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CALCULANDO ELÉTRICA

O e-book que você tem em mãos é uma parte do trabalho que realizo todos os
dias, o estudo da eletricidade e o que a abrange como ciência. Só existe uma forma de se
tornar melhor naquilo que acreditamos e essa forma, ou fórmula de sucesso, é estudar e
pesquisar e logo depois disso, é repetir todos os dias por um período fixo, por exemplo,
das duas às cinco da tarde, ou o horário que você tiver mais afinidade, e continuar por
todos os dias e sempre.

Após esse processo o seu cérebro entende que precisa encontrar um padrão de
resposta mais rápido e de forma criativa. Para algumas pessoas isso pode ser estranho,
mas a perfeição é a repetição. Você só será mais na vida por ter feito mais.

Se existe algum remédio que antecipe a perfeição, sem dúvida ele é homeopático.

O que eu quero dizer com isso…

Esse e-book que está em suas mãos vai lhe ajudar a estudar, entender e como
resolver as questões que constam nele. A sequência que você verá abaixo é a seguinte:

1 – Introdução do conteúdo com descrições e sequência de fórmulas.

2 – Exercícios abaixo de cada capítulo;

3 – E duas sequências de exercícios, provas, de concurso público, um da banca


Cespe e outra da Cesgranrio.

Qual é o objetivo?

Repetição com exercícios cobrados em provas de concursos públicos. Digo com


certeza a vocês porque isso funciona comigo, assim como funcionou e continua
funcionando com os outros que já passaram entre os primeiros lugares.

Esse e-book está sempre sendo atualizado.

Rodrigo Junges
1 LEI DE JOULE

A lei de Joule (lei do efeito térmico) é uma lei da física que descreve a relação entre
o calor gerado e a corrente elétrica percorrida em um condutor de eletricidade por um
determinado tempo, que durante esse processo podemos descobrir a quantidade de calor
produzida por esse processo. Ex.: Resistor, resistência de chuveiro, etc.

1.1 FÓRMULAS

Qc = m * c * Δt

Qc – quantidade de calor – unidade de medida é em caloria e letras representativas é


(Cal);
c – calor específico;
Δt – variação da temperatura em graus célsius;
Qc = 0,24 * I² * R * t

Qc – quantidade de calor – unidade de medida é em caloria e letras representativas é


(Cal);
0,24 – é equivalente a 1 joule;
I – corrente elétrica – unidade de medida é em amperes e letra representativa é (A);
R – resistência elétrica – unidade de medida é em ohms e a letra representativa é (Ω);
t – tempo do processo – unidade de medida e segundos e a letra representativa é (s) em
minúsculo;
1. Qual o tempo necessário para que uma corrente elétrica de 2 A, passando por um
resistor de 30 Ω, faça variar de 80°C a temperatura de 2000 g de água?
Tempo = 5555 segundos

2. Qual a resistência elétrica de um resistor pelo qual passam 10 A por um tempo de 331
segundos. O mesmo deve aquecer 3,5 kg de água variando a temperatura de 20°C a
80°C.
R = 26,4Ω

3. Um aquecedor ligado a uma fonte de 110 V solicita 10 A. Sem considerar a perda


térmica do reservatório, deve aquecer 5 litros de água mudando sua temperatura de 15°C
para 80°C. Qual é o tempo necessário para essa mudança?
Tempo = 1231 segundos

4. Uma lâmpada acesa é mergulhada em um vaso contendo 6000 g de água. Após um


tempo de 5 minutos a temperatura varia 3°C. Qual a potência da lâmpada?
Potência = 250 watts

5. Um resistor de 12 Ω ligado a uma fonte de 120 V é introduzido num bloco de gelo a 0°C
com uma massa de 1 kg. Se o resistor permanecer ligado durante 2 minutos, calcular a
massa de gelo que não se fundirá. Sabe-se que para fundir 1 g de gelo a 0°C são
necessários 80 cal.
Massa = 568 g

6. Uma chaleira elétrica ligada a uma fonte de tensão de 230 V com corrente de 3,8 A
deve ferver 1,7 kg de água. Sabendo que a temperatura inicial da água é de 12°C e a
eficiência energética da chaleira é de 70%, qual o tempo necessário para a fervura.
Tempo = 1018 segundos

7. Um aquecedor ligado a uma fonte de 120 V faz circular 15 A aquecendo 5 litros de


água. Com temperatura inicial de 15°C. Quanto tempo deve ficar ligado para que a
temperatura chegue a 80°C?
Tempo = 752 segundos

8. Um resistor mergulhado numa vasilha contendo 10 litros de água ligado a 120 V produz
3300 W. A temperatura da água é de 10°C e deve ser levada a ponto de ebulição com
rendimento de 75 % no processo. Calcule o tempo necessário.
Tempo = 363,63 segundos

9. Um resistor ligado a 120 V está mergulhado num tanque contendo 50 litros de água a
20°C. A perda térmica do tanque é de 15%. Ao final de duas horas a água atinge 70°C.
Qual a corrente que circulou durante todo esse processo?
I = 12,05 A

10. Uma lâmpada incandescente acesa é mergulhada em um vaso contendo 10 litros de


água. Passando 5 minutos desse processo a temperatura varia 3°C. Qual a potência
dessa lâmpada?
P = 250 watts
2 CARGAS ELÉTRICAS

2.1 CAPACITOR

O capacitor é um dispositivo que armazena cargas elétricas. O parâmetro capacitância do


capacitor relaciona tensão entre seus terminais com a respectiva carga armazenada. A
capacitância é medida em farads (F), é a grandeza que caracteriza qual a capacidade do
capacitor para acumular cargas elétricas.

Um capacitor terá 1 FARAD quando 1 coulomb de cargas elétricas estabelecer 1V de


tensão entre suas placas, ou seja:

C = Q/E e Q = C*E e E = Q/C

C = capacitância em FARAD;
Q = carga elétrica em coulomb;
E = tensão em volts;

1 Coulomb = 6,28 x 1018 elétrons

Um farad é igual a um coulomb por volt e seus submúltiplos são:

milifarad = mF = 0,001F = 10-3F


microfarad = µF = 0,000001 = 10−6F
nanofarad = nF = 0,000000001 = 10−9F
picofarad = pF = 0,000000000001 = 10−12F

A capacitância depende de alguns fatores construtivos do capacitor:

→ Depende diretamente da área de um dos lados da sua placa;


→ Depende diretamente do seu tipo de dielétrico (dielétrico é um material isolante
usado nos capacitores, ou seja, é a capacidade de suportar tensão até um
determinado ponto por onde não passe corrente, sendo que quando ocorre esse
fato dizemos que a barreira do dielétrico rompeu), lembrando também que
geralmente o dielétrico é definido por Kv/cm;

→ depende inversamente da distância entre as suas placas;


C = K.S/4πl
C = capacitância.
K = constante dielétrica (Kv/cm).
S = área do lado de uma das placas.
L = espessura do material dielétrico.

→ Os materiais dielétricos são definidos por um determinado valor (um número)


comparado ao ar.

2.2 CONSTANTE DO TEMPO DE UM CAPACITOR

O tempo de carregar ou descarregar um capacitor está ligado a sua resistência, ou


seja, quanto maior a resistência mais tempo levará para carregá-lo. E essa constante de
tempo é o resultado do produto (multiplicação) de sua resistência em ohms pela sua
capacitância em FARAD.

T = R(Ω) * F(farad)

T = tempo(segundos);
R = resistência (ohms)
C = capacitância (farad);

2.3 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES EM SÉRIE

Na associação em série de capacitores a capacitância equivalente será menor do


que a menor das capacitâncias existentes em seu circuito.
Fórmula geral: 1/eq. = 1/C1 + 1/C2+ 1/C3 + … + 1/Cn

Fórmula para dois capacitores: Ceq. = C1 * C2 / C1 + C2


Fórmula para capacitores iguais: Ceq. = C1 / n (número de capacitores do
circuito)

Com relação as cargas acumuladas em todos e a total será a mesma( quando


capacitores de mesmo valor), já que a corrente é a mesma (em circuito série):

Qt = Q1 = Q2 = Q3 = … = Qn

A tensão em cada capacitor será maior ou menor, isso vai depender de sua
capacitância, seguindo a mesma regra da associação em série de resistores, sendo a
tensão total resultante da soma de suas quedas de tensões.

2.4 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES EM PARALELO

Independentemente dos seus valores de capacitância, a capacitância equivalente


(total) será a soma de todos:

Ceq. = C1 + C2+ C3 + … + Cn

Tensão igual em todos os paralelos.

Et. = EC1 + EC2+ EC3 + … + ECn

Cada capacitor carrega conforme sua capacidade pré definida por sua capacitância
e seu tempo é definido pelo seu dielétrico conforme descrito no início do capítulo. A soma
da carga total é a soma das cargas parciais:

Q1 = C1 * E; Q2 = C2 * E; etc.

Qt = Q1 + Q2 + Q3 + … + Qn
OBS.: Quando houver um circuito misto de associação de capacitores basta fazer
as combinações adequadas.
1 – Um capacitor de 80µF de capacitância, foi ligado a 500 Vcc. Determine a carga que
ele acumulou.
Q = 0,04 C ou Q = 0,04C

2 – Quantos elétrons foram movimentados de uma placa para outra por um capacitor de
40µF ligado a uma tensão de 200 Vcc?
Elétrons = 50,24 x 1014 elétrons ou Elétrons = 50,24 quatrilhões de elétrons.

3 – Cinco capacitores de 20µF foram ligados em série a uma tensão de 300 V. Determinar
a capacitância equivalente, a carga individual e a total, e a tensão em cada um deles.
CEQUIVALENTE = 4 μf = 0,000004F
Q1 = Q2 = … = Q5 = 12 x 10-4C
E1 = E2 = E3 = … = E5 = 60 V

4 – Três capacitores de 5µF, 12µF e 30µF, foram ligados em paralelo a uma tensão de
120 Vcc. Determinar a capacitância equivalente, a carga individual acumulada e a carga
total e a tensão em cada um deles.
Q1 = 6x10-4 C ou Q1 = 0,0015 C
-4
Q2 = 14,4x10 C ou Q2 = 0,0036 C
Q3 = 36,0x10-4 C ou Q3 = 0,0090 C
QTOTAL = 56,4X10-4 C ou 0,0141 C

5 – Dois capacitores de 9µF e 72µF foram ligados em série e depois em paralelo. Calcular
a capacitância equivalente, a carga individual e a tensão em cada um capacitor, sendo em
série e em paralelo. A tensão da fonte é de 72 V.
EM SÉRIE EM PARALELO
CEQUIVALENTE = 8 μf CEQUIVALENTE = 81 μf
-6
QTOTAL = Q1 = Q2 = 576X10 C Q1 = 648x10-6 C
Q1 = 648x10-6 C Q2 = 5184x10-6 C
E1 = 64 V QTOTAL = 5832X10-6 C
E2 = 8 V

E1 = E2 = 72 V

6 – Quantos elétrons devem ser removidos de uma placa de um capacitor de 270µF e


adicionada a outra, para que entre elas haja 420 V?
Elétrons = 712152000000 elétrons ou 7121,52X108 elétrons

7 – Determinar a carga acumulada em um capacitor de 20µF ligado a uma fonte de


alimentação de 100 V?
Q = 20x10-4 C ou Q = 0,0020 C

8 – Dois capacitores de 5µF e 20µF foram ligados em série em uma fonte de alimentação
de 200 V. Determinar a capacitância equivalente do circuito, a carga acumulada e a
diferença de potencial em cada um deles.
CEQUIVALENTE = 4 μf ou 4,0x10-6 F ou 0,000004F
-4
QTOTAL = Q1 = Q2 = 8X10 C ou 0,0008 C
E1 = 160 V ou 1,6x102 V
E2 = 40 V ou 0,4 x 102 V
9 – Os capacitores da questão anterior foram ligados em paralelo. Determinar a
capacitância equivalente, Q1, Q2, QTOTAL e a tensão em cada um deles.
CEQUIVALENTE = 25 μf ou 25x10-6F ou 0,000025F
-4
Q1 = 10x10 C ou 0,0010C
Q2 = 40x10-4 C ou 0,0040C
-64
QTOTAL = 50x10 C ou 0,0050C
E1 = 200 V
E2 = 200 V
3 QUESTÕES DE CIRCUITOS SOBRE REATÂNCIA CAPACITIVA E REATÂNCIA
INDUTÂNCIA

3.1 INDUTOR

Como sabemos que uma tensão que uma bobina ligada a uma fonte de
corrente alternada induz em si uma tensão (uma força chamada força contra-eletro-
motriz) na qual se opõe a força que a criou (a Lei de Faraday-Lenz). Ou seja, essa força
contra-eletro-motriz (fcem) é dependente da indutância (L), e da frequência da tensão
aplicada (CA).
Essa dificuldade, então, chamamos de reatância indutiva, que é a oposição de
passagem da corrente elétrica. Sua grandeza é representada por XL (reatância indutiva) e
sua unidade de medida é em ohm (Ω).
Essa reatância indutiva é calculada através da fórmula: XL = 2 * π * f * L

XL = reatância indutiva;
π = 3.1415;
f = frequência em Hertz;
L = Indutância da bobina;

3.2 CAPACITOR (mesma descrição do capítulo anterior 2.1)

O capacitor é um dispositivo que armazena cargas elétricas. O parâmetro


capacitância do capacitor relaciona tensão entre seus terminais com a respectiva carga
armazenada.A capacitância é medida em farads (F), é a grandeza que caracteriza qual a
capacidade do capacitor para acumular cargas elétricas.
É o nome dado para a oposição que a tensão do capacitor apresenta para a tensão
aplicada, sua grandeza é representada por XC (reatância capacitiva) e sua unidade de
medida é em ohms (Ω).

Essa reatância capacitiva é calculada através da fórmula: XL = 1/2 * π * f * L

XC = reatância indutiva;

π = 3.1415;
f = frequência em Hertz;
C = Indutância capacitiva;
1. Determinar a reatância indutiva de uma bobina cuja indutância é de 20 mH em uma
frequência de 60 Hz.
XL = 7,536Ω
2. Determinar a reatância capacitiva de um capacitor de 25µF ligado a 10 KHz.
XC = 0,637Ω
3. Determinar a reatância indutiva dos indutores abaixo.

a) 40 mH – 50 Hz; XL = 12,56Ω
b) 400 µH – 1 KHz; XL = 2,512Ω
c) 60 mH – 60 Hz; XL = 22,608Ω

4. Determinar a reatância capacitiva dos capacitores abaixo.

a) 500 µF – 60 Hz; XC = 5,3Ω


b) 2,5 µF – 5 KHz; XC = 12,7Ω
c) 40 µF – 50 Hz; XC = 79,6Ω

5. Determinar a impedância Z de um resistor de 10 ohm em série com um indutor com


reatância indutiva de 8 Ω.
Z = 12,8Ω
6. Determinar a impedância Z de um resistor de 20 ohm em série com uma reatância
indutiva de 30 Ω e um capacitor com reatância capacitiva de 16 Ω.
Z = 24,4Ω
7. Determinar a corrente se Z = 50Ω e uma tensão E = 120 V.
I = 2,4A
4. EXERCÍCIOS SOBRE – LEI DE OHM

4.1 FÓRMULAS
1 – Que corrente passa pelo filamento de uma lâmpada se a tensão for de 100 V e a
resistência do filamento for de 20Ω?
I = 5A
2 – Qual a resistência encontrada por uma corrente de 2A, impulsionada uma tensão de
1,5 V?
R = 0,75Ω
3 – Que tensão fez passar 4A por uma resistência de 5Ω?
E = 20 V
4 – Que corrente circulou se a tensão foi de 127 V se a resistência é de 1270Ω?
I = O,1A
5 – Uma tensão de 22 V aplicada em um chuveiro cuja resistência é de 8 Ω, qual é a
corrente que circula por esse circuito?
I = 2,75A
6 – Que corrente passa pelo isolamento de uma lâmpada se a tensão for de 50 V, se a
resistência for de 35Ω?
I = 1,43A
7 – Qual a resistência encontrada por uma corrente de 3A, impulsionada por uma tensão
de 500 V?
R = 166,66Ω
8 – Qual a corrente solicitada por uma lâmpada de 220 V se sua resistência a quente é de
440Ω?
I = 0,5A
9 – Qual a tensão necessária para que 2A circule por um resistor de 30Ω?
E = 60 V
10 – Se por um resistor de 500Ω passam 0,8A, qual é a tensão?
E = 400 V
11 – Um resistor de carvão de 5MΩ é percorrido por 5µA. Qual a tensão faz esta corrente
circular e qual a tensão que elevaria a corrente para 44µA?
E = 25 V
E = 220 V
5. EXERCÍCIOS – RLC – SÉRIE e PARALELO

5.1 RLC – SÉRIE

5.1.1 IMPEDÂNCIA TOTAL

Z² = R² + (Xl – Xc)²

5.1.2 CORRENTE TOTAL

I = E/Z

5.1.3 REATÂNCIA INDUTIVA

Xl = 2 * π * f * L
π = Pi = 3.1415
f = frequência em hertz
L = indutância em henries

5.1.4 REATÂNCIA CAPACITIVA

Xl = 1 / 2 * π * f * C
π = Pi = 3.1415
f = frequência em hertz
C = capacitância em farad

5.1.5 QUEDA DE TENSÃO EM R – XL – XC

Er = I * R
El = I * Xl
Ec = I * Xc

5.1.6 POTÊNCIAS EM – P – Q – S

P (real ou útil) QL (reativa indutiva) QC (reativa capacitiva) S (aparente)


P = Er * I Q = El * I QC = Ec * I S² = P²+(Ql-Qc)²

5.1.7 FATOR DE POTÊNCIAS

cos φ = P / S

5.1.8 FREQUÊNCIA DE RESSONÂNCIA

f = 1 / 2 * π * √(L*C)
5.2 RLC – PARALELO

5.2.1 IMPEDÂNCIA TOTAL

Z=E/I

5.2.3 REATÂNCIA INDUTIVA

Xl = 2 * π * f * L
π = Pi = 3.1415
f = frequência em hertz
L = indutância em henries

5.2.4 REATÂNCIA CAPACITIVA

XC = 1 / 2 * π * f * C
π = Pi = 3.1415
f = frequência em hertz = Hz
C = capacitância em Farad

5.2.3 CORRENTE EM R – XL – XC

IR = E / R
IXL = E / XL
IXC = E / XC

5.2.2 CORRENTE TOTAL

I² = Ir² + (IL – Ic)²

5.21.5 QUEDA DE TENSÃO EM R – XL – XC

Er = I * R
El = I * Xl
Ec = I * Xc

5.2.6 POTÊNCIAS EM – P – Q – S

P (real ou útil) QL (reativa indutiva) QC (reativa capacitiva) S (aparente)


P = Er * I Q = El * I QC = Ec * I S² = P²+(Ql-Qc)²

5.2.7 FATOR DE POTÊNCIAS

Cos φ = P / S

5.2.8 FREQUÊNCIA DE RESSONÂNCIA

f = 1 / 2 * π * √(L*C)
1. Uma bobina com resistência de 20 Ω e um indutor com 0,133 H, em série, ligadas a
uma fonte de 120 V e 60 Hz. Calcule a corrente, as quedas de tensão, todas as potências,
o fator de potência, como também a impedância da bobina.
I = 2,22A
XL = 50,11Ω
Z = 53,95Ω
ER = 44,4Ω
EL = 119,76Ω
S = 266,4 VA
P = 98,57 W
Q = 247,49 VAR
COS φ = 0,37
2. Uma bobina de R=40 Ω e XL=30 Ω, ligados em série, são percorridas por uma corrente
de 1,2 A. Determinar a sua impedância, as quedas de tensão nos elementos, a tensão
aplicada da fonte, as potências produzidas e o fator de potência.
Z = 50Ω
E = 60 V
ER = 48Ω
EL = 36Ω
S = 72 VA
P = 57,6 W
Q = 43,2 VAR
COS φ = 0,80

3. Um circuito RLC série tem R=12 Ω, XL=20 Ω e XC=16 Ω. Por esses elementos passam
3 A, a tensão é alternada e a frequência é de 60 Hz. Determinar as udas de tensão nos
elementos, as potências e o fator de potência. Após esse exercício, verificar todos os
cálculos retirando o capacitor existente.
Com capacitor
ER = 36 V EL = 60 V EC = 48 V E = 37,95 V Z = 12,65 Ω P = 108 W
QL = 180 VAR QC = 144VAR QT = 36 VAR S =113,95 VA
COS φ = 0,95
Sem capacitor
ER = 36 V EL = 60 V E = 70 V Z = 23,3 Ω P = 108 W QL = 180 VAR
QT = 180 VAR S = 210 VA COS φ = 0,51
4. Um circuito RL paralelo tem um resistor de 60 Ω e uma bobina com reatância indutiva
de 80 Ω ligados a uma fonte de tensão de 120 V – CA. Determinar todas as correntes,
impedâncias, as potências e o fator de potência.
IR = 2 A IL = 1,5 A IT = 2,5 A Z = 48Ω P = 240 W S = 300 VA
Q = 180 VAR COS φ = 0,80
5. No circuito da questão anterior foi acrescentado, em paralelo, um capacitor com
reatância capacitiva de 120 Ω. Calcular a corrente Ic, a corrente total, as novas potências
e o fator de potência. Calcular também a nova impedância.
IC = 1 A Z = 58,25Ω QL = 180 VAR S = 247,2 VA I = 2,06A P = 240 W
QC = 120 VAR QT = 60VAR COS φ = 0,97

6. Um circuito RL paralelo de R=20 Ω, XL=30 Ω e ligado a uma fonte de tensão alternada


de 60 V. Calcule a corrente, impedância, as potências e o cosseno φ.
IR = 3A IL = 2AIT = 3,6A Z = 16,67Ω P = 180 W Q = 120 VAR S = 216
VA
COS φ = 0,83
7. Num circuito mediu-se 5 A e 100 V e cos φ = 0,90. Determine as potências desse
circuito.
S = 500 VA P = 450 W Q = 215 VAR
8. Um componente elétrico indutivo produz 600 W, mediu-se 3,5 A com tensão de 220 V.
Qual a potência aparente, seu fator de potência, seu ângulo de defasagem e sua potência
reativa?
S = 770 VA COS φ = 0,78 φ = 36,87° Q = 482 VAR
6 EXERCÍCIOS DE MOTORES MONOFÁSICOS

Os princípios dos motores monofásicos CA são inerentemente aqueles


previamente estudados. O princípio de indução é empregado extensivamente, devido à
simplicidade do rotor e porque ele diminui as dificuldades da comutação. Várias técnicas
são utilizadas para produzir o campo magnético girante necessário para a partida dos
motores de indução monofásicos, que empregam a fase dividida e os pólos ranhurados.
Os motores série CA monofásicos, particularmente, são algumas vezes projetados
para aplicações extremamente pesadas, como em guindastes, elevadores ou servições
de tração (locomotivas elétrica), podendo então ter tamanhos que vão de alguns HP a
vários milhares.
Devido ao fato de que o motor de indução monofásico não tem, inerentemente,
torque de partida, isto e, não tem o verdadeiro campo magnético girante, que é
fundamentalmente para o motor de indução polifásico, empregam-se vários métodos para
iniciar a rotação do rotor tipo gaiola de esquilo. Como consequência, surgiu uma
classificação de motores de indução monofásicos baseada nos métodos empregados
para a partida (ver sequência abaixo) e estes motores serão considerados em primeiro
lugar, seguidos de uma discussão dos motores monofásicos de tipo comutador.

I. Motores de Indução Monofásicos

A. motores de fase dividida

1. Motor com partida à resistência


2. Motor com partida a capacitores
3. Motor de fase dividida e capacitor permanente (de um só valor)
4. Motor de duplo capacitor

B. Motor de indução com partida a relutância


C. Motor de indução de pólo ranhurado
D. Motor de indução com partida à repulsão

II. Motores Síncronos Monofásicos

A. Motor de relutância
B. Motor de histerese
C. Motor subsíncrono

III. Motores Monofásicos do Tipo Comutador

A. Motores de repulsão
B. Motores de repulsão indução
C. Motores série CA
D. Motores universais
6.1 RENDIMENTO

O rendimento de um motor nunca será igual a 1 ou 100%, havendo perdas durante a


conversão, que no caso a potência produzida será sempre menor que a potência
entregue (da rede de fornecimento) sendo rede elétrica.

6.2 POTÊNCIAS

Potência Aparente (VA)


S = EL * IL S² = P² + Q²

Potência Ativa, Útil (w)


P = EL * IL * cosφ

Potência Reativa
Q = EL * IL * senφ (VAr)

Fator de potências
cosφ = P/S

Reatância capacitiva
XC = V² / Qc ou XC = 1 / 2πfC

Capacitância
C = 1 / 2πfXC ou C = Qc / 2πfV²

6.3 CORRENTE NOMINAL

In = P(w) / EL * √3 * η * cosφ (A)


P(w) = Potência em Watts.
EL = Tensão de linha (é a verificação do valor entre duas fases distintas)
Ef = Tensão de fase (é a verificação do valor entre duas fases e o neutro)
η = rendimento.
cosφ = fator de potência.
1 – Um motor elétrico com rendimento de 75% produz 3 CV. Qual a potência elétrica
fornecida pela rede?
P = 2940 W
2 – Um gerador elétrico produz 2400 W fornecendo 120 V para um circuito. Exige 4 CV de
um motor a combustão para ser movimentado. Determine seu rendimento e a corrente
que poderá circular no circuito.
IT = 24.53A η = 0,81
3 – Um motor elétrico ligado a 127 V faz circular 7,7A. Sabendo que seu rendimento é de
75%, que potência ele produz nessa condição?
P = 733,42 W
4 – Um gerador elétrico CC de 200 V fornece no máximo 45A. Tem rendimento de 0,81.
Determine a potência, em CV, que é necessário para sua operação bem como a perda no
processo.
P = 11111,11 W = 15,1CV PERDA = 2111,11 W = 2,8CV
5 – Um motor elétrico fornece 2 CV em 120 V. Sabe-se que perde 415 W na conversão da
potência. Qual seu rendimento e a corrente que fará circular?
η = 0,78 I = 15,72A
6 – Um alternador de emergência fornece 25 KW / 220 V e tem rendimento 0.84. É
movido por um motor a gasolina. Qual a potência mecânica, em CV, deste motor?
40CV
7 – O motor de partida de um automóvel solicita 50 A, alimentado por 12 V. Que potência
produz?
P = 600 W
8 – Um gerador elétrico é capaz de produzir 60 KW a 120 V. Qual é a corrente que é
capaz de circular por ele?
I = 500A
9 – Um gerador de 8,8 KW faz circular 40 A por um circuito.
Calcular:
a) a tensão do gerador; E = 220 V
b) a resistência elétrica; R = 55Ω
c) a potência consumida ao final de 24 horas; P = 211,2 KW

10 – Um motor elétrico de corrente contínua, produz uma potência mecânica de 5 CV. É


alimentado por 200 V com corrente de 22 A. Qual seu rendimento?
η = 0,84
11 – Um motor de CC oferece 1 CV no seu eixo. O seu rendimento é de 85%. Sendo
alimentado por 120 V de tensão, qual a sua corrente?
I = 7,2A
12 – Um gerador CC produz 50 V de corrente máxima de 12,5A. Se o seu rendimento é
de 85 %, quantos CV de potência mecânica deve ter o motor que o aciona?
PMECÂNICA = 735W = 1CV
13 – Um motor de CC alimentado por 120 V de tensão produz 10 CV. Seu rendimento é
de 0,86. Determinar:
a) sua corrente; I = 71,3A
b) sua potência de entrada; P = 8558 W
c) seu consumo de energia ao final de 20 horas de funcionamento; 171KW/h

14 – Um motor de CC tem registrado na sua placa de características o seguinte:


120 V / 14,6A / µ = 0,84. Qual sua potência mecânica no seu eixo?
PMECÂNICA = 1752W = 2CV
15. Um gerador CC produz 120 V, sua resistência interna é de 3 ohms e a corrente que
circula é de 10 A. Os condutores apresentam 2 Ohm de resistência elétrica. Determine a
resistência da carga.
RINTERNA DA CARGA = 7Ω
16. Um dínamo em operação nominal fornece 500 V/ 100 A para um circuito. Tem 0,20
ohms de resistência interna e nos condutores da rede ocorre uma queda de tensão de 30
V. Determine a tensão real na carga e sua resistência ôhmica.
RINTERNA DA CARGA = 4,5Ω
TCARGA = 450 V
17. Um motor elétrico monofásico funciona em uma rede de 60 Hz e são realizadas as
seguintes medidas no motor: 220 V, 6,5 A e 1200 W. Calcule:
a) O fator de potência; 0,83
b) O ângulo de fase do motor; 32,94°
c) A potência aparente do motor; S = 1445 VA
d) A potência reativa do motor; Q = 805 VAR
e) A impedância do motor; Z = 33,84 L0°
f) Os modelos do elemento RL série equivalente do motor elétrico: REPRESENTADO
POR UM DESENHO DE UM CIRCUITO RL SÉRIE
g) A potência reativa capacitiva, reatância capacitiva e a capacitância do capacitor
necessário para a correção do fator de potência ao valor de 0,92;
QNOVO = -300 VAR XC = 161,33Ω C = 16,55μF
h) A potência aparente total após a correção do fator de potência;
S = 1304,35 L23,07° VA
i) A potência reativa total após a correção do fator de potência;
QNOVO = 468 VAR
j) A corrente elétrica total após a correção do fator de potência;
INOVA = 5,92
k) A impedância total após a correção do fator de potência;
ZNOVO = 37,16Ω
7 MOTORES TRIFÁSICOS

7.1 POTÊNCIAS

Potência Aparente (VA)


S = EL * IL* √3 S² = P² + Q²

Potência Ativa, Útil (w)


P = EL * IL * √3 * cosφ

Potência Reativa
Q = EL * IL * √3 * senφ (VAr)

Fator de potências
cosφ = P/S

7.2 CORRENTE NOMINAL

In = P(w) / EL * √3 * η * cosφ (A)


P(w) = Potência em Watts.
EL = Tensão de linha (é a verificação do valor entre duas fases distintas)
Ef = Tensão de fase (é a verificação do valor entre duas fases e o neutro)
√3 = Valor usado em cálculos de sistemas trifásicos e resultante da tranformação da
tensão de linha em tensão de fase.
Η = rendimento.
cosφ = fator de potência.
7.3 CIRCUITOS TRIFÁSICO EM LIGAÇÃO TRIÂNGULO

Nas ligações em triângulo há igualdade entre tensões de linha e tensão de fase (El = Ef),
as tensões nos terminais das impedâncias das fases correspondem com as tensões entre
cada um dos pares de condutores de fase. A corrente de linha é a tensão de fase vezes
raiz de três (IL = If * √3).

Sequência ABC
Vab = Vl (tensão de linha com ângulo de) L120°
Vbc = Vl (tensão de linha com ângulo de) L0°
Vca = Vl (tensão de linha com ângulo de) L240°

Sequência CBA
Vab = Vl (tensão de linha com ângulo de) L240°
Vbc = Vl (tensão de linha com ângulo de) L0°
Vca = Vl (tensão de linha com ângulo de) L120°

Correntes de fase:
Iab = Vab/Za (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)
Ibc = Vbc/Zb (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)
Ica = Vca/Zc (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)

Correntes de linha (para esses resultados que serão obtidos devem ser transformados de
polar para retangular)
Ia = Iab – Ica (A)
Ib = Ibc – Iab (A)
Ic = Ica – Ibc (A)
Para calcular potências monofásicas:

Pa1 = (Iab)² * Ra * cosφa (cosseno do ângulo da impedância) ou


Pa3 = Vab * Iab * cosφa (cosseno do ângulo da impedância) (w)

Pb1 = (Ibc)² * Rb * cosφa (cosseno do ângulo da impedância) ou


Pb3 = Vbc * Ibc * cosφb (cosseno do ângulo da impedância) (w)

Pc1 = (Ica)² * Rc * cosφa (cosseno do ângulo da impedância) ou


Pc3 = Vca * Ica * cosφc (cosseno do ângulo da impedância) (w)

Qa = (Iab)² * Xa * senφa (seno do ângulo da impedância) ou


Qa = Vab * Iab * senφa (seno do ângulo da impedância) (VAr)

Qb = (Ibc)² * Xb * senφa (seno do ângulo da impedância) ou


Qb = Vbc * Ibc * senφb (seno do ângulo da impedância) (VAr)

Qc = (Ica)² * Xc * senφa (seno do ângulo da impedância) ou


Qc = Vca * Ica * senφc (seno do ângulo da impedância) (VAr)

Sa = (Iab)² * Za ou Sa = Vab * Iab (VA)


Sb = (Ibc)² * Zb ou Sb = Vbc * Ibc (VA)
Sc = (Ica)² * Zc ou Sc = Vca * Ica (VA)

Para calcular as potências trifásicas

Para cargas desequilibradas


P1 = Pa + Pb + Pc (w)
Q = Qa + Qb + Qc (VAr)

S = P + jQ = √P² + Q² ∟tg-1 Q/P (VA)

Para cargas equilibradas (usamos cada potência monofásica e multiplicamos por


três)

PTOTAL = 3 * VVL=VF * If * cosφ (cosseno do ângulo da impedância) (W)


QTOTAL = 3 * VVL=VF * If * senφ (cosseno do ângulo da impedância) (VAr)

PTOTAL = √3 * EL * IL (VA)

7.4 CIRCUITOS TRIFÁSICOS DE LIGAÇÃO EM ESTRELA COM – 4 – CONDUTORES


EQUILIBRADA

Sequência ABC
Vao = Vf (tensão de fase com ângulo de) L90°
Vbo = Vf (tensão de fase com ângulo de) L-30°
Vco = Vf (tensão de fase com ângulo de) L-150°

Sequência CBA
Vao = Vf (tensão de fase com ângulo de) L-90°
Vbo = Vf (tensão de fase com ângulo de) L30°
Vco = Vf (tensão de fase com ângulo de) L150°

Independentemente do equilíbrio ou desequilíbrio da carga e ser de sequência ABC


ou CBA, o roteiro para análise e solução de circuitos com ligação de 4 condutores é
único.

Correntes de fase:
Ian = Van/Za (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)
Ibn = Vbn/Zb (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)
Icn = Vcn/Zc (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)

Correntes de linha:
Sabemos que as correntes de linha são iguais as correntes de fase pois as correntes que
circulam nos condutores de fase são os mesmos que circulam nas impedâncias de fases.
Ia = Ian (A)

Ib = Ibn (A)
Ic = Icn (A)

Corrente de neutro:
(corrente de neutro o cálculo é feito em notação polar e sempre resultará um valor, pois
está desequilibrada)
In = - (Ia+Ib+Ic) (A)

Para calcular potências monofásicas:

Pa = (Ian)² * Ra * (ângulo da impedância da carga) ou


Pa = Van * Ian * cosφa (ângulo da impedância da carga) (w)

Pb = (Ibn)² * Rb * (ângulo da impedância da carga) ou


Pb = Vbn * Ibn * cosφb (ângulo da impedância da carga) (w)

Pc = (Icn)² * Rc * (ângulo da impedância da carga) ou


Pc = Vcn * Icn * cosφc (ângulo da impedância da carga) (w)

Qa = (Ian)² * Xa * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) ou


Qa = Van * Ian * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) (VAr)

Qb = (Ibn)² * Xb * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) ou


Qb = Vbn * Ibn * senφb (seno do ângulo da impedância da carga) (VAr)

Qc = (Icn)² * Xc * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) ou


Qc = Vcn * Icn * senφc (seno do ângulo da impedância da carga) (VAr)

Sa = (Ian)² * Za ou Sa = Van * Ian (VA)


Sb = (Ibn)² * Zb ou Sb = Vbn * Ibn (VA)
Sc = (Icn)² * Zc ou Sc = Vcn * Icn (VA)
Para cargas desequilibradas:
P = Pa + Pb + Pc (w)
Q = Qa + Qb + Qc (VAr)
S = P + jQ = √P² + Q² ∟tg-1 Q/P (VA)

Para cargas equilibradas:

P = √3 * VL * IL * cosφ (w)

Q = √3 * VL * IL * senφ (VAr)

P = √3 * VL * IL (VA)

7.5 CIRCUITOS TRIFÁSICOS DE LIGAÇÃO EM ESTRELA COM – 4 – CONDUTORES


DESEQUILIBRADA

Numa ligação a quatro condutores e sendo desequilibrado o que muda é que na relação
de corrente abaixo:

Corrente de neutro
In = - (Ia+Ib+Ic) (A)

Resumindo, a sequência de cálculos é a mesma e a quatro condutores em equilíbrio a


corrente nominal (In) resultará em zero, caso não, haverá uma diferença.
7.6 CIRCUITO TRIFÁSICOS DE LIGAÇÃO ESTRELA 3 CONDUTORES –
EQUILIBRADO E DESEQUILIBRADO

Sequência ABC
Vao = Vl (tensão de fase com ângulo de) L90°
Vbo = Vl (tensão de fase com ângulo de) L-30°
Vco = Vl (tensão de fase com ângulo de) L-150°

Sequência CBA
Vao = Vl (tensão de fase com ângulo de) L-90°
Vbo = Vl (tensão de fase com ângulo de) L30°
Vco = Vl (tensão de fase com ângulo de) L150°

Cálculo das correntes de fase

Em consequência do desequilíbrio de carga, as tensões de fase Vao, Vbo, Vco são


inicialmente desconhecidos e, portanto, não há a possibilidade de calcular as correntes de
fase Iao, Iba, Ico a partir de tensão e impedâncias pela Lei de Ohm.

O que nos resta é usar-mos como solução o equacionamento das três malhas AB, BC, CA
para resolvermos as correntes desconhecida de Iab, Ibc e Ica, essa solução é possível e
trabalhosa porque utiliza três equações de grandezas complexas.

Ou seja, resumindo tudo isso são essas fórmulas:


(para esses resultados que serão obtidos devem ser transformados de polar para
retangular)

Ia = Iab
Ib = Ibc – Iab
Ic = – Ibc
São essas três que resultam todo esse trabalho para acharmos Ia, Ib e Ic. Só que
geralmente os exercícios aparecem em notação polar, o que também sabemos que
devemos passar o valor em polar para retangular e só assim obter o resultado correto.

Cálculo das correntes de fase

Iab = Vab/Za (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)


Ibc = Vbc/Zb (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)
Ica = Vca/Zc (não esquecer da subtração dos ângulos) (A)

Para calcular potências monofásicas:

Pa = (Iao)² * Ra * (ângulo da impedância da carga) ou


Pa = Vao * Ia * cosφa (ângulo da impedância da carga) (w)

Pb = (Ibo)² * Rb * (ângulo da impedância da carga) ou


Pb = Vbo * Ib * cosφb (ângulo da impedância da carga) (w)

Pc = (Ico)² * Rc * (ângulo da impedância da carga) ou


Pc = Vco * Ic * cosφc (ângulo da impedância da carga) (w)

Qa = (Iao)² * Xa * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) ou


Qa = Vao * Ia * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) (VAr)

Qb = (Ibo)² * Xb * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) ou


Qb = Vbo * Ib * senφb (seno do ângulo da impedância da carga) (VAr)

Qc = (Ico)² * Xc * senφa (seno do ângulo da impedância da carga) ou


Qc = Vco * Ic * senφc (seno do ângulo da impedância da carga) (VAr)

Sa = (Iao)² * Za ou Sa = Vao * Ia (VA)


Sb = (Ibo)² * Zb ou Sb = Vbo * Ib (VA)
Sc = (Ico)² * Zc ou Sc = Vco * Ic (VA)

Para calcular as potências trifásicas

Para cargas desequilibradas


P1 = Pa + Pb + Pc (w)
Q = Qa + Qb + Qc (VAr)

S = P + jQ = √P² + Q² ∟tg-1 Q/P (VA)

Para cargas equilibradas (usamos cada potência monofásica e multiplicamos por


três)

PTOTAL = 3 * Vf * IIL=IF * cosφ (cosseno do ângulo da impedância) ou


PTOTAL = √3 * EL * IL * cosφ (cosseno do ângulo da impedância) (w)

QTOTAL = 3 * VVL=VF * If * senφ (cosseno do ângulo da impedância) (VAr)

PTOTAL = √3 * EL * IL (VA)
1. Um motor elétrico trifásico ligado a uma rede 380/220 V. A leitura de um amperímetro
em uma das fases da rede marcou 20 A e a medição do cos φ é de 0,82 atrasado.
Calcule:

A) Qual a potência aparente desse motor? S = 13163,58 VA


B) Qual a potência ativa desse motor? P = 10794,14 W
C) Qual a potência reatância desse motor? Q = 7533, 52 VAR
D) Qual a corrente de fase desse motor em uma ligação estrela? 20 A
E) Qual a corrente de fase desse motor em uma ligação triângulo? 11,54 A
F) Qual será a potência reativa caso o fator de potência fosse corrigido para 0,92? QNOVO =
3000 VAR
G) E quais são as novas correntes nas ligações estrela e triângulo?
IESTRELA = 4,46 A
ITRIÂNGULO = 2,57 A

2. Um motor trifásico é ligado a uma rede de tensão de 660/380 V. A corrente verificada


em uma das fases é de 5 A e o cos φ é 0,85 indutivo. Calcule:

A) Potência aparente. S = 5715,77 VA


B) Potência ativa. P = 4858,40 W
C) Potência reativa? Q = 3010,97 VAR
D) Quais os valores de correntes nas ligações estrela e triângulo nesse sistema trifásico
(tensão nominal de 380 V ligação estrela e tensão de 660 V em ligação triângulo).
IESTRELA = 5 A
ITRIÂNGULO = 2,88 A
E) Qual será a potência reativa desse motor no caso de uma instalação de um banco de
capacitor com o cos φ de 0,92?
QNOVO = 923,09 VAR
F) Qual a corrente do capacitor, em ligação estrela e ligação triângulo?
IESTRELA = 0,81 A
ITRIÂNGULO = 0,46 A

3. Um motor elétrico trifásico é ligado em uma rede de 220/127 V. A leitura de um


amperímetro em uma das fases é de 30 A, cos φ 0,8 atrasado.

A) Qual é a potência aparente do motor? S = 11431,53 VA


B) Qual é a potência ativa do motor? P = 9145,22 W
C) Qual é a potência reativa do motor? Q = 6744,60 VAR
D) Quais os valores de corrente de fase em triângulo e estrela?
IESTRELA = 30 A
ITRIÂNGULO = 17,32 A
E) Calcule a potência reativa para um banco de capacitor para corrigir a fator de potência
para 0,92.
QNOVO = 2926,47 VAR
F) Calcule as correntes de fase para as duas hipóteses do banco capacitivo (127 V e 220
V).
IESTRELA = 7,79 A
ITRIÂNGULO = 4,49 A

4. Calcule as correntes de fase, correntes de linha e potências em um circuito trifásico a


três condutores e ligação em triângulo com sequência ABC, tensão de 220 V, frequência
60 Hz e carga equilibrada formada por impedâncias de valor 7,07 + j7,07Ω.

Correntes de fase:
IAB = 22 L75°A (polar) ---- IAB = 5,76 + 21,03j A (retangular)
IBC = 22 L-45°A (polar) ---- IBC = 15,4 – 15,4j A (retangular)
ICA = 22 L195°A (polar) ---- ICA = -21,25 – 5,69j A (retangular)

Correntes de linha:
IA = 38 L44,69° A (polar) ---- IA = 27,01 + 26,72j A (retangular)
IB = 11,16 L30° A (polar) ---- IB = 9,64 + 5,36j A (retangular)
IC = 37,91 L14,83 A (polar) ---- IC = -36,65 – 9,71j A (retangular)

Potência:
PT = 10267,19 W
5. Quais são as correntes de linha e correntes de fase e as potências em um circuito
trifásico ligado a três condutores com ligação triângulo, com carga desequilibrada,
sequência ABC com tensão 240 V, 60 Hz e carga desequilibrada formada por
impedâncias medindo:

Za = 10∟0°
Zb = 10∟30°
Zc = 15∟-30°

Correntes de fase:
IAB = 24 L120°A (polar) ---- IAB = -12 + 20,73j A (retangular)
IBC = 24 L-30°A (polar) ---- IBC = 20,78 – 12j A (retangular)
ICA = 16 L270°A (polar) ---- ICA = 0 – 16j A (retangular)

Correntes de linha:
IA = 38,68 L108,09° A (polar) ---- IA = -12 + 36,7j A (retangular)
IB = 46,32 L-45° A (polar) ---- IB = 32,78 – 32,78j A (retangular)
IC = 21,16 L10,75° A (polar) ---- IC = -20,65 – 4j A (retangular)

PA = 5760 W
PB = 4988, 30 W
PC = 3325 W
QA = 0 VAR
QB = 2880 VAR
QC = -1800 VAR
SA = 5760 VA
SB = 5760 VA
SC = 8640 VA
8 TRANSFORMADORES

8.1 DESCRIÇÕES DA LETRAS (SÍMBOLOS) USADAS NAS REPRESENTAÇÕES DOS


VALORES DE UM TRANSFORMADOR:

– Parte primária:

V1 – é a tensão de suprimento aplicada ao primário, circuito 1, medido em Volts;


r1 – resistência do circuito primário, medido em ohms;
L1 – indutância do circuito primário, medido em henries;
XL1 – reatância indutiva do circuito primário, medido em ohms;
Z1 – impedância do circuito primário, medido em ohms;
I1 – valor médio quadrático da corrente elétrica drenada da fonte pelo primário, medido
amperes;
E1 – tensão induzida no enrolamento primário (ou circuito) por todo o fluxo que concatena
com a bobina 1, medido em volts;

– Parte secundária:

V2 – é a tensão de suprimento aplicada ao primário, circuito 1, medido em Volts;


r2 – resistência do circuito primário, medido em ohms;
L2 – indutância do circuito primário, medido em henries;
XL2 – reatância indutiva do circuito primário, medido em ohms;
Z2 – impedância do circuito primário, medido em ohms;
I2 – valor médio quadrático da corrente elétrica drenada da fonte pelo primário, medido
amperes;
E2 – tensão induzida no enrolamento primário (ou circuito) por todo o fluxo que concatena
com a bobina 1, medido em volts;

ϕ1 – componente de dispersão de fluxo que concatena com a bobina 1;


ϕ2 – componente de dispersão de fluxo que concatena com a bobina 2;
ϕm – fluxo mútuo compartilhado por ambos os circuitos, que concatenam com as bobinas
1 e 2;
M – indutância mútua (que é uma medida resultante do acoplamento magnético) entre as
duas bobinas (ou circuitos) produzida pelo fluxo mútuo, medida em henries;
8.2 COEFICIENTE DE ACOPLAMENTO

K = ϕm / ϕ1 + ϕ2 = M / √ (L1 x L2)

8.3 RELAÇÕES (α) ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO COM O USO DOS NÚMEROS
DE ESPIRAS E CORRENTES

I1 X N1 = I2 X N2 Ou E2 / E1 = V1 / V2 = I2 / I1 = N1 / N2 = α

α – É a relação das espiras primárias para as secundárias ou a relação de transformação.


I1 – É a componente de carga da corrente primária.
I2 – É a componente de carga da corrente secundária.
NI e N2 – São os números de espiras do primário e secundário, respectivamente.

8.4 IMPEDÂNCIA PRIMÁRIA

Z1 = α² * Z2 ou,
Z1/Z2 = α² = (N1/N2)²

8.5 IMPEDÂNCIA SECUNDÁRIA

Z2 = V2 / I2

8.6 PRIMÁRIO DE UM TRANSFORMADOR

→ Resistência equivalente referida ao primário: R e1 = r1 + α² * r2


→ Reatância equivalente referida ao primário: x L1 = XL1 + α² * XL2
→ Impedância equivalente referida ao primário: Z e1 = Re1 + jXe2

8.7 SECUNDÁRIO DE UM TRANSFORMADOR

→ Resistência equivalente referida ao primário: R e2 = r2 + r1/α²


→ Reatância equivalente referida ao primário: X L2 = XL2 + XL1/α²
→ Impedância equivalente referida ao primário: Z e2 = Re1 + jXe2
1. O primário de um transformador, fortemente acoplado, tem uma indutância de 20
H, um coeficiente de acoplamento de 0,98 e uma indutância mútua de 9,8 H. Calcule a
indutância do enrolamento secundário.
5H
2. Um transformador comercial de 400 Hz, 220/20 V tem 50 espiras no seu enrolamento
secundário BT, calcule:

A) o número de espiras do lado de alta-tensão AT; 50 esp


B) a relação de transformação, α, quando utilizado como transformador abaixador; 11
C) repita o item anterior quando a utilização é de transformador elevador; 1/11
D) a relação espira/volt para AT; 0,4 V/esp
E) a relação espira/volt para BT; 0,4 V/esp

3. O lado de AT de um transformador tem 750 espiras e o lado de BT tem 50 espiras.


Quando o lado de AT é ligado a uma rede de 120 V, 60 Hz, e uma carga de 40 V é ligado
à BT, calcule:

A) a relação de transformação α; 15
B) a tensão secundária, imaginando que não ha quedas na impedância interna do
transformador; 8 V
C) a resistência da carga; 0,2Ω
D) a relação volt/espira do primário e secundário, respectivamente; 0,16 V/esp
E) a capacidade em VA do transformador; 320 VA

4. Um transformador comercial de 220 V / 30 V, 3kVA, 60 Hz tem a relação de 3 volts por


espira. Calcule:

A) as espiras de AT; 73
B) as espiras de BT; 10
C) a relação de transformação, se o utilizarmos como abaixador; 7,33
D) a relação de transformação, se o utilizarmos como elevador; 0,136
E) a corrente nominal de AT; 13,62 A
F) a corrente nominal de BT; 100 A

5. Uma carga de 10Ω solicita uma corrente de 20 A do lado AT de um transformador, cuja


α = 1/8. Imaginando que não haja quedas de tensão internas no transformador, calcule:

A) a tensão secundária; 200 V


B) a tensão primária; 25 V
C) a corrente primária; 160 A
D) os VA transferidos no primário para o secundário; 4KVA
E) a relação de transformação quando o utilizamos como abaixador; 8
6. Utilizando a relação volt/espira, calcule o valor de pico do fluxo mútuo ϕmx, para os
transformadores:

A) do problema 2; 2,25 x 104 MX


B) do problema 3; 6,00 x 104 MX
C) do problema 4; 1,125 x 106 MX

7. Um transformador de 600 V/ 20 V, 1 kVA, 400 Hz, 3000/100 espiras deve ser utilizado a
partir de uma rede de 60 Hz. Mantendo a mesma densidade de fluxo permissível, calcule:

A) a máxima tensão que pode ser aplicada ao lado de AT a 60 Hz; 90 V


B) a máxima tensão que pode ser aplicada ao lado de BT a 60 Hz; 3V
C) os valores originais da relação volts/espira a 400 Hz; 0,1 V/esp
D) as relações volts/espiras a 60 Hz; 0,03 V/esp
E) a capacidade em kVA do transformador a 60 Hz; 150 VA

8. Um transformador de filamento de 110 V/ 6 V, 60 Hz, 20 VA é testado para suportar


tensões eficazes de 1000 V, quer para o primário, quer para o secundário. Se utilizado a
400 H, mantendo-se o fluxo máximo permissível, calcule:

A) a capacidade do lado de AT; 733 V


B) a capacidade do lado de BT; 40 V
C) a capacidade do transformador em VA; 133 VA

9. O primário de um transformador, consistindo de dois enrolamentos de 120 V em


paralelo,, serve como carga fixa e solicita 6 A de uma fonte de 120 V, 60 Hz. Calcule a
corrente drenada da fonte quando:

A) se liga a linha apenas uma bobina; 6 A


B) ambos os enrolamentos de 120 V são ligados em série a uma fonte de 240 V, 60 Hz;
3A
C) se usa uma fonte de tensão de 120 V, 50 Hz; 7,2 A
D) se usa uma fonte de tensão de 240 V, 50 Hz; 14,4 A

10. Se a densidade de fluxo máxima permissível em um transformador de 220 V, 60 Hz


não deve exceder 60 kilolinhas por polegada quadrada, quantas espiras se devem usar
no lado de 220 V? A área transversal do núcleo é 22,5 pol².
61 espiras
ELETRÔNICA INDUSTRIAL

Alimentação do amplificador operacional é representada pela simbologia abaixo:

Esses valores que aparecem, +V e -V, são valores de alimentação que ele receberá ao ser aplicado
em um circuito para funcionamento.
E as entradas que estão no lado esquerdo são as entradas do amplificador sendo ela uma entrada
positiva e outra negativa. No lado direito há uma saída apenas e essa representa a saída do
amplificador operacional geralmente representada por Vo.
COMPARADORES DE TENSÃO

São circuitos que utilizam o amplificador operacional, sem realimentação, mas com valores de
tensão de entrada, na parte positiva ou negativa, sendo esses valores as predeterminantes da tensão
resultante Vo;

1. Comparador Não-Inversor com Vo Nula;

Então podemos concluir que:

Representação em gráfico:
2. COMPARADOR INVERSOR COM TENSÃO Vo NULA

Então podemos concluir que:

Representação em gráfico:
3. COMPARADOR NÃO INVERSOR COM TENSÃO Vr > 0

Então podemos concluir que:

Representação em gráfico:
4. COMPARADOR INVERSOR COM Vo > 0

Então podemos concluir que:

Representação em gráfico:
5. AMPLIFICADOR INVERSOR

6. AMPLIFICADOR NÃO-INVERSOR
7. SEGUIDOR UNITÁRIO
O circuito abaixo fornece um ganho unitário (1) sem inversão de polarida, sianl, ou fase. Ou seja, a
saída possui o mesmo valor de amplitude, polaridade e fase de entrada. Esse circuito atua como
isolador (buffer) de estágios, reforçador de correntes e casador de impedâncias.

Um seguidor de tensão pode receber um sinal através de uma resistência em série, colocada no
terminal não-inversor (Rs). Para que se tenha um balanceamento de ganho, é usual a colocação de
um outro resistor de mesmo valor na malha de realimentação, sendo Rs = Rf para que Vo = 1.

uma aplicação prática do que foi dito é a utilização do buffer no casamento de impedância de sinal
de um gerador de sinal com um amplificador de baixa impedância de entrada, conforme figura
abaixo:
8. AMPLIFICADOR SOMADOR
O circuito abaixo mostra um amplificador operacional somador com n entradas, que fornece um
meio de somar algebricamente as n tensões. Veja a fórmula abaixo do desenho:

Fórmula:

AMPLIFICADOR OPERACIONAL SOMADOR NÃO-INVERSOR


FÓRMULA:
9. AMPLIFICADOR DIFERENCIAL OU SUBTRATOR
EXERCÍCIOS

1. Para o circuito a seguir, determine:

a) A equação de Vo, considerando Rf = 10kΩ e Rs = 4kΩ; Vo = -2,5V*Vs


b) O valor de Vo para Vs = 2V; Vo = -5,0V
c) O valor de Vo para Vs = -5V; Vo = 12,5V
d) O valor de Vo para Vs = 8V; Vo = -15V
e) Os limites de tensão de variação de Vs para que a saída Vo não sature; -6,0 ≤ Vs ≤ 6,0V
2. Para o circuito a seguir, determine:

a) A equação de Vo; Vo = -10V*Vs


b) O valor de Vo para Va = 2V; Vo = -12,0V
c) O valor de Vo para Va = -4,5V; Vo = 12V
d) O valor de Vo para Va = 6V; Vo = -12V
e) Os limites de tensão de variação de Va para que a saída Vo não sature; -1,2 ≤ Va ≤ 1,2V
3. Para o circuito a seguir, determine:

a) A equação de Vo, considerando Rf = 10kΩ e Rs = 5kΩ; Vo = 3,0*Vs


b) O valor de Vo para Vs = 2V; Vo = 6,0V
c) O valor de Vo para Vs = -4,5V; Vo = -13,5V
d) O valor de Vo para Vs = 6V; Vo = 15V
e) Os limites de tensão de variação de Vs para que a saída Vo não sature; -5,0 ≤ Vs ≤ 5,0V
4. Para o circuito a seguir, determine:

a) A equação de Vo; Vo = 1,5*Vb


b) O valor de Vo para Vs = 2V; Vo = 3,0V
c) O valor de Vo para Vs = -4,5V; Vo = -6,75V
d) O valor de Vo para Vs = 6V; Vb = 9V
e) Os limites de tensão de variação de Vs para que a saída Vo não sature; -12,0 ≤ Vb ≤ 12,0V
5. Para o circuito a seguir, determine:

a) A equação de Vo; Vx = -2*Va Vo = -Vx/2 Vo = Va


b) O valor de Vo para Va = 8V; Vo = 7,5V e Vx = -15V (saturação)
c) O valor de Vo para Va = 16V; Vo = 7,5V e Vx = -15V (saturação)
d) Os limites de tensão de variação de Vs para que a saída Vo não sature; -7,5 ≤ Vb ≤ 7,5V
6. Para o circuito a seguir, determine:

a) A equação de Vo; Vo = 4,5*Va e Vx = 3*Va


b) O valor de Vo para Vs = 2V; Vo = 9,0V
c) O valor de Vo para Vs = -4,5V; Vo = 13,5V
d) O valor de Vo para Vs = 6V; Vb = 18V
e) Os limites de tensão de variação de Vs para que a saída Vo não sature; -3,33 ≤ Vb ≤ 3,33V
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Resposta letra C
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Resposta letra D
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Resposta letra C
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Resposta letra B
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Resposta letra A
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Resposta letra A
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Resposta letra B

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Resposta letra E
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Resposta letra B
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Resposta letra D
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Resposta letra D
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Resposta letra A
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Resposta letra D
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Resposta letra A
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Resposta letra B e E
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Resposta letra D
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Resposta letra D
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Resposta letra D
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Resposta letra A
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Resposta letra A
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Resposta letra D
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Resposta letra E
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Resposta letra A
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Resposta letra C
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Resposta letra A
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Resposta letra B