (Nó):
19/7/2007 147
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
( VR = 0 }
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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MÉTODO NODAL – RELAÇÕES ENTRE TENSÕES E CORRENTES

No 1: I1 = iS1 + i13 + i14 – i21


I1 = YS1.(V1- 0) + Y13.(V1 – V3) + Y14.(V1 – V4) – Y21.(V2 – V1)
I1 = [ YS1 + Y12 + Y13 + Y14].(V1 ) – Y12.( V2) – Y13.(V3) – Y14.(V4)

No 2: I2 = iS2 + i21 + i24


I2 = YS2.(V2-0) + Y12.(V2 – V1) + Y24.(V2 – V4)
I2 = [ YS2 + Y12 + Y24].(V2 ) – Y12.( V1) – Y24.(V4)

No 5: I5 = - i35 + i5n + iS5


I5 = - Y35.(V3 – V5) + Y5n.(V5 – Vn) + YS5.(V5-0)
Subestações - AT/MT
19/7/2007
I5 = [ YS5 + Y35 +Prof.
Y R.].(V
5n )–
Rossi
5 Y .(/ 2007
/ Fupai
35 V)
3 – Y5n.(Vn) 148
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MATRIZ ADMITANCIA

⎛ Y1 1 Y1 2 ... Y1 k .... Y1 n ⎞ Ykk = ADMITANCIA PROPRIA (self-


⎜ ⎟ admittance) DA BARRA k.
⎜ Y 2 1 Y 2 2 ... Y 2 k ....Y 2 n ⎟
⎜ Y 3 1 Y3 2 ... .....Y 3 n ⎟ Ykk = SOMA DAS ADMITANCIAS
⎜ ⎟ CONECTADAS À BARRA K
⎜ ... ... ... ⎟
YBUS =
⎜Y Y k 2 ... Y kk ....Y kn ⎟ Yij = ADMITANCIA MUTUA OU DE
⎜ k1
⎟ TRANSFERENCIA (mutual-

⎜ ................................ ⎟ admittance) ENTRE AS
⎜Y Y n 2 ... Y n k ....Y n n ⎟ ≠
BARRAS i E j. ( i j)
⎜ n1 ⎟ Yij = (-) SOMA DAS ADMITANCIAS
⎜ ⎟
⎝ ⎠ CONECTADAS AS BARRAS
i e j.

OBS. Geralmente, a matriz YBUS é simétrica.


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19/7/2007 149
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

MONTAGEM DA MATRIZ Y barras POR INSPEÇÃO VISUAL

⎛ Y1 1 Y1 2 ... Y1 k .... Y1 n L ? ⎞
⎜ ⎟
⎜ Y 2 1 Y 2 2 ... Y 2 k ....Y 2 n L ? ⎟ k
⎜ Y 3 1 Y 3 2 ... .....Y 3 n L ? ⎟ 1
⎜ ⎟
⎜ ... ... ... ⎟ 2 ys
YBUS =
⎜Y Y k 2 ... Y kk ....Y kn L ? ⎟
⎜ k1 ⎟
⎜ ................................ ⎟ 3 ym n
⎜Y Y n 2 ... Y n k ....Y n n L ? ⎟
⎜ n1 ⎟
⎜? ? ? ? ? ⎟
⎝ ⎠ yL
p
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19/7/2007 150
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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MONTAGEM DA MATRIZ ADMITANCIA DAS BARRAS

1st. Case: Adding TL “series” admittance:


1 k
[ YNEW ] = [YOLD] + ∆ y L − ij
2
Where:
3 i
Yiinew = Yiiold + yL−ij
yL
Y new
jj = yL−ij
j
Y new
ik = − [Y old
ik + yL−ij ] , for (k = 1....n)
Yij = − yij
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19/7/2007 151
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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MONTAGEM DA MATRIZ ADMITANCIA DAS BARRAS

2nd. Case: Adding TL “mesh” admittance:


k
[ YNEW ] = [YOLD] + ∆ym −ij 1

2
Where:

Yiinew = Yiiold + y m − ij j ym i

Y jjnew = Y jjold + y m − ij
Yiknew = − [Yikold + y m − ij ] , for ( k ≠ i , k → 1....n )
n
Y new
jk = − [Y old
jk + y m − ij ] , for ( k ≠ i , k → 1....n )
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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MONTAGEM DA MATRIZ ADMITANCIA DAS BARRAS

3rd. Case: Adding TL “shunt” admittance:

[ YNEW ] = [YOLD] + ∆yS −io i


1
Where:
2 ys

Yiinew = Yiiold + y S − io 3
n

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INVERSA DA MATRIZ [Y barras] = Matriz [Z barras]

I = YBUS . V
⎛ Z 11 Z 12 .. Ζ 1 k ... Ζ 1 n ⎞
⎜ ⎟
⎜ Z 21 Z 22 .. Ζ 2 k .... Z 2 n ⎟
⎜ Z 31 Z 32 ... Z 3 k ....Ζ 3 n ⎟ V = Y-1BUS . I
⎜ ⎟ V = ZBUS . I
... .... .... ...... ⎟
Y −1
= Z BUS =⎜
⎜Z ... ΖZkk ⎟
kk ..... Z kn
BUS
Zk2
⎜ k1 ⎟
⎜ ... .... ..... ..... ⎟
⎜Z ZBUS = Y-1BUS
Ζ n2 ... Ζ n k ..... Z n n ⎟
⎜ n1 ⎟
⎜ ⎟
⎝ ⎠
ZBUS = ZMESH
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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MATRIZ INVERSA [Y barras] = Matriz [Z barras]

⎛ Y11 Y12 ... Y1 k .... Y1 n ⎞


⎜ ⎟
⎜ Y21 Y22 ... Y2 k ....Y2 n ⎟
⎜ Y31 Y32 ... .....Y3 n ⎟
⎜ ⎟ YBUS = Z-1BUS
... ... ...
Y BUS =⎜ ⎟
⎜Y Yk 2 ... Ykk ....Ykn ⎟
⎜ k1 ⎟
⎜ ................................ ⎟
⎜Y Yn 2 ... Ynk ....Ynn ⎟
⎜ n1 ⎟
⎜ ⎟
⎝ ⎠
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19/7/2007 155
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLO DE INVERSÃO DE UMA MATRIZ

YBUS = Z-1BUS

⎛ 16 −10 −5 0⎞ ⎛1 1 1 1 ⎞
⎜ ⎟ ⎜ ⎟
−10 18.33 −3.33 −5 ⎟ ⎜ 1 1.079 1.041 1.062 ⎟
YBUS = ⎜ ZBUS =
⎜ −5 −3.33 12.33 −4 ⎟ ⎜1 1.041 1.116 1.075 ⎟
⎜⎜ ⎟ ⎜ ⎟
⎝ 0 −5 −4 9 ⎟⎠ ⎝1 1.062 1.075 1.179 ⎠

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19/7/2007 156
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLO de CÁLCULO DE Icc POR MATRIZES

YBUS = Z-1BUS

ZTH = Zkk

VTH

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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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Corrente de Curto-circuito – Dominio da Frequência

Barra k Curto-circuito Trifásico

ZTH

VTH = 100∠00 %
IShC
VTH

ISH-C = VTH / ZTH


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19/7/2007 158
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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COMPONENTES DOS SISTEMAS DE AT


DEPENDENTES DA CORRENTE DE CC

- Equipamentos de Condução da Icc:


Disjuntores;
Chaves Seccionadoras;
Transformadores de Corrente – TC´s;
Transformadores de Força – TF´s;
Cabos, condutores e barramentos;
19/7/2007
Relés, fusíveis.
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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FALTAS DESEQUILIBRADAS

Análises das Correntes de “Curtos – Circuitos”


Curtos: 2Φ; 2Φ-T; ΦT ( Faltas ‘shunt” )
Abertura de Condutores: 1Φ; 2Φ ( Faltas Série )

Relações: “Tensões x Correntes”

Componentes Simétricas
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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OPERADOR: a=1 ∠120 0

a = 1∠120 0

a -1 a
a 2 = 1∠ 240 0
-a2 1-a2

− a 2 = 1∠ 60 0
-1
1

1 − a 2 = 3∠ 30 0
a2 -1 a2 -a 1-a

1 − a = 3∠ − 30 0

a2--a Subestações - AT/MT


19/7/2007
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a 2 − a = 3∠ − 90 0 161
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„ Componentes Simétricas – Fortescue

Vb Vc Vb1 Vc1 Vc2 Vb2

Va Va1 Va2 Vao=Vbo=Vco

Sist. Desequilibrado Seq. Positiva Seq. Negativa Seq. Zero

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19/7/2007 162
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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DIAGRAMAS SEQUENCIAIS DE TENSÕES


DSP DSN DSZ
V1 V2 V0

I1 Z1 I2 Z2 I0 Zo

E1=VTH E2 ~ 0 E0 ~ 0

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19/7/2007 163
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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DIAGRAMAS SEQUENCIAIS DE TENSÕES

Va1 = Ea1 - Z1.Ia1 Va2 = 0 - Z2.Ia2 Va0 = 0 - Z0.Ia0


Va1 Va2 Va0

Ia1 Ia2 Ia0


Z1 Z2 Z0

. .
Ea1
. .
P.S.D
19/7/2007 Positiva Subestações - AT/MT
Negativa Zero
. Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 164
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„ Componentes Simétricas – Fortescue


Síntese
⎧V A = V A1 + V A 2 + V A 0 ⎛V A ⎞ ⎛1 1 1 ⎞ ⎛V A0 ⎞
⎪ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟
⎨V B = V B1 + V B 2 + V B 0 = 2
ou ⎜VB ⎟ ⎜1 a a ⎟ * ⎜ V A1 ⎟
⎪V = V + V + V ⎜V ⎟ ⎜1 a a 2 ⎟⎠ ⎜⎝ V A 2 ⎟⎠
⎩ C C1 C2 C0 ⎝ C⎠ ⎝

Análise
⎧ 1 ⎫
⎪ A 0 3 (V A + V B + VC )
V = ⎪
⎪ ⎪ ⎛V A0 ⎞ ⎛1 1 1 ⎞ ⎛VA ⎞
⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟

⎨ A1
V =
1
3
(
V A + aV B + a 2VC ) ⎪
⎬ ou ⎜ A1 ⎟
V =
1
3
∗ ⎜1 a a 2 ⎟ * ⎜ VB ⎟
⎪ ⎪ ⎜V ⎟ ⎜1 a 2 a ⎟⎠ ⎜⎝ VC ⎟⎠
⎪ ⎝ A2 ⎠ ⎝
1
(
⎪ A 2 3 V A + a V B + aV C
V = 2
) ⎪

⎩ ⎭ Subestações - AT/MT
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„ Diagramas Sequenciais– CC – Fase Terra

Análise
⎧ 1 ⎫
⎪ A0 3 (I A + I B + I C )
I = ⎪
⎪ ⎪ ⎛ I A0 ⎞ ⎛1 1 1 ⎞ ⎛ I A ⎞
⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟
⎪ 1
3
(
⎨I A1 = I A + aIB + a I C
2
) ⎪
⎬ ou ⎜ A1 ⎟
I =
1
3
∗ ⎜1 a a 2
*
⎟ ⎜ B
I = 0 ⎟
⎪ ⎪ ⎜I ⎟ ⎜1 a 2 a ⎟ ⎜ I = 0⎟
⎝ A2 ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ C ⎠

I =
⎪ A2 3 A
1
(
I + a 2
I B + aIC ) ⎪

⎩ ⎭

1
donde I A1 = I A2 = I ASubestações
0 = ∗ I F - AT/MT
19/7/2007 3
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„ Diagramas Sequenciais– CC – Fase Terra


DSP DSN DSZ

Z1 Z2 Zo

3Ra

EA1 = VTH

3xEa∠α
IF =
19/7/2007 Z1 +Subestações
Z 2 + Z 0 +- AT/MT
3.Ra 167
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„ Diagramas Sequenciais– CC – F/F- Terra


Análise
⎧ 1 ⎫
⎪ A0 3 (VA + VB + VC )
V = ⎪
⎪ ⎪ ⎛VA0 ⎞ ⎛1 1 1 ⎞ ⎛ VA ⎞
⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟

⎨ A1
V =
1
3
(
VA + aVB + a 2VC ) ⎪
⎬ ou ⎜ VA1 ⎟ =
1
3
∗ ⎜1 a a ⎟ * ⎜VB = 0⎟
2

⎪ ⎪ ⎜V ⎟ ⎜1 a 2 a ⎟ ⎜V = 0⎟
⎝ A2 ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ C ⎠

V =
1
⎪ A2 3 A V( + a 2
VB + aVC ) ⎪

⎩ ⎭

1
donde VA1 = VA2 = VA0 = ∗VA
3
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„ Diagramas Sequenciais– CC – F/F- Terra

DSP DSN DSZ

Z1 Z2 Zo

3Ra

EA1 = VTH

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DIAGRAMAS SEQUENCIAIS - CONEXÕES

Falta Trifásica: DSP


Falta Bifásica: DSP – DSN em paralelo
Falta Bifásica à terra DSP-DSN-DSZ em paralelo
Falta Monofásica: DSP-DSN-DSZ em série

Abertura de 01 condutor: DSP-DSN-DSZ em paralelo*


Abertura de 02 condutores: DSP-DSN-DSZ em série*
* (impedância série) Subestações - AT/MT
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TENSÕES SEQUENCIAIS
ANÁLISE MATRICIAL

⎛ Va 0 ⎞ ⎛ 0 ⎞ ⎛ Z 0 0 0 ⎞ ⎛ Ia0 ⎞
⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟
⎜ a1 ⎟ ⎜ a1 ⎟ − ⎜ 0
V = E Z1 0 ⎟ x ⎜ I a1 ⎟
⎜V ⎟ ⎜ 0 ⎟ ⎜ 0 0 Z 2 ⎟⎠ ⎜⎝ I a 2 ⎟⎠
⎝ a2 ⎠ ⎝ ⎠ ⎝

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FALTA MONOFÁSICA – BARRA K

3.VTH
IφΑG =
Z1 + Z2 + Z0 + 3.ZN
Va1 Va2
Va0 3.VTH
IφAG =
Z1 Z2 2.Z1 + Z0 + 3.ZN
Ia1 Ia2 Ia0 Z0
3.VTH VTH
IφAG ≅ ≅
Ea1 3.Z1 + 3.ZN Z1 + ZN
3. ZN*
VTH
IφAG ≈
ZN
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FALTA BIFÁSICA - FASES B e C

3 .V TH
Va1 Va2 Iφφ =
Z 1 + Z 2 + (Z F )

Z1 Z2
Ia1 Ia2 3 . V TH
Iφφ ≅
2 .Z 1 + ( Z F )

Ea1=VTH I φφ ≈ 8 6 .6 % x I 3φ if Z = 0
F

V = V + V
ZF ≈ Z arc
A a1 a 2

V B = V C = a 2 .V a1 + a .V a 2

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19/7/2007 173
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FALTAS DESEQUILIBRADAS
EXEMPLOS - CÁLCULOS

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19/7/2007 174
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EXEMPLO No. 1 – CONCEITUAÇÃO...!

SIST. TRANSM TRANSFORMADOR FALTA F-T

fonte

∆-Y

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19/7/2007 175
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SIST. TRANSM TRANSFORMADOR FALTA F-T

fonte ∆-Y

Dados dos componentes do sistema:


Concessionária: Z1 =Z2 = j15% nas bases 100 MVA
Transformador: Z1 =Z2 = j50% nas bases 100 MVA
Zo = j 40% - Tensões 138 – 13,8 kV
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19/7/2007 Grupo Prof.
Dy30 o
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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EXEMPLO: Curto-circuito Trifásico (Disjuntores, Chaves, TC´s ....!)


VF
I CC −3φ = .[ I base ] (29)
Z1−eq

1.0∠0o 100, 000


I CC −3φ = .[ ] (30)
j (0.15 + 0.5) 3 x13.8

I CC −3φ = 6, 436.5 [ A] (valor RMS ) (31)

I CC −3φ − Assim = Fassim− MT x I CC − RMS = 1.6 x6, 436.5 = 10, 298.3 [ A] (32)

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19/7/2007 177
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CORRENTES DE “CC” ASSIMÉTRICAS
VTH ∠ 0 0
I 3φ = [A]
Z 1∠ ϕ 1

3 VTH 3 VTH
I 2φ = ≅ x ≅ 0 , 8 6 6 x I 3φ
Z1 + Z 2 2 Z1

⎡ VTH ⎤ ⎛ Z2 ⎞
IφφT = 3 xI0 = 3x ⎢ ⎥ x ⎜ − ⎟
⎣ Z 1 + Z 2 // Z 0 ⎦ ⎝ Z2 + Z 0 ⎠

3 xVTH 3 .V T H
IφT = 3 xI 0 = =
19/7/2007 Z1 + Z2 + 2 .Z 1 + Z
Z 0 - AT/MT
Subestações
0
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CORRENTES DE “CC” ASSIMÉTRICAS

RESULTADOS:

Icc - 3F = 6.436 [A] )RMS) ....... ( -j 6,44 kA )


Iassim = 1,6 x 6.436 = 10.298 [A] ...... ( -j 10,3 kA )
Icc – 2F = 0,866 x 6.436 = 5.573 [A]
Icc – 1F = (3xIo)x(Ibase)=(-j 1,765 pu) x (Ibase) = 7.384 [A]
Io = Icc1F / 3 = -j (1,765 / 3) = -j 0,588 pu

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19/7/2007 179
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EXEMPLO: Cálculo das Tensões na Barra – Curto Fase A –terra


⎡Va 0 ⎤ ⎡ 0 ⎤ ⎛ Z 0 0 0 ⎞ ⎡ I ao ⎤
⎢V ⎥ = ⎢V ⎥ − ⎜ 0 Z1

0 ⎟ x ⎢⎢ I a1 ⎥⎥ (39)
⎢ a1 ⎥ ⎢ F ⎥ ⎜
⎢⎣Va 2 ⎥⎦ ⎢⎣ 0 ⎥⎦ ⎝⎜ 0 0 Z 2 ⎠⎟ ⎢⎣ I a 2 ⎥⎦

⎡Va 0 ⎤ ⎡0 ⎤ ⎛ 0.4 0 0 ⎞ ⎡ 0.588⎤


⎢V ⎥ = ⎢1.0 ⎥ − ⎜ ⎟
⎢ a1 ⎥ ⎢ ⎥ j. ⎜ 0 0.65 0 ⎟ x ⎢⎢ 0.588⎥⎥ ∠ − 90 (40)
⎢⎣Va 2 ⎥⎦ ⎢⎣0 ⎥⎦ ⎜ 0.65 ⎠⎟ ⎣⎢ 0.588⎦⎥
⎝ 0 0
donc,
⎡Va 0 ⎤ ⎡ −0.235 ⎤
⎢V ⎥ = ⎢ +0.617 ⎥ ∠00 [ pu ] (41)
⎢ a1 ⎥ ⎢ ⎥
⎢⎣Va 2 ⎥⎦ ⎢⎣ −0.382 ⎥⎦
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19/7/2007 180
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EXEMPLO: Cálculo das Tensões na Barra – Curto Fase A -Terra

⎡V ' a ⎤ ⎛ 1 1 1 ⎞ ⎡ −0.235 ⎤ ⎡ 0 ⎤
⎢ '⎥ ⎜ ⎟⎢ ⎥ = ⎢ 0.934∠ − 112.2 ⎥
⎢Vb ⎥ = ⎜ 1 a
2
a ⎟⎢ 0.617 ⎥ ⎢ ⎥ [ pu ] (43)
⎢ ' ⎥ ⎜1 a 2⎟
a ⎠ ⎣⎢ −0.382 ⎦⎥ ⎣⎢ 0.934∠ + 112.2 ⎦⎥
⎣⎢V c ⎦⎥ ⎝

ou , em valores reais ,
Vc
⎡V a ⎤ ⎡ 0
' V’c
⎤ ⎡0 ⎤
⎢ '⎥ ⎢ ⎥ ⎢ 7.44 ⎥
⎢Vb ⎥ = ⎢ 7.44∠ − 112.2 ⎥ ≅ ⎢ ⎥ [ kV ] (44)
⎢ ' ⎥ ⎢ 7.44∠ + 112.2 ⎥
⎢⎣V c ⎥⎦ ⎣ ⎦ ⎣⎢ 7.44 ⎥⎦
V’b
Vb
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19/7/2007 181
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EXEMPLO No. 1 – Importante para PROTEÇÃO...!!!

1/√3 = 0.58
pu
A a

1.0 pu

C
c

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19/7/2007 182
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Correntes Refletidas – Sensibilidades para Proteção

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EXEMPLO No. 2 – APLICAÇÃO EM SISTS. TRANSMISSÃO


A B

RN
Y −∆
ZLT- AB = j 20 [ Ω ]; Z0 / Z1 = 3
A Y
Y -∆ Y B
GERADOR B:

]
TRFM: A Ω TRFM: B
SISTEMA A: VN = 13,8 kV

[
Z LT

14
200 MVA 150 MVA
Vn = 230 kV PN = 120 MW

=j
-A
ZT = 14% C ZT = 12%
Z0 / Z1 = 3 =8 Pf = 0,8 ind

C
-B
Z0 = 12% Z0 = 10%
Scc = 1000 MVA 0%
Xs = 12%

LT
Z
230 / 138 kV 13,8 / 138 kV
X / R >>> 10
AB
X0 = 5%
Yd30 Dy30
RN = 400 ohm
C
T = 1min

BASES SISTEMA: ∆Y
Sbase = 100 MVA
Subestações - AT/MT D
19/7/2007
V =V 184
base sys Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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ANÁLISES DE FALTAS NA BARRA “C”:

DIAGRAMA DE SEQUENCIA POSITIVA - DSP

j 10 j7 j 10,5 j8 j8
A B

j 8,4 j 7,6

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19/7/2007 185
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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DIAGRAMA DE SEQUENCIA POSITIVA - DSP

j 17 j 10 j 16
A B
j 3,23 j 2,92

j 2,45
j 8,4 j 7,6

Subestações - AT/MT
19/7/2007 186
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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DIAGRAMA DE SEQUENCIA POSITIVA - DSP

j 17 j 16
A j 3,23 j 2,92 B

j 2,45

Subestações - AT/MT
19/7/2007 187
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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DIAGRAMA DE SEQUENCIA POSITIVA- PSD

A // B

j 17 j 16

j 3,23 j 2,92

j 2,45

C
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19/7/2007 188
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DIAGRAMA SEQUENCIA POSITIVA - PSD

A // B
Z1 = ZTH
j 9,78

j 12,23 %

j 2,45

C
C

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19/7/2007 189
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DIAGRAMA SEQUENCIA NEGATIVA - DSN

Z2 = Z1

j 12,23 %

Subestações - AT/MT
19/7/2007 190
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

DIAGRAMA DE SEQUENCIA ZERO - DSZ

j 10x3 j 6% j 10x3 j 6,66 j 3,33 %

3x RN

j 8,4x3 j 7,6x3

Z0 / Z1 = 3
C

Subestações - AT/MT
19/7/2007 191
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

DIAGRAMA SEQUENCIA ZERO - DSZ

j 30 j 6,66

j 22,7 Z0
j 25,2 j 22,8

C C

Subestações - AT/MT
19/7/2007 192
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

CURTO-CIRCUITO TRIFÁSICO EM “C”

DIAGRAMA SEQUENCIA POSITIVA - DSP

⎛ V ∠0 ⎞
I 3φ = ⎜ ⎟ x I Bk A S E
⎝ Z 1∠ φ ⎠ P U
VTH = 100% A // B
⎛ 100∠ 0 ⎞ 1 0 0 .0 0 0
I 3φ = ⎜ ⎟ x
⎝ 1 2, 2 3 ∠ 9 0 ⎠ 3 . 138
Z1 = j 12,23 %

I 3φ = ( 8,1 7 6 ) x ( 4 1 8, 3 4 )
PSD C
I 3φ = 3420, 6 [ A ]RM S
Subestações - AT/MT
19/7/2007 193
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

CURTO-CIRCUITO FASE – FASE EM “C”

DIAGRAMAS DE SEQUENCIAS POSITIVA E NEGATIVA

I A0 = 0, I A1 = − I A 2
A // B
VTH = 100%
V
I A1 =
Z1 = j 12,23 % j 12,23 % Z1 + Z 2
Ia1 Ia2
Z1 = Z 2

PSD Subestações
NSD - AT/MT
19/7/2007 194
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ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

CURTO-CIRCUITO FASE – FASE (BC)


⎛ V ∠0 ⎞
I φφ = I B = − I C = a 2 I A1 + a I A 2 = I A1 ( a 2 − a ) = − j 3.⎜ ⎟
⎝ Z1 + Z 2 ⎠
3 . V ∠0 3 V ∠0 3
I φφ = = . = . I 3φ
Z1 + Z 2 PU
2 Z1 2

⎛ 3 ⎞ ⎛ 100∠ 0 ⎞ 1 0 0 .0 0 0
I φφ = ⎜⎜ ⎟⎟ ⎜ ⎟ x
⎝ 2 ⎠ ⎝ 1 2, 2 3∠ 9 0 ⎠ 3 . 138

I φφ = (0 , 8 6 6 ) x (8 , 1 8 ) x ( 4 1 8 , 3 4 )

I φφ = 2962, 2 [ A ]RM S Subestações - AT/MT


19/7/2007 195
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

CURTO-CIRCUITO FASE- TERRA EM “C”

DIAGRS. SEQUENCIAIS: POSITIVA, NEGATIVA E ZERO

I φ G = I A 0 + I A1 + I A 2

V ∠0
I A0 =
Ia2 Ia0 Z1 + Z 2 + Z 0
VTH = 100% Ia1

j 12,23 % j 12,23 % j 22,7 %


I A 0 = I A1 = I A 2

PSD
19/7/2007
NSD ZSD
Subestações - AT/MT I φ G = 3 .I 0
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 196
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

CURTO-CIRCUITO FASE- TERRA EM “C”

⎛ 3 . V ∠0 ⎞ 3.V ∠ 0
Iφ G = ⎜ ⎟ = = 3.I 0
⎝ 1
Z + Z 2 + Z 0 ⎠ PU 2. Z 1 + Z 0

⎛ 3 x 100 ∠ 0 ⎞ 100.000
Iφ G = ⎜ ⎟ x
Ia1 Ia2 Ia0 ⎝ 2 x j12, 23 + j 22, 7 ⎠ 3 . 138
VTH = 100%

j 12,23 % j 12,23 % j 22,7 % Iφ G = ( 3 ) x ( 2,12 ) x ( 418, 34 )

PSD NSD ZSD I φ G -=AT/MT


Subestações 2661, 2 [ A ] RMS
19/7/2007 197
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
Prof. Ronaldo Rossi

FALTAS BIFÁSICAS À TERRA (BC)-N

DIAGRAMAS DE SEQS. POSITIVA, NEGATIVA E ZERO

VTH = 100% Ia1 Ia2 Ia0

j 12,23 % j 12,23 % j 22,7 %

PSD NSD ZSD

Subestações - AT/MT
19/7/2007 198
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
ANÁLISE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA
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FALTAS BIFÁSICAS A TERRA BC-N

⎛ Z2 ⎞
I φφ n = 3 .I 0 = 3 . ⎜ − I1 x ⎟
⎝ Z1 + Z 2 ⎠

⎛ − V ∠0 ⎞ ⎛ Z2 ⎞
I φφ n = 3. ⎜ ⎟ .⎜ ⎟
⎝ 1
Z + Z 2 / / Z 0 ⎠ ⎝ 1
Z + Z 2 ⎠

⎛⎛ − 100∠ 0 ⎞ 12, 23 ⎞ 1 0 0 .0 0 0
I φφ n = 3 . ⎜⎜ ⎜ ⎟ x ⎟⎟ x
⎝ ⎝ j1 2 , 2 3 + ( j1 2 , 2 3 / / j 2 2 , 7 ⎠ 34,93 ⎠ 3 . 138

I φφ n = ( 3 ) x (1, 7 4 ) x ( 4 1 8 , 3 4 ) = 5, 21x 418, 34

I φφ n = 2177,8 [ A ]RM S Subestações - AT/MT


19/7/2007 199
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS EM
ATERRAMENTOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 200
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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ATERRAMENTOS EM SISTEMAS ELÉTRICOS

1. CONCEITUAÇÃO GERAL
2. TIPOS DE ATERRAMENTOS
3. RELAÇÕES TENSÃO – CORRENTE
4. MALHAS DE TERRA
5. SEGURANÇA OPERACIONAL
Subestações - AT/MT
19/7/2007 201
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS EM ATERRAMENTOS

9 SISTEMAS SOLIDAMENTE ATERRADO (SSA)

9 SISTEMAS ATERRADOS POR LIMITADORES (SAL)

9 SISTEMAS ISOLADOS (SI)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 202
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

TÓPICOS EM ATERRAMENTOS
SISTEMAS SOLIDAMENTE ATERRADO (SSA)
9 LIGAÇÃO ESTRELA COM O NEUTRO DIRETAMENTE
CONECTADO À MALHA DE TERRA

Subestações - AT/MT
19/7/2007 203
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS EM ATERRAMENTOS
SISTEMAS ATERRADOS POR LIMITADORES (SAL)
9 LIGAÇÃO ESTRELA COM O NEUTRO CONECTADO À
MALHA DE TERRA ATRAVÉS DE LIMITADORES

RESISTENCIA(Ra) OU BOBINA (XL)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 204
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS EM ATERRAMENTOS
SISTEMAS ISOLADOS (SI)
9 LIGAÇÃO ESTRELA COM O NEUTRO ISOLADO DA MALHA
DE TERRA OU CONEXÃO TRIANGULO (DELTA)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 205
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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FALTAS MONOFÁSICAS – GRAUS DE ATERRAMENTOS

Z0/Z1 = 3 Z0/Z1 = 10
Z0/Z1

SSA SAL SI
∆ V ≤ 120% ∆V ≥ 150%
∆V %
SISTEMAS SISTEMAS ATERRADOS SISTEMAS ISOLADOS
SOLIDAMENTE
ATERRADOS- SSA POR LIMITADORES

CORRENTES TERRA
ELEVADAS CORRENTES CORRENTES CONTROLADAS NÃO EXISTEM CORRENTES
SOBRETENSÕES SIGNIFICATIVAS SOBRETENSÕES ELEVADA
BAIXAS SOBRETENSÕES Subestações - AT/MT
19/7/2007 206
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS EM ATERRAMENTOS:

MALHAS DE TERRA:

Hastes de terra – lâmina simples


- lâminas combinadas

Gradil horizontal com hastes verticais


Subestações - AT/MT
19/7/2007 207
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS EM ATERRAMENTOS:
IMPLICAÇÕES – Malha fora das especificações
- Tensões induzidas – Descargas....!
- Transferência de potencial....!
- Queima de componentes ....!
- Segurança operacional .... !
- Tensões de Toque e de Passo...!
- Normas de segurança – NR-10
- Normas operacionais – ABNT/ NBR-5410
Subestações - AT/MT
19/7/2007 208
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS EM ATERRAMENTOS:
IMPLICAÇÕES – Malha fora das especificações
- Tensões induzidas – Descargas....!
- Transferência de potencial....!
- Queima de componentes ....!
- Segurança operacional .... !
- Tensões de Toque e de Passo...!
- Normas de segurança – NR-10
- Normas operacionais – ABNT/ NBR-5410
Subestações - AT/MT
19/7/2007 209
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TENSÕES INDUZIDAS

V(t) [volt]

∆V

distância X [m]
Subestações
∆X - AT/MT
19/7/2007 210
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TENSÕES INDUZIDAS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 211
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

SEGURANÇA OPERACIONAL – ABNT/NBR-5410 E NR 10

Subestações - AT/MT
19/7/2007 212
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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Sistemas de aterramentos em Baixa Tensão:


ABNT – NBR 5410 / 1999

IDENTIFICAÇÃO:

Letras: I = sistema isolado


T = sistema aterrado
N = neutro do sistema
C = neutro comum com o terra
S = neutro separado do terra
PE = condutor de terra
Subestações - AT/MT
19/7/2007 213
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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Sistemas de aterramentos em Baixa


Tensão:
ABNT – NBR 5410 / 1999

CONFIGURAÇÕES: “ T – T ”

1a. Letra = sist. de aterramento da fonte


2a. Letra = sist. de aterramento da carga
Subestações - AT/MT
19/7/2007 214
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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Sistemas de aterramentos em Baixa


Tensão:
ABNT – NBR 5410 / 1999

CONFIGURAÇÕES: “ T – T ” ou “I – T”

1a. Letra = sist. de aterramento da fonte


2a. Letra = sist. de aterramento da carga
Subestações - AT/MT
19/7/2007 215
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Sistemas de aterramentos em Baixa Tensão:


ABNT – NBR 5410 / 1999
Sistema T-T
Arranjos:

Condutor PE
Subestações - AT/MT
19/7/2007 216
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Sistemas de aterramentos em Baixa Tensão:


ABNT – NBR 5410 / 1999
Sistema TN-C Sistema a 4 fios (PE=N)
Arranjos:

19/7/2007 Condutor N
Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 217
condutor PE
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Sistemas de aterramentos em Baixa Tensão:


ABNT – NBR 5410 / 1999
Sistema TN-S – (Sistema a 5 fios )
Arranjos:

Condutor de terra (PE – 5º. fio)


Subestações - AT/MT
19/7/2007 Condutor
Prof. neutro
R. Rossi / Fupai (N)
/ 2007 218
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Sistemas de aterramentos em Baixa Tensão:


ABNT – NBR 5410 / 1999
Sistema I-T
Arranjos:

Condutor PE
Subestações - AT/MT
19/7/2007 219
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Fator de aterramento e Tensão Nominal:

2
⎡ ⎛ Z ⎞ ⎤
⎢ ⎜ 0 ⎟ ⎥
1 ⎢ ⎝ Z1 ⎠ ⎥
F a te r r = 3x ⎢ ⎥ + 1
2
⎢⎛ Z0 + ⎞
2⎟ ⎥
⎢⎣ ⎜⎝ Z 1 ⎠ ⎥⎦

V NOM − PR = F a te r r x V m a x − c la s s e is o la ç a o

Subestações - AT/MT
19/7/2007 220
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

COMPONENTES BÁSICOS DAS


REDES ELÉTRICAS DE
ALTA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 221
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

4. COMPONENTES DOS SISTEMAS


ELÉTRICOS EM REDES DE AT

4.1 - Equipamentos de Manobras:

Disjuntores

Chaves Seccionadoras

Subestações - AT/MT
19/7/2007 222
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

4. COMPONENTES DOS SISTEMAS


ELÉTRICOS EM REDES DE AT

4.2 - Equipamentos Transdutores de Sinais:

Transformadores de Corrente – TC´s


Transformadores de Potencial – TP´s
Divisores Capacitivos de Potencial – DCP´s

Subestações - AT/MT
19/7/2007 223
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

4. COMPONENTES DOS SISTEMAS


ELÉTRICOS EM REDES DE AT

4.3 - Dispositivos de Proteção e Comando:


Relés de Proteção
Fusíveis
Contatores e Chaves

Pára – Raios e Centelhadores


Subestações - AT/MT
19/7/2007 224
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

4. COMPONENTES DOS SISTEMAS


ELÉTRICOS EM REDES DE AT

4.4 Serviços Auxiliares

Serviços Auxiliares – AC / DC
Retificadores
Baterias
Geradores de Emergência
Subestações - AT/MT
19/7/2007 225
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

De 145 a 345 kV

Subestações - AT/MT
19/7/2007 226
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Normas Técnicas – ABNT / NBR - 7118 (ET)


ABNT / NBR - 7102 (ME)
IEC-56/92
ANSI/IEEE – C36.06
Partes Componentes

Câmara de Interrupção
19/7/2007
Sistema de Subestações
Acionamento - AT/MT / Comando
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 227
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Tipos Construtivos – Eletromecânicos


Acionamento e Câmara de Interrupção

Meios Isolantes na Cãmara de interrupção


Óleo Naftênico, Parafínico, (Ascarel)
Gás SF6 - Hexa-Fluoreto de Enxofre
Ar Seco (“Magnetic Air-Blast CB”)
Ar Comprimido
19/7/2007 Vácuo Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 228
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

INTERRUPÇÃO DA CORRENTE / DESEMPENHO DO DISJUNTOR

Subestações - AT/MT
19/7/2007 229
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

A corrente de curto-circuito no domínio do tempo

Idin i(t) Componente Exponencial DC

Componente simetrica AC
Iassim
Corrente Total assimetrica
Iinterrupt
IRMS

Período Sub-transitório
Subestações - AT/MT
19/7/2007 230
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

3. Assimetria da Corrente de Curto-Circuito

Atenuação da Componente DC - ABNT/NBR-7118/1996

120
Percentual da componente DC [%]

100

80

60

40

20

0
0.0 10.0 20.0 30.0 40.0 50.0 60.0 70.0 80.0 90.0
Tempo a partir do início da falta
[ms]

Subestações - AT/MT
19/7/2007 231
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO


Especificação Técnica – ABNT / NBR-7118
Tensões
Nominal
Máxima
Classe de Isolação
Correntes
Nominal
Simétrica de Interrupção
Dinâmica ( Estabelecimento ou Crista )
Subestações - AT/MT
19/7/2007
Curta Duração ( 1seg
Prof. R. Rossi e 3 seg )
/ Fupai / 2007 232
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO


Temporizações:
Interrupção = abertura + extinção do arco
Fechamento

Ciclo de Operações:
O - 0,3s – CO – 15s – CO

Instalação:
Abrigada – fixa ou extraível
Subestações - AT/MT
19/7/2007 Exterior –Prof.
fixa ao /tempo
R. Rossi Fupai / 2007 233
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Acionamento
Monopolar
Tripolar

Comando:
Mola ( Espiral e/ou Helicoidal)
Eletro-Hidráulico
Ar Comprimido
Subestações - AT/MT
19/7/2007
SolenóideProf. R. Rossi / Fupai / 2007 234
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Chaveamentos Especiais

Pequenas Correntes Indutivas


Pequenas Correntes Capacitivas
Faltas Terminais
Sincronismo
Fechamento com Oposição de Fases
Subestações - AT/MT
19/7/2007 235
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO


Tensão Tensão suportável nominal de impulso Tensão suportável nominal à
Nominal atmosférico freqüência industrial durante 1
[kV] Lista 1* [kV] Lista 2* [kV] min. [kV] (eficaz)
eficaz (crista) (crista)
1 5 5 2,5
4,76 40 60 19
7,2 40 60 20
15 95 110 36
24 95 125 50
25,8 125 150 60
36 145 170 70
38 170 200 80
48,3 250 250 105
Subestações - AT/MT
19/7/2007 72,5 325 350 / Fupai / 2007 140 236
Prof. R. Rossi
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO


Tensão Nominal Tensão suportável Tensão suportável
[kV] eficaz nominal de impulso nominal à freqüência
atmosférico [kV] industrial durante 1
(crista) min. [kV] (eficaz)
380 150
92
450 185

550 230
145
650 275

850 360
142 950 395

1050 460
Subestações - AT/MT
19/7/2007 237
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 238
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO - 145 kV

Subestações - AT/MT
19/7/2007 239
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 240
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 241
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 242
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 243
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DIAGRAMA DE COMANDO SIMPLIFICADO


Fontes de Alimentação DC Comando de Abertura do Disjuntor Sinalizações

FU

UNIDADE
CONTROLE
( Flutuação )

Comandos RELES DE
Manuais PROTEÇÃO
RETIFICAD
AC / DC

BANCO DE Lâmpadas
BATERIAS Transformador a-52 Alarmes...
Servs. Auxiliares
52B Relé
A Auxiliar
FU
Subestações - AT/MT
19/7/2007 244
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DIAGRAMA DE COMANDO SIMPLIFICADO


Fontes de Alimentação DC Comando de Abertura do Disjuntor Sinalizações

FU

UNIDADE
CONTROLE
( Flutuação )

Comandos RELES DE
Manuais PROTEÇÃO
RETIFICAD
AC / DC

BANCO DE Lâmpadas
BATERIAS Transformador a-52 Alarmes...
Servs. Auxiliares
52B Relé
A Auxiliar
FU
Subestações - AT/MT
19/7/2007 245
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
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DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO

De 2,4 a 36 kV

Subestações - AT/MT
19/7/2007 246
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO – 15 kV

Subestações - AT/MT
19/7/2007 247
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 248
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 249
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

5. DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 250
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 251
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE MÉDIA TENSÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 252
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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5. DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO


Chaveamentos Especiais

Pequenas Correntes Indutivas


- Trafos e Reatores a vazio

Pequenas Correntes Capacitivas


- Linhas Longas e bancos a vazio

Faltas Quilométricas (distanciométricas).


Subestações - AT/MT
19/7/2007 253
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA DISJUNTORES A ÓLEO:

a) Verificação de vazamentos de óleo isolante nas juntas


(superior e inferior) da câmara de interrupção;

b) Verificação do nível de óleo no visor de inspeção;

c) Verificação da coloração do óleo no visor de inspeção;

Subestações - AT/MT
19/7/2007 254
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA DISJUNTORES A ÓLEO:
d) Limpeza geral do equipamento;

e) Verificação das Lâmpadas de Sinalização e botoeiras


no circuito de Comando;

f ) Lubrificação de engrenagens no acionamento geral;

g) Estado geral das fiações, terminais e bornes


conectores, bobinas de abertura e fechamento,
resistor de aquecimento
19/7/2007 da caixa
Subestações - AT/MT de comando, etc...!
255
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA DISJUNTORES A GÁS:

a) Verificação de vazamentos do GÁS isolante através de


leituras no indicador de pressão da câmara de interrupção;

b) Verificação do nível dessa pressão do gás nas condições


de garantia mínima para operação do equipamento ;

c) Verificação de funcionamento do contador de operações;


Subestações - AT/MT
19/7/2007 256
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA DISJUNTORES A GÁS:

d) Limpeza geral do equipamento;

e) Verificação das Lâmpadas de Sinalização no Comando;

f ) Lubrificação de engrenagens no acionamento geral;

g) Estado geral das fiações, terminais e bornes conectores,


bobinas de abertura e fechamento, resistor de
aquecimento da caixa de
19/7/2007 comando,
Subestações - AT/MTetc...!
257
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA DISJUNTORES A VÁCUO:

a) Verificação da perda de vácuo e consequente


comprometimento do polo através de identificações ou de
leituras no indicador de pressão da câmara de interrupção;

b) Verificação de funcionamento do contador de operações;

c) Limpeza geral do equipamento;


Subestações - AT/MT
19/7/2007 258
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA DISJUNTORES A VÁCUO:

f) Verificação das Lâmpadas de Sinalização no Comando;

g) Lubrificação de engrenagens no acionamento geral;

h) Estado geral das fiações, terminais e bornes conectores,


bobinas de abertura e fechamento, resistor de
aquecimento da caixa de comando, etc...!
Subestações - AT/MT
19/7/2007 259
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
TESTES RECOMENDADOS:

a) Rigidez Dielétrica do óleo – é função do número de


operações e nível das correntes de interrupção esperadas;

b) Resistência de contatos – é função dos desgastes


provocados por arcos voltáicos sobre os contatos principais

c) Resistência de isolamentos – (megger) – inspeção completa;


Subestações - AT/MT
19/7/2007 260
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
TESTES RECOMENDADOS – Valores esperados:

a) Rigidez Dielétrica do óleo – RD >> 40 [kV/2,5mm]- (óleo novo);

b) Resistência de contatos – Rc << 100 [ µ Ω ] – ( ideal )

c) Resistência de isolamentos – (MEU2500) RI >> 10.000 [M Ω]

Subestações - AT/MT
19/7/2007 261
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
TESTES RECOMENDADOS:
d) Fator de potência das buchas – tangente delta;

e) Fator de potência do óleo isolante – tg (delta);

f ) Tensão aplicada (“Hi-pot”) geral na caixa de comando BT;

g) Simultaneidade nos comandos para os três polos (A-B-C);

h) Testes físico-químico e Subestações


umidade- AT/MT
para os disjuntores a óleo;
19/7/2007 262
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
TESTES RECOMENDADOS - Valores esperados:
d) Fator de potência das buchas – tangente delta << 1%;

e) Fator de potência do óleo isolante – tg (delta) << 1%;

f ) Tensão aplicada (“Hi-pot”) - BT: TA = 2500 V, 60 Hz, 1 min;

g) Simultaneidade nos comandos para os três polos (A-B-C)-


discordância de polos: NULA ;

h) Testes físico-químico e umidade para os disjuntores a óleo;


TI >> 30 [dinas/cm] - IN(KOH
19/7/2007 ) << 1%
Subestações - AT/MT- PPM(H O) << 20
2
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 263
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MANUTENÇÃO EM DISJUNTORES DE AT
PERIODICIDADES (*)

1. Testes de Isolação: Entre 06 e 12 meses;

2. Testes “Físico-químicos”: Entre 12 e 24 meses;

3. Inspeção de Rotina: Sistemática...!

4. Manutenção Preventiva: Programada

5. Manutenção Corretiva: Imediata


(*) - Variam
19/7/2007
Subestações - AT/MT
de empresa p/ empresa segundo os tipos de disjuntores e os
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 264
critérios de manutenção adotados por cada uma ...!
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CHAVES SECCIONADORAS DE AT/MT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 265
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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6. CHAVES SECCIONADORAS DE AT / MT
Principais Características Construtivas:
1. Pivotamento central, dupla lâmina, abertura lateral,;

2. Articulada Simples com abertura lateral, ou vertical;

3. Articulada Dupla com abertura lateral;

4. Semi-pantográfica com articulação vertical;

5. Pantográfica com articulação vertical dupla.


Subestações - AT/MT
19/7/2007 266
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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6. CHAVES SECCIONADORAS DE AT / MT
Especificação Técnica
(similaridade com a ET de disjuntores)

Tensões
Nominal, Máxima
Classe de Isolação
Correntes
Nominal,
Estabelecimento,
19/7/2007
Curta Duração para- AT/MT
Subestações 1seg e 3 seg.
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 267
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6. CHAVES SECCIONADORAS DE AT / MT
Tensão Nominal
Tensão suportável Tensão suportável nominal
[kV] eficaz
nominal de impulso à freqüência industrial
atmosférico [kV] durante 1 min. [kV] (eficaz)
(crista)
92 380 440 150 175
450 520 185 210
550 630 230 265
145
650 750 275 315
750 860 325 375
850 950 360 415
242
950 1050 395 460
1050 1200
Subestações - AT/MT460 530
19/7/2007 268
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6. CHAVES SECCIONADORAS DE AT / MT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 269
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6. CHAVES SECCIONADORAS MT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 270
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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6. CHAVES SECCIONADORAS MT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 271
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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6. CHAVES SECCIONADORAS MT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 272
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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6. CHAVES SECCIONADORAS MT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 273
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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6. CHAVES SECCIONADORAS MT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 274
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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6. CHAVES SECCIONADORAS DE AT / MT

Acionamentos
Motorizada (AT), Manual (MT).
Intertravamentos:
Elétricos, mecânicos, “kirk”, etc
Características Construtivas:
Pivotamento central, dupla lâmina, abertura lateral,;
Articulada Simples com abertura lateral, ou vertical;
Articulada Dupla com abertura lateral
19/7/2007 Pantográfica ou Semi-pantográfica,
Subestações - AT/MT etc
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 275
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6. CHAVES SECCIONADORAS DE AT / MT

PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO DE ROTINA:

a) Verificação das conexões nos terminais de Entrada e Saída;

b) Verificação dos alinhamentos e batimentos de lâminas;

c) Verificação dos desgastes de contatos nos engates;

d) Inspeção visual e limpeza...!!!

e) Caixa de comando – inspeção similar a de disjuntores


Subestações - AT/MT
19/7/2007 276
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TRANSFORMADORES DE CORRENTE

TC´s

Subestações - AT/MT
19/7/2007 277
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE
Especificação Técnica (ET) e Ensaios(ME):

Normas: ABNT / NBR - 6856/92 (ET)


ABNT / NBR - 6821/92 (ME)
ABNT / EB - 251 ( << 1984 )
IEC – 44.1/96 (ET & ME)
IEC – 185 ( << 1995 )

Subestações - AT/MT
19/7/2007
ANSI/IEEE – C57.13/93 (ET & ME)
278
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Tipos Construtivos

Alta Impedância: - A ( Alta )


H ( High )
T ( Tested )

Baixa Impedância: - B ( Baixa )


L ( Low )
Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai /C
2007( Calculated )
19/7/2007 279
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Tipos Construtivos: Alstom

Subestações - AT/MT
19/7/2007 280
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Tipos Construtivos

Subestações - AT/MT
19/7/2007 281
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Tipos Construtivos

Subestações - AT/MT
19/7/2007 282
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Tipos Construtivos

Subestações - AT/MT
19/7/2007 283
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Tipos Construtivos

Subestações - AT/MT
19/7/2007 284
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Tipos Construtivos

Subestações - AT/MT
19/7/2007 285
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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CONEXÕES PADRONIZADAS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 286
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET

Relação Nominal de Transformação - RTC:


RTC = I NOM PRIM / I NOM SEC

Valores Normalizados:
I nom. prim. : 5,0 - 10 - ... - 30 - 50 - 100 - 200 - ...- 500
600 -...- 1000 -...- 2000 -...- 4000 - ... etc

19/7/2007 I nom. sec : 1 Prof.


(A) e / Fupai
R. Rossi 5 (A)
Subestações - AT/MT
/ 2007 287
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8. CIRCUITO EQUIVALENTE

Subestações - AT/MT
19/7/2007 288
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. CURVA MAGNETIZANTE

Subestações - AT/MT
19/7/2007 289
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Erros em TC´s
Relação Nominal de Transformação - RTCN:
Relação Real de Transformação - RTCR
Fator de Correção de Relação – FCR = RTCR / RTCN

Erro de Relação de Transformação de Corrente:


Єi % = 100 . ( 1 – FCR )
Erro Percentual do TC:
Subestações - AT/MT
19/7/2007
Є % = ( Io / I
sec
Prof.nom ) . 100 e Io = Iprim – Isec
R. Rossi / Fupai / 2007 290
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE
Classes de Precisão ou de Exatidão:

TC - Med 0,1 % - TC Padrão


0,3 % - Faturamento
0,6 % - Medidas de precisão / Labs
1,2 % - Instrumentação de painéis
3,0 % - Uso geral - indicadores
TC - Proteção:
19/7/2007
5% - Norma IEC (ABNT)
Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 291
10 % - ABNT - ANSI
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8. Classes de Precisão ou de Exatidão:

Subestações - AT/MT
19/7/2007 292
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET

Freqüência:
Nominal – 60 [Hz]

Cargas:
Potência Nominal: 2,5 - 5,0 - 12,5 - 25 - 50 – 100 - 200 (VA)
Burden Nominal: 0,1- 0,2 - 0,5 - 1,0 - 2,0 - 4,0 - 8,0 ( Ω )

Subestações - AT/MT
19/7/2007 293
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Cargas Nominais - Designação Características In = 5[A], 60[Hz]

ABNT ASA ASA Resistência Indutância Impedância


(Medição) (Proteção) efetiva [Ω] [mH] [Ω]
C 2,5 B 0,10 10 0,09 0,116 0,1

C5 B 0,2 20 0,18 0,232 0,2

C 12,5 B 0,5 50 0,45 0,580 0,5

C 25 B 1,0 100 0,50 2,3 1,0

C 50 B 2,0 200 1,0 4,6 2,0

C 100 B 4,0 400 2,0 9,2 4,0


Subestações - AT/MT
19/7/2007 294
C 200 B 8,0 Prof.
800 R. Rossi / Fupai
4,0 / 2007 18,4 8,0
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE
Especificação Técnica
Tensão:
Nominal
Máxima

Classe de Isolação
Ensaios:
Tensão Aplicada – 1 min – 60 Hz
Subestações - AT/MT
19/7/2007 Impulso
Prof. R.–Rossi
1,2/ Fupai
x 50 µs - NBI (“BIL”)
/ 2007 295
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Corrente:
Nominal (A)

Térmica Nominal - I th = (X) . In / [1 seg] (kA)

Dinâmica Nominal - I din = 2,5 . (X) . In / [ 0,1 seg]

X – valores típicos: 40 - 50 - 80 - 100


Subestações - AT/MT
19/7/2007 296
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET

Fatores Adicionais:

Fator de Sobrecorrente Nominal (saturação):


ABNT / ANSI (IEEE) - Fs = 20. In
ABNT / EB 251 e IEC-185 - Fs = ( 5 – 10 – 15 –20 ). In

Fator Térmico (sobrecarga):


FΘ = (1,0 – 1,2 – 1,3 – 1,5 – 2,0). In
Subestações - AT/MT
19/7/2007 297
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET

Fatores Adicionais:

Tipo e Local de Instalação - Exterior, Interior


Abrigada, etc.

Tipo de Isolação: - a seco (Epóxi)


a óleo ...
Subestações - AT/MT
19/7/2007 298
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Exemplo de Especificação: - ABNT/NBR-6856/92
Uso Exterior, Isolamento a seco em resina ciclo-alifática;
Tensão Nominal: 13,8 [kV]
Freqüência 60 [Hz]
Classe de Isolação: 15 [kV]
Nível de Isolamento: 34 / 110 [kV]
Corrente Nominal Primária: 300x600 [A]
Relação de Transformação: 60x120 : 1 – 1
Classe de Exatidão: 0,3C25 (Med)
10B100 (Prot)
Fator Térmico 1,2 . In
Corrente Térmica Nominal 80. In em 1 seg
Subestações - AT/MT
19/7/2007 299
Corrente DinâmicaProf. R. Rossi / Fupai200 . In em 0,1 seg
/ 2007
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8. TRANSFORMADORES DE CORRENTE - ET
Exemplo de ET: - Classe de Exatidão e Cargas
a) 0,3 B 2 ASA / ANSI/IEEE - MED
b) 0,3 C 50 ABNT/ NBR 6856 - MED
c) 1,2 C 100 NBR 6856 - MED
d) 10 A 200 NBR 6856 - PROT
e) 10 B 100 NBR 6856 - PROT
f) B10F20C50 EB – 251 - PROT
g) A10F15C200 EB – 251 - PROT
h) C100 ANSI/IEEE - PROT
i) T200 ANSI/IEE - PROT
j) 2,5H100 ASASubestações
- - AT/MT PROT
19/7/2007 300
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
k) 10L200 ASA - PROT
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

TP´s

Subestações - AT/MT
19/7/2007 301
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
Especificação Técnica (ET) e Ensaios(ME):

Normas: ABNT / NBR - 6855/92 (ET) - TPI


ABNT / NBR - 6820/92 (ME)- TPI
ABNT / NBR - 03:038.01-10 - TPC
ABNT / EB - 251 ( << 1984 ) - TPI
IEC – 44.2/97 (ET & ME) - TPI
IEC – 358/90 - TPC
IEC – 185 ( << 1995 ) - TPI
Subestações - AT/MT
19/7/2007 302
ANSI/IEEE
Prof. R. – C57.13/93
Rossi (ET
/ Fupai / 2007 & ME)
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

Tipos Construtivos

TP´s INDUTIVOS - TPI ( MT/AT )

TP´s CAPACITIVOS - TPC (AT/EAT)


( DIVISORES DE POTENCIAL CAPACITIVOS – DPC´s)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 303
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
Tipos Construtivos

Subestações - AT/MT
19/7/2007 304
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
Tipos Construtivos : TPC - Alstom

Subestações - AT/MT
19/7/2007 305
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Relação Nominal de Transformação - RTP:


RTP = V NOM PRIM / V NOM SEC

Valores Normalizados:
V nom. prim. : 0,23- 0,46- 2,3- 3,45- 4,6-6,9-8,05-11,5-
13,8-23,0-34,5-69,0-138,0-230,0-... [KV]

19/7/2007 V nom. sec : 115 – 115/ 3


Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
(V) 306
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET
Erros em TP´s
Relação Nominal de Transformação - RTPN:
Relação Real de Transformação - RTPR
Fator de Correção de Relação – FCR = RTPR / RTPN

Erro de Relação de Transformação de POTENCIAL:


Єi % = 100 . ( 1 – FCR )
Erro Percentual do TPI:
Subestações - AT/MT
19/7/2007
Є % = (∆V / V secR.nom
Prof. ).100 e ∆V = Vprim – 307
Rossi / Fupai / 2007 Vsec
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

TRANSFORAMADORES DE POTENCIAL
Cargas Nominais Características a 60[Hz] e 120[V]

ABNT ASA Potência FP Resistência Indutância Impedância


Aparente [VA] efetiva [Ω] [mH] [Ω]
P12,5 W 12,5 0,10 115,2 3042 1152

P25 X 25 0,70 403,2 1092 576

P75 Y 75 0,85 163,2 268 192

P200 Z 200 0,85 61,2 101 72

P400 ZZ 400 0,85 30,6 50,4 36

Subestações - AT/MT
19/7/2007 Cargas Nominais para Transformadores de Potencial
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 308
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Relação Nominal de Transformação - RTP:


RTP = V NOM PRIM / V NOM SEC

Valores Normalizados:
V nom. prim. : 0,23- 0,46- 2,3- 3,45- 4,6-6,9-8,05-11,5-
13,8-23,0-34,5-69,0-138,0-230,0-... [KV]

19/7/2007 V nom. sec : 115 – 115/ 3


Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
(V) 309
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET
Erros em TP´s
Relação Nominal de Transformação - RTPN:
Relação Real de Transformação - RTPR
Fator de Correção de Relação – FCR = RTPR / RTPN

Erro de Relação de Transformação de POTENCIAL:


Єi % = 100 . ( 1 – FCR )
Erro Percentual do TPI:
Subestações - AT/MT
19/7/2007
Є % = (∆V / V secR.nom
Prof. ).100 e ∆V = Vprim – 310
Rossi / Fupai / 2007 Vsec
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Subestações - AT/MT
19/7/2007 311
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

Classes de Precisão ou de Exatidão:

0,1 % - TP Padrão
0,3 % - Faturamento
0,6 % - Medidas de precisão / Labs
1,2 % - Instrumentação de painéis, Relés
3,0 % - Uso geral - indicadores
Subestações - AT/MT
19/7/2007 312
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Freqüência:
Nominal – 60 [Hz]

Cargas:
Potência Nominal: 12,5 - 25 - 75 – 200 - 400 (VA) - ABNT
W - X - Y - Z - ZZ (VA) – ANSI
Fator de Potência: 0,1 - 0,7 - 0,85 - 0,85 - 0,85
Subestações - AT/MT
19/7/2007 313
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL
Especificação Técnica
Tensão:
Nominal
Máxima

Classe de Isolação
Ensaios:
Tensão Aplicada – 1 min – 60 Hz
Subestações - AT/MT
19/7/2007 Impulso
Prof. R.–Rossi
1,2/ Fupai
x 50 µs - NBI (“BIL”)
/ 2007 314
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Potências:
Nominal (VA) - ABNT / ANSI

Potência Térmica:

Valor em (VA) para Regime Contínuo sem


comprometimento com a Classe de Exatidão.
Subestações - AT/MT
19/7/2007 315
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Fatores Adicionais:

GRUPOS DE LIGAÇÃO

I - Ligação Fase- Fase ( Isolação Plena – SI )


II - Ligação Fase-Terra ( Isolação Parcial – SSA )
III - Ligação Fase-Terra ( Isolação Parcial - SEA )

Subestações - AT/MT
19/7/2007 316
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Fatores Adicionais:

Tipo e Local de Instalação - Exterior, Interior


Abrigada, etc.

Tipo de Isolação: - a seco (Epóxi)


a óleo ...
Subestações - AT/MT
19/7/2007 317
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET
Exemplo de Especificação: - ABNT/NBR-6855/92
Uso Interior, Isolamento a seco em resina epóxi;
Tensão Nominal: 13,8 [kV]
Freqüência 60 [Hz]
Classe de Isolação: 15 [kV]
Nível de Isolamento: 34 / 110 [kV]
Relação de Transformação: 120 : 1 - 1
Classe de Exatidão: 0,3P25 –1,2P200
Potência Térmica 500 [VA]
Grupo de Ligação I ( F-F )

Subestações - AT/MT
19/7/2007 318
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. TRANSFORMADORES DE POTENCIAL - ET

Exemplo de ET: - Classe de Exatidão e Cargas

a) 0,3 WX ASA / ANSI / IEEE - MED


b) 0,3 P75 ABNT / NBR 6855 - MED
c) 1,2 P 200 NBR 6855 - PROT
d) 0,3 P25 – 1.2P200 NBR 6855 - M / P
E) 0,3WX – 1,2Z ASA / ANSI /IEEE - M / P

Subestações - AT/MT
19/7/2007 319
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PÁRA- RAIOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 320
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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7. PÁRA- RAIOS
Tipos Construtivos
Válvulas providas de:
gaps centelhadores
pastilhas cerâmicas e gás,
resistores não lineares

Resistores
Cerâmicos de Carboneto de Silício (SiC)
Metálicos de Óxido de Zinco (ZnO)
Subestações - AT/MT
19/7/2007 321
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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7. PÁRA- RAIOS

Características Construtivas e Operacionais


Correntes sub-sequentes
Cerâmicos de Carboneto de Silício (SiC)
Metálicos de Óxido de Zinco (ZnO)

Conexões à Terra
Fator de aterramento – Relação Zo/Z1
Subestações - AT/MT
19/7/2007 322
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

7. PÁRA- RAIOS
Especificação Técnica
Tensões
Nominal,
Máxima,
Desruptiva (“spark-over”)
Classe de Isolação
Correntes
Nominal de Descarga
19/7/2007
Sub-seqüente
Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 323
PÁRA- RAIOS: ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA:
Fator de aterramento e Tensão Nominal:
2
⎡ ⎛ Z ⎞ ⎤
⎢ ⎜ 0 ⎟ ⎥
1 ⎢ ⎝ Z1 ⎠ ⎥
F a te r r = 3x ⎢ ⎥ + 1
2
⎢⎛ Z0 + ⎞
2⎟ ⎥
⎢⎣ ⎜⎝ Z 1 ⎠ ⎥⎦

V NOM − PR = F a te r r x V m a x − c la s s e is o la ç a o

Subestações - AT/MT
19/7/2007 324
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS
Prof. Ronaldo Rossi

PÁRA- RAIOS: ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA:

SISTEMAS SOLIDAMENTE ATERRADO:


FATERRAM = 0,8

SISTEMAS ISOLADOS:
FATERRAM = 1,0

TENSÃO NOMINAL: VNOM = Faterram x Vmax - classe


Subestações - AT/MT
19/7/2007 325
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
7. PÁRA- RAIOS

PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO:

a) Verificação das conexões com o terminal de terra;

b) Verificação do contador de operações;

c) Inspeção visual (Termovisor) e limpeza...!!!


Subestações - AT/MT
19/7/2007 326
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. PÁRA- RAIOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 327
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. PÁRA- RAIOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 328
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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9. PÁRA- RAIOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 329
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Subestações - AT/MT
19/7/2007 330
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

10. PÁRA- RAIOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 331
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

10. PÁRA- RAIOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 332
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS
Prof. Ronaldo Rossi

PÁRA- RAIOS / Alta e Média Tensão

Subestações - AT/MT
19/7/2007 333
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS
Prof. Ronaldo Rossi

PÁRA-RAIOS MT/AT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 334
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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11. PÁRA- RAIOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 335
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

CABOS ISOLADOS - MT / BT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 336
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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10. CABOS ISOLADOS - MT / BT

CONDUTORES SINGELOS

CABOS DE FORÇA

a) Material condutor - Cobre ( ou Alumínio )


b) Isolação - PVC, PE, XLPE, EPR
c) Temperaturas - t [º C] para In e Icc

Subestações - AT/MT
19/7/2007 337
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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10. CABOS ISOLADOS - MT / BT

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PARA ESPECIFICAÇÃO

a) Ampacidade - [A]
b) Queda de Tensão - [%]
c) Suportabilidade Térmica à Icc
d) Característica: I2. T
e) Relação gráfica: I x t x S
Subestações - AT/MT
19/7/2007 338
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

CABOS ISOLADOS - MT / BT (*)

Resistência: R = ρ. L/S [ Ω ]

Resistividade: ρ = 0,01724 [Ω.mm2/m] a 20 oC

Fios de cobre ; # 2,5 mm2 R´ = 7,41 [Ω/km]


# 4,0 mm2 R´ = 4,61 [Ω/km]

(*) : Referência: Instalações Elétricas – Ademaro Cotrim ( Pirelli )


Subestações - AT/MT
19/7/2007 339
[ Seção: 5.2.3 – pags.Prof.
259R.- Rossi
328 ]/ Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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CABOS ISOLADOS - MT / BT (*)

Perdas Dielétricas: tangente “delta”


Vo
LEGENDA:

Vo:tensão aplicada (V/f)


If :corrente de fuga no dielétrico
If Ic :componente capacitiva
Ir :componente resistiva
Po:Potência perdida no
Ir dielétrico

Po = Vo.Ir = Vo. Ic. tgδ


Ic
Subestações - AT/MT
19/7/2007 340
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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10. CABOS ISOLADOS - MT / BT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 341
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

10. CABOS ISOLADOS - BT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 342
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Subestações - AT/MT
19/7/2007 343
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi
CABOS ISOLADOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 344
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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BANCOS DE CAPACITORES

AT / MT / BT

Subestações - AT/MT
19/7/2007 345
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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11. BANCOS DE CAPACITORES - AT / MT / BT

FINALIDADES :
a) Melhoramento do Fator de Potência
b) Regulação de Tensão [%]
c) Disponibilizar uma maior Potência [kVA]
d) Reduzir aquecimentos e perdas em cabos e
condutores através das correções inerentes
e) Filtragens de Harmônicas
g) Melhoria na Qualidade da EE atendida
Subestações - AT/MT
19/7/2007
I) ImplicaçõesProf.
com o Sistema Tarifário – (R$) 346
R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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11. BANCOS DE CAPACITORES - AT / MT / BT


DETERMINAÇÃO DO VALOR DO BANCO DE CAPACITORES:

∆S
Q ind 1

S [kVA] Q cap Q [kVAR]


φ1 Q ind 2
φ2

P [kW]
Subestações - AT/MT
19/7/2007 Q CAP = P[kW] . ( Prof.
tg φR.1Rossi
- tg/ Fupai
φ2 )/ 2007 [ kVAR ] 347
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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11. BANCOS DE CAPACITORES - AT / MT / BT


Valores de Referência: fp = cos φ = 0, 92 ind - φ = 23o

Q ind 1

S [kVA] Q cap Q [kVAR]


φ1 Q ind 2
φ2

P [kW]
Subestações - AT/MT
Fator de Potência Normalizado = cos φ = 0,92
19/7/2007
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 348
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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EXERCÍCIOS – Correção do Fator de Potência


Considere duas cargas elétricas A e B alimentadas por um
Transformador de 69 kV e que elas estejam operando em paralelo.
A carga A tem potência constante e igual a PA= 8,5 MW, fator de
potência FP= 0,85 ind, opera na tensão nominal de Vn = 13,8 kV,
ligação Y, e a carga B, tem potência SB = 15 MVA, fp= 0,8, ligação D.
Pede-se determinar:
a) As impedâncias dessas cargas em ohms.
b) O valor da potência reativa de um banco de capacitores
necessário a ser instalado nessa barra de cargas, para corrigir
o seu fator de potência para a base nominal.
c) O alivio de carregamento verificado nessa barra após a instalação
do banco de capacitores.
d) A potência mínima de um Subestações
19/7/2007
transformador - AT/MT para alimentar essas
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 349
duas cargas A e B;
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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EXERCÍCIOS – Correção do Fator de Potência

Carga A:
PA = 8,5 MW – fp=0,85ind. - ϕ=31o,8 = QA= 5,27 MVAR - SA = 10 MVA
Carga B:
PB = 12 MW – fp=0,8ind. - ϕ=36o,8 = QB= 9 MVAR - SB = 15 MVA
Carga Total:
PT = 20,5 MW; QT= 14,27 MVAR; ST=24,97 MVA - ϕ = 34o,81

Potência mínima de um transformador: ST = 25/30 MVA !!!


Subestações - AT/MT
19/7/2007 350
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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EXERCÍCIOS – Correção do Fator de Potência

Carga A (Y): Impedância ZA:


ZA = kV2/ MVA ∠ϕ (valores de linha) = 13,82/10 ∠31,8 = 19,04 ∠31,8 [Ω]
Carga B (D):
ZB = kV2/ MVA ∠ϕ (valores de fase)= 13,82/(15/3) ∠36,8 = 38,08 ∠36o,8 [Ω]

Corrente Total:
IA = Van∠0 / ZA∠ϕ = 13800/ 3 / 19,04 = 418,47 ∠-31,8 [A]
IB = 3. [Vab ∠+30 / ZB ∠ϕ ]= 3.[13800 / 38,08] = 627,7 ∠-37o [A]
IT = 1044,7 ∠-34o,8 [A] Subestações - AT/MT
19/7/2007 351
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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EXERCÍCIOS – Correção do Fator de Potência

Obs.: Cálculo da corrente total realizado via potência aparente


Vimos que o valor da potência total antes da correção é:

Carga Total:
PT = 20,5 MW; QT= 14,27 MVAR; ST=24,97 MVA - ϕ = 34o,81

Sabe-se que: ST = 3. V.I = 3 x 13,8 x IT = 24,97 MVA

donde: IT = 1044,7 [A] e o ângulo: - 34o,8 ind


Isto é: IT = 1044,7 ∠-34o,8 [A]
Subestações - AT/MT
19/7/2007 352
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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COMPENSAÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA - REATIVOS


∆S
V
QCAP QQIN
SISTEMA S
ELETRICO
QFIN
ϕ Fin ϕ ini
QCAP P

Q CAP = P ( tg ϕ ini − tg ϕ Fin ) [VAR ]


Q CAP = V 2
Ph . 2π FC [VAR / phase ]

Qcap
19/7/2007 = 20,5 x [tg 34,8 – tg23] = 20,5x[0,695-0,425]=
Subestações - AT/MT 5,56 MVAR
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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LIBERAÇÃO DE POTÊNCIA OBTIDA PELA CORREÇÃO

∆S QIN=14,27
V
QCAP=5,56
SISTEMA S
ELETRICO
QFIN=8,71
ϕ Fin ϕ ini
QCAP P = 20,5

∆ S = S antes – S depois = 24,97 – 22,27 = 2,7 MVA


Subestações - AT/MT
19/7/2007 354
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE BANCOS DE CAPACITORE

CONEXÃO ESTRELA
ATERRAMENTO
PROTEÇÃO:
Fusiveis
Disjuntor + Relés
Funções: 50/51 F- N
Subestações - AT/MT
19/7/2007 355
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE BANCOS DE CAPACITORES

50 / 51

50 / 51
N
Subestações - AT/MT
19/7/2007 356
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE BANCOS DE CAPACITORES

Fusiveis Tipo HH

50 / 51
N
Subestações - AT/MT
19/7/2007 357
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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BATERIAS

SERVIÇOS AUXILIARES

Subestações - AT/MT
19/7/2007 358
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SUBESTAÇÔES ELÉTRICAS DE AT
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SERVIÇOS AUXILIARES

1. BATERIAS
2. RETIFICADORES ( CONVERSORES AC/DC )
3. ILUMINAÇÃO GERAL
4. DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO – AC
5. DISTRIBUIÇÃO DE TENSÃO – DC
6. SINALIZAÇÕES E ALARMES
7. PAINÉIS DE FORÇA E QUADROS DE COMANDOS...!
Subestações - AT/MT
19/7/2007 359
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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11. BATERIAS

1. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
2. TIPO CHUMBO-ÁCIDA
3. TIPO ALCALINA
4. ESPECIFICAÇÕES

Subestações - AT/MT
19/7/2007 360
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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BATERIAS – ANALISE COMPARATIVA

Tensão Tensão de Tensão


Mínima (V) flutuação da Máxima (V)
Bateria (V)
Subestação 112,5 125 + 10% 137,5

Chumbo-
Ácido 112,8 129 139,8
60 elementos
Alcalina
96 Elementos 112 134,4 163,2

Subestações - AT/MT
19/7/2007 361
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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Chumbo – Ácido Níquel – Cádmio


Características Placas Tubulares Placas de Bôlsa

Capacidade (Ah / Kg) 16 16

Capacidade (Ah / I) 42 35

Capacidade (Wh / Kg) 28 20

Capacidade (Ah / I) 55 44

Tensão Nominal (V) 2,00 1,25

Rendimento (Ah) 85% 75%

Rendimento (Wh) 75% 60%

Vida Útil (anos) 12 – Subestações


15 - AT/MT 15 - 20
19/7/2007 362
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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ANALISE COMPARATIVA II
Chumbo – Ácida Alcalina
Discriminação
Confiabilidade Maior Menor
Vida Útil Menor Maior
Custo de Aquisição Menor Maior
Variação Tensão Menor Maior
Manutenção Maior Menor
Custo Manutenção Menor Maior
Rendimento Maior Menor
Gases Corrosivos Mínimo Nenhum
Gases Explosivos Mínimo Mínimo
Resistência Mecânica Menor Maior
Armazenagem Difícil Fácil
Auto – Descarga Maior Menor
Resistência Interna Subestações - AT/MT Maior
Menor
19/7/2007 363
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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DIAGRAMA DE COMANDO SIMPLIFICADO

Fontes de Alimentação DC Comando de Abertura do Disjuntor Sinalizações

FU

UNIDADE
CONTROLE
( Flutuação )

Comandos RELES DE
Manuais PROTEÇÃO
RETIFICAD

AC / DC

BANCO DE Lâmpadas
BATERIAS Transformador a-52 Alarmes...
Servs. Auxiliares
52B Relé
A Auxiliar
FU
Subestações - AT/MT
19/7/2007 364
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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11. BATERIAS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 365
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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TÓPICOS SOBRE A TEORIA


DE TRANSFORMADORES

ABNT/NBR – 5356 / 1993 - especificações


ABNT/NBR – 5416 / 1998 - carregamentos
ABNT/NBR – 7036 / 1998 - manutenções
Subestações - AT/MT
19/7/2007 366
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA – GENERALIDADES

SE Elevadora SE Abaixadora
M

GERAÇÃO TRANSMISSÃO DISTRIBUIÇÃO


Subestações - AT/MT
19/7/2007 367
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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COMPONENTES DOS SISTEMAS ELETRICOS DE POTENCIA

„ Transformadores
Transformadores Monofásicos
Transformadores Trifásicos
Auto-transformadores
Transformadores Reguladores
Transformadores p/ Instrumentos:
19/7/2007 TC´s – TP´s
Subestações -– TPC´s
AT/MT
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COMPONENTES DOS SISTEMAS ELETRICOS DE POTENCIA

„ Transformadores de Força

Transformadores Monofásicos

Fundamentos Teóricos

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Transformadores Monofásicos

I2 N I2
I1 ΦM 1
=
*X N 2 I1
H1 * 1
V1
V1 E1 E2
X2
H2
N 1 I1 − N 2 I 2 = ∫
L
H .dl = ℜ .Φ M
1 lm
ℜ= .
µ µo
m S
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19/7/2007 370
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Transformadores Monofásicos

Lei de Faraday − Lenz :


I2 d φ m (t )
I1 ΦM ε (t ) = − N .
*X dt
H *
1
1 V1
V E E2 E RMS = 4, 44. N .F .Bmax .S
1 1 X2
H2
N1 E1 V1
= ≅
N2 E2 V2
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19/7/2007 371
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Transformadores Monofásicos
Circuito Equivalente

I1 N1 N2 I2

Z1
Io
. φM . Z2

Xm Rm CARGA

V1 V2
E1 E2

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Transformadores Monofásicos
Circuito Equivalente

I2
I1 N1 N2

Z1
Io .φ .
M Z2
E’2 V’2
Xm Rm
V1 CARGA
E1 V’’2
. E’’2

Z2
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Transformadores Monofásicos - Circuito Equivalente

N1 N2 I2

Z1
I1
Io
.φ .M
Z2

Xm Rm CG
V1 Iomg IoW V2
E1 E2

LADO PRIMARIO: LADO SECUNDARIO:

V1 = -E1 + Z1 . I1 V2 = E2 – Z2 . I2
I1 = I0 + I’2 V2 = ZLOAD . I2

19/7/2007 P0 = Rm . IowSubestações
2 - AT/MT
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E1 = Xm . Iomg
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DIAGRAMA FASORIAL
N1 N2 I2

Z1
I1
Io .φ .M
Z2
-jBm Gm CG
V1 Iomg IoW V2
E1 E2
I1 ΦM
Primario: Secundario:
-I´2 Io
V1 = -E1 + Z1 . I1 V2 = E2 – Z2 . I2 Iom

I1 = I0 + I’2 V2 = ZLOAD . I2 Z1I1 -E1 ϕ1 E1 E2

P0 = (Gm)-1 . Iow2 Iow ϕ2 V


2
E1 = -jBm . Iomg V1 Z2I2
I2
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CIRCUITO EQUIVALENTE REFERIDO AO LADO PRIMARIO


ENSAIO A VAZIO – PARAMETROS MAGNETIZANTES
Medição Recomendada: Lado de Baixa Tensão.

I1 I2’ N1 N2 I2
A W
Z1
Io
Z2’
.φ . M

V
Xm Rm
V1 V2’ V2
E1 E2’

P0 P0 P0 E1 Vrated
RM = = cos ϕ 0 = XM = ≅
I 0 .sin ϕ 0
I O2 W ( I 0 . cos ϕ 0 ) 2 Vrated .I 0 I 0− dW
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Currente de Inrush – Magnetização do Transformador

I1 N1 N2 I2

Z1 Io .φ .
M
Z2

Xm Rm CG
V1 V2
Iomg IoW E1 E2

B
Corrente de Inrush

φ (t ) 1 e (t )
B (t ) =
19/7/2007 A
= ∫
A N
. dt + BSubestações
(0) - AT/MT H
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Circuito Equivalente referido ao lado primário:

I1 I2’ N1 N2 I2

Z1
Io
Z2’
.φ . M

Xm Rm CG
V1 V2’ V2
E1 E2’

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CORRENTES: “INRUSH” [ Img ] e A VAZIO [ Io]

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COMPOSIÇÃO DAS CORRENTES:


“INRUSH” [ Img ] 6 a 12 VEZES A NOMINAL

63% DE 2A. HARMÔNICA


( Em % da Fundamental ) 26,8% DE 3A. HARMÔNICA
Mason: ∑(Ι H ) > 100% ( ? ? ? ) 5,1% DE 4A. HARMÔNICA
(pag.257) 4,1% DE 5A. HARMÔNICA
3,7% DE 6A. HARMÔNICA
2,4% DE 7A. HARMÔNICA

A VAZIO [ Io ] 2,5 a 5% DA NOMINAL ( T&D)


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COMPOSIÇÃO DAS CORRENTES:


“INRUSH” [ Img ] 6 a 12 VEZES A NOMINAL

-x- % DE 2A. HARMÔNICA


( Em % da Fundamental ) 45 % DE 3A. HARMÔNICA
T & D: ∑(Ι H ) << 100% ( ? ? ? ) -x-% DE 4A. HARMÔNICA
(pag.125) 15% DE 5A. HARMÔNICA
-x-% DE 6A. HARMÔNICA
3 % DE 7A. HARMÔNICA

A VAZIO [ Io ] 2,5 a 5% DA NOMINAL(T&D)


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CIRCUITO EQUIVALENTE REFERIDO AO PRIMÁRIO:


Impedâncias numa mesma base comum se somam !
IP NP NS IS

ZP = Z1 + Z2’
.φ . M

CG
VP VS’ VS

Z 2´ = Z 2 . N 2

19/7/2007
Z L´ = Z L . N 2
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Circuito Equivalente Simplificado referido ao Primário:


Impedâcias em ohms e tensões nas mesmas bases em volts.

IP IS’

ZP = Z1 + Z2’

CG
VP VS’

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Circuito Equivalente Simplificado referido ao lado primário:


Determinação dos Parâmetros Percentuais do Transformador
Ensaio em Curto-circuito
Medição Recomendada: Lado de Alta Tensão.
IP = INOM IS’
A W
ZP
V CC
VS’= 0
VV VP

W sh − c ⎡ 234, 5 + θ 2 ⎤ Vsh − c
R0 = .100 % R 75 o C = R o . ⎢ ⎥ = 1, 22 R o Z= .100 %
S rated ⎣ 234, 5 + θ 1 ⎦ Vrated
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REPRESENTAÇÃO EM VALORES POR UNIDADE


TRANSFORMADORES MONO- OU TRIFÁSICOS

IP IS’

ZT = R + j X (%)

VP VS’

Z 75o C = (1, 22 Ro % ) 2 + ( X % ) 2 = R750 C % + jX % = Z 750 C ∠φ sc [%]


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OPERAÇÃO DE SUBESTAÇÕES

CONSIDERAÇÕES GERAIS

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RENDIMENTO EM TRANSFORMADORES
Potência de Entrada = Precebida [ kW ]

Pentr = 3 .Vn x.Icg x cos ϕ cg


Perdas no Transformador: POHF + PJoule + Padics

PoHF = 3 xRm . xIow 2 = 3 .Vo .Io . cos ϕ o


Pjoule = 3 xR enr x In 2 x Κ θ

19/7/2007
Cargas Atendidas : Potência util - [AT/MT
Subestações kW ]
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RENDIMENTO EM TRANSFORMADORES
P util
η= x100 %
P recebida

P recebida− Pperdas Pperdas


η= = 1−
P recebida P recebida

Fcg. Snom. cosϕ.100


η= x100 %
Fcg. Snom. cosϕ.100 + F 2cg Kθ .Pjoule + POHF + Padics
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REGULAÇÃO EM TRANSFORMADORES

VP

ZI ϕ
φ
ϕ V’S RI jX I

I Load

V 0
− V FL
Re g% = x 100
V FL

R e g % ≅ R % . co s ϕ + X % . sin ϕ ≅ Z % . co s(φ − ϕ )
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ENSAIOS EM TRANSFORMADORES – CÁLCULO DE PARAMETROS

Dados do Transformador:
Trafo trifásico – Potência nominal Sn = 250 kVA
Tensões: Vat = 13,8 kV - Vbt = 0,38 kV - Grupo Dy30

Dados dos ensaios:


A VAZIO: Po = 1850 [W] - Io = 2,5% x Inom-bt - Vo=Vn-bt
Perdas adicionais: Padics = 500 [W]
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19/7/2007
Em CURTO: Pcc= 2280 [W]Prof.
- Icc = In-at
R. Rossi / Fupai / e Vcc
2007 = 690 V - T= 20oC390
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ENSAIOS EM TRANSFORMADORES – CÁLCULO DE PARAMETROS

Parâmetros Magnetizantes – Ensaio a Vazio:


Io = 2,5% x In-bt = 2,5%x [ 250 / 3x 0,38] = 0,025x 380 = 9,5 [A]
Po= 3 x Vox Iox cos ϕo = 3 . 0,38 . 9,5 . cos ϕo
donde: cos ϕo = 0,296 e portanto: ϕo = 72o,8
Assim,
Rm = Po/ Iow2 = [ (1850/3)/ (9,5x0,296)2] = 78 [Ω]
Xm = j (Vo / Iom ) = j (220/ 9,5xsen ϕo) = j 24,2 [Ω]

Ym = 1/Zm = Gm – j Bm = 0,013
19/7/2007 – j0,0412
Subestações => Zm = 23,1∠72,8 [Ω]
- AT/MT
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Parâmetros Percentuais – Ensaio em Curto-circuito:


Pcc 2 , 28
R 20 = x 100 % a 20 o
C = x 100 = 0 , 912 %
Snom 250

R 75 = R 20 x Kθ = 0 , 912 x 1 , 21 = 1 ,1 % a 75 o
C

Vcc 690
Z 20 = x 100 % = x 100 = 5%
Vnom 13800

X 20 = X 75 = Z 2
20 − R 2
20 = j 4 , 916 %

Z 75 = R 2
75 + X 2
75 = 5 , 04 ∠ 77 , 4 [%
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Cálculo de Regulação:
Dados da carga: Pc = 220 [ kW ] - fp = 0,91 ind.
Vc = Vn = 380 [ V ].

Portanto: ângulo carga: ϕ c = 24,5


R egul = Fcg x Z % x cos( θ TF − ϕ CG ) [%]

220 / 0 ,91
R egul = x 5 , 04 x cos( 77 , 4 − 24 ,5 )
250

19/7/2007
R egul = 2 ,94 [%]
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Cálculo do Rendimento:
Dados da carga: Pc = 220 [ kW ] - fp = 0,91 ind.
Vc = Vn = 380 [ V ].
Fcg Snom cos ϕ
η = x100 %
Fcg Snom cos ϕ + F 2 cg K θ Pjoule + PoHF + Padics

S c arg a 220 / 0 , 91 241 , 76


Fcg = = = = 0 , 967
S nom − TF 250 250

0 , 967 x 250 x 0 , 91
η = x100
2
0 , 967 x 250 x 0 , 91 + ( 0 , 967 ) x1, 21 x 2 , 28 + 1,85 + 0 , 5
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19/7/2007 394
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η = 97 ,8 [%] !!!
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COMPONENTES DOS SISTEMAS ELETRICOS DE POTENCIA

„ Transformadores Trifásicos
A A’ B B’ C C’

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19/7/2007 395
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a a’ b b’ c c’
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Transformadores Trifásicos

Subestações - AT/MT
19/7/2007 396
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TRANSFORMADORES: CONEXÕES E DEFASAMENTOS ANGULARES

H1

Y . . .
H3 H2
H1 H2 H3
ANSI-IEEE E ABNT/NBR:
Tensão do lado de AT deve H1
x0 x1 x2 x3 300 x1
. . .
Adiantar de 30o em relação
Ao lado de BT.
x3 x0
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19/7/2007
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 x2 397
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PARALELISMO ENTRE TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS:


CONDIÇÕES PARA O PARALELISMO:
•Mesmo defasamento angular
•Mesma relação de transformação
V1 •Impedâncias percentuais: preferencialmente elas
devem ser iguais entre
T2
∆ y 30 o T1 ∆ y 30 o si em módulo e fase.
Z1 Z2
( Observar as polaridades dos enrolamentos:
V2
A polaridade SUBTRATIVA é a recomendada
S1 Z
Cargas = 2
S2 Z
Subestações - AT/MT 1
19/7/2007
1 + S 2 =
Prof. R. Rossi S/ Fupai / 2007 S 398
LO AD
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PARALELISMO ENTRE DOIS TRANSFORMADORES


Transformador T1:
SN1 = 1500 kVA - Z1 = j 4,5% - Dy30
Transformador T2:
SN2 = 2500 kVA - Z2 = j 6,5% - Dy30

S1 / S2 = Z2 / Z1 (ohm) = Z2/Z1 x (SN1/SN2)


S2 S1
S1/S2 = 6,5 / 4,5 x ( 1,5/2,5) = 0,8666

S1 + S2 = 3600 [kVA]

Resolvendo esse sistema, resulta:

Cargas: Sc= 3,6 MVA S1Subestações


= 1671,35 [kVA]
- AT/MT
S2 = 1928,65 [kVA]
19/7/2007
Sobrecarga no trafo T1 !!!!
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 399
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MANUTENÇÃO EM TRANSFORMADORES

Subestações - AT/MT
19/7/2007 400
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES

Subestações - AT/MT
19/7/2007 401
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
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ANÁLISE FISICO-QUIMICA DO ÓLEO NAFTÊNICO


„ Densidade: 0,86 g/cm3.
„ Fator de Potência: 0,5% a 100 oC.
„ Indice de Neutralização: 0,03 mg KOH / g
„ Rigidez Dielétrica: 40 kV / 2,54 mm
„ Conteúdo de água: 30 ppm
„ Tensão Interfacial: 40 dinas / cm a 25 oC.
„ Ponto de Fluidez: - 40 oC
„ Ponto Fulgor: 140 oC
„ Indice de Borra: 0,1 %
„ Cor Nível 1 ( ABNT- P-MB- 351 )

Subestações - AT/MT
19/7/2007 402
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ANÁLISE CROMATOGRÁFICA DO ÓLEO: NBR-7070


No. Material Tipo de Gás Outros
Isolante Falhas Indicador Gases
Prioritário Presentes
01 Óleo Arco Voltáico C2H2 C2H4 e H2, N2
(acetileno )
02 Óleo Descargas H2 e CH4 CO e C2H6, N2
Parciais hidrogênio e
metano
03 Óleo Superaqueci- C2H4 C2H6 ; CH4 ; H2,
mento do óleo ( etileno ) N2
etano – metano - hidrogênio

04 Papel Corona CO H2, N2


monóxido de
carbono
05 Papel Celulose super- CO2 CO , N2
aquecida ( gás carbônico
)

06 Óleo e Papel Umidade SubestaçõesH-2AT/MT


19/7/2007
( Eletrólise
Prof.) R. Rossi / Fupai / 2007 403
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MANUTENÇÃO EM TRANSFORMADORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA TRANSFORMADORES A ÓLEO:

a) Verificação de vazamentos de óleo isolante nas juntas


isolação e assentamento das buchas de AT e BT;

b) Verificação do nível de óleo no visor de inspeção para trafos de


MT e no indicador de nível – relé 71 instalado no conservador;

c) Verificação da coloração do óleo no visor de inspeção- a


coloração recomendada é a equivalente a do “ MEL”;

d) Verificação da silica gel e do volume de gás no relé Buchholz;


Testar os dispositivos de alarmes correspondentes;
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19/7/2007 404
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MANUTENÇÃO EM TRANSFORMADORES DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA PARA TRAFOS A ÓLEO:
d) Limpeza geral do equipamento;

e) Verificação de estado e limpeza das buchas;

f ) verificação de estado geral da pintura e de eventuais


pontos de oxidação – “ferrugem” - pintura danificada;

g) Estado geral das fiações, terminais e bornes


conectores de alimentação dos relés externos,
térmicos de óleo, de enrolamento e outras saídas...!
h) Conectores de aterramentos e válvulas de alívio...!
Subestações - AT/MT
19/7/2007 405
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MANUTENÇÃO EM TRANSFORMADORES DE AT
TESTES RECOMENDADOS:

a) Rigidez Dielétrica do óleo – é função da natureza de operação


do trafo ( trafos para processos de fundição à arco, trafos de
distribuição urbana e trafos de distribuição industrial possuem
diferentes naturezas operativas e consequentemente as
implicações sobre seus isolantes internos são diferentes);

b) Resistência de isolamento – verificação da capacidade de isolaçã


existente entre os enrolamentos da AT contra os da BT, e ainda, da
AT contra MASSA e BT contra MASSA;

c) Resistência de isolamentos – (megger) – inspeção completa;


AT –BT; AT –M; BT – M; realizada através das buchas...!
Subestações - AT/MT
19/7/2007 406
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MANUTENÇÃO EM TRANSFORMADORES DE AT
TESTES RECOMENDADOS – Valores esperados:
( Ver procedimentos de campo )

a) Rigidez Dielétrica do óleo – RD >> 60 [kV/2,5mm]-


(óleo novo) e 20 < RD < 50 [kV/2,5mm]- (oleo usado)
Evitar a continuidade de uso quando a RD << 20 [kV/2,5mm]-

b) Resistência de isolamentos – verificação sistemática


Valor desejdo: (MEU2500) RI >> 10. [ G Ω]

Subestações - AT/MT
19/7/2007 407
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MANUTENÇÃO EM TRANSFORMADORES DE AT
TESTES RECOMENDADOS:
d) Fator de potência na isolação das buchas – tangente delta;

e) Fator de potência do óleo isolante – tg (delta);

f ) Tensão aplicada (“Hi-pot”) geral na caixa de comando BT


quando houver automatismos associados, tais com:
comutadores de tapes, serviços auxiliares, sinalizações,etc;

h) Testes físico-químico, cromatografia e umidade com medição


tal que seja menor de PPM(H2O) << 20 para o óleo isolante;
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19/7/2007 408
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
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MANUTENÇÃO EM TRANSFORMADORES DE AT
PERIODICIDADES (*)

1. Testes de Isolação (megger): Entre 06 e 12 meses;

2. Testes “Físico-químicos” – Cromatografia : Anual;

3. Inspeção de Rotina: Sistemática...!

4. Manutenção Preventiva: Programada / Desligamentos

5. Manutenção Corretiva: Imediata


(*) - Variam
19/7/2007
Subestações - AT/MT
de empresa p/ empresa segundo os tipos de disjuntores e os
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 409
critérios de manutenção adotados por cada uma ...!
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FILOSOFIAS

RELÉS E FUNÇÕES DE PROTEÇÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 410
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12. FILOSOFIAS DE PROTEÇÃO

INTRODUÇÃO

FINALIDADES: Releamento em geral ... !!!

APLICAÇÕES: Proteção, Alarmes, Controle,


Sinalização, etc...

19/7/2007 JUSTIFICATIVAS: Relação:


Subestações - AT/MT“ Custo x Benefício”
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 411
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12. FILOSOFIAS DE PROTEÇÃO

TECNOLOGIA: Manutenção, Mão de Obra Não


Especializada, Sobressalentes,
Obsolescência, etc ...

CRITÉRIOS: Confiabilidade, Sensibilidade,


Velocidade, Seletividade,
Mantenabilidade, etc ...
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19/7/2007 412
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12. FILOSOFIAS DE PROTEÇÃO

ZONAS DE ATUAÇÃO DA PROTEÇÃO

a) GERAÇÃO
b) BARRAS
c) TRANSFORMADORES
d) LINHAS DE TRANSMISSÃO
e) CARGASSubestações - AT/MT
19/7/2007 413
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12. RELÉS DE PROTEÇÃO


CONCEITUAÇÃO GERAL

DEFINIÇÃO

NORMAS TÉCNICAS
ABNT/NBR-7099
IEC – 255
ANSI/IEEE C37.90
19/7/2007 BS - 142 Subestações - AT/MT 414
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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12. RELÉS DE PROTEÇÃO

TIPOS CONSTRUTIVOS
ELETROMECÂNICOS, ESTÁTICOS,
DIGITAIS, ÓTICOS, etc ...

GRANDEZAS DE OPERAÇÃO
CORRENTE, TENSÃO, POTÊNCIA, FREQÜÊNCIA,
IMPEDÂNCIA, PRESSÃO, TEMPERATURA, etc...

Subestações - AT/MT
19/7/2007 415
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
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12. RELÉS DE PROTEÇÃO

CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS
RELAÇÃO: “ TEMPO x GRANDEZA”
CONFIABILIDADE, SENSIBILIDADE, etc...

ALIMENTAÇÕES e CONTATOS
AC
DC
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19/7/2007 416
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RELÉS DE PROTEÇÃO de SOBRECORRENTE


CONEXÕES ( 3F + 1N )

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19/7/2007 417
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RELÉS ELETROMECÂNICOS DE PROTEÇÃO

TD SIGNALISATION

TAPES CONTACTS SORTIE

2 DISQUE
3 D‘INDUCTIO
4 N
5
6
ENTRÉE
8
10
12
imam

RESSORT

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19/7/2007 418
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CURVAS NORMALIZADAS – ABNT/ IEC / BS

t (sec)

Long Time Delay


LT

NI
Moderately Inverse
Instantaneous
VI

EI

Multiples de la réglage

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19/7/2007 419
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CURVAS NORMALIZADAS – ABNT/ IEC / BS

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19/7/2007 420
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RELÉS DIGITAIS DE PROTEÇÃO

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19/7/2007 421
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RELÉS DIGITAIS DE PROTEÇÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 422
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RELÉS DIGITAIS DE PROTEÇÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 423
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RELÉS DIGITAIS DE PROTEÇÃO

MiCOM P442.

(1) Display de cristal líquido – LCD de 2x16 caracteres


(2) 4 LEDs de funções fixas
(3) 8 LEDs Programáveis
(4) Teclas de navegação do Menu
(5) Teclas de Leituras, para ver e desativar alarmes
(6) Aba superior identificadora do equipamento
(7) Aba inferior contendo a porta de comunicação serial
RS 232 e compartimento para bateria
(8) Acessório para instalação de selo de segurança

Subestações - AT/MT
19/7/2007 424
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RELÉS DIGITAIS DE PROTEÇÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 425
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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RELÉS DIGITAIS DE PROTEÇÃO

19/7/2007 ProtocoloSubestações
Mestre/Escravo
- AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 426
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FILOSOFIAS DE PROTEÇÃO

1.
19/7/2007 Sistema com Protocolo de Comunicação
Subestações - AT/MT Modbus
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SISTEMAS DIGITAIS DE SUPERVISÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 428
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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RELÉ DE BLOQUEIO – No. 86

Subestações - AT/MT
19/7/2007 429
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12. FUNÇÕES DE PROTEÇÃO


PROTEÇÃO DE SOBRECORRENTE – FASE e NEUTRO
INSTANTÂNEA: No. 50 ou I >>
TEMPORIZADA: No. 51 ou I>
( Relés de Neutro: adicionar a letra N após o No.)

CARACTERÍSTICAS “ tempo x corrente” - CURVAS


NORMAL INVERSA NI
MUITO INVERSA MI
EXTREMAMENTE INVERSA EI
19/7/2007 TEMPO LONGO Subestações - AT/MT TL 430
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( IDMT )
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12. FUNÇÕES DE PROTEÇÃO

PROTEÇÃO DE SOBRE- e SUB-TENSÃO


INSTANTÂNEA: No. 59 / 27 ou U >> / U<<
TEMPORIZADA: No. 59 / 27 ou U > / U<
( Relés de Neutro: adicionar a letra N após o No.)

CARACTERÍSTICAS “ tempo x corrente” - CURVAS


EXTREMAMENTE INVERSA EI
( IDMT )
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19/7/2007 431
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12. FUNÇÕES DE PROTEÇÃO

PROTEÇÃO DIFERENCIAL - No. 87 ou D

CARACTERÍSTICAS OPERACIONAIS:

a) INSTANTÂNEA
b) ALTAMENTE SELETIVA
c) FUNÇÃO COMPARATIVA – INDEPENDE DA
INTENSIDADE DA GRANDEZA COMPARADA
Subestações - AT/MT
19/7/2007 432
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PROTEÇÃO DIFERENCIAL - No. 87


PRINCÍPIO OPERACIONAL

EQUIPAMENTO.
V1 PROTEGIDO V2

I1 I2
R-87 Iop =I1 – I2

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19/7/2007 433
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PROTEÇÃO DIFERENCIAL - No. 87


CARACTERÍSTICA OPERACIONAL PERCENTUAL

S = 40%
I1 – I2
OPERAÇÃO
S = 25%

S = 10%

BLOQUEIO

Subestações - AT/MT
IST = ( I1 + I2 ) / 2
19/7/2007 434
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12. FUNÇÕES DE PROTEÇÃO

PROTEÇÃO DE SOBRECORRENTE DIRECIONAL

INSTANTÂNEA: No. 67 ou N
TEMPORIZADA: No. 67 ou N
( Relés de Neutro: adicionar a letra N após o No.)

PROTEÇÃO DIRECIONAL DE POTÊNCIA ATIVA


TEMPORIZADA: No. 32 ou P
Subestações - AT/MT
19/7/2007 435
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DIRECIONAL - Nos. 67 ou 32


CARACTERÍSTICA OPERACIONAL
Direcionalidade estabelecida de acordo com os
critérios e sentidos de fluxos de corrente,
definidos pela seletividades do sistema protegido.

F<0
Ia
φ LD
Va θ
α
. Vbc
Subestações - AT/MT
19/7/2007
F>0 F = k. Vbc . Ia . cos ( θ – α )
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES

Subestações - AT/MT
19/7/2007 437
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES

Subestações - AT/MT
19/7/2007 438
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
CONCESSIONÁRIA

150/151 150/151 N
63P
49.1

87T 86 63
49.2 Y
DISJUNTORES 71
26 250/251 251N

MEDIÇÃO
Subestações - AT/MT
19/7/2007 439
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES - GERAL

Subestações - AT/MT
19/7/2007 440
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
FILOSOFIA GERAL DE COMANDOS
1. Relés: 87T, 63Y, 63P, 71min >>> desligamento
com bloqueio a religamentos automáticos (via R- 86);
2. Relés: 50/51-F/N , 49*, >>> desligamentos sem
bloqueio a religamentos – “trip” direto (opcional);
3. Relés: 26, 49 >>> ventilação forçada (I-II) e alarmes;
4. Relés: 63X, 71max >>> alarmes, cromatografia...!
Subestações - AT/MT
19/7/2007 441
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
PROCEDIMENTOS E FILOSOFIAS

1. PROTEÇÃO DIFERENCIAL - No. 87T


( Instantânea e altamente seletiva - “TRIP” ).

2. PROTEÇÃO DE SOBRECORRENTE – Nos. 50/51


( Altamente dependente da Seletividade – “TRIP” )

3. PROTEÇÕES TÉRMICAS – Nos. 49 e 26


Subestações - AT/MT
19/7/2007 ( “ Refrigeração, Alarmes,
Prof. R. Rejeição de carga...”)
Rossi / Fupai / 2007 442
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
PROCEDIMENTOS E FILOSOFIAS

4. PROTEÇÃO P/ RELÉS DE PRESSÃO - No. 63 e 63P


( Instantânea e altamente seletiva - “TRIP” ).

5. PROTEÇÃO P/ RELÉ NIVEL DE ÓLEO – No. 71


( Altamente independente – “Alarme” / “trip” )

6. PROTEÇÕES - RELÉS DE RETAGUARDA REMOTA


Subestações - AT/MT
(“ Trip, Alarmes, Rejeição
19/7/2007 de
Prof. R. Rossi carga...”)
/ Fupai / 2007 443
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉ de GÁS (BUCCHHOLZ) – FUNÇÃO No. 63
PROTEÇÃO COM DOIS NÍVEIS DE RESOLUÇÃO:

1. Câmara de Gás: volume do gás retido (cm3)


com pressão capaz de acionar e movimentar a
ampola de mercúrio I.
O volume de gás retido que provoca o alarme é
uma função dos dimensionamentos: TRF e R- 63.
Consequência: Disparo Nível ALARME -
contato 63X;
19/7/2007 Providências recomendadas:
Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
inspeção e 444

cromatografia do óleo – ABNT/NBR-


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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉ de GÁS (BUCCHHOLZ) – FUNÇÃO No. 63
PROTEÇÃO COM DOIS NÍVEIS DE RESOLUÇÃO

2. Câmara de Expansão: velocidade de


escoamento do óleo (m/s) Com pressão capaz
de movimentar a ampola de mercúrio II.

Consequência: Disparo Nível “TRIP” com


Bloqueio - contato 63Y

Tempo de operação (médio): 500 ms


Subestações - AT/MT
19/7/2007 445
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉ de ALÍVIO DE PRESSÃO – FUNÇÃO No. 63P
PROTEÇÃO COM UM NIVEL DE RESOLUÇÃO:

Disparo imediato (instantâneo) quando da


ocorrência de uma sobrepressão interna no
tanque do transformador – causa provável:
curto-circuito com formação excessiva de gases
Pressão de acionamento: ajuste de fábrica > 1,5 atm
Operação a partir da pressão interna de : 10 psi (GEC)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 Aplicações: Transforms
Prof. R. Rossi a partir
/ Fupai / 2007de S = 2 MVA. 446
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉ de ALÍVIO DE PRESSÃO – FUNÇÃO No. 63P

Tipos de Relés de Alívio de Pressão:

1) Tipo membrana >>> “cachimbo”

2) Tipo Válvula >>> “panela de pressão”

3) Tipo Súbita pressão >>> “alívio lateral”


19/7/2007 operação: dp/dt = 0,2
Subestações atm/seg
- AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 447
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
parafoudres
éclateurs

Relais Gas 63
(Buchholz)
Relais 63P
Contacts 63X

Relais Niveau D’huile 71

Contacts 63Y

Relais Termiques
49P 49S 26

Subestações - AT/MT
19/7/2007 448
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES

Ventilação Forçada I
Ventilação Forçada II
Alarme
Rejeição de Carga
Desligamento...!

Subestações - AT/MT
19/7/2007 449
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS TÉRMICOS – FUNÇÕES Nos. 49 e 26
θ oC
θmax
∆θ = 55 ou 65 oC
θamb

tempo

Acionamentos Operacionais: Ventilação Forçada e Alarmes


Subestações - AT/MT
19/7/2007 450
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS TÉRMICOS – FUNÇÕES Nos. 49 e 26
Limites de elevação de temperatura ( Refcia. WEG )

ONAN ONAF Temperatura Temperatura


do Ponto mais do Ponto mais
Quente dos Quente do
enrolamentos óleo

Trf. em Óleo
Sem 55 oC 60 oC 65 oC 50 oC
conservador
Sem gás inerte
acima do óleo
Trf. em Óleo
Com conservador
Ou 55 oC 60 oC 65 oC 55 oC
Com gás inerte
acima do óleo
65 oC 70 oC - AT/MT
Subestações 80 oC 65 oC
19/7/2007 451
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS TÉRMICOS – FUNÇÕES Nos. 49 e 26
TEMPERATURA DE REGULAGEM – P/ ∆θ = 55 oC
( Refcia.: WEG )

‹ ventilação forçada: θ = 75 oC
‹ Alarme: θ = 85 oC
‹ Desligamento: θ = 95 Oc
‹ Ver carregamento de TRFs. Força: NBR- 5416
Subestações - AT/MT
19/7/2007 452
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
SUPORTABILIDADE TÉRMICA
t (seg)
Ponto ANSI = I2. T = kθ

I (A)
Subestações - AT/MT
19/7/2007 453
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
SUPORTABILIDADE TÉRMICA
No. Impedância ZT Tempo t (sec)
em porcentagem
1. ZT < 3 % t=2s

2. ZT = 4 % t=2s

3. ZT = 5 % t=3s

4. ZT = 6 % t=4s

5. ZT > 7 % t=5s

Subestações - AT/MT
19/7/2007 454
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
SUPORTABILIDADE TÉRMICA
No Potencia dos Tempo Corrent Curto-circuito
. Transformadores Passant Trifásico
(sec)
Icc-pu
1. De 15 à 300 1250 / Isec2 I sec 1 / Zpu-trfm

2. De 300 à 5000 2 I cc 1 / Zpu-trfm

3. Superior à 5000 2 I cc 1/(Zpu-trfm+ Zsystème)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 455
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
SUPORTABILIDADE TÉRMICA
1500 s
t (seg)
1000 s Normas ANSI C.57
ABNT/NBR-8926
100 s

10 s

2s
x Inom
2 3 4 10 20 25
Subestações - AT/MT
19/7/2007 456
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
Relés de Sobrecorrente e Térmicos
t ( sec )

R - 51

KT
T LT

R - 49

MG
T magn R - 50
Subestações
INom ITAPE Icc- AT/MT
IMG Icc I [A]
19/7/2007 457
Prof. Rms
R. Rossi / Fupai
Asym / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

RELÉS DIGITAIS DE PROTEÇÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 458
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Transformadores de
Distribuição de MT
A seco ou em Óleo
Distribuição Aérea
Distribuição Comercial
Distribuição Industrial
15 < Snom < 500 [ kVA]
Subestações - AT/MT
19/7/2007 459
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
ELOS FUSÍVEIS & FUSIVEIS “HH”
t (s)

50

20

MAXIMUM CLEARING
TIME
101 MINIMUM CLEARING
TIME
8

2
Subestações - AT/MT
19/7/2007 460
100 100 Prof.
30 50R.10Rossi
2 200 / Fupai
500 10 I [A]
/ 32007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
Relés de Sobrecorrente e Térmicos

CONCESSIONÁRIA

150/151 150/151 N

49.1
∆ DISJUNTORES
49.2 Y

26 250/251 251N
Subestações - AT/MT
19/7/2007
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
MEDIÇÃO 461
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
COORDENAÇÃO E SELETIVIDADE GRÁFICA
CONCESS

R: 151 R: 250/251 R: 350/351


R: 250/251 N R: 350/351 N
19/7/2007 R: 251 GS Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 462
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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COORDENAÇÃO - SELETIVIDADE
t(s)
102
R-51 - AT
SE-Principal
R-51 R-51
R-50-GS
SE-Remota SE-Principal
SE-Principal
101
Ponto ANSI
TRAFO PRINCIPAL
R-51N R-51N
SE-Remota SE-Principal
2
2 PONTO
ANSI
10 0 TRF REM
100

Icc-SIM I CC-ASSIM
INRUSH
10-1 R50-H

101 10Subestações
2 103 104
- AT/MT
19/7/2007 60Prof. R. Rossi / 400 463
Fupai /606
2007 1800 2560
418
Corrente ( amperes ) - VN = 13,8 kV
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES DE
DISTRIBUIÇÃO – CLASSE MÉDIA TENSÃO

Tensão Nominal do PR = 12 kV
Corrente de Descarga: 5 kA
Classe de Isolação: 15 kV
Fator de aterramento: 0,8

Subestações - AT/MT
19/7/2007 464
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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Subestações - AT/MT
19/7/2007 465
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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COORDENAÇÃO - SELETIVIDADE
t(s)
102
R-151 - AT
R-251 SE-Principal
R-351 SE-Principal
R-251-GS
SE-Remota
SE-Principal
101
Ponto ANSI
TRAFO PRINCIPAL
R-351N R-251N
SE-Remota SE-Principal
2
2 PONTO
ANSI
10 0 TRF REM
100

Icc-SIM I CC-ASSIM
INRUSH
10-1 R50-H

101 10Subestações
2 103 104
- AT/MT
19/7/2007 60Prof. R. Rossi / 400 466
Fupai /606
2007 1800 2560
418
Corrente ( amperes ) - VN = 13,8 kV
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES

RELÉS DIFERENCIAIS

FUNÇÕES: 87T – 87N

Subestações - AT/MT
19/7/2007 467
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DIFERENCIAL – No. 87

IA IB

EQUIPAMENTO
A PROTEGIDO B

I1 I2

R-87
Subestações - AT/MT
19/7/2007 468
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PROTEÇÃO DIFERENCIAL – No. 87

I entrée I sortie
A B

X
EQUIPMENT X
X PROTÉGÉ X
RTC - 1 RTC - 2 I’ 2
I’1

Ie2
Ie1

I1 - I2
I1 I2

Subestações - AT/MT
19/7/2007 469
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS - ERROS % EM TC´s

E
Erro% = ( Io ) / I2N x 100

E = ( ∑ Zsec ) x Isec

Io
Subestações - AT/MT
19/7/2007 470
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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8. CIRCUITO EQUIVALENTE

Subestações - AT/MT
19/7/2007 471
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
V

EFEITO DA SATURAÇÃO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 472
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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FUNÇÕES DE PROTEÇÃO
PROTEÇÃO DIFERENCIAL PERCENTUAL - No. 87
CARACTERÍSTICA OPERACIONAL:

Subestações - AT/MT
19/7/2007 473
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
V

PROTEÇÃO DIFERENCIAL PERCENTUAL - No. 87


CARACTERÍSTICA OPERACIONAL:
I operação
Slope Percentual
Zona de Operação

Zona de Não Atuação

I Restrição
CONSEQUÊNCIA: Baixa Sensibilidade para Faltas com
Correntes Limitadas (“fugas”)

Subestações - AT/MT
19/7/2007 474
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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RELÉS DIFERENCIAIS PERCENTUAIS - FILTROS HARMÔNICOS

IAT IBT
CONDICIONAMENTO DE SINAIS

FILTRAGENS DOS SINAIS

SLOPE
I OPERA = I1 – I2 I RESTRIÇÃO = (I1 + I2) / 2
Base: 60 Hz
+∑( I harms: 2a. & 5a.)

ComparadorSubestações
[ %] -eAT/MTSaída
19/7/2007 475
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS
1O. CASO:
CONCESSIONÁRIA
Compensação de correntes no relé 87

TC - Y

∆ 87T 86

Y
DISJUNTORES AT e BT
TC - ∆

Subestações - AT/MT
19/7/2007 476
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SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
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PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS PERCENTUAIS
OBSERVAÇÕES DE ORDEM GERAL:
• GRUPO DE DEFASAMENTO ANGULAR DO TRF. FORÇA
• ESCOLHA ADEQUADA DAS RELAÇÕES DOS TC´s AT/BT
• CONEXÕES DOS TC´s – IMAGEM DA CONEXÃO DO TRF
• COMPENSAÇÕES MODULARES E ANGULARES
1O. CASO:
Compensação de Correntes realizadas através de TAPES no próprio relé 87:
TAPES DISPONÍVEIS AT/BT: 2.9 - 3.2 - 3.5 - 3.8 - 4.2 - 4.6 - 5.0 - 8.7 A I pk = 30%
Subestações - AT/MT
BDD, STD – GE; HU-1, HU-3, CA-26
19/7/2007
Prof. R.–Rossi
WEST; DMH-
/ Fupai GEC; DT-100 Hitashi/Inepar
/ 2007 477
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS PERCENTUAIS
OBSERVAÇÕES DE ORDEM GERAL:
• GRUPO DE DEFASAMENTO ANGULAR DO TRF. FORÇA
• ESCOLHA ADEQUADA DAS RELAÇÕES DOS TC´s AT/BT
• CONEXÕES DOS TC´s – AUXS = IMAGEM DA CONEXÃO DO TRF
• COMPENSAÇÕES MODULARES E ANGULARES NOS TC´s AUXS.
2O. CASO:
Compensação de Correntes realizadas através de TAPES de TC´s AUXILIARES:
TAPES DISPONÍVEIS AT/BT: “quantidade enorme de possibilidades de relações”
Subestações - AT/MT
UT-92, 7UT22 - Siemens; RADSE
19/7/2007
Prof. –
R.Asea; DT22
Rossi / Fupai – BBC; 4C21 – RR; etc...
/ 2007 478
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS PERCENTUAIS
OBSERVAÇÕES DE ORDEM GERAL PARA AJUSTES EM RD´s 87 T:
1) “SLOPE”
a) TRFs de 02 enrolamentos – tapes fixos: slope: 15 - 25%
b) TRFs de 02 enroltos. com OLTC: slope: 25 – 35%
c) TRFs de 03 enroltos. / Auto-TRFs c/ 3ario∆ slope: 30 – 40%
2) “FILTRO HARMÔNICO”
• a) 2a. Harmônica – todos os relés diferenciais de TRFs.

19/7/2007 b) 5a. Harmônica – RDs em TRFs
Subestações elevadores de Geração
- AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 479
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

TRANSFORMADORES: CONEXÕES DE DEFASAMENTOS ANGULARES

H1

Y . . .
H3 H2
H1 H2 H3
ANSI-IEEE E ABNT/NBR:
Tensão do lado de AT deve H1
x0 x1 x2 x3 300 x1
. . .
Adiantar de 30o em relação
Ao lado de BT.
x3 x0
Subestações - AT/MT
19/7/2007
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 x2 480
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS PERCENTUAIS – c/ BIAS
1O. CASO:
Compensação de correntes realizadas no próprio relé 87T
Conexões dos TC´s – Imagem da conexão do TRF
principal

Subestações - AT/MT
19/7/2007 481
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS PERCENTUAIS – c/ BIAS
1O. CASO:
Compensação de correntes realizadas no próprio relé 87T
Conexões dos TC´s – Imagem da conexão do TRF
principal
TC’s - Y TC’s - ∆
X X
X X

X X
X X

X X
X HT BT X
Dy 30

IB
I TH TB
H R- 87C

R- 87B

R- 87A
Subestações - AT/MT
19/7/2007 482
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

VN = 138 kV

I AT IA
Y
200/5 Tape TA
SN = 20 MVA
87T 86
Dy 300

I BT Tape TB
∆ IB
1500/5

VN = 13, 8 kV Subestações - AT/MT


19/7/2007 483
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Corrente Nominal Primária: In-at = 83,6 A


Corrente Nominal Secundária: In-bt = 836 A
Corrente secundária no TC-AT: IA = 2,09 A
Corrente secundária no TC-BT: IB = 2,787x√3=4,83 A
Tapes no Relé: 2,9- 3,2- 3,5- 3,8- 4,2- 4,6- 5,0- 8,7 A
Relação das correntes dos TCs: IY / ID = IB / IA = 2,311
Relação mais próxima disponível: TB / TA = 8.7/3.8 = 2.289
“Mismatch error” : M = 0,96 % <<< 5%
Subestações - AT/MT
19/7/2007 484
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS
2O. CASO:
CONCESSIONÁRIA
Compensação de correntes no TC-AUX
7UT22-Siemens, RADSE-Asea, D22-BBC
Conexões TC´s Auxs – Imagem TRF
TC - Y

∆ 87T 86

Y TC-AUX
Y-∆ DISJUNTORES AT e BT
TC - Y

Subestações - AT/MT
19/7/2007 485
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
2O. CASO:
RELÉS DIFERENCIAIS
Compensação de correntes no TC-AUX
7UT22-Siemens, RADSE-Asea, D22-BBC
Conexões TC´s Auxs – Imagem TRF
TC’s - Y TC’s - Y
X X
X X

X X
X X

X X
X X

R- 87C
Y-∆
R- 87B TCs
R- 87A Auxils

Subestações - AT/MT
19/7/2007 486
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES
RELÉS DIFERENCIAIS – TC-Auxiliar Multi-relação
2O. CASO:
Compensação de correntes no TC-AUX
7UT22-Siemens, RADSE-Asea, D22-BBC
Conexões TC´s Auxs – Imagem TRF

N1 / N2 = I2 /
I1
Subestações - AT/MT
19/7/2007 487
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

VN = 138 kV

I AT I1
I1
200/5
SN = 20 MVA
87T 86
Dy 300
1000/5
I BT I2
TC-Aux Yd I´2 ideal

VN = 13, 8 kV Subestações - AT/MT


19/7/2007 488
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

TRANSFORMADOR DE CORRENTE AUXILIAR:

IY
ID
I*2 ideal = 2,09 A

I2 = 4,18 A

RELAÇÃO IDEAL DE TRANSFORMAÇÃO = 0,2887


Subestações - AT/MT
19/7/2007 489
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

BARRAMENTOS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 490
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

SEQUENCIA DE OPERAÇÕES EM MANOBRAS

89-1 89-2
52-1 52-2 89-3
89-4 89-5

89-7 89-8 89-9 89-11


89-6 52-3 52-4 52-5
89- 8 89-10 89-12

Subestações - AT/MT
19/7/2007 491
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

ARRANJOS PARA BARRAMENTOS DE AT


1. Barramento Singelo
2. Barramento Singelo com acoplamento longitudinal
3. Barramento Principal com Auxiliar (transferência)
4. Barramento Duplo com Disjuntor Único
5. Barramento Duplo com Auxiliar
6. Barramento Um Disjuntor e Meio
7. Barramento Duplo Disjuntor
8. Barramento em AnelProf.Subestações
19/7/2007
- AT/MT
R. Rossi / Fupai / 2007 492
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

ARRANJO: BARRAMENTO SINGELO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 493
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

BARRAMENTO SINGELO C/ ACOPLAMENTO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 494
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

BARRAMENTO PRINCIPAL COM AUXILIAR

Subestações - AT/MT
19/7/2007 495
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

BARRAMENTO DUPLO – DISJUNTOR SIMPLES

Subestações - AT/MT
19/7/2007 496
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

BARRAMENTO UM DISJUNTOR E MEIO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 497
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

BARRAMENTO EM ANEL

Subestações - AT/MT
19/7/2007 498
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

ESTRUTURAS METÁLICAS

Subestações - AT/MT
19/7/2007 499
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

ESTRUTURAS EM CONCRETO

Subestações - AT/MT
19/7/2007 500
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÔES ELÉTRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi
PROTEÇÃO DE BARRAMENTOS

1. Relés Diferenciais de Barra - No. 87B

2. Relés de Sobrecorrente – Fase e Neutro

3. Relés de Sobre- e/ou Sub- Tensão

4. Falha de Disjuntores

5. 2a. Zona de Relés de Distância.


Subestações - AT/MT
19/7/2007 501
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÔES ELÉTRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE BARRAMENTOS
PROTEÇÃO DIFERENCIAL DE BARRAS

19/7/2007 Relé 87B - AT/MT


Subestações
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 502
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

PROTEÇÃO DE BARRAMENTOS
PROTEÇÃO DE BARRAS

Relés: Relés: Relés:


50/51 50/51
50/51N 50/51N 27/59
Subestações - AT/MT
19/7/2007 503
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi
PROTEÇÃO DE BARRAMENTOS

LIMITES OPERACIONAIS
1. SOBRECORRENTE INSTANTÂNEA: Coordenação com a
instantânea do alimentador sub-sequente.
2. SOBRECORRENTE TEMPORIZADA: Coordenação com a
temporizada do alimentador sub-sequente
3. SOBRE-TENSÃO: Desligamento instantâneo a partir de
20% de sobre-tensão na barra.
4. SUB-TENSÃO: Monitoração com tensão minima a partir
19/7/2007
de 90% do valor da nominal correspondente;
Subestações - AT/MT
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 504
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

MANUTENÇÃO EM BARRAMENTOS DE AT
INSPEÇÕES DE ROTINA:
d) Limpeza geral dos equipamentos associados;

e) Verificação de estado e limpeza das buchas TCs ,TPs, Chaves,


Disjuntores, Pára-raios, Isoladores, etc;

f ) verificação de estado geral da pintura e de eventuais


pontos de oxidação – “ferrugem” - pintura danificada;
nas estruturas metálicas;

g) Estado geral das fiações, terminais e bornes


conectores – Termografia sob suspeita ou sob corona

h) Conectores de aterramentos verificação sistemática...!


Subestações - AT/MT
19/7/2007 505
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

11. PAINÉIS DE MÉDIA E BAIXA TENSÂO


A) Verificação do estado geral de Limpeza;
B) Verificação de terminais e bornes de fiação;
C) Verificação de sinalizações – lâmpadas;
D) Verificação de fusíveis e disjuntores AC/DC;
E) Verificação de eventuais contatos de terra;
F) Limpeza em instrumentos – procedimentos;
G) Calibrações de instrumentos - procedimentos;
Subestações - AT/MT
19/7/2007
H) Pinturas, pontos de oxidação, travas, chaves;
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007 506
SUBESTAÇÕES ELETRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

TÓPICOS EM MANUTENÇÃO
PROCEDIMENTOS DE CAMPO
Critérios: Preventiva - Preditiva - Corretiva ...etc
Freqüências de intervenções programadas
Índices de confiabilidade na Manutenção
Ganho no aumento de vida útil do equipamento

Instrumental operacional...e mão de obra !!!


( Megger, Ducter, Multímetro, TTR, Fontes, etc...)
Subestações - AT/MT
19/7/2007 507
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SUBESTAÇÔES ELÉTRICAS DE AT
Prof. Ronaldo Rossi

Ronaldo Rossi

E-mail: rossi@feg.unesp.br

Tel. Unesp 0xx12-3123-2830

Fupai: 0xx35-3622-3477

Muito obrigado pela sua participação...!

Subestações - AT/MT
19/7/2007 508
Prof. R. Rossi / Fupai / 2007