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04/98 14/98 24/98 26/98 32/98 36/98

92/99 110/00 160/04 197/06 205/06 210/06


211/06 216/06 227/07 231/07 242/07 253/07
254/07 258/07 268/08 273/08 277/08 289/08
290/08 292/08 349/10 356/10 360/10 371/10
396/11 432/13 441/13 453/13 471/13 508/14
520/15 525/15 552/15 561/15 573/15 598/16
619/16 624/16 643/16 720/17 723/18 735/18
48 RESOLUÇÕES
Atualizações!
04/98 14/98 24/98 26/98 32/98 36/98
92/99 110/00 160/04 197/06 205/06 210/06
211/06 216/06 227/07 231/07 242/07 253/07
254/07 258/07 268/08 273/08 277/08 289/08
290/08 292/08 349/10 356/10 360/10 371/10
396/11 432/13 441/13 453/13 471/13 508/14
520/15 525/15 552/15 561/15 573/15 598/16
619/16 624/16 643/16 720/17 723/18 735/18
48 RESOLUÇÕES
Atualizações!
veículos novos antes do registro
• Cargas e pessoas, antes do registro e licenciamento com autorização
especial.
• Veículos inacabados (novos e usados).
• Validade de 15 dias (NF), prorrogável (região norte, 30 dias).
• Para o município de destino.
• Com equipamentos obrigatórios.
• 3 vias: vidro dianteiro, traseiro e arquivo.

• Autônomos e empresas: $
• Particular e oficial: Vínculo Empregatício.
veículos novos antes do registro
• Trajetos:

De Para
Fábrica Órgão de trânsito do destino
Encarroçadora Local de embarque (carga)
Concessionária Concessionária
Local de descarga Encarroçadora
Outro estabelecimento
veículos novos antes do registro
• Se comprado eletronicamente, prazo da entrega ao comprador.
• Veículo doado por órgão governamental: município de destino
previsto no instrumento de doação.
• Empresa transformadora em veículo de emergência = encarroçadora.
• Regime Tributário Especial:
• Deslocamento sem NF, máx. 10km + Relação de produção com NIV.

• Inobservância: art. 230, V.


equipamentos obrigatórios
• Veículos automotores e ônibus elétricos:
• para-choques, dianteiro e traseiro (exceto incompletos, caminhões tratores,
especiais com AET, bélicos, de coleção, e outros: art. 4º da res. 593/2016);
• protetores das rodas traseiras dos caminhões;
• espelhos retrovisores, interno e externo (ou só externos);
• limpador de para-brisa;
• lavador de para-brisa (exceto automóveis e camionetas: 1974 e demais: 1999);
• para-sol para o condutor;
• faróis principais dianteiros de cor branca ou amarela;
• luzes de posição dianteiras (faroletes) de cor branca ou amarela;
• lanternas de posição traseiras de cor vermelha;
• lanternas de freio de cor vermelha;
equipamentos obrigatórios
• Veículos automotores e ônibus elétricos:
• lanternas indicadoras de direção: dianteiras de cor âmbar e traseiras de cor âmbar
ou vermelha;
• lanterna de marcha à ré, de cor branca (exceto até jan/1990);
• retrorrefletores (catadióptrico) traseiros, de cor vermelha (exceto até jan/1990);
• lanterna de iluminação da placa traseira, de cor branca;
• Velocímetro (exceto cronotacógrafo integrado);
• buzina;
• freios de estacionamento e de serviço, com comandos independentes;
• pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
• dispositivo de sinalização luminosa ou refletora de emergência, independente do
sistema de iluminação do veículo;
equipamentos obrigatórios
• Veículos automotores e ônibus elétricos:
• registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo, nos veículos de transporte e
condução de escolares, nos de transporte de passageiros com mais de dez lugares e nos de carga
com capacidade máxima de tração superior a 19t (exceto CMT<19t até dez/1990 e de pass. Na
categoria particular, não remunerada);
• cinto de segurança para todos os ocupantes do veículo (exceto ônibus e micro até jan/1999, pass.
E em percursos em pé);
• dispositivo destinado ao controle de ruído do motor, naqueles dotados de motor a combustão;
• roda sobressalente, compreendendo o aro e o pneu, com ou sem câmara de ar, conforme o caso
(exceto pneus que rodam sem ar, com sistema de enchimento, ônibus urbanos, caminhões de lixo,
concreto e blindados se houver equipe própria de manutenção);
• macaco, compatível com o peso e carga do veículo;
• chave de roda;
• chave de fenda ou outra ferramenta apropriada para a remoção de calotas;
• lanternas delimitadoras e lanternas laterais nos veículos de carga, quando suas dimensões assim o
exigirem;
• cinto de segurança para a árvore de transmissão em veículos de transporte coletivo e carga;
equipamentos obrigatórios
• reboques e semirreboques:
• para-choque traseiro;
• protetores das rodas traseiras;
• lanternas de posição traseiras, de cor vermelha;
• freios de estacionamento e de serviço, com comandos independentes, para veículos
com capacidade superior a 750 quilogramas e produzidos a partir de 1997;
• lanternas de freio, de cor vermelha;
• iluminação de placa traseira;
• lanternas indicadoras de direção traseiras, de cor âmbar ou vermelha;
• pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
• lanternas delimitadoras e lanternas laterais, quando suas dimensões assim o
exigirem.
equipamentos obrigatórios
• ciclomotores:
• espelhos retrovisores, de ambos os lados;
• farol dianteiro, de cor branca ou amarela;
• lanterna, de cor vermelha, na parte traseira;
• velocímetro;
• buzina;
• pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
• dispositivo destinado ao controle de ruído do motor.
equipamentos obrigatórios
• motonetas, motocicletas e triciclos:
• espelhos retrovisores, de ambos os lados;
• farol dianteiro, de cor branca ou amarela;
• lanterna, de cor vermelha, na parte traseira;
• lanterna de freio, de cor vermelha
• iluminação da placa traseira;
• indicadores luminosos de mudança de direção, dianteiro e traseiro;
• velocímetro;
• buzina;
• pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
• dispositivo destinado ao controle de ruído do motor com redutores de temperatura.

*Triciclos com cabine fechada (res. 129/01).


equipamentos obrigatórios
• quadriciclos:
• espelhos retrovisores, de ambos os lados;
• farol dianteiro, de cor branca ou amarela;
• lanterna, de cor vermelha na parte traseira;
• lanterna de freio, de cor vermelha;
• indicadores luminosos de mudança de direção, dianteiros e traseiros;
• iluminação da placa traseira;
• velocímetro;
• buzina;
• pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
• dispositivo destinado ao controle de ruído do motor;
• protetor das rodas traseiras.
equipamentos obrigatórios
• tratores de rodas e mistos:
• faróis dianteiros, de luz branca ou amarela;
• lanternas de posição traseiras, de cor vermelha;
• lanternas de freio, de cor vermelha;
• indicadores luminosos de mudança de direção, dianteiros e traseiros;
• pneus que ofereçam condições mínimas de segurança;
• dispositivo destinado ao controle de ruído do motor.
equipamentos obrigatórios
• tratores de esteiras:
• faróis dianteiros, de luz branca ou amarela;
• lanternas de posição traseiras, de cor vermelha;
• lanternas de freio, de cor vermelha;
• indicadores luminosos de mudança de direção, dianteiros e traseiros;
• dispositivo destinado ao controle de ruído do motor.
equipamentos obrigatórios
• automotores produzidos a partir de 1º de janeiro de 1999:
• espelhos retrovisores externos, em ambos os lados;
• registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo, para os veículos
de carga, com peso bruto total superior a 4536 kg;
• encosto de cabeça, em todos os assentos dos automóveis, exceto nos
assentos centrais;
• cinto de segurança graduável e de três pontos em todos os assentos dos
automóveis. Nos assentos centrais, o cinto poderá ser do tipo subabdominal;
equipamentos obrigatórios
• Bicicletas com aro superior a 20:
• espelho retrovisor do lado esquerdo, acoplado ao guidom e sem haste de
sustentação;

• campainha, entendido como tal o dispositivo sonoro mecânico, eletromecânico,


elétrico, ou pneumático, capaz de identificar uma bicicleta em movimento;

• sinalização noturna, composta de retrorefletores, com alcance mínimo de


visibilidade de trinta metros, com a parte prismática protegida contra a ação das
intempéries, nos seguintes locais:
• na dianteira, nas cores branca ou amarela;
• na traseira na cor vermelha;
• nas laterais e nos pedais de qualquer cor.

• Dispensadas de retrovisor e campainha: Bicicletas em competição.


equipamentos obrigatórios
• Escolares e transporte de produtos perigosos, legislação própria.

• Veículos em circulação internacional, acordos e convenções.

• Infrações: art. 230 do CTB, no que couber.


Identificação de veículo
• A partir de 1º de janeiro de 1999

• Número de Identificação Veicular (NIV ou VIN):


• No mínimo um ponto do chassi ou monobloco, profundidade 0,2mm

• Número Sequencial de Produção (VIS):


• Chapas e plaquetas ou etiquetas autocolantes destrutíveis.
• Coluna da porta dianteira direita.
• Compartimento do motor.
• Um para-brisas um vidro traseiro e dois vidros laterais de cada lado (exceto
quebra vento).
Identificação de veículo
• A partir de 1º de janeiro de 1999

• Número de Identificação Veicular (NIV ou VIN):


• No mínimo um ponto do chassi ou monobloco, profundidade de ,0,2mm.
no mínimo, 0,2mm
• Motocicletas, ciclomotores, motonetas e derivados, altura de,4,0mm.
no mínimo, 4,0mm

• Número Sequencial de Produção (VIS, últimos 8):


10)
• Chapas e plaquetas ou etiquetas autocolantes destrutíveis.
• Coluna da porta dianteira direita.
• Compartimento do motor.
• Um para-brisas um vidro traseiro e dois vidros laterais de cada lado (exceto quebra
vento).
Identificação de veículo
• Veículos inacabados, VIS pelo encarroçador.

• Identificações de vidros: na própria fábrica ou em outro local de


responsabilidade do fabricante.

• Chassi ou Monobloco não metálico, VIN em chapa incorporada na


fabricação.

• Décimo dígito, ano-modelo.

• Ano de fabricação obrigatório.


Identificação de veículo
• Reboques e semirreboques, dois pontos do chassi.

• Fabricante deve entregar aos SNTs identificações e localizações das


gravações (alterações 30 dias).

• Regravações somente com autorização com comprovação de


propriedade e por empresa credenciada.
• Profundidade,0,2mm.
no mínimo, 0,2mm
• Empresa regravadora deve enviar imagem da remarcação ao Detran.
Placa de veículos de representação
• Presidentes de Tribunais Federais.
• Governadores, Vices e Secretários.
• Prefeitos, Vices e Secretários.
• Presidentes das Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais.
• Presidentes dos Tribunais Estaduais e DF.
• Chefe do Ministério Público.
• Oficiais Generais das Forças Armadas.
• Ministros dos Tribunais Federais, Deputados e Senadores, mediante
solicitação dos respectivos Presidentes.
Placa de veículos de representação
• Emblema do estado ou da República.

• Fundo Preto.

• Caracteres em cinza metálico.


Placas de identificação
• Placa dianteira e traseira com 7 caracteres alfanuméricos.

• Tarjeta removível com UF e Município, com exceções:


• Oficiais da União: BRASIL
• Oficiais das UF: Nome da UF
• Oficiais dos Municípios: Sigla da UF e nome do Município
Placas de identificação
• Tarjeta removível com UF e Município, com exceções:
• Missões Diplomáticas/Consulares/Organismos Internacionais/etc:
• CMD: Chefe de Missão Diplomática.
• CD: Corpo Diplomático.
• CC: Corpo Consular.
• OI: Organismos Internacionais.
• ADM: Administrativos de carreira estrangeiros.
• CI: Peritos estrangeiros sem residência permanente (Acordo de Cooperação
Internacional)
Placas de identificação
• Placa traseira lacrada. (art. 115 § 9º)
• Caracteres em alto relevo.
• Mudança de categoria, muda a cor, mas não os caracteres.
• DENATRAN normas técnicas para distribuição e controle das séries
alfanuméricas.
• Fabricantes credenciados.
• Registro do fabricante na placa e tarjeta.
• DETRAN credencia e cancela o credenciamento.
• DETRAN estabelece abreviaturas de municípios.
Placas de identificação
• Placa com película refletiva:
• Duas ou três rodas: 01/01/2008
• Demais veículos: 01/01/2012
• Adequação quando da mudança de município.

• Segunda placa traseira nos veículos em que engates/reboques


encobrirem a primeira placa total/parcialmente.
• Lacrada na estrutura do veículo.

• Não cumprimento: art.221 e art. 230, I, IV e VI do CTB.


Placas de identificação
• Cores e dimensões:
CATEGORIA FUNDO CARACTERES
Particular Cinza Preto
Aluguel Vermelho Branco
Exp/Fabricante Verde Branco
Aprendizagem Branco Vermelho
Coleção Preto Cinza
Oficial Branco Preto
Diplomáticos Azul Branco
Representação Preto Dourado
Placas de identificação
• Cores e dimensões:
• Veículos em geral: h=130; c=400. Duas ou três rodas: h=170; c=200.
• Quando a placa não couber, mediante justificativa do fabricante/importador,
o DENATRAN pode autorizar redução de até 15% do comprimento.

• Lacre:
• Sintético (polietileno) ou metálico (chumbo).
• Arame: metálico.
Placas de identificação
• Cores e dimensões:
• Lacre:
• Sintético (polietileno) ou metálico (chumbo).
• Arame: metálico.
Sinalização de emergência
• Veículo imobilizado em leito viário:
• Luzes de advertência (pisca-alerta).

• Triângulo de sinalização ou similar, no mínimo, 30 metros, perpendicular ao


eixo da via e em boa condição de visibilidade.
Sistema de iluminação
• Veículos inacabados (com cabina) não estão sujeitos a:
• Lanternas delimitadoras traseiras.
• Lanternas laterais traseiras e intermediárias.
• Retrorrefletores laterais traseiros e intermediários.
• Aplicados quando complementados.
Sistema de iluminação
• Veículos inacabados (sem cabina) não estão sujeitos a:
• Lanternas delimitadoras dianteiras e traseiras.
• Lanternas laterais dianteiras, traseiras e intermediárias.
• Retrorrefletores laterais e dianteiros, traseiros e intermediários.
• Lanterna de iluminação da placa traseira.
• Lanterna de marcha a ré.
• Aplicados quando complementados.
Sistema de iluminação
• Instalação e funcionamento simultâneo:
• Máximo 8 faróis, independentemente de suas finalidades.

• Identificação, localização e forma correta de utilização dos


dispositivos, manual.

• Proibido:
• Adesivos, pinturas, películas ou outro material nos dispositivos dos sistemas
de iluminação.
Sistema de iluminação
• Inovações tecnológicas:
• Aceitas, ainda que não contempladas.
• Comprovadamente assegurem sua eficácia e segurança dos veículos.
• Aprovada pelo DENATRAN.

• Ensaios por órgão acreditado pelo INMETRO.

• A critério do DENATRAN:
• Resultado de testes e ensaios por procedimentos similares no exterior.
• Homologar veículos que cumpram com a norma Norte Americana (FMVSS 108).
Sistema de iluminação
• Infração:
• Art. 230, IX, XII, XIII, XXII do CTB.

• Produz efeitos desde 01/01/2009, até então, res. 680/87 e 692/88.


Luzes intermitentes
• Somente os veículos do art. 29, VII do CTB poderão usar luzes
vermelhas intermitentes e dispositivo de alarme sonoro.
• Somente sob circunstância que permita o uso da prerrogativa de prioridade,
livre circulação, estacionamento e parada, quando em efetiva prestação de
serviço de urgência.

• Serviço de Urgência: Deslocamentos realizados por veículos de


emergência em circunstâncias que necessitem de brevidade, sem a
qual haverá grande prejuízo à incolumidade pública.
Luzes intermitentes
• Veículos de emergência:
• Já tipificados.
• Salvamento difuso (acidentes ambientais).

• Serviços de utilidade Pública: (art. 29, VIII)


• Dispositivo não removível com luz amarelo-âmbar.
• Autorização do DETRAN, CRLV com obs. Código estabelecido pelo DENATRAN.
• Livre parada e estacionamento.
Luzes intermitentes
• Veículos de Utilidade:
• Manutenção e reparo de rede elétrica, água e esgoto, gás canalizado e
comunicações.
• Conservação e manutenção viárias (a serviço de órgão executivo de
trânsito/rodoviário).
• Socorro mecânico de emergência. (Em movimento tb)
• Transporte de valores.
• Escolta credenciada. (Em movimento tb)
• Recolhimento de lixo. (Em movimento tb)
• Manutenção metroferroviária.

• Inobservância: art. 230, XII ou XIII do CTB.


Calendário de Licenciamento
• Órgãos Executivos dos Estados e DF (Detrans) estabelecerão os prazos
para renovação do Licenciamento Anual, respeitados os limites:
ALGARISMO FINAL DA PLACA PRAZO FINAL PARA RENOVAÇÃO
1e2 Até setembro
3, 4 e 5 Até outubro
6, 7 e 8 Até novembro
9e0 Até dezembro.

• Veículo fora da UF de registro deverão ser fiscalizados conforme os


prazos da resolução.
Documentos de Porte Obrigatório
• Documentos de porte obrigatório são:
• ACC, PPD OU CNH, original.
• Certificado de Registro e Licenciamento Anual CRLV, original*.

• Órgãos executivos (Detrans) deverão emitir os CRLVs originais,


mediante solicitação do proprietário, o documento terá número de
ordem cronológica.

• Quando necessária aprovação em curso especializado, o condutor


deverá portar a comprovação até registro no RENACH.
04/98 14/98 24/98 26/98 32/98 36/98
92/99 110/00 160/04 197/06 205/06 210/06
211/06 216/06 227/07 231/07 242/07 253/07
254/07 258/07 268/08 273/08 277/08 289/08
290/08 292/08 349/10 356/10 360/10 371/10
396/11 432/13 441/13 453/13 471/13 508/14
520/15 525/15 552/15 561/15 573/15 598/16
619/16 624/16 643/16 720/17 723/18 735/18
48 RESOLUÇÕES
Atualizações!
Modificações
• Estabelece modificações permitidas em veículos registrados.
• Classificações quanto à espécie, tipo e carroceria em portaria específica.

• Modificações permitidas e exigências, nova classificação de tipo e


espécie para CRV/CRLV presentes em instrução do DENATRAN
(portaria 159/2017).

• Também são permitidas transformações previstas em portaria


específica.
Modificações
• Precedida de autorização.

• Inspeção de Segurança para CSV:


• Regulamentação do INMETRO.
• Instituição Técnica Licenciada pelo DENATRAN.
• Registro no CRV e CRLV.

• Infrações:
• Art. 230, VII e XII
Modificações
• Alteração da suspensão:
• Duas ou três rodas e quadriciclos, não.

• PBT até 3.500 kg:


• Fixo ou regulável.
• Altura mínima para circulação 100mm.
• Roda e pneus não poderão tocar em parte alguma do veículo quando esterçado.
Modificações
• Alteração da suspensão:
• PBT acima de 3.500 kg:
• Nivelamento da longarina não deve ultrapassar 2 graus a partir de uma linha horizontal.
• Dimensões de intercambialidade entre caminhão trator e rebocado ABNT.
• Suspensão dianteira não, exceto instalação de sistema de tração e incluir ou excluir eixo
auxiliar direcional ou auto direcional.
Modificações
• Alteração da suspensão:
• CRV e CRLV deverão conter a altura livre do solo.

• Permitido GNV, exceto ciclomotores, motonetas, motocicletas e


triciclos.
• Certificados pelo INMETRO.
• Instituição Técnica Licenciada pelo DENATRAN.
• Certificado Ambiental para uso do Gás Natural (IBAMA).
• CSV anual.
Modificações
• Veículos com motor a diesel:
• Somente os autorizados.

• Proibida a modificação da estrutura do veículo visando o uso do Diesel.


Modificações
• Proibido:
• Roda/pneus que ultrapassem os limites externos do para-lamas.

• Aumento ou diminuição do diâmetro externo do conjunto roda/pneus.

• Substituição do chassi ou monobloco do veículo, exceto sinistros em


motocicletas e assemelhados.

• Quarto eixo em caminhão, salvo eixo direcional ou auto direcional.


Modificações
• Proibido:
• Fonte luminosa de descarga de gás (xênon), exceto veículo originalmente com
este dispositivo e com CSV até a Resolução.

•• Quarto
Eixo auxiliar
eixo veicular (3º eixosalvo
em caminhão, na ementa) em semirreboque
eixo direcional com comprimento
ou auto direcional.
igual ou inferior a 10,50 m, dotado ou não de quinta roda.

• Eixo auxiliar veicular (3º eixo na ementa) em semirreboque com


comprimento igual ou inferior a 10,50 m, dotado ou não de quinta roda.
Modificações
• INMETRO estabelecerá programa de avaliação da conformidade:
• Eixo veicular para caminhão, CT, ônibus, Reboques e Semi.

• Eixo direcional e eixo auto-direcional.

• CSV, INMETRO e Nota Fiscal (sem uso).

• Anotação de Responsabilidade Técnica (quando não houver INMETRO).


Modificações
• Veículos para condução por PCD e para aprendizagem em CFC, deve
ser exigido o CSV.

• Complementação de veículo inacabado com carroceria aberta ou


fechada, DETRAN deverá incluir no CRV e CRLV o comprimento da
carroceria.

• Garantida a circulação até o sucateamento aos veículos anteriores.


Modificações
• Alteração de cor através de pintura ou adesivo:
• + de 50% do veículo, excluídas as áreas envidraçadas.
• Cor Fantasia: impossível de distinguir.

• Substituição de equipamentos (carroceria), DETRAN exigirá:


• Veículos Novos (em relação à Portaria 27/2002; 07/05/2002):
• CSV, CAT e Nota Fiscal.

• Veículos usados ou reformados:


• CSV, Comprovação de Procedência com NF ou declaração do proprietário de
procedência lícita.
Engate de reboque até 3.500kg
• Aplica-se a veículos com PBT até 3.500kg.

• Engates produzidos por empresa registrada no INMETRO.

• Fabricantes de veículos deverão informar modelos capazes de tracionar reboques, no


manual deve haver:
• Pontos de fixação do engate.
• CMT.

• O engate deve ter plaqueta com:


• Nome, CNPJ e INMETRO do fabricante.
• Modelo destino do veículo.
• CMT.
• Nº da Resolução.
Engate de reboque até 3.500kg
• Veículos com engates até a data de vigência da resolução
(21/05/2007) podem permanecer com engate, desde que:
• Equipamento original de fábrica.
• Esfera maciça apropriada ao tracionamento.
• Tomada e instalação apropriada.
• Dispositivo para corrente de segurança.
• Ausência de superfícies cortantes.
• Ausência de dispositivos de iluminação.
Semirreboque em Motos
• Motocicletas e motonetas com motores com mais de 120 cc poderão
tracionar semirreboques.
• Especialmente projetados.

• Homologados pelo DENATRAN.

• Observados os limites de CMT indicados.

• Res. 197/06, exceto art. 6º


Semirreboque em Motos
• Semirreboques:
• Identificação:
• VIN na estrutura.

• Ano de fabricação gravado em 4 dígitos.

• Plaqueta com fabricante, tara, lotação, PBT e dimensões.


Semirreboque em Motos
• Semirreboques:
• Equipamentos:
• Para-choques traseiro.
• Lanterna traseira vermelha.
• Protetor de roda traseira.
• Freio de serviço.
• Lanterna de freio vermelha.
• Iluminação de placa traseira.
• Lanterna de direção traseira âmbar ou vermelha.
• Pneus em condições de segurança.
• Elementos retrorrefletivos nas laterais e traseira.
• 50% das laterais e 80% da traseira.
Semirreboque em Motos
• Semirreboques:
• Dimensões (com o sem carga):
• Largura máxima: 1,15m.
• Altura máxima: 0,9m.
• Comprimento máximo: 2,15m.

• A autoridade com circunscrição decidirá sobre a circulação na via.

• Descumprimento: art. 244 ou art. 230, X do CTB.


Transporte de Crianças
• De 0 a 10 anos, banco traseiro, com cinto de segurança (CS) ou
sistema de retenção.

• 0 a 1 ano: Bebê conforto (conversível).

• Superior a 1 ano e inferior ou igual a 4 anos: Cadeirinha.

• Superior a 4 e inf. ou igual a 7,5 anos: Assento de elevação.


Transporte de Crianças
• Não se aplicam a: • ESCOLARES:
• Coletivos. • Res. 639/16 suspendeu até:
• Cinto de três pontas.
• Isofix.
• De aluguel.
• MAS o § 4º ainda existe.
• Transporte autônomo de passageiros (táxi).

• PBT superior a 3.500 kg.


Transporte de Crianças
• Banco da frente:
• Veículo dotado exclusivamente desse banco.

• Quantidade de crianças exceder a lotação do banco traseiro.

• Veículo dotado originalmente de cintos subabdominais (dois pontos) nos


bancos traseiros.
• Excepcionalmente 4 a 7,5 anos.
Transporte de Crianças
• Banco da frente com airbag:
• NUNCA contra o sentido da marcha do veículo.

• Sem bandeja ou equivalente.

• Banco na última posição.


Transporte de Crianças
• Fabricante pode estabelecer regras diferentes.
• Deve comunicar ao DENATRAN na solicitação ou atualização do CAT.

• Manuais devem conter informações de segurança.

• Infração, art. 168.


Carga em veículo de passageiros
• É autorizado o transporte de carga em ônibus e micro-ônibus.

• Compartimento próprio, separado dos passageiros.

• Proibidos produtos perigosos, bem como qualquer que comprometa a


segurança.

• Limites de peso e dimensões, legislação específica (federal, estadual e


municipal).

• Transporte internacional, acordos e convenções.


Carga e Bike
• Transporte eventual de cargas e de bicicletas em automóveis,
caminhonetes, camionetas e utilitários.

• Deve respeitar o peso máximo especificado para o veículo.


Carga e Bike
• Acondicionamento e fixação:
• Não colocar em perigo as pessoas nem causar dano às propriedades.

• Não atrapalhar a visibilidade à frente do condutor nem comprometer a estabilidade


ou condução do veículo.

• Não provocar ruído ou poeira.

• Não ocultar as luzes, incluídas as luzes de freio e indicadores de direção e


dispositivos refletores.
Carga e Bike
• Acondicionamento e fixação:
• Não exceder a largura máxima do veículo.

• Não ultrapassar as dimensões previstas na res. 210/06 ou posterior.

• Cabos, correntes, lonas, grades ou redes devidamente ancorados.

• Não sobressair ou projetar além do veículo pela frente.


Carga e Bike
• Obstrução total ou parcial da sinalização ou da placa:
• Régua de Sinalização:
• Largura mínima de 1,0 m.
• Largura máxima = veículo.
• Sistema de sinalização paralelo, energizado e semelhante em conteúdo, quantidade,
finalidade e funcionamento ao do veículo.
• Faixas refletivas oblíquas, branca e vermelha idêntica às de veículos de carga.
• Fixação segura.
Carga e Bike
• Obstrução total ou parcial da sinalização ou da placa:
• Segunda placa traseira:
• Fixada à estrutura ou à régua.
• Lacrada no centro da régua ou na parte estrutural do veículo.
• Em local visível na parte direita da traseira.
Carga e Bike
• Obstrução total ou parcial da sinalização ou da placa:
• Extensor de caçamba:
• Permite a circulação do veículo com a tampa do compartimento de carga aberta sem
comprometer a sinalização e a segurança.
• Dispensa a régua.
• Segunda placa lacrada.
Carga e Bike
• Cargas:
• Bagageiros ou suportes na parte superior externa.
• Fabricante informa as condições de fixação da carga.
• Altura máxima 50 cm.
• Comprimento e largura máximos iguais aos do veículo.
Carga e Bike
• Carga Indivisível:
• Transporte eventual.
• Se sobressair para trás, visível e sinalizada (à noite, luz e refletivo vermelhos).
• Balanço traseiro não maior que 60% do entre eixos.
• Admite-se compartimento de carga aberto durante o transporte.
Carga e Bike
• Bicicleta:
• Parte posterior externa ou sobre o teto em dispositivo apropriado, móvel ou
fixo.
• Bicicleta em caçambas considera as normas de cargas.
• Dispositivo com instruções precisas:
• Forma de instalação.
• Modo de fixação.
• Quantidade de bikes.
• Cuidados necessários.
Carga e Bike
• Infrações:
• Art. 230, IV*.

• Art. 231, II.

• Art. 231, IV.

• Art. 231, V.

• Art, 248.
Mototáxi e Motofrete
• Motocicleta ou Motoneta:
• Autorizados pelo poder concedente.
• Registrados no DETRAN na categoria aluguel.

• Equipamentos:
• Protetor de pernas e motor fixado à estrutura.
• Aparador de linha fixado ao guidom.
• Dispositivo de fixação.

• Vedado o uso do veículo para ambas as atividades.


Mototáxi e Motofrete
• Protetor de Motor e pernas:
• Peça única em aço tubular, acabamento resistente à corrosão, sem arestas.
• Largura: limitada ao guidom.
• Fixado na estrutura, sem interferir no curso do para-lama dianteiro.

• Aparador de linha:
• Aço de seção redonda, resistente, acabamento anticorrosão, corte linha na
parte superior.
• Fixado no guidom, próximo à manopla.
• Altura regulada com a altura da parte superior da cabeça do condutor
sentado.
Mototáxi e Motofrete
• Fabricante informa ao DENATRAN (obtenção do CAT):
• Capacidade máxima de carga (CMT no CRV e CRLV).
• Pontos de fixação dos equipamentos.
• Informações no manual ou boletim técnico e site.
• 270/365 dias.

• Inspeção Semestral de equipamentos obrigatórios e segurança.


Mototáxi e Motofrete
• Condutor:
• 21 anos de idade.
• Categoria A por, pelo menos, 2 anos.
• Curso especializado.
• Colete de segurança com retrorrefletivos.

• Mototáxi:
•• Capacete
Art. 329 dodo
CTB:
condutor e do passageiro:
• Retrorrefletivos.

• Capacete do condutor
• Alças metálicas, e doe passageiro:
traseira lateral para o passageiro.
• Retrorrefletivos.
Mototáxi e Motofrete
• Motofrete:
• Autorização do DETRAN.
• Dispositivos:
• Fechado.
• Aberto.
• Alforjes, bolsas ou caixas laterais.
Mototáxi e Motofrete
• Motofrete:
• Alforjes, bolsas ou caixas laterais:
• Largura: Não exceder as extremidades (guidom ou alavancas).
• Comprimento: Não exceder a extremidade traseira.
• Altura: Não superior à altura do assento.
Mototáxi e Motofrete
• Motofrete:
• Fechado:
• Largura: 60 cm (não exceder as extremidades internas dos retrovisores).
• Comprimento: Não exceder a extremidade traseira.
• Altura: 70 cm da base central a partir do assento.
• Faixas retrorrefletivas.
Mototáxi e Motofrete
• Motofrete:
• Aberto:
• Largura: 60 cm (não exceder as extremidades internas dos retrovisores).
• Comprimento: Não exceder a extremidade traseira.
• Altura: a carga não poderá exceder 40 cm.
• Carga: não pode extrapolar a largura e o comprimento da grelha.

• Uso combinado.

• Caixas para capacetes podem exceder a extremidade traseira em até 15 cm.


Mototáxi e Motofrete
• Motofrete:
• Proibido inflamáveis ou tóxicos e galões.
• Exceto: Botijões de gás, máx. 13 kg e galões de água, máx. 20 l. SIDECAR.

• Sidecar ou semirreboques:
• Limites dos fabricantes.
• Veículos homologados, DENATRAN.
• Altura: Não exceder o limite superior do assento em mais de 40 cm.
• Vedado simultâneos.

• Aplica-se ao transporte particular (exceto autorização do DETRAN).


Mototáxi e Motofrete
• Descumprimento:
• Responsabilidades solidária.
• Sanções pelo poder concedente.
• Infrações:
• Art. 230 V, IX, X, XII.
• Art. 231 IV, V, VIII, X.
• Art. 244 I, II, VIII, IX.
Mototáxi e Motofrete
• Municípios:
• Podem estabelecer legislação própria.

• Garantindo condições técnicas de segurança, higiene e conforto.


04/98 14/98 24/98 26/98 32/98 36/98
92/99 110/00 160/04 197/06 205/06 210/06
211/06 216/06 227/07 231/07 242/07 253/07
254/07 258/07 268/08 273/08 277/08 289/08
290/08 292/08 349/10 356/10 360/10 371/10
396/11 432/13 441/13 453/13 471/13 508/14
520/15 525/15 552/15 561/15 573/15 598/16
619/16 624/16 643/16 720/17 723/18 735/18
48 RESOLUÇÕES
Atualizações!
Geradores de imagens
• É permitida a instalação e utilização de geradores de imagem
cartográfica com interface de geoprocessamento destinado a orientar
o condutor quanto ao funcionamento do veículo, a sua visualização
interna e externa, sistema de auxílio à manobra e para auxiliar na
indicação de trajetos ou orientar sobre as condições da via, por
intermédio de mapas, imagens e símbolos.
Geradores de imagens
• GPS e Computador de Bordo:
• Previsto pelo fabricante ou utilizado como acessório de caráter provisório.
• Fixação permanente ou provisória no interior do veículo.
• Provisórios: para-brisas ou painel dianteiro.

• Proibido: Gerar imagens de entretenimento, salvo:


• Na parte dianteira, torne inoperante ou mude para orientação quando em
movimento (automaticamente).
• Somente os passageiros traseiros possam visualizar.

• Descumprimento: art. 230, XII.


Medidores de Transmitância
• Medição de transmitância luminosa:

• Mede, em valores percentuais, a transm. de vidros, películas, filmes...

• Aprovado pelo INMETRO e homologado pelo DENATRAN.

• Transmissão luminosa não será inferior:


• 75% para vidros incolores dos para-brisas.
• 70% para os para-brisas coloridos e demais vidros indispensáveis à
dirigibilidade.
• 28% para as demais áreas.
• 28% para vidro traseiro, se houver retrovisor externo direito.
• Vidros no teto, excluídos dos limites.
Medidores de Transmitância
• Auto de Infração: (além do art. 280)
• Medição realizada.
• Valor considerado.
• Limite regulamentado.

• Valor considerado: +7% à medição realizada.

• Deverá ser informada a identificação da área autuada.


Medidores de Transmitância
• Se houver impressora no dispositivo:
• Data e hora.
• Placa do veículo.
• Transmitância medida.
• Área fiscalizada.
• Identificação do instrumento.
• Identificação do agente.
Vidros e Películas
• Veículos deverão sair de fábrica com vidros de segurança. (NBR 9491)

• Vidro de segurança laminado no para-brisas de todos os veículos.

• Vidro de segurança temperado, uniformemente protendido, ou


laminado, nas demais partes.

• Veículos Blindados são isentos da res. 254/07


Vidros e Películas
• Vidros de segurança deverão trazer marcação indelével, em local de
fácil visualização, contendo:
• Marca do fabricante.
• Símbolo de conformidade com a legislação.

• Fica a critério do DENATRAN admitir resultados de testes e ensaios


obtidos por métodos equivalentes no exterior.
• Órgãos reconhecidos pelos EUA e Comissão ou Comunidade Européia, serão
aceitos.
• E + círculo ou e + retângulo ou DOT.
Vidros e Películas
• Fabricante/representante/importador deverão certificar-se de que os
produtos obedecem à res. E comprovar quando solicitado pelo
DENATRAN.

• Película não refletiva será admitida, desde que atendidas as


condições de transparência
• Marca do instalador.
• Índice de transmissão.
• Gravação indelével na película por meio de chancela, visível pelo lado
externo.
Vidros e Películas
• Transmissão luminosa não será inferior:
• 75% para vidros incolores dos para-brisas.
• 70% para os para-brisas coloridos e demais vidros indispensáveis à
dirigibilidade.
• 28% para as demais áreas.
• 28% para vidro traseiro, se houver retrovisor externo direito.
• Vidros no teto, excluídos dos limites.

• Áreas indispensáveis à dirigibilidade:


• Para-brisas (exceto faixa degrade de acabamento, caso exista).

• Áreas laterais dianteiras do veículo, respeitado o campo de visão do condutor.


Vidros e Películas
• Película refletiva é proibida.

• Fora das áreas indispensáveis à dirigibilidade:


• Inscrições, pictogramas ou painéis decorativos são permitidos.
• Espelhos retrovisores externos.
• Respeitadas as condições de transparência.
• VEDADO: painéis luminosos com mensagens estáticas ou dinâmicas.
Vidros e Películas
• Não se aplica a máquinas agrícolas, rodoviárias e florestais.
• Não se aplica a veículos destinados à circulação exclusivamente fora
das vias públicas.
• Não se aplica aos veículos incompletos ou inacabados.

• Não cumprimento: art. 230, XVI do CTB.


Para-brisas
• Trincas e fraturas circulares = DANO.

• Área crítica de visão e faixa de 2,5 cm das bordas externas:


• Não pode haver dano.
• Não pode ser recuperado.

• Ônibus, micro-ônibus e caminhões:


• Área Crítica:
• 50x40 cm
• Base tangente ao volante.
• Centro vertical = Centro do volante.
• Demais veículos:
• Área Crítica: Região de varredura da palheta esquerda.
Para-brisas
• Ônibus, micro-ônibus e caminhões:
• Máximo 3 danos:
• Trinca não superior a 20 cm de comprimento.
• Fratura circular não superior a 4 centímetros de diâmetro.

• Demais veículos:
•• Máximo
Área Crítica: Região de varredura da palheta esquerda.
2 danos:
• Máximo
• Trinca 2 danos:
não superior a 10 cm de comprimento.
• Fratura circular não superior a 4 centímetros de diâmetro.
• Trinca não superior a 10 cm de comprimento.
• Fratura circular não superior a 4 centímetros de diâmetro.
• Descumprimento: art. 230, XVIII c/c art. 270 § 2º
• Descumprimento: art. 230, XVIII c/c art. 270 § 2º
Cronotacógrafo
• Registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo.
• Aparelho mecânico, eletrônico ou conjunto computadorizado.

• Disponibilizar, a qualquer momento (24h):


• Velocidades.
• Distância percorrida.
• Tempo de movimentação e interrupções.
• Data e hora de início da operação.
• Identificação do veículo.
• Identificação dos condutores.
• Identificação de abertura do compartimento.
Cronotacógrafo
• Fiscalização:
• Perfeitas condições de uso.

• Ligações conectadas e lacradas, componentes sem alteração.

• Informações disponíveis e forma de registro ativa.

• Disco ou fita reserva para manter até o final da operação.

• Aprovado pelo INMETRO.


Cronotacógrafo
• Fiscalização:
• Agente de fiscalização:
• Identifica-se
• Assina
• Local, data e hora.
• Treinamento de responsabilidade do fabricante ou pelos órgãos de fiscalização.

• Informação disponível por 90 dias.


• Acidente: últimas 24 horas por um ano.
• Apreensão do equipamento, mediante justificativa da autoridade competente.
Cronotacógrafo
• Cronotacógrafo e disco/fita, aprovação do DENATRAN, certificação do
INMETRO:
• Especificações Técnicas.

• Possuir registrador próprio de espaço percorrido, velocidades desenvolvidas, tempo


de operação, no período de 24h.

• Fornecer as informações.

• Assegurar a inviolabilidade e inalterabilidade.

• Possuir lacre de proteção das ligações e de acesso interno.

• Dispor de indicação de violação.


Cronotacógrafo
• Cronotacógrafo e disco/fita, aprovação do DENATRAN, certificação do
INMETRO:
• Material compatível com sua finalidade.

• Totalizar a distância percorrida.

• Indicadores iluminados, não ofuscantes.

• Padrão km/h, h e km.

• Situar-se na faixa de tolerância.

• Possibilitar a leitura fácil, direta e sem instrumentos no local de fiscalização.


Cronotacógrafo
• Infração:
• Art. 238.
• Art. 230, IX, X, XIV.

• A violação ou adulteração de registrador sujeitará o infrator às


cominações da legislação penal aplicável.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• 24 h, 7 ou 8 dias.

• Registros:
• Distância percorrida.
• Velocidade do veículo.
• Tempo de movimentação e interrupções.
• Abertura do compartimento.
• Poderá: direção efetiva, disponibilidade e repouso do motorista.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Dispositivos indicadores/registro:
• Distância (odômetro).
• Velocidade (velocímetro).
• Tempo (relógio).
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Inclusão de outros dispositivos não deve comprometer o funcionamento dos
obrigatórios e nem dificultar a leitura.
• Deve ser homologado e aprovado com estes dispositivos.

• Materiais estáveis e com resistência mecânica suficiente.

• Características elétricas e magnéticas invariáveis.


Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Distância:
• Em frente ou em frente e ré (sem confundir).
• Indicador, fração mínima 0,1 km. Altura, mínimo, 4 mm.
• Contador indicar até, mínimo, 99.999,9 km.
• 1 km = 1 mm, mínimo.
• Distância legível em qualquer velocidade.
• Erro de ensaio: 1% da distância real ou 10 m (1 km, mínimo).
• Erro de instalação: 2% da distância real ou 20 m.
• Erro em uso: 4% da distância real ou 40 m.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Velocidade:
• Frequência e amortecimento, capaz de medir mudanças de aceleração de 2m/s².
• Indicador, escala de 1, 2, 5 ou 10 km/h, divisões até 10% da máxima indicada.
• Indicador, distância a cada 10 km/h não inferior a 10 mm.
• Indicador, distância entre ponteiro e mostrador, não passa de 3 mm.
• Indicador, deve mostrar, próximo da escala .
• Agulha em movimento retilíneo e perpendicular ao deslocamento.
• Movimento curvo: traçado perpendicular à média.
• 10 km/h = 1,5 mm, no mínimo.
• Erro de ensaio: 3% da velocidade real ou 3 km/h.
• Erro de instalação: 4% da velocidade real ou 4 km/h.
• Erro em uso: 6% da velocidade real ou 6 km/h.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Tempo:
• Ajuste de hora deve ser no interior do compartimento.
• Indicador, visível externamente, com leitura fácil e não ambígua.
• Visualização clara do tempo de operação e parada.
• Pode registrar a natureza do tempo: Direção efetiva, parada para repouso, parada para
espera e outros.
• Erro, em todos os casos: 2 min/24 horas ou 10 min/7 dias.

• Tudo protegido de umidade e pó.


Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Dispositivo:
• Marca para a colocação correta do disco (horário).
• Movimento do disco sem interferência e livre retirada e colocação.
• Rotação contínua e uniforme velocidade mínima, 7 mm/h (bordo inferior da zona de
velocidade).

• Disco:
• Data de operação.
• Placa.
• Nome do condutor.
• Km inicial e final.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Dois motoristas:
• Dois nomes em um disco.
• Um disco por condutor.

• Dispositivo de fechamento:
• Qualquer abertura tem que ser registrada.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Disco:
• Papel carbono com fino revestimento, receber e fixar os registros.
• Contínuo e Inalterável.
• Leitura e interpretação direta.
• Qualidade.
• Conservar dimensões e registros em condições normais de higrometria e temperatura.
• Legíveis com precisão por, pelo menos, 5 anos.
• Um disco 24h.
• Vários discos, um não interfere no outro.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Disco:
• Zonas exclusivas para velocidade e distância.
• Zona para tempo de movimentação.

• Zona de velocidade:
• Mínimo 20 km/h.
• Velocidade indicada em algarismos.
• Km/h pelo menos uma vez.
• Última linha = limite superior.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Disco:
• Zona de distância, leitura da quilometragem percorrida.

• Impresso no disco:
• Nome do fabricante.
• Escala de leitura.
• Limite superior da velocidade.

• Escala de tempo graduada com intervalo de 5 minutos e determinação fácil de cada


intervalo de 15 minutos.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco Diagrama):
• Disco:
• Inscrições manuscritas:
• Nome ou número do prontuário.
• Data e lugar do início da utilização.
• Número da placa.
• Km inicial e final.
• Total de km.
Cronotacógrafo
• Anexo (Eletrônico):
• Conjunto computadorizado para registro eletrônico, em memória circular, não
volátil.
• Emissor de fita diagrama.
• Armazenar as últimas 24h.
Cronotacógrafo
• Anexo (Eletrônico):
• Fornecer Registros (não volátil):
• Velocidade do veículo.
• Distância percorrida.
• Tempo de movimentação e interrupções.
• Data e hora do início da operação.
• Identificação do veículo.
• Identificação dos condutores.
• Identificação do período de condução de cada condutor.
• Constante K.
Cronotacógrafo
• Anexo (Eletrônico):
• Software:
• Responsabilidade do fabricante.
• Permanente.
• Gerenciamento das operações e impressão.
• Não pode ser modificado ou ignorado por programa aplicativo.

• Segurança das informações:


• Em acidente, últimas 24 horas, meio eletrônico e impresso por 5 anos.
• Informações eletrônicas com autenticação.
• Alteração invalida a chave de autenticação.
Cronotacógrafo
• Anexo (Eletrônico):
• Segurança das informações:
• Apreensão do equipamento, decisão fundamentada e documento circunstanciado
contendo:
• Marca, modelo, nº de série, fabricante e identificação do veículo.

• Na apreensão, registro das últimas 24h devem permanecer intactos, independente de


fornecimento de energia, por 1 ano, no mínimo.
Cronotacógrafo
• Anexo (Eletrônico):
• Indicadores:
• Funcionamento do conjunto.
• Funcionamento do relógio.
• Duas velocidades para correlação com o instrumento indicador.
• Funcionamento do sensor de distância.

• Lacres:
• Ligações necessárias ao funcionamento.
• Caixa de aparelhos do conjunto.

• Acessórios, sem comprometer o funcionamento ou dificultar a leitura.


Cronotacógrafo
• Anexo (Eletrônico):
• Materiais estáveis e resistentes, características elétricas e magnéticas
invariáveis.

• Distância:
• Em frente ou em frente e ré (sem confundir).
• Indicador, fração mínima 0,1 km. Altura, mínimo, 4 mm.
• Contador indicar até, mínimo, 99.999,9 km.
• Registro com resolução mínima de 10 m.
• Aferição envio ao conjunto de parâmetro e acompanhado de senha alfanumérica de 8
caracteres.
• Constante k em local adequado.
• Erro máximo 1%, tolerância adicional do desgaste dos pneus.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Velocidade:
• Opera com tempo de digitalização.
• Registro não superior a um segundo nas últimas 24h.
• Frequência e amortecimento, capaz de medir mudanças de aceleração de 2m/s².
• Registro, 0 a 150 km/h, resolução de 1 km/h.
• Indicador, escala de 1, 2, 5 ou 10 km/h, divisões até 10% da máxima indicada.
• Indicador, distância a cada 10 km/h não inferior a 10 mm.
• Indicador de ponteiro, distância entre ponteiro e mostrador, não passa de 3 mm.
• Indicador, deve mostrar, próximo da escala .
• Erro máximo 1%, tolerância adicional do desgaste dos pneus.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Tempo:
• Relógio eletrônico interno.
• Indicador, visível externamente, com leitura fácil e não ambígua.
• Ausência de energia elétrica, relógio funcional por período não inferior a 5 anos.
• Precisão de até 0,05%.

• Tudo protegido.
• Iluminação não ofuscante.
• Veículo com velocímetro, odômetro e relógio próprios (fabricante).
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Dados mantidos em meio magnético pelo prazo de um ano.

• Fita Diagrama:
• Qualidade.
• Resistir e conservar dimensões e registros em condições normais de higrometria,
temperatura e manuseio em ambiente automotivo.
• Registros legíveis com precisão por, pelo menos, 5 anos.
• Largura máxima 75,0 mm.
• Comprimento mínimo para registro das últimas 24h.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Fita Diagrama:
• Zona exclusiva para velocidade.
• Zona para indicação de tempo de operação.
• Marca para escala de velocidade e campo de tempo.
• Limite superior da velocidade em km/h.
• Identificação do fabricante.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Informações:
• Impressora, 250 pontos por linha.
• Tipo A:
• Modelo, número de ´serie.
• Velocidade.
• Identificação do veículo.
• Início e final da operação (odômetro, data e hora).
• Condutores (nome ou prontuário).
• Tempo de operação e interrupções.
• Velocidades atingidas. 10 km/h = 2,0 ± 0,1 mm.
• Um marco a cada 5 km de distância. 2,5 km = 1 mm, no mínimo.
• Marcação da velocidade a cada minuto. Maior velocidade.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Informações:
• Impressora, 250 pontos por linha.
• Tipo A:
• Últimas 24h a qualquer momento.
• Informação impressa com precisão (5 anos, mínimo).
• Escala de tempo na fita, leitura direta, intervalos de 15 minutos, determinação fácil de
intervalo de 5 minutos.
• Comprimento: 290 mm ± 10mm.
• Tempo de impressão, máximo, 3 minutos.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Informações:
• Tipo B:
• Últimas 24h enviadas para um microcomputador.
• Armazenada em meio magnético com assinatura digital.
• Programa fornecido pelo fabricante, leitura gráfica e textual.
• Análise de acidentes.
• Gráfico velocidade x tempo (resolução 1 km/h).
• Cada unidade de km/h = 0,5 mm, no mínimo, no gráfico.
• Tempo deve permitir visualizar 24h em lauda A4.
• Períodos de 5 minutos, com resolução 0,5 mm por segundo.
Cronotacógrafo
• Anexo (Disco
(Disco Diagrama):
Eletrônico):
• Informações:
• Tipo B:
• Quilometragem em forma numérica.
• Cálculo de distância percorrida entre dois pontos de, no máximo, 200 metros a 150 km/h.
• 1 km = 1 mm, no mínimo.
• Data e hora: DD/MM/AA e hh:mm
• Identificação do veículo, condutores, período de condução, do conjunto devem permitir clara
visualização do e não comprometer a legibilidade do gráfico.
PRF x DNIT
• Compete ao DNIT:
• Fiscalização de excesso de peso, respeitadas as competências da ANTT.

• Fiscalização eletrônica de velocidade:


• Redutor eletrônico de velocidade tipo fixo.

• Engenharia de tráfego para implantar novos pontos de redução de


velocidade.
PRF x DNIT
• Compete à PRF:
• Fiscalização por excesso de peso, isoladamente, ou em apoio ao DNIT.

• Fiscalização eletrônica de velocidade:


• Instrumento portátil, móvel, estático e fixo, exceto redutor de velocidade.

• Para instalar equipamento fixo, o DPRF solicitará ao DNIT autorização para


intervenção física na via.
04/98 14/98 24/98 26/98 32/98 36/98
92/99 110/00 160/04 197/06 205/06 210/06
211/06 216/06 227/07 231/07 242/07 253/07
254/07 258/07 268/08 273/08 277/08 289/08
290/08 292/08 349/10 356/10 360/10 371/10
396/11 432/13 441/13 453/13 471/13 508/14
520/15 525/15 552/15 561/15 573/15 598/16
619/16 624/16 643/16 720/17 723/18 735/18
48 RESOLUÇÕES
Atualizações!
360/10: Condutor Estrangeiro
• Condutor oriundo de país estrangeiro (convenções e acordos):
• Nele habilitado.
• Penalmente imputável no Brasil.
• Princípio da Reciprocidade.
• Máx. 180 dias, respeitada a validade.
• Habilitação + Identificação.
• Após 180 dias de estada regular:
• Exames de aptidão física e mental e avaliação psicológica (art. 147 CTB), respeitada a
. sua categoria.
• Mudança de categoria, exames complementares (art. 146 CTB).
• Não obrigatório aos diplomatas ou cônsules de carreira e equiparados.
360/10: Condutor Estrangeiro
• Condutor oriundo de país estrangeiro (convenções e acordos):
• Após 180 dias de estada regular:
• Exames de aptidão física e mental e avaliação psicológica (art. 147 CTB), respeitada a sua
categoria.
• Mudança de categoria, exames complementares (art. 146 CTB).
• Não obrigatório aos diplomatas ou cônsules de carreira e equiparados.
360/10: Condutor Estrangeiro
• Condutor oriundo de país estrangeiro (habilitação não reconhecida):
• Nele habilitado.
• Penalmente imputável no Brasil.
• Troca da habilitação por equivalente nacional (DETRAN)..
• Exames de aptidão física e mental, avaliação psicológica e direção veicular,
respeitada a sua categoria.
360/10: Condutor Estrangeiro
• Cidadão Brasileiro habilitado no exterior, regras anteriores.
• Comprovar que mantinha residência normal por período não inferior a 6
meses quando expedida a habilitação.
• Países fronteiriços , Chile e Equador: Atestado, Declaração ou Certidão da
autoridade consular do Brasil no país.

• Estrangeiro não habilitado: regras brasileiras.


360/10: Condutor Estrangeiro
• Condutor estrangeiro comete infração de trânsito com penalidade
proibição do direito de dirigir:
• Convenção de Viena art. 42:
• Recolher e reter o documento até o fim do prazo de suspensão ou saída do país.
• Comunicar a suspensão à autoridade expedidora.
• Habilitação Internacional: Informar em local próprio que o documento não é mais válido
no país.

• Missão diplomática, consular ou equiparada, medidas tomadas pelo MRE.


360/10: Condutor Estrangeiro
• Habilitação Internacional expedida no Brasil:
• Suspensão ou cassação, recolhimento e apreensão desta, juntamente com a
habilitação nacional, pelo DETRAN.
• Não substitui a CNH.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• 371/10, MBFT I:
• Infrações de competência municipal, incluídas as concorrentes dos órgãos executivos
estaduais de trânsito e rodoviários.
• DENATRAN:
• Atualizar em virtude de norma posterior que implique alteração de procedimentos.
• Estabelecer campos de informações mínimas que devem constar no recibo de recolhimento
de documentos.
• Até 31 de julho de 2014 para adequação.

• 561/15, MBTF II:


• Infrações de competência dos órgãos executivos estaduais de trânsito e rodoviários.
• DENATRAN:
• Atualizar em virtude de norma posterior que implique alteração de procedimentos.
• Até 90 dias para adequação.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Campos:
*sinalização
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Campos:
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Siglas.

• Introdução:
• Fiscalização, ferramenta importante para convivência pacífica.

• Ações de fiscalização influenciam na segurança e fluidez, para mudança de


comportamento através de sanções.

• Agente desenvolve atividades de melhoria da qualidade de vida da população,


atuando como facilitador da mobilidade, norteando-se pelos princípios
constitucionais.

• Objetivo do Manual: uniformizar procedimentos, de forma a orientar os agentes de


trânsito nas ações de fiscalização.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Agente de Autoridade:
• Servidor civil, estatutário ou celetista, ou ainda, pm, designado pela
autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via no âmbito de sua
competência.

• O agente deverá ser credenciado, estar uniformizado (padrão) e no regular


exercício de suas funções.

• Veículo caracterizado.

• O agente, ao constatar o cometimento da infração, lavrará o auto e aplicará as


medidas administrativas cabíveis. (561 ≠ 371)
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Agente de Autoridade:
• Vedada a lavratura de auto por solicitação, exceto em operação de
fiscalização, em que um agente informa ao agente em abordagem. Necessário
convalidar a autuação. (561 ≠ 371)

• Lavratura do AIT é ato vinculado, sem discricionariedade.

• O agente deve priorizar suas ações no sentido de coibir a prática das


infrações, devendo tratar a todos com URBANIDADE e RESPEITO, sem omitir-
se das providências que a lei determina.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Infração:
• Inobservância a qualquer preceito da legislação, às normas do CTB e
regulamentação estabelecida pelo órgão ou entidade executiva de trânsito.
• Infrações classificam-se de acordo com a sua gravidade:
• Natureza gravíssima, 7 pts.
• Natureza grave, 5 pts.
• Natureza média, 4 pts.
• Natureza leve, 3 pts.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Responsabilidade pela infração:
• Proprietário: referente à prévia regularização e formalidades e condições
exigidas para trânsito do veículo, conservação e inalterabilidade das
características, componentes, habilitação legal e compatível de seus
condutores e outras disposições.

• Condutor: Infrações decorrentes de atos praticados na direção do veículo.

• Pessoa física ou jurídica expressamente mencionada: Infração não vinculada


a veículo ou à sua condução.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Responsabilidade pela infração (371/10):
• Embarcador: Transporte de carga com excesso de peso quando for o único
remetente da carga E o peso declarado for inferior ao aferido.

• Transportador: Transporte de carga com excesso de peso quando a carga for


de mais de um embarcador e ultrapassar o PBT.

• Responsabilidade Solidária:
• Proprietário e condutores toda vez que houver responsabilidade solidária, respondendo
cada um pela falta em comum que lhes forem atribuídas.
• Transportador e embarcador pela infração de excesso de peso quando o peso declarado
for superior ao limite legal.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Autuação:
• Ato administrativo formalizado por meio da lavratura do AIT.

• AIT é peça informativa que subsidia a Autoridade de Trânsito na aplicação de


penalidades e sua consistência está na perfeita caracterização da infração.

• Preenchimento conforme art. 280 do CTB e demais normas regulamentares,


com registro dos fatos que fundamentaram a lavratura.

• Quando a infração depender de sinalização específica, esta deverá estar


suficiente e correta, de forma legível e visível. Do contrário, não autua e
comunica à Autoridade. (371/10)
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Autuação:
• Infração que dependa de informações complementares, campo de
observações. (371/10)

• AIT não pode conter rasura, emenda, corretivo ou adulteração. Deverá ter
letra legível, preferencialmente com caneta esferográfica de tinta azul.

• Pode-se utilizar talão eletrônico, conforme regulamentação.

• Somente uma infração por auto e infrações com códigos de mesma raiz,
considera-se somente uma.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Autuação:
• Infrações simultâneas:
• Concorrentes: O cometimento de uma tem como pressuposto o
cometimento de outra.

• Concomitantes: O cometimento de uma não implica o cometimento de


outra, na forma do art. 266 do CTB.

• Estacionamento irregular em que não é possível a remoção, somente um AIT


independentemente do tempo de estacionamento, desde que o mesmo não
se movimente. (371/10)
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Autuação:
• Abordar sempre que possível para constatar a infração, ressalvados casos em
que poderá ser comprovada sem abordagem:
• Possível sem abordagem.
• Mediante abordagem.
• Vide Procedimentos.

• AIT impresso em, no mínimo, duas vias, exceto talão eletrônico. Uma via do
órgão para procedimentos e aplicação das penalidades, outra via para o
condutor, mesmo que não assine.

• Infrações com combinações de veículos, preferencialmente autuar a unidade


tratora, na impossibilidade desta, a unidade tracionada.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Autuação:
• Autuação de veículo estacionado irregularmente, sempre que possível, uma
via no para-brisa ou, em caso de motocicleta e similares, no banco do
condutor. (371/10)
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Medidas Administrativas:
• Caráter complementar, exigidas para a regularização de situações infracionais.
• Em grande parte, de aplicação momentânea.
• Objetivo prioritário impedir a continuidade da prática infracional, garantindo
a proteção à vida e à incolumidade física das pessoas.
• Não se confundem com penalidades.
• Autoridade com circunscrição sobre a via e seus agentes aplicam as medidas,
considerando a necessidade de segurança e fluidez.
• A impossibilidade de aplicação de medida administrativa não invalida a
autuação e nem as penalidades.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Medidas Administrativas:
• Retenção do veículo:
• Imobilização no local da abordagem para a solução de determinada irregularidade.
• Veículo liberado tão logo seja regularizada a situação.
• Impossibilidade de sanar, o veículo pode ser retirado por condutor habilitado, desde que
não ofereça risco, mediante recolhimento do CLA/CRLV, com recibo e prazo de
regularização, após vistoria, restitui-se o documento.
• Não observado o prazo de regularização encaminha-se o documento ao órgão de registro
do veículo.
• Com comprometimento da segurança e/ou condutor sinalizar que não regularizará a
situação, a retenção poderá ser transferida para local mais adequado ou para o depósito.
• Sem condutor habilitado, recolhimento ao depósito.
• Coletivo com passageiros, produto perigoso ou perecível, com segurança, a retenção
pode deixar de ser aplicada.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Medidas Administrativas:
• Remoção do veículo:
• Deslocar o veículo para depósito, com o objetivo de restabelecer as condições de
segurança, fluidez e garantir a boa ordem administrativa, dentre outras.
• A remoção não é medida antecipatória da apreensão.
• Deve ser feita por meio de veículo apropriado, na falta deste, utilizando a própria
capacidade de movimentação do veículo , desde que haja condições de segurança.
• A remoção não ocorrerá se a irregularidade for sanada no local, desde que a operação de
remoção não tenha sido iniciada, ou quando o agente avaliar que a remoção trará ainda
mais prejuízo à segurança/fluidez (só se aplica a veículo licenciado e com condições de
segurança).
• A restituição do veículo só ocorrerá após pagamento das multas, taxas e despesas de
remoção e estada, além de outros encargos previstos.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Medidas Administrativas:
• Recolhimento da habilitação:
• Objetivo imediato, impedir a condução de veículo enquanto perdurar a irregularidade.
• Recolhimento mediante recibo, documento sob custódia do órgão até que o condutor
comprove que a irregularidade foi sanada.
• Não comparecer em até 5 dias da data de cometimento da infração, documento
encaminhado ao órgão executivo de registro.
• Sanada a irregularidade, a restituição do documento se dará sem qualquer outra
exigência.
• O recibo não autoriza a condução do veículo.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Medidas Administrativas:
• Recolhimento do CLA/CRLV:
• Objetivo de garantir que o proprietário promova a regularização da infração constatada.
• Aplicada quando não for sanada a irregularidade em caso de retenção.
• Aplicada quando houver fundada suspeita de inautenticidade ou adulteração, adotadas
as medidas de polícia judiciária.
• Resolução 61/98 CLA=CRLV.
• Recolhimento mediante recibo, sendo uma via entregue ao condutor.
• Após o recolhimento, a autoridade de trânsito do órgão autuador deverá adotar medidas
destinadas ao registro do fato no RENAVAM.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Medidas Administrativas:
• Transbordo (371/10):
• Transbordo do excesso de carga consiste na retirada da carga de um veículo que exceda o
limite de peso ou a CMT, às expensas do proprietário e sem prejuízo da autuação.
• Não sendo possível realizar o transbordo, recolhimento ao depósito, liberado depois de
sanada a irregularidade e o pagamento de despesas.

• Recolhimento de animais nas vias e faixa de domínio (371/10):


• Animais soltos nas vias ou faixa de domínio, objetivo de garantir a segurança dos
usuários, evitando perigo potencial.
• Recolhido para depósito fixado pelo órgão ou, excepcionalmente, para instalações
públicas ou privadas, dedicadas à guarda e preservação de animais.
• Deixa de ocorrer se o responsável, presente no local, se dispuser a retirar o animal.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Medidas Administrativas:
• Transbordo (371/10):
• Transbordo do excesso de carga consiste na retirada da carga de um veículo que exceda o
limite de peso ou a CMT, às expensas do proprietário e sem prejuízo da autuação.
• Não sendo possível realizar o transbordo, recolhimento ao depósito, liberado depois de
sanada a irregularidade e o pagamento de despesas.

• Recolhimento de animais nas vias e faixa de domínio (371/10):


• Animais soltos nas vias ou faixa de domínio, objetivo de garantir a segurança dos
usuários, evitando perigo potencial.
• Recolhido para depósito fixado pelo órgão ou, excepcionalmente, para instalações
públicas ou privadas, dedicadas à guarda e preservação de animais.
• Deixa de ocorrer se o responsável, presente no local, se dispuser a retirar o animal.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Habilitação:
• Porte obrigatório, no original e dentro da validade.
• Não pode estar plastificado para que sua autenticidade possa ser verificada.
• Documentos:
• ACC
• PPD: categorias A-B.
• CNH: cat. A-B-C-D-E.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Habilitação:
• Categoria A:
• Automotores e elétricos de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral.
• Ciclomotor, caso o condutor não possua ACC.

• Categoria B:
• Automotores e elétricos, de quatro rodas, PBT ≤ 3.500 kg e lotação ≤ 8, excluído o
motorista, contemplando combinação de unidade acoplada.
• Motor-casa com peso ≤ 6.000 kg e lotação ≤ 8, excluído o motorista.
• Trator de roda e equipamentos destinados a executar trabalhos agrícolas, quando em via
pública.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Habilitação:
• Categoria C:
• Automotores e elétricos de carga com PBT > 3.500 kg.
• Tratores, máquinas agrícolas e de movimentação de carga, motor-casa, combinações em
que a unidade acoplada tenha PBT < 6.000 kg.
• Categoria B.

• Categoria D:
• Automotores e elétricos de passageiros com lotação > 8, excluído o motorista.
• Escolares independente de lotação.
• Categorias B e C.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Habilitação:
• Categoria E:
• Combinações de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas cat. B, C ou D e:
• Unidade acoplada com PBT ≥ 6.000 kg.
• Lotação exceda 8 lugares.
• Mais de uma unidade tracionada independente de PBT.
• Categorias B, C e D.
371/10 e 561/15: MBFT I e II
• Condutor Estrangeiro:
• Regras da resolução 360/10.

• O condutor de motocicleta, motoneta e ciclomotor, quando desmontado


puxando ou empurrando o veículo nas vias públicas não se equipara a pedestre,
estando sujeito às infrações previstas no CTB.

• Abandono de veículo em via pública, estacionado em local não proibido, não


caracteriza infração, logo não há previsão de remoção.

• A 561/15 se aplica à 371/10 no que couber.

• Recepcionamento tácito de eventual alteração na legislação.


396/11: Medição de Velocidade
• Medição de velocidade desenvolvida:
• Instrumento ou equipamento que registre ou indique a velocidade medida, com ou
sem dispositivo registrador de imagem.

• Fixo: Com registro de imagens, instalado em local definido e caráter permanente.

• Estático: Com registro de imagens, instalado em veículo parado ou suporte.

• Móvel: Instalado em veículo em movimento, procedendo a medição ao longo da via.

• Portátil: Direcionado manualmente para o veículo alvo.


396/11: Medição de Velocidade
• Conceitos:
• Medidor de velocidade.

• Controlador eletrônico de velocidade:


• Medidor destinado a fiscalizar o limite máximo regulamentado para a via por meio de
sinalização (R-19) ou, na ausência, limites do art. 61 do CTB.

• Redutor eletrônico de velocidade (barreira ou lombada eletrônica):


• Medidor de tipo fixo, destinado a fiscalizar redução pontual de velocidade em trechos
considerados críticos, cujo limite é diferenciado do máximo regulamentado para via ou
trecho, em ponto específico indicado por meio de sinalização (R-19)
396/11: Medição de Velocidade
• Medidor com registrador de imagem deve permitir a identificação do veículo e:
• Registrar:
• Placa do veículo.
• Velocidade medida.
• Data e hora da infração.
• Contagem volumétrica de tráfego. (equipamento novo a partir de 01/01/2013)

• Conter:
• Velocidade regulamentada.
• Local da infração de forma descritiva ou codificada.
• Identificação do instrumento, mediante numeração estabelecida pelo órgão.
• Data de verificação (INMETRO). (equipamento novo a partir de 01/01/2013)

• Medidor fixo, a autoridade deve dar publicidade ao código e à numeração, podendo utilizar-se
de sítio na internet.
396/11: Medição de Velocidade
• Medidor de velocidade deverá:
• Ter modelo aprovado pelo INMETRO, atendendo à legislação metrológica e
aos requisitos desta resolução.

• Ser aprovado na verificação metrológica pelo INMETRO ou entidade


delegada.

• Ser verificado obrigatoriamente com periodicidade máxima de 12 meses e,


eventualmente, conforme determina legislação metrológica.
396/11: Medição de Velocidade
• A autoridade com circunscrição determinará a localização, a sinalização, a
instalação e a operação dos medidores de velocidade fixos.

• Não é obrigatória a presença da autoridade ou agente no local quando o


medidor possuir registrador de imagem.

• Para determinar a necessidade de instalação de medidor do tipo fixo, deve


ser realizado estudo técnico que contemple as variáveis mínimas (modelo
A do Anexo I), que comprove a necessidade de controle ou redução de
velocidade no local, garantindo a visibilidade do equipamento.
396/11: Medição de Velocidade
• Para medir a eficácia dos medidores fixos ou sempre que ocorrerem
alterações das variáveis do estudo técnico, deve ser realizado novo estudo
técnico (modelo B do Anexo I), com periodicidade máxima de 12 meses.

• Sempre que os estudos do modelo B constatarem elevado índice de


acidentes ou não comprovarem sua redução significativa, recomenda-se a
adoção de outros procedimentos de engenharia, em conjunto.

• Sob necessidade de remanejamento do equipamento, novo estudo técnico


de modelo A.
396/11: Medição de Velocidade
• Estudos técnicos:
• Disponíveis ao público na sede do órgão.

• Encaminhados às JARI.

• Encaminhados ao DENATRAN e aos CETRAN/CONTRANDIFE, quando


solicitados.
396/11: Medição de Velocidade
• Em local com medidor fixo, os demais só poderão ser utilizados a uma
distância mínima de:
• 500 metros em vias urbanas e trechos de vias rurais com características
urbanas.
• 2 quilômetros em vias rurais e vias de trânsito rápido.

• A notificação de autuação/penalidade deverá conter:


• Velocidade medida.
• Velocidade Considerada.
• Velocidade regulamentada.
396/11: Medição de Velocidade
• Velocidade considerada = velocidade medida + erro máximo admitido
(Anexo III).
• Medida de 27 a 107: - 7km/h
• Medida de 108 em diante: -7% (arredondamento matemático).
108x0,07=7,56121x0,07=8,47122x0,07=8,54150x0,07=10,5

• No caso de infração por velocidade mínima, a velocidade


regulamentada é 50% da máxima.
396/11: Medição de Velocidade
• Fiscalização deve ocorrer em vias sinalizadas (R-19), observado o
MBST – Volume 1, de forma a garantir a segurança e informar a
velocidade máxima.
• Medidor móvel: vias rurais e de trânsito rápido, com R-19 e sem variação de
velocidade em trecho menor que 5 km.

• Medidor portátil e móvel sem registro de imagem: agente informa local de


instalação da R-19*.
396/11: Medição de Velocidade
• Fiscalização deve...
• Medidor fixo, estático ou portátil: distância mínima entre a R-19 e o medidor,
facultada a repetição em distâncias menores:
• V < 80 km/h:
• Urbana: 100 a 300 metros.
• Rural: 300 a 1000 metros.

• V ≥ 80 km/h:
• Urbana: 400 a 500 metros.
• Rural: 1000 a 2000 metros.
396/11: Medição de Velocidade
• Fiscalização deve...
• Fiscalização com R-19, em via com acesso que impossibilite a distância
mínima, acrescida outra R-19, assegurado o conhecimento do limite.

• Redução pontual e temporária de velocidade, por obras ou eventos, com R-


19, respeitadas as distâncias, pode utilizar medidor portátil ou estático com
relatório descritivo da obra ou evento, indicação da sinalização utilizada,
arquivado junto ao órgão e à disposição das JARI, CETRAN, CONTRANDIFE,
CONTRAN.

• Vedada R-19 não fixa, exceto obras ou eventos.


396/11: Medição de Velocidade
• Estradas e Rodovias sem R-19, fiscalização com medidor móvel,
estático ou portátil, desde que observado o art. 61 do CTB.
• Com portátil ou móvel, ausência de sinalização informada no AIT.

• Operação do equipamento visível aos condutores.


396/11: Medição de Velocidade
• Velocidade máxima por tipo de veículo, informação complementar:
• VEÍCULOS LEVES: ciclomotor, motoneta, motocicleta, triciclo, quadriciclo,
automóvel, utilitário, caminhonete e camioneta, com PBT ≤ 3.500 kg.

• VEÍCULOS PESADOS: ônibus, micro-ônibus, caminhão, caminhão trator, trator


de roda e misto, chassi plataforma, motor-casa, reboque, semirreboque e
combinações.

• VEÍCULO LEVE tracionando outro veículo equipara-se a VEÍCULO PESADO.


396/11: Medição de Velocidade
• Admite-se sinalização horizontal complementar.

• Esta resolução não se aplica às infrações do art. 220 do CTB.


432/13: Lei Seca
• Procedimentos na fiscalização do consumo de álcool ou outra
substância psicoativa que determine dependência.

• Essa fiscalização deve ser procedimento operacional rotineiro nos


órgãos.
432/13: Lei Seca
• Confirmação por meio de, pelo menos, um dos seguintes:
• Exame de sangue.

• Exame por laboratório especializado, indicado pelo órgão competente ou pela


Polícia Judiciária, em caso de consumo de substâncias psicoativas.

• Teste por aparelho medidor de teor alcoólico no ar alveolar (etilômetro).

• Verificação de sinais que indiquem alteração da capacidade psicomotora.

• Também poderão ser utilizados: prova testemunhal, imagem, vídeo ou


qualquer outro meio de prova em direito admitido.
432/13: Lei Seca
• Confirmação por meio de, pelo menos, um dos seguintes:
• Na fiscalização, deve-se priorizar o etilômetro.

• Se o condutor apresentar sinais de alteração, ou for comprovado por meio de


etilômetro e houver encaminhamento para exame de sangue ou clínico, não
será necessário aguardar o resultado destes para fins de autuação
administrativa.
432/13: Lei Seca
• Etilômetro:
• Modelo aprovado pelo INMETRO.
• Aprovado em verificação inicial, eventual, em serviço e anual pelo INMETRO
ou órgão da RBMLQ.

• Do resultado, deverá ser considerada margem de tolerância, que é o erro


máximo admissível:
• MR inferior a 0,40 mg/l: 0,032 mg/L (0,34 – 0,032= 0,308 mg/L)
• MR acima de 0,40 até 2,00 mg/L: 8% (0,51 – 8% = 04692 mg/L)
• MR acima de 2,00 mg/L: 30% (2,01 – 30%= 1,407 mg/L)
432/13: Lei Seca
• Sinais de alteração:
• Exame clínico com laudo conclusivo e firmado por médico perito.
• Constatação, pelo agente, dos sinais de alteração (Anexo II):
• Quanto à aparência.
• Quanto à atitude.
• Quanto à orientação.
• Quanto à memória.
• Quanto à capacidade motora e verbal.

• A constatação deverá considerar, não somente um sinal, mas um conjunto de


sinais.
• Os sinais deverão ser descritos no AIT ou em termo específico, que deverá
acompanhar o auto.
432/13: Lei Seca
• Infração administrativa:
• Exame de sangue que apresente qualquer concentração de álcool.
• Teste de etilômetro com medição igual ou superior a 0,05 mg/L.
• Sinais de alteração da capacidade.

• Serão aplicadas as penalidades e medidas previstas no art. 165 do CTB ao


condutor que se recusar a submeter-se a qualquer dos procedimentos, sem
prejuízo da incidência do crime, art. 306 do CTB, caso o condutor apresente
os sinais de alteração.
432/13: Lei Seca
• Crime:
• Exame de sangue com resultado superior a 6 dg/L.

• Etilômetro com Medição Realizada igual ou superior a 0,34 mg/L.

• Exames por laboratório especializado.

• Sinais de alteração da capacidade.

• O crime não elide a infração.

• Configurado o crime, o condutor e testemunhas serão encaminhados à Policia


Judiciária, com os elementos probatórios.
432/13: Lei Seca
• AIT:
• Exame de sangue, clínico ou de laboratório: referência.

• Sinais de alteração da capacidade: os sinais ou referência ao termo específico.

• Etilômetro: marca, modelo, nº de série, nº do teste, MR, VC, LR em mg/L.

• E identificação das testemunhas, se houve foto, vídeo ou prova


complementar, se houve recusa, dentre outras.

• Documentos gerados e resultado dos exames deverão ser anexados ao auto.


432/13: Lei Seca
• Medidas Administrativas:
• Retenção do veículo até apresentação de condutor habilitado, este deve ser
submetido à fiscalização.

• Recolhimento da habilitação e custódia no órgão até que o condutor


comprove que não está mais com a capacidade alterada.
432/13: Lei Seca
• É obrigatório o exame de alcoolemia para as vítimas fatais de
acidentes de trânsito.

• Convalidados os atos praticados na vigência da deliberação 133/12 do


CONTRAN, em que admitia margem de tolerância de 0,10 mg/L.
441/13: Sólidos a granel
• Sólido a Granel:
• Carga sólida fracionada, fragmentada ou em grão, transformada ou in natura, transportada
diretamente na carroceria, sem estar acondicionada em embalagem.

• Transporte de sólidos a granel em veículos de carroceria aberta:


• Veículos com carroceria de guarda laterais fechadas.
• Veículos com carroceria de guardas laterais dotadas de tela metálica com malhas de
dimensões que impeçam o derramamento de fragmentos.

• Cargas totalmente cobertas por lonas ou similares:


• Possibilidade de acionamento manual, mecânico ou automático.
• Devidamente ancorados.
• Cobrir totalmente a carga de forma eficaz e segura.
• Bom estado de conservação.
441/13: Sólidos a granel
• A lona não poderá prejudicar a eficiência dos demais equipamentos
obrigatórios.

• A carga não poderá exceder os limites da carroceria.

• A resolução não se aplica ao transporte de cargas com


regulamentação específica.
441/13: Sólidos a granel
• Cana-de-açúcar: uso de lona, cordas ou dispositivo similar a partir de
1º de junho de 2017.

• A utilização de cordas fica restrita à cana inteira, medindo entre 1,5 e


3, 0 metros, com distância máxima de 1,5 metros, impedindo o
derramamento da carga.
441/13: Sólidos a granel
• Infrações:
• Art. 230, IX ou X do CTB.

• Art. 235: carga ultrapassando os limites da carroceria, mas sem ultrapassar as


dimensões da res. 210/06.

• Art. 231, IV: carga ultrapassando as dimensões da res. 210/06.

• Art. 231, II do CTB.


(CESPE/PRF/PRF/2004) Acerca das resoluções do CONTRAN, julgue os
itens que se seguem.
A comprovação de que o condutor de um veículo automotor encontra-
se impedido de dirigi-lo, sob suspeita de ter utilizado substância
entorpecente, poderá ocorrer mediante exame clínico realizado por
policial rodoviário federal.
Juan, que tem 25 anos de idade, é espanhol e, na Espanha, encontra-se
devidamente habilitado para dirigir veículos. Está em viagem de
turismo pelo Brasil e, ao tentar alugar um veículo, a locadora solicitou
um documento que comprove sua habilitação como condutor de
veículos automotores.
(CESPE/DETRAN-DF/AUXILIAR/2009) Diante dessa situação hipotética e
com base no que dispõe as resoluções do CONTRAN, julgue os itens
que se seguem.
Se Juan for detentor de habilitação não-reconhecida pelo governo
brasileiro, poderá dirigir no território nacional mediante a troca da sua
habilitação de origem pela equivalente nacional, junto ao órgão ou
entidade executiva de trânsito dos estados ou do DF, desde que seja
aprovado nos exames de aptidão física e mental e nas avaliações
psicológica e de direção veicular, respeitada a sua categoria.
(CESPE/DETRAN-DF/AUXILIAR/2009) Diante dessa situação hipotética e
com base no que dispõe as resoluções do CONTRAN, julgue os itens
que se seguem.
Se houver reciprocidade entre Brasil e Espanha, Juan pode utilizar sua
própria carteira de habilitação espanhola, pelo prazo máximo de 180
dias, respeitada a validade dessa habilitação, a qual deverá estar
acompanhada de tradução juramentada e do seu documento de
identificação, não havendo necessidade de qualquer registro junto ao
órgão ou entidade executivo de trânsito dos estados ou do DF.
(UECE-CEV/DETRAN-CE/VISTORIADOR/2018) Com fulcro na resolução
nº 371/2010 do CONTRAN, atualizar o Manual Brasileiro de Fiscalização
de Trânsito – MBFT–, em virtude de norma posterior que implique a
necessidade de alteração de seus procedimentos, compete
A) à Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT.
B) ao órgão máximo executivo de trânsito da União.
C) ao órgão máximo executivo rodoviário da União.
D) aos Conselhos Estaduais de Trânsito – CETRAN – e ao Conselho de
Trânsito do Distrito Federal – CONTRANDIFE–, cada um no âmbito de
sua atuação.
(VUNESP/DETRAN-SP/AGENTE DE TRÂNSITO/2013) Para aferição da alcoolemia na
caracterização da infração administrativa do art. 165 do CTB, a resolução CONTRAN 432/2013
estabelece os seguintes critérios:
A) exame de sangue com qualquer concentração de álcool e sinais de alteração da capacidade
psicomotora.
B) teste do etilômetro com medição igual ou superior a 0,05 miligrama (0,05 mg/L) de álcool
por litro de ar expirado ou exame de sangue com concentração igual ou superior a 6
decigramas (6 dg/L) de álcool por litro de sangue.
C) teste do etilômetro com medição igual ou superior a 0,05 miligrama (0,05 mg/L) de álcool
por litro de ar expirado mais sinais de alteração da capacidade psicomotora.
D) exame de sangue com qualquer concentração de álcool ou teste do etilômetro com
medição igual ou superior a 0,05 miligrama (0,05 mg/L) de álcool por litro de ar expirado ou
sinais de alteração da capacidade psicomotora.
E) teste do etilômetro com medição igual ou superior a 0,10 miligrama (0,10 mg/L) de álcool
por litro de ar expirado mais sinais de alteração da capacidade psicomotora.
(FUNCAB/SEFAZ-BA/AGENTE DE TRÂNSITO E TRANSPORTE/2014) Considerando o
que consta no Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, analise as
afirmações a seguir e marque (V) para as Verdadeiras e (F) para as Falsas.
( ) condutor e passageiro sem usar o cinto de segurança, não lavrar o auto de
infração com o código 518-51 e descrever no campo 'Observações' a situação
constatada (condutor e passageiro sem usar o cinto de segurança).
( ) condutor e passageiro sem usar o cinto de segurança, lavrar dois autos de
infração com o código 518-51 e descrever no campo 'Observações' de cada auto
a situação constatada (condutor e passageiro sem usar o cinto de segurança).
( ) condutor e passageiro sem usar o cinto de segurança, lavrar somente o auto
de infração com o código 518-51 e descrever no campo 'Observações' a situação
constatada (condutor e passageiro sem usar o cinto de segurança).
(FUNCAB/SEFAZ-BA/AGENTE DE TRÂNSITO E TRANSPORTE/2014) Segundo o
Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, Volume I, quando a configuração
de uma infração depender da existência de sinalização específica, esta deverá
revelar-se suficiente e corretamente implantada de forma legível e visível. Caso
contrário, o agente:
A) Não deverá lavrar o AIT, comunicando à Autoridade de Trânsito, com
circunscrição sobre a via, a irregularidade observada;
B) Deverá lavrar o AIT, comunicando à Autoridade de Trânsito, com circunscrição
sobre a via, a irregularidade observada;
C) Não deverá lavrar o AIT, comunicando aos outros agentes e ao CONTRAN;
D) Deverá lavrar o AIT, desde que a sinalização seja suficiente para que o
condutor infrator esteja informado da conduta adequada.
(IDECAN/DETRAN-RO/AGENTE DE TRÂNSITO/2014) A confirmação da alteração da
capacidade psicomotora em razão da influência de álcool ou de outra substância
psicoativa que determine dependência dar-se-á por meio de, pelo menos, um dos
seguintes procedimentos a serem realizados no condutor de veículo automotor:
I. exame de sangue;
II. exames realizados por laboratórios especializados, indicados pelo órgão ou
entidade de trânsito competente ou pela Polícia Judiciária, em caso de consumo
de outras substâncias psicoativas que determinem dependência;
III. teste em aparelho destinado à medição do teor alcoólico no ar alveolar
(etilômetro);
IV. verificação dos sinais que indiquem a alteração da capacidade psicomotora do
condutor.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN,
julgue o item que se segue.
A fiscalização de velocidade por meio do dispositivo portátil que
registre imagem dispensará a presença da autoridade de trânsito ou de
seu agente.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN,
julgue o item que se segue.
A fiscalização de velocidade com o uso de dispositivo móvel em via de
trânsito rápido poderá ser feita sem a presença de sinalização
regulamentar de velocidade máxima (R-19), respeitado o limite
previsto no CTB.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN,
julgue o item que se segue.
Situação Hipotética: Um policial rodoviário federal foi designado para
fiscalizar a velocidade dos veículos na rodovia por meio de medidor
portátil. Encontrou um local em que conseguia ficar disfarçado entre a
vegetação, 1.000 metros após uma placa regulamentar de velocidade
(R-19). Assertiva: Nessas condições, o auto de infração lavrado pelo
policial não terá validade, pois a operação com dispositivo portátil tem
que estar visível para os condutores.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN,
julgue o item que se segue.
Situação Hipotética: Um policial rodoviário federal foi designado para
fiscalizar a velocidade dos veículos na rodovia por meio de medidor
portátil. Encontrou um local em que conseguia ficar disfarçado entre a
vegetação, 1.000 metros após uma placa regulamentar de velocidade
(R-19). Assertiva: Considerando que 500 metros à frente, havia um
medidor de velocidade do tipo fixo, o policial não pode realizar a
fiscalização neste ponto.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no
CTB, julgue o item que se segue.
No transporte de cana-de-açúcar, o uso de cordas e lona deve respeitar
um tamanho mínimo dos pedaços.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no
CTB, julgue o item que se segue.
Situação hipotética: Um policial rodoviário federal, em fiscalização de
rotina, aborda um caminhão de carroceria aberta, com guardas laterais
fechadas, e observa que havia, cobrindo a parte superior, uma lona
com alguns pequenos rasgos, de cerca de 30 a 40 cm de comprimento.
Ao analisar a carga, percebe que estava sendo transportado farelo de
soja ensacado em sacas de 50 kg. Assertiva: Nessas condições, não há
que se falar em infração de trânsito.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no
CTB, julgue o item que se segue.
Situação hipotética: Um policial rodoviário federal, em fiscalização de
rotina, aborda um caminhão de carroceria aberta, com guardas laterais
fechadas, e observa que havia, cobrindo a parte superior, uma lona
com alguns pequenos rasgos, de cerca de 30 a 40 cm de comprimento.
Ao analisar a carga, percebe que estava sendo transportado farelo de
soja ensacado em sacas de 50 kg. Assertiva: Caso a lona esteja
cobrindo parte da placa traseira do veículo, a infração, neste caso, será
do art. 230, X do CTB, referente a equipamento obrigatório em
desacordo com o CONTRAN.
04/98 14/98 24/98 26/98 32/98 36/98
92/99 110/00 160/04 197/06 205/06 210/06
211/06 216/06 227/07 231/07 242/07 253/07
254/07 258/07 268/08 273/08 277/08 289/08
290/08 292/08 349/10 356/10 360/10 371/10
396/11 432/13 441/13 453/13 471/13 508/14
520/15 525/15 552/15 561/15 573/15 598/16
619/16 624/16 643/16 720/17 723/18 735/18
48 RESOLUÇÕES
Atualizações!
453/13: Capacete
• Obrigatório: 2 ou 3 rodas e quadriciclo motorizados, condutor e passageiro.
• Afixado à cabeça por cinta jugular e engate.

• Certificado por organismo acreditado pelo INMETRO. Numeração superior


a 64 dispensado quando adquirido por pessoa física no exterior.

• Fiscalização:
• Certificado e selo ou etiqueta do INMETRO.
• Afixado.
• Dispositivo retrorrefletivo nas laterais e traseira.
• Estado geral.
453/13: Capacete
• Capacete com viseira ou óculos de proteção.
• Óculos de proteção: Permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos
corretivo ou de sol.

• Proibido: óculos de sol, corretivo ou EPI, em substituição.

• Veículo em circulação a viseira ou óculos deverá dar proteção total aos olhos.
• Imobilizado: viseira totalmente aberta.
• Em movimento, pequena abertura.
• Capacete modular, queixeira abaixada e travada.
453/13: Capacete
• Capacete com viseira ou óculos de proteção.
• Período noturno: viseira padrão cristal.
• Diurno: fumê light, fumê e metalizada, com dizeres USO EXCLUSIVO DIURNO
podendo ter outro idioma em conjunto DAY TIME USE ONLY.
• Proibida a aposição de película na viseira e nos óculos.

• Infração:
• Art. 230, X: fora das especificações.
• Art. 169: Viseira ou óculos em desacordo e capacete não afixado.
• Art. 244, I e II: sem capacete, fora da cabeça, capacete indevido.
453/13: Capacete
• Anexo:
471/13: Videomonitoramento
• Sistema de videomonitoramento para fiscalização:
• Art. 280 § 2º do CTB.

• A autoridade ou agente, por meio de fiscalização remota poderá


autuar condutores e veículos.
• Detecção “online”.

• Campo “observação”.

• Via devidamente sinalizada para este fim.


508/14: Pau de Arara
• Autorização eventual e a título precário, circulação de veículo de
carga ou misto com passageiros no compartimento de cargas.

• Autorização expedida pelo órgão com circunscrição:


• Não pode passar de 12 meses (art. 108 do CTB).

• Mais de uma via com autoridades distintas, mais de uma autorização.

• Local e origem dentro do mesmo município ou limítrofes.

• Quando não houver linha regular de ônibus.


508/14: Pau de Arara
• Veículos adaptados com:
• Bancos suficientes para todos os passageiros, com espuma e cinto de segurança, fixados na
carroceria.

• Carroceria com cobertura, barra de apoio, proteção lateral rígida, 2,10 m de altura livre, material
de qualidade e resistente, que evite o esmagamento e projeção de pessoas em acidente.

• Escada com corrimão.

• Cabine e carroceria com ventilação e comunicação do passageiro com o motorista.

• Compartimento resistente e fixo para ferramentas e materiais, no transporte de trabalhadores.

• Sinalização luminosa de veículo de utilidade (art. 29, VIII e res. 268/08) em transporte de serviço
de obras na via.
508/14: Pau de Arara
• Veículo só circula com CSV expedido por ITL e vistoriado por autoridade
concedente da autorização.

• Autoridade declara não existência de linha regular de ônibus, estabelece


no documento de autorização:
• Identificação do órgão e da autoridade.
• Marca, modelo, espécie, ano, placa e UF do veículo.
• Proprietário.
• Número de passageiros.
• Local de origem e destino.
• Itinerário.
• Validade da autorização.
508/14: Pau de Arara
• Lotação:
• 35 dm2 de espaço útil da carroceria por pessoa, incluído o cobrador, se
houver.

• Contagem da lotação, compartimento de carga + compartimento de


passageiros.

• A Autorização é de porte obrigatório.


508/14: Pau de Arara
• Vedado:
• Transportar criança com idade inferior a 10 anos.

• Transportar passageiro em pé.

• Transportar carga no ambiente de passageiros.

• Utilizar veículo basculante e boiadeiro.

• Utilizar combinação de veículos.

• Transportar passageiros nas partes externas.


508/14: Pau de Arara
• Condutor:
• Categoria B, C ou D, conforme o veículo.

• Na D, deve ter curso especializado.

• Autoridade com circunscrição autoriza e fiscaliza.


508/14: Pau de Arara
• Infrações:
• Art. 230, II: sem autorização ou vencida, fora do itinerário, veículo não
adaptado, veículo incompatível e passageiro em pé.

• Art. 231, VII: passageiros excedentes.

• Art. 168: menor de 10 anos.

• Art. 232: Sem curso especializado e sem portar a autorização.

• Art. 235: passageiro, carga ou animal na parte externa.


520/15: Dimensões excedentes
• Requisitos mínimos para circulação de veículos com dimensões
excedentes.

• Atualização 702/17, seria 01/01/2018, mas 768/18: 01/01/2020.

• Dimensões superiores à 210/06, com AET da autoridade com


circunscrição.
520/15: Dimensões excedentes
• AET, validade máxima 1 ano:
• Identificação do órgão emissor.
• Número de identificação.
• Identificação e características dos veículos.
• Peso e dimensões autorizadas.
• Prazo de validade.
• Percurso.
• Identificação (carga indivisível).
520/15: Dimensões excedentes
• Autoridade poderá exigir:
• A indicação de um engenheiro como responsável técnico.
• Medidas preventivas de segurança, incluindo escolta especializada
(regulamentação própria).

• A AET não exime o condutor/proprietário de danos causados.


520/15: Dimensões excedentes
• Sinalização especial de advertência:
• Condições de visibilidade e leitura.
• Não são permitidas informações além das previstas.
• Veículos com rampa, advertência seccionada (bipartida).
• Placa em desacordo, 90 dias (29/01/2015).
• Secção não poderá atrapalhar a leitura.

• Veículos com sistema de portas traseiras, sinalização bipartida, espaçamento


igual à largura da moldura das portas, sem comprometer a sinalização.
520/15: Dimensões excedentes
• CVC, CTV e CTVP devem observar o previsto para sinalização e demais
requisitos da res. 211/06.
520/15: Dimensões excedentes
• CVC, CTV e CTVP devem observar o previsto para sinalização e demais
requisitos da res. 211/06.

• Placas:
• Madeira ou metálica.
• Faixas inclinadas, 45°
• Bipartida, espaçamento padrão, máx. 5 cm.
520/15: Dimensões excedentes
520/15: Dimensões excedentes
• Infrações:
• Art. 187: restrição de tráfego na via para as dimensões (não na AET).

• Art. 231, IV: dimensões superiores sem AET ou AET em desacordo com a res.

• Art. 231, VI: veículo em desacordo com a AET.

• Art. 232: não portar AET.

• Art. 235: carga excede veículo, mas não res. 210/06.

• Art. 237: Sem sinalização especial ou em desacordo com a res.


525/15: Tempo de direção
• Procedimentos para a fiscalização do tempo de direção e descanso do
motorista profissional.
• Veículos escolares.
• Veículos de passageiros com mais de 10 lugares.
• De carga com PBT superior a 4.536 kg.

• Definições (dentre outras):


• Ficha de trabalho do autônomo: controle de tempo de direção e intervalo de
descanso do motorista autônomo. Deve sempre acompanhá-lo no exercício
da profissão.
525/15: Tempo de direção
• Fiscalização/Controle por meio de:
• Análise do disco ou fita diagrama do registrador instantâneo e inalterável de
velocidade e tempo, ou outros meios eletrônicos idôneos instalados (funcionamento
independente).

• Diário de bordo, papeleta ou fixa de trabalho externo, fornecida pelo empregador.*

• Ficha de trabalho do autônomo (porte obrigatório das últimas 24h).*

*Somente quando impossível por meio do tacógrafo.


*Espaço no verso ou anverso para registro pelo agente (nome, matrícula, data, hora,
local e AIT).
525/15: Tempo de direção
• Fiscalização com tacógrafo:
• Erro de 2 minutos a cada 24 horas.
• Erro de 10 minutos a cada 7 dias.

• Documentos com carimbo e assinatura do representante da empresa:


• Autorização de transporte prevista na LC 121/2006 (prevenção de roubo e
furto de veículos de cargas).
525/15: Tempo de direção
• Condições (CTB):
• Vedado dirigir por mais de 5h30 ininterruptas.

• Transporte de carga: 30 minutos de descanso a cada 6h, facultado o fracionamento.

• Transporte rodoviário de passageiros: 30 minutos de descanso a cada 4h, facultado o


fracionamento.

• Excepcionalmente: Inobservância justificada do tempo pelo período necessário para


chegar a local que ofereça segurança e atendimento, desde que não comprometa a
segurança.

• 11 horas de descanso a cada 24h, facultado o fracionamento, usufruído no interior


do veículo, coincidindo com os intervalos anteriores, MAS, no primeiro período, 8h
ininterruptas.
525/15: Tempo de direção
• Início da viagem, partida, com ou sem carga, do ponto inicial. Outras
saídas, continuação.

• Inicio de viagem somente após cumprido descanso de 11/24h.

• Ninguém ordenará o motorista a serviço (mesmo subcontratado) que


não observe o descanso.

• Descanso poderá ser em cabine leito ou poltrona leito.


525/15: Tempo de direção
• Descanso com veículo parado, salvo com dois motoristas.
• Mínimo de 6 horas consecutivas fora do veículo ou, na cabine leito, com o
veículo estacionado, a cada 72 horas.

• O motorista deve controlar e registrar o tempo de condução, guardar


e preservar as informações.
• Sujeito à infração do art. 230, XXIII do CTB.

• Descanso obrigatório produz efeito a partir da data de publicação dos locais


de descanso para o trecho.
525/15: Tempo de direção
• Art. 235-E da CLT, para o transporte de passageiros:
• Fracionamento do intervalo em períodos de, no mínimo, 5 minutos.
• 1 hora para refeição, podendo ser fracionada em 2 períodos e coincidir com o
descanso do CTB, exceto art. 71 § 5º da CLT (motorista rodoviário de
passageiros, entre o fim da primeira hora e o começo da última, mediante
convenção ou acordo coletivo de trabalho).

• Órgão com circunscrição sobre a via fiscaliza.


525/15: Tempo de direção
• Medida administrativa de retenção pela infração:
• Não observação do período de 30 minutos.

• Não observação do período de 11 horas.


• Pode ser feita em depósito (art. 270 $ 4º do CTB).

• Havendo local de descanso próximo, recolhe CRLV.

• Não se aplica se houver condutor habilitado e descansado.

• A critério do agente não retém coletivo de passageiros, perecível e produtos


perigosos.
525/15: Tempo de direção
• Art. 230, XXIII do CTB também se aplica se não apresentar os meios
de fiscalização.

• Pode Concedente também pode estabelecer outras exigências para o


transporte de passageiros.

• Informação de pontos de parada na via em sites (autoridade com


circunscrição). (art. 11 da Lei 13.103/15)

• Ponto de parada com placa indicativa de serviços auxiliares.


525/15: Tempo de direção
• Descanso obrigatório produz efeito a partir da data de publicação dos
locais de descanso para o trecho.
552/15: Amarração de Carga
• Requisitos mínimos para transporte de carga em veículo de carga.
• Veículos especiais e mistos no transporte de carga.

• Não se aplica ao transporte de carga que tenha regulamentação


específica ou com sistema específico de contenção.

• Cargas amarradas, ancoradas e acondicionadas no compartimento de


carga ou superfície de carregamento.
• Prevenir movimentos relativos durante a operação: manobras bruscas,
solavancos, curvas, frenagens ou desacelerações repentinas.
552/15: Amarração de Carga
• Dispositivos: Cintas têxteis, correntes, cabos.
• Resistência à ruptura por tração de 2x o peso da carga (mínimo).
• Bom estado de conservação.
• Mecanismo de tensionamento, quando aplicável, verificável e reapertável
manual ou automaticamente, durante o trajeto (responsabilidade do
condutor).

• Dispositivos adicionais: barras, trilhos, malhas, redes, calços, mantas


de atrito, separadores, bloqueadores, protetores, etc.

• Pontos de amarração adequados e suficientes.


552/15: Amarração de Carga
• Proibido o uso de cordas.
• Permitido apenas para fixação da lona de cobertura, quando exigível.

• Carrocerias de madeira:
• Novas, madeira de alta densidade e alta resistência com fixadores metálicos
de perfil U que comprovadamente resistam às forças solicitadas (Anexo).
• Guardas laterais e piso não são pontos de fixação se os pontos de amarração não
estiverem em contato com travessas ou o chassi.

• Veículos em circulação, adicionados perfis metálicos em L ou U nos pontos de


fixação, fixados nas travessas por parafuso.
552/15: Amarração de Carga
552/15: Amarração de Carga
• Sem pontos de amarração adequados, ou em número suficiente,
pode fixar os dispositivos no chassi do veículo.

• Veículo prancha, carroceria aberta, transportando equipamentos,


máquinas, veículos ou carga fracionada:
• Cada unidade de carga amarrada com corrente, cinta, cabos ou combinações.
• Ancoragem nos pontos da estrutura metálica/chassi, em pelo menos 4
terminais.
552/15: Amarração de Carga
• Carroceria aberta com guarda lateral rebatível:
552/15: Amarração de Carga
• Carga que não ocupa toda a carroceria no sentido longitudinal:
552/15: Amarração de Carga
• Painel frontal como batente:
• Resistência suficiente para absorver os esforços.
• Proibido ultrapassar a altura do painel, com a possiblidade de deslizamento
da parte superior.
552/15: Amarração de Carga
• Baú lonado:
• Lonas laterais não são consideradas contenção, devendo existir pontos de
amarração.

• Carroceria inteiramente fechada:


• Paredes são consideradas estrutura de contenção.
• Pontos internos de amarração opcionais.

• Pontos de amarração:
• Novos a partir de 01/01/2017.
• Anteriores a partir de 01/01/2018.
552/15: Amarração de Carga
• Infrações:
• Art. 169: dispositivos não tensionados.

• Art. 230 IX e X.

• Art. 235: carga ultrapassando a altura do painel frontal, com chance de


deslizamento.

• Art. 237: ausência de placa/adesivo do fabricante dos pontos de amarração.


552/15: Amarração de Carga
• Anexo:
• Número de pontos de amarração:
• 4 (dois de cada lado), comprimento efetivo da área de carga até 2.200 mm.
• 6, comprimento efetivo da área de carga superior a 2.200 mm.

• Distância entre pontos adjacentes até 1.200 mm.


• Sobre os eixos, o mais próximo a 1.200 mm, não superior a 1.500 mm.
• Distância desde as paredes frontal e traseira até 500 mm.
• Distância entre as paredes laterais, menor possível, não superior a 250 mm.

• Deve ser considerado o PBT também.


552/15: Amarração de Carga
• Anexo:
• Número de pontos de amarração:
• Deve ser considerado o PBT também.
• Superior a 12 toneladas: X=1,5P/20
• Superior a 7,5 t, até 12 t: X=1,5P/10
• Superior a 3,5 t, até 7,5 t: X=1,5P/8
• P = Força de Inércia em kN, da carga útil máxima (Lotação).

PBT: 45.000 kg.


Tara: 17.000 kg.
L: 28.000 kg.
g: 10 m/s²
552/15: Amarração de Carga
• Anexo:
• Placa ou adesivo de identificação:
• Nome e CNPJ do fabricante.
• Frase: Veículo com pontos de ancoragem para amarração de carga de acordo com a
Resolução CONTRAN nº: 552, de 17 de setembro de 2015.
• Em local visível.
573/15: Quadriciclos
• Requisitos de circulação para quadriciclos nacionais ou importados.
• Veículos novos, código marca/modelo/versão e CAT, conforme portaria do
DENATRAN (190/09) para registro e licenciamento.
• Fabricados antes da entrada em vigor, também.

• Quadriciclo:
• Veículo automotor, estrutura mecânica semelhante a motocicletas, eixo
dianteiro e traseiro, quatro rodas.
• Massa em ordem de marcha 400 kg, ou 550 kg se for de carga, excluídas as
baterias se for elétrico.
• Potência máxima 15 kW.
573/15: Quadriciclos
• Quadriciclo:
• Veículo automotor elétrico com cabine fechada.

• Requisitos de segurança = triciclos e, ainda:


• Quadriciclos de carroceria aberta:
• Comando do sistema através de guidom.
• Assentos para condução e passageiro na posição montada.
• Eixo de tração com dispositivo que permita as rodas girarem com velocidades angulares
diferentes.
• Pneus de alta pressão, com banda de rodagem para pavimento (INMETRO).
• Sistema de suspensão independente para cada roda.
• Freios em cada roda, de acordo com a norma.
• Equipamentos obrigatórios (res. 14/98).
573/15: Quadriciclos
• Requisitos de segurança = triciclos e, ainda:
• Quadriciclos de carroceria fechada:
• Comando do sistema através de volante.
• Assentos para condução e passageiro na posição sentada.
• Eixo de tração com dispositivo que permita as rodas girarem com velocidades angulares
diferentes.
• Pneus de alta pressão, com banda de rodagem para pavimento (INMETRO).
• Sistema de suspensão independente para cada roda.
• Freios em cada roda, de acordo com a norma.
• Equipamentos obrigatórios (res. 14/98).
• Cinto de segurança de três ou quatro pontos.
• Apoio de cabeça.
• Air bag frontal.
573/15: Quadriciclos
• Circulação em vias públicas:
• Placa traseira com dimensões idênticas à motocicleta.
• Lanterna de marcha à ré na cor branca quando o veículo permitir este
deslocamento.
• Transporte de passageiro maior de 7 anos.
• Circulação restrita às vias urbanas.

• Requisitos para condução:


• Capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção.
• Habilitação categoria B.
573/15: Quadriciclos
• Identificação por VIN de acordo com a norma.

• Proibido:
• Cabine fechada além do previsto.
• Transformar outro veículo em quadriciclo.
• Circulação em via pública sem homologação.

• Quadriciclo elétrico de cabine fechada dispensa ABS.


(CESPE/CAMARA DOS DEPUTADOS/CONSULTOR/2014) De acordo com resolução do CONTRAN, o
condutor e o passageiro de motocicleta, para circular na via pública, deverão utilizar capacete com
viseira ou, na ausência desta, óculos de proteção em boas condições de uso. Ainda de acordo com a
mesma resolução, é proibido o uso de óculos de segurança do trabalho (equipamento de proteção
individual) de forma singular, em substituição aos óculos de proteção.
(CESPE/CAMARA DOS DEPUTADOS/CONSULTOR/2014) Nas vias devidamente sinalizadas para esse
fim, o agente da autoridade de trânsito poderá, no exercício da fiscalização remota por meio de
sistemas de videomonitoramento, autuar condutores e veículos, cujas infrações por
descumprimento das normas gerais de circulação e conduta sejam detectadas online pelos
referidos sistemas.
(CESPE/PRF/PRF/2004) Considere a seguinte situação hipotética. Um indivíduo conduzia um
quadriciclo motorizado e portava o capacete de segurança, com viseira, afixado na lateral do
veículo. Nessa situação, o condutor não perpetrou nenhuma infração de trânsito, eis que portava o
capacete obrigatório consigo.
(UECE-CEV/DETRAN-CE/AGENTE DE TRÂNSITO/2018) No que concerne ao uso do capacete
motociclístico, segundo a Resolução nº 453/2013 – CONTRAN, é correto afirmar que NÃO constitui
um item de fiscalização, por parte das autoridades de trânsito ou seus agentes, observar
A) se o capacete motociclístico utilizado é certificado pelo INMETRO.
B) o estado geral do capacete, buscando avarias ou danos que identifiquem a sua inadequação para
o uso.
C) se o capacete pertence ao proprietário do veículo.
D) a aposição de dispositivo retrorrefletivo de segurança nas partes laterais e traseira do capacete
motociclístico.
(UECE-CEV/DETRAN-CE/AGENTE DE TRÂNSITO/2018) Sobre a fiscalização de trânsito por intermédio
de videomonitoramento em estradas e rodovias, Resolução nº 471/2013 – CONTRAN, é correto
afirmar que
A) a autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, exercendo a fiscalização remota por meio de
sistemas de videomonitoramento, poderão autuar condutores e veículos, cujas infrações por
descumprimento das normas gerais de circulação e conduta tenham sido detectadas “online” por
esses sistemas.
B) a fiscalização de trânsito mediante sistema de videomonitoramento está regida pelas mesmas
normas que a fiscalização por “radares” de velocidade, por isso não necessita que as vias estejam
devidamente sinalizadas para esse fim.
C) a autoridade ou o agente da autoridade de trânsito, responsável pela lavratura do auto de
infração, só precisa informar no campo “observação”, no caso de cometimento de infração de
natureza grave ou gravíssima.
D) o agente ou a autoridade de trânsito, responsável pela lavratura do auto de infração, podem
realizar a fiscalização que trata esta resolução, na forma de “gravação”, ou seja, revisando os vídeos
captados pelo sistema, mas que não ultrapassem o prazo de 24 (vinte e quatro) horas do início da
captação.
(UECE-CEV/DETRAN-CE/AGENTE DE TRÂNSITO/2018) Acerca dos requisitos de segurança para a
circulação, a título precário, de veículo de carga ou misto transportando passageiros no
compartimento de cargas, Resolução nº 508/2014 – CONTRAN, é vedado
A) transportar passageiros sentados.
B) transportar cargas em ambiente diferente dos passageiros.
C) utilizar veículos de carga tipo basculante e boiadeiro.
D) transportar passageiros nas partes internas.
(UECE-CEV/DETRAN-CE/AGENTE DE TRÂNSITO/2018) O CONTRAN regulamentou a utilização de
veículos quadriciclos por meio da Resolução nº 573/2015, que estabelece os requisitos de
segurança e circulação desses veículos automotores.
Considerando essa resolução, atente à seguinte proposição:
Devem ser observados os seguintes requisitos para a circulação de quadriciclos nas vias públicas:
I. placas de identificação traseira, com dimensões idênticas às de motocicleta e que atendam à
legislação vigente;

II. lanterna de marcha à ré na cor branca quando o veículo permitir este tipo de deslocamento;

III. transporte apenas de passageiro maior de 7 anos;

IV. circulação restrita às vias urbanas, sendo proibida sua circulação em rodovias federais, estaduais
e do Distrito Federal.
(UECE-CEV/DETRAN-CE/AGENTE DE TRÂNSITO/2018) Considerando as normas elencadas pela Resolução
nº 508/2014 do CONTRAN, que dispõe sobre os requisitos de segurança para a circulação, a título
precário, de veículo de carga ou misto transportando passageiros no compartimento de cargas, e seu
artigo 1º transcrito a seguir, assinale a proposição verdadeira.
“Art. 1º A autoridade com circunscrição sobre a via poderá autorizar, eventualmente e a título precário, a
circulação de veículo de carga ou misto transportando passageiros no compartimento de cargas, desde
que sejam cumpridos os requisitos estabelecidos nesta Resolução.”

A) Em trajeto que utilize mais de uma via com autoridades de trânsito com circunscrição diversa, a
autorização pode ser concedida por apenas uma das autoridades para o trecho total.
B) A circulação de que trata o artigo 1º só poderá ser autorizada entre localidades de origem e destino
que estiverem situadas em um mesmo município.
C) Os veículos referidos nesse artigo só poderão ser utilizados após expedição do Certificado de
Segurança Veicular – CSV –, expedido por Instituição Técnica Licenciada – ITL –, e vistoria da autoridade
competente para conceder a autorização de trânsito.
D) A autorização será expedida pelo órgão com circunscrição sobre a via, não podendo ultrapassar o
prazo de seis meses.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
A sinalização especial de advertência em veículos que excedam as dimensões autorizadas pelo
CONTRAN poderá, em casos excepcionais, ser bipartida, com espaçamento máximo de 5 cm, em
qualquer hipótese.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
Situação hipotética: Em fiscalização de rotina, um policial rodoviário federal abordou um veículo de
cargas, com comprimento de 23 metros. O motorista entregou ao policial AET que informava o
comprimento de 25 metros para a combinação. Além disso, o condutor também entregou o disco
de tacógrafo, por meio deste, era possível perceber que, nas últimas 24 horas, o veículo passou 10
horas parado e o restante em movimento. Ao ser questionado, o motorista informou que era o
único condutor, iniciou a viagem dois dias antes e faltavam apenas 3 horas de viagem para chegar
ao destino e queria chegar mais cedo em casa. Assertiva: Diante dos fatos, o policial deve autuar o
condutor por cometer infração de natureza grave, uma vez que a AET e o veículo têm informações
divergentes, mesmo que comprimento do veículo seja menor que o autorizado.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
Situação hipotética: Em fiscalização de rotina, um policial rodoviário federal abordou um veículo de
cargas, com comprimento de 23 metros. O motorista entregou ao policial AET que informava o
comprimento de 25 metros para a combinação. Além disso, o condutor também entregou o disco
de tacógrafo, por meio deste, era possível perceber que, nas últimas 24 horas, o veículo passou 10
horas parado e o restante em movimento. Ao ser questionado, o motorista informou que era o
único condutor, iniciou a viagem dois dias antes e faltavam apenas 3 horas de viagem para chegar
ao destino e queria chegar mais cedo em casa. Assertiva: Mesmo que o tempo de direção trate de
relação trabalhista, o policial rodoviário federal é competente para realizar tal fiscalização.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
Situação hipotética: Em fiscalização de rotina, um policial rodoviário federal abordou um veículo de
cargas, com comprimento de 23 metros. O motorista entregou ao policial AET que informava o
comprimento de 25 metros para a combinação. Além disso, o condutor também entregou o disco
de tacógrafo, por meio deste, era possível perceber que, nas últimas 24 horas, o veículo passou 10
horas parado e o restante em movimento. Ao ser questionado, o motorista informou que era o
único condutor, iniciou a viagem dois dias antes e faltavam apenas 3 horas de viagem para chegar
ao destino e queria chegar mais cedo em casa. Assertiva: O policial deverá autuar o condutor por
não respeitar o tempo de descanso mínimo de 11 horas e também deve, obrigatoriamente,
permanecer com o condutor pelo tempo que for necessário, para garantir que o condutor não
tornará a conduzir o veículo até que esteja cumprido o descanso.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
Situação hipotética: Em fiscalização de rotina, um policial rodoviário federal abordou um veículo de
cargas, com comprimento de 23 metros. O motorista entregou ao policial AET que informava o
comprimento de 25 metros para a combinação. Além disso, o condutor também entregou o disco
de tacógrafo, por meio deste, era possível perceber que, nas últimas 24 horas, o veículo passou 10
horas parado e o restante em movimento. Ao ser questionado, o motorista informou que era o
único condutor, iniciou a viagem dois dias antes e faltavam apenas 3 horas de viagem para chegar
ao destino e queria chegar mais cedo em casa. Assertiva: Se o condutor tivesse alegado que, desde
a última hora, não encontrou local seguro de parada, portanto não teve como cumprir o restante do
descanso e, assim que encontrasse tal local, pararia, o policial poderia liberar o veículo sem autuá-lo
em relação a este critério.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
Considerando que um policial rodoviário federal, em ato de fiscalização perceba que uma carga
transportada em carroceria aberta tem altura maior que o painel frontal do veículo, mas em
observação minuciosa percebe que trata-se de carga, em relação à altura, indivisível, portanto,
neste caso, não há qualquer irregularidade.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
Com base na res. 552/15 é proibida a afixação de dispositivo de amarração no chassi do veículo,
uma vez que esta é estrutura fundamental e que não pode sofrer qualquer tipo de intervenção.
(AUTORAL/PRF/PRF/2019) Com base nas resoluções do CONTRAN e no CTB, julgue o item que se
segue.
Para que ao veículo com carroceria fechada seja facultativa a presença de pontos de amarração da
carga, as laterais não podem ser de tipo lonado, do contrário, a amarração é obrigatória.

1-C 2-C 3-E 4-c 5-a 6-c 7-I-C-II-C-III-C-IV-C 8-c 9-E 10-C

11-C 12-E 13-C 14-C 15-E 16-C